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FABLAB STYLEGUIDE

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I N H A LT

LOGO BASE VERSION RGB - CMYK . BASE VERSION - GREYSCALE BASE VERSION - S/W . . . . BUNTE BAUSTEINE . . . . . D I E B A S I S D A S K A I P TA L F . . DIE LAUFWEITE . . . . . . . DER KASTEN . . . . . . . . DIE ERWEITERUNG . . . . .

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8 10 12 14 16 18 20 22

RASTER BASEGRID . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 D E TA I L G R I D . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 8 DIE STEGE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 TEXT SCHRIFTFAMILIE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 S C H R I F T G R Ö S S E N U N D Z E I L E N A B S TÄ N D E . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 4 FARBSYSTEM BASE-COLOR-SYSTEM/RGB . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 BASE-COLOR-SYSTEM/CMYK . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 50 ANWENDUNGSBEISPIELE P L AY- W I T H - B O X - S E T U P . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . P L AY- W I T H - B O X - C O M B I N AT I O N . . . . . . . . . . . . . . . . . . . HEADLINES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . F L I E S S T E X T ( R A U S AT Z , L I N K S B Ü N D I G ) . . . . . . . . . . . . . . . FLIESSTEXT UND HEADLINE, SUBHEADLINE, MIT AUSZEICHNUNG . FLIESSTEXT UND HEADLINE MIT AUSZEICHNUNG UND MARGINALEN FLIESSTEXT UND HEADLINE MIT AUSZEICHNUNG, MARGINALEN UND

. . . . . . . . . . . . . . . . . . BILD

. . . . . . .

. 54 . 56 . 66 . 70 . 74 . 78 . 82


LOGO


8

T LE OX GTO SA CS H ER IVFETRGSRIÖ NBU-NCDMZYEK I L E N A B S TÄ N D E B OSNSREG

RGB-VERSION Blau [1]; R=0 G=0 B=255; Grün [2]; R=0 G=255 B=0; Rot [3]; R=255 G=0 B=0; Cyan [4]; R=0 G=255 B=255; Gelb [5]; R=255 G=255 B=0; Magenta [6] ; R=255 G=0 B=255;

R G B - W E B - E M U L AT E D - V E R S I O N Blau [1]; #0000ff; Grün [2]; #00ff00; Rot [3]; #ff0000; Cyan [4]; #00ffff; Gelb [5]; #ffff00; Magenta [6] ; #ff00ff;

C M Y K-V E R S I O N Blau [7]; C=100 M=75 Y=0 K=0; Grün [8]; C=100 M=0 Y=100 K=0; Rot [9]; C=0 M=100 Y=100 K=0; Cyan [10]; C=100 M=0 Y=0 K=0; Gelb [11]; C=0 M=0 Y=100 K=0; Magenta [12] ; C=0 M=100 Y=0 K=0;

[2]

[4] [3]

[6] [5]

RGB- Version


9

[8] [7]

[9]

[12] [11]

CMYK-Version


10

T LE OX GTO SA CS H ER IVFETRGSRIÖ N RUENYD EL I LEE N A B S TÄ N D E B OSNS-E G S CZA

GREYSCALE-VERSION (LAB-COLORS) SHADE1 [1]; L=78 a=0 b=0; SHADE2 [2]; L=0 a=0 b=0; SHADE3 [3]; L=54 a=0 b=0; SHADE4 [4]; L=26 a=0 b=0; SHADE5 [5]; L=100 a=0 b=0;

G R E Y S C A L E - R G B - E M U L AT E D - V E R S I O N SHADE1 [1]; R=190 G=190 B=190; SHADE2 [2]; R=0 G=0 B=0; SHADE3 [3]; R=128 G=128 B=128; SHADE4 [4]; R=64 G=64 B=64; SHADE5 [5]; R=255 G=255 B=255;

G R E Y S C A L E - C M Y K - E M U L AT E D - V E R S I O N SHADE1 [1]; C=0 % M=0 % Y=0 % K=35 %; SHADE2 [2]; C=0 % M=0 % Y=0 % K=100 %; SHADE3 [3]; C=0 % M=0 % Y=0 % K=65 %; SHADE4 [4]; C=0 % M=0 % Y=0 % K=90 %; SHADE5 [5]; C=0 % M=0 % Y=0 % K=0 %;

G R E Y S C A L E - W E B - E M U L AT E D - V E R S I O N SHADE1 [1]; #bebebe; SHADE2 [2]; #000000; SHADE3 [3]; #808080; SHADE4 [4]; #404040; SHADE5 5;#ffffff;

[2]

[3]

[4]

GREYSCALE- Version


11

[5]


12

LOGO SA CS H ER IVFETRGSRIÖ N/U B OSNS-E S WN D Z E I L E N A B S TÄ N D E

B/W-VERSION (LAB-COLORS) SHADE1 [1]; L=100 a=0 b=0; SHADE2 [2]; L=0 a=0 b=0;

B / W - R G B - E M U L AT E D - V E R S I O N SHADE1 [1]; R=255 G=255 B=255; SHADE2 [2]; R=0 G=0 B=0;

B / W - C M Y K- E M U L AT E D - V E R S I O N SHADE1 [1]; C=0 % M=0 % Y=0 % K=0 %; SHADE2 [2]; C=0 % M=0 % Y=0 % K=100 %;

[2]

B / W - W E B - E M U L AT E D - V E R S I O N SHADE1 [1]; #ffffff; SHADE2 [2]; #000000;

B/W - Version


13


14

T LE OX GTO SC TA GU RS ÖTSESIENNE U N D Z E I L E N A B S TÄ N D E B UH NR T IEF B


15


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T LE OX GTO D SC I EH B RA I FSTI S G RDÖASSSKEANI P U TA N DL ZFE I L E N A B S TÄ N D E


17


18

T LE OX GTO SC S E N U N D Z E I L E N A B S TÄ N D E D I EH LRAI FUTFGWREÖI S TE


19


20

T LE OX GTO D SC ER H RKIAFST TGERNÖ S S E N U N D Z E I L E N A B S TÄ N D E


21


22

T LE OX GTO D SC I EH ERRI FWTEGI R TÖ ER SU SE NN G U N D Z E I L E N A B S TÄ N D E


23


T R EAXSTT E R S C H R I F T G R Ö S S E N U N D Z E I L E N A B S TÄ N D E


26

T R EAXSTT E R B SA CS H ERG I FRTI G D R Ö S S E N U N D Z E I L E N A B S TÄ N D E


27


28

RASTER D E TA I L G R I D


29


30

RASTER DIE STEGE


31


TEXT


42

TEXT SCHRIFTFAMILIE

!“#$%&‘()*+,-./0123456789:;<=> ?@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTU VWXYZ[\]^_`abcdefghijklmnopq rstuvwxyz{|}~¡¢£¤¥¦§¨©ª«¬®¯°± ²³´μ¶·¸¹º»¼½¾¿ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊ ËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖרÙÚÛÜÝÞßàáâã äåæçèéêëìíîïðñòóôõö÷øùúûüýþ ÿĀāĂ㥹ĆćĈĉĊċČčĎďĐđĒēĔĕĖė ĘęĚěĜĝĞğĠġĢģĤĥĦħĨĩĪīĬĭĮįİıIJijĴ ĵĶķĸĹĺĻļĽľĿŀŁłŃńŅņŇňʼnŊŋŌōŎŏ ŐőŒœŔŕŖŗŘřŚśŜŝŞşŠšŢţŤťŦŧŨũ ŪūŬŭŮůŰűŲųŴŵŶŷŸŹźŻżnjDZžſ ƏƒƵƶDŽDždžLJLjljNJNjDzdzǺǻǼ ǽǾǿȘșȚțȷə ˆˇ˘˙˚˛˜˝ΔΩμπẀẁẂ#ẃ ẄẅẊẋẞỲỳ–—‘’‚“”†‡•…‰„‹›⁄€₿™ Ω∂∆∏∑−∙√∞∫ ≈≠≤≥◊fifl ABK Stuttgart Bold, 30,1 pt, 35,41 pt, -20 pt Laufweite


E Q U AT E R O O D E R U P TAT U M F A C I T I A D I D O L O R R O V E L I T L I T E A T. E V E L I T I B E R N AT U R I O R E C T U S D A N D A D O L U P TA TETUR, IUM ENDIS ENIS DEM CORIOR A C I U R ? Q U I Q U I Q U I A V O L U P T A M E S T. OBIS DOLORE QUI NONSERUM NISSINCI UT ACCUM ENDITIO NSECUM Q U A M U S T, S E S I T A T E M L I C T E M VEREROR MINVENDAM, OMNIMUS ID QUO CONSE VOLORIS SITIBUS CIENTIS AUTE VOLORE EUM SUNTI A PORIORR U M E N D I T E V E N D A E S A E E AT E M E X C E PERSPEL IN NIME NON NULLOREPUDAM NES MOLOR MINVERFERUM DOLORIBEA NUM QUAM, SOLORIBEA N I S S I TA T I O N S E Q U A E P U D A E V O L U P T U R E I U S V O L U P TAT E S T L A B O . N A M A D Q U I A S S E R N AT U R S I M E N D I S ACEPELLABO. ACEPUDA SAM, OFFICTO E X P L A B I U M A S A L I TA S I P S A M AT U T ALIS NOBITIUR, TEM ANT QUOST AUTEM ISCIUM SUS, UT MILIQUI D E R N AT U R E R C I D U N T E X P E R E M Q U I A I S E S T E P E L L O R S I M O L U P TAT I AT U R , V O L L O R I A M U S R E M Q U I S S I TAT U S ESSUM VENI AUT QUAE IN CONETUM D E L I A Q U E E T O F F I C I T A U T E T, C O R A Q U A S E T, S I M P O S I U S R E C A E S I T Q U A M Q U I S V E L I TA E E U M U T E M E A Q U E V E N I E T, V O L E N T Q U A T I B U S . I M O L O R I B E A Q U A S P I TA D U C I M Q U I CUSCIIS CORPORE DE SED MINVEND I TA E N O N . C I D E L I S V E N D E N D A M I U M ARUM, SUM VOLENIM AGNIHIL LABORIAM LACCUS ASPIS VENDIT E X E R U N T, A R U N T O O C C A B O . I TAT Q U A M Q U O D E A R U M S U N T I DOLOREP EREPRES SUNTUR AUT A V E N I TAT U R A U T L A C I E N D E N O B I T M A G N AT U S A M , I N I M E N D I TAT I D O L U P I S I M P O S D E N I S Q U U N T, N O S A M U S , SUS DOLORE RENDAM ET DEREM H A R U M Q U I C O N E M P E D Q U AT E C T O TA S P O S T L A A M , T E M A S E N T. ED UNTURE VOLUTEST UT VELLORE INCIENDIT FACCUS. RO CON PLAB IPISSIMUS, V E N D I S N O B I TA E O S A B O R R U M E U M Q U O D I T E M P O R E V O L U P TA N E S T I U S D A E V O L O R S I TAT E M P O R I A M A B O R E R I B U S , V O L E N D A D E S T O R I TA M F U G I TA Q U I O M N I S E N D I P S A P E E O S INCIDEM DOLUPIT ELLECTIIS DEM NAM QUISCIAS EIC TEM CONSEQUE

Equat ero od eruptatum facitia di dolorro velit lit eat. Eveliti bernatu riorect usdanda dolupta tetur, ium endis enis dem corior aciur? Qui qui quia voluptam est. Obis dolore qui nonserum nissinci ut accum enditio nsecum quamust, se sitatem lic tem vereror minvendam, omnimus id quo conse voloris sitibus cientis aute volore eum sunti a poriorr umendi te vendae sae eatem exceperspel in nime non nullorepudam nes molor minverferum doloribea num quam, soloribea nissita tionseq uaepudae voluptureius voluptatest labo. Nam ad quiasse rnatur simendis acepellabo. Acepuda sam, officto explab ium as alitas ipsam at ut alis nobitiur, tem ant quost autem iscium sus, ut miliqui dernaturerci dunt experem quia is este pellor simolup tatiatur, volloriamus rem quissitatus essum veni aut quae in conetum delia que et officit aut et, cora quas et, simpos ius recae sit quam quis velitae eum utem eaque veniet, volent quatibus. Imolori beaquaspita ducim qui cusciis corpore de sed minvenditae non. Cidelis vendendam ium arum, sum volenim agnihil laboriam laccus aspis vendit exerunt, arunto occabo. Itatquam quod earum sunti dolorep erepres suntur aut a venitatur aut laciende nobit magnatusam, inimenditati dolupisimpos de nisquunt, nosamus, sus dolore rendam et derem harumqui conemped quatectotas post la am, tem as ent. Ed unture volutest ut vellore inciendit faccus. Ro con plab ipissimus, vendis nobita eos aborrum eum quoditempore volupta nestiusdae volor sitatem poriam aboreribus, volenda destoritam fugitaqui omnis endipsape eos incidem dolupit ellectiis dem nam quiscias eic tem conseque vellorrovit eos dolecum ipitem. Ut ma venisci llatin et laborem core veres intem sdf repudiscia volorum, ullam et arum dunt alique seditam aut alibus re enimus, sit offictium eidfa voluptis aut harchil itatiur itasdtqui occullam, ommo et et quid ma venis atiatia plaut etume se dolorru ptatiusam unt, quam fugitia identium repudae sequodios volectem vel exceped modite escim iumqui apero dia iusant. Bo. Ut atis esed ut faces sdat at et, non necte nonsequi blam ut audis acerum veliquiae consed es dolorec aborum faciatium quianti sit aut sfsfs moloribusa deratur mos dent qui re lam, omnis denis doleces autswe ad utaqui ut eris ut quiae natquae prate officit assuntent, te velent velic tem incimet verorum quatia qui offi

ABK Stuttgart Bold, 9,5 pt, 12,65 pt, 163 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 9,5 pt, 12,65 pt, -20 pt Laufweite


44

TEXT S C H R I F T G R Ö S S E N U N D Z E I L E N A B S TÄ N D E

GRÖSSE

A B S TA N D

LAUFWEITE

2,7 PT 4 ,1 P T 5,5 PT 6,8 PT 8,2 PT 9,5 PT 10,9 PT 12,3 PT 13,7 PT 16,4 PT 19,8 PT 22,0 PT 24,6 PT 2 7, 3 P T 3 0,1 P T 32,8 PT 35,6 PT 38,3 PT 4 1 ,1 P T 43,8 PT 49,3 PT 54,7 PT 60,2 PT 65,7 PT 71,2 PT 76,6 PT 81,9 PT 8 7, 7 P T 93,0 PT 131,3 PT 142,4 PT 153,2 PT 163,8 PT 175,3 PT 186,2 PT 262,8 PT 284,8 PT 306,3 PT 3 2 7, 5 P T

6,31 PT 7, 5 7 P T 8,79 PT 10,50 PT 11,34 PT 12,65 PT 1 5 ,1 3 P T 1 7, 7 4 P T 20,27 PT 22,73 PT 25,28 PT 2 7, 7 0 P T 30,25 PT 32,84 PT 35,41 PT 3 7, 9 4 P T 40,30 PT 45,41 PT 50,56 PT 55,26 PT 60,64 PT 65,81 PT 70,85 PT 75,77 PT 80,82 PT 85,87 PT 121,55 PT 1 3 1 ,1 6 P T 141,20 PT 1 5 1 ,1 0 P T 161,56 PT 171,99 PT 241,69 PT 261,43 PT 281,27 PT 301,51 PT 321,47 PT 341,03 PT 681,68 PT

163+ / -20

Bei Kombinationen außerhalb der Tabelle werden die Werte, bei Vergrößerung, mit dem Wert zwei multipliziert oder, bei Verkleinerung, mit zwei dividiert.


Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Das was war, ist das was ist. Das was war, ist das was ist.

J A R O S L AV S K J I D E F I N I E R T U N S E R E ZUKUNFT ALS MENSCH IM RÜCKBLICK A U F U N S E R E V E R G A N G E N H E I T. D A S W A S W A R , I S T D A S W A S I S T. W A S W I R WERDEN, LIEGT IN UNSEREM INNEREN VERBORGEN. WIR DEFINIEREN DIE

ABK Stuttgart Bold, 9,5 pt, 12,65pt, -20 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 9,5 pt, 12,65 pt, 163 pt Laufweite

J A R O S L AV S K J I DEFINIERT UNSERE

Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Einheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden,

ABK Stuttgart Bold, 22 pt, 27,7 pt, 163 pt Laufweite

Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben.Das was war, ist das was ist. Das was war, ist das was ist. Das was war, ist das was ist. Das was war, ABK Stuttgart Bold, 13,7 pt, 20,27 pt, -20 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 22 pt, 27,7 pt, -20 pt Laufweite

J A R O S L AV S K J I D E F I N I E R T UNSERE ZUKUNFT ALS MENSCH IM RÜCKBLICK AUF UNSERE VERG A N G E N H E I T. D A S W A S WAR, IST DAS W A S I S T. W A S W I R WERDEN, LIEGT IN UNSEREM INNEREN

DEFINIERT UNSERE ZUKUNFT A L S H E L L . Definiert unsere als ZUR BEABK Stuttgart Bold, 13,7 pt, 20,27 pt, 163 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 35,6 pt, 40,3 pt, 163 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 35,6 pt, 40,3 pt, -20 pt Laufweite


FARBSYSTEM


48

FARBSYSTEM BASE-COLOR-SYSTEM/RGB


49


50

FARBSYSTEM BASE-COLOR-SYSTEM/CMYK


51


ANWENDUNGSBEISPIELE


54

ANWENDUNGSBEISPIELE P L AY- W I T H - B O X - S E T U P


56

ANWENDUNGSBEISPIELE P L AY- W I T H - B O X - C O M B I N AT I O N


66

ANWENDUNGSBEISPIELE HEADLINES

J A R O S L AVS K J I ABK Stuttgart Bold, 22 pt, 25,28 pt, 163 pt Laufweite

J A R O S L AVS K J I ABK Stuttgart Bold,38,3 pt, 40,3 pt, 163 pt Laufweite

J A R O S L AV

JARO ABK Stuttgart Bold, 93 pt, 131,16 pt, 163 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 175,3 pt, 241,69 pt, 163 pt Laufweite


67

VSKJI

S L AV


J A R O S L AVS K J I

J A R O S L AVS K J I

J A R O S L AV

JARO


VSKJI

S L AV


70

ANWENDUNGSBEISPIELE F L I E S S T E X T ( R A U S AT Z , L I N K S B Ü N D I G )

Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem Moment, in dem sie entsteht und zum Jetzt wird, bevor sie direkt wieder in der Vergangen heitverschwindet. Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und Zeit immer in Richtung Zukunft. Zukunft ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die Tiefe ist das, was uns als Menschen ausmacht; Tiefe zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus uns heraus zu schaffen,macht uns zum Menschen. In dem Moment, in ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, -20 pt Laufweite

Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit ABK Stuttgart Bold, 16,4 pt, 22,73 pt, -20 pt Laufweite

Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem Moment, in dem sie entsteht ABK Stuttgart Bold, 13,7 pt, 20,27 pt, , -20 pt Laufweite


Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und Zeit immer in Richtung Zukunft. Zukunft ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die Tiefe ist das, was uns als Menschen ausmacht; Tiefe zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus uns heraus zu schaffen,macht uns zum Menschen. In dem Moment, in 71

ABK Stuttgart Bold, 30,1 pt, 35,41 pt, -20 pt Laufweite


Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem Moment, in dem sie entsteht und zum Jetzt wird, bevor sie direkt wieder in der Vergangen heitverschwindet. Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und Zeit immer in Richtung Zukunft. Zukunft ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die Tiefe ist das, was uns als Menschen ausmacht; Tiefe zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus uns heraus zu schaffen,macht uns zum Menschen. In dem Moment, in

Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit

Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem Moment, in dem sie entsteht


Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und Zeit immer in Richtung Zukunft. Zukunft ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die Tiefe ist das, was uns als Menschen ausmacht; Tiefe zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus uns heraus zu schaffen,macht uns zum Menschen. In dem Moment, in


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ANWENDUNGSBEISPIELE FLIESSTEXT UND HEADLINE, SUBHEADLINE, MIT AUSZEICHNUNG

IMMER GERADEAUS! Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem M O M E N T, in dem sie entsteht und zum Jetzt wird, bevor sie direkt wieder in der Vergangen heitverschwindet. Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und Zeit immer in Richtung Zukunft.

In die Mitte! Zukunft ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die Tiefe ist das, was uns als Menschen ausmacht; T I E F E zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus uns heraus zu schaffen,macht uns zum Menschen. ie eigentliche Gegenwart ist für Heidegger der Augenblick, in welcher der Entschluss die Situation erschließt, nämlich dass das Dasein als Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/ Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinnund Handlungsstrukturen. Der Augenblick als ein Gegenwartsmoment des eigentlichen Verstehens zeitigt sich aus der eigentlichen Zukunft, d. h. die Person eignet sich bewusst ihren Entscheidungsspielraum an als einen – wegen des Todes – endlichen.[5] Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich. L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, -20 pt Laufweite

AUSZEICHNUNGEN; HEADLINES, SUBHEADS; ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, 163 pt Laufweite


75 ZEITLICHKEIT DER BEFINDLICHKEIT Die Grundbefindlichkeit der Angst dem Dasein sein In-der-Welt-sein, dass es also ist und zu sein hat. Dies ist, so Heidegger, nur möglich, weil das Dasein gewesen ist. Damit ist die zur Befindlichkeit gehörende Zeitlichkeit primär die der Gewesenheit. Die primäre Ekstase der Zeitlichkeit modifiziert zugleich die Ekstasen von Zukunft und Gegenwart.[7] Diese Behauptung, dass Befindlichkeit nur auf Grund von Zeitlichkeit möglich ist, muss allerdings noch gezeigt werden. Dies zu zeigen bedient sich Heidegger abermals der zwei bekannten Phänomene von Furcht und Angst.[8]

Zunächst wäre zu erwarten, dass Furcht sich auf ein zukünftiges Ereignis bezieht. Jedoch zeigt sich nach Heidegger bei der Analyse des Phänomens, dass nicht so sehr das zukünftige Wovor der Furcht eine Rolle spielt, sondern der sich Fürchtende. Die Furcht bringt so nämlich das Dasein auf sich zurück, sie wirkt gegenwärtigend. Das Zurückbringen des Daseins auf sich selbst erklärt auch den mit der Furcht einhergehenden A F F E K T C H A R A K T E R : das Dasein wird in dieser Gedrücktheit verwirrt, so dass es sich an das Besorgen verliert, indem es fürchtend von einer zur nächsten Möglichkeit springt. In der Furcht ist das Dasein daher selbstvergessen.[9] Die Analyse der Angst hatte ergeben: das Wovor wie auch das Worum der Angst ist das In-derWelt-Sein selbst. Damit aber kommt das Wovor nicht aus der Zukunft, es ist ja dieses nackte Da des Daseins, das zum Dasein immer „dazugehörige“ I N - D E R W E LT - S E I N . In dieser Nacktheit bringt die Angst das Dasein also auf seine Geworfenheit zurück, weshalb die Befindlichkeit der Angst durch die Gewesenheit konstituiert wird.[10] Da die Angst vor die mögliche Übernahme im Entschluss bringt, geht mit ihr keine Verwirrung wie bei der Furcht einher, denn der Entschluss stürzt sich ja nicht auf die nächstliegenden Möglichkeiten. Der Entschlossene kennt keine Furcht und lässt sich nicht durch nichtige Möglichkeiten einnehmen, sondern er ist frei für das Eigentliche, d. h. er erkennt sich als Person und versteht abzuwägen, welche Möglichkeiten im Sinne seiner Selbst zu realisieren sinnvoll sind.[10] Viele Jahre … Auch wenn nicht alle Stimmungen im einzelnen analysiert werden können, so werden sie für Heidegger doch ebenso wie die Angst durch die Gewesenheit fundiert. Beispielsweise bezieht sich die Hoffnung für H E I D E G G E R nur vordergründig auf ein zukünftiges Ereignis, doch der Hoffende ist ja stets ein einzelnes konkretes Dasein. Dieses erhofft also für sich. Damit zeigt sich das Hoffen als Entlastendes – wovon jedoch erleichtert wird, ist die Last des Gewesenen. Ebenso zeigt sich für Heidegger die Gleichgültigkeit als durch die Gewesenheit bestimmt: Wenn man alles sein lässt, überlässt man sich damit auch der eigenen Geworfenheit. [12]

ZEITLICHKEIT DES VERFALLENS Als die primären Ekstasen von Verstehen und Befindlichkeit hatten sich Zukunft bzw. Gewesenheit gezeigt. Dem Verfallen kommt als primäre zeitliche Ekstase die Gegenwart zu. Allerdings handelt es sich um eine spezifische Weise des Gegenwärtigen, die Heidegger beispielhaft an der Neugier verdeutlicht. Neugier sucht nicht das verweilende Verstehen, L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, -20 pt Laufweite

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IMMER GERADEAUS! Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem M O M E N T, in dem sie entsteht und zum Jetzt wird, bevor sie direkt wieder in der Vergangen heitverschwindet. Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und Zeit immer in Richtung Zukunft.

In die Mitte! Zukunft ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die Tiefe ist das, was uns als Menschen ausmacht; T I E F E zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus uns heraus zu schaffen,macht uns zum Menschen. ie eigentliche Gegenwart ist für Heidegger der Augenblick, in welcher der Entschluss die Situation erschließt, nämlich dass das Dasein als Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/ Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinnund Handlungsstrukturen. Der Augenblick als ein Gegenwartsmoment des eigentlichen Verstehens zeitigt sich aus der eigentlichen Zukunft, d. h. die Person eignet sich bewusst ihren Entscheidungsspielraum an als einen – wegen des Todes – endlichen.[5] Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich.


ZEITLICHKEIT DER BEFINDLICHKEIT Die Grundbefindlichkeit der Angst dem Dasein sein In-der-Welt-sein, dass es also ist und zu sein hat. Dies ist, so Heidegger, nur möglich, weil das Dasein gewesen ist. Damit ist die zur Befindlichkeit gehörende Zeitlichkeit primär die der Gewesenheit. Die primäre Ekstase der Zeitlichkeit modifiziert zugleich die Ekstasen von Zukunft und Gegenwart.[7] Diese Behauptung, dass Befindlichkeit nur auf Grund von Zeitlichkeit möglich ist, muss allerdings noch gezeigt werden. Dies zu zeigen bedient sich Heidegger abermals der zwei bekannten Phänomene von Furcht und Angst.[8] Zunächst wäre zu erwarten, dass Furcht sich auf ein zukünftiges Ereignis bezieht. Jedoch zeigt sich nach Heidegger bei der Analyse des Phänomens, dass nicht so sehr das zukünftige Wovor der Furcht eine Rolle spielt, sondern der sich Fürchtende. Die Furcht bringt so nämlich das Dasein auf sich zurück, sie wirkt gegenwärtigend. Das Zurückbringen des Daseins auf sich selbst erklärt auch den mit der Furcht einhergehenden A F F E K T C H A R A K T E R : das Dasein wird in dieser Gedrücktheit verwirrt, so dass es sich an das Besorgen verliert, indem es fürchtend von einer zur nächsten Möglichkeit springt. In der Furcht ist das Dasein daher selbstvergessen.[9] Die Analyse der Angst hatte ergeben: das Wovor wie auch das Worum der Angst ist das In-derWelt-Sein selbst. Damit aber kommt das Wovor nicht aus der Zukunft, es ist ja dieses nackte Da des Daseins, das zum Dasein immer „dazugehörige“ I N - D E R W E LT - S E I N . In dieser Nacktheit bringt die Angst das Dasein also auf seine Geworfenheit zurück, weshalb die Befindlichkeit der Angst durch die Gewesenheit konstituiert wird.[10] Da die Angst vor die mögliche Übernahme im Entschluss bringt, geht mit ihr keine Verwirrung wie bei der Furcht einher, denn der Entschluss stürzt sich ja nicht auf die nächstliegenden Möglichkeiten. Der Entschlossene kennt keine Furcht und lässt sich nicht durch nichtige Möglichkeiten einnehmen, sondern er ist frei für das Eigentliche, d. h. er erkennt sich als Person und versteht abzuwägen, welche Möglichkeiten im Sinne seiner Selbst zu realisieren sinnvoll sind.[10] Viele Jahre … Auch wenn nicht alle Stimmungen im einzelnen analysiert werden können, so werden sie für Heidegger doch ebenso wie die Angst durch die Gewesenheit fundiert. Beispielsweise bezieht sich die Hoffnung für H E I D E G G E R nur vordergründig auf ein zukünftiges Ereignis, doch der Hoffende ist ja stets ein einzelnes konkretes Dasein. Dieses erhofft also für sich. Damit zeigt sich das Hoffen als Entlastendes – wovon jedoch erleichtert wird, ist die Last des Gewesenen. Ebenso zeigt sich für Heidegger die Gleichgültigkeit als durch die Gewesenheit bestimmt: Wenn man alles sein lässt, überlässt man sich damit auch der eigenen Geworfenheit. [12]

ZEITLICHKEIT DES VERFALLENS Als die primären Ekstasen von Verstehen und Befindlichkeit hatten sich Zukunft bzw. Gewesenheit gezeigt. Dem Verfallen kommt als primäre zeitliche Ekstase die Gegenwart zu. Allerdings handelt es sich um eine spezifische Weise des Gegenwärtigen, die Heidegger beispielhaft an der Neugier verdeutlicht. Neugier sucht nicht das verweilende Verstehen,


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ANWENDUNGSBEISPIELE FLIESSTEXT UND HEADLINE MIT AUSZEICHNUNG UND MARGINALEN

IMMER GERADEAUS! Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem M O M E N T, in dem sie entsteht und zum Jetzt wird, bevor sie direkt wieder in der Vergangen heitverschwindet. Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und Zeit immer in Richtung Zukunft. In die Mitte! Z u k u n f t ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die Tiefe ist das, was uns als Menschen L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, -20 pt Laufweite

W A S I S T M A R G I N A L S AT Z ?

Marginalsatz oder Marginalien

haben – wie vieles in der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen oder Informationen zum Text, die an den Rand gesetzt sind. Dabei ist es nicht immer ganz eindeutig, ob es sich bei Marginalien um Bildtexte, Texteinleitungen, Zwischenüberschriften oder Texte der 2. Informationsebene, wie beispielsweise Fußnoten, handelt. Dabei können Marginaltexte auch Randinfos sein, die nicht direkt etwas mit dem Grundtext zu tun haben. Auch habe ich schon Kombinationen von Text und Bild als Marginalien angewendet. Das kann sehr gut aussehen und sinnvoll sein in der Organisation von Informationen auf einer Seite

ZUKUNFT

Marginalsatz oder Marginalien haben – wie vieles

in der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen oder Informationen zum Text, die an den Rand gesetzt sind. Dabei ist es nicht immer ganz eindeutig, ob es sich bei Marginalien um Bildtexte, Texteinleitungen, Zwischenüberschriften oder Texte der 2. Informationsebene, wie beispielsweise Fußnoten, handelt. Dabei --> M R G . L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 6,8 pt, 10,5 pt, -20 pt Laufweite

AUSZEICHNUNGEN; HEADLINES, SUBHEADS;

MRG. AUSZEICHNUNGEN; HEADLINES, SUBHEADS;

ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, 163 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 6,8 pt, 10,5 pt, 163 pt Laufweite


79 Tausmacht; tiefe zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus uns heraus zu schafText und Bild als Marginalien angewendet. Das kann sehr gut aussehen und sinnvoll sein in der Organisation von Informationen auf einer Seite. fen,macht uns zum Menschen. ie eigentliche Gegenwart ist für Heidegger der Augenblick, in welcher der Entschluss die Situation erschließt, nämlich dass das Dasein als Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinn- und HANDLUNGSSTRUKTUREN? Das Fundament des H A N D L U N G S S T R U K T U R E N . Der Romans bildet das erste Kapitel „Nichts als die Wahrheit“. Modick Augenblick als ein Gegenwartsmoment des beschreibt, was für ihn die Wahrheit ist und passt seine Geschichte an seine Überlegungen an. Der erzählende Autor Lukas Domcik, dessen eigentlichen Verstehens zeitigt sich aus der Name das Anagramm zu Klaus Modick bildet, will die Wahrheit über eigentlichen Zukunft, d. h. die Person eignet seinen Bestseller an die Öffentlichkeit bringen. Die Wahrheit über sein Werk zieht sich durch den gesamten Roman. Alle folgenden Kapitel des sich bewusst ihren Werks bauen auf der „nackten“ Wahrheit auf. Entscheidungsspielraum an als einen – Den eigentlichen Beginn des Romans bildet das zweite Kapitel, in wegen des Todes – endlichen.[5] welchem er den Alltag eines Schriftstellers beschreibt.mit dem können Marginaltexte auch Randinfos sein, die nicht direkt etwas mit

dem Grundtext zu tun haben. Auch habe ich schon Kombinationen von

Grundtext zu tun haben. Auch habe ich schon Kombinationen von Text und Bild als Marginalien angewendet. Das kann sehr gut aussehen und

Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich.

sinnvoll sein in der Organisation von Informationen auf einer Seite.

ZEITLICHKEIT DER BEFINDLICHKEIT Das Fundament ZEITLICHKEIT DER des Romans bildet das erste Kapitel „Nichts als die Wahrheit“. Modick BEFINDLICHKEIT beschreibt, was für ihn die Wahrheit ist und passt seine Geschichte an seine Überlegungen an. Der erzählende Autor Lukas Domcik, dessen Die Grundbefindlichkeit der Angst dem Name das Anagramm zu Klaus Modick bildet, will die Wahrheit über Dasein sein In-der-Welt-sein, dass es also seinen Bestseller an die Öffentlichkeit bringen. Die Wahrheit über sein Werk zieht sich durch den gesamten Roman. Alle folgenden Kapitel des ist und zu sein hat. Dies ist, so Heidegger, nur Werks bauen auf der „nackten“ Wahrheit auf. möglich, weil das Dasein gewesen ist. Damit Den eigentlichen Beginn des Romans bildet das zweite Kapitel, in ist die zur Befindlichkeit gehörende welchem er den Alltag eines Schriftstellers beschreibt.mit dem Grundtext zu tun haben. Auch habe ich schon Kombinationen von Text Zeitlichkeit primär die der Gewesenheit. Die und Bild als Marginalien angewendet. Das kann sehr gut aussehen und primäre Ekstase der Zeitlichkeit modifiziert sinnvoll sein in der Organisation von Informationen auf einer Seite. zugleich die Ekstasen von Zukunft und Gegenwart.[7] Diese Behauptung, dass Befindlichkeit nur auf Grund von Zeitlichkeit möglich ist, muss allerdings noch gezeigt werden. Dies zu zeigen bedient sich Heidegger abermals der zwei bekannten Phänomene von Furcht und Angst.[8] Zunächst wäre zu erwarten, dass Furcht sich auf ein zukünftiges Ereignis bezieht. Jedoch zeigt sich nach Heidegger bei der Analyse des Phänomens, dass nicht so sehr das zukünftige Wovor der Furcht eine Rolle spielt, sondern der sich Fürchtende. Die Furcht bringt so nämlich das Dasein auf sich zurück, sie wirkt gegenwärtigend. Das Zurückbringen des Daseins auf sich selbst erklärt auch den mit der Furcht einhergehenden

AFFEKTCHARAKTER Das Dasein wird in dieser Gedrücktheit verwirrt, so dass es sich an das Besorgen verliert, für Lukas Domick ist es bis zum Kapitel 12 ein holpriger Weg. Wie die Leser erfahren werden. L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, -20 pt Laufweite

M R G . L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 6,8 pt, 10,5 pt, -20 pt Laufweite

AUSZEICHNUNGEN; HEADLINES, SUBHEADS;

MRG. AUSZEICHNUNGEN; HEADLINES, SUBHEADS;

ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, 163 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 6,8 pt, 10,5 pt, 163 pt Laufweite


IMMER GERADEAUS! Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem M O M E N T, in dem sie entsteht und zum Jetzt wird, bevor sie direkt wieder in der Vergangen heitverschwindet. Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und Zeit immer in Richtung Zukunft. In die Mitte! Z u k u n f t ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die Tiefe ist das, was uns als Menschen

W A S I S T M A R G I N A L S AT Z ?

Marginalsatz oder

Marginalien haben – wie vieles in der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen oder Informationen zum Text, die an den Rand gesetzt sind. Dabei ist es nicht immer ganz eindeutig, ob es sich bei Marginalien um Bildtexte, Texteinleitungen, Zwischenüberschriften oder Texte der 2. Informationsebene, wie beispielsweise Fußnoten, handelt. Dabei können Marginaltexte auch Randinfos sein, die nicht direkt etwas mit dem Grundtext zu tun haben. Auch habe ich schon Kombinationen von Text und Bild als Marginalien angewendet. Das kann sehr gut aussehen und sinnvoll sein in der Organisation von Informationen auf einer Seite.

ZUKUNFT

Marginalsatz oder Marginalien haben – wie vieles in

der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen oder Informationen zum Text, die an den Rand gesetzt sind. Dabei ist es nicht immer ganz eindeutig, ob es sich bei Marginalien um Bildtexte, Texteinleitungen, Zwischenüberschriften oder Texte der 2. Informationsebene, wie beispielsweise Fußnoten, handelt. Dabei -->


Tausmacht; tiefe zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus uns heraus zu schafText und Bild als Marginalien angewendet. Das kann sehr gut aussehen und sinnvoll sein in der Organisation von Informationen auf einer Seite. fen,macht uns zum Menschen. ie eigentliche Gegenwart ist für Heidegger der Augenblick, in welcher der Entschluss die Situation erschließt, nämlich dass das Dasein als Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinn- und HANDLUNGSSTRUKTUREN? Das Fundament des HANDLUNGSSTRUKTUREN. Romans bildet das erste Kapitel „Nichts als die Wahrheit“. Modick Der Augenblick als ein Gegenbeschreibt, was für ihn die Wahrheit ist und passt seine Geschichte an seine Überlegungen an. Der erzählende Autor Lukas Domcik, dessen wartsmoment des eigentlichen Verstehens Name das Anagramm zu Klaus Modick bildet, will die Wahrheit über zeitigt sich aus der eigentlichen Zukunft, d. h. seinen Bestseller an die Öffentlichkeit bringen. Die Wahrheit über sein Werk zieht sich durch den gesamten Roman. Alle folgenden Kapitel des die Person eignet sich bewusst ihren Werks bauen auf der „nackten“ Wahrheit auf. Entscheidungsspielraum an als einen – Den eigentlichen Beginn des Romans bildet das zweite Kapitel, in wegen des Todes – endlichen.[5] welchem er den Alltag eines Schriftstellers beschreibt.mit dem können Marginaltexte auch Randinfos sein, die nicht direkt etwas mit

dem Grundtext zu tun haben. Auch habe ich schon Kombinationen von

Grundtext zu tun haben. Auch habe ich schon Kombinationen von Text und Bild als Marginalien angewendet. Das kann sehr gut aussehen und

Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich.

sinnvoll sein in der Organisation von Informationen auf einer Seite.

ZEITLICHKEIT DER BEFINDLICHKEIT Das Fundament ZEITLICHKEIT DER des Romans bildet das erste Kapitel „Nichts als die Wahrheit“. Modick BEFINDLICHKEIT beschreibt, was für ihn die Wahrheit ist und passt seine Geschichte an seine Überlegungen an. Der erzählende Autor Lukas Domcik, dessen Die Grundbefindlichkeit der Angst dem Name das Anagramm zu Klaus Modick bildet, will die Wahrheit über Dasein sein In-der-Welt-sein, dass es also seinen Bestseller an die Öffentlichkeit bringen. Die Wahrheit über sein Werk zieht sich durch den gesamten Roman. Alle folgenden Kapitel des ist und zu sein hat. Dies ist, so Heidegger, nur Werks bauen auf der „nackten“ Wahrheit auf. möglich, weil das Dasein gewesen ist. Damit Den eigentlichen Beginn des Romans bildet das zweite Kapitel, in ist die zur Befindlichkeit gehörende welchem er den Alltag eines Schriftstellers beschreibt.mit dem Grundtext zu tun haben. Auch habe ich schon Kombinationen von Text Zeitlichkeit primär die der Gewesenheit. Die und Bild als Marginalien angewendet. Das kann sehr gut aussehen und primäre Ekstase der Zeitlichkeit modifiziert sinnvoll sein in der Organisation von Informationen auf einer Seite. zugleich die Ekstasen von Zukunft und Gegenwart.[7] Diese Behauptung, dass Befindlichkeit nur auf Grund von Zeitlichkeit möglich ist, muss allerdings noch gezeigt werden. Dies zu zeigen bedient sich Heidegger abermals der zwei bekannten Phänomene von Furcht und Angst.[8] Zunächst wäre zu erwarten, dass Furcht sich auf ein zukünftiges Ereignis bezieht. Jedoch zeigt sich nach Heidegger bei der Analyse des Phänomens, dass nicht so sehr das zukünftige Wovor der Furcht eine Rolle spielt, sondern der sich Fürchtende. Die Furcht bringt so nämlich das Dasein auf sich zurück, sie wirkt gegenwärtigend. Das Zurückbringen des Daseins auf sich selbst erklärt auch den mit der Furcht einhergehenden

AFFEKTCHARAKTER Das Dasein wird in dieser Gedrücktheit verwirrt, so dass es sich an das Besorgen verliert, für Lukas Domick ist es bis zum Kapitel 12 ein holpriger Weg. Wie die Leser erfahren werden, ist er ein nur mittelmäßig erfolgreicher Schriftsteller, der sich nach dem Ruhm eines weiteren


Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere U M W E LT . 82

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FLIESSTEXT UND HEADLINE MIT AUSZEICHNUNG, MARGINALEN UND BILD

IMMER GERADEAUS! Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem M O M E N T, in dem sie entsteht und zum Jetzt wird, bevor sie direkt wieder in der Vergangen heitverschwindet. Die Zukunft wird genau das , was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, -20 pt Laufweite

Zeit immer in Richtung Zukunft. as was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben.

Z U K U N F T ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die MOMENT

Marginalsatz oder Marginalien haben – wie vieles in

der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen..

Tiefe ist das, was uns als Menschen Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Tausmacht; tiefe zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus M R G . L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 6,8 pt, 10,5 pt, -20 pt Laufweite

AUSZEICHNUNGEN; HEADLINES, SUBHEADS;

MRG. AUSZEICHNUNGEN; HEADLINES, SUBHEADS;

ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, 163 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 6,8 pt, 10,5 pt, 163 pt Laufweite


Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus

83 Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinn- und

Go on. Der Augenblick als ein Gegenwartsmoment des eigentlichen Verstehens zeitigt sich aus der eigentlichen Zukunft, d. h. die Person eignet sich bewusst ihren Entscheidungsspielraum an als einen – wegen des Todes – endlichen.[5] Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich. Das Dasein wird in dieser Gedrücktheit verwirrt, so dass es sich an das Besorgen verliert, für Lukas Domick ist es bis zum Kapitel 12 ein holpriger Weg. Wie die Leser erfahren werden, ist er ein nur mittelmäßig erfolgreicher Schriftsteller, der sich nach dem Ruhm eines weiteren Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinn- und Augenblick als ein Gegen-wartsmoment des eigentlichen Verstehens zeitigt sich aus der eigentlichen ZUKUNFT Marginalsatz oder Marginalien haben – wie vieles Z U K U N F T , d. h. die Person eignet sich in der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff bewusst ihren Entscheidungsspielraum an als aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen.. einen – wegen des Todes – endlichen.[5] Nonserepel idernatiur? Aborepro beribusam, cus ditatur reic torunte Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode mporiosam que sunti ut ut acium adit, sit dolorio. nsequatur, quamet ma inveni volor ate pedit aborem qui cusam. kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich. Die Grundbefindlichkeit der Angst dem Dasein sein In-der-Welt-sein, dass es also ist und zu sein hat. Dies ist, so Heidegger, nur möglich, weil das Dasein gewesen ist. ezieht sich die Hoffnung für H E I D E G G E R nur vorder- H E I D E G G E R Agnatem quos nossita pel inihillorrum as molendis di dolupti dolorerchil iustiatum quia nonsedia elia ium eicto conem gründig auf ein zukünftiges Ereignis, doch der renim que nia nihilit iandandi desersperro et odios ulparum quunt optaquia voluptat. Es doluptin ped eaquidi odipis di nobitas eatus aut Hoffende ist ja stets ein einzelnes konkretes lita dolorum endae omnis rae qui im evellupis rempossi commos est, Dasein. Dieses erhofft also für sich. aspellit quaeriam liberfe rchilignist la ea cor ad magnimet et velessiDamit zeigt sich das Hoffen als Entlastendes – maio totatem rendic tempos exerit quoditaspiet rerchil lacerun duciet alia nem alicabo. Et labore lamus ati conemod itatempore veliquam wovon jedoch erleichtert wird, ist die Last des doluptas eatibus moluptis sum expel eicim nam audignatur molore lita Gewesenen. qui L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, -20 pt Laufweite M Rconsedis. G . L E S E T E X T ; ABK Stuttgart Bold, 6,8 pt, 10,5 pt, -20 pt Laufweite AUSZEICHNUNGEN; HEADLINES, SUBHEADS;

MRG. AUSZEICHNUNGEN; HEADLINES, SUBHEADS;

ABK Stuttgart Bold, 10,9 pt, 15,13 pt, 163 pt Laufweite

ABK Stuttgart Bold, 6,8 pt, 10,5 pt, 163 pt Laufweite


Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere U M W E LT .

IMMER GERADEAUS! Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem M O M E N T, in dem sie entsteht und zum Jetzt wird, bevor sie direkt wieder in der Vergangen heitverschwindet. Die Zukunft wird genau das , was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und

Zeit immer in Richtung Zukunft. as was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben.

Z U K U N F T ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die MOMENT

Marginalsatz oder Marginalien haben – wie vieles in

der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen..

Tiefe ist das, was uns als Menschen Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Tausmacht; tiefe zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus


Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus

Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinn- und

Go on. Der Augenblick als ein Gegenwartsmoment des eigentlichen Verstehens zeitigt sich aus der eigentlichen Zukunft, d. h. die Person eignet sich bewusst ihren Entscheidungsspielraum an als einen – wegen des Todes – endlichen.[5] Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich. Das Dasein wird in dieser Gedrücktheit verwirrt, so dass es sich an das Besorgen verliert, für Lukas Domick ist es bis zum Kapitel 12 ein holpriger Weg. Wie die Leser erfahren werden, ist er ein nur mittelmäßig erfolgreicher Schriftsteller, der sich nach dem Ruhm eines weiteren Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinn- und Augenblick als ein Gegen-wartsmoment des eigentlichen Verstehens zeitigt sich aus der eigentlichen ZUKUNFT Marginalsatz oder Marginalien haben – wie vieles Z U K U N F T , d. h. die Person eignet sich in der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff bewusst ihren Entscheidungsspielraum an als aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen.. einen – wegen des Todes – endlichen.[5] Nonserepel idernatiur? Aborepro beribusam, cus ditatur reic torunte Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode mporiosam que sunti ut ut acium adit, sit dolorio. nsequatur, quamet ma inveni volor ate pedit aborem qui cusam. kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich. Die Grundbefindlichkeit der Angst dem Dasein sein In-der-Welt-sein, dass es also ist und zu sein hat. Dies ist, so Heidegger, nur möglich, weil das Dasein gewesen ist. ezieht sich die Hoffnung für H E I D E G G E R nur vorder- H E I D E G G E R Agnatem quos nossita pel inihillorrum as molendis di dolupti dolorerchil iustiatum quia nonsedia elia ium eicto conem gründig auf ein zukünftiges Ereignis, doch der renim que nia nihilit iandandi desersperro et odios ulparum quunt optaquia voluptat. Es doluptin ped eaquidi odipis di nobitas eatus aut Hoffende ist ja stets ein einzelnes konkretes lita dolorum endae omnis rae qui im evellupis rempossi commos est, Dasein. Dieses erhofft also für sich. aspellit quaeriam liberfe rchilignist la ea cor ad magnimet et velessiDamit zeigt sich das Hoffen als Entlastendes – maio totatem rendic tempos exerit quoditaspiet rerchil lacerun duciet alia nem alicabo. Et labore lamus ati conemod itatempore veliquam wovon jedoch erleichtert wird, ist die Last des doluptas eatibus moluptis sum expel eicim nam audignatur molore lita Gewesenen. qui consedis.


Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere U M W E LT .

IMMER GERADEAUS! Jaroslavskji definiert unsere Zukunft als Mensch im Rückblick auf unsere Vergangenheit. Das was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt in unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Wir vertrauen dabei auf eben diese Entwicklung und sehen dabei eine Vision von Übermorgen als weit Entferntes. Jedoch ist Zukunft jetzt! Zukunft durchwächst uns und unsere Umwelt genau im Moment des Erlebens. Wir sehen diese genau in dem M O M E N T, in dem sie entsteht und zum Jetzt wird, bevor sie direkt wieder in der Vergangen heitverschwindet. Die Zukunft wird genau das , was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus uns. Wir bewegen uns durch Raum und

Zeit immer in Richtung Zukunft. as was war, ist das was ist. Was wir werden, liegt unserem Inneren verborgen. Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben.

Z U K U N F T ist also auch eine Marschrichtung. Wenn wir eine Entscheidung treffen,definieren wir Zukunft und wenn wir losgehen, erfahren wir sie mit dem Plan,der uns zutiefst innewohnt. Die MOMENT

Marginalsatz oder Marginalien haben – wie vieles

in der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen..

Tiefe ist das, was uns als Menschen Wir definieren die Zukunft des Menschseins in jeder Sekunde, die wir leben. Tausmacht; tiefe zu verstehen und wiederzugeben, bewusst aus


Die Zukunft wird genau das, was wir in ihr erkennen das persönliche, tiefste Innere. Zukunft ist in uns und erwächst aus

Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinn- und

Go on. Der Augenblick als ein Gegenwartsmoment des eigentlichen Verstehens zeitigt sich aus der eigentlichen Zukunft, d. h. die Person eignet sich bewusst ihren Entscheidungsspielraum an als einen – wegen des Todes – endlichen.[5] Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich. Das Dasein wird in dieser Gedrücktheit verwirrt, so dass es sich an das Besorgen verliert, für Lukas Domick ist es bis zum Kapitel 12 ein holpriger Weg. Wie die Leser erfahren werden, ist er ein nur mittelmäßig erfolgreicher Schriftsteller, der sich nach dem Ruhm eines weiteren Person mit einem endlichen Entscheidungsspielraum vor sich existiert. Damit zeitigt sich das uneigentliche Verstehen/Entwerfen aus dem Gegenwärtigen, der Orientierung an durch das Man vorgegebenen Sinn- und Augenblick als ein Gegen-wartsmoment des eigentlichen Verstehens zeitigt sich aus der eigentlichen ZUKUNFT Marginalsatz oder Marginalien haben – wie vieles Z U K U N F T , d. h. die Person eignet sich in der Typografie – eine lange Tradition. Natürlich kommt der Begriff bewusst ihren Entscheidungsspielraum an als aus dem Lateinischen und bedeutet: margo = Rand; marginalis = zum Rand gehörig. Vereinfacht gesagt sind Marginalien Bemerkungen.. einen – wegen des Todes – endlichen.[5] Nonserepel idernatiur? Aborepro beribusam, cus ditatur reic torunte Erst durch die Zukunft und das Sein zum Tode mporiosam que sunti ut ut acium adit, sit dolorio. nsequatur, quamet kommt das Dasein auf sich selbst als Vereinzeltes zurück. Erst dann, wenn es so vor sich. Die Grundbefindlichkeit der Angst dem Dasein sein In-der-Welt-sein, dass es also ist und zu sein hat. Dies ist, so Heidegger, nur möglich, weil das Dasein gewesen ist. ezieht sich die Hoffnung für H E I D E G G E R nur vorder- H E I D E G G E R Agnatem quos nossita pel inihillorrum as molendis di dolupti dolorerchil iustiatum quia nonsedia elia ium eicto conem gründig auf ein zukünftiges Ereignis, doch der renim que nia nihilit iandandi desersperro et odios ulparum quunt optaquia voluptat. Es doluptin ped eaquidi odipis di nobitas eatus aut Hoffende ist ja stets ein einzelnes konkretes lita dolorum endae omnis rae qui im evellupis rempossi commos est, Dasein. Dieses erhofft also für sich. aspellit quaeriam liberfe rchilignist la ea cor ad magnimet et velessiDamit zeigt sich das Hoffen als Entlastendes – maio totatem rendic tempos exerit quoditaspiet rerchil lacerun duciet alia nem alicabo. Et labore lamus ati conemod itatempore veliquam wovon jedoch erleichtert wird, ist die Last des doluptas eatibus moluptis sum expel eicim nam audignatur molore lita Gewesenen. qui consedis.


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