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Institutos da Ufrgs completam quatro dÊcadas de atuação após Reforma Universitåria Trajetória de aprimoramento ofereceu a docentes e estudantes a estrutura que atÊ hoje a Universidade sustenta Påginas 09 a 12
2011 'O PยบQ HCNVCTยบQ DCVCNJCU OCU C XKVร TKC UGORTG EJGIC PC JQTC GZCVC RCTC SWGO PยบQ FGKZC FG KT ยด NWVC # #FWHTIU 5KPFKECN FGUGLC C VQFQU QU CUUQEKCFQU G UGWU HCOKNKCTGU WO 2Tร URGTQ G (GNK\ #PQ 0QXQ
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Editorial Velhos tempos, Novos tempos Vai-se a primeira década do segundo milênio. O inimaginável em violência nos atos terroristas e em cataclismos naturais causou profundas alterações nos conceitos de bem estar e segurança do homem. No Brasil, grandes mudanças políticas, sociais e econômicas dão inicio a novos tempos e novos comportamentos. Na universidade, berço do pensamento crítico, da modificação de sistemas e da elaboração de princípios de um mundo novo, iniciou-se uma reestruturação, com a expansão do ensino público superior, técnico e tecnológico e a adoção de políticas afirmativas. No meio acadêmico, espaço de criatividade e de experiências políticas na perspectiva de novos caminhos no mundo da organização social, consolidou-se um novo comportamento político sindical dos professores – o de diálogo, negociação, proposição de ideias e alternativas. Na representatividade do corpo docente, foi derrubado o paradigma de uma entidade centralizadora e controlada por grupos viciados em uma política arcaica, um sindicato nacional, e foi criado, em 2004 o Fórum de Professores das Instituições Federais de Ensino Superior – o Proifes. A partir de então, os espaços na universidade, na política e na sociedade foram sendo conquistados e começaram as transformações das associações de docentes em sindicatos locais. Em 2008, a Associação dos Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul transformou-se em Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior de Porto Alegre (Adufrgs-Sindical), passando a representar, além dos docentes da Ufrgs, os da Universidade de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IF-RS), Campus Porto Alegre. Muita luta e muita perseverança têm sido investidas nesta caminhada que, em breve, será efetivamente concretizada com a criação de uma federação, constituída por sindicatos independentes e autônomos. Como cidadão que protagoniza este processo e como membro da matriz cultural do País, é dever do professor de uma Instituição Federal de Ensino Superior estar politicamente sintonizado com o mundo que avança e se transforma. Nestes novos tempos, precisamos de um sindicalismo universitário empreendedor, propositivo, participativo das decisões da universidade e das instâncias superiores do governo, que esteja focado nas suas realidades específicas e do bem social da nação. Desejamos que cada vez mais surjam adeptos desta causa e, para 2011: Força, Perseverança, Saúde e Paz na construção do futuro do Brasil!
Diretoria da Adufrgs-Sindical
ヘN D I C E
04
ESPECIAL
Festa de Natal promovida pela Adufrgs tem forte adesão
por Maricélia Pinheiro e Adriana Lampert
SEGURIDADE SOCIAL
Aposentadoria Especial tem nova regra
07
06
ARTIGO
Revisão pelos pares: Um processo aceitável, mas discutível
por Waldir Roque, do PPGMA Ufrgs
REPORTAGEM
Quatro décadas que fizeram história nos institutos da Ufrgs
09
por Luana Fuentefria
13
VIDA NO CAMPUS
Programa de tratamento de resíduos químicos tem forte adesão na Ufrgs
por Michelle Rolante
PING-PONG
José Clóvis de Azevedo
"Para ter qualidade no ensino, é preciso professores que estudem"
16
por Adriana Lampert
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SAÚDE
Obras do Hospital de Ensino Odontológico iniciam em 2011
por Cláudia Rodrigues
NOTÍCIAS
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OBSERVATÓRIO NAVEGUE
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EM FOCO
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ORELHA
Coral da Adufrgs comemora uma década de atuação
por Michelle Rolante
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+1 MARIO GUERREIRO
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Jantar de Natal reúne centenas de pessoas na Sogipa Associados da Adufrgs e seus familiares confraternizaram as vitórias do ano que passou e brindaram a chegada de 2011 em evento promovido pela Entidade
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Josรฉ Fraga Fachel professor aposentado da Ufrgs e primeiro presidente da Adufrgs
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Rui Vicente Oppermann vice-reitor da Ufrgs
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Magali Lippert da Silva professora do Instituto Federal de Educaรงรฃo Ciรชncia e Tecnologia
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Aposentadoria especial tem nova regra ฀ ฀ ฀
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Suzana Pires
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Revisão pelos Pares: um processo aceitável, mas discutível
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O que foi a Reforma Universitรกria de 1968 +PUVKVWร FC RQT NGK GO HQK KORNGOGPVCFC PC 7HTIU GO UGVGODTQ FG EQO C ETKCร ยบQ FC %QOKU UยบQ FG 2NCPGLCOGPVQ G &GUGPXQNXKOGPVQ PC 7PKXGTUKFC FG RTGUKFKFC RGNQ XKEG TGKVQT FC ร RQEC +XQ 9QNHH 1 ITWRQ PQOGCFQ RGNQ EQPUGNJQ WPKXGTUKVยถTKQ GUVWFQW C EQORQUKร ยบQ FC PQXC GUVTWVWTC FG HQTOC C OGNJQT WVKNK\CT UG FC HNGZKDKNKFCFG SWG C NGK RGTOKVKC #Nร O FG TGGUVTWVWTCT C +PUVKVWKร ยบQ C TGHQTOC WPKXGTUKVยถTKC OCKU UKODร NKEC FC JKUVร TKC FC 7HTIU OCTEQW QWVTQU RQPVQU FG OWFCPร C GUVCDGNGEGW Q GPUKPQ EQOQ KPFKUUQEKยถXGN FC RGUSWKUC CUUGIWTQW C CWVQPQOKC FKFยถVKEQ EKGPVร HKEC FKUEKRNKPCT CFOKPKUVTCVKXC G HKPCPEGKTC FCU WPKXGTUKFC FGU
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Programa de tratamento de resíduos químicos tem adesão da comunidade acadêmica
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ResĂduos QuĂmicos destinados para o CGTRQ (2008, 2009 e 2010) Classificação
Definição
Exemplos
Total
Solvente Orgânico Halogenado (Kg)
Mistura de dois solventes orgânicos diferentes, desde que um seja organoclorado ou benzeno.
ClorofĂłrmio, Diclorometano, Tetracloreto de carbono
10.570
Solvente Orgânico não Halogenado (L)
Mistura com mais de um solvente orgânico diferente sem a presença de organoclorado. A mistura deve ser inflamåvel.
Hexano, Etanol, Éter EtĂlico, Tolueno, etc.
7.690
Aquoso (L)
Solvente majoritĂĄrio "ĂĄgua" com solutos orgânicos ou inorgânicos dissolvidos. O resĂduo nĂŁo pode ser inflamĂĄvel.
à gua com presença de åcidos, bases, sais e metais pesados.
39.700
Solvente Orgânico PassĂvel de Purificação (L)
Solventes orgânicos ou mistura de no måximo dois componentes, com ou sem impurezas dissolvidas.
Acetona/Ă gua, Etanol/Ă gua
163,4
ResĂduo QuĂmico SĂłlido (L)
ResĂduo no estado sĂłlido, semi-sĂłlido, pastoso ou de lodo. Materiais sĂłlidos impregnados com produtos quĂmicos tĂłxicos proveniente de atividades laboratoriais.
Luvas, papel filtro,vidraria e frascos contaminados com produtos quĂmicos perigosos.
78.000
Óleos (L)
Óleos Vegetal e Mineral p rovenientes de atividades laboratoriais.
Óleo de Soja, Óleo de Bomba
1.000
Materiais recebidos pelo CGTRQ que nĂŁo contĂŞm resĂduos quĂmicos MatĂŠria-Prima para Reciclagem (Kg)
Vidro, plĂĄstico, papel e metal limpos provenientes dos laboratĂłrios.
Garrafas, caixas de papelĂŁo, frascos plĂĄsticos, etc
Reagente nĂŁo DesejĂĄvel (Kg)
Reagente vencido ou que nĂŁo ĂŠ mais utilizado no laboratĂłrio, passĂvel de reutilização.
Ă cidos, bases, solventes, sais, etc.
17.736,3
1.040
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JosĂŠ ClĂłvis de Azevedo
“Para que consigamos qualidade no ensino, precisamos de professores que estudem, que estejam predispostos a aprenderâ€? Ex-integrante da direção do Cpers e primeiro reitor da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), JosĂŠ ClĂłvis de Azevedo ĂŠ o novo SecretĂĄrio de Educação no Estado. Ao assumir a pasta que nos Ăşltimos oito anos apresentou dificuldades de gestĂŁo por falta de recursos, ele pretende recuperar o diĂĄlogo com os professores e incentivar uma polĂtica de formação permanente entre os educadores da rede pĂşblica. Considerado um dos maiores especialistas gaĂşchos na problemĂĄtica do ensino fundamental, Azevedo, 65 anos, ĂŠ natural de SĂŁo SebastiĂŁo do CaĂ. Licenciado em HistĂłria e Doutor em Educação pela Universidade de SĂŁo Paulo, foi secretĂĄrio municipal de Educação em Porto Alegre e se aposentou apĂłs 35 anos de magistĂŠrio estadual. Ao ser convocado pelo governador eleito Tarso Genro, recebeu a notĂcia como um grande desafio, que afirma ter muita vontade de enfrentar. "Queremos implementar açþes que garantam qualidade no ensino, trabalhando com o protagonismo do professor. Todas as atividades de mudança serĂŁo discutidas junto com a categoria. O diĂĄlogo com o magistĂŠrio, que hoje estĂĄ interrompido, serĂĄ retomado", anuncia. JosĂŠ ClĂłvis Azevedo assume a pasta da Educação em janeiro de 2011. A Secretaria abrange 2.600 escolas no Estado, emprega 30 mil docentes efetivos e outros 21 mil professores contratados. Durante entrevista Ă Adverso, Azevedo enumera as açþes que julga fundamentais para atingir a qualidade almejada. Uma das propostas de sua gestĂŁo ĂŠ regularizar a situação dos contratados, uma vez que as renovaçþes, que ocorrerem anualmente, geram muitas incertezas. “A Constituição de 1988 exige professores efetivos. NĂŁo queremos descartar os contrapara acabar com esta instabilidade.â€? ฀
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Fotos: Suzana Pires
tados, queremos tornĂĄ-los efetivos, atravĂŠs de concurso,
“Precisamos fortalecer as escolas, reconstruí-las enquanto unidades pedagógicas pensantes”
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José Clóvis de Azevedo
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“A minha alegria no final dos quatro anos à frente da Secretaria de Educação, será se, junto com a minha equipe, tiver conseguido não resolver todos os problemas criados, mas reverter, retomar uma tendência de melhoras gerais da educação”
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Obras do Hospital de Ensino Odontológico iniciam em 2011
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CNPq ofertará duas mil bolsas de mestrado e doutorado em 2011
Universidades investem em cursos de animação
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Quando acaba o colégio...
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Bacharelado em Gastronomia
Pesquisas médicas com humanos
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Ponto Tur http://www.turismo.com.br Neste endereço, ĂŠ possĂvel programar viagens e fazer reservas on-line de passagens aĂŠreas, cruzeiros, pacotes e hotĂŠis atravĂŠs de link para o site Ponto Tur. O portal oferece sugestĂľes de roteiros pela serra e litoral do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, alĂŠm de belas praias em Pernambuco, Rio de Janeiro e outros estados brasileiros.
AgĂŞncia Abreu http://www.abreutur.com.br Fundada na cidade do Porto no ano de 1840, a Abreu ĂŠ uma das agĂŞncias de viagens mais antigas do mundo, sendo, alĂŠm disso, a empresa de maior dimensĂŁo que opera no setor de viagens e turismo em Portugal. O progressivo crescimento no mercado portuguĂŞs conduziu Ă expansĂŁo da AgĂŞncia Abreu para o exterior, com a abertura de empresas prĂłprias no Brasil, Espanha e Estados Unidos. AtravĂŠs deste site, o internauta pode programar viagens para a China, Ă frica do Sul, Israel, Portugal, Espanha, Estados Unidos, MĂŠxico, entre outros paĂses, ou comprar passagens para cruzeiros com destinos diversos.
Setur http://www.turismo.rs.gov.br No site da Secretaria do Turismo, Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul o internauta pode programar suas fĂŠrias escolhendo as rotas e roteiros gaĂşchos, pesquisando locais para hospedagens, informando-se sobre os trajetos, atravĂŠs dos mapas disponĂveis ou entrando em contato com as centenas de entidades e centros de informaçþes turĂsticas divulgados no portal. Na pĂĄgina, ĂŠ possĂvel encontrar opçþes de viagens para o ano inteiro, inclusive com calendĂĄrio de eventos, permitindo que a programação possa ser realizada com bastante antecedĂŞncia.
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DiĂĄrio de Um FilĂłsofo no Brasil #WVQTC ,WNKQ %CDTGTC 'FKVQTC 7PKLWK Este diĂĄrio ĂŠ um relatĂłrio de uma obra filosĂłfica pessoal e, ao mesmo tempo, um testemunho histĂłrico e polĂtico da maneira como os filĂłsofos tiveram de fazer seu trabalho na mudança do milĂŞnio na parte sul-americana do planeta. Na primeira fase estuda-se a frase 'NĂŁo hĂĄ filĂłsofos no Brasil' em trĂŞs etapas - o que ĂŠ 'Filosofia', o que ĂŠ o 'Brasil' e o que significa 'nĂŁo haver'; na segunda, ĂŠ narrada a trajetĂłria que levou o autor a sua teoria lĂłgica lexical, Ă ĂŠtica negativa e Ă teoria logopĂĄtica do cinema; e na terceira, sĂŁo postas as questĂľes do homem cordial, a originalidade (descoberta da pĂłlvora), a fenomenologia do brasileiro e a possibilidade de uma Filosofia Pau Brasil, em um diĂĄlogo com SĂŠrgio Buarque de Holanda, Oswald de Andrade, VilĂŠm Flusser e Paulo Margutti.
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à frica do Sul – História, estado e sociedade #WVQTGU 2CWNQ (CIWPFGU 8KUGPVKPK G #PCNÕEKC &CPKNGXKE\ 2GTGKTC 'FKVQTC (WPCI
RÂśIKPCU 2TGĂ Q 4
A Ă frica do Sul, em 2010, comemora um sĂŠculo de independĂŞncia e atraiu a atenção pela realização da primeira Copa Mundial de Futebol no continente africano. A pujança econĂ´mica e natural, bem como as contradiçþes sociais do paĂs, impactam os observadores. O contraste entre modernidade-prosperidade e pobreza-arcaĂsmo ĂŠ marcante, como no Brasil. Mas o paĂs tem enormes potencialidades e pode se transformar juntamente com o continente africano, que estĂĄ entrando, gradativamente, em um novo ciclo de desenvolvimento. A infraestrutura e a base econĂ´mica herdada do regime racista, bem como a posição geopolĂtica e os imensos recursos minerais, propiciam Ă Ă frica do Sul as condiçþes necessĂĄrias a uma nova arrancada. O nĂł da questĂŁo ĂŠ essencialmente polĂtico e social. O Cesul realizou em 2010, na Ufrgs, o SeminĂĄrio Internacional Ă frica do Sul: mitos e realidade, e agora apresenta esta obra com uma visĂŁo abrangente do paĂs: sua histĂłria, economia e integração, polĂtica internacional e, por fim, sociedade, instituiçþes e geografia, redigida por especialistas brasileiros e sul-africanos.
História de Alcobaça-Bahia (1772-1958) #WVQTGU (CDKQ / 5CKF 'FKà ºQ FQ CWVQT Por volta de 1747, dois moradores da vila de Caravelas, no sul da capitania de Porto Seguro - extremo sul da atual Bahia - , mudaram-se para terras vizinhas às margens do rio ItanhÊm. Em 1764, jå havia no local uma pequena povoação conhecida como arraial de ItanhÊm, que em 12 de novembro de 1772 passou a ser a vila de São Bernardo de Alcobaça. Esta obra percorre a história de Alcobaça-Bahia desde as origens atÊ o fim da Êpoca dos coronÊis, mostrando detalhes da vida da cidade em três sÊculos. Escrita com base em rigorosa pesquisa documental, visa suprir a demanda de informaçþes sobre Alcobaça, que Ê mais lembrada pelo turismo de veraneio e cuja história corre risco de esquecimento. O livro estå a venda pelo site: http://www.clubedeautores.com.br
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Coral da Adufrgs comemora dez anos de música e companheirismo
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Para participar do Coral da Adufrgs
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Errata: A foto divulgada na pågina 25 da edição 183 da Revista Adverso Ê de Cornelia Eckert, coordenadora do Pós-Graduação de Antropologia da Ufrgs, e não de Rosana Pinheiro-Machado, que recebeu prêmio de melhor tese de doutorado em 2010 pela Anpocs.
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