Relatรณrio de Atividades e Contas 2018
Relatório de Atividades e Contas 2018
Índice I - Introdução......................................................................................................................................... 4 1.1.
Apresentação da Instituição................................................................................................... 4
1.2.
Missão .................................................................................................................................... 5
1.3.
Valores .................................................................................................................................... 5
1.4.
Visão ....................................................................................................................................... 6
1.5.
Política de Qualidade ............................................................................................................. 6
II – Recursos Humanos .......................................................................................................................... 8 2.1. Pessoas na Cáritas – Colaboradores Profissionais ..................................................................... 8 2.2. Pessoas na Cáritas – Estagiários ................................................................................................ 9 2.3. Pessoas na Cáritas – Programas de emprego ............................................................................ 9 III – Análise da Satisfação de utentes, Colaboradores, Voluntários, Parceiros, Fornecedores e Finaciadores ........................................................................................................................................ 11 3.1. Análise da Satisfação dos utentes............................................................................................ 11 3.2. Análise da Satisfação dos Colaboradores ................................................................................ 13 3.3. Análise da Satisfação dos Voluntários ..................................................................................... 14 3.4. Análise da Satisfação dos Parceiros, Financiadores e Fornecedores ...................................... 16 IV– Avaliação do Plano Operacional e Ações de Melhoria ................................................................. 17 4.1.
Grelha resumo dos resultados dos objetivos dos processos do SGQ .................................. 17
4.2.
Gestão .................................................................................................................................. 19
4.3.
Planeamento, Qualidade e Comunicação ............................................................................ 21
4.4.
Serviços Administrativos e Financeiros ................................................................................ 26
4.5.
Creche e Jardim de Infância da Mãe de Deus ...................................................................... 28
4.6. CDIJ/UFCIT – Centro de desenvolvimento e Inclusão Juvenil/Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira ................................................................................................................... 33 4.7.
Unidade de Atendimento Social .......................................................................................... 43
4.8.
Animação de Rua.................................................................................................................. 58
4.9.
Animação Pastoral................................................................................................................ 63
4.10.
Empresa Social de Inserção “As Nossas Quintas” ............................................................ 67
Mod.Ef.3.1./CIT
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4.11.
Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Angra do Heroísmo ............................... 70
4.12.
Voluntariado ..................................................................................................................... 71
4.13.
Semana Cáritas ................................................................................................................. 74
4.14.
10 Milhões de Estrelas – Um Gesto Pela Paz ................................................................... 74
V - Contas ............................................................................................................................................ 76
Mod.Ef.3.1./CIT
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I - Introdução
1.1. Apresentação da Instituição A Caritas da Ilha Terceira (CIT) é uma organização social que pratica a Caridade, um serviço fundamental da Igreja. Tem a sua sede na Canada dos Folhadais, nº 54, 9700-202, S. Pedro, Angra do Heroísmo. A sua origem remonta à década de 50, uma vez que integrava a Cáritas dos Açores, fundada em 1956, com sede em Angra do Heroísmo e delegações em Ponta Delgada e Horta. Com os estatutos aprovados pelo Bispo Diocesano, em Março de 2002, a Caritas dos Açores passa a ser a união das Cáritas das diferentes ilhas da Diocese de Angra, sendo atribuída à CIT personalidade jurídica. Para dar resposta aos problemas emergentes, a CIT tem orientado a sua ação no sentido de se especializar na criação de respostas capazes de ajudar na capacitação de jovens com percursos de exclusão. Assim surge a Animação de Rua; a Unidade de Formação; o Centro de Desenvolvimento e Inclusão juvenil (CDIJ) e a Unidade de Atendimento a Jovens em Risco. Desenvolveu e desenvolve outros projetos que visam a reabilitação e a prevenção, tais como o Projeto Free (Formação reabilitadora em espaços extremos), Itineris, Tutal (um modelo de tutoria em meio escolar), (In)Forma-te (prevenção de dependências), A par e passo, Terra Nostra – Capacitação com Raízes; TRAD(E)IN – Tradição e Inovação para a Empregabilidade, Integra +, Quadrante, Restart, Prosucesso (Literacia), Prosucesso – Matemática Passo a Passo, Cultivar Vocações, Semente(s), As Nossas Quintas (No Planet B). Muitas destas ações têm cofinanciamento público e privado. O que foi o atendimento socio-caritativo de então passou a ser a Unidade de Atendimento Social, capaz de proporcionar uma resposta mais abrangente, indo ao encontro dos novos problemas e procurando integrar soluções, que vão desde ajuda na procura ativa de emprego, à inclusão de pessoas em programas de treino de competências e à aquisição de escolaridade mínima.
Mod.Ef.3.1./CIT
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Desde 2002, tem sido constante a preocupação e a atenção dadas à Animação Pastoral, suscitando e fazendo crescer, nas paróquias, a dimensão social como exigência da vida da comunidade cristã, assegurando o conhecimento e atendimento dos problemas sociofamiliares da comunidade. A CIT, consciente da sua missão, tem ao longo destes últimos anos participado em diversas Campanhas de emergência de âmbito nacional e internacional – fogos no Continente e Madeira, enxurradas na Agualva, cheias na Madeira, construção de poços na Guiné-Bissau, abastecimento de água em Cabo Verde, tsunami no Sudeste Asiático, cheias em Santa Catarina (Brasil), terramoto no Haiti, etc Todo o trabalho desenvolvido conta com a colaboração de assalariados e voluntários.
1.2. Missão “Sempre mais próximo do próximo” A Cáritas da Ilha Terceira assume o compromisso: - prestar ajuda em situação de emergência; - analisar e combater a pobreza e a exclusão social, promovendo o desenvolvimento humano e a justiça; - animar a pastoral social.
1.3. Valores Proximidade – aproxima-se das pessoas respeitando-as na sua identidade e coopera na resolução dos seus problemas, com rigor, exigência e verdade; Solidariedade, fraternidade e gratuidade – promove a partilha de forma gratuita, porque nascida de um amor maior; Universalidade – acolhe todas as pessoas e olha para todas as problemáticas agindo de acordo com dignidade da pessoa humana; Radicalidade – atua na raiz dos problemas de modo a promover o empowerment de cada individuo; Cooperação e subsidiariedade – baseia-se na colaboração e na responsabilidade; Profissionalismo e atenção do coração - fundamenta-se na competência técnica e na compaixão; Desenvolvimento sustentável – alicerça-se na responsabilidade ecológica, na ousadia, na inovação e na esperança.
Mod.Ef.3.1./CIT
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1.4. Visão Por mais exigente e difícil que seja, não abdicamos de inscrever no futuro da Terceira, dos Açores e do mundo a nossa Missão e os nossos valores, onde os pobres e os não atendidos, as comunidades cristãs e a sociedade vivam melhor e de forma mais solidária. Cremos e queremos que no futuro: - As pessoas pobres, excluídas e em risco de exclusão tenham ao seu alcance o suporte económico mínimo e ajuda capacitadora que lhes permita iniciar processos de inserção, e assim garantir o seu protagonismo social; - As comunidades cristãs sejam fieis à sua identidade e missão, servindo, conscientes, na busca de soluções para os problemas concretos que lhes estão mais próximos; - As organizações socio-caritativas da Igreja trabalhem em cooperação, desenvolvam mecanismos de participação e coordenação e manifestem uma imagem coerente com a opção pelos mais vulneráveis. Além disso, que estas organizações aprofundem critérios comuns de atuação e colaborem com outros âmbitos e agentes da ação social. - A cidadania se consciencialize cada vez mais sobre a realidade da pobreza e da exclusão, sobre as suas causas, assumindo uma consciência crítica e de denúncia, e participe socialmente na mudança das estruturas e no auxílio direto aos mais fragilizados, agindo com sobriedade na edificação de um mundo melhor.
1.5. Política de Qualidade A Cáritas da Ilha Terceira (CIT), enquanto organização da Igreja Católica para a promoção e dinamização da ação social, está consciente da sua responsabilidade e da necessidade de contribuir, a par de outros agentes, para o permanente desenvolvimento sustentável e integral da sociedade, no âmbito da solidariedade, justiça e bem comum, não esquecendo a proteção da natureza. Entende, por isso, que é seu dever assumir o compromisso da melhoria contínua da qualidade dos seus processos e serviços como uma prioridade da gestão e pilar fundamental na consolidação do prestígio da organização. A CIT compromete-se a: - Conceber, implementar e desenvolver modelos de relacionamento com os seus clientes que lhe permitam conhecer e compreender as suas necessidades e expectativas, atuais e futuras, de forma a garantir a plena satisfação e a criação de valor sustentável. Mod.Ef.3.1./CIT
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- Estabelecer uma gestão por processos, integrados em sistemas, que sejam capazes de assegurar o desenvolvimento da estratégia da organização. - Satisfazer as necessidades dos clientes e colaboradores, fornecendo serviços que cumpram os requisitos legais e contratuais, bem como outros referenciais, aplicáveis para a melhoria contínua do Sistema de Gestão da Qualidade. - Aplicar as boas práticas de gestão em todas as suas atividades, assegurando a utilização eficiente dos recursos e investindo nos meios técnicos e operacionais disponíveis e possíveis, tendo em vista a contínua adaptação à evolução da realidade em que opera e a inovação. - Promover a sensibilização e formação dos colaboradores para as suas obrigações individuais e coletivas quanto ao cumprimento dos requisitos e procedimentos estabelecidos, bem como à permanente melhoria da qualidade, assegurando o desenvolvimento das suas competências, o seu envolvimento na obtenção dos resultados planeados e o espírito de pertença à Instituição. - Fomentar uma liderança eficaz, a todos os níveis, criando as condições necessárias para que os responsáveis conduzam as suas equipas numa base de confiança e entusiasmo, transmitindo-lhes a visão de futuro. - Desenvolver e manter um relacionamento profícuo com os seus Parceiros e Fornecedores, apostando no reforço da confiança mútua, em moldes que permitam desenvolver competências e alcançar objetivos partilhados. - Incluir objetivos quantificáveis de qualidade nos planos de intervenção, procedendo à medição e avaliação dos resultados obtidos, à identificação de áreas de melhoria e ao estabelecimento de programas de atuação. - Aplicar os requisitos de gestão da qualidade estabelecidos em normas internacionalmente reconhecidas, avançando de forma progressiva rumo à excelência. A CIT compromete-se, em suma, a atuar em todas as circunstâncias expressas nos valores da organização - caridade, proximidade, responsabilidade socio ecológica e inovação - para que seja possível alcançar e manter padrões de Qualidade em todas as suas atividades, de modo a gerar valor para a sociedade. Reconhece que a competência, criatividade, talento e motivação dos seus colaboradores são recursos valiosos.
Mod.Ef.3.1./CIT
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II – Recursos Humanos 2.1. Pessoas na Cáritas – Colaboradores Profissionais Total de Colaboradores
49
Homens
9
Menos de 1 ano 5
< ou = a 25 anos
40
N.º trabalhadores por anos de Serviço da Cáritas Entre 1 e 3 anos Entre 3 e 6 anos Mais de 6 anos 5 13 26 N.º trabalhadores por idade Entre os 26 e 45 anos Entre 46 e 65 anos 28 15
6
Sem escolaridade
Mulheres
= ou > a 66 anos
N.º trabalhadores por nível de escolaridade (HTTP://EUROGUIDANCE.GOV.PT/INDEX.PHP?C=INT&ID=2) 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino Ensino Secundário Superior 4 6 5 16 18
N.º trabalhadores por nível de escolaridade (VER ANEXO III - ENQUADRAMENTO DAS PROFISSÕES EM NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO - DO CCT) Quadros superiores (Assistente social, Técnico Sup. Educação Social, Sociólogo, Psicólogo, Contabilista, Formador, Enfermeiro, Professor e outros licenciados) 15
Quadros médios (Educador de Infância, Tesoureiro, Terapeuta Técnico e outros)
Profissionais qualificados (Auxiliar de Educação, Motorista, Cozinheiro e outros)
Profissionais Outros semiqualificados (Trabalhador auxiliar, Telefonista, Jardineiro, Ajudante de Cozinha e outros)
3
16
11
Nº de Horas totais de formação Certificadas concedidas aos trabalhadores
Mod.Ef.3.1./CIT
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4 425h
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2.2. Pessoas na Cáritas – Estagiários Nº Total de Estágios
5
Homens
1
N.º estagiários por idade Entre os 26 e 45 anos Entre 46 e 65 anos 2
< ou = a 25 anos 3
Sem escolaridade
Mulheres
4
= ou > a 66 anos
N.º estagiários por nível de escolaridade (HTTP://EUROGUIDANCE.GOV.PT/INDEX.PHP?C=INT&ID=2) 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino Ensino Secundário Superior 3 2
N.º estagiários por nível de escolaridade (VER ANEXO III - ENQUADRAMENTO DAS PROFISSÕES EM NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO - DO CCT) Quadros superiores (Assistente social, Técnico Sup. Educação Social, Sociólogo, Psicólogo, Contabilista, Formador, Enfermeiro, Professor e outros licenciados) 2
Quadros médios (Educador de Infância, Tesoureiro, Terapeuta Técnico e outros)
Profissionais qualificados (Auxiliar de Educação, Motorista, Cozinheiro e outros)
Profissionais Outros semiqualificados (Trabalhador auxiliar, Telefonista, Jardineiro, Ajudante de Cozinha e outros)
2
1
2.3. Pessoas na Cáritas – Programas de emprego Nº Total de Trabalhadores em Programas de emprego Indicação dos Programas de emprego: PROSA; BE; SEI
Homens
Mod.Ef.3.1./CIT
4
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9
Mulheres
5
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N.º de Trabalhadores em Programas por idade Entre os 26 e 45 anos Entre 46 e 65 anos 8
< ou = a 25 anos 1
Sem escolaridade
= ou > a 66 anos
N.º de Trabalhadores em Programas por nível de escolaridade (HTTP://EUROGUIDANCE.GOV.PT/INDEX.PHP?C=INT&ID=2) 1º Ciclo 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino Ensino Secundário Superior 2 1 3 1 2
N.º de Trabalhadores em Programas por nível de escolaridade (VER ANEXO III - ENQUADRAMENTO DAS PROFISSÕES EM NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO - DO CCT) Quadros superiores (Assistente social, Técnico Sup. Educação Social, Sociólogo, Psicólogo, Contabilista, Formador, Enfermeiro, Professor e outros licenciados) 2
Mod.Ef.3.1./CIT
Quadros médios (Educador de Infância, Tesoureiro, Terapeuta Técnico e outros)
Profissionais qualificados (Auxiliar de Educação, Motorista, Cozinheiro e outros)
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
Profissionais Outros semiqualificados (Trabalhador auxiliar, Telefonista, Jardineiro, Ajudante de Cozinha e outros) 4
3
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III – Análise da Satisfação de utentes, Colaboradores, Voluntários, Parceiros, Fornecedores e Finaciadores Entre os meses de fevereiro e setembro de 2018 realizamos a avaliação da satisfação de utentes, colaboradores, voluntários e Parceiros, fornecedores e financiadores. O Relatório do 1º semestre de 2018 apresenta uma análise exaustiva de toda essa avaliação. Aqui apresentamos apenas os gráficos gerais dos resultados obtidos.
3.1. Análise da Satisfação dos utentes Muito Insatisfeito 1%
Insatisfeito 1%
Muito Satisfeito 64%
Satisfeito 34%
Figura 1 - Avaliação instalações, Equipamento e Sinalética Muito Insatisfeito 1%
Insatisfeito 1%
Satisfeito 27%
Muito Satisfeito 71%
Figura 2 - Avaliação dos Serviço
Mod.Ef.3.1./CIT
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Muito Insatisfeito 1%
Satisfeito 24%
Muito Satisfeito 75%
Figura 3- Avaliação da Confiança Muito Insatisfeito 1%
Insatisfeito 1% Satisfeito 22%
Muito Satisfeito 76%
Figura 4 - Avaliação da Competência Técnica Muito Insatisfeito 1%
Insatisfeito 2%
Satisfeito 29% Muito Satisfeito 68%
Figura 1 - Avaliação da Comunicação
Mod.Ef.3.1./CIT
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3.2. Análise da Satisfação dos Colaboradores Insatisfeito 10%
Muito Satisfeito 29%
Satisfeito 61%
Figura 2- Imagem da CIT Muito Insatisfeito 1% Insatisfeito 13% Muito Satisfeito 35%
Satisfeito 51%
Figura 7 - Relação com colegas e Gestão Insatisfeito 14% Muito Satisfeito 40% Satisfeito 46%
Figura 8 - Condições de Trabalho
Mod.Ef.3.1./CIT
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Muito Insatisfeito 1% Muito Satisfeito 21%
Insatisfeito 27%
Satisfeito 51%
Figura 9-Desenvolvimento da Carreira e das Competências
Muito Satisfeito 23%
Insatisfeito 18%
Satisfeito 59%
Figura 10 - Qualidade e Inovação
3.3. Análise da Satisfação dos Voluntários
Muito Satisfeito 49%
Satisfeito 51%
Figura 11- Imagem da Instituição (voluntários)
Mod.Ef.3.1./CIT
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Insatisfeito 2%
Muito Satisfeito 44% Satisfeito 54%
Figura 3- Relação entre a Gestão e os Voluntários Insatisfeito 4%
Satisfeito 42%
Muito Satisfeito 54%
Figura 13 - Condições de trabalho (voluntários)
Insatisfeito 23% Muito Satisfeito 35%
Satisfeito 42%
Figura 14 - Desenvolvimento de Competências e Inovação (voluntários)
Mod.Ef.3.1./CIT
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3.4. Análise da Satisfação dos Parceiros, Financiadores e Fornecedores
Muito Satisfeito 54%
Satisfeito 46%
Figura 4 - Atendimento e Cortesia (parceiros)
Satisfeito 44% Muito Satisfeito 56%
Figura 16 - Imagem Global da CIT (parceiros)
Mod.Ef.3.1./CIT
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IV– Avaliação do Plano Operacional e Ações de Melhoria 4.1. Grelha resumo dos resultados dos objetivos dos processos do SGQ Tendo em conta a solicitação efetuada na última auditoria interna, nesta secção iremos apresentar uma tabela resumo dos indicadores dos processos e as metas atingidas no ano de 2018:
Indicadores
Meta 2018
Resultado 2018
OPS.01a – AdministrativoFinanceiro (Fornecedores)
100% Efetuar pagamento a fornecedores no prazo máximo de 30 dias após autorização de despesa. 100% Processamento de vencimentos entre o dia 20 e 25 de cada mês Dar resposta às candidaturas à Creche e Jardim de Infância Mãe de Deus, no prazo máximo de 15 dias, a 80% das mesmas
100%
Taxa de rescisões de contrato após o programa de acolhimento não superior a 20% Execução de 80% das ações previstas nos Planos de desenvolvimento individual
0%
OPS.01b – AdministrativoFinanceiro (Salários) OPC.01 - Candidatura CJIMD
OPC.02 - Admissão e Acolhimento OPCj.03a - Plano de Desenvolvimento Individual (Atividades) OPCj.03b - Plano de Desenvolvimento Individual (Objetivos)
Execução de 80% dos objetivos previstas nos Planos de desenvolvimento individual
OPCj.04 - Planeamento e Acompanhamento das Atividades
Execução de 70% das ações previstas nos Planos Pedagógicos de cada sala
OPC.05 - Sinalização/ Captação
45 Dias entre a receção da sinalização e a primeira diligência para realização de contacto. 60 Dias entre a 1ª Sessão da EDPJ Entrevista de Diagnóstico Psicossocial para Jovens e a Elaboração do projeto individual Não ultrapassar mais de 15 dias a data pré estabelecida para seguimento do caso
OPC.06 – Avaliação e Intervenção OPC.07 – Seguimento
Mod.Ef.3.1./CIT
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100% 100%
Sala 0 anos- 98,18%; Sala 1 ano- 100%; Sala 2 anos100%; Sala 3 anos- 87%; Sala 4/ 5 anos-93% Sala 0- 100%; sala 1 ano100%; Sala 2 anos- 100%; Sala 3 anos- 72%; Sala 4/ 5 anos- 71% Sala 0 anos- 98,18%; Sala 1 ano- 100%; Sala 2 anos100%; Sala 3 anos- 87%; Sala 4/ 5 anos-93%
7 Dias
83 Dias
8 Dias
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OPC.09a – Formação (abandono) OPC.09b– Formação (certificação) OPC.10 – Unidades de Formação de curta duração (certificação) OPC 11a- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (prazo de atendimento) OPC 11b- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (n.º de planos) OPC 8a- Animação de Rua (frequência diária) OPC 8b- Animação de Rua (atividades) OPC 8c- Animação de Rua (contactos de rua)
Mod.Ef.3.1./CIT
70 % de não abandono na formação
80%
70 % de certificação da formação
93%
70 % de certificação da formação nas Unidades de Formação de Curta Duração
10 dias uteis entre a data do conhecimento da sinalização e o atendimento
Modos de produção agrícola – 81 %; Fruticultura – 78 %; Apicultura – 69 % 3 Dias
Elaboração de pelo menos 7 Planos de Apoio mensais por técnic@
5 Planos
100% com mínimo diário de 25 utentes a frequentar o espaço Realização de um mínimo de 48 atividades (4 por mês) de cariz pedagógico, cultural e/ou comunitário por ano. 80% dos meses contactar com pelo menos 20 utentes em contactos de rua
41%
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
100%
75%
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4.2. Gestão Descrição: Tendo em consideração a escassez de recursos que é apanágio das organizações do 3ª setor, ainda mais numa situação de crise financeira como a atual, obriga a que a otimização da combinação dos meios disponíveis e a procura do máximo impacto possível das intervenções seja a preocupação fundamental da Gestão de Topo na Cáritas da Ilha Terceira. Por isso, a liderança é fundamental, quer para a Instituição conseguir atingir os objetivos estratégicos a que se propôs, tendo sempre por base a gestão financeira, a qualidade dos serviços e dos produtos, quer na gestão eficaz dos seus recursos humanos.
Objetivos gerais para 2018:
- OG.G1 - Obras de melhoramento de algumas instalações
OG.G1. Obras de Melhoramento de Algumas instalações Descrição
Reparar o telhado da Casa 2 e Capela, caso exista disponibilidade orçamental.
Meta para
Realização das obras
2018 Fórmula de
Sim ou Não
Cálculo Responsável
Presidente da Cáritas da Ilha Terceira
Resultados
Reparado o telhado da Capela Telhado da Casa 2 não foi reparado
Caso não se
Falta de Financiamento por parte das entidades governamentais
tenha atingido os objetivos
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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indicar quais as razões Oportunidades
Continuação da procura de financiamento para finalizar as obras
para futuro Riscos futuros
Não conseguir obter verbas para o efeito
Mod.Ef.3.1./CIT
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4.3. Planeamento, Qualidade e Comunicação Descrição: A unidade de planeamento, qualidade e comunicação é responsável pelo apoio à direção e todas as outras valências da Instituição, no que se refere ao planeamento estratégico ou de projetos, sendo também da sua alçada a implementação do sistema de gestão da qualidade, a monitorização da implementação dos processos de higiene e segurança no trabalho, higiene alimentar, apoio na certificação da unidade de formação, gestão da formação interna dos recursos humanos e comunicação interna e externa.
Objetivos gerais para 2018:
- OG.G1 Fundir os modelos de comunicação Cáritas Terceira e Açores - OG.Q2 Preparar a Instituição para a Certificação da Qualidade - OG.Q3 Implementação progressiva do SGQ nas “Nossas Quintas” - OG.Q4 Promover Formação Interna - OG.Q5 Desenvolver Indicadores para os Processos de Gestão
OG.Q1- Fundir os modelos de comunicação Cáritas Terceira e Açores Descrição
Em 2018, vamos deixar de ter um site da Cáritas da Ilha Terceira e, por isso, será necessário fundir a comunicação dentro do novo site da Cáritas dos Açores. Essa fusão levará a uma alteração na forma de comunicação, assim como, da organização do próprio site.
Metas para
Fundir os dois sites.
2018
Aceitação das partes interessadas nesta fusão.
Fórmula de
Resultado da avaliação da satisfação das partes interessadas no que respeita a
Cálculo
esta situação (a avaliar no relatório de atividades do 1º semestre de 2018)
Responsável
Coordenador da Unidade de Planeamento, Qualidade e Comunicação
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Resultados
Não
Caso não se
Por razões pragmáticas de comparação dos dados obtidos no ano transato, não
tenha atingido
foi realizada a avaliação em separado, relativamente ao novo e ao antigo site,
os objetivos
mas como podemos ver no capítulo 5 do Relatório de Atividades do 1º semestre
indicar quais as de 2018, parece continuar a existir uma boa aceitação relativamente ao site. razões Oportunidades
- Desenvolver uma nova estratégia de comunicação da Cáritas dos Açores que
para futura
pode levar ao alargamento da população-alvo da comunicação.
Riscos futuros
- A falta de contribuição por parte das outras Cáritas de ilha faz com que o site seja quase único da Cáritas da Ilha Terceira. - Tendo em conta a menor credibilidade da marca “Cáritas Açores” leva a uma maior utilização das redes sociais em detrimento do site.
OG.Q2 – Preparar a instituição para a Certificação da Qualidade Descrição
É objetivo da instituição, em 2018, candidatar-se a certificação no âmbito da Norma ISO 9001:2015, relativamente aos serviços Animação de Rua, CDIJ/UFCIT (excluindo as “Nossas Quintas”), Unidade de Apoio Social (excluindo projeto 3D) e Creche e Jardim de Infância. Este será o objetivo primordial da Unidade de Planeamento, Qualidade e Comunicação para 2018.
Metas para
Ter a Instituição pronta para se candidatar a certificação em novembro de 2018
2018
Fórmula de
Verificação da situação em auditoria interna à globalidade da instituição
Cálculo Responsável
Coordenador da Unidade de Planeamento, Qualidade e Comunicação
Resultados
Durante o 1º semestre, todo o planeamento foi implementado tal e qual o planeado. Mas após a 1ª auditoria verificou-se a necessidade de reestruturar todo o processo dos Serviços de Apoio, com especial destaque a revisão de toda
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
a metodologia de monitorização do HACCP e higienização. Tendo em conta que entretanto também foi alterada a empresa de consultadoria em HACCP, assim como a periodicidade de apoio desta, tal como previsto no relatório do 1º semestre, ocorreram atrasos na implementação deste. Oportunidades
- Desenvolver melhores métodos de gestão interna;
para futura
- Maior credibilidade e qualidade dos serviços prestados
Riscos futuros
- Periodicidade reduzida nas visitas realizadas pela empresa de consultadoria na área do HACCP; - Dependência da implementação do SGQ no atual Gestor da Qualidade (caso este tenha de se ausentar por um período prolongado ou permanentemente da Instituição, não existe capacidade interna para a sua substituição).
OG.Q3 – Implementação progressiva do SGQ nas “Nossas Quintas” Descrição
Apesar de este serviço estar excluído na certificação a curto prazo do SGQ na CIT, é objetivo implementar progressivamente o sistema nesta empresa, para que futuramente se venha a certificar também esta empresa social.
Metas para
Implementar o SGQ até final de 2018
2018
Fórmula de Cálculo
a. Implementar os Procedimentos de Não- Conformidades em janeiro de 2018 b. Implementar todos os procedimentos de gestão estratégica e suporte até final de junho c. Elaborar processos Chave até ao final do ano
Responsável Resultados
Coordenador da Unidade de Planeamento, Qualidade e Comunicação a) Foi implementado; b) Foi implementado; c) Não foi implementado
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Caso não se
Por razões estratégicas, atualmente não faz sentido implementar esforços na
tenha atingido
elaboração de Processos Chave na empresa. Importa antes apostar em melhorar
os objetivos
a implementação do HACCP e métodos de gestão.
indicar quais as razões Oportunidades
- Melhorar a qualidade de gestão e controlo interno nesta valência
para futura
- Aumentar a credibilidade da gestão da empresa perante algumas das entidades fiscalizadoras.
Riscos futuros
- Falta de empenho por parte de alguns colaboradores em implementar o sistema; - Falta de tempo para realizar reuniões e trabalho de “casa” por parte dos colaboradores e coordenador das “Nossas Quintas”.
OG.Q4 – Promover Formação interna Descrição
Tendo em conta que a falta de formação é uma das queixas mais apontadas pelos colaboradores e voluntários, será por isso premente, em 2018, a Unidade de Planeamento, Qualidade e Comunicação promover formação interna, pelo menos ações de sensibilização lecionadas pela própria UPQC ou por outros colaboradores internos.
Metas para
Apresentar até janeiro de 2018 um plano de formação.
2018
Realizar pelo menos uma ação de sensibilização ou formação interna trimestralmente.
Fórmula de
Sim/Não
Cálculo Responsável
Coordenador da Unidade de Planeamento, Qualidade e Comunicação
Resultados
Sim. 1º Trimestre: Edição Gráfica (Nuno Lopes) e Doutrina Social da Igreja (Pé Júlio Rocha); 2º Trimestre: SGQ: Processos dos SAF e dos SAP (Mário e Fernando); 3º trimestre: Intervenção com Adolescentes Difíceis (Nélio Brazão) e Suporte Básico de
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Vida (Voluntariado de Medicina); 4ª Trimestre: Gestão (Nuno, Rui e Joana), HACCP (CRESAÇOR-Ana Beatriz Pacheco) e Formação em Princípios Básicos em Primeiros Socorros (Precur-Manuel Cid)
Oportunidades
- Aumentar a motivação e competências de colaboradores e voluntários.
para futura
- Colaboradores com diferentes competências podiam realizar formações diferenciadas,
Riscos futuros
- Falta de tempo por parte do gestor da Qualidade ou outros colaboradores para realizarem formação; - Não utilização das competências desenvolvidas na formação no posto de trabalho.
Nota – tal como descrito no plano operacional para 2018, a atuação em situação de Catástrofes passou para o plano operacional da Cáritas Açores. Apesar desse facto, durante o primeiro semestre foi desenvolvido um plano de atuação em catástrofes com apoio do voluntário Tenente Coronel Silveira.
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
4.4. Serviços Administrativos e Financeiros Descrição: Serviços Administrativos e Financeiros são serviços de suporte a toda a organização que realizam um conjunto de atividades nucleares, tais como, processamento e cobrança de mensalidades; cobrança de rendas; análise de contas correntes; atendimento; correspondência e arquivo; processamento de salários; pagamentos; fundos de maneio; obrigações fiscais; conferência de balancetes por valência; prestação de contas; entre outros.
Metas de Processos 2018:
- OPS.01a – Administrativo-Financeiro (Fornecedores) - OPS.01b – Administrativo-Financeiro (Salários) - OPC.01 – Candidatura - CJIMD
OPS.01a – Administrativo-Financeiro (Fornecedores) Metas para 2018
Efetuar pagamento a fornecedores no prazo máximo de 30 dias após autorização de despesa. <30 dias
Fórmula de
Média [Data da do pagamento ao fornecedor – data da autorização da
Cálculo
despesa]
Responsável
Coordenador dos SAF
Resultados
Inferior a 30 dias.
OPS.01b – Administrativo-Financeiro (Salários) Metas para 2018
Processamento de vencimentos entre o dia 20 e 25 de cada mês
Fórmula de Cálculo [∑(n.º total processamentos realizados ao longo do ano entre o dia 20 e dia 25 desse mês)/ -∑(n.º º total processamentos realizados ao longo do ano)] x100 Responsável
Mod.Ef.3.1./CIT
Coordenador dos SAF
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Resultados
100%
Oportunidades
Aproveitar esta meta e respetivo cumprimento para ter o máximo de
para futuro
informação atempada relativamente à assiduidade dos colaboradores e pagamento correto atempado.
Riscos futuros
Atraso no pagamento dos vencimentos por atrasos na informação.
OPC.01 - Candidatura - CJIMD Metas para 2018
Dar resposta às candidaturas à CJIMD, no prazo máximo de 15 dias, a 80% das mesmas
Fórmula de Cálculo N.º de respostas dadas no prazo de 15 dias x 100 N.º de candidaturas apresentadas Responsável Coordenador dos SAF Resultados
100%
Oportunidades
Não envolver diretamente em funções rotineiras um membro da direção
para futuro
em regime de voluntariado, ou seja, que a tarefa seja autónoma com funcionários da CIT e apenas possa ter aprovação de um membro da direção.
Riscos futuros
Mod.Ef.3.1./CIT
Não resolver a dependência de membros da direção e atrasar processos.
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
4.5. Creche e Jardim de Infância da Mãe de Deus Descrição: O Jardim de Infância da Mãe de Deus localiza-se em São João de Deus, Angra do Heroísmo. Esta valência foi fundada em 1988, tendo como objetivo primordial dar apoio às famílias vítimas do sismo de 1980. Posteriormente,
face
às
necessidades detetadas, foi criado o serviço de Creche. A Creche mantém um acordo de cooperação com a Direção Regional da Segurança Social e o Jardim de Infância com a Direção Regional da Segurança Social e Direção Regional da Educação. Atualmente, a Creche é composta por três salas, onde trabalham seis ajudantes de educação e uma educadora de infância. Quanto ao Jardim de Infância, este funciona em duas salas, com três ajudantes de educação e duas educadoras de infância. No que concerne à alimentação, é servido almoço e lanche, confecionados pelo pessoal de cozinha: uma cozinheira e respetiva auxiliar. O Jardim de Infância conta, ainda, com o apoio de uma enfermeira, responsável pela elaboração das ementas e que colabora no despiste de eventuais problemas de saúde. Em suma, a equipa educativa procura promover o bem-estar e o desenvolvimento integral das crianças, com vista ao seu crescimento pleno e harmonioso.
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Objetivos Gerais para 2018:
OG.C1-Intercâmbio entre a sala dos 5 anos e animação de rua, no âmbito da Matemática OG.C2-Intercâmbio com outro Jardim de Infância
OG.C1-Intercâmbio entre a sala dos 5 anos e animação de rua, no âmbito da Matemática Descrição
Este projeto pretende desenvolver as competências linguísticas e socioemocionais das crianças através de intercâmbios que se vão realizar ao longo do ano entre o Jardim de Infância e a Animação de Rua, de forma a promover nestas crianças e jovens uma melhor relação com a matemática.
Metas para 2018
8 jogos didáticos
Fórmula de
Sim
Cálculo Responsável
Coordenadora Pedagógica da CJIMD
Resultados
5 jogos
Serem as crianças desta sala a apresentarem atividades no âmbito da matemática Riscos futuros
Ausência de alguma das colaboradoras envolvidas; desmotivação dos jovens envolvidos
OG.C2-Intercâmbio com outro Jardim-de-infância Descrição
Este objetivo pretende trabalhar a literacia, através de intercâmbios a realizar ao longo do ano, entre a Creche e outros Jardins de Infância
Metas para 2018
3 Contactos
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Responsável
Coordenadora Pedagógica da CJIMD
Resultados
Sim
Oportunidades
Alargar este intercâmbio a outras ilhas
para futura Riscos futuros
A impossibilidade de manter o intercâmbio por parte das intervenientes
Metas de Processos 2018:
-OPC.02 - Admissão e Acolhimento; -OPC.03a - Plano de Desenvolvimento Individual (objetivos); -OPC.03b - Plano de Desenvolvimento Individual (Atividades); -OPC.04 - Planeamento e Acompanhamento das Atividades.
OPC.02 - Admissão e Acolhimento Metas para 2018
Taxa de rescisões de contrato após o programa de acolhimento não superior a 20%
Fórmula de
[n.º total de novos crianças - n.º de rescisões após o programa de
Cálculo
acolhimento] x 100/ n.º total novos crianças
Responsável
Coordenadora Pedagógica da CJIMD
Resultados
0% Não houve rescisões
Oportunidades
Aperfeiçoar toda a dinâmica do programa de Acolhimento, a fim de
para futura
transmitir uma maior segurança às famílias.
Riscos futuros
A não compreensão por partes das famílias de certos comportamentos aparentemente desadequados, por parte das crianças, mas que são aceitáveis numa fase de adaptação
OPCj.03a - Plano de Desenvolvimento Individual (Atividades) Metas para 2018
Execução de 80% das ações previstas nos Planos de desenvolvimento individual
Fórmula de Cálculo [∑(n.º total de ações previstas no PI para cada criança) - ∑(n.º de ações realizadas que estavam previstas no PI para cada criança)] x100/∑(n.º total de ações previstas no PI para cada criança) Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Responsável Resultados
Coordenadora Pedagógica da CJIMD Sala 0- 100% ; Sala 1 ano- 100% ; Sala 2 anos- 100% ; Sala 3 anos- 91%; sala 4/ 5 anos-100%
Riscos futuros
Este processo desaparece, passando a ser monitorizado o perfil de desenvolvimento, cujo indicador corresponderá à percentagem de competências atingidas no perfil de desenvolvimento. Como meta apontamos os 70% das competências a adquirir.
OPCj.03b - Plano de Desenvolvimento Individual (Objetivos) Execução de 80% dos objetivos previstas nos Planos de desenvolvimento
Metas para 2018
individual
Fórmula de Cálculo [∑(n.º total de objetivos previstas no PI para cada criança) - ∑(n.º de objetivos realizadas que estavam previstas no PI para cada criança)]x100/∑(n.º total de objetivos previstas no PI para cada criança Responsável
Coordenadora Pedagógica da CJIMD
Resultados
Sala 0- 100% ; sala 1 ano- 100% ; Sala 2 anos- 100%; Sala 3 anos- 72%; Sala 4/ 5 anos- 71%
Caso não se tenha
A existência de elementos desestabilizadores, crianças com NEE, uma criança
atingido os
com muita pouca assiduidade foram fatores determinantes para alterar a
objetivos indicar
dinâmica das salas.
quais as razões Riscos futuros
Este processo desaparece, passando a ser monitorizado o perfil de desenvolvimento, cujo indicador corresponderá à percentagem de competências atingidas no perfil de desenvolvimento. Como meta apontamos os 70% das competências a adquirir.
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
OPCj.04 - Planeamento e Acompanhamento das Atividades Metas para 2018
Execução de 70% das ações previstas nos Planos Pedagógicos de cada sala
Fórmula de Cálculo [∑(n.º total de ações previstas no PP de cada sala) - ∑(n.º de ações realizadas que estavam previstas no PP de cada sala)] x100∑(n.º total de ações previstas no PP de cada sala) Responsável
Coordenadora Pedagógica da CJIMD
Resultados
Sala 0 anos- 98,18% ; Sala 1 ano- 100%; Sala 2 anos- 100%; Sala 3 anos87%; Sala 4/ 5 anos-93%
Oportunidades
Procurar um maior envolvimento com a comunidade
para futura Riscos futuros
Atividades inicialmente programadas poderão ser substituídas por outras, que de momento sejam mais aliciantes
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
4.6. CDIJ/UFCIT – Centro de desenvolvimento e Inclusão Juvenil/Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira Descrição:
O
Centro
de
Desenvolvimento e Inclusão Juvenil da Cáritas da Ilha Terceira (CDIJ-CIT) surge em 2007, agregado à Rede Regional de Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil dos Açores. O CDIJ-CIT é uma estrutura de âmbito comunitário
vocacionado
para
a
promoção do desenvolvimento saudável de jovens que se encontram em situações de risco e facilitador de uma verdadeira integração social dos mesmos, pelo desenvolvimento das competências pessoais, sociais, educativas e de empregabilidade, para a prevenção das dependências e para a promoção da saúde, da orientação vocacional, da formação sociocultural e formação nas tecnologias da informação. Carateriza-se por ser um espaço multifacetado de trabalho com jovens em situação de maior vulnerabilidade social e risco de exclusão social, quer em contexto escolar, quer extraescolar, que abrange diversas componentes e parcerias, nomeadamente uma articulação com a Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira. Na sua organização, a Plataforma de Encaminhamento é a primeira estratégia de captação e estabilização de jovens através de atividades de grupo e individuais no espaço da Cáritas Ilha Terceira, mas também diversas ações em contexto escolar. Nas atividades de grupo, salientam-se a promoção de competências pessoais e sociais, mas também competências técnicas em oficinas de agricultura, culinária, artes e ciência. Ao longo da existência do CDIJ foram implementados diversos projetos, nomeadamente: Projeto (In)Formate, TUTAL (tutoria em contexto escolar), A Par e Passo, Terra Nostra – Capacitação com Raízes, TRAD(E)-IN – Tradição e Inovação de Empregabilidade que fomentam os objetivos de intervenção com o público-alvo definido. Em suma, é um espaço com intervenção psicossocial personalizada sobre o público-alvo, aberto, dinâmico e de fácil acesso, que permite o desenvolvimento de atividades sociais positivas (desportivas, culturais, utilização de novas tecnologias, competências de base, entre outras), agregadas a outras estruturas de
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
informação/formação, fortemente associadas a uma intervenção psicossocial, quer sobre os jovens, quer sobre a respetiva envolvente familiar e comunitária. Associado ao CDIJ, está a Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira (UFCIT) que se constitui enquanto entidade formadora a partir de 2005 (entre 2005 e 2009 denominada Unidade de Formação da Cáritas dos Açores- UFCA, com um polo também no Faial, mas a partir dessa data com ação restringida à Ilha Terceira). Inicialmente (entre 2005 e 2009) ao abrigo do Programa Itineris (Portaria Regional nº 76/2007), no caso dos jovens, e dos Cursos de Alfabetização e Atualização das Competências de Literacia - CAACL (Portaria nº 19/2007, de 12 de Abril). No caso dos adultos, entre 2009 e 2014 a ação formativa da UFCIT regeu-se pelo Programa Reativar (Portaria nº 107/2009 de 28 dezembro). Atualmente mantém-se a aplicação deste programa a jovens com idades superiores a 16 anos, num regime diurno. Tal como alicerçado na missão da Instituição, a Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira existe para dar resposta à pobreza e à exclusão social através da promoção e formação do desenvolvimento humano. Neste sentido, são sempre destinatários preferenciais da ação da UFCIT jovens e adultos em situação/risco de exclusão social, com baixas competências ao nível da literacia e/ou sem qualificação profissional que facilite a sua entrada no mercado de trabalho. Nestes 11 anos de intervenção formativa, a Cáritas da Ilha Terceira tem-se especializado na intervenção de proximidade com populações em risco, nomeadamente com jovens em fase de pré-delinquência ou delinquência, reclusos, beneficiários do RSI ou em outras formas de exclusão social. Por esse motivo, a intervenção tem-se focalizado, principalmente, no desenvolvimento de competências básicas de literacia (área 010- Programas de base), havendo sempre um grande enfoque na promoção de competências pessoais e sociais (área 090- Desenvolvimento), sendo formações de cariz presencial. Tem protocolos permanentes para o seu funcionamento com a Secretaria Regional da Solidariedade Social e com a Direção Regional da Educação.
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Objetivos Gerais para 2018:
- OG. Uf1 - Manter as atividades de follow-up - Aposta em plano de formação de UFCD, com base em diagnósticos de necessidades formativas - OG. Uf2 - Alargamento da ação do CDIJ em atividades de captação em âmbito escolar e extraescolar -OG. Uf3 - Procura de fontes de financiamento privadas/alternativas
OG. Uf1 - Manter as atividades de follow-up - Aposta em plano de formação de UFCD, com base em diagnósticos de necessidades formativas Metas para 2018
Desenvolver ações de formação de curta duração para jovens sinalizados ao CDIJ e/ou em situação de Follow-up - Realização de três Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD)
Fórmula de
Sim ou Não
Cálculo Responsável
Gestor da Formação/Coordenador CDIJ
Resultados
Sim. Foram realizadas 3 UFCD`s. UFCD nº 6278 – Modos de produção agrícola e agricultura sustentável; UFCD nº 6284 – Fruticultura; UFCD nº 5601 – Apicultura em modo de produção biológico
Oportunidades
Parceria essencial com a Agência para a Qualificação, Emprego e Trabalho
para futuro
de Angra do Heroísmo na identificação de áreas com potencial de empregabilidade no concelho. Reconhecimento da comunidade ao trabalho do CDIJ na capacitação para a Empregabilidade do seu público-alvo. Papel da Cáritas da Ilha Terceira a nível local, regional que permite ter credibilidade
para
desenvolver
ações
de
capacitação
para
a
empregabilidade junto com os seus parceiros. Riscos futuros
Não existir financiamento para desenvolver estas ações. Desgaste e sobreposição de funções da equipa técnica, aliada a baixos vencimentos comparativamente aos seus pares da administração pública regional
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
OG. Uf2 - Alargamento da ação do CDIJ em atividades de captação em âmbito escolar e extraescolar Metas para 2018
65 Sinalizações entre agosto de 2017 e 2018
Fórmula de
Nº total de sinalizações entre agosto de 2017 e julho de 2018
Cálculo Responsável
Gestor da Formação/Coordenador CDIJ
Resultados
53 (para Pde e formação académica) + 29 (para as UFCD`s) = 82
Caso não se tenha
Podem ser elencados vários fatores:
atingido os
1. Redução do número de alunos nas escolas do concelho e, por
objetivos indicar
consequente, a não sinalização casos problemáticos para evitar
quais as razões
perder financiamento (número de professores, nº. de turmas, etc). 2. Sistema de sinalização confuso entre quem sinaliza e quem recebe (Equipa de jovens em risco do Instituto de Segurança Social dos Açores) bem como falta de feedback às sinalizações por parte dessa entidade pública. Aumento do número de resposta e turmas do Programa ABC da Rede Valorizar, abrangendo jovens com mais de 18 anos em formação de equivalência ao 6º e 9º ano de escolaridade no período de tempo mais reduzido do que a nossa resposta interna, sendo os jovens sinalizados para a Rede Valorizar
Oportunidades
Reformulação do processo de sinalização junto com o ISSA e CPCJ-AH;
para futura
Potenciar novas estratégias de captação de jovens em contexto escolar com sessões de sensibilização e promoção do trabalho do CDIJ; Aumentar a oferta das oficinas da Plataforma de Encaminhamento como estratégia de sinalização; Participação da coordenação do CDIJ nas equipas multidisciplinares das escolas do concelho de Angra do Heroísmo;
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Membros da equipa do CDIJ nas modalidades restrita e alargada da CPCJAH. Riscos futuros
Constante redução do número de sinalizações que possam colocar em causa a necessidade de existência da resposta formativa Reativar para os próximos anos; Instabilidade emocional dos recursos humanos com a imprevisibilidade do número reduzido de sinalizações; Existirem novas respostas de intervenção com o público-alvo por parte das escolas, que se assemelham à nossa intervenção.
OG. Uf3 - Procura de fontes de financiamento privadas/alternativas Metas para 2018
Concorrer a fontes de financiamento para apoio às ações do CDIJ/UFCIT - Ter pelo menos 2 candidaturas aprovadas
Fórmula de
Sim ou Não
Cálculo Responsável
Gestor da Formação/Coordenador CDIJ
Resultados
Oportunidades
6 candidaturas aprovadas com financiamento. Foram aprovados os seguintes projetos: a) Semente(s). Financiado pela Direção Regional da Solidariedade Social; b) As Nossas Quintas – No Planet B. Financiamento da AMI; c) Oficina de artes da Plataforma de Encaminhamento. Financiamento da Câmara Municipal da Praia da Vitória; d) Frota Solidária. Fundação Montepio. e) Reconhecimento de Boas Práticas de Responsabilidade Social e Sustentabilidade na categoria comunidade. Associação Portuguesa de Ética Empresarial; f) Apoio pós-letivo na EBSTB. Financiamento da Câmara Municipal de Angra do Heroísmo. Reconhecimento da competência, qualidade e eficiência do trabalho
para futura
realizado e dos resultados obtidos com os financiamentos, permitindo reforçar e beneficiar em novas candidaturas aos mesmos ou a novos
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
financiadores. Promoção e marketing do CDIJ/UFCIT e da Cáritas da Ilha Terceira a nível local, regional, nacional e internacional. Envolver mais recursos humanos nos projetos, com a contratação ou na prestação de serviços para desenvolver as ações do projeto candidatado e financiado. Alargar o campo de ação com a participação de um maior número de jovens nas ações financiadas. Rentabilizar a plataforma Geofundos como uma ferramenta de apoio à identificação de linhas de financiamento, mas também suporte especializado nas candidaturas. Conseguir verbas que possam permitir reforçar financeiramente os colaboradores afetos ao projeto financiado. Riscos futuros
Desgaste da equipa técnica com mais projetos que resultem dos financiamentos obtidos. Desmotivação e desânimo da equipa a cada candidatura submetida e não aprovada. Colocar em causa algumas ações com sucesso que podem findar se não existir financiamento, nomeadamente as Oficinas da Plataforma de Encaminhamento. Algum desconforto por parte de outras valências da CIT, pelo número de candidaturas submetidas e aprovadas por esta valência. Possível imagem errada de projeção e promoção individual de quem submete as candidaturas ou desta valência da CIT em detrimento de outras.
Metas de Processos 2018:
Mod.Ef.3.1./CIT
- OPC.05 - Sinalização/Captação; - OPC.06 – Avaliação e Intervenção; - OPC.07 – Seguimento; - OPC.09a – Formação (abandono) - OPC.09b – Formação (certificação) - OPC.10 – Unidades de Formação de curta duração (certificação)
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Relatório de Atividades e Contas 2018
OPC.05 - Sinalização/Captação Metas para 2018
45 dias entre a receção da sinalização e a primeira diligência para realização de contacto.
Fórmula de Cálculo Média [Data da primeira diligência – data da sinalização] Responsável
Gestor da Formação/Coordenador CDIJ
Resultados
Sim. Média de 7 dias entre a receção da sinalização e a primeira diligência de contato
Oportunidades
Desenvolver novas estratégias de captação de jovens sinalizados. Criar
para futura
novos projetos e ações que permitam a captação e posteriormente estabilização de jovens sinalizados.
Riscos futuros
Redução do número de sinalizações ano após ano. Menor interesse dos jovens nas respostas existentes no CDIJ.
OPC.06 – Avaliação e Intervenção Metas para 2018
60 dias entre a 1ª Sessão da EDPJ- Entrevista de Diagnóstico Psicossocial para Jovens e a Elaboração do projeto individual
Fórmula de Cálculo Média [Data da Elaboração do projeto individual – data da 1ª sessão da EDPJ] Responsável
Gestor da Formação/Coordenador CDIJ
Resultados
Não. 83 dias.
Caso não se tenha
São cerca de 15 casos que ultrapassam o tempo médio entre o PIA – Plano
atingido os
de Desenvolvimento Individual a EDPJ, porque são jovens com baixa
objetivos indicar
motivação, sem interesses e objetivos definidos. Iniciam o processo de
quais as razões
EDPJ, mas por diversas razões não concluem, ficando este indicador em aberto, apesar de se tentar intervir com os jovens.
Oportunidades
Adequar o processo de entrada no CDIJ e a realização do CDIJ, consoante os
para futura
casos. Será necessário aperfeiçoar os timings de aplicação, mediante a estrutura e o processo de motivação dos jovens.
Mod.Ef.3.1./CIT
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Riscos futuros
Dificuldade em motivar os jovens, através da aplicação da EDPJ, que sendo uma das estratégias de entrada no CDIJ, é uma ferramenta exaustiva colocando muitas questões potenciando algum desconforto no jovem. Equipa Jovens em Risco aplica a EDPJ e realiza o relatório, mas poderá ultrapassar a meta aqui estabelecida.
OPC.07 – Seguimento Metas para 2018
Não ultrapassar mais de 15 dias a data pré estabelecida para seguimento do caso
Fórmula de Cálculo Média [Data da prevista para seguimento – data da realização da sessão ou contacto de seguimento] Responsável
Gestor da Formação/Coordenador CDIJ
Resultados
Sim (8 dias)
Oportunidades
Criar projetos de apoio à empregabilidade, mantendo assim uma relação
para futura
mais próxima no caso do seguimento Manter uma relação de disponibilidade e ao mesmo tempo de fastamento para o natural entrosamento dos jovens na comunidade
Riscos futuros
Não ser possível encontrar novas soluções de integração comunitária para os jovens em seguimento. Contatos telefónicos e moradas desatualizadas que não permitem o contato periódico.
OPC.09a – Formação (abandono) Metas para 2018
70 % de não abandono na formação
Fórmula de Cálculo n.º de formandos em formação - n.º de formandos matriculados no dia 1 de janeiro de 2018 Responsável
Gestor da Formação/Coordenador CDIJ
Resultados
Sim (80% de não abandono).
Mod.Ef.3.1./CIT
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Oportunidades
Continuar a reduzir o número de abandono de formandos das respostas
para futura
formativas. Adequar estratégias de intervenção com o público-alvo. Formação aos recursos humanos do CDIJ/UFCIT na intervenção com jovens em situação de maior vulnerabilidade social.
Riscos futuros
Jovens em formação com maior instabilidade emocional e familiar, com poucos objetivos de vida. Formandos com baixas competências (oriundos de programas de educação especial) e pouca capacidade de resistência à frustração. Desgaste emocional da equipa técnica em situações de conflito e/ou abandono da formação, colocando em causa o trabalho desenvolvido.
OPC.09b– Formação (certificação) Metas para 2018
70 % de certificação da formação
Fórmula de Cálculo n.º de formandos certificados - n.º de formandos inscritos no início da formação (só contabilizar os casos em que o tempo previsto inicialmente de formação terminaria durante esse período) Responsável
Gestor da Formação/Coordenador CDIJ
Resultados
Sim (93%)
Oportunidades
Manter a principal estratégia de formação e de mediação com os jovens
para futura
formandos, mas melhorando alguns aspetos, nomeadamente o trabalho e articulação com as famílias. Realizar um diagnóstico que permita identificar necessidades e caraterísticas do público-alvo ao nível da formação académica. Continuar a ser uma resposta complementar e diferenciadora do ensino regular.
Riscos futuros
Mudança dos formadores que necessitem de um maior período de adaptação, criando algumas dificuldades ao processo formativo e consequente certificação. Ser uma resposta desajustada às necessidades dos jovens e atual realidade.
Mod.Ef.3.1./CIT
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Relatório de Atividades e Contas 2018
OPC.10 – Unidades de Formação de curta duração (certificação) Metas para 2018
70 % de certificação da formação nas Unidades de Formação de Curta Duração
Fórmula de Cálculo n.º de formandos certificados - n.º de formandos inscritos no início da formação (só contabilizar os casos em que o tempo previsto inicialmente de formação terminaria durante esse período) Responsável
Gestor da Formação/Coordenador CDIJ
Resultados
Sim. 76% de certificação das UFCD`s. Modos de produção agrícola – 81 % Fruticultura – 78 % Apicultura – 69 %
Oportunidades
Manter a principal estratégia de formação e de mediação com os jovens
para futura
formandos, mas melhorando alguns aspetos, nomeadamente a articulação com as empresas locais.
Riscos futuros
Mudança de formadores que necessitem de um maior período de daptação ao público-alvo, criando algumas dificuldades ao processo formativo e consequente certificação. Não existência de linhas de financiamento disponíveis para realizar novas UFCD`s
N.º de Pessoas abrangidas pelo CDIJ/UFCIT Dentro do Protocolo
267
Fora do Protocolo
0
Mod.Ef.3.1./CIT
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Relatório de Atividades e Contas 2018
4.7. Unidade de Atendimento Social
Descrição:
Esta
valência
pretende
disponibilizar recursos que possibilitem aos seus destinatários o exercício do direito de cidadania
e
a
sua
integração
social,
proporcionando um conjunto de respostas que vão ao encontro das necessidades sentidas. As ações desenvolvidas são: - Encaminhamento interno para outras respostas da Instituição, nomeadamente: Apoio na Inserção Profissional; Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira; CDIJ (Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil); Animação de Rua; Creche e Jardim de Infância Mãe de Deus; - Encaminhamento e articulação com outras instituições e entidades; - Apoios materiais, nomeadamente: Apoio no Banco de Roupa, Apoio em géneros alimentares, apoio em mobiliário, saúde, entre outros. A prestação de todos os apoios depende, não só da avaliação social de cada caso, mas também da disponibilidade de recursos da Instituição. Antes de ser dada qualquer resposta é realizada uma análise para perceber as problemáticas envolventes, ou seja, analisar a situação social e económica do agregado familiar, para assim podermos intervir da forma mais adequada. Todo o trabalho desenvolvido por esta valência recebe a colaboração de vários voluntários, que semanalmente apoiam toda a estrutura funcional.
Objetivos Gerais - OG. As1 - Assegurar o acompanhamento social dos beneficiários para 2018: - OG. As2 – Apoiar em situações de vulnerabilidade social económica - OG. As3 – Envolver o grupo de voluntários na dinamização da Cozinha Criativa - OG. As4 - Aumentar o número de sessões presenciais por turma no 3D - OG.As5 - Dinamizar a Formação “Empreender Reciclando” no Concelho da Praia da Vitória Mod.Ef.3.1./CIT
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Relatório de Atividades e Contas 2018
OG. As1 - Assegurar o acompanhamento social dos beneficiários Metas para 2018
Dinamizar o projeto “Cozinha Criativa” para 3 grupos de clientes.
Fórmula de Cálculo
SIM ou Não
Responsável
Coordenador da UAS
Resultados
Não
Caso não se tenha
Consideramos que o fato dos técnicos da Valência estarem envolvidos em várias
atingido os
frentes de trabalho (gestão do voluntariado, colaboração no “+Próximo”, Projeto
objetivos indicar
Restart, Projeto 3D, Colaboração com a Cáritas dos Açores, Implementação do Sistema de Gestão de Qualidade), não permitiu a realização das sessões de
quais as razões
Cozinha Criativa. Importa salientar que apesar de não terem sido dinamizadas as sessões de cozinha criativa, a equipa trabalhou da mesma forma as competências de literacia financeira com as famílias, através do livro “Dicas que valem Euros”, livro este elaborado pelos pais e alunos das escolas de São Mateus da Calheta, São João de Deus e Terra-chã. Durante o mês de junho de 2018 foi elaborada a candidatura ao Programa Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas, onde é proposta a realização de sessões para os beneficiários da ação.
Oportunidades para
Dinamizar respostas sociais que permitam fomentar uma relação de maior
futuro
proximidade com os clientes, facilitando assim a intervenção social.
Riscos futuros
Não disponibilidade por parte dos técnicos para dar continuidade ao projeto, uma vez que se encontram em várias frentes de trabalho.
OG. As2- Apoiar em situações de vulnerabilidade social económica Realização de 6 encaminhamentos mensais para o programa Prioridade às
Metas para 2018
Crianças e Fundo Social de Emergência
Responsável
Número de encaminhamentos mensais (6 Encaminhamentos para a Prioridade e 6 para o FES) Coordenador da UAS
Resultados
Prioridade às Crianças – Não Fundo Social - Sim
Fórmula de Cálculo
Mod.Ef.3.1./CIT
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Caso não se tenha
Em relação ao programa Prioridade às Crianças, ao longo do ano 2018 foram
atingido os
encaminhados um total de 19 casos. Importa referir que o regulamento deste
objetivos indicar
programa sofreu alterações que limitaram o envio de casos (obrigatoriedade de contributo da família e da instituição).
quais as razões Oportunidades para
Apostar na dinamização de estratégias como forma de angariar mais donativos
futura
para a Instituição.
Riscos futuros
Fim do Programa Prioridade às Crianças e FES
OG. As3 – Envolver o grupo de voluntários na dinamização da Cozinha Criativa No âmbito da intervenção realizada pela UAS, é dinamizada a atividade “Cozinha
Metas para 2018
Criativa” para os clientes da UAS. Consideramos que seria benéfico envolver os voluntários na planificação e dinamização desta atividade. Envolver os voluntários na dinamização do projeto “Cozinha Criativa” para 3 grupos de clientes.
Fórmula de Cálculo
Sim ou Não
Responsável
Coordenador da UAS
Resultados
Não
Caso não se tenha
Não foram dinamizadas sessões de Cozinha Criativa, apenas foram trabalhadas
atingido os
as competências de literacia financeira com as famílias, através do livro “Dicas
objetivos indicar
que valem Euros”.
quais as razões Oportunidades para
Dinamização de atividades com a participação e colaboração dos voluntários.
futura Riscos futuros
Mod.Ef.3.1./CIT
Não disponibilidade dos voluntários para participar nas ações.
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OG. As4 – Aumentar o número de sessões presenciais por turma no Projeto 3D Metas para 2018
No âmbito do projeto 3D são dinamizadas sessões presenciais com todas as turmas das escolas onde o projeto intervém. Estas têm como objetivo promover competências pessoais/relacionais como o autoconceito, empatia, tolerância e respeito pelo outro. Realizar 9 sessões com cada turma do 1º ciclo.
Fórmula de
Sim ou Não
Cálculo Responsável
Coordenador do Projeto 3D
Resultados
Foram realizadas 14 sessões por cada turma do 1º Ciclo.
Oportunidades
Aumento do nº sessões e atividades para todas as turmas do 1º Ciclo.
para futura Riscos futuros
Não conseguir respeitar o cronograma por sobreposição de funções dos técnicos envolvidos.
OG. As5 – Dinamizar a Formação “Empreender Reciclando” no Concelho da Praia da Vitória No âmbito do Projeto Restart existe uma componente de formação “Empreender
Descrição
Reciclando”, cujo público-alvo são mulheres com idades compreendidas entre os 18-35 anos.
Metas para 2018
Abranger um total de 20-25 mulheres
Fórmula de Cálculo
Número de formandas que frequentaram a formação
Responsável
Coordenadora do Projeto
Resultados
15 Mulheres frequentaram a formação.
Caso não se tenha
Apenas 15 clientes demonstraram interesse em frequentar a formação.
atingido os
Mod.Ef.3.1./CIT
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Relatório de Atividades e Contas 2018
objetivos indicar quais as razões Oportunidades para
Apostar na candidatura de Projetos na área de formação prática.
futuro Não existir financiamento para a dinamização de Projetos desta natureza.
Riscos futuros
Metas de Processos 2018:
- OPC 11a- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (prazo de atendimento) - OPC 11b- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (n.º planos)
OPC 11a- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (prazo de atendimento) Metas para 2018
10 dias uteis entre a data do conhecimento da sinalização e o atendimento
Fórmula de Cálculo Média [Data do atendimento – data da sinalização] Responsável
Coordenadora Técnica da UAS
Resultados
Sim (3 dias)
OPC 11b- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (n.º de planos) Metas para 2018
Elaboração de pelo menos 7 Planos de Apoio mensais por técnic@
Fórmula de Cálculo ∑ dos planos de apoio
Responsável
Coordenadora Técnica da UAS
Resultados
5 Planos de apoio por técnico
Caso não se tenha
Consideramos que o fato dos técnicos da Valência estarem envolvidos em várias
atingido os
frentes de trabalho não permitiu atingir a meta proposta.
objetivos indicar quais as razões
Mod.Ef.3.1./CIT
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Oportunidades
Dar prioridade à elaboração de planos de apoio aos beneficiários do Programa
para futura
Operacional de Apoio às Pessoas Mais Carenciadas
Riscos futuros
Os recursos humanos disponíveis não permitirem a realização do número de planos de apoio proposto.
Atividades realizadas pela UAS
Atendimento e Acompanhamento às famílias; apoio na procura ativa de emprego; analise dos pedidos FSS e FSE/ Envio pedidos / reunião da equipa coordenadora; sinalizações de pedidos Prioridade às Crianças; elaboração Planos de Apoio; visítas domiciliárias; acompanhamento aos Voluntários; reuniões da Equipa Técnica da UAS; Estatística Mensal da UAS; preparação e realização da campanha de alimentos nas superfícies comerciais; elaboração e envio do NOS (Núcleo de Observação Social); acompanhamento do projeto “RESTART”; acompanhamento do projeto 3D; elaboração do relatório semestral da UAS; Reuniões de Equipa.
N.º de Pessoas1 abrangidas intervenção da UAS Dentro do Protocolo2 Fora do Protocolo Apoio Alimentar AH (577) + PV (544) = 1121 Apoio de Bens diversos AH (570) + PV (540) =1110 Outras respostas de atendimento Apoios Pecuniários 344 Pessoas abrangidas FES (130 pessoas) 5134.33€ * 3D (150 pessoas) 2104.48 € Prioridade às Crianças (36 pessoas) 6966.89€** Socio-caritativo (28 pessoas) 715.84€
Valor total em apoios Pecuniários (em €)
14 921 54€
*A origem desta verba é da Cáritas dos Açores, havendo um contributo da Cáritas da Ilha Terceira no total de 215€. **Este valor está a ser analisado pela contabilidade, uma vez que existem casos do mês de dezembro que ainda não estão finalizados em termos contabilísticos. 1
N.º de pessoas e não de atendimentos, pode-se contabilizar cada pessoa do agregado que foi abrangida, mas apenas uma vez, mesmo que tenha sido apoiada 100 vezes durante o semestre em causa 2 Aplica-se apenas se existir algum acordo de cooperação ou projeto apoiado pelo estado
Mod.Ef.3.1./CIT
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Relatório de Atividades e Contas 2018
N.º de Pessoas abrangidas3 pelo projeto 3D Dentro do Protocolo Fora do Protocolo 258 Alunos – sessões presenciais nas 3 Escolas
4.7.1.Caracterização dos atendimentos Cáritas
Mês
Nº Atendimentos
Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia
Janeiro Janeiro Fevereiro Fevereiro Março Março Abril Abril Maio Maio Junho Junho Julho Julho Agosto Agosto Setembro Setembro Outubro Outubro Novembro Novembro Dezembro Dezembro Total Nº Atendimentos Angra Heroísmo Nº Atendimentos Praia
68 75 42 66 53 68 55 79 45 68 42 43 41 43 45 48 44 52 56 46 58 82 45 37 1301 594
Nº Novos Casos 6 9 5 4 3 3 7 3 5 2 8 2 5 1 6 3 8 2 11 3 7 5 10 3 121
Nº Pessoas Abrangidas Novos casos 16 20 7 6 10 5 24 3 9 5 18 3 13 2 14 6 18 2 23 8 22 7 34 8 283
Nº pessoas abrangidas CA 174 188 98 177 160 174 151 202 122 180 107 93 105 121 100 135 114 139 136 117 151 212 118 82 3356
Total Pessoas Abrangidas 190 208 105 183 170 179 175 205 131 185 125 96 118 123 114 141 132 141 159 125 173 219 152 90 3639
707
Tabela 1- Número de atendimentos
3
N.º total de utentes durante o semestre em causa
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
No que concerne ao nº de atendimentos, importa referir que a mesma família pode ter recorrido ao atendimento mais que uma vez por mês, porém isso não significa que tenha sido apoiada todas vezes que recorreu aos nossos serviços. Todos os anos é notório um decréscimo do nº de atendimentos nos meses de verão, isto prende-se com o facto de os nossos utentes reintegrarem novamente o mercado de trabalho em atividades sazonais tais como: a pesca, pintura de edifícios, touradas e restauração. O apoio em vestuário oferecido por outras instituições como Junta Freguesia da Conceição, Santa Casa Misericórdia, Associação das Mulheres dos Pescadores levou a que alguns dos nossos utentes recorressem menos vezes ao atendimento para este tipo de apoio, facto este que levou a uma diminuição do número de atendimentos. Nº Atendimentos 2013 2057
Nº Atendimentos 2014 2267
Nº Atendimentos 2015 2039
Nº Atendimentos 2016 1756
Nº Atendimentos 2017 1579
Nº Atendimentos 2018 1301
Tabela 2 - Comparação do nº de atendimentos por Ano
Nº Novos Casos 2013 369
Nº Novos Casos 2014 274
Nº Novos Casos 2015 241
Nº Novos Casos 2016 190
Nº Novos Casos 2017 175
Nº Novos Casos 2018 121
Tabela 3 - Comparação de Número de Novos Casos por Ano
Nº Famílias Atendidas
2014 Angra do Heroísmo
2014 Praia da Vitória
2015 Angra do Heroísmo
2015 Praia da Vitória
2016 A.H
2016 P.V
2017 2017 2018 2018 A.H P.V A.H P.V
478*
309
595
272
468
225
398
226
545
207
Tabela 4 – Número de Famílias Atendidas por Ano
*Apenas foram contabilizadas as famílias que tem processo, ou seja, foram excluías as famílias que recorreram apenas ao Banco de Roupa.
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4.7.2. Encaminhamentos MESES
NÚMERO A.H. 27 8 13 17 14 11 16 8 8 13 12 10 157
Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total
P.V. 4 4 4 3 5 3 5 4 4 4 3 3 46
Tabela 5 - Encaminhamentos do ISSA
2013
2014
2015
2016
2017
2018
768
883
687
234
259
204
Tabela 6 - Comparação do número de encaminhamentos do ISSA por Ano
Nº de Sinalizações Mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total
A.H
P.V
1 0 1 1 3 1 0 3 1 1 0 0 12
1 2 1 1 0 0 2 1 1 0 0 2 11
Tabela 7- Encaminhamentos / Sinalizações Realizadas por Terceiros
Mod.Ef.3.1./CIT
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2013
2014
2015
2016
2017
2018
183
54
44
21
25
23
Tabela 8 - Comparação de nº de encaminhamentos/ sinalizações por terceiros por Ano
Nota: As referentes sinalizações foram efetuadas pelos núcleos, particulares, UFCIT, membros da Direção da Caritas, entre outras entidades.
4.7.3. Respostas – Intervenção Social 1 2 3 7
Vestuário – Banco de Roupa Géneros alimentares Tratamentos dentários Despesas de saúde (Consultas exames médicos)
4 5 6 8
Próteses oculares Mobiliário Pagamento de renda Apoio a Estudantes
Tabela 9 - Apoios mais solicitados
MESES Nº Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total Tabela 10 - 3.1 Atribuídos)
A.H. Indivíduos Abrangidos
27 26 29 28 22 19 24 27 25 30 32 21 310
90 85 110 88 69 52 80 79 77 79 116 65 990
P.V. Indivíduos Abrangidos
Nº 67 62 60 68 60 32 33 45 45 46 68 37 623
197 161 197 188 177 96 92 130 135 125 198 80 1776
Encaminhamentos para o Sócio – Caritativo para Apoio em Géneros Alimentares (Nº Cabazes
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
No que concerne ao apoio alimentar, existem famílias que usufruíram mais do que um apoio alimentar ao longo do ano de 2018. 2013
2014
2015
2016
2017
2018
1332
1410
1217
1055
1085
932
Tabela 11 - Comparação de nº Encaminhamentos para o Sócio – Caritativo para Apoio em Géneros Alimentares por Ano (Nº Cabazes atribuídos)
MESES
Nº Famílias que recorreram ao Roupeiro A.H. P.V. 38 38 24 29
Janeiro Fevereiro
Nº PEÇAS
Nº CALÇADO
A.H. 810 494
P.V. 545 236
A.H. 36 13
P.V. 25 17
Março Abril
37 31
27 42
883 769
438 613
52 38
33 73
Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro
26 22 25 21 30 32 31 24 341
35 26 24 32 30 23 39 20 365
862 802 813 544 797 834 800 511 8919
537 268 200 389 343 303 494 145 4511
24 33 40 35 43 32 27 48 421
21 26 34 32 17 15 17 11 321
Total
Tabela 12 - Encaminhamentos para o Socio Caritativo – Roupeiro (Nº peças doadas)
2013
2014
2015
2016
2017
2018
21 591
23 136
19693
22996
13065
13430
Tabela 13 - Comparação do número peças doadas por ano
Artigos Peças mobiliário
2014 46 Peças
2015 16 Peças
2016 3 Peças
2017 3 Peças
2018 8 Peças
Artigos Casa
57 Artigos
188 Artigos
68 Peças
19 Peças
20 Peças
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Artigos de bebé
5 Artigos
12 Artigos
7 Peças
3 Peças
4 Peças
Tabela 14 - Encaminhamentos Sócio Caritativo para Apoio em mobiliário/eletrodomésticos e outros por Ano
Podemos observar que o nº de artigos (artigos de mobiliário, casa e bebé) doados aos utentes pela Cáritas tem sofrido um decréscimo bastante acentuado, tal fator deve-se, às famílias estarem cada vez mais a optar por vender este tipo de artigos em sites online de segunda mão, do que doarem os artigos a instituições de solidariedade social. Ano
2013
2014
2015
2016
2017
2018
Nº agregados apoiados
74
137
175
77
60
46
Tabela 15 - Nº Famílias Apoiadas pelo FSS por Ano
O nº de famílias apoiadas pelo FES tem vindo a diminuir significativamente desde 2015, uma vez que o projeto FSS da Cáritas Portuguesa terminou, ficando apenas disponível o Fundo de Emergência Regional (FES). Ano Nº crianças apoiadas
2014
2015
2016
2017
2018
16
23
26
11
13
Tabela 16 - Apoios prestados através do programa Prioridade às Crianças
Nome Recolhimento de São Gonçalo Abrigo Amigo AMI Centro Comunitário Terra-Chã Núcleo Cáritas Terra- Chã Voluntária D. Teresa Avila Conferência Santa Luzia Núcleo Cáritas Sé Núcleo Cáritas S. Sebastião Núcleo Cáritas 5 Ribeiras Núcleo Cáritas Porto Judeu Conferência Vicentina Ribeirinha Estabelecimento Prisional
Tipo Apoio Alimentar Alimentar Alimentar Alimentar Alimentar (produtos para cabaz de natal) Alimentar (produtos para cabaz de natal) Alimentar (produtos para cabaz de natal) Alimentar (produtos para cabaz de natal) Alimentar (produtos para cabaz de natal) Alimentar (produtos para cabaz de natal) Alimentar (produtos para cabaz de natal) Alimentar (produtos para cabaz de natal) Vestuários e Produtos de Higiene
Tabela 17 - Apoios prestados a Núcleos e outras Entidades
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Desemprego Baixos Rendimentos Rendimentos Nulos Baixa Escolaridade Famílias Monoparentais Sobre-endividamento Tabela 18 - Principais Problemáticas identificadas
O perfil das pessoas que nos pedem ajuda tem mudado nos últimos anos. Há uns anos atrás a maioria das famílias que recorria à Cáritas vivia de prestações sociais (RSI), apresentavam baixa escolaridade e alguma dependência dos serviços sociais, hoje este cenário ainda existe, porém, a situação alterou-se um pouco. Atualmente recorrem à Cáritas famílias que outrora pertenceram à classe média, que neste momento os seus rendimentos são provenientes de prestações sociais, estas famílias nunca se tinham deparado com uma situação de pobreza, cujo desemprego, os cortes salariais e o sobre-endividamento conduziram a uma vivência de grande fragilidade económica e emocional. A crise económica que se instalou em Portugal nos últimos anos fez disparar o nº de “ novos pobres”, segundo Isabel Jonet, estes “novos pobres“ são pessoas que têm um emprego, um salário fixo ao final do mês, mas cujo rendimento não chega para cobrir as despesas do quotidiano, face a esta situação estas famílias passaram a solicitar ajuda nas diferentes instituições de solidariedade social. Nestes últimos anos houve um aumento de pedidos de ajuda provenientes de pessoas com formação profissional e académica superior, situação muito pouco frequente há alguns anos atrás. Apesar de esta realidade estar a mudar, a maioria das famílias atendidas pela Cáritas, têm baixas qualificações o que dificulta a sua integração no mercado regular de emprego. Importa salientar que muitos dos nossos utentes que se encontram em situação ativa de emprego estão a frequentar programas de emprego (RECUPERAR, SEI, PROSA…), ou trabalham em regime de part-time nas áreas da limpeza ou agricultura.
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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As pessoas integradas em programas de emprego após concluírem o programa voltam a procurar os nossos serviços, os programas de emprego melhoram as condições socioeconómicas das famílias por um curto espaço-tempo. Os programas de emprego não são mais que um “fogo em fase de rescaldo”.
Nº Visitas Realizadas
Angra Heroísmo 60
Praia Vitória 8
Tabela 19 - Nº Visitas Realizadas por Ano
Nº Visitas Realizadas
Angra Heroísmo 81
Praia Vitória 51
Tabela 20 - Nº de Planos de Apoio
4.7.4.Donativos Recebidos Instituição Particular Particular EMATER Comissão de Festas S. Carlos
A.H Carne de vaca Carne de Frango Produtos alimentares Sopas de Espirito Santo
P.V
Núcleo Cáritas S. Sebastião
10 kg Bananas
--------------------
Junta de Freguesia de S. Bento
Brinquedos
----------------------
Terauto
Brinquedos de Natal
---------------------
----------------------------------------------------------------
Tabela 21 - Donativos recebidos
Nota: Semanalmente a Cáritas recebe bens alimentares entre outros produtos provenientes do Híper Mercado – Continente
Recolha de Alimentos
Quantidade Recolhida
Praia (2016)
2560 Kg
Angra (2016)
4326KG
Praia (2017)
2600Kg
Angra (2017)
4311,275Kg
Angra (2018)
4888,12Kg
Praia (2018)
2515Kg
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Tabela 22 - Campanha de Alimentos
4.7.5. Compras Socio-Caritativo Mês Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total
A.H 711,28€ ---158,18€ 928,99€ ------594,27€ 350,86€ ------337,16€ 807,07€ 3887,81€
P.V ---327,38€ 614,08€ ---403,79€ 150,72€ ------------254,71€ ---1750,68€
Tabela 23 - Valor gasto em compras para o Socio – Caritativo Angra Heroísmo e Praia Vitória
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
4.8. Animação de Rua Descrição: Desde finais de 2004, a
Cáritas da Ilha Terceira, no âmbito de um acordo de cooperação com a
Direção
Regional
da
Solidariedade e Segurança Social, tem vindo a desenvolver um projeto de Animação de Rua no Bairro do Lameirinho, dirigido a crianças e jovens desse mesmo Bairro ou que de alguma forma fazem parte da dinâmica de trabalho da Equipa e respetivo raio da ação. O trabalho feito com estas crianças e jovens prioriza as abordagens informais, propiciando o trabalho de prevenção primária e secundária de comportamentos desviantes, valorizando a adoção de estilos de vida saudáveis. Assim, este projeto procura a criação e dinamização de um contexto relacional de proximidade, facilitando a identificação de problemas em vários patamares (social, familiar, individual) procedendo ao devido encaminhamento ou resolução, contribuindo de forma perentória para um sentido de comunidade no Bairro do Lameirinho como o comprovam as parcerias com as instituições dessa área geográfica. Tendo isto em conta, as atividades desenvolvidas são essencialmente de cariz cultural, desportivo e lúdico estando mensalmente delineadas com objetivos definidos. A atividade da equipa de Animação de Rua tem como âncora o Atelier de São João de Deus e o Bairro do Lameirinho. Contudo, com o propósito de diversificar o contexto de intervenção, o raio de ação da Equipa Técnica foi alargado, pelo que a equipa passou a intervir fazendo trabalho de suporte ou de motivação junto aos estabelecimentos de ensino e outras zonas de concentração juvenil.
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Objetivos Gerais - OG. Ar1 - Promoção do aproveitamento escolar para 2018: - OG. Ar2 - Dinamização de momentos formativos direcionados a utentes, famílias e comunidade - OG. Ar3 - Giros Noturnos
OG. Ar1 - Promoção do aproveitamento escolar Descrição
- Reforço na relação e comunicação com meio escolar. - Dinamização de atividades que visem o desenvolvimento de competências de literacia.
Metas para 2018
Desenvolver medidas e contactos que promovam a relação com o meio escolar e o desenvolvimento de competências de literacia num número igual ou superior a 30.
Fórmula de
Nº de contactos com comunidade escolar (professores, técnicos)/ano + Nº
Cálculo
anual de atividades de literacia/ano = ≥ 30
Responsável
Coordenador ARCIT
Resultados
154
Oportunidades
O indicador deverá ser aumentado. Neste momento já se fazem muitas
para futura
atividades de literacia, e o número de contactos com meio escolar deverá aumentar no futuro, uma vez que estamos a implementar um documento em que os pais autorizam a troca de informações entre a valência e a escola. Constituir-se-á uma oportunidade para um maior número de contactos em contexto escolar.
Riscos futuros
Alguns pais não autorizarem a obtenção de informações em contexto escolar.
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
OG. Ar2 – Dinamização de momentos formativos direcionados a utentes, famílias e comunidade Descrição
Serão organizados momentos de formação e informação, com o formato de ações de sensibilização. Estas iniciativas serão direcionadas aos utentes, famílias e comunidade em geral como forma de enriquecimento curricular e capacitação. Pretende-se, em simultâneo, fomentar a aproximação com a comunidade. Neste âmbito também se prevê a organização momentos de formação direcionados aos colaboradores da própria instituição.
Metas para 2018
Realização de 3 ou mais sessões de sensibilização direcionado aos utentes, comunidade ou funcionários
Fórmula de
Nº de sessões de sensibilização direcionado a utentes, comunidade ou
Cálculo
funcionários = ≥3
Responsável
Coordenador ARCIT
Resultados
7
Oportunidades
O interesse de alguns utentes nas formações administradas.
para futura
Um crescente interesse pela formação ao longo da vida.
Riscos futuros
A comunidade não aderir às solicitações.
OG. Ar3 - Participação e parceria com outros projetos da CIT Descrição
Implementação de giros noturnos regulares, permitindo a monitorização de situações de risco e contactos com a comunidade.
Metas para 2018
Mínimo 18 giros noturnos anuais
Fórmula de
Nº de giros realizados de 01 janeiro a 31 dezembro ≥ 18
Cálculo Responsável
Coordenador ARCIT
Resultados
1
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Caso não se tenha
A equipa técnica já tem um horário bastante exigente e demonstra muita
atingido os
disponibilidade para outras solicitações fora do horário de trabalho. Não são
objetivos indicar
exequíveis tantos giros noturnos. No entanto, apostar-se-á num reajuste deste número para o ano 2019, passando a prever-se 8 giros.
quais as razões Oportunidades
Será sempre uma privilegiada fonte de informação sobre os utentes da
para futura
valência e as dinâmicas sociais e comunitárias onde se inserem. Proporciona uma monitorização de situações de risco fora do horário e das rotinas que a equipa conhece.
Metas de Processos 2018
- OPC 8a- Animação de Rua (frequência diária) - OPC 8b- Animação de Rua (atividades) - OPC 8c- Animação de Rua (contactos rua)
OPC 8a- Animação de Rua (frequência diária) Metas para 2018
Mínimo diário de 25 utentes a frequentar o espaço
Fórmula de Cálculo (Nº de dias no ano com => 25 utentes/ Nº de dias no ano em que o ateliê esteve aberto) X 100 Responsável Coordenador da Equipa de Animação de Rua Resultados 41% Caso não se tenha
Neste ano tem-se notado um ligeiro decréscimo no número total de
atingido os
utentes no ateliê. Curiosamente este decréscimo tem dado lugar a uma
objetivos indicar
maior estabilidade e menor flutuação nas presenças, ou seja, os utentes
quais as razões
aumentaram a regularidade das suas presenças. Os que vão, vão regularmente e, mesmo não havendo obrigatoriedade nas presenças, faltam muito pouco, o que deixa a equipa muito satisfeita.
Oportunidades
Criar estratégias para que a população mais flutuante comece a ser mais
para futura
assídua.
Riscos futuros
- Risco de, com um número tão alto de utentes, colocar-se em causa a qualidade e individualidade do serviço.
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
OPC 8b- Animação de Rua (atividades) Metas para 2018
Realização de um mínimo de 48 atividades de cariz pedagógico, cultural e/ou comunitário por ano.
Fórmula de Cálculo Meses em que se efetuaram pelo menos 4 atividades de cariz pedagógico, culturais e/ou comunitário X 100] / 12* (*meses do ano) Responsável Coordenador da Equipa de Animação de Rua Resultados 100% Oportunidades
Crescente aposta em atividades de cariz pedagógico, culturais e/ou
para futura
comunitário que se converterão em aquisição de conhecimentos e aprendizagens e proporcionarão uma maior e melhor adaptação social aos utentes.
Riscos futuros
Os utentes não aderirem às atividades propostas.
OPC 8c- Animação de Rua (contactos de rua) Metas para 2018
80% dos meses contactar com pelo menos 20 utentes em contactos de rua
Fórmula de Cálculo [meses em que se contactou com pelo menos 20 utentes em contactos de rua X 100]/ 12* (*meses do ano) Responsável Coordenador Equipa de Animação de Rua Resultados 75% Oportunidades
- Captação de mais crianças e jovens para a valência.
para futura
- Apoio a um maior número de utentes.
Riscos futuros
- Visão externa da instituição ao observarem a existência de técnicos a abordar crianças e jovens na rua. - As crianças e jovens não aderirem às abordagens.
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
N.º de Pessoas abrangidas pela Animação de Rua Dentro do Protocolo
80
Fora do Protocolo
9
4.9. Animação Pastoral Descrição: O “+ Próximo encontra-se inserido na Animação pastoral social. Este projeto aposta na organização do pilar social da igreja e na formação dos agentes pastorais. A Cáritas Diocesana dos Açores com este projeto
pretende
fazer
caminho
na
estruturação de um modelo nacional para uma intervenção social de proximidade da Igreja, reforçando, assim, a formação dos agentes, das comunidades e instituições católicas locais no desenvolvimento espiritual e social, de forma sustentada e duradoura. Reforçar competências, animar e promover a criação de grupos em todas as comunidades paroquiais e melhorar a cooperação entre os organismos e movimentos de ação social e caritativas já existentes é esta a opção estratégica assumida pela Cáritas para os próximos anos. O projeto "+ Próximo" ganha, desta forma, relevo como instrumento de resposta à crise ao desenvolver atividades transversais de sensibilização que envolvem todos os cristãos e as organizações da Igreja envolvidas na pastoral social de proximidade. Como nos apela o Papa Francisco, na sua Encíclica “LUMEN FIDEL” no ponto 51 do IV Capitulo, temos que agarrar na Doutrina Social da Igreja e mostrar que é possível pô-la em prática, para construir uma sociedade mais justa, mais feliz onde todos podem ser pessoas. Para isso tem que ter os pés bem assentos na Fé, ela ilumina também as relações entre os homens, porque nasce do amor e segue a dinâmica do amor de Deus. É nesta dinâmica do amor de Deus e por ter a certeza que “DEUS CARITAS EST” que queremos continuar a Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
desenvolver o projeto “+ Próximo”. Assim sendo, a Cáritas da Ilha Terceira pretende continuar a (re)organizar a pastoral social envolvendo toda a comunidade cristã, tendo sempre como pano de fundo a Parábola do Bom Samaritano (Lc. 10, 29-37)
Objetivos Gerais - OG. Pa1 – Criação de grupos em todas as comunidades paroquiais para 2018: - OG. Pa2 – Apostar na organização e formação social - OG. Pa3 – Motivar os agentes de ação social para os princípios fundamentais da Doutrina social da Igreja. - OG. Pa4 – Formar os voluntários e colaboradores para Doutrina social da Igreja
OG. Pa1 – Criação de Grupos em todas as comunidades paroquiais Descrição
Sensibilizar para a importância da criação dum grupo estruturado, disponível para trabalhar mais de perto com a Cáritas e atento as necessidades da paróquia.
Metas para 2018
Encontros com as paróquias
Fórmula de Cálculo
Sim/Não
Responsável
Coordenadora do Projeto +Próximo
Resultados
Sim Antes da semana Cáritas houve uma sensibilização junto de todas as paróquias, com o objetivo de motivar e sensibilizar para a importância dos grupos paroquiais e também apelar para a semana Cáritas.
Oportunidades para
Oportunidade de criação de novos grupos
futura Riscos futuros
Rico de desmantelamento do grupo
OG. Pa2 – Apostar na organização e formação social Descrição
Sensibilizar para a importância da formação, implementação de sessões formativas sobre os módulos do projeto.
Metas para 2018
Mod.Ef.3.1./CIT
Implementação de sessões formativas sobre os módulos do projeto.
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
Fórmula de Cálculo
Sim ou Não
Responsável
Coordenadora do Projeto +Próximo
Resultados
Sim Dia 19 de janeiro 2018, Zona de Angra e periferias, realizou-se uma sessão “ Ação social na Paróquia” 16 de março ouvidoria da praia da vitoria, realizou-se nas fontinhas, com o modulo “atendimento de proximidade” 20 e 21 de Abril nas ilhas das flores com 2 módulos
Oportunidades para
Oportunidade de serem as paróquias a pedir a formação
futura Riscos futuros
Risco de cancelamento da formação
OG. Pa3 – Motivar os agentes de ação social para os princípios fundamentais da Doutrina Social da Igreja Metas para 2018
Motivar os agentes da ação social para a importância da formação e para pastoral caritativa organizada.
Fórmula de Cálculo
Abranger as paróquias que não participaram nas jornadas da Pastoral Social.
Responsável
Sim/Não
Resultados
Coordenadora do Projeto +Próximo Sim Foram abrangidas paróquias que nunca tinham recebido a formação, como: S. Mateus, Cinco Ribeiras, S. Bento. Encontro com as conferências de S. Vicente de Paulo, no dia 15 de junho no salão da Cáritas
Oportunidades para
Nestas Paróquias formar um grupo Cáritas
futura Riscos futuros
Mod.Ef.3.1./CIT
As paróquias não quererem a formação
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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Relatório de Atividades e Contas 2018
OG. Pa4 – Formar os voluntários e colaboradores para Doutrina social da Igreja Sensibilizar para a importância da formação, implementação de sessões
Metas para 2018
formativas sobre o módulo do projeto “Doutrina Social da Igreja”
Fórmula de Cálculo
Realizar uma breve formação a todos os que colaboram na Cáritas (voluntários e profissionais) para que estes tenham um adequado conhecimento no que respeita ao exercício da Caridade na Igreja.
Responsável
Sim/Não
Resultados
Coordenadora do Projeto +Próximo
Caso não se tenha
Sim
atingido os
Realizou-se nos dias 20 e 21 de fevereiro 2018 no salão da Cáritas, para todos os
objetivos indicar
colaboradores
quais as razões
Dados relativos à Ilha Terceira N.º de Paróquias com Grupos Paroquiais de Ação Social N.º de Paróquias com Cáritas Paroquiais N.º de Paróquias N.º de GPAD acompanhados pela Cáritas de ilha N.º de GPAS com outros projetos em parceria com a Cáritas de ilha N.º de Paróquias que receberam formação do + Próximo N.º de Pessoas abrangidas pela formação do +Próximo
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
15 7 34 7 12 25
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4.10. Empresa Social de Inserção “As Nossas Quintas”
Descrição: A Cáritas da Ilha Terceira promove desde 2004
ações de captação, estabilização e formação de jovens entre os 14 e os 21 anos em situação de maior vulnerabilidade social, com baixos índices de qualificações académicas, absentismo ou abandono escolar, sem emprego e sem perspetivas de inclusão no mercado de trabalho, levando muitas vezes a decisões e percursos marcadamente desviantes. O trabalho desenvolvido pelo Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil da Cáritas da Ilha Terceira (CDIJ) e da sua Unidade de Formação e através das suas parcerias são fulcrais na criação de estratégias de intervenção social com o seu público-alvo através de programas de captação e inserção de jovens em programas formativos de equivalência ao 6º e 9º ano de escolaridade ou mesmo na intervenção em contexto escolar. Com o marcado nível de desemprego jovem na Região Autónoma dos Açores de uma forma geral e na Ilha Terceira em específico, desde 2012, esta valência apresentou candidaturas a entidades privadas para financiamento de ações na capacitação para a empregabilidade de jovens entre os 18 e os 30 anos com o objetivo de promover competências pessoais, sociais e capacitar para a empregabilidade. Primeiramente, o projeto Terra Nostra – Capacitação com Raízes, que decorreu entre 2013 e 2015, em parceria com a Cooperativa BioAzórica e a Ordem Franciscana, financiado pela Fundação EDP Solidária, que permitiu dar formação teórica e prática a 26 jovens na área da agricultura biológica com o complemento de experiências práticas em terrenos da Cáritas da Ilha Terceira e de experiências vocacionais com produtores locais. Como resultados imediatos do projeto, na inserção
Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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de 4 jovens no mercado de trabalho e a criação de um sistema de produção e venda de produtos em modo de biológico em espaços e terrenos da Cáritas ou de novos parceiros que se aliaram ao projeto. Em segundo, no ano de 2015 até março de 2016, esteve em desenvolvimento o projeto TRAD(E)-IN Tradição e Inovação para a Empregabilidade em parceria com a Fundação de Ensino Profissional da Praia da Vitória e financiado pelo mecanismo europeu das EEA Grants do Programa Cidadania Ativa gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian. Este projeto permitiu o desenvolvimento de ações de capacitação para a empregabilidade em diferentes áreas (Pastelaria e Doçaria Tradicional Açoriana, Transformação Frutícola e Embalamento de produtos hortícolas) resultando na integração de 8 jovens no mercado de trabalho. Na premissa de a Cáritas da Ilha Terceira se posicionar nas ações de capacitação de jovens para a empregabilidade em áreas do sector primário, e como junção das potencialidades dos 2 projetos, foi criada a marca “As Nossas Quintas” que pretende uniformizar e dar a conhecer de uma forma organizada, a ação de promoção de competências para a empregabilidade em áreas tão profícuas nas ilhas de bruma e que de certa forma podem ser potenciadores de oportunidades para os jovens. Esta marca enjeita ser um contributo para o desenvolvimento sustentável de ações inovadoras que possibilitem a integração de jovens e beneficiários que se enquadrem na perspetiva da intervenção local cujo resultado a obter é o equilíbrio entre a intervenção social, a promoção das competências pessoais, sociais e de empregabilidade de públicos em situação de maior vulnerabilidade social apostando sempre no que é local e potenciador de oportunidades de empregabilidade, de implementar ideias inovadoras. Queremos ser referência na área da economia social solidária na Ilha Terceira. Em Agosto de 2016, recebemos o parecer positivo à candidatura efetuada em outubro de 2015 à criação de uma empresa social de inserção, designada por “As Nossas Quintas”. Esta empresa é gerida pela Cáritas da Ilha Terceira e permitiu, numa fase inicial na contratação de 2 recursos humanos para desenvolver atividades práticas na área da agricultura biológica, embalamento, comercialização e ainda a possibilidade de prestação de serviços na área de agricultura para particulares. Além da área da agricultura, a área da transformação frutícola (confeção de compotas) Mod.Ef.3.1./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 e revisto em 8-8-2017 Aprovado por: PD Data 23-04-2014 e a revisão em 11-82017
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e pastelaria de pequenos doces tradicionais serão também plano integrante deste novo projeto, contando com a afetação de 1 recurso humano. Para o acompanhamento de proximidade e desenvolvimento das diversas atividades, conta ainda com uma assistente social e um engenheiro agrícola.
OG. Nq.1 - Aumentar a produção “As Nossas Quintas” Descrição do
Aumentar a produção hortícola, frutícola e de pastelaria, bem como a
Objetivo
comercialização a particulares, empresas e parceiros dos produtos da Empresa Social de Inserção As Nossas Quintas.
Metas para
Atingir um valor mínimo de faturação de 25 000€ durante 2018
2018 Fórmula de
Sim ou Não
Cálculo Responsável
Coordenador da Empresa Social de Inserção As Nossas Quintas
Resultados
Sim. 42713€
Mod.Ef.3.1./CIT
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4.11. Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Angra do Heroísmo
A equipa técnica de reforço da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Angra do Heroísmo tem como funções prestar o apoio técnico à CPCJ, no âmbito das suas competências, nomeadamente, na prática de atos concretos necessários ao exercício de funções na sua modalidade restrita, na recolha de elementos indispensáveis ao diagnóstico dos casos, e no acompanhamento e execução das medidas de promoção e proteção, incluindo a sua revisão, bem como poderá ainda ser encarregue da prática de atos considerados necessários, no exercício das competências da Comissão de Proteção, na sua modalidade alargada, nos termos dos artigos 18.º e 21.º da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo (LPCJP – Lei nº 147/99, de 1 de setembro). A equipa técnica é constituída por duas técnicas de serviço social, uma técnica superior de psicologia e uma administrativa. De referir que de março de 2018 até ao presente, uma das técnicas de serviço social esteve a desempenhar funções ao abrigo do Programa “SEI”, da Direção Regional do Emprego e Qualificação Profissional. Ao longo do ano de 2018 a equipa técnica de reforço prestou apoio no acompanhamento de 365 processos de promoção e proteção, 168 dos quais transitaram do ano de 2017, 123 foram instaurados e 74 dos quais foram reabertos. Para além disso, as técnicas participaram ativamente na organização de diversas ações no âmbito das competências da comissão alargada (artigo 18.º da LPCJP), destacando-se as atividades desenvolvidas no âmbito da comemoração do mês da prevenção dos maus tratos na infância, nomeadamente, a realização da marcha silenciosa, a partilha da história do laço azul e do calendário dos afetos, pelas diversas escolas do Concelho, a sensibilização junto das turmas do pré-escolar e 1º ciclo da Escola Básica Integrada Francisco Ferreira Drummond, com recurso à história do laço azul e ao calendário dos afetos, a criação de um laço azul humano com os alunos do 6º ano e jovens do regime educativo especial da mesma unidade orgânica, e ainda a realização da ação de sensibilização - "Bullying e Cyberbullying", em conjunto com a Polícia de Segurança Pública de Angra do Heroísmo.
Mod.Ef.3.1./CIT
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4.12. Voluntariado Descrição: O Voluntariado é uma atividade não remunerada, assumida de livre vontade, em que alguém oferece o seu tempo. Trata-se de uma prática de extremo valor económico e social, principalmente para as organizações não-governamentais sem fins lucrativos. A Cáritas deve privilegiar e valorizar aqueles que, de livre vontade, oferecem o seu tempo à ação da Instituição. O voluntariado é um espaço privilegiado de participação cívica, de encontro consigo e com os outros, contribuindo para a transformação social. Os voluntários da Cáritas não devem ter uma posição de benemérito que apoia o necessitado, mas assumir um ação que proporcione a mudança construtiva no outro, preservando sempre a individualidade e a vontade própria do utente, dentro dos limites possíveis na intervenção
Objetivos Gerais - OG.Vo1 – Captar novos voluntári@s para 2018: - OG. Vo2 – Formar Voluntários - OG.Vo3 – Acompanhar voluntári@s
OG.Vo1 – Captar novos voluntári@s Metas para 2018
Captar 6 novos voluntári@s
Fórmula de Cálculo
Número de inscrições
Responsável
Coordenadora Técnica da UAS
Resultados
Sim 6 Inscrições
Oportunidades para
Captar voluntários mais jovens.
futuro Riscos futuros
Mod.Ef.3.1./CIT
Voluntariado envelhecido.
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OG. Vo2 – Formar Voluntários Metas para 2018
Realizar uma ação de formação para tod@s os voluntários da instituição
Fórmula de Cálculo
Foi realizada – Sim / Não
Responsável
Coordenadora Técnica da UAS
Resultados
Sim
Oportunidades para
Realizar parcerias para dinamização de ações de formação na área do
futuro
voluntariado.
Riscos futuros
Não existir disponibilidade de recursos humanos para a dinamização de ações de formação.
OG.Vo3 – Acompanhar voluntári@s Metas para 2018
Realizar uma avaliação individual com cada voluntário
Fórmula de Cálculo
Foi realizada – Sim / Não
Responsável
Coordenadora Técnica da UAS
Resultados
Não
Caso não se tenha
Não houve disponibilidade de recursos humanos para efetuar a avaliação.
atingido os objetivos indicar quais as razões Priorizar o acompanhamento ao voluntariado. Os voluntários sentirem falta de acompanhamento técnico.
Nº Total de Voluntários Regulares – Excluindo Dirigentes da Cáritas dos Açores (pressupõe 25 trabalho regular periódico diário, semanal ou mensal) Homens
4
Menos de 1 ano 3 Mod.Ef.3.1./CIT
Mulheres
N.º voluntários por anos ao Serviço da Cáritas Entre 1 e 3 anos Entre 3 e 6 anos 6 7
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21
Mais de 6 anos 9 Página 72 de 94
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N.º Voluntários Regulares por idade Entre os 26 e 45 anos Entre 46 e 65 anos 1 8
< ou = a 25 anos 2
Sem escolaridade 0
1º Ciclo 1
= ou > a 66 anos 14
N.º voluntários por nível de escolaridade (HTTP://EUROGUIDANCE.GOV.PT/INDEX.PHP?C=INT&ID=2) 2º Ciclo 3º Ciclo Ensino Ensino Secundário Superior 6 5 0 13
Voluntários Ocasionais - TRABALHO VOLUNTÁRIO QUE CORRESPONDE A UMA TAREFA DE CURTA DURAÇÃO, POR UM PERÍODO PRÉ- DETERMINADO, DEFINIÇÃO DO INE HTTPS://GOO.GL/CHPPBP
Nº APROXIMADO DE VOLUNTÁRIOS OCASIONAIS Voluntários no Peditório nacional (número aproximado)
546
Voluntários noutras ações - Peditório de géneros alimentares
170
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4.13. Semana Cáritas A Semana Nacional Cáritas 2018 decorreu de 26 de fevereiro a 04 de março, sob o lema “Cuidar da Casa Comum”. Na Ilha Terceira, o peditório porta a porta decorreu durante toda a Semana e nas superfícies comerciais nos dias 02, 03 e 04 de março, envolvendo cerca de cinco centenas de voluntários. A Cáritas da Ilha Terceira ao longo da Semana apresentou uma exposição de trabalhos reciclados, contruídos pelas formandas do Projeto Restart e dinamizou diversas conferências subjacentes ao tema Cuidar da Casa Comum, bem como diversas atividades com os jovens nas valências. A Semana Nacional Cáritas terminou com uma Celebração Eucarística comemorativa do Dia Cáritas, na Ermida de Santo Amaro, Ribeirinha, no dia 04. Este ano o valor angariado com o peditório foi de 13.616,27 €
4.14. 10 Milhões de Estrelas – Um Gesto Pela Paz A Cáritas da Ilha Terceira assinalou a 01 de dezembro o arranque da campanha “10 Milhões de Estrelas – Um Gesto pela Paz”, com uma celebração eucarística, na Igreja Paroquial das Cinco Ribeiras. A campanha “10 Milhões de Estrelas – Um Gesto pela Paz” consiste em propor à comunidade que, na noite de Natal, acenda uma vela como gesto pela busca da paz, justiça e solidariedade. A venda das respetivas velas foi realizada nas diversas paróquias da ilha, com a colaboração dos grupos de catequeses, e junto da Cáritas da Ilha Terceira. As verbas que resultam desta campanha revertem, em 65%, para as Cáritas Diocesanas, que as aplicarão em projetos destinados a apoiar as famílias portuguesas em situação de carência; e, em 35%, para um projeto internacional. Em 2018 os 35% foram canalizados para ajudar a Cáritas da Venezuela, através do projeto “Nutrir com Esperança” que tinha como objetivo garantir o acesso à saúde e apoio nutricional a crianças até aos 5 anos e mulheres em situação de gravidez de risco. Inserido nesta campanha, foi promovida uma atividade nas instalações do Centro de dia e de noite das Cinco Ribeiras, que consistiu num encontro
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intergeracional, possibilitando o convívio e troca de experiências ente os idosos que ocupam o espaço e um grupo de crianças e jovens das valências Animação de Rua e Creche e Jardim de Infância da Mãe de Deus da Cáritas da Ilha Terceira. Este ano foram vendidas 3.357 velas na Ilha Terceira.
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V - Contas
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