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Relatório de atividades 2014

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Relatรณrio de Atividades 2014

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Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014

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Índice I - Introdução................................................................................................................................................ 3 Apresentação da Instituição .................................................................................................................... 3 Missão ...................................................................................................................................................... 4 Valores ..................................................................................................................................................... 4 Visão ......................................................................................................................................................... 5 Política de Qualidade ............................................................................................................................... 5 II – Avaliação do Plano Operacional ............................................................................................................ 7 Gestão ...................................................................................................................................................... 7 Creche e Jardim de Infância Mãe de Deus............................................................................................... 8 Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil/ Unidade de Formação ............................................... 11 Unidade de Apoio Social ........................................................................................................................ 17 Animação de Rua ................................................................................................................................... 20 III- Execução do Cronograma de atividades............................................................................................... 24 IV- Execução orçamental ........................................................................................................................... 27 V- Conclusões .................................................................................................Erro! Marcador não definido.

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I - Introdução Apresentação da Instituição A Caritas da Ilha Terceira (CIT) é uma organização social que pratica a Caridade, operacionalizando um serviço fundamental da Igreja. Tem a sua sede no Lar Santa Maria Goretti, na Canada dos Folhadais nº 54, 9700-202, S. Pedro, Angra do Heroísmo A sua origem remonta à década de 50, uma vez que integrava a Cáritas dos Açores, fundada em 1956, com sede em Angra do Heroísmo e delegações em Ponta Delgada e Horta. Com os estatutos aprovados pelo Bispo Diocesano em Março de 2002, a Caritas dos Açores passa a ser a união das Cáritas das diferentes ilhas da Diocese de Angra, sendo atribuída à CIT personalidade jurídica. Para dar resposta aos problemas emergentes a CIT, tem orientado a sua ação no sentido de se especializar na criação de respostas capazes de ajudar na capacitação de jovens com percursos de exclusão. Assim surge a Animação de Rua; a Unidade de Formação; o Centro de Desenvolvimento e Inclusão juvenil (CDIJ), a Unidade de Atendimento a Jovens em Risco. Desenvolveu e desenvolve outros projetos que visam a reabilitação e a prevenção, tais como o Projeto Free( Formação reabilitadora em espaços extremos), Tutal (um modelo de tutoria em meio escolar), (In)Forma-te (prevenção de dependências). Muitas destas ações têm cofinanciamento público. O que foi o atendimento socio-caritativo de então, passou a ser a Unidade de Atendimento Social, capaz de proporcionar uma resposta mais abrangente, indo ao encontro dos novos problemas e procurando integrar soluções, que vão desde ajuda à procura activa de emprego, à inclusão de pessoas em programas de treino de competências, e à aquisição de escolaridade mínima. Desde 2002, tem sido constante a preocupação e a atenção dadas à Animação Pastoral, suscitando e fazendo crescer, nas paróquias, a dimensão social como exigência da vida da comunidade cristã, assegurando o conhecimento e atendimento dos problemas sociofamiliares da comunidade. A CIT, consciente da sua missão, tem ao longo destes últimos anos participado em diversas Campanhas de emergência de âmbito nacional e internacional – fogos no continente, enxurradas na Agualva, cheias na Mod.Ef.3.0./CIT

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Madeira, construção de poços na Guiné-Bissau, abastecimento de água em Cabo Verde, tsunami no Sudeste Asiático, cheias em Santa Catarina (Brasil), terramoto no Haiti, etc Todo o trabalho desenvolvido conta com a colaboração de assalariados e voluntários.

Missão “Sempre mais próximo do próximo” A Cáritas da Ilha Terceira assume o compromisso: - prestar ajuda em situação de emergência; - analisar e combater a pobreza e a exclusão social, promovendo o desenvolvimento humano e a justiça; - animar a pastoral social

Valores Proximidade– aproxima-se das pessoas respeitando-as na sua identidade e coopera na resolução dos seus problemas, com rigor, exigência e verdade; Solidariedade, fraternidade e gratuidade – promove a partilha de forma gratuita, porque nascida de um amor maior; Universalidade – acolhe todas as pessoas e olha para todas as problemáticas agindo de acordo com dignidade da pessoa humana; Radicalidade – atua na raiz dos problemas de modo a promover o “empowerment” de cada individuo; Cooperação e subsidiariedade – baseia-se na colaboração e na responsabilidade; Profissionalismo e atenção do coração - fundamenta-se na competência técnica e na compaixão Desenvolvimento sustentável – alicerça-se na responsabilidade ecológica, na ousadia, na inovação e na esperança

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Visão Por mais exigente e difícil que seja, não abdicamos de inscrever no futuro da Terceira, dos Açores, do mundo, a nossa Missão e os nossos valores onde: os pobres e os não atendidos, as comunidades cristãs e a sociedade vivam melhor e de forma mais solidária. Cremos e queremos que no futuro: - As pessoas pobres, excluídas e em risco de exclusão, tenham ao seu alcance o suporte económico mínimo e ajuda capacitadora que lhes permita iniciar processos de inserção, e assim garantir o seu protagonismo social; - As comunidades cristãs sejam fieis à sua identidade e missão, servindo, conscientes, na busca de soluções para os problemas concretos que lhes estão mais próximos; - As organizações socio-caritativas da Igreja trabalhem em cooperação, desenvolvam mecanismos de participação e coordenação e manifestem uma imagem coerente com a opção pelos mais vulneráveis. Além disso, que estas organizações aprofundem critérios comuns de atuação e colaborem com outros âmbitos e agentes da ação social. - A cidadania se consciencialize cada vez mais sobre a realidade da pobreza e da exclusão, sobre as suas causas, assumindo uma consciência crítica e de denúncia, e participe socialmente na mudança das estruturas e no auxílio direto aos mais fragilizados, agindo com sobriedade, na edificação de um mundo melhor.

Política de Qualidade A Cáritas da Ilha Terceira, CIT enquanto organização da Igreja Católica para a promoção e dinamização da ação social, está consciente da sua responsabilidade e da necessidade de contribuir, a par de outros agentes, para o permanente desenvolvimento da sociedade, no âmbito da solidariedade, justiça e bem comum. Entende, por isso, que é seu dever assumir o compromisso da melhoria contínua da qualidade dos seus processos, e serviços como uma prioridade da gestão e pilar fundamental na consolidação do prestígio organização. A CIT compromete-se a: - Conceber, implementar e desenvolver modelos de relacionamento com os seus clientes que lhe permitam conhecer e compreender as suas necessidades e expectativas, atuais e futuras, de forma a garantir a plena satisfação e a criação de valor sustentável.

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- Estabelecer uma gestão por processos, integrados em sistemas, que sejam capazes de assegurar o desenvolvimento da estratégia da organização. - Satisfazer as necessidades dos clientes e colaboradores, fornecendo serviços que cumpram os requisitos legais e contratuais, bem como outros referenciais, aplicáveis para a melhoria contínua do Sistema de Gestão da Qualidade. - Aplicar as boas práticas de gestão em todas as suas atividades, assegurando a utilização eficiente dos recursos e investindo nos meios e técnicos e operacionais disponíveis e possíveis, tendo em vista a contínua adaptação à evolução da realidade em que opera e a inovação. - Promover a sensibilização e formação dos colaboradores para as suas obrigações individuais e coletivas quanto ao cumprimento dos requisitos e procedimentos estabelecidos bem como à permanente melhoria da qualidade, assegurando o desenvolvimento das suas competências, o seu envolvimento na obtenção dos resultados planeados e o espírito de pertença à Instituição. - Fomentar uma liderança eficaz, a todos os níveis, criando as condições necessárias para que os responsáveis conduzam as suas equipas numa base de confiança e entusiasmo, transmitindo-lhes a visão de futuro. - Desenvolver e manter um relacionamento profícuo com os seus Parceiros e Fornecedores apostar no reforço da confiança mútua, em moldes que permitam desenvolver competências e alcançar objetivos partilhados. - Incluir objetivos quantificáveis de qualidade nos planos de intervenção, procedendo à medição e avaliação dos resultados obtidos, à identificação de áreas de melhoria e ao estabelecimento de programas de atuação. - Aplicar os requisitos de gestão da qualidade estabelecidos em normas internacionalmente reconhecidas, avançando de forma progressiva rumo à excelência.

A CIT compromete-se, em suma, a atuar em todas as circunstâncias expressas nos valores da organização caridade, proximidade, responsabilidade e inovação - por forma a que seja possível alcançar e manter padrões de Qualidade em todas as suas atividades, de modo a gerar valor para a sociedade. Reconhece que a competência, criatividade, talento e motivação dos seus colaboradores é recurso valioso.

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II – Avaliação do Plano Operacional Gestão Descrição: Tendo em consideração a escassez de recursos que é apanágio das organizações do 3ª setor, ainda mais numa situação de crise financeira como a atual, obriga a que a otimização da combinação dos meios disponíveis e a procura do máximo impacto possível das intervenções seja a preocupação fundamental da Gestão de Topo na Cáritas da Ilha Terceira. Por isso, a liderança é fundamental, quer para a instituição conseguir atingir os objetivos estratégicos a se propôs, tendo sempre por base a gestão financeira, a qualidade dos serviços e produtos, assim como, na gestão eficaz dos seus recursos humanos.

Objetivos Operacionais 2014

Meta para 2014

- Executar obras estruturais no edifício sede - Implementar um sistema de avaliação dos Colaboradores - Implementar um Sistema de Gestão da Qualidade

Implementar um Sistema de Avaliação dos Colaboradores Iniciar as obras de forma a estar tudo finalizado em Fevereiro de 2015

Fórmula de Cálculo Responsável

Sim ou não

Resultado Obtido Observações

Sim

Meta para 2014

Direção

As obras foram encontram-se em realização, prevendo-se a sua finalização no final do mês de março de 2015 Implementar um Sistema de Avaliação dos Colaboradores Realizar o processo de avaliação dos colaboradores durante o 1º semestre do ano

Fórmula de Cálculo Responsável

Sim ou não

Resultado Obtido Observações

Não

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Direção

A avaliação dos colaboradores iniciou no 2º semestre do ano, prevê-se a sua finalização entre janeiro e fevereiro de 2015

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Meta para 2014

Implementar um Sistema de Gestão da Qualidade Ter todo o sistema de Gestão da Qualidade implementado até ao final do ano, pronto para se pedir certificação no 1º semestre de 2015

Fórmula de Cálculo Responsável

Sim ou não

Resultado Obtido Observações

Não

Gestor da Qualidade/Direção

A implementação do sistema está a ter atrasos consideráveis, nomeadamente, foi até ao momento impossível implementar o sistema nos serviços administrativos por falta de organização interna desses mesmos serviços, o processo de gestão estratégica e financeira da instituição não está a ser implementado corretamente por falta de feedback da informação que deveria ser enviada pela TOC. Por isso, prevê-se que o sistema só esteja completamente implementado entre o final de 2015 e inícios de 2016, não se antecipando para já uma data para possível certificação.

Creche e Jardim de Infância Mãe de Deus Descrição: O Jardim-de-Infância da Mãe-de-Deus localiza-se em São João de Deus, em Angra do Heroísmo. Esta valência foi fundada em 1988, tendo como objetivo primordial dar apoio às famílias vítimas do sismo de 1980. Posteriormente, face às necessidades detetadas, foi criado o serviço de Creche. A Creche mantém um acordo de cooperação com a Direção Regional da Segurança Social e o Jardim-de-Infância com a Direção Regional da Segurança Social e Direção Regional da Educação. Atualmente, a creche é composta por três salas, onde trabalham seis auxiliares de educação e uma educadora de infância. Quanto ao Jardim-de-Infância, este funciona em duas salas, com três auxiliares de educação e duas educadoras. No que concerne à alimentação, é servido almoço e lanche, confecionados pelo pessoal de cozinha: uma cozinheira e respetiva auxiliar. O Jardim-de-Infância conta, ainda, com o apoio de uma enfermeira, responsável pela elaboração das ementas e que colabora no despiste de eventuais problemas de saúde. Em suma, a equipa educativa procura promover o bem-estar e o desenvolvimento integral das crianças, com vista ao seu crescimento pleno e harmonioso.

Objetivos Operacionais 2015

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- Implementar projeto Ler + - Implementar Projeto Filosofia para Crianças

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Implementar projeto Ler + Meta para 2014

Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Meta para 2014

Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Metas de Processos 2014:

Este projeto tem por objetivo permitir às famílias a exploração de estratégias de préleitura e promover futuros leitores, mas também, fortalecer laços afetivos em contextos familiares. São enviados livros para casa das crianças, que posteriormente são explorados na sala de aula Sim ou Não Coordenadora Pedagógica da CJIMD Sim. A leitura em Vai e Vem permitiu a participação da família, com posterior exploração desses livros em contexto de sala. A aquisição de vocabulário novo e maior traquejo na divisão silábica é de salientar. Implementar Projeto Filosofia para Crianças Este projeto tem por objetivo desenvolver a capacidade de raciocínio e o pensamento em geral, assim como, a capacidade de verbalização do pensamento e aspetos cruciais da construção da comunicação, como o confronto de ideias e a reflexão em grupo, através da metodologia criada por M. Lipman e A. Sharp – Filosofia para crianças. Implementação de comunidades de investigação filosóficas – semanalmente- 30 minutos – crianças da sala dos 5 anos Sim ou Não Coordenadora Pedagógica da CJIMD Sim. Com estas sessões obteve-se o desenvolvimento da capacidade de raciocínio lógico, formulação correta de perguntas e competências de diálogo em grupo.

-OPC.01 - Candidatura; -OPC.02 - Admissão e Acolhimento; -OPC.03a - Plano de Desenvolvimento Individual (objetivos); -OPC.03b - Plano de Desenvolvimento Individual (Atividades); -OPC.04 - Planeamento e Acompanhamento das Atividades.

OPC.01 - Candidatura Metas para 2014

Dar resposta a pelo menos 80% dos pedidos de candidatura para o ano letivo de 2014/2015 num período máximo de 15 dias

Fórmula de Cálculo Responsável

[n.º total de candidaturas - n.º de respostas a pedidos de candidaturas acima de 15 dias]x100/ n.º total de candidaturas Coordenador dos serviços Administrativo-Financeiros

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Resultados Obtidos em 2014

Foi dada resposta a 100% dos pedidos, no período máximo de 15 dias

OPC.02 - Admissão e Acolhimento Metas para 2014

Taxa de rescisões de contrato após o programa de acolhimento não superior a 20%

Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos em 2014

[n.º total de novos crianças - n.º de rescisões após o programa de acolhimento]x100/ n.º total novos crianças Coordenadora Pedagógica da CJIMD 100% - Não houve rescisões

OPC.03a - Plano de Desenvolvimento Individual (Atividades) Metas para 2014

Execução de 80% das ações previstas nos Planos de desenvolvimento individual

Fórmula de Cálculo

[∑(n.º total de ações previstas no PI para cada criança) - ∑(n.º de ações realizadas que estavam previstas no PI para cada criança)] x100/∑(n.º total de ações previstas no PI para cada criança) Coordenadora Pedagógica da CJIMD Média = 97% Sala 0 anos-100% Sala 1 ano-92,59% Sala 2 anos-97,87% Sala 3/ 4 anos-96,91% Sala 4/ 5 anos-94,72%

Responsável Resultados Obtidos em 2014

OPC.03b - Plano de Desenvolvimento Individual (Objetivos) Metas para 2014

Execução de 80% dos objetivos previstas nos Planos de desenvolvimento individual

Fórmula de Cálculo

[∑(n.º total de objetivos previstas no PI para cada criança) - ∑(n.º de objetivos realizadas que estavam previstas no PI para cada criança)]x100/∑(n.º total de objetivos previstas no PI para cada criança Coordenadora Pedagógica da CJIMD Média = 82% Sala 0 anos-85,73% Sala 1 ano-62% Sala 2 anos-81,55% Sala 3/ 4 anos-73% Sala 4/ 5 anos-90,82%

Responsável Resultados Obtidos em 2014

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OPC.04 - Planeamento e Acompanhamento das Atividades Metas para 2014

Execução de 70% das ações previstas nos Planos Pedagógicos de cada sala

Fórmula de Cálculo

[∑(n.º total de ações previstas no PP de cada sala) - ∑(n.º de ações realizadas que estavam previstas no PP de cada sala)] x100∑(n.º total de ações previstas no PP de cada sala) Coordenadora Pedagógica da CJIMD Média = 98% Sala 0 anos-100% Sala 1 ano-100% Sala 2 anos-97,29% Sala 3/ 4 anos-94,37% Sala 4/ 5 anos-97,58%

Responsável Resultados Obtidos em 2014

Total de Utentes do CJIMD em 2014 89

Género Masculino

Género Feminino

46

43

Outros dados ou informações que considerem relevantes :

.Participação da sala dos 5 anos num concurso de desenho da EUDACTICA. .Intercâmbio com o Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia. Os idosos vieram à Instituição contar histórias e a sala dos 4/5 anos deslocou-se à Santa Casa para apresentar os diversos tipos de dança exibidos na festa de Natal. .Marcha contra a fome inserida na Semana Cáritas. .Participação na decoração de uma árvore de Natal na Rua da Palha, a convite da Câmara Municipal de Angra. .Participação nas atividades organizadas pela PSP aquando da celebração do seu aniversário. .Ida ao cinema no Centro Cultural.

Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil/ Unidade de Formação Descrição: O Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil da Cáritas da Ilha Terceira (CDIJ-CIT) surge em 2007, agregado à Rede Regional de Centros de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil dos Açores. O CDIJ-CIT é uma estrutura de âmbito comunitário vocacionado para a promoção do desenvolvimento saudável de jovens que se encontram em situações de risco e facilitador de uma verdadeira integração social dos mesmos, pelo desenvolvimento das competências pessoais, sociais, educativas e de empregabilidade, para a prevenção das dependências e para a promoção da saúde, da orientação vocacional, da formação sociocultural e formação Mod.Ef.3.0./CIT

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nas tecnologias da informação. Carateriza-se por ser um espaço multifacetado de trabalho com jovens quer em contexto escolar, quer extraescolar, que abrange diversas componentes e parcerias, nomeadamente uma articulação com a Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira, Plataforma de Encaminhamento, Projeto (In)Forma-te, TUTAL (tutoria em contexto escolar), Equipa de Jovens em Risco do IDSA e Associação Portuguesa de Emprego Apoiado. Em suma, é um espaço com intervenção psicossocial personalizada sobre o público-alvo, aberto, dinâmico e de fácil acesso, que permite o desenvolvimento de atividades sociais positivas (desportivas, culturais, utilização de novas tecnologias, competências de base, entre outras), agregadas a outras estruturas de informação/formação, fortemente associadas a uma intervenção psicossocial, quer sobre os jovens, quer sobre a respetiva envolvente familiar e comunitária. A Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira (UFCIT) constituiu-se enquanto entidade formadora a partir de 2005 (entre 2005 e 2009 denominada Unidade de Formação da Cáritas dos Açores- UFCA, com um polo também no Faial, mas a partir dessa data com ação restringida à Ilha Terceira). Inicialmente (entre 2005 e 2009) ao abrigo do Programa Itineris (Portaria Regional nº 76/2007), no caso dos jovens, e dos Cursos de Alfabetização e Atualização das Competências de Literacia- CAACL (Portaria nº 19/2007, de 12 de Abril), no caso dos adultos, desde 2009 a ação formativa da UFCIT rege-se pelo Programa Reativar (Portaria nº 107/2009 de 28 dezembro). Mantém-se uma dupla vertente deste trabalho, com a aplicação deste programa a jovens com idades superiores a 16 anos, num regime diurno, e com a aplicação deste mesmo programa a adultos com idades superiores a 18 anos, num regime pós-laboral. Tal como alicerçado na missão da instituição, a Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira existe para dar resposta à pobreza e à exclusão social através da promoção e formação do desenvolvimento humano. Neste sentido, são sempre destinatários preferenciais da ação da UFCIT jovens e adultos em situação/ risco de exclusão social, com baixas competências ao nível da literacia e/ou sem qualificação profissional que facilite a sua entrada no mercado de trabalho. Nestes 7 anos de intervenção formativa, a Cáritas da Ilha Terceira tem-se especializado na intervenção de proximidade com populações em risco, nomeadamente com jovens em fase de prédelinquência ou delinquência, reclusos, beneficiários do RSI ou em outras formas de exclusão social. Por esse motivo, a intervenção tem-se focalizado, principalmente, no desenvolvimento de competências básicas de literacia (área 010- Programas de base), havendo sempre um grande enfoque na promoção de competências pessoais e sociais (área 090- Desenvolvimento). São formações de cariz presencial.

Objetivos Operacionais 2015

Meta para 2014

Fórmula de Cálculo Responsável Mod.Ef.3.0./CIT

- Reorganizar as atividades formativas da UFCIT – jovens; - Revitalizar e reorientar as atividades de follow-up; - Alargamento da ação do CDIJ em âmbito escolar; - Procura de fontes de financiamento privadas/alternativas; - Melhorar do processo de comunicação da ação do CDIJ/UFCIT.

Reorganizar as atividades formativas da UFCIT – jovens Análise do possível enquadramento da formação de jovens no novo quadro comunitário de apoio. Constituição de um dossiê informativo sobre as possibilidades de financiamento nesta área. Sim ou Não Coordenador do CDIJ /UFCIT Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014

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Resultado Obtido Observações

Não Tendo em conta a análise contextual ao nível dos parceiros e dos financiamentos, não se justificava nem se enquadrava a integração da formação de jovens no novo quadro de apoio.

Revitalizar e reorientar as atividades de follow-up Aposta em plano de formação de UFCD, com base em diagnósticos de necessidades formativas Meta para Desenvolver ações de formação de curta de curta duração para jovens sinalizados ao CDIJ 2014 em situação de follow-up. Realização de pelo menos uma UFCD Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Sim ou Não Coordenador do CDIJ /UFCIT Sim Foram realizadas formações em formato UFCD, foi pedida a certificação da formação em agricultura biológica, contudo o parecer que foi positivo, mas não foram pedidas as certificações das ações, visto que a resposta da entidade acreditadora chegou tardiamente.

Revitalizar e reorientar as atividades de follow-up Desenvolver ações comunitárias que favoreçam a reintegração de jovens sem respostas formais Meta para Desenvolver projetos que permitam elevar os níveis de qualificação de jovens vulneráveis 2014 e aumentar as suas possibilidades de empregabilidade, através de ações/projetos que permitam um interação com outras entidades, nomeadamente com entidades do mercado normal de trabalho Implementação projeto TERRA NOSTRA – CAPACITAÇÃO COM RAÍZES Fórmula de Sim ou Não Cálculo Responsável Coordenador do CDIJ /UFCIT Resultado Sim Obtido Observações Um grupo de formação com 14 jovens. Todos concluíram a componente teórica. 10 desempenharam tarefas práticas nos terrenos da Cáritas com sucesso. 7 concluíram uma experiência profissional em contexto de trabalho com produtores locais.

Meta para 2014

Fórmula de Mod.Ef.3.0./CIT

Alargamento da ação do CDIJ em âmbito escolar Desenvolvimento de uma proposta de intervenção em âmbito escolar destinada a diferentes escolas do concelho de Angra do Heroísmo, baseada no projeto A PAR E PASSO Envolver, pelo menos, mais uma escola do concelho no desenvolvimento do tripé de atividades previstas no projeto A PAR E PASSO (mentoria +oficinas de expressão artística +oficinas de orientação vocacional) Sim ou Não Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014

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Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Meta para 2014

Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Metas de Processos 2014:

Mod.Ef.3.0./CIT

Coordenador do CDIJ /UFCIT Sim Foi envolvida uma escola (EBS Tomás de Borba). Realizadas as acções com os seguintes indicadores: (a) mentoria – 14 jovens envolvidos em acompanhamento; 4 em abandono escolar, mas recuperados para a formação no programa REATIVAR; 353 atividades de mentoria; 66% de redução do absentismo injustificado (em média menos 82 faltas por aluno; redução de 75% das incidências disciplinares; (b) orientação vocacional – 17 jovens envolvidos; 15 horas de oficina de OV; 9 experiências vocacionais de curta duração, 237 horas em experiência vocacional; 14 jovens em programa OTL; (c) oficinas artísticas – 12 jovens inscritos em oficinas de dança; 18 jovens inscritos em oficina de artes plásticas; 24 jovens envolvidos em instalação de mural; 63 jovens envolvidos em atividades de intervenção artística; instalação de 1 mural; 3 exposições de pintura; produção de 1 videoclip. Melhorar do processo de comunicação da ação do CDIJ/UFCIT Utilização mais frequente e orientada dos meios de comunicação institucional (site da CIT, redes sociais, boletim informativo da UFCIT) e aumento do número de notícias sobre a atividade do CDIJ/UFCIT na comunicação social local e regional Realizar pelo menos 20 publicações sobre atividades do CDIJ/UFCIT no site da CIT/Facebook Publicar pelo menos, 6 boletins informativos Publicar pelo menos 5 artigos em jornais locais e regionais Realização de pelo menos 2 reportagens acerca das atividades do CDIJ/UFCIT Sim ou Não Coordenador do CDIJ /UFCIT Sim Foram realizadas mais do que 20 publicações no facebook e no site da CIT; publicação de várias noticias em jornais locais e regionais sobre as diversas atividades do CDIJ; Participação em 3 programas da RTP – Açores sobre as atividades do CDIJ (Estação de serviço e Açores Hoje) e realização de 4 reportagens por parte da RTP – Açores sobre as atividades (uma com projeção nacional, no programa Regiões da RTP 1). Opção estratégica de deixar de elaborar o boletim informativo pelo pouco alcance e pelo tempo que se despendia a realizar o mesmo. - OPC.05 - Sinalização/Captação; - OPC.06 – Avaliação e Intervenção; -OPC.07 – Seguimento; - OPC.09a – Formação (abandono) - OPC.09a – Formação (certificação)

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Metas para 2014 Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos em 2014 Observações

Metas para 2014 Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos em 2014 Observações

Metas para 2014 Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos em 2014 Observações

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OPC.05 - Sinalização/Captação 45 dias entre a receção da sinalização e a primeira diligência para realização de contacto. Média [Data da primeira diligência – data da sinalização] Coordenador do CDIJ /UFCIT 88 dias em média entre uma ação e outra.

Maioria dos casos estão dentro do indicador, contudo outros apresentam números elevados quer por não ter existido contato ou na transição de bases, o registo de contato ter sido extraviado como já nos foi possível aferir noutras situações. OPC.06 – Avaliação e Intervenção 60 dias entre a 1ª Sessão da EDPJ e a Elaboração do projeto individual Média [Data da Elaboração do projeto individual – data da 1ª sessão da EDPJ] Coordenador do CDIJ /UFCIT 28 dias

É uma média de entre os casos indicados com PIA. Ou seja, entre a data da primeira sessão da EDPJ e a elaboração do primeiro plano individual de intervenção. Nota: este indicador só será completamente fidedigno no corrente ano de 2015 com recurso à nova base de registo de utentes e contatos. OPC.07 – Seguimento Não ultrapassar mais de 15 dias a data pré estabelecida para seguimento do caso Média [Data prevista para seguimento – data da realização da sessão ou contacto de seguimento] Coordenador do CDIJ /UFCIT Este indicador ainda não foi possível contabilizar mas está a ser tratado o processo com a nova base.

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Metas para 2014 Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos em 2014 Observações

Metas para 2014 Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos em 2014

OPC.09a – Formação (abandono) 70 % de não abandono na formação n.º de formandos em formação / n.º de formandos matriculados no dia 1 de janeiro de 2014 Coordenador do CDIJ /UFCIT 85,4 % (48 jovens inscritos/formação em 2014 com 7 desistências/abandono ou expulsão)

OPC.09b – Formação (certificação) 70 % de certificação da formação n.º de formandos certificados : n.º de formandos inscritos no inicio da formação (só contabilizar os casos em que o tempo previsto inicialmente de formação terminaria durante esse período) Coordenador do CDIJ /UFCIT 71% certificados 11 certificados- 17 inscritos. Reativar (65%) 11 certificados – 14 inscritos Terra Nostra (aqui está incluído uma média das certificações da componente teórica e da componente prática) – (78%)

Observações

Total de Utentes do CJIMD em 2014 322

Género Masculino

Género Feminino

171

43

Outros dados ou informações que considerem relevantes relativamente ao CDIJ : Nº de jovens com RPE - Relatório Psicossocial de Encaminhamento (Após avaliação EDPJ-equipa de jovens)

302

Nº de jovens sem RPE - Relatório Psicossocial de Encaminhamento

0

Nº de jovens com o PIA - Plano Individual de Acompanhamento Nº de jovens que frequentam o CDIJ a tempo inteiro Nº de jovens que frequentam o CDIJ a meio tempo ou por dias Nº de jovens com processo de promoção e proteção / CPCJ

133

Nº de jovens com processo ativo

302

41

Nº de jovens com processo tutelar educativo / DGR e SP Nº de jovens com processo de promoção e proteção / TFM

Mod.Ef.3.0./CIT

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105

4 23

134

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Nº de jovens integrados em ateliers / oficinas estabilização

79

Nº de jovens em formação de contexto de trabalho sem certificação escolar

17

Nº de jovens integrados em contexto real de trabalho / em formação Nº de jovens integrados na Rede Valorizar

14

38

Nº de jovens integrados em programas para a empregabilidade (Prosa/Fios/Recuperar) Nº de jovens que prosseguiram /reintegraram estudos para as escolas profissionais ou do ensino regular

4

Nº de jovens integrados em formação escolar (Reativar, Cursos Vocacionais) Nº de jovens inscritos em Programas de OTLJ Nº de jovens que concluíram o 9º ano de escolaridade Nº de jovens encaminhados / inscritos na agência de Emprego

Absentismo Abandono Dinâmicas familiares disfuncionais Vítimas de violência Consumos de substâncias ilícitas

Furto / Roubo / Vandalismo Comportamentos agressivos Prostituição

Perturbação de conduta Desocupação Saúde mental

14

8

Tipologia das Sinalizações Recebidas Âmbito Escolar 143 Insucesso 120 Âmbito Familiar 109 62 39 Associação a grupos problemáticos (pares e adultos) 1 Tráfico de substâncias ilícitas 12 Fugas da residência / Lar 2 Problemas com a justiça Perturbação Oposição / Desafio 3 Âmbito Ocupacional 124 Trabalho precário 3

41 12 15

129

71

12

1 16 14

4

Unidade de Apoio Social Descrição: Esta valência pretende disponibilizar recursos que possibilitem aos seus destinatários o exercício do direito de cidadania e a sua integração social, proporcionando um conjunto de respostas que vão ao encontro das necessidades sentidas. As ações desenvolvidas são:

Mod.Ef.3.0./CIT

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- Encaminhamento interno para outras respostas da instituição, nomeadamente: Apoio na Inserção Profissional; Unidade de Formação da Cáritas da Ilha Terceira; CDIJ (Centro de Desenvolvimento e Inclusão Juvenil); Animação de Rua; Colégio e Jardim de Infância Mãe de Deus; - Encaminhamento e articulação com outras instituições e entidades; - Apoios materiais, nomeadamente: Apoio no Banco de Roupa, Apoio em géneros alimentares, apoio em mobiliário, entre outros. A prestação de todos os apoios depende, não só da avaliação social de cada caso, mas também da disponibilidade de recursos da instituição. Antes de ser dada qualquer resposta é realizada uma análise para perceber as problemáticas envolventes, ou seja, analisar a situação social e económica do agregado familiar, para assim podermos intervir da forma mais adequada. Todo o trabalho desenvolvido por esta valência recebe a colaboração de vários voluntários, que semanalmente apoiam toda a estrutura funcional. Objetivos Operacionais 2015

- Candidatar e implementar projeto Empreender para Integrar - Melhorar a articulação com o Instituto de Segurança Social dos Açores, no que diz respeito aos procedimentos na sinalização de casos - Melhorar o acompanhamento aos voluntários afetos à UAS - Aumentar o número de parcerias com entidades privadas na área da saúde.

Candidatar e implementar projeto Empreender para Integrar Meta para 2014

Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

A UAS encontra-se a elaborar um projeto designado “ Empreender para Integrar “ , direcionado a mulheres desempregadas que tem como objetivos o desenvolvimento de competências para a sua integração no mercado de trabalho e criação do próprio emprego . A candidatura deste projeto será apresentada à Organização Porticus . Candidatura e Implementação Sim ou Não Coordenadora Técnica da UAS Não Apos reunião realizada por Skype com a Cáritas Portuguesa (Dra. Rita), recebemos orientação que as Cáritas Diocesanas não iriam apresentar Projetos à Fundação Porticus.

Melhorar a articulação com o Instituto de Segurança Social dos Açores, no que diz respeito aos procedimentos na sinalização de casos Meta para 2014 Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Mod.Ef.3.0./CIT

Apresentar uma proposta ao Instituto de Segurança Social dos Açores de um conjunto de procedimentos a seguir nas sinalizações apresentadas. Apresentar uma proposta escrita ao Instituto de Segurança Social dos Açores. Sim ou Não Coordenadora Técnica da UAS Não

Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014

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Observações

Foi realizada uma reunião presencial com o Chefe de Divisão, onde foi dada informação do processo de trabalho da Unidade de Atendimento Social.

Melhorar o acompanhamento aos voluntários afetos à UAS Meta para 2014

Realizar reuniões mensais com o grupo de voluntários afetos à Unidade de Atendimento Social. Realização de uma reunião mensal.

Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Sim ou Não Coordenadora Técnica da UAS Sim Foram realizadas reuniões mensais com as voluntárias

Aumentar o número de parcerias com entidades privadas na área da saúde Meta para 2014 Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Propor a entidades privadas na área da saúde parcerias para obter descontos na realização de exames médicos, consultas e compra de materiais (óculos, próteses) Concretizar 5 parcerias Sim ou não Coordenadora Técnica da UAS Sim Foram realizadas as 5 parcerias com Entidades Privadas na área da saúde: (Oculista Gaspar –10% desconto; Multioticas –25% desconto ; Farmácia Sta Casa – 10% desconto; Optiangra – 20% desconto; Clinica da Praia – o desconto depende da especialidade)

Metas de Processos 2014:

- OPC 11a- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (prazo de atendimento) - OPC 11b- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (n.º planos)

OPC 11a- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (prazo de atendimento) Metas para 2014

10 dias úteis entre a data do conhecimento da sinalização e a marcação do atendimento

Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos em 2014

Média [Data da marcação do atendimento – data da sinalização] Coordenadora Técnica da UAS Média de 3 dias entre a data do conhecimento da sinalização e a marcação do atendimento

Mod.Ef.3.0./CIT

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OPC 11b- Acolhimento e Intervenção- Apoio Social (n.º de planos) Metas para 2014

Elaboração de pelo menos 7 Planos de Apoio

Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos em 2014

∑ dos planos de apoio Coordenadora Técnica da UAS Média de 14 Planos de Apoio mensais

Dados relativamente a projetos não equacionados quando se realizou o plano operacional e de atividades de 2014:

Candidatura e Implementação do Projeto 3D – Fundo Social Municipal da Câmara Municipal de Angra Heroísmo Outros dados ou informações que considerem relevantes :

No ano de 2014 recorreram, à Unidade de Atendimento Social, 787 famílias, foram realizados 2267 atendimentos sociais, recebemos 5190horas de trabalho de voluntariado, apoiamos 137 famílias através do Fundo Social Solidário, 16 crianças receberam apoio através do Projeto Prioridade as Crianças e recebemos 833 encaminhamentos do ISSA, na atividade de voluntariado, as voluntarias encontram-se a desenvolver uma atividade que consta em reaproveitar as peças de roupa que não se encontram em condições de ser doadas, estas peças são transformadas em pequenos artigos, esta atividade é designada “Empreender Reciclando”.

Animação de Rua Descrição: Desde finais de 2004, a Cáritas da Ilha Terceira, no âmbito de um acordo de cooperação com a Direção Regional da Solidariedade e Segurança Social, tem vindo a desenvolver um projeto de Animação de Rua no Bairro do Lameirinho, dirigido a crianças e jovens desse mesmo Bairro ou que de alguma forma fazem parte da dinâmica de trabalho da Equipa e respetivo raio da ação. O trabalho feito com estas crianças e jovens prioriza as abordagens informais, propiciando o trabalho de prevenção primária e secundária de comportamentos desviantes, valorizando a adoção de estilos de vida saudáveis. Assim, este projeto procura a criação e dinamização de um contexto relacional de proximidade, facilitando a identificação de problemas em vários patamares (social, familiar, individual) procedendo ao devido encaminhamento ou resolução, contribuindo de forma perentória para um sentido de comunidade no Bairro do Lameirinho como o comprovam as parcerias com as instituições dessa área geográfica. Tendo isto em conta, as atividades desenvolvidas são essencialmente de cariz cultural, desportivo e lúdico estando mensalmente delineadas com objetivos definidos. A atividade da equipa de Animação de Rua tem como âncora o Atelier de São João de Deus e o Bairro do

Mod.Ef.3.0./CIT

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Lameirinho. Contudo, com o propósito de diversificar o contexto de intervenção, o raio de ação da Equipa Técnica foi alargado, pelo que a equipa passou a intervir fazendo trabalho de suporte ou de motivação junto aos estabelecimentos de ensino e outras zonas de concentração juvenil. A equipa técnica é composta por três Animadores e um Psicólogo, ocupando este último funções de coordenador do projeto. Objetivos Operacionais 2015

Meta para 2014

Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Meta para 2014

Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Meta para 2014

Mod.Ef.3.0./CIT

- Implementação e Monitorização do Projecto comportamental “Sou da Paz”; - Dinamização dos projetos Artísticos (pintura, dança, cinema, música); - Manutenção e melhoramento do Projeto Horta Biológica.

Implementação e Monitorização do Projecto comportamental “Sou da Paz” Projecto que visa a melhoria relacional dos clientes do projeto, através da reflexão acerca de comportamentos desadequados, assim como o treino de soluções passíveis de ser usadas no quotidiano. Utilização de dinâmicas de grupo, desempenho de papéis e discussão de situações (reais ou visionadas em filme) Implementação - sim ou não Coordenador Equipa de Animação de Rua Sim O projeto foi implementado, embora tenha sido alterada a sua designação para “Projeto Escalada Aventura”. Dinamização dos projetos Artísticos (pintura, dança, cinema, música) Seguindo os interesses de cada um, vão sendo criados ateliers artísticos em que crianças e jovens dão azo à criatividade, com o suporte e controlo de animadores ou voluntários da área específica. Implementação Implementação - sim ou não Coordenador Equipa de Animação de Rua Sim Dinamização regular de aulas de Kizomba, participação no concurso “Põe-te em Cena” com trabalho em vídeo; Produção de pequenos vídeos (ex: “A importância da alimentação” - Semana Cáritas), dinamização regular de ateliês de trabalhos de pintura e escultura com materiais reciclados. Manutenção e melhoramento do Projeto Horta Biológica Manter o excelente trabalho que tem sido feito por animadores e clientes do projeto, visando as melhorias possíveis quer a nível de técnicas a usar, quer de materiais a adquirir. Captar interesse de mais jovens para o projeto

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Fórmula de Cálculo Responsável Resultado Obtido Observações

Metas de Processos 2014:

Metas para 2014 Fórmula de Cálculo Responsável Resultados Obtidos em 2014

Implementação - sim ou não Coordenador Equipa de Animação de Rua Sim Manutenção da horta, produção de produtos hortícolas e articulação com outras oficinas realizadas neste espaço (ex: ateliê de culinária). Cedência do espaço e participação ativa dos utentes na oficina de Agricultura Biológica, do projeto “Aprender (En)formar” - OPC 8a- Animação de Rua (frequência diária) - OPC 8b- Animação de Rua (média mensal frequência) - OPC 8c- Animação de Rua (contactos rua)

OPC 8a- Animação de Rua (frequência diária) Mínimo diário de 20 utentes a frequentar o espaço

(Nº de dias no ano com => 20 utentes/ Nº de dias no ano em que o ateliê esteve aberto) X 100 Coordenador Equipa de Animação de Rua (220/226)x100 = 97,3%

OPC 8b- Animação de Rua (média mensal frequência) Metas para 2014

Média mensal de 30 utentes dia a frequentar o espaço

Fórmula de Cálculo

Média mensal de cada mês= Somatório (Nº de utentes dia num mês/ Nº de dias no mês em que o ateliê esteve aberto) Cálculo final = Nº de meses ano com uma média de => 30 utentes/ 12) X 100 Coordenador Equipa de Animação de Rua Média mensal - (28+27+28+31+30+27+22+24+26+30+31+27)/ 12 = 27,5 Cálculo final – (4/12) x 100 = 33,3%

Responsável Resultados Obtidos em 2014

Metas para 2014 Fórmula de Cálculo Responsável Mod.Ef.3.0./CIT

OPC 8c- Animação de Rua (contactos rua) Mínimo mensal de 20 utentes em Contactos de Rua (Nº de meses ano com => 20 contactos de rua/ 12) X 100 Coordenador Equipa de Animação de Rua Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014

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Resultados Obtidos em 2014

(9/12) x 100 = 75%

Total de Utentes em 2014

Género Masculino

184

Mod.Ef.3.0./CIT

110

Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014

Género Feminino 74

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III- Execução do Cronograma de atividades

Atividade

Valência/

Data de Inicio

Data de Fim

Executado/ Não executado Dias da semana

Observações

Horários

Executado

Trabalhar o Tema "A casa" (Jardim-de-Infância)

CJIMD

Jan-14

Jan-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

Executado Realizada a 19 Junho

Ação de formação para encarregados de educação “Introdução de alimentos e alergias alimentares"

CJIMD

Jan-14

Jan-14

data/horário a confirmar

Executado Realizada a Ação de formação para encarregados de educação “Ler em família" Formação Reativar Jovem

CJIMD

Jan-14

Jan-14

data/horário a confirmar

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Dez-14

2ª, 3ª, 5ª e 6ª

Executado Não Não aprovação executado por parte

Formação Reativar Adultos

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Fev-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

Atividades de Grupo PdE

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Dez-14

3ª

19:0022:45 13:3016:00

da Direção Regional da Educação

Executado Executado

Atividades Individuais e contactos domiciliários PdE

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Dez-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

Projeto "Terra Nostra" - Formação

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Mar-14

4ª e 6ª

Projeto "A Par e Passo" - Oficinas de Expressão Artísticas

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Out-14

4ª

Projeto "A Par e Passo" - Oficinas de Expressão Artísticas

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Out-14

5ª

Projeto "A Par e Passo" - sessões de Mentoria

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Out-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

Reuniões da Equipa de Formadores Reativar Jovem

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Dez-14

Reuniões da Equipa Técnica

UFCIT/CDIJ

Jan-14

Dez-14

4ª 4ª (de 15 em 15 dias)

Elaboração NOS para Cáritas Portuguesa

UAS

Jan-14

Dez-14

Atendimento Social (núcleo da Praia da Vitória)

UAS

Jan-14

Dez-14

Mod.Ef.3.0./CIT

Elaborado por: GQ Data: 31.01.2014 Aprovado por: PD Data 23-04-2014

9:0017:00 13:0016:00 13:3017:30 14:0016:00 9:0017:00 13:3016:30 9:0012:30

Executado Executado Executado Executado Executado Executado Executado

3ª e 6ª

Executado

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Atendimento Social (núcleo de São Sebastião)

UAS

Jan-14

Dez-14

Executado

5ª

Executado UAS

Jan-14

Dez-14

Visitas domiciliárias UAS

UAS

Jan-14

Dez-14

Acompanhamento Inserção Profissional

UAS

Jan-14

Dez-14

Acompanhamento dos Voluntários

UAS

Jan-14

Dez-14

Reuniões equipa da UAS

UAS

Jan-14

Dez-14

Formação para o Programa Fios Ações de formação aos Núcleos Cáritas no âmbito do projeto Pórticus - Animação Pastoral Fundo Social Solidário: Análise de casos, Envio pedidos, reunião mensal, Aplicação de verba

UAS

Jan-14

Fev-14

UAS

Jan-14

Dez-14

UAS

Jan-14

Dez-14

Prioridade às Crianças: Análise de casos, Envio pedidos Articulação com o Banco Alimentar: Análise de casos, Envio pedidos

UAS

Jan-14

Dez-14

UAS

Jan-14

Dez-14

Elaboração de Planos de Apoio às famílias acompanhadas

UAS

Jan-14

Dez-14

Executado

ARCIT

Jan-14

Dez-14

Executado

ARCIT

Jan-14

Dez-14

ARCIT

Jan-14

Dez-14

Horta Biológica Aplicação de programa de controlo comportamental “Sou da Paz” Atividades de exterior (skates, bicicletas, jogos)/envolvimento comunitário

2ª e 4ª

14:0016:00

Atendimento Social (sede)

Executado Executado Executado Executado

2 vezes por mês

Executado Executado Executado Executado Executado

Executado

3ª 4ª (uma vez por mês)

Executado Executado

Projeto de Culinária – alimentação saudável

ARCIT

Jan-14

Dez-14

uma vez por mês

Atelier “Cake Design”

ARCIT

Jan-14

Dez-14

quinzenalmente

Executado Executado

Trabalhar o Tema "A segurança" (Jardim-de-Infância) Elaboração do Projeto Porticus "Empreender para Integrar" Candidatura ao Programa Prosa

CJIMD

Fev-14

Fev-14

UAS

Fev-14

Fev-14

UAS

Fev-14

Fev-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

7:4518:15

Executado Executado Executado

Trabalhar o Tema "As Plantas/Os Transportes" (Jardimde-Infância) OTL Jovem - candidatura

CJIMD

Mar-14 Mar-14 2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

UFCIT/CDIJ Mar-14 Mar-14 não se aplica

7:4518:15

Executado

Elaboração das Listas PCAAC

UAS

Mar-14 Mar-14

Executado

Candidatura ao Programa Fios

UAS

Mar-14

Mai-14

Executado

Candidatura ao Programa Prosa

UAS

Mar-14 Mar-14

Executado

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Executado

Trabalhar o Tema "Os Animais" (Jardim-de-Infância)

CJIMD

Abr-14

Abr-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

7:4518:15 Não Executado

Ação de formação para encarregados de educação “Segurança- Acidentes Domésticos" Projeto "Terra Nostra" - Estágios e Apoioa à autoprodução

CJIMD

Abr-14

Abr-14

UFCIT/CDIJ

Abr-14

Dez-14

data/horário a confirmar A determinar posteriormente

A enfermeira ausentou se algumas vezes da ilha e acabou por ficar sem efeito

Executado Executado

Trabalhar o Tema "As Profissões" (Jardim-de-Infância)

CJIMD

Mai-14

Mai-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

7:4518:15 Executado

Trabalhar o Tema "As Raças Humanas" (Jardim-deInfância)

CJIMD

Jun-14

Jun-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

7:4518:15 Executado

Trabalhar o Tema "O Desporto/As Férias" (Jardim-deInfância)

7:4518:15 9:0017:00

CJIMD

Jul-14

Ago-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

UFCIT/CDIJ

Jul-14

Ago-14

2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 6ª

Distribuição PCAAC

UAS

Jul-14

Jul-14

Executado

Distribuição PCAAC

UAS

Out-14

Out-14

Executado

Encontro de voluntários

UAS

Nov-14

Nov-14

Não executado

OTL Jovem - acompanhamento de jovens

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Executado

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IV- Execução orçamental

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