JORNAL
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ICAPRA ANO 13 | n° 107 | 2018
Paraíso do Tuiuti brilha com enredo sobre “130 Anos da Lei Áurea” E faz refletir: “A escravidão acabou mesmo no Brasil?” Pág. 05
SALVADOR - FESTA DE IEMANJÁ ABRIGA DIVERSAS MANIFESTAÇÕES DE FÉ - Pág. 09
ILEKÉ - O FIO DE CONTAS POR JOSÉ BENISTE
A SAGA CIGANA POR CARLOS CIGANO
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A IGUALDADE DA MULHER: UMA ANÁLISE À LUZ DO ESPIRITISMO almirespirita@gmail.com
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s motivos em que levou a mulher ser discriminada em relação ao homem estão relacionados com algum fato histórico? Qual seria o significado do antigo testamento, em que; “O Senhor Deus formou, pois, o homem do limo da terra”, e a mulher ter nascida da costela do homem? Teriam as teologias religiosas, se equivocadas em alguns pontos da Bíblia? Poderia as religiões se unir com a ciência, a fim de analisar os fatos Bíblicos, com mais clareza? O que a Doutrina Espírita, poderia esclarecer a humanidade, nos teus aspectos científico, filosófico e religioso, sobre o homem ser formado do limo, e a mulher ter sido formada da costela do homem? “Ele se houve com mais acerto, dizendo que Deus formou o ho-
mem do limo da Terra. A Ciência, com efeito, mostra que o corpo do homem se compõe de elementos tomados à matéria inorgânica, ou, por outra, ao limo da terra. A mulher formada de uma costela de Adão é uma alegoria, aparentemente pueril, se admitida ao pé da letra, mas profunda, quan-
to ao sentido. Tem por fim mostrar que a mulher é da mesma natureza que o homem, que é por conseguinte igual a este perante Deus e não uma criatura à parte, feita para ser escravizada e tratada qual hilota. Tendo- a como saída da própria carne do homem, a imagem da igualdade é bem mais expressiva, do que se ela fora tida como formada, separadamente, do mesmo limo. Eqüivale a dizer ao homem que ela é sua igual e não sua escrava, que ele a deve amar como parte de si mesmo.” – Allan Kardec. (Livro: A Gênese. Cap.XII, item.11.) Pois bem, diante da analise, podemos afirmar que; a mulher tem a mesma igualdade perante o homem. Saúde, paz e amor a todos, nesta caminhada Terrena ao encontro do nosso mestre Jesus o Cristo!
Expediente Jornal ICAPRA Editor Responsável: Marcelo Fritz Registro MTB: 30754-RJ Edição: Marcelo Fritz Diagramadora: Viviana Assunção Colaboradores: José Beniste / Almir O. de Souza / Walter Nkosi / Pai Marcio d’ Jagun Endereço: Av. Presidente Kennedy, 335 Coelho da Rocha – São João de Meriti – RJ Tel: 21-2663-5815 / zap: 21-9 7032-9289 email: jornalicapra@gmail.com
OLÁ LEITORES! Agora pós carnaval, com todos acreditamos bem descansados, seguir com projetos de forma mais acelerada. Sapucaí ano de manifestações e reflexões, sobre escravidão e política, as aguas de Iemanjá, sendo reverenciadas em todo Brasil, matérias sobre política, intolerância religiosa, e festividades, marcam esta nossa edição que também trás assuntos interessantes abordados por nossos colunistas, além de uma especial sobre povo cigano tão solicitada na coluna do convidado Carlos Cigano. Boa Leitura! Marcelo Fritz – Editor Responsável
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PARAÍSO DO TUIUTI BRILHA COM ENREDO SOBRE “130 ANOS DA LEI ÁUREA” E faz refletir: “A escravidão acabou mesmo no Brasil?” Marcelo Fritz Relatar a história da escravidão, até nossos dias, fazendo uma reflexão, trazendo conhecimento sobre os mecanismos da política atual, o golpe de 2016. Discutir sobre as crenças dominantes até suas causas e efeitos seja silencioso, à agressões físicas e verbal. O desfile da escola de samba “Paraíso do Tuiuti” certamente fez manifesto, denunciou e certamente deu ao espectador o direito de interpretar o cenário atual, numa viagem na história da escravidão desde a suposta libertação aos dias atuais, abordando momentos que levam há uma avaliação desta questão ainda tão discutida e polêmica. A história não se restringia apenas no Brasil, mas no mundo, mostrando o desprezo ao escravo, falta de oportunidades, passando por problemas da atualidade que afirmam com clareza a permanência da escravidão. Além das referências da escola, a história internacional e nacional foi baseada na biografia que inclui alguns dos melhores historiadores nacionais. No caso da vinculação entre a escravidão
e o momento atual, a referência principal, ao que tudo indica, foi meu livro recente “A elite do atraso: da escravidão à Lava Jato” (Leya, 2017). O livro não só foi citado na bibliografia oficial da escola como é o único dentre os citados a ter como tema precisamente a continuidade da escravidão aos nossos dias sob máscaras “modernas”. Numa narrativa popular, gerando grande repercussão, recontando a história do País a
partir da premissa principal – a escravidão e sua continuidade, corrupção pensada como “Vírus Cultural” e como suposto problema principal ofuscando os demais. O desfile torna visível os mecanismos invisíveis da nossa dominação social, política e econômica, a elite e seu dinheiro, o verdadeiro partido político, a mídia comandada pela Rede Globo. O carro alegórico com Michel Temer com sua “gorjeta”, saindo do paletó, numa alegoria que nascem os braços de um corpo invisível, representando a Rede Globo que manipula a todos. O brilhantismo e sensibilidade da escola deu uma verdadeira “aula” que nas escolas e universidades é silenciada, ela mostra um Brasil real, sem muitas virgulas ou abstrato. Fala de uma nação reprimida pelo conluio de interesses econômicos e políticos que colonizaram nossas vidas até hoje. O resultado não poderia ser outro, senão uma familiaridade do povo com sua atualidade narrada de forma tão esplêndida e espetacular, à elegendo como escola campeã do povo de forma surpreendente. A escola se superou e chegou ao segundo lugar, mas se consagrando pelo público.
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“BRASIL MOSTRUOSO” DÁ TITULO À BEIJA-FLOR NO CARNAVAL 2018 DO RIO Marcelo Fritz
Welligton Carvalho - Raphael David | David Normando | Riotur
A escola falou de corrupção e intolerância e ganhou o seu 14º título Num paralelo entre entre o romance “Frankenstein” e as mazelas sociais brasileiras. Corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial, religiosa e até esportiva formaram o cenário de “Brasil monstruoso”. Assim a escola nilopolitana levou o público ao delírio na Marques de Sapucaí, comandada por Neguinho da Beija-Flor com o samba “Monstro é aquele que não sabe amar (Os filhos abandonados da pátria que os pariu)” . Quem Assistiu o desfile viu que com alegorias ricas em detalhes, harmonia de cores, fantasias deslumbrantes e um samba fácil, foram fatores que contribuíram para que a escola coroasse o desfile com aquilo que sabe fazer de melhor: “SAMBA NO PÉ” “A Sapucaí foi ovacionada pela alegria e emoção. A Beija-Flor fez as pessoas cantarem o samba pelo pedido de socorro. As imagens foram muito fortes, aquele teatro todo retratando o que o nosso país está passando. Foi um grito de socorro dentro de um samba-enredo“, disse Raíssa, madrinha de bateria da escola, numa entrevista.
O ano marcado por enredos politizados e de criticas, o 14º título do Grupo Especial do Carnaval do Rio veio com um desfile de protesto, com críticas à corrupção, aos políticos, à violência e “contra tudo”.
A Salgueiro, ficou em terceiro lugar e leva estandarte de melhor escola do Especial Com desfile deslumbrante a escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, que teve a estreia do carnavalesco Alex de Souza, ganhou o Estandarte de Ouro do Jornal O Globo de melhor escola do Grupo Especial. Um desfile que fez um tributo as mulheres negras e buscou inspiração em um desfile que homenageou Xica da Silva, há 55 anos. A escola vermelha e branca chegou perto do título, levando o público ao delírio. Os 3.600 componentes em 34 alas representaram guerreiras, revolucionárias, mucamas, mães, artistas e escritoras negras, como Auta de Souza, Carolina de Jesus e Maria Firmina. O sexto e último carro apresentou uma versão negra da Pietá de Michelangelo, em uma crítica às mães brasileiras que perderam seus filhos com a violência urbana.
À frente estava a rainha Viviane Araújo como Hatshepsut, uma rainha-faraó do antigo Egito. Grande Rio e Império Serrano foram rebaixadas, e a Viradouro voltará à elite do Carnaval em 2019. Portela com desfile tradicional dirigido por Rosa de Rosa Magalhães
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Mocidade Independente mostra na avenida relações entre Índia e Brasil Com o original enredo Namastê... a estrela que habita em mim saúda a que existe em você, a escola de samba Mocidade Independente de Padre Miguel, do grupo especial, entrou na passarela da Marquês de Sapucaí relacionando os aspectos que unem a Índia e o Brasil. A escola mostrou “tudo que de Índia há no Brasil e se tornou identidade brasileira”, explicou o historiador Fábio Fabato, que ajudou a desenvolver o tema. Segundo ele, o carnavalesco Alexandre Louzada foi quem “teve a sacada” de mostrar tudo de indiano que se transformou em identidade nacional no Brasil. “Por exemplo, a banana é de origem indiana e tem toda cara de Brasil, a marchinha de carnaval e tudo mais. Até a cana-de-açúcar veio da Índia”, disse. A escola levou o sexto lugar com 269,3 de pontos.
Trazendo de volta a carnavalesca Rosa Magalhães a escola de Madureira investiu num desfile tradicional e técnico, Atual campeã do Grupo Especial, a Portela foi a segunda escola a se apresentar no último dia de desfiles da elite do Carnaval carioca. Para discorrer a história, Rosa partiu da saga dos imigrantes europeus em busca de liberdade e paz, síntese do enredo, falando sobre a intolerância, xenofobia e crises migratórias que se espalham pelo mundo. Em forma de cordel, a carnavalesca deixou uma questão: tudo acabou ou são questões que ainda permeiam nosso cotidiano? A Portela é a maior detentora de títulos do Carnaval carioca, mas nos últimos 20 anos viveu um grande jejum, quebrado apenas no último ano. Para 2018, a azul e branca apresentou o enredo “De Repente Lá Pra Cá e Dirrepente Daqui Pra Lá…”. A diretoria da Portela renovou o contrato da carnavalesca Rosa Magalhães por mais um ano. O acordo foi firmado, durante reunião entre a artista e o presidente Luis Carlos Magalhães. A carnavalesca teve apoio dos portelenses nas re-
des sociais. A escola levou o quarto lugar encabeçando as notas com as melhores do grupo especial. Mangueira levou para a Sapucaí o enredo “Com dinheiro ou sem dinheiro eu brinco”
Em clima de “protesto irreverente”, vários trechos da letra do samba ironizaram a decisão de cortar os recursos destinados às escolas. Um dos carros representou o prefeito Marcelo Crivella como um boneco de Judas, acompanhado da frase: “Prefeito, pecado é não brincar o carnaval”.
Demais escolas apostaram em efeitos especiais, recursos e modernidade e efeitos especiais, a Mangueira se destacou pela aposta no saudosismo e no “carnaval retrô”. A escola tem 18 títulos no Grupo Especial, e seu último campeonato foi em 2016.
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SALVADOR FESTA DE IEMANJÁ ABRIGA DIVERSAS MANIFESTAÇÕES DE FÉ http://www.comunicacao.salvador.ba.gov.br Antes de tocar os pés no mar é bom levar no corpo alguma proteção: uma oração pedindo a Iemanjá, Oxum e Xangô que dê andamento aos desejos e faça com que os inimigos não te alcancem. O ritual, acompanhado de batida de folhas, pó de pemba, arroz, sementes de girassol e milho branco - tudo bem regado a essência com cheiro de lavanda e jasmim – é o conselho é da Ialorixá Renata de Jesus. Desde a madrugada, dispostas em estandes espalhados pela praia, pelo menos 50 outras mães de santo cuidam igualmente dos fiéis e curiosos que circulam pelo bairro do Rio Vermelho, durante a festa em louvor à Rainha do Mar, neste 2 de fevereiro, quando as águas calmas e areias quentes das praias do bairro recebem milhares de pessoas. Normalmente trajados de azul e branco - embora não exista regra para a expressão da fé -, eles vão munidos de devoção e presentes. Ritual - É partindo dessa devoção, tanto à orixá, que representa a maternidade e a fertilidade feminina, quanto ao mar, companheiro de todas as horas, que a artista plástica carioca Uceli Cardoso e o baiano Raimundo Nonato – o mestre de capoeira Tico Camaleão -, ambos surfistas, participam há mais de três décadas de uma tradição alternativa durante o dia
Paula Fróes/GOVBA
de homenagem a Iemanjá. Na companhia de outros 40 surfistas, a dupla comanda um ritual de pura espiritualidade, envolvendo o estilo de vida que escolheram – com o surf no centro das ações - e a fé contida no entorno da atividade. Todo dia 2 de fevereiro, antes do amanhecer, a comitiva deixa a Praia da Paciência rumo à Colônia de Pescadores. À frente, um pranchão carrega um balaio ornado com as cores de Iemanjá. Em seu interior, estão perfumes, flores, espelhos e frutas, como é comum à tradição da deusa. "Após a entrega do presente, nos reunimos na areia, dispomos as pranchas em círculo e oramos, pedimos proteção e agradecemos por mais uma alvorada. No final todos aplaudem e fazem seus rituais particulares em reverência à Rainha", descreve Tico Camaleão, 60, que é morador de Itapuã, mas frequentador da Festa de Iemanjá desde a infância. Baiana por opção, Uceli Cardoso, 62 anos, completa a fala do companheiro de mar e fé. "É uma honra poder entrar no mar todos os dias, sob as bênçãos de Iemanjá. A representatividade da mulher, a força, a tradição, todo o contexto envolvendo Iemanjá é de grande importância para quem tem amor, fé e devoção pelo mar", diz emocionada.
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ILEKÉ - O FIO DE CONTAS José Beniste
São colares normalmente feitos de miçangas, sendo cada fio de contas com significados que avaliam o Orixá da pessoa, o grau de iniciação e a que nação pertence. Sua montagem é feita com cordonê para absorver os elementos do banho de folhas a que todo fio de contas é submetido. Por isso não é feito com fio de nylon, Pode ser chamado de fio de contas desde que seja um fio único de miçangas ou até um colar com vários fios presos por uma ou várias firmas. A quantidade de fios pode variar em relação aos cargos religiosos. No sistema de hierarquia do Candomblé, toda pessoa que entra para a religião será um abíyàn e ficará assim até passar pela iniciação, que nem sempre depende de uma vontade pessoal, mas sim de um chamado feito. Será permitido a ele. o uso de dois fios de contas simples de um fio só, sendo um na cor branca que corresponde a Oxalá, e outro na cor do Orixá da pessoa, já identificado pela consulta ao jogo. O MODÊLO ÉTICO O padrão de moralidade exigido nos Candomblés é representado por este colar de contas brancas que é colocado no pescoço do abíyàn, em seu primeiro momento de participação religiosa. Não é um simples enfeite que demonstra seu começo pré -iniciático. Ele é independente do fio de contas de seu real Orixá, pois nas contas brancas estão encerrados todo o fundamento e a doutrina revelada a ser seguida. Ao usá-lo é
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estabelecido um comprometimento ético com a religião, com seus participantes e todas as divindades, além de ressaltar a importância de Oxalá no conjunto de Divindades. Novos fios de contas serão devidamente preparados para acompanhar o desenvolvimento religioso e as funções que exercer. A participaçao e evolução do conhecimento são assim reveladas, não mais como um adorno, mas como marca e fonte de Axé. No período da iniciação, algumas contas específicas são utilizadas, entre elas os Deloguns, que identificarão seus orixás e o Mokan, que simboliza a iniciação e que será preservado por toda a vida religiosa. È feito de palha-da-costa trançada, tendo as duas pontas unidas e desfiadas num formato de vassourinha. E será neste estágio o uso do Kelê. O KELÊ E SUA ORIGEM O Kelê é um colar de miçangas um pouco justa no pescoço para lembrar sua condição de iniciante e suas restrições de conduta. Há o ritual de retirada feito posteriormente e denominado de quebra-de-kelê. Alguns costumam usar o Kelê nas obrigações posteriores, embora isto não ocorra, pois, no dizer de uma antiga iyalorixá, “não justifica porque já deixou de ser escrava”. Grande parte do grupo que daria origem ao Candomblé no Brasil, entre eles, Bangboxê Obitiko, era ligado ao culto a Xangô, o que viria revelar a participação deste Orixá nos ritos religiosos de forma
destacada. A inclusão do Oxú e o Kelê como símbolos da iniciação, o obrigatório Amalá semanal e a seqüência de cânticos denominados de Roda de Xangô, ponto de partida para a manifestação dos demais Orixás. Prevaleceu aí o poder de mando.Em África, o Kélè era representado por um fio de contas vermelhas e brancas, e o Oxú, um
tufo de cabelos trançados no alto da cabeça raspada do iniciado a Xangô. Aqui, foi substituído por uma pequena massa em formato cônico, composta de elementos do Axé coletivo. Foram conscientes nas adaptações feitas, organizando um modelo de ritual dentro de um padrão de possível aceitação na nova terra. A feitura e a forma de uso dos fios de contas revelam um exercício de criatividade, mas sem se afastar da estética própria do Candomblé que é preservada através de seus objetos e suas histórias, como importantes instrumentos de apoio à tradição oral. O Lágídigba é feito de chifre de búfalo cortado em rodelinhas formando pequenos discos, normalmente, de cor preta, O Bràjá ou ìbàjá é feito com búzios abertos e trançados sobrepostos em formato de escamas. O Hunjéve se utiliza de miçangas marrons, coral e seguí, entregue ao vodunsi do ritual Jeje na obrigação de sete anos. Gayaku Luiza do Axé Huntoloji, dizia: “É a jóia do rei. Só se coloca na obrigação de sete anos. As contas são contadas, tem dia e hora para enfiar, é só a mãe de santo que enfia as contas” “Hunjẹ́ve, hunjẹ́ve, hunjẹ́ve Atin anado, atin anado
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AXÉ&VARIEDADES
Babá Marcelo Fritz - email: icapra.geral@gmail.com
Governador acompanha saída do Ilê Aiyê na Liberdade Manu Dias/GOVBA O governador Rui Costa marcou presença na concentração para a saída do bloco Ilê Aiyê, que desfilou no Circuito Osmar (Campo Grande), terceiro dia de Carnaval de Salvador. O desfile teve início às 22h, saindo da Ladeira do Curuzu, no bairro da Liberdade. Para 2018, o Ilê teve como tema: “Mandela – A azania celebra o centenário do seu Madiba”, em homenagem a Nelson Mandela. Essa é a segunda vez que o bloco homenageia Madiba, considerado o pai da nação africana.
Filhos de Gandhy do Rio Traz Ogan Bamgbala Já fora do Afoxé Filhos de Gandhy há longos tempos, OganBamgbala este ano resolveu desfilar no afoxé que existe há mais de 50 anos no Rio. Maria Moreira, sua esposa acompanhou em todas as suas aparições, prometendo retornar quem sabe ano que vem.
CANTORA MARIA RITA É HOMENAGEADA EM CAMAROTE NA SAPUCAI O Camarote Rio Samba e Carnaval, espaço considerado um dos mais badalados do carnaval do Rio de Janeiro na sapucai, teve como rainha a cantora Maria Rita. Na segunda versão do “Prêmio Tamborim de Ouro”, dedicado aos bambas do samba, nesta em especial personalidades bambas foram homenageadas:Beth Carvalho, Diogo Nogueira, Monarco dentre outros. A direção do camarote prometeu não parar por aí. Com uma cozinha internacional, convidados especiais, com um serviço de primeira, o espaço mais um ano mostrou a razão de ser considerado a “Primeira Classe da Avenida”. Ano que vem tem mais.
MÃE FERNANDA NO CAMAROTE DA GRANDE RIO A Ialorixá, assistiu os desfiles no camarote da Grande Rio, ao lado de Vera Sampaio, comentava sua preferência e encanto pelos belos desfiles apresentados pelas escolas. “Amo o carnaval, sempre que posso venho assistir, me emociona” Declarou a dirigente.
PAI MARCELO DE POMBOGIRA NA SAPUCAY Os Olhos do Babalorixá estavam fixados no desfile pela beleza e plástica apresentada pelas escolas, o sacerdote disse que pretende retornar, falou do seu encanto pelo carnaval e energia que arrepia quem está ali, pois muitos enredos abordam nossa história.
Afoxé Raíz e Verdade homenageará Personalidades do Mundo Afro O Afoxé Raíz e Verdade, fará homenagens à Personalidades, Celebridadesque tenham prestado relevantes serviços a comunidade afro. Fundado em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, no ano de 2015, o grupo formado por mais de cem integrantes, tem sido protagonista de diversas manifestações na cidade, além de participar de atividades em demais municípios, dando ênfase a cultura afro. No evento serão homenageadas em torno de 120 lideranças de todo Estado do Rio de Janeiro. Tião Raiz, presidente do grupo, declara que já há algum tempo vem pensando em um evento com este perfil, visando retribuir apoio que estes baluartes vem realizando a sua agremiação, além de serem referências do segmento afro, com notório reconhecimento. Além do show, será feito uma feira afro
com artesões e artistas da cultura afro-brasileira, além de culinária específica. A feijoada será o prato principal, com uma lata de cerveja com preço popular de R$ 10,00. Pai Kil d’ Oxossi, Pai Marcos d’ Yemanjá, Pai Celio d’ Oxumarê, Pai Beto d’ Oxaguiã, Mãe Zezé de Barú estão dentre os mais de noventa que confirmaram presença. Estarei Lá!!! Bazar São Jorge de Caxias e Ary Guerreiro são parceiros do evento. O evento ocorrerá no dia 25 março à partir das 13h. Expositores e interessados poderão fazer contato através do zap: 21-96815-5173
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TERREIRO INICIA CURSO DE PANO DA COSTA COM APOIO DO FUNDO DE CULTURA Tácio Santos / Fonte - http://www.secom.ba.gov.br
Raul Golinelli/GOVBA
Indumentária herdada da cultura afrodescendente de tradição iorubá, o pano da costa faz parte do cotidiano e dos ritos do povo de santo. Com o objetivo de transformar a peça de artesanato também em uma fonte de renda para diversos moradores das comunidades de São Gonçalo e do Retiro, o Terreiro Ilê Axé Iborò Odé iniciou o curso ‘Pano da Costa: A arte afro -brasileira de tecer’ nesta segunda-feira (19). Contemplado pelo Edital de Economia Criativa do Fundo de Cultura da Bahia (FCBA), o curso é um investimento do Estado na cultura e religião de matriz africana. “O objetivo é promover o desenvolvimento, articulação e sustentabilidade dessas ações que envolvem tradições milenares, saberes e fazeres, além de envolver os mestres de nossa cultura”, explica o superintendente de Promoção Cultural da Secretaria de Cultura (Secult), Alexandre Simões. As aulas seguem até 17 de agosto, sob a coordenação do artesão e líder religioso Antônio Dimas Bispo dos Santos. O curso busca promover também o aumento da autoestima dos partici-
Operação Até Breve convida foliões para o São João da Bahia Bahiatursa
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pantes, o desenvolvimento artístico e o resgate do artesanato herdado da cultura africana. Também conhecido como Alaká, pano de Alaká ou pano de cuia, o pano-da-costa é parte da estética da roupa de baiana e está associada às tradições das religiões de matriz africana e ao culto dos orixás. O nome faz referência à costa africana, mais precisamente a ocidental, local de origem de muitos produtos trazidos para o Brasil, especialmente para o Recôncavo Baiano. FUNDO DE CULTURA O FCBA foi criado em 2005, pelas secretarias de Cultura (Secult) e da Fazenda (Sefaz), para incentivar e estimular as produções artístico-culturais baianas. O mecanismo custeia, total ou parcialmente, projetos estritamente culturais de iniciativa de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado. Os projetos financiados são, preferencialmente, aqueles que apesar da importância, sejam de baixo apelo mercadológico, o que dificulta a obtenção de patrocínio junto à iniciativa privada.
O Carnaval acabou e agora começa a contagem regressiva para o São João da Bahia. Com esse lema, a Bahiatursa iniciou, nesta quarta-feira (14), no portão de embarque nacional do Aeroporto Internacional de Salvador, a Operação Até Breve. É uma ação de despedida dos turistas que vieram brincar a folia em Salvador. Ao mesmo tempo, convidando-os a retornar, em junho, para as festas em homenagem a Santo Antônio, São João e São Pedro, que ocorrem em toda a Bahia. Duas baianas tipicamente trajadas, distribuindo folhetos e fitinhas do Senhor do Bonfim, um trio de forró e casais dançando músicas do período junino fizeram a alegria dos turistas que deixavam Salvador. Realizada até domingo (18), a ação foi elogiada pela agente de
viagens de Porto Alegre Ana Paula Santana, que estava acompanhada do marido, Luís Henrique Rodrigues. Ela disse que veio descansar em Sauipe, mas resolveu matar a curiosidade e ir para a folia. “Confesso que estávamos temerosos com a segurança, mas resolvemos ir até Ondina, depois fomos ao Pelourinho. Foi tudo tranquilo, não tivemos qualquer tipo de problema”, disse Ana Paula. “Agora, com certeza, eu vou não apenas incluir como recomendar o Carnaval baiano nos roteiro de viagens”. O superintendente da Bahiatursa, Diogo Medrado, destacou que o Carnaval da Bahia 2018, este ano com o lema ‘O povo mais criativo do Brasil’, “foi um um dos melhores, com o público demonstrando cada vez mais satisfação por poder brincar à vontade”.
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O Festival de Osun é realizado anualmente em Osogbo ou Oshogbo que é a capital e a maior cidade do estado de Osun, na Nigéria Divulgação
O Festival anual de Osun existe desde que o Rei fundador da cidade chamado Laro, segundo uma história oral recuperou sua filha desaparecida no rio Osun, agradecido passou a homenagear todos os anos a dona do Osun fazendo-lhe oferendas. Devoto e dedicado a causa da defesa e luta pelas garantias dos direitos dos povos de matrizes africanas, o BàbáláwoElias Garcia em viagem pela Nigéria encantou-se pelo belo ato de agradecimento a Deusa das aguas doces. Então em 2011 o BàbáláwoElias Garcia revive o culto no Brasil e inicia uma trajetória de amor e dedicação produzindo o 1° FESTIVAL OSUN ITAGUAÍ. O festival representa para os devotos um grande ato de agradecimento pelas bênçãos recebidas da Orixá Osun, Além de ser um grande instrumento de luta ao credo em estado de direito laico e ao combate a intolerância religiosa.
O Osun Festival Itaguaí, em suas edições anteriores homenageou dezenas de autoridades religiosas, políticas e militantes da cultura afrodescendente . Mi-
lhares de expectadores podem compartilhar e gritar que Orixá é cultura, que negro tem história na mesa no artesanato, na dança, na música, na história e na
vida de todo Brasileiro. Como arma de combate o Osun Festival Itaguaí ao longo desses 7 anos tem contribuído para manutenção da memória da nossa ancestralidade e da cultura Yorubá. Como um guerreiro o BàbáláwoElias Garcia milita ano a ano para que o sonho de Osun seja realizado no Brasil, recebendo moção dos municípios de Itaguaí do conselho Estadual dos direitos do Negro (CEDINE) e a chanceler da secretária de estado de cultura do RJ. E no dia 25 de março você terá a honra de conhecer e participar, a partir das 10h saindo do Ilê Asé N’ibaim em cortejo cultural em direção ao rio Cacão e finalizando no sitio Bumerangue onde teremos grandes shows e exposições. Eu o Bàbáláwo Ifá Odum Olá Orisá Benin Babalorisa Fooda Layo convido a todos para o 7° OSUN FESTIVAL ITAGUAÍ . Rua Tenente José Gabriel, número 8 – Jardim Laia – Itaguaí -RJ.
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ORÔS NO ILÊ AXÉ OMI BAIN Marcelo Fritz
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Ilê axé Omi Bain, fundado desde 1982 pela Yalorixá Margareth d' Oxum, abriu suas portas para receber, amigos, adeptos e simpatizantes do candomblé, para cerimônia pública dos obrigacionados em seu axé. Trouxe para sala para orunko yawô Francisco d'ogum e Oloye Rosa de ayrá obrigação de odum Itá. Foi uma noite encantada por Oxum, a alegria e satisfação estava no semblante de todos que testemunharam ocasião importante do axé e dos filhos que estavam de obrigação. Agradecemos aos Ogan Higor, Ogan Pedro Ivo, Ogan Zuca, Ogan Dudu pela maestria de um lindo candomblé, Ekedy Beatriz que conduziu lindamente todos os orixás, egbomes Heide d' Yemanjá, Queli d' Yemanjá, Karol d' Oxumarê Jeferson d' Oxóssi, dentre muitos filhos e convidados que prestigiaram o axé.
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Professor, advogado, escritor e Bàbálórìṣà
ori@ori.net.br Márcio de Jagun
O SACERDÓCIO: No Candomblé não existe uma liderança suprema. Cada Ilé possui seu líder espiritual (Bàbálórìṣà ou Ìyálórìṣà) totalmente independente em seus poderes e decisões dentro daquela comunidade (ẹgbẹ́). Todavia, nas Casas mais tradicionais, estes líderes têm um compromisso com a manutenção das tradições litúrgicas utilizadas nos rituais de sua Raíz. O sacerdote de Candomblé é, antes de mais nada, um guardião das tradições africanas que foram para cá trazidas e finalmente moldadas através dos tempos, do sacrifício e da Fé, até ganharem corpo. O corpo da Religião. Manter o sentido do ritual é uma tarefa de resistência cultural. Desempenhar bem seu papel é valorizar a sabedoria e o esforço de milhares de homens e mulheres, que durante séculos apuraram e depuraram sua capacidade de interagir com as forças da natureza. No exercício de suas funções, o sacerdote é também aquele que intermedia os homens, seus mitos, seus deuses e seus destinos. Para isso, o sacerdote precisa de sabedoria e fé. Precisa agir com precisão e não com ilusão, orientando os membros da Comunidade na busca do seu equilíbrio. O sacerdote tem a função de conduzir, proporcionar oportunidades para que seus seguidores ganhem experiência; deve formar padrões de moral, de ética e de educação religiosa. Mas como o Candomblé é uma Religião vivencial, o conhecimento é proporcional à capacida-
YORUBÁ VOCABULÁRIO TEMÁTICO DO CANDOMBLÉ
Adquira direto com o autor e-mail: ori@ori.net.br
de de interação, de dedicação e de esforço de cada integrante do ẹgbẹ́. Cabe ao sacerdote exercer a liderança de sua comunidade. Mas liderança não significa tão somente impor, é conduzir, é permitir que os filhos amadureçam e assumam papéis dentro do complexo hierárquico do Terreiro. Exercer o sacerdócio não é vender amuleto, nem promover iniciações em quantidade, sem ter o cuidado de preparar verdadeiramente os iniciados. Ser sacerdote, é antes de tudo, funcionar como orientador espiritual das pessoas. O sacerdote não é poderoso, nem mágico, muito menos um ser perfeito. Não pode mudar o futuro. Não pode alterar o destino, nem garantir benefícios na vida de ninguém (nem mesmo na sua). Ele é o moderador. O que consulta os deuses e prepara as pessoas. O sacerdote realiza e sacraliza essa relação. O adepto não deve procurar um sacerdote visando unicamente sorte, ou esperando só conquistas materiais, como a compra de uma casa, ou de um carro. Nem tampouco escolher um sacerdote reconhecido apenas para lhe dar status. Cabe ao zelador ter consciência disso, para não se deixar usar, nem usar os outros visando obter vantagens pessoais. O sacerdote que tem “mão boa”, é o que exerce uma boa influência na vida das pessoas, que lhes oferece bons exemplos, bons conselhos e conhecimentos religiosos. Embora o cargo de sacerdote seja
indicado pelos próprios deuses, o sacerdote não deve se comparar a um deles. Não pode subjugar a vontade divina ao seu bel prazer, pondo em risco o equilíbrio das forças e a ordem natural das coisas. Razão pela qual o sacerdote deve recorrer sempre ao Oráculo para as decisões mais relevantes. Ele é um executor, e não um criador. Sacerdotes são seres humanos. Portanto falíveis, limitados, repletos dos mesmos instintos e buscas de qualquer um. Ter consciência disto é importante tanto para os adeptos, quanto para os próprios líderes. Para ser sacerdote, é preciso antes ter sido iniciado e cumprir o pra-
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zo necessário à sua preparação. E para celebrar novas iniciações, precisa exemplificar em seu dia-a-dia todos os valores ensinados durante a iniciação aos neófitos: humildade, determinação, amor e submissão à vontade dos Orixás. Sem isso, ou ao menos sem se esforçar nesta direção, o sacerdote não será um líder religioso, mas um simples mandão, que pode vir a ser obedecido, mas não respeitado. Como qualquer agrupamento social, as Casas de Santo, às vezes sofrem com o entrechoque dos temperamentos, educações e vaidades de seus membros. Esses problemas sempre, direta ou indiretamente, chegam ao Sacerdote. A maneira como ele irá encarar esses problemas, a forma como irá conduzir a solução e o modo como irá mediar os conflitos, é fundamental para a harmonia da Casa e para que esta se mantenha no rumo desejado, enquanto Templo religioso. Por isso é fundamental que o sacerdote esteja equilibrado, a fim de que possa enxergar com nitidez o caminho a seguir. Desta forma, temos que o sacerdote não está acima do bem e do mal. Por mais que os anos de vivência religiosa, ou de iniciação lhe deem experiência, é necessário também ao sacerdote (como a qualquer ser humano), cuidar-se espiritualmente, recorrendo ao ritual e buscando a ajuda das divindades, para encontrar ele próprio seu equilíbrio e, assim, conduzir adequadamente sua comunidade. Vale lembrar que os Sacerdotes e Sacerdotisas devem usar a cabeça coberta, conforme a tradição ioruba, para que se lembrem que, por mais importância que tenham, há sempre algo acima de suas próprias cabeças.
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40 ANOS DE PAI MARCELO D’ LOGUN Marcelo Fritz
O Candomblé teve início por volta das 8:30h, com uma recepção de café da manhã para os convidados. O Ilê Axé Féfé Omin foi fundado no ano de 1998 no Parque São José, e em seguida o axé foi transferido para o bairro do Jardim Palmares, Nova Iguaçu. Pai Marcelo foi iniciado no ano de 1978, por pai Jorge de Ogun, pós seus sete anos foi para Pai Paulinho d’ Oxum de Efon e concluiu suas obrigações com Pai Marcos d’ Iansã em 2003. O Xirê iniciou por volta das 10h, com a presença de amigos, clientes e a sociedade do candomblé. Pai Celio d’ Oxumarê, Pai Fritz d’ Oxaguiã, Pai Toca d’ Oxóssi, Pai Walter d’ Oyá, Mãe Ana d’ Oxum, Pai Nelson d’ Oxaguiã, Mãe Márcia d’ Oxum, Pai Marcos d’ Oxum, Mauricio d Oxumarê, Emerson d’ Oxaguiã, Pai Anderson d’ Xangô, dentre diversos amigos foram prestigiar o babalorixá que agradeceu a presença de todos. O candomblé terminou por volta das 17:30h. Contatos: 21- 96415-6420.
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16º PRESENTE À IEMANJÁ DE MARICÁ, DIRIGIDO POR OYÁ GINDÊ Marcelo Fritz
Lucas Paulo
Pai Oyá Gindê, babalorixá do Axé Oyá Topé em Campinho, ao lado de Pai Fomo d’ Oxalá, amigos e filhos, recepcionaram a todos de forma calorosa no dia 04 de fevereiro, em Maricá – RJ. Adeptos, simpatizantes dos cultos afros e da cultura afrodescendente, prestigiaram o evento, que teve programação com café da manhã, seguido de xirê (Louvores aos orixás e em especial à Iemanjá a grande homenageada), com a tradicional entrega do presente dirigido pelo babalorixá que ao ter uma promessa atendida, se comprometeu há 16 anos com o presente que o emociona. Samba, pagode e música popular brasileira, ilustraram a festa que adentrou pela tarde, numa harmonia entre convidados e público em geral que se aproximava seduzido pelo bom gosto da ornamentação e seriedade da forma conduzida.
SONHO EM INAUGURAR UMA ESTÁTUA À IEMANJÁ Um dos sonhos do sacerdote é inaugurar uma imagem alí, para que adeptos e simpatizantes possam obter um espaço público para suas manifestações e afirmação da política de paz implantada na cidade buscando uma cultura de paz entre as religiões no local. Um projeto também de que a festa seja inserida no calendário oficial da cidade, já que à mesma atraí turistas à cidade e difunde segmento importante da cultura popular, além de que os setores públicos possam se programarem para somar aos esforços dos realizadores que se cotizam com movimentos sociais. Vamos torcer!
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Brasil tem uma denúncia de intolerância religiosa a cada 15 horas
MUNDO
Dados do Ministério dos Direitos Humanos mostram que a maioria das vítimas é de religiões de origem africana, com 39% das denúncias Por Estadão Conteúdo
Templos são invadidos e profanados. Em outros casos, há agressões verbais, destruição de imagens sacras e até ataques incendiários ou tentativas de homicídio. O cenário preocupa adeptos de diversas religiões e, em pelo menos oito
Estados, o Ministério Público investiga ocorrências recentes de intolerância. Entre janeiro de 2015 e o primeiro semestre deste ano, o Brasil registrou uma denúncia a cada 15 horas, mostram dados do Ministério dos Direitos Humanos (MDH).
STJ anula prescrição em caso de pastor que ofendeu umbandistas Ministros aceitaram o recurso em ação de reparação civil por danos morais em razão de ofensa pública e vexatória contra crença religiosa Por Estadão Conteúdo
Estudo global mostra que perseguição religiosa aumentou De modo geral, os governos são os maiores responsáveis pelas violações de liberdade religiosa no mundo Por Julia Braun
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A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) afastou a prescrição decretada em uma ação que corre na Justiça do Amapá envolvendo intolerância religiosa. Dois sacerdotes umbandistas da Comunidade Terreiro Cabocla Chica Baiana, de Macapá, processaram a Convenção Nacional das Assembleias de Deus Ministério Missão Pentecostal (Conademp), alegando que, em 2009, um pastor da congregação evangélica insinuou que seu culto seria demoníaco e relacionado à prostituição. Os ministros do STJ aceitaram o recurso em ação de reparação civil por danos morais em razão de ofensa pública e vexatória contra crença religiosa. A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, determinou o retorno dos autos ao juízo de primeiro grau para novo julgamento sobre a indenização por danos morais.
Uma adolescente da etnia yazidi falou ao Parlamento britânico sobre os horrores da perseguição praticada pelo Estado Islâmico (EI) contra seu povo no Iraque. Ekhlas foi uma das jovens raptadas pelos extremistas islâmicos de sua cidade, Sinjar, e foi encarcerada e violada diversas vezes. A menina contou aos deputados como viu seu pai e seu irmão serem assassinados brutalmente na sua frente e como escapou por pouco da situação de encarceramento em que foi mantida. A perseguição dos terroristas do EI contra os yazidi no Iraque se converteu em assassinatos em massa, raptos, tortura, violações sexuais e destruição de locais de culto nos últimos anos. A violência dos jihadistas também provoca o êxo-
do em massa de cristãos, yazidis, mandeanos e outras comunidades minoritárias. O Iraque é um dos 23 países classificados pelo Relatório de Liberdade Religiosa no Mundo da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) como locais em que a perseguição religiosa atingiu seu nível máximo. A 13ª edição do estudo analisou 196 países desde junho de 2014 e concluiu que pelo menos 38 destes revelaram provas inequívocas de violações significativas da liberdade religiosa. Nesses locais, foram relatados casos de perseguição ou discriminação cometidos tanto por grupos religiosos extremistas ou outras organizações privadas, como pelo próprio Estado. No Mianmar, por exemplo, 66 igrejas foram destruídas pelo exército local desde 2011.
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18ª PROCISSÃO À IEMANJÁ EM SANTOS - SP Tiago Cardeal, Berenice KauffmannAbud. e Walter T'ṢàngóAgandjú
No dia 18 de fevereiro de 2018, a Prefeitura Municipal de Santos realizou a 18ª edição da Procissão de Iemanjá. O evento faz parte do calendário turístico do Estado de São Paulo e do calendário oficial da Cidade. Nesse ano foi estimado a participação de 7.500pessoas entre adeptos, lideres religiosos, simpatizantes, movimentos sociais ligados as causas das religiões de matrizes africanas, racismo e liberdade religiosa, e mais de 10 embarcações seguiram no cortejo marítimo para a entrega do presente de Iemanjá. O evento teve barracas de comidas típicas, flores, artesanato e artigos religiosos. Durante o evento tivemos as apresentações do Grupo Santo D´Casa, dos CantoresVelaske Brow e Didi Gomes, e encerramos com a apresen-
tação do Afoxé Oba Alàáfin. Depois da concentração na orla, a procissão começou em frente ao Aquário e seguimos até a Ponte Edgard Perdigão, onde a imagem de Iemanjá foi embarcada na escuna e iniciamos a procissão marítima. O coordenador dessa linda homenagem a Rainha do Mar, foi a Associação Beneficente Cultural e Religiosa Casa de Culto Afro Brasileiro “Ilê Asé-
Sobo Oba Àrirá”, na pessoa doBabalorisá Marcelo de Logunédé, junto com a Comissão Organizadora de Apoio Baixada Santista e São Paulo. O evento é uma realização da Prefeitura Municipal de Santos, com parceria da Secretária de Turismo, Secretaria de Cultura, Coordenadoria da Promoção da Igualdade Racial e Etnica e o Conselho Municipal de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra de Santos.
“Iemanjá é um dos orixás mais importantes do Brasil, e por meio desta linda celebração em homenagem a ela, desejamos principalmente semear a cultura de paz entre as pessoas, o que é muito importante nos dias de hoje em que prevalece o individualismo e a intolerância”, afirmouBabalorisá Marcelo de Logunédé, responsável por coordenar a tradicional festa na cidade.
Um dos pontos importantes foi a preocupação com o meio ambiente, divulgando o uso de material bio degradável, tendo a consciência e retirando dos balaios todos os objetos que poderiam estar poluindo o mar e prejudicando os animais marinhos. Manifestações públicas culturais são uma importante arma no combate e no enfrentamento à intolerância religiosa.Asé.
SABÃO AFRICANO PALMARES S FEITO COM ERVAS E AROMAS NATURAIS... Tradição na receita, elementos de descarrego, limpeza de fluidos negativos, energizar elementos dos assentamentos e objetos sagrados, além de seu uso ser recomendado em dias de tensões, obrigações e rituais...
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Datafolha: quais presidenciáveis são os preferidos dos fiéis de cada religião?
Evangélicos querem eleger 150 deputados e 15 senadores este ano http://www.valor.com.br/politica
Lula ganha disparado entre os eleitores católicos e do conjunto das variadas denominações evangélicas no país. Bolsonaro só tem a preferência de evangélicos com Lula fora da disputa. Veja ainda quem está na frente entre espíritas, umbandistas e ateus Fonte: Gazeta do Povo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o candidato à Presidência da República preferido pelos católicos e evangélicos, segundo a última pesquisa do Datafolha, divulgada no início do mês. O ex-presidente lidera disparado nas intenções de votos do grupo de eleitores católicos pesquisados, com porcentuais que variam entre 38% e 41%, dependendo do cenário testado. Em relação aos evangélicos, Lula também é o preferido quando somados os votos dos eleitores de todas as nomeações evangélicas do país. Nesse caso, os porcentuais variam entre 32% e 36%, dependendo dos concorrentes. A pesquisa considerou as seguintes denominações evangélicas: pentecostal, tradicional e neopentecostal. Também há uma categoria de “outras evangélicas”. O Datafolha entrevistou ainda eleitores espíritas, umbandistas, ateus, agnósticos e de outras religiões. BOLSONARO É O FAVORITO ENTRE OS FIÉIS DE QUAIS RELIGIÕES? O segundo colocado geral na pesquisa, de-
putado Jair Bolsonaro (PSC), só ganha o apoio dos evangélicos com Lula fora da disputa presidencial. Nesse caso, ele tem a preferência em todos os cenários, somando todas as denominações evangélicas. Entre os católicos, porém, Bolsonaro só lidera em intenções de voto em um dos quatro cenários sem Lula. Nos demais, empata tecnicamente com Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT). QUEM SÃO OS PREFERIDOS DOS ESPÍRITAS, UMBANDISTAS E ATEUS? Ainda no cenário sem o ex-presidente, há empate técnico entre candidatos dentre os fiéis das religiões espírita, da umbanda e entre ateus. As duas únicas exceções são o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que tem a preferência da maioria dos entrevistados que se dizem espíritas em um dos cenários pesquisados, e Bolsonaro, que tem a preferência de quem segue a umbanda como religião no cenário com o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), na disputa.
Líderes de igrejas evangélicas e partidos ligados a elas estão traçando uma estratégia para ampliarem suas bancadas na Câmara e no Senado a partir de 2019. O objetivo é aumentar de 93 para cerca de 150 o número de deputados federais e quintuplicar, de três para 15, o total de senadores. A estratégia, no caso do Senado, é lançar apenas um candidato uma espécie de "distritão evangélico", com um ou poucos candidatos ligados às igrejas disputando votos em cada região - algo ainda visto como mais difícil de realizar do que na eleição ao Senado. Uma vez fortalecidos, os evangélicos pretendem puxar ainda mais uma agenda conservadora: antiaborto, contra liberação das drogas e do jogo, e em prol do que chamam de "família natural" (homem e mulher). Dessa coordenação, também pode surgir apoio a um candidato a presidente- algo mais provável em um eventual segundo turno. Na economia, a preferência dos líderes é pelo modelo que definem como liberal adotado no governo Michel Temer. Um desafio é conquistar o eleitor
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14º PROCISSÃO, HOMENAGEM E LOUVAÇÃO PARA XANGÔ EM SÃO PAULO
O evento que já faz parte do calendário da cidade e da família umbandista, será realizado pelo décimo quarto ano e é uma realização da Escola de Curimba e Arte Aldeia de Caboclos. O mesmo ocorrerá no dia 24 de junho, num domingo e terá seu início por volta das 13h. Vários
templos, grupos de curimbas já confirmaram presença, além de personalidades e ícones da cultura popular. Domingo, 24 de Junho às 13hrs. Clube Escola Mooca – Rua Taquari, 635 – Mooca, São Paulo – SP. Entrada: 1kg de alimento não perecível.
Macumbloco se consagra no carnaval do Rio Criado neste carnaval, o bloco formado por adeptos, simpatizantes de terreiros e das tradições afro, foi coroado de êxito. Márcio Barra Vento e sua orquestra de atabaques deram um brilho especial, com a participação de Julia Salles e participações especiais. Rita Bennedito e Marcelo Fritz, foram coroados os Padrinhos. Tarde alegre com a participação do povo de axé que compareceu abrilhantando a festa no Clube River no bairro da Piedade. Foram dois eventos já realizados e a coordenação que tem à frente pai Alex d’ Oxalá, programa uma feijoada para breve. Vamos Torcer!
Representantes de terreiros fazem ato contra vereadora evangélica do Recife que citou 'maldição de Iemanjá'’ Sacerdotes estiveram na Câmara dos Vereadores para entregar carta aberta contra publicação feita por Michele Collins Fonte G1 - Por Pedro Alves, G1 PE
Sacerdotes e sacerdotizas de terreiros de Pernambuco realizaram uma manifestação na Câmara dos Vereadores do Recife, contra a publicação feita pela vereadora Michele Collins (PP) em uma rede social criticando o culto ao orixá de matriz africana Iemanjá. Ao todo, segundo os organizadores, o encontro reuniu representantes de cerca de
30 terreiros do estado. Durante o encontro, foram entregues, nos gabinetes dos vereadores, cópias da carta aberta de repúdio contra a publicação, alegando crime de racismo e sentimento religioso. Chefe do Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial, da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), Mãe Elza de Iemanjá afirma que um dos objetivos do encontro é incitar debates sobre intolerância religiosa em todos os municípios do Grande Recife. Segundo ela, a publicação de Collins explicita uma questão de raça, intrínseca à religiosa.
O I Fórum do Planejamento Político Estratégico Discutiu demandas para compromisso dos candidatos que serão indicados e escolhidos numa convenção em abril. Essas demandas após concluídas serão redigidas em documento compromisso, as quais serão entregues aos candidatos que assumirão a responsabilidade com as questões discutidas.
Várias lideranças estiveram presente no fórum que teve início por volta das 12h com seu término às 12h. O encontro ocorreu na sede provisória do Movimento Intra Religioso de União Afro – Mirua. O segundo Fórum está marcado para dia 18 de março, às 9h, no mesmo local e com convenção marcada para dia 29 de abril.
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Sonhos & Simpatias Reprodução
SONHOS
http://www.significadodossonhos.inf.br
de bons presságios ou de desentendimentos na família. Portão aberto é sinal de que tomará conhecimento de boas novidades; se o portão estava fechado, receberá convite para uma excelente viagem. Se, em sonho, você viu um portão danificado, saiba que sua vida terá uma melhora significativa.
Sonhar com Prateleira Prateleiras em sonhos é aviso de que precisará adiar a realização de seus planos, tenha calma. Sonhar com Príncipe ou Princesa Sonhos em que aparecem príncipes ou princesas é presságio positivo, indica ascensão social imediata e ganhos inesperados. Sonhar com Rato Significa presságios negativos. É o símbolo das sensações de avareza, cobiça, falsidade e falta de higiene. Pode representar a doença e a decepção. Também pode ser um alerta de que você precisa ser mais precavido em relação às pessoas. Você, como a grande maioria das pessoas, provavelmente não fica nem um pouco feliz quando encontra um rato na rua. Pior ainda quando ele resolve aparecer na sua casa, né? O bicho é tão pequeno quanto malvisto, seja por uma questão de saúde ou por nojo. E, convenhamos: se
ele é capaz de assustar até elefante, um animal daquele tamanho, seu medo está perdoado. Sonhar com Pobreza É algo de que todos fogem, principalmente pensando na falta que faz ter acesso a tantas coisas que são disponíveis todas as horas e em todos os lugares. A pobreza é a falta de dinheiro e falta de dinheiro sempre traz insegurança com relação ao futuro. Sonhar com portão Significa uma nova realidade para sua vida, um novo patamar, um novo estágio. Representa as novas experiências que você irá viver em breve. Pode ser um sinal
SIMPATIAS Simpatia Para Crescer Cabelo Rápido Componentes •Uma vela cor-de-rosa; •Uma vela branca; •Chá de morango (em saquinhos ou feito mesmo com o morango); •Duas xícaras; Preparação Comece por preparar o chá de morango da forma que você gostar mais e depois sirva -o nas duas xícaras, as quais deve colocar do lado direito da vela cor-de-rosa. Acenda essa vela e depois feche os olhos enquanto inspira o cheiro do chá de morango e imagina o seu pedido a ser concretizado. Beba o chá de morango enquanto a vela estiver a arder e quando acabar o chá, apague-a também. Agora
Sonhar com unha Significa que as perspectivas podem ser positivas ou negativas, dependendo da forma como é expressada no sonho. Pode estar relacionada às dificuldades que você terá na vida profissional e afetiva ou, pelo contrário, que terá sucesso ou conquistará a pessoa desejada. Unhas muito longas em sonho é sinal de que terá dificuldades em seu relacionamento afetivo. Unhas muito curtas, é certo que receberá um belo presente. Unhas bem tratadas ou polidas, se souber controlar seu comportamento impulsivo, conseguirá conquistar a pessoa desejada; unhas encravadas ou doloridas é prenúncio de vitórias
sobre adversário; unhas mal tratadas ou sujas é presságio ruim para o amor, perigo de brigas ou mesmo de separação. Se, em sonho, você cortava unhas é anúncio de prestígio profissional; se você lixava as unhas é prenúncio de alegrias em família. Roer unhas em sonho é presságio infeliz, perigo de perda de emprego; e, quebrar unhas em sonho é aviso, prepare-se, viverá momentos de aflição, problema sério em família, tenha calma. Sonhar com Fitas Ver ou usar fitas, em sonho, é certeza de alegrias com filhos, sobrinhos ou netos. Se, em sonho, você trabalhava com fitas, é sinal de boas vibrações, aproveite para conquistar um grande amor ou confirmar o que já existe. Comprar fitas em sonho é sinal de boa saúde; e, vender fitas em sonho é sinal de sucesso profissional. Quem, em sonho, mede fitas, pode esperar melhor sorte para o futuro. Usar roupa feita de fitas, em sonho, é sinal de muitas alegrias no casamento.
https://misticaweb.com/simpatia-para-crescer-cabelo/
é só acender a outra vela e todos os dias durante um bocadinho, chegar-se junto a ela e de olhos fechados ir se imaginando com um cabelo forte e saudável.
coloque-a em volta da sua cabeça. Repita este processo mais 2 vezes, colocando-a no pendurada e esperando que chova e a simpatia estará concluída.
Simpatia Para Cabelo Deixar de Cair Componentes •Uma toalha vermelha;
Simpatia Para Parar de Fumar Rápido Fumar é um dos maiores vícios legais que existem. E não é por ser legal que faz menos mal que alguns ilegais, visto que todo e qualquer vicio lhe irá fazer mal de alguma forma e é por isso que muitas pessoas acabam por procurar uma simpatia para parar de fumar.
Preparação Depois de conseguir arrumar uma toalha vermelha, todos os dias quando tomar banho, enxague a sua cabeça com ele, e faça isto durante uma semana. Após essa semana estenda-a na rua, num lugar onde esteja exposta ao tempo e depois basta esperar que chova. Quando isso acontecer, pegue na toalha encharcada, torça-a para tirar o excesso de água e
Simpatia Para Parar de Fumar Rápido Componentes •Uma garrafa vazia; •250 ml de vinho; •Uma folha de papel; •Uma caneta;
Preparação Comece por pegar na garrafa e colocar dentro dela a primeira beata de cigarro do dia. Escreva no papel o motivo de querer parar de fumar, depois coloque-o na garrafa e despeje o vinho dentro da garrafa. Tape a garrafa e depois vá enterrá-la no seu jardim (ou o jardim público mais perto) e tenha fé de que irá funcionar. Vai começar por fazer de tudo para não acender mais nenhum cigarro nesse dia e nos próximos dias faça o mesmo, tendo sempre em mente o que você escreveu no papel. Quando conseguir parar mesmo, volte ao local onde enterrou a garrafa, desenterre -a e jogue-a no lixo.
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ANGOLA Pesquisado por Walter Nkosi
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O ESPELHO E A ALMA REFLEXÕES BANTU Na diversidade cultural bantu, existem várias crenças populares, e na região de Angola especificamente, acreditam que quando alguém morre, a alma não abandona o lugar onde o corpo é enterrado e segue, junto com o corpo até seu túmulo, onde permanece sentada sobre o caixão, de costas para o cortejo fúnebre, com as pernas esticadas e os braços repousados sobre elas, com a cabeça balançado levemente de um lado para outro, para que ela seja vista por alguém. Contudo, se faz necessário colocar-se a frente do cortejo, com um espelho onde será gravada a sua imagem, sem despertar a atenção da alma para que esta não o deslumbre de imediato. Durante algum tempo a alma permanece sentada sobre o túmulo, e depois vagarosamente adentra na terra passando a “viver” no mundo invisível. Sempre que é necessário consulta-la, os “Imbanda” especializados realizam um ritual que “levanta a alma” para que a mesma se comunique.
WALTER NKOSI
Ainda de acordo com o autor Óscar Ribas (Ilundo, 1989),, “A alma, após a morte, acompanha o corpo e com ele se fixa no seio da terra. Entretanto, dá fé do que fazemos, e quando lhe apetece vem à superfície, preferencialmente de noite, pois a luz a incomoda. E quando anda, seus pés não pisam o chão: caminham no ar, a uns cinquenta centímetros de altura, mas deixando ouvir o ruído de seus
passos arrastados. “Vive-se morrendo, e morrendo vive-se”... Nos candomblés de Tradição Angola e Kongo, incluímos alguns usos e costumes semelhantes no Brasil, a exemplo o uso e proibições por meio de reflexos. Em outrora haviam os denominados “Videntes de copo d’água”, método divinatório de origem “Tchokwe” designado (Ngombo ya Maliwa), porém, caiu em
MINISTRA CURSO DA TRADIÇÃO BANTU, RAÍZES, MITOLOGIA, IDIOMA KIMBUNDO
desuso a décadas no Brasil. Na Semana Santa era de costume cobrirem todos os espelhos das Residências, talvez um costume católico? Todavia, os noviços do candomblé de Angola, seguem certa normas, até o cumprimento do tempo de seu “Kel’ê”, num resguardo de 90 dias ou mais. Se trajam sempre de branco (cor consagrada aos antepassados), com a cabeça coberta por um torço, jamais se olham num espelho, não olharão diretamente nos olhos de seus mais velhos ou pessoas estranhas. Não andarão na rua depois das 18:00 horas, sozinhos depois de meia noite. Aprenderão uma novo jeito de se comportarem, de modo a manter as tradições e não ofender ou desrespeitar os ancestrais. O respeito aos Antepassados é de suma importância na Cultura Tradicional Africana. É impossível para o espelho da alma refletir na imaginação alguma coisa que não esteja diante dele. A velhice não está nas rugas que o espelho nos mostra, mas na alma que precisa do espelho para ser feliz.
(21) 3685-9755
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COLUNISTA CONVIDADO CARLOS CIGANO Maiores Informações: carloscigano35.net@gmail.com ou (21) 97019-8223
A SAGA CIGANA A HISTÓRIA E OS SEGREDOS DO POVO MAIS MISTERIOSO DO PLANETA Imagine um mundo em que as pessoas não tenham endereço fixo, documentos, conta em banco, carteira assinada nem história. E que a vida deles passe despercebida, como se não existisse. Que a única certeza é que nunca faltará preconceito e ignorância, medo e fascínio, injustiças e alegrias ao longo de sua interminável jornada. Bem-vindo ao mundo cigano. O universo cigano é tão antigo e extenso, tão cheio de crenças e histórias que nem mesmo seu próprio povo conhece bem o limite entre verdade e lenda. Os ciganos não deixaram nenhum registro que pudesse explicar suas origens e seus costumes. Suas tradições são transmitidas oralmente. Um grande contingente, formado, possivelmente, por uma casta de guerreiros, teria abandonado a Índia no século 11, quando o sultão persa MahmoudGhazni invadiu e dominou o norte do país. De lá, emigraram para a Pérsia, onde hoje fica o Irã. A natureza nômade
de muitos grupos ciganos. O receio é justificável: desde o século 15 os ciganos não têm um momento de folga. Até o século 19, eles foram escravizados na região onde hoje é a Romênia. Durante a 2ª Guerra Mundial, foram perseguidos pelos nazistas, sendo, de acordo com alguns historiadores, o povo mais dizimado pelo Holocausto: de 1 milhão de ciganos
que vivia na Europa, 500 mil foram assassinados por Hitler. Porque chamam os ciganos de Ladrões. Ao redor de grandes castelos viviam alguns acampamentos ciganos. As ditas donzelas de família nobre que viviam no castelo, tinham que casar virgem. Eram casamentos arranjado entre os reis para que continuassem agregando terras e poderio. Só que
as donzelas engravidavam e para ficar em segredo, enviavam-na para outros províncias dizendo que iriam estudar. Ao voltarem para seus castelos iam próximo a um acampamento cigano e largavam seus bebes para que os ciganos achassem. Os ciganos eram nômades quando chegavam em outra cidade, as pessoas viam aqueles bebes louros e de olhos azuis, logo espalhava pela cidade que os ciganos roubavam crianças. Até porque os ciganos tinham a pele bem queimada do sol. Essa história perdura até hoje. Hoje existem no Brasil cerca de 800 mil ciganos, de oito clãs diferentes, dentre os quais, o grupo Rom que representa o maior e distribuído por mais países. Entretanto, predominam os calon, culturalmente diferentes de outros grupos, em decorrência do grande contato com a cultura ibérica. Na Próxima oprtunidade Vamos falar de Ceferino Gimenez Malla Cigano beatificado por João Paulo II em dia 04 de maio de 1997
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Nota de Pesar sobre o falecimento de Pedro Miranda, dirigente da Tenda Espírita São Jorge
SARAVÁ PEDRO MIRANDA! SARAVÁ NOSSO IRMÃO DE FÉ! Foste na vida terrena, tudo o que se espera de um verdadeiro Filho de Umbanda: sereno, paciente, afável e generoso no acolhimento a todos que os necessitados, fossem eles teus filhos, irmãos ou consulentes. Foste um guerreiro incansável, buscando tornar a Umbanda cada vez mais unida e respeitada. A ti coube a honra e a responsabilidade de dirigir a Tenda Espírita São Jorge, a 6ª criada sob o comando do Caboclo das Sete Encruzilhadas para funcionar como polo irradiador de humildade, amor e caridade pela Umbanda por ele trazida à Terra, o que fizeste com absoluta maestria. Mais ainda, garantiste que a passagem dos anos não afastasse esta grande e humilde casa dos ideais presentes em seus primórdios, fazendo com que hoje, mais de oitenta anos depois, nela permaneça viva a prática da caridade como referência ímpar para aqueles que se iniciam na divina, mas por vezes espinhosa jornada da Umbanda. Muito além de tua casa, abraçou a luta da União Espiritista de Umbanda do Brasil – UEUB em prol da maior unidade nos cultos e de mais união entre as diversas casas que agrega, independentemente da forma como praticam a Umbanda. Fizeste isso quando o espaço físico da União mal passava de uma
casa que se desmanchava quase em escombros. Soubeste como ninguém reergue-la e aprumá-la, fazendo dela a pedra onde várias casas se apoiaram enquanto iniciavam a jornada na difícil missão da caridade, encontrando ali um abrigo seguro. Abrigou os que precisavam, do mesmo modo que abrigaste na Tenda Espírita São Jorge, como um verdadeiro irmão, a nossa casa – a “Piedade” – em um dos momentos mais difíceis de nossos quase 110 anos de história, em um gesto que jamais esqueceremos e pelo qual para sempre seremos gratos a ti. Deixaste uma obra memorável, digna de um filho da Casa de Ogum, da Casa de São Jorge, onde as vitórias em quantidade e impor-
tância foram, com certeza, muito maiores do que as derrotas, as quais, quando ocorreram, só serviram para te tornar mais forte, mais humilde e muito mais sábio. Tão sábio que fez dessa sabedoria motivo para gestos de aproximação, nunca razão para distanciamentos. Tua sabedoria era do tipo que acolhe, que ensina, que compartilha, que doa, que não tripudia sobre os ignorantes. Com ela trouxeste para junto de ti todos aqueles que quiseram aprender e, a estes que quiseram, compartilhou-a com a humildade que só os verdadeiros umbandistas conseguem ter. Soubeste como poucos usar o conhecimento sobre Umbanda e tua sabedoria diferenciada para agregar e reunir pessoas em torno de um sonho comum: um sonho de união. União pela fé, pela crença, pelo que nos torna semelhantes e não pelo que nos diferencia. A União, a nossa União, UEUB, hoje chora por seu presidente, por um de seus mais briosos lutadores e mais sábios professores. Chora pela saudade, pela falta da oportunidade de te ouvir, com tua voz inconfundível. Chora por tua ausência, não por tua partida, cientes que somos de que tua missão por aqui se encerrou de forma gloriosa. Cientes de que foste chamado a
cumprir missões ainda mais importantes junto a companheiros umbandistas que o antecederam nessa jornada e que hoje devem estar felizes com seu retorno para junto deles, com o retorno para tua casa como tanto gostava de dizer. Cumpriste o vaticínio que Pai Antônio a ti disseste em teu primeiro encontro com ele, falando sobre o peso do teu nome. Foste o exemplo vivo do significado do que é ser Pedro: soubeste ser a rocha sobre a qual tantos puderam se apoiar. Tenha a certeza que aqui trabalharemos para que tua vida e tua luta não tenham sido em vão. Agradeço a ti em nome da família de Zélio de Moraes pelo carinho, amizade, companheirismo, por tudo que fizeste por nossa casa e pela Umbanda. A Tenda da Piedade humildemente te agradece. Acredito que podemos dizer, em nome de todos nossos irmãos de fé: a Umbanda, inteira, te agradece! Descanse em paz meu irmão, pois tua missão foi cumprida com louvor! Que Oxalá, que Nosso Senhor do Bonfim, te abençoe e continue a iluminar os teus caminhos. Hoje e sempre! Leonardo Cunha dos Santos Presidente TENDA ESPÍRITA NOSSA SENHORA DA PIEDADE
Carnaval do Pelô fortalece tradição dos festejos de rua Carnaval do Pelô fortalece tradição dos festejos de rua Fonte: Ascom/Secult Com a animação dos adultos e crianças que acompanhavam a Fanfarra Mágica, comandada por Edd Bala. Pela primeira vez nas ruas do Pelô, o grupo tem a proposta de revelar a magia das memórias coletivas e afetivas presentes nas canções, principalmente nos clássicos. “Trazemos a linguagem lúdica. Não só a figura do palhaço, mas a linguagem da comunicação, da expressão facial, e também elementos como as cores, máscaras e figurinos que permite o diálogo com o público, que está no chão,
no mesmo nível do artista. Isso é maravilhoso”, revelou Edd. Durante cinco dias, as ruas do Pelô foram contagiadas por manifestações culturais das mais diversas. Teatro, batucada, frevo, percussão, filarmônica, escola de samba, maracatu, mascarados, literatura de cordel, poesia, um cenário marcado pela diversidade, reforçando a importância e necessidade de investimentos e manutenção da tradição momesca nas ruas, no chão. “O Carnaval do Pelô é o carnaval mais democrático que existe. Sem cordas, com os grupos que sobem e descem nas ruas do Pelourinho mostrando uma ludicidade que pouco se vê nos outros circuitos”, declarou a secretária estadual de Cultura, Arany Santana.
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OGAN RICARDO D' OGUN Campeão dos Campeões da 13 edição do Prêmio Atabaque de Ouro
Curimbas Emoções e Fé fará evento beneficente
José Carlos d’Oxóssi realiza parceria com Grupo Espiritualista Falangeiros É a primeira versão do Festival com parceria com o GEFO e o veterano Zé Carlos. O evento ocorrerá no dia 06 de maio, na União Espiritista de Umbanda do Brasil. Maiores informações os interessados poderão entrar em contato através do zap: 21- 99115-5111 ou 21- 98041-5253. A direção do templo é de Mãe Luciene Oliveira, a casa fica localizada no bairro do Méier-RJ. As cantigas são afro brasileiras, com regulamento já pronto aos interessados em participar. Os alunos do curso José Carlos d’ Oxóssi, que tem como madrinha mãe Luciene, farão uma homenagem ao saudoso Waldir d’ Oxalá. Será sucesso!!!
1º Festival de Cantigas de Exú e Pombagira O evento que acontecerá no dia 08de Abril, contará com várias atrações para ilustrar a festa como: samba de roda, dança afro, black music, pagode de mesa, feira gastronômica, participação especial da Central dos Ogãs e muito mais...O primeiro lote das mesas tem o valor de R$ 50,00(Cinquenta reais) e a realização é do Projeto Samba do Ilê. Contatos:21- 98846-7105, para inscrições de cantigas, expositores e maiores informações. O local será do Colégio Futebol Club – Coleginho de Irajá. A casa abrirá às 11h.
Dia 15 de abril, inicia uma série de eventos beneficentes à templos, que por alguma razão necessite de auxílio. Nesta primeira edição será para o C.E.U.F.E. – Centro Espírita Unidos pela Fé, que sofreu ataque de intolerância religiosa. O evento será no Grêmio Recreativo de Quintino e terá diversas atrações: Pai Jorge e Seus OgãsOdaras, Curimba Emoções e Fé, com Ricardo d’ Ogun, ganhador do título Campeão dos Campeões, do grupo SamBatuKando, dentre muitas outras. Toda verba arrecadada com as vendas das mesas e rifas, serão destinadas ao templo. O horário de início será à partir das 13h. Maiores Informações através do zap: 21-96433-6143.
TAMBORES DO PARANÁ LANÇA APLICATIVO
Ainda em fase de testes, o Grupo Tambores do Paraná, formado por curimbeiros de diversos templos do Paraná, está se empenhando em seu mais novo lançamento, um aplicativo que visa divulgar templos que adicionando o aplicativo, o internauta poderá identificar templos em sua proximidade. Casas do Paraná, São Paulo já foram cadastradas e já há pessoas testando em todo o Brasil. Vamos Torcer, pois assim teremos mais acesso a cadastro, contatos e alguns informes da casa. Parabéns!
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