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BE A COLLECTOR

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Be a collector é o apelo da shairart, com projeto e equipa renovados, agora e para o futuro, assente no objetivo de democratização do acesso à arte e ao seu mercado. Por um lado, ampliando as possibilidades de divulgação dos artistas e do seu trabalho, multiplicando o número e a expressão de veículos de comunicação tradicionais como os museus e as galerias, inseridos, ambos, em circuitos pré-definidos, política e socialmente institucionalizados. Por outro, alargando as opções de escolha de artistas e obras de arte aos interesses e possibilidades de colecionadores daquele que é o único produto global irrepetível.

Num artigo da revista revista Forbes de novembro de 2011, Bettina Korek escreve: Over time, developing an interest in art can connect you with an incredible social and intellectual community. Collecting art is best approached as a life-enriching adventure and one that can build a new asset for your future along the way. Be a collector é a afirmação dos princípios do colecionismo e da proteção dos artistas como uma das bases para o desenvolvimento sustentado de uma sociedade evoluída económica, política e socialmente: todos somos responsáveis pelas comunidades educativas em que desejamos viver, todos somos mecenas, todos podemos ser colecionadores. Colecionar arte é a única garantia, numa sociedade cada vez mais impessoal e global, de que legamos ao futuro matéria de definição do ser humano, também, único e inteiro que somos. Diogo Goes (n. 1989), Francisco Ferro (n. 1954), Florisa Novo Rodrigues (n. 1991), Luís Freitas (n. 1985), Miguel Neves Oliveira (n. 1980) e R. Gritto (n. 1976) são os artistas com histórico de colaboração com a shairart que integram a exposição coletiva de anúncio da reestruturação da plataforma, cujo projeto se estende para um conjunto de atividades de promoção da arte e dos artistas, culminando na dinamização da Galeria shairart dst, localizada no centro de Braga e com 840 m2, 60% dos quais de área expositiva. A seleção de artistas parte da descoberta do espólio que a Galeria tinha em depósito à chegada da nova equipa e que, no decorrer do processo de reorganização, se apresentaram como representativos das tendências da produção artística contemporânea do novo miléBE A COLLECTOR

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nio: figuração de tendência realista ou neorrealista; uma crescente valorização do desenho e das competências técnicas percetíveis do artista; a (re)utilização de materiais provenientes do quotidiano e da natureza na criação artística, numa espécie de releitura dos ready-made de Marcel Duchamp (1887-1968) e de interpretação das mensagens da land art; a dessacralização da obra de arte, sobretudo, pela variedade de suportes, ditos, menos nobres e, ainda, a marca dos artistas que questionam o convencional, o decorativo, o museológico e o comercial. Colecionar é uma atividade com ramificações humanistas e cujo grande impulso coincide com as viagens além-mar dos séculos XV e XVI e com as descobertas de novas espécies de fauna e flora e, por outro lado, com os pressupostos do mecenato e do protecionismo às artes e aos artistas, como sinal de afirmação social, perfeitamente enquadrado, mais tarde, num ideário burguês que valoriza o conhecimento e o mérito. Hoje, coleccionar arte constitui-se como um dos mais, se não o mais seguro investimento do sistema económico vigente. Neste sentido, a curadoria apresenta-se como a posição intermédia entre artistas e colecionadores, sempre com o objetivo de (re)ligar artistas, obras e tendências e de promover o encontro do criador com o amador da coisa criada. Neste desafio, a shairart apresenta-se orgulhosamente nesta primeira exposição de um novo ciclo, com uma seleção de artistas com um intervalo geracional de quase quatro décadas e que, por isso, são tratados distintamente, tirando partido da configuração arquitetónica da Galeria shairart dst e numa afirmação de que a arte não se mede ou avalia ao m2 e que cada artista é único e irrepetível como únicas e irrepetíveis são as suas criações. São eles, os artistas, os protagonistas da estratégia da shairart para o futuro, numa lógica que persegue a marca identitária do grupo dst: a do mecenato e do apoio à cultura e às artes, sempre numa perspetiva pedagógica e de real contributo para a construção de um mundo melhor. São eles, os artistas, e as suas obras, que dão à curadoria a necessária leitura e interpretação do espaço e do conceito e, sobretudo, do conceito no espaço. Em 2017, a shairart, do vasto rol de artistas que representa através da sua plataforma, escolheu destacar seis . Seis que faziam parte do quotidiano deste espaço de trabalho e que, esperamos, despertem nos públicos emoções e, sobretudo, uma imensa vontade de viver a arte contemporânea como a vivemos na shairart: como a melhor parte de nós. Helena AM Pereira shairart Chief Curator

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DIOGO GOES

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Diogo Goes 1989

Nasceu no Funchal (Madeira), cidade onde vive e trabalha e licenciou-se em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Atualmente, desenvolve a sua atividade profissional também como formador, consultor cultural e arte-educador. A sua produção artística opta pela combinação do conceptual – na mensagem e no formato – com as temáticas de imagética rural, por um lado, e de crítica societária, por outro. Apesar de muito jovem, Diogo Goes conta já com um percurso marcado por mais de uma centena de exposições individuais e coletivas, entre as quais a série “Osculum/Goes Drawings”, patrocinada pela Fundação Millennium BCP, no Museu de Arte Contemporânea do Funchal (2014) e com o comissariado de Albuquerque Mendes; “Quiz que as Galinhas Abortassem”, na Fundação Serralves (2010), no âmbito do Serralves em Festa’10; “Totem/ Extra Virgens”, em La Fabbrica del Vapore,

Milão (2015) e “Goes Circus / Ceci n’est pas peinture”, na Galeria da Biblioteca Pública do Estado da Bahia, Brasil (2013). Diogo Goes mereceu, também, vários prémios e menções e as suas obras integram coleções públicas e privadas, em Portugal e noutros países da CPLP. As obras patentes nesta mostra, em repetição, intensificam a relação de questionamento que o artista tem vindo a desenvolver em relação ao espaço tradicional e institucional do museu e da própria galeria, interpelando os públicos com propostas de montagem não convencionais e mantendo uma fidelidade temática, técnica e de conteúdo que permite acrescentar intelectualidade à sua obra.

Título: “Keys nº5” Data: 2013 Técnica: acrílico e esmalte sobre madeira com moldura Dimensões: 45 cm x 60 cm x 35 cm 06 | BE A COLLECTOR


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Título: “Goes Circus / Ceci n’est pas un Musée!” Data: 2014 Técnica: assemblage, pintura sobre madeira e cartão Dimensões: 12 x 23 x 16 cm 08 | BE A COLLECTOR


Título: “Relicarium I” Data: 2010 Técnica: assemblagem com folha de ouro, poliuretano e silicone sobre madeira lacada de dourado Dimensões: 45 cm x 60 cm x 35 cm BE A COLLECTOR

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Título: “Desenvolvimento Hoteleiro” Data: 2014 Técnica: desenho a esferográfica azul sobre fotografia analógica impressa em papel fotográfico Dimensões: 20 X 25 cm 10 | BE A COLLECTOR

PAG 11 Título: “Index Persona - O burro que quis ser como o Homem!” Data: 2014 Técnica: acrílico e esmalte sobre madeira Dimensões: 105 x 75 x 15 cm


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Título: Série “Riscas ou Abstracção Geométrica sobre suporte laranja” Data: 2014 Técnica: acrílico sobre papel, vidro e madeira Dimensões: 42 X 32 cm 12 | BE A COLLECTOR


FRANCISCO FERRO

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Francisco Ferro 1954

Nasceu em Ourique e reside e trabalha em Lisboa. Licenciou-se em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e é membro efetivo da Sociedade Nacional de Belas Artes e da Gravura – Cooperativa de Gravadores Portugueses. Iniciou a sua atividade como artista em 1975 e, desde então, já realizou mais 100 mostras coletivas e individuais. Destaca-se o 1.º Prémio de Desenho (Caixa Geral de Depósitos) no IV Salão da Primavera e o 2.º Prémio ex aequo no Concurso para Jovens Artistas, em 1990. Está representado em diversas coleções, públicas e privadas.

forte e persistente, o princípio do real, mas que, ao mesmo tempo, o quer expresso na mais perfeita das formas, na afirmação clássica da melhor das mimesis”, nas palavras de António M. Ferro. O desenho, exímio, de Francisco Ferro, cujo dramatismo se acentua pela mancha de cor, quase em transparência, é suficiente para a ilusão de terceira dimensão das suas telas. As cenas representadas são tão próximas do quotidiano que promovem uma imersão emocional intensa e, ao mesmo tempo, introspetiva.

Para esta exposição selecionaram-se obras das séries “Sono, Sonho e Desejo”, expostas pela primeira vez em 2013 e “Caminhar é preciso”, de 2006, numa proposta de reflexão contemporânea e inquietante em que as suas figuras “recortam-se no branco através de um desenho que se quer precioso e que insinua,

Título: “O Sono II” Data: 2007 Técnica: acrílico e grafite sobre tela Dimensões: 97 X 127 cm 14 | BE A COLLECTOR


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Título: “O Sono III” Data: 2007 Técnica: acrílico e grafite sobre tela Dimensões: 97 X 127 cm 16 | BE A COLLECTOR


Título: “O Sono V” Data: 2007 Técnica: acrílico e grafite sobre tela Dimensões: 97 X 127 cm BE A COLLECTOR

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Título: “Não!...IV” Data: 2004 Técnica: acrílico e grafite sobre tela Dimensões: 96 X 145,5 cm 18 | BE A COLLECTOR


Título: “Não!...V” Data: 2004 Técnica: acrílico e grafite sobre tela Dimensões: 96 X 145,5 cm BE A COLLECTOR

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Título: “O Sono e o Sonho IIV” Data: 2012 Técnica: acrílico e grafite sobre tela Dimensões: 97 X 127 cm 20 | BE A COLLECTOR


FLORISA NOVO RODRIGUES BE A COLLECTOR

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Florisa Novo Rodrigues 1991

Nasceu em Viana do Castelo, onde vive e trabalha. Tem raízes em Guimarães e foi também nesta cidade que completou a licenciatura em Arquitetura, pela Universidade do Minho. A arquitetura é, de resto, a maior fonte de inspiração para os cenários que cria nas ilustrações em que combina a colagem (física e não digital) e o desenho de traço, simultaneamente, rigoroso e delicado. No edificado e, em concreto, na série de trabalhos apresentados nesta exposição, o olhar da artista recai sobre a passagem do tempo e sobre as possibilidades de representação que, a partir daí, se abrem ao campo interpretativo.

próximo ano, Braga ter a media art no foco da sua programação cultural. A estes somam-se outras paisagens e memórias (reais ou imaginadas). O universo pop, em referências e citações facilmente identificáveis, soma-se a estes pequenos objetos plenos de sensibilidade e força. Florisa Novo Rodrigues toma como referência, para o trabalho agora apresentado, os artistas e intelectuais Neil Krug, Pablo Thecuadro e Bruno Munari. Expõe, coletivamente, desde 2014 e tem merecido boas críticas de diversos colecionadores shairart que encontram no seu trabalho uma delicadeza em contraste com o tempo em que vivemos.

Na quinta exposição em que marca presença como artista shairart o seu foco são os edifícios (esquecidos) dos cinemas Geraldo (Braga), Odeón (Lisboa), Londres (Lisboa), Batalha (Porto) e Europa (Lisboa), numa inscrição perfeita que faz, por antecipação e antítese (considerando-se o desenho e a colagem como velhos media) à pertinência de, no

Título: “Cinema Londres” Data: 2017 Técnica: mista com colagem sobre papel Dimensões: 42 X 30 cm 22 | BE A COLLECTOR


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Título: “Cinema S. Geraldo” Data: 2017 Técnica: mista com colagem sobre papel Dimensões: 42 X 30 cm 24 | BE A COLLECTOR


Título: “Cinema Europa” Data: 2017 Técnica: mista com colagem sobre papel Dimensões: 42 X 30 cm BE A COLLECTOR

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Título: “Mapa mental 2” Data: 2012 Técnica: Caneta pilot e colagem de fotografia sobre papel Dimensões: 30 X 42 cm 26 | BE A COLLECTOR


LUÍS FREITAS

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Luís Freitas 1985

As obras de Luís Freitas, que completaram as que já integravam o espólio da shairart, chegaram-nos de Almancil, no Algarve, local de residência atual do artista, por motivos de ordem profissional. O seu percurso, entre o Minho e o Alto Douro é, também por isso, o de um jovem artista do seu tempo, de raízes sabidas mas pertencente a parte nenhuma. É nesse universo de marca contemporânea que Luís Freitas bebe o imaginário, que vai da matéria à imagética, que marca as suas obras - quer estejamos a falar dos acrílicos sobre alumínio, de enorme qualidade conceptual e plástica; quer nos centremos nas ilustrações, reveladoras de boa base de desenho e da influência da arquitetura; ou das mais recentes telas de apelo telúrico e sintomáticas de que estamos perante um excelente pintor.

Este regresso à natureza de Luís Freitas coincide com uma mudança no seu percurso profissional que o levou ao recato da vila de Almancil que o devolve ao desenho e aos princípios da pintura. Luís Freitas é natural de Viana do Castelo e os seus últimos trabalhos têm uma profunda ligação com a sua profissão de arquiteto paisagista e do exercício que tem vindo a desenvolver de observação da paisagem urbana e rural, assim como, de interpretação e representação da árvore em diferentes contextos espaciais e temporais.

Título: “Olea Europaea” Data: ago 2016 Técnica: óleo sobre tela Dimensões: 100 X 100 cm 28 | BE A COLLECTOR


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Título: “Lynn White” Data: 2011 Técnica: acrílico sobre alumínio Dimensões: 70 X 50 cm 30 | BE A COLLECTOR


Título: “Waino e Plutano” Data: 2011 Técnica: acrílico sobre alumínio Dimensões: 70 X 95 cm BE A COLLECTOR

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Título: “Rua do Município, nº17” Data: jan 2017 Técnica: grafite sobre papel Dimensões: 30 X 40 cm 32 | BE A COLLECTOR

Título: “No corredor à esquerda do 2º andar” Data: fev 2017 Técnica: grafite sobre papel Dimensões: 30 X 40 cm


MIGUEL NEVES OLIVEIRA BE A COLLECTOR

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Miguel Neves Oliveira 1980

Vive e trabalha em Braga, tendo crescido no contacto com a arte e com a natureza. Expõe desde 2000, individual e coletivamente, merecendo destaque as individuais “Caminho”, de 2016, na Fundação Escultor José Rodrigues (Porto) e “Civilização-Afecto”, também em 2016, na Galeria Metamorfose (Porto). Miguel Neves Oliveira tem sido uma aposta da shairart desde o primeiro dia e o seu trabalho, fundamentalmente sobre madeira, é uma ode à arte despretensiosa, ainda que nasça de um cruzamento entre a arte bruta e a land art, com referências ao impressionismo e expressionismo. As esculturas, que partem sempre do trabalho com a madeira, confrontam-se com materiais como tinta plástica, pigmentos, resinas e esmaltes. A sua obra apela sempre a uma relação com a natureza, procurando consciencializar-nos, em particular, sobre o necessário enobrecimento das matérias-primas. Miguel Neves Oliveira encontra inspiração na genuinidade da exis-

tência, no confronto entre o ser isolado e o ser em comunidade, nos afetos, baseando-se na observação e nos pequenos gestos e detalhes do quotidiano. Trabalhador incansável, nesta coletiva propõe-nos uma montagem quase instalativa, numa espécie de convite ao retiro, depois do confronto com a inquietude das demais propostas artísticas, nomeadamente com as que lhe são contíguas neste contexto.

PAG 36 e 37 Título: “Rebentos que Brotam no Inverno” Data: 2016 Técnica: mista sobre madeira Dimensões variáveis 34 | BE A COLLECTOR

Titulo: “Florir no Imenso Solo I” Data: 2017 Técnica: mista s/madeira Dimensões: 80 x 83 x 40 cm


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Título: “Estrutura de Sustentação IX” Data: 2015 Técnica: mista sobre madeira Dimensões: 64 x 112 x 33 cm 40 | BE A COLLECTOR


R. GRITTO

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R. Gritto 1976

Natural do Porto, no momento de inauguração desta exposição coletiva, R. Gritto encontrar-se-á em Timor onde participa na primeira exposição internacional de arte contemporânea de Timor Leste. R. Gritto formou-se em Belas Artes – Design pela E.S.A.D.C.R. (Escola Superior de Artes e Desenho das Caldas da Rainha), extensão do Instituto Politécnico de Leiria. Tem, também, um Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Este artista e investigador tem-se evidenciado como autor de vários projectos artísticos, entre os quais merecem destaque: Genoma Collection Archive, Collective Earth Colony, Tecnorgancraft Series, Ciburgo Urban Theory, Arma Zen Audio visual corporative Grup ou Hotel 555 (Artist Residency and Cultural Association of Social Participation).

à nova fase da designada “híper-pintura”, fase essa que depende de tecnologia para aceder ao interior do quadro, daí a denominação de “(in)visível”. No conjunto, de salientar uma pintura textura que se impõe no espaço e promove a imersão do espectador, dominando-o sensorialmente. R. Gritto é o resultado de uma educação ética e moral e tem, sobre o presente, uma visão integrada e multidisciplinar que reflete interesses aparentemente distintos: a sociologia e a biologia, a arquitetura e a economia, a pintura e a medicina. Ele procura, numa perspetiva sempre pedagógica, através de sugestões plásticas, trazer aos públicos sentidos e perceções da realidade em que acredita. As ilustrações em mostra são reflexo desta mesma conotação, também social e política da sua obra.

Nesta coletiva é inegável a força dos dois painéis da série vermelha sobre a Divina Comédia de Dante, pertencentes à fase Tecnorgancraft e um painel de técnica mista pertencente

Título: “(In)visível” Ano: 2011 Técnica: mista sobre madeira Dimensões: 240 x 240 cm (4 x 120 x 120 cm) 42 | BE A COLLECTOR


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Título: “Museu 123” Ano: 2007 Técnica: mista sobre papel de 180 g Dimensões: 29 x 29 cm 46 | BE A COLLECTOR


Título: “Museu 123” Ano: 2007 Técnica: mista sobre papel de 180 g Dimensões: 29 x 29 cm BE A COLLECTOR

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Horário 14:00 | 19:00 · segunda a sábado (exceto feriados) Outros horários mediante marcação

Contatos info@shairart.com (+351) 253 116 620 www.shairart.com

Morada Rua do Raio, 175 4710-923 Braga Portugal

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