GALERA
DO TRANSPORTE DE CARGAS
Sindicato dos Condutores de Veículos de Transportes Rodoviários de Cargas e de Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários de Cargas de Florianópolis e Região
ano 5- abril 2018 - edição 05
COMPANHEIROS DO TRANSPORTE DE CARGAS! OU DE CARREGAR O BRASIL E O PATRÃO NAS COSTAS???
Nossa realidade é essa mesmo: CARREGAMOS O BRASIL E A PATRÃOZADA EXPLORADORA NAS COSTAS. No entanto, não somos reconhecidos, muito menos valorizados. Na verdade, patrões e patroas estão de “costas para nossos direitos e salários”. Empresas pequenas não pagam e não garantem nossos direitos porque normalmente são desorganizadas, são terceirizadas por empresas maiores e alegam terem poucos recursos. Empresas grandes não pagam e não garantem nossos direitos porque são bem organizadas para sonegar direitos e regras, porque sua fome por grandes lucros não respeita nada e ninguém. O fato é que motoristas em todos os tipos de empresas e demais trabalhadores(as) de empresas de logística e transporte de cargas são explorados(as), lesados(as) e desrespeitados(as) todos os dias. Além de toda exploração não querem sequer conversa. Estamos há dois anos SEM CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO, sem regra nenhuma. A patrãozada tá livre pra nos desrespeitar, nos explorar e esfolar nosso couro. E por quê estamos nessa situação?
01 - BASICAMENTE PORQUE PATRÃO É SANGUE SUGA DO NOSSO TRABALHO! A principal causa de toda dificuldade de nossas vidas é a exploração do patrão/patroa, que só quer saber de seus lucros. Pequenas ou grandes, a mentira é sempre a mesma: as empresas estão sempre quebradas e nunca podem pagar mais pelo nosso trabalho. Mesmo sendo poucos os nossos direitos, eles são descumpridos. Essa patrãozada vampira sonega em várias áreas, principalmente, no pagamento de milhares e milhares de HORAS EXTRAS que trabalhamos e NUNCA VIMOS A COR DO DINHEIRO.
02 – TAMBÉM PORQUE A CATEGORIA TÁ LONGE DO SINDICATO É claro que a culpa pela nossa vida cheia de sacrifícios é do patrão/patroaexplorador(a), sonegador(a) de direitos e que desrespeita nossas vidas e as regras trabalhistas. O problema é que SOMOS DESUNIDOS E A CATEGORIA NÃO ACREDITA NO SINDICATO, não enxerga que na luta podemos melhorar muito nossa vida. A grande pergunta é:
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IMAGINEM SE UM DIA A MAIORIA DOS(AS) MOTORISTAS DO BRASIL PARALISASSEM TODO SEU TRABALHO POR POUCOS DIAS???
também porque os(as) trabalhadores(as) tem medo de denunciar e sofrer represálias, inclusive perdendo o emprego.
Simples a resposta: a sociedade brasileira PARARIA e teria que olhar para nós, teria que reconhecer nossa importância e cobraria das empresas o respeito a nossa categoria.
Mas aí perguntamos: mas a função do Ministério Público não é investigar? Se somos nós que temos que ficar “arrumando as provas”, pra quê existe o Ministério Público então?
Sozinho contra a empresa, cada um de nós não pode quase nada. Por isso trabalhamos tanto, ganhamos tão pouco e corremos tanto risco. Se a maioria da categoria se unisse, junto com o sindicato, nossa vida seria muito melhor.
É por isso que muitas vezes o sindicato nem continua empenhado na denúncia feita.
Nossa força é nossa união! 03 – PORQUE O GOLPE QUE VIVEMOS NO BRASIL ACABOU COM GARANTIAS DOS(AS) TRABALHADORES(AS)! O “impeachement” de Dilma nunca foi contra a corrupção. A prova é que os maiores corruptos entre empresários e políticos estão mandando livremente no Brasil. Contra o governo desse presidente vampiro de direitos tá cheio de provas de sua enorme corrupção. Então, não foi um golpe para “limpar a corrupção”, FOI UM GOLPE PARA LIMPAR NOSSOS DIREITOS e entregar para poucos empresários o PATRIMÔNIO DO BRASIL. E se aprovarem a reforma da previdência a coisa estará ainda mais feia pro nosso lado, porque aí nem se aposentar conseguiremos mais. 04 – TAMBÉM PORQUE OS ÓRGÃOS PÚBLICOS NÃO CUMPREM SUA OBRIGAÇÃO E NOS DEIXAM DESPROTEGIDOS Outro importante motivo de nosso sofrimento é o fato de que os órgãos públicos que deveriam proteger o trabalho e trabalhadores(as) NÃO FAZEM SEU PAPEL. O Ministério do Trabalho é uma vergonha, nem deveria ter esse nome. Por várias razões praticamente não existe fiscalização, principalmente por falta de funcionários(as) e de condições de trabalho e até mesmo “por ordens superiores” para não fiscalizar ou fazer de conta que fiscaliza.
A Justiça do Trabalho é lenta, burocrática e muitas vezes injusta. Vejam só esse fato: como os patrões se negam a negociar, apresentamos na justiça do trabalho o dissídio coletivo para ter mínimos direitos. Como diz a lei, apresentamos a Ata de nossa assembleia e a Pauta da Reivindicações, porém, sem debater e sem julgar nada a Justiça do Trabalho ARQUIVOU NOSSO DISSÍDIO COLETIVO só porque apresentamos a Ata e a pauta de Reivindicações em dois documentos separados, mas o “regimento dos tribunais” dizem que devem ser apresentados num documento só. Tem cabimento isso? A Justiça reconhece que apresentamos o que a lei prevê, ou seja, a Ata que comprova a assembleia e a Pauta de Reivindicações que foi aprovada, mas, não aceitou porque apresentamos dois documentos e não em um só. Nós agimos assim para facilitar o entendimento da justiça, para não misturar tudo num documento só, mas eles querem é burocracia, é confundir documentos e, assim, milhares de trabalhadores ficam sem direitos, sem uma Convenção Coletiva de Trabalho que garanta o mínimo de direitos e de condições de trabalho um pouco melhores. Com essa atitude burocrática deixaram os patrões livres para nos explorarem do jeito que bem quiserem, principalmente depois da nova lei trabalhista,onde as empresas ficaram ainda mais livres para nos esfolar. O fato é que cada vez mais o Estado fica a serviço patronal. E quando conseguimos mobilizar a categoria para lutar por nossos direitos, vem a polícia para nos reprimir e impedir que a gente lute.
O Ministério Público do Trabalho também não cumpre adequadamente sua obrigação de investigação. As denúncias que fazemos passam meses e meses “andando a passos de tartaruga”. Na maioria das vezes NÓS É QUE TEMOS DE PROVAR a existência de irregularidades, o que é praticamente impossível, porque não temos acesso a documentos e as empresas escondem a realidade de todas as formas,
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MAS UNIDOS(AS) PODEMOS MUDAR ISSO TUDO.
O EXEMPLO É A CATEGORIA DO TRANSPORTE COLETIVO.
A galera da categoria de trabalhadores(as) do transporte coletivo público é o exemplo para todas as outras categorias. A Diretoria do SINTRACARGAS sabe disso e tem o apoio da Diretoria do SINTRATURB, mas a nossa categoria precisa aprender com eles(as), porque não adianta o SINTRATURB apoiar a gente se nós mesmos não nos ajudamos, nós não nos unimos, a categoria não se associa
no sindicato, que fica frágil e sem dinheiro até pra fazer mais jornais como esse que agora estamos distribuindo. Companheirada da carga, VAMOS APRENDER a lutar, VAMOS FAZER NOSSA PARTE, vamos nos reunir em assembleia, decidir nossas reivindicações e lutar por elas. Para isso venha na assembleia.
Assembleia Geral Extraordinária, que acontecerá no
próximo dia 30 de Abril de 2018, no Auditório da AMCREP (Assoc. dos Moradores do Conj. Res. Palmares),situada à rua NOEL ROSA, nº 80, bairro Roçado, São José –SC, às 19 h, em primeira convocação, e, caso não compareçam 50% mais um dos sócios do sindicato, às 19h e 30min, em segunda convocação, para com qualquer número de presentes.
EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA PARA ANÁLISE E DELIBERAÇÃO SOBRE O BALANÇO FINANCEIRO E PATRIMONIAL DE 2017. O Secretário de Administração e Finanças do Sindicato dos Condutores de Veículos de transportes Rodoviários de cargas e de Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários de Cargas de Florianópolis e Região do Estado de Santa Catarina – SINTRACARGAS, conforme Art. 23, parágrafo 2º, do estatuto, em nome da Diretoria Colegiada, convoca todos os associados para participarem da Assembleia Geral Ordinária para Apreciação do Balanço Financeiro e Patrimonial do ano de 2017, a realizar-se no dia 30 de Abril de 2018, em primeiro convocação, com o número de 50% mais um dos convocados às 17h30min, e,
em segunda convocação, esta com qualquer número dos convocados às 18h00min, tendo como local de realização, o Auditório da AMCREP (Assoc. dos Moradores do Conj. Res. Palmares), situado à rua NOEL ROSA, nº 80, bairro Roçado, São José –SC, para deliberar sobre a seguinte ordem do dia: 1. Analise e deliberação sobre as contas do exercício do ano de 2017. São José/SC, 24 de Abril de 2018. Tiago Noboro Marques Secretário de Administração e Finanças Sintracargas 3
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Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Florianópolis e Região - Santa Catarina
EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA De acordo com as normas estatutárias, a Diretoria Colegiada do SINTRACARGAS, através de seu Secretário de Organização, convoca toda categoria profissional dos trabalhadores em empresas de transporte de cargas e de logística em transporte de cargas da região Metropolitana de Florianópolis, motoboys inclusive, bem como, a todos os(as) motoristas de carga empregados em empresas de atividade preponderante diversa do transporte de cargas, componentes da categoria profissional na condição de categoria diferenciada nas atividades e ramos econômicos abaixo citados, para comparecerem à Assembleia Geral Extraordinária, que acontecerá no próximo dia 30 de Abril de 2018, no Auditório da AMCREP (Assoc. dos Moradores do Conj. Res. Palmares), situada à rua NOEL ROSA, nº 80, bairro Roçado, São José –SC, às 19 h, em primeira convocação, e, caso não compareçam 50% mais um dos sócios do sindicato, às 19 h e 30 min, em segunda convocação, para com qualquer número de presentes, debater e deliberar sobre: 1 – Abertura da CAMPANHA SALARIAL de 2018/19. 2 – Discussão e deliberação sobre as PAUTAS DE REIVINIDICAÇÕES a serem apresentadas aos sindicatos patronais (CCT), e empresas isoladamente (ACT), dos diversos setores dos ramos econômicos, a saber:Sindicato Patronal Categoria Preponderante: SINDICARGAS (Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas da Região de Florianópolis), bem como a Sindicatos e Federações Patronais de empregadores(as) de motoristas na condição de categoriadiferenciada, a saber: SINDUSCON (Sindicato da Indústria da Construção Civil Florianópolis);FIESC (Federação das Indústrias
do Estado de Santa Catarina); FECOMÉRCIO ( Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina); SINDILOJAS (Sindicato do Comércio Varejista da Região Metropolitana de Florianópolis); SINDATAC (Sindicato do Comércio Atacadista de Florianópolis); SICEPOT - SC (Sindicato da Indústria da Construção Pesada e Afins do Estado de Santa Catarina); SINDIPAN (Sindicato da Indústria da Panificação da Grande Florianópolis); SINREGAS (Sindicato das Revendedoras Varejistas de Gás Liquefeitos de Petróleo dos Municípios da Grande Florianópolis e Região Norte do Vale Itajaí e Oeste catarinense). 3 – Eleição da COMISSÃO DE NEGOCIAÇÃO; 4 - Autorização para a Comissão de Negociação negociar e, de acordo com decisão de assembleia, interpor dissídio coletivo em face dos diversos sindicatos patronais e/ou assinar CCT e ACTs, após aprovação assemblear da proposta patronal; 5 – Definição de percentual a ser descontado de toda categoria profissional empregada em empresas de logística e de transportes de cargas, bem como de todos os(as) motoristas empregados(as) na condição de categoria diferenciada, a título de TAXA NEGOCIAL/DESCONTO ASSISTENCIAL em favor do sindicato profissional, de acordo com a lei 13.467/2017, bem como nos termos do Artigo 582 da CLT e seus parágrafos ; 6 – Definição da estratégia, organização e plano de comunicação para a campanha salarial 2018/19; 7 – Demais encaminhamentos da campanha salarial 2018/19. São José, 24 de Abril de 2018.
Assembleia Geral Extraordinária 30 de Abril de 2018, 19h Auditório da AMCREP rua NOEL ROSA, nº 80, bairro Roçado, São José, SC.
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Sindicato dos Condutores de Veículos de Transportes Rodoviários de Cargas e de Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários de Cargas de Florianópolis e Região Rua Wanderlei Junior,5 - Sala 604 - Campinas - São José - SC (48) 3035.4781/ (48) 3035.4782 www.sintracargas.com.br sintracargas@sintracargas.com.br
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