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Effathá#62 - Brufe

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Isaías 40, 1-5.9-11 . Salmo 84 . 2Pedro 3, 8-14 . Marcos 1, 1-8 . ANO B . ADVENTO . SEGUNDO DOMINGO

MARCOS 1, 8

Eu batizo-vos na água,

Ele batizar-vos-á no Espírito Santo”

CONSOLAI, CONSOLAI O MEU POVO catequese do papa francisco

EFFATHA

www.diocese-braga.pt/stoadriaovnf | comunidadestoadriao@arquidiocese-braga.pt www.diocese-braga.pt/smbrufe | saomartinhodebrufe@arquidiocese-braga.pt

BOLETIM INTERPAROQUIAL . 62 BRUFE E SANTO ADRIÃO

sobre a esperança

A esperança não desilude. O otimismo desengana, a esperança não! Precisamos muito dela nesta época que parece obscura, na qual às vezes nos sentimos perdidos diante do mal e da violência que nos circundam, perante a dor de tantos nossos irmãos. É necessária a esperança! Sentimo-nos confusos e até um pouco desanimados, porque nos descobrimos impotentes e temos a impressão que esta obscuridade nunca acaba. Mas não podemos deixar que a esperança nos abandone, pois com o seu amor Deus caminha ao nosso lado. «Espero, porque Deus está ao meu lado»: todos nós podemos dizer isto. Cada um de nós pode dizer: «Espero, tenho esperança, pois Deus caminha comigo». Caminha e leva-me pela mão. Deus não nos deixa sós. [...] Então, em particular neste tempo de Advento que é tempo de espera, quando nos preparamos para receber mais uma vez o mistério consolador da Encarnação e a luz do Natal, é importante refletir sobre a esperança. [...] Quando estamos na escuridão, nas dificuldades, não sorrimos, e é precisamente a esperança que nos ensina a sorrir para encontrar o caminho que conduz a Deus. Uma das primeiras coisas que acontecem com as pessoas que se desligam de Deus é que deixam de sorrir. Talvez sejam capazes de dar uma gargalhada, uma após a outra, uma piada, uma risada... mas falta o sorriso! Só a esperança suscita o sorriso: é o sorriso da esperança de encontrar Deus.

No Advento, tempo de espera, quando nos preparamos para o mistério consolador da Encarnação e a luz do Natal, é importante refletir sobre a esperança.

”

QUEM ESPERA JOÃO BATISTA? O QUE BATIZA NO ESPÍRITO SANTO! O episódio do evangelho lembra a chegada de alguém que vem ao nosso encontro. O «dono da casa» do passado domingo é agora apresentado como «O que batiza no Espírito Santo». Ele é «mais forte» do que João Batista, «mais forte» do que as nossas listas de coisas a fazer ou do que as preocupações que dominam o ritmo do dia a dia. Ele batizar-nos-á no Espírito Santo e as nossas vidas nunca mais serão as mesmas! Uma leitura espiritual do excerto que principia o evangelho coloca-o em sintonia com os primórdios da fé cristã: é pelo batismo no Espírito Santo que somos introduzidos na fé, na graça de Cristo, na Igreja, na vida eterna (conforme a diversidade de respostas previstas no Ritual do Batismo das Crianças). Pouco a pouco, o neófito experiencia a força e respira o sopro do Espírito Santo, como dizem alguns Padres da Igreja. Por isso, afirmou, Serafim de Sarov, monge ortodoxo do século XIX, a finalidade da vida cristã consiste em adquirir o Espírito Santo.

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DEZEMBRO 2017

VIVER

EM COMUNIDADE Acredita que Jesus Cristo veio e virá, mas também vem todos os dias, a cada momento, através da vivência dos votos batismais por parte dos cristãos. A comunidade precisa do teu compromisso batismal.

PERGUNTA

DA SEMANA

Como estou a preparar o Natal?

REZAR

EM FAMÍLIA Senhor Jesus, à tua frente enviaste João Batista para preparar a tua chegada. Vem! Batiza-nos no teu Espírito Santo.


BRUFE 12 — TERÇA, 18H - 19H — SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO

11 A 17 DE DEZEMBRO

DESTAQUE Caminhada Advento Natal

19H15 - EUCARISTIA

Carlos Carneiro Costa, mc, Esposa Celia Oliveira, mc, pais e filho Olivia Mesquita Ribeiro, mc. irmã José Maria da Costa Silva, mc. esposa e filhos

15— SEXTA, 19H15 — EUCARISTIA

Alcides Sá Pereira, mc. esposa António Lopes Moreira e esposa, mc. filhos e netos

16 — SÁBADO, 19H15 — EUCARISTIA

Armindo Rodrigues Machado, mc. família Artur Sérgio Campos Freitas,mc. família Pais e marido de Cândida Costa Maria da Conceição Oliveira Rocha e marido, mc. filhos Olinda Rosa Pereira Costa, mc. filhos Manuel Ferreira, sogras e cunhado, mc. esposa Pai, sogros e família de M. Emilia A. Ribeiro Emília Pereira, genro e neta, mc. filha Laura Padrinhos, sogro e irmãos de Maria da Conceição Daniela Sofia dos Santos, mc. marido e pais José Manuel Alves e Manuel Cunha, mc. irmã Cândida Luís Costa e esposa, mc. filha Celeste Alice Gonçalves Portela, mc. filho Arlindo Felisberto Moreira Maia, mc. família Avelino Gomes da Silva e esposa, mc. filhos José Teixeira, pais e sogros Armandina Marinho, mc. filhas Pais de Ana Maria Mesquita Pais de Helena Mesquita

17 — DOMINGO, 9H — EUCARISTIA

Pais, sogros e irmãos de Maria Ortiga Armindo Ribeiro Santos, mc. esposa Domingos Sousa Faria e familia, mc. Lucinda Cerqueira Marido, filho e tio, de Maria Elvira Silva Altina de Oliveira, e familia, mc. filho Eduardo Ferreira Neves, mc. Helder e Juliana Oliveira Olinda Sousa Oliveira, mc. filhos Ana Cristina Barbosa Silva, madrinha e avós, mc. mãe Maria Adelaide Silva Claro, mc. marido e filhos Zacarias M. Sampaio e cunhados, mc. Esposa Antonio Pinto Resende, mc. esposa e filhos Familia de Augusto Moreira Brandão

CONFRARIA DO SANTÍSSIMO: está a fazer a venda de bilhetes para o sorteio de Natal. Os irmãos andam identificados. INTERRUPÇÃO DA CATEQUESE: de 17 deste mês a 5 de janeiro não há catequese. Recomeçamos a 5 de janeiro. A catequese, contudo, contínua em casa, em família. Pedimos, sobretudo, que as crianças, com as suas famílias, participem na Eucaristia de Natal da comunidade. INTENÇÕES DE MISSA: já está disponível na sacristia o boletim para as intenções de missa. Levem-no e depois de preenchido entreguem-no de novo na sacristia para se proceder à marcação. Pedimos que o entreguem até 24 de Dezembro. Tenham em conta as indicações no verso.

Iniciamos o tempo forte de preparação para o Natal. “Da espera ao encontro” será o mote da nossa caminhada. Leiam o suplemento deste boletim. SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO: terça, dia 12, das 18 às

19h. Momento importante para toda a comunidade “REZAR NO ADVENTO”: livro de oração diária, a partir

da Palavra de Deus, com o custo de 1€. Haja um por família. Os pais tenham a preocupação por ajudar os seus filhos na preparação do Natal. ORAÇÃO EM FAMÍLIA: o Advento há de ser também vivido

em família. Para o efeito, sugere-se que se crie o cantinho de oração, colocando nesse espaço um banco. Não esquecer a Bíblia aberta e uma vela. O banco representará a espera e ao mesmo tempo o lugar de sentar, de rezar, de esperar. Para o efeito, haverá uma proposta de oração semanal para se

FESTA DO MENINO: será organizada pela Pastoral Litúrgica. Façamos as nossas ofertas na sacristia ou nas caixas que estão às portas da Igreja. Agradecemos a vossa colaboração e generosidade. PRESÉPIO NA MINHA ALDEIA: Apelamos à colaboração de todos na realização desta iniciativa. Manifestar ao mundo a nossa Fé em Jesus, o Verbo Encarnado, passa por este esforço. Bênção dos Presépios: na semelhança do ano anterior, faremos no dia 31 de Dezembro, a bênção dos “presépios na minha aldeia”. Oportunamente anunciaremos os horários. UM PRESENTE DIFERENTE!: e se convertesse os seus presentes em solidariedade? Entregue o valor do seu presente a uma das nossas instituições, e os seus familiares e amigos receberão um postal, da instituição beneficiada, a agradecer a generosidade. Surpreenda os seus amigos com um presente totalmente diferente. Para mais informações contacte-nos... ENCONTRO DE REIS: no dia 7 de Janeiro, faremos o Encontro de Reis com o leilão de ofertas feitas pelos paroquianos. O objectivo é angariarmos fundos para algumas intervenções de requalificação na Residência Paroquial. Importa que os lugares se organizem desde já na angariação das ofertas. Agradecemos a colaboração e participação de todos. ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL E RELIGIOSA NOS HOSPITAIS: não descurar a importância do acompanhamento espiritual e religioso no tempo de permanência no Hospital e da necessidade de declararem e pedirem a assistência religiosa na admissão ao Hospital. No caso de essa não ser prestada, devem ainda usar o livro de reclamações para fazerem ouvir a sua voz. SERVIÇO DE ATENDIMENTO: na sexta, dia 15 de Dezembro, das 17h

às 19h.

— PLANO PASTORAL 2017>2020 — SEMENTES DE ESPERANÇA — 2017+18 — DESPERTAR ESPERANÇA —


ADVENTO E NATAL

CAMINHADA O Advento é uma interrupção... P.e José Tolentino Mendonça Queridos irmãs e irmãos Quando penso neste tempo do Advento e no seu significado profundo muitas vezes me recordo de um livro do poeta brasileiro João Cabral de Melo Neto, Morte e Vida Severina. É um livro de poesia. A Sophia de Mello Breyner gostava muito desse livro. E esse livro o que é que conta? Conta a história do Severino. O Severino é o Homem, é o Adão, é o Homem sobre a terra, é o Job. Este Severino é um homem provado porque a vida é implacável, a vida é dura, a vida não retribui o impacto, o sonho, o investimento afetivo que nós nela colocamos. Este Severino sente-se só, abandonado, espoliado sobre a terra. E vai numa demanda muito grande à procura de soluções e remédios que não encontra nunca. E então decide, dramaticamente, que a vida não tem sentido, que ele não encontra respostas para as perguntas que traz e que talvez o melhor seja pôr cobro, ele, à própria vida. Vai andando perto de um rio e a dada altura encontra um carpinteiro chamado José, e pergunta ao carpinteiro se ele, vivendo ali, naquele braço de rio, sabe se o rio é suficientemente fundo e cheio de lodo para que uma vida se perca. O carpinteiro percebe a questão que Severino lhe coloca e começa a convencê-lo a não fazer aquilo, a não dispersar a sua vida. Severino pergunta-lhe, interroga-o: “Então dá-me uma razão. Dá-me uma razão que seja, que diga que a vida vale a pena. Dá-me uma razão que seja para que eu não faça isso.” Quando estavam os dois nesta discussão, a discussão é interrompida, a conversa é interrompida. É interrompida por um coro de vizinhos, de parentes e de conhecidos que vem anunciar, cantando, a José que ele acaba de ser pai. Então nós somos conduzidos até ao lugar onde este menino nasce e José canta a alegria daquela vida que nasce. Depois, no final, ele volta-se para Severino e diz que ele não tem uma resposta para dar a Severino, não tem uma resposta sobre se a vida tem sentido, se a vida vale a pena. Ele não tem uma resposta por palavras, mas ele diz: “Nenhum homem é capaz de responder. É a vida que responde. É a vida que responde.” E a vida responde como? A vida responde manifestando-se, dando-se a si mesma, abrindo-nos ao desabalar do espetáculo que é a própria existência, a esse inacreditável milagre que é a própria vida. É olhando, acolhendo e abraçando esse milagre que nós somos curados das nossas dúvidas, daquilo que em nós parece que não tem solução, que não tem remédio. É quando nós abraçamos e confiamos no milagre da vida, daquilo que continuamente nasce e explode de vida no

No fundo o que é o Advento? O Advento é a preparação para esse milagre, para esse encontro com a vida. mundo e em nós é que podemos ser curados das nossas provações, das nossas tentações, da nossa imperfeição e deste sentido que nos há de acompanhar até ao fim, este sentido do inacabado, do inconcluído, do irreparável que há de acompanhar-nos sempre. O que é o Advento? Eu penso que o Advento, anualmente, é o interromper a conversa. Nós, todos nós, estamos com uma conversa qualquer na nossa vida. Uma conversa mais feliz ou mais infeliz, mais narcísica ou mais egoísta ou mais na relação com os outros, mais isto ou mais aquilo. Estamos numa conversa e estamos a debater-nos por encontrar uma solução e um sentido, que nem sempre é óbvio, que raramente é evidente, e que quase nunca é fácil, para não dizer nunca. Estamos neste debate connosco, com os outros, com Deus, colocamos perguntas. E o que é que é o Advento? O Advento é uma interrupção. A conversa interrompe-se. E interrompe-se com um cortejo, que nos vem anunciar um nascimento, que nos vem abrir os olhos para olharmos para a vida, a vida no seu milagre, na sua essencialidade, a vida Vida, a vida estreme, a vida sem mais. Porque Jesus nasce e o que nós temos é a vida estreme. Ali não há ornamentos, não há decoração. Ele nasce naquela circunstância de completo desprovimento, sem nada, naquele curral de animais onde é só a vida que conta. Maria coloca o filho na manjedoura dos animais para mostrar que é daquela vida que nós nos temos de alimentar. Queridos irmãos, interrompamos mesmo. Que o tempo do Advento seja um tempo para interromper, interromper, interromper. Isto é: suspender as nossas questões, suspender as nossas amarguras, suspender os nossos longos percursos, suspender a nossa inquirição àquilo que não tem resposta, ou então aquilo cuja resposta não nos cabe colher. Interromper. E preparar o nosso coração para o encontro com a vida, com a vida estreme, com a vida que começa, com a vida que é nova, com essa vida encarnada que nos mostra na nossa carne, na nossa história, o próprio Deus. No fundo o que é o Advento? O Advento é a preparação para esse milagre, para esse encontro com a vida. A nossa conversa é uma coisa importante, mas chega um momento em que ela tem de ser interrompida. Porque não é na conversa que está a solução, não é na conversa. A solução está Naquele que chega


Lembro-me de uma história do Abbé Pierre. Havia um homem, um presidiário, que esteve muitos anos preso por um crime duro. Quando saiu, voltou à sua família e percebeu que a mulher tinha reconstruído a sua vida, que havia novos filhos do novo casamento. Ele percebeu que já não tinha lugar e disse: “A minha vida perdeu todo o sentido. Não faço nada aqui”. E decide ir falar com um padre. Foi falar com o Abbé Pierre, fundador dos Companheiros de Emaús. O Abbé Pierre, sabiamente, honestamente não lhe disse: “Olha, não faças isso.” Mas disse-lhe: “Ouve, eu estou aqui a reparar um telhado de uma casa para sem-abrigo. Sei que tu vais fazer isso, e tens tantas razões para isso, mas não queres vir no fim de semana ou neste próximo mês ajudar a fazer o telhado e depois pensas nisso?” O homem ainda não tinha acabado de ajudar a reconstruir o telhado e o seu coração já estava cheio de outras coisas, de outros pensamentos. O que nós precisamos é, de facto, de interromper, de sentir como Deus interrompe a nossa vida e nos coloca numa atitude de espera, de espera. Hoje, S. Paulo, na Segunda Carta aos Coríntios, diz uma coisa espantosa, diz: “Nada falta, nenhum dom falta a quem está à espera de Cristo.” Isto parece um paradoxo: se estamos à espera é porque nos falta alguma coisa. Mas S. Paulo diz: não falta nenhum dom a quem está à espera de Cristo. Então, a própria espera, a própria expectativa é já ela plenitude, é já ela intensidade, é já ela a certeza deste amor que, na voz do profeta Isaías, hoje dizíamos ser o amor de Deus por nós. Diz o

profeta: “Ó Deus, Tu és o nosso Pai. Nós somos o barro das tuas mãos e Tu és o nosso oleiro.” Sintamos isso, sintamos que a nossa vida é este barro que Deus trabalha. Com que esperança? Com que esperança? Com que ternura? Com que certeza? De que a nossa vida vale a pena! Que a nossa vida se deve abrir a outra verdade que vem ao nosso encontro. Por isso, queridas irmãs e irmãos, a palavra deste primeiro domingo é: Vigiai. Vigiai. É uma palavra um bocadinho estranha, vigiai. Nós estamos sempre a vigiar. Estamos aqui, estamos sempre a olhar, a ver alguma coisa; mas, às vezes, a pergunta do vigiar não é o que é que eu vejo ou o que é que eu estou a ver. É o que é que eu não vejo. O que é que ainda não consigo ver? E é quando estas questões nos habitam mas nos abrimos, efetivamente, ao Deus que vem, que o Natal acontece. Queridos irmãos, este tempo de Advento é um tempo necessário. Precisamos de caminhar. O Natal não é uma coisa automática, não é uma coisa que se tira das nossas caixas e coloca de novo e ele acontece automaticamente, imprevistamente. Não, o Natal prepara-se. Este encontro tem de ser, de facto, um encontro com a nossa vida. Deus interrompe o que eu sei, o que eu digo, o que eu falo e mostra-se, e dá-se-me, e enche o meu coração da fome de Deus, da fome de sentido que só Ele pode saciar. [©CapeladoRato]

REZAR EM FAMÍLIA II DOMINGO DO ADVENTO

Pai/Mãe/Filho(a): Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Todos: Ámen. Pai/Mãe/Filho(a): A graça e a paz de Jesus Cristo, que esperamos com alegria, estejam convosco. Todos: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo. Um membro da família acende a vela junto da Bíblia. Cântico: Senhor tu és a luz | Esta Luz pequenina. De seguida outra pessoa lê a leitura proposta. Do Evangelho segundo São Marcos «Eu batizo-vos na água, mas Ele batizar-vos-á no Espírito Santo»

Oração: Senhor Jesus, à tua frente enviaste João Baptista para preparar a tua chegada. Como foi bom descobrir que há sempre alguém que nos ajuda a fazer da espera uma oportunidade para compreender quão grande é o mistério do teu amor por nós. Vem! Batiza-nos no teu Espírito. Amém!

Rezar Pai-Nosso... 3 Avé-Marias... Glória ao Pai... Bênção final

Pai/Mãe/Filho(a): Que o Deus que esperamos nos abençoe e nos guarde! Todos: Amém Pai/Mãe/Filho(a): Que o Deus de toda a esperança nos ilumine com a luz da Sua face e nos seja favorável. Todos: Amém Pai/Mãe/Filho(a): Que o Deus do encontro nos mostre o Seu rosto e nos traga a paz. Todos: Amém Pai/Mãe/Filho(a): Que o Deus connosco nos dê a alegria da salvação. Todos: Amém Pai/Mãe/Filho(a): Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Todos: Amém Descarregue o guião da caminhada em: www.diocese-braga.pt/liturgia


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