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ENTREGA FINAL..

Page 1

PROJETO DE INTERVENÇÃO: AVENIDA BRIGADEIRO EDUARDO GOMES - VILHENA/RO Elaine Melquide Tim Sulivan da Silva e Silva Yeda Paola Marques


Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Rondônia Campus Vilhena Curso de Graduação em Arquitetura e Urbanismo

Elaine Melquide Tim Sulivan da Silva e Silva Yeda Paola Marques

PROJETO DE INTERVENÇÃO: AVENIDA BRIGADEIRO EDUARDO GOMES - VILHENA/RO

Projeto apresentado ao Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Rondônia, como requisito parcial de avaliação na disciplina de Paisagismo III. Orientadora: Profª Fernanda de Oliveira.

Vilhena/RO - Nov. 2021


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO

3

05

1.1 Objetivos

04

1.1.1 Objetivo Geral 1.1.2 Objetivos Específicos

04 04

1.2 Localização

04

1.3 Justificativa

05

1.4 Metodologia

05

REFERÊNCIAS PROJETUAIS

07

3.1 Iluminsção Pública

07

3.2 Drenagem Urbana Sustentável

07

3.3 Área Verde

07

3.4 Mobiliário Urbano

5 O PROJETO

10

08

REFERÊNCIAS

2

EMBASAMENTO TEÓRICO

4 06

CONTEXTOS

09

4.1 Público Alvovos

09

4.2 Da Localizaçãpl

09

4.3 Levantamento Fotográfico Atual do Local

09

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

16

17


1. INTRODUÇÃO

calçada, pavimentação e meio-fio)”. Por sua geografia plana e o baixo percentual de urbanização, muitas ruas e avenidas sofrem com a ausência de drenagem durante os períodos chuvosos prejudicando a mobilidade urbana e provocando alagamentos. A Avenida Brigadeiro Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes faz parte desta triste estatística. Conhecida apenas como “Avenida Brigadeiro”, esta via é utilizada para acessar o bairro solar, o Museu Casa de Rondon e a Feira Agropecuária, entre outros pontos importantes da cidade. Desta feita, nesta pesquisa apresentamos uma proposta de paisagismo, com melhoramento da infraestrutura e mobilidade urbana na Avenida Brigadeiro, com início no cruzamento da rua Carmelita Fermina dos Anjos com a rua 34 até a rua Mamoré (ver localização item 1.2). Metodologicamente, os dados foram obtidos por visita in loco, pelo Plano Diretor da cidade, outras legislações pertinentes, com inspirações em artigos científicos e sites como Archdaily, Vitruvius e Dezeen.

❖ Mapear as características locais e do entorno do ambiente; ❖ Identificar os usuários e suas necessidades; ❖ Identificar tendências de paisagismo e mobiliários urbanos que envolva sistema de drenagem de águas pluviais sustentáveis; ❖ Elencar recursos técnicos necessários para o desenvolvimento do projeto.

1.2 Localização

MAPA DO BRASIL

MAPA DE RONDÔNIA

MAPA DE VILHENA

... . . . . . . .... . . . . . . ...

paisagismo para beneficiar a cidade de Vilhena, promovido pela arquiteta e urbanista Fernanda Oliveira, professora do curso de Arquitetura e Urbanismo do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia de Rondônia - Campus Vilhena. Vilhena está situada na divisa do Estado de Rondônia com o Mato Grosso. É a cidade de entrada da Amazônia Ocidental, conhecida como “Portal da Amazônia'' e, conforme IBGE/2021, possui um bioma de cerrado com clima agradável, população estimada de 104.517 habitantes e seus 11.699,150 km2 de território apresentam apenas “15.6% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro,

1.1.2 Objetivos Específicos

.... .... .... .... .... .... .... .....

Este artigo partiu de uma provocação pedagógica em busca de encontrar soluções de

1.1 Objetivos 1.1.1. Objetivo Geral

❖ Desenvolver

um projeto de paisagismo respeitando a infraestrutura existente, instalando mobiliário urbano quando necessário, visando melhorar a mobilidade urbana e explorar a potencialidade do espaço social na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, município de Vilhena-RO.

MAPA DO LOCAL DE INTERVENÇÃO

MAPA GERAL URBANO DE VILHENA


1.3 Justificativa

1.4 Metodologia

Quando vamos adquirir ou construir uma edificação buscamos um local tranquilo, seguro, com acessos de qualidade e que nosso dinheiro possa pagar por tudo isso. Neste sentido, o espaço urbano pode ser pensado como uma extensão da moradia, pois quando saímos de casa para o trabalho queremos ruas seguras, limpas e asfaltadas e, se pudermos acrescentar árvores, bancos, iluminação, etc, tudo fica perfeito. Desta feita, a Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, no percurso entre o cruzamento da rua Carmelita Fermina dos Anjos com rua 34 até a rua Mamoré deixa de oferecer um ambiente tranquilo, seguro e asfaltado, pois a via está inacabada, sem sinalização, mal iluminada e o canal de coleta de águas pluviais oferece perigo a população local (imagens 01).

A metodologia utilizada nesta pesquisa iniciou pela pesquisa de referencial bibliográfico referente a infraestrutura, mobilidade e paisagismo. Em seguida foram coletados dados do local como mapa viário, fotos e análise da paisagem e do entorno. Por fim, buscamos inspirações em projetos de outros arquitetos e urbanistas por meio da pesquisa virtual para criar uma proposta que se encaixe na realidade do município de Vilhena.

Imagem 1 - Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes

Pensando assim, o presente trabalho torna-se relevante, pois a Avenida Brigadeiro precisa de melhoramento na infraestrutura da malha viária, melhoramento do sistema de drenagem e revitalização do paisagismo praticamente inexistente. Neste sentido, PONTE et al (2014, p.04) informam que, A drenagem urbana, como sistema de manejo, monitoramento e relativo controle ambiental e material de águas, seu volume e fluxos, no território da cidade, é concebida a partir de sistemas e de estruturas. A lógica sistêmica de projetos de drenagem urbana pressupõe a possibilidade de integração e co-funcionamento de soluções espacialmente distantes, porém interligadas pelo fluxo da água, pelos vasos comunicantes e pela relação entre declividades, vazões, volumes e áreas permeáveis e impermeáveis.

Pensar maneiras que beneficiem os residentes atuais e futuros é desafiador. Questões como a dicotomia entre os interesses políticos e o interesse social é uma barreira gigantesca para arquitetos-urbanistas contemporâneos. Pois não trata apenas de uma questão de arte ou criatividade, mas da escassez de recursos financeiros e apoio dos gestores públicos. Em cidades pequenas como Vilhena não existe transporte público para atender quem reside nas periferias. Um atenuante está na topografia plana que favorece a caminhada. No entanto, a ausência de investimentos em pistas e calçadas para pedestres provoca insegurança nos moradores que, além das intempéries climáticas, sofrem com a falta de infraestrutura para locomoção a pé. Para GONDIM (2010, p.1617),

Apesar da importância da locomoção a pé ou de bicicleta, são meios de transporte ainda pouco considerados em muitas cidades. Por este motivo, os pedestres se deparam com calçadas estreitas, com muitos obstáculos e sem conservação.

De acordo com BROWN (2010, p.38), projetar com foco no usuário e nas experiências que ele pode ter é uma habilidade que pode ajudar a criar nos moradores da Avenida Brigadeiro uma necessidade que eles não identificaram ainda. Diante do exposto, fica evidente que a Avenida Brigadeiro necessita de uma intervenção urbanística de melhoramento na infraestrutura e revitalização do paisagismo para proporcionar qualidade de vida e promover o sentimento de pertencimento dos moradores.

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.


2. EMBASAMENTO TEÓRICO Os estudos do arquiteto e urbanista Kevin Lynch em sua obra “A Imagem da Cidade'' (1960, p.02) nos sugere que as pessoas podem criar uma conexão com a cidade por meio da imageabilidade e legibilidade. Assim, a legibilidade pode ser definida como a “facilidade com que cada uma das partes [da cidade] pode ser reconhecida e organizada em um padrão coerente”. Já a imageabilidade “refere-se à forma, cor ou arranjo que facilitam a formação de imagens mentais do ambiente fortemente identificadas, poderosamente estruturadas e altamente úteis” (p.09). LYNCH (1960) concluiu, também, que os elementos utilizados para formar uma imagem da cidade estão agrupados em cinco grandes tipos: “caminhos, limites, bairros, pontos nodais e marcos''. Assim, para o problema em questão, os caminhos de Lynch podem ser definidos como os canais por onde o observador transita, como ruas,

Imagem 02 - Livro Kevin Lynch.

em2. Embasamento Teórico

calçadas, etc. Os limites são barreiras como rios, viadutos, etc. Com apenas 15.6% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (IBGE: 2021), os “caminhos” e “limites” da cidade de Vilhena carecem de melhoramentos e revitalização em sua infraestrutura, mobilidade urbana e paisagismo. Pois, “com a crescente urbanização, os fenômenos naturais das cheias são interrompidos pelos assentamentos humanos, que provocam modificações e aumentam os riscos associados aos mesmos” (PONTE et al, 2014, p.03, apud CARNEIRO et al., 2011, p. 33). Mobiliário urbano, paisagismo, manutenção da pavimentação, iluminação, calçadas e pistas de caminhada para os pedestres são recursos que formam a imagem da cidade no morador-observador, provocando uma necessidade e um desejo de permanecer em determinado lugar, pois o mobiliário urbano “compõe o ambiente construído onde se acham inseridos e faz parte do desenho urbano das cidades, interagindo com seus usuários e com o contexto sócio-cultural e ambiental” (MONTENEGRO, 2005, p.29)”. Neste contexto, a infraestrutura para locomoção a pé (caminhada ou corrida) ajuda na formação da imagem da cidade e na saúde do indivíduo, além de ser um transporte não motorizado utilizado desde a pré-história. Conforme MALATESTA (2007, p.15), [...] andar a pé é o modo de transporte onde ocorre o maior nível de contato com o ambiente urbano e proporciona a mais intensa troca social entre seus agentes, por esse motivo produz interação com a vida da cidade, promovendo com ela uma relação quase orgânica.

Por fim, cabe salientar que as referências levantadas não esgotam as necessidades urbanísticas de paisagismo e infraestrutura da Avenida Brigadeiro, mas certamente servem de inspiração para promover a imageabilidade e legibilidade dos caminhos e limites identificados pela população vilhenense.

Fonte: Livraria da Travessa, 2021.


3. REFERÊNCIAS PROJETUAIS Visando atender os objetivos geral e específicos, seguem algumas referências que servirão como inspiração neste projeto.

3.3 Área verde

Imagem 06 - Grama esmeralda

3.1 Iluminação Pública

Imagem 07 - Pingo de Ouro

Imagem 03 - Inspiração para iluminação pública

Fonte: Planalto gramas,2021.

Fonte: Pinterest, 2021.

Imagem 08 - Clorofito

Imagem 09- Ipê Rosa

Fonte: Casa vogue, 2021.

Fonte: IB florestas

Fonte: Pinterest, 2021.

3.2 Drenagem urbana sustentável Imagem 04 - Canal de escoamento para águas pluviais

Imagem 10 - Pau Ferro

Fonte: Pinterest, 2021.

Imagem 05 - Drenagem de águas Pluviais

Fonte: Pinterest, 2021. Detalhe nosso.

Fonte: Jardineiro Net, 2013.


3.4 Mobiliário Urbano

Imagem 11 - Banco ao redor de árvores

Fonte: MARQUES, Yeda Paola. Arquivo pessoal.

Imagem 12 - Playground

Imagem 13 - Balanço

Fonte: MARQUES, Yeda Paola. Arquivo pessoal. Fonte: MARQUES, Yeda Paola. Arquivo pessoal.

Imagem 14 - Brinquedo lúdico

Fonte: MARQUES, Yeda Paola. Arquivo pessoal.

Imagem 17 - Bicicletário

imagem 15 - Lixeira seletiva

Fonte: MARQUES, Yeda Paola. Arquivo pessoal.

Imagem 18 - Iluminação

Fonte: MARQUES, Yeda Paola. Arquivo pessoal. Fonte: MARQUES, Yeda Paola. Arquivo pessoal.

Imagem 16- Quiosque

Fonte: MARQUES, Yeda Paola. Arquivo pessoal.


4. CONTEXTOS 4.1 Público alvo Todos os moradores do município de Vilhena podem se beneficiar das melhorias na Av. Brigadeiro Eduardo Gomes, especialmente os moradores do Bairro Solar e entorno

4.2 Da Localização Local: Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes Trecho: Entre avenida Carmelita Fermina dos Anjos até Rua Mamoré. Cidade: Vilhena. Estado: Rondônia. Coordenadas: -12.725826, -60.115369

4.3 Levantamento fotográfico atual do local A situação atual da Av. Brigadeiro Eduardo Gomes pode ser observada nas imagens 19, 20, 21 e 22. É notável que o local está em situação precária e necessita de uma obra de intervenção estrutural e paisagista.

Imagem 20 - Canteiro central com vala para escoamento de águas pluviais na Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes.

Imagem 21 - Vala na Av. Brigadeiro Eduardo Gomes

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.

Imagem 19 - Mapa Av. Brigadeiro

Fonte: Google Maps, 2021.

Imagem 22 - Perigo na Av. Brigadeiro

Imagem 23 - Escoamento águas pluviais na Av. Brigadeiro

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.

Fonte: Tim, Elaine M., 2021. Arquivo pessoal.


5. O PROJETO

Imagem 24 - Corte Projeto Av. Brigadeiro Eduardo Gomes

Fonte: MARQUES, Yeda Paola, 2021. Arquivo pessoal.


5. O PROJETO

Imagem 25- Vista projeto interferência Av. Brigadeiro Eduardo Gomes

Fonte: MARQUES, Yeda Paola, 2021. Arquivo pessoal.


5. O PROJETO

Imagem 26 - Corte projeto Av. Brigadeiro Eduardo Gomes

Fonte: MARQUES, Yeda Paola, 2021. Arquivo pessoal.


5. O PROJETO

Imagem 27 - Vista projeto intervenção Av. Brigadeiro Eduardo Gomes.

Fonte: MARQUES, Yeda Paola, 2021. Arquivo pessoal.


5. O PROJETO

Imagem 28 ´Vista aérea Projeto de intervenção Av. Brigadeiro.

Fonte: MARQUES, Yeda Paola, 2021. Arquivo pessoal do Revit.


5. O PROJETO

Imagem 29 ´Vista aérea Projeto de intervenção Av. Brigadeiro.

Fonte: MARQUES, Yeda Paola, 2021. Arquivo pessoal do Revit.


6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O projeto seguiu as diretrizes e objetivos para elaboração de uma proposta final que melhorasse sobremaneira o paisagismo, a infraestrutura e a mobilidade urbana da Avenida Brigadeiro Eduardo Gomes no trecho da rua Carmelita Fermina dos Anjos até a rua Mamoré. Ademais, contemplou melhorias na infraestrutura, especialmente no sistema de drenagem pluviais, iluminação pública de LED, revitalização da área verde, local para sentar e contemplar a paisagem, e pisa para caminhada favorecendo a mobilidade urbana e a imageabilidade da cidade. Por fim, considerando a ausência de infraestrutura e paisagismo no local, este projeto traz ideias inovadoras para que os gestores públicos municipais possam executar as melhorias que a Av. Brigadeiro tanto necessita.


REFERÊNCIAS

BROWN, Tim. Design Thinking. Uma Metodologia Poderosa Para Decretar o Fim Das Velhas Ideias. Rio de Janeiro: Elsevier Ltda, 2010. BUXTON, Pamela. Manual do Arquiteto: Planejamento, dimensionamento e projeto. Trad. Alexandre Salvaterra, 5 ed. Porto alegre; Bookman, 2017. Disponível em: <https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582604311/pageid/1>. acesso em 23 ago.2021. GONDIM, Monica Fiuza. Cadernos de Desenho Ciclovias. ISBN: 978-85-906631-1-9. 2010. Disponível em: <https://www.solucoesparacidades.com.br/wp-content/uploads/2010/01/24%20%20BRASIL_Caderno%20de%20Desenho_Ciclovias.pdf>. Acesso em 30 Ago.2021. IBGE. Panorama de Vilhena 2021: Território e Ambiente. Disponível em: <https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ro/vilhena/panorama>. Acesso em 31 Ago,2021. LYNCH, Kevin. The image of the city. A Imagem da Cidade.Trad. Maria Cristina Tavares Afonso. Cambridge: The M.I.T. Press, 1960. PDF. Disponível em:<https://uffanaliseeurbanismo.files.wordpress.com/2017/09/lynch-kevin-a-imagem-da-cidade1.pdf>. Acesso em 20 Ago.2021. MONTENEGRO, Glielson. A produção do mobiliário urbano em espaços públicos: o desenho do mobiliário urbano nos projetos de reordenamento das orlas do RN. Dissertação (Mestrado em Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2005). Disponível em: < https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/12419/1/ProducaoMobili%c3%a1rioUrbano_Montenegro_2003.pdf> Acesso em 20 Ago.2021. NUNES, Natan Gurkewicz; FERREIRA, Evaldo. Análise da Concentração Demográfica na Cidade de Vilhena-RO por meio da Política de Polarização Regional. Revista Ciência Geográfica, Vol. XXIV. Janeiro/Dezembro. Bauru: 2020. Disponível em: <https://www.agbbauru.org.br/publicacoes/revista/anoXXIV_2/agb_xxiv_2_web/agb_xxiv_2-19.pdf>. acesso em 31 Ago,2021.

PONTE, Juliano Pamplona Ximenes; LEÃO, Monique Bentes Machado Sardo; BARROS, Nayara Sales; CUTRIM, Raissa Sawada. Urbanização e Drenagem Urbana: Concepções divergentes na bacia da estrada nova, Belém-PA. 3° Seminário Nacional sobre o Tratamento de Áreas de Preservação Permanente em Meio Urbano e Restrições Ambientais ao Parcelamento do Solo. APP URBANA 2014, UFPA-Belém, 10 a 13 de setembro de 2014. Disponível em: <http://anpur.org.br/app-urbana2014/anais/ARQUIVOS/GT4-254-119-20140531021826.pdf>. Acesso em 31 Ago, 2021. SEMCOM. Técnicos do Ministério das Cidades inspecionam obras. Prefeitura Municipal de Vilhena. 21 Jun.2013. Disponível em: <http://vilhena.ro.gov.br/index.php?sessao=17ec17e260vf17&id=1301398>. Acesso em 30 Ago.2021. MALATESTA, Maria Ermelina Brosch. Andar a Pé: Um modo de transporte para a cidade de São Paulo. Dissertação de Mestrado. São Paulo, FAAUSP, 2007. Disponível em:<https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-11032010093613/publico/andar_a_pe.pdf>. Acesso em 20 Out.2021.


N N

6 5

CORTE 01

Árvore Ipê, com banco de madeira ao seu entorno

4

A05

A02 ---

Guarda corpo em madeira ipê

Passeio

Lixeira

10.10

Quiosque Grama esmeralda 5

4

Banquinhos

5

Poste para iluminação

7

Lixeira Poste de Iluminação

passarela em concreto

TABELA DE VEGETAÇÃO

5

Árvore pau-ferro 5

CÓD

3

3

Clorofito

1

Cerca viva com planta pingo de ouro 2

NOME CIENTÍFICO NOME POPULAR QUANTIDADE

PORTE

SOL

12

Porte final: 15 a 30cm ·

Luminosidade: Pleno Sol, Meia Sombra ·

PINGO DE OURO

1044

1 a 1,5 metro de altura.

É possível cultivá-la em pleno sol.

ZOYSIA JAPONICA

GRAMA ESMERALDA

3080

Herbácea de até 15cm.

Esta espécie de grama necessita de sol pleno para formar um gramado denso e macio.

4

HANDROANTHUS HEPTAPHYLLUS

IPÊ ROSA

87

Árvore decídua, de porte até 12,0 m, tronco largo até 90cm de diâmetro e folhas compostas de 5 folíolos coriáceos e pubescentes.

Se adapta muito bem a diferentes regiões do Brasil. E apreciam sol pleno.

5

LIBIDIBIA FERREA

PAU-FERRO

Considerada de grande porte, podendo atingir de 20 a 30 metros de altura.

Deve ser cultivada ao sol ou à meia sombra e não suporta geadas.

1

CHLOROPHYTUM COMOSUM

CLOROFITO

2

DURANTA REPENS

3

Árvore pau-ferro

5

3

Lixeira 2

Brinquedo giragira

8

1

2

NOME

MATERIAL

QUANTIDADE

BICICLETÁRIO

MADEIRA IPÊ

6

LIXEIRA

PLÁSTICO E AÇO

16

POSTE DE LUZ

AÇO

72

Árvore pau-ferro

5

3

FIGURA

3

2

Vão para drenagem revestido de concreto

209

TABELA DE MOBILIÁRIO CÓD

1 2

0.05

Árvore pau-ferro 5

9,07

FIGURA

bicicletários

1

A03

Árvore pau-ferro

3

4

Balanço

9

BANQUINHOS

MADEIRA IPÊ

15

5

BANCO

MADEIRA IPÊ

6

6

BANCO REDONDO

AÇO E MADEIRA IPÊ

6

7

CERCA EM GUARDA CORPO

MADEIRA IPÊ

6

8

GIRA-GIRA

AÇO

6

9

CONJUNTO DE BALANÇOS

AÇO

3

10

ARANHA

AÇO E CORDAS

3

calçada 0.00

0.20

0.10

0.10

-3.80

0.00

Poste

5

0.10

Brinquedo GiraGira

0.00

0.20

calçada

0.20

10 3

7

2,16

2,75

1,25

3,75

6,89

0,8

6,33

6

TABELAS Planta 1

ESCALA - 1 : 5000

Detalhamento 2

ESCALA - 1 : 200

3

ESCALA - 1 : 100


IPÊ-ROSA

2,11

6,42

PAU FERRO

0,10

0,00

3,9

3,8

0,1

0,00

0,82

0,10

0,2

0,20

1,53

5,18

5,48

PINGO DE OURO

0,1

-3,80

CORTE 01 1

ESCALA - 1 : 100

0,10

0,20


Arvore Ipê

Árvore pau-ferro

Quiosques

Cerca viva

Pedras

Vista 01 1

ESCALA - 1 : 100


Cerca Viva

Aparelhos e equipamentos publicos

Quiosque

Árvore pau ferro

Postes

Vista 02 1

ESCALA - 1 : 100

Árvore ipê

Vista 02 2

ESCALA - 1 : 100


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