PORTFÓLIO
Goiânia, Outubro de 2023 João Felipe Santos Elias Vitória Silva Queiroz
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ARQUITETURA E URBANISMO PROJETO 2 Prof.ª Adriana Oliveira Prof. Eurípedes Afonso
sumário
ESTUDO DE ERGONOMIA PARKLET PLANTA DIAGRAMA CONCEITUAL IMAGENS CRASPI
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ERGONOMIA 3
A relação entre o espaço e o ser humano pode-se chamar de ergonomia. De origem grega, ergonomia é adequar todo o espaço ao seu caráter mais humano possível, ou seja, tornar tudo aquilo utilizado como o mais confortável e harmonioso com suas funções possível. É pensando o espaço e toda a sua ergonomia que então surge as fotografias de nosso estudo. É a partir delas que podemos analisar toda essa relação entre medidas e tamanhos, alturas e larguras, entre o espaço e o humano; e em nosso estudo especifico a relação entre situações do cotidiano comparando o conforto de um adulto com o de uma criança.
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parklet
Um Parklet é definido como a transformação de área que antes era destinada exclusivamente a carros em espaços de uso público com características próprias e pensados para atrair pedestres e convidá-los a permanecer no local. É com esse intuito, de transformar algo monótono em algo vivo e interessante, que surge nossa proposta de Parklet Universal. Dessa forma, o espaço de medidas 3x6 tem em sua composição modular blocos que extrapolam ou imergem no limite definido. Além disso, o Parklet contém blocos adaptados a todas as alturas, voltados ao descanso de seus usuários, seguindo toda a unidade do conjunto. Com uma proposta colorida que visa ser um espaço de permanência voltado para as pessoas que buscam um refúgio divertido em meio ao caos das cidades contemporâneas.
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planta
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ISOMETRIA
A representação isométrica do parklet traz mais destaque à forma do projeto e deixa perceptível tanto a sensação de cheios e vazios, quanto a passagem de luz. O vermelho destaca onde a materialidade é trabalhada para que haja passagem de luz colorida.
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diagrama conceitual
definição de um volume
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formação da malha
formas geométricas a partir da malha
definição dos cheios e vazios
“explosão” do volume
adição de cores e materiais
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Foi principalmente a partir dos estudos preliminares relacionados à ergonomia que se tornou possível a realização de nosso Parklet Universal. Desenvolvido com a ideia de abranger as diferenças dos usuários, além de, é claro, ser um espaço interessante em meio ao caos urbano.
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CRASPI
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (2017), O CRASPI é uma Unidade Especializada da Atenção Secundária, presta serviço de acompanhamento ambulatorial especializado para o Idoso. O CRASPI desenvolve: promoção do envelhecimento ativo e saudável; manutenção, ao máximo, da capacidade funcional; prevenção de doenças; recuperação da saúde dos que adoecem; reabilitação dos que tem sua funcionalidade comprometida; contribuir efetivamente na capacitação/ atualização dos profissionais da rede municipal de saúde e colaborar com outras instituições de ensino na formação, especialização e pesquisa nas áreas de saúde da pessoa idosa. Afirma ainda que "tem grupos terapêuticos como: Roda de Conversa; Grupo de Memória; Grupo de Coral (música cantada); Grupo de Flauta doce; Grupo de Ioga Terapia; Grupo do Fuxico (Atividades laborais); Grupo de Abordagem Intensiva ao Fumante; Grupos de Atividade Física; Grupo Cuidando do Cuidado e Grupos de Fisioterapia".
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REFERÊNCIAS PROJETUAIS
A CASA DO SILÊNCIO - NATURA FUTURA ARQUITECTURA 15
espelho d´água
abertura para luz
sensação de aconchego
planta em U
uso de cobogós
proximidade com a natureza
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VILA PARA PESSOAS COM ALZHEIMER - NORD ARCHITECTS 17
aspecto de casa
convidativo para idosos
materialidade
hortas para terapia
separação em blocos
proximidade com a natureza
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quadro SÍNTESE
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layouts
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fisiofuncionograma
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estudo do terreno comercial
residencial
serviço
lazer
institucional
ANÁLISE DE USOS
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trânsito
arborização
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legislação MANUAL DE ESTRUTURA FÍSICA DAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE São características do processo de trabalho das equipes de Atenção Básica/Saúde da Família: 1) definição do território de atuação das UBS; 2) planejamento, programação e implementação das atividades, com a priorização de solução dos problemas de saúde mais frequentes, considerando a responsabilidade da assistência resolutiva à demanda espontânea; 3) desenvolvimento de ações educativas que possam interferir no processo de saúde-doença da população e ampliar o controle social na defesa da qualidade de vida; 4) desenvolvimento de ações focalizadas sobre os grupos de risco e fatores de risco comportamentais, alimentares e/ou ambientais, com a finalidade de prevenir o aparecimento ou a manutenção de doenças e danos evitáveis; 5) assistência básica integral e contínua, organizada à população adscrita, com garantia de acesso ao apoio diagnóstico e laboratorial; 6) implementação das diretrizes das políticas nacionais de saúde; 7) realização de primeiro atendimento às urgências médicas e odontológicas; 8) participação das equipes no planejamento e na avaliação das ações; 9) desenvolvimento de ações intersetoriais, integrando projetos sociais e setores afins, voltados para a promoção da saúde; 10) apoio à estratégias de fortalecimento da gestão local e do controle social. O Ministério da Saúde recomenda que em uma UBS trabalhem, no máximo, cinco ESF (equipe de saúde da família), devido às dificuldades de organização de agenda e dos fluxos operacionais que garantem as mudanças de práticas de saúde, necessárias ao modelo de atenção proposto pela estratégia Saúde da Família. Entretanto, em realidades em que já se dispõe de uma rede física instalada que comporte um número maior de equipes e que a população a ser atendida apresente características de alta densidade e que as distâncias para o acesso de toda a população adscrita à unidade seja facilitado (viabilidade de acesso a pé), é possível prever mais de cinco equipes, desde que se assegure áreas e salas em número adequado à realização das atividades, especialmente quanto ao número de consultórios e equipamentos odontológicos.
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Na elaboração de projetos arquitetônicos de unidades de saúde devem ser consideradas duas dimensões: uma exógena e outra endógena que serão descritas abaixo: - Exógena: considera o edifício em suas condições desejáveis de salubridade por meio do distanciamento de pessoas das variáveis ambientais externas, contempladas e amparadas em normas técnicas e de higiene; - Endógena: observa o impacto causado pelas construções no meio ambiente externo alterando, de forma positiva ou negativa, suas condições climáticas naturais. Essa dimensão está contemplada por instrumentos legais como o código de obras e postura dos municípios que são complementares às legislações federais que visam à redução de danos ambientais e de saneamento Para otimização da realização das ações de atenção à saúde é importante que o projeto arquitetônico considere o processo de trabalho e os fluxos de pessoas dentro e fora da unidade, definidos com as equi pes. Segue uma sugestão de agrupamento por planos: 1° plano: recepção e espera 2° plano: espera,consultórios médicos e de enfermagem; para o consultório odontológico prever um local onde o ruído não prejudique as demais atividades realizadas por outros profissionais. 3° plano: procedimentos 4° plano: áreas de apoio Todo o projeto da estrutura física da UBS deve considerar adequações que permitam o acesso de pessoas deficientes e de pessoas com limitações, como rampas de acesso, portas com dimensões ampliadas, maçanetas do tipo alavanca, barras de apoio etc.; Deve-se restringir o acesso desnecessário de usuários aos ambientes, com o objetivo de se conseguir maior controle de transmissão de infecção. Sugere-se que algumas áreas sejam de tráfego restrito, especialmente os ambientes que tendem a ser mais contaminados, como a sala de procedimentos; Os corredores para circulação de pacientes devem ter largura mínima de 120cm; Prever passeio de proteção no perímetro externo da edificação e não usar vegetação faceando a alvenaria. Rampas para acesso à UBS. Desníveis de qualquer natureza devem ser evitados em rotas acessíveis
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CÓDIGO DE OBRAS Art. 51. Todos os componentes das edificações, inclusive as fundações, fossa, sumidouro e poço simples ou artesiano, deverão estar dentro dos limites do terreno, não podendo, em nenhuma hipótese, avançar sobre o passeio público ou sobre os imóveis vizinhos. § 1º É proibido, sob qualquer forma ou pretexto, a invasão, obstrução e ocupação de logradouros e/ou áreas públicas municipais. § 2º Os beirais, seja qual for o caso, deverão distar das divisas laterais e de fundo no mínimo 0,60m (sessenta centímetros). § 3º As águas pluviais provenientes das coberturas deverão escoar dentro dos limites do terreno, não sendo permitido o desaguamento diretamente sobre os lotes vizinhos ou logradouros. Art. 53. Excetuadas as habitações unifamiliares, geminadas, seriadas e coletivas com até 8 (oito) unidades, em lote exclusivo, qualquer edificação ou conjunto de edificações com mais de 750m² (setecentos e cinqüenta metros quadrados) deverá ser dotada de espaço ou abrigo destinado à guarda de lixo, localizado no interior do lote e com acesso direto ao logradouro público, podendo ocorrer no recuo frontal obrigatório. Art. 57. Os compartimentos das edificações serão iluminados e ventilados mediante aberturas para áreas de iluminação e ventilação. § 1º Nenhuma das aberturas para iluminação e ventilação naturais da edificação poderá distar das divisas do lote, a menos de 1,50m (um vírgula cinquenta metros), conforme Anexo 7, deste Código. § 2º As paredes sem iluminação e ventilação, quando afastadas das divisas, não poderão distar destas menos de 0,80m (oitenta centímetros), conforme Anexo 8, deste Código. § 3º As janelas cuja visão não incida sobre a linha divisória, bem como as perpendiculares, não poderão ser abertas a menos 0,75m (setenta e cinco centímetros), conforme Anexo 9, deste Código.
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Art. 60. Admite-se marquises nas fachadas das edificações não habitacionais, construídas em balanço sobre o recuo frontal obrigatório, que deverão obedecer às seguintes exigências: IV - não prejudicar a arborização e iluminação pública, nem ocultar placas de nomenclatura e outras indicações oficiais dos logradouros, quando construídas em logradouro de grande declividade, as marquises deverão ser compostas de tantos seguimentos horizontais quanto forem convenientes. Art. 72. As faixas de acesso e circulação de veículos deverão apresentar dimensões mínimas, para cada sentido de tráfego: I - para o portão de acesso 3,50m (três vírgula cinquenta metros) de largura e 2,40m (dois vírgula quarenta metros) de altura livre de passagem, quando destinadas a automóveis e utilitários; II - para circulação em linha reta 3,00m (três metros) de largura e 2,40m (dois vírgula quarenta metros) de altura livre de passagem, quando destinadas a automóveis e utilitários; III - será admitida uma única faixa de acesso e circulação de automóveis e utilitários quando esta se destinar, no máximo, ao acesso de 150 (cento e cinquenta) veículos. Acima destes valores a faixa de acesso e circulação, em linha reta, passa a ter 5,00m (cinco metros); Art. 74. Deverão ser previstos espaços de manobra e estacionamento de veículos, internos ao lote, de forma que estas operações não sejam executadas nos espaços dos logradouros públicos, exceto os casos previstos neste Código, para vagas autorizadas internas ao lote e externas à edificação ou empreendimento conforme legislação urbanística.
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planta de situação
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implantação
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planta baixa
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planta de cobertura
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cortes
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fachadas
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diagrama
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Perspectiva isométrica
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OBRIGADO!