memórias de não
pertencer circulam em

uma
cidade em comum

atravessam rios constantes
e entre idas e vindas de percursos distantes
já não é mais de quem esperava ser

nada pertence mas deixa rastros
de
momentos felizes

de espaços lacunados agora preenchidos em traços espaçados


1 - 2026 amanda maestá