Vivências Boletim do AE de Valongo Número 43
Julho 2026
Nesta edição:
Editorial Hoje, dia 29 de julho, realizou-se a cerimónia de entrega de prémios dos concursos Literário e de Leitura Expressiva, deste ano letivo. Numa sessão intimista, que reuniu alunos/as, família e pessoal docente e não docente, a protagonista foi a palavra, lida, escrita e cantada. Foram momentos únicos! Quanta qualidade literária, quanta criatividade e imaginação, quanta sensibilidade, quanta consciência cívica, ... quanto saber construído! Foi, sem dúvida, uma forma linda de encerrar o ano letivo 2025/2026. Foi um ano em que cada um e cada uma se desafiou! Cada um e cada uma foi protagonista das suas aprendizagens significativas, ricas e diversificadas, desenvolveu competências e cresceu, como pessoa e como aluno/a! Na sala de aula ou em qualquer outro ambiente de aprendizagem, todas as atividades tiveram intencionalidade pedagógica. Um Plano de Atividades, ambicioso, alargou as experiências educativas de crianças, jovens e adultos. Em todas as escolas do Agrupamento de Escolas de Valongo, em cada dia, se trabalhou com responsabilidade e compromisso, valorizando o respeito e a inclusão, e definiram-se caminhos de sucesso. Com uma visão clara e positiva, com um propósito comum, todos e todas, demos forma ao Projeto Educativo. Com alegria, orientamos o voo, demos asas ao sonho... Paula Sinde, Diretora
• Concurso literário “Escrever é Viver” • Projeto “Crescer com Histórias” • Alunos do 8.º B exploram a serra entre ciência, cidadania e arte • Mobilidade Erasmus a Santa Cesarea de Terme (Itália) • Alunos do 2.º TI unem Poesia, Matemática e Sustentabilidade na Escadaria da Cucamacuca • Alunos do 10.º ano descobrem Londres em visita de estudo • Dia da Mãe celebrado com carinho na EB n.º 1 de Campelo • Crianças da EPE da EB nº1 de Campelo na Quinta da Eira • Academia digital para Pais na ESV • Assembleia Municipal de Jovens de Valongo • Alunos do 2.º TI participam no ToPAS 2026 • Comemoração do Dia da Europa • Travessia(S): muitas vozes, um mesmo direito… • Comunidade educativa refletiu sobre a obesidade • Almoço Pedagógico para autarcas do Distrito do Porto • V Concurso de Cocktails do AEV • X Conferência Internacional de Aprendizagem Móvel • Passeio de final de ano do AEV • Centro Hípico de Valongo leva a Quintinha e a Equitação à EB n.º 1 de Campelo • Crianças do Pré-escolar viajam no “Comboio das Emoções” na EB n.º 1 de Campelo • A árvore e o menino • É mais estranho não conhecer Cristiano Ronaldo ou não conhecer Saramago • Ler Saramago na escola: Entre a dificuldade e a aprendizagem • Alunos cultivam ciência e sustentabilidade através da hidroponia em sala de aula • Eu fui aluno do ensino profissional na ESV
Concurso literário “Escrever é Viver” No dia 17 de abril, três alunos do 9.º C_S participaram na sessão de entrega de prémios do Concurso Literário Escrever é Viver, 2026, subordinado ao tema: "Cidadania". Foi, para eles, uma experiência muito enriquecedora. Fica o registo do momento através das palavras dos participantes. “A minha participação no concurso “Escrever é Viver”, no Instituto Multimédia, foi uma experiência bastante enriquecedora e marcante. O espaço, com um estilo mais clássico e um certo toque antigo, típico de alguns edifícios do Porto, proporcionou um ambiente acolhedor e inspirador. Confesso que não esperava receber a menção honrosa, o que tornou esse momento ainda mais especial e gratificante. Destaco também a qualidade dos discursos do júri, que demonstraram sensibilidade e uma grande valorização da escrita. No geral, foi uma experiência muito positiva, tanto pelo reconhecimento como pelo ambiente vivido, deixandome ainda mais motivado para continuar a desenvolver a minha escrita.” João Leal “A participação no concurso do Instituto Multimédia sobre o tema "Cidadania" foi uma experiência diferente e única, incentivou-me mais a continuar a escrever . Tivemos a oportunidade de representar a nossa escola, após termos sido selecionados com o nosso trabalho escrito, o que já foi, por si só, bastante gratificante. Ao longo da atividade, tivemos também a oportunidade de assistir à apresentação de outros trabalhos e de refletir sobre diferentes perspetivas relacionadas com a cidadania.” Lara Costa “Foi uma honra incrível participar no concurso nacional Escrever é Viver e representar a minha escola. Gostei muito de toda a experiência e de poder partilhar a minha paixão pela escrita com tantos outros jovens talentos. Receber uma menção honrosa deixa-me muito feliz e motivado para continuar a dar vida às minhas ideias através das palavras!”
Martim Leal Professora Ana Alves
Projeto “Crescer com Histórias” No âmbito do Projeto Crescer culinária e fichas de apoio dife- a expressão e o gosto pela leitucom Histórias, as escolas EB n.º 1 renciadas, os alunos aprenderam ra. de Campelo, EB de Fijós e EB da de forma divertida e participati- Na EB da Balsa, todas as quartas Balsa têm viveram momentos mui- va. -feiras foram dias especiais, marto especiais, repletos de imagina- Na EB n.º 1 de Campelo, os fina- cados pela articulação entre o ção, criatividade, partilha e ale- listas do Pré-Escolar e os alunos Pré-Escolar e o 1.º Ciclo, proporgria. do 1.º ano viveram uma experi- cionando experiências enriqueceAo longo das várias sessões dina- ência muito significativa ao plan- doras onde aprender também é mizadas pela Educadora Márcia tarem os seus próprios feijões, sinónimo de brincar, sonhar e Castro, as crianças do Pré-Escolar depois de mergulharem na macrescer. e do 1.º Ciclo embarcaram em gia da história “João e o Pé de Entre histórias, aprendizagens, viagens encantadoras através de Feijão”. gargalhadas e muitos sorrisos, o histórias como “João e o Pé de Já na EB de Fijós, os alunos do Projeto Crescer com Histórias Feijão”, “O Dragão das Mil Flo- 2.º e 3.º ano exploraram histórias deixou memórias inesquecíveis e res” , “O Coelho sem Orelhas” e cheias de fantasia, emoção e promoveu o prazer da leitura outras. Entre dramatizações, jodescoberta, participando em junto de todas as crianças. gos, canções, danças, concursos dinâmicas lúdicas e atividades de talentos, atividades de exque estimularam a criatividade, pressão plástica, escrita criativa, Educadora Márcia Castro
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Alunos do 8.º B exploram a serra entre ciência, cidadania e arte No âmbito do Eco-Escolas e do programa Zinkers, a turma do 8.º B participou na atividade “Cuidar da serra: aprender, agir e transformar”, uma saída de campo realizada nas Serras do Porto. Ao longo da saída de campo, os alunos envolveram-se em práticas de plogging, tendo recolhido cerca de 13 kg de lixo, numa ação que permitiu refletir sobre o impacto dos resíduos nos ecossistemas. Parte dos materiais recolhidos foi posteriormente reutilizada de forma criativa na construção de uma tartaruga, simbolizando a importância da preservação ambiental e da reutilização de recursos. A atividade incluiu ainda a identificação de plantas aromáticas espontâneas, como o alho selvagem, as urtigas e a carqueja, promovendo o conhecimento do património natural local. Foram também recolhidas terras de diferentes tonalidades, que servirão de base para a produção de tintas naturais, estabelecendo uma ligação entre natureza e expressão artística. Este projeto terá continuidade através da criação de uma ementa saudável e sustentável, da dinamização de uma horta biológica e sensorial, da realização de pinturas com tintas naturais e da construção de bombas de sementes a partir de papel reciclado, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e a biodiversidade. A participação ativa e o entusiasmo dos alunos evidenciam o impacto positivo destas iniciativas na formação de uma consciência ecológica mais responsável e na valorização do meio envolvente. Jovens Repórteres do Ambiente
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Mobilidade Erasmus a Santa Cesarea de Terme (Itália) Na semana de 12 a 18 de abril, entusiasmo, curiosidade e um fiança nas próprias capacidades cinco adultos e seis jovens ado- forte sentido de descoberta”. Por e vontade de continuar a aprenlescentes dos cursos de Cozinha/ sua vez, Susana destacou que der”. Pastelaria e Restaurante/Bar do “ao longo do programa, emergiu Entre as atividades mais relevanAEV participaram numa mobili- um sentimento constante de inte- tes destacam-se as aulas de italidade Erasmus+ em Santa Cesa- resse genuíno, acompanhado por ano, francês e inglês, as sessões rea Terme, Itália, no Instituto di uma crescente confiança à medi- práticas de cozinha italiana, a Istruzione Secondaria Superiore da que interagíamos com novas degustação de azeite e as visitas Polo Tecnico del Mediterraneo realidades, tanto nas aulas como de estudo a Lecce, Castro, Santa “Aldo Moro”, uma instituição com nas visitas de estudo”. Maria de Leuca, Otranto e Galliforte especialização na área da O contacto com contextos educa- poli. Estes momentos permitiram o hotelaria e enfoque no setor tivos distintos gerou não só sur- contacto direto com o património, agroalimentar. O grupo foi presa, mas também admiração. a cultura, os costumes e a gastroacompanhado por dois professo- Como concluiu Mariella, houve nomia locais, culminando na cerires, numa experiência marcada “admiração pela forma como a mónia de entrega de certificapela descoberta, pela partilha e escola de acolhimento promoveu dos, um dos pontos altos da expelo crescimento pessoal. a inclusão e a participação ativa periência. Este encontro internacional reuniu de todos”. Os participantes senti- As aprendentes referiram que o também participantes de uma ram-se valorizados e plenamente Erasmus não foi apenas um interescola de educação de adultos integrados, o que contribuiu para câmbio escolar, mas uma experide Espanha (Gran Canária), cri- uma experiência emocionalmente ência transformadora que reveando um ambiente dinâmico de positiva e enriquecedora. lou a existência de um mundo aprendizagem intercultural. Des- A dimensão linguística revelou-se muito para além das nossas fronde o início, os participantes inte- igualmente significativa. Rosa teiras. Ao contactar com novas graram um programa diversifica- salientou que “um dos aspetos culturas, línguas e realidades, os do, bem estruturado e exigente, mais marcantes foi o prazer de- participantes ampliaram horizonque proporcionou uma vivência senvolvido no contacto com novas tes e ganharam uma perspetiva rica, intensa e envolvente. línguas”, sendo unânime que “a mais aberta e consciente do munSegundo os adultos aprendentes, capacidade de comunicar, ainda do. Mais do que aprender fora a experiência foi profundamente que com desafios, gerou satisfa- da sala de aula, descobriram marcante. Aurora refere que ção e motivação”. Nídia acres- que as diferenças aproximam, “desde o primeiro momento, senti centou que “este processo des- enriquecem e constroem pontes, -me envolvida num ambiente pertou um verdadeiro gosto pe- tornando-nos cidadãos mais predinâmico, onde a diversidade de las línguas e reforçou a abertura parados para viver numa socieatividades despertou em mim ao outro, promovendo maior con- dade global. Professora Helena Lobo
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Alunos do 2.º TI unem Poesia, Matemática e Sustentabilidade na Escadaria da Cucamacuca No passado dia 22 de abril, a turma do ensino cimentos das temáticas abordadas nas disciplinas profissional 2.º TI participou numa atividade in- de Inglês, Português e Matemática. terdisciplinar que juntou literatura, exercício físi- A atividade integrou, ainda, uma reflexão sobre co, matemática e sustentabilidade, transformando mobilidade sustentável, destacando-se a impora escadaria da Cucamacuca num espaço de tância dos percursos pedonais e da atividade aprendizagem e convívio fora da sala de aula. física como alternativas saudáveis e amigas do A iniciativa começou com a subida da escadaria ambiente. e com a observação de toda a natureza envol- Para terminar, alunos e professores partilharam vente. Já no cimo da Serra da Santa Justa, junto um lanche saudável num momento de convívio. à capela, o grupo leu, para recreação, os poeSegundo os professores envolvidos, o objetivo foi mas “De tarde” e “Num bairro moderno”, da aproximar os conteúdos programáticos das viautoria de Cesário Verde, poeta abordado nas vências dos alunos e mostrar que diferentes aulas de Português e cuja obra poética é marcaáreas do conhecimento podem dialogar entre si. da pela deambulação e observação acidental. Os estudantes destacaram o caráter dinâmico da Inspirados pelas imagens poéticas que os envolviexperiência e a interligação dos diferentes sabeam, os alunos foram desafiados a escrever um res, tendo a natureza como pano de fundo. poema semelhante aos analisados nas aulas. De seguida, responderam a um quiz multidisciplinar, incluindo questões para aplicação de conheProfessora Patrícia Pereira
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Alunos do 10.º ano descobrem Londres em visita de estudo Entre os dias 1 e 4 de maio, Londres foi a sala de tunidade de se deixar fotografar com eles, num aulas de alunos do 10.º ano do Agrupa- momento descontraído e divertido. Por fim, o Museu Visita de estudo a mento de Escolas de Valongo. Haverá me- de História Natural convida a uma viagem fascinanlhor forma de sair da rotina escolar e con- te pelo passado da Terra, despertando a curiosidaLondres tactar diretamente com diferentes culturas, de por espécies de todos os cantos do planeta. Haverá melhor forma de sair da hábitos e formas de viver do que viajar e E quando se quer cor, originalidade, diversidade e as conhecer de perto? rotina escolar e a azáfama de uma das cidades mais visitadas do contactar Após o batismo de voo para muitos dos mundo, é inevitável referir a passagem por locais diretamente com participantes e o sentimento de increduli- como Covent Garden e Camden Town, que nos esdiferentes culturas, dade por estarmos na cidade que faz par- pantaram e maravilharam com ambientes culturais, hábitos e formas te do nosso imaginário, foi tempo de partir artísticos e sociais tão característicos de Londres. de viver do que à descoberta. O que nos esperava à saída viajar e as A experiência destacou-se igualmente pelos muitos da estação de Westminster? Uma das paiconhecer de perto? quilómetros percorridos, pelas gargalhadas partisagens mais icónicas e mais fotografadas lhadas e pela cumplicidade que se foi construindo da cidade que concentra vários símbolos entre todos os participantes. Os momentos vividos ao importantes num só lugar: o Big Ben, alojalongo da viagem, amplamente registados em fotodo na torre do Palácio de Westminster e a famosa grafia, ficarão, certamente, na memória, reforçando Westminster Bridge. Um pouco mais adiante, a roda o espírito de grupo, a entreajuda e a amizade gigante London Eye surpreende com uma vista panorâmica impressionante sobre a cidade e o rio Ta- No final, ficou a certeza partilhada de que esta misa, combinando emoção, descoberta e admiração. visita de estudo a Londres foi uma experiência educativa e humana muito enriquecedora, feita de Nesta viagem não podemos esquecer o Palácio de aprendizagens que ultrapassam a sala de aula e Buckingham, o espaço que simboliza a monarquia que dificilmente serão esquecidas por todos os que britânica e que faz parte do imaginário coletivo nela participaram. mundial. Já no museu da Madame Tussauds, os famosos ganham vida e ninguém quer perder a oporProfessoras Ana Pereira, Ana Vilaça e Lurdes Moura
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Dia da Mãe celebrado com carinho na EB n.º 1 de Campelo No dia 30 de abril, as crianças da Educação A receção e o apoio ao evento contaram tamPré-Escolar da EB n.º 1 de Campelo receberam, bém com a presença e a colaboração dos alucom carinho, as mães no refeitório da escola, nos dos cursos TRB/TCP do Agrupamento de assinalando o Dia da Mãe com um conjunto de Escolas de Valongo, sob a orientação dos proatividades repletas de afeto e partilha. fessores Jorge Silva e Mariana Sousa, que asseguraram a organização do lanche, a receção As mães participaram ativamente em várias das mães e a dinamização de uma atividade propostas dinamizadas pela escola. Entre as de confeção de cupcakes em articulação com atividades realizadas, destacou-se uma sessão as crianças. de Pilates, orientada pela professora Sara, que promoveu momentos de relaxamento entre As mães receberam ainda, as lembranças elamães e filhos(as). Houve ainda um desafio cria- boradas pelos seus educandos, compostas por tivo para as mães, que incluiu o reconhecimento trabalhos artísticos criativos e cheios de imagido olhar e do sorriso dos/as filhos/as, a leitura nação, simbolizando o carinho vivido neste dia. de mensagens através de QR Code e a apreA iniciativa terminou com a habitual fotografia sentação da canção/coreografia “Mamã, és a subordinada à temática “O sol e o girassol”, minha Rainha”, previamente ensaiada pelas registando um momento especial entre mãe e crianças. filho/a que ficará na memória de todos os parSeguiu-se um magnífico pequeno-almoço, pre- ticipantes. parado com a colaboração dos pais, que se voluntariaram para organizar as mesas e distriEducadoras Ângela Robles, Felicidade Espinheira, buir diversas iguarias, proporcionando um moNatividade Andrade e Raquel Frião mento de convívio muito apreciado por todos.
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Crianças da EPE da EB nº1 de Campelo na Quinta da Eira As crianças das três salas da EPE da EB n.º 1 de Campelo realizaram, no dia 4 de maio, uma visita de estudo à Quinta da Eira. À chegada, foram recebidas pela mascote da Quinta, o coelho “Kiko”, ao som de diversas músicas cheias de ritmo e acompanhadas por diferentes coreografias. Ao longo do dia, as crianças tiveram oportunidade de participar em vários ateliers dinamizados pelos monitores da Quinta da Eira, nomeadamente: pintura de vasos e plantação relacionada com a lenda do feijão mágico “João Pé de Feijão”, confeção de pizzas e criação de perfumes com plantas aromáticas colhidas pelas próprias crianças. Foi uma manhã e uma tarde bastante preenchidas e animadas, enriquecidas pela beleza natural da paisagem campestre. Toda a equipa da Quinta da Eira está de parabéns pela organização, simpatia, atenção, disponibilidade, diversão e, acima de tudo, pelo carinho e colaboração demonstrados, inclusive durante os momentos das refeições (almoço e lanches). Foi, sem dúvida, um dia muito divertido, repleto de experiências e aprendizagens significativas.
Educadoras Ângela Robles, Felicidade Espinheira, Natividade Andrade e Raquel Frião
Academia digital para Pais na ESV O Agrupamento de Escolas de Valongo realizou o curso Competências Digitais e Inteligência Artificial, integrado no Programa Academia Digital para Pais (ADP), promovido pela E‑Redes e pelo EduQA, I.P. A formação decorreu nos dias 27 e 30 de abril e 4 e 7 de maio de 2026, entre as 19:00 e as 21:00, com a participação de 8 encarregados de educação. As sessões foram dinamizadas por alunos do 2.º ano do curso profissional Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos, orientados por uma professora coordenadora e por um professor. Os participantes beneficiaram de apoio direto na utilização de ferramentas digitais e na compreensão de conceitos de inteligência artificial, enquanto os alunos desenvolveram competências de comunicação, responsabilidade e trabalho colaborativo. No final, foi entregue um certificado de participação, assinalando a conclusão da iniciativa e reforçando a ligação entre escola, famílias e alunos. Professora Felismina Diogo Página 8
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Assembleia Municipal de Jovens de Valongo Valongo, da Escola Secundária de Alfena, da Escola Secundária de Ermesinde, da Escola Básica e Secundária de Campo e do CENFIM, que apresentaram projetos relacionados com diferentes problemáticas e necessidades identificadas no território. Ao longo da sessão foram deRealizou-se, na passada sexta- batidos temas ligados à sustenfeira, dia 8 de maio, no Auditó- tabilidade, inovação, mobilidario António Macedo, mais uma de, educação, oportunidades edição da Assembleia Municipara os jovens, bem-estar, parpal de Jovens de Valongo, inici- ticipação cívica e desenvolviativa que reuniu alunos de vá- mento local, evidenciando o rias escolas do concelho para envolvimento e a preocupação apresentar propostas, debater das novas gerações com o preideias e refletir sobre os princi- sente e o futuro de Valongo. pais desafios enfrentados pela Entre as várias propostas aprejuventude. sentadas, destacou-se o projeto A sessão contou com a presença “Valongo Hub Jovem 2030 — do Senhor Presidente da AsUma Cidade Onde Vale a Pesembleia Municipal, do Senhor na Ficar”, desenvolvido por Presidente da Câmara Munici- alunos da Escola Secundária de pal de Valongo, deputados Valongo. A proposta surgiu da municipais, presidentes de junta reflexão sobre algumas dificulde freguesia, diretores de dades sentidas pelos jovens do agrupamentos e escolas, proconcelho, nomeadamente a fessores, representantes educa- falta de espaços modernos de tivos e diversos membros da convívio, estudo e criatividade, comunidade, reforçando a im- a dispersão das oportunidades portância atribuída à particiexistentes e a necessidade de pação cívica dos jovens na muitos jovens procurarem fora construção do futuro do conce- do concelho oportunidades lilho. gadas à tecnologia, inovação e Participaram nesta edição alu- empreendedorismo. nos da Escola Secundária de
O projeto propõe a criação de um espaço municipal moderno e multifuncional — o “Valongo Hub Jovem” — inspirado em modelos europeus de regeneração urbana, através da reutilização de edifícios existentes junto de transportes públicos. O Hub integraria áreas dedicadas à tecnologia, criatividade, estudo, sustentabilidade, participação cívica e bem-estar jovem, promovendo simultaneamente uma maior ligação entre escolas, o município, associações e comunidade. A proposta destacou ainda a importância de aproximar os jovens da participação ativa no concelho, defendendo uma colaboração mais próxima e contínua entre as escolas e os projetos municipais, bem como a criação de oportunidades reais que incentivem os jovens a construir o seu futuro em Valongo. A Assembleia Municipal de Jovens voltou, assim, a afirmar-se como um importante espaço de cidadania, debate democrático e valorização das ideias dos jovens, permitindo às diferentes escolas do concelho apresentar preocupações, propostas e visões para um município mais inclusivo, inovador e preparado para o futuro. Professores José Monteiro e Ilda Moreira
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Alunos do 2.º TI participam no ToPAS 2026 No dia 8 de maio, dois grupos de três alunos do 2.º ano do Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos representaram o Agrupamento de Escolas de Valongo no ToPAS – Torneio de Programação para Alunos do Secundário, promovido pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. Ao longo da competição, os alunos enfrentaram diversos desafios de programação, colocando em prática os conhecimentos e as competências adquiridos em contexto de sala de aula. A participação neste torneio exigiu capacidade de análise, raciocínio lógico, resolução de problemas e um forte espírito de colaboração, proporcionando uma experiência enriquecedora e próxima da realidade académica e profissional da área das tecnologias. Para além da vertente competitiva, a iniciativa constituiu uma excelente oportunidade para os estudantes contactarem com o ambiente universitário, conhecerem novos desafios e reforçarem a sua motivação para prosseguir estudos e desenvolver competências na área da programação e dos sistemas informáticos. A participação no TOPAS representa, assim, mais um momento de valorização do percurso formativo dos alunos do ensino profissional, reforçando a ligação entre a escola e o ensino superior e promovendo o desenvolvimento de competências técnicas e transversais essenciais para o seu futuro académico e profissional. Professores Felismina Diogo e António Dantas
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Comemoração do Dia da Europa No dia 11 de maio, o Clube Europeu assinalou o Dia da Europa com um conjunto de iniciativas dinâmicas e participativas, reforçando a importância dos valores europeus e o papel da juventude na construção do futuro comum. A atividade incluiu uma exposição informativa dedicada à União Europeia, que permitiu aos alunos aprofundar conhecimentos sobre a sua história, instituições e impacto no quotidiano dos cidadãos. Paralelamente, o jogo pedagógico “Family Feud” promoveu, de forma lúdica, a aprendizagem e o espírito de equipa em torno de temas europeus. Um dos momentos centrais foi a edição especial da “Praça Visconde do Paço”, subordinada ao tema “Os jovens e o futuro da Europa”. Este espaço de partilha e reflexão incentivou o debate entre alunos, destacando o protagonismo juvenil e explorando as múltiplas oportunidades — educativas, profissionais e culturais — proporcionadas pelo projeto europeu. Com esta comemoração, o Clube Europeu reafirmou o seu compromisso em sensibilizar a comunidade escolar para os valores da cidadania europeia, da cooperação e da participação ativa na construção de uma Europa mais unida, inclusiva e solidária. Professor José Monteiro
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Travessia(S): muitas vozes, um mesmo direito... No âmbito do projeto Tratões dos alunos sobre travessivessia(S) realizou-se, no dia as além-fronteiras, acolhimento O projeto permitiu 13 de maio, o encontro de em Portugal e desafios de inaproximar os partilha sobre as histórias tegração. estudantes de reais do livro Travessia e histórias reais de Num segundo momento, os espodcasts que serviram de mulheres tudantes colocaram perguntas âncora para as narrativas refugiadas, específicas relacionadas com promovendo uma visuais. cada protagonista das históreflexão sensível A sessão teve início com uma rias trabalhadas. Foram tamsobre direitos apresentação oral realiza- bém partilhados e lidos, pehumanos, da pelos estudantes de am- rante toda a sala, os postais acolhimento e bas as turmas de Artes, na ilustrados e escritos pelos alucidadania. qual foram contextualizadas nos, criando um momento de as trajetórias de refúgio escuta, empatia e reflexão trabalhadas ao longo do sobre as narrativas escolhidas projeto. De seguida, deu-se “em carne viva”. início a uma conversa aberta A atividade culminou com a com a convidada Carla Ferentrega dos postais destinados nandes, presidente da Associa- às protagonistas das histórias ção Adolescere e galardoada ilustradas, promovendo uma com o Prémio de Direitos Hutroca direta e significativa manos, que respondeu às ques- entre os estudantes e as pesso-
as cujas trajetórias inspiraram os trabalhos. Ao longo da sessão, a atividade foi acompanhada por desenho ao vivo, reforçando a dimensão artística, participativa e sensível do projeto. Este projeto, pioneiro na escola, teve as suas primeiras sementes lançadas há dois anos pela docente e continuará a expandir-se ainda este ano, com o interesse dos CTT em divulgar e fazer circular, a nível nacional, os postais ilustrados. Esta continuidade reforça o impacto das trajetórias trabalhadas pelos estudantes e contribui para a promoção dos direitos humanos, da cidadania ativa e da sensibilização para as realidades do refúgio.
Professora Joana Pereira
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Comunidade educativa refletiu sobre a obesidade No dia 29 de maio, pelas 9h40, o mais equitativo aos cuidados de saúde e na prevenção de diversas Auditório André Santos recebeu saúde, combater o estigma associ- doenças. Recordou que pequenos uma sessão dedicada à temática ado à doença e promover a sua gestos do quotidiano, como estacida obesidade, dirigida aos alunos plena integração como doença onar mais longe do destino, optar do Ensino Secundário, no âmbito crónica no sistema de saúde. Ape- pelas escadas em vez do elevador, do Projeto Educar para a Saúde sar dos avanços registados nas caminhar para realizar pequenas do Agrupamento de Escolas de últimas décadas, os especialistas deslocações, fazer compras ou Valongo (AEV), coordenado pela salientaram que continuam a existir participar nas tarefas domésticas, Professora Helena Esteves Lobo. A obstáculos ao tratamento adequa- constituem formas de atividade iniciativa contou com a colabora- do das pessoas que vivem com física que, quando praticadas reção do Dr. Bessa Cardoso, Presi- obesidade, defendendo que esta gularmente, contribuem para o dente da Associação de Amigos da deve ser encarada com a mesma controlo do peso corporal, para a USF Valongo (AAUSFV), e da Câ- seriedade que outras doenças cró- regulação dos níveis de açúcar no mara Municipal de Valongo, re- nicas, como a diabetes, a hiperten- sangue e para a proteção da saúpresentada pela Dr.ª Cláudia Li- são arterial ou a asma. de cardiovascular. ma. Foi ainda reforçada a ideia de Sob o lema "Cada Movimento A ação contou com a participação que tratar a obesidade vai muito Conta", foi ainda recordado que a da Prof.ª Doutora Paula Freitas, além da simples redução do peso OMS recomenda que os adultos Presidente da Direção da Socieda- corporal. Significa prevenir compli- realizem entre 150 e 300 minutos de Portuguesa de Endocrinologia, cações de saúde, aumentar a es- semanais de atividade física moDiabetes e Metabolismo (SPEDM), perança e a qualidade de vida, derada, salientando que a adoção da Prof.ª Doutora Flora Correia, melhorar o bem-estar físico e emo- de hábitos mais ativos pode comePresidente da Sociedade Portu- cional e devolver qualidade de çar com apenas 10 minutos diários, guesa de Ciências da Nutrição e vida às pessoas afetadas por esta aumentando gradualmente ao lonAlimentação, e do Dr. Pedro Oli- doença. go do tempo. veira, doutorando em Educação A Prof.ª Doutora Flora Correia Esta iniciativa constituiu um imporFísica. destacou a importância de uma tante momento de aprendizagem, A sessão incluiu ainda a presença alimentação equilibrada, subli- sensibilização e reflexão para especial do “Endoco”, mascote nhando que a saúde depende não toda a comunidade educativa, educativa da SPEDM, que ajudou apenas dos alimentos que consumi- reforçando o papel da educação a Prof.ª Doutora Paula Freitas a mos, mas também das quantidades para a saúde na promoção do explicar de forma simples, interati- ingeridas e da adoção de hábitos bem-estar, da qualidade de vida va e apelativa os principais concei- alimentares saudáveis desde a e da adoção de estilos de vida tos relacionados com a obesidade, infância. Foram igualmente abor- saudáveis entre os jovens. contribuindo para uma maior sensi- dadas questões relacionadas com bilização dos alunos para esta a literacia alimentar, a escolha problemática de saúde pública. consciente dos alimentos e a preAo longo da sessão foram parti- venção da obesidade através de lhadas pela Prof.ª Doutora Paula estilos de vida saudáveis. Freitas importantes reflexões sobre Por sua vez, o Dr. Pedro Oliveira a obesidade, destacando-se a enfatizou o papel fundamental da Professora Helena Lobo necessidade de garantir um acesso atividade física na promoção da
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Almoço Pedagógico para autarcas do Distrito do Porto No passado dia 2 de junho, no roof-top da Oficina da Regueifa e do Biscoito acolheu um almoço pedagógico de excelência, servido por 14 alunos dos Cursos Profissionais de Técnico/a de Cozinha/Pastelaria e de Técnico/a de Restaurante/Bar do Agrupamento de Escolas de Valongo, acompanhados de perto pela equipa de formadores e diretoras de curso. A iniciativa, inserida no âmbito da visita às Serras do Porto e da reunião do Corredor do Rio Leça, por autarcas do Distrito do Porto. O menu de fine-dining, batizado de "D’Ouro Negro a Água Viva", foi buscar inspiração aos tesouros locais. Cada prato representou uma travessia entre a força mineral da serra e a frescura dos rios e das levadas, utilizando uma linguagem contemporânea para reinterpretar ingredientes endógenos e as tradições do Norte de Portugal. Mais do que um mero exercício académico, o restaurante pedagógico permitiu aos futuros profissionais testar os seus limites em ambiente de pressão real. O evento funcionou ainda como uma montra viva da qualidade formativa da região, evidenciando aos autarcas a importância de apoiar a qualiFormadores de Restauração
V Concurso de Cocktails do AEV No dia 3 de junho, os alunos do 2.º ano do Curso Na Categoria de Long-drinks participaram os Técnico/a de Restaurante/Bar, participaram no V formandos/as Lara, Matheus, Cristiana e Esteban. concurso de Cocktails do Agrupamento de Escolas O Júri foi presidido pela Diretora do Agrupamende Valongo. Assistiram ao concurso, acompanhato, Drª. Paula Sinde, e teve como convidados o Sr. dos pelos professores da turma, os alunos das Presidente da Junta de Freguesia de Valongo, Dr. turmas: 2.º PP, 9.º A, 9.º B e 1.º TCP/TRB. Os aluIvo Vale Neves, o secretário do executivo da Junnos do 2.º ano do Curso Técnico/a de Cozinha/ ta de Sobrado e o Barman Carlos André Sousa. Pastelaria abrilhantaram o concurso com a confeFizeram ainda parte do Júri a professora Alexanção algumas iguarias para todos os participantes. dra Silva e o formador Jorge Silva. Na Categoria de Short-drinks participaram os formandos Rodrigo, Gonçalo e Parminder. Formadores de Restauração
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X Conferência Internacional de Aprendizagem Móvel No passado dia 8 de julho, as professoras Célia tação da professora Célia Malheiro e o trabalho Malheiro e Lígia Carvalho e o professor José Peres, realizado na formação frequentada este ano letivo participaram X Conferência Internacional de Apren- que foi selecionado como um dos trabalhos finalisdizagem Móvel, que se realizou na E. S. Augusto tas. Gomes, em Matosinhos A autora deste trabalho demonstrou que uma aborA parte da manhã foi preenchida com momentos de dagem diferenciada, fornece pontos de partida que partilha, troca de ideias (interpretação do erro e podem ser utilizados pelos alunos com estádios de fluência numérica), mesas redondas (sob o lema aprendizagem distintos. “Avaliar por igual é avaliar de forma justa?) e duas Já na parte da tarde, tiveram lugar as apresentaconferências, pelos Professores Doutores Nuno Doro- ções de diferentes grupos de alunos, de inúmeras tea e Daniela Silva, do Instituto de Educação da escolas, com propostas que linkavam os conteúdos Universidade de Lisboa, sobre Tecnologia, Inclusão e programáticos a aspetos da vida quotidiana, da Equidade Educativa, o primeiro na faceta da avali- cidadania e do património cultural das regiões donação digital e a segunda na autorregulação do de esses alunos vivem e estudam. processo de aprendizagem dos alunos. No final de Foram momentos de entusiasmo e alegria vividos cada intervenção os autores efetuaram uma recenpor todos os envolvidos e pelas respetivas famílias são da plataforma MILAGE APRENDER + à luz das que também estiveram presentes na sessão. temáticas das suas intervenções. Os trabalhos encerraram, por volta das 18h38, com Ao final da manhã, teve início a 8.ª Edição dos Préas intervenções da senhora diretora da escola, Dr.ª mios MILAGE APRENDER +, com a apresentação Margarida Pereira, outrora professora estagiária dos trabalhos selecionados na categoria de Profesna nossa escola e pelo coordenador do projeto, sor Inovador da plataforma, sob a capa de que “as Professor Doutor Mauro Figueiredo. dificuldades dos alunos devem ser vistas como degraus e não como muros”, destacando-se a apresenProfessor José Peres
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Passeio de final de ano do AEV No dia 10 de julho, o pessoal docente e não docente do Agrupamento de Escolas de Valongo participou no já tradicional passeio de final de ano, que teve como destino a Póvoa de Lanhoso. A iniciativa proporcionou um momento de convívio, descontração e descoberta do património histórico e cultural desta região minhota, contribuindo para fortalecer os laços entre os profissionais do Agrupamento. Depois da subida até ao Monte do Pilar, o programa iniciou-se com uma visita ao emblemático Castelo de Lanhoso, monumento nacional e um dos mais importantes testemunhos da história medieval portuguesa, mas não sem antes se provar as Rochas do Pilar, doce típico da zona. Seguiu-se a visita aos espaços museológicos da vila, tendo os participantes sido divididos em dois grupos que alternaram entre a Sala de Interpretação da Filigrana e o Centro Interpretativo Maria da Fonte, permitindo a todos conhecer duas importantes vertentes da identidade histórica e cultural da Póvoa de Lanhoso. O dia decorreu num ambiente de grande boa disposição e partilha, proporcionando momentos de proximidade entre colegas de diferentes escolas e serviços do Agrupamento. Mais do que um passeio, esta iniciativa constituiu uma oportunidade para reconhecer o empenho e a dedicação de todos ao longo do ano letivo, promovendo o espírito de equipa e reforçando o sentimento de pertença a uma comunidade educativa que valoriza também os momentos de encontro e Professora Carmen Figueira
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Centro Hípico de Valongo leva a Quintinha e a Equitação à EB n.º 1 de Campelo As crianças da Educação Pré-Escolar da EB n.º 1 de O ponto alto da atividade aconCampelo participaram recentemente nos projetos «A teceu quando todas as crianças Quintinha Vai à Escola» e «A Equitação Vai à Esco- tiveram a possibilidade de monla», duas iniciativas deveras aliciantes que lhes pro- tar a cavalo. Assim, acompanhaporcionaram bons momentos de aprendizagem, des- das e supervisionadas pelos coberta e diversão. professores de equitação, realizaram duas voltas pelo recreio Durante as atividades, as crianças contactaram de perto com diversos animais da quinta: cabras, patos, em segurança. burros, ovelhas, coelhos, galinhas e cavalos. Orien- A iniciativa despertou grande tadas pelos professores Bruno Silva e Miguel Bran- entusiasmo entre os mais pequedão, observaram os animais, interagiram com eles e nos, proporcionando experiênficaram a conhecer melhor os seus hábitos alimenta- cias educativas enriquecedoras res, o habitat e as características de cada espécie. e promovendo o contacto direto Num segundo momento, as crianças tiveram oportu- com os animais, o respeito pela natureza e o desennidade de experimentar a equitação, compreenden- volvimento da autoconfiança. do a sua importância não só como modalidade desportiva, mas também como ferramenta terapêutica. Educadoras Ângela Robles, Felicidade Espinheira, Natividade Andrade e Raquel Frião
Crianças do Pré-escolar viajam no “Comboio das Emoções” na EB n.º 1 de Campelo As três salas da Educação Pré-Escolar da EB n.º 1 de Campelo participaram no projeto “O Comboio das Emoções”, uma iniciativa de promoção do bemestar emocional dinamizada pelo Enfermeiro Nuno Correia, Especialista em Saúde Mental e Psiquiatria da UCC Vallis Longus. O projeto decorreu ao longo de três fantásticas sessões e teve como ponto de partida a história: “O Comboio das Emoções”. Através desta narrativa, as crianças tiveram oportunidade de auscultar, visualizar e compreender, de forma simples e divertida,
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diferentes emoções, através da exploração de conceitos e partilha de experiências do seu dia a dia. Na segunda sessão, com o envolvimento e a colaboração dos pais e familiares, as crianças iniciaram a construção do seu próprio comboio. As carruagens foram criadas a partir de caixas de cartão, que ganharam cor e vida com a pintura realizada pelos mais pequenos. Com a orientação do Enfermeiro Nuno e a equipa educativa do Pré-escolar, foram ainda colocadas as rodas e aplicados os diferentes emojis representativos das emoções trabalhadas. (cont.)
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A terceira e última sessão proporcionou um momento A iniciativa alcançou os objetivos propostos e reveparticularmente especial. O “Comboio das Emoções” lou-se um sucesso, uma vez que o entusiasmo, a parpercorreu os espaços interiores e exteriores da Esco- ticipação e a alegria contagiante das crianças fola, transformando-se num verdadeiro desfile de ram o reflexo evidente do impacto positivo desta sentimentos. Em cada paragem/estação, as crianças experiência. foram convidadas a identificar, compreender e ex- Ao longo da viagem emocional, os “pequenos paspressar as suas emoções, num ambiente de partilha, sageiros” exploraram diferentes sentimentos e criatividade e aprendizagem. aprenderam a dar voz às suas emoções, adquirindo Ao longo desta experiência pedagógica e lúdica, as ferramentas importantes para reconhecer, comprecrianças exploraram emoções como a alegria, a ender e expressarem-se de forma saudável e adetristeza, o medo, a calma, a timidez, a raiva e a quada à sua faixa etária. surpresa, desenvolvendo competências essenciais para o seu crescimento emocional e social. Educadoras Ângela Robles, Felicidade Espinheira, Natividade Andrade e Raquel Frião
A árvore e o menino Certo dia, um menino caminhava na floresta e ouviu alguém a chorar! Olhou em todas as direções, mas não viu ninguém. Olhou com mais atenção e viu uma cara que estava na árvore à sua frente. - Tu és uma árvore falante? – perguntou. - Sim, sou uma árvore que fala, mas estou muito triste, porque a Natureza está a ser destruída. Há pessoas que lançam lixos, provocam incêndios e eliminam espécies de animais e plantas, sem dó, nem piedade. Estão a ser cruéis connosco e até com elas próprias, pois necessitam muito do oxigénio que oferecemos. Além disso, ainda damos frutos e sementes que servem de alimento, damos sombra nos dias de calor e fornecemos matéria prima: madeira, cortiça e resina para a indústria. O menino ouviu atentamente as palavras da árvore e sentiu-se triste com a situação. Então, perguntou: - O que posso fazer para ajudar? A árvore respondeu: - As vossas ações podem fazer a diferença. Começar por separar os lixos nos ecopontos, evitar os incêndios e plantar mais árvores. Cada um faz a sua parte… usar menos plástico, evitar o desperdício de água e educar os outros sobre a importância de preservar a Natureza. Assim, juntos, podemos transformá-la num lugar mais saudável para todos os seres vivos. Simples atitudes, podem mudar o mundo… O menino prometeu cuidar melhor da Natureza e, desde então, passou a valorizá-la e a protege-la, sabendo que ela precisa de todos nós para sobreviver. Alunos da turma P1/2
"Participar na criação de histórias - AJUDARIS - é uma experiência transformadora que desperta a criatividade e o amor pela leitura. Ao desenvolver narrativas, sentimos a magia dos sonhos ganhar vida, transportando-nos para universos incríveis onde tudo é possível. Essa prática não só melhora as capacidades de escrita, mas também incentiva a reflexão, a empatia e a partilha de emoções. É satisfatório ver como cada história nos fortalece e inspira outros a sonhar e a explorar mundos imaginários com esperança e entusiasmo. " Professora Rosa Soares
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É mais estranho não conhecer Cristiano Ronaldo ou não conhecer Saramago Recentemente, Portugal encontrou um novo dilema para resolver: Deverá José Saramago ser um autor obrigatório no Programa de Português? Como estudante do 12.º ano, não acredito que exista outra hipótese coerente com a nossa história e com a memória do autor senão o sim. Efetivamente, até o anterior Chefe Supremo de Estado considera “estranha” a mera ideia de retirarmos das aprendizagens obrigatórias o único Nobel da Literatura português. É compreensível o argumento de que a importância de uma obra é subjetiva, pois cada leitor poderá retirar as suas próprias conclusões sobre este tópico, mas, por outro lado, é inegável que o Prémio Nobel da Literatura constitui um critério que, em 1998, reconheceu, de forma objetiva, a riqueza, importância e génio das obras de Saramago. Com isto, parece-me incompreensível a ideia de um aluno do 12.º ano não ler Saramago. Até países como Espanha e Croácia reconhecem o valor de obras como o “Ano da Morte de Ricardo Reis” e o “Evangelho Segundo Jesus Cristo” e, ainda assim, a terra natal deste autor está desinteressada em reconhecê-lo e em reconhecer as suas obras que, através de uma escrita singular, incentivam a resiliência e o esforço, melhorando a capacidade de interpretação que é uma grande lacuna na sociedade portuguesa. Para agravar, se observarmos, realisticamente, os hábitos de leitura em Portugal, concluímos que os portugueses leem menos (apenas, em média, 5,3 livros por pessoa, por ano) e, caso Saramago deixe de ser leitura obrigatória, muitos portugueses nunca terão contacto com as obras excelsas do vencedor do Nobel de 1998. Haveria situação mais caricata do que um português no estrangeiro ser questionado sobre Saramago e apenas conseguir responder: “Nunca li nenhum livro dele.”? Em suma, a decisão de deixar as obras de Saramago como opcionais seria desprezar uma educação vasta e desafiadora e acentuaria a rejeição da importância que as obras deste autor ocupam no mundo e, em especial, em Portugal. Beatriz Barbosa n.º1, 12.º CT3
Ler Saramago na escola: Entre a dificuldade e a aprendizagem Recentemente, com as novas aprendizagens essenciais, surgiu a proposta de Saramago como leitura opcional no Secundário. Todos os anos esse mesmo debate volta às salas de aula: Fará sentido manter Saramago como leitura obrigatória? Para começar, temos de olhar para o estilo de Saramago não como um erro, mas como uma técnica. O autor obriga-nos a ler os seus textos com um ritmo diferente, quase como se estivéssemos a ouvir alguém a contar uma história. Num mundo onde estamos habituados a ler textos curtos e bastante rápidos nas redes sociais, Saramago obriga-nos a parar e a interpretar o que estamos a ler. É um verdadeiro “treino” para o nosso cérebro, o que ajuda a desenvolver muito mais as nossas capacidades e a interpretar obras mais complexas. Por outro lado, Saramago torna-se, muitas vezes, um obstáculo à leitura por causa do seu estilo tão complexo, como observamos, por exemplo, em “Memorial do Convento”. O uso oralizante da pontuação e os textos densos acabam por desmotivar os alunos, já extremamente sobrecarregados com os exames nacionais. Em vez do programa incentivar o gosto pela leitura, pode estar a conseguir o oposto: limitando-se os alunos a recorrer a resumos da Internet, por sentirem que a obra é demasiado difícil. Uma das formas de solucionar esse problema era substituir o seu romance por Contos do mesmo autor, dando mais incentivo aos alunos para lerem, por serem textos mais curtos. Em conclusão, embora a complexidade de Saramago seja um desafio, defendemos que deve continuar no programa de Português, criando assim alunos e cidadãos com espírito crítico e capazes de interpretar obras complexas. Márcia Rocha e Gabriel Ferreira, 12.ºLH1
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Alunos cultivam ciência e sustentabilidade através da hidroponia em sala de aula Ao longo do presente ano letivo, os alunos das turmas 10º CT1, 10º CT2, 10º CT4 e 12º CT4 da Escola Secundária de Valongo participaram no projeto “Hidroponia na Sala de Aula”, uma iniciativa promovida pelo Clube Ciência Viva na Escola – Clube Despertar Con(s)Ciências, que alia a aprendizagem científica à promoção de práticas agrícolas sustentáveis. Na sua terceira edição, o projeto integra uma iniciativa da Agência Nacional Ciência Viva e utiliza um sistema hidropónico instalado no laboratório de Biologia e Geologia da escola. A hidroponia é uma técnica inovadora de cultivo que permite produzir plantas sem recurso ao solo, através de uma solução nutritiva que fornece diretamente às raízes a água e os nutrientes necessários ao seu desenvolvimento. Depois de uma sessão de apresentação dos princípios científicos da hidroponia, os alunos assumiram um papel ativo em todas as fases do projeto. Desde a preparação das soluções nutritivas à colocação das plantas no sistema, passando pela monitorização regular do crescimento e dos parâmetros físico-químicos da água, os participantes desenvolveram competências práticas de investigação, observação e análise de dados. Durante vários meses, foram cultivadas diferentes espécies, entre as quais alfaces, salsa, coentros, agriões e nabiças. Os alunos realizaram medições periódicas da altura das plantas, do número de folhas e de indicadores como o pH, a condutividade elétrica e a temperatura, registando toda a informação em tabelas, fotografias e vídeos. Apesar de alguns desafios técnicos, como pequenas fugas de água e a necessidade de reajustar a solução nutritiva, o sistema manteve-se funcional e permitiu obter colheitas no final da experiência. Estas situações constituíram, aliás, importantes oportunidades de aprendizagem, reforçando a importância da resolução de problemas e da manutenção dos sistemas tecnológicos. Mais do que um projeto científico, a iniciativa revelou-se uma experiência educativa enriquecedora, promovendo o trabalho colaborativo, a responsabilidade e a consciência ambiental dos alunos. Através desta atividade, os participantes aprofundaram conhecimentos sobre o crescimento das plantas, a gestão sustenProfessora Ana Paula Coelho, Coordenadora do Clube Ciência Viva na Escola
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Eu fui aluno do ensino profissional na ESV Olhar para trás e recordar os últimos três anos passados na Escola Secundária de Valongo é mergulhar numa das partes mais enriquecedoras e transformadoras do meu percurso académico e pessoal. Quando decidi ingressar no curso de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos (TGPSI), sabia que estava a dar um passo importante para o meu futuro, mas confesso que a realidade acabou por superar todas as minhas expetativas, e permitiu-me aprender imenso sobre a área da informática, preparando-me para a vida profissional, ou para a continuação na vida académica. Um dos pilares fundamentais desta experiência foi, sem qualquer dúvida, o corpo docente que me acompanhou. Ao longo destes três anos, tive o privilégio de ser orientado por professores fantásticos, que demonstraram não só um profundo e atualizado conhecimento técnico, mas também uma enorme componente humana. Nos momentos de maior exigência, ou de alguma frustração, estiveram sempre presentes para dar apoio e garantir que ninguém ficava para trás. O seu incentivo constante foi o que me permitiu continuar. No que diz respeito à vertente técnica, o curso proporcionou-me contactar com a área da informática em geral, ajudando-me a entender de forma prática a complexidade dos sistemas. Uma parte muito significativa e entusiasmante do percurso foi dedicada à programação. Aprendi a desenvolver programas em C++, uma linguagem que me deu bases sólidas ao nível da lógica algorítmica. Complementarmente, a exploração da programação em Visual Basic permitiu-me ganhar competências essenciais no desenvolvimento de interfaces gráficas e soluções práticas para desktop. Para além destas linguagens, o curso abriu-me as portas para o mundo do desenvolvimento web. Adquiri conhecimentos fundamentais em HTML e CSS para a estruturação e design de páginas, bem como programação em PHP (do lado do servidor). Aliado a isto, aprendi a criar e a gerir bases de dados em MySQL, o que me permitiu implementar todas estas tecnologias em conjunto na construção de sites dinâmicos, interativos e plenamente funcionais. Cada projeto concluído, desde uma simples aplicação até a uma plataforma web completa, representou um passo na consolidação das minhas competências técnicas. Contudo, este percurso não proporcionou só experiências ao nível de sala de aula. O curso e a Escola Secundária de Valongo proporcionaram-me a participação em projetos extracurriculares enriquecedores. O maior de todos foi, de longe, a oportunidade de realizar uma experiência de mobilidade de curta duração Erasmus+ em Espanha. Viver esta aventura internacional, conhecer uma nova cultura, absorver métodos de trabalho diferentes e aplicar o meu conhecimento de programação noutro país marcou-me para a vida. Considero que é uma oportunidade excecional e uma experiência que todos os alunos deviam experimentar, pelo valor que tem no nosso crescimento enquanto profissionais e enquanto cidadãos do mundo. Hoje, chegado ao final deste ciclo de três anos, o sentimento predominante é o de uma profunda gratidão. Levo comigo uma bagagem cheia de conhecimentos sólidos em informática e programação, memórias inesquecíveis do Erasmus em Espanha e o apreço por todos os professores que me apoiaram. Sinto-me verdadeiramente preparado para enfrentar os desafios do futuro, seja no mercado de trabalho ou no prosseguimento de estudos. Foram três anos incrivelmente bem investidos, e tenho imenso orgulho em ter sido aluno de TGPSI na Escola Secundária de Valongo. Gabriel Rocha Diplomado do Curso Profissional de Técnico/a de Gestão e Programação de sistemas Informáticos Ciclo de Formação 2021-2024
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Um agrupamento de qualidade que se impõe pela excelência das suas práticas. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VALONGO
R. Visconde Oliveira do Paço 4440-708 Valongo Telefone: 224 221 401/ 07 Email: escola.secundaria.valongo@esvalongo.org Portal: www.esvalongo.org
Parabéns! No Poupar está o ganho As crianças do grupo EPEC1 (Educadora Raquel Frião), da Escola Básica n.º 1 de Campelo, ganharam o 1.º Prémio (vencedor Nacional) no desafio final do Projeto "No Poupar está Ganho".
A Biodiversidade da Minha Escola 2025-26 Corrida de Carrinhos Solares Programáveis Os alunos Diogo Silve e Lucas Araújo, orientados pelo professor Fernando Ventura, conquistaram um brilhante 3.º lugar na classificação geral e ainda o 1.º lugar na prova do carro mais rápido.
A Escola Secundária de Valongo ganhou o 1.º prémio, 3.º Escalão, do projeto “A Biodiversidade da Minha Escola”, coordenado pela professora Ilda Moreira.
Selo Escola Saudável O AEV conquistou o “Selo Escola Saudável” – nível avançado. Este selo certifica e premeia as escolas que integram nas suas rotinas diárias a promoção da saúde, o bem-estar e relações interpessoais saudáveis.
Boletim do AE de Valongo - PUBLICAÇÂO TRIMESTRAL Edição e propriedade: Agrupamento de Escolas de Valongo Redação e paginação: Gabinete de Comunicação e Imagem do Agrupamento de Escolas de Valongo Os artigos assinados traduzem a opinião dos seus autores. Distribuição gratuita – para receber o Boletim do AE de Valongo em formato digital inscreva-se em www.esvalongo.org
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