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Effathá#69 Brufe

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Deuteronómio 18, 15-20 . Salmo 94 . 1Coríntios 7, 32-35 . Marcos 1, 21-28 . ANO B . QUARTO DOMINGO

MARCOS 1, 22

Todos se maravilhavam com a sua doutrina” SEMENTES DE ESPERANÇA

EFFATHA

www.diocese-braga.pt/stoadriaovnf | comunidadestoadriao@arquidiocese-braga.pt www.diocese-braga.pt/smbrufe | saomartinhodebrufe@arquidiocese-braga.pt

BOLETIM INTERPAROQUIAL . 69 BRUFE E SANTO ADRIÃO

plano pastoral 2017/2020

Não deixemos que nos roubem a esperança | 2 Bento XVI, na Encíclica «Salvos na Esperança», desafia a trilhar os caminhos da esperança fundamentada na fé em Jesus Cristo. Uma fé que «atrai o futuro para dentro do presente, de modo que aquele já não é o puro ‘ainda não’» (SS 7) e uma esperança que nos implica, nos compromete no «aqui agora» e nos desafia a construir a história a partir das realidades últimas [...]. «A esperança não desilude» [...], «nesta época que parece obscura, na qual às vezes nos sentimos perdidos [...]. Não podemos deixar que a esperança nos abandone, pois com o seu amor Deus caminha ao nosso lado. [...] Cada um de nós pode dizer: ‘Espero, tenho esperança, pois Deus caminha comigo’» (7 de dezembro de 2016). A esperança é, pois, um dos atributos da existência cristã. Ser cristão é ter esperança, é ser esperança. O cristão confirma o dito popular «enquanto há vida, há esperança» e leva-o mais longe prolongando-o para além do tempo: porque há vida eterna/plena, também a esperança é eterna/plena. O papa Francisco, em Fátima, exprimiu esta convicção ao dizer que «quando Jesus ao Céu, levou para junto do Pai celeste a humanidade — a nossa humanidade — [...]. Como uma âncora, fundemos a nossa esperança nessa humanidade colocada nos Céus à direita do Pai. Seja esta esperança a alavanca da vida de todos nós! Uma esperança que nos sustente sempre, até ao último respiro» (13 de maio de 2017).

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Cada um de nós pode dizer: «Espero, tenho esperança, pois Deus caminha comigo». A esperança é um dos atributos da existência cristã. Ser cristão é ser esperança.

”

SEGUIR JESUS CRISTO

O evangelista Marcos revela como Jesus Cristo começa a exercer o seu ministério, sempre acompanhado pelos discípulos. A autoridade da sua doutrina «remete-nos para a frescura da origem, para a frescura da nascente, para o assombro: todos se maravilhavam». Ao saborear o texto, também nós, como naquele dia, ficamos maravilhados porque o acolhemos, não como «palavras gastas», mas «palavras acesas, vivas, autorizadas», palavras que tocam «o centro da vida» (Ermes Ronchi e Marina Marcolini). Como seria o mundo, se todos os cristãos fossem capazes de maravilhar os seus irmãos com autoridade?! Para isso, talvez seja urgente que os aspirantes a discípulos missionários se treinem na arte do maravilhamento, do deslumbramento, do assombro, do espanto. Seguir o Mestre é deixar-se surpreender, deter-se «num longo e inocente olhar» (Adorno) diante da sua novidade, essa que obriga a recomeçar, como se fosse a primeira vez que nos sentimos chamados a seguir Jesus Cristo.

JANEIRO 2018

VIVER

EM COMUNIDADE Reaprender a arte do maravilhamento ao ler/ escutar os evangelhos. Tudo começa com a capacidade de parar e observar o céu, escutar o canto de um pássaro, contemplar um sorriso, saborear um gole de água, sentir o corpo a respirar...

PERGUNTA

DA SEMANA

Fico maravilhado com as palavras de Jesus Cristo?

REZAR

EM FAMÍLIA Senhor Jesus, ensina-nos a ficar maravilhados com os teus ensinamentos.


BRUFE

30 — TERÇA, 19H15 - EUCARISTIA

30o dia Maria Ilidia Mesquita de Miranda, mc. Confr. SS. Sacr. 30o dia Estela Alves Ferreira Sampaio, mc. Alexandra Margarida 30o Dia Francisco Gonçalves, mc. família Cecília Costa Oliveira e Marido, mc. filhos e netos Acção de Graças N.a S.a de Fátima e Sant. Sacr., mc. Fernanda

01 — QUINTA, 21H30 — CONSELHO ECONÓMICO PAROQUIAL Na residência paroquial

02 — SEXTA, 19H15 — EUCARISTIA - BÊNÇÃO DAS VELAS

30o dia Manuel Gomes de Oliveira, mc. Confr. SS. Sacramento Ricardo Ferreira, Manuel Ferreira e pais, mc. irmãs A Festa da Apresentação do Senhor e a Festa de N.a Sr.a das Candeias. Ambas estão intimamente ligadas, pois quando Maria e José vão ao Templo e apresentam Jesus, Ele é apelidado por Simeão por “Luz das nações”. Maria é aquela que transporta Jesus Cristo, Luz das Nações. Na celebração 19h15, faremos a bênção das velas. Haverá velas para todos os que o desejarem, para as quais pedimos apenas que deixem um donativo correspondente. DIA DOS CONSAGRADOS: neste dia, celebramos também

o dia dos Consagrados. Rezemos pelos consagrados e consagradas da nossa comunidade paroquial.

03 — SÁBADO, 14H30 - XIII JORNADAS DA FAMÍLIA

Das 14h30 às 19h, no Centro Pastoral de Santo Adrião, com a presença do Pe. Rui Alberto, Salesiano, o qual nos apresentará o tema: “Família – um projeto de vida”. Todas as família estão convocadas a participar nesta jornada. Mobilizemo-nos uns aos outros para participar ativamente

19H15 — EUCARISTIA

Ana Oliveira Pontes e marido, mc. filha Alice Joaquim Pereira Mesquita, mc. esposa e filhos António Alves da Costa e filho, mc. Manuel António José Maria Azevedo da Silva, mc. esposa António Marques, mc. esposa e filhos

04 — DOMINGO, 9H — EUCARISTIA Por toda a comunidade

N.B.: O Peditórios das Eucaristias deste fim de semana revertem para a Universidade Católica. Desde já gratos pela vossa generosidade.

GRUPO DE PREPARAÇÃO PARA O MATRIMÓNIO: no dia 3 de fevereiro, com as XIII Jornada da Família, damos início ao grupo de preparação para o matrimónio. Todos os que vão celebrar o seu casamento durante este ano, estão convidados a participar. Aí serão dadas indicações do modo como irão funcionar estes grupos. RETIRO DO PÁROCO: O Sr. Padre Francisco na semana de 5 a 9 de Fevereiro estará em retiro espiritual. Rezemos em comunidade pelos bins frutos deste temp frote de oração do nosso Pastor.

29 DE JANEIRO A 4 DE FEVEREIRO

DESTAQUE XIII JORNADA DA FAMÍLIA Dia 3 de fevereiro, sábado, das 14h 30 às 19h, no Centro Pastoral de Santo Adrião, com a presença do Pe. Rui Alberto, Salesiano, o qual nos apresentará o tema: “Família – um projeto de vida”. Todas as família estão convocadas a participar nesta jornada. Mobilizemo-nos uns aos outros para participar ativamente. pais. No primeiro diálogo com eles, estabelece-se o dia e a hora do Baptismo. Preferencialmente são celebrados ao sábado ou ao domingo. No entanto, em cada dia só há uma celebração de Baptismo. Ou seja, o primeiro a marcar determina a hora dos que a seguir desejaram o batismo no mesmo dia. Para melhor se celebrar e compreender a profundidade da missão que os bebés, os pais e padrinhos iniciam, promove-se um encontro de formação, na última sexta-feira do mês para pais e padrinhos. Embora não seja proibida a celebração do Baptismo no tempo da Quaresma, apelamos a que não haja celebração durante este período. Uma vez que toda a Quaresma é um tempo de preparação para a celebração do baptismo, apontamos o dia da Vigília Pascal como o dia por excelência da celebração do Baptismo.

CONFRARIA DO SANTISSIMO SACRAMENTO: após realização do sorteio de Natal informamos os números permeados: 1o prémio: 7223; 2o prémio: 1321; 3o prémio: 671. Período de reclamação até 30 de janeiro de 2018. A todos os que colaboraram o nosso muito obrigado. ENCONTRO PARA NAMORADOS: a Equipa de Pastoral Familiar arquidiocesana promove um Encontro de Namorados partindo da interrogação “Um pelo outro ou um com o outro?”. A iniciativa realiza-se no dia 10 de Fevereiro, no Centro Apostólico do Sameiro, entre as 9h30 e as 18h. ESTATÍSTICA PAROQUIAL DE 2017: no passado ano, celebraramse 24 batismos; 20 crianças celebraram a Primeira Comunhão; 17 jovens e adultos celebraram o Sacramento da Confirmação; 3 pares de jovens celebraram o Matrimónio; e 24 irmãos habitam já a Casa do Pai. RECIBOS: todas as pessoas que solicitaram recibos referentes a ofertas paroquiais do ano 2017 devem passar pelo Cartório paroquial nos horários de atendimento para os levantar. ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL E RELIGIOSA NOS HOSPITAIS: não descurar a importância do acompanhamento espiritual e religioso no tempo de permanência no Hospital e da necessidade de declararem e pedirem a assistência religiosa na admissão ao Hospital. No caso de essa não ser prestada, devem ainda usar o livro de reclamações para fazerem ouvir a sua voz.

SERVIÇO DE ATENDIMENTO: na sexta, dia 2 de Fevereiro, das 17h às 19h.

PEDIR O BAPTISMO: o sacramento do Baptismo pedido pelos

— PLANO PASTORAL 2017>2020 — SEMENTES DE ESPERANÇA — 2017+18 — DESPERTAR ESPERANÇA —


Critérios para o funcionamento do

SERVIÇO ARQUIDIOCESANO DE ACOLHIMENTO E APOIO À FAMÍLIA 1. Preparar os noivos para o matrimónio, acompanhar os casais nos primeiros anos de vida conjugal e discernir para ajudar a integrar as famílias mais frágeis é uma tarefa urgente da Igreja num tempo particularmente exigente para a vida das famílias. Acolhendo a mensagem da Exortação Apostólica, este documento convida as comunidades cristãs, pastores, religiosos e leigos a assumirem como prioridade esta missão. Dá-se, assim, seguimento à recomendação do Papa: “Os sacerdotes têm o dever de acompanhar as pessoas interessadas pelo caminho do discernimento segundo a doutrina da Igreja e as orientações do bispo” (AL 300). Acima de tudo, recordemos que “o anúncio cristão sobre a família é verdadeiramente uma boa notícia” (AL 1) esperando que “cada um (...) se sinta chamado a cuidar com amor da vida das famílias, porque elas não são um problema; são sobretudo uma oportunidade” (AL 7) para o mundo! (Construir a Casa sobre a Rocha, 38).

“Convido os fiéis que vivem situações complexas a aproximarse com confiança para falar com os seus pastores ou com leigos que vivem entregues ao Senhor (...). E convido os pastores a escutar, com carinho e serenidade, com o desejo sincero de entrar no coração do drama das pessoas e compreender o seu ponto de vista, para ajudá-las a viver melhor e reconhecer o seu lugar na Igreja” (AL 312). 2. Importa saber transmitir às comunidades este caminho pastoral. Os sacerdotes, na comunidade, devem anunciar a possibilidade de se iniciarem processos de discernimento para as pessoas que vivem nas chamadas situações “irregulares”. Com este anúncio, alguns poderão começar este percurso e a comunidade irá compreender que não se trata de facilitismo, mas antes da vivência do Evangelho. A primeira ajuda a oferecer aos fiéis divorciados que vivem em nova união é o disponibilizar de um serviço de informação e aconselhamento para averiguar a existência de algum fundamento que possa introduzir a causa de declaração de nulidade do matrimónio no Tribunal Eclesiástico. Pretendemos agilizar o acesso ao Tribunal eliminando, entre outros aspectos, a ideia de que é um processo demasiado longo e caro. Aos que não podem obter a declaração de nulidade mas querem viver a fé cristã numa boa relação com Deus e com a Igreja, é proposto um “itinerário de responsável discernimento pessoal e pastoral” (AL 300), com o objectivo de uma maior integração (acompanhar, discernir e integrar a fragilidade). 3. Acreditamos na solidez da metodologia proposta pelo Papa Francisco: acompanhar, discernir e integrar. Isto significa que os casais têm de estar prontos, por exemplo, para aceitar que não existem respostas pré-concebidas nem metas previamente definidas. Se assim não fosse, nada haveria a discernir. O casal de “divorciados recasados” e o director

espiritual devem aceitar que não se trata de um processo para garantir o acesso aos sacramentos, mas antes um caminho espiritual para procurar a vontade de Deus. Após diversas etapas e um percurso de alguns meses, caberá, em última instância, ao casal tomar a sua decisão diante de Deus. Ao director espiritual compete acompanhar o processo e assegurar que ele decorre com toda a normalidade. Como afirma o Papa Francisco, “somos chamados a formar as consciências, não a pretender substituí-las” (AL 37). Não se trata de conceder uma “autorização” geral para aceder aos sacramentos, mas de um processo de discernimento pessoal, do foro interno, acompanhado por um pastor com encontros regulares. Esse sacerdote ajudará no processo de discernimento à luz do ensinamento da Igreja. Este acompanhamento pastoral exige do sacerdote um acolhimento fraterno. Exige capacidade de escuta atenta e de mostrar o rosto materno da Igreja. Neste caminho de discernimento, o sacerdote deve ainda estimular ou renovar o encontro pessoal do casal com Jesus Cristo vivo. Tratando-se de um itinerário, o processo pode ser longo. Quando o discernimento acontecer (de acordo com a metodologia descrita em anexo) é possível que culmine no acesso aos sacramentos (reconciliação e comunhão), mas poderá também orientar-se para outras formas de maior integração na vida da Igreja: maior presença na comunidade, participação em grupos de oração ou reflexão, compromisso nos diversos serviços eclesiais (AL 299). No final do discernimento, os membros do casal poderão ser considerados idóneos para serem padrinhos ou madrinhas. Resumindo, neste ministério do discernimento, deve evitar-se cair em dois extremos: o rigorismo e o laxismo.

“Somos chamados a passar de uma pastoral da perfeição a uma pastoral da conversão: a meta, a doutrina, continua a mesma, mas evidencia-se a necessidade de acompanhar em direção à meta e não de sentar-se na meta a apontar o dedo a quem está a fazer o caminho. É o estilo das nossas comunidades, não o conteúdo da mensagem, que deve mostrar uma maior adesão ao evangelho” (D. Erio Castellucci, È il Signore che costruisce la casa).

Este itinerário de discernimento, feito de oração, revisão de vida e abertura à vontade de Deus, tem um propósito: valorizar a importância da consciência pessoal na vida dos cristãos e da Igreja. No itinerário de discernimento, a tarefa dos pastores não é a de “pretender substituir-se à consciência das pessoas” (cf. AL 37) ou “oferecer receitas simples” (AL 298), mas a de ajudá-las, com paciência, a iluminar e formar as suas consciências, para que possam tomar uma decisão sincera diante de Deus fazendo o que melhor podem.

D. Jorge Ferreira da Costa Ortiga, Arcebispo de Braga


INSCREVA-SE:

“Senta-te aqui comigo! Vamos conversar sobre a nossa vida...” Disse o amado à sua amada! Ela sentou-se curiosa. E percebendo que ele a olhava como nunca, estendeu um sorriso largo, de abertura ao que dissesse. “Sabes o que é que eu mais gostava!? Sabes qual é meu sonho!?” – perguntou o João com ar vislumbrado. “Não imagino!” – disse a Maria – “Mas estou muito curiosa!” E o namorado continuou: “Desejo construir uma cidade!” “Uma cidade!? Como pode ser isso!?” – interrompeu ela! Mas o rapaz, apaixonado, sonhador, pensando nos meio, nos detalhes, no seu objectivo, continuou: “Sim, uma cidade como nenhuma outra!! Será a cidade mais amada, mais cuidada... Nessa cidade haverá um palácio. E à volta do palácio se construirão outros palácios, outras casas... Sabes Maria, tudo na vida começa por um sonho! Como eu gostava que fizesses parte deste meu sonho! Não importa o tamanho que o sonho tem! Importa que tu o sonhes comigo! Vamos sonhar juntos!? Vamos construir esta cidade!?”

Maria ficou inquieta com tudo o que João estava a dizer. De que estava ele a falar!? O que lhe estava a querer dizer!? Fitando o olhar do João, Maria com ar doce e carinhoso, pensativa nas palavras mas generosa na atitude, disse: “Vamos! Claro que vamos construir uma cidade! Vamos construir essa cidade até sermos velhinhos!!” Então, o João com os seus olhos a brilhar, disse à sua amada: “Maria a cidade que vamos construir é a nossa família. Eu e tu somos o palácio. Os nossos filhos e os filhos dos nossos filhos serão os outros palácios, as outras casas... Não haverá cidade mais bonita que esta... Outras famílias virão até ela e vão desejar viver nesta cidade... ou então vão construir outras cidades semelhantes...”. E Maria e João, sentados, em diálogo, continuavam a sonhar com a sua cidade. Não faltaram os “ses” e os “nãos”, as dúvidas e as incertezas... Esta conversa, todavia, não era para terminar ali. Ela continuou vida fora...

Quando se sonha, os projectos parecem sempre inacabados, imperfeitos... Eles, porém, permanecem em construção... A este respeito coloquemo-nos sobre aviso: “Lentamente morre quem abandona um projeto antes de o iniciar, quem não faz perguntas sobre temas que não conhece, que não responde quando lhe perguntam alguma coisa que conhece. Evitemos a morte em pequenas doses, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples facto de respirar.» A família é o grande e arrojado projecto da humanidade. Este projecto prolonga-se no nosso tempo e entra na nossa história: “Apesar dos numerosos sinais de crise no matrimónio «o desejo de família permanece vivo, especialmente entre os jovens, e isto incentiva a Igreja». (cf AL 1). A Igreja movida por este desejo, vive inquieta com os seus filhos e quer ser proposta e caminho para todos os jovens e adultos. A XIII Jornada da Família quer ser essa oportunidade para que a Igreja diga qual é o seu projecto para a família, como a integra no seu pensar e agir, para fazer da família o verdadeiro sujeito da ação pastoral e para testemunhar que «o anúncio cristão sobre a família é verdadeiramente uma boa notícia»” (cf AL 1). Acompanham-nos os desafios da Exortação Apostólica Amoris Laetitiae, do Papa Francisco, assim como a carta pastoral “Construir a casa sobre a rocha” do nosso Arcebispo, D. Jorge Ortiga. Como nos anos passados, as equipas de Pastoral Familiar de Santo Adrião e de São Martinho de Brufe organizam esta XIII Jornada da Família, no dia 3 de Fevereiro, das 14h30 às 19h, no Centro pastoral de Santo Adrião de Vila Nova de Famalicão. Este ano contamos com a presença do P.e Rui Alberto, Salesiano, para nos falar sobre: “FAMÍLIA – UM PROJECTO DE VIDA”. A entrada é livre e destina-se a todos o homem ou mulher de boa vontade.


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Effathá#69 Brufe by Vitor Araújo - Issuu