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Conexões que Curam e a Força da nossa Comunidade
Seja bem-vindo à edição de abril da Viver Magazine. Este mês, nossa revista floresce com histórias de superação, aprendizado e, acima de tudo, um olhar atento ao que acontece ao nosso redor tanto dentro de nossos lares quanto nas questões que moldam o futuro da nossa comunidade.
Arte de Liderar com Amor: Carol Castro e o SetUp Canino
Nossa matéria de capa traz uma profissional extraordinária que dedicou sua vida a entender a alma dos animais. Carolina Castro, carinhosamente conhecida como PetCarol, ilustra nossa edição compartilhando sua vasta experiência de 40 anos no universo do adestramento e comportamento animal.
Campeã sul-americana de adestramento logo aos 10 anos de idade, Carol transformou décadas de prática em uma metodologia revolucionária: o SetUp Canino. Com mais de 36 mil horas dedicadas aos cães, ela nos ensina que o comportamento indesejado do pet muitas vezes é o reflexo de uma liderança humana confusa.
Nesta edição, você descobrirá como pequenos hábitos que levam apenas 5 minutos podem devolver o equilíbrio emocional ao seu cão, eliminando a ansiedade e fortalecendo o vínculo entre tutor e animal. Além de sua maestria com cães, Carol traz sua bagagem como administradora de animais e especialista em equinos, mostrando que a terapia e a conexão com os animais são caminhos poderosos para uma vida mais plena.
Um Olhar sobre a Realidade da Imigração
Não podemos fechar os olhos para o cenário desafiador que muitos de nossos leitores enfrentam fora de casa. O momento atual é de profunda preocupação para a comunidade de imigrantes indocumentados. As recentes medidas e o endurecimento das políticas imigratórias sob a administração do presidente Trump têm gerado um clima de incerteza e apreensão em muitas famílias que ajudam a construir este país diariamente.
Neste editorial, reforçamos nosso compromisso em ser uma fonte de informação e apoio. Acreditamos na resiliência da nossa gente e na importância da união em tempos de adversidade. Informar-se sobre seus direitos e manter o apoio mútuo dentro da comunidade é, agora mais do que nunca, fundamental.
Dias Melhores Virão
Apesar das nuvens cinzentas no horizonte político, que a leitura desta edição sirva como um refúgio e fonte de informação segura para a nossa comunidade. Que as lições de harmonia e liderança de Carol Castro nos inspirem a buscar equilíbrio também em nossas vidas pessoais e sociais.
Desejo a todos dias de mais tranquilidade, segurança e esperança. Boa leitura!

vivermagazine@gmail.com www.vivermagazine.com
Dilla Campos
Publicadora vivermagazine vivermagazine
EDIÇÃO E PUBLICAÇÃO: Dilla Campos
PROJETO GRÁFICO:
Daphne Gonçalves
FOTOGRAFIA: Maria Bentley
Dilla Campos
Juliana Diniz
Isaac Orcino
Alex Campos
Vinícius Marmo
COLUNISTAS:
Dilla Campos
Caue Lima
Francisca Benvenuto
Tracie Kincle (Advogada)
Fernanda Hottle (Advogada) Bruno Pecly
Laine Furtado
Gleyber Rodrigues
JJ Andrade
REVISÃO: Eliania Bento




CAPA
SETUP CANINO - O QUE NÃO TE CONTARAM SOBRE CÃES
MENTALIDADE
LIBERDADE É DIZER NÃO 10
O SONHO AMERICANO AINDA EXISTE?
MATÉRIA ESPECIAL
DÍZIMO, VAMOS REFLETIR: VOCÊ É “RELIGIOSO” OU É “CRISTÃO”?
EMPREENDEDORISMO PROFISSÕES
O IMPACTO DECISIVO DO SONO NO SUCESSO DO SEU NEGÓCIO
DESTAQUE AGENDA 14 40 22 46
ABO - A ODONTOLOGIA BRASILEIRA GANHA DESTAQUE NOS EUA
BPA - A EVOLUÇÃO DO NETWORKING PROFISSIONAL PARA BRASILEIROS NO EXTERIOR
EVENTOS E CINEMA: TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO EM ATLANTA NO MÊS.

O que não te contaram sobre os cães
Aconteceu novamente. Precisei sair para trabalhar e Bailey, meu labrador, ficou sozinho em casa por meio período do dia. Resultado: destruiu a casa, roeu tudo o que não podia e, para completar, urinou no pé do sofá que acabei de trocar depois de tantas horas de trabalho.
E o pior: Bailey sabia o que estava fazendo! Porque, quando entrei em casa, ele me viu e imediatamente abaixou as orelhas, encolheu a cauda peluda e foi saindo de lado, quase se escondendo. Ele sabe que fez tudo errado e agora se faz de coitado. Bailey é muito inteligente, mas extremamente teimoso. Não quer aprender, mesmo depois de tantas broncas.
Se você ainda não contou uma história como essa, certamente já ouviu alguém relatar algo muito parecido. Sempre com a mesma conclusão: o cachorro sabia exatamente o que estava acontecendo e sabia que havia errado.
MAS ISSO É UM MITO.
A questão nunca foi o erro do cão.
O cão apenas segue as orientações que recebe — e isso vai direto ao ponto.
O problema é que, muitas vezes, o tutor orienta de forma errada. Mesmo aquela pessoa que apenas “cuida” do próprio cão, sem intenção alguma de comandar, ao não oferecer uma orientação correta — ainda que simples — acaba sendo seguida pelo cão, que passa a
refletir todos esses erros.
O resultado da falta de orientação, ou de uma orientação falha, é que o cão, desesperadamente, tenta assumir o papel de líder da casa. Isso gera comportamentos como:
• Não comer ou se recusar a se alimentar quando está sozinho
• Fazer as necessidades fisiológicas (xixi e cocô) em locais indesejados
• Criar situações de ciúmes e até atacar adultos e crianças

Toda essa lista — e muitos outros problemas comportamentais — é gerada pelo conflito da falta de domínio do ser humano.
Por isso, ao longo dos meus 40 anos de experiência, desenvolvi uma metodologia exclusiva: o SetUp Canino, que vem ao encontro da necessidade de auxiliar pessoas de qualquer idade que desejam ter um relacionamento equilibrado e saudável com seus cães.
Os cães não devem comandar nossas vidas. Para que estejam emocionalmente bem, precisa ser exatamente o contrário. Eles devem entrar

• Destruir a casa, roendo tudo o que encontra — inclusive paredes
• Puxar a coleira nos passeios como se não houvesse amanhã
• Latir excessivamente quando o interfone toca
Lamber-se de forma compulsiva, chegando a se ferir
na nossa rotina e seguir nossas regras como orientações — mesmo que simples — como, por exemplo:
• Alimentar-se depois dos donos. Ou seja: você faz sua refeição primeiro e, somente depois, oferece a refeição ao cão.
• Colocar o cão para “trabalhar”, para que ele se sinta confiante — trabalhar significa obedecer comandos como senta, deita, junto, entre outros.
• Parar de dizer “Oi” ao chegar em casa ou “Tchau” ao sair. Esse hábito gera ansiedade extrema no cão.
Entre outros cuidados que também precisam ser aplicados, o mais importante é entender que pode em apenas 05 minutos ter a possibilidade de mudar completamente o comportamento de um cão.
Estes pequenos hábitos que você pode inserir

no dia a dia, inicia um processo de melhoria na liderança para o cão te obedecer com mais facilidade.
E o melhor que o cão pode ainda ter uma qualidade de vida com mais longevidade, pois a ansiedade também é o mau do século até para nosso pet.
O SetUp Canino é a metologia que unifica o entendimento em que uma pessoa aprende o que precisa para ter um cão obediente e equilibrado emocionalmente.
QUEM É PETCAROL?
Sou Carolina Castro e há 40 anos eu lido com o adestramento e comportamento canino.
Eu sou tão precoce que aos 10 anos de idade eu fui campeã sulamericana de adestramento, e de lá pra cá foram mais de 36 mil horas dedicadas aos cães, o que me proporcionou desenvolver uma metodologia que devolve a autoridade imediata à pessoa sobre o seu pet canino em apenas 5 minutos, sem que eu precise tocar no cão.
ESSA É A METODOLOGIA CHAMADA SETUP CANINO.
Instagram: @petcarol.oficial
Youtube: @PetCarol
PetCarol – SetUpCanino
Atendimento On-line +55 62 99249-5518




Empresa registrada e especializada no atendimento á comunidade Brasileira
Seguro completo incluso
Atendimento em Português
Sem limite de milhagem




Quando aprender a recusar se torna o primeiro passo para viver com dignidade e conduzir a própria história.
Março costuma ser um mês curioso. O entusiasmo do início do ano começa a encontrar a realidade. As metas que pareciam simples em janeiro passam a exigir escolhas, compromissos aparecem, convites surgem, demandas se acumulam e, quase sem perceber, começamos a viver uma rotina em que dizer “sim” parece mais fácil do que parar para pensar. O “sim” resolve o momento. Ele evita constrangimento, evita tensão, evita conflito. Mas a experiência ensina uma verdade que poucos gostam de admitir: todo “sim” que nasce contra a própria vontade cobra seu preço mais tarde.
O alívio é imediato. O custo é futuro.
A vida adulta é, em grande parte, a arte de administrar pequenas decisões que, silenciosamente, moldam o nosso destino. Muitas dessas decisões passam por algo simples na aparência, mas profundo nas consequências: saber quando recusar. Quando eu era mais jovem, liberdade significava outra coisa para mim. Era poder sair sem supervisão, sentir que ninguém estava olhando, experimentar o mundo sem limites aparentes. Naquele curto espaço de tempo, eu podia fazer o que quisesse — e, como



acontece com quase todo jovem, muitas vezes escolhi exatamente aquilo que não deveria. Com o tempo, percebi que liberdade não era apenas fazer o que se quer. Liberdade era ter um espaço próprio, privacidade, independência, escolher caminhos sem depender da permissão de alguém.
Foi nesse espírito que, ainda muito novo, fui morar com meu irmão na Baixada Santista. A vida ganhou intensidade. Festas, baladas, experiências que pareciam grandes aventuras na época. Olhando para trás, vejo também quantas pessoas se perderam naquele caminho — inclusive eu em alguns momentos. Encontrar o equilíbrio entre liberdade e desordem foi uma tarefa longa. Mas foi justamente nessa jornada que uma verdade começou a se formar dentro de mim. Uma verdade simples, porém difícil de viver: liberdade também exige recusa. A coragem de dizer não.
O problema raramente está em viver sob a vontade dos outros. O problema começa quando alguém passa a fazer coisas que não gostaria de fazer — por obrigação, necessidade, medo de desagradar ou simples dificuldade de criar limites. Quem vive assim começa a mastigar a própria dignidade em silêncio. Fazer o que não se quer tem um gosto estranho. É como mastigar areia do mar. Você engole seco e segue em frente como se estivesse tudo bem. Mas não está.
Dizer “sim” quando o coração queria dizer “não” resolve o desconforto imediato. O ambiente fica leve por alguns minutos, a conversa termina bem, ninguém se incomoda. O problema aparece depois. Ele aparece quando chega a hora de cumprir aquilo que você aceitou contra sua própria vontade, quando o compromisso pesa, quando a obrigação se torna um incômodo constante. O conflito que você evitou no presente volta ampliado no futuro.
Com o passar dos anos fui entendendo que a liberdade não começa quando escolhemos o que queremos fazer. Ela começa quando aprendemos a recusar aquilo que diminui nossa dignidade. Dizer não reorganiza a vida. Reorganiza o tempo, reorganiza os relacionamentos, reorganiza as
prioridades. Quem nunca aprende a recusar vive reagindo às expectativas dos outros. Quem aprende a estabelecer limites começa a conduzir a própria história.
A história humana sempre foi marcada pela disputa por espaço. No início, o ser humano dominava a natureza. Depois passou a disputar território entre si. Nas relações, esse território é invisível. Ele é feito de respeito, de limites e de posicionamento. Quem nunca estabelece limites acaba cedendo espaço demais. Mas quando alguém começa a dizer não com consciência, algo muda. As pessoas percebem. O ambiente se ajusta. s relações passam a ter contornos mais claros. O respeito nasce dessa clareza.
Só quem sabe recusar o que diminui sua dignidade experimenta a liberdade real. Liberdade essa que se torna estrutura, que traz autonomia com responsabilidade e que atribui domínio próprio sobre a própria decisão. Com o tempo, essa postura cria algo que não se vê, mas se sente: limites invisíveis. As pessoas passam a perceber até onde podem ir. A maneira como falam muda. A maneira como pedem algo muda. O espaço passa a existir.
A vida fica mais leve não porque os conflitos desaparecem, mas porque as decisões passam a caminhar alinhadas com aquilo que você acredita. No fundo, a coragem de dizer não preserva algo que nenhum ser humano deveria negociar: sua própria dignidade.
Como diz a música do O Rappa:
“Paz sem voz não é paz. É medo.”
DIGA NÃO COM TRANQUILIDADE!

@CaueLimax1
Empresários Ilimitados
E-mail: fatosdeumaotica@gmail.com
Contato: (678) 599-2799
Palestras · Reuniões · Encontros



No mundo corporativo, existe uma medalha de honra invisível que muitos empreendedores insistem em carregar no peito. Você já ouviu a frase, ou talvez até já a tenha dito: “Eu funciono bem com apenas quatro horas de sono”, ou o clássico “Vou dormir quando morrer”.
Em março, mês em que celebramos o Dia Mundial do Sono, é hora de encarar uma verdade desconfortável: essa mentalidade não é sinal de força. É um erro de gestão grave. Negligenciar o sono é como deixar a porta do cofre da sua empresa aberta durante a noite. Você acha que está ganhando tempo, mas, na verdade, está sendo roubado silenciosamente.
O ladrão não leva o dinheiro do caixa, mas leva algo mais valioso: sua inteligência cognitiva, sua estabilidade emocional e sua capacidade de visão estratégica.
Vamos falar de números, já que é a linguagem que o mercado entende. Estudos de neurociência mostram que, após 17 a 19 horas acordado, o desempenho cognitivo de um indivíduo se equivale ao de alguém com 0,05% de álcool no sangue.
Passou de 24 horas? É o equivalente a 0,10%, legalmente embriagado em muitos países.
Você jamais entraria em uma reunião de negociação importante depois de tomar três doses de uísque. No entanto, muitos líderes entram nessas mesmas reuniões com privação crônica de sono, acreditando estarem “apenas cansados”.
A realidade biológica é que a falta de sono destrói o córtex pré-frontal, a área do cérebro responsável pelo julgamento, resolução de problemas complexos e controle de impulsos. Sem o descanso adequado, você não é um líder focado; você é um reator impulsivo. Suas decisões se tornam mais conservadoras, menos criativas e mais propensas ao erro.
Muitos empreendedores veem o sono como um “tempo morto”, um período em que não estão produzindo. Precisamos mudar essa definição. O sono não é uma pausa passiva; é um estado
fisiológico altamente ativo e essencial para a manutenção do seu “hardware”.
Durante o sono profundo, ocorre um processo fascinante descoberto recentemente, chamado de sistema glinfático. Imagine uma equipe de limpeza de elite que entra no seu escritório (cérebro) assim que as luzes se apagam. A função deles é varrer as toxinas metabólicas acumuladas durante o dia, incluindo a proteína beta-amiloide (fortemente ligada ao Alzheimer).
Se você dorme apenas 5 ou 6 horas, essa equipe de limpeza é mandada embora antes de terminar o serviço. O resultado? Você acorda com “lixo mental”. Sabe aquele brain fog (nevoeiro mental), a dificuldade de lembrar nomes ou a lentidão para processar um e-mail simples na manhã seguinte? É o seu cérebro tentando operar em um ambiente sujo.
No mundo dos negócios, o que sustenta o crescimento não é apenas o quanto você trabalha, mas a qualidade das decisões que você toma e isso começa na forma como você descansa.
O impacto não é apenas na lógica; é no emocional. O sono é o principal regulador do nosso humor. Quando estamos privados de sono, a comunicação entre a amígdala (nosso centro de alerta e medo) e o córtex pré-frontal (nosso “freio” racional) fica comprometida.
Em termos práticos de escritório: o comentário inofensivo de um colaborador soa como uma ofensa pessoal. Um pequeno atraso de um fornecedor gera uma explosão de raiva desproporcional. A paciência para treinar ou ouvir a equipe desaparece.
Um líder cansado cria uma cultura empresarial tóxica. Se você sente que sua equipe está sempre
pisando em ovos ao seu redor, ou se você se sente constantemente irritado com “pequenas coisas”, antes de culpar o time, olhe para o seu travesseiro. A raiz do problema pode estar na sua noite anterior.
Se você trata seu negócio com profissionalismo, precisa tratar seu sono com a mesma seriedade. Não se trata apenas de “tentar dormir mais”, mas de otimizar a qualidade do repouso. Aqui estão estratégias de gestão do sono para aplicar hoje:
1. Cafeína tem Meia-Vida: A cafeína é uma ferramenta incrível, mas tem um “prazo de validade” no sangue de cerca de 5 a 7 horas (meia-

vida). Isso significa que, se você toma um café às 16h, metade dele ainda está ativo no seu sistema às 22h, impedindo que você entre em sono profundo. Estabeleça um “toque de recolher” para o café: nada após as 14h.
2. O Ritual de Desligamento: Um motor de Fórmula 1 não vai de 300km/h a zero instantaneamente. Seu cérebro também não. Você não pode fechar a planilha de fluxo de caixa às 23h59 e esperar dormir às 00h00. Crie uma “zona de desaceleração” de 45 minutos antes de dormir. Sem e-mails, sem notícias, sem telas. Leia ficção, tome um banho quente, ouça música. Sinalize ao corpo que o expediente acabou.
3. Gestão de Luz e Temperatura: Nosso corpo é regido pela luz. Pela manhã, exponha-se à luz solar o mais rápido possível para “ligar” o sistema. À noite, o quarto deve ser uma caverna: escuro, silencioso e, preferencialmente, frio (entre 18°C e 22°C é o ideal para o corpo entrar em repouso).
4. A Regra da Consistência: O corpo humano ama rotina. Ir para a cama e acordar no mesmo horário (inclusive nos fins de semana) regula seu ciclo circadiano, facilitando o adormecer e
aumentando a energia ao acordar.
Estamos em março. A empolgação do Ano Novo já passou e agora é a disciplina que dita o jogo. Se você quer ter um ano extraordinário, pare de ver o sono como um obstáculo ao seu sucesso.
Dormir bem é a estratégia de biohacking mais eficiente, barata e poderosa que existe. Aumenta a testosterona, regula a insulina, melhora a memória e blinda sua inteligência emocional.
Nenhum suplemento, aplicativo ou coach de produtividade vai entregar o ROI (Retorno Sobre o Investimento) que 8 horas de sono de qualidade entregam.
Hoje à noite, feche o notebook mais cedo. O e-mail pode esperar. O mercado estará lá amanhã. Mas para liderá-lo com maestria, você precisa estar, de fato, acordado.






Eu imigrei para os Estados Unidos em 2022, aos 45 anos, cheio de sonhos e disposição para trabalhar duro.
E aqui realmente existe oportunidade. Mas existe também uma armadilha silenciosa que prende muitos brasileiros: achar que abrir uma LLC significa ser empreendedor de fato — e não é.
O “Eu-Presa”
Existe um fenômeno muito comum entre brasileiros aqui: a “eu-presa”. É quando a pessoa abre uma empresa, mas continua sendo tudo dentro dela:
Ela é o Técnico, o Vendedor, o Financeiro, o Marketing e o Contador!
Ela não tem empresa, tem um emprego onde ela é o próprio chefe. E o problema não é começar assim, o problema é permanecer assim achando que isso é empreendedorismo.
O Jogo Americano é Outro
Aqui, sistema ganha de talento, processo ganha de improviso, e os números mostram isso:
Nos Estados Unidos existem mais de 33 milhões

de pequenas empresas, representando 99,9% de todas as empresas do país. Pequenos negócios são o coração da economia americana.
Mas os dados também revelam algo importante:
Cerca de 20% das empresas fecham no primeiro ano;
Quase 50% não sobrevivem aos primeiros cinco anos.
E depois de dez anos, apenas cerca de um terço ainda permanece ativa.
Isso mostra que sobreviver no mercado americano exige mais do que força de vontade. Exige estrutura.
Quando comecei a Leader Home Solutions, precisei entender como o americano decide, compara e compra. Não bastava saber fazer elétrica. Eu precisava desenvolver metodologia, foi nesse momento que eu entendi algo que mudou minha trajetória: ninguém cresce sozinho.
Eu tive o privilégio de ser mentorado pelo Pastor Saulo Santos, um homem com visão, experiência e
muitos anos de vivência aqui nos Estados Unidos.
Ele me ajudou a enxergar que eu não poderia continuar sendo apenas o técnico dentro da minha própria empresa.
Ele me ensinou a pensar como construtor de negócios, não apenas como executor de serviços. Essa mentoria foi fundamental para a virada de chave.
Passei a organizar processos, estruturar atendimento, padronizar orçamentos, pensar posicionamento, construir marca, criar visão de longo prazo.
Hoje, a Leader Home Solutions atende elétrica residencial, comercial, construções novas e reformas. Trabalhando diretamente com clientes americanos, não apenas como subcontratado.
Isso só aconteceu quando deixei de agir como autônomo e comecei a agir como empresário.
Estrutura Também na L&V Rental
O mesmo aconteceu com a L&V Rental, percebi que a comunidade brasileira e hispânica precisava de aluguel de carros com menos burocracia. Mas não bastava alugar carros, era preciso estruturar sistema.
Contrato organizado, processo claro, políticas definidas, fluxo financeiro controlado, padronização de manutenção.
Hoje a empresa funciona com procedimentos, não depende apenas da minha memória ou da minha presença física.
Isso é empresa.
Trabalhar Muito Não é Estratégia
Brasileiro trabalha muito. Isso é uma qualidade, mas trabalhar muitas horas não substitui planejamento estratégico.
Muitos imigrantes vivem nesse ciclo:
Trabalha → paga contas → trabalha mais → cansa → repete.
Sem metas claras, sem crescimento estruturado,
sem entendimento profundo do mercado.
E quando o dono precisa parar, a empresa para junto?
Provavelmente sim, porque ela nunca foi construída para funcionar sem ele!
Mentalidade de Construção
Empreender nos Estados Unidos exige mentalidade de construção.
Não é apenas executar serviço, é criar estrutura;
Não é apenas vender, é posicionar marca;
Não é apenas abrir uma LLC, é entender o sistema.
Aqui, quem entende o jogo cresce, quem não entende, sobrevive. E sobreviver não é o sonho que nos trouxe até aqui.
Uma Pergunta Para Você
Você tem uma empresa, ou você criou um emprego para você mesmo?
Essa pergunta pode incomodar, mas ela pode transformar o modo como você olha para o seu negócio.
Na próxima edição, vou compartilhar um passo a passo prático para quem quer sair do modelo “eu-presa”, e começar a construir uma empresa de verdade nos Estados Unidos.
Porque oportunidades existem.
Mas crescimento sustentável exige orientação (mentoria), planejamento, visão, método e disciplina.
Até a próxima!


Por: Valterson Castro
A força da ABO US e a nova fase editorial da ABO-US Magazine sob a liderança de Dilla Campos

Nos últimos anos, um fenômeno silencioso vem transformando o cenário da odontologia internacional: a presença crescente de dentistas brasileiros nos Estados Unidos. Profissionais formados em algumas das mais respeitadas universidades do Brasil atravessam fronteiras em busca de novos desafios profissionais, levando consigo excelência técnica, experiência clínica e uma cultura científica altamente valorizada. Esse movimento representa muito mais do que uma mudança geográfica. Ele simboliza o reconhecimento global da qualidade da odontologia brasileira, considerada hoje uma das mais respeitadas do mundo em áreas como

estética, implantodontia, ortodontia e odontologia digital. Nos Estados Unidos, porém, essa transição exige planejamento. O sistema de licenciamento profissional, as exigências regulatórias e a adaptação ao mercado local tornam-se etapas fundamentais para quem deseja construir uma carreira sólida. Foi nesse contexto que nasceu a ABO US — Associação Brasileira de Odontologia nos Estados Unidos — uma organização criada com o objetivo de conectar profissionais brasileiros, promover educação continuada e fortalecer a presença da odontologia brasileira em território americano.
A odontologia brasileira possui uma das maiores comunidades profissionais do mundo e uma forte produção científica. Essa base sólida permitiu que dentistas brasileiros conquistassem espaço em diversos países. Nos Estados Unidos, entretanto, o processo de adaptação profissional envolve desafios importantes. A validação de diplomas, a compreensão do sistema de saúde e a construção de redes de relacionamento são fatores essenciais para o sucesso.
Nesse cenário, a ABO US atua como uma plataforma de integração entre profissionais. A instituição promove eventos científicos, encontros profissionais e iniciativas de networking que aproximam dentistas brasileiros que vivem ou desejam atuar nos Estados Unidos. Ao incentivar o intercâmbio científico e a troca de experiências entre especialistas, a organização contribui para fortalecer a presença da odontologia brasileira no cenário global.


“A odontologia brasileira conquistou respeito global. A missão da ABO US é garantir que essa excelência também seja reconhecida dentro dos Estados Unidos.”
A presença de dentistas brasileiros nos Estados Unidos nunca foi tão expressiva. Em diferentes estados, de Florida à Geórgia, profissionais formados no Brasil estão construindo carreiras sólidas, contribuindo para a evolução da odontologia e levando ao mercado americano um modelo de prática clínica reconhecido internacionalmente pela excelência técnica e científica.
Ao mesmo tempo, esse movimento também traz desafios importantes.
Revalidação de diploma, adaptação ao sistema de saúde americano, networking profissional e acesso a atualização científica internacional fazem parte do caminho de quem decide exercer a odontologia fora do país.
É nesse contexto que surge uma instituição que vem ganhando
A ABO US é a representação da Associação Brasileira de Odontologia nos Estados Unidos.
Sua missão é:
• Conectar dentistas brasileiros que vivem no país;
• Promover educação continuada;
• Estimular networking profissional;
• Incentivar intercâmbio científico internacional;

protagonismo dentro da comunidade odontológica brasileira nos Estados Unidos: a ABO-US – Associação Brasileira de Odontologia nos Estados Unidos.
Criada para representar e conectar dentistas brasileiros em território americano, a entidade atua como uma ponte entre dois dos mais importantes ecossistemas odontológicos do mundo: o brasileiro e o norte-americano.
Mais do que uma associação, a ABO-US nasce com uma missão clara: fortalecer a presença da odontologia brasileira no cenário internacional, promovendo ciência, networking e desenvolvimento profissional.
E agora, a instituição inicia um novo capítulo em sua trajetória com o fortalecimento de sua comunicação editorial por meio da ABO-US Magazine, que passa a contar com Dilla Campos como Editora-Chefe.

“Quando dentistas se conectam globalmente, o conhecimento cresce e toda a odontologia evolui.”

Entre as iniciativas mais relevantes promovidas pela organização está o Academy Dental Summit, um encontro internacional que reúne especialistas da odontologia brasileira e americana. O evento tornou-se um espaço de atualização científica, networking e reconhecimento profissional, reunindo especialistas que discutem os avanços mais importantes da odontologia contemporânea.
A programação inclui palestras, apresentações científicas e momentos de integração entre profissionais que compartilham experiências sobre inovação tecnológica, odontologia digital e gestão de clínicas nos Estados Unidos. Paralelamente aos eventos científicos, a ABO US também investe em comunicação e produção de conteúdo editorial por meio da ABO US Magazine.
A publicação se consolidou como uma plataforma de divulgação científica e institucional, conectando dentistas brasileiros que atuam dentro e fora do país.

Agora, a revista inicia uma nova fase editorial com a chegada de Dilla Campos como EditoraChefe da ABO US Magazine, ampliando o alcance da publicação e fortalecendo ainda mais sua presença entre os profissionais da odontologia internacional.
devem conhecer a ABO US?
Para profissionais que vivem nos Estados Unidos especialmente em cidades com forte presença brasileira como Atlanta, a instituição oferece:
• networking internacional
• atualização científica
• oportunidades acadêmicas
• visibilidade profissional
Mais do que uma associação, a ABO-US representa um movimento que fortalece a odontologia brasileira no cenário global.




O SONHO AMERICANO AINDA EXISTE?

Durante décadas, a expressão “sonho americano” representou uma promessa poderosa: a ideia de que qualquer pessoa, independentemente de origem ou condição social, poderia construir uma vida melhor por meio do trabalho, da disciplina e da persistência. Para milhões de imigrantes ao redor do mundo, os Estados Unidos sempre simbolizaram oportunidade.
Mas em um mundo cada vez mais complexo — com aumento do custo de vida, mudanças econômicase novas exigências profissionais — surge uma pergunta que muitos brasileiros fazem ao considerar viver no exterior: o sonho americano ainda existe?
A resposta não é simples. Para alguns, o sonho mudou de forma. Para outros, ele continua muito vivo. O que parece claro é que a experiência de quem constrói uma vida nos Estados Unidos exige hoje mais planejamento, mais resiliência e, principalmente, uma visão realista do que significa recomeçar.
Cidades como Atlanta, por exemplo, têm se tornado um dos destinos preferidos de brasileiros que buscam novas oportunidades. A combinação entre crescimento econômico, custo de vida mais equilibrado e expansão da comunidade brasileira tem transformado a cidade em um importante ponto de encontro para quem decide recomeçar no país.
A maioria dos brasileiros que chega aos Estados Unidos traz consigo sonhos grandes, mas também enfrenta desafios imediatos. A adaptação cultural, o idioma, as diferenças no mercado de trabalho e até tarefas simples do cotidiano podem se tornar obstáculos nos primeiros meses.
Para muitos, o primeiro emprego não tem relação direta com a profissão exercida no Brasil. Engenheiros, dentistas, advogados e profissionais de diversas áreas frequentemente precisam começar em funções completamente diferentes enquanto constroem uma nova trajetória.
Essa fase inicial costuma ser marcada por muito trabalho. Jornadas longas, adaptação financeira e o esforço para se estabelecer em um país com regras e sistemas diferentes fazem parte da experiência de grande parte dos imigrantes.
No entanto, para muitos brasileiros, esse período também representa uma oportunidade de crescimento.
Um dos fatores que mais contribuem para o sucesso de brasileiros nos Estados Unidos é o apoio da própria comunidade.
Ao longo dos anos, cidades como Atlanta viram crescer redes informais de apoio entre brasileiros. Restaurantes, igrejas, grupos empresariais e eventos culturais criam espaços onde imigrantes podem trocar experiências, compartilhar oportunidades e ajudar uns aos outros.
Essa rede de conexões frequentemente funciona como um primeiro ponto de apoio para quem chega ao país. Muitas pessoas encontram seus primeiros empregos por meio de indicações da própria comunidade, enquanto outros descobrem oportunidades de negócios que não imaginavam antes.
Esse ambiente de cooperação tem sido um dos motores que impulsionam o crescimento da presença brasileira em diversas áreas da economia local.
“Para aqueles que estão dispostos a trabalhar e aprender os Estados Unidos ainda representa um lugar onde histórias podem recomeçar”


Para muitos brasileiros que vivem nos Estados Unidos, o sonho americano hoje não está necessariamente ligado à riqueza rápida ou ao sucesso imediato.
Em vez disso, ele passa a significar estabilidade, segurança e qualidade de vida.
Poder trabalhar com dignidade, oferecer boas oportunidades de educação para os filhos e viver em um ambiente mais seguro são fatores que frequentemente aparecem nas histórias de brasileiros que decidiram construir uma vida no país.
Esse tipo de conquista pode não acontecer da noite para o dia. Na verdade, para a maioria das pessoas, ela é resultado de anos de trabalho, planejamento e adaptação.
Entre os brasileiros que vivem nos Estados Unidos, empreendedorismo aparece frequentemente como um caminho natural.
Ao perceber oportunidades no mercado local, muitos imigrantes acabam criando seus próprios negócios. Restaurantes, empresas de construção, serviços de limpeza, estética, tecnologia e consultorias são alguns dos setores onde brasileiros têm se destacado.
Esse movimento acontece por vários motivos. Alguns encontram dificuldades para validar diplomas ou exercer suas profissões originais. Outros simplesmente percebem que abrir um negócio pode oferecer maior autonomia e potencial de crescimento financeiro.
Atlanta, em especial, tem sido considerada uma cidade favorável para o empreendedorismo, devido ao crescimento econômico da região e ao ambiente empresarial diversificado.
