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LOOK BACK, GO AHEAD

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15 DE SETEMBRO A 4 DE NOVEMBRO SEPTEMBER 15 TO NOVEMBER 4

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Look Back, Go Ahead Exposição // Exhibition 15 setembro a 4 novembro 2017 september 15 to november 4 2017

Artista // Artist Alexandre Rola Curadoria // Chief Curator Helena Mendes Pereira Comunicação e Produção Executiva // Communication and Executive Production Catarina Martins Apoio à Comunicação e Produção Executiva // Communication and Executive Production Support Vanessa Ribeiro Apoio à Curadoria // Curatorial support Alberto Rodrigues Marques

// Photography and Video

// Catalog Print

200 exemplares 02 | LOOK BACK, GO AHEAD


A fábula, no verdadeiro sentido da palavra, é o que merece ser dito. Durante muito tempo, na sociedade ocidental, a vida de todos os dias só pôde ter acesso aos discurso quando atravessada e transfigurada pelo fabuloso; era preciso que ela fosse retirada para fora de si própria pelo heroísmo, a façanha, as aventuras, a providência e a graça, eventualmente a perversidade; era preciso que fosse marcada por um toque de impossível. Só então se torna dizível. Aquilo que a punha fora do alcance permitia-lhe funcionar como lição e exemplo. Quanto mais a narrativa fugisse ao vulgar, mais força tinha para fascinar ou persuadir. Nesse jogo do “fabuloso-exemplar”, a indiferença face ao verdadeiro e ao falso era pois fundamental. E se acontecesse alguém tomar a iniciativa de dizer por mor dela mesma a mediocridade do real, mais não era que para provocar um efeito cómico: o simples facto de se falar disso fazia rir.1 No enquadramento da pós-modernidade, é cada vez mais complexo o conceito de autor e de autoria. Por um lado, na dimensão da sociedade do consumo e da difusão da informação (em imagens, palavras ou por sistemas multimeios) cada um de nós é necessariamente influenciado pelo contexto, sendo inevitáveis as apropriações e os contágios. A discussão sobre a necessidade de revisão do conceito de autoria não é de hoje, podendo citar-se Michel Foucault (1926-1984) e a conferência de 1969, na Sociedade Francesa de Filosofia, O que é um autor?2 em que o sociólogo discorre sobre a função do autor, gerada em finais do século XVIII, procurando refletir sobre os processos que instauram a crítica e que aludem ao homem e à sua obra. Por sua vez, as teorias de Roland Barthes (1915-1980) em A morte do autor3, de 1968, são decisivas para o surgimento das teorias da receção: “as linguagens, os discursos circulam livremente”, diz-nos. No caso mais concreto da produção artística e cultural contemporânea, no portento de um tempo de excessos e de relações desiguais entre homem e natureza e de intolerância generalizada, interessa discutir a questão do autor e da autoria, da influência e da apropriação. Alexandre Rola (n.1978) pertence à geração de artistas com apego à (anti)estética da rua e do universo cosmopolita, que constrói a sua plasticidade apropriando-se, literal ou poeticamente, das imagens que vê, caminhando enquanto olha o cenário que abandona à sua passagem, quer se tratem dos cartazes e de outros suportes de comunicação que povoam a cidades, quer estejamos concentrados nos presépios de pobreza e desgaste que, no combate à indiferença, não conseguimos ignorar. O processo de crescimento económico, de turistificação e de progresso é, em muitos países, promotor dos opostos e, ao mais opõe-se sempre o menos, ou mesmo o nada. O olhar de Alexandre Rola não é, nem podia ser conhecendo-se a sua sensibilidade, o seu interesse pela fotografia e por olhar a realidade a partir 1 2 3

FOUCAULT, Michel – O que é um autor? Lisboa: Editora Nova Vega, 2015 (9ª edição). Páginas 124 e 125. FOUCAULT, Michel – O que é um autor? Lisboa: Editora Nova Vega, 2015 (9ª edição). Publicado em BARTHES, Roland – O Rumor da Língua. São Paulo: Martins Fontes, 2004. LOOK BACK, GO AHEAD

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da lente, desligado deste seu (nosso) contexto. O ponto de partida é a cidade, o ponto de chegada é a construção plástica e imagética com recurso ao talento e à imaginação. O aproveitamento de materiais provenientes do desperdício quotidiano e a apropriação de imagens provenientes da cultura de massas é uma tendência crescente dos nossos dias, que tem o seu histórico numa reinterpretação de conceitos da pop art, da art povera e dos movimentos de pendor conceptual. Discutir autoria, originalidade e ideia é, por isso inevitável, na medida em que, não raras vezes, nas criações desta geração de artistas, nos confrontamos com uma espécie de deja vu. A mensagem que Alexandre Rola transmite nos seus trabalhos começa, assim, antes da ação da pintura. Os suportes feitos em cartão e a partir de cartazes revelam-nos uma temporalidade, causada pelos fatores da acumulação e do desgaste. O artista permite e faz uso do tempo na preparação dos seus suportes, cuja recolha aponta um interesse pela humanidade e, por sua vez, pela busca do novo por via da experimentação. A fotografia, outra das dimensões da produção artística de Alexandre Rola, é o processo através do qual ativa o revivalismo de um momento vivido unilateralmente e que se torna global pela sua incorporação num cartaz ou noutro suporte gráfico, atingindo uma intensidade, ritmo e momento que se demarcam do evidenciado na fotografia. Talvez a fotografia possa ser um alimento para o futuro e a pintura um digestivo do passado. Entre cartazes e pessoas nasce a pintura e, algures entre a pintura e o artista, estará a busca do homem. LOOK BACK, GO AHEAD é a exposição individual de Alexandre Rola, artista plástico com um vasto currículo em que se incluem vários prémios nacionais e internacionais, dos quais se destacam “Personalidade do Ano em Artes Plásticas” e “Prémio Internacional de Pintura Desigual”, Espanha. Nesta exposição, a maior do percurso do artista, a galeria shairart dst será palco da desvinculação do artista em relação aos suportes tradicionais da criação artística, sendo evidentes as muitas referências à cultura do consumo e ao desperdício, o que resulta numa inquietação criativa e numa extensa produção em que o artista combina uma dimensão política e social, mas também sensível e de referência à literatura e, sobretudo, à natureza e aos seus elementos. Para aqueles que visitaram a anterior exposição apresentada neste espaço de Braga, notará nesta de Alexandre Rola propostas diametralmente opostas, em que a ideia de obra de arte é colocada na dimensão da degradação da sociedade pós-moderna, sob o olhar atento de um artista notável, que transfere competência técnica para a sua robustez e ousadia matérica. Um espetro de cerca de 50 peças que incluem as das séries Terra e Home+ e várias novas criações, repletas de palavras e gestos de ordem, intenções e divagações pelo espaço urbano, que deixam a descoberto o artista experimentalista, inquieto e observador atento do seu tempo e do seu meio. Há, no exposto, a capacidade inata para a intemporalidade e reside na esfera do observador um caráter de estagnação e continuidade em simultâneo, podendo cada um de nós ver algo de si neste outro algo que lhe é externo. O que Alexandre Rola nos propõe não é fábula nem historieta, é um confronto com o real cru de todos os dias. Disse Pablo Picasso que “No, la pintura no está hecha para decorar las habitaciones. Es un instrumento de guerra ofensivo y defensivo contra el enemigo.” Alexandre Rola combate, está na frente de batalha e cabe ao observador juntar-se, ou não, às suas causas. Helena Mendes Pereira e Alberto Rodrigues Marques equipa de curadoria da shairart 04 | LOOK BACK, GO AHEAD


The fable, in the true sense of the word, is what deserves to be said. For a long time, in Western society, everyday life could only have access to the discourse when crossed and transfigured by the fabulous; it had to be withdrawn out of itself by heroism, feat, adventures, providence, and grace, and eventually perversity; it had to be marked by a touch of impossibility. Only then does it become veritable. What made it out of reach allowed it to function as a lesson and example. The more the narrative fled to the vulgar, the more power it had to fascinate or persuade. In this “fabulous-exemplar” game, indifference to the true and the false was therefore fundamental. And if anyone were to take the initiative to say the mediocrity of the real by itself, it was only to make a comic effect: the mere fact of talking about it made one laugh.1 Within the framework of post modernism, the concept of author and authorship is increasingly more complex. On one side, given the dimension of consumption and the diffusion of information (in images, words or multimedia systems), each of us is necessarily influenced by the context, and appropriation and contagion are inevitable. The debate about the necessity of reviewing the concept of authorship is not new, and one can cite Michel Foucault (1926-1984) and the conference of 1969, in the French Philosophers Society, What is an author2, in which the sociologist debates the function of the author, born in the late XVIII century, looking to reflect on the processes that establish the critic and that refer to a man and his work. In turn, the theories of Roland Barthes (1915-1980) in The Death of the Author3, from 1968, are decisive to the appearance of the theories of reception: “languages, and discourse flow freely”, it says. In the more concrete case of contemporary artistic and cultural production, in the middle of a time of excess and unequal relations between man and nature and of generalized intolerance, it’s interesting to debate the question of author and authorship, of influence and appropriation. Alexandre Rola (b.1978) belongs to the generation of artists with a liking of (anti)aesthetic of street and cosmopolitan environment, that constructs his elasticity hijacking, literally or poetically, of the images he sees, walking as he takes in the scenery that he leaves behind as he passes, be it the posters and other communication supports that fill the cities, be it being focused on the monuments of poverty and wear that, in the fight against indifference, we can’t ignore. The process of economic growth, of more and more tourism and of progress is, in many countries, the promotor of opposites and, more is always opposed by less, or even nothing. The view of Alexandre Rola isn’t, nor could it be given his sensitivity, his interest for photography, and by looking at reality through a lens, disconnected from his (our) context. The starting point is the city, the point of arrival, the plastic and imagery construction using talent and imagination. 1 2 3

FOUCAULT, Michel – O que é um autor? Lisboa: Editora Nova Vega, 2015 (9th edition). Pages 124 to 125. FOUCAULT, Michel – O que é um autor? Lisboa: Editora Nova Vega, 2015 (9th edition). Published at BARTHES, Roland – O Rumor da Língua. São Paulo: Martins Fontes, 2004. LOOK BACK, GO AHEAD

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The usefulness of materials born out of daily waste and the appropriation of images born out of mainstream culture is a growing trend of today, that has its history in a reinterpretation of concepts of pop art, art povera and the movements of conceptual power. Discussing authorship, originality and idea is, therefore inevitable, since, not rarely, in the creations of this generation of artists, we face a kind of déjà vu. The message that Alexandre Rola conveys in his works begins then, before the action of painting. The canvases made out of cardboard and posters reveal to us a temporality, caused by accumulation and waste. The artist allows and makes use of time in the preparation of his canvases, whose gathering shows an interest for humanity and, in turn, for the search of the new by experimentation. Photography, another of the dimensions of Alexandre Rola’s artistic production, is the process by which he activates the revivalism of a moment lived unilaterally and that becomes global through its incorporation into a poster or another graphic support, reaching an intensity, rhythm and momentum that separate itself from what is shown in the photo. Maybe the photo can be sustenance for the future, and the painting the digestive of the past. Between the posters and the people painting is born and, somewhere between the painting and the artist, will be the search of man. LOOK BACK, GO AHEAD is the individual show of Alexandre Rola, plastic artist with a vast resume along with various national and international awards, which include “Personality of the Year in Plastic Arts” and “International Awards in Unequal Painting”, Spain. In this show, the largest in the artist’s history, the gallery shairart dst will set the stage for the decoupling of the artist with the traditional supports of artistic creation, with evident references to consumerism culture and waste, which results in a creative distress and an extensive production in which the artist combines a political and social dimension, but also sensitive and referencing literature and, foremost, nature and its elements. Those who visited the previous show held at this gallery in Braga will notice, in this one, proposals diametrically opposite to each other, in which the idea of the work of art is placed in the dimension of the degradation of postmodern society, under the watchful eye of a remarkable artist, that transfers technical skill to its robustness and its bold materials. A spectrum of about 50 pieces that include the series Terra and Home+ and various new creations, filled with mottos, intentions and wanderings through the urban space, which showcase the experimental artist, distressed and watchful observer of his time and surroundings. There is, in his art, an innate capability for a timelessness and it resides within the observer’s sphere a character of stagnation and continuity simultaneously, where each of us can see something of himself in this that is external to us. What Alexandre Rola proposes isn’t fables or stories, it’s a confrontation with the real rawness of every day. Pablo Picasso said: “No, la pintura no está hecha para decorar las habitaciones. Es un instrumento de guerra ofensivo y defensivo contra el enemigo.” Alexandre Rola fights, is in the front of battle and it’s up to the observer to join his causes or not. Helena Mendes Pereira e Alberto Rodrigues Marques shairart curating team

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ALEXANDRE ROLA

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Baselitz 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 44 x 60 cm 08 | LOOK BACK, GO AHEAD


Barceló 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 52 x 67 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Cy Twombly 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 48 x 70 cm 010 | LOOK BACK, GO AHEAD

David Hockney 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 47 x 71 cm


Basquiat 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 52 x 67 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Dubuffet 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 45,5 x 75 cm 012 | LOOK BACK, GO AHEAD

Nolde 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 47 x 69 cm


Eric Fischl 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 44 x 67 cm

Matisse 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 47 x 72 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Picasso 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 45 x 72 cm 14 | LOOK BACK, GO AHEAD

Egon Schiele 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 53 x 73 cm


Klein 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 45 x 68 cmErnst Ludwig

Kirchner 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 50 x 70 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Klimt 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 47 x 63 cm 16 | LOOK BACK, GO AHEAD

Modigliani 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 48 x 63 cm


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Kokoschka 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 47 x 72 cm 18 | LOOK BACK, GO AHEAD


Urbano 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 44 x 54 cm

Munch 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 42,5 x 57 cm

Tapiés 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 43,5 x 57 cm

Mimmo Rotella 2009 Técnica mista sobre cartão Mixed media on card 44 x 57 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Sem título 2009 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 120 x 90 cm 20 | LOOK BACK, GO AHEAD


Sem título 2009 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 175 x 116 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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O Vinho 2009 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 136 x 96 cm 22 | LOOK BACK, GO AHEAD


Sócrates 2010 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 175 x 105 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Sem título 2009 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 120 x 95 cm 24 | LOOK BACK, GO AHEAD


Sem título 2009 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 165 x 119 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Liberdade II 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 80 x 100 cm

Serra 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 50 x 40 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Mainomenos 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 50 x 70 cm 28 | LOOK BACK, GO AHEAD


Sem título 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x 40 cm

Sem título 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x 40 cm

Sem título 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x 40 cm

Baco 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x 40 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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João 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 18 x 24 cm 30 | LOOK BACK, GO AHEAD

Filipe 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 18 x 24 cm

Sem título 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 18 x 24 cm


Sem título 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 50 x 70 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Liberdade 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 50 x 70 cm 32 | LOOK BACK, GO AHEAD


Terra II 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 50 x 70 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Sem título 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x www30 cm 34 | LOOK BACK, GO AHEAD

Sem título 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x 30 cm

Concertina 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x 30 cm

Psilax 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x 30 cm


Douro 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 110 x 100 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Sem título 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 50 x 70 cm 36 | LOOK BACK, GO AHEAD


Terra 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x 24 cm

Linha da Vida 2016 Técnica mista sobre tela Mixed media on canvas 30 x 24 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Primavera 2016 TĂŠcnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 105 x 119 cm 38 | LOOK BACK, GO AHEAD

Mais 2016 TĂŠcnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 141 x 122 cm


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Democracia é Pop 2017 Técnica mista sobre madeira Mixed media on wood 101 x 141 cm

Not Now 2017 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 55 x 67 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Revolução 2016 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 100 x 107 cm LOOK BACK, GO AHEAD

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Not For Sale 2017 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 69 x 52 cm 44 | LOOK BACK, GO AHEAD

O 2017 Técnica mista sobre camadas de cartazes Mixed media on layers of posters 74 x 61 cm


Alexandre Rola nasceu no Porto, em 1978, cidade onde vive e trabalha. Alexandre Rola was born in Porto, in 1978, city where lives and works.

Formação Académica // Academic Background Mestrado em Intervenções Urbanas pela Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos (ESAD). Licenciatura em Economia e Design Gráfico pela ESAD. Master in Urban Interventions by Escola Superior de Artes e Design de Matosinhos (ESAD). Degree in Economics and Graphic Design by ESAD.

Exposições Individuais (seleção) // Solo Exhibition (selection) • Terra, Galeria Metamorfose, Porto (2017); • Primeiras Cores, Galeria Days Are, Porto (2017); • We art – Porto Business Scholl (2016); • Terra, Gabinete da Bienal, Vila Nova de Gaia (2016); • Terra, Galeria Quarto Duplo, Vila Nova de Cerveira (2016); • O Mergulho, Museu de Ovar (2015); • O Mergulho, We Art – Agência de Arte, ABC, Aveiro (2015); • Instalação O Zé, Universidade de Arquitetura de Madrid (2014); • O Mergulho, ABC, Aveiro (2014); • Instalação Lágrimas de Portugal, XVII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2013); • O Mergulho, Galeria Por Amor à Arte, Porto (2013); • Panen et Circenses, Galleryhostel, Porto (2012); • Circus, Trofa (2012); • Deep inside e Circus, Antiga Capitania de Aveiro (2012); • Home+, inserida no Ciclo Goldburgh, Hotel555 – Residência Artística, Porto (2012); • Circus, Fábrica do Braço de Prata, Lisboa (2012); • Intervenção mural na Fábrica do Braço de Prata, Lisboa (2012); • Intervenção mural Coração Acelerado para a Guimarães 2012, Capital Europeia da Cultura (2012); • Exposição de fotografia Porto, Palácio das Artes – Fábrica de Talentos, Porto (2012); • Circus, Clube Literário do Porto (2011); • Instalação Atelier, Palácio das Artes-Fábrica de Talentos, Porto (2011); • Instalação fotográfica Watch, Palácio das Artes-Fábrica de Talentos, Porto (2011); • Instalação e Pintura ao vivo, Palácio das Artes, Porto (2010); • Exposição inaugural do Palácio das Artes, Porto (2010); • Home+, Galeria Bestartis, Lisboa (2009); • Home+, Clube Literário do Porto (2008). LOOK BACK, GO AHEAD

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Exposições Coletivas (seleção) // Group Exhibitions (selection) • 2ª Bienal Internacional Arte Gaia (2017); • XIX Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2017); • Árvore Comunitária, Vila Nova de Gaia (2016); • Brinquedos, Galeria Porto Oriental (2016); • 80 anosobre80 interpretações de José Rodrigues – Homenagem ao Mestre, Fundação Escultor José Rodrigues, Porto (2016); • Arte Postal II e Acervo, Galeria Metamorfose, Porto (2016); • Galeria Municipal de Barcelos (2016); • Jardins de Memória, Centro de Cultura e Congressos da Ordem dos Médicos, Porto (2016); • Onda Bienal, Viana do Castelo (2016); • Onda Bienal, Vila Nova de Cerveira (2016); • A Mostra, Galeria Geraldes da Silva, Porto (2016); • Expressões de Cidadania no Feminino, Monção e Salvaterra do Minho (2016); • Gaiarte – Coletiva Salão de Artes Plásticas, Espaço Solidariedade, Vila Nova de Gaia (2016); • Open Studio – Mostra, Estúdio A.L.P., Vila Nova de Gaia (2015); • Ensejo do Desenho, Davinci Art Gallery, Porto (2015); • XVIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2015); • Melhor que nada, exposição de Alexandre Rola e Ricardo de Campos no Absoluto Design Hotel, Viana do Castelo (2015); • 1ª Bienal de Gaia (2015); • Instalação O Zé, Festival Recuore, Léon, Espanha (2015); • Instalação O Zé, Margem – Armazém, Porto (2015); • Arte&Negócios, Porto Business Scholl, Porto (2015); • Aduntorium non Constant, Davinci Art Gallery, Porto (2014); • Van-Doma, Douro Marina, Vila Nova de Gaia (2014); • Outonos Inquietos, Museu de Arte da Fundação Dionísio e Alice Cardoso Pinheiro, Águeda (2014); • Arte Postal, Galeria Metamorfose, Porto (2014); • Coletiva de Sócios da Árvore, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto (2014); • Projeto Doma, Douro Marina, Vila Nova de Gaia (2014); • Creatyclé, Porto (2014); • Seleção de artistas portugueses contemporâneos na The Peach Gallery, Toronto (2014); • É a crise, Galeria Metamorfose, Porto (2014); • Arte&Negócios, Porto Business School (2014); • Lobo Ibérico, Galeria Geraldes da Silva, Porto (2014); • Plural Out Project, XVIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (2013); • Deep Inside, Get Set Art Festival, Porto (2012); • Arte Pintada a Letras, Museu Municipal de Espinho (2011); • VII Ciclo de Apresentações Artísticas, Penafiel (2009); • Não lugares de reflexão, Centro Cultural de Cascais (2009); • AVEIROARTE, Aveiro (2009); • 5ª Bienal de Pintura e Arte Jovem de Penafiel (2008).

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Prémios // Prizes • Artista Plástico do Ano, Revista LUX (2013); • MostraPorto (2012); • Prémio IX Bienal do Eixo Atlântico (2011) • 1º Prémio de Fotografia Black&White – Festival Internacional Audiovisual (2011); • 1º Prémio de Fotografia Argo, Rio Tinto (2008); • Prémio de Pintura Desigual, Espanha (2007).

Referência em Meios de Comunicação Social (seleção) // Media References (selection) • Book a Street artista_Alexandre Rola, RTP2 (2014); • Jornal de Negócios, (Agosto de 2014); • Capa do quinzenário As Artes entre as Letras (2014); • Entrevista ao Jornal de Notícias (13 de outubro de 2012); • Revista nº 2 da Fábrica de Talentos (2009); • Revista Cultural de Cascais (Março de 2009): • Capa da revista Cais (Março de 2009); • Convidado do programa Zona Interdita, Porto Canal, sobre o tema “Arte Urbana” (2009); • Revista Visão (Dezembro de 2009); • Entrevista e capa do jornal As Artes entre as Letras (2009).

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Horário // Opening time 14:00 | 19:00 · segunda a sábado (exceto feriados) Outros horários mediante marcação 2:00 pm to 7:00 pm – monday to saturday (except holidays) Other schedules by appointment

Contactos // Contacts info@shairart.com (+351) 253 116 620 www.shairart.com

Morada // Address Rua do Raio, 175 4710-923 Braga Portugal

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