Relatรณrio de Atividades 2015
Relatório de Atividades 2015
Índice I - Introdução ...................................................................................................................................3 Apresentação da Instituição ........................................................................................................3 Missão ..........................................................................................................................................4 Valores .........................................................................................................................................4 Visão ............................................................................................................................................4 Política de Qualidade ...................................................................................................................5 II – Avaliação do Plano Operacional ................................................................................................7 Gestão ..........................................................................................................................................7 Creche e Jardim de Infância Mãe de Deus ..................................................................................9 CDIJ/UFCIT – Centro de desenvolvimento e Inclusão Juvenil/Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira ..........................................................................................................................13 Unidade de Apoio Social ............................................................................................................21 Animação de Rua .......................................................................................................................36 Catástrofes .................................................................................................................................39 III– Cronograma de Atividades ......................................................................................................41 V– Orçamento................................................................................................................................48
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I - Introdução
Apresentação da Instituição A Caritas da Ilha Terceira (CIT) é uma organização social que pratica a Caridade, operacionalizando um serviço fundamental da Igreja. Tem a sua sede no Lar Santa Maria Goretti, na Canada dos Folhadais nº 54, 9700-202, S. Pedro, Angra do Heroísmo A sua origem remonta à década de 50, uma vez que integrava a Cáritas dos Açores, fundada em 1956, com sede em Angra do Heroísmo e delegações em Ponta Delgada e Horta. Com os estatutos aprovados pelo Bispo Diocesano em Março de 2002, a Caritas dos Açores passa a ser a união das Cáritas das diferentes ilhas da Diocese de Angra, sendo atribuída à CIT personalidade jurídica. Para dar resposta aos problemas emergentes a CIT, tem orientado a sua ação no sentido de se especializar na criação de respostas capazes de ajudar na capacitação de jovens com percursos de exclusão. Assim surge a Animação de Rua; a Unidade de Formação; o Centro de Desenvolvimento e Inclusão juvenil (CDIJ), a Unidade de Atendimento a Jovens em Risco. Desenvolveu e desenvolve outros projetos que visam a reabilitação e a prevenção, tais como o Projeto Free( Formação reabilitadora em espaços extremos), Tutal (um modelo de tutoria em meio escolar), (In)Forma-te (prevenção de dependências). Muitas destas ações têm cofinanciamento público. O que foi o atendimento socio-caritativo de então, passou a ser a Unidade de Atendimento Social, capaz de proporcionar uma resposta mais abrangente, indo ao encontro dos novos problemas e procurando integrar soluções, que vão desde ajuda à procura activa de emprego, à inclusão de pessoas em programas de treino de competências, e à aquisição de escolaridade mínima. Desde 2002, tem sido constante a preocupação e a atenção dadas à Animação Pastoral, suscitando e fazendo crescer, nas paróquias, a dimensão social como exigência da vida da comunidade cristã, assegurando o conhecimento e atendimento dos problemas sociofamiliares da comunidade.
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A CIT, consciente da sua missão, tem ao longo destes últimos anos participado em diversas Campanhas de emergência de âmbito nacional e internacional – fogos no continente, enxurradas na Agualva, cheias na Madeira, construção de poços na Guiné-Bissau, abastecimento de água em Cabo Verde, tsunami no Sudeste Asiático, cheias em Santa Catarina (Brasil), terramoto no Haiti, etc Todo o trabalho desenvolvido conta com a colaboração de assalariados e voluntários.
Missão “Sempre mais próximo do próximo” A Cáritas da Ilha Terceira assume o compromisso: - prestar ajuda em situação de emergência; - analisar e combater a pobreza e a exclusão social, promovendo o desenvolvimento humano e a justiça; - animar a pastoral social
Valores Proximidade– aproxima-se das pessoas respeitando-as na sua identidade e coopera na resolução dos seus problemas, com rigor, exigência e verdade; Solidariedade, fraternidade e gratuidade – promove a partilha de forma gratuita, porque nascida de um amor maior; Universalidade – acolhe todas as pessoas e olha para todas as problemáticas agindo de acordo com dignidade da pessoa humana; Radicalidade – atua na raiz dos problemas de modo a promover o “empowerment” de cada individuo; Cooperação e subsidiariedade – baseia-se na colaboração e na responsabilidade; Profissionalismo e atenção do coração - fundamenta-se na competência técnica e na compaixão Desenvolvimento sustentável – alicerça-se na responsabilidade ecológica, na ousadia, na inovação e na esperança
Visão Por mais exigente e difícil que seja, não abdicamos de inscrever no futuro da Terceira, dos Açores, do mundo, a nossa Missão e os nossos valores onde: os pobres e os não atendidos, as comunidades cristãs e a sociedade vivam melhor e de forma mais solidária. Cremos e queremos que no futuro:
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- As pessoas pobres, excluídas e em risco de exclusão, tenham ao seu alcance o suporte económico mínimo e ajuda capacitadora que lhes permita iniciar processos de inserção, e assim garantir o seu protagonismo social; - As comunidades cristãs sejam fieis à sua identidade e missão, servindo, conscientes, na busca de soluções para os problemas concretos que lhes estão mais próximos; - As organizações socio-caritativas da Igreja trabalhem em cooperação, desenvolvam mecanismos de participação e coordenação e manifestem uma imagem coerente com a opção pelos mais vulneráveis. Além disso, que estas organizações aprofundem critérios comuns de atuação e colaborem com outros âmbitos e agentes da ação social. - A cidadania se consciencialize cada vez mais sobre a realidade da pobreza e da exclusão, sobre as suas causas, assumindo uma consciência crítica e de denúncia, e participe socialmente na mudança das estruturas e no auxílio direto aos mais fragilizados, agindo com sobriedade, na edificação de um mundo melhor.
Política de Qualidade A Cáritas da Ilha Terceira, CIT enquanto organização da Igreja Católica para a promoção e dinamização da ação social, está consciente da sua responsabilidade e da necessidade de contribuir, a par de outros agentes, para o permanente desenvolvimento da sociedade, no âmbito da solidariedade, justiça e bem comum. Entende, por isso, que é seu dever assumir o compromisso da melhoria contínua da qualidade dos seus processos, e serviços como uma prioridade da gestão e pilar fundamental na consolidação do prestígio organização. A CIT compromete-se a: - Conceber, implementar e desenvolver modelos de relacionamento com os seus clientes que lhe permitam conhecer e compreender as suas necessidades e expectativas, atuais e futuras, de forma a garantir a plena satisfação e a criação de valor sustentável. - Estabelecer uma gestão por processos, integrados em sistemas, que sejam capazes de assegurar o desenvolvimento da estratégia da organização. - Satisfazer as necessidades dos clientes e colaboradores, fornecendo serviços que cumpram os requisitos legais e contratuais, bem como outros referenciais, aplicáveis para a melhoria contínua do Sistema de Gestão da Qualidade.
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- Aplicar as boas práticas de gestão em todas as suas atividades, assegurando a utilização eficiente dos recursos e investindo nos meios e técnicos e operacionais disponíveis e possíveis, tendo em vista a contínua adaptação à evolução da realidade em que opera e a inovação. - Promover a sensibilização e formação dos colaboradores para as suas obrigações individuais e coletivas quanto ao cumprimento dos requisitos e procedimentos estabelecidos bem como à permanente melhoria da qualidade, assegurando o desenvolvimento das suas competências, o seu envolvimento na obtenção dos resultados planeados e o espírito de pertença à Instituição. - Fomentar uma liderança eficaz, a todos os níveis, criando as condições necessárias para que os responsáveis conduzam as suas equipas numa base de confiança e entusiasmo, transmitindo-lhes a visão de futuro. - Desenvolver e manter um relacionamento profícuo com os seus Parceiros e Fornecedores apostar no reforço da confiança mútua, em moldes que permitam desenvolver competências e alcançar objetivos partilhados. - Incluir objetivos quantificáveis de qualidade nos planos de intervenção, procedendo à medição e avaliação dos resultados obtidos, à identificação de áreas de melhoria e ao estabelecimento de programas de atuação. - Aplicar os requisitos de gestão da qualidade estabelecidos em normas internacionalmente reconhecidas, avançando de forma progressiva rumo à excelência.
A CIT compromete-se, em suma, a atuar em todas as circunstâncias expressas nos valores da organização - caridade, proximidade, responsabilidade e inovação - para que seja possível alcançar e manter padrões de Qualidade em todas as suas atividades, de modo a gerar valor para a sociedade. Reconhece que a competência, criatividade, talento e motivação dos seus colaboradores é recurso valioso.
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II – Avaliação do Plano Operacional Gestão Descrição: Tendo em consideração a escassez de recursos que é apanágio das organizações do 3ª setor, ainda mais numa situação de crise financeira como a atual, obriga a que a otimização da combinação dos meios disponíveis e a procura do máximo impacto possível das intervenções seja a preocupação fundamental da Gestão de Topo na Cáritas da Ilha Terceira. Por isso, a liderança é fundamental, quer para a instituição conseguir atingir os objetivos estratégicos a se propôs, tendo sempre por base a gestão financeira, a qualidade dos serviços e produtos, assim como, na gestão eficaz dos seus recursos humanos.
Objetivos gerais de 2015:
Executar obras estruturais no edifício sede Implementar um Sistema de Gestão da Qualidade
Executar obras estruturais no edifício sede Meta para 2015
Iniciar as obras de forma a estar tudo finalizado em Fevereiro de 2015
Fórmula de Cálculo
Sim ou não
Responsável
Direção
Resultado Obtido
Sim
Observações
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Implementar um Sistema de Gestão da Qualidade Meta para 2015
Fórmula de Cálculo
- Realizar auditorias aos processos chave – 1º trimestre; - Realizar auditorias serviços de apoio – 2º trimestre - Realizar auditoria gestão – 3º trimestre - Ter todo o sistema de Gestão da Qualidade implementado até ao final do ano Sim ou não
Responsável
Coordenador da Unidade de Planeamento, Qualidade e Comunicação (Gestor da Qualidade)
Resultado Obtido
Realizar auditorias aos processos chave – 1º trimestre – Sim
Observações
No final de 2015, os serviços de apoio ainda não tinham implementado os
Todos os outros Não processos, por isso, não foi possível realizar auditorias. Enquanto não se definir as responsabilidades de gestão estratégica e financeira, não será possível implementar o SGQ em toda a instituição.
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Creche e Jardim de Infância Mãe de Deus Descrição: O Jardim-de-Infância da Mãe-de-Deus localiza-se em São João de Deus, em Angra do Heroísmo. Esta valência foi fundada em 1988, tendo como objetivo primordial dar apoio às famílias vítimas
do
sismo
Posteriormente,
de
1980.
face
às
necessidades detetadas, foi criado o serviço de Creche. A Creche mantém um acordo de cooperação com a Direção Regional da Segurança Social e o Jardim-deInfância com a Direção Regional da Segurança Social e Direção Regional da Educação. Atualmente, a creche é composta por três salas, onde trabalham seis auxiliares de educação e uma educadora de infância. Quanto ao Jardim-de-Infância, este funciona em duas salas, com três auxiliares de educação e duas educadoras. No que concerne à alimentação, é servido almoço e lanche, confecionados pelo pessoal de cozinha: uma cozinheira e respetiva auxiliar. O Jardim-de-Infância conta, ainda, com o apoio de uma enfermeira, responsável pela elaboração das ementas e que colabora no despiste de eventuais problemas de saúde. Em suma, a equipa educativa procura promover o bem-estar e o desenvolvimento integral das crianças, com vista ao seu crescimento pleno e harmonioso.
Objetivos gerais de 2015: Fomentar o pensamento crítico-Filosófico para crianças Identificar competências linguísticas (crianças dos 5 anos) Intercâmbio entre creche e animação de rua
Fomentar o pensamento crítico-Filosófico para crianças Meta para 2015
Realizar 20 sessões de filosofia (semanalmente- 30 minutos – crianças da sala dos 5 anos)
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenadora Pedagógica da CJIMD
Resultado Obtido
Não
Observações
Motivos de saúde e baixas médicas da responsável pela implementação na sala.
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Identificar competências linguísticas (crianças dos 5 anos) Meta para 2015
Melhorias no teste de competências aplicado
Fórmula de
Realizar o mesmo teste no início e final do ano letivo, para verificar se houve evolução nos parâmetros trabalhados - Contagem dos itens dos testes e respetiva soma dos resultados, das crianças avaliadas (Total de sins e nãos) Coordenadora Pedagógica da CJIMD
Cálculo Responsável
Resultado Obtido
Sim
Observações
1º teste- Sim-484; Não-186 / 2º teste-Sim-633; Não-37
Meta para 2015
Desenvolver competências de literacia-intercâmbio entre creche e animação de rua
Fórmula de
Sim ou não
Intercâmbio entre creche e animação de rua
Cálculo Responsável
Coordenadora Pedagógica da CJIMD
Resultado Obtido
Sim
Observações
3 encontros(restantes 6 até final ano letivo
Metas de Processos 2016:
- OPC.01- Candidatura -OPC.02 - Admissão e Acolhimento; -OPC.03a - Plano de Desenvolvimento Individual (objetivos); -OPC.03b - Plano de Desenvolvimento Individual (Atividades); -OPC.04 - Planeamento e Acompanhamento das Atividades.
OPC.01- Candidatura Metas para 2015
Dar resposta a pelo menos 80% dos pedidos de candidatura para o ano letivo de 2015/2016 num período máximo de 15 dias
Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos Observações
[n.º total de candidaturas - n.º de respostas a pedidos de candidaturas acima de 15 dias]x100/ n.º total de candidaturas Coordenador dos serviços Administrativo-Financeiros Foi dada resposta a 100% dos pedidos, no período máximo de 15 dias
OPC.02 - Admissão e Acolhimento
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Metas para 2015
Taxa de rescisões de contrato após o programa de acolhimento não superior a 20%
Fórmula de Cálculo [n.º total de novos crianças - n.º de rescisões após o programa de acolhimento]x100/ n.º total novos crianças Responsável Coordenadora Pedagógica da CJIMD Resultados 100% - Não houve rescisões Obtidos Observações
OPC.03a - Plano de Desenvolvimento Individual Metas para 2015
Execução de 80% das ações previstas nos Planos de desenvolvimento individual
Fórmula de Cálculo [∑(n.º total de ações previstas no PI para cada criança) - ∑(n.º de ações realizadas que estavam previstas no PI para cada criança)] x100/∑(n.º total de ações previstas no PI para cada criança) Responsável Coordenadora Pedagógica da CJIMD Resultados Todas as Salas Obtidos sala 0-100%;1 ano-98,03%;2 anos-100%;3 anos-98,58%;5 anos-100%
OPC.03b - Plano de Desenvolvimento Individual (Atividades) Metas para 2015
Execução de 80% dos objetivos previstas nos Planos de desenvolvimento individual
Fórmula de Cálculo [∑(n.º total de objetivos previstas no PI para cada criança) - ∑(n.º de objetivos realizadas que estavam previstas no PI para cada criança)]x100/∑(n.º total de objetivos previstas no PI para cada criança Responsável Coordenadora Pedagógica da CJIMD Resultados Não foram atingidos os objetivos na sala dos 3 e dos 5 anos Obtidos sala 0-98,63%;1 ano-81,76 %;2 anos-83,52%;3 anos-50,64%;5 anos-71,96% (Importa ter em consideração que em 2013/14 também não se atingiu nessas salas: sala 0-98,63%;1 ano-81,76 %;2 anos-83,52%;3 anos-50,64%;5 anos71,96%)
OPC.04 - Planeamento e Acompanhamento das Atividades Metas para 2015
Execução de 70% das ações previstas nos Planos Pedagógicos de cada sala
Fórmula de Cálculo
[∑(n.º total de ações previstas no PP de cada sala) - ∑(n.º de ações realizadas que estavam previstas no PP de cada sala)] x100∑(n.º total de ações previstas no PP de cada sala) Coordenadora Pedagógica da CJIMD Todas as Salas Sala 0-93,93%;1 ano-97,36%; 2 anos-96,38%; 3 anos-84,61%;5 anos-78,68%
Responsável Resultados Obtidos
Frequência 2014/2015 Página 11 de 72
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Creche
Jardim de Infância
Sala 0 anos
Sala 3 anos Crianças
Feminino Masculino Total
4 7 11
Crianças
Feminino Masculino Total
Sala 1 ano
13 11 24
Sala 4/5 anos Crianças
Feminino Masculino Total
7 7 14
Crianças
Feminino Masculino Total
9 15 24
Sala 2 anos Crianças
Feminino Masculino Total
10 5 15
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CDIJ/UFCIT – Centro de desenvolvimento e Inclusão Juvenil/Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira Descrição: O Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil da Cáritas da Ilha Terceira (CDIJ-CIT) surge em 2007, agregado à Rede Regional de Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil dos Açores. O CDIJ-CIT é uma estrutura de âmbito comunitário vocacionado para a promoção do desenvolvimento saudável de jovens que se encontram em situações de risco e facilitador de uma verdadeira integração social dos mesmos, pelo desenvolvimento das competências pessoais, sociais, educativas e de empregabilidade,
para
a
prevenção
das
dependências e para a promoção da saúde, da orientação vocacional, da formação sociocultural e formação nas tecnologias da informação. Carateriza-se por ser um espaço multifacetado de trabalho com jovens quer em contexto escolar, quer
extraescolar,
que
abrange
diversas
componentes e parcerias, nomeadamente uma articulação com a Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira, Plataforma de Encaminhamento, Projeto (In)Forma-te, TUTAL (tutoria em contexto escolar), Equipa de Jovens em Risco do IDSA e Associação Portuguesa de Emprego Apoiado. Em suma, é um espaço com intervenção psicossocial personalizada sobre o público-alvo, aberto, dinâmico e de fácil acesso, que permite o desenvolvimento de atividades sociais positivas (desportivas, culturais, utilização de novas tecnologias, competências de base, entre outras), agregadas a outras estruturas de informação/formação, fortemente associadas a uma intervenção psicossocial, quer sobre os jovens, quer sobre a respetiva envolvente familiar e comunitária. A Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira (UFCIT) constituiu-se enquanto entidade formadora a partir de 2005 (entre 2005 e 2009 denominada Unidade de Formação da Cáritas dos Açores- UFCA, com um polo também no Faial, mas a partir dessa data com ação restringida à Ilha Terceira). Inicialmente (entre 2005 e 2009) ao abrigo do Programa Itineris (Portaria Regional nº 76/2007), no caso dos jovens, e dos Cursos de Alfabetização e Atualização das Competências de Literacia- CAACL (Portaria nº 19/2007, de 12 de Abril), no caso dos adultos, desde 2009 a ação formativa da UFCIT rege-se pelo Programa Reativar (Portaria nº 107/2009 de 28 dezembro). Mantém-se uma dupla vertente deste trabalho, com a aplicação
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deste programa a jovens com idades superiores a 16 anos, num regime diurno, e com a aplicação deste mesmo programa a adultos com idades superiores a 18 anos, num regime pós-laboral. Tal como alicerçado na missão da instituição, a Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira existe para dar resposta à pobreza e à exclusão social através da promoção e formação do desenvolvimento humano. Neste sentido, são sempre destinatários preferenciais da ação da UFCIT jovens e adultos em situação/ risco de exclusão social, com baixas competências ao nível da literacia e/ou sem qualificação profissional que facilite a sua entrada no mercado de trabalho. Nestes 7 anos de intervenção formativa, a Cáritas da Ilha Terceira tem-se especializado na intervenção de proximidade com populações em risco, nomeadamente com jovens em fase de pré- delinquência ou delinquência, reclusos, beneficiários do RSI ou em outras formas de exclusão social. Por esse motivo, a intervenção tem-se focalizado, principalmente, no desenvolvimento de competências básicas de literacia (área 010- Programas de base), havendo sempre um grande enfoque na promoção de competências pessoais e sociais (área 090- Desenvolvimento). São formações de cariz presencial.
Objetivos Gerais para 2015:
- Manter a revitalização das atividades de follow-up - Manter o alargamento da ação do CDIJ em âmbito escolar - Continuar o processo de procura de fontes de financiamento privadas/alternativas; - Manter a melhoria do processo de comunicação da ação do CDIJ/UFCIT - Desenvolver e Implementar uma estratégia de intervenção Socioeducativa baseada num jogo digital
Manter a revitalização das atividades de follow-up Meta para 2015
Realização de pelo menos uma UFCD
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenador do CDIJ /UFCIT
Resultado Obtido
Sim
Observações
Foram iniciados 3 cursos com um total de 10 UFCD de 10 horas. Até ao final de Dezembro realizaram-se: 152 de um total de 225 horas de Formação em Pastelaria e Doçaria tradicional Açoriana/ 62 de um total de 125 horas de Formação em Transformação Frutícola/ 45 de um total de 100 horas de Formação em Preparação de Produtos em modo de Agricultura Biológica - Embalamento
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Manter o alargamento da ação do CDIJ em âmbito escolar Meta para 2015
Fórmula de
1. Envolver duas escolas do concelho (Escola Básica e Secundária Tomás de Borba e Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade) no desenvolvimento de atividades de mentoria, orientação vocacional e promoção de competências pessoais e sociais; 2. Implementar um clube artes plásticas na Escola Básica e Secundária Tomás de Borba Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenador do CDIJ /UFCIT 1. Sim
Resultado Obtido
2. Não
Observações
Por acumulação de atividades e projetos, foi solicitado à CMAH um adiamento (ponto 2) para 2016, tendo sido aprovado.
Continuar o processo de procura de fontes de financiamento privadas/alternativas Meta para 2015 Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenador do CDIJ /UFCIT
Resultado Obtido
Aprovado Porjeto Trade-IN Outras candidaturas não aprovadas: Prémio Maria José Nogueira Pinto 2015, Prémio Fundação Calouste Gulbenkian 2015, Bolsas Sociais EPIS, Prémio Social CEPSA 2015 (candidatura para o CJIMD e ARCIT) ; Jovens + 2015 (candidatura para o CJIMD e ARCIT) Candidaturas A aguardar resposta: Prémio Anders Wall 2015, Fundação BCP 2015, Empresa Social de Inserção 2015 Programa Vértice 2015: angariação de 3 novos apoios financeiros
Observações
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Manter a melhoria do processo de comunicação da ação do CDIJ/UFCIT Meta para 2015
Fórmula de
1. Realizar pelo menos 30 publicações sobre atividades do CDIJ/UFCIT no site da CIT/Facebook; 2. Criar entre 3 a 5 suportes gráficos (vídeo) de atividades realizadas (e.g. testemunhos); 3. Publicar pelo menos 7 artigos em jornais locais e regionais 4. Realização de pelo menos 4 reportagens acerca das atividades do CDIJ/UFCIT Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenador do CDIJ /UFCIT
Resultado Obtido
Todos Sim
Observações
Desenvolver e Implementar uma estratégia de intervenção Socioeducativa baseada num jogo digital Meta para 2015
O objetivo foi construir um jogo pedagógico que serviu de apoio ao processo de orientação vocacional de desenvolvimento de competências comunicacionais em estágio, foram metas em 2015: 1. Desenvolver e testar o protótipo do jogo digital (Janeiro-Março); 2. Formar os técnicos para a sua utilização como recurso de intervenção social (Janeiro-Março); 3. Implementar o jogo nas duas turmas em que estão a ser realizadas as sessões de orientação vocacional e promoção de competências pessoais e sociais (Escola Básica e Secundária Tomás de Borba e Escola Secundária Jerónimo Emiliano de Andrade) – (Março/Abril); 4. Implementar o jogo numa turma do curso Reativar jovem na UFCIT – (Outubro/Novembro).
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenador da Unidade de Planeamento, qualidade e Comunicação
Resultado Obtido
Sim
Observações
1. O jogo foi construído tendo por base as necessidades dos mediadores/formadores do projeto Trad-in; 2. Participaram na formação 2 técnicos e dois formadores do CDIJ e os 3 Animadores de Rua da ARCIT, num total de 10 horas de formação; 3. Implementação numa turma da Escola Tomás de Borba e outra da Escola Jerónimo Emiliano de Andrade; 4. Implementação na Nova Turma Reativar Jovem.
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Metas de Processos 2015:
- OPC.05 - Sinalização/Captação; - OPC.06 – Avaliação e Intervenção; - OPC.07 – Seguimento; - OPC.09a – Formação (abandono) - OPC.09a – Formação (certificação)
OPC.05 - Sinalização/Captação Metas para 2015
45 dias entre a receção da sinalização e a primeira diligência para realização de contacto.
Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos Observações
Média [Data da primeira diligência – data da sinalização] Coordenador do CDIJ /UFCIT 23 dias
OPC.06 – Avaliação e Intervenção Metas para 2015
60 dias entre a 1ª Sessão da EDPJ e a Elaboração do projeto individual
Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos Observações
Média [Data da Elaboração do projeto individual – data da 1ª sessão da EDPJ] Coordenador do CDIJ /UFCIT 137 dias
Metas para 2015
Não ultrapassar mais de 15 dias a data pré estabelecida para seguimento do caso
Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos Observações
Média [Data prevista para seguimento – data da realização da sessão ou contacto de seguimento] Coordenador do CDIJ /UFCIT 10 dias
Alguns jovens iniciam o processo da EDPJ mas depois abandonam, ficando um intervalo de tempo grande. Por vezes regressam e finalizam, outras vezes não. Outras situações estão associadas entre o final da EDPJ e a reunião seguinte de PIA`s (que ocorre de 3 em 3 meses). São algumas razões para que este indicador esteja a ser ultrapassado em larga medida.
OPC.07 – Seguimento
Este valor não é 100 % correto, uma vez que o cálculo só foi possível começar a realizar depois de abril de 2015.
OPC.09a – Formação (abandono) Página 17 de 72
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Metas para 2015
70 % de não abandono na formação
Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos
n.º de formandos em formação / n.º de formandos matriculados no dia 1 de janeiro de 2014 Coordenador do CDIJ /UFCIT 10 % de abandono
Observações
Informação referente ao ano letivo 2014/2015
OPC.09b – Formação (certificação) Metas para 2015
70 % de certificação da formação
Fórmula de Cálculo
n.º de formandos certificados : n.º de formandos inscritos no inicio da formação (só contabilizar os casos em que o tempo previsto inicialmente de formação terminaria durante esse período) Coordenador do CDIJ /UFCIT 80% de aprovações
Responsável Resultados Obtidos Observações
Referente aos formandos do Reativar
Total de Utentes do CDIJ/UFCIT em 2015 139
Género Masculino
Género Feminino
91
48
Indicadores gerais: Nº de jovens com intervenção – 327 Nº de jovens com PIA – 182 Nº de jovens em formação – 47 Nº de jovens a tempo parcial (PDE, Terra Nostra, TRAD(E)-IN, Enformar Aprender) – 177
Média Mensal de Frequência:
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Relatório de Atividades 2015
Janeiro
130
Fevereiro
110
Março
103
Abril
119
Maio
116
Junho
152
Julho
128
Agosto
102
Setembro
128
Outubro
141
Novembro
141
Dezembro
126
Média Mensal
125
Frequência por processos de trabalho: Sinalização
139
Avaliação e estabilização
94
Formação
59
Follow up
40
Frequência por tipo de atelier:
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Alfanumérico
32
Afetos, sexualidade e planeamento familiar
0
Gerar Percursos Sociais
52
Orientação Vocacional
49
Participação Comunitária
14
Saúde e Adições
0
Desporto
12
Conselhos de cooperação
20
Outras
257
Frequência por tipo de atividade:
Visitas domiciliárias
296
Atendimentos individuais com jovem/família
722
Reuniões de equipa técnica
27
Reuniões com parceria
10
Visitas domiciliárias
296
Atendimentos individuais com jovem/família
722
Reuniões de equipa técnica
27
Reuniões com parceria
10
Integrações/encaminhamentos: Jovens integrados em contexto real de trabalho – 9
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Jovens integrados na rede Valorizar – 3 Programas de emprego – 7 Reintegração na escola – 6 Reativar – 41 OTLJ – 28 Agência de Emprego - 19
Unidade de Apoio Social
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Descrição: Esta valência pretende disponibilizar
recursos
possibilitem
aos
que seus
destinatários o exercício do direito de cidadania e a sua integração social,
proporcionando
um
conjunto de respostas que vão ao encontro das necessidades sentidas. As ações desenvolvidas são: - Encaminhamento interno para outras respostas da instituição, nomeadamente: Apoio na Inserção Profissional; Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira; CDIJ (Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil); Animação de Rua; Colégio e Jardim de Infância Mãe de Deus; - Encaminhamento e articulação com outras instituições e entidades; - Apoios materiais, nomeadamente: Apoio no Banco de Roupa, Apoio em géneros alimentares, apoio em mobiliário, entre outros. A prestação de todos os apoios depende, não só da avaliação social de cada caso, mas também da disponibilidade de recursos da instituição. Antes de ser dada qualquer resposta é realizada uma análise para perceber as problemáticas envolventes, ou seja, analisar a situação social e económica do agregado familiar, para assim podermos intervir da forma mais adequada. Todo o trabalho desenvolvido por esta valência recebe a colaboração de vários voluntários, que semanalmente apoiam toda a estrutura funcional.
Objetivos Gerais para 2015:
- Melhorar o acompanhamento aos voluntários afetos à Unidade de Atendimento Social - Criar um atelier Ocupacional, na área da costura, para beneficiárias da UAS - Aumentar o número de parcerias com entidades na área da saúde - Implementar uma metodologia de intervenção que contribua para desenvolvimento socioeducativo e o sucesso escolar no ensino préescolar e no primeiro ciclo do ensino básico: Componente 1 - Plano social dos alunos com historial de insucesso; - Implementar uma metodologia de intervenção que contribua para desenvolvimento socioeducativo e o sucesso escolar no ensino préescolar e no primeiro ciclo do ensino básico: Componente 2 - Plano de formação de professores e assistentes operacionais;
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Relatório de Atividades 2015
- Implementar uma metodologia de intervenção que contribua para desenvolvimento socioeducativo e o sucesso escolar no ensino préescolar e no primeiro ciclo do ensino básico: Componente 3 – Supervisão permanente ou pontual nas áreas de formação
Melhorar o acompanhamento aos voluntários afetos à Unidade de Atendimento Social Meta para 2015
Realizar 1 reunião mensal com o grupo de voluntários afetos à Unidade de Atendimento Social
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenadora UAS
Resultado Obtido
Sim
Observações
Criar um atelier Ocupacional, na área da costura, para beneficiárias da UAS Meta para 2015
Abranger um grupo entre 5 a 8 beneficiárias
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenadora UAS
Resultado Obtido
Não
Observações
Este objetivo não foi cumprido, uma vez que a candidatura do Projeto ao Montepio não foi aprovada,
Aumentar o número de parcerias com entidades na área da saúde Meta para 2015
Concretizar 5 parcerias com entidades privadas na área da saúde para obter descontos na realização de exames médicos, consultas e compra de óculos.
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Relatório de Atividades 2015
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenadora UAS
Resultado Obtido
Não
Observações
Foram contactadas varias empresas, mas apenas concretizamos duas parcerias
Implementar uma metodologia de intervenção que contribua para desenvolvimento socioeducativo e o sucesso escolar no ensino pré-escolar e no primeiro ciclo do ensino básico: Componente 1 - Plano social dos alunos com historial de insucesso Meta para 2015
Fórmula de Cálculo Responsável
Resultado Obtido
1. Intervenção com 30 famílias 2. Número de contactos presenciais com as famílias intervencionadas 3. Número de contactos formais e informais pais/professores (comparação entre os anos letivos 2013/2014 e 2014/2015) 1. Sim ou Não 2. N.º 3. N.º Coordenadora UAS 1. Sim 2. 91 3. foram realizados 255 contactos até ao final do primeiro período do ano letivo 2015
Observações
Implementar uma metodologia de intervenção que contribua para desenvolvimento socioeducativo e o sucesso escolar no ensino pré-escolar e no primeiro ciclo do ensino básico: Componente 2 - Plano de formação de professores e assistentes operacionais Meta para 2015
Realização de uma ação de formação destinadas a professores
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Relatório de Atividades 2015
Fórmula de
Sim ou Não
Cálculo Responsável
Coordenadora UAS
Resultado Obtido
Sim
Observações
Implementar uma metodologia de intervenção que contribua para desenvolvimento socioeducativo e o sucesso escolar no ensino pré-escolar e no primeiro ciclo do ensino básico: Componente 3 – Supervisão permanente ou pontual nas áreas de formação Meta para 2015
Fórmula de
1. Indicadores comportamentais e motivacionais (recolhidos com base em questionário) 2. Taxa de incidências disciplinares nas escolas com intervenção prioritária (comparação entre os anos letivos 2013/2014 e 2014/2015) 3. Número de contactos formais e informais pais/professores (comparação entre os anos letivos 2013/2014 e 2014/2015) 4. Número de atividades envolvendo pais na escola N.º
Cálculo Responsável
Coordenadora UAS 1. Não foi possível realizar essa avaliação até ao momento
Resultado Obtido
2. Não foi possível verificar porque os docentes utilizam diferentes critérios 3. Não foi possível realizar essa avaliação até ao momento 4. 3
Observações Metas de Processos 2016:
- OPC 11a- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (prazo de atendimento) - OPC 11b- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (n.º planos)
OPC 11a- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (prazo de atendimento) Metas para 2015
10 dias uteis entre a data do conhecimento da sinalização e o atendimento
Fórmula de Cálculo
Média [Data do atendimento – data da sinalização]
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Relatório de Atividades 2015
Responsável
Coordenadora Técnica da UAS
Resultado Obtido
4 dias
Observações
OPC 11b- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (n.º de planos) Metas para 2015
Elaboração de pelo menos 7 Planos de Apoio mensais por técnic@
Fórmula de Cálculo
∑ dos planos de apoio
Responsável
Coordenadora Técnica da UAS
Resultado Obtido
124 planos
Observações
Outros dados da UAS: 1-Caracterização dos atendimentos
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Relatório de Atividades 2015
1.1 Nº de Atendimentos Sociais Mês
Nº de Nº Nº Novos Atendimento Familias Casos s efetuados Atendidas
Nº pessoas Abrangidas Novos Casos
Caritas
Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia Angra Praia
Janeiro Janeiro fevereiro fevereiro março março Abril Abril Maio Maio Junho Junho Julho Julho Agosto Agosto SETEMBRO SETEMBRO OUTUBRO OUTUBRO NOVEMBRO NOVEMBRO DEZEMBRO DEZEMBRO TOTAL
121 79 130 70 106 58 110 55 77 60 113 52 175 65 94 37 111 65 114 39 129 47 98 34 2039
118 79 117 70 98 58 99 55 70 60 108 52 170 65 87 37 107 60 110 36 100 45 75 34 1910
15 10 14 12 9 10 16 5 12 7 7 5 9 4 7 6 19 5 22 6 23 7 8 3 241
47 30 38 36 27 21 45 14 27 13 15 9 26 9 14 13 57 13 65 12 71 19 18 9 648
Nº Pessoas Abrangidas Casos Acompanhado
336 228 375 216 466 154 420 190 200 170 180 158 347 169 266 88 302 182 190 102 290 113 324 98 5564
Total De pessoas Abrangidas NC e CA
383 258 413 252 493 175 465 204 227 183 195 167 373 178 280 101 359 195 255 114 361 132 342 107 6212
Nº Atendimentos Angra Heroísmo – 1378 Nº Atendimentos Praia - 661 1.1.1
Comparação do nº de atendimentos por Ano Nº Atendimentos 2013 2057
Nº Atendimentos 2014 2267
Quadro nº 2
1.1.2
Nº Atendimentos 2015 2039 Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
Comparação de Número de Novos Casos por Ano Nº Novos Casos 2013 369
Quadro nº 3
Nº Novos Casos 2014 274
Nº Novos Casos 2015 241 Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
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Relatório de Atividades 2015
1.1.1- Nº Famílias Atendidas por Ano
Nº Famílias Atendidas
2014 Angra do Heroísmo
2014 Praia da Vitória
2015 Angra do Heroísmo
2015 Praia da Vitória
478*
309
595
272
Quadro nº 4
Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
*Apenas foram contabilizadas as famílias que tem processo, ou seja, foram excluías as famílias que recorreram apenas ao Banco de Roupa.
2- Encaminhamentos 2.1- Encaminhamentos pelo ISSA MESES
NÚMERO A.H.
Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total
54 50 47 38 28 44 38 36 10 23 25 29 422
P.V. 25 22 33 31 29 23 19 20 19 15 18 11 265
Quadro nº 5 Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
2.1.1 Comparação do número de encaminhamentos pelo ISSA por Ano 2013
2014
768
883
Quadro nº 6
2015 687 Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
2.2 Encaminhamentos / Sinalizações Realizadas por Terceiros
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Relatório de Atividades 2015
Mês Janeiro
Nº de Sinalizações A.H P.V 3 1
Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total
2 0 0 0 3 7 0 2 1 1 7 26
2 0 1 1 3 4 1 1 2 1 1 18
Quadro nº 7 Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
2.2.1 Comparação de nº de encaminhamentos/ sinalizações por terceiros por Ano 2013
2014
2015
183
54
44
Quadro nº 8
Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
Nota: As referentes sinalizações foram efetuadas pelos núcleos, particulares, UFCIT e membros da Direção da Caritas.
3. Respostas – Intervenção Social Apoios mais solicitados 1 2 3 7
Vestuário – Banco de Roupa Géneros alimentares Óculos Despesas de saúde (Consultas exames médicos)
Quadro nº 9
4 5 6 8
Tratamentos dentários Mobiliário Pagamento de renda Apoio a Estudantes Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
3.1 Encaminhamentos para o Sócio – Caritativo para Apoio em Géneros Alimentares (Nº Cabazes Atribuídos)
Nº MESES
A.H. Indivíduos Abrangidos
Nº
P.V. Indivíduos Abrangidos
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Relatório de Atividades 2015
Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro
57 64 53 60 64 53 61 47 60 39 45 59
Total
662
203 219 184 214 197 177 202 164 211 116 100 140 2127
Quadro nº 10
65 60 54 48 51 50 56 37 46 25 29
209 227 163 176 145 159 241 101 151 66 77
34 555
107 1822
Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
3.1.1 Comparação de nº Encaminhamentos para o Sócio – Caritativo para Apoio em Géneros Alimentares por Ano (Nº Cabazes atribuídos) 2013
2014
2015
1457*
1684 **
***1409
Quadr0 nº 11
Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
Nota: Os apoios em géneros alimentares reportam-se a cabazes dados, contudo a mesma família pode ter vindo mais que uma vez, o mesmo acontece com o vestuário. *o total de cabazes atribuídos engloba os cabazes atribuídos pela UAS, cabazes de Natal, Philips Morris e BA, os cabazes provenientes da UAS somam um total de 1332. **o total de cabazes atribuídos engloba os cabazes atribuídos pela UAS, Cabazes de Natal, Philips Morris e BA, os cabazes atribuídos pela UAS somam um total de 1410. *** O total de cabazes atribuídos engloba os cabazes atribuídos pela UAS, Philips Morris e BA, os cabazes atribuídos pela UAS somam um total de 796. *** O total de cabazes atribuídos engloba os cabazes atribuídos pela UAS, cabazes de Natal, Philips Morris e BA, os cabazes provenientes da UAS somam um total de 1217 3.1.2 Nº Cabazes provenientes do Banco Alimentar Angra Heroísmo e Praia Vitória
Mês Janeiro
Angra Heroísmo 0
Praia 5
Fevereiro
5
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Relatório de Atividades 2015
Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total
0 5 5 0 0 0 0 0 0 0
5 5 5 0 0 0 0 0 0 0 25
15
Quadro nº 12
Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
3.2- Fundo Europeu de Auxílio às Pessoas Carenciadas por Ano
Nº Famílias Apoiadas Total de Beneficiários Quantidade de Alimentos
2013 291
2014 157
2015 299
941
492
902
30t 293Kg
7t 172Kg
29t 935Kg
Quadro nº13
Fonte: Cáritas Terceira 2015
3.3– Encaminhamentos para o Socio Caritativo – Roupeiro (Nº peças doadas) Nº DE PEDIDOS
Nº PEÇAS
Nº CALÇADO
A.H.
P.V.
A.H.
P.V.
A.H.
P.V.
73
73
1404
363
148
17
Fevereiro
64
64
1064
99
102
18
Março
65
17
1066
187
73
11
Abril
61
25
468
323
82
37
Maio
57
28
448
473
41
64
Junho
56
27
1086
323
101
37
Julho
67
35
1307
557
109
34
Agosto
53
21
866
262
81
40
Setembro
71
35
1617
480
101
57
Outubro
66
23
1508
296
14
23
Novembro
73
28
1972
351
28
9
Dezembro Total
56
27
1612
275
35
24
762
762
14418
3989
915
371
MESES Janeiro
Quadro nº 14
Fonte: Cáritas da Ilha Terceira, 2014
3.3.1.Comparação do número peças doadas por ano Página 31 de 72
Relatório de Atividades 2015
2013
2014
2015
21 591
23 136
19693
Quadro nº 15
Fonte: Cáritas da Ilha Terceira, Unidade de Atendimento Social, 2014
3.4 Encaminhamentos Sócio Caritativo para Apoio em mobiliário/eletrodomésticos e outros por Ano Artigos Peças mobiliário
2014 46 Peças
2015 16 Peças
Artigos Casa
57 Artigos
188 Artigos
Artigos de bébé
5 Artigos
12 Artigos
Quadro nº 16
Fonte: Cáritas Ilha Terceira, 2015
3.5- Apoios monetários Angra Heroísmo e Praia da Vitória Mês Fevereiro Fevereiro Fevereiro Fevereiro Fevereiro Março Março Abril Abril Abril Maio Maio Junho Junho Julho Julho Julho Agosto Setembro Setembro Setembro Outubro Novembro
Quadro nº 17
Nome Consulta (Estabelecimento Prisional) Medicamentos Gás Pagamento Luz 3 famílias Pagamento agua 2 famílias Pagamento Luz 3 famílias Segurança social prosa Medicamentos Segurança social prosa Pagamento agua Pagamento ambiente Segurança social prosa Segurança social prosa Pagamento agua Segurança social prosa Medicamentos Donativo (Ana madalena, contentores) Segurança social prosa Medicamentos Trabalhos manutenção casas da Cáritas Segurança social prosa Segurança social prosa Medicamentos TOTAL
Valor Local 25 € Angra 98,78 € Praia 58,50 € Praia 107,01 € Praia 21,52 € Praia 132,56 € Praia 62,85 € Praia 102,65 € Praia 120,95 € Praia 16,82 € Praia 12,83 € Praia 120,95 € Praia 120,95 € Praia 11,39 € Praia 120,95 € Praia 185,82 € Praia 89,00 € Praia 120,95 € Praia 104,67 € Praia 40,00 € Praia 64,53 € Praia 24,19 € Praia 140,40 € Praia 1 903 € Fonte: Cáritas Terceira
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Relatório de Atividades 2015
3.6- Nº Famílias Apoiadas pelo FSS e FES por Ano Ano Nº agregados apoiados Quadro nº 18
2013
2014
2015
74
137
175
Fonte: Cáritas da Ilha Terceira, Unidade Atendimento Social, 2015
3.7- Apoios prestados através do programa Prioridade às Crianças Ano Nº crianças apoiadas
2014
2015
16
23
Quadro nº 19 Fonte: Cáritas da Ilha Terceira, Unidade Atendimento Social, 2015
3.8 Apoios prestados a Núcleos e outras Entidades
Data Janeiro Fevereiro Fevereiro Abril Junho Julho Agosto Agosto Setembro Setembro Setembro Novembro Novembro Novembro Agosto Agosto Novembro Novembro Novembro Novembro
Nome Igreja da Conceição Igreja da Conceição Estabelecimento Prisional Cáritas Praia Estabelecimento Prisional Estabelecimento Prisional Núcleo São Jorge Cáritas Praia Estabelecimento Prisional Estabelecimento Prisional Estabelecimento Prisional Estabelecimento Prisional Estabelecimento Prisional Colégio caritas Núcleo S. Sebastião Núcleo porto Judeu Caritas Praia Estabelecimento Prisional Colégio Cáritas Igreja da Conceição
Quadro nº 20
4
Tipo Apoio Alimentar Alimentar Produtos de higiene 750 Latas de enlatados (Atum 573 e Feijão 178) Alimentar Vestuário 172 Peças vestuário, 15 pares sapatos, 10 malas 250 Latas de Atum 231 Peças de roupa 2 Caixotes de produtos de higiene 19 Pares sapatos Produtos de higiene 130 Peças Vestuário Alimentar Alimentar Alimentar Cereais 30 Unidades de Produtos de Higiene 2 Caixas de Bananas e alimentos Alimentação
Fonte: Cáritas da Ilha Terceira, Unidade Atendimento Social, 2015
– Donativos Recebidos
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Relatório de Atividades 2015
Durante o ano 2015 a Cáritas da Ilha Terceira recebeu vários donativos sendo estes provenientes de empresas e particulares.
Mês Fevereiro Fevereiro Fevereiro Março Abril Abril Abril Junho Junho Julho Julho Setembro Outubro Novembro Dezembro Dezembro Dezembro
Donativo Produtos bébé( leite, cremes) , perfumes Produtos bebe (12 litros leite e 10 caixas de Nestum) Alimentação Produtos bebe (papas, iogurtes) Vestuário (10 caixas) Latas de atum (1639) e feijão (511) diversos (35) 100€ Em produtos alimentares Produtos bebe / produtos higiene Loja biscoitos Guarita Nestlé 1000 Latas alimentares Produtos bebe Colchões Brinquedos, roupa Roupa, e brinquedos Colégio Sta. Clara
Quadro nº 21
Empresa / Particular Naques FARMA Particular Híper Peixoto Casa silva Escola de São Bento Particular Farmácia Vestuário e calçado Alimentares Alimentares Escola de São Bento Farmácia Pimentel Base Aérea nº 4 Olhar poente Associação Desen. Jardim Infância Lages Brinquedos e alimentação
Fonte: Cáritas da Ilha Terceira, Unidade de Atendimento Social, 2015
Nota: Semanalmente a Cáritas recebe bens alimentares entre outros produtos provenientes do Híper Mercado Continente
5– Campanhas realizadas Recolha de Alimentos
Quantidade Recolhida
Praia
2074 Kg
Angra
3540 KG
Quadro nº 22
Fonte: Cáritas da Ilha Terceira, Unidade de Atendimento Social, 2014
6-Voluntariado 2013
2014
2015
Nº Voluntários Efetivos
22
25
12
Inscrição de Colaboradores sociais
8
14
5
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Relatório de Atividades 2015
Nº Horas de Voluntariado
2541H
Quadro nº 23
5199H
1821H
Fonte: Cáritas da Ilha Terceira, Unidade de Atendimento Social, 2015
Nota: As horas de voluntariado contemplam as horas das campanhas, semana Cáritas e horas de voluntariado realizadas nas valências.
6.1- Voluntariado - Campanha de recolha de Bens Alimentares Angra Heroísmo Nº Voluntários Envolvidos Nº Horas Realizadas Praia da vitória Nº Voluntários Envolvidos Nº Horas Realizadas Quadro nº 24
Sábado 51 174H00 Sábado 40 123H00
Domingo 44 158H00 Domingo 30 96H00
Fonte: Cáritas da Ilha Terceira, Unidade de Atendimento Social, 2015
7- Principais Problemáticas identificadas Desemprego Baixos Rendimentos Rendimentos Nulos Baixa Escolaridade Famílias Monoparentais Sobre-endividamento Quadro nº25 – Principais problemáticas identificadas
8-Projetos U.A.S -Projeto 3 D -Empreender reciclando - Em preparação “ Dicas que valem Euros “
7- Atividades Realizadas pela UAS 1. Atendimento e Acompanhamento as famílias; 2. Inserção e acompanhamento de beneficiários em programas de emprego; 3. Apoio na procura ativa de emprego; 4. Analise dos pedidos FSS e FSE/ Envio pedidos / reunião da equipa coordenadora; 5. Sinalizações de pedidos Prioridade as Crianças; 6. Articulação com o Banco Alimentar; 7. Elaboração Planos de Apoio; Página 35 de 72
Relatório de Atividades 2015
8. Visitas domiciliárias; 9.
Acompanhamento aos Voluntários;
10. Reuniões da Equipa Técnica da UAS; 11. Estatística Mensal da UAS; 12. Preparação e realização da campanha da campanha de alimentos; 13. Elaboração e envio do NOS; 14. Elaboração das Listas FEAC 15. Alterações ao SGQ; 16. Formação aos alunos da UFCIT “Saber Viver em Tempos de Crise” 17. Campanha de recolha de bens alimentares nas superfícies comerciais 18. Preparação do projeto “Dicas que valem Euros” – Apresentação da Candidatura à Fundação Vodafone 19. Elaboração do relatório semestral da UAS 20. Elaboração da estatística mensal da UAS 21. Candidatura do projeto Empreender Reciclando à Fundação Montepio 22. Acompanhamento de Visitas de Estudo - alunos do Inetese e do colégio de Santa Clara pela Instituição 23. Reunião com os Voluntários SGQ
Animação de Rua Descrição: Desde finais de 2004, a Cáritas da Ilha Terceira, no âmbito de um acordo de cooperação
com a Direção Regional da Solidariedade e Segurança Social, tem vindo a desenvolver um projeto de Animação de Rua no Bairro do Lameirinho, dirigido a crianças e jovens desse mesmo Bairro
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Relatório de Atividades 2015
ou que de alguma forma fazem parte da dinâmica de trabalho da Equipa e respetivo raio da ação. O trabalho feito com estas crianças e jovens prioriza as abordagens informais, propiciando o trabalho de prevenção primária e secundária de comportamentos desviantes, valorizando a adoção de estilos de vida saudáveis. Assim, este projeto procura a criação e dinamização de um contexto
relacional
de
proximidade,
facilitando
a
identificação
de
problemas
em vários patamares (social, familiar, individual) procedendo ao devido encaminhamento ou resolução, contribuindo de forma perentória para um sentido de comunidade no Bairro do Lameirinho como o comprovam as parcerias com as instituições dessa área geográfica. Tendo isto em conta, as atividades desenvolvidas são essencialmente de cariz cultural, desportivo e lúdico estando mensalmente delineadas com objetivos definidos. A atividade da equipa de Animação de Rua tem como âncora o Atelier de São João de Deus e o Bairro do Lameirinho. Contudo, com o propósito de diversificar o contexto de intervenção, o raio de ação da Equipa Técnica foi alargado, pelo que a equipa passou a intervir fazendo trabalho de suporte ou de motivação junto aos estabelecimentos de ensino e outras zonas de concentração juvenil. Objetivos Gerais para 2015:
Consolidação e Aplicação do Projecto “Escalada Aventura”- ARCIT Dinamização dos projetos Artísticos (pintura, dança, cinema, música) Manutenção e melhoramento do Projeto Horta Biológica Implementar o Projeto Enformar Aprender
Consolidação e Aplicação do Projecto “Escalada Aventura”- ARCIT Meta para 2015
Implementar
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenadora do ARCIT
Resultado Obtido
Sim
Observações
Dinamização dos projetos Artísticos (pintura, dança, cinema, música) Meta para 2015
Implementar
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo
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Relatório de Atividades 2015
Responsável
Coordenadora do ARCIT
Resultado Obtido
Sim
Observações
Manutenção e melhoramento do Projeto Horta Biológica Meta para 2015
Implementar
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenadora do ARCIT
Resultado Obtido
Sim
Observações
Implementar o Projeto Enformar Aprender Meta para 2015
Fórmula de
1. Implementação oficina Culinária 2. Implementação oficina Agricultura 3. Implementação oficina Experimentar a ciência Sim ou não
Cálculo Responsável
Pedro Pereira
Resultado Obtido
Não
Observações
O projeto foi interrompido até nova candidatura e financiamento
Metas de Processos 2015
- OPC 8a- Animação de Rua (frequência diária) - OPC 8b- Animação de Rua (média mensal frequência) - OPC 8c- Animação de Rua (contactos rua)
OPC 8a- Animação de Rua (frequência diária) Metas para 2015
Mínimo diário de 25 utentes a frequentar o espaço
Fórmula de Cálculo
(Nº de dias no ano com => 20 utentes/ Nº de dias no ano em que o ateliê esteve aberto) X 100
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Relatório de Atividades 2015
Responsável Resultado Obtido
Coordenador da Equipa de Animação de Rua 97% de cumprimento
Observações
OPC 8b- Animação de Rua (média mensal frequência) Metas para 2015
Média mensal de 30 utentes dia a frequentar o espaço
Fórmula de Cálculo Média mensal de cada mês= Somatório (Nº de utentes dia num mês/ Nº de dias no mês em que o ateliê esteve aberto) Cálculo final = Nº de meses ano com uma média de => 30 utentes/ 12) X 100 Responsável Média mensal de 30 utentes dia a frequentar o espaço 83% de cumprimento Resultado Obtido Observações
OPC 8c- Animação de Rua (contactos de rua) Metas para 2015
80% dos meses contactar com pelo menos 20 utentes em contactos de rua
Fórmula de Cálculo [meses em que se contactou com pelo menos 20 utentes em contactos de rua X 100]/ 12* (*meses do ano) Responsável Coordenador Equipa de Animação de Rua Resultado Obtido Observações Total de Utentes na ARCIT em 2015 252
Género Masculino
Género Feminino
150
102
Catástrofes
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Relatório de Atividades 2015
Descrição: O apoio às populações em situação de emergências ou catástrofe é um dos objetivos fundamentais da Cáritas da Ilha Terceira. A organização desse apoio é fundamental para uma intervenção com eficácia Objetivos Gerais para 2015:
Desenvolver e Implementar Processo de atuação em situação de Catástrofes
Desenvolver e Implementar Processo de atuação em situação de Catástrofes Meta para 2015
Desenvolver até julho; Implementar até final do ano.
Fórmula de
Sim ou não
Cálculo Responsável
Coordenador da UPQC e Técnica da UAS
Resultado Obtido
Não
Observações
Este processo seria desencadeado após a análise dos resultados obtidos numa dissertação de Mestrado de uma Técnica da UAS (Florbela Reis). Tendo em consideração que a defesa desta dissertação foi adiada para 2016, só após este procedimento se descenderá o desenvolvimento do processo interno.
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III– Cronograma de Atividades Atividade
Valência/serviç o
Data de Inici o
Dat a de Fim
Dias da semana
Horário s
Foi realizad o (1)/ Não foi realizad o (0)
Horta Biológica
ARCIT
jan15
dez15
4ª e 5ª
Atelier "Cake Design"
ARCIT
jan15
dez15
Mensal
16h0017h45
Sim
Atelier Costura
ARCIT
jan15
dez15
Mensal
15h30 16h45
Sim
Atelier de Arte Plásticas
ARCIT
jan15
dez15
diário
15:00 17:00
Sim
Atelier de Pintura
ARCIT
jan15
dez15
diário
15:0017:00
Sim
Atelier Estética
ARCIT
jan15
dez15
Quinzenal
15:3017h30
Sim
Atelier de Dança
ARCIT
jan15
dez15
Mensal
17h00 17h45
Sim
Atelier de Cinema
ARCIT
jan15
dez15
Semanal
18h00 19h00
Sim
Apoio aos trabalhos de Escola
ARCIT
jan15
dez15
diário
16h45 17h45
Sim
Actividades Desportivas parceria Secretaria do Desporto
ARCIT
jan15
jul15
3ª e 5ª
16h00 17h45
Sim
Peddy Paper
ARCIT
jan15
dez15
Mensal
15h3017h00
Sim
Jogos tradicionais
ARCIT
jan15
dez15
Mensal
15h3017h00
Sim
Atividade
Valência/serviç o
Data de
Dat a de Fim
Dias da semana
Horário s
Foi realizad o (1)/
Observaçõe s
Sim
Observaçõe s
Relatório de Atividades 2015
Inici o
Não foi realizad o (0)
Giros direccionados
ARCIT
jan15
dez15
Feiras da tralha
ARCIT
jan15
dez15
Projecto Escalada Aventura (outrora "sou da paz")
ARCIT
jan15
dez15
Dinâmicas de Grupo
ARCIT
jan15
Plenário de Discussão Resolução de conflitos/sugestõe s
ARCIT
Manutenção da página Facebook e do canal Youtube
10:00 12:00
Sim
15h3017h00
Sim
3ª
18h00 18h45
Sim
dez15
Quinzenal
15h00 17h00
Sim
jan15
dez15
Quinzenal
ARCIT
jan15
dez15
semanal
18h0019h00
Sim
Preparação de actividades
ARCIT
jan15
dez15
3ª e 5ª
10:0012:00
Sim
Reuniões da Equipa Técnica
ARCIT
jan15
dez15
3ª
10:00 12:30
Sim
Manutenção dos Espaços
ARCIT
jan15
dez15
semanal
14h0016h00
Sim
Valência/serviç o
Data de Inici o
Dat a de Fim
Dias da semana
Horário s
Foi realizad o (1)/ Não foi
Atividade
Mod.Ef.2.0./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014
2ª 4ª 6ª
Sim
Observaçõe s
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Relatório de Atividades 2015
realizad o (0) Jogos de consola/tabuleiro
ARCIT
jan15
dez15
diário
15h00 19h00
Sim
Noites Temáticas
ARCIT
jan15
dez15
ocasionalment e
20:00 00:00
Sim
Saídas nocturnas sem álcool
ARCIT
jan15
dez15
ocasionalment e
19:00 00:00
Sim
Revisão Processos serviços de Apoio
Qualidade
jan15
mar -15
Realização reuniões equipa qualidade
Qualidade
jan15
dez15
1 vez mês
Trabalhar o Tema "A casa"
CJIMD
jan15
jan15
2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª
Ir à Bibliotéca
CJIMD
jan15
dez15
1 vez mês
Sim
Ir ao Museu
CJIMD
jan15
dez15
1 vez mês
Sim
UFCIT/CDIJ
jan15
dez15
2ª, 3ª, 5ª e 6ª
9:0016:00
Valência/serviç o
Data de Inici o
Dat a de Fim
Dias da semana
Horário s
Formação Reativar Jovem Atividade
Mod.Ef.2.0./CIT
de de da
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014
Não
Sim
9:0018:00
Sim
Sim
Foi realizad o (1)/ Não foi realizad o (0)
Observaçõe s
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Relatório de Atividades 2015
Atualização das páginas Facebook e site – Divulgação de atividades
UFCIT/CDIJ
jan15
dez15
semanalmente
Atividades de Grupo PdE
UFCIT/CDIJ
jan15
dez15
3ª
13:3016:00
Sim
Atividades Individuais e contactos domiciliários PdE
UFCIT/CDIJ
jan15
dez15
2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª
9:0017:00
Sim
Reuniões da Equipa Técnica
UFCIT/CDIJ
jan15
dez15
4ª (de 15 em 15 dias)
9:0012:30
Sim
Projeto "Terra Nostra" Formação
UFCIT/CDIJ
jan15
mar -15
13:0016:00
Sim
Projeto TRADE-IN – Programa de competências pessoais e sociais
UFCIT/CDIJ
jan15
jun15
Atividade
Valência/serviç o
Data de Inici o
Dat a de Fim
Projeto TRADE-IN – orientação vocacional
UFCIT/CDIJ
jan15
jun15
Mod.Ef.2.0./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014
4ª e 6ª
2ª, 3ª, 5ª e 6ª
Sim
14:0016:00
Sim
Dias da semana
Horário s
2ª, 3ª, 5ª e 6ª
14:0016:00
Foi realizad o (1)/ Não foi realizad o (0) Sim
Ocorreu às 5ªs feiras
Observaçõe s
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Relatório de Atividades 2015
Projeto TRADE-IN - sessões de Mentoria
UFCIT/CDIJ
jan15
jun15
2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª
Realização reuniões formadores
UFCIT /CDIJ
jan15
dez15
4ª (quinzenal)
Edição de Jogo Digital Educativo para Intervenção com Jovens
UFCIT /CDIJ/ Qualidade
jan15
fev15
Auditoria Processos Chave
Qualidade
14jan
Trabalhar o Tema "Os dinossauros"
CJIMD
fev15
Páscoa
ARCIT
Sim
Festejo dia de Amigos
ARCIT
02fev 05fev
Festejo dia de Amigas
ARCIT
12fev
Sim
Carnaval
ARCIT
13fev Data de Inici o
Sim
de de
Atividade
Valência/serviç o
Trabalhar o Tema "As plantas/os transportes"
CJIMD
Mod.Ef.2.0./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014
mar15
9:0017:00
Sim
14:0016:30
Sim
Sim
Sim
fev15
2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª
9:0018:00
Sim
Sim
Dat a de Fim
Dias da semana
Horário s
mar -15
2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª
9:0018:00
Foi realizad o (1)/ Não foi realizad o (0) Sim
Observaçõe s
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Relatório de Atividades 2015
Implementação do Jogo Educativo Digital nas 2 escolas públicas
UFCIT /CDIJ/ Qualidade
mar15
abr15
Sim
Auditoria Processos de Apoio Trabalhar o Tema "Os animais"
Qualidade
abr15
mai15
Sim
CJIMD
abr15
abr15
Revisão Processos serviços de Apoio
Qualidade
mai15
jul15
Trabalhar o Tema "As profissões"
CJIMD
mai15
mai15
2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª
9:0018:00
Atividade
Valência/serviç o
Data de Inici o
Dat a de Fim
Dias da semana
Horário s
Qualidade
jun15
nov15
CJIMD
jun15
jun15
2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª
9:0018:00
Avaliação da Satisfação de todas as partes interessadas Trabalhar o Tema "O sistema solar"
Mod.Ef.2.0./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014
2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª
9:0018:00
Sim
Não
Passou para 2016/ não exitem processos SAF
Não
as profissões foram trabalhadas em junho, devido a prolongamento animais
Foi realizad o (1)/ Não foi realizad o (0) Sim
Observaçõe s
Não
sistema solar em julho
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Relatório de Atividades 2015
Trabalhar o Tema "Estilos de vida saudáveis e o desporto"
CJIMD
jul15
Qualidade
set15
Direção
set15
nov15
Sim
Implementação do Jogo Digital Educativo na turma Reativar Jovem
UFCIT /CDIJ/ Qualidade
out15
nov15
Sim
Auditoria Geral
Qualidade
nov15
dez15
Não
Mod.Ef.2.0./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014
Auditoria Processos de Gestão Plano Operacional e Orçamento 2016
Aprovado por: PD Data 23-04-2014
ago15
2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª
9:0018:00
Sim
Não
Problemas com a Gestão Financeira
Falta SAF e Gestão Financeira
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Relatório de Atividades 2015
V– Orçamento
Mod.Ef.2.0./CIT
Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014
Página 48 de 72
2015 ____________________________________________________________ RELATÓRIO E CONTAS ____________________________________________________________
Relatório de Atividades 2015
RELATÓRIO DE GESTÃO
Dando cumprimento às obrigações impostas por lei, vem a Direção da Cáritas da Ilha Terceira apresentar e colocar à apreciação do Conselho Geral o Relatório e Contas de Gerência com referência ao ano de 2015. De seguida irá proceder-se a uma análise mais detalhada das componentes demonstrações financeiras, que servem de base ao presente relatório: Balanço, Demonstração de resultados por naturezas, Demonstração de alterações nos fundos patrimoniais e Demostração dos fluxos de caixa e Anexo. Análise Económico-Financeira Na análise económica efetuada há alguns aspetos relevantes que devemos salientar: 1- Os rendimentos e ganhos Os rendimentos e ganhos em 2015 tiveram a seguinte distribuição:
Vendas Prestações de serviços Subsídios, doações e legados à expl. Ganhos por aumentos de justo valor Outros rendimentos e ganhos Juros, dividendos e outros rendimentos Total
2015 8,830.84 1%
2014 0.00
29,512.98
3%
29,864.84
3%
877,662.24
88%
781,501.91
87%
0.00 76,243.48
0.02 8%
4,666.12 0% 996,915.66 100%
79,120.38
9%
11,283.69 1% 901,770.84 100%
Os rendimentos totais da Cáritas da Ilha Terceira, totalizaram o valor de 996.915,66€ no exercício de 2015, que ao compararmos com o ano anterior evidencia um crescimento de 10,55%. A rubrica a apresentar maior contribuição para os valores apresentados e para o crescimento dos rendimentos da Instituição é as verbas obtidas para a execução do projeto Trad(e)-IN – Tradição e Inovação para a Empregabilidade, diretamente e indiretamente. A rubrica de Subsídios, doações e legados à exploração aumentou 12% RELATÓRIO DE GESTÃO
50
Relatório de Atividades 2015
e as Vendas, rubrica que pela primeira vez apresenta valor relacionado com a abertura da CAE para a produção de Culturas de produtos hortícolas, raízes e tubérculos. Esta atividade é o resultado do projeto acima mencionado, cujos produtos obtidos no seu âmbito foram comercializados pela Instituição. Estas variações foram superiores aos desvios que as restantes rubricas apresentaram. A maior variação negativa que se verifica é nos valores obtidos com as aplicações financeiras que se justificam com a quebra significativa nos juros praticados pelas Instituições financeiras e pela redução dos valores aplicados face à necessidade das verbas para a execução do projeto de Remodelação do edifício sede. 2- Os gastos e perdas Os gastos e perdas em 2015 tiveram a seguinte distribuição:
2015
Total Custo dos materiais consumidos Fornec. e serviços externos Gastos com o pessoal Gastos de deprec. e amortização Perdas por reduções de justo valor Outros gastos e perdas
2014
12,056.99 1,001,821.95 100% 89,125.31 9% 138,444.31 14% 720,588.21 72% 41,607.13 4% 0.00 1%
18,182.22 887,786.79 104,667.58 123,078.40 631,956.89 7,401.70 2,500.00
12% 14% 71% 1% 0% 2% 100%
Os gastos totais da Cáritas da Ilha Terceira, totalizaram o valor de 1.001.821,95€ no exercício de 2015, que ao compararmos com o ano anterior evidencia um crescimento de 12,84%. Os custos dos materiais consumidos compreendem, maioritariamente, os géneros alimentares e material didático e estão de acordo com os projetos que têm sido desenvolvidos e que gerem flutuações ao longo dos anos. RELATÓRIO DE GESTÃO
51
Relatório de Atividades 2015
Os gastos com o pessoal apresentam um aumento que reflete, por um lado o aumento pontual do quadro de colaboradores, dos técnicos que desenvolveram os projetos, Trad(e)-IN – Tradição e Inovação para a Empregabilidade e 3D no âmbito do Fundo Social Municipal, durante todo o ano. Igualmente reflete a política seguida pela Instituição com o recurso a pessoal em situação de desemprego, bem como ao apoio à contratação através de candidaturas a programas implementadas pelo Governo Regional de apoio à empregabilidade, à criação de competências e/ou formação de pessoal desempregado. A outra rubrica que registou aumentos significativos está relacionada com os gastos de depreciação e amortização pelo facto de este ano se ter concluído o projeto Beneficiação do edifício sede e aquisição de equipamentos através do PRORURAL. Todos os bens cujo valor de aquisição estava enquadrado em bens de reduzido valor foram totalmente amortizados no exercício. 3- O resultado O excedente líquido apurado em 2015, no valor negativo de 4.906,29€, é o resultado de uma execução orçamental que está de acordo com o orçamento de gastos e rendimentos aprovados, bem como com as prioridades sociais colocadas pela Direção para o ano em causa. 4- Outras informações Á data da apresentação de contas não existem factos relevantes que sejam necessários relatar. A Cáritas da Ilha Terceira não tem dívidas à Autoridade Tributária nem ao Instituto da Segurança Social dos Açores. Angra do Heroísmo, 03 de março de 2016
RELATÓRIO DE GESTÃO
52
CÁRITAS DA ILHA TERCEIRA Instituição Particular de Solidariedade Social com o NIF 512069239 (Valores em euro)
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS POR NATUREZAS Notas Rendimentos e Gastos Vendas e serviços prestados Subsídios, doações e legados à exploração Variação nos inventários da produção Trabalhos para a própria entidade Custos das mercadorias vendidas e das matérias consumidas Fornecimentos e serviços externos Gastos com o pessoal Ajustamentos de inventários (perdas/reversões) Outras imparidades (aumentos/reversões) Aumentos/reduções de justo valor
Resultados antes de depreciações, gastos de financiamentos e impostos Gastos/reversões de depreciações e amortizações Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e rendimentos similares obtidos Juros e gastos similares suportados Resultado antes de impostos Imposto sobre o rendimento do período Resultado líquido do período Outros rendimentos e ganhos Outros gastos e perdas
Exercício de 2014
10 12/18.1
38.343,82 877.662,24
29.864,84 781.501,91
9 18.4 16.2
-89.125,31 -138.444,31 -720.588,21
-104.667,58 -123.078,40 -631.956,89
76.243,48 -12.056,99 32.034,72 -41.607,13 -9.572,41 4.666,12
79.120,38 -18.182,22 12.602,04 -9.901,68 2.700,36 11.283,69
-4.906,29 0,00 -4.906,29
13.984,05 0,00 13.984,05
5/6 10/18.3
18.2 18.5
Angra do Heroísmo, 03 de Março de 2016 O Contabilista Certificado
Exercício de 2015
A Direcção
CÁRITAS DA ILHA TERCEIRA ANEXO AO BALANÇO E DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015
1 – Identificação da entidade A Cáritas da Ilha Terceira, Instituição Particular de Solidariedade Social foi constituída em meados dos anos 80 tendo sido registada junto das Administração Tributária a 15 de Maio do ano de 2002, atualmente com sede na Canada dos Folhadais, nº 54, do Concelho de Angra do Heroísmo. A instituição tem como atividade as inerentes a organizações religiosas, e tem personalidade jurídica canónica e civil que se rege nos termos do Direito Canónico e demais normas da Santa Sé, da Conferência Episcopal Portuguesa e do Bispo da Diocese de Angra. Esta é um serviço da Igreja que atua na área geográfica da ilha. Em 2015 efetuou-se uma alteração nos Estatutos para incluir a CAE: 01130 – Cultura de produtos hortícolas, raízes e tubérculos como atividade secundária.
2 – Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras As presentes demonstrações financeiras estão em conformidade com a Norma Contabilística e de Relato Financeiro para as Entidades do Sector não Lucrativo (NCRFESNL), aprovado pelo Decreto-Lei nº 36-A/2011 de 9 de Março, No anexo II do referido decreto refere que o Sistema de Normalização Contabilística para as Entidades do Sector não Lucrativo é composto por: • Bases para a apresentação das Demonstrações Financeiras (BADF); •
Modelos das Demonstrações Financeiras (MDF) - Portaria nº 105/2011 de 14 de Março;
•
Código de Contas (CC) - Portaria nº 106/2011 de 14 de Março;
•
NCRF-ESNL - Aviso nº 6726-B/2011 de 14 de Março;
Normas
Interpretativas
(NI).
3 – Principais políticas contabilísticas As principais políticas contabilísticas aplicadas na elaboração das demonstrações financeiras são as que abaixo se descrevem. Estas políticas foram consistentemente aplicadas a todos os exercícios apresentados. 3.1 – Bases de apresentação As demonstrações financeiras apresentam a posição financeira e o desempenho financeiro da Cáritas da Ilha Terceira. As mesmas foram preparadas de acordo com as Bases de Apresentação das Demonstrações Financeiras (BADF), que pressupõem:
Cáritas da Ilha Terceira
a)
Continuidade: as demonstrações financeiras foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos livros e registos contabilísticos da Cáritas da Ilha Terceira, mantidos de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. Para as entidades do setor não lucrativo este pressuposto não corresponde a um conceito económico ou financeiro mas
b)
ao objetivo de manter e prosseguir as atividades necessárias ao cumprimento dos seus fins estatutário; Regime do acréscimo (periodização económica): os efeitos de acontecimentos e transações são reconhecidos quando eles ocorrem, de forma a assegurar as condições e os critérios de reconhecimento constantes da estrutura concetual, independentemente do seu pagamento ou recebimento;
c)
Consistência da apresentação: as demonstrações financeiras estão consistentes com as do período anterior, quer em termos de apresentação, classificação dos itens nas mesmas, quer dos movimentos contabilísticos que lhes dão origem, sendo que sempre que ocorrerem exceções estas serão devidamente identificadas e justificadas no presente anexo;
d)
Materialidade e agregação: cada classe material de itens semelhantes, com base na sua natureza, foi apresentada separadamente nas demonstrações financeiras, sendo os restantes materialmente relevantes para que a sua descriminação ocorra nas notas do presente anexo;
e)
Compensação: os ativos e passivos, e os rendimentos e gastos não foram compensados, pelo que foram relatados separadamente, exceto nos casos exigidos pela Norma Contabilística;
f)
Informação comparativa: os elementos constantes nas presentes demonstrações financeiras são, na sua totalidade, comparáveis com os do exercício anterior.
3.2 – Bases de mensuração a) Ativos fixos tangíveis Os ativos fixos tangíveis encontram-se registados ao custo de aquisição ou de produção, deduzido das amortizações, depreciações acumuladas e de perdas por imparidade, quando aplicável. Os encargos com reparações e manutenções de natureza corrente, que não aumentem a vida útil dos ativos nem resultem em melhorias significativas nos elementos dos ativos fixos tangíveis, são registados como gastos do período em que os mesmos ocorrem. As depreciações são calculadas pelo método da linha reta, quotas constantes, de acordo com período de vida útil estimado para cada grupo de bens, a partir da data em que os
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
55
Cáritas da Ilha Terceira
mesmos se encontram disponíveis para serem utilizados no uso pretendido, os quais compreendem os seguintes: Períodos de vida útil estimados Edifícios e outras construções Equipamento básico
b)
20 a 50 5a8
Equipamento de transporte
4
Equipamento administrativo
3a8
Outros ativos fixos tangíveis
4a8
Ativos intangíveis
Os ativos intangíveis correspondem a direitos contratuais, ou direitos legais, quer esses direitos sejam transferíveis quer sejam separáveis da entidade ou de outros direitos e obrigações. Estes foram contabilizados pelo modelo do custo, tendo sido atribuído vida útil finita aos itens que o compõem, sendo estes especificamente apenas programas de computador para os quais foi considerado 3 anos de vida útil estimada. c)
Locações
O sistema normativo, NCRF-ESNL, descreve as locações como financeiras ou operacionais, conforme o locador transferir substancialmente para o locatário, todos os riscos e vantagens inerentes à propriedade. A classificação do tipo de locação depende da substância da transação e não da forma do contrato. d) Inventários Os inventários das matérias-primas, subsidiárias e de consumo encontram-se registados ao mais baixo de entre o custo de aquisição e o valor realizável líquido, utilizando-se o custo médio ponderado como método de custeio. Os inventários das mercadorias que a entidade distribui sem contrapartida encontram-se registados ao mais baixo de entre o custo histórico e o custo corrente, utilizando-se o custo médio ponderado como método de custeio. O contributo destes inventários para o desenvolvimento das atividades presentes e futuras da entidade, ou os serviços potenciais que lhe estão associados, não estão diretamente relacionados com a capacidade da entidade gerar fluxos de caixa. e) Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes As provisões são reconhecidas apenas quando existe uma obrigação presente (legal ou construtiva) resultante de um evento passado, e seja provável que para a resolução dessa obrigação ocorra uma saída de recursos e o montante dessa obrigação possa ser razoavelmente estimado. As provisões são revistas na data de cada demonstração da posição financeira e são ajustadas de modo a refletir a melhor estimativa a essa data. Os ativos e passivos contingentes não são reconhecidos nas demonstrações financeiras da entidade, mas são objeto de divulgação quando é provável a ocorrência de um benefício económico futuro ou de uma saída de fluxos da entidade, respetivamente. f) Subsídios do Governo e apoios do Governo Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
56
Cáritas da Ilha Terceira
Os subsídios e apoios do Governo são reconhecidos quando existe segurança de que sejam recebidos e cumpridas as condições exigidas para a sua atribuição. Os subsídios à exploração são reconhecidos na demonstração de resultados e encontramse formalizados com a Cáritas da Ilha Terceira sob a forma de Acordos de Cooperação e Protocolos identificados em valências que integram a rede de respostas sociais. Os subsídios ao investimento não reembolsáveis para financiamento de ativos tangíveis e intangíveis são registados nos Fundos Patrimoniais e reconhecidos na demonstração de resultados, proporcionalmente às depreciações/amortizações respetivas dos ativos subsidiados. g) Instrumentos financeiros Os ativos e passivos financeiros são reconhecidos quando a entidade se constitui parte na respetiva relação contratual.
•
Clientes e outras contas a receber
As dívidas de clientes e as de outros devedores são registadas pelo seu valor nominal deduzido de eventuais perdas de imparidade acumuladas, de modo a que as mesmas reflitam o seu valor realizável líquido. A maioria das prestações de serviços tem sido realizada a pronto pagamento ou em condições de crédito normais. • Fornecedores e outras contas a pagar As dívidas a fornecedores ou a outros terceiros são registadas pelo seu valor nominal, que é substancialmente equivalente ao seu justo valor, uma vez que o efeito do desconto é considerado imaterial. Estes valores registados de contas a pagar não vencem juros. •
Caixa e equivalentes a caixa
Os montantes incluídos na rubrica de caixa e equivalentes de caixa correspondem aos valores disponíveis em caixa, depósitos bancários, depósitos a prazo e outras aplicações de tesouraria que possam ser imediatamente mobilizáveis com insignificante risco de alteração de valor. h) Imposto sobre o rendimento Nos termos do nº 1 do artigo 10º do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (CIRC) estão isentas de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) as instituições particulares de solidariedade social, bem como as pessoas coletivas aquelas legalmente equiparadas. Esta isenção aplica-se aos rendimentos empresariais derivados do exercício das atividades comerciais ou industriais desenvolvidas no âmbito dos fins estatutários, condicionada à observância continuada dos seguintes requisitos: • o exercício efetivo, a título exclusivo ou predominante, de atividades dirigidas à prossecução dos fins que justificaram o reconhecimento da qualidade de utilidade pública ou dos fins que justificaram a isenção; Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
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Cáritas da Ilha Terceira
•
a inexistência de qualquer interesse direto ou indireto dos membros dos órgãos estatutários, por si mesmos ou por interposta pessoa, nos resultados da exploração das atividades económicas por elas prosseguidas.
Em 2004 a instituição solicitou a isenção de IRC no que respeita aos rendimentos englobáveis correspondentes às categorias constantes do nº 1 do artigo 10º do CIRC, a qual foi objeto de deferimento, tendo sempre por base o cumprimento dos requisitos acima referidos no que respeita à aplicação dos rendimentos obtidos das categorias a seguir descriminadas: • Categoria E – rendimentos de capitais, juros de depósitos bancários provenientes de donativos, angariação de fundos, subsídios entre outros; •
Categoria F – rendimentos prediais, correspondendo a rendas de prédios rústicos e urbanos;
•
Categoria G – incrementos patrimoniais, correspondendo a mais-valias resultantes de alienação de prédios.
i)
Benefícios dos empregados
Os benefícios de curto prazo dos empregados incluem salários, ordenados, diuturnidades, prémios adicionais, subsídio de alimentação, subsídio de férias e de natal e outras retribuições adicionais decididas pela direção bem como o cumprimento de todas as obrigações legais. As obrigações decorrentes dos benefícios de curto prazo são reconhecidas como gastos no período em que os serviços são prestados, numa base não descontada por contrapartida do reconhecimento de um passivo que se extingue com o respetivo pagamento. De acordo com a legislação laboral aplicável o direito a férias e subsídio de férias relativo ao período, por este coincidir com o ano civil, vence-se em 31 de dezembro de cada ano, sendo somente pago no período seguinte, pelo que os gastos correspondentes encontram-se reconhecidos como benefícios a curto prazo e tratados de acordo com o anteriormente referido. j) Eventos subsequentes Os eventos ocorridos após a data da demonstração da posição financeira que proporcionem informação adicional sobre condições que existam á data das referidas demonstrações são refletidas nas demonstrações financeiras ou objeto de relato no presente anexo. 4 – Políticas contabilísticas, alterações nas estimativas contabilísticas e erros Não se verificaram quaisquer efeitos resultantes de alteração voluntária em políticas contabilísticas. Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
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Cáritas da Ilha Terceira
5 – Ativos fixos tangíveis A quantia escriturada dos ativos fixos tangíveis, registados na entidade, foi determinada segundo o modelo do custo. Entre os exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e em 31 de dezembro de 2015, o movimento ocorrido na quantia escriturada dos ativos fixos tangíveis foi a seguinte: Adições Quantia bruta escriturada inicial
Ativos fixos tangíveis
Quantia Transferências
Aquisições
Outras
escriturada final bruta
Terrenos e recursos naturais Terrenos e r. naturais – doação
154.477,71
154.477,71
Edifícios e outras construções Edifícios e outras constr. – doação
2.678.590,24
2.678.590,24
Edifícios e outras constr. – legado
64.843,72
64.843,72
Edif. e outras construções – obras
252.516,26
205.223,79
457.740,05
Equipamento básico
43.596,02
12.712,23
56.308,25
Equipamento de transporte
71.171,46
27.577,59
98.749,05
Equipamento administrativo
48.994,58
37.135,78
86.130,36
Outros ativos fixos tangíveis
8.351,80
10.527,55
18.879,35
3.322.541,79
293.176,94
Total
0,00
0,00 3.615.718,73
Entre os exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e em 31 de dezembro de 2015, o movimento ocorrido nas respetivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade dos ativos fixos tangíveis foi a seguinte:
Diminuições Amortizações acumuladas iniciais
Depreciações
Amortizações acumuladas Alienações
Abates
Outras
finais
Ativos fixos tangíveis
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
59
Cáritas da Ilha Terceira
Terrenos e recursos naturais Terrenos e r. naturais – doação
236.034,84
53.571,81
Edifícios e outras construções Edifícios e outras constr. – doação
289.606,65
Edifícios e outras constr. – legado
64.843,72
Edif. e outras construções – obras
222.782,85
3.990,21
Equipamento básico
39.964,21
2.419,93
42.384,14
Equipamento de transporte
46.964,77
9.105,32
56.070,09
Equipamento administrativo
47.289,19
17.335,69
64.624,88
Outros ativos fixos tangíveis
5.624,15
4.080,20
9.704,35
663.503,73
90.503,16
Total
64.843,72
226.773,06
0,00
0,00
0,00
754.006,89
O valor das depreciações dos edifícios e outras construções doados totaliza o valor de 53.571,81€ o qual tem como contrapartida a rubrica de fundos patrimoniais, por se referir a bens que foram afetos á Instituição por doação e por legado. Todos os ativos registados são próprios da entidade, não existindo restrições à sua titularidade e sobre os quais não existem quaisquer compromissos contratuais ou garantias atribuídas, bem como não existem compromissos assumidos para a aquisição de ativos fixos tangíveis. Em 2015 concluíram-se as obras necessárias para que o cumprimento dos requisitos necessários á obtenção da certificação da qualidade, obrigatória a todas as entidades que celebraram Acordos de Cooperação para o financiamento de atividades sociais, de acordo com o artigo nº 27 da Seção II do Código da Ação Social dos Açores, publicado no Diário Legislativo Regional nº 16/2012/A de 4 de abril de 2012. O Projeto “Reformulação do Edifício da Cáritas da Ilha Terceira” efetuado junto da Grater – Associação de Desenvolvimento Regional, no âmbito da medida de melhoria da qualidade de vida nas zonas rurais, concretamente na ação referente a serviços básicos para a economia e população rurais, implementação de serviços básicos de suporte. O domínio de intervenção do projeto corresponde às infraestruturas sociais e de saúde para a remodelação e beneficiação do edifício sede, da instalação elétrica e da rede de comunicações se proceda á aquisição de equipamentos de segurança contra incêndios e intrusão, aquisição de hardware e software de gestão de informação, bem como a implementação de um sistema de certificação da qualidade foi concluído. E é o reconhecimento dos ativos associados que originam as variações nos ativos fixos tangíveis da Instituição.
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
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Cáritas da Ilha Terceira
6 – Ativos intangíveis Entre os exercícios findos em 31 de dezembro de 2014 e em 31 de dezembro de 2015, o movimento ocorrido na quantia escriturada dos ativos intangíveis, bem como nas respetivas depreciações acumuladas e perdas por imparidade, foi a seguinte: Projetos de Desenvolvimento Quantia bruta escriturada inicial
Programas de Computador 0.00
8.143,41
Depreciações acumuladas iniciais
0.00
8.143,41
Quantia líquida escriturada inicial
0,00
0,00
13.825,00
2.159,40
13.825,00
2.159,40
Adições Aquisições Outras Total das Adições
Diminuições
3.649,22
Amortizações 1.026,56
Alienações Abates Outras Total das diminuições Quantia bruta escriturada final Depreciações acumuladas finais Quantia líquida escriturada final
3.649,22
1.026,56
13.825,00
10.302,81
3.649,22
9.169,97
10.175,78
1.132,84
Aqui está igualmente refletido a conclusão do projeto acima referido nas rubricas que estavam contempladas no mesmo.
7 – Locações Não existem ativos que tenham sido objeto de locações financeiras ou operacionais na Cáritas da Ilha Terceira. 8 – Custo dos empréstimos obtidos A Cáritas da Ilha Terceira não contraiu quaisquer tipos de empréstimos.
9 – Inventários Tanto os inventários das matérias-primas, subsidiárias e de consumo, como os inventários das mercadorias que a entidade distribui utilizam o custo médio ponderado como método Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
61
Cáritas da Ilha Terceira
de custeio. Enquanto os primeiros são registados ao custo de aquisição, os últimos são registados ao custo corrente. Em 31 de dezembro de 2015 a rubrica de inventários e por conseguinte a demonstração das matériasprimas, subsidiárias e de consumo e os materiais de consumo apresentavam os seguintes valores: 2015 Quantias de inventários reconhecidas como gastos durante o período Matérias primas, Materiais de Total sub. e de consumo consumo
Inventários iniciais
0,00
1.423,35
1.423,35
71.781,93
18.475,51
90.257,44
Reclassificações e regularizações
0,00
0,00
0,00
Inventários no fim do período
0,00
2.555,48
2.555,48
71.781,93
17.343,38
89.125,31
Compras
Custo das matérias consumidas
Os bens que constam em matérias-primas, subsidiárias e de consumo consistem maioritariamente em géneros alimentares e em bens doados à instituição de natureza diversa, desde mobiliário, sapatos entre outros. Os bens que constam como materiais de consumo consistem em material de economato, que podem ser classificados como material de escritório ou material didático em função da utilização dos mesmos, e material de limpeza. Alguns documentos com a classificação acima mencionada foram objeto de imputação direta nas rubricas por terem por base projetos cujo documento de imputação legível é o documento que efetiva a compra.
10 – Rédito O rédito é proveniente da prestação de serviços referente a mensalidades associadas á valência que refere a formação pré-escolar, Creche e Jardim de Infância; contributos e donativos, para o desenvolvimento de atividades, presentes e futuras, da instituição bem como das entidades subsidiárias. É igualmente composto pelos juros das aplicações efetuadas, fiavelmente mensurado, com o objetivo do seu contributo se reverter para o desenvolvimento das atividades desenvolvidas e da estrutura administrativa. A quantia do rédito proveniente das prestações de serviços é determinada de acordo com a Portaria nº 2/2003 de 16 de Janeiro, que aprova as tabelas das comparticipações familiares para as creche e jardim-de-infância para as entidades que estabeleceram acordos de cooperação com a Direção Regional da Educação. Para os períodos de 2015 e 2014 foram reconhecidos os seguintes réditos: Descrição
Vendas Prestações de serviços
2015
2014
8.830,84
0,00
29.512,98
29.864,84
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
62
Cáritas da Ilha Terceira
Quotas dos utilizadores Mensalidades Creche
15.328,36
12.171,61
Jardim de Infância
13.958,87
17.280,66
225,75
412,57
4.666,12
12.276,40
Atividades de Tempos Livres Juros
As vendas correspondem aos rendimentos obtidos no âmbito da CAE: 01130 – Cultura de produtos hortícolas, raízes e tubérculos como atividade secundária, para as quais não foi registado o custo das matérias-primas por o mesmo estar classificado em material didático associado a dois projetos que desenvolviam atividades e competências em áreas tradicionais, o Terra Nostra - Capacitação com Raízes, financiado pela Fundação EDP, e o projeto Trad(e)-IN – Tradição e Inovação para a Empregabilidade financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian via o Programa Cidadania Ativa.
11 – Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes Não foram efetuadas provisões no período em análise. Igualmente não foram reconhecidos, nas demonstrações financeiras da instituição, passivos nem ativos contingentes, nem os mesmos foram objeto de divulgação no presente anexo, por não terem ocorrido no ano de 2015 e 2014.
12 – Subsídios do Governo e apoios do Governo Os subsídios e apoios do Governo estão divididos de acordo com a formalização que os mesmos assumem, sendo que uns têm subjacente Acordos de Cooperação e outros têm por base a formalização de Protocolos. Pontualmente nas valências, centros de custos que os refletem, é solicitado apoios para comparticipação em despesas necessárias ao funcionamento daquelas atividades e para as quais a instituição é deficitária de verbas. Estes apoios assumem carater eventual e pontual. Em 31 de dezembro de 2015 e 2014 a Cáritas da Ilha terceira apresentava na rubrica de Subsídios do Governo e apoios do Governo, tanto à exploração como para o investimento os seguintes valores: Descrição
Subsídios do Governo à exploração Acordos de Cooperação Do IDSA - Instituto para o Desenv. dos Açores Da Direção Regional da Educação Protocolos Do IDSA - Instituto para o Desenv. dos Açores
2015
2014
709711.32 608,650.99
660.818,24 590.869,46
564,650.99
546.869,46
44,000.00
44.000,00
95,796.33
63.987,57
41,093.66
40.965,45
Da Direção Regional da Educação
0.00
18.190,00
Da Dir. Reg. da Prev. e Combate às Dependências
0.00
34.825,97
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
63
Cáritas da Ilha Terceira
Da Direção Regional da Juventude
13,947.88
Do Município de Angra do Heroísmo
40,754.79
0.00
5,264.00
5.961,21
Comparticipações eventuais Do Município de Angra do Heroísmo
4.832,12
119.00
0.00
Da Direção Reg. do Emprego e Qualif. Profissional
1,400.00
5.961,21
Da Direção Regional da Ciência e Tecnologia
3,745.00
0.00
22,172.97
4.084,02
9,459.78
2.390,95
Subsídio do Governo para investimento Do IDSA - Instituto para o Desenv. dos Açores Do IFAP - Instituto de Fianc.da Agricultura e Pescas
12,713.19
0.00
0.00
1.693,07
731,884.29
664.902,26
De Outras Entidades
Total dos subsídios do Governo
Os valores recebidos para as valências que estão na base dos Acordos de Cooperação foram formalizados com o IDSA – Instituto para o Desenvolvimento dos Açores, sendo a exceção o Jardim de Infância que além deste valor recebe comparticipação da Direção Regional da Educação. Assim, estes compreendem as seguintes valências: Acordo nº
Valências
2015
116
Creche
117
Jardim de Infância
602
Animação de Rua
735
Centro Des.Inclusão Juvenil
162.493,44
2014
162.493,43 164.790,20
Total
164.790,20 94.337,40
86.945,89
187.029,95
176.639,94
608,650.99
590.869,46
Em 2014 as valências Creche e Jardim de Infância foram alvo de uma reestruturação em termos de modelo de financiamento, assim o Contrato de Cooperação – Valor Cliente nº 116/2014 celebrado para a Creche e o Contrato de Cooperação – Valor Cliente nº 117/2014 celebrado para o Jardim de Infância, sendo os valores atribuídos calculados com base num valor padrão por cada utente definido nos contratos em termos de capacidade máxima instalada para cada valência. Nas restantes valências não houve alterações no modelo de financiamento em vigor. Os valores que constam em Protocolos, abrangem os assinados com o IDSA – Instituto para o Desenvolvimento dos Açores, corresponde ao Protocolo Comissões de Proteção de Crianças e Jovens, bem como os Protocolos com o Município de Angra do Heroísmo e a Direção Regional da Juventude. Estes vindo a ser objeto de renovação, sendo o do projeto 3D, financiado pelo Fundo Social Municipal que atua junto das escolas e cujos resultados positivos alcançados têm sido reconhecidos. O outro projeto aqui enquadrado corresponde ao Enformar/Aprender. Valências
2015
2014
Do IDSA Comissão de Prot. de Crianças e Jovens
41.093,66
40.965,45
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
64
Cáritas da Ilha Terceira
Da Direção Regional da Educação Reativar adultos
0,00
18.190,00
13.947,88
4.832,12
40.754,79
11.908,45
95.796,33
75.896,02
Da Direção Regional da Juventude Enformar e aprender Do Município de Angra do Heroísmo 3D - Fundo Social Municipal Total
Aqui estavam considerados os Protocolos celebrados com a Direção Regional da Educação para a formação de adultos que terminou em 2014. Os restantes valores que constam em Programas, correspondem a comparticipações eventuais, a projetos sociais com carater de curta duração, cujos contratos que os formalizam têm sido com períodos anuais, celebrados em função do ano civil ou do ano escolar, consoante a área de ação dos mesmos. Valências Da Direção Regional do Emprego e Qual. Profissional Do Município De Angra do Heroísmo
2015 1.400,00 119,00
2014 5.961,21 0,00
Da Direção da Ciência e Tecnologia Pro-Scientia - Espaço TIC Total
3.745,00
0,00
5.264,00
5.961,21
Em seguida apresentam-se projetos diferentes mas com uma componente comum de intervenção, e pelo facto de ter sido considerado um projeto de sucesso, o Terra Nostra – Capitação com raízes, financiado pela Fundação EDP, foi reformulado e deu origem ao projeto Trad(e)-IN – Tradição e Inovação para a Empregabilidade financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian via o Programa Cidadania Ativa, estão aqui enquadrados. Os recursos financeiros para a execução dos projetos não tem origem no sector público. Valências
EPIS Cáritas dos Açores
2015
0,00
2014
70,90
2.225,00
Fundação EDP Projeto Terra Nostra
10.424,96
10.575,04
0,00
10.313,97
33.507,59
0,00
Phillip Morris
16.055,54
5.460,00
Total
62.213,09
26.419,91
Fundação Calouste Gulbenkian - EEA Grants Projeto Par e Passo Projeto Trad(e)-In
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
65
Cáritas da Ilha Terceira
A fundação EDP através do projeto Terra Nostra – Capitação com raízes apoiou a aquisição de uma viatura, carrinha, para o transporte dos produtos produzidos no âmbito do projeto. Esta verba foi diferida em função do reconhecimento do custo de amortização da viatura. Esta reconhecimento está refletido nas rubricas abaixo indicadas. Valências
2015
2014
Fundação EDP Projeto Terra Nostra
Total
1.875,00
0,00
1.875,00
0,00
13 – Efeitos de alterações em taxas de câmbio Não houve operações efetuadas em moeda estrangeira pelo que a presente nota não se aplica.
14 – Imposto sobre o rendimento A instituição, na qualidade de pessoa coletiva equiparada a IPSS é isenta de IRC no âmbito do artigo 10.º do IRC. A isenção acima prevista não abrange os rendimentos empresariais derivados do exercício das atividades comerciais ou industriais desenvolvidas fora do âmbito dos fins estatutários, e está condicionada à verificação de um conjunto de requisitos que se encontram mencionados no artigo 10.º do IRC.
1
– Instrumentos financeiros/Ativos e passivos financeiros
15.1 – Caixa e equivalentes a caixa A rubrica de caixa e equivalentes de caixa corresponde aos valores disponíveis em depósitos à ordem e outras aplicações de tesouraria, designadamente em contas de depósitos a prazo, que possam ser mobilizáveis sem risco de alteração de valor. Em 31 de dezembro de 2015 e 2014, a rubrica apresenta os seguintes saldos: 2015
1
2014
.2 – Clientes e outras contas a receber
Em 31 de Dezembro de 2015 e de 2014 a rubrica de clientes e outras contas a receber apresenta a seguinte decomposição:
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
66
Cáritas da Ilha Terceira
Caixa
782,53
4.277,72
Depósitos à ordem
104.651,67
180.050,85
Depósitos a prazo
181.589,71
238.542,59
Outros Total
22.500,00
22.500,00
309.523,91
445.371,16
2015
Clientes/Utentes - Gerais (c/c) Da atividade agrícola Da Creche Do Jardim de Infância Outros Outras contas a receber
3.510,26 400,77
2014
2.643,52 0,00
540,75
317,85
1.968,24
1.674,10
600,50
651,57
1.236,65
1.236,65
De pessoal
0,00
380,64
De utentes
4.141,34
4.089,89
215,00
275,00
De instituições De alunos do UFCIT Devedores por acréscimos Verbas comprometidas
0,00
342,06
15.645,00
10.100,00
157.872,11
60.524,01
Na componente verbas comprometidas constam valores recebidos para conceder a utentes referentes ao Fundo Social Solidário, Fundo Social de Emergência, bem como donativos recebidos em espécie de valores consideráveis por os mesmos corresponderem à liquidação de estabelecimentos comerciais a designar: Sapataria Aliança de Helena & Manuela Martins, Lda. que voltou em 2015 a entregar mercadoria; Loja das Utilidade de Manuel Magalhães, Lda.; e por fim os bens entregues por Carlos Henrique Almeida.
15.3 – Fornecedores e outras contas a pagar Em 31 de Dezembro de 2015 e de 2014 a rubrica de fornecedores e outras contas a pagar apresenta a seguinte decomposição:
2015
Fornecedores gerais Estado e outros entes públicos Retenção de IRC Retenções de IRS IVA Contribuições p/a SS e CGA
14.691,82 17.228,66
2014
16.784,61 16.154,69
0,00
0,00
4.846,14
3.466,49
124,07
0,00
12.459,38
12.648,26
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
67
Cáritas da Ilha Terceira
Fundo de Compensação do Trab. Outras contas a pagar Pessoal Prioridade e Fundo Social Credores por acréscimos
-200,93
39,94
378.716,82
378.716,82
2.242,61
0,00
867,13
0,00
81.352,23
81.352,23
Rendimentos diferidos
219.653,26
154.731,28
Verbas comprometidas
122.184,72
142.633,31
16 – Benefícios dos empregados, pessoas ao serviço e gastos com o pessoal 16.1 – Membros dos órgãos diretivos No ano de 2015 os órgãos sociais da Cáritas da Ilha Terceira, são nomeados pelo Bispo de Angra e Ilhas dos Açores, sendo 13 o número de membros, todos sem remuneração, distribuídos da seguinte forma: a. Conselho Geral: 3 membros; b.
Direção: 7 membros;
c.
Conselho fiscal: 3 membros.
16.2 - Colaboradores O detalhe dos gastos com o pessoal da Cáritas da Ilha Terceira é como segue:
Descrição Remunerações do pessoal Indemnizações Encargos sobre as remunerações Seguros de acidentes no trabalho e doenças profissionais Gastos de ação social Outros gastos com o pessoal Total
2015 588.348,77
2014 521.263,53
0,00
0,00
128.205,50
107.919,52
3.933,94
2.773.84
0,00
0,00
100,00
0,00
720.588,21
631.956,89
O número médio de empregados durante o ano foi de 40, em 31 de dezembro de 2015 o número de colaboradores era de 482 e apresentava a seguinte composição:
Número de pessoas em 31/12/2015
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
68
Cáritas da Ilha Terceira
Pessoas ao serviço da instituição, por tipo de horário: A tempo completo
51
A tempo parcial
1
Pessoas ao serviço da instituição, por sexo: Homens
12
Mulheres Das quais pessoas ao serviço através de programas de apoio ao emprego
40 10
O número de empregados é superior em 31 de dezembro, tendo em conta que há funcionários que se encontram de baixa e por tal foram substituídos por outros por forma a assegurar o funcionamento das valências. A instituição concorreu a apoios para contratação de pessoal que se encontrava em situação de desemprego candidatando-se aos programas CTTS, Prosa, Estagiar L e T, os quais constam do quadro acima em referência separada.
17 – Divulgações exigidas por outros diplomas legais A Cáritas da Ilha Terceira não apresenta dívidas ao Estado nos termos do Decreto-Lei nº 534/80 de 7 de novembro. De igual forma a Instituição tem a situação regularizada perante a Segurança Social de acordo com Decreto-Lei nº 411/91 de 17 de outubro. Todas as obrigações fiscais foram liquidadas dentro dos prazos legalmente estipulados.
18 – Outras informações 18.1 – Subsídios, doações e legados à exploração Em 31 de dezembro de 2015 e de 2014 as grandes componentes da rubrica de subsídios, doações e legados à exploração é como seguem:
2015
Subsídios do Estado
2014
731.884,29
664.902,26
Subsídios de outras entidades
64.088,09
38.068,36
Doações e heranças
81.689,86
78.531,29
Angariação de fundos - em numerário
50.744,47
30.224,10
Angariação de fundos - em espécie
30.945,39
48.307,19
877.662,24
781.501,91
Total
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
69
Cáritas da Ilha Terceira
18.2 – Outros rendimentos e ganhos Em 31 de dezembro de 2015 e de 2014 o detalhe dos ganhos registados na rubrica de outros rendimentos e ganhos é como segue: 2015 Rendimentos suplementares Descontos de pronto pagamento Rendimentos de alienações de ativos Rendimentos e ganhos em inv. não financeiros Correções relativas a períodos anteriores Outros
Total
204,00 0,00
2014 425,00 0,00
0,00
3.000,00
68.195,48
71.276,39
6.979,42
3.959,68
864,58
459,31
76.243,48
79.120,38
18.3 – Juros, dividendos e outros rendimentos Em 31 de dezembro de 2015 e de 2014 o detalhe dos ganhos registados na rubrica de juros, dividendos e outros rendimentos é como segue: 2015
Juros de depósitos bancários Juros de outras aplicações financeiras Total
2014
4.092,99
10.869,69
573,,13
414,00
4.666,12
11.283,69
18.4 – Fornecimentos e serviços externos Em 31 de dezembro de 2015 e de 2014 o detalhe dos gastos registados na rubrica de fornecimentos e serviços externos é como segue: 2015
2014
61.700,83
66.861,15
9.862,25
5.936,79
Energia e fluídos
31.072,19
27.023,84
Deslocações, estadas e transportes
13.697,02
9.335,06
Serviços diversos
22.112,02
13.921,56
138.444,31
123.078,40
Serviços especializados Materiais
Total
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
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18.5 – Outros gastos e perdas Em 31 de dezembro de 2015 e de 2014 o detalhe dos gastos registados na rubrica de outros gastos e perdas é como segue: 2015
Impostos diretos e indiretos
12,75
6,80
0,00
4,73
11.446,51
17.832,56
597,72
338,10
12.056,98
18.182,19
Perdas em inventários (quebras) Apoios concedidos a utentes Outros Total
2014
18.6 – Diferimentos Em 31 de dezembro de 2015 e de 2014 o detalhe dos gastos registados na rubrica de outros gastos e perdas é como segue: 2015
2014
Gastos a reconhecer Apoios em espécie
157.872,11 157.872,11
59.000,00 59.000,00
Rendimentos a Reconhecer
154.731,28
154.731,28
61.052,05
71.832,56
729,10
23.898,72
157.872,11
59.000,00
Apoios do Governo Apoios de outras entidades Apoios em espécie
Os valores que constam desta rubrica referem-se a verbas cujo fim para o qual foram atribuídas não se concretizaram no ano em causa. Englobam igualmente verbas referentes a projetos que ainda se encontram ativos a saber: formação no âmbito do EPIS e verbas atribuídas no âmbito do Fundo Municipal.
18.7 – Acontecimentos após data de balanço Não são conhecidos à data quaisquer eventos subsequentes, com impacto significativo nas demostrações financeiras de 31 de dezembro de 2015. Após o encerramento do exercício, e até à elaboração do presente relatório, não se registaram outros factos suscetíveis de modificar a situação relevada nas contas.
18.8 – Aprovação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2015 foram aprovadas pela Direção a 03 de março de 2016. Angra do Heroísmo, 03 de março de 2016 Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
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O Contabilista Certificado A Direção
Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados em 31 de dezembro de 2015
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