ABR. 2020
R E V I S T A V E R O
ED. 243
ANO 20 • ED. 243 • ABR. 2020
O QUE JÁ APRENDEMOS ATÉ AQUI?
O QUE JÁ APRENDEMOS ATÉ AQUI?
Com a palavra, nossos vizinhos: o que o distanciamento social está nos ensinando em diversas áreas da vida E MAIS: clínicas
e especialistas que continuam atentos e cuidando da saúde de quem mora na região
V E R O . C O M . B R
Mora na região de Alphaville e quer receber a Vero? Cadastre-se! É grátis!
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EDITORIAL
DIRETOR-GERAL
Marcos Lage Gozzi marcos@vero.com.br DIR E T O R A E X EC U T I VA
Roberta Furlan robertafurlan@vero.com.br DIRETOR DE NOVOS NEGÓCIOS
Também
APRENDEMOS
Felipe Avoletta felipe@vero.com.br COMERCIAL
Milena Beber (gerente), Adriana Romano, Aline Esteves, Carlos Lino e Patrícia Correia (executivos de vendas), Lucca Thoms (inside sales) Daniela Dip Colossi (arte) e Fernanda Ferfila (relacionamento) FINANCEIRO SAFE BACK OFFICE
“É
unanimidade. Não está sendo fácil para ninguém. A pandemia do coronavírus mudou a vida de todo o mundo. E, com a gente, não foi diferente. Mas, de uma coisa não podemos reclamar: recebemos muito apoio para que essa edição fosse publicada. Nosso time, mesmo cada um em sua casa, se esforçou para viabilizá-la. Nossos parceiros continuaram acreditando na nossa marca. E, temos certeza, que nossos leitores vão receber muito bem essa revista feita com tanto carinho e com tantas mensagens positivas dos nossos vizinhos. É que reunimos 50 depoimentos de moradores contando o que eles têm aprendido até aqui com essa crise. Agradecemos por compartilhar e esperamos dividir com vocês essa onda positiva que abraça a nossa comunidade. Vai passar. E seguiremos juntos!”
Roberta Furlan
Andrea Rodrigues e Weslley Damasceno EDITORA LAGE
Orgânico Working, Alpha Square Mall Av. Sagitário, 138, lj 72, Alphaville, Barueri-SP, (11) 4195-9666, vero.com.br ________________________________ A revista Vero é produzida mensalmente para a Editora Lage pela Conte: DIRETORAS DE CONTEÚDO
Gabriela Ribeiro e Thais Sant’Ana C OL A B OR A M NE S TA EDIÇ ÃO
Marcelo Furquim (direção de arte) Vanilla Fotografia (fotos)
Al. Mamoré, 687, sl 104, 5o andar, Alphaville, Barueri-SP. Envie seus comentários para a redação pelo e-mail reportagem@vero.com.br ________________________________ C T P, I M P R E S S Ã O E ACABAMENTO
Gráfica Log & Print
CONTÉM ED. 243 — ABR. 2020
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LIÇÕES DO DISTANCIAMENTO SOCIAL
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COLUNAS
Alphamães. 50 Leandro Oliveira. 57 Helio Contador. 53 Ricardo Amorim. 52 Marcio Rachkorsky. 55 Carlos Júlio. 54 Waltinho Nascimento. 51
ALPHAVILLE DO BEM
Conheça o trabalho social da Associação Sítio Agar e saiba como ajudar!
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ESPECIAL SAÚDE
Clínicas e especialistas para você consultar em Alphaville
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GASTRONOMIA
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De lanches a deliciosas sobremesas, confira algumas opções gastronômicas em Alphaville e região
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O que estamos aprendendo com o distanciamento social? “Toda crise é uma oportunidade”, já dizia a máxima. Dessa vez, no entanto, a pandemia global vem se mostrando como um episódio sem precedentes, pelo menos na história moderna da humanidade, atingindo todas os lugares do mundo e classes sociais. Por aqui, na região de Alphaville, a Vero vem cuidando, em todos os canais digitais, de noticiar os fatos - de fontes seguras - mas também de perpetuar uma corrente do bem, ressaltando as coisas boas da crise. Foi assim que nasceu a ideia, nessa edição, de perguntar aos nossos vizinhos, o que eles tem aprendido com o momento de incerteza. O resultado – que nos enche de esperança – você confere a seguir:
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“Que nós somos super adaptáveis e conseguimos nos reinventar frente as necessidades. Aprendemos a ser mais solidários e empáticos. E a valorizar pequenas coisas antes esquecidas”
“Tenho aprendido a cuidar melhor de mim, olhar mais para ‘dentro’. Valorizar coisas simples, que antes pareciam bobas. Amar mais, orar mais e agradecer mais” VANESSA SAVOIA, 29 ANOS,
ANA BEATRIZ CINTRA, 50 ANOS, PSICÓLOGA
ESCREVENTE NOTARIAL
“Tenho aprendido a importância de olhar mais para dentro, trabalhar a mente e exercer a gratidão, sentimento fundamental para a percepção da verdadeira felicidade. Pra mim, ficou mais nítido também que o que gera realmente felicidade e bemestar é o convívio presencial com as pessoas que a gente mais ama, como os familiares e amigos” LUCIANO CASELLA, 39 ANOS, COACH
“Aprendi que o ser humano é capaz de se reinventar a cada dia. A ausência de contato físico distancia somente aqueles que já não eram tão próximos e nos faz perceber o valor real de cada relação humana. Voltei a ser criança e a valorizar o lápis de cor, a tinta, a areia e até as pedrinhas... Aprendi, enfim, que nada pode ser desperdiçado: nem o tempo” STELLA MARANDOLA, 32 ANOS, MÉDICA
“Aprendi a me adaptar a situações não esperadas, sem desespero, com fé e confiança, dando valor às coisas pequenas, a convivência do dia a dia. E cada vez mais dando valor a vida”
“Em primeiro lugar, estou usando parte do meu tempo para minhas crenças: louvar a Deus! E, por incrível que pareça, nunca pensei que poderia ser tão feliz em casa apenas com a companhia do meu marido. Isso veio para nos mostrar que os nossos quase 50 anos de casado valeram a pena”
AUGUSTO PISATI,
MARIA CARMEN PINTO DA SILVA,
63 ANOS, MÉDICO
69 ANOS, PEDAGOGA
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“Estou amando esse tempo em casa. Consigo ajudar minhas filhas nas lições, com envolvimento real nas atividades, percebendo suas virtudes e pontos que precisam de reforço. Nenhuma professora observaria tão bem. Consigo estar com meu marido o dia inteiro. Roubo minutos de suas pausas no trabalho para tomarmos juntos um café ao sol e, pela primeira vez, consigo ver, ouvir e entender exatamente sua profissão. Jamais conseguiria valorizar seu trabalho de outra forma tão real. Tenho cuidado da minha casa com mais zelo. Tenho tempo e disposição para limpar aqueles cantinhos que sempre deleguei para terceiros, cuido melhor do meu jardim, das nossas roupas, faço com calma minhas receitas favoritas, aprecio os almoços e jantares em família, curto os passeios noturnos com os cachorros, descobri novas formas de manter a piscina mais limpa por mais tempo. Tenho brincado muito mais com as meninas, inventado jogos, servindo de modelo para ser maquiada e massageada. Tenho plateia diária nas aulas de hit aeróbica e amigas para dividir um namaste na hora da Yoga. Poderia ficar horas confessando como o isolamento está me fazendo mais feliz! Tudo na vida sempre tem um lado bom!” SOL SOTILLE, 45 ANOS, CHEF DE COZINHA
“No trabalho, descobri uma nova forma de gerenciar um time remotamente: implementei um modelo de gestão extremamente eficaz com engajamento em nível máximo – treinamentos constantes, momentos de descompressão e resultado. Na família, consegui algo depois de seis anos: almoçar com meu filho todos os dias, beijá-lo a cada intervalo de reunião e fazer com que ele não sinta vontade de sair de casa. Meu marido, idem. As relações se aproximaram genuinamente” BIANCA MACHADO COSTANTINI, 40 ANOS, GERENTE SÊNIOR
“A preocupação por trabalhar é tão grande por todos que estão criando iniciativas diferentes, algumas relevantes e outra não; ao mesmo tempo, acredito, geramos uma carga de trabalho excessiva. Já em relação a família, creio que essa forma ‘obrigatória’ de se juntar mais pode nos render bons frutos. Aprendi também que minha casa é um lugar maravilhoso para descansar. Mas não o tempo todo [rs]!” JIMMY SAN MIGUEL, 41 ANOS, ENGENHEIRO
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“Tenho aprendido a trabalhar de casa e me relacionar bem mais com minha filha” JOÃO ZINI, 43 ANOS, ADVOGADO
“Aprendi que não existe coisa melhor do que a liberdade de ir e vir e que minha família é uma benção, meu maior patrimônio” ANDREA BERNARDO, 43 ANOS
“‘Aprendi’ a ler, a cozinhar e a meditar” ELIANE MATTOS, 50 ANOS
“Sempre fui ligada no 220. Estou aprendendo que, sem ansiedade e sem pressa, a gente também consegue fazer tudo que precisa. Apesar da preocupação com tudo que o mundo está enfrentando, estou me sentindo em paz e tendo a certeza de que, quando isso passar, seremos pessoas melhores com nossos semelhantes e, principalmente, com a gente mesmo. Minha rotina mudou muito. Hoje acordo e faço minhas orações sem a pressa que era habitual. Consigo valorizar o fato de tomar um café da manhã e fazer minhas atividades sem sentir que o tempo é curto. Descobri que o tempo é o mesmo, eu é que o acelerava”
“Até pela idade, estamos, minha esposa e eu, obedecendo rigidamente a quarentena. O que mais faz falta é a presença física dos filhos, que não nos visitam mais, para evitar a eventual proliferação do vírus. Só nos vemos pelo vídeo quando conversamos pelo celular. Caminhamos no térreo, dentro da área do condomínio, para nos exercitarmos e tomarmos sol. Não é fácil! Haja palavras cruzadas e outros jogos virtuais pelo celular para ajudar a ‘empurrar o tempo’. E assim vamos levando, com muita ‘serenidade’” ANTÔNIO CÉSAR GUARDINI, 74 ANOS, ADMINISTRADOR
VERA TEIXEIRA, 67 ANOS, DECORADORA
“Aprendi a pensar em diferentes maneiras para manter o trabalho remoto e em como desenvolver a resiliência” CYNTHIA MARANHAO, 43 ANOS, MÉDICA
“Tenho aprendido a valorizar o comum, o ordinário. No dia a dia, às vezes, a gente acha que precisa de tanta coisa… Com o confinamento fomos obrigados desacelerar e consequentemente a valorizar aquilo que acontece dentro das nossas casas. E como é sensacional ter tempo para ver nossos filhos crescerem, observar calmamente cada sorriso, cada nova conquista” DEBORAH WERNER, 32 ANOS, ADVOGADA
“Tenho aprendido que os planos mudam, independentemente da nossa vontade” ANDREA BUTSCHER, 51 ANOS, ASSESSORA DE EVENTOS
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“Aprendi que precisamos de paciência, positividade e saúde mental. Que nessa vida tão corrida, onde preenchemos nosso tempo o tempo todo, precisamos saber parar. Parar pra aproveitar a casa, a família ou simplesmente você! Por fim, aprendi a olhar ao próximo e enxergar porque, às vezes, você olha e nem vê” MARIA FERNANDA FERREIRA, 44 ANOS, FONOAUDIÓLOGA
“Confirmei o que acredito há muitos anos: neste planeta não pode haver ilha de felicidade cercada de miséria por todo lado. Nem o muro do presidente Donald Trump impediu que o vírus invadisse sua ‘ilha de felicidade’” LUCIANO MENDES DE AGUIAR, 86 ANOS, ENGENHEIRO
“Tenho experimentado estar mais tempo com minha esposa, ajudando-a nos afazeres domésticos, me dedicando a culinária e afinando, assim, nossos laços. Vejo que com muito pouco podemos viver alegres, apesar de tudo” SILVIO BARBOSA, 59 ANOS, REPRESENTANTE COMERCIAL
“Sou empresário de contabilidade e estou mantendo o atendimento aos clientes em home office. Isso foi ótimo para nos mostrar que conseguimos ter nossa equipe de colaboradores com trabalhos mais focados” “Aprendi a fazer home office. Achava que era impossível administrar a parte financeira da empresa a distância. Tivemos que preparar tudo para essa nova adaptação. É difícil separar os horários de trabalho estando em casa, mas estamos conseguindo”
CLAUDIO ANÍBAL CLETO, 63 ANOS, EMPRESÁRIO
REGINA CELETE, 60 ANOS,
“Sinto falta das minhas atividades fora de casa e das viagens. Mas, apesar disso, não me sinto triste ou desanimada, pois tenho apoio de minha família. Mesmo a distância, estamos sempre nos falando e nos vendo através da tecnologia. Procuro ocupar meu tempo lendo, cozinhando novos pratos e fazendo artesanato”
EMPRESÁRIA
VILMA SFIENGO, 73 ANOS, APOSENTADA
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“Estou há três semanas trabalhando em home office e, por sair totalmente da minha rotina diária, tenho aprendido a me disciplinar com os horários profissionais e atividades pessoais. Levanto no mesmo que horário que costumo acordar para ir ao trabalho, preparo meu café, tomo meu banho e começo a trabalhar. Leio os e-mails, participo de reuniões diárias via conferências. Faço uma pausa de uma hora para almoço e continuo no período da tarde. Procuro não ultrapassar as 19h. Apesar de estarmos em casa, acho que temos que distribuir o tempo e nos dedicarmos para a vida pessoal também. Adoro preparar meu jantar e já deixar alguma comida pronta para o almoço do dia seguinte. No meu tempo, assisto documentários, programas de gastronomia, moda, viagens, esportes, etc. Mas o mais importante de toda essa pandemia é que tenho visto que as pessoas estão tentando se ajudar mais. No meu condomínio, alguns estão se propondo a fazer algo diferente para animar os vizinhos. Na semana passada teve um rapaz que tocou saxofone. Todo mundo aproveitou das varandas o som maravilhoso. Alguns dias depois uma moça se propôs a cantar e também foi muito legal e animador. É muito legal descobrir, em um momento difícil como esse, que temos pessoas talentosas muito próximas e, se não fosse essa quarentena, talvez não tivéssemos a oportunidade de conhecê-los. Ontem inclusive teve até um DJ que também alegrou os moradores”
“Aprendi a criar uma nova rotina diária, que integra trabalho em home office, tarefas domésticas e interagir com o método educacional da escola do meu filho, fazendo as atividades em casa com ele. Isso tem me ajudado muito na interação maior com a família e no desenvolvimento da espiritualidade” ADRIANA NUNES HENRIQUES, 46 ANOS, FARMACÊUTICA-BIOQUÍMICA
“Já valorizava muito meu lar, mas passei a pertencer mais a ele. Hoje ele é meu santuário e desfruto todos os cantinhos, faço pequenas mudanças, olho com a alma. Também aprendi que a saúde e a família são nossos bens mais preciosos”
“Aprendi a sair do automático e a me conectar mais comigo mesma para melhorar alguns aspectos da minha vida. Parei para pensar naquelas situações que sempre me incomodaram e, agora, com mais tempo, estou criando o hábito de sentir quais emoções me despertam e quais necessidades preciso atender com esses sentimentos. Já ando planejando mudanças com todos esses insights. E, finalmente, estou colocando em prática um curso de comunicação não violenta que fiz há tempos!”
DEBORA MATARAZZO, 60 ANOS,
ADRIANA MATTOS, 52 ANOS, PROFESSORA
EMPRESÁRIA
DE COMUNICAÇÃO E LIDERANÇA
SONIA MIRANDA, 56 ANOS, ESPECIALISTA EM COMÉRCIO EXTERIOR
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“Cozinhar em casa, brincar mais com o meu filho, ter muita paciência com as atitudes egoístas das pessoas, ver o mundo desde outra perspectiva. Estamos no mesmo planeta, todos temos o mesmo problema, precisamos ter paciência com esse isolamento e lembrar que temos pessoas lutando contra este vírus todos os dias, estudando e tentando minimizar o risco para todos” MARIA LUISA GUZMAN, 42 ANOS,
“Mesmo já tendo como prática o home office, ter isso como determinação, impedida de ir e vir, acaba fazendo você refletir de uma maneira diferente. Sobre tantas coisas que tenho vivido e visto, essa quarentena me fez ver o poder da solidariedade entre as pessoas, a compaixão, e, sem sombra de dúvidas, a fé! Poder ver as pessoas buscando Deus mostra uma transformação grande. Acredito muito que sairemos disso tudo muito melhores. Sairemos menos egoístas, mais solidários, mais humanos!”
MÉDICA
FABIANA ROSA, 39 ANOS, RELAÇÕES PÚBLICAS
“Criar rotina ajuda muito. Tenho acordado pela manhã e meditado, o que ajuda meu dia fluir melhor. Também é importante é fazer uma atividade física em casa. Ocupo-me das tarefas da casa ouvindo músicas alegres para animar. Também tenho estudado à distância (EAD) para aprender algo novo. Evito os noticiários para manter minha mente centrada no positivo, na fé. Leio livros que estavam esperando na estante e, no fim do dia, faço minhas orações. Também gosto de cozinhar algo novo para o jantar, vários chefes ensinam zilhões de receitas na internet. Faço encontros on-line, por videochamadas, com familiares e amigos para darmos risadas e energizar uns aos outros. O mais importante: penso no próximo, em como posso ajudar. Que seja com doação de sabonetes para asilos. De algum jeito, procuro fazer minha parte. Fácil não é, mas se acreditarmos que tudo passa, até as catástrofes passam. Não seremos os mesmos, mas poderemos ser melhores” ANDREA COLEN SARUBBI, 53 ANOS, ESCRITORA E PALESTRANTE
EMPRESÁRIA E
“Aprendi que todos temos mais valores do que imaginamos. Vejo pessoas se reconectando com amigos antigos, mesmo que à distância, curtindo mais suas famílias, tirando projetos ou sonhos da gaveta e tendo momentos de reflexão profunda sobre a vida que estão levando. Essa quarentena veio pra expandir nossa consciência. Temos que levá-la de lição para o resto da vida para não deixarmos que os benefícios dela só durem enquanto ela acontecer”
PROFESSORA
LUCK ESPREGA, 29 ANOS, EMPRESÁRIO
“Resiliência! Aprendi a olhar as coisas com um novo olhar. Não temos o controle de nada, respirar é um presente!” IVONE BRISOLA BASSANI, 40 ANOS,
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“Trabalhar remoto e ficar o dia todo com o filho. A maior lição está sendo a empatia” GUTEMBERG ARAÚJO,
“Além do tempo que despendemos melhorando qualidade de vida, cuidando da alimentação e de questões psicológicas tais quais leitura, exercícios físicos e até melhoria no convívio familiar, é tempo de exercitar cidadania, enxergar o outro como a si próprio. Como pai de família e responsável por minhas três filhas, tenho filtrado notícias exageradas e tido boas conversas, aconselhando, em função da loucura que vivemos. Temos o dever moral de ensinar o correto e valoroso aos nossos filhos, pois é a única maneira de termos um país melhor. Emanem boas energias e tenham boas atitudes, somos humanos e falhamos sempre, todos os dias, mas temos o dever de aprender com nossos erros e melhorarmos sempre”
39 ANOS, ADVOGADO
“Tenho enviado Reiki tanto para as pessoas próximas (familiares e amigos) como para o planeta Terra. Todos os dias, visualizando a cor azul, e emanando amor, luz e cura. É um momento de colocar à prova todos os ensinamentos de expansão de consciência e reforma íntima, para acolhimento de todas as pessoas abertas e prontas para mudar seu modo de agir. Precisamos olhar para as ações baseadas na ajuda ao próximo, ou seja, mudar o paradigma do ter para o ser”
GILBERTO LIMA, 43 ANOS, ENGENHEIRO
“Vivemos numa corrida sem ter um ponto de chegada. A quarentena nos fez dar uma freada brusca na vida, repensar o que realmente nos importa: saúde e família. Ela está nos dando a oportunidade de nos encontrar”
SHEILA GONZALEZ, 41 ANOS, ENFERMEIRA OBSTETRA E TERAPEUTA
NATALIE GARTHOFF, 43 ANOS, GERENTE ADMINISTRATIVA
“Este recolhimento forçado me fez questionar o modo de vida que vinha levando (família, trabalho, relacionamento, dinheiro, etc.). Tenho me dedicado mais à família, continuo fazendo exercícios com sempre fiz e, o mais importante, revi coisas interrompidas e me deparei perplexo com a necessidade de um plano de contingência pessoal e empresarial”
“Fui surpreendida com a necessidade de reforçar as pessoas sobre a ideia de que somos gregários; e que a sociedade só vai se curar se todos nós colaborarmos da mesma forma. Nunca imaginei que era preciso implorar às pessoas para que se importassem com as outras”
VALDEMIR RIBEIRO, 57 ANOS, CONSULTOR E PSICANALISTA
BRUNA VERSETTI NEGRÃO, 35 ANOS, ADVOGADA
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“Tenho aprendido que é possível criar uma nova cultura de produtividade com a equipe e de maior liberdade. Não importa o local, a responsabilidade continua e não podemos deixar a peteca cair”
“Aprendi que desacelerar é incrível. Estava no automático há nove anos. Esse confinamento tem me proporcionado viver coisas tão naturais, simples e necessárias que chegam a me emocionar. Larguei o celular, pratiquei o ócio, esqueci do tempo. Literalmente, vivi o momento presente” OLIVIAN MOIOLI, 40 ANOS, FOTÓGRAFA
NOARA POZZER, 34 ANOS, EMPRESÁRIA
“Aprendi a ter calma, a cuidar da minha casa e principalmente a ter paciência. Sempre tem alguém carregando uma mochila mais pesada que a nossa... Sempre tem alguém com um problema maior que o nosso e temos muito que agradecer pelo que temos”
COORDENADORA DE
“Tenho aprendido a cada dia valorizar o tempo com meus filhos adolescentes e estamos reaprendendo juntos a curtir as menores coisas, como lavar a louça juntos (um lava, o outro seca e outro guarda). Um resgate do que fazia com meus avós e que ficou perdido em meio a tecnologia e a falta de tempo em casa. Aprendemos a rir mais, além de descobrirmos particularidades um do outro que eu como mãe ainda não tinha percebido. Não posso dizer ‘ainda bem’ porque esse período tem sido sofrido pra todos, mas posso dizer ‘menos mal’, pois estamos vivenciando, com essa quarentena forçada, momentos únicos em família”
ESCOLA
PAULINHA CARDOSO, 44 ANOS, JORNALISTA
ANNA PAOLA RUSSO GROSSO, 43 ANOS,
“Neste momento tenho tido tempo para estar em família. Almoçar e jantar com todos juntos. Com a correria do dia a dia isso não acontecia” ANA MARIA
“Aprendi a ser mais compreensiva e agradecida à vida. Também estou dando mais valor a minha saúde psicológica e reavaliando minha vida profissional, tentando encontrar alternativas que me permitam viver mais com a minha família. Também aprendi a dar mais valor a cursos on-line, sejam pagos ou gratuitos”
BARRICHELLO,
BRUNA DOMINGOS, 31 ANOS,
54 ANOS, PEDAGOGA
RELAÇÕES PÚBLICAS
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“Confirmei o que já sabia e ensino aos meus pacientes: em momentos de crise precisamos ser criativos e sairmos melhores. Estou aproveitando para fazer cursos on-line. Sem contar que posso estar na presença dos meus pais e filhos, cuidando deles com ainda mais amor e valorizando ainda mais um abraço” TAIZA RENATA, 45 ANOS, PSICÓLOGA
“Eu fiz uma lista de coisas que eu não fazia porque não parava em casa e coloquei em prática, comecei a meditar (tem vários aplicativos gratuitos) e a praticar yoga, além de reforçar o vínculo afetivo com a minha esposa e filhos. Espero que quando sairmos dessa, sejamos seres humanos mais humanos”
“Aprendi a aproveitar o aconchego da minha casa, a curtir minha família e a aprimorar os comandos da minha cachorra” JANAINA CARIUS, 43 ANOS, NUTRICIONISTA E EDUCADORA
JACQUES ALVARENGA, 37 ANOS, GESTOR PÚBLICO
“Tenho aprendido a trabalhar em casa com uma criança pequena (risos). E também que o tempo passa mais rápido se tiver planejamento. Aqui em casa já estamos há 16 dias de quarentena e nem sentimos passar, muito pelo contrário, faltam horas nos nossos dias”
“Eu aprendi a valorizar mais alguns momentos. O isolamento parece ser ruim, mas traz coisas boas, como ficar mais com a família, cozinhar algo mais saudável, arrumar algum cômodo da casa, ler, ver filmes e estudar. Quando isso tudo passar, vou reviver tudo aquilo que é prazeroso, como sair com pessoas especiais, sair para jantar e pegar um cineminha”
VANESSA REOLON,
RODOLFO FABIANI, 21 ANOS,
35 ANOS, AROMISTA
ANALISTA DE MARKETING
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ESPECIAL SAÚDE
Especial saúde No atual momento em que vivemos, nos cercar de bons profissionais para cuidar do corpo e da mente é imprescindível. Psicólogos, nutricionistas, pediatras e outros especialistas continuam atentos e à disposição durante a pandemia global ESPECIALIDADES PEDIATRIA, GINECOLOGIA, OBSTETRÍCIA E ENDOCRINOLOGIA
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
REBECA GARAUDE – pág. 43
HELLODR. – pág. 30
NUTRIÇÃO
PSICOLOGIA
TAMARA HAMNLE - pág. 41
HELENA MESQUITA – pág. 34
VILMA MORAES BARROS – pág. 42
MARIANA CARIOBA – pág. 43
NUTROLOGIA
MARIANA MINERBO – pág. 36
GIOVANNA MAINARDI – pág. 43
ROBERTA GODOY – pág. 38 VANESSA GEBRIM – pág. 32
ODONTOLOGIA
DENTZ ALPHAVILLE – pág. 40
PSICOPEDAGOGIA
JULIANA ATOUI – pág. 43
RAQUEL DE JESUS PACHECO – pág. 39 29 V E R O
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ESPECIAL SAÚDE COLUNA ASSINADA
MEDO DO COVID-19 E SEU IMPACTO NA
saúde mental
Tratar o sentimento descontrolado do medo em uma situação de crise pode evitar impactos em nossa vida tanto no aspecto pessoal quanto profissional
F O T O S D I V U L G A Ç Ã O E VA N I L L A F O T O G R A F I A
AS SITUAÇÕES de crise provocam mudanças em nossas rotinas e alteram nossos planos, impactando a forma como nos sentimos e nossa confiança em como iremos superar as dificuldades. Manter a serenidade nesse contexto, onde recebemos de todos os lados uma enxurrada de informações negativas envolvendo a pandemia do Covid-19, é um grande desafio para todos. Além da ansiedade com o futuro incerto que está por vir, um outro sentimento costuma ser comum: o medo – que é uma resposta do organismo a uma situação de ameaça. Ele tem por objetivo a sobrevivência da espécie, como no caso de, ao avistarmos um desfiladeiro, evitarmos uma aproximação. Entretanto, em alguns casos, quando em excesso, esse sentimento deprime o sistema imunológico, pelo excesso de adrenalina e cortisol (hormônio do estresse) liberados em nossa corrente sanguínea, tendendo a diminuir nossa resistência a vírus e bactérias. O sentimento descontrolado do medo pode praticamente paralisar nossa vida tanto no aspecto pessoal quanto profissional. Ele altera nossas percepções e decisões, podendo acarretar quadros de ansiedade, depressão, pânico e estresse pós-traumático. Essa situação nos deixa angustiados, cheios de dúvidas e vulneráveis. Com todas estas dificuldades, há tendência de queda de nossa produtividade, além de maior suscetibilidade a erros e desentendimentos no trabalho, aumentando as chances de perda do emprego. No lado pessoal, o abalo no equilíbrio emocional pode provocar conflitos familiares, que já são agravados pelo estado de confinamento. Devemos avaliar a qualidade dos pensamentos 32 V E R O
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que escolhemos cultivar. Geralmente lidamos com um momento difícil cultivando pensamentos de medo que nos enfraquecem e aprisionam nossas ações. Não é fácil sermos resilientes e mantermos o foco na solução dos problemas. Para estas situações é indicado o acompanhamento psicológico. O psicólogo, além de buscar melhorar a saúde mental do paciente, trabalhará para mudar sua forma de pensar e agir nas situações de crise, proporcionando um desenvolvimento psicológico maior e aumentando suas chances de passar por essa fase de forma mais tranquila. A abordagem chamada EMDR – Eye Movement Desensitization and Reprocessing ajuda no tratamento
“Que a coragem seja maior que o medo e que a força seja tão forte quanto a fé” de traumas, luto e medos, dentre outros, e consiste em um novo modelo psicológico que atenua o impacto das emoções negativas por meio da estimulação bilateral, ou seja, por meio do movimento dos olhos. O objetivo do EMDR é reprocessar experiências passadas e resolver as emoções associadas, os pensamentos e sentimentos negativos que não são mais úteis, que serão substituídos por pensamentos e sentimentos positivos para promover um comportamento mais saudável. Nestes tempos de quarentena e restrição ao convívio social, o atendimento psicológico on-line é uma opção viável para o tratamento do medo. Não tenha medo de buscar ajuda psicológica nesse momento! Que a coragem seja maior que o medo e que a força seja tão forte quanto a fé.
A psicóloga Vanessa Gebrim tem consultório próprio em Alphaville, mas está fazendo atendimento on-line neste período de isolamento social
Vanessa Gebrim Especialista e pós-graduada pela PUC-SP, Vanessa Gebrim tem mais de 20 anos de experiência clínica. Tem certificação internacional pelo EMDR Institute, é terapeuta Brainspotting pelo Institute of New York e tem formação em Homeostase Quântica Informacional. É ainda especialista em Barras de Access, constelação familiar e orientadora vocacional. Al. Grajaú, 98, sl 1.108, Ed. Pravda, Alphaville, (11) 99733-2998 (WhatsApp) vanessagebrim.com.br | @vanessagebrim 33 V E R O
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ESPECIAL SAÚDE COLUNA ASSINADA
A IMPORTÂNCIA DE TÉCNICAS TRANSPESSOAIS NO TRATAMENTO
psicoterápico
Essas ferramentas aceleram a compreensão do “SER”, desvendando profundamente a compreensão do desequilíbrio, da dificuldade e do adoecer
EXCELENTES coadjuvantes num processo psicoterápico, as terapias Transpessoais, Vivências, Regressivas e Holísticas podem e devem ser usadas em tratamentos que destacam a importância do inconsciente. Trata-se de ferramentas facilitadoras, acelerando a compreensão do seu “SER”, desvendando profundamente a compreensão do desequilíbrio, da dificuldade e do adoecer. Nessa busca do sentido mais íntimo, o paciente encontra forças e motivação para atingir o seu “propósito” em psicoterapia, tornando-se um ser
“Corpo, mente e espírito andam juntos e precisam ser desvendados com um olhar singular”
Helena Mesquita A psicóloga tem um largo conhecimento de técnicas Vivenciais, Regressivas, Meditativas, Holísticas e Florais de Bach. Atende adolescentes, adultos e a melhor idade, além de família e casal. Trata todos os transtornos emocionais, ansiosos e evitativos, como pânico, fobias, compulsões, depressão e hipocondria. Av dos Parques, 45, Ed. Link Office, sl 210, (11) 98571-1894 34 V E R O
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mais saudável, mais bem adaptado, mais bem relacionado e feliz. No tratamento é muito importante olhar para o ser que busca ajuda de uma maneira única e integrada. Ou seja, corpo, mente e espírito andam juntos e precisam ser desvendados com um olhar singular, diferenciando e valorizando o que transcende, sem perder a base psicoterápica.
ESPECIAL SAÚDE COLUNA ASSINADA
FIQUE EM
casa
Enquanto os cientistas buscam vacina, remédios e outras estratégias para enfrentar a vírus, nos deparamos com novas regras e exigências A SITUAÇÃO pela qual estamos
passando é muito nova, inesperada e impensável. Mas a história nos mostra que epidemias e pandemias já ocorreram várias vezes ao longo do tempo. O coronavírus não é a primeira. Houve as pestes, as pragas, entre outras doenças pelo mundo, ceifando vidas. Em épocas passadas, como não havia uma base científica, acreditava-se em um castigo divino, porém, a falta de respostas mais convincentes acerca dos fenômenos, fez com que a ciência surgisse, se impusesse e evoluísse. Ainda assim, recebemos um turbilhão de informações a cada momento, sem saber como processar tantos dados, às vezes contraditórios e até falsos. Enquanto os cientistas buscam incansavelmente vacina, remédios e outras estratégias para enfrentar a disseminação e erradicação do vírus, nos deparamos com novas regras e exigências, tanto objetivas quanto subjetivas. Os aspectos objetivos são muito parecidos para quase todos, levando em conta as diferentes particularidades, jovens, idosos, etc. Entretanto, no que se refere à subjetividade, por mais que pensemos no coletivo, esta é única e sendo assim, a vivência que cada um terá, será diferente. Temos o conhecimento de que mudanças ocasionam o aparecimento das mais diversas emoções. Aparecem aí, como respostas, formas como cada um de nós lidou com os imprevistos, bons ou não, durante a sua vida, ou seja,
há uma reedição da maneira como decodificamos os acontecimentos. Notamos que tem pessoas que se apavoram, entram em pânico, outros agem como se nada estivesse acontecendo, e tem ainda os que percebem os fatos com cautela, acatam as orientações, procuram lidar com os fatos de uma forma mais ponderada e criativa. Sem dúvida são inúmeras as novas circunstâncias às quais temos que nos submeter. Basta imaginar, no caso de uma metrópole: quarentena, distanciamento social, o isolamento princi-
“Como lidar com toda essa quantidade de privações e incertezas em âmbito global, com suas notícias mais alarmantes que apaziguadoras?”
palmente dos idosos, o fechamento das empresas e do comércio, o vazio das ruas, a privação do ir e vir, elementos que podem desencadear sensações de desamparo, ansiedade, angústia, ou ainda um desespero relacionado à perda do emprego, ao adoecer, próprio ou de entes queridos. E aquelas famílias que tem que se haver com os filhos de várias idades em casa, aonde os pais precisam de um ambiente condizente com um “home office” e sem poder contar com a ajuda de funcionários e avós? E a propagação incontrolável da doença sem as condições necessárias? Como lidar com toda essa quantidade de privações e incertezas em âmbito global, com suas notícias mais alarmantes que apaziguadoras? Obviamente, como não há uma solução e sim reflexões além de algumas práticas que uma vez implementadas, poderão facilitar o dia a dia. Estabelecer uma rotina se torna um apoio que ajuda a nos organizarmos. Quem estiver trabalhando, é importante respeitar horários, buscar atividades físicas, comunicar-se com parentes e amigos, ter paciência com as crianças e sempre questionar as fontes das notícias. Nada é fácil, mas se pensarmos que esta crise coloca à prova a nossa adaptabilidade, a resiliência, a solidariedade, a generosidade, características muitas vezes esquecidas no mundo contemporâneo, temos uma grande chance de sairmos mais fortalecidos deste abalo.
Mariana Minerbo é doutora em psicologia clínica. Estudou a influência do modo de vida contemporâneo e é ainda especializada em atendimento infantil e de adolescentes. Em suas sessões segue a orientação psicanalítica. Calçada das Papoulas, 61, Centro Comercial Alphaville, (11) 4195-1888 36 V E R O
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AS NOVAS FORMAS DE ATENDIMENTO DIANTE DO
COVID-19
Lidar com os nossos limites, do outro e do mundo externo é o principal desafio no cenário mundial ASSIM como o vírus, que apresenta mutações e sobrevive, podemos pensar em como lidar com essas mudanças e como podemos nos adaptar a elas. O atendimento online era utilizado apenas para casos pontuais ou para pacientes com impossibilidade de ir ao consultório. Mas agora é preciso pensar em ferramentas e técnicas para que os atendimentos clínicos sejam feitos. É tempo de aprendizado e adaptação para todas as áreas. Por isso, para quem pode utilizar esse recurso, nesses dias, o atendimento on-line
“Nesses dias de distanciamento, o atendimento on-line é importante tanto para antigos pacientes como para os novos”
Roberta Godoy A psicóloga e psicanalista atua na área clínica principalmente com adolescentes e adultos. As principais características são a escuta e a valorização da subjetividade do sujeito. Para isso, o paciente é convidado a falar livremente sobre qualquer tema e assunto, sem restrições. Al. Grajaú, sl 2017, (11) 99359-9991 | @psicorobertagodoy 38 V E R O
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é de extrema importância, tanto para antigos pacientes como para os novos – e eles podem ser muito semelhantes ao atendimento presencial, com o mesmo acolhimento e escuta clínica. Já havia dito, mas vale a pena reforçar: é necessário novas adaptações e elaborações nesses tempos. Mas, juntos, vamos conseguir nos reinventar e passar por tudo isso
ESPECIAL SAÚDE COLUNA ASSINADA
QUANDO PROCURAR UMA
psicopedagoga? Com a dificuldade em aprender os conteúdos escolares, a criança e o adolescente podem começar a apresentar problemas com autoestima e insegurança A PSICOPEDAGOGIA é um campo de atuação em educação e saúde que lida com o processo de aprendizagem considerando os aspectos biológicos, emocionais, familiares e escolares. Juntamente com a dificuldade em aprender os conteúdos escolares, a criança e o adolescente podem começar a apresentar problemas com a autoestima, insegurança e uma relação com o conhecimento negativo. As sessões psicopedagógicas são organizadas em duas etapas, a diagnóstica e a interventiva. A primeira busca compreender as razões que impedem o paciente em adquirir um determinado conhecimento, através do uso de materiais e técnicas próprias com fundamentação teórica, por meio de uma avaliação global que possibilita a criação de hipóteses das causas da não aquisição do conhecimento. Feito o diagnóstico inicia-se a etapa interventiva, propondo atividades, desafios e estratégias com o objetivo de fazer com que o paciente sane suas dificuldades ou criando meios para minimizar as consequências devido a algum distúrbio, como adaptação de materiais, organização da sala de aula, estratégias de ensino e orientação à escola e família. Isso ressignifica o vínculo com a aprendizagem do aprendente; reorganiza as estratégias de aprendizagem e desperta a curiosidade e o desejo de aprender.
VOCÊ DEVE PROCURAR UMA PSICOPEDAGOGA QUANDO SEU FILHO: → Está desmotivado para estudar;
→ Inverte letras;
→ Está demorando para se alfabetizar;
→ Adiciona ou omite letras;
→ Não consegue entender o que lê;
→ Tem uma desorganização na folha;
→ Não consegue estudar sozinho;
→ Tem notas baixas;
→ Tem dificuldade em atividades de raciocínio lógico matemático;
→ Repetiu de ano;
→ Tem queda no rendimento escolar; → Está desatento; → Tem dificuldade em memorizar;
→ Tem dificuldade em seguir a rotina; → Tem dificuldade na adaptação; → Possui diagnóstico de dislexia; discalculia, disgrafia, dislalia.
Raquel de Jesus Pacheco é formada em Pedagogia, com especialização em Psicopedagogia pela PUC-SP. Atua na área da educação há 10 anos. Av. Copacabana, 177, sl 71, (11) 96888-2265 | @raquelpsicopedagoga 39 V E R O
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ESPECIAL SAÚDE PUBLIEDITORIAL
CLÍNICA ODONTOLÓGICA ALL-IN-ONE
chega à Alphaville
A DENTZ reúne todas as especialidades odontológicas e equipamentos ultra-modernos para exames e tratamentos em um só lugar
FOI INAUGURADA em Alphaville a DENTZ, clínica com um novo conceito em odontologia, reunindo todas as especialidades em um só lugar, com profissionais qualificados e equipamentos de última geração. Trata-se da primeira “all-in-one” no bairro. Além disso, a DENTZ Alphaville traz exclusividades, como o raio-x panorâmico digital que, somado à moderna câmera intra-oral HD, dá precisão e agilidade ao diagnóstico. O horário de funcionamento é amplo, inclusive aos sábados, com a possibilidade de agendamento fora do horário (sem custo adicional). “Nossa clínica tem um propósito: levar a melhor experiência a cada paciente, com excelência técnica, acessibilidade e atendimento personalizado”, afirma
o Presidente da rede DENTZ e morador do bairro, Tiago Carvalho. Vale destacar aqui o atendimento personalizado, com foco em oferecer mais conforto e entretenimento. Por lá, o cliente pode assistir à Netflix ou ouvir a playlist favorita enquanto realiza o tratamento. Para as crianças, além do fraldário e da área kids com brinquedos educativos e monitores treinados, o atendimento é feito de forma lúdica e no tempo da criança, engajando os pequenos e estimulando o cuidado dos dentes. Há também opções especiais para os pacientes com limitações de saúde, dieta e mobilidade reduzida. A DENTZ Unidade Alphaville foi inaugurada neste ano, mas a sede administrativa da rede sempre foi aqui.
Fundada em 2018 por moradores do bairro, hoje a rede de franquias conta com 13 clínicas em operação e 22 em implantação na Grande São Paulo.
CORONAVÍRUS
A DENTZ intensificou os protocolos de biossegurança, esterilização e limpeza. Equipou os profissionais com os EPIs mais avançados e seguros. Espaçou os atendimentos, modificou o layout da recepção e está realizando anamnese e aferição de temperatura em todos os funcionários e pacientes, além de ter adotado um novo protocolo de higienização bucal e das mãos em todos os pacientes.
DENTZ Alphaville – Al. Rio Negro, 161, Prédio Comercial 3, Alphaville, (11) 3197-4040 (11) 98842-2877 (WhatsApp) | rededentz.com.br/alphaville | @DentzAlphaville 40 V E R O
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ESPECIAL SAÚDE COLUNA ASSINADA
SE VOCÊ ACHA QUE
emagrecer
É SOFRER, ESTÁ NA HORA DE ME CONHECER!
F O T O S VA N I L L A F O T O G R A F I A
Método Tamara Hamnle de emagrecimento traz a mudança do comportamento como principal aliado VOCÊ TEM alguma peça de roupa no seu armário que não te serve, mas você tem esperança de um dia vesti-la? Se sua resposta for “sim”, esta metodologia foi feita para você! Já se sentiu constrangida(o) em usar biquíni ou sunga? Quantas vezes evitou tais situações, deixando, inclusive de participar de eventos e viagens? Pois trago uma notícia excelente! Uma possibilidade de emagrecimento totalmente real. É por isso que estou aqui! Não importa o que tenha vivido até então, a partir de agora estará sob uma metodologia que trata as reais causas de você nunca ter conseguido emagrecer, embora tenha quisto com todas as suas forças e feito todas as tentativas. O método Tamara Hamnle foi feito para você, que repete para si mesmo que não tem mais jeito. Sim, existe uma forma! Com exames vindos do Reino Unido, Alemanha , Canadá e EUA, fechamos um diagnóstico preciso e definitivo. A mudança de comportamento vem com a utilização da hipnose. Em outubro de 2019, inclusive, tive a oportunidade de ser reconhecida com a condecoração do conceituado Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, EUA, por ter palestrado e demonstrado a eficácia da técnica da hipnose em tratamento de sobrepeso e obesidade. Esses esforços somados conduzem você a ter uma relação com o alimento cada vez mais saudável e prazerosa. Vamos juntos nessa maravilhosa jornada de descobrimento pessoal e desbloqueio de todo o seu potencial! Viva na sua melhor versão! Porque , definitivamente, emagrecer não é sofrer! O leitor que mandar mensagem pelo site www.clinicatamarahamnle.com, ganha uma avaliação!
Tamara Hamnle Com clínica própria em Alphaville, a nutricionista atua na área há 13 anos, aplica hipnose clínica há sete e estuda o comportamento humano há 10 anos. Al. Grajaú, 60 cj 306, (11) 995513888 clinicatamarahamnle.com | @tamarahamnle 41 V E R O
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ESPECIAL SAÚDE COLUNA ASSINADA
TRANSIÇÃO DA
menopausa A crise da meia-idade feminina e seus desafios físicos, emocionais e alimentares AO CONTRÁRIO do que muita gente pensa, as alterações causadas na menopausa podem e devem ser tratadas. Sintomas como alteração de humor, calores, irritação, noites mal dormidas, ganho de peso, aumento da circunferência abdominal e, muitas vezes, unhas fracas, queda de cabelo e mudança na pele, são causados pela falta do hormônio Estrógeno, que fica defasado nessa fase. Ele tem papel fundamental na dilatação dos vasos sanguíneos, facilitando o fluxo, evitando o depósito de gordura nas artérias e diminuindo o risco de infarto. Esse é um dos problemas recorrentes em mulheres após os 50 anos ou que já estão na pré ou pós-menopausa – e que não dão importância de ter acompanhamento do cardiologista e, mais ainda, de um nutricionista, que orienta com plano alimentar para melhorar a qualidade de vida. Até a década de 90, o climatério feminino era tema raramente abordado, tanto na literatura científica quanto na leiga. A maior parte das mulheres afirma que a menopausa devia ser vivida de forma discreta e silenciosa. O papel da informação nesse momento é fundamental, uma vez que as mulheres lamentam desconhecer as alterações orgânicas e emocionais, que podem ser de grande impacto na autoestima. A geração de mulheres que chegou a fase de menopausa no final dos anos
90, reivindicando maior compreensão e informação, teve uma concepção gradualmente substituída: de doença para uma etapa natural da vida da mulher. Mas, é claro, sempre com o acompanhamento devido. Porque, quando pensamos em saúde da mulher, a queda nos níveis do hormônio Estrogênio pode prejudicar o equilíbrio da microbiota oral, vaginal e intestinal e promover o aparecimento de doenças. Então, é preciso ter cuida-
“A informação é essencial, uma vez que as mulheres lamentam não saber as alterações orgânicas e emocionais na menopausa”
dos adicionais. A baixa massa óssea e a baixa massa muscular e, ainda, algumas doenças gastrointestinais, como a síndrome do intestino irritável (SII) e a constipação idiopática de trânsito lento, são situações que podem estar relacionadas a quadros de disbiose (permeabilidade intestinal), comum no período pós-menopausa. A microbiota intestinal desempenha papel na regulação do metabolismo e é responsável por 80% da nossa imunidade. Por meio de uma anamnese bem detalhada é possível ter um diagnóstico nutricional e estabelecer uma conduta no tratamento com suplementos probióticos e dieta adequada, promovendo a redução da permeabilidade intestinal, contribuindo na melhora da resposta imunológica, refletindo no organismo como um todo. Fica, então, cada vez mais evidente a importância do microbioma para a saúde e principalmente da mulher, incluindo a qualidade da dieta nessa fase. Frutas, verduras e legumes são ricos em vitaminas e minerais, promovendo uma sinergia nutricional de antioxidantes, polifenóis e fibras que auxiliam na saúde do intestino e ajudam na saciedade. Já castanhas e sementes de linhaça podem auxiliar na redução de ondas de calor e, sobretudo, na melhora da memória. Além disso, atividade física é um fator que favorece nas alterações metabólicas, potencializando bons resultados.
Vilma Moraes Barros, nutricionista, membro do Conselho Regional de Nutrição-SP, especialista em Nutrição Clínica e Terapia Nutricional Enteral e Parenteral, formação em Modulação Intestinal, pós-graduanda em Nutrição Esportiva Funcional – Av. Sagitário, 138, Alpha Square Mall, Torre London, 7º andar, cj 715, (11) 4153-9589 | @vmbnutri 42 V E R O
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ESPECIAL SAÚDE
JULIANA ATOUI
GIOVANNA MAINARDI
NUTROLOGIA E PRÁTICA ORTOMOLECULAR
ODONTOLOGIA
Longevidade saudável
Sorriso bonito, dentes saudáveis
Médica pós-graduada em Nutrologia e em Prática Ortomolecular com foco em prevenção e longevidade saudável. Tem cursos e atuação em homeostase hormonal, modulação intestinal, hipertrofia, emagrecimento e obesidade. Av Copacabana, 112, cj 706, Ed. Medic Life,
Formada há 17 anos pela USP, a dentista Dra. Juliana Atoui atua como clínica geral, que inclui prevenção, tratamentos restauradores e pequenas cirurgias. É especialista e mestre em estética dental, como clareamento e facetas, e doutora em reabilitação oral (trabalha com todo tipo de prótese dentária).
(11) 94399-0706, (11) 4302-6055 | @dra.gimainardi
Av. Cauaxi, 293, cj 1814, (11) 98619-8285
@institutoliebe | institutoliebe.com.br
drajulianaatoui@gmail.com
MARIANA CARIOBA
REBECA GARAUDE
PSICOLOGIA
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
Preserve a saúde mental
Qualidade de vida e sexualidade
Psicóloga, especializada em análise psicodramática, Mariana Carioba está à disposição nesse momento de crise para quem está se sentindo angustiado e precisando de ajuda. “É fundamental preservar a saúde mental. Os atendimentos acontecem online ou presencial”. Al. Rio Negro, 503, WhatsApp: (11) 94335-0721,
Atuando há 20 anos em Alphaville e região, Rebeca Garaude é ginecologista e obstetra com pós-graduação em geriatria, além de especialista em sexualidade e modulação hormonal. Tem clínica própria no bairro.
psicologiaemalphaville@gmail.com
facebook.com/clinicarebecagaraude
Av. Copacabana, 325, (11) 4382-4589 WhatsApp: (11) 98899-6475 | @clinicarebecagaraude
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TELEFONES ÚTEIS
QUANDO
procurar ATENDIMENTO?
Reunimos os endereços e os telefones de todas as unidades públicas e privadas de saúde de Barueri e Santana de Parnaíba. Confira!
BARUERI UBS AMARO JOSÉ DE SOUZA Das 7h às 21h. R. Petrolina, 178, Jd. Mutinga, (11) 4199-3170 / 4688-1567
UBS ARMANDO GONÇALVES DE FREITAS Das 7h às 21h. R. Padre Cícero Romão Batista, 271, Parque Imperial, (11) 4199-3163 / 4193-4866
NESSE MOMENTO crítico por conta da pandemia do
coronavírus, é importante você ter sempre em mãos os números e endereços das unidades públicas de saúde. Vale lembrar que cada cidade tem sua recomendação. Se você é morador de Barueri e está com sintomas leves, como coriza e tosse, o indicado é ficar em casa. Já quem sente sintomas graves, deve procurar a UBS mais próxima, que funciona de segunda a sexta – em outros dias ou horários, a recomendação é procurar o Pronto-Socorro. Em Santana de Parnaíba, a orientação é a seguinte: quando o paciente apresentar sintomas como coriza e tosse, procurar o atendimento online; com coriza, tosse e febre, procurar a UBS mais próxima; já coriza, febre, tosse e problemas para respirar, o ideal é procurar o hospital da cidade. O atendimento on-line é feito pelo número 95769- 4045 (WhatsApp), de segunda a sexta, das 8h às 17h. O paciente passa por uma triagem e, em seguida, assim que o médico ficar disponível, ele fará o retorno via chamada de vídeo. À seguir, confira todos os endereços, números de telefone e horários de funcionamento das UBSs.
UBS BENEDITO DE OLIVEIRA CRUDO Das 7h às 19h. Rua Carlos de Campos, 82, V. Boa Vista, (11) 4199-3173 / 4198-7359
UBS HÉLIO BERZAGHI Das 7 às 21h. Av. Marginal Direita nº 486, Jardim Paulista/Votupoca, (11) 4199-3149 / 4247-1376
UBS HERMELINO LIBERATO FILHO Das 7h às 21h. Pça. Senador Teotônio Vilela s/nº, Jardim Belval, (11) 4199-3177 / 4198-9896
UBS JOÃO DE SIQUEIRA Das 7h às 16h30. R. Canal da Mancha, 259, Jd. Reginalice, (11) 4199-3178 / 4198-7120
UBS JOSÉ FRANCISCO CAIABA Das 7h às 16h30. Av. da Aldeia, 230, Aldeia de Barueri, (11) 4199-3166 / 4208-2993 46
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UBS MARIA DE LOURDES HERNANDEZ MATOS
UBS VINCE NEMETH
Das 7h às 19h. Av. Capitão Francisco César, 1.240, Engenho Novo, (11) 4161-3862
Das 7h às 21h. Rua Manoel Moreira, 165, Jardim Audir / Silveira, (11) 4162-0221 / 4201-4818
UBS MARIA FRANCISCA DE MELO
UBS DRA ELISABETE IZILDA DULEBA
Das 7h às 19h. Estr. dos Pinheiros, 523, Parque Viana/ Votupoca, (11) 4201-2557 / 4199-3179
Das 7h às 16h30. R. Paraíso, 101, Chácara Marcos, (11) 4161-4312
UBS MARIA MAGDALENA MACEDO
UBS EDINI CAVALCANTE CONSOLI
Das 7h às 16h30. R. Vicente Nunes Ribeiro, 294, Jd. Santa Cecília, (11) 4199-3126 e 4193-8212
Das 7 às 19h. R. João Cabral de Melo Neto, s/nº, Jd. Tupan, (11) 4198-5995
UBS DR. ADAUTO RIBEIRO
UBS JULIO LIZART
Das 7h às 21h. Av. Zélia, 950, Parque dos Camargos, (11) 4194-6118 / 4194-0763
Das 7h às 16h30. Rua Orinoco, 137, Vale do Sol, (11) 4198-7755 / 4198-5977
UBS PASTOR JOSÉ ROBERTO ROSSI
UBS BENEDICTA CARLOTA
Das 7h às 19h. R. Santo Antônio, 21, Jd. Califórnia / Vila Ceres, (11) 4199-3188 e 4198-7198
UBS PEDRO IZZO
Das 8h às 20h. Av. Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão, 483, Jardim Silveira, (11) 4162-1871 / 4162-7200
Das 7h às 21h. R. Everest, 26, Jd. Esperança, (11) 4161-9111 / 4168-4540 / 4161-6266
PRONTO ATENDIMENTO 24 HORAS | PRONTO-SOCORRO DO ENGENHO NOVO
UBS RAQUEL SANDRINI RUELA
Av. Capitão Francisco César, 1338, Engenho Novo, (11) 4168-4667 / 4168-1409
Das 7h às 16h30. R. Giovani Atillio Tolaine, nº 37, Jardim Maria Helena, (11) 4199-3165 47 V E R O
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TELEFONES ÚTEIS
SANTANA DE PARNAÍBA
UBS IV COLINAS DA ANHANGUERA
PRONTO-ATENDIMENTO “VANDERSON CÉSAR DE ALMEIDA”
R. Oswaldo Goeldi, 434, Colinas da Anhanguera, (11) 4156 4194 - (11) 4154 2608
Av. Cidade de Itu x Av. Marginal Esquerda, Jd. Paulista, (11) 4199-3196
UBS LIMÉRIO CARDOSO BORCHAT R. Espacial, 95 - Chácara do Solar III, (11) 4156 5707 / (11) 4156 2863
PRONTO-SOCORRO E MATERNIDADE “NAIR FONSECA LEITÃO ARANTES”
USA PARQUE SANTANA
R. Prof. João da Matta e Luz, 262, Centro, (11) 4199-3143
R. Soldado Paulo Sérgio Romão, 15, Parque Santana, (11) 4151 9151
PRONTO-SOCORRO INFANTIL R. Prof. João da Matta e Luz, 350, Centro, (11) 4199-3200
USA SÃO PEDRO
PRONTO-SOCORRO “ARNALDO DE FIGUEIREDO FREITAS”
UBS DR ÁLVARO RIBEIRO CEO I
R. do Gavião, 289, Cidade São Pedro, Gleba A, (11) 4156 8710
R. Coronel Raimundo, 90, Centro, (11) 4622 8000
Via Paiaguas, 160, Jardim Silveira/Silveira, (11) 4194-4145 / 4194-6848
USA FAZENDINHA Estr. Tenente Marques, 5441, Sítio Outra Banda, (11) 4156 9300
PRONTO-SOCORRO “JOSÉ AGOSTINHO DOS SANTOS” R. Victor Wanderlei Zambrando s/n, Parque Imperial, (11) 4198-8218 / 4706-1390 / 4191-4748
UBS CURURUQUARA SANTANA DE PARNAÍBA
HOSPITAL MUNICIPAL DE BARUERI DR. FRANCISCO MORAN
UBS JAGUARI SANTANA DE PARNAÍBA
R. El Salvador, 51, Recanto Maravilha III, (11) 4155 1740 (11) 4155 1067
Estr. Lourenço Salvador, 1840, Chácara Jaguari (Fazendinha), (11) 4154 6062 / (11) 4156 3561
Referência para a Covid-19, mas não atende demanda espontânea, apenas encaminhamentos das UBSs e dos PSs. R. Ângela Mirella, nº 354, Vila Dom José/ Boa Vista, (11) 2575-3200
UBS ALPHAVILLE TAMBORÉ Al. Miró, 58, Alphaville, (11) 4622 8850
UBS CHÁCARA DAS GARÇAS
REDE PRIVADA
R. dos Beija-Flores, 808, Chácara das Garças, (11) 4154 2626 / (11) 4156 4862
AMIL RESGATE
UBS SITIO DO MORRO
Funciona 24 horas. Al. Rio Negro, 1356, Alphaville, (11) 4197-1001
Estr. Municipal do Sítio do Morro, 1255, Sítio do Morro, (11) 2424 2759 / (11) 2424 2760
HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN
UBS INGAÍ Estr. do Ingaí, 1734, Quintas do Ingaí, (11) 4154 5798
Funciona 24 horas. Av. Juruá, 706, Alphaville, (11) 2151-1233
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M AT E R N I D A D E
OS DESAFIOS DE SER MÃE NA
quarentena
Nossas casas não são adaptadas para o Ensino a Distância e nós muito menos sabíamos como desempenhar a tarefa mais importante do isolamento social O COVID-19 veio chacoalhar nossas vidas, planos e metas. Para as mamães ele chegou ditando regras e sem argumentações. É assim e pronto. Obedeça. Essa mudança imposta em nossas rotinas também trouxe novos aprendizados, o mais tenso, sem dúvidas, foi a Escola em Casa. O nome nos Estados Unidos é HomeSchooling é já é aplicado para cinco milhões de crianças por lá. Aqui sequer sabíamos que existia. Aprendemos na marra. Porém, nossas casas não são adaptadas para o Ensino à Distância e nós muito menos sabíamos como desempenhar a tarefa mais importante da quarentena. A responsabilidade virou toda nossa. Porém, muitas não conseguiram equilibrar os pratinhos. E tudo bem. Quem irá cobrar algo de alguém nessas circunstâncias? A vida mostrou que todas vivemos sob a falsa sensação de controle. Fomos despidas da pior maneira possível, no imprevisível e invisível. Mas também tem tanta coisa boa nessa história. Muitas aprenderam a cozinhar, muitas descobriram serem
donas de uma capacidade infinita para dar conta de tudo ao mesmo tempo. Muitas agradeceram ao fato de ficar mais perto da família em momentos que antes não era possível, muitas tiveram que desenvolver paciência. E nossos pais? Fomos obrigadas a se preocupar com eles, mais ainda do que com nossos próprios filhos. Quantos aprendizados. Sentimos na pele a fragilidade de nossa natureza ao mesmo tempo que descobríamos a fortaleza de nossa capacidade. O que antes era terceirizado voltou para nossas mãos. E cada uma, a sua maneira, foi colocada a prova de suas limitações e fortalezas. Quem olhava pra fora passou a olhar mais pra dentro. A palavra de ordem é respeito por todas as pessoas e funções, de A a Z. Todas as pessoas tiveram sua importância escancarada, seu momento de brilhar. Desde os funcionários domésticos, o chão de fábrica, caminhoneiros, médicos, filhos e pais. Quem percebeu isso está aprendendo a grande lição.
Muitas aprenderam a cozinhar, muitas descobriram serem donas de uma capacidade infinita para dar conta de tudo ao mesmo tempo
Alphamães é é uma rede de apoio materno criada pelas mamães e moradoras de Alphaville Ana Carramaschi e Helen Michelet. No Facebook (grupo fechado com 5 mil integrantes) e no Instagram (140 mil seguidores), elas compartilham dicas e experiências com nossas vizinhas. Siga @alphamaes. Escreva para reportagem@vero.com.br e conte o que achou desta coluna! 50 V E R O
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ESPORTE
A COISA MAIS IMPORTANTE DENTRE AS MAIS
importantes
Quem diria que enfrentaríamos um adversário praticamente invisível, mas que traria problemas a nossa defesa como nunca imaginaríamos NA MINHA ÚLTIMA coluna na VERO, eu apresentei uma pergunta: qual é a tática ideal (nos campos e na vida)? Depois de refletir um pouco cheguei a conclusão que não há uma resposta pronta para nos levar à vitória. Tudo vai depender do que estamos enfrentando, do momento que estamos vivendo, quais as condições do “campo”, do adversário. Quem diria que pouco mais de um mês depois enfrentaríamos um adversário praticamente invisível, mas que traria problemas a nossa defesa como nunca imaginaríamos? E novamente volto a perguntar: qual a melhor tática? Se fechar na defesa e pagar um preço altíssimo pós-confinamento? Partir ao ataque contra tudo e contra todos e deixar os mais vulneráveis à mercê da sorte? Me parece que novamente não há uma resposta definitiva e dessa forma, a polarização movida pelo medo cresce a cada dia. Se eu fosse um dos treinadores responsáveis por liderar esse embate, partiria de um princípio: existem coisas mais e menos importantes na vida, certo? O futebol, por exemplo, é a coisa mais importante entre as menos importantes - já diria Milton Neves. Mas é outra frase famosa de um cara um pouco mais famoso, Winston Churchill – que, se não me
engano, foi dita em um debate público, sobre se o Reino Unido deveria ou não continuar colocando dinheiro na educação no período da segunda guerra, que me interessa aqui: “Se formos tirar dinheiro da educação, pelo que estamos lutando?”. Talvez, por mais que a economia seja importantíssima em nossas vidas, ela ainda não seja a coisa mais importante que devemos preservar. E antes que rotulem esse pensamento como antibolsonarista, esquerdista ou qualquer coisa do gênero, eu cito
mais uma frase, de um dos fundadores do pensamento conservador moderno, Edmund Burke: “não é possível reduzir os problemas de uma comunidade a simples equações que a razão (econômica, nesse caso) resolveria. É preciso olhar em primeiro lugar para a natureza humana, aquele conjunto básico de necessidades que todos seres humanos têm e não podem prescindir”. O filósofo Luis Felipe Pondé, meu professor, disse recentemente em um programa de TV que, em momentos de sucesso, o ideal é que olhemos para a situação com cuidado e prudência. “O sucesso é um péssimo conselheiro”. Mas em momentos de crise, é fundamental usar do otimismo para acharmos força, superação. Acho que foi o “profexô” Luxemburgo que disse que “o medo de perder pode tirar sua vontade de ganhar”. Ah, e não podemos esquecer que a velhice, principal alvo do nosso atual adversário, não é uma anomalia. É, para os afortunados, um destino.
O futebol, por exemplo, é a coisa mais importante entre as menos importantes
Caraca! Citei Churchill, Milton Neves, Pondé, Burke e Luxembrugo no mesmo texto!!!! Tá na hora de parar por aqui! Boa sorte a todos!
Waltinho Nascimento é formado em rádio e TV, pós-graduado em mídias sociais e jornalismo esportivo. Hoje é produtor executivo de canais esportivos da Globosat. Escreva para reportagem@vero.com.br e conte o que achou desta coluna. 51 V E R O
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ECONOMI A FÁCIL
O CORONAVÍRUS, O PÂNICO E O RISCO DE RECESSÃO NO BRASIL E NO
mundo
Ninguém sabe ainda ao certo como o surto evoluirá no Brasil e no mundo e quais serão as reações da população e de governos a ele NAS ÚLTIMAS semanas, o pânico tomou conta dos mercados financeiros. Em cada vez mais países, pessoas evitam sair à rua e ir ao trabalho para evitar a transmissão do vírus. Os impactos negativos na economia mundial começaram pela China. Depois, o vírus disseminou-se pela Itália. Em pleno inverno, população envelhecida e fronteiras abertas para a União Europeia, da Itália, o surto espalhou-se pela Europa e para o resto do mundo, inclusive para o Brasil. A paralisação da atividade econômica causada pela reação ao vírus, por sua vez, derrubou a demanda de petróleo no mundo. Para controlar a queda de preços, a OPEP – Organização dos Países Exportadores de Petróleo – liderada pela Arábia Saudita, tentou convencer a Rússia – uma das maiores produtoras de petróleo do mundo, mas que não faz parte da OPEP – a também cortar sua produção. A Rússia não topou e a Arábia Saudita, a maior produtora mundial, resolveu, deixar o preço despencar, reduzindo recursos para todos os países exportadores de petróleo, incluindo alguns já em situação delicada, como Venezuela e Irã. Com menos recursos financeiros vindos das vendas do petróleo,
a economia destes países vai piorar muito e a insatisfação popular com seus governantes também. Este é apenas um exemplo de como a piora do panorama econômico descortina conflitos adormecidos pela bonança gerada pelo mais longo ciclo de expansão econômica global desde a Segunda Guerra Mundial. Com a brutal destruição de riqueza que está acontecendo, conflitos eclodem,
A oposição aos governos vai se beneficiar com a insatisfação popular com os atuais governantes
aumentando os impactos negativos na economia, em um círculo vicioso a nível global. No campo da política, os governos de todo o mundo se beneficiaram da bonança. Agora, a oposição aos atuais governos vai se beneficiar com a insatisfação popular com os atuais governantes que crescerá, particularmente caso uma recessão global se materialize e impacte ainda mais negativamente a economia de cada país, o que parece provável. Em países com eleições presidenciais, como os EUA, estas consequências serão ainda mais significativas. Aliás, a Goldman Sachs acabou de cortar a previsão de crescimento da economia americana para apenas 0,4% neste ano, com queda de 5% no 2º trimestre, que se efetivamente se materializar, será a maior ao menos desde a Segunda Guerra Mundial. Ninguém sabe ainda ao certo como o surto evoluirá no Brasil e no mundo, quais serão as reações da população e de governos a ele e a magnitude total que estas reações terão na economia mundial e brasileira, mas a possibilidade que o PIB brasileiro, eventualmente, até se contraia neste ano, que antes não existia, tornou-se absolutamente real.
Ricardo Amorim é economista, palestrante, apresentador do Manhattan Connection e presidente da Ricam Consultoria. Escreva para reportagem@vero.com.br e conte o que achou desta coluna! 52 V E R O
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NEUROCIÊNCIA
AS POSSÍVEIS LIÇÕES DA
pandemia
Temos a oportunidade de repensarmos como estamos tratando a natureza, os animais e as pessoas desse planeta PARECE QUE a ficha não caiu para muita gente ainda, que pensa que essa história do coronavírus é besteira e que estão reagindo exageradamente para um tipo de gripe um pouco diferente das que já conhecemos… Porém, até poucos dias atrás, víamos todo mundo correndo como se o mundo fosse acabar em breve. Daí surge essa situação de isolamento, impondo uma “parada forçada” nesse mundo cada vez mais caótico, incerto, ambíguo e vulnerável. A globalização e o avanço tecnológico serviu para mostrar em tempo real o que acontece no mundo. Mas também trouxe uma aceleração e superficialidade nas nossas ações. Já o progresso moral e social avançou muito pouco até agora. Os países da África continuam com suas guerras tribais, onde humanos se matam e estupram mulheres e crianças, com ditadores enriquecendo às custas da pobreza e escravidão. Na América do Sul, políticos inescrupulosos submetem a população à sofrimentos em favor de riquezas pessoais ou pela perpetuação no poder. Os países do Oriente Médio continuam guerreando como na época das cavernas, sem nenhum respeito às etnias e credos religiosos. A Europa perdida e com seu regime financeiro e social beirando ao caos. Tudo isso sem falar
da Ásia, em especial da China, que, como potência mundial, pensa que pode resolver seus problemas internos sociais controlando as coisas do mundo através de um domínio de produtos manufaturados e suas pesquisas científicas que chegam a desafiar o poder de Deus, provocando até a arrogância do povo norte americano. Não precisa ser historiador ou professor nas áreas social e econômica para ver que as diferenças sociais continuam crescendo , com concentração de riqueza cada vez maior nas mãos
Esses são tempos de acelerar nosso desenvolvimento espiritual, em detrimento do material
de poucas pessoas que pouco olham para a pobreza. Pois é, esse tal de novo coronavírus está trazendo a oportunidade de repensarmos como estamos tratando a natureza, os animais e as pessoas desse planeta, e que os ganhos financeiros não podem ter prioridade em relação às diferenças sociais desse mundo. Muitos reclamam, com razão, dos governos, das instituições financeiras e tantos outros órgãos públicos. Porém, individualmente, todos têm que fazer sua parte nas coisas mais básicas e essenciais para a sobrevivência humana: uma qualidade de vida saudável e sem exageros, condições de higiene adequadas e respeitando as diferenças que estão ano nosso redor. O cenário mundial vai ter que se modificar, fazendo com que muitas barreiras físicas e culturais se extingam e que as desavenças diminuam de intensidade, trazendo mais fraternidade entre os povos e até dentro dos próprios lares. Esses são tempos de acelerar nosso desenvolvimento espiritual, em detrimento do material. É só uma impressão pessoal ou parece que o povo só aprende quando sente as coisas na própria pele? A pergunta que fica é: estou fazendo a minha parte nesse processo ou só reclamando dos outros?
Helio Contador é engenheiro e foi executivo em grandes multinacionais. Especializou-se em neurociências e as aplica em treinamentos em áreas como empreendedorismo e liderança. Atua como professor de neurobusiness dos cursos de pós-MBA da FGV. Escreva para reportagem@vero.com.br e conte o que achou desta coluna. 53 V E R O
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SUCESSO
O QUE EU NÃO POSSO DEIXAR DE FAZER
hoje
Lançado pela Editora Planeta, “O que não posso deixar de fazer hoje”
é a dica de leitura para esse importante momento de cuidados, isolamento social e uma melhor produtividade no home office ESSE É UM tema bem pertinente aos dias de hoje, e é uma resposta depois de tanto os meus alunos, colaboradores, sócios, amigos, me questionarem como eu faço para gerenciar meu tempo e conseguir estar em tantas atividades e negócios ao mesmo tempo. Pensando nisso, revolvi produzir uma palestra para mostrar como isso acontece. Com o sucesso da palestra, agora estou lançando o livro. Este livro é um desafio, nele abordo como lidar de maneira saudável com aflições do mundo moderno e a cobrança do tempo, mostro a você que é perfeitamente possível realizar várias atividades, ser produtivo e feliz. Como professor, palestrante, executivo, empreendedor, board member, colunista de rádio, coach de presidentes de empresas, além de avô, pai, marido e amigo, eu era vítima do tempo, um workaholic. Até
que, um dia, em um voo internacional me senti sufocado, ali soube que era preciso mudar meu estilo de vida. Por isso, compartilho no livro e na palestra uma metodologia de time management extremamente prática, baseada em uma única pergunta: O que eu não posso deixar de fazer hoje? A partir da resposta, com ferramentas tão simples quanto uma agenda e um caderno, você pode organizar a sua rotina e reconciliar o seu tempo interno com as exigências cotidianas. Lançado pela Editora Planeta, “O que não posso deixar de fazer hoje” é a dica de leitura para esse importante momento de cuidados, isolamento social e uma melhor produtividade no home office. O livro já pode ser encontrado nas melhores livrarias. Boa leitura. Um abraço,!
Em um voo internacional me senti sufocado, ali soube que era preciso mudar meu estilo de vida
Carlos Júlio é consultor, palestrante, escritor e pesquisador no campo da administração de negócios. Escreva para reportagem@vero.com.br e conte o que achou desta coluna! 54 V E R O
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DR. CONDOMÍNIO
prejuízos
VAZAMENTOS BANAIS, ENORMES
Para quem mora em apartamento, é recomendável o seguro residência, cuja apólice pode cobrir prejuízos causados por vazamentos no interior dos imóveis RECENTEMENTE , acompanhei três casos muito banais de vazamentos, que geraram enormes prejuízos aos moradores, sem falar nos dissabores, tristeza e chateação. No primeiro, num prédio nas Perdizes, acabou a água, e o morador, para verificar se a água já tinha voltado, abriu uma torneira e esqueceu de fechar. Saiu para trabalhar e, quando a água voltou, a torneira aberta causou um alagamento em seu apartamento. A água invadiu o corredor, estragou o piso do apartamento ao lado e ainda escorreu para o elevador, danificando alguns circuitos. No segundo caso, nos Jardins, um morador instalou um filtro de água na parede da cozinha e, quando não havia ninguém em casa, o caninho soltou da parede. Durante horas, a água ficou jorrando, alagando também o apartamento ao lado. Por fim, no Tatuapé, um apartamento vazio alagou e danificou mais dois apartamentos vizinhos, tudo por conta de um flexível rompido debaixo da pia do banheiro, uma peça que custa menos de trinta reais. Em todos os casos, a responsabilidade pelo ressarcimento dos danos é do apartamento causador do prejuízo. O condomínio pode ajudar na mediação entre os vizinhos, mas não possui responsabilidade no ressarcimento dos prejuízos e a apólice de seguro geral
do prédio não poderá ser utilizada. Fica a lição para redobrarmos a atenção com a instalação de equipamentos na cozinha, com o fechamento de torneiras e com a manutenção preventiva nas instalações hidráulicas, que costuma custar muito barato. Para quem mora em apartamento, é recomendável a contratação do seguro residência, cuja apólice pode cobrir prejuízos causados por vazamentos no interior dos imóveis.
A responsabilidade pelo ressarcimento dos danos é do apartamento causador do prejuízo
Já que estamos falando de vazamento, não podemos esquecer que essa palavra é capaz de causar mal humor generalizado, pois é sinônimo de obra, quebradeira, sujeira, interdição de banheiro, custos não programados e, por vezes, motivo de desentendimentos e litígios entre vizinhos. É incrível o alto nível de estresse que um vazamento gera entre vizinhos e o primeiro grande desafio é descobrir a origem do problema. Depois, o maior desafio é definir quem vai pagar a conta. Apesar da solução para cada vazamento depender de uma análise técnica, existe uma regrinha simples e básica na hora de definir responsabilidades. Os edifícios possuem duas redes de encanamento, a horizontal e a vertical. A rede horizontal comporta os canos que servem aos apartamentos, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma. A rede vertical é de uso comum e conduz água e esgoto por todos os andares. Assim, reparos necessários por conta de vazamentos oriundos da rede vertical são de responsabilidade do condomínio e, reparos por conta de vazamentos da rede horizontal, são de responsabilidade dos condôminos. Em qualquer caso, uma intervenção rápida evita litígios e minimiza prejuízos.
Marcio Rachkorsky é advogado, especialista em condomínio, comentarista da TV Globo e Rádio CBN. Escreva para reportagem@vero.com.br e conte o que achou desta coluna! 55 V E R O
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C O M P O R TA M E N T O
As lições
QUE APRENDEMOS EM CASA A pandemia traz mais do que impactos na saúde e na economia global, está nos trazendo ensinamentos que serão ampliados para as próximas gerações
CONFINAMENTO, distanciamento social e uma mudança radical na vida e comportamento das pessoas. Nossa geração nunca viveu isso antes de forma tão preocupante como vimos hoje em todo o mundo. A pandemia do Coronavírus traz mais do que impactos na saúde e na economia global, está nos trazendo alguns ensinamentos que serão ampliados para as próximas gerações. Estamos aprendendo em casa como superar a vida lá fora. A primeira grande lição é que precisamos ser flexíveis suficientemente para enfrentar as necessidades de adaptação, onde qualquer condição que pareça estável na verdade vai mudar, e nem sempre temos controle sobre isso. A segunda lição tem a ver com a descoberta sobre si mesmo. A rotina diária cria em nós uma falsa segurança e acomodação sobre todas as coisas e, infelizmente, a maioria das pessoas não saberá lidar com a mudança e podem sofrer com isso, quando na verdade toda mudança é um sinal de oportunidades, se analisada na ótica que merece. Sair de uma crise fortalecido ou derrotado depende das próprias escolhas. Há poucos dias um amigo me
ligou e perguntei como estavam os negócios dele diante da Pandemia, pois sua principal atividade envolve comida de rua. Imaginei que ele me responderia como a grande maioria dos empresários que conheço, alegando que a crise chegou com vírus, que está difícil e tudo mais... Para minha surpresa, ele respondeu que estava trabalhando muito para atender todos os contratos de montagem de leitos nos hospitais
A rotina diária cria em nós uma falsa segurança e acomodação sobre todas as coisas
de campanha que diversas cidades estão preparando para atender os casos mais graves do Covid-19. Você já deve ter ouvido aquele ditado que diz: “Na guerra, enquanto alguns choram outros vendem lenços”. A pandemia está mostrando ao mundo que precisamos despertar para novas possibilidades. Eu acredito que estamos recebendo uma oportunidade de enxergar a solidariedade, o desenvolvimento pessoal, a superação e o poder dos relacionamentos. É hora de pensar fora da caixa e mudar aquilo que era rotina para aquilo que pode ser inovação. As grandes companhias deixaram de produzir bens e serviços habituais para produzir coisas que não faziam parte de seus negócios, os líderes mundiais mudaram seus discursos de poder e manutenção da economia para algo que visa preservar vidas, empresários criaram formas diferentes para suas atividades e as pessoas estão descobrindo em suas casas coisas incríveis sobre seus filhos, seus pais e das pessoas que amam, além de que é possível passar pela crise sem crise, aprendendo coisas extraordinárias dentro de casa. O mais importante é não desistir da vida. Acredite, vai dar certo!
Max Santana é palestrante, consultor empresarial, autor do livro “Marketing para o Sucesso”, professor universitário e fundador do método ICON21. 56 V E R O
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5 FILMES PARA ASSISTIR EM
casa
No distanciamento social, sim. Sem cultura, nunca. Confira as dicas de filmes para assistir na Netflix do crítico de arte, Leandro Oliveira
“MATCH POINT”, DO WOODY ALLEN O drama de suspense, em português “Ponto Final”, conta a história do triângulo amoroso formado por um tenista profissional ambicioso, Chris Wilton (Jonathan Rhys Meyers), sua aluna rica, Chloe (Emily Mortimer), e Nola (Scarlett Johansson), que espera um filho seu.
“BLADE RUNNER - O CAÇADOR DE ANDRÓIDES”, DE RIDLEY SCOTT
Em uma Los Angeles poluída e distópica, o caçados de andróides Rick Deckard (Harrison Ford) volta à ativa para deter um quarteto fugitivo de replicantes.
“SCARFACE”, DE BRIAN DE PALMA Um chefão do tráfico da Flórida comete o erro fatal de “abusar do seu próprio suprimento”, nesta refilmagem do diretor Brian de Palma do original de 1932.
“SEVEN - OS SETE CRIMES CAPITAIS”, DE DAVID FINCHER
“SULLY - O HERÓI DO RIO HUDSON”, DE CLINT EASTWOOD
Um serial killer que baseia seus crimes seguindo a ordem dos sete pecados capitais é procurado por dois policiais parceiros: David Mills (Brad Pitt) e William Somerset (Morgan Freeman). O suspense policial é de 1995 e conta também com a participação de Gwyneth Paltrow.
Tom Hanks vive o papel baseado em fatos reais do piloto Chesley “Sully” Sullenberger, que fez um pouso forçado em pleno rio Hudson, em Nova York. Apesar de ser visto como herói nacional, Sully enfrentou um rigoroso julgamento coordenado pela agência de regulação aérea nos Estados Unidos. 57 V E R O
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Leandro Oliveira é autor do livro “Falando de música - oito lições de música clássica”, doutor em “Educação, Arte e História da Cultura” pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, professor da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, e moderador dos debates do Cineclube Na.SALA, em Alphaville.
GENTE
Teve samba de novo! Segunda edição do Samba do Saruê, realizado pela VERO, aconteceu no Pirajá do Iguatemi Alphaville, com muitos amigos, animação e samba no pé
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em março aconteceu mais uma edição do Samba do Saruê, evento realizado pela VERO, desta vez, no Pirajá do Iguatemi Alphaville. O evento contou com a Banda Pé de Chinelo, a bateria da Camisa Verde e Branco, além de muita animação entre amigos e, claro, bons drinques e petiscos do famoso bar carioca. Essa segunda edição contou com o apoio do Iguatemi Alphaville, Folha de Alphaville, helloo e Maybelline. Vale dizer que, em tempos de distanciamento social, a gente não vê a hora de voltar a curtir a vida juntos. Mas, para matar um pouquinho da saudade, você confere os cliques da festa a seguir.
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undado em 1993 pelo missionário holandês Irmão Antonius van Noije (Frei Antônio), o Sítio Agar acolhe crianças, adolescentes, jovens e idosos em suas instalações, com infraestrutura completa – além de abrigo, oferece atendimento psicológico, atividades de entretenimento, opções culturais, entre outros. Nesse momento de crise mundial e isolamento social, a instituição precisa de ajuda mais do que nunca, pois não podem realizar os frequentes eventos beneficentes. Para contribuir, você pode tornar-se um sócio-colaborador ou fazer doações pontuais. Que tal ajudar? 66 V E R O
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