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Pré-Entrega e assessoria

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PAISAGISMO III

PROJETO DE INTERVENÇÃO ACADÊMICOS: ELAINE, SULIVAN E YEDA


INTRODUÇÃO Este artigo partiu de uma provocação pedagógica em busca de encontrar soluções de paisagismo para beneficiar a cidade de Vilhena, promovido pela arquiteta e urbanista Fernanda Oliveira, professora do curso de Arquitetura e Urbanismo do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Rondônia - Campus Vilhena. Vilhena está situada na divisa do Estado de Rondônia com o Mato Grosso. É a cidade de entrada da Amazônia Ocidental, conhecida como “Portal da Amazônia'' e, conforme IBGE/2021, possui um bioma de cerrado com clima agradável, população estimada de 104.517 habitantes e seus 11.699,150 km2 de território apresentam apenas “15.6% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio)”. Por sua geografia plana e o baixo percentual de urbanização, muitas ruas e avenidas sofrem com a ausência de drenagem durante os períodos chuvosos prejudicando a mobilidade urbana e provocando alagamentos. A Avenida Brigadeiro Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes faz parte desta triste estatística. Conhecida apenas como “Avenida Brigadeiro”, esta via é utilizada para acessar o bairro solar, o Museu Casa de Rondon e a Feira Agropecuária, entre outros pontos importantes da cidade. Desta feita, nesta pesquisa apresentamos uma proposta de paisagismo, com melhoramento da infraestrutura e mobilidade urbana na Avenida Brigadeiro, com início no cruzamento da rua Carmelita Fermina dos Anjos com a rua 34 até a rua Mamoré (anexo 02). Metodologicamente, os dados foram obtidos por visita in loco, pelo Plano Diretor da cidade, outras legislações pertinentes, com inspirações em artigos científicos e sites como Archdaily, Vitruvius e Dezeen.


MAPA DO BRASIL

MAPA DE RONDÔNIA

MAPA DE VILHENA

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MAPA DO LOCAL DE INTERVENÇÃO

MAPA GERAL URBANO DE VILHENA


OBJETIVOS 2.1. Objetivo Geral Desenvolver um projeto de paisagismo respeitando a infraestrutura existente, instalando mobiliário urbano quando necessário, visando melhorar a mobilidade urbana e explorar a potencialidade do espaço social na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, município de VilhenaRO.

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2.2 Objetivos Específicos Mapear as características locais e do entorno do ambiente; Identificar os usuários e suas necessidades; Identificar tendências de paisagismo e mobiliários urbanos que envolva sistema de drenagem de águas pluviais sustentáveis; Elencar recursos técnicos necessários para o desenvolvimento do projeto.

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JUSTIFICATIVA Quando vamos adquirir ou construir uma edificação buscamos um local tranquilo, seguro, com acessos de qualidade e que nosso dinheiro possa pagar por tudo isso. Neste sentido, o espaço urbano pode ser pensado como uma extensão da moradia, pois quando saímos de casa para o trabalho queremos ruas seguras, limpas e asfaltadas e, se pudermos acrescentar árvores, bancos, iluminação, etc, tudo fica perfeito. Desta feita, a Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, no percurso entre o cruzamento da rua Carmelita Fermina dos Anjos com rua 34 até a rua Mamoré deixa de oferecer um ambiente tranquilo, seguro e asfaltado, pois a via está inacabada, sem sinalização, mal iluminada e o canal de coleta de águas pluviais oferece perigo a população local. Pensando assim, o presente trabalho torna-se relevante, pois a Avenida Brigadeiro precisa de melhoramento na infraestrutura da malha viária, melhoramento do sistema de drenagem e revitalização do paisagismo praticamente inexistente. Neste sentido, PONTE et al (2014, p.04) informam que, a drenagem urbana, como sistema de manejo, monitoramento e relativo controle ambiental e material de águas, seu volume e fluxos, no território da cidade, é concebida a partir de sistemas e de estruturas. A lógica sistêmica de projetos de drenagem urbana pressupõe a possibilidade de integração e co-funcionamento de soluções espacialmente distantes, porém interligadas pelo fluxo da água, pelos vasos comunicantes e pela relação entre declividades, vazões, volumes e áreas permeáveis e impermeáveis. Pensar maneiras que beneficiem os residentes atuais e futuros é desafiador. Questões como a dicotomia entre os interesses políticos e o interesse social é uma barreira gigantesca para arquitetosurbanistas contemporâneos. Pois não trata apenas de uma questão de arte ou criatividade, mas da escassez de recursos financeiros e apoio dos gestores públicos.


Em cidades pequenas como Vilhena não existe transporte público para atender quem reside nas periferias. Um atenuante está na topografia plana que favorece a caminhada. No entanto, a ausência de investimentos em pistas e calçadas para pedestres provoca insegurança nos moradores que, além das intempéries climáticas, sofrem com a falta de infraestrutura para locomoção a pé. Para GONDIM (2010, p.16-17), Apesar da importância da locomoção a pé ou de bicicleta, são meios de transporte ainda pouco considerados em muitas cidades. Por este motivo, os pedestres se deparam com calçadas estreitas, com muitos obstáculos e sem conservação. De acordo com BROWN (2010, p.38), projetar com foco no usuário e nas experiências que ele pode ter é uma habilidade que pode ajudar a criar nos moradores da Avenida Brigadeiro uma necessidade que eles não identificaram ainda. Diante do exposto, fica evidente que a Avenida Brigadeiro necessita de uma intervenção urbanística de melhoramento na infraestrutura e revitalização do paisagismo para proporcionar qualidade de vida e promover o sentimento de pertencimento dos moradores.


REVISÃO TEÓRICA Os estudos do arquiteto e urbanista Kevin Lynch em sua obra “A Imagem da Cidade'' (1960, p.02) nos sugere que as pessoas podem criar uma conexão com a cidade por meio da imageabilidade e legibilidade. Assim, a legibilidade pode ser definida como a “facilidade com que cada uma das partes [da cidade] pode ser reconhecida e organizada em um padrão coerente”. Já a imageabilidade “refere-se à forma, cor ou arranjo que facilitam a formação de imagens mentais do ambiente fortemente identificadas, poderosamente estruturadas e altamente úteis” (p.09). LYNCH (1960) concluiu, também, que os elementos utilizados para formar uma imagem da cidade estão agrupados em cinco grandes tipos: “caminhos, limites, bairros, pontos nodais e marcos''. Assim, para o problema em questão, os caminhos de Lynch podem ser definidos como os canais por onde o observador transita, como ruas, calçadas, etc. Os limites são barreiras como rios, viadutos, etc. Com apenas 15.6% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (IBGE: 2021), os “caminhos” e “limites” da cidade de Vilhena carecem de melhoramentos e revitalização em sua infraestrutura, mobilidade urbana e paisagismo. Pois, “com a crescente urbanização, os fenômenos naturais das cheias são interrompidos pelos assentamentos humanos, que provocam modificações e aumentam os riscos associados aos mesmos” (PONTE et al, 2014, p.03, apud CARNEIRO et al., 2011, p. 33). Mobiliário urbano, paisagismo, manutenção da pavimentação, iluminação, calçadas e pistas de caminhada para os pedestres são recursos que formam a imagem da cidade no morador-observador, provocando uma necessidade e um desejo de permanecer em determinado lugar, pois o mobiliário urbano “compõe o ambiente construído onde se acham inseridos e faz parte do desenho urbano das cidades, interagindo com seus usuários e com o contexto sócio-cultural e ambiental” (MONTENEGRO, 2005, p.29)”.


Neste contexto, a infraestrutura para locomoção a pé (caminhada ou corrida) ajuda na formação da imagem da cidade e na saúde do indivíduo, além de ser um transporte não motorizado utilizado desde a pré-história. Conforme MALATESTA (2007, p.15), [...] andar a pé é o modo de transporte onde ocorre o maior nível de contato com o ambiente urbano e proporciona a mais intensa troca social entre seus agentes, por esse motivo produz interação com a vida da cidade, promovendo com ela uma relação quase orgânica. Por fim, cabe salientar que as referências levantadas não esgotam as necessidades urbanísticas de paisagismo e infraestrutura da Avenida Brigadeiro, mas certamente servem de inspiração para promover a imageabilidade e legibilidade dos caminhos e limites identificados pela população vilhenense.


METODOLOGIA

A metodologia utilizada nesta pesquisa iniciou pela pela pesquisa de referencial bibliográfico referente a infraestrutura, mobilidade e paisagismo. Em seguida foram coletados dados do local como mapa viário, fotos e análise da paisagem e do entorno. Por fim, buscamos inspirações em projetos de outros arquitetos e urbanistas por meio da pesquisa virtual para criar uma proposta que se encaixe na realidade do município de Vilhena.


6- CRONOGRAMA


LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO DO ENTORNO Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, próximo ao Parque de Exposições Agrícolas

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.

Moradias da Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.


INTERVENÇÃO- PROPOSTA DE DRENAGEM

Ao pensar na intervenção, foi dado importancia ao buraco que se estende nesssa avenida, tal encontra-se em um estado precário, dessa forma, foi proposto uma reforma usando elementos que contruibuísse para uma paisagem natural como predras e pedregulhos que além disso, pussuí uma função de amenizar a corrente de água que ali passa. Levantamento fotográfico como se encontra atualmente Canteiro central com vala para escoamento de águas pluviais na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes.

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.

Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, buraco.

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.

Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, buraco.

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.

Vala para escoamento de águas pluviais na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes.

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.


Inspiração - Drenagem urbana sustentável

Fonte: Manejo sustentável de águas pluviais

Fonte: Manejo sustentável de águas pluviais


Inspiração - Iluminação pública


MOBILIÁRIOS USADOS NO PROJETO Bancos

Playground

Iluminação Bicicletário

Quiosque

lixeira reciclável


VEGETAÇÕES USADAS NO PROJETO Grama esmeralda Conhecida popularmente como grama Esmeralda, seu verdadeiro nome é Zoysia japonica. Com folhas finas e coloração verde esmeralda, possui um rápido e profundo enraizamento. Além disso, conta com com uma boa resistência a seca e baixa exigência nutricional. O crescimento da grama Esmeralda é lento quando comparada a outras gramíneas, como a Batatais. É uma grama de folhas médias, com coloração verde-claro. Ela confere um visual moderno no jardim, formando um belo tapete. Possui um enraizamento profundo, sendo uma excelente opção para contenção de taludes e obras grandes. É uma grama com crescimento moderado, e com alta necessidade de luz solar direta. Ela exige no mínimo 6h de sol por dia para começar a apresentar um bom desenvolvimento. No inverno, a Grama Esmeralda entra em estado de dormência, perdendo sua cor, apresentando uma coloração entre o amarelo e o marrom. A grama esmeralda não é indicada cultivo em ambientes úmidos, nem semi-sombreados. Não deve ser utilizada para uso esportivo profissional, apenas amador.

Fonte: Planalto gramas,2021.


VEGETAÇÕES USADAS NO PROJETO PINGO DE OURO O pingo-de-ouro (Duranta repens aurea) é um arbusto muito popular no Brasil, usado para demarcar terrenos como cerca-viva, delimitar caminhos ou fazer bordadura em canteiros. Ao contrário de outros arbustos tradicionais, tem um crescimento acelerado, o que aliado à cor amarelo vibrante, foram os grandes responsáveis pela sua popularização no paisagismo. Bem adaptado ao clima tropical, é uma planta muito resistente às variações climáticas. "O ideal é cultivá-lo a pleno sol, em solo fértil enriquecido com matéria orgânica", ensina decoradora e designer floral. Para formar a cerca viva pingo de ouro você deve plantar as mudas com espaçamento pequeno em torno de 30 centímetros para que a copa se desenvolva. Realize podas constantes nas laterais e diminua as podas na parte superior da planta até atingir a altura desejada. A poda da cerca viva pingo de ouro pode ser feita com motosserra ou tesoura especial para esse tipo de trabalho. Para você manter sempre saudável a sua cerca viva pingo de ouro é necessário um manejo constante como adubação, irrigação e limpeza dos arbustos.


VEGETAÇÕES USADAS NO PROJETO Ipê Rosa Nome científico: Tabebuia impetiginosa Origem: América do Sul - Brasil Folha: Folhas de coloração verde-escura, compostas, de distribuição oposta, medindo 6x10cm. A margem é serreada, há um pecíolo longo, liso e cilíndrico e a venação é nítida, do tipo peninérvea. Folhas de coloração verde-escura, compostas, de distribuição oposta, medindo 6x10cm. A margem é serreada, há um pecíolo longo, liso e cilíndrico e a venação é nítida, do tipo peninérvea. Crescimento da planta: De crescimento bem rápido em regiões livres de geadas (em dois anos ela atinge 3,5 metros). Sua altura varia de 8 a 35 metros de altura. Quando da frutos: Os frutos amadurecem entre agosto a novembro. Quando da flores: Floresce de maio a setembro Flores: Sua espetacular florada é composta de muitas inflorescências, na forma de um globo e que despontam nas pontas dos ramos, neste momento a árvore fica totalmente caduca (sem folhas). Como adubar essa planta: No plantio recomenda-se usar 15 litros de esterco de curral ou de composto orgânico; ou 5 litros de esterco de galinha já curtido, mais 150 gramas de superfosfato misturados na terra retirada dos primeiros 20 centímetros da cova. Essa mistura deverá ir para o fundo da cova. Vai em qual clima: Tropical, Subtropical Aceita poda? Não há necessidade de poda, apenas poda de formação. Vai na sombra? Pleno sol Altura das mudas: 30 a 60 cm

Fonte: IB florestas


VEGETAÇÕES USADAS NO PROJETO Clorofito

O clorofito é uma dessas plantas que precisam de poucos cuidados. A espécie — de nome científico Chlorophytum comosum — tem um formato bem específico, com uma folhagem alongada e densa, que já lhe rendeu diversos nomes populares: gravatinha, planta-aranha e até paulistinha são alguns dos “apelidos” da espécie. No entanto, o clorofito acaba gerando uma certa confusão por apresentar diversas variedades.

Fonte: Casa vogue, 2021.


VEGETAÇÕES USADAS NO PROJETO Pau-ferro Nome Científico: Caesalpinia leiostachya Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical Origem: América do Sul, Brasil Altura: acima de 12 metros Luminosidade: Sol Pleno O pau-ferro é um árvore perenifólia a semi-decídua, nativa da mata atlântica, ocorrendo do sudeste ao nordeste do Brasil, nas florestas pluviais de encosta atlântica (floresta ombrófila densa). A copa é arredondada e ampla, com cerca de 6 a 12 metros de diâmetro. O porte é imponente, atingindo de 20 a 30 metros de altura. O tronco apresenta 50 a 80 cm de diâmetro. Ele é claro, marmorizado, liso e descamante, o que lhe confere em efeito decorativo interessante. As folhas são compostas bipinadas, com folíolos elípticos de cor verde-escura. A floração ocorre no verão e outono. As flores são amarelas, pequenas, e de importância ornamental secundária. Os frutos são vagens duras que amadurecem no inverno. Parte dos frutos cai, enquanto que uma boa parte ainda permanece na planta, formando um banco de sementes aéreo.

Fonte: Jardineiro Net, 2013.


Árvore Ipê, com banco de madeira ao seu entorno A02

Passeio

Guarda corpo em madeira ipê

1 Quiosque

Lixeira

Grama esmeralda

Árvore pau-ferro Bancos

Lixeira Poste de Iluminação

passarela em concreto

Poste para iluminação bicicletários

Árvore pau-ferro

Cerca viva com planta pingo de ouro

Árvore pau-ferro Lixeira

1 2

Árvore pau-ferro

Vão para drenagem revestido de concreto

Árvore pau-ferro

Balanço

Poste Brinquedo GiraGira briquedo recreativo

Planta 1

ESCALA - 1 : 5000

Detalhamento 2

ESCALA - 1 : 200

A03

Brinquedo giragira


Arvore Ipê

Árvore pau-ferro

Quiosques

Cerca viva

Pedras

Vista 01 1

ESCALA - 1 : 100


Cerca Viva Quiosque

Aparelhos e equipamentos publicos

Árvore pau ferro

Postes

Vista 02

1

ESCALA - 1 : 100

3

Árvore ipê

{3D} ESCALA -

2

Vista 02 ESCALA - 1 : 100


BIBLIOGRAFIA BROWN, Tim. Design Thinking. Uma Metodologia Poderosa Para Decretar o Fim Das Velhas Ideias. Rio de Janeiro: Elsevier Ltda, 2010. BUXTON, Pamela. Manual do Arquiteto: Planejamento, dimensionamento e projeto. Trad. Alexandre Salvaterra, 5 ed. Porto alegre; Bookman, 2017. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604311/pageid/1>. acesso em 23 ago.2021. GONDIM, Monica Fiuza. Cadernos de Desenho Ciclovias. ISBN: 978-85-906631-1-9. 2010. Disponível em: <https://www.solucoesparacidades.com.br/wp-content/uploads/2010/01/24%20%20BRASIL_Caderno%20de%20Desenho_Ciclovias.pdf>. Acesso em 30 Ago.2021. IBGE. Panorama de Vilhena 2021: Território e Ambiente. Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ro/vilhena/panorama>. Acesso em 31 Ago,2021. LYNCH, Kevin. The image of the city. A Imagem da Cidade.Trad. Maria Cristina Tavares Afonso. Cambridge: The M.I.T. Press, 1960. PDF. Disponível em: <https://uffanaliseeurbanismo.files.wordpress.com/2017/09/lynch-kevin-a-imagem-da-cidade1.pdf>. Acesso em 20 Ago.2021. MONTENEGRO, Glielson. A produção do mobiliário urbano em espaços públicos: o desenho do mobiliário urbano nos projetos de reordenamento das orlas do RN. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2005). Disponível em: < https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/12419/1/ProducaoMobili%c3%a1rioUrbano_Montene gro_2003.pdf> Acesso em 20 Ago.2021.


NUNES, Natan Gurkewicz; FERREIRA, Evaldo. Análise da Concentração Demográfica na Cidade de Vilhena-RO por meio da Política de Polarização Regional. Revista Ciência Geográfica, Vol. XXIV. Janeiro/Dezembro. Bauru: 2020. Disponível em: <https://www.agbbauru.org.br/publicacoes/revista/anoXXIV_2/agb_xxiv_2_web/agb_xxiv_2-19.pdf>. acesso em 31 Ago,2021. PONTE, Juliano Pamplona Ximenes; LEÃO, Monique Bentes Machado Sardo; BARROS, Nayara Sales; CUTRIM, Raissa Sawada. Urbanização e Drenagem Urbana: Concepções divergentes na bacia da estrada nova, Belém-PA. 3° Seminário Nacional sobre o Tratamento de Áreas de Preservação Permanente em Meio Urbano e Restrições Ambientais ao Parcelamento do Solo. APP URBANA 2014, UFPA-Belém, 10 a 13 de setembro de 2014. Disponível em: <http://anpur.org.br/app-urbana2014/anais/ARQUIVOS/GT4-254-119-20140531021826.pdf>. Acesso em 31 Ago, 2021. SEMCOM. Técnicos do Ministério das Cidades inspecionam obras. Prefeitura Municipal de Vilhena. 21 Jun.2013. Disponível em:<http://vilhena.ro.gov.br/index.php?sessao=17ec17e260vf17&id=1301398>. Acesso em 30 Ago.2021. MALATESTA, Maria Ermelina Brosch. Andar a Pé: Um modo de transporte para a cidade de São Paulo. Dissertação de Mestrado. São Paulo, FAAUSP, 2007. Disponível em: <https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-11032010-093613/publico/andar_a_pe.pdf>. Acesso em 20 Out.2021.


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