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Projeto PAP Dimitri Exemplo 2

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“CAPA”


Índice Artrópodes........................................................... 1

Anfíbios.............................................................. 28

Monocentropus Balfouri ........................................................................................... 2 Ceratogyrus Darling.................................................................................................... 4 Aphnopelma Seemanni ............................................................................................. 6 Chromatopelma Cyaneopubescens ........................................................................ 8 Psalmopoeus irminia ................................................................................................ 10 Poecilotheria Metallica ............................................................................................ 12 Heterometrus Cyaneus ............................................................................................ 14

Ceratophrys Calcarata .............................................................................................. 30 Bufo Spinosus ............................................................................................................. 32 Agalychnis Callidryas ............................................................................................... 34 Dyscophus Guineti .................................................................................................... 36 Triturus Marmoratus ............................................................................................... 38

Répteis................................................................ 16

Marinhos........................................................... 40

Pogona Vitticeps ........................................................................................................ 18 Chamaeleo Calyptratus ............................................................................................ 20 Eublepharis Macularius .......................................................................................... 22 Pantherophis Guttatus ............................................................................................. 24 Python Regius ............................................................................................................. 26

Sphaeramia nematoptera ....................................................................................... 42 Amphiprion ocellaris ............................................................................................... 44 Synchiropus splendidus ........................................................................................... 46 Lysmata amboinensis ............................................................................................... 48 Lactoria Cornuta ........................................................................................................ 50


Artrópodes 1


Estas tarantulas têm um temperamento bastante suave para uma tarântula do Velho Mundo. Elas podem ser muito rápidas e tendem a fugir quando assustadas ou quando se sentem ameaçadas, mas em geral elas são relaxadas, especialmente com outros espécimes numa configuração comum. Em 2014, ela foi eleita a tarantula mais bonita do mundo.

Monocentropus Balfouri “Babuína azul da ilha Socotra”

Devido à sua localização no Oceano Índico as temperaturas são sempre as mesmas em Socotra, entre 30-37 graus durante o dia e 23-27 graus à noite. Áreas mais altas podem ser bastante frias, atingindo temperaturas de 10°C à noite. Esta terá tendência para se proteger contra condições climáticas extremas criando uma teia espessa por baixo e por cima de troncos de árvores, pedras, galhos e folhas. A Babúina azul da ilha Socotra tem uma taxa de crescimento média com as fêmeas a poder atingir uma envergadura diagonal máxima da perna de 18cm em poucos anos, enquanto que os machos são um pouco menores.

A Monocentropus balfouri conhecida no hobby como “Babuína azul da ilha Socotra” foi descoberta por Pocock em 1897 e é uma espécie terrestre do Velho Mundo nativa da Ilha de Socotra, cerca de 150 milhas a leste do chifre da África. Esta área tem um clima tropical a semidesértico com temperaturas moderadas e precipitação. Sendo uma ilha deserta e isolada, esta espécie evoluiu ao contrário de outras tarântulas. Primeiro, elas têm um padrão de cor muito identificável que as torna muito reconhecíveis. Elas também são conhecidas como a tarântula mais comum no hobby, pois evoluíram naturalmente para viver em ambientes fechados no seu habitat natural. Embora não tenham sido testemunhados a viver em comunidade na selva, eles são uma das poucas espécies de tarântulas que podem viver em comunidade em cativeiro.

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Ceratogyrus Darlingi “Tarantula babuíno com Chifre”

Esta não é a espécie de tarântula mais colorida que existe, mas o que falta em cores brilhantes é compensado pela sua aparência verdadeiramente única. Atingido o tamanho adulto, podem medir até 13 cm de envergadura de pernas e 7 cm de corpo. As fêmeas vivem cerca de 15 anos enquanto que os machos vivem apenas 2 a 4 anos.

Estas tarântulas não têm pelos urticantes. Em vez disso, elas preferem utilizar o seu veneno em qualquer ameaça potencial. A sua mordida e veneno parecem uma picada de abelha, mas podem causar estragos no sistema imunológico.Apesar da sua personalidade rude, é uma experiência divertida possuir uma destas tarântulas. Ela ataca a presa com a sua força total e normalmente tem bastante energia. Ao todo, é uma espécie de tarântula de grande exibição.

A Ceratogyrus darlingi é uma espécie única do Velho Mundo que vem de biomas de savana nos países de Botswana, Moçambique e Zimbabwe na África Austral. Um clima que tem uma estação quente e seca, bem como uma estação chuvosa, e temperaturas que variam de 20 a 31 graus. Como resultado, a C. darlingi dá-se bem em temperaturas ambientes normais, que para a maioria de nós é de 20 a 29 graus Celsius. É uma târantula que tem preferência em ficar enterrada a maior parte do tempo.

A Ceratogyrus darlingi ou “Tarantula babuíno com Chifre” é uma pequena aranha incrível que recebe o seu nome comum de um chifre preto que cresce na sua carapaça. Ao contrário dos chifres foviais de outras espécies de Ceratogyrus, a protuberância do C. darlingi inclina-se em direção às costas da aranha. Embora o propósito deste chifre ainda esteja em especulação, esta característica única é uma ornamentação incrivel.

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A A. seemani, mesmo sendo relativa da tarântula loira do deserto, não parece compartilhar o seu comportamento relaxado. Têm tendência a preferir a segurança das suas tocas profundas em todas as fases da vida. Se não for fornecido um substrato profundo a está espécie, terá tendência a ficar mais em exposição. Esta tarântula é mais frequentemente encontrada nas áreas do norte, que são mais quentes e muito mais secas, normalmente nas florestas secas. As fêmeas desta espécie podem viver cerca de 20 anos e atingir a maturidade em cerca de 5-6 anos. Enquanto que os machos vivem apenas cerca de 7 anos, atingindo a maturidade em 2-3 anos. As fêmeas podem crescer cerca de 15cm, sendo os machos um pouco menores.

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Aphonopelma Seemanni “Tarantula Zebra da Costa Rica”

Estas tarântulas terão uma pelagem castanho escura, complementada por listras brancas ou bege brilhantes ao longo das suas pernas. Este padrão listrado é o que dá à A. seemanni seu nome comum de “Zebra” e “Joelho-listrado”. A Aphonopelma seemanni ou Tarantula Zebra da Costa Rica, é uma espécie terrestre do Novo Mundo encontrada na Costa Rica e na América Central.

Esta espécie pode ser defensiva e certamente não é dócil, mas prefere retirar-se para a sua toca do que lançar pelos urticantes ou fazer uma pose de ameaça. Elas passam a maior parte do tempo enterrados profundamente no substrato, apenas ocasionalmente saindo ao ar livre, geralmente para se alimentar ou beber. Quando se tornam sub-adultas tendem a passar um pouco mais de tempo ao ar livre.


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São aracnídeos bastante activos, com crescimento rápido e bastante atractivos para coleccionadores ou donos. Estes apreciam bastante as suas cores dramáticas. Em cativeiro, a tarântula regularmente renova as teias da sua toca. Crescem bastante rapidamente e alimentam-se de forma muito frequente. Alguns indivíduos são dóceis e calmos, enquanto outros são nervosos e irrequietos. Quando perturbados despertam instintos de fuga fortes e rápidos. Devido a tal, esta espécie não é aconselhada a ser manuseada devido à possibilidade de fuga rápida. Comparativamente com outras espécies de tarântulas, a tarântula-azul-verde-de-garrafa é bastante mais rápida. Apresenta 15-16 cm de comprimento. É um aracnídeo nativo da península do Paraguaná, na Venezuela. Vivem em tocas cobertas de teias debaixo de arbustos e raízes de árvores, em regiões desérticas no norte da Venezuela. A entrada costuma ser extendida com teias dandoum aspecto afunilado. Estas teias ajudam a proteger a toca do clima do deserto. Mas também possuem outro objectivo, de actuar como armadilhas. Insectos que se aproximem demasiado podem acabar presos nas teias.

A Chromatopelma Cyaneopubescens ou “Tarântula-azul-verde-de-garrafa” apresenta umas cores bastante peculiares. Indivíduos adultos apresentam pernas com uma tonalidade azul metálica, uma carapaça azul-esverdeada. E para complementar ainda possuem tambêm um abdómen cor de laranja. Esta espécie de tarântula é a única espécie pertencente ao género Chromatopelma. Como as restantes espécies de Tarântulas, a tarântula-azul-verde-de-garrafa pertence à família Theraphosidae. Indivíduos de coloração totalmente verde consideram-se bastante raros.

Chromatopelma Cyaneopubescens “Tarântula-azul-verde-de-garrafa”

Alguns indivíduos quando ameaçados ficam muito possessivos e demonstram agressividade, enquanto defendem a sua toca. São aracnídeos vorazes e as crias desta espécie são maiores que a média de outras espécies. Estas são capazes de alimentar-se de comida quase tão grande quanto elas. Tal a torna engraçada de observar e faz dela uma tarântula ideal para iniciantes. 8


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Psalmopoeus irminia “Tarântula tigre sol venezuelana” Psalmopoeus irminia, descoberta por Saager em 1994, também conhecida como “Tarântula tigre sol venezuelana” ou “Tigre do Sol”, é uma bela tarântula devido à sua velocidade, padrão e comportamento. Com a cor laranja no abdômen, ela é uma aranha muito bonita para se admirar, no entanto, ela pode ser muito rápida e imprevisível. Quando esta especie foi descrita, ela foi encontrada apenas em uma região densa ao redor das fronteiras da Venezuela, Guiana e Brasil, no entanto, em 2016 foi encontrada na região de Paracaíma, no Brasil, a viver 1m60 acima do solo num típico retiro tubular. O clima e a vegetação nessa região são semelhantes à região descrita por Saager em 1994, o que explica sua presença. A Psalmopoeus irminia vive numa área húmida tropical e quente com vegetação densa. As temperaturas excedem os 28 graus quase diariamente. Tenha em mente, no entanto, que uma aranha em seu habitat natural é protegida em fendas de árvores e galhos ocos contra este sol ardente. Esta tarântula pode ser muito reservada, passar semanas escondida e só sair do seu esconderijo a meio da noite. O que torna ainda mais incrível o momento em que se consegue ver a beleza deste animal.

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Quando o tamanho adulto é atingido, podem medir até 14 cm de envergadura de pernas e 6 cm de corpo. As fêmeas vivem cerca de 12 anos enquanto que os machos vivem apenas 3 a 4 anos.

Embora ela frequentemente escolha a rota de fuga, a Psalmopoeus irminia tem uma reputação de ser muito defensiva e imprevisível. Enquanto procura fugir, estas tarântulas às vezes dão pequenos saltos. A provocação persistente pode levar irrevogavelmente a várias mordidas consecutivas. A aranha constrói uma bolsa de teia tubular típica como toca. 11


Quando esta tarântula foi originalmente introduzida no hobby, à imensos anos atrás, as crias estavam a ser vendidas por cerca de 500€, mas como mais pessoas as criaram com sucesso, especialmente na Europa e nos Estados Unidos da América, há muitos mais exemplares disponíveis e o preço caiu drasticamente sendo que agora se pode comprar uma cria por cerca de 50€. Esta espécie de tarântula não é aconselhada para iniciantes, sendo que tem um veneno mais potente que a maior parte das tarântulas.

Poecilotheria Metallica “Tarântula ornamental Gooty safira”

Descoberta por Pocock em 1899 na cidade de Gooty na Índia, de onde é originário o seu nome, o gênero Poecilotheria é conhecido por ser tão bonito quanto potencialmente perigoso. No primeiro caso, a rota de fuga será escolhida, embora no caso de uma provocação prolongada, nenhum aviso será dado antes de morder. As mordidas são muito dolorosas e podem resultar em hospitalização.

A espécie cria uma teia de túnel assimétrica e pode ser admirada especialmente à noite. Muito interessante para o amador é o facto de que elas podem ser mantidas comunitariamente. A Poecilotheria metallica vive numa área tropical húmida e quente. Originária do Sudeste da Índia, onde as temperaturas são em torno de 30 graus quase diariamente, com ondas de calor acima de 35 graus em maio e junho. Quando o tamanho adulto é atingido, podem medir até 20 cm de envergadura de pernas e 6 cm de corpo. As fêmeas vivem cerca de 12 anos, enquanto que os machos apenas têm uma esperança média de vida de 4 anos. 12


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Heterometrus Cyaneus “Escorpião Asiático da Floresta”

Este predador encontra-se nas zonas de terra vegetal das florestas do Laos e Vietname. Vive em grupos mas não tem tendências canibalísticas. As diferentes subespécies de escorpiões têm tempos de vida muito diferentes e o tempo de vida real da maioria das espécies não é conhecido. A gama do tempo de vida parece situar-se entre os 4 a 25 anos, tendo sido 25 anos o tempo de vida máximo registado para a espécie H. arizonensis.

São animais carnívoros e têm geralmente hábitos de sair de noite, quando caçam e se reproduzem. Detectam as suas presas por vibrações no ar, no solo e sinais químicos, todos detectados por sensíveis pelos distribuídos principalmente nas suas pinças e patas. Preferem viver em áreas com uma temperatura entre 20 e 37 graus, mas sobrevivem em temperaturas de 0 a 56 graus.

Estes escorpiões têm a possibilidade de converter a perigosa radiação UV através de um brilho intenso de todo o corpo durante o dia, regressando à sua cor normal de noite, quando se dedicam a caçar. Esta luminescência é provocada por químicos fluorescentes nas partes duras do seu corpo. À medida que o escorpião se vai desenvolvendo a sua florescência aumenta.

Como a maioria dos escorpiões, estes possuem duas tenazes frontais com que agarram a presa, infligindo-lhe depois um poderoso narcótico com a cauda onde se encontra o depósito do veneno. A picada é bastante dolorosa, mas não é fatal para o Homem. Podem ser muito agressivos no seu meio, relativamente a outros escorpiões, predadores como Suricatas e Centopeias gigantes. Esta família de escorpiões tem os maiores exemplares do mundo. Foram encontrados no fundo do mar fósseis destes escorpiões com 430 milhões de anos.

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Répteis 16


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À volta do pescoço possui uma zona de escamas mais escuras, formando uma espécie de colar, daí que vem seu nome, uma vez que esta particularidade lembra também a forma de uma espécie de barba.

O Pogona vitticeps ou “Dragão Barbudo” é um lagarto de médio porte, medindo entre 30 e 60 cm, que vive nas áreas secas e arborizadas do interior da Austrália. A sua aparência de tons tostado e sarapintado de preto ao longo do corpo torna-o único.

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Pogona Vitticeps “Dragão Barbudo”

Hoje em dia, o Pogona vitticeps tornou-se num dos animais mais populares no mercado de répteis, graças à sua docilidade e facilidade de se relacionar com o Homem. Os que hoje podemos adquirir nas lojas são o resultado de produções em cativeiro. Isto porque as leis de proteção ambiental australianas proíbem a exportação das espécies nativas do território. O aspeto peculiar destes répteis chama bastante à atenção. De acordo com a imaginação de quem os vê, eles podem parecer pequenos dragões, dinossauros miniatura ou mesmo criaturas míticas. A longa cauda, as escamas pontiagudas e a “barba” na zona inferior do pescoço e nos lados da cabeça tornam este réptil facilmente identificável. Outra particularidade destes animais é a sua reação quando se sente ameaçado pois nessa altura eriçam as escamas da garganta e cabeça formando um impressionante leque. Além disso, as escamas pontiagudas no dorso também ficam eriçadas. A pele dos Dragões Barbudos é especialmente grossa e protegida por uma densa camada de escamas. Assim, estas espécies de repteis estão particularmente bem protegidas contra os raios ultravioleta, ferimentos e perda de líquidos. Trata-se, portanto, de um animal perfeitamente adaptado ao seu habitat seco e quente. As cores de base das escamas do Dragão Barbudo são o cinzento, o bege e o castanho avermelhado, ou seja, o espetro de cores mais aproximado das cores das zonas desérticas da Austrália. Desta forma o Dragão Barbudo está camuflado e seguro contra predadores. No entanto, eles também podem mudar de cor se necessário. Por exemplo, quando estão ao sol e querem aquecer-se, as escamas 19


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O Camaleão do Iémen ou “chamaeleo calyptratus” é o camaleão mais comercializado no mundo não só pela sua resistência mas também pela facilidade com que se adapta ao terrário, se alimenta e reproduz. Esta espécie em adulta pode atingir de 40 a 60 cm sendo os machos maiores e com a crista (Elmo) maior. Existem pelo menos duas subespécies desta espécie sendo a mais comercializada a que tem maior tamanho e maior elmo no caso do macho. Em estado selvagem este animal alimenta-se principalmente de insectos como gafanhotos, borboletas ou moscas e ocasionalmente pode comer vertebrados como pequenos lagartos inclusive outros camaleões menores, por vezes são vistos a comer as folhas dos arbustos onde se encontram isso deve-se possivelmente à forma do animal receber água em locais secos e quentes onde ela não existe.

Chamaeleo Calyptratus “Camaleão do Iémen”

O camaleão do Iémen não só vive neste país como em quase toda a península da Arábia vivendo em vários biótipos como campos de cultivo, zonas desérticas, montanhas até aos 2800 metros de altura assim como florestas e bosques húmidos de montanha o que faz dele o camaleão mais bem adaptado sendo inclusive introduzido com sucesso em alguns países como por exemplo os EUA na Florida e em algumas ilhas como Havai e Maui onde tem populações estáveis das quais já são consideradas uma ameaça às espécies nativas.

Em estado selvagem atingem os 3 ou 4 anos, aumentando um pouco a sua esperança de vida em cativeiro para 6 anos, as fêmeas podem durar menos consideravelmente se forem alimentadas excessivamente e se efectuarem posturas repetidas com curtos intervalos. Este camaleão em estado natural vive com temperaturas que podem atingir os 35 graus de dia e pela noite chegarem aos 18 graus ou menos, nas populações que vivem em climas mais frios no Iémen ou na Arábia Saudita aguentam inclusive temperaturas negativas nas montanhas durante a noite o que faz desta espécie um dos camaleões com maior resistência ao espectro de temperaturas. 21


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Os Gecko Leopardo podem ter até 25 centímetros de comprimento incluindo a cauda, podem viver até 20 anos e pesam cerca de 40 a 70 gramas. O seu corpo é cilíndrico e compacto e ligeiramente achatado na parte superior. Têm uma cabeça proeminente e olhos grandes dispostos lateralmente. A cor natural dos olhos é de castanho-amarelado até dourado e a pupila não se fecha completamente, ficando uma pequena fresta sempre aberta. Atualmente existem Geckos Leopardo criados em cativeiro com olhos pretos (Eclipse, este exemplar) ou com olhos de duas cores (snake eyes). Os albinos têm olhos avermelhados. De acordo com os dados científicos atuais, os Geckos são originários do Sudoeste da ásia. Ainda hoje se encontram nesta região representantes das mais antigas lagartixas conhecidas. O primeiro Gecko (Eublepharis) foi descrito pelo zoólogo britânico John Edward Gray em 1827. Apesar de terem surgido no sudoeste da Ásia, os Gecko Leopardo também povoaram a India, Paquistão, Afeganistão, Irão e Iraque chegando à Síria e à Turquia.

O Gecko Leopardo é de longe a mais conhecida espécie de lagartixas. É também a mais frequentemente escolhida para os terrários. De facto, os seus grandes olhos e padrões coloridos tornam-nos muito desejados por todos os amantes de répteis. Por outro lado, esta lagartixa tem uma personalidade calma e curiosa e o seu dono consegue estabelecer uma boa relação com ela. Assim, estes animais são indicados para quem deseja ter um terrário, mas não tem muita experiência.

Eublepharis Macularius “Gecko Leopardo”

Os Gecko Leopardo pertencem à família Gekkonidea. Este animal está geralmente ativo durante o anoitecer e noite. Os Geckos em particular habitam a terra há aproximadamente 50 milhões de anos e têm uma extraordinária capacidade de adaptação. Assim, podem-se encontrar Geckos nas florestas tropicais, no deserto ou em zonas montanhosas. 23


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Pantherophis Guttatus “Cobra do Milho”

Esta serpente de temperamento calmo e de fácil manuseio, pode atingir de 1,20 a 2 metros de comprimento, sendo o macho menor que a fêmea, e sua perspectiva de vida em cativeiro, gira em torno dos 15 a 20 anos, podendo atingir a idade adulta por volta dos 3 a 4 anos de vida.

As cobras do milho são uma espécie terrestre constritora e não venenosa, nativa do sudeste dos Estados Unidos, partes do México e as Ilhas Cayman. Os primeiros colonizadores europeus encontraram esta espécie nos seus campos de milho, deduzindo que estavam a comer o seu milho. A verdade é que as cobras estavam fazendo um favor aos fazendeiros a comer os roedores que, prejudicariam os seus campos, daí a origem do nome “cobra do milho”.

Em regiões mais frias, as cobras hibernam durante o inverno. No entanto, no clima mais temperado ao longo da costa, elas abrigam-se em fendas e troncos de rocha durante o tempo frio, elas também podem encontrar abrigo em espaços pequenos e fechados, como de baixo de uma casa, e sair em dias quentes para aproveitar o calor do sol. Durante o tempo frio, as cobras são menos ativas, por isso caçam menos.

As cobras de milho são crepusculares , o que significa que, embora sejam ativas à noite, as suas horas de pico são em torno do amanhecer e do anoitecer. Na natureza, essas horas são gastas a caçar presas como pequenos mamíferos, sapos, peixes e até mesmo pássaros. Preferem habitats como campos cobertos de vegetação, aberturas de floresta, árvores, palmeiras planas, edifícios e fazendas abandonados ou raramente usados, desde o nível do mar até uma altura de 6.000 pés. Normalmente, estas cobras permanecem no solo até completarem os quatro meses, mas podem subir árvores, penhascos e outras superfícies elevadas.

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Python Regius “Píton Real”

A Python Regius é particularmente adorada pelo povo igbo no sudeste da Nigéria, que a considera um símbolo da terra, por ser um animal que viaja tão perto do solo. As pítons-reais (Python regius), são encontradas nas pastagens e nas florestas abertas da África Ocidental e Central. Elas são nativas da sub-província sudanesa a oeste do Nilo, no sul do Sudão, na região das montanhas de Bahrel Ghazal e Nuba, do Senegal a Serra Leoa na África Ocidental e na Costa do Marfim e algumas partes da África Central.

Também conhecida como píton bola. Quando ela se sente ameaçada, ela enrola-se, mantendo as suas partes mais sensíveis no centro, que seriam sua cabeça e o fim da cauda. Ela faz isso para que não seja ferida nessas partes, assim não correndo o risco de ser morta. Consequentemente, quando ela se enrola forma uma bola, daí a origem do nome.

As pítons-bola passam a maior parte do tempo dentro ou sob o solo em tocas e alimentam-se maioritariamente de roedores. Elas são mais ativas ao amanhecer e ao anoitecer. Podem viver em média até aos 30 anos, embora exista um exemplar com 62 anos, sendo este a cobra mais velha do mundo.

Há um bom motivo para esta cobra ser uma das que mais se tem como animal de estimação. Ela é bastante calma e dócil se manuseada de forma correta. Também pode ficar com aproximadamente 1,5 metros de comprimento, sendo uma cobra pequena, ótima para um animal de estimação. Além disso, também existe diferença de tamanho entre o macho e a fêmea, sendo que a fêmea é mais robusta.

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“IMAGEM”

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Anfíbios

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Ceratophrys Calcarata “Sapo Pacman”

As fêmeas podem medir até 14 cm (machos também, excluindo o comprimento das pernas). A vida média é de 6-7 anos, no entanto, existem alguns casos em que chegam a viver até 10. A característica mais proeminente desses sapos é a sua enorme boca, que ocupa quase a metade de seu corpo. Sua cor típica é verde brilhante com marcações vermelhas, embora haja também espécimes que apresentem uma coloração verde mais escura, parcialmente pretas e até mesmo exemplares albinos. É difícil distinguir os machos das fêmeas, principalmente antes de alcançarem a maturidade sexual. O dimorfismo entre os sexos é principalmente o tamanho e fato dos machos possuírem gargantas com pigmentação mais escura. O sapo-Pacman é um sapo grande e corpulento que vive na Mesopotâmia argentina (Misiones, Corrientes, Entre Ríos e parte da provincia de Buenos Aires), bem como também nas províncias argentinas de Córdoba, Santa Fé, Uruguai e Brasil . Ele possui uma boca enorme e olhos grandes com duas pequenas saliências parecidas com “chifres”, na cabeça. Para se alimentar, muitas vezes os sapos-boi escondem-se sob a lama, deixam de fora apenas os olhos. Eles permanecem quase imóveis à espera de qualquer presa que passe. Quando ela aparece, saltam para fora da lama e engolem-na.

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Eles são tão gananciosos que não é incomum acabarem por morrer de asfixia ao querer engolir animais muito grandes. Geralmente caçam insetos, pequenas aves, roedores, lagartos, e outros anfíbios.

Estes anfíbios são animais de estimação dóceis, mas as suas contrapartes na natureza costumam morder quando se sentem ameaçados. O apetite de um sapo Pacman corresponde ao seu tamanho, e ele tentará comer qualquer coisa que se mova a uma distância impressionante de onde está no chão. Qualquer tipo de presa que passar é um jogo justo para este sapo faminto.

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O sapo-comum alimenta-se de invertebrados como insetos, aranhas, lesmas e minhocas, que caçam com as suas línguas pegajosas. Os sapos caçam geralmente à noite, e são mais activos em dias húmidos. Durante a migração para os locais de reprodução, muitos sapos são atropelados nas estradas. Em alguns locais, túneis especiais são construídos por baixo das estradas de maneira a que os sapos possam passar. Os sapos-comuns podem viver muitos anos e sabe-se que podem sobreviver cinquenta anos em cativeiro. Na natureza, pensa-se que vivam entre dez e doze anos. A sua idade pode ser determinada contando o número de anéis de crescimento nos ossos das suas falanges.

Poecilotheria Metallica “Tarântula ornamental Gooty safira”

O sapo-comum ou sapo-europeu do nome científico “Bufo spinosus” é uma espécie de sapo da família Bufonidae. Encontra-se distribuído por toda a Europa, com a excepção da Irlanda e algumas ilhas mediterrânicas. A sua área de distribuição estende-se até Irkutsk na Sibéria a este e até ao norte de África a sul, nomeadamente nas montanhas do norte de Marrocos, Argélia e Tunísia.

Os adultos podem atingir os 18 centímetros e a sua pele tem uma aparência verrugosa. Apresentam uma cor de pele que vai desde o verde até ao castanho. Como defesa contra predadores, segregam uma substância tóxica, de sabor desagradável. Esta substância é normalmente suficiente para deter a maior parte dos predadores. Apesar de os adultos passarem a maior parte do tempo em terra, migram para charcos e outras fontes de água parada para acasalamento e para as fêmeas depositarem os ovos, que diferem dos ovos das rãs porque formam longos fios ao invés de uma massa amorfa. Os ovos são depositados na Primavera, quando as fêmeas tentam regressar ao local onde nasceram. Os girinos são semelhantes aos de outras espécies, com a exceção que têm a cabeça maior, mais redonda e mais escura. 32


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Agalychnis Callidryas “rã de olhos vermelhos”

As rãs-de-olhos-vermelhos habitam as florestas do México, Belize, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Nicarágua e Panamá. São bons indicadores biológicos e ambientais, já que necessitam de um ecossistema equilibrado para alcançarem todo o potencial de esperança de vida e reprodutividade.

Estas rãs possuem aproximadamente 7 centímetros de comprimento e têm uma coloração distinta. Apesar disso, ao contrário da maioria dos anfíbios coloridos, elas não possuem veneno. Sua característica mais marcante são os olhos vermelhos que parecem brilhar no escuro. A rã de olhos vermelhos é carnívora e alimenta-se de grilos, mariposas, moscas e outros insetos, e há relatos em que podem comer outras pequenas rãs.

Não costuma andar em grupos, sendo animais bastante solitários, que só se reúnem para acasalar. Depositam os ovos em folhas de vegetações acima de água, que são depois fecundados pelos machos. Após cinco a oito dias de encubação, os ovos eclodem, e os girinos caem na água. Os girinos levam várias semanas para se tornarem rãs.

Passa grande parte do seu dia em folhas de árvores ou arbustos, com as patas encostadas ao corpo e olhos fechados, ficando camuflada. Quando confrontada com um predador, abre os olhos numa tentativa de o assustar, o que normalmente lhe dá um ou dois segundos para escapar, com o seu poderoso salto. Algumas, especialmente as mais jovens, conseguem mudar de cor, e tornam-se acastanhadas durante a noite. Apesar de coloridas, as rãs-de-olhos-vermelhos não são venenosas. Apesar de estas rãs não serem uma espécie ameaçada, as populações mundiais destes anfíbios coloridos estão a decrescer devido à contaminação de ecossistemas por pesticidas, chuvas-ácidas, enfraquecimento dos ovos por raios UV e, principalmente, destruição dos seus habitats. As rãs-de-olhos-vermelhos são o símbolo das florestas tropicais. 34


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Dyscophus Guineti “Sapo Tomate”

O tempo de vida do sapo tomate pode ser de 6 a 8 anos. Os Sapos Tomate atingirão a maturidade sexual em 9–14 meses. As fêmeas são maiores que os machos e podem atingir 10 cm de comprimento. Os machos podem atingir 6,5 cm de comprimento. Mas os machos não são tão coloridos, mas têm um laranja mais opaco ou um laranja acastanhado. Os juvenis também têm cor opaca e desenvolvem uma coloração mais brilhante à medida que amadurecem. Eles também estão na lista de espécies ameaçadas de extinção. Eles reproduzem-se na estação das chuvas e são noturnos. Eles tendem a comer pequenos insetos e invertebrados. O nome comum vem da cor vermelha brilhante. Quando ameaçado, um sapo-tomate incha o corpo. Quando um predador agarra um sapo tomate com a boca, a pele do sapo secreta uma substância espessa que entorpece os olhos e a boca do predador, fazendo com que o predador solte o sapo para libertar os seus olhos. A goma contém uma toxina que ocasionalmente causa reações alérgicas em humanos. A reação alérgica não mata um ser humano e o sapo apenas secreta a substância quando está assustado. Os Sapos Tomate usam as suas vocalizações distintas ao longo da noite, quando estão mais ativos. Pode se esperar que passem a maior parte do tempo enterrados (eles preferem esconder-se sob as folhas e a lama no seu habitat nativo). Os Sapos Tomate existem em tons quentes de vermelho, laranja e amarelo. Eles geralmente têm manchas pretas e listras castanhos a escorrer pelo corpo.

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O tritão-marmoreado tem a cabeça achatada e focinho arredondado. São de cor castanha-escura ou preta, apresentando manchas verdes de forma irregular. Os machos adultos têm uma risca branca ou bege na cauda e apresentam uma crista dorsal durante a época de reprodução. Esta risca é relativamente pequena comparada com as dos seus parentes, os tritões-de-crista, e ligeiramente maior do que a da sua espécie-irmã, o tritão-marmoreado-pigmeu. As fêmeas e juvenis não apresentam crista dorsal, mas sim uma risca vermelha ou alaranjada. A barriga pode ir desde o bege até ao preto, podendo apresentar um número variável de manchas brancas ou pretas. Em França, ocorre em simpatria com o tritão-de-crista. A Sul, está em parapatria com o tritão-marmoreado-pigmeu. O limite de distribuição desta duas espécies acompanha aproximadamente o Sistema Central em Espanha, com o tritão-marmoreado ocupando as vertentes Norte e o pigmeu a ocupar as planícies a Sul. Em Portugal, o limite acompanha o rio Tejo até à zona de Abrantes.

O tritão-Verde pode ser encontrado no sudoeste de França e no centro de Espanha e Portugal. Embora sejam bastante comuns nestas áreas, não são facilmente encontrados pois normalmente permanecem em locais escondidos, como debaixo de troncos caídos, rochas, ou outros locais húmidos. Durante a época de reprodução que vai de Janeiro até Maio, podem ser encontrados em charcos, valas, tanques, poços e outros locais com água estagnada.

Triturus Marmoratus “tritão-verde”

As fêmeas costumam ter em média 11 centímetros de comprimento podendo chegar aos 16 centímetros, enquanto que os machos são ligeiramente menores. Alguns estudos revelaram que os tritões-marmoreados usam as estrelas para se orientarem a caminho dos locais de reprodução.

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Sphaeramia nematoptera “Cardinal de Pijama”

O Peixe Cardinal de Pijama é um arco-íris de cores lúdicas. Tem um rosto amarelo-esverdeado, olhos laranja brilhantes e um corpo prateado revestido com uma margem escalar preta arrojada e uma parte posterior pontilhada com bolinhas laranja. Embora a sua coloração ousada se destaque, Sphaeramia nematoptera tem uma natureza pacífica que a permite misturar-se perfeitamente em qualquer aquário de água salgada de comunidade.

Estes peixes são realmente divertidos de observar porque, em vez de um estilo de nado ondulante, os cardeais do pijama flutuam com corpos imóveis, disparando de um lugar para outro. Os cardinais de pijama marcam o seu território e encontrarão uma área do tanque para reivindicar como seu lar. Mesmo quando saem para comer ou explorar, eles voltam para o seu lugar de origem.

Na natureza se alimentam principalmente de pequenos crustáceos e seres que vivem junto ao substrato. Existem rações específicas para peixes marinhos, muitas delas em gel, criadas especialmente para atender às necessidades destas belas joias dos nossos aquários. Além de oferecer rações variadas, complemente a dieta do seu peixe com alimentos vivos.

Como é um nadador lento e metódico, ele deve ser alojado com companheiros de tanque pacíficos e deve ser oferecido uma variedade de esconderijos entre rochas ou plantas. A maioria dos cardinais do pijama tende a esconder-se nas algas do mar ou em outras plantas. Como muitos outros peixes cardeais, o Peixe Cardinal do Pijama formará uma hierarquia rígida quando mantido em pequenos grupos dentro do aquário. No entanto, ao contrário de alguns peixes sociais, este membro da família Apogonidae não usa a agressão para exercer domínio sobre outros peixes cardinais. 43


Quando pequenos, os peixes tendem a permanecer dentro dos limites do seu hospedeiro anêmona. À medida que se tornam maiores, eles vão procurar comida, embora não se aventurem muito mais do que alguns metros da anêmona.

Os Peixes-palhaço são omnívoros, o que significa que eles comem tanto outros animais quanto plantas. Eles normalmente comem algas, zooplâncton, vermes e pequenos crustáceos.

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Amphiprion ocellaris “Peixe Palhaço”

Todos os peixes-palhaço, são hermafroditas. Todos nascem do sexo masculino. Eles têm a capacidade de se tornarem fêmeas, mas uma vez que a mudança é feita, eles não podem voltar a ser do sexo masculino. Às vezes a mudança é feita durante o próprio acasalamento. Dois machos se tornarão parceiros e o peixe maior e dominante se tornará a fêmea. O peixe palhaço é um animal social e os indivíduos vivem em grupos que são liderados por uma fêmea dominante O segundo maior peixe é o macho dominante, enquanto todos os outros peixes do grupo são machos menores. Se a fêmea morrer, o macho dominante tornar-se-à uma fêmea para substituí-la. O maior dos machos menores se tornará o macho dominante do grupo.

Estes peixes vivem nos recifes de corais, principalmente ao longo da costa da Austrália e do sudeste da Ásia até ao norte do Japão. Eles são encontrados principalmente em torno de certos tipos de anêmonas, uma criatura que se ancora no fundo do mar e usa os seus tentáculos para atrair comida. Mais conhecido por ser destaque nos filmes “À Procura de Nemo” e “À Procura de Dory”, o peixe-palhaço tornou-se um animal de estimação popular e provavelmente o peixe mais comum em aquários marinhos. O Nemo é da espécie ocellaris, também chamados de falso peixe-palhaço.

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Synchiropus splendidus “Peixe-Mandarim”

O nome do peixe-mandarim vem das cores e desenhos do seu corpo que parecem muito com as roupas de seda usadas pelos mandarins na antiga China. Esta espécie de peixe é mais comumente encontrada no Oceano Pacífico, mas também pode ser encontrado no Oceano Índico e no Caribe.

A pele do peixe-mandarim não possui escamas, por esse motivo ela é necessariamente muito grossa, a fim de proteger o peixe das pontas agudas presentes nos recifes de coral. Os olhos por sua vez são projetados para fora como grandes saliências, permitindo que o peixe-mandarim enxergue a sua volta. Os olhos também não possuem pálpebras, nem canais lacrimais, sendo a água do mar responsável pela limpeza dos mesmos.

É um peixe exuberante e tímido e por isso é muito usado em aquários como animal de estimação. Possui cores fortes, brilhantes e desenhos organizados agressivamente na sua pele. Essa característica é, de facto, um mecanismo de defesa contra predadores, indicando que a carne do peixe-mandarim tem um gosto desagradável, já que seu corpo produz um muco viscoso de gosto e cheiro horrível.

O Peixe-Mandarim (Synchiropus splendidus) é um peixe perciforme de água salgada adaptado ao clima tropical que mede de 6 a 10 centímetros de comprimento. Vive escondido em fendas nos recifes de coral e alimenta-se de pequenos animais marinhos que passam próximos ao seu esconderijo. Também é encontrado, com menos frequência, em águas rasas protegidas, como lagoas costeiras e pequenas baías. Por precisar de muitos nutrientes diferentes, às vezes o peixe-mandarim também come pequenas quantidades de algas e outros flocos que possam lhe servir de alimento.

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O Camarão Scarlet é um dos camarões mais úteis para limpeza que se pode adicionar ao aquário. Além de serem criaturinhas minúsculas e pacíficas, esta espécie de camarão vai realmente reservar um tempo para limpar totalmente o aquário e os peixes! Ele instala uma “estação de limpeza” numa rocha viva ou coral e sinalizando qualquer peixe que nada nas proximidades com as suas longas antenas. Assim que o peixe pára, ele começa a limpar cada centímetro do seu corpo, até mesmo a parte interna da boca.

Os Camarões Scarlet são pequenos, crescem apenas até cerca de 5 cm de tamanho. Isso torna mais fácil para eles sondarem os peixes durante a limpeza. Normalmente criaturas que têm uma esperança de vida grande, podem viver até 3 anos ou mais. Alimentá-lo é muito fácil, pois comem qualquer alimento que colocar no tanque, incluindo alimentos em flocos.

Os camarões adoram comer uma refeição fácil e saborosa, e é exatamente isso que um peixe oferece. Quando o camarão Scarlet limpa os peixes, eles geralmente procuram pequenos parasitas, tecido morto e outras pequenas partículas que possam comer. Isso beneficia muito os peixes e outros animais aquáticos, pois pode evitar que contraiam doenças.

Lysmata amboinensis “Camarão Scarlet”

Nativo dos recifes indo-pacíficos, este camarão encantador é bem conhecido por todos os habitantes do recife. Com o seu corpo amarelo, listras vermelhas e brancas brilhantes e longas antenas totalmente brancas, este camarão é uma propaganda ambulante do seu serviço de lavagem de peixes, e os peixes procuram alegremente este camarão para a limpeza.

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Lactoria Cornuta “peixe-vaca-comum”

É um Peixe com um tamanho de até 46 cm. É caracterizada por duas protuberâncias em forma de chifre localizadas nos dois cantos de sua testa, e que lhe valeram seus nomes vernáculos. Possui dois outros chifres opostos ao corpo, nas extremidades látero-posteriores, voltados para trás. A sua cauda é larga, localizada na extremidade de um pedúnculo caudal alongado. A sua cor varia do bege ao castanho passando pelo amarelo, mais ou menos marmorizado com o escuro (os padrões às vezes tomam a forma de um favo de mel, e é cravejado de manchas de um azul elétrico. Envia jatos de água de alta pressão contra o fundo para expulsar os invertebrados de que se alimenta. O peixe-vaca-comum (Lactoria cornuta) é um peixe do gênero Lactoria. Possui espinhos em cima de cada olho e em cada lado do corpo antes da barbatana anal e não possui barbatana pélvica. É encontrado desde o Mar Vermelho e África Oriental até às Ilhas Marquesas, o arquipélago de Tuamotu, sul do Japão e ilha de Lord. Este peixe de formato único é popular no hobby do aquário, onde espécimes amarelos brilhantes são normalmente selecionados. Este peixe é encontrado em todo o Indo-Pacífico tropical, da África ao Havaí. É encontrada principalmente perto de recifes de coral e prados de algas, entre a superfície e 50 m de profundidade. Por vezes é vendido seco como um objeto decorativo.

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