minha vontade e tudo o que eu
do o que eu possuo; VĂłs
o. Tudo ĂŠ vosso: disponde,
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de. Dai-me apenas,
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dom que se recebe vida que se dá
Introdução Ao longo de toda a minha vida, e pensando sobretudo no caminho feito em seminário, foi ficando claro que o discernimento assentava em duas questões de fundo: o que Deus quer de mim? O que eu quero para a minha vida? Ainda que, sem definir exatamente em que momentos fui respondendo a cada uma delas, as respostas foram surgindo. Dito isto escolho para a minha vida sacerdotal o lema: Sacerdócio, dom que se recebe, vida que se dá. Em primeiro lugar entendo, com base no meu discernimento, que Deus me quer entregar este enorme dom do Sacerdócio Ministerial. Entendo-o como a vocação que no coração de Deus me está a chamar. Em segundo lugar, talvez o ponto mais difícil do meu caminho de discernimento, fazendo um exercício de plena liberdade humana, com toda a consciência e maturidade que me é possível neste preciso momento da vida, resolvo assim doar, entregar e disponibilizar tudo o que sou para este caminho de vida presbiteral.
Creio ser importante referir que nesta decisão se encontra também a inspiração e o pedido de proteção a algumas personagens concretas da história do povo de Deus. Em Moisés, que caminha a mando de Deus, junto do seu povo, levando-os para a Terra Prometida. Em Job, a audácia de quem “luta” com Deus, sabendo e querendo que Deus saia sempre vencedor. Em Maria, que mesmo não sabendo a totalidade do projeto de Deus para a sua vida foi capaz de dizer sim. Em Paulo, homem de convicções fortes, que permitiu que Deus o convertesse diariamente. Em suma, caminho para Ordenação Presbiteral, com base num caminho de discernimento que não se fecha, mas que me parece bastante claro e delineado nesta rota: o Sacerdócio que agora me proponho a abraçar, é um Dom que Deus me propõe, e ao qual eu entrego a totalidade da minha vida, na confiança de que Ele me guiará sempre e que eu me deixarei guiar numa entrega diária ao dom recebido.
Vale de São Martinho
Missa Nova Eucaristia de Apresentação à Comunidade
procissão de entrada O presidente da celebração e os concelebrantes paramentam-se no Centro Pastoral. A procissão de entrada organiza-se da seguinte forma: CNE Agrupamento nº 186 Vale São Martinho Turíbulo e naveta Cruz processional ladeada de velas Acólitos Evangeliário Sacerdotes Presidente da celebração e diáconos Pais
Após a chegada do cortejo processional à porta da Igreja Paroquial, terminada a intervenção da fanfarra, o cortejo litúrgico aguarda que seja lida a seguinte introdução ao espírito da celebração.. Leitor:
Sejam bem-vindos a Vale de São Martinho! Vinte e seis anos depois, esta comunidade volta a ter a alegria de apresentar a toda a Igreja um sacerdote filho da terra. A alegria da entrega sacerdotal do Padre Vítor é pessoal e familiar, mas também é comunitária. Hoje é dia de festa por inúmeras razões, mas sobretudo porque à mesa do Pão da Eucaristia nos sentamos para agradecer o dom do sacerdócio e a entrega da vida. De pé preparemo-nos para iniciar esta celebração Eucaristia. Depois canta-se o cântico processional:
7
Abri as portas a Cristo! Marco Frisina
Abri as portas a Cristo! Não temais, não tenhais medo; Escancarai o vosso coração Ao amor de Deus.
1. Entregai-vos a Jesus nas aflições e tristezas, refúgio sempre seguro, vigor nas nossas fraquezas!
2. Nestes dias em que o mundo, perde fé e confiança vós sois Suas testemunhas mesageiros de esperança!
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Ritos Iniciais Ao chegar ao altar, cada sacerdote beija o altar e procura o respetivo lugar. Quando o presidente da celebração se aproxima do altar, beija-o e, depois, procede à incensação do altar, da imagem do padroeiro e da cruz. Aproximando-se da presidência, seguem-se os ritos iniciais:
Após a saudação inicial, o presidente da celebração introduz a assembleia ao espírito da celebração com as seguintes palavras:
Boa tarde a todas e a todos! Hoje é a festa! Estamos aqui para fazer festa. Como já ouvimos é a festa de uma comunidade e de uma Igreja, é a festa de um Dom, o sacerdócio, é a festa da entrega, de uma vida por todas as vidas. Claro está que é a festa de Cristo. É Ele que reúne a Comunidade e a Igreja. É Ele o eterno Sacerdote. É Ele que verdadeiramente e radicalmente entrega a vida por cada um de nós. Por último, não é a festa dos intocáveis e prefeitos. É a festa do que na comunhão do Corpo e Sangue de Cristo querem trilhar o caminho da Santidade.
Segue-se o acto penitencial. O sacerdote convida os fiéis ao acto penitencial com estas palavras ou outras semelhantes:
Irmãos: Para celebrarmos dignamente os santos mistérios, reconheçamos que somos pecadores. Guardam-se alguns momentos de silêncio. Seguidamente, o sacerdote introduz a confissão com estas palavras ou outras semelhantes:
Confessemos os nossos pecados. E dizem todos juntos a confissão:
Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, actos e omissões, e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha tão grande culpa.
9
e continuam:
E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor. Segue-se a absolvição do sacerdote:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna. O povo responde:
Amen. Seguem-se as invocações Kýrie, eléison, a não ser que já tenham sido feitas nalgum dos formulários do acto penitencial.
V. Senhor, tende piedade de nós.
10
R. Senhor, tende piedade de nós. V. Cristo, tende piedade de nós. R. Cristo, tende piedade de nós. V. Senhor, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós.
G. 1
Segue-se o hino Glória, que GLÓRIA o presidente introduzirá, A DEUS cantando:
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(...) e paz na terra aos homens por Ele amados. REFRÃO
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Nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigénito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo; só vós, o Senhor; Só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; Com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Ámen. Segue-se a oração coleta, que é feita do seguinte modo: depois do convite à oração, todos oram em silêncio durante alguns momentos. De seguida, o sacerdote, de braços abertos, entoa a referida oração.
Deus de bondade infinita, que preparastes bens invisíveis para aqueles que Vos amam, infundi em nós o vosso amor, para que, amando-Vos em tudo e acima de tudo, alcancemos as vossas promessas, que excedem todo o desejo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. O povo responde:
Amen Concluída a resposta da assembleia à oração coleta, todos se acomodam para escutar a Palavra de Deus.
11
LITURGIA DA PALAVRA LEITURA I Prov 9, 1-6 «Vinde comer do meu pão e beber do vinho que vos preparei» Leitura do Livro dos Provérbios A Sabedoria edificou a sua casa e levantou sete colunas. Abateu os seus animais, preparou o vinho e pôs a mesa. Enviou as suas servas a proclamar nos pontos mais altos da cidade: «Quem é inexperiente venha por aqui». E aos insensatos ela diz: «Vinde comer do meu pão e beber do vinho que vos preparei. Deixai a insensatez e vivereis; segui o caminho da prudência». Palavra do Senhor.
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Todos:
Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 137 (138), 1-2a.2bc-3.6. 8bc (R. 8bc) Refrão:
Saboreai e vede como o Senhor é bom. A toda a hora bendirei o Senhor, o seu louvor estará sempre na minha boca. A minha alma gloria-se no Senhor: escutem e alegrem-se os humildes. Refrão Temei o Senhor, vós os seus fiéis, porque nada falta aos que O temem. Os poderosos empobrecem e passam fome, aos que procuram o Senhor não faltará riqueza alguma. Refrão
Vinde, filhos, escutai-me, vou ensinar-vos o temor do Senhor. Qual é o homem que ama a vida, que deseja longos dias de felicidade? Refrão Guarda do mal a tua língua e da mentira os teus lábios. Evita o mal e faz o bem, procura a paz e segue os seus passos. Refrão
LEITURA II Ef 5, 15-20 «Procurai compreender qual é a vontade de Deus» Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Efésios Irmãos: Vede bem como procedeis. Não vivais como insensatos, mas como pessoas inteligentes. Aproveitai bem o tempo, porque os dias que correm são maus. Por isso não sejais irreflectidos, mas procurai compreender qual é a vontade do Senhor. Não vos embriagueis com o vinho, que é causa de luxúria, mas enchei-vos do Espírito Santo, recitando entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando e salmodiando em vossos corações, dando graças, por tudo e em todo o tempo, a Deus Pai, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Palavra do Senhor. Todos:
Graças a Deus.
ALELUIA
Jan Michael Joncas Jo 6, 56
Refrão: Aleluia, Aleluia, Aleluia! Quem come a minha Carne e bebe o meu Sangue permanece em mim e Eu nele, diz o Senhor. Refrão
13
Durante a aclamação ao Evangelho, o sacerdote, de pé, impõe incenso no turíbulo, sem nada dizer. O diácono que tiver de proclamar o Evangelho, inclinado diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa, dizendo:
A vossa bênção. O sacerdote, em voz baixa, abençoa com as seguintes palavras:
O Senhor esteja no teu coração e nos teus lábios, para anunciares dignamente o seu Evangelho: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo. O diácono benze-se e responde:
Ámen.
EVANGELHO Jo 6, 51-58 «A minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida»
14
Naquele tempo, disse Jesus à multidão: «Eu sou o pão vivo que desceu do Céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que Eu hei-de dar é minha carne, que Eu darei pela vida do mundo». Os judeus discutiam entre si: «Como pode Ele dar-nos a sua carne a comer?». E Jesus disse-lhes: «Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e Eu o ressuscitarei no último dia. A minha carne é verdadeira comida e o meu sangue é verdadeira bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em Mim e Eu nele. Assim como o Pai, que vive, Me enviou e Eu vivo pelo Pai, também
aquele que Me come viverá por Mim. Este é o pão que desceu do Céu; não é como o dos vossos pais, que o comeram e morreram: quem comer deste pão viverá eternamente».
Após a escuta atenta da Palavra de Deus, segue-se a homilia.
Tomai senhor
Oração Santo Inácio
Tomai, Senhor, e recebei toda a minha liberdade, a minha memória, o meu entendimento e toda a minha vontade, tudo o que tenho e possuo; Vós mo destes; a Vós, Senhor, o restituo. Tudo é vosso, disponde de tudo, pela vossa vontade. Dai-me apenas Senhor o vosso amor e graça, que esta me basta.
Concluída a homilia, o presidente da celebração senta-se, proporcionando um breve tempo de silêncio, em ordem a permitir uma melhor acomodação da Palavra de Deus no coração de cada pessoa. Em seguida, de pé, todos recitam o Credo na fórmula batismal.
15
Presidente:
Credes em um só Deus, Pai todo poderoso, criador do céu e da terra? Assembleia: Sim, creio. Presidente:
Credes em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e está sentado à direita do Pai? Assembleia:
Sim, creio. Presidente:
Credes no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna?
16
Assembleia:
Sim, creio. Presidente:
Esta é a nossa fé, esta é a fé da Igreja que nos gloriamos de professar em Jesus Cristo, nosso Senhor. Assembleia:
Ámen. Seguem-se as intercessões, que são introduzidas pelo presidente, da seguinte forma:
Irmãs e irmãos em Cristo: Nós, que fomos iluminados pela palavra de Deus e convidados a comer o Pão do Céu, elevemos ao Senhor as nossas preces, dizendo, com toda a confiança:
R. Lembrai-Vos, Senhor, do vosso povo. 1. Pela santa Igreja católica e apostólica, pelos que ela convida para a Ceia do Senhor e pelos ministros da Palavra e do Pão vivo, oremos. 2. Pelo nosso País e seu progresso verdadeiro, pela boa administração das coisas públicas e pelos que defendem os direitos dos mais pobres, oremos. 3. Pelas famílias de toda a terra e seus problemas, pelos homens que vivem como insensatos e pelos que procuram a Deus com inteligência, oremos. 4. Pelos jovens que se preparam para o matrimónio, pelos esposos separados e seus filhos e pelos casais que são sinal do amor de Cristo, oremos. 5. Por todos nós que celebramos a Eucaristia, pelos nossos amigos e vizinhos e pelos que sentem a solidão e o abandono, oremos. Presidente
Senhor, nosso Deus, dai-nos a graça de sermos solidários com todos os necessitados deste mundo e de nos alimentarmos, cada dia, do Corpo e do Sangue de Jesus. Ele que vive e reina por todos os séculos dos séculos.
17
LITURGIA EUCARÍSTICA Terminada a Oração Universal, um leitor faz a introdução aõ ofertório com as seguintes palavras: Leitor:
Estamos prestes a iniciar um ano de especial graça missionária. A nossa Arquidiocese tem no Projeto Salama uma forma de agir missionário. O projeto Salama! Cooperação Missionária Braga-Pemba tem como objetivo geral: Contribuir para a criação e o aprofundamento de laços de comunhão e de partilha espiritual e material entre as Dioceses de Braga e Pemba. O ofertório desta Eucaristia reverte para este projeto. Agradecemos desde já a vossa generosidade.
18
De seguida canta-se o CÂNTICO DO OFERTÓRIO. Entretanto, os diáconos colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o Missal
Não fostes vós que Me escolhestes Az. Oliveira
Não fostes vós que Me escolhestes, diz o Senhor. Fui Eu que vos escolhi e vos destinei para que deis fruto e o vosso fruto permaneça. 1. Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor e para sempre proclamarei a sua fidelidade. Vós dissestes: «A bondade está estabelecida para sempre», no Céu permanece firme a vossa fidelidade. 2. «Concluí uma aliança com o meu eleito, fiz um juramento a David meu servo: Conservarei a tua descendência para sempre, estabelecerei o teu trono por todas as gerações».
Terminada a preparação do altar, o sacerdote apresenta as ofertas do Povo Santo a Deus, dizendo em voz baixa, enquanto apresenta o pão:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos da vossa bondade, fruto da terra e do trabalho do ser humano, que hoje Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida. Depois toma o cálice com vinho, dizendo interiormente:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da vossa bondade, fruto da videira e do trabalho do ser humano, que hoje Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da salvação. A seguir, o sacerdote inclina-se e diz em silêncio:
De coração humilhado e contrito sejamos recebidos por Vós, Senhor. Assim o nosso sacrifício seja agradável a vossos olhos. Em seguida, o presidente prepara o turíbulo e incensa os dons e o altar; depois, é incensado por um diácono. Enquanto o diácono incensa os sacerdotes e assembleia, o presidente faz a ablução das mãos, dizendo em voz baixa:
Lavai-me, Senhor, da minha iniquidade e purificai-me do meu pecado. Terminados estes ritos e o cântico que os acompanhou, o presidente da celebração convida todos à oração:
Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceite por Deus Pai todo poderoso.
19
Assembleia:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja. Segue-se a oração sobre as oblatas:
Aceitai, Senhor, o que trazemos ao vosso altar, nesta admirável permuta de dons, de modo que, oferecendo-Vos o que nos destes, mereçamos receber-Vos a Vós mesmo. Por Nosso Senhor . Assembleia:
Ámen. No final, o sacerdote entoa o diálogo inicial da Oração Eucarística, de braços abertos, seguindo-se o prefácio:
20
O sacerdote continua com o prefácio (Oração Eucaristia IV), fazendo-o de braços abertos:
Senhor, Pai santo, é verdadeiramente nosso dever dar-Vos graças, é nossa salvação glorificar-Vos, porque sois o único Deus vivo e verdadeiro. Vós existis desde sempre e permaneceis eternamente na luz inacessível. Deus de bondade e fonte da vida,
criastes o universo para encher de bênçãos todas as criaturas e a muitas alegrar na claridade da vossa luz. Inumeráveis coros de Anjos estão na vossa presença para Vos servir e, contemplando a glória do vosso rosto, dia e noite cantam os vossos louvores. Com eles também nós e, pela nossa voz, a criação inteira, aclamamos o vosso nome, cantando com alegria: Segue-se o Sanctus, entoado por toda a assembleia:
Santo
António Cartageno
Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do Universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. proclamam a vossa glória. Hossana, Hossana, nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor. Hossana, Hossana, nas alturas! O sacerdote, de braços abertos, continua:
Nós Vos glorificamos, Pai santo, porque sois grande, e tudo criastes com sabedoria e amor. Formastes o homem à vossa imagem e lhe confiastes o universo, para que, servindo-Vos unicamente a Vós, seu Criador, exercesse domínio sobre todas as criaturas.
21
E quando, por desobediência, perdeu a vossa amizade, não o abandonastes ao poder da morte, mas, na vossa misericórdia, a todos socorrestes, para que todos aqueles que Vos procuram Vos encontrem. Repetidas vezes fizestes aliança com os homens e pelos profetas os formastes na esperança da salvação. De tal modo amastes o mundo, Pai santo, que chegada a plenitude dos tempos, nos enviastes como Salvador o vosso Filho Unigénito: feito homem pelo poder do Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, viveu a nossa condição humana,
22
em tudo igual a nós, excepto no pecado; anunciou a salvação aos pobres, a libertação aos oprimidos, a alegria aos que sofrem. Para cumprir o vosso plano salvador, voluntariamente Se entregou à morte e com a sua ressurreição, destruiu a morte e restaurou a vida. E a fim de vivermos, não já para nós próprios, mas para Ele, que por nós morreu e ressuscitou, de Vós, Pai misericordioso, enviou aos que n’Ele crêem o Espírito Santo, como primícias dos seus dons, para continuar a sua obra no mundo e consumar toda a santificação. Junta as mãos e, estendendo-as sobre as oblatas, diz:
Nós Vos pedimos, Senhor, que o Espírito Santo santifique estes dons, Junta as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e sobre o cálice, dizendo:
para que se convertam no Corpo e + Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, Junta as mãos.
ao celebrarmos este grande mistério que Ele nos deixou como sinal de aliança eterna.
Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor devem pronunciar-se clara e distintamente, como o requer a natureza das mesmas palavras.
23
ACLAMAÇÃO DA ANAMNESE - Oração após a Elevação -
* Melodias Oficiais
O presidente termina com a aclamação, à qual toda a assembleia aclama: (Ordinário da Missa) Aclamação I
j j & œj œ œ œ œ Mis - té - rio da fé! j j j & œ œ œ W
A - nun - ci - amos, Senhor, a
j j & œ œ W
pro - cla - mamos a vossa res
œ œJ œ J
-
sur - rei - ção.
,
œ
œ œj œ œ J J vos - sa mor - te, œ œJ œ œj œ J J
,
Vin - de, Se - nhor Je - sus!
OAclamação sacerdote II prossegue, de braços abertos, juntamente com todos os concelebrantes:
24
j
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j j j j
œ œ Senhor, & œ Jœ agora, Celebrando J J œ œ œ œ œ œ œ Mis - té - da rio nossa ad - mi -redenção, rá - vel da nos - sa fé! o memorial j j j j œ j j ajmorte de Cristo j j œ œ j j recordamos œ œ œ & œ œ œ œ œ œ J J œ œ e a sua à mansão mortos; Quandescida - do co - me - mos des - dos te pão e be - be - mos des - te jaos jCéus; j œ œ œ œ proclamamos a sua ressurreição e ascensão œ œ œ œ œ & œ œ J J J J J J e, esperando a sua vinda gloriosa, a - nun - ci - a mos, Se - nhor, a vos - sa mor j j j j j j j j œ œ nós œ Corpo œ œ e Sangue, & Vos œ œ œ o seu œ J J œ œ oferecemos o sacrifício es - pe do - ranvosso - do a agrado vos - sa vin - da glo - ri - o e de salvação para todo o mundo.
j j œ œ œ
cá - li - ce,
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Olhai, Senhor, j jparaj esta´ oblação j j œ œ j œ j œ œ œ œ J J œ J œ œ & preparastes œ para a vossa œ Igreja; œ que Mis - té - rio da fé pa - ra a sal - va - ção do mun - do! , j j e concedei, por vossa bondade, j œ œ j j œ œ œ œ œ œ œJ œ œ œ œ & œ œ J œ œ vamosJparticipar JdoJ mesmo pão e do mesmo a quantos J cálice, J Gló - ria a Vós que mor-res - tes na cruz e a - go - ra vi - veis pa - ra que, reunidos j pelo j Espírito j jSanto num ,só corpo, j j Aclamação III
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œ & J JemœCristo œ œumaœ oferenda sejamos viva Sal - va - dor do mun - do, sal - vai - nos. para louvor da vossa glória. * Anamnese: Oração que evoca a Redenção de Cristo.
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Depois, um concelebrante (Pe. Faria), de braços abertos, continua :
Lembrai-Vos agora, Senhor, de todos aqueles por quem oferecemos este sacrifício: o vosso servo o Papa Francisco, o nosso Bispo Jorge. e todos os Bispos e ministros sagrados, os fiéis que Vos apresentam as suas ofertas, os membros desta assembleia, todo o vosso povo santo e todos aqueles que Vos procuram de coração sincero.
Outro concelebrante (Pe. Francisco), com os braços abertos, prossegue:
Lembrai-Vos também dos nossos irmãos que adormeceram na paz de Cristo Maria do Sameiro Carvalho Marques Maria Joaquina Moreira Manuel da Costa Maria de Jesus Moreira da Costa Artur José Campos Passos Nuno Alexandre da Costa Passos Maria Glória Mário Carvalho de Azevedo António Carvalho de Azevedo e de todos os defuntos cuja fé só Vós conhecestes. E a todos nós, vossos filhos,concedei, Pai de misericórdia, a graça de alcançarmos a herança do Céu, com a Virgem Santa Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos e todos os Santos, para que, no vosso reino, com a criação inteira liberta do pecado e da morte, cantemos eternamente a vossa glória, por Jesus Cristo, nosso Senhor.
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Junta as mãos.
Por Ele concedeis ao mundo todos os bens. Ao terminar a Oração Eucarística, o presidente da celebração, elevando a patena – sendo o cálice elevado por um diácono –, juntamente com todos os sacerdotes cantam a doxologia final:
26
Seguem-se os ritos de comunhão, sendo estes introduzidos pelo presidente da celebração:
Reconhecendo verdadeiramente a nossa identidade cristã e a nossa filiação divina, rezemos, com confiança, a oração que Jesus, o Messias, Filho de Deus, nos ensinou: Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino; seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação; mas livrai-nos do mal.
O presidente da celebração continua, de braços abertos, com o embolismo do mal:
Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo, nosso Salvador. Junta as mãos. Assembleia:
Vosso é o reino e o poder e a glória para sempre. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo, que dissestes aos vossos Apóstolos: deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz: não olheis aos nossos pecados mas à fé da vossa Igreja e dai-lhe a união e paz, segundo a vossa vontade, Junta as mãos:
Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo. Todos:
Ámen. O presidente diz, estendendo e juntando as mãos:
A paz do Senhor esteja convosco. Assembleia:
O amor de Cristo nos uniu. Diácono:
Saudai-vos na paz de Cristo.
27
Nesse momento, o Pe. Vitor dá a saudação da paz aos concelebrantes mais próximos, aos diáconos, aos condiscípulos e aos seus pais e padrinho. Depois deste momento, o presidente fraciona o pão, prosseguindo com o rito da immixtio, enquanto faz a seguinte apologia:
Esta união do Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna. Entretanto, todas as pessoas cantam o Agnus Dei:
Cordeiro de Deus Jorge Pinheiro
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Tende piedade de nós. Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Tende piedade de nós.
28
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, Dai-nos a paz, dai-nos a paz. Entretanto, o presidente da celebração faz a seguinte apologia:
Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus vivo, que, por vontade do Pai e com o poder do Espírito Santo, destes a vida ao mundo pela vossa morte e ressurreição, livrai-me de todos os meus pecados e de todo o mal, por este vosso santíssimo Corpo e Sangue; conservai-me sempre fiel aos vossos mandamentos e não permitais que eu me separe de vós. O sacerdote genuflete, toma a hóstia, levanta-a um pouco sobre a patena e diz em voz alta, elevando o cálice e o pão:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
Assembleia:
Senhor, eu não sou digno/a que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e eu serei salvo/a. Segue-se o momento da comunhão sacramental. Enquanto o presidente comunga o pão e o vinho, diz para si mesmo as seguintes palavras, respetivamente: O Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
O Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna. Em seguida, o presidente da celebração distribui a comunhão aos diáconos, seguindo estes para os locais previamente destinados para a distribuição da comunhão aos fiéis. Comungam, de imediato, os condiscípulos, que também ajudarão na distribuição da comunhão, em lugares previamente estabelecidos. Por fim, comungam todos os outros sacerdotes. Entretanto, todos cantam:
Bendito Sejas Senhor António Cartageno
Bendito sejas, Senhor, És o Pão que nos sacia! Nós Te adoramos, Jesus, nós Te adoramos, na divina Eucaristia! 1. Sagrado Corpo de Cristo, / és o Pão que nos sustenta! Tua divina Palavra / a nossa fé alimenta! 2. Tomai e saboreai / Jesus Cristo, nosso Pão, Que na cruz Se ofereceu / para nossa salvação! 3. Do seu Corpo e do Seu Sangue / fez-Se pão e fez-Se vinho! Assim Ele nos convida / a seguirmos seu caminho! 4. Eis o Corpo imaculado / de Jesus, Filho de Deus, Que pelo Espírito Santo / nos fez discípulos seus! 5. Eis o nosso Redentor, / corpo de Cristo sagrado! Eis o Cordeiro divino / que por nós foi imolado! No final da distribuição da comunhão, os diáconos guardam as partículas que sobejaram no espaço da reserva eucarística e um acólito instituído faz a purificação do cálice, da patena e dos vasos na sacristia. Todos se sentam e cantam:
29
Coração Sacerdotal de Jesus I. Aldasoro
Coração sacerdotal de Jesus, multiplicai os sacerdotes. Coração sacerdotal de Jesus, santificai os sacerdotes. Coração sacerdotal de Jesus, actuai, actuai, pelos sacerdotes. Nossa Senhora do Rosário de Fátima, Rainha do clero, rogai pelo Santo Padre, pelos nossos bispos, por todo o clero e pelos nossos seminários. No final do cântico, prevê-se um breve momento de silêncio, seguindo-se a oração pós-comunhão:
30
Senhor, que neste sacramento nos fizestes participar mais intimamente no mistério de Cristo, transformai-nos à sua imagem na terra para merecermos ser associados à sua glória no Céu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. O povo responde:
Amen
RITOS FINAIS Concluída a resposta da assembleia à oração pós-comunhão, todos se acomodam para os agradecimentos.
Findos os agradecimentos, preserva-se um instante de silêncio, para retomar toda a atenção da assembleia, de tal modo a acolher com toda a disposição interior a bênção de Deus. Entretanto, faz-se uma admonição, explicitadora do rito do beija mãos: Leitor:
Depois de acolhermos a bênção de Deus no nosso coração, procurando fazer com que ela germine na nossa vida cristã, vamos ter a oportunidade de beijar as mãos do novo sacerdote, o Pe. Vítor. Este rito está revestido de profunda simplicidade e sentido, pois as suas mãos, em virtude da unção realizada na ordenação sacerdotal, são as mãos de Jesus Cristo que abençoam, que batizam, que consagram o pão e o vinho, que perdoam, que unem os esposos no amor matrimonial, que edificam a vida das comunidades cristãs. Por isso, este rito deve ser feito em ambiente de oração. Segue-se a bênção final, feita de forma solene, e o envio.
Diácono:
Inclinai-vos para receber a bênção.
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Presidente:
Deus todo poderoso vos abençoe com a sua misericórdia e ilumine a vossa inteligência com a sabedoria da salvação. Todos:
Ámen. Presidente:
Deus faça crescer em vós o espírito de fé e vos torne perseverantes na prática das boas obras. Todos:
Ámen. Presidente:
32
A luz do Senhor dirija os vossos passos e vos oriente nos caminhos da caridade e da paz. Todos:
Ámen.
Presidente:
Diácono:
A acompanhar a procissão final, que apenas contará com a cruz processional, ladeada das respetivas velas, com os diáconos e os sacerdotes, cantar-se-á:
Enquanto prossegue o rito do beija mãos, o coro vai cantando os seguintes cânticos:
Salve! Salve, ó eleito de Cristo! C. Costa
Salve! Salve, ó eleito de Cristo! Mensageiro da paz e do amor, És na terra a imagem sagrada De Jesus, nosso Deus e Senhor
Aleluia! Hossana e glória! Cantemos hinos a flux Em louvor do sacerdote Que é na terra outro Jesus.
Sacerdote de Deus para sempre, Já o mundo morreu para ti; Mas tão grande alegria te inunda Que ela agora em teus lábios sorri.
Nessas mãos para sempre sagradas Tu sustentas o Deus poderoso. Que ventura maior e mais santa! Inebria-te agora de gozo. Tuas mãos que só bênçãos espalham São as mãos de Jesus redentor; E por isso queremos beijá-las Entoando aleluias de amor.
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dom que se recebe vida que se dá
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Santo Inácio
Tomai, Senhor, e recebei toda a minha liberdade, a minha memória, e o meu entendimento, toda a m or, e recebei toda a minha liberdade, a minha memória, e o meu entendimento, toda a minha vontade e tud ha memória, o meu entendimento, toda a minha vontade e tudo o que eu possuo; Vós mo destes; a Vós o restituo ntendimento, toda a minha vontade e tudo o que eu possuo; Vós mo destes; a Vós o restituo. Tudo é vosso: dispon nha vontade e tudo o que eu possuo; Vós mo destes; a Vós o restituo. Tudo é vosso: disponde, pela vossa vontad o e possuo; Vós mo destes; a Vós o restituo. Tudo é vosso: disponde, pela vossa vontade. Dai-me apenas, Se
ós o restituo. Tudo é vosso: disponde, pela vossa vontade. Dai-me apenas, Senhor, o Vosso amor e graça, que es
so: disponde, pela vossa vontade. Dai-me apenas, Senhor, o Vosso amor e graça, que esta me basta. Tomai, Senho
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