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EXEMPLAR DO ASSINANTE

DOMINGO

MACEIĂ“ - ALAGOAS - 15 DE JANEIRO DE 2012 - NÂŞ 1345 - R$ 3,00

tribunahoje.com SANDRO LIMA

IÇAMI TIBA

‘Educamos os Ă€OKRVSDUDTXH XVHPGURJDV¡

CRIME AMBIENTAL

Autor de livros que fazem sucesso entre pais e educadores, como “Adolescentes: quem ama, educaâ€?, o psiquiatra Içami Tiba diz em entrevista que “nossos filhos estĂŁo sendo educados para usar drogasâ€? e nĂŁo para terem responsabilidades. “Os pais querem dar a eles prazer sem exigir nada em troca. E o que ĂŠ uma droga, senĂŁo uma maneira fĂĄcil de se ganhar prazer?â€?, questiona. Para ele, a relação entre a escola e os pais precisa ser de parceria para dar certo. 12

QUAL A SAĂ?DA?

(VWXGRGL]TXH FRUUXSomRWHP ODVWURVRFLDO Para a professora universitĂĄria pernambucana Nely Queiroz, a corrupção â€œĂŠ um fenĂ´meno socialâ€?. Ela realizou um estudo sobre o assunto para entender esse processo e descobrir como combatĂŞ-lo e, entre algumas constataçþes, concluiu que os Ă­ndices de corrupção sĂŁo mais elevados onde o Estado prioriza sua preocupação mais com interesses particulares que com as causas coletivas. O MCCE se queixa da falta de participação popular no combate a esse sistema. 4 e 5

HĂ 53 ANOS quebrando pedras, “seuâ€? Leopoldino ganha R$ 300 por mil pedras quebradas nos moldes de paralelepĂ­pedo, retiradas do leito sem ĂĄgua do rio

Leito do Rio Mundaú vira årea de extração de pedras

Trabalhadores cumprem jornadas estafantes, sem material de proteção nem carteira assinada No município de União dos Palmares, uma atividade de degradação ambiental vem causando revolta a moradores e pescadores. O leito do

Rio Mundaú, exposto com a baixa do nível de suas åguas, estå sendo destruído com a extração de pedras para produção de paralelepípedos

e de um tipo de concreto. A reportagem da Tribuna Independente foi ao local e constatou que a atividade irregular ĂŠ feita manual-

mente pelos trabalhadores, sem material de proteção nem contrato de trabalho. Um deles, “seuâ€? Leopoldino, mostrou as lesĂľes adquiri-

das na atividade. Ele tem de produzir mil paralelepĂ­pedos para ganhar R$ 300. A prefeitura e o IMA disseram desconhecer tudo. 9 e 10

SANDRO LIMA

SANDRO LIMA

TRIBUNA LIVRE

Cientistas russos estĂŁo prestes a retirar a ĂĄgua mais pura e mais antiga do mundo, no /DJR9RVWRNTXHÂżFDVRER gelo da AntĂĄrtida. Embora ainda seja desconhecida a profundidade... PĂĄg. 4

CANAL 1

Em todas as entrevistas, por ocasião do lançamento do VHXOLYURQR¿QDOGRDQRSDVsado, Boni, JosÊ Bonifåcio de Oliveira Sobrinho, repetiu o desejo de voltar a trabalhar na TV aberta, mas... D&A/3

MACEIĂ“

CASO CECI

9LROrQFLDQmRDIHWDĂ X[RGHWXULVWDV

Fim de uma espera que durou 13 anos

2ÀX[RWXUtVWLFRQR(VWDGRQmRpDIHWDGRSHODDOWDLQFLGrQFLDGHFULPHV UHÀHWLGRVHPPDQFKHWHVSROLFLDLV$RFRQWUiULRHPTXDOTXHUGLDGD semana e horårios Ê possível ver a orla de Maceió lotada de turistas e os 12 mil leitos da hotelaria estão ocupados. Para proteger turistas e moradores, o policiamento preventivo foi reforçado na orla de Maceió. Påg. 11

8PMXOJDPHQWRKLVWyULFRHR¿PXPDHVSHUDGHDQRVPDVFRP VHQWLPHQWRGHMXVWLoDHQmRGHyGLR$VVLPGH¿QHPVXDVH[SHFWDWLYDVR DGYRJDGRHDPpGLFD5RGULJRH$GULDQD&XQKD¿OKRVGDGHSXWDGD&HFL Cunha, para o início do júri nesta segunda. Com a certeza da condenação dos acusados, eles esperam fechar um ciclo do trauma. Pågs. 2 e 3

FUTEBOL

Túlio Maravilha estreia e chama atenção da mídia TEMPO

Bom a parcialmente nublado com possiblidades de chuvas em ĂĄreas isoladas

MĂ­nima

20Âş

MĂĄxima

31Âş

MarĂŠs

01:47 07:56 14:00 20:23

0.4 1.8 0.5 1.8

FINANÇAS DÓLAR COMERCIAL R$ 1,78 R$ 1,79 DOLAR PARALELO R$ 1,83 R$ 1,95 OURO: R$ 95,00 POUPANÇA: 0,5869%

Depois das emoçþes do clåssico entre CRB x CSA no såbado, a grande atração da primeira rodada do Campeonato Alagoano, que prossegue neste domingo com mais três jogos, Ê o atacante Túlio Maravilha, ídolo da torcida do Botafogo do Rio, que quer se aproximar dos mil gols no futebol alagoano. Ele estreia pelo CSE de Palmeira dos �ndios contra o Coruripe, no Estådio Juca Sampaio. Os demais jogos são Murici x Sport Atalaia e Corinthians x Penedense. Påg. 16

Lideranças avaliam RTXHVLJQLÀFRXR governo Lula para o setor da Agricultura

Cris Vianna se inspira em ‘Gabriela’ para interpretar em ‘Fina Estampa’

Suplemento

Suplemento

Emprego, imĂłveis, automĂłveis e mais de 2.600 anĂşncios para vocĂŞ Suplemento

Veja cobertura do Fashion Rio, Senac Rio, Rio-Ă -Porter e do Fashion Business Suplemento


2 POLรTICA MACEIร“ - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

Polรญtica

โ€œ

TribunaIndependente

(VVHFDVRpH[HPSORGHTXHQHP VHPSUHR'LUHLWRDQGDGRODGR GD-XVWLoD'XUDQWHDQRVQmR se chegou a um julgamento, por questรตes extremamente tรฉcnicasโ€ RODRIGO CUNHA ADVOGADO

โ€˜Nosso sentimento รฉ justiรงa, nรฃo รณdioโ€™

3DODYUDVVmRGRVยฟOKRVGDGHSXWDGD&HFL&XQKDPRUWDHPM~ULPDUFDGRSDUDFRPHoDUDPDQKmGiยฟPDDJRQLD

ESPLANADA LEANDRO MAZZINI - FRQWDWR#FROXQDHVSODQDGDFRPEU

EXCLUSIVO

No Maranhรฃo, falta รกgua e sobra querosene

(

QTXDQWRIDOWDiJXDHP6mR/XtV 0$ VREUDTXHURVHQHQR MDWRGDIDPtOLDGH-RVp6DUQH\ 30'%$3 6HXFOmTXHGRPLQDDDGPLQLVWUDomRS~EOLFDHVWDGXDOGLUHWDRXLQGLUHWDPHQWHKiTXDWURGpFDGDVQmRGHVFDUWDFRPSUDUXPDYLmRPDLRU (PIHYHUHLURGH6DUQH\HQFRPHQGRXXPPRGHOR+DZNHU j/tGHU7i[L$pUHRGLUHWRGDIiEULFDSRUXQV86PLOK}HV Pagou a primeira parcela, mas recuou assim que assumiu a presiGrQFLDGR&RQJUHVVR1DFLRQDOSDUDQmRSUHMXGLFDUVXDLPDJHP

No ar... 3RURUDHOHHDJRYHUQDGRUDGR0DUDQKmRDยฟOKD5RVHDQDSDUDDJHQGDVSDUWLFXODUHVYRDPQRVHX+DZNHUGH86PLOK}HV7DQWRSHOR %UDVLOTXDQWRSDUDRH[WHULRU

... e no chรฃo 'HWDQWRIUHTXHQWDUXPIDOWDVy/XL])HUQDQGR3H]mR 30'% DEULUXP 63$2YLFHJRYHUQDGRUGR5LRGH-DQHLURHPDJUHFHXTXLORVHPXPD VHPDQDUHYHORXjFROXQD

Verba virou รกgua. No palรกcio $FDODPLGDGHHP0LQDVH5LRSRUFDXVDGDFKHLDGRULR0XULDpSRGHULD WHUVLGRHYLWDGDVHRJRYHUQRWLYHVVHOLEHUDGRYHUEDSHGLGDKiGRLV DQRV2HQWmRPLQLVWURGDV&LGDGHV0DUFLR)RUWHVSUHVVLRQDGRSHOR YLFH-RVp$OHQFDUQDWXUDOGDUHJLmRDIHWDGDHPSHQKRX5PLOK}HV SDUDGUDJDJHP0DVR3DOiFLRGR3ODQDOWROLEHURXVyGDYHUED

A conta 'HXQRTXHGHXFLGDGHVQRSHUFXUVRGRULRHVWmRDIHWDGDVPDLV GHPLOGHVDEULJDGRVHFHUFDGHPLOIDPtOLDVSUHMXGLFDGDVQDV FLGDGHVGRVGRLVHVWDGRVEDQKDGDVSHORULRDWp&DPSRV2VSUHMXt]RV VmRRTXtQWXSORGDYHUEDGDGUDJDJHP

Reforminha 4XDWURVHFUHWiULRVGDDGPLQLVWUDomRPXQLFLSDOGH/XFLDQR$JUDHP-RmR 3HVVRD 3% YmRGHL[DUDSUHIHLWXUDDWpDEULOSDUDGLVSXWDUD&kPDUD GH9HUHDGRUHV-i$JUDTXHWHQWDUiDUHHOHLomRGLYLGHDRSLQLmRGH FDFLTXHVORFDLV

Galรฃ 3URFXUDGRSRUDJrQFLDSDUDID]HUSDOHVWUDRSXEOLFLWiULRHFHOHEULGDGH 5REHUWR-XVWXVFREURX5PLO0DVVHRGHL[DUHPFDQWDUVXDV P~VLFDVFREUDVy5PLO

$XODGHJHRJUDยฟD &XULRVDDLPSUHQVDEUDVLOHLUD&RPRVEDVWLGRUHVORFDLVHPSROYRURVD FRPDHOHLomRPXQLFLSDOGHVWHDQRRVWHOHMRUQDLVVyIDODPQDVSULPiULDV GRVUHSXEOLFDQRVQRV(8$

Vale-Falรชncia $PLQHUDGRUD9DOHHVWiDSOLFDQGRXP9DOH)DOrQFLDHPFUHGRUHVQR 1RUWHH1RUGHVWHGRSDtV'HXQREORJGR'pFLR6i$%HODWUL[0iTXLQDV 3HVDGDVFREUDTXDWURPHVHVGHDOXJXpLVGHWUDWRUHVGD&%(0,TXH QmRSDJDSRUTXHGL]QmRWHUUHFHELGRGD9DOH

Perigo no estรดmago 1RHPEDORGDSROrPLFDVREUHRVPDOHVRXQmRGD&RFD&RODRQXWUyORJR)UDQFLVFR+XPEHUWRGH$]HYHGRDOHUWDDRVDPLJRVGDFROXQDSDUD RXWURSHULJRQXPPLONVKDNHKiSURGXWRVWy[LFRVVySDUDIRUPDUR VDERUGHEDXQLOKDRXFKRFRODWH

Aliรกs... 9RFrQmRVDEHSRUTXHQmRpQHJyFLRSDUDDLQG~VWULDDOLPHQWtFLDD &RFD&ROD=HURpSURLELGDKiDQRVQRV(VWDGRV8QLGRVSRUVXDVVXEVWkQFLDVTXHSRGHPFDXVDUFkQFHU

Barteliรช &RPSOHWRXFLQFRDQRVDERDLGHLDGDDUWLVWDSOiVWLFD7HWr&DSHOQR 5LR)H]GRDSHVSDoRGHGHEDWHHYHUQLVVDJH1DTXLQWDODQoDR ยฟOPH3HTXHQD$QQHยฑ0HPyULDVGR&DPSRFRPSUHVHQoDGDFLQHDVWD *OiXFLD)ORUHV<5H\HV  

Ponto Final &RPRVWUHVVGDVUHFODPDo}HVGLiULDVGRVPRWRULVWDVRDWHQGLPHQWR SRUWHOHIRQHGR'HWUDQGR')LQVHULXDP~VLFDGH(QLDFRPRIXQGR PXVLFDOGHHVSHUD Com Gilmar Correa e Hosa Freitas ZZZFROXQDHVSODQDGDFRPEU FRQWDWR#FROXQDHVSODQDGDFRPEU Twitter @leandromazzini

SANDRO LIMA

VICTOR AVNER REPร“RTER

A

manhรฃ se inicia o FDStWXORร€QDOGHXPD KLVWyULD TXH Mi GXUD 13 anos. No foco, o bรกrbaro DVVDVVLQDWR GH XPD GHSXWDGD IHGHUDO TXH KRUDV DQWHV KDYLD VLGR GLSORPDGD Mais um crime polรญtico SDUD D FRQWD GR HVWDGR 'HDFRUGRFRPDVLQYHVWLgaรงรตes, Ceci Cunha foi morWDHPSDUDGDUVXDFDGHLUD QD &kPDUD )HGHUDO D um suplente. No crime, seu esposo tambรฉm foi eliminaGR DOpP GH GRLV RXWURV SDUHQWHV ยญ pSRFD GRLV ร€OKRV GH  H   DQRV VH WRUQDUDPyUImRVGHSDLHPmH 5RGULJR &XQKD R PDLV QRYRKRMHpDGYRJDGR$SULPRJrQLWD $GULDQD &XQKD p PpGLFD (P HQWUHYLVWD j Tribuna Independente, RV ร€OKRV GH &HFL FRPHQWDP DVGLร€FXOGDGHVGHYLYHUVHP RVSDLVHFRPDDQJ~VWLDGH YHURVDVVDVVLQRVjVROWD Tribuna Independente - Qual รฉ a expectativa para o julgamento? Adriana Cunha - A JHQWHWHPFHUWH]DGDFRQGHQDomRGRVDFXVDGRV$JHQWH HVWi PRWLYDGR SULQFLSDOmente, por esta certeza. Nรฃo p XPD FHUWH]D TXH SDUWH GD JHQWH PDV GDV SURYDV TXH constam no processo. Rodrigo Cunha - A genWHQmRWHPG~YLGD6HRMXOJDPHQWR WLYHVVH DFRQWHFLGR XP DQR GHSRLV GR FULPH RX GDTXLDDQRVFRPFHUWH]D RV MXUDGRV LULDP FRQGHQDU Porque, como minha irmรฃ IDORX DV SURYDV FRQGHQDP $ JHQWH QmR DFKD TXH R GHSXWDGR 7DOYDQH PDQGRX matar minha mรฃe pelo fato GHOH VHU VXSOHQWH 6RPRV FRQYHQFLGRV SHODV SURYDV que constam no processo. As provas o incriminam. T.I. - Foram mais de 13 anos entre o crime e o julgamento. Como vocรชs avaliam essa lentidรฃo? Rodrigo Cunha - InfeOL]PHQWH $ODJRDV SHUGHX H a Justiรงa em si, a oportuniGDGHGHVHGDUXPEDVWDQD LPSXQLGDGHKiDQRV1yV sabemos que muitos crimes polรญticos aconteceram apรณs HVVH IDWR H QmR WHPRV G~YLGD TXH IRUDP PRWLYDGRV SRU HVVD LPSXQLGDGH 1mR DGLDQWD LQYHVWLU DSHQDV HP armas e viaturas se, quanGR VH SUHQGH D -XVWLoD QmR FRQGHQD T.I. - Esse caso vai se tornar emblemรกtico para a Justiรงa? Rodrigo Cunha - (VVH FDVR p XP H[HPSOR FODUR GH que nem sempre o Direito DQGDGRODGRGD-XVWLoD'Xrante 13 anos nรฃo se chegou a um julgamento, por questรตes extremamente tรฉcnicas. 1mRVHWHPGXDVYHUV}HVGH FULPH QmR VH WHP IDOWD GH SURYDV RX LQGtFLRV 0XLWR SHORFRQWUiULR(VVHFDVRMip emblemรกtico, tanto รฉ que ele HVWiLQVHULGRHPXPSURJUDPDGR&1->&RQVHOKR1DFLRQDOGH-XVWLoD@IRLHVFROKLGR FRPRXPGRVGH]FULPHVTXH PDLVVXMDPRQRPHGD-XVWLรงa brasileira. ร‰ um caso que repercute nรฃo sรณ em AlagoDVPDVHPWRGRR%UDVLO T.I. - Como foi, para vocรชs, aguardar todo esse tempo por um desfecho? Adriana Cunha - )RL XPSHUtRGRGHPXLWRGHVJDV-

โ€œโ€œ 7DOYDQHYLDD nossa mรฃe como inimiga, mas nossa mรฃe nรฃo o via assim. Isso sempre chamou atenรงรฃoโ€

'HL[DPRVGHIUHquentar Arapiraca para nรฃo ter RGHVSUD]HUGH encontrar com um assassinoโ€

RODRIGO CUNHA ADVOGADO

ADRIANA CUNHA Mร‰DICA

WHGHPXLWDOXWD0DVDJHQWH QXQFD GHL[RX GH DFUHGLtar, principalmente por ter HVVDVSURYDVGHTXHHVVHGLD chegaria. A gente sempre lutou bastante, foi uma รฉpoca PXLWRGLItFLO$JHQWHFRQWRX FRP PXLWD IRUoD GD IDPtOLD H GH DPLJRV SDUD FRQVHJXLU chegar atรฉ aqui. T.I. - Vocรชs consideram a possibilidade dos acusados serem inocentados? Rodrigo Cunha - De forma alguma. Nรณs conhecePRVRSURFHVVRVmRPDLVGH sete mil pรกginas que conheFHPRV GH WUiV SDUD IUHQWH 6DEHPRVGDVSURYDVTXHDOL H[LVWHP7XGRTXHpGLIHUHQWH GLVVR VmR DSHQDV DOHJDรงรตes que nรฃo tem pรฉ nem cabeรงa para tentar tirar o foco. T.I. - Os acusados sรฃo da mesma cidade de vocรชs. Como foi conviver com essa situaรงรฃo? Adriana Cunha - Isso faz com que nรณs nos sintamos refรฉns, nรณs nos sintaPRV DSULVLRQDGRV ,QFOXVLYH GHL[DPRV GH IUHTXHQWDU D QRVVD FLGDGH $UDSLUDFD Justamente para a gente QmR WHU R GHVSUD]HU GH HQcontrar com um assassino WUDQVLWDQGR OLYUHPHQWH QD FLGDGH FRP YLGD VRFLDO DWLYD 1yV IRPRV SULYDGRV GD QRVVD YLGD KDELWXDO GH WHU um convรญvio com as pessoDVGHLUSDUD$UDSLUDFDSRU FDXVDGLVVR Rodrigo Cunha - ร‰ imSRUWDQWHGL]HURTXHDJHQWH VHQWLD HP FDVD 2 7DOYDQH via a nossa mรฃe como inimiga e a nossa mรฃe nรฃo o via como um inimigo. Isso foi algo que sempre chamou

DWHQomR 3RU RXWUR ODGR D JHQWH VHPSUH HVFXWRX GHVGH SHTXHQR D UDLYD TXH R 7DOYDQH WLQKD SHOD SURMHomR FDGD YH] PDLRU TXH QRVVD mรฃe conseguia. T.I. - Se os acusados forem condenados, a defesa ainda pode recorrer. Vocรชs temem que isso se alongue? Rodrigo Cunha - 6DEHPRV GD SRVVLELOLGDGH GH entrarem com outros recursos. Agora a gente tem cerWH]D GH TXH RV SUD]RV VHUmR UHVSHLWDGRV QHVVH SURFHVVR R&RQVHOKR1DFLRQDOGH-XVtiรงa abraรงou esse caso como VHQGRXPGRVGH]FDVRVTXH PDLVVXMDPRQRPHGR-XGLFLiULR EUDVLOHLUR (OH VHQGR FRQGHQDGRDJHQWHQmRWHP G~YLGDGHTXHร€FDUmRSUHVRV A gente tem certeza que com HVVHPRQLWRUDPHQWRGD-XVWLoD FRP R &1- GDQGR WRGR esse apoio, esse processo vai VHWRUQDUXPH[HPSORGHTXH aqui se fez, aqui se paga. T.I. - Qual รฉ o sentimento, hoje, em relaรงรฃo ao Talvane? Rodrigo Cunha - O nosVR VHQWLPHQWR p GH -XVWLoD A gente nunca pensou em ir por outro caminho e, sim, procurou o caminho que รฉ R PDLV GLItFLO R PDLV GXUR R PDLV GRORURVR TXH p R GD -XVWLoD $ JHQWH DFUHGLWD que o caminho certo รฉ o traz uma maior recompensa. Adriana Cunha - A genWH VHPSUH WHYH XPD HGXFDomR EDVHDGD QHVVHV SULQFtpios. A gente nunca nutriu XPVHQWLPHQWRGHyGLR1mR a gente sempre nutriu o senWLPHQWR GH -XVWLoD SRUTXH

foi isso que a gente aprenGHXHPFDVDDVHUMXVWRFRP DVSHVVRDVHDSHGLU-XVWLoD T.I. - O crime mudou os rumos de Arapiraca, inclusive na polรญtica. Como vocรชs avaliam isso? Rodrigo Cunha - A gente sabe que Arapiraca foi PXLWR SHQDOL]DGD SRU LVVR $UDSLUDFD WLQKD GRLV GHSXWDGRV IHGHUDLV H SDVVRX RLWR DQRVVHPWHUQHQKXPGHSXWDGR IHGHUDO 3RGHULD KRMH VHU XPD FLGDGH GHVHQYROYLGD SHOR IUXWR GR WUDEDOKR GD&HFLFRPRGHSXWDGDTXH GXUDQWH PXLWR WHPSR ร€FRX VHPFRQWLQXLGDGH2SRYRGH Arapiraca tambรฉm foi penaOL]DGRSRUHVVHSRQWR Adriana Cunha - A genWHQmRVDEHRQGHPLQKDPmH iria estar hoje, porque ela tinha muito gosto pelo que ID]LD *RVWDYD PXLWR GR HVWDGRHGHDMXGDUDVSHVVRDV Pelos projetos que ela jรก fez, pelo histรณrico, a gente entenGHTXH$ODJRDVSHUGHXPXLWRFRPDVDtGDGHOD3RUTXH ela, com certeza, teria meOKRUDGR PXLWR HVVH HVWDGR Nรฃo รฉ sรณ a famรญlia que perGH p XP HVWDGR TXH SHUGH 1mR Vy $GULDQD H 5RGULJR PDV WRGDV DTXHODV SHVVRDV TXH PLQKD PmH GH DOJXPD IRUPDDMXGDYD7RGDVHVVDV SHVVRDVSHUGHUDPFRPDVDtGDGHOD T.I. - O quanto รฉ necessรกrio, para vocรชs, que o julgamento ocorra? Adriana Cunha - A gente tem isso como um alicerFH3DUDDJHQWHGHVHQYROYHU RXWUDVHWDSDVGDQRVVDYLGD a gente tem isso como uma meta. Quem sofre esse tipo GH WUDXPD SUHFLVD WHU R HQFHUUDPHQWRGRFLFORSDUDWRGRVRVRXWURVVHWRUHVGDYLGD รXtUHP GH IRUPD HVSRQWkQHD ( QmR FRP DTXHOD SUHocupaรงรฃo, com aquele sentiPHQWRGHLQMXVWLoD Rodrigo Cunha - A paz, para a gente, nรฃo viria se esse caso caรญsse no esquecimento. A paz virรก com a JHQWHVDEHQGRTXHIH]RSRVsรญvel, o que estava no nosso DOFDQFH SDUD KRQUDU D YLGD GRQRVVRSDLGDQRVVDPmH GR ,Um H GD รŒWDOD ,QGHSHQGHQWH GH TXDOTXHU FRLVD D gente estรก com a consciรชncia tranquila, sabe que fez o PDLV GLItFLO H TXH Dt VLP D JHQWHSRGHWRGRGLDGHLWDUH GRUPLU SRUTXH HVVD p D SD] TXHDJHQWHEXVFRXGXUDQWH esses 13 anos.


TribunaIndependente

Cotidiano LININHO NOVAIS - FRQWDWR#OLQLQKRFRP

As mĂĄscaras um dia caem

N

a politica nem todo discurso ideolĂłgico apresentado nas ondas midiĂĄticas sĂŁo de fato verdadeiros. Essa semana tive a prova concreta de que tais â&#x20AC;&#x153;lideresâ&#x20AC;? de partidos de extrema esquerda em nosso estado vivem na obscuridade de um certo comodismo em querer agradar. Para a imprensa e nas redes sociais sĂŁo criticas discussĂľes, indagaçþes e atĂŠ mesmo denĂşncias, mas no silĂŞncio de um torpedo via celular os afagos e elogios se transformam num discurso vazio e atĂŠ antiĂŠtico. Quem muda o carĂĄter, muda a consciĂŞncia?

Azar $RVHXHVWLORVDUFiVWLFRR YLFHJRYHUQDGRUJosÊ Thomaz NonôDSURYHLWRXXPHYHQWR GRJRYHUQRGXUDQWHDXOWLPD VH[WDIHLUDHWUDWRXGH DO¿QHWDU³+RMHpRGLDGHD]DU SDUDRVOLQJXDUXGRVTXHHVWmR YHQGRRJRYHUQRWUDEDOKDUH QmRSRGHPPDLVIDODUQDGD´

Respirando 'XUDQWHVXDFRUULGDPDWLQDORGHSXWDGRIHGHUDO5HQDQ)LOKRIH]XPD SDUDGDSDUDUHVSLUDUXPSRXFRQXPGRVTXLRVTXHVGDRUODGH0DFHLyTXDQGRRYHQGHGRUGLVSDUD³(VWDPRVMXQWRVSDUDD3UHIHLWXUDGH 0DFHLyYRWRHPTXHPYRFrYRWDU´5HQDQIH]VLQDOSRVLWLYRHFRQWLQXRX DFRUULGD

Juntou, misturou 3DUDTXHPFRJLWDYDDHOHLomRQDWHUUDGH=XPELRTXDGURPXGRXH DJRUDXPDWHUFHLUDYLDQDVFHXSDUDDGLVSXWDWUDWDVHGH,UDQ0HQH]HV H'U3DXOR H[37HDJRUD3'7 TXHDOPRoDUDPHSRUPDLVGHGXDV KRUDVFKHJDUDPDVROXomR,UDQQDFDEHoDGDFKDSD

Estou tĂŁo bem $KLVWyULFDVLQGLFDOLVWD/HQLOGD/LPDTXHH[HUFHRFDUJRGH6XSHULQWHQGHQWHGR,QFUDHP$ODJRDVHVWiIRUDGDGLVSXWDHOHLWRUDOGHSDUD HODpSUHFLVRFXPSULUDPLVVmRTXHDSUHVLGHQWH'LOPDOKHFRQÂżRX

Pode ser &RPSDQKHLURVGHWUDEDOKRQDPHVPDHPLVVRUDRGHSXWDGRHVWDGXDO -HIHUVRQ0RUDLVHQFRQWURXFRPRYHUHDGRUHMRUQDOLVWD2VFDUGH0HOR DSHUWRXVXDPmRHGLVVH³9RFrVHULDRYLFHGRVPHXVVRQKRV´

Cortesia 4XHPYLVLWDUiQRVSUy[LPRVGLDV$ODJRDVpRSUHVLGHQWHGR6HQDGR -RVH6DUQH\PDVQmRVHUiSDUDFXPSULUDJHQGDRÂżFLDODSHQDVSDUD DSURYHLWDURV~OWLPRVGLDVGRUHFHVVRSDUODPHQWDU2GHVWLQRVHULDD 3UDLDGR0DUFHQHLURQRSRYRDGRGH3RUWRGD5XDQR/LWRUDO1RUWHGR (VWDGR

Quando eu digo... (VWDFROXQDMiQRWLFLRXTXHRVHFUHWiULRGHHVWDGRGRJDELQHWHFLYLO Ă&#x2C6;OYDUR0DFKDGRVHULDXPGRVLQWHUORFXWRUHVTXHHVWDULDGHROKRQR VXEVWLWXWRTXHRFXSDULDDYDJDGHFRQVHOKHLURQR7ULEXQDOGH&RQWDVGR (VWDGR2IDWRVHFRQFUHWL]DTXDQGRĂ&#x2C6;OYDURDRVHXPRGRVLOHQFLRVR HQYLRXj3URFXUDGRULD*HUDOGR(VWDGRXPDFRQVXOWDSDUDVDEHUDTXH yUJmRHVWDULDKDELOLWDGRSDUDDYDJDGHL[DGDSRU,VQDOGR%XOK}HV

Escalado 2SUHVLGHQWHGR0XULFL)XWHERO&OXEH*HUDOGR$QL]LRTXHpDGYRJDGR HVWiVHQGRVRQGDGRSRUXPJUXSRTXHGHVHMDWHUVHXDSRLRSDUDHOHLomR GDSUHVLGrQFLDGD2$%SDUDHOHIRLRIHUWDGRRFDUJRGH&RQVHOKHLUR )HGHUDO*HUDOGmRÂżFRXEDODQoDGRPDVGLVVHDFHLWDURGHVDÂżR

Pela fĂŠ +RMHDFLGDGHGH8QLmRGRV3DOPDUHVUHDOL]DDWUDGLFLRQDOHIHVWLYDSURFLVVmRGRPDVWURRQGHUH~QHGHYRWRVVD~GDPDDEHUWXUDGRVIHVWHMRV DOXVLYRVD6DQWD0DULD0DGDOHQDSDGURHLUDGDFLGDGH4XHPFRQKHFH RHVWLORGRHYHQWRUHOLJLRVRVDEHTXHRVSROtWLFRVYmRPDUFDUSUHVHQoD SULQFLSDOPHQWHPRQWDGRVHPVHXVFDYDORV

Volta Ă  terrinha -iHVWiSUHYLVWDDYLVLWDGDSUHVLGHQWH'LOPDDR(VWDGRGH$ODJRDVPDV VyGHSRLVGRSHUtRGRHOHLWRUDOSRLVDFKHIHGRH[HFXWLYRQmRTXHUTXH WLUHPSURYHLWRVPLGLiWLFRVHTXHPFRQKHFHRMHLWRGHODVDEHPXLWREHP FRPRp

Essa semana $VH[WDHGLomRGD)HLUDGH1HJyFLRVGRV0XQLFtSLRV$ODJRDQRVYHP FRPSURYDUHQWUHRVGLDVHGHMDQHLURTXHRVDUWLVWDVHHPSUHHQGHGRUHVLQGLYLGXDLVGDUHJLmRWrPPXLWRRTXHDJUHJDUDRSRWHQFLDOWXUtVWLFRHFXOWXUDOGRHVWDGR2HYHQWRDFRQWHFHUiQRFHQWURGH H[SRVLo}HVGH0DFHLy

Â&#x2021;2SUHVLGHQWHGR7ULEXQDOGH-XVWLoDGH$ODJRDV 7-$/ GHVHPEDUJDGRU6HEDVWLmR&RVWD)LOKRGLYXOJRXQR'LiULRGH-XVWLoD(OHWU{QLFR DFRPLVVmRUHVSRQViYHOSHOR&RQFXUVRSDUD3URYLPHQWRGH1RWiULRVH 5HJLVWUDGRUHVGR(VWDGRGH$ODJRDV2GHVHPEDUJDGRU7XWPpV$LUDQ GH$OEXTXHUTXH0HORSUHVLGHRJUXSRTXHFRQWDDLQGDFRPRVMXt]HV GH'LUHLWR6yVWHQHV$OH[&RVWD-HU{QLPR5REHUWR)HUQDQGHVH-DPLO $PLOGH$OEXTXHUTXH Â&#x2021;GHMDQHLURpRSUD]RÂżQDOSDUDDVLQVFULo}HVGR3UrPLR$JHQWH -RYHPGH&XOWXUD'LiORJRVH$o}HV,QWHUFXOWXUDLV$RWRGRVHUmR GLVWULEXtGRVSUrPLRVGH5PLOFDGDDLQLFLDWLYDVSURSRVWDVUHDOL]DGDVHFRQFOXtGDVSRUMRYHQVDJHQWHVFXOWXUDLVGHWRGRRSDtVHQWUH HDQRV3RGHPSDUWLFLSDUEUDVLOHLURVQDWRVQDWXUDOL]DGRVHHVWUDQJHLURVUHVLGHQWHVKiPDLVGHWUrVDQRVQR%UDVLO Â&#x2021;&RQWLQXDKRMHRSURMHWR)HVWLYDOGDVĂ&#x2C6;JXDVQDFLGDGHGH%DUUDGH 6mR0LJXHOTXDQGRDFRQWHFHFDPLQKDGDHFROyJLFDQDWDomRHSROR DTXiWLFR

MACEIĂ&#x201C; - '20,1*2 DE JANEIRO DE 

POLĂ?TICA

3

&DVR&HFL&XQKDĂ&#x20AC;PGH XPDHVSHUDGHDQRV -XOJDPHQWRGHDPDQKmS}HSRQWRÂżQDODXPDGDVPDQFKDVGDKLVWyULDGH$/ ARQUIVO

NIGEL SANTANA REPĂ&#x201C;RTER

O

sangue derramado de uma famĂ­lia inteira tudo por conta do poder. Treze anos se pasVDUDPHHQĂ&#x20AC;PRMXOJDPHQWR do assassinato da deputada federal e mĂŠdica Ceci Cunha estĂĄ prestes a acontecer no auditĂłrio da Justiça Federal, no bairro da Serraria, parte alta de MaceiĂł. As defesas apresentaram todas as suas teses durante a audiĂŞncia preparatĂłria em busca de uma ĂĄrdua tarefa: penalizar quem encomendou o crime; livrar o acusado. O mĂŠdico e suplente da deputada, Talvane Albuquerque, sentarĂĄ no banco dos rĂŠus e verĂĄ Ă  sua frente Ă&#x20AC;OKRVQHWRVHLUPmRVGH&HFL Cunha ainda desamparados com a lastimĂĄvel perda. As investigaçþes da PolĂ­cia Civil e tambĂŠm da PolĂ­cia Federal apontam Talvane como autor intelectual do bĂĄrbaro assassinato. O mĂŠdico acostumado a salvar vidas convive hĂĄ anos com o peso de ter mandado executar quatro seres humanos, entre eles, o marido de Ceci, Juvenal Cunha; Ă&#x152;WDOD 0DUDQKmR H VHX Ă&#x20AC;OKR Iran MaranhĂŁo. Depois de uma disputa eleitoral intensa em 1997, Ceci Cunha venceu a corrida nas urnas e foi eleita para a Câmara Federal. Em 1998, ao ser diplomada no FĂłrum Jairon Maia Fernandes, a mĂŠdica saiu para a casa de sua irmĂŁ, que acabara de ser mĂŁe. Um dos assessores de Talvane Albuquerque relata os autos do processo, esteve QR ORFDO SDUD Ă&#x20AC;FDU GH YLJtOLD em todos os movimentos de Ceci. Estava tudo planejado. O WUDMHWRĂ&#x20AC;QDOIHLWRSHODPpGLFD e seus familiares encerraram dentro de uma residĂŞncia na Gruta de Lourdes, bairro do Farol. TrĂŞs assessores fortemente armados com a covarde missĂŁo de promover uma chacina. Jadielson Barbosa da Silva, AlĂŠcio CĂŠsar Alves Vasco, JosĂŠ Alexandre dos Santos e Mendonça Medeiros promoveram uma verdadeira barbĂĄrie. A forma com que Talvane Albuquerque chegou ao Congresso Nacional passou longe de ser democrĂĄtica, por meio do voto, e da conquista da FRQĂ&#x20AC;DQoDGRHOHLWRU2PpGLco e suplente de Ceci Cunha IRL EHQHĂ&#x20AC;FLDGR FRP D H[Hcução de Ceci Cunha e seus familiares e assumiu o mandato em 1999, porĂŠm, seu envolvimento com os pistoleiros e sua prisĂŁo, transformaram tudo em um inferno. Logo, veio o decoro parlamentar que foi quebrado para que ele perdesse de vez o mandato de deputado federal. Sua defesa conseguiu protelar o julgamento.

â&#x20AC;&#x2DC;Chacina da Grutaâ&#x20AC;&#x2122;â&#x20AC;? encurtou carreira de sucesso da mĂŠdica e deputada federal Ceci Cunha

INTERESSADO

Talvane levanta dĂşvidas sobre sua participação e aponta Mano Diante das acusaçþes, do HWHUQR ROKDU GHVFRQĂ&#x20AC;DGR GD sociedade, o mĂŠdico Pedro Talvane Luiz Gama de AlEXTXHUTXH 1HWR FRQĂ&#x20AC;UPRX Ă  reportagem da Tribuna Independente, em 2011, que nĂŁo via a hora de o julgamento acontecer. Muito antes de o embate acontecer entre defesa e acusação, Talvane adiantou suas justiĂ&#x20AC;FDWLYDVHDVVLPWHQWDUVDLU ileso da sentença. Talvane revelou durante a entrevista Ă  repĂłrter PatrĂ­cia Machado que o ex-governador Manoel Gomes de Barros chegou a pronunciar alguns impropĂŠrios contra Ceci. â&#x20AC;&#x153;Tem muitas coisas que nĂŁo sĂŁo do conhecimento do pĂşblico e nem estĂŁo no processo. Basicamente fui apontado como autor do crime por ser o primeiro suplente, e julgaram que eu seria o maior interessado na vaga. AtĂŠ isso ĂŠ uma coisa muito discutĂ­vel. Ceci havia deixado a candidatura como sucessora do governador Manoel Gomes de Barros para concorrer Ă  vaga de deputada. E no momento que ele tomou conhecimento, por meio da imprensa, chegou a dizer alguns despautĂŠrios com relação a elaâ&#x20AC;?, disse o mĂŠdico insinuando que o ex-governador poderia ser investigado no crime. Mais de 13 anos e Tal-

PATRICIA MACHADO

Talvane diz ser o maior interessado para que júri aconteça

vane, segundo apurou a reportagem, continua com a mesma opiniĂŁo. Ser citado sempre como o culpado tem sido uma espĂŠcie de tortura para o mĂŠdico. â&#x20AC;&#x153;NĂŁo tenho receio, quero que esse jĂşri ocorra logo,

SE DEFENDE

JULGAMENTO

Manoel Gomes de BarrosFODVVL¿FDDVDFXVDo}HVGH7DOYDQH $OEXTXHUTXHGHTXHHOHSRGHULD HVWDUHQYROYLGRQRDVVDVVLQDWRGH&HFL&XQKDFRPRXPD WHQWDWLYDGHPXGDURIRFR0DQR GLVVHHVSHUDUSRUMXVWLoDSRLV 7DOYDQHVHULDXP³SVLFRSDWD´ ³9RXIDODURTXHGHXPORXFR XPSVLFRSDWD"(OHTXHUPXGDU RIRFRGRMXOJDPHQWRHDSRQWDU WXGRSDUDPLP(PXPDDWLWXGH GHSUDYDGDHGLJQDGHUHWDOLDomR GDVRFLHGDGHHVVDSHVVRD>7DOYDQH@PDQGRXPDWDUDGHSXWDGD IHGHUDO&HFL&XQKD´

2JRYHUQDGRUTeotonio Vilela Filho 36'% FRPHQWRXVREUH RMXOJDPHQWR³7HQKRSOHQDFRQ¿DQoDGHTXHQHVWHMXOJDPHQWR VHUiIHLWRMXVWLoDSDUD&HFL-XYHQDOHVHXVIDPLOLDUHVFRYDUGHPHQWHEUXWDOPHQWHDVVDVVLQDGRVKiDQRV'HSRLVGHWRGR HVVHWHPSRHVVHMXOJDPHQWR QRVFKHJDFRPRXPPDUFR HQWUHDGRUGHWDPDQKDYLROrQFLDHDFHUWH]DGHpFKHJDGDD KRUDGRVFULPLQRVRVVRIUHUHPD SXQLomRGHYLGDSHODOHLeLVVR RTXHRVDODJRDQRVDFUHGLWDPH HVSHUDPGHVWHPRPHQWR´

Mano não comenta acusação contra ele

9LOHODFRQĂ&#x20AC;DQD efetivação da Justiça

porque sĂł assim terei minha VLWXDomR GHĂ&#x20AC;QLGD HX QmR posso continuar sempre citado como rĂŠu. E por que esse julgamento nĂŁo acontece? SerĂĄ que sĂł os rĂŠus tinham condiçþes de fazer esse caso durar 12 anos?â&#x20AC;?, cita. (NS)


TribunaIndependente

4 POLĂ?TICA MACEIĂ&#x201C; - DOMINGO, 15'(-$1(,52'(2012

%$572/20(8'5(6&+EDUWRORPHXBGUHVFK#KRWPDLOFRPEU

Ă gua mais pura

C

ientistas russos estĂŁo prestes a retirar a ĂĄgua mais pura e PDLVDQWLJDGRPXQGRQR/DJR9RVWRNTXHĂ&#x20AC;FDVRERJHOR GD$QWiUWLGD(PERUDDLQGDVHMDGHVFRQKHFLGDDSURIXQdidade mĂĄxima do lago, a equipe acredita que dentro de semaQDVRSHUIXUDGRUDWLQJLUiRSRQWRPi[LPR1D~OWLPDVHPDQD DSURIXQGLGDGHDOFDQoDGDHUDGHPHWURVREWLGDSRUPHLR GRPpWRGRVtVPLFRHGHUDGLRORFDOL]DomRSDUDREWHURVFiOFXORV $H[SHGLomRUXVVDUHLQLFLRXRVWUDEDOKRVQR9RVWRNQRGLDGH QRYHPEUR(OHVKDYLDPVLGRVXVSHQVRVPHVHVDQWHVSHORDXPHQWR da pressĂŁo e a diminuição das temperaturas, formando cristais de JHORTXHLPSHGLUDPRWUDEDOKRGHSHUIXUDomR2/DJR9RVWRNTXH Ă&#x20AC;FRXHVFRQGLGRGXUDQWHPLOK}HVGHDQRVDEULJDXPHFRVVLVWHPD ~QLFRTXHHVWiUHSOHWRGHR[LJrQLRFRPQtYHLVYH]HVVXSHULRUHV DRVGDiJXDGRFH2VFLHQWLVWDVUXVVRVDFUHGLWDPTXHGHYHVHUD PDLVSXUDHPDLVDQWLJDiJXDGRSODQHWD6XDVXSHUItFLHpHVWpULO mas no fundo existem microorganismos que vivem em condiçþes H[WUHPDV(OHVFRQVLGHUDPTXHVHXHVWXGRSRGHUiVHUIXQGDPHQtal para a anĂĄlise das condiçþes climĂĄticas na Terra nos prĂłximos VpFXORV2/DJR9RVWRNWHPFHUFDGHTXLO{PHWURVGHFRPSULPHQWRGHODUJXUDHTXDVHPLOPHWURVGHSURIXQGLGDGHeXPD massa de ĂĄgua doce que estĂĄ localizado no centro da AntĂĄrtida, ĂŠ RPDLRUODJRGRVH[LVWHQWHVQRORFDO(OHIRLGHVFREHUWRSHORV UXVVRVHPHpFRQVLGHUDGRXPDGDVGHVFREHUWDVJHRJUiĂ&#x20AC;FDV PDLVLPSRUWDQWHVGRSODQHWD

Dois anos sem Zilda 8PPRPHQWRGHUHĂ&#x20AC;H[mRIDUiSDUWHGDV homenagens que a Pastoral da Criança farĂĄ nesta terça feira (17) quando fazem dois anos da morte da fundadora da instituição Zilda Arns(ODIDOHFHXGHQWURGHXPDLJUHMDHP Porto PrĂ­ncipe, vitima do terremoto que atingiu R+DLWLQDTXHOHIDWtGLFRGLD=LOGDID]LDXP pronunciamento sobre como salvar as crianças haitianas da misĂŠria e da desnutrição, WUDEDOKRTXHGHVHQYROYHXQR%UDVLOHHPGLYHUVRVRXWURVSDtVHV(OD DEUDoRXDFDXVDGHVDOYDUYLGDVMXQWDQGRRFRQKHFLPHQWRFLHQWtÂżFRFRP a sabedoria popular e valorizou o papel da mulher pobre na transforPDomRVRFLDO3RUVHXWUDEDOKRUHFHEHXRUHFRQKHFLPHQWRPXQGLDOFRP GH]HQDVGHSUrPLRVHKRPHQDJHQV&KHJRXDVHULQGLFDGDWUrVYH]HV DR1REHOGD3D]

FĂŠ brasileira 0DLVGH5ELOK}HV(VWHRYROXPHGHDSRVWDVGHEUDVLOHLURVQDV ORWHULDVGD&DL[D(FRQ{PLFD)HGHUDOHP$IH]LQKDDXPHQWRXHP HPFRPSDUDomRFRPRDQRDQWHULRUHVyD0HJD6HQDDUUHFDGRX 5ELOK}HVTXDVHDPHWDGHGRPRQWDQWHWRWDO(GHODVyD0HJD da Virada faturou 11%, atraindo R$ 549,3 milhĂľes no Ăşltimo sorteio do DQRDPDLVTXHHP2VQ~PHURVHRVYDORUHVFKHJDPD ser absurdos, mais ainda quando se sabe que R$ 160 milhĂľes ainda DJXDUGDPSHORVJDQKDGRUHV3DUDHVWHDQRGHD&DL[D(FRQ{PLFD Federal quer implantar duas novidades: uma delas ĂŠ um novo sistema para que as apostas possam ser feitas via internet e outra novidade serĂĄ a possibilidade de apostas em grupo, o tradicional bolĂŁo, mas onde FDGDFRWLVWDWHUiVHXSUySULRUHFLER

Obras no Porto As obras para aumentar o calado do Porto de Maceió devem começar HPPDUoRVHJXQGRVXDDGPLQLVWUDGRUD5RVLDQD%HOWUmR2VUHFXUVRV alocados no Programa de Aceleração do Crescimento são de R$ 50 milhþes, mas nesta fase inicial, somente R$ 25 milhþes serão liberaGRV2WUDEDOKRGHGUDJDJHPVHUiUHDOL]DGRSHODHPSUHVD+LGURWRSR YHQFHGRUDGDOLFLWDomR&DEHUiDHODDXPHQWDUDSURIXQGLGDGHGR3RUWR de 10m para 12,5 metros possibilitando o atracamento de navios de PDLRUFDODGRFRPWRWDOVHJXUDQoD$SUHYLVmRpDGHTXHDREUDHVWHMD FRQFOXtGDDWpR¿QDOGHVWHDQR

Tabaco X maconha 1 Tem gente enrolando um para comemorar! Um estudo norte-americano SXEOLFDGRQR³-RXUQDORI$PHULFDQ0HGLFDO$VVRFLDWLRQ´UHYHORXTXH fumar maconha Ê menos danoso para o pulmão do que consumir cigarURVWUDGLFLRQDLV$SHVTXLVDXWLOL]RXXPDEDVHGHIXPDQWHVGHDPEDVDV VXEVWkQFLDVGXUDQWHDQRV(QWUHRVFRQVXPLGRUHVGHWDEDFRKRXYH uma redução da capacidade pulmonar, jå entre os fumantes de maFRQKDQmRKRXYHSHUGD3HORFRQWUiULRDFDSDFLGDGHDWpDXPHQWRXR YROXPHGHDUQRSXOPmR0DVRHVWXGRJDUDQWHTXHQmRID]DGHIHVDGD droga, jå que o uso da maconha envolve mecanismos mais complexos, FRPRPRUDLVHFXOWXUDLV

Tabaco X maconha 2 2SHVTXLVDGRU6WHIDQ.HUWpV]GD8QLYHUVLGDGHGR$ODEDPDDXWRUGR HVWXGRDÂżUPRXTXHRWUDEDOKRIRLIHLWRFRPXVXiULRVOHYHVHPRGHUDGRV e que o fato de o pulmĂŁo ter sido menos afetado do que com o tabaco, QmRVLJQLÂżFDTXHDIXPDoDGDcannabisQmRVHMDWy[LFD$GLIHUHQoD bĂĄsica ĂŠ que os consumidores de tabaco fumam muito mais e conseTXHQWHPHQWHRSXOPmRÂżFDEHPPDLVDIHWDGR2HVWXGRSRURXWURODGR comprova um mito que sempre foi debatido, o de que a maconha faz PHQRVPDOjVD~GHGHTXHRFLJDUUR0DVRVHVSHFLDOLVWDVVmRFODURV DPERVID]HPPDOjVD~GHFDGDXPjVXDPDQHLUD

Ă gua e saneamento A Casal pretende investir neste ano de 2012, R$ 50 milhĂľes na melhoria GRVVLVWHPDVGHDEDVWHFLPHQWRHVDQHDPHQWRTXHRSHUDHP$ODJRDV $JDUDQWLDIRLGDGDSHORSUHVLGHQWHGD&RPSDQKLDĂ&#x2C6;OYDUR0HQH]HV 6HJXQGRHOHVRPHQWHDUHQRYDomRGRFRQWUDWRFRPD&RPSDQKLDGH 6DQHDPHQWR%iVLFRGH6mR3DXOR 6DEHVS VHUmRFDSWDGRVFHUFDGH 5PLOK}HVVyHPUHGXomRGHSHUGDV$LQGDVHJXQGRRSUHVLGHQWH a Casal pretende obter uma receita de R$ 240 milhĂľes provenientes da arrecadação pela prestação de serviços de abastecimento de ĂĄgua e HVJRWDPHQWRVDQLWiULR(VWHPRQWDQWHVHUiDSOLFDGRQDJHVWmRGHSHVsoal, na substituição de redes de distribuição de ĂĄgua e na recuperação GDHVWUXWXUDItVLFDHRSHUDFLRQDOGDVXQLGDGHVGDFRPSDQKLD Â&#x2021;$SDUWLUGDVKGDSUy[LPDTXLQWDIHLUD  RSDOFRGR7HDWUR*XVWDvo Leite, no Centro Cultural e de Exposiçþes, receberĂĄ as homenagens GHDUWLVWDVHDGPLUDGRUHVGDHWHUQD(OLV5HJLQD Â&#x2021;2WULEXWRPDUFDDSDVVDJHPGRVDQRVGDPRUWHGDPDLRULQWpUSUHWH GD0XVLFD3RSXODU%UDVLOHLUDHWHUiRFRPDQGRGDFDQWRUDDODJRDQD /HXUHQ\FRPDSURGXomRGH6XH&KDPXVFDDGLUHomRPXVLFDOGH)pOL[ %D\JRQHDGLUHomRFrQLFDGH-RVp0iUFLR3DVVRV Â&#x2021;$H[FHOrQFLDGDHVFROKDFRQWLQXDFRPRVLQWHUSUHWHVDODJRDQRV Wilma AraĂşjo, Igbonam Rocha, Wilma Miranda, Dhyda Lyra, Cris Braun, )HUQDQGD*XLPDUmHV1DUD&RUGHLUR-~QLRU$OPHLGD(ODLQH.XQGHUDH ,ULQD&RVWD Â&#x2021;(QWUHRVP~VLFRVVHOHFLRQDGRVRXWURWLPHGHSULPHLUD'LQKR=DPSLHU WHFODGRV -LXOLDQR*RPHV WHFODGRV 9DQ6LOYD EDL[R 7RQL$XJXVWR JXLWDUUD H$OO\VRQ3D]QDEDWHULD Â&#x2021;&RPH[WUHPDGLÂżFXOGDGHHÂłDGHGR´IRUDPVHOHFLRQDGRVWULQWDFOiVVLFRVLQWHUSUHWDGRVSRU(OLV5HJLQD(PWRGRVDPDUFDGDHPRomRHGD HQWUHJDTXHIRUDPDW{QLFDQDYLGDGDÂł3HTXHQD1RWiYHO´

Corrupção ĂŠ fenĂ´meno social, aponta estudo AcadĂŞmica aponta que trabalho pode ajudar no combate a irregularidades LUIS VILAR REPĂ&#x201C;RTER

N

D ~OWLPD GpFDGD ² por conta das mais recentes operaçþes federais e de outras açþes do MinistÊrio Público Estadual e das forças policiDLV HVWDGXDLV ² $ODJRDV IRL um dos estados da federação que teve sua imagem imediatamente associada à FRUUXSomR (P Q~PHURV DV últimas suspeitas de desvios que foram investigadas na 7HUUD GRV 0DUHFKDLV Mi XOtrapassa a marca do primeiro bilhão em cifras, se forem MXQWDU RV FDVRV HQYROYHQGR prefeituras, governo e atÊ mesmo a Assembleia LegisODWLYDGR(VWDGRGH$ODJRDV 2V FDVRV ² HP VXD JUDQGHPDLRULD²DLQGDJXDUGDP MXOJDPHQWR R TXH ² FRPR ressalta o coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), Antônio Fernando da Silva, o Fernando CPI ² FRQWULEXL FRP D VHQVDomR GH LPSXQLGDGH 1R kPELWR nacional, um relatório da Polícia Federal aponta que ²VRPHQWHHP²IRUDP GHVYLDGRV PDLV GH 5  bilhþes em todo território QDFLRQDO 'HVWH YROXPH HP apenas um único município

DIVULGAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

HP $ODJRDV ² D FLGDGH GH 7UDLSX ² VH FRQVWDWRX VHJXQGRD3)RURXERGH5 PLOK}HV Se pensarmos nos últimos dez anos, entra na contabilidade dos desvios apurados a 2SHUDomR *DELUX 1DYDOKD Carranca, Tabanga, TaturaQD GHQWUH RXWUDV (P  na Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas foram PDLVGH5PLOK}HVVXSRVWDPHQWH GHVYLDGRV 1D época, o inquérito da PF apontou como culpados deputados, ex-deputados estaduais e prefeitos de cidades DODJRDQDV $Wp R SUHVHQWH PRPHQWR²QHVWHFDVR²QLQJXpPIRLMXOJDGR 2 TXDGUR ² WDQWR QDFLRQDOPHQWHFRPRORFDO²OHYDD XPDUHà H[mRRTXHpQHFHVsário fazer para que efetivamente se combata a corrupomRQRSDtV"20&&(WHPVH preocupado em ser este grito da sociedade civil organizaGD (P WHUULWyULR QDFLRQDO foram várias marchas contra a corrupção organizadas no ano passado e há previsões de novas movimentações para 2012, bem como ² FRORFD $QW{QLR )HUQDQGR &3, ² R ´DFRPSDQKDPHQWR do processo eleitoral para tentar minimizar os efeitos Queiroz: questões sobre corrupção devem ser aprofundadas GDFRPSUDGHYRWRµ

CORRUPĂ&#x2021;Ă&#x192;O

Tem que entender para poder combater

1R PXQGR DFDGrPLFR a professora universitĂĄria pernambucana Nely Queiroz realizou um estudo sobre o assunto que chama a DWHQomR 4XHLUR] FRORFD D corrupção como um â&#x20AC;&#x153;fenĂ´PHQRVRFLDOÂľ'HDFRUGRFRP ela, em locais onde os Ă­ndices de corrupção sĂŁo mais elevados, o Estado estĂĄ mais preocupado com os interesses particulares que necessariamente com as causas FROHWLYDV â&#x20AC;&#x153;Por isto, nem sempre o desenvolvimento econĂ´mico VLJQLĂ&#x20AC;FD GHVHQYROYLPHQWR

VRFLDOÂľ IULVD D HVSHFLDOLVWD 1HO\4XHLUR] Segundo ela, isto pode ser perceptĂ­vel de muito SHUWR e R FDVR ² SRU H[HPSOR²GDTXDQWLGDGHGHDo}HV de investigação que revelam esquemas de corrupção, mas nĂŁo impedem o nascimento de outros que continuam DFRQWHFHQGR A professora Nely Queiroz enfoca que o estudo da FRUUXSomR FRPR REMHWR FLHQWtĂ&#x20AC;FR SRGH DMXGDU D HQWHQder e combater o problema que tem sido enfrentado no SDtVHHP$ODJRDV´([LVWHP

vĂĄrias questĂľes relacionadas Ă  corrupção que precisam ser discutidas e aproIXQGDGDV1yVWHPRVTXHLU DWpDIHULGDÂľFRORFDDLQGDD SURIHVVRUD â&#x20AC;&#x153;NĂłs estamos propondo XPD GLVFXVVmR DFDGrPLFD HPWRUQRGHWHPDVREMHWLYRV e contextualizados sobre a corrupção, envolvendo semSUH XPD DQiOLVH MXUtGLFD histĂłrica, econĂ´mica, polĂ­WLFD H VRFLDO 2 REMHWLYR GR FXUVRpIRUPDUSURĂ&#x20AC;VVLRQDLV FUtWLFRV QHVVD iUHDÂľ VDOLHQtou ainda, em recente evenWRVREUHRWHPD

Na avaliação do MCCE, como coloca AntĂ´nio Fernando, â&#x20AC;&#x153;apesar de todas as lutas das instituiçþes e da sociedade civil organizada contra a corrupção, em AlaJRDV ² QHVWD ~OWLPD GpFDGD ² QDGD SDUHFH WHU PXGDGR Avançou muito pouco o comEDWHjFRUUXSomRÂľFRORFRX Para o coordenador, o (VWDGR DLQGD p UHIHUrQFLD de corrupção quando o asVXQWR p DERUGDGR 3RUpP ele coloca parcela da culpa no cidadĂŁo comum que nĂŁo exerce mandato, por conta GD´SDVVLYLGDGHÂľ /9

OMISSĂ&#x192;O

MCCE diz que sociedade sĂł reclama e nĂŁo age AntĂ´nio Fernando continua e solta o verbo: â&#x20AC;&#x153;A população reclama, mas quando chega as eleiçþes escolhe mal mais uma vez e acaba UHHOHJHQGRRVĂ&#x20AC;FKDVVXMDVÂľ ´6H Ă&#x20AC;FD QD kQVLD MXQWR com as falsas lideranças comunitĂĄrias que estĂŁo a serviço da compra e venda de YRWRHP$ODJRDV8PHVTXHma conhecido, que ĂŠ sim um fenĂ´meno social a ser estuGDGRÂľVDOLHQWRX Fernando CPI destaca que o que nĂŁo se pode ĂŠ esPRUHFHUQRFRPEDWH´20R-

vimento faz a parte dele e DOXWDFRQWLQXD6yWHUHPRV um Estado com serviços de qualidade quando a população aprender a respeitar e valorizar seu voto escolhendo pessoas Êticas e honestas para ocupar cargos públiFRV¾UHFRUGRXRFRRUGHQDGRU GR0&&(HP$ODJRDV Para se ter ideia, em 2011, o MCCE encaminhou 16 denúncias de casos de corrupção ao MinistÊrio Público (VWDGXDO $OpP GR 0&&( outra ação da sociedade civil organizada preocupada com

o assunto em Alagoas ĂŠ o FĂłrum de Combate ĂŠ CorrupomR )RFFR  5HFHQWHPHQWH em dezembro do ano passado, o FĂłrum promoveu um evento no Dia Internacional do Combate Ă  Corrupção (9 de dezembro) com o intuito de aproximar a sociedade do WHPD Nos painĂŠis foi indagado: ´2 TXH YRFr WHP D YHU FRP D FRUUXSomR"Âľ 2XWUD LQLFLDtiva do Focco tem sido a capacitação de estudantes de escolas pĂşblicas no intuito GH Ă&#x20AC;VFDOL]DU DV Do}HV SDUOD-

CONTROLADORIA

RELATIVO

Ă&#x2030; preciso punir os agentes pĂşblicos envolvidos em casos de corrupção para diminuir os FULPHVFRQWUDRHUiULReDVVLP que pensa ClĂĄudio Vilhena, chefe da Controladoria-Geral GD8QLmRHP$ODJRDV &*8  No cargo hĂĄ pouco mais de dois anos, ele considera que a impunidade provoca a continuidade de açþes criminosas na JHVWmRS~EOLFDÂł6HDSRSXODomR vĂŞ um gestor sendo punido, vai se motivar muito mais para nĂŁo deixar que outro gestor cometa RVPHVPRVFULPHV´

Questionado certa vez sobre a incidência da corrupção em Alagoas e se o estado Ê o mais corrupto do país, Ricardo Schneider, procurador-chefe do MP de Contas do Tribunal de Contas, disse que não concordDYDFRPDD¿UPDomR³2(VWDGR pode ser o mais investigado, SRUpPQmRWmRFRUUXSWR(P outros locais, a corrupção pode tambÊm permear, porÊm não se apura, não se investiga, não se GHVFREUH'HVWHPRGRQLQJXpP sabe onde Ê mais ou menos FRUUXSWR´

â&#x20AC;&#x153;Deve haver mais puniçãoâ&#x20AC;?, diz Vilhena

NĂŁo hĂĄ local mais ou menos corrupto

PHQWDUHV De acordo com o coordenador-geral do Focco/AL, 8ELUDMDUD5DPRVDH[HPSOR GR TXH Mi YHP DFRQWHFHQGR em outros municĂ­pios alagoDQRVRREMHWLYRpLQFHQWLYDU os estudantes a contribuir com o controle social das contas pĂşblicas e a cobrar dos parlamentares do seu municĂ­pio açþes efetivas de Ă&#x20AC;VFDOL]DomR 8ELUDMDUD 5DPRV VDOLHQtou que a participação social se torna cada vez mais funGDPHQWDO /9


TribunaIndependente

MACEIĂ&#x201C; - '20,1*2 15 DE JANEIRO DE 2012 POLĂ?TICA

5

Contra corrupção? Apenas educação 3URIHVVRUDDUJXPHQWDTXHDOpPGRFRPEDWHHIHWLYRpYLWDOLQYHVWLUHPHGXFDomRS~EOLFDGHTXDOLGDGH $'$,/621&$/+(,,526

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ara a coordenadora da especialização sobre corrupção, da Universidade CatĂłlica de Pernambuco (Unicap), Nely Queiroz, o remĂŠdio para a corrupção ĂŠ o investimento em educação. Ela parte do pressuposto de que a educação ĂŠ como a luz do Iluminismo da Idade MĂŠdia, onde o conhecimento, literalmente, â&#x20AC;&#x2DC;iluminavaâ&#x20AC;&#x2122; a vida das pessoas, e neste caso a luz do conhecimento ĂŠ necessĂĄria para, por exemplo, melhorar e otimizar os recursos pĂşblicos dispensados para o bem-estar social. A professora revela um dado no mĂ­nimo provocador. Neyla Queiroz citou um

estudo internacional que aponta - alĂŠm dos benefĂ­cios diretos de uma melhor utilização dos recursos pĂşblicos - um aumento de 400% no nĂ­vel de investimentos em paĂ­ses que combatem a corrupção com real veemĂŞncia. A fĂŠ de Nely Queiroz neste estudo geral a respeito da corrupção, onde o status FLHQWtĂ&#x20AC;FR MXUtGLFR VRFLDO H ademais foca numa curiosidade cada vez mais crescente na sociedade contemporânea. â&#x20AC;&#x153;O combate deve ser presente e efetivo em todo o paĂ­sâ&#x20AC;?, reforça. ´+RMHHPGLDDFRUUXSomR ĂŠ um assunto de interesse de todos, desde as classes sociais mais pobres atĂŠ aos

mais abastados, pois todo mundo ganhou a consciĂŞncia de que a malversação GR GLQKHLUR S~EOLFR SUHMXGLca diretamente a oferta de serviços pĂşblicos Ă  população e na qualidade de vida do cidadĂŁoâ&#x20AC;?, salientou Nely Queiroz. O curso de especialização da Unicap, coordenado por Neyla Queiroz, baseia-se na constatação de que em paĂ­ses onde os Ă­ndices de corrupção sĂŁo elevados, o Estado estĂĄ mais preocupado com os interesses particulares do que com as questĂľes coletivas. Por isso, nem sempre desenvolvimento HFRQ{PLFR VLJQLĂ&#x20AC;FD GHVHQvolvimento social; ĂŠ bom que se destaque.

Ă&#x2030; fato. NĂŁo basta o Estado criar ferramentas de FRQWUROHHĂ&#x20AC;VFDOL]DomRVHQmR hĂĄ investimentos na educação e interesse em melhorar a prĂĄtica polĂ­tica. Estudar a corrupção - concorda a estuGLRVDFRPRREMHWRFLHQWtĂ&#x20AC;FR SRGH QRV DMXGDU D HQWHQGHU e combater esse problema. â&#x20AC;&#x153;Nosso paĂ­s ĂŠ tĂŁo alheio Ă  corrupção que o nosso curso na Unicap ĂŠ o primeiro do paĂ­s sobre um estudo desta natureza a respeito do temaâ&#x20AC;?, salienta a professora. Ela demonstra ainda interesse em disseminar este conhecimento pelo Brasil afora e assim dar mais um tipo de contribuição para expulsar essa chaga da administração pĂşblica nacional.

POLĂ?TICA

Vereadores colhem apoio para reforma formado no ano passado, quando um grupo de vereadores alagoanos foi a BrasĂ­Arapiraca (Sucursal)- lia para discutir com mem8P JUXSR GH MRYHQV YH- bros do Congresso Nacional readores estĂĄ percorrendo a reforma polĂ­tica. vĂĄrios municĂ­pios alagoanos O encontro foi organizapara debater a ĂŠtica na polĂ­- do pela Uveal e contou com tica e o orçamento participa- o apoio dos presidentes das tivo na gestĂŁo pĂşblica. UniĂľes de Vereadores do Liderados pelo cacim- CearĂĄ e de Pernambuco. bense e presidente da UniĂŁo Mais de 250 vereadores dos Vereadores de Alagoas alagoanos participaram dos (Uveal), Hugo Wanderley debates sobre as mudanças (PMDB), os parlamentares no sistema eleitoral brasirealizam encontros mensais leiro, uma vez que proposHP FRQMXQWR FRP D SDUWLFL- tas de reforma tramitam na pação de representantes da ComissĂŁo de Constituição e sociedade civil organizada Justiça do Senado, a exemde cada municĂ­pio. SOR GR Ă&#x20AC;P GDV FROLJDo}HV A iniciativa ĂŠ pioneira XQLĂ&#x20AC;FDomR GR FDOHQGiULR em todo o Nordeste e faz HOHLWRUDO H Ă&#x20AC;QDQFLDPHQWR parte das atividades da pĂşblico de campanhas, enrecĂŠm-criada ComissĂŁo de tre outros temas voltados Acompanhamento de Refor- para a gestĂŁo pĂşblica. ma PolĂ­tica da Uveal, que â&#x20AC;&#x153;ApĂłs retornarmos de tem como membros os vere- BrasĂ­lia, surgiu a ideia de adores por Palmeira dos Ă?n- iniciarmos um trabalho aqui dios, França JĂşnior (PSDB); em Alagoasâ&#x20AC;?, conta o vereaSaulo Moura (PSD), por dor tucano França JĂşnior. Campo Grande, e o vereador Ele revela que a proposta por Murici, AnĂ­izio Amorim, teve o apoio imediato de o AnizĂŁo (PMDB). Hugo Wanderley, de AnizĂŁo 2 HPEULmR GR SURMHWR IRL e Saulo Moura. Hugo Wanderley quer levar conhecimento ao cidadĂŁo do interior

DAVI SALSA 5(3Ă?57(5

Nely Queiroz dĂĄ o â&#x20AC;&#x2DC;remĂŠdioâ&#x20AC;&#x2122; contra a corrupção: educação

CONCEITO

Vereadora prega mudança em modo de fazer polĂ­tica No mĂŞs de novembro, a comissĂŁo de vereadores realizou o primeiro encontro, na cidade de Palmeira dos Ă?ndios. â&#x20AC;&#x153;Convidamos o prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa [PMDB], e ele aceiWRXMXQWDUVHDRJUXSRHSHUcorrer os municĂ­pios para falar de suas experiĂŞncias como gestor pĂşblicoâ&#x20AC;?, relata França JĂşnior. Em seguida, foram realizados encontros com dezenas de vereadores nas cidades de UniĂŁo dos Palmares e Traipu. Na Ăşltima sexta-feira (13), a UniĂŁo dos Vereadores de Alagoas promoveu mais um encontro, dessa vez na cidade de Paulo Jacinto. Sete presidentes de Câmaras Municipais e cerca de 100 edis participaram do 1Âş Encontro de Vereadores do Vale do ParaĂ­ba. O evento ocorreu na Escola Estadual Deputado JosĂŠ Medeiros e ainda contou com a presença do prefeito de Paulo Jacinto, Marcos Lisboa (PSB), e do palestrante, o prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa, alĂŠm do delegado de polĂ­cia MĂĄrio Jorge Barros, professores, empresĂĄrios, representantes dos Conselhos Tutelar e Escolar, bem como de integrantes de sindicatos de trabalhadores rurais da regiĂŁo.

CONHECIMENTO

Melhor aplicação com informação â&#x20AC;&#x153;Ă&#x2030; muito bom vermos uma juventude engajada e preocupada FRPDSURÂżVVLRQDOL]DomRGD JHVWmRS~EOLFDHFRPRFRQWUROH VRFLDOSDUDTXHRVDGPLQLVWUDGRUHVSRVVDPFRQKHFHUPHOKRU DVOHLVHPHOKRUDUDDSOLFDomR GRVLQYHVWLPHQWRVÂżQDQFHLURVSULRUL]DQGRDYRQWDGHGD SRSXODomR´FRPSOHWRXLuciano Barbosa. De acordo com o SUHVLGHQWH+XJR:DQGHUOH\R prĂłximo encontro estĂĄ previsto para ocorrer no dia 27 deste PrVQDFLGDGHGH3LUDQKDVQR $OWR6HUWmRDODJRDQR

MUDAR Durante o evento, a presidente da Câmara de Vereadores de Maribondo, Maria JosĂŠ Correia dos Santos (PSC), elogiou a iniciativa da Uveal e parabenizou a escolha do nome do prefeito Luciano Barbosa para proferir as palestras aos edis. â&#x20AC;&#x153;A gestĂŁo pĂşblica em Arapiraca ĂŠ um exemplo em Alagoas e no Brasil. Ă&#x2030; muito importante termos uma referĂŞncia positiva para mudarmos a forma de fazer polĂ­tica e o conceito que a maior parte das pessoas WHPKRMHGDFODVVHSROtWLFDÂľ DĂ&#x20AC;UPRX A presidente da Câmara de Vereadores de MariERQGR Ă&#x20AC;FRX VDWLVIHLWD FRP a qualidade dos debates e disse que pretende levar o encontro para o municĂ­pio. â&#x20AC;&#x153;A cada pleito, a campaQKD Ă&#x20AC;FD PDLV GLItFLO SDUD quem pretende fazer polĂ­tica pĂşblica sem assistencialismo e desprovida do uso do poder econĂ´mico para conquistar o voto dos eleitoresâ&#x20AC;?, desabafou a vereadora. Por sua vez, Luciano Barbosa parabenizou a iniciativa da Uveal, salientando a participação da comissĂŁo de MRYHQV YHUHDGRUHV TXH HVWi encabeçando a proposta de reforma polĂ­tica, com a troca de conhecimentos entre Legislativo e Executivo. (D.S.)

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OPINIAO

TribunaIndependente

MACEIĂ&#x201C; - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

OpiniĂŁo

Ă reas de estrangeiros

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e acordo com dados do Incra de janeiro de 2011, estrangeiros tinham posse de 4,5 milhĂľes de hectares de terras no Brasil â&#x20AC;&#x201C; ĂĄrea equivalente ao territĂłrio da Suíça ou do Rio Grande do Norte. O nĂşmero em 2010 era de 4,35 milhĂľes de hectares â&#x20AC;&#x201C; houve aumento de 3,44%. Esses dados, porĂŠm, nĂŁo sĂŁo precisos, SRUFDXVDGDVXEQRWLĂ&#x20AC;FDomR2yUJmR estima que esse valor possa ser atĂŠ trĂŞs vezes maior. Essas terras estĂŁo distribuĂ­das em 3.692 municĂ­pios, principalmente nos estados de Mato Grosso (19,9% do total), SĂŁo Paulo (11,9%), Minas Gerais (11,3%) e Mato Grosso do Sul (10,8%). SĂŁo Paulo ĂŠ o estado com maior nĂşmero de propriedades em mĂŁos estrangeiras: 12.272 imĂłveis rurais. A subcomissĂŁo da Câmara dos Deputados que analisa regras para a

compra de terras por estrangeiros prorrogou suas atividades atĂŠ 23 de março prĂłximo. A proposta do presidente da subcomissĂŁo retoma o parecer antigo da AGU nesse ponto (liberação para empresas brasileiras controladas por estrangeiros) e proĂ­be a aquisição de terras por organizaçþes nĂŁo-governamentais, fundos soberanos e fundaçþes particulares administradas para estrangeiros. Parecer da AGU (Advocacia-Geral GD 8QLmR  GH DJRVWR GH  GLĂ&#x20AC;FXOtou a aquisição de grandes extensĂľes de terras por empresas controladas por estrangeiros. No entanto, hĂĄ seis projetos de lei que ampliam as restriçþes para esse tipo de compra. Uma proposta que limita a aquisição de terras na AmazĂ´nia Legal jĂĄ foi aprovada pela Câmara e enviada ao Senado.

EMIR SADER FilĂłsofo, cientista polĂ­tico e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), onde coordena o LaboratĂłrio de PolĂ­ticas PĂşblicas

Sobre as ditaduras 2 Ă DJUDQWH GRV RWDYLQKRV ao ter chamado a ditadura militar de â&#x20AC;&#x153;ditabrandaâ&#x20AC;? se repete no Chile. O governo neo-pinochetista de Sebastian PiĂąera aprovou no Congresso a substituição de ditadura militar por â&#x20AC;&#x153;governo militarâ&#x20AC;? nos textos escolares e o de Pinochet de general e nĂŁo de ditador. A trama fracassou lĂĄ tambĂŠm, mas deixa liçþes. Que importância tem chamar as coisas pelos seus nomes? Dizer que ditadura foi ditadura e nĂŁo ditabranda ou governo militar ou â&#x20AC;&#x153;regime autoritĂĄrioâ&#x20AC;? (como o chama FHC em suas anĂĄlises)? Chamar ditadura de ditadura ĂŠ dizer que ĂŠ o oposto de democracia. Dizer que se tratou de uma ditadura militar, quer dizer que as FFAA, como instituição, violaram as atribuiçþes constitucionais, e assumiram o poder do Estado. Chamar aquele regime de â&#x20AC;&#x153;autoritĂĄrioâ&#x20AC;? ou de â&#x20AC;&#x153;ditabrandaâ&#x20AC;? ou de â&#x20AC;&#x153;governo militarâ&#x20AC;? ĂŠ esconder sua natureza essencial: de governo imposto pela força das armas, derrubando a um governo legalmente constituĂ­do. Quando os ĂłrgĂŁos da velha mĂ­dia brasileira chamam Castello Branco, Costa e Silva, Garrastazu Medici, Ernesto Geisel, e Joao Figueiredo de presidentes ou de ex-presidentes e nĂŁo de ditadores, estĂĄ equiparando-os aos que foram eleitos pelo

voto popular e escondendo seu carĂĄter essencial de governantes apoiados na força das armas e nĂŁo na vontade popular. Esconder a natureza de ditadura militar serve para tentar esconder o papel que teve essa mesma mĂ­dia ao pregar contra o governo democraticamente constituĂ­do, alegando que preparava um golpe e caracterizar o movimento golpista como de â&#x20AC;&#x153;salvação da democracia em perigoâ&#x20AC;?. O famoso â&#x20AC;&#x153;pega ladrĂŁoâ&#x20AC;?, que serviu para acobertar justamente o que diziam que buscavam evitar: um golpe e a instauração do mais brutal regime que nossa historia conheceu, uma ditadura militar. Chamam - como fez a prĂłpria ditadura, que eles apoiaram â&#x20AC;&#x201C; os seus opositores de â&#x20AC;&#x153;terroristasâ&#x20AC;?, a forma de desTXDOLĂ&#x20AC;FDURVTXHDRFRQWUiULR deles e contra eles, resistiram, lutaram contra a ditadura, jogando sua vida nesse embate. Alegam que os que lutavam contra a ditadura queriam instaurar aqui outro tipo de ditadura. Uma leitura de intençþes muito particular de quem pregou o golpe militar alegando que ia ser dado um golpe militar. Enquanto que o que os militares, com seu apoio e conivĂŞncia, realmente deram foi um golpe, instauraram uma ditadura militar e um regime de terror durante mais de

duas dĂŠcadas. Chamar democracia de democracia e ditadura de ditadura, conta. FHC chamou a ditadura de â&#x20AC;&#x153;autoritarismoâ&#x20AC;?, e a democratização do paĂ­s simplesmente de luta contra â&#x20AC;&#x153;os resquĂ­cios autoritĂĄriosâ&#x20AC;?. A partir dessa visĂŁo, a democratização era uma opeUDomR SROtWLFD VXSHUĂ&#x20AC;FLDO GH tirar a maquiagem de um regime autoritĂĄrio para que ele se tornasse democrĂĄtico. Apenas desconcentrar o poder polĂ­tico em torno do Executivo e desconcentrar o poder econĂ´mico em torno do Estado, como foi a concepção de FHC, que terminou predominando no Brasil, em que as estruturas de poder â&#x20AC;&#x201C; dos bancos, da terra, dos meios de comunicação, entre outros â&#x20AC;&#x201C; nĂŁo foram tocadas. Assim, pelo que se entendia por ditadura â&#x20AC;&#x201C; ou autoritarismo â&#x20AC;&#x201C; se pode entender o que cada um entende por democracia. Se simplesmente a igualdade jurĂ­dica proposta pelo liberalismo ou se profunda democratização das estruturas econĂ´micas, sociais, polĂ­ticas, da sociedade. Chamar as coisas pelo seu nome ĂŠ mais do que um problema nominal. Ă&#x2030; nomear seu conteĂşdo, suas determinaçþes sociais, suas caracterĂ­sticas polĂ­ticas. As coisas nĂŁo se reduzem a seus nomes, mas os nomes designam â&#x20AC;&#x201C; ou escondem â&#x20AC;&#x201C; a natureza de cada coisa.

OLĂ?VIA DE CĂ SSIA CORREIA DE CERQUEIRA Jornalista - http://oliviadecassia.blogspot.com

ProcissĂŁo do mastro

INOCĂ&#x160;NCIO NĂ&#x201C;BREGA inocnf@gmail.com Jornalista

MausolĂŠu a BolĂ­var

Se aconteceu como o esperado, o sucessor de Francisco Miranda e contemporâneo JosĂŠ de San Martin, nos ideais de liberdade das colĂ´nias espano-americanas, os restos mortais de SimĂłn BolĂ­var y Palacios, desde 17 de dezembro Ăşltimo repousam em novo MausolĂŠu, em Caracas, prĂłximo ao PanteĂŁo Nacional. MĂĄquinas e trabalhadores vinham, a todo vapor, desenvolvendo a construção, anunciada em julho de 2010, pelo Conselho de Engenheiros da Venezuela. A administração GRSURMHWRĂ&#x20AC;FRXDFDUJRGR(VcritĂłrio Presidencial de Planos e Projetos Especiais. OcuparĂĄ uma ĂĄrea de 2.300 m2, havendo no interior uma nave de 52 m de altura, uma entrada de luz natural na parte superior, numa forma simples e atualizada. Perto do tĂŠrmino, 119 milhĂľes de bolĂ­vares foram gastos. Seja qual for o montante nĂŁo ĂŠ muito se comparado com as atividades revolucio-

nĂĄrias do libertador das AmĂŠricas. Ela tem a ver, pela sua importância, segundo a Fundação da MemĂłria da Venezuela, com a cultura urbanĂ­stica da capital. Na opiniĂŁo de um ministro de Estado, tornava-se necessĂĄria um novo abrigo SDUD%ROtYDUDĂ&#x20AC;PGHOLYUDU-lhe de provĂĄveis riscos, certamente se precavendo de ataques externos Ă  revolução bolivariana. AlĂŠm da Venezuela, ColĂ´mbia, BolĂ­via, Equador, PanamĂĄ e Peru devem muito ao heroĂ­smo deste homem, que os ajudou na autonomia da Espanha. BolĂ­var almejava criar uma Federação Centro-Americana. Saindo frustrado do Congresso de PanamĂĄ, contando com a destemida colaboração de um militar brasileiro, JosĂŠ Ignacio de Abreu e Lima, aceito como capitĂŁo no exĂŠrcito bolivariano, instalou a Gran-ColĂ´mbia. Ele se destacou, pela sua bravura, na Batalha BoyacĂĄ,

que resultou na libertação da ColĂ´mbia. NĂŁo sendo possĂ­vel mantĂŞ-la os trĂŞs estados-membros optaram pelo desligamento da comunidade, aproveitando-se da precariedade de saĂşde de seu lĂ­der, XPDYH]DIDVWDGRĂ&#x20AC;VLFDPHQte, de sua condução. SĂŁo dois herĂłis que deveriam estar juntos, mediante o traslado do que ainda resta de Abreu Lima para aquele paĂ­s, visto que este brasileiro nos liga mais por laços herĂłicos da Revolta Praieira, (1848); pelo segmento biolĂłgico do padre Roma, mĂĄrtir da Revolução de 1817, e pela sua ideologia socialista. No Recife, onde nasceu, eregirĂ­amos obra monumental, compatĂ­vel com os sentimentos americanos, que o imortalizariam. Ambos, â&#x20AC;&#x153;in-memoriamâ&#x20AC;?, presidindo o novo momento em que vive nosso Continente, tentando completar sua autonomia polĂ­tica e econĂ´mica.

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Cooperativa dos Jornalistas H*UiÂżFRVGRHVWDGRGHDODJRDV

Neste domingo, 15, a partir das 16h45, acontece em UniĂŁo dos Palmares a tradicional procissĂŁo do mastro da Festa de Santa Maria Madalena, que sairĂĄ da Rua Juvenal Mendonça, conhecida como Castelo Branco, e percorrerĂĄ cerca de dois quilĂ´metros atĂŠ FKHJDU DR VHX GHVWLQR Ă&#x20AC;QDO a Praça Basiliano Sarmento, onde receberĂĄ no dia 23 a bandeira da festa. O evento faz parte da tradição religiosa do municĂ­pio e da programação da principal festa do calendĂĄrio turĂ­stico-religioso da regiĂŁo dos quilombos, que completa, em 2012, 177 anos. A procissĂŁo farĂĄ o percurso pelas ruas: AbĂ­lio Gomes, Tavares Bastos, Rui Barbosa, Avenida Monsenhor ClĂłvis Duarte de Barros, Rua Edgar Sarmento, Rua Presciliano Sarmento, Rua Correia de Oliveira, terminando na Praça Basiliano Sarmento. Segundo o blog a Terra da Liberdade, o trajeto pode ser feito em 29 minutos a pĂŠ ou sete minutos de carro. O mastro ĂŠ um tronco de madeira doado por um dos fazendeiros do municĂ­pio e nele ĂŠ hastea-

PRESIDENTE Antonio Pereira Filho DIRETOR ADMINISTRATIVO FINANCEIRO: JosĂŠ Paulo Gabriel dos Santos Editor geral: Ricardo Castro

da a bandeira de Santa Maria 0DGDOHQDTXHĂ&#x20AC;FDQRORFDODV nove noites do evento. No dia GDSURFLVVmRFHQWHQDVGHĂ&#x20AC;pLV vĂŁo atĂŠ o local onde a ĂĄrvore foi cortada e antes da saĂ­da do cortejo colocam assinaturas e fazem preces e oraçþes pedindo proteção Ă  santa para o ano todo. Depois da bĂŞnção do pĂĄroFR GD FLGDGH RV Ă&#x20AC;pLV SHJDP a madeira e saem quase que correndo pelas vĂĄrias ruas de UniĂŁo dos Palmares carregando o tronco, geralmente com mais de 20 metros de comprimento, atĂŠ chegar Ă  Praça Basiliano Sarmento, local onde ĂŠ erguido o mastro, em frente Ă  Igreja Matriz, onde tambĂŠm acontece a maior parte da programação da festa. Seguindo a tradição centenĂĄria, o mastro ĂŠ carregado nos ombros, por homens, como forma de penitĂŞncia por alguma graça alcançada. O que se observa todos os anos em UniĂŁo dos Palmares ĂŠ um misto de fĂŠ e devoção por parte dos palmarinos Ă  sua padroeira. Segundo estudiosos, a penitĂŞncia do mastro ĂŠ uma forma

de promessas serem pagas e uma maneira de pedir novas graças Ă  santa padroeira. O mastro ĂŠ importante para os festejos pois recebe, durante a procissĂŁo luminosa, realizada no dia 23, a bandeira com a imagem de Santa Maria Madalena, simbolizando o inĂ­cio do maior evento religioso da Zona da Mata alagoana, a Festa de Santa Maria Madalena. A procissĂŁo ĂŠ acompanhada por milhares de pessoas, cada uma demonstrando a sua fĂŠ Ă  sua maneira. Algumas pessoas acompanham o cortejo a pĂŠ, algumas descalço, outros vĂŁo a cavalo, bicicleta, moto, carroça ou como preferirem. Mas, estranhamente, quando termina o erguimento do mastro, que ĂŠ o ritual religioso, a Avenida Monsenhor ClĂłvis se transforma num ritual pagĂŁo e dezenas de jovens, alterados por bebidas alcoĂłlicas, fazem exibiçþes em cima dos cavalos suados, jĂĄ cansados do percurso da procissĂŁo, muitas vezes se transformando em atos violentos. Ă&#x2030; bom que essa questĂŁo seja revista pelos organizadores da festa.

Nosso noticiĂĄrio nacional ĂŠ fornecido pelas agĂŞncias: AgĂŞncia Folha e AGĂŞncia Nordeste PABX: 82.3311.1338 COMERCIAL: 82.3311.1330 - 3311. 1331 REDAĂ&#x2021;Ă&#x192;O: 82.3311.1328 - 3311.1329 CENTRAL DE ASSINANTE: 82.3311.1308 - 3311.1309 comercial.tribunaindependente@gmail.com redação.tribunaindependente@gmail.com

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MACEIÓ - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

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MACEIĂ&#x201C; - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

Cidades

CIDADES

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Diretor do IMA diz nĂŁo ter sido acionado por secretaria, nem concedido licença O diretor do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Adriano Augusto, disse nĂŁo ter recebido nenhum chamado da Secretaria de Meio Ambiente de UniĂŁo dos Palmares, contrariando o que havia dito o secretĂĄrio Manoel Bernardes. â&#x20AC;&#x153;NĂŁo me recordo de nenhuma pedreira em UniĂŁo. Todo processo de licenciamento passa por mimâ&#x20AC;?, disse o diretor, ao informar que iria reunir a equipe para diagnosticar os efeitos ambientais causados pela obra.

Rio MundaĂş vira local de extração de pedra Atividade clandestina em ĂĄrea isolada da cidade de UniĂŁo dos Palmares teve inĂ­cio logo apĂłs as enchentes de 2010 DANIEL MAIA REPĂ&#x201C;RTER

B

em no meio de um trecho do Rio MundaĂş, em UniĂŁo dos Palmares, passou a existir uma movimentação de trabalho diferente do convencional, longe da pesca. O local virou um recanto de obras silencioso, e escondido de boa parte da população do municĂ­pio, onde todas as atençþes estĂŁo voltadas para, absolutamente, a quebra de pedras. Aproveitando o calor do verĂŁo, quando normalmente o volume de ĂĄgua do rio diminui temporariamente, empresĂĄrios clandestinos retiram dali mesmo a matĂŠria-prima para moldar artesanalmente pedras do tipo lajedo para fazer paralelepĂ­pedos, cujo modelo serve para pavimentaçþes. TambĂŠm tem o tipo â&#x20AC;&#x153;concretoâ&#x20AC;?, que sĂŁo pedras minĂşsculas. Essas sĂŁo retiradas como aproveitamento das sobras do lajedo. A ação de degradação ambiental vem causando descontentamento em moradores do municĂ­pio, principalmente nos que retiram do Rio MundaĂş o ganha-pĂŁo. Pescador da regiĂŁo hĂĄ 35 anos, JosĂŠ Carlos, conhecido como JoĂŁo do PĂŁo, diz que estĂĄ no rio a principal fonte de sustento para sua famĂ­lia. Ele diz receber R$ 20 por dia com a venda de piabas no mercado da cidade, dinheiro

que serve para pagar o aluguel da casa onde mora. Para ele, as obras que estĂŁo em pleno curso das ĂĄguas sĂŁo de total ameaça ao equilĂ­brio ambiental. Ele reclama que as pescas nĂŁo sĂŁo como antes, repletas de diversidade de peixes. â&#x20AC;&#x153;Isso prejudica a gente porque essas pedras sĂŁo uma proteção para o rio. Olha aĂ­ como fica. No lugar de a ĂĄgua bater na pedra e voltar pra cĂĄ, ela fica direto e vira poça. Assim como eu, muitos pescadores aqui vivem dissoâ&#x20AC;?, disse. O pescador comunicou que os primeiros sinais de obra no leito do MundaĂş tiveram inĂ­cio no final de 2010, ano em que as famĂ­lias do municĂ­pio de UniĂŁo, mais precisamente da Rua do Juazeiro, vivenciaram o drama das enchentes. O local, que representava a Vila dos Pescadores e se estendia atĂŠ a VĂĄrzea Grande, ficou abandonado com a destruição total das residĂŞncias ribeirinhas. â&#x20AC;&#x153;Eles aproveitaram que nĂŁo tinha ninguĂŠm aqui pra ficar olhando e começaram a fazer issoâ&#x20AC;?, denunciou JosĂŠ Carlos. NĂŁo ĂŠ a primeira vez que açþes do tipo acontecem no local. O prefeito de UniĂŁo dos Palmares, Areski Freitas, contou que um homem chamado â&#x20AC;&#x2DC;Jairinhoâ&#x20AC;&#x2122; foi punido com uma multa do Instituto do Meio Ambiente (IMA) por desviar o curso rio sem licença ambiental.

SANDRO LIMA

Atividade irregular consiste na quebra das pedras que desenham o percurso do Rio Mundaú para produção de paralelepípedos

RESPONSĂ VEIS NĂ&#x192;O ENCONTRADOS

Secretårio diz que não houve flagrante Ao ser procurado pela reportagem para falar da extração de pedras do leito do Rio Mundaú, o secretårio do Meio Ambiente de União dos Palmares, Manoel Bernardes, conhecido como Maninho, informou que ficou sabendo por

moradores e pela imprensa local sobre o trabalho ilegal mas, segundo ele, o responsĂĄvel pela obra nĂŁo foi encontrado para um possĂ­vel diĂĄlogo. â&#x20AC;&#x153;A nossa equipe foi atĂŠ o rio e encontrou apenas as SANDRO LIMA

DENĂ&#x161;NCIA

Moradores dizem que lajedos vĂŁo para calçamento da cidade DenĂşncias anĂ´nimas de moradores ribeirinhos do municĂ­pio de UniĂŁo dos Palmares apontam que as pedras de concreto, extraĂ­das do leito do Rio MundaĂş, seriam utilizadas na pavimentação da cidade, mais precisamente no Bairro da Vaquejada, um dos mais violentos da regiĂŁo, onde hĂĄ pouco tempo havia toque de recolher dado por traficantes. Um morador registrou em sua mĂĄquina fotogrĂĄfica o caminhĂŁo que realiza a distribuição das pedras. O veĂ­culo de placa MUK-7319, pertenceria ao municĂ­pio. Outro morador, que preferiu nĂŁo se identificar, ao ser perguntado sobre o destino das pedras respondeu: â&#x20AC;&#x153;Elas sĂŁo utilizadas em obras da pre-

feitura. Ali mesmo perto da Abolição (bairro da periferia da cidade), do lado do Castelo e tambĂŠm no bairro da Vaquejadaâ&#x20AC;?. Um terceiro morador arriscou dizer na beira do rio: â&#x20AC;&#x153;A cidade foi montada com pedra daquiâ&#x20AC;?. Na Rua Airton Sena, no bairro da Vaquejada, estavam em andamento as obras de pavimentação. O prefeito de UniĂŁo dos Palmares, Areski Freitas, recebeu a equipe de reportagem em seu gabinete e demonstrou surpresa com as denĂşncias feitas por moradores com relação Ă  pedreira, mas se comprometeu em visitar a ĂĄrea e informar Ă s autoridades competentes. â&#x20AC;&#x153;Estou ouvindo sobre isso pela primeira vez. Vou tomar as providĂŞncias, claroâ&#x20AC;?. (D.M.)

obras, mas nenhum flagrante foi dadoâ&#x20AC;?, confirma. O prĂłximo passo, segundo Maninho, ĂŠ aguardar a visita da equipe do Instituto do Meio Ambiente (IMA) para realizar as notificaçþes aos responsĂĄveis pela degradação ambiental.

Entretanto, ele deixou claro que a ida dos tĂŠcnicos do IMA poderia demorar por conta de outras demandas. â&#x20AC;&#x153;Como nĂłs fizemos uma sĂŠrie de denĂşncias ambientais, nĂŁo sabemos se eles irĂŁo priorizar essa ĂĄreaâ&#x20AC;?, antecipa. (D.M.)

EMPRESA LICITADA

Prefeito desconhece origem das pedras de pavimentação

Bairro da Vaquejada UHFHEHULDSHGUDVPDVSUHIHLWRQmRFRQÂżUPDIDWR

Kil, como ĂŠ conhecido o prefeito de UniĂŁo dos Palmares, Areski Freitas, informou nĂŁo saber a origem das pedras que fazem a pavimentação da cidade. â&#x20AC;&#x153;O calçamento foi licitado. Tem uma empresa que nĂŁo tem nada a ver com a gente. Eles podem atĂŠ estar comprando o material dessa pedreira, mas eu nĂŁo posso dizer, porque nĂŁo temos esse controle. TambĂŠm nĂŁo temos o controle dos trabalhadores que atuam nas obrasâ&#x20AC;?, afirma. Paulo CĂŠsar, que ĂŠ proprietĂĄrio da empresa Fenix Construçþes, licitada pela prefeitura para fazer a pavimentação da cidade, garantiu que todas as pedras de sua empresa sĂŁo compradas no povoado de Pindoba, zona rural de UniĂŁo, por uma pedreira legalizada. Por telefo-

ne, ele disse ter obtido informaçþes de contratados de que o responsĂĄvel pelas obras na pedreira do MundaĂş seria um homem chamado ZĂŠ Doca, que nĂŁo foi localizado pela reportagem. IBAMA De acordo com o prefeito Areski, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) seria responsĂĄvel pelo controle da ĂĄrea. â&#x20AC;&#x153;Como ali ĂŠ ĂĄrea interestadual, a competĂŞncia deve ser do Ibamaâ&#x20AC;?. Mas Rivaldo Couto, que ĂŠ chefe de divisĂŁo tĂŠcnica do Ibama em Alagoas, informou que a fiscalização da ĂĄrea ĂŠ de competĂŞncia do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA). â&#x20AC;&#x153;A lei complementar 140 de 2011 delimita a nossa ĂĄrea de atuação. Quem deve intervir na situação ĂŠ o IMAâ&#x20AC;?. (D.M.)


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CIDADES

TribunaIndependente

MACEIĂ&#x201C; - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

Trabalhador ĂŠ explorado na â&#x20AC;&#x2DC;Terra da Liberdadeâ&#x20AC;&#x2122; Durante o dia inteiro, um Ăşnico homem quebra pedras sem equipamento de proteção SANDRO LIMA

Leopoldo ganha R$ 300DFDGDPLOSHGUDVTXHID]SRUFRQWDGRWUDEDOKRHOHÂżFDFRPEUDoRVFRUWDGRV

DANIEL MAIA REPĂ&#x201C;RTER

Ao chegar Ă  beira do Rio MundaĂş, a equipe de reportagem da Tribuna Independente encontrou JosĂŠ Leopoldino da Silva quebrando brita solitariamente, exposto ao sol e com o braço esquerdo sangrando, evidentemente por estar sem equipamentos de proteção algum para trabalhar, situação similar a de trabalho escravo. Ao ser perguntado sobre o porquĂŞ de estar sangrando, ele afirmou que foi um â&#x20AC;&#x153;besouroâ&#x20AC;?, como sĂŁo denominados os estilhaços de pedra que se espalham no ar com o impacto do machado. A labuta nĂŁo ĂŠ fĂĄcil para Leopoldino, apesar de nĂŁo trabalhar todos os dias. Como ele mesmo afirma, quando se submete ao serviço, tem que ser para o dia inteiro. â&#x20AC;&#x153;Fazendo mil pedras dessa, eu recebo R$ 300, ou por um dia de trabalho, eu recebo R$ 50, mas eu trabalho devagarâ&#x20AC;?, explicou. O funcionĂĄrio, que tem problemas auditivos e, portanto, tem dificuldades para se comunicar, informou que ĂŠ aposentado e nĂŁo se importa com os machucados e cicatrizes dos 54 anos de quebra de pedras. â&#x20AC;&#x153;Trabalhei em Pernambuco, SĂŁo Paulo, Minas Gerais, no ParanĂĄ. Pra mim nĂŁo tem problema nĂŁo. JĂĄ faz oito meses que peguei esse trabalhoâ&#x20AC;?, disse.

SUBUMANO

Idoso quebra e carrega sozinho pedras do Rio SANDRO LIMA

Trabalhador conta que jĂĄ levou cortes profundos e seu pĂŠ ĂŠ torto porque uma pedra jĂĄ caiu em cime dele

JosĂŠ Leopoldino diz que transporta sozinho os blocos gigantes de concreto que vem quebrando sem o auxĂ­lio de explosivos. â&#x20AC;&#x153;Tem aqui outro vĂŠio igual a eu, mas hoje ele â&#x20AC;&#x2DC;tĂĄâ&#x20AC;&#x2122; bĂŞbado, nĂŁo veio trabalhar. Ele tava aqui, mas nĂŁo aguentou e foi pra casa dormir. Antes, tinha outros trabalhadores comigo, mas como eu estou sozinho agora, o caminhĂŁo chega aqui de mĂŞs em mĂŞs pra recolher as pedrasâ&#x20AC;?. Leopoldino informa que, durante o perĂ­odo que vem trabalhando na pedreira do Rio MundaĂş, seu corpo nĂŁo foi poupado de machucados. â&#x20AC;&#x153;JĂĄ levei cortes profundos. Quando eu colocava pedras no caminhĂŁo, uma delas caiu no meu pĂŠ. Ele ĂŠ torto atĂŠ hoje, mas eu nĂŁo sinto dorâ&#x20AC;?, revela Leopoldino ao considerar a labuta supor-

tåvel. Ele contou que se ofereceu para trabalhar para um homem que teria vårias propriedades na beira do rio, suposto dono do terreno que cobraria para empresas clandestinas realizarem o serviço, mas não soube dizer o nome da empresa que realiza a quebra de pedra. Leopoldino quis trabalhar na quebra de pedras por ser muito pobre e estar precisando aumentar a renda dentro de casa. O MinistÊrio Público do Trabalho (MPT) informou, por meio de sua assessoria de comunicação, que uma denúncia anônima jå havia sido protocolada informando as condiçþes subumanas de trabalho em uma pedreira de União dos Palmares. PorÊm, a data da visita à localidade e mais detalhes da denúncia não foram informados. (D.M.)


TribunaIndependente

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CIDADES

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O

s milhares de casos de violĂŞncia em Alagoas que sĂŁo inclusive manchetes de jornais locais e nacionais, por incrĂ­vel que pareça nĂŁo tĂŞm afetado o fluxo turĂ­stico no Estado. Ao contrĂĄrio, em qualquer dia da semana e horĂĄrios ĂŠ possĂ­vel ver a orla de MaceiĂł lotada de turistas. A reportagem foi atĂŠ a orla da capital e conversou com turistas, proprietĂĄrios de estabelecimentos comerciais, e maceioenses para saber a opiniĂŁo deles sobre o assunto. O primeiro contato foi com um casal de turistas de Belo Horizonte, que estĂĄ de volta a MaceiĂł pela terceira vez. â&#x20AC;&#x153;Amo esta cidade, tudo aqui ĂŠ lindo, principalmente as praiasâ&#x20AC;?, opinou a pedagoga Rosângela Xavier. O engenheiro Francisco CanindĂŠ disse que nunca teve problemas no Estado â&#x20AC;&#x153;e nunca hĂĄ de terâ&#x20AC;?. â&#x20AC;&#x153;A gente anda a pĂŠ, de Ă´nibus, e nunca aconteceu nada. Acredito que a vio-

lĂŞncia possa atĂŠ acontecer de fato, mas em locais especĂ­ficos que nĂŁo costumamos irâ&#x20AC;?, reforçou. Para os turistas, o problema ĂŠ a rede hoteleira que estĂĄ 100% ocupada; eles terĂŁo que sair do hotel onde estĂŁo antes do retorno. â&#x20AC;&#x153;Iremos ficar na cidade atĂŠ o dia 18 e o problema agora ĂŠ encontrar outro lugar para ficar. No dia sa saĂ­da podem passar na porta do hotel que irĂŁo nos encontrar plantados na porta com nossas malas em busca de outro hotel para ficarâ&#x20AC;?, brincou o mineiro. O taxista que hĂĄ mais de 30 anos trabalha com turistas tambĂŠm nĂŁo tem dĂşvidas quanto o aumento do fluxo turĂ­stico no Estado. â&#x20AC;&#x153;A violĂŞncia nĂŁo tem afastado este pessoalâ&#x20AC;?, frisou. Segundo ele, a violĂŞncia estĂĄ em todo o Brasil. â&#x20AC;&#x153;O turista pode vir tranquilo, pois os locais onde acontecem crimes sĂŁo bem pontuais. Aqui na orla e nos litorais nĂŁo hĂĄ perigo; nĂŁo hĂĄ motivo para deixar de vir para nosso territĂłrioâ&#x20AC;?, destacou. 6$1'52/,0$

Casal de turistasPLQHLURGHVIUXWDHDGRUDSDVVDUIpULDVQDFLGDGH

SEM ASSALTOS

Ă&#x161;ltimos meses foram mais tranquilos, diz Comando O subcomandante de Policiamento da Capital, coronel Albuquerque, disse nĂŁo ter conhecimento de registros de assaltos a turistas nos Ăşltimos meses. Ele declarou que o reforço foi dado para a alta temporada, tanto nos finais de semana quanto durante a semana (segunda a sexta). O oficial mencionou que todo o esforço tem sido feito para inibir açþes criminosas na cidade. POR QUADRANTES â&#x20AC;&#x153;Estamos com policiais por quadrantes, motocicletas da Radiopatrulha, viaturas do BatalhĂŁo de Trân-

FĂ&#x2030;RIAS

sito, bicicletas, policiais do Bope - Batalhão de Operaçþes Especiais - e do seu canil, durante a noite. SEM PROBLEMAS O presidente da Associação de Bares e Restaurantes de Alagoas (Abrasel/ AL), Brandão Júnior, salientou que apesar de não ter dados estatísticos sobre os anos anteriores com relação a assaltos em bares e restaurantes da capital, garantiu que a partir do segundo semestre de 2011 quando assumiu a entidade, não teve problemas envolvendo assaltos com turistas.

Os 12 mil leitos da hotelaria estão ocupados 1DFDSLWDORVPLOOHLWRVGDKRWHODULD HVWmRRFXSDGRV'HGH]HPEURSDVVDGRDWpR&DUQDYDOVmRHVSHUDGRV PDLVGHPLOWXULVWDVDOpPGDTXHOHVTXHDOXJDPFDVDVSRUWHPSRUDGD GRVWXULVWDVVmRHVWUDQJHLURVH GRPHUFDGRUHJLRQDO$JXLDWXUtVWLFD )HUQDQGD5DIDHOD$UD~MRGLVVHTXHR PRYLPHQWRQmRGLPLQXLXSRUFRQWDGD YLROrQFLDSRUpPOHPEURXTXHDSyV RWXPXOWRGR¾DUUDVWmRœRVWXULVWDVVH DVVXVWDUDPHWLYHUDPPHGRGHVDLU GRVTXDUWRVGHKRWpLV³2VWXULVWDV SULQFLSDOPHQWHRVPDLVLGRVRV ¿FDUDPUHFHRVRVGHVDLUSDUDRVSDVVHLRVPDVQDGDTXHQmRWHULDVLGR H[SOLFDGRHDFDEDGRFRPDWHQVmRGR SHVVRDO´JDUDQWLXDJXLD

6$1'52/,0$

Policiais dão segurança QXPDWDUGHGHFDPLQKDGDSDUDYLVLWDQWHVHPRUDGRUHVQDRUODGH0DFHLy

ORLA

TURISMO

Pedintes em barracas atrapalham

Meta Ê melhorar infraestrutura e segurança para visitantes

A tapioqueira Edriana Maria Bezerra diz que pedintes ĂŠ que tĂŞm atrapalhado as vendas na orla de MaceiĂł. Segundo ela, muitas vezes os turistas se assustam e preferem se desviar dos pontos de vendas de ĂĄgua de coco, sorvete, tapioca e barracas da orla por esta razĂŁo. Ela afirmou que este ano estĂĄ melhor do que no ano passado. â&#x20AC;&#x153;Estou satisfeita, mas poderia ser melhorâ&#x20AC;?. Os maceioenses Paulo Roberto e Geovanes Silva que estava em uma barraca da orla foram abordados pela reportagem e reclamaram da insegurança. â&#x20AC;&#x153;Aqui ĂŠ diferente das outras capitais. A gente viaja para outros lugares do PaĂ­s e percebe o ambiente bem mais seguro. Infelizmente, os turistas nĂŁo estĂŁo seguros no Estadoâ&#x20AC;?, opinaram. De acordo com a secretĂĄria de Estado do Turismo, Danielle Novis, reuniĂľes com toda a equipe de segurança sĂŁo realizadas desde o inĂ­cio do governo Teotonio Vilela e, segundo ela, tem o privilĂŠgio de ter uma sintonia muito fina com vĂĄrias secretarias de governo. Novis lembrou que historicamente Alagoas teve problemas com turistas, entre assaltos em restaurantes, pousadas e atĂŠ Ă´nibus; â&#x20AC;&#x153;mas felizmente nĂŁo temos vivenciado situaçþes como estas nos Ăşltimos anosâ&#x20AC;?, comemora. Ela ressaltou a importância do reforço do policiamento preventivo no Litoral Norte de MaceiĂł, haja vista, que boa parte dos voos trazendo turistas que desembarcam no aeroporto de MaceiĂł ĂŠ noturno, que chegam entre 11h Ă s 03h, e vĂŁo direto para o Litoral Norte. â&#x20AC;&#x153;Uma parcela destes turistas passa pelas rodovias e esta ĂŠ a nossa preocupação, porque bandido tambĂŠm lĂŞ jornal e sabe que os turistas estĂŁo com dinheiro, equipamento fotogrĂĄfico, e ninguĂŠm planeja uma viagem para ter aborrecimentoâ&#x20AC;?, frisou a secretĂĄria. Por esta razĂŁo, as rodovias estaduais receberam o apoio da Operação Asfixia da PolĂ­cia Civil, que faz blindagem nas rodovias dando uma minimizada na questĂŁo dos assaltos a Ă´nibus. Na orla da capital, dupla de policiais reforçam a segurança numa distância menor do que o normal e um helicĂłptero sobrevoa estas ĂĄreas.

Em dezembro passado, preocupados com este reflexo, empresårios do trade turístico pediram reforço na segurança para garantir o fluxo de turistas na alta estação. O presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (Abih/AL) e do Maceió Convention & Visitors Bureau, Glênio Cedrim, enfatizou que a intenção Ê melhorar a infraestrutura turística e a segurança das praias mais distantes e da orla lagunar de Maceió. O trabalho, segundo ele, foca a fiscalização para a temporada do verão. Ele disse que açþes específicas com os Batalhþes de aÊrea da capital e dos litorais estão sendo realizadas na in-

tenção de garantir segurança dos turistas e alagoanos, principalmente nas praias mais afastadas como forma de evitar furtos a veĂ­culos de turistas e açþes ilĂ­citas em geral. Cedrim considerou o reforço na segurança um avanço. â&#x20AC;&#x153;A fiscalização eletrĂ´nica foi adiada para o segundo semestre, onde irĂŁo funcionar 28 câmeras de videomonitoramento, que foram usadas, em carĂĄter experimental, nos festejos do fim de ano. AtĂŠ agora nĂŁo teria ocorrido nenhum roubo/furto ou estupro. Roubos a carro tambĂŠm diminuĂ­ram. A violĂŞncia atrapalha, mas nĂŁo afasta os turistas atĂŠ

porque os Ă­ndices mais altos sĂŁo bem focalizados, resultantes do narcotrĂĄfico na periferia e parte alta da cidadeâ&#x20AC;?, apontou. GlĂŞnio confessou que a violĂŞncia tem atrapalhado a hotelaria, porĂŠm nĂŁo destoa do restante do PaĂ­s, pois, conforme cita, 90% dos turistas sĂŁo brasileiros oriundos do Centro-Sul, onde tambĂŠm ĂŠ presente a questĂŁo da insegurança. â&#x20AC;&#x153;A gente sabe das limitaçþes tĂŠcnicas, mas a boa notĂ­cia foi o anĂşncio do concurso pĂşblico para a Segurança PĂşblica e o monitoramento via câmeras que a gente sabe que direta e indiretamente irĂĄ reforçar a segurança no Estadoâ&#x20AC;?. 6$1'52/,0$

Policiais militaresWDPEpPID]HPSURWHomRSHODFLFORYLDGHELFLFOHWDSDUDDFRPSDQKDUFDPLQKDQWHV


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U Novo programa O radialista Nivaldo Guimarães voltou aos microfones. Ele estå comandando, na Rådio Sampaio AM, em Palmeira dos �ndios, o programa A Voz dos Municípios, que vai ar diariamente a partir das 13 horas. Guimarães conta com a participação de profissionais de diversas categorias que levam informaçþes aos ouvintes. O renomado advogado Everaldo Damião, professor Uedson Nomeriano, jornalista Geovan Benjoino, psicólogo Gerson Alves e o jornalista Clåudio Roberto trazem informaçþes ao vivo.

AudiĂŞncia

Eleiçþes em Arapiraca

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ma pergunta que nunca sai â&#x20AC;&#x201C; ou ao menos nunca deveria sair â&#x20AC;&#x201C; da cabeça de pais e professores ĂŠ â&#x20AC;&#x153;como educar as crianças de verdade?â&#x20AC;? Autor de livros como â&#x20AC;&#x153;Adolescentes: quem ama educa!â&#x20AC;? e â&#x20AC;&#x153;Disciplina: Limite na Medida Certaâ&#x20AC;? (ambos da Editora Integrare), o psiquiatra Içami Tiba responde esta e outras questĂľes relacionadas Ă  educação em seu novo livro, â&#x20AC;&#x153;Pais e Educadores de Alta Performanceâ&#x20AC;? (Editora Integrare). Com 43 anos de experiĂŞncia em consultĂłrio, Içami alerta os pais para os perigos da cultura do prazer. â&#x20AC;&#x153;NĂłs educamos os filhos para que eles usem drogasâ&#x20AC;?, comenta, avaliando a atitude de pais que oferecem tudo sem exigir responsabilidade em troca. Para ele, a famĂ­lia ĂŠ a principal responsĂĄvel pela formação dos valores e nĂŁo deve jogar esse papel para a escola. Mas as escolas, por terem um programa educacional organizado, podem guiar os pais. Leia a entrevista com o autor. Qual a responsabilidade dos pais e qual a dos educadores na educação das crianças? Içami Tiba: A famĂ­lia continua sendo a principal responsĂĄvel pela educação de valores, mas ĂŠ importante que haja uma parceria na educação pedagĂłgica. As crianças viraram batatas quentes: os pais as jogam na mĂŁo dos professores, os professores devolvem. Pais precisam ser parceiros dos professores. Quem tem que liderar a parceria, no começo, ĂŠ a escola, pois tem um programa mais organizado. Com a parceria, ambos ficam fortes. Os pais ficam mais fortes quando orientados pela escola. O que ĂŠ mais importante na educação de uma criança? Içami Tiba: Ă&#x2030; exigir que ela faça o que ĂŠ necessĂĄrio. Os pais dĂŁo tudo e depois castigam os filhos porque estes fazem coisas erradas. Mas nĂŁo ĂŠ culpa dos filhos. Afinal, eles nĂŁo querem estudar porque estudar ĂŠ uma coisa chata, mas alguma vez ele fez algo que ĂŠ chato em casa? No final, a criança estica na escola aquilo que aprendeu em casa. A educação ĂŠ um projeto de formar uma pessoa com independĂŞncia financeira, autonomia comportamental e responsabilidade social. Como os pais podem educar bem seus filhos? Qual o segredo? Içami Tiba: Um pai de verdade ĂŠ aquele que aplica em casa a cidadania familiar. Ou seja, ninguĂŠm em casa pode fazer aquilo que nĂŁo se pode fazer na sociedade. Os pais devem começar a fazer em casa o que se faz fora dela. E, para aprender, as crianças precisam fazer, nĂŁo adianta sĂł ouvir. Elas estĂŁo cansadas de ouvir. Muitas vezes nem prestam atenção na hora da bronca, nĂŁo hĂĄ educação nesse momento. Ă&#x2030; preciso impor a obrigação de que o filho faça, isso cria a noção de que ele tem que participar da vida comunitĂĄria chamada famĂ­lia. No livro, o senhor comenta que uma das frases mais prejudiciais para se falar para um adolescente ĂŠ o â&#x20AC;&#x153;faça o que te dĂĄ prazerâ&#x20AC;?. Por quĂŞ? Içami Tiba: O problema ĂŠ que essa frase passa apenas o critĂŠrio de prazer e nĂŁo o de responsabilidade. NĂłs queremos que nossos filhos tenham prazer sem responsabilidade. Por isso eles sĂŁo irresponsĂĄveis na busca deste prazer. E

o que ĂŠ uma droga, senĂŁo uma maneira fĂĄcil de se ganhar prazer? A pessoa nĂŁo precisa fazer nada, apenas ingeri-la. NĂłs educamos os filhos para que eles usem drogas. Se ele tiver que preservar a saĂşde dele, pensa duas vezes. Por que vocĂŞ acha que alguns pais nĂŁo ensinam os filhos a ter responsabilidade? Içami Tiba: NĂŁo ensinam porque nĂŁo aprenderam. Estes pais querem ser amigos dos filhos e isso nĂŁo faz sentido. Provedor nĂŁo ĂŠ amigo. Por que o pai nĂŁo pode ser sĂł amigo ou sĂł provedor? Içami Tiba: NĂŁo pode ser amigo porque pai nĂŁo ĂŠ uma função que se escolhe, e amigos vocĂŞ pode escolher. O filho ĂŠ filho do pai e tem que honrar os compromissos estabelecidos com ele. Um filho nĂŁo pode trocar de pai assim como troca de amigo, por exemplo. Por outro lado, o pai que ĂŠ unicamente provedor, como eram os de antigamente, tambĂŠm nĂŁo dĂĄ uma educação saudĂĄvel ao filho, afinal ele apenas dĂĄ e nĂŁo cobra. Pai nĂŁo pode dar tudo e nĂŁo controlar a vida do filho. Quando digo controle, quero dizer que o pai deve fazer com que o filho corresponda Ă s expectativas, que o filho faça o que precisa ser feito. Um filho nĂŁo pode deixar de escovar os dentes ou de estudar e o pai nĂŁo pode deixar isso passar. Como a meritocracia pode ajudar na criação? Içami Tiba: O mundo ĂŠ meritocrata, os pais se esqueceram disso. Ganha-se destaque por alguma coisa que a pessoa fez; se nĂŁo mereceu, logo o destaque se perde. Dar a mesma coisa para o filho que acertou e para o que errou nĂŁo ĂŠ bom para nenhum dos dois. Ă&#x2030; preciso ser justo. Os pais precisam aprender a educar, nĂŁo dĂĄ para continuar achando que apenas porque sĂŁo bonzinhos vĂŁo ser bons pais. NĂŁo adianta muito um cirurgiĂŁo apenas amar seu paciente. Para fazer uma boa cirurgia, ĂŠ preciso ter tĂŠcnica. Ă&#x2030; a mesma coisa com os pais. Amor e educação combinam com disciplina? Içami Tiba: Disciplina ĂŠ a coisa que mais combina com a educação. Ă&#x2030; uma competĂŞncia que vocĂŞ desenvolve para atingir o objetivo que quer. Se vocĂŞ ama alguĂŠm, tem que ter disciplina. Os pais precisam fazer com que os filhos entendam que eles tĂŞm que cumprir sua parte para usufruir o amor. Os pais precisam exigir. Como exigir sem agressividade? Içami Tiba: O exigir ĂŠ muito mais acompanhar os limites, aquilo que o filho ĂŠ capaz de fazer. NĂŁo dĂĄ para exigir que ele vĂĄ pendurar roupas no armĂĄrio se ele nĂŁo pode arrumar uma gaveta. Por outro lado, os pais nĂŁo podem fazer pelos filhos o que eles sĂŁo capazes de fazer sozinhos. A partir daĂ­, quando se cria uma segurança, a exigĂŞncia começa a fazer parte da convivĂŞncia. Essa exigĂŞncia ĂŠ boa. O pai nĂŁo pode sustentar e nĂŁo receber um retorno. Ă&#x2030; como se ele comprasse uma mercadoria e nĂŁo a recebesse. No livro, o senhor diz que todos somos educadores. Como podemos nos portar para educar direito as outras pessoas? Içami Tiba: VocĂŞ quer educar? Seja educado. E ser educado nĂŁo ĂŠ falar â&#x20AC;&#x153;licençaâ&#x20AC;? e â&#x20AC;&#x153;obrigadoâ&#x20AC;?. Ser educado ĂŠ ser ĂŠtico, progressivo, competente e feliz.

AĂ?LTON VILLANOVADLOWRQYLOODQRYD#JPDLOFRP

Ah, bom! O marido ĂŠ solteiro!

D

ona Percilina Pereira Perdigão Ê uma balzaca bastante querida no bairro onde mora, que Ê o Farol. Dedicadíssima à Igreja Católica, vive a vida fazendo bem ao próximo, no melhor dos sentidos e intençþes, que isso fique bem claro. Em síntese, Ê uma santa criatura. Mas, caro leitor, como não hå bom sem defeito, essa incrível Percilina tem lå o seu defeitinho, um defeitinho simples: Ê muito desligada. Hå Êpocas em que tem crises incríveis de alheamento. Santo dia dessas Êpocas críticas, ela se achava fazendo compras no supermercado, concentradíssima na operação quando, repentinamente, ao levantar a cabeça, reparou na jovem que se achava ao seu lado, atenta aos produtos expostos na prateleira. Fez um ar de riso e comentou, com ar maternal: - Os preços voltaram a subir, você jå reparou, minha filha? E a jovem: - Jå reparei, sim. A gente tem que escolher os produtos com bastante cuidado, pra não gastar muito... - Ah, isso Ê verdade. Dona Percilina fez uma pausa e atacou novamente: - E seu marido, minha filha, o que ele faz na vida? A jovem espantou-se com a pergunta da coroa: - Eu não tenho marido, senhora. Eu não sou casada! Dona Percilina não se encabulou com a mancada: - Ah, sim! Desculpe. Quer dizer que seu marido ainda Ê solteiro?

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Um â&#x20AC;&#x153;sutilâ&#x20AC;? comunicado de morte 7pFQLFRHPKLGUiXOLFDKDYLGRFRPRFRPSHWHQWHR*OLIDOGRHUDXP VXMHLWRDOHJUHGHVFRQWUDtGRHFKHJDGRDXPDÂłFDQLQKD´1RVÂżQDLVGH VHPDQDHOHGHLWDYDHURODYDQDVIDUUDVMXQWDPHQWHFRPRVDPLJRV 3LWXpOYLR&DUROLQRH%HWXOtQHR (UDVHPSUHDPHVPDSDWRWD 2TXDUWHWRPRQWDYDQRFDUDQJRGR*OLIDOGRHYLUDYDDFLGDGH2QGH KDYLDXPEDUGDQGRVRSDHOHVHPERFDYDP&HUWDQRLWHTXDQGRIDUUHDYDPQXPERWHFRGRVXE~UELR*OLIDOGRSDVVRXPDOHEDWHXDVERWDVDOL PHVPR (DJRUD"SUHRFXSRXVHR3LWXpOYLRÂą&RPRpTXHDJHQWHYDL FRPXQLFDUjYL~YD 6HLQmRÂąUHVSRQGHX&DUROLQR 6DOWRXR%HWXOtQHRHVXJHULX $FKRTXHRFDUDPDLVGHVHQURODGRDTXLGDWXUPDpYRFr3LWXpOYLR 7RGRVFRQFRUGDUDPHRDPLJmRIRLHPIUHQWHSDUDGDUDLQIDXVWD QRWtFLDQDFDVDGRÂżQDGRFRPDUHFRPHQGDomRGHTXHIRVVHEDVWDQWH VXFLQWRHH[WUHPDPHQWHVXWLO 1DKRUDHPTXHRFRUSRGRLQGLWRVRGDYDHQWUDGDQR,0/3LWXpOYLR EDWLDQDSRUWDGRLQGLJLWDGR 'RQD&DULROLQDDWHQGHX 2TXHGHVHMDPRoR" (R3LWXpOYLRFRPRPDLRUEDIR 3RUDFDVRHVWRXIDODQGRFRPDYL~YDGR*OLIDOGR" (DPDGDPH 9L~YDQmR(VSRVD(XVRXDHVSRVDGR*OLIDOGRHQmRDYL~YD $KQmR"(VSHUHVyTXDQGROLJDUHPGR,0/

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TribunaIndependente

MACEIÓ - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

Economia

ECONOMIA

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Gastos com educação, como em matrículas e material escolar, geraram dívidas Segundo a pesquisa, os tipos de produtos e serviços mais adquiridos, gerando contração de dívidas em janeiro, são: educação (31,1%), eletroeletrônicos (13,5%), alimentação (12,7%), aluguel residencial (9,6%), eletrodomésticos (7,3%), tratamento de saúde (6,2%), reforma lresidencial (6%), seguros (5,8%), móveis residenciais (5,7%) e vestuário (3,4%). Esses dados revelam que o período é característico das compras relacionadas à educação em virtude do início das matrículas escolares e compra de material didático.

Maceioense inicia o ano endividado

Pesquisa do Instituto Fecomércio indica que percentual de consumidores com dívidas foi elevado em cerca de 6%

A

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AÉREA CANCELADA

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Passagens: empresas cobram multas altas com remarcação ou cancelamento

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DÍVIDAS

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ECONOMIA

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DIVULGAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

TURISMO

Desoneração para reduzir passagem O ministro do Turismo, GastĂŁo Vieira, anunciou que vai se reunir ainda este mĂŞs com os presidentes de companhias aĂŠreas do paĂ­s para discutir medidas capazes de reduzir os preços das passagens nos voos nacionais e, com isso, aumentar o turismo interno --que, Ă s vezes, ĂŠ mais caro do que o internacional. Uma das propostas ĂŠ desonerar o setor, com a redução de impostos e outros custos, para que os preços das passagens possam diminuir. Outra proposta ĂŠ incrementar o turismo na chaPDGD EDL[D WHPSRUDGD SRU meio da oferta de pacotes com preços especiais, capazes de incentivar as viagens no perĂ­odo em que hotĂŠis e outros locais de hospedagem tĂŞm ocupação reduzida. Segundo GastĂŁo Vieira, tudo depende de entendimento --por isso, vai chamar as companhias aĂŠreas para FRQYHUVDU D Ă&#x20AC;P GH EXVFDU medidas, â&#x20AC;&#x153;algumas atĂŠ sim-

plesâ&#x20AC;?, que possam baratear as viagens. IMPOSTO POR E-MAIL Receita Federal autorizou os bancos a informarem UHQGLPHQWRV Ă&#x20AC;QDQFHLURV DRV FOLHQWHV YLD HPDLO RX FDL[D postal do internet banking, SDUD Ă&#x20AC;QV GH GHFODUDomR GR Imposto de Renda. Instrução Normativa puEOLFDGD QR 'LiULR 2Ă&#x20AC;FLDO GD UniĂŁo esclarece que, no caso GHFRQWDFRQMXQWDRLQIRUPH de rendimentos deverĂĄ ser feito em nome do titular da conta que possuir algum tipo de endereço eletrĂ´nico --- a nĂŁo ser que os titulares da conta deem ordem contrĂĄria. O informe por meio eletrĂ´nico poderĂĄ ser enviado pelo banco, inclusive, a clientes no H[WHULRU Ă&#x20AC;FDQGR GLVSHQVDGD Estado conta com 67 mil empresas de pequeno e mĂŠdio porte, segundo balanço de 2011 da Junta Comercial de Alagoas (Juceal) a antiga declaração em papel. Os bancos, entretanto, sĂŁo obrigados a enviar o comprovante fĂ­sico caso o cliente peça. Segundo a Receita, os contribuintes devem guardar e fornecer os informes por um prazo de cinco anos.

74% das empresas abertas sobrevivem em Alagoas

Dados sĂŁo referentes aos dois primeiros anos, considerados mais crĂ­ticos

M

ercado propĂ­cio aos negĂłcios. Assim, SRGHVH GHĂ&#x20AC;QLU D realidade em que vivem as empresas no Estado de Alagoas. Em 2011, menos de 30% dos negĂłcios abertos nĂŁo sobreviveu nos dois priPHLURV DQRV R TXH VLJQLĂ&#x20AC;FD uma realidade bastante motivadora para os novos empresĂĄrios. Somente no ano passado, cerca de 3,3 mil empresas foram constituĂ­das. De acordo com uma pesquisa sobre Micro e Pequenas Empresas, Alagoas estĂĄ em um grupo de 10 Estados brasileiros que apresentam Ă­ndices de sobrevivĂŞncia empresarial acima da mĂŠdia nacional. A cada 100 empresas abertas no Estado,

ARRECADAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

74 conseguem se manter na ativa, desenvolvendo suas atividades, com destaque para as ĂĄreas de comĂŠrcio, serviço, indĂşstria e construção civil. O balanço de 2011, divulgado pela Junta Comercial de Alagoas (Juceal), revela que o Estado conta com mais de 67 mil empresas de pequeno e mĂŠdio porte, sendo 62,3 mil microempresas e 5,2 mil empresas de pequeno porte (EPP). â&#x20AC;&#x153;Nesse momento, perceEHPRV RV UHĂ H[RV GH WRGRV os esforços desprendidos em prol dos empreendedoUHV DODJRDQRV e JUDWLĂ&#x20AC;FDQte saber que fazemos parte dessa construção positiva em nosso Estado e no Brasil. Por meio da formalização, o

empresĂĄrio garante seus direitos e passa a ser vitrine no mercado, ganhando beQHItFLRVĂ&#x20AC;VFDLVHGHFUpGLWRR que permite um auto-investimento contĂ­nuo. Ă&#x2030; bom para as empresas e para a sociedadeâ&#x20AC;?, destacou a diretora tĂŠcnica do Sebrae Alagoas, Renata Fonseca. Em todo o paĂ­s, as falĂŞncias decretadas em 2011 representaram um nĂşmero 12,4% inferior ao mesmo perĂ­odo em 2010, o que repreVHQWD D PHQRU WD[D GHVGH 2005. Ă&#x2030; o que revelam os dados da pesquisa â&#x20AC;&#x153;Indicador 6HUDVD ([SHULDQ GH )DOrQcias e Recuperaçþesâ&#x20AC;?. Os empreendedores interessados em se formalizar ou obter informaçþes sobre DIVULGAĂ&#x2021;Ă&#x192;O

Planos de PrevidĂŞncia tĂŞm R$ 46,4 bi A arrecadação dos Planos de PrevidĂŞncia complementar aberta chegou a R$ 46,4 bilhĂľes entre os meses de MDQHLURHQRYHPEURGH mostra balanço da FenaPrevi (Federação Nacional de PrevidĂŞncia Privada e Vida). De acordo com a federação, houve crescimento de 18,21% na comparação com o mesmo perĂ­odo de 2010. Na comparação mensal, o total de aportes em novembro foi de R$ 5 bilhĂľes, PDLRUTXHRYHULĂ&#x20AC;FDGR no mesmo mĂŞs de 2010. O maior crescimento na comparação entre os 11 meses de 2010 e 2011 (26,06%) foi registrado nos planos direcionados a menores de idade. Essa categoria arrecadou R$ 1,6 bilhĂŁo no perĂ­RGR ´$ H[SDQVmR VH H[SOLFD pela crescente preocupação dos pais ou responsĂĄveis FRPRIXWXURGRVĂ&#x20AC;OKRVÂľGL] a entidade. Em segundo lugar no ranking de crescimento, com arrecadação 25,4% superior ao registrado nos 11 primeiros meses de 2010, vĂŞm os planos empresariais, que somaram R$ 5,8 bilhĂľes no mesmo perĂ­odo do ano passado. Os planos individuais, apesar de apresentar crescimento inferior Ă s demais categorias (16,91%), ainda lidera a arrecadação, fechando o perĂ­odo com R$ 39 bilhĂľes.

Ă&#x20AC;QDQoDV SODQHMDPHQWR atendimento e mesmo investimentos devem procurar a Central FĂĄcil do Sebrae, em MaceiĂł, ou em Arapiraca. Nesse espaço, estĂŁo reunidos os ĂłrgĂŁos responsĂĄveis pela legalização de empresas, nos âmbitos municipais, estadual e federal, proporcionando um atendimento integrado e reduzindo os custos para o empresĂĄrio. Em Alagoas, ĂŠ possĂ­vel abrir e formalizar uma empresa no prazo de trĂŞs a seis dias Ăşteis, superando tambĂŠm a mĂŠdia nacional, de mais de 150 dias. O atendimento da Central FĂĄcil ĂŠ das 9h Ă s 12h, nas segundas-feiras; e das 7h Ă s 12h, de terça DVH[WDIHLUD0DLVLQIRUPDçþes pelo (82) 4009-1700.

MERCADO

Brasil optou por investir internamente Segundo o diretor do Dieese, Clemente Gahz LĂşcio, o Brasil apostou na escolha correta ao estruturar sua dinâmica econĂ´mica vigorosamente orientada pelo investimento no mercado interno. â&#x20AC;&#x153;Aquilo que o paĂ­s fez em meados dos anos 2000 estĂĄ sendo considerado Luiz Barretto, presidente do Sebrae, e Clemente Gahz, do Dieese a solução para o desenvolviPHQWR PXQGLDO ,VWR H[HUFH BRASIL LPSDFWRH[WUHPDPHQWHSRVLtivo na micro e pequena empresaâ&#x20AC;?, observou. Sobre a informalidade de empresas no Brasil, o presidente Luiz Barretto lembrou que o Programa do EmpreHQGHGRU ,QGLYLGXDO Mi UHJXCrescimento da classe Barretto, o cenĂĄrio positivo larizou quase 2 milhĂľes de C, fortalecimento do mer- colaborou com a queda no pessoas no paĂ­s. â&#x20AC;&#x153;Toda vez cado interno, aumento real Ă­ndice de mortalidade das que o ambiente legal melhodo salĂĄrio mĂ­nimo, criação micro e pequenas empresas ra, para o empreendedor hĂĄ de empreendimentos por (MPE) e no aumento da for- um impacto grandeâ&#x20AC;?, frisou. oportunidade e volta do crĂŠ- malização. O presidente do Sebrae desdito produziram um cenĂĄrio ESTUDO tacou conquistas importanpositivo para os pequenos O estudo mostrou que a tes para as MPE nos Ăşltimos negĂłcios na Ăşltima dĂŠcada, remuneração dos emprega- anos, como a criação do Simconforme revela o AnuĂĄrio dos de micro e pequenas em- ples Nacional e do Empreendo Trabalho na Micro e Pe- presas cresceu 14,3% entre dedor Individual. TambĂŠm quena Empresa, divulgado 2000 e 2010 â&#x20AC;&#x201C; em valores re- UHVVDOWRX R UHFHQWH UHDMXVWH este mĂŞs. DLVMiGHVFRQWDGDDLQĂ DomR nos tetos do Simples. Para o O AnuĂĄrio ĂŠ uma publi- do perĂ­odo. No mesmo pra- presidente, a medida permicação feita pelo Sebrae, em zo, os salĂĄrios nas grandes tirĂĄ crescimento permanenparceria com o Departamen- e mĂŠdias empresas avançou te da formalização. to Intersindical de EstatĂ­s- 4,3%. â&#x20AC;&#x153;Vamos manter este Segundo ele, deverĂĄ hatica e Estudos SocioeconĂ´- crescimento, gerado a partir ver um bom rendimento desmicos (Dieese), com base em do mercado interno, ao longo te programa em 2012, com o diferentes fontes de infor- GH  2 %UDVLO WHP KRMH aumento do teto e a diminuiPDomR 2 REMHWLYR p UHXQLU mais condiçþes de enfren- ção do imposto. â&#x20AC;&#x153;Este ĂŠ um XPFRQMXQWRGHGDGRVVREUH tar a crise do que em anos programa forte, muito imRSHUĂ&#x20AC;OHDGLQkPLFDGRVHJ- anteriores. Vamos continu- portante, que tem tido um mento dos micro e pequenos ar crescendo, com geração crescimento e uma resposta empreendimentos. Para o de emprego e rendaâ&#x20AC;?, disse da sociedade muito grandeâ&#x20AC;?, presidente do Sebrae, Luiz Barretto. DĂ&#x20AC;UPRX/XL]%DUUHWWR

Pequena empresa tem dĂŠcada de crescimento


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MACEIÓ - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

Heróis da Rivaldo e Loco Abreu estão entre os dez maiores artilheiros em atividade; grandes rivais pela ponta são Raúl e Thiery Henry

A

Federação Internacional de História e Estatística do Futebol divulgou a relação dos maiores artilheiros em atividade, e dois jogadores que atuam no Brasil estão bem posicionados. Rivaldo, que recentemente se desligou do São Paulo, é o terceiro com 272 gols, e Loco Abreu, do Botafogo, é o décimo com 236. O líder é o bósnio Alexander Durci, que já tem 41 anos e defende o Tampine Roves, de Cingapura. O atacante do Botafogo tem boas chances de melhorar sua colocação, já que, com 35 anos, é o terceiro mais jovem entre os dez primeiros. Raúl (do Schalke 04,

que tem 250 gols), e Henry (do Arsenal, com 249) têm 34 anos. Se a situação de Rivaldo ainda está indefinida para esta temporada, Loco Abreu já está se preparando para fazer mais gols em 2012 com a camisa do Glorioso. Ele está animado com mais este desafio e espera chegar cada vez mais perto do topo do ranking. - Gosto de pegar as estatísticas para que futuramente meus filhos saibam o que fez seu pai - disse em seu site oficial. A IFFHS leva em conta gols marcados na Primeira Divisão das competições nacionais.

ESPORTES 15

resistência

Os primeiros do ranking da IFFHS:

Pentacampeão brasileiro é o terceiro maior artilheiro na lista dos “aposentáveis”; uruguaio Loco Abreu é o décimo

NA ÁFRICA

Rivaldo é apresentado à torcida de clube angolano O pentacampeão Rivaldo, que em 2011 defendeu o São Paulo, vai jogar na África. Ele já se apresentou, na sexta-feira, ao Kabuscorp, de Angola, em meio a uma grande festa dos torcedo-

res. Aos 39 anos, o meia entrará em campo pelo 13º clube de sua carreira. Durante a semana, a imprensa angolana revelou a negociação entre Kabuscorp e Rivaldo, que viajou na quinta ao país

para fechar o contrato. O clube, que subiu para a Primeira Divisão somente em 2008, terminou o último campeonato em segundo lugar, apenas um ponto atrás do campeão Recreativo Libolo.

CHUTEIRAS PENDURADAS

As despedidas de grandes craques

T

rês antigos vencedores da Copa do Mundo da Fifa cujo talento iluminou o planeta bola no final do século 20 e nos primeiros anos do novo milênio se despediram do futebol em 2011. Em luta contra o próprio físico, o atacante brasileiro Ronaldo, o meia francês Patrick Vieira e o zagueiro italiano Fabio Cannavaro penduraram as chuteiras depois de terem dado muitas alegrias a milhões de torcedores. Jogadores como Claude Makelele, Paul Scholes, Mathias Almeyda e Marcelo Gallardo também deram adeus aos gramados após longos anos de bons serviços prestados ao esporte. O FIFA.com preparou uma lista de futebolistas que se aposentaram este ano, muitos dos quais agora trabalham como treinadores. DESPEDIDA DO FENÔMENO

A aposentadoria mais célebre certamente foi a de Ronaldo Luis Nazário de Lima, o inconfundível Ronaldo. Segundo maior artilheiro da história da seleção, atrás de Pelé (62 gols em 98 compromissos), maior artilheiro de todas as edições do Mundial (15 gols), autor de 367 gols em 531 partidas pelos clubes que defendeu, dos quais 104 em 177 jogos só pelo Real Madrid, o Fenômeno venceu a Copa do Mundo da Fifa em 1994 e em 2002 disputou a final em 1998 e foi três vezes eleito Jogador do Ano da Fifa, em 1996, 1997 e 2002. Com arrancadas de tirar o fôlego, dribles desconcertantes e um faro de gols particularmente desenvolvido, o ex-camisa 9 construiu um longo e bem-sucedido currículo e permanece no coração do torcedor brasileiro como o grande sucessor de Pelé. No dia 14 de fevereiro, o cen-

troavante de 34 anos anunciou o fim da carreira profissional revelando sofrer de hipotireoidismo, distúrbio metabólico que estaria na origem da sua dificuldade em emagrecer. “Muitos aqui devem estar arrependidos das chacotas que fizeram em relação ao meu peso”, explicou Ronaldo. “Não guardo mágoa de ninguém. Esse anúncio é como a minha primeira morte. É muito duro abandonar algo que me fez tão feliz”, emocionou-se um dos melhores jogadores de todos os tempos. O MURO DE BERLIM

Exatamente cinco anos após a vitória da Itália na final da Copa do Mundo da Fifa Alemanha 2006, conquista que lhe rendeu o apelido de “Muro de Berlim”, Fabio Cannavaro encerrou a sua trajetória esportiva no Al Ahli, dos Emirados Árabes Unidos, em função de uma lesão no joelho. Paradoxalmente, o jogador de 37 anos — que estreou no Napoli aos 18 — deixou os gramados sem nunca ter vencido o Campeonato Italiano, mesmo tendo disputado 16 temporadas da Série A com as camisas de Napoli, Parma, Internazionale e Juventus. Aos olhos da torcida italiana, porém, ele continuará sendo o emblemático capitão do tetracampeonato mundial da Azzurra e recordista absoluto em número de jogos pelo selecionado, à frente de Paolo Maldini e Dino Zoff. Derrotado por Cannavaro e cia. em 2006, mas vitorioso em 1998, o francês Patrick Vieira também encerrou um capítulo importante no mês de julho. O volante de 35 anos se despediu do futebol tendo disputado 651 partidas em clubes prestigiados como Arsenal, Milan, Juventus e Manchester City. Pela França foram 107, ao longo das quais ele foi uma das referências do selecionado campeão mundial

mais contar com o goleador Jon Dahl Tomasson (52 gols em 112 partidas pela seleção), mas ele continua no esporte como assistente técnico do Excelsior de Roterdã. Mesmo destino teve o finlandês Sami Hyypia, que passou a integrar a comissão técnica do Bayer Leverkusen. Este foi o último clube do zagueiro de 37 anos, após dez temporadas liderando a defesa do Liverpool. Na Espanha, Iván De La Peña pôs fim a uma carreira discreta, mas pontuada de títulos, que começou sob as ordens de Johan Cruyff no Barcelona. O ex-meia-atacante de 35 anos teve o azar de chegar ao clube cedo demais, antes da febre azul-grená. SEGUNDA VIDA

Ronaldo Fenômeno não se conteve e chorou diante das câmeras ao anunciar sua aposentadoria

em 1998 e europeu em 2000. Aliás, apenas três atletas do elenco gaulês que conquistou o mundo em 1998 continuam em atividade: Thierry Henry, Robert Pires e David Trezeguet. Trabalhando agora nos bastidores do Manchester City, Vieira diz estar “dividido” entre as novas funções. “Como ainda não sei no que vou me especializar, passo tempo em todos os departamentos do clube para aprender e observar”, contou o ex-capitão do Arsenal. Ainda na França, o incansável volante Claude Makelele se aposentou dos campos no dia 29 de maio. O jogador de 38 anos acumulou 880 jogos nos sete clubes por onde passou, além de ter disputado 71 partidas com a camisa francesa. Makelele foi campeão nacional com o Nantes em 1995, com o Real Madrid em 2001 e 2003 e com o Chelsea em 2005 e 2006. Ele pendurou as chuteiras no Paris Saint-Germain, onde agora trabalha como conselheiro.

DIABOS VERMELHOS

Na Inglaterra, o ídolo do Manchester United Paul Scholes anunciou o seu afastamento dos gramados no dia 31 de maio aos 36 anos de idade. O ex-meio-campista passou a integrar o corpo de treinadores do clube com um cartão de visitas respeitável: foram 66 jogos e 14 gols com o uniforme inglês, além de dez títulos da Premier League com o United, três Copas da Inglaterra, duas Ligas dos Campeões da UEFA e uma Copa Intercontinental. Mesmo longe do retângulo verde, Scholes continua tendo voz ativa no esporte. “Hoje em dia os jogadores da seleção inglesa são tratados como grandes astros nos seus clubes e acho que isso acaba prejudicando a seleção, porque as pessoas são gentis demais com eles”, analisa. Outro pilar dos Diabos Vermelhos que decidiu encerrar a carreira foi o lateral direito

Gary Neville, que também marcou época na seleção inglesa. “Fui torcedor do Manchester United a vida toda e realizei todos os meus sonhos no clube”, declarou em fevereiro, às vésperas do aniversário de 36 anos, ao comunicar a decisão. Quem completa o trio de craques do Manchester United que deixou os gramados em 2011 é o holandês Edwin van der Sar. Recordista em número de jogos pela seleção do seu país (130) e melhor goleiro da Europa em quatro oportunidades, ele se aposentou do futebol aos 40 anos de idade, assim como o mítico Dino Zoff, alegando ser “hora de dedicar mais tempo à família”. Camisa um dos Diabos Vermelhos entre 2005 e 2011, van der Sar esteve debaixo das traves pela última vez no dia 28 de maio, chegando à marca de cem partidas de Liga dos Campeões por ocasião da final perdida por 3 a 1 diante do Barcelona. A Dinamarca não poderá

A América do Sul também viveu uma onda de aposentadorias nos últimos 12 meses, especialmente na Argentina, onde uma geração de muito talento deixou as canchas. É o caso do zagueiro Roberto Ayala, imperial no jogo aéreo ao longo dos 115 jogos que disputou pela seleção, e do fantástico Martín Palermo, atacante incompreendido na Europa mas ídolo e maior artilheiro da história do Boca Juniors (236 gols em 404 partidas). Outro exemplo é o volante Matias Almeyda (39 jogos com a camisa alviceleste), que passou de jogador do River Plate à técnico do time no dia seguinte ao histórico rebaixamento para a segunda divisão. O meio-campista Marcelo Gallardo teve um fim de carreira parecido. Integrante do conjunto argentino que disputou a Copa do Mundo da FIFA em 1998 e 2002, o baixinho de 1,65m anunciou a aposentadoria no começo de junho, após uma última temporada no Nacional de Montevidéu. No dia 30 do mesmo mês, foi contratado como treinador da equipe. E a estreia não poderia ter sido melhor, já que, poucos meses mais tarde, ele ergueu o primeiro troféu de campeão no novo cargo.


16

ESPORTES

TribunaIndependente

MACEIĂ&#x201C; - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

Esportes

Campeonato desperta a atenção da imprensa nacional pelas â&#x20AC;&#x153;estrelasâ&#x20AC;? O primeiro turno do Campeonato Alagoano conta com dez clubes que GLVSXWDPHQWUHVLHRVTXDWURPHOKRUHVYmRSDUDDVVHPLÂżQDLVUHDOL]DGDV HPSDUWLGDVGHLGDHYROWD2VYHQFHGRUHVID]HPDÂżQDOWDPEpPHPGRLV MRJRVHRFDPSHmRDVVHJXUDXPDYDJDQDÂżQDOGR(VWDGXDO2(VWDGR nunca esteve tĂŁo em evidĂŞncia como agora por um simples motivo. TĂşlio Maravilha acertou com o CSE e agora se junta a outros jogadores que viveram grandes momentos no futebol: AloĂ­sio Chulapa, Adriano Gabiru e FlĂĄvio. A imprensa nacional tem destacado esses investimentos dos clubes.

Túlio Maravilha Ê a atração da rodada A insistência de se aproximar dos mil gols då visibilidade midiåtica ao atacante do CSE e ao Campeonato Alagoano

D

epois das emoçþes do clåssico entre CRB x CSA na tarde de ontem, a grande atração da primeira rodada do Campeonato Alagoano, que tem sequência hoje, com mais três jogos, Ê o atacante Túlio Maravilha, ídolo da torcida do Botafogo do Rio e que quer se aproximar dos mil gols no futebol alagoano. O atleta foi anunciado na semana passada como a contratação de maior impacto da competição pelo passado como artilheiro e pela missão de se aproximar do milÊsimo gol no futebol local. Por isso todas as atençþes locais e da mídia esporti-

va nacional estĂŁo voltadas para Palmeira dos Ă?ndios. O CSE estreia no Campeonato Alagoano neste prĂłximo domingo contra o Coruripe, no EstĂĄdio Juca Sampaio, em Palmeira dos Ă?ndios, Ă s 16h, com a presença garantida do atacante TĂşlio Maravilha. PorĂŠm, na segunda rodada do Estadual, onde enfrenta o CSA, o jogador nĂŁo irĂĄ jogar. Isso ĂŠ o que informou o presidente-executivo do Tricolor alagoano, AntĂ´nio Oliveira. â&#x20AC;&#x153;Contra o CSA, TĂşlio Maravilha nĂŁo vai jogarâ&#x20AC;?, disse Oliveira. O motivo segundo o mandatĂĄrio do CSE ĂŠ a idade do jogador, que jĂĄ conta com 42

NIGEL SANTANA

anos. O jogo do CSE contra o CSA estĂĄ marcado para a prĂłxima quarta-feira (18), Ă s 20h30, no Rei PelĂŠ. A diretoria do CSE definiu que TĂşlio Maravilha sĂł disputarĂĄ jogos em Palmeira dos Ă?ndios porque o atleta nĂŁo deverĂĄ ter a condição fĂ­sica para atuar todas as quartas-feiras, sĂĄbados ou domingosâ&#x20AC;?, disse Oliveira. O Coruripe, vice-campeĂŁo do Estadual do ano passado e que tem como tĂŠcnico Carlos Rabelo, fez apenas um amistoso preparatĂłrio contra o Confiança-SE, quando empatou em 1x1. O treinador crĂŞ que sua equipe conquiste uma vitĂłria.

NOVA CASA

Corinthians-AL faz estreia com Penedense no estĂĄdio do Pilar A partida da 1ÂŞ rodada do Alagoano entre Corinthians-AL e Penedense serĂĄ realizada hoje no Pilar e com a ajuda do empresĂĄrio Rafael TenĂłrio (representante de uma empresa que patrocina o Corinthians-AL), que comprou todos os ingressos da partida para distribuir para a torcida, o estĂĄdio estarĂĄ repleto de torcedores no prĂłximo domingo. O Corinthians-AL realiza sua primeira atividade no Municipal do Pilar na sexta-

-feira, com um treinamento tÊcnico-tåtico, comandado pelo tÊcnico Ubirajara Veiga no período da tarde. Com a liberação do estådio, o Tricolor deve permanecer realizando suas atividades na belíssima cidade que possui 35 mil habitantes e fica localizada às margens da Lagoa Manguaba. PENEDENSE Graças ao incessante trabalho do diretor de futebol Anderson Salgueiro, o meia Da Silva, como quase todos

os jogadores do elenco ribeirinho, estĂŁo regularizados e aptos para participarem da partida de estreia contra o Corinthians,. O jogador, apesar de ainda nĂŁo estar no melhor da forma fĂ­sica, vai impor uma melhor qualidade tĂŠcnica ao meio de campo alvirrubro, setor tĂŁo carente de talento nos dois amistosos relizados nessa prĂŠ-temporada. SĂł nĂŁo foram regularizados os jogadores Diego Branquinho e Carlinhos Potiguar.

Atacante TĂşlio ao se apresentar na quarta-feira ao CSE para iniciar missĂŁo de chegar aos mil gols

ROBSON LESSA

ALVIVERDE

Murici encara o Sport Atalaia em casa, mas tem trĂŞs desfalques

Penedense quando realizava os Ăşltimos treinamentos para a partida de hoje contra Corinthians-AL

O Murici se preparou para a estreia no Campeonato Alagoano, neste domingo, Ă s 15 horas, contra o Sport Atalaia, no EstĂĄdio JosĂŠ Gomes da Costa. O tĂŠcnico FlĂĄvio Barros terĂĄ os desfalques de Luiz AndrĂŠ, Daniel e Rambo, cumprindo suspensĂŁo automĂĄtica pela competição de 2011, e Everlan, eleito o melhor jogador do Alagoano passado, ainda se recuperando de uma contusĂŁo no joelho direito. O presidente do Murici, Geraldo Amorim, declarou estar focado no Alagoano, e com a chegada de novos reforços o clube pretende fazer uma bela campanha no campeonato deste ano. â&#x20AC;&#x153;Con-

seguimos manter o mesmo plantel que fomos campeĂľes em 2010 e no ano de 2011, onde ficamos em terceiro lugar no Alagoano. Claro, alĂŠm de ter todo um trabalho para manter o elenco, tambĂŠm reforçamos a equipe com alguns jogadores que irĂŁo se encaixar bem no grupo. Esperamos que o Murici consiga bons resultados no campeonato, começando com uma vitĂłria contra o Sport de Atalaiaâ&#x20AC;?, disse GeraldĂŁo. O Sport Atalaia anuncia como atração visando Ă  disputa do Campeonato Alagoano deste ano o zagueiro Jones, de 26 anos, que estava no Sport-PE. Esta ĂŠ a segunda vez que o jogador vai defender as cores do rubro-

-negro alagoano. No ano passado, Jones disputou o Estadual pela equipe atalaiense. O tÊcnico da equipe Ê Lino, que salvou o CSA do rebaixamento no ano passado, depois de vencer o CRB por 1x0, no último jogo do returno da competição. Outra atração Ê o volante Anderson Cabeção, que foi liberado pelo CSA para atuar no time de Atalaia. o atacante Felipe Heleno e o lateral-esquerdo Diego, que tambÊm foram emprestados pelo Azulão, estão proibidos de atuar contra o CSA. Hå uma clåusula no contrato de emprÊstimo que veta a atuação dos três atletas nas duas partidas contra o Sport Atalaia.


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VeĂ­culos

VEĂ?CULOS 17

Nova Ferrari para FĂłrmula 1 serĂĄ apresentada em 3 de fevereiro O italiano Stefano Domenicali, diretor esportivo da Ferrari, anunciou RÂżFLDOPHQWHQD~OWLPDTXDUWDIHLUDQDHVWDomRLWDOLDQDGH0DGRQQD GL&DPSLJOLRTXHDSUHVHQWDUiRFDUURGDHTXLSHSDUDDWHPSRUDGDGH GH)yUPXODHPGHIHYHUHLURHP0DUDQHOORVHGHGDHVFXGH ULD$VVLPFRPRQRDQRSDVVDGRRVSLORWRVVHUmR)HUDQDQGR$ORQVRH )HOLSH0DVVDÂł$DSUHVHQWDomRLQVWLWXFLRQDOVHUiQRGLDGHIHYHUHLUR QRFLUFXLWRGH)LRUDQReSRVVtYHOTXHQHVVHGLDRXQRVHJXLQWHR FDUURVHMDFRORFDGRSDUDURGDUEUHYHPHQWH0DVRSULPHLURWHVWHVHUi feito em 7 de fevereiro em Jerez de la Fronteraâ&#x20AC;?, anunciou Domenicali.

Chinesa Chery lança 6à H[ no mercado nacional Carro vem com alarme antifurto com travamento das SRUWDVjGLVWkQFLDHWHUiSUHoRDSDUWLUGH5

Carro projetado pelo Estúdio Italiano Torino, bem equipado, com apelo esportivo e preço competitivo

DESEMPENHO

Renault cresce sete vezes mais que o mercado nacional O ano de 2011 foi marcado pelo desempenho recorde da Renault do Brasil. Neste processo foi fundamental a ampliação e renovação de SURGXWRV DOpP GD H[SDQVmR da rede de concessionårias. TambÊm em 2011, a Renault do Brasil apresentou sua nova assinatura de marFD ´0XGH D 'LUHomR¾ TXH aponta para um novo posi-

cionamento da empresa, em que as pessoas e suas necessidades de mobilidade sĂŁo o verdadeiro centro do negĂłcio da marca. SĂŁo convicçþes da empresa, a missĂŁo e o compromisso com o fato de que o automĂłvel deve se adaptar Ă s pessoas. â&#x20AC;&#x153;Temos muitos motivos para celebrar o momento GD PDUFD QR 3DtV $ FRP-

binação entre oferta de novos produtos em segmentos onde a Renault nĂŁo atuava, em particular com o Duster e as versĂľes automĂĄticas do Sandero e Logan, alĂŠm da ampliação da rede comercial contribuiu para que a marca atingisse o melhor resultado GHVXDKLVWyULDÂľDĂ&#x20AC;UPD*XVtavo Schmidt, vice-presidente comercial da Renault.

O

carro Ê chinês, mas seu desenho saiu do Estúdio Italiano Torino. Com o propósito de enfrentar o mercado brasileiro a Chery estå lançando o S18 e com moWRUà H[eRSULPHLURFDUURFKLnês com motor bicombustível. (PEUHYHRXWURVPRGHORVà H[ GDPDUFDFKHJDUmRDRSDtVe um carro pequeno, bem equipado, com apelo esportivo e que custa R$ 31.900,00. Não tem como não olhar com atenção os faróis em forma de elipse e que são quaVH H[DJHUDGDV 2OKDQGR GH frente vê-se duas bocas, uma pequena entre os faróis que parece estar sorrindo e outra PDLRU PDLV DEDL[R $V PDçanetas e os retrovisores são pretos. O carro serå comercializado nas cores preta, prata,

cinza, dourada e dois tons de vermelho. O painel de instrumentos tem forma de arco e hĂĄ uma tela de LCD que tem as informaçþes necessĂĄrias para o motorista. MAIOR POTĂ&#x160;NCIA O seu motor ĂŠ um 1.3 de 16V. Ele produz potĂŞncia Pi[LPD GH  FY FRP HWDQRO H  FY FRP JDVROLQD $ VXD transmissĂŁo ĂŠ manual de cinFR PDUFKDV $V URGDV VmR GH alumĂ­nio e pneus 175/60 R14. O S-18 traz de sĂŠrie ar-condicionado, direção hidrĂĄulica, vidros, travas e retrovisores elĂŠtricos, painel digital, desembaçador traseiro, volante e farol com regulagem de alWXUDHUiGLR$0)0FRP&' SOD\HU03FRPSRUWDGHHQtrada USB, localizada no interior do porta-luvas do veĂ­culo. O carro tem tambĂŠm por-

WDREMHWRV DEDL[R GD FROXQD de direção, porta-copos entre o câmbio e a alavanca de estacionamento e apoio de descanso para o pÊ esquerdo ao lado do pedal de embreagem. $ DEHUWXUD GR SRUWDPDODV H da tampa do tanque de combustível pode ser acionada internamente pelas alavancas localizadas à esquerda do banco do motorista. O carro Ê pequeno, mede 3,6 metros de comprimento, 1,58 metros de largura e 1,52 PHWUR GH DOWXUD $ GLVWkQFLD HQWUH HL[RV p GH  P H R peso em ordem de marcha Ê de 1.028 kg. 0RGHOR DFHOHUD GH  D 100 km/h em 16 segundos e DWLQJH YHORFLGDGH Pi[LPD GH 150 km/h. Tem airbag duplo, IUHLRV $%6 FRP (%' H EDUUD de proteção lateral.


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VEĂ?CULOS 0$&(,Ă?'20,1*2'(-$1(,52'(

Ford Fusion muda visual e avança em tecnologia

Vei15E

Novo modelo aposta que terĂĄ a maior economia de combustĂ­vel da categoria

O

O Fusion conta com a maior oferta de motoresGRVHJPHQWR(OHWHPDVRSo}HVKtEULGDHKtEULGD ³SOXJLQ´GRLVPRWRUHV(FR%RRVWGHTXDWURFLOLQGURVHXPPRWRUQDWXUDOPHQWHDVSLUDGRGHTXDWURFLOLQGURV

QRYR )RUG )XVLRQ apresentado no SalĂŁo de Detroit, nos Estados Unidos, traz para o mercado a prĂłxima geração GH FDUURV GD )RUG (OH p R primeiro sedĂŁ a contar com YHUV}HV D JDVROLQD KtEULGD e hĂ­brida â&#x20AC;&#x153;plug-inâ&#x20AC;?, todas projetadas para oferecer o mĂĄximo em economia de FRPEXVWtYHOHXPDH[SHULrQFLD GH GLUHomR HQYROYHQWH &RPSHUĂ&#x20AC;OHOHJDQWHHYLVXDODUURMDGRRQRYR)XVLRQ p R PRGHOR PDLV UHFHQWH GH XPDVpULHGHFDUURVGD)RUG ² MXQWR FRP R 1HZ )LHVWD HR)RFXV²GHVHQYROYLGRV SDUD VDWLVID]HU RV consumidores que buscam o mĂĄximo em economia de FRPEXVWtYHO WHFQRORJLDV LQWHOLJHQWHVHGHVLJQLQRYDGRU ´$ QRVVD YLVmR GR )Xsion era clara: entregar o melhor de tudo que o One )RUG UHSUHVHQWDÂľ GL] 'HUULFN .X]DN YLFHSUHVLGHQWH GH 'HVHQYROYLPHQWR GR 3URGXWR *OREDO GD )RUG ´5HXQLPRVQRVVRVWLPHVJOREDLV HP YROWD GH XPD ORXVD branca com a missĂŁo de deVHQYROYHU XP VHGm JUDQGH com design arrebatador e HFRQRPLD GH FRPEXVWtYHO de cair o queixo, trazendo WDPEpP WHFQRORJLDV SDUD ajudar nossos consumidores a se tornarem motoristas melhores e mais seguros. (VWH FDUUR p R UHVXOWDGRÂľ $SUHVHQWDGR QDV YHUsĂľes S, SE e na topo de liQKD 7LWDQLXP R QRYR )XVLRQ PRVWUD WDPEpP FRPR VHUi R IXWXUR )RUG 0RQGHR nos mercados mundiais.

E-BUGSTER

MUDANĂ&#x2021;A

Vei15C

Volkswagen apresenta o Beetle HOpWULFRVyFRPGRLVOXJDUHV A Volkswagen apresentou no SalĂŁo do Detroit o (%XJVWHU R %HHWOH HOpWULco. O carro tem apenas dois lugares e motor com 85 kw GH SRWrQFLD FY  DFHOHUDQGRGHDNPKHP  VHJXQGRV ( ID] LVVR sem emissĂľes de poluentes. 2PyGXORHOpWULFRGRFDUro pesa 80 quilos e a energia SDUD WRFDU R PRWRU p DUPDzenada em bateria de Ă­ons OtWLRTXHĂ&#x20AC;FDDWUiVGRVEDQ-

cos. A capacidade da bateULDpGHN:KHGiXPD autonomia de pelo menos  TXLO{PHWURV QD FLGDGH Segundo a empresa, essa DXWRQRPLDpVXĂ&#x20AC;FLHQWHSDUDD pessoa ir de casa ao trabalho H YROWDU SDUD FDVD VHP SUHcisar recarregar a bateria. A bateria pode ser recarregada em 35 minutos HPHVWDo}HVS~EOLFDVRXHP FDVD HP WRPDGDV GRPpVWLcas. Para que nĂŁo haja pro-

blema na hora da recarga, a LQG~VWULD HVWi SDGURQL]DQdo os plugues de conexĂŁo, que serĂŁo disponibilizados a todos os fabricantes. $OpP GLVVR HVWi VH padronizando o Sistema de Carga Combinado, o controlador de carga H D DUTXLWHWXUD HOpWULFD que precisam ter capacidade de se adaptar a todos os tipos de recarga.

Bateria Ê recarregada em 35 minutos em estaçþes públicas, ou em casa, em tomadas domÊsticas

5HWURYLVRUHV de acordo com Contran A Volkswagen anunciou TXH RV UHWURYLVRUHV GH WRGD DJDPDGHYHtFXORVIRLDWXDlizada. A mudança inclui as IDPtOLDV *RO * 1RYR *RO *ROI H .RPEL 2EMHWLYR p FXPSULUQRYDQRUPDHVWDEHlecida pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), TXH SUHYr D DPSOLDomR GR FDPSRGHYLVmRHPODUJXUDH altura, aumentando a segurança nas ultrapassagens, mudanças de faixa ou ao sair HHQWUDUHPYDJDVSDUDOHODV ´2VQRYRVHVSHOKRVMiHVWDYDP VHQGR DGRWDGRV HP alguns modelos da Volkswagen do Brasil ou naqueles que passaram por mudanças H[WHUQDV DR ORQJR GH  21RYR)R[SRUH[HPSORIRL lançado no segundo semestre GH  Mi FRP UHWURYLVRUHV DGHTXDGRVjQRYDOHJLVODomR O Polo Hatch e o Polo 6HGDQ WDPEpP JDQKDUDP QRYRV HVSHOKRV HP MXOKR GH  TXDQGR SDVVDram por atualizaçþes no GHVLJQ H QR FRQWH~GRÂľ DĂ&#x20AC;UPD $QW{QLR &DUQLHOOL JHUHQWHH[HFXWLYR GH (Qgenharia da Volkswagen.

Com um litro de gasolina o Aqua percorre 34,5 quilĂ´metros, segunGRWHVWHVSUHYLVmRpYHQGHUPLOXQLGDGHVSRUPrVQR-DSmR

EXPERIĂ&#x160;NCIA

7R\RWDDSUHVHQWDQRYR hĂ­brido pequeno: Aqua Depois de fazer sucesso no mundo com o Prius, a Toyota anunciou no JapĂŁo o lançamento do seu hĂ­brido pequeno Aqua, que, segundo a empresa, serĂĄ lĂ­der mundial em HĂ&#x20AC;FLrQFLD GH FRPEXVWtYHO se comparado com os carros a gasolina produzidos em escala comercial. 2 FDUUR YHP GH  DQRV GH H[SHULrQFLD GD 7R\RWD HP GHVHQYROYLmento de carros hĂ­bridos. Com um litro de gasolina o Toyota Aqua percorre 34,5 quilĂ´metros, segundo testes da empresa. $ SUHYLVmR p TXH VHUmR YHQGLGDV  PLO XQLGDGHV SRU PrV QR -DSmR 2 $TXD YHP HTXLSDGR com painel de instrumentos com funçþes que monitoram a condução consciente GRYHtFXORFRPRRXVRHĂ&#x20AC;FD] do acelerador. De acordo com o desempenho ecolĂłgi-

VW

PLOK}HVGHYHtFXORV comercializados no Mundo

(P  R *UXSR Volkswagen atingiu, pela SULPHLUD YH] D PDUFD GH  PLOK}HV GH YHtFXORV YHQGLGRV XOWUDSDVVDQdo a Toyota e encostando QD OtGHU PXQGLDO *HQHUDO Motors. O resultado da VW representa um auPHQWR GH  QDV YHQdas, segundo relatĂłrio. A meta da montadoUD p DWLQJLU R Q~PHUR GH  PLOK}HV GH YHtFXORV YHQGLGRV DQXDOPHQWH DWp  H WUDQVIRUPDU-se na maior do mundo. $SHVDU GH D *0 DLQGD QmR WHU GLYXOJDGR VHXV Q~PHURV HVSHFLDOLVWDV HVWLPDPXPYDORUDSUR[LPDGR GH  PLOK}HV GH YHtFXORV YHQGLGRV HP  $ DOWD H[SHFWDWLYD GH YHQGDV JOREDLV GD 7R\Rta â&#x20AC;&#x201C; incluindo Lexus,

ELĂ&#x2030;TRICOS

ALTA

CRESCEU

$36$3HXJHRW&LWURsQ (Foto), anunciou que, um ano após iniciar a comercialização de veículos elÊtricos urbanos de nova geração, a marca atingiu a liderança do mercado europeu de veículos elÊtricos, com uma participação de mercado de cerca de 30%. No primeiro ano completo da linha elÊtrica, o grupo PSA vendeu cerca de 4.000 veículos elÊtricos e registrou encomendas de mais de 6.000 unidades.

A manutenção do carro (Foto), subiu acima GDLQĂ&#x20AC;DomRHP 2011, segundo a ,QĂ&#x20AC;DomRGR&DUUR divulgada pela AutoInforme. O Ă­ndice teve alta de 7,86%, DFLPDGDLQĂ&#x20AC;DomR medida pela Fipe, de 6,55%, e do ,3&$TXHÂżFRX em 6,5%. Os vilĂľes foram os preços do etanol e dos estacionamentos.

O setor de motos (Foto), conseguiu, no ano passado, chegar ao mesmo patamar de antes da crise de 2009. Foram emplacadas 1.940.297 motos em 2011, o que då um aumento de 7,6% em relação ao ano anterior. A produção cresceu 16,8% em relação a 2010, segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motos. Fåbricas venderam aos distribuidores, 2.044.422.

PSA Peugeot CitroÍn na liderança

0DQXWHQomRGRFDUURDFLPDGDLQĂ DomR

co do motorista, ele acumula pontos, numa escala de 0 DTXHGHPRQVWUDWRGRR dinheiro economizado comSDUDGRFRPRXWURVQtYHLVGH HĂ&#x20AC;FLrQFLD GH FRPEXVWtYHO A Toyota, ao longo dos anos, nĂŁo tem economizado esforços para buscar sempre o melhor em tecnologia no setor de KtEULGRV 6XD H[SHULrQcia e aplicação constante em pesquisa gera resultados impressionantes. O momento estimula todas as marcas a se preocuparem cada YH] PDLV FRP R IXWXUR $ HILFLrQFLD HP FRPEXVWtYHO p IXQGDPHQWDO eXPDWHQGrQFLDGHPHUcado e pelo jeito a fabricante japonesa jĂĄ saiu na frente de muitos outros. O mercado sĂł ganha com tamanha deGLFDomR GRV WpFQLcos e suas fĂĄbricas.

Daihatsu e Hino â&#x20AC;&#x201C; nĂŁo se concretizou e a marca fechou o ano com a marca GH  PLOK}HV UHSUHVHQWDQGR XPD TXHGD GH  Com o mau resultaGR GD ULYDO 0DUWLQ :LQWHUNRUQ &(2 GD 9: FUr TXH D UHFHVVmR GH  QmR DIHWDUi DV YHQGDV da marca. â&#x20AC;&#x153;Continuamos FUHVFHQGR QD $PpULFD GR Norte e na Chinaâ&#x20AC;?, inIRUPRX R H[HFXWLYR HP HQWUHYLVWD j 5HXWHUV 2*UXSR9:²LQFOXLQdo Audi e Skoda - obteYH XP FUHVFLPHQWR GH YHQGDV GH  QR ~OWLPR DQR FRP  PLOK}HV GH XQLGDGHV YHQGLGDV Tal resultado foi impulsionado por bons resultados obtidos na China, nos Estados UniGRV 5~VVLD H Ă&#x152;QGLD

Setor de motos volta a produzir como antes


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MACEIĂ&#x201C; - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

CIDADES VEĂ?CULOS 19

MunicĂ­pio quer reduzir total de cesĂĄreas Ă?ndice chega a 64% do total de partos realizados na rede municipal de saude, mas muitos sao desnecessĂĄrios ANDREZZA TAVARES REPĂ&#x201C;RTER

A

Secretaria Municipal de SaĂşde de MaceiĂł estĂĄ preocupada com o aumento do nĂşmero de partos cesarianos realizados na capital. Do total, apenas 36% foram de partos naturais contra 64% de cesĂĄreas. â&#x20AC;&#x153;A situação estĂĄ se invertendoâ&#x20AC;?, declara a ginecologista Lusitânia Barros, coordenadora do Programa de Atenção Integral Ă  SaĂşde da Mulher, da SMS. De acordo com ela, a Organização Mundial de SaĂşde (OMS) prevĂŞ apenas 30% de partos cesarianos e MaceiĂł jĂĄ ultrapassou o dobro de cirurgias. â&#x20AC;&#x153;Cesariana ĂŠ uma cirurgia de emergĂŞncia e nĂŁo uma coisa de praxeâ&#x20AC;?, alerta a ginecolo-

gista. â&#x20AC;&#x153;O parto normal traz mais benefĂ­cios tanto para as mĂŁes quanto para os bĂŞbes, sendo menos agressivo para ambosâ&#x20AC;?, informa. Ă&#x2030; tambĂŠm de conhecimento de todos que a recuperação de um parto natural (normal) ĂŠ mais rĂĄpida que a recuperação de uma cesariana. Uma das açþes da Secretaria Municipal de SaĂşde de MaceiĂł para tentar reduzir o nĂşmero de partos cesarianos realizados na capital ĂŠ a regulamentação de leitos. â&#x20AC;&#x153;A partir do momento que a paciente procura uma unidade de saĂşde para fazer o prĂŠ-natal, ela saberĂĄ em qual maternidaGH WHUi VHX Ă&#x20AC;OKRÂľ H[SOLFD â&#x20AC;&#x153;Essa ação inibe o nĂşmero exagerado de cesarianas realizadas na rede

municipal de saĂşde pĂşblicaâ&#x20AC;?, acrescenta. Segundo a ginecologista, muitas pacientes jĂĄ na primeira consulta perguntam se o mĂŠdico faz a cirurgia, porque nĂŁo querem sentir dor. Ela lembra que algumas mulheres optam por fazer o ligamento das trompas junto com a cesariana. O mĂŠtodo ĂŠ utilizado como contraceptivo, onde a mulher, na maioria dos casos, nĂŁo engravida mais. â&#x20AC;&#x153;ApĂłs a cesariana, a mulher precisa de repouso. A cirurgia para ligamento das trompas deve ser feita seis meses apĂłs o parto. O SUS dispĂľe de vĂĄrios mĂŠtodos contraceptivos, nĂŁo tem necessidade de uma cirurgiaâ&#x20AC;?, explica Lusitânia Barros. ASSESSORIA

Partos cesarianos sĂŁo mais agressivos para mulher e para bebĂŞ e devem ser evitados se desnecessĂĄrios

EM CESARIANAS

SaĂşde investiga crescimento do nĂşmero de Ăłbitos maternais

Coordenadora do Programa de Saúde da Mulher diz que hipertensão e infecção estão entre as causas

O número de mortes de mulheres em partos cesarianos realizados em Maceió cresceu. Somente em 2011, quatro pacientes de cesarianas faleceram enquanto davam à luz. O número pode parecer pequeno, mas nos tempos de hoje, onde o prÊ-natal Ê acessível a todos, quatro óbitos maternais preocupam os órgãos de saúde da capital e do país. Segundo informaçþes da coordenadora do Programa de Atenção Integral à Saúde da Mulher, da Secretaria Municipal de Saúde de Maceió, Lusitânia Barros, o MinistÊrio

da SaĂşde quer investigar o porquĂŞ dessas mortes. â&#x20AC;&#x153;Gravidez nĂŁo ĂŠ doença, e por isso nĂŁo deveria evoluir para Ăłbito, apesar de aspirar cuidados. Toda gravidez tem risco, ou habitual ou elevado, e por isso necessita de acompanhamentoâ&#x20AC;?, declara a coordenadora. HipertensĂŁo, hemorragia, infecção e aborto inseguro (provocado), sĂŁo as principais causas das mortes femininas durante o parto. â&#x20AC;&#x153;Nesses casos, a falta de um acompanhamento mĂŠdico [prĂŠ-natal] e a nĂŁo REVHUYkQFLD FLHQWtĂ&#x20AC;FD QD atenção obstĂŠtrica e neo-

-natal contribuem para os casos de mortes durante os partosâ&#x20AC;?, explica Lusitânia. Muitas mulheres optam pela cesĂĄria, apesar de mĂŠdicos dizerem que o parto natural ĂŠ o melhor tanto para D PmH TXDQWR SDUD R Ă&#x20AC;OKR Mas nem sempre a opção Ă&#x20AC;FD D FDUJR GDV JHVWDQWHV Nos casos em que o parto normal pĂľe em rico mĂŁe H Ă&#x20AC;OKR HQWUH HOHV GHVSURporção do tamanho do bebĂŞ em relação Ă  pelve, infecçþes, posição desfavorĂĄvel do bebĂŞ e mĂĄ formação fetal, ou ainda o parto nĂŁo evoluir naturalmente, a cesariana ĂŠ a Ăşnica opção. (A.T.)


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0$&(,Ă?'20,1*2'(-$1(,52'( DIVERSĂ&#x192;O&ARTE

1

Kate Winslet vai estrelar novo ÂżOPHGH.HQQHWK%UDQDJK

Mariana Ximenes acerta para viver Joelma, do Calypso, no cinema

Kate Winslet, LQGLFDGDGXDVYH]HVDR*ORERGH2XURMiWHPXPQRYRSURMHWR (ODYDLWUDEDOKDUQRQRYR¿OPHGLULJLGRSRU.HQQHWK%UDQDJKD¿UPDRMRUQDO ³'DLO\0DLO´2¿OPHVHUiXPDDGDSWDomRGROLYUR³7KH*XHUQVH\/LWHUDU\DQG 3RWDWR3HHO3LH6RFLHW\´TXHVHSDVVDQD6HJXQGD*XHUUD$V¿OPDJHQVGH YHPFRPHoDUHPPDUoR(P:LQVOHWJDQKRXR2VFDUHPHOKRUDWUL]SRU ³2/HLWRU´¿OPHVREUHRPHVPRSHUtRGRKLVWyULFR+RMHHODFRQFRUUHDR*ORER GH2XURQDVFDWHJRULDVPHOKRUDWUL]HPGUDPDSDUDRFLQHPDSRU³&DUQDJH´H PHOKRUDWUL]HPPLQLVVpULHSDUDD79SRU³0LOGUHG3LHUFH´

2¿OPHVREUHDEDQGDEUHJDVHQVDomR&DO\SVRQYDLPHVPRDFRQWHFHUH DLQGDQDHVWHLUDGH³'RLV¿OKRVGHIUDQFLVFR´PHJDVXFHVVRTXHDUUDVWRX PXOWLGmRSDUDYaHDKLVWyULDGH=H]pGH&$PDUJRHOXFLDQRHHVWiVRE VXVSHLWDGHFRQWLQXDomR$DWUL]0DULDQD;LPHQHVHVWiDFHUWDQGRYLYHU DFDQWRUD-RHOPDQR¿OPHTXHFRQWDDKLVWyULDGRVLQWHJUDQWHVGDEDQGD &DO\SVR3DUDRSDSHOGR&KLPELQKDRSODQR$pRDWRU'DQLHOGH2OLYHLUD PDVHVWiGLItFLOFRQYHQFHURUDSD]TXHMiHVWiFKHLRGHFRQYLWHVSDUDR FLQHPDHP2SUREOHPDpVHDPRGDSHJDUQRFLQHPDEUDVLOHLUR

E O MELHOR FILME Ă&#x2030;... *UXSRGHDOXQRVGHXPDHVFRODQRLQWHULRUDODJRDQRSURGX] FXUWDPHWUDJHPHpÂżQDOLVWDHPIHVWLYDOQDFLRQDO $QRSDVVDGRJDQKRXRSUrPLRGHPHOKRUÂżOPH QRPHVPRIHVWLYDOGHQXQFLDQGRDSURVWLWXLomRLQIDQWLO JOĂ&#x192;O DIONISIO SOARES (',725'(' $

A

arte ĂŠ mesmo revolucionĂĄria em qualquer de suas manifestaçþes. HĂĄ uma provocação de mudanças toda vez que ela aparece. Foi assim com os alunos da Escola Conceição Lyra, em SĂŁo 0LJXHOGRV&DPSRV$QR passado eles conquistaUDPRSUrPLRGHPHOKRU ÂżOPHQDRSLQLmRGR-~UL TĂŠcnico no 1° Festival de Literatura em VĂ­deo, com XPFXUWDPHWUDJHPFKDmado â&#x20AC;&#x153;Meninas da Noiteâ&#x20AC;?, baseado tambĂŠm na obra de Gilberto Dimenstein retratando a dura vida de meninas escravas da SURVWLWXLomRQDVUHJL}HV do Norte e Nordeste do paĂ­s. Animaram-se, aprimoraram-se, aprenderam OLo}HVHDJRUDVmRQRYDPHQWHÂżQDOLVWDVQDVHJXQda edição do festival com RÂżOPHÂł2&LGDGmRGH Papelâ&#x20AC;?. O curta tem relatos fortes, que impressionam pela realidade com que retrata fatos vistos em vĂĄULDVUHJL}HVGRSDtVFRPR maus tratos aos idosos, mĂĄ distribuição de renda UHĂ&#x20AC;HWLQGRSULQFLSDOPHQWH na educação de crianças e jovens, catĂĄstrofes amELHQWDLVSHGRÂżOLDHQWUH RXWURV%DVHDGRQDREUD do jornalista Gilberto Dimenstein, o curta, com formato musical, emociona a todos que o assistem. â&#x20AC;&#x153;VĂĄrios foram os vĂ­deos postados, que passaram por uma primeira seleção FRPSRVWDSRUSURÂżVVLRnais da Abril Educação. 3DUDDJUDQGHÂżQDOIRUDP selecionados 10 curtas onde â&#x20AC;&#x153;O CidadĂŁo de PaSHO´pR~QLFRUHSUHVHQWDQWHGDUHJLmRGR1RUdesteâ&#x20AC;?, disse SalomĂŁo Dâ&#x20AC;&#x2122;Luna, professor de Artes da escola e que, junto com outros professores, movimenta os alunos da escola, que ĂŠ uma unidade educacional mantida pela Usina CaetĂŠ S/A para a realização das produçþes.

NOVA PROPOSTA Âł$QRSDVVDGRFKHJDPRVjJUDQGHÂżQDOGHVWH mesmo concurso na sua 1ÂŞ edição com o curta â&#x20AC;&#x153;Meninas da Noiteâ&#x20AC;?, baseado tambĂŠm na obra de Gilberto Dimenstein, retratando a dura vida de meninas escravas da prostituição nas UHJL}HVGR1RUWHH1RUGHVWHGRSDtV*DQKDPRV QDFDWHJRULDGH0HOKRU )LOPHSHOR-~UL7pFQLFRe XPJUDQGHRUJXOKRHXPD enorme responsabilidadeâ&#x20AC;?, ressaltou SalomĂŁo Dâ&#x20AC;&#x2122;Luna . Ele ainda disse que â&#x20AC;&#x153;a proposta de participação neste 2Âş festival foi um QRYRGHVDÂżR$GLUHWRUD %HWkQLD/HLWHQmRPHGLX HVIRUoRVHPPHUJXOKDUPRV mais uma vez nesta nova arte. Vamos fazer cinema! Depois de Meninas da Noite a responsabilidade auPHQWDSRLVH[LJHFDGDYH] mais de nĂłs, exportarmos produtos de boa qualidade, mostrando a riqueza cultuUDODODJRDQD´ Dâ&#x20AC;&#x2122;Luna, que tambĂŠm GLULJHRÂżOPHH[SOLFDTXH para participar do festival foi necessĂĄrio apresentar XPFXUWDPHWUDJHPGHDWp cinco minutos com base HPDOJXPOLYURGDVHGLWRras Ă tica e Scipione. Os PHOKRUHVIRUDPVHOHFLRQDdos e passaram por nova VHOHomRDWpFKHJDUDRV ÂżQDOLVWDVQDFLRQDLV â&#x20AC;&#x153;Diferentemente do ano passado, em que concorremos com um curta que abordava a prostituição LQIDQWLOQHVWHDQRÂż]HPRV XPWUDEDOKRPXVLFDOTXH trata das mazelas sociais FRPXQVHPWRGDVDVUHJL}HVGR%UDVLO2VDOXQRV envolvidos no projeto tĂŞm entre 11 e 15 anos e ajudaram desde a produção atĂŠ na prĂłpria composição do elencoâ&#x20AC;?, explica. $HVFROKDGRSURMHWR vencedor serĂĄ feita atravĂŠs GR-~UL7WpFQLFRHGHYRWR popular pela internet, atĂŠ o dia 20 deste mĂŞs. A premiação acontece em SĂŁo Paulo, em fevereiro. Para votar vĂĄ no site (www.literaturaemvideo.com.br) e assista o ÂżOPH


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DIVERSĂ&#x192;O&ARTE MACEIĂ&#x201C; - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

Nova temporada 2KXPRULVWD=p/H]LQID]QRYDWHPSRUDGDGRVKRZ$L6H(X7H3HJR$PDUDWRQDGHDSUHVHQWDo}HVFRPHoDQRSUy[LPRGLDjVKQD9LOD Niquim (Barra SĂŁo Miguel). JĂĄ no dia 20, ele faz o pĂşblico rir na Beer House, 22h, na praia de Cruz das Almas. O bairro do Tabuleiro do Martins recebe o humorista no dia 21, 21h, no GinĂĄsio do ColĂŠgio SĂŁo Luiz. E no dia seguinte, 22, 20h, ele estarĂĄ no palco do Teatro Gustavo Leite (Centro &XOWXUDOHGH([SRVLo}HVGH0DFHLy-DUDJXi ,QJUHVVRVQRVWDQG0DFHLy,QJUHVVRV DQWLJR9LYD$ODJRDV 0DLVLQIRUPDo}HV

Belas artes

Smurf AventuPela primeira vez em MaceiĂł o espetĂĄculo â&#x20AC;&#x153;Uma Smurf Aventuraâ&#x20AC;?, uma super produção infantil, espetĂĄculo para toda a famĂ­lia. Com Ăşnica apresentação, o espetĂĄculo ĂŠ atração no Teatro Gustavo Leite, prĂłximo dia 22, Ă s 17h. Os ingressos, com cadeiras numeradas, estĂŁo sendo vendidos na Loja Noblesse (em nfrente Ă  banca GH5HYLVWDQR0DFHLy6KRSSLQJ 9DORU5LQWHLUD e R$ 25,00 estudante ou criança atĂŠ 12 anos. Maiores Informaçþes: 3034-3600.

O Centro de Belas Artes de Alagoas oferece dezenas de vagas para diversos cursos como piano, violino, percussĂŁo SDQGHLURHDWDEDTXH VRSUR Ă&#x20AC;DXWDGRFH transversal, clarinete, sax, trompete, trombone), teclado, teoria musical, teatro, artes plĂĄsticas, histĂłria da arte, artesanato criativo, dança afro e ballet adiantado e intermediĂĄrio. Ballet iniciante e violĂŁo nĂŁo terĂŁo vagas, jĂĄ que serĂŁo atendidos os alunos matriculados no semestre passado. Para se matricular, os interessados devem comparecer Ă  secretaria do Cenarte (25 de janeiro a 3 de fevereiro), no horĂĄrio das 8h Ă s 17h, levando uma foto 3x4 e originais e cĂłpias de carteira de identidade, CPF e comprovante de residĂŞncia. No caso de menores de idade, que devem estar acompanhados de pai ou responsĂĄvel, ĂŠ necessĂĄrio apresentar tambĂŠm certidĂŁo de nascimento. Mais informaçþes: 3315-7875.

&XUVRGH)RWRJUD¿D O Senac estå com inscriçþes abertas SDUDR&XUVRGH)RWRJUD¿D2FXUVRWHUi como foco o mercado publicitårio. As tÊcQLFDVGDIRWRJUD¿DGHSXEOLFLGDGHHVXD aplicação nos diversos meios Ê o foco do &XUVRGH)RWRJUD¿DGH3XEOLFLGDGHTXH o Senac Alagoas vai oferecer em fevereiro. A primeira turma do curso terå aulas ministradas pelo professor e publicitårio Gustavo Boroni, durante o período de 13 a 23 de fevereiro, com aulas das 18h às 22h, na Unidade Poço, na Rua Pedro Paulino, 77. Fotos com modelos, paisaJHPREMHWRVFkPHUDVOX]PRGL¿FDGRres da luz, estúdio e a manipulação de imagens são alguns dos temas que serão vistos pelos alunos durante o curso. As matrículas estão abertas. Mais informaçþes pelo telefone 0800-082-2005.

Zezilda

2Ă&#x20AC;FLQDV*UDWXLWDV A Associação Teatral Joana Gajuru realiza, entre os meVHVGHMDQHLURHPDUoRRÂżFLQDVJUDWXLWDVGHWHDWURGH rua em quatro cidades do interior de Alagoas. O projeto 2ÂżFLQmR*DMXUXGH7HDWURGH5XDVHUiUHDOL]DGRQR3Llar, Atalaia, ColĂ´nia Leopoldina e Passo do Camaragibe. O projeto foi agraciado com o programa BNB de Cultura Âą3DUFHULD%1'(6$RÂżFLQDGHWHDWURGHUXDWHUi KRUDVFRPXPDSHUIRUPDQFHQRÂżQDOGDVDWLYLGDGHV HHQWUHJDGHFHUWLÂżFDGRSDUDRVSDUWLFLSDQWHV0DLV informaçþes com Abides de Oliveira: 8888-3031/abidesoj@hotmail.com/ joanagajuru@gmail.com.

Exposição Estão em cartaz na Galeria Sesc Centro obras criadas pelos arte-educandos. Esse Ê um projeto idealizado pelo Sesc Alagoas atravÊs da Coordenação Cultural (CARC) e quem assina a curadoria da exposição Ê Alice Barros e Jamilla Pasan. Iniciado em 2003, o Projeto Ateliê Sesc Aberto à Comunidade foi desenvolvido com foco nos adolescente e jovens em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de proporcionar a eles novos KRUL]RQWHVDWUDYpVGDDUWH$H[SRVLomR¿FDUiDEHUWD para visitação pública vai atÊ 31 de janeiro de 2012. As visitaçþes ocorrem, neste mês de janeiro de terça a sexta-feira, de 12h às 18h, na galeria Sesc Centro. A entrada Ê gratuita.

Reggae O reggae vai invadir o histórico bairro de Jaraguå. A partir das 22h, no dia 25 de janeiro, acontece o show GHJUDYDomRGRSULPHLUR'9'GR'-5H\5RRWV$QRLWH ainda conta com a sonoridade dos DJs Thuppa, Nene Roots, Mousa Pedra, Djavan Roots e muito mais. No espaço Reggae Night (Praça Dois Leþes, em Jaraguå). 0DLVLQIRUPDo}HV

&DSLWDOLQLFLDO

A terceira edição do Show do Humor pode ser conferida hoje Ă s 20h, no Teatro do Sesi Pajuçara. No palco, Zezilda, uma senhora pobre e escrachada, que apresenta sua amiga Lurde, em um stand-up show onde a interatividade domina o teatro; o simpĂĄtico velhinho Senhor $OXYDLDKTXHFRQWDRVGHVDÂżRVGHVHULGRVRQXPPXQGRWmRIXWXULVWDHDVDYHQWXUDVHGHVventuras de Cremilda. Novos personagens serĂŁo apresentados ao pĂşblico, como a profesVRUD9HU{QLFDXPDHGXFDGRUDTXHHQIUHQWDRVGHVDÂżRVGHDQRVGHVDODGHDXODRFDFKRUUR 6HODGRHVHX-XFi3UHoR5 QDFRPSUDGRLQJUHVVRJUiWLVR'9'GRHVSHWiFXOR=H]LOGD em Ă&#x201D; Lurde MulĂŠ?!.

&RQ¿UPDGRSDUDRSUy[LPRGLDjVKQDFDVD9R[5RRP HVWDFLRQDPHQWRGH-DUDJXi  o show da banda Capital Inicial, que estå percorrendo o Brasil cantando antigos sucessos e músicas do novo trabalho, Das Kapital. Os ingressos custam R$ 40 (estudante), R$ 80 (front VWDJH H5 /RXQJH*DVROLQH 9HQGDVQDVORMDV*DVROLQH$XUHXV0DFHLy,QJUHVVRVH Folia Brasil. Mais informaçþes: 3034-3282.

Pauta aberta Sempre Elis

Para frevar

A pauta para as exposiçþes de 212 estå aberta na Pinacoteca Universitåria da Universidade federal de Alagoas (Ufal). As propostas deverão ser enviadas pelos Correios atÊ o dia 23 de janeiro (valendo o carimbo dos Correios), conforme edital divulgado no http://www.ufal.br/ pinacoteca/editais. html ouhttp://www. ufal.br/pinacoteca/ edital2012.pdf .

As prÊvias carnavalescas começam a animar Maceió para o Carnaval 2012. Jå no próximo dia 28, a partir das 10h da noite, tem o tradiFLRQDO%DLOH9HUGH e Branco, com a Orquestra Pernambucana de Frevo e Wellington Pinheiro & Samba. No Iate Clube Pajuçara (praia da Pajuçara). Mais informaçþes: 32318877 e 3231-3842.

Para homenagear uma das maiores intĂŠrpretes GDP~VLFDEUDVLOHLUD(OLV5HJLQDGLDGH janeiro de 2012, data de 30 anos de sua morte, serĂĄ realiza o show Saudades de Elis â&#x20AC;&#x201C; 30 anos, no Teatro Gustavo Leite. Dez artistas alagoanos UHYHUHQFLDPRWDOHQWRGDFDQWRUD/HXUHQ\:LOma AraĂşjo, Igbonan Rocha, Wilma Miranda, Dida /\UD&ULV%UDXQ)HUQDQGD*XLPDUmHV1DUD Cordeiro, Junior Almeida, Elaine Kundera e Irina Costa. A direção musical ĂŠ assinada por FĂŠlix Baigon, direção cĂŞnica de JosĂŠ MĂĄrcio Passos, e uma banda de primeira: Dinho Zampier (teclado), -LXOLDQR*RPHV WHFODGR 9DQ6LOYD EDL[R  7RQ\$XJXVWR JXLWDUUD H$OO\VRQ3D] EDWHULD  9HQGDGH,QJUHVVRVQR6WDQG6XH&KDPXVFDQR MaceiĂł Shopping. Preços R$ 40 e 20 (meia) â&#x20AC;&#x201C; PlatĂŠia/R$ 30 e 15 (meia) â&#x20AC;&#x201C; Mezanino.

FALE CONOSCO - A Agenda Ê um serviço gratuito de orientação ao leitor. Os interessados em divulgar eventos, shows e exposiçþes podem enviar material atravÊs do endereço: tiagenda@hotmail.com


TribunaIndependente

MACEIĂ&#x201C; - DOMINGO, 15 DE JANEIRO DE 2012

DIVERSĂ&#x192;O&ARTE

3

ESTEVAM AVELLAR/ TV GLOBO

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Boni quer desenvolver canal regional de notĂ­cias

TV TUDO No prĂłprio umbigo

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m todas as entrevistas, por ocasiĂŁo do ODQoDPHQWRGRVHXOLYURQRĂ&#x20AC;QDOGRDQR passado, Boni, JosĂŠ BonifĂĄcio de Oliveira Sobrinho, repetiu o desejo de voltar a trabalhar na TV aberta, mas cuidando de um canal de notĂ­cias e prestação de serviços regional. Fala sempre em SĂŁo Paulo e algumas tentativas jĂĄ foram feitas, inclusive junto Ă  TV Gazeta, mas nunca progrediram satisfatoriamente. Quem sabe um dia. Lado cantora Ă&#x2030; um plano antigo, que se ainda nĂŁo foi colocado no papel, pelo menos estĂĄ na cabeça 0D\DQD0RXUDMiFRQÂżUPDGDQR UHPDNHGHÂł*XHUUDGRVVH[RV´QD dele, sem dĂşvida a mais extraordinĂĄria e pri- *ORERODQoDVHXQRYR&'Âł%LSRODU´ vilegiada de todos que mexem ou jĂĄ mexeram HPIHYHUHLUR $DWUL]HFDQWRUDYROWDUijWHOHYLVmR com esse negĂłcio chamado televisĂŁo em todos HPXPWUDEDOKRGRDXWRU6LOYLRGH os tempos. Emissoras nĂŁo faltam para isso. $EUHXRPHVPRGHÂł3DVVLRQH´ÂąTXH IRLVXDQRYHODGHHVWUHLDQDHPLVVRUD Falta, isto sim, a uma delas resolver trocar, por exemplo, a sua programação de vendas Embalada pelo humor de anĂŠis ou terrenos por um projeto mais $VpULHÂł$V%UDVLOHLUDV´GLULJLGDSRU avançado e audacioso. E dar ao Boni, se entenderem como neces- 'DQLHO)LOKRVHUiH[LELGDSHOD*ORER GHGHIHYHUHLURDGHMXQKRQDV ViULRPDLVHVVHYRWRGHFRQĂ&#x20AC;DQoD QRLWHVGHTXLQWDIHLUD2SDFRWHp GHSURJUDPDVVHPSUHFRPXPD KLVWyULDHXPDSURWDJRQLVWDGLIHUHQWHV,QLFLDOPHQWHHQWUDUiDSyVR Âł%LJ%URWKHU%UDVLO´HGHSRLVFRPR HQFHUUDPHQWRGRÂł%%%´QDVHTXrQFLDGHÂł$*UDQGH)DPtOLD´RFXSDQGR DVHJXQGDOLQKDGHVKRZV2KXPRU VHUiDSULQFLSDOPDUFDGHVWDQRYD SURGXomR

Um exemplo (P³$9HQHQRVDGH6DPSD´GH³$V %UDVLOHLUDV´*LRYDQQD$QWRQHOOLYLYH DSURWDJRQLVWDGLYLGLQGRDFHQDFRP 9LYLDQH3DVPDQWHU5REHUWR0D\D )OiYLR*DOYmR&OiXGLR7RUUHV*RQ]DJDH)HUQDQGR(LUDV 1DKLVWyULD*LRYDQQDLQWHUSUHWDXPD VRFLDOLWHTXHWHQWDLPSHGLUDWRGR FXVWRTXHVXDPDLRUULYDODSDUHoD HPXPDIHVWDXVDQGRRPHVPRPRGHORGHYHVWLGRTXHHOD

Desejo 0DUFR&DPDUJRSURGXWRUPXVLFDO HMXUDGRGRÂłĂ&#x2039;GRORV´JRVWDULDGH FRPDQGDUXPSURJUDPDVHPDQDO QD5HFRUGTXHUHYHODVVHQRYRV WDOHQWRV (PUHODomRDRDVVXQWRHOHMiWHP DVLPSDWLDGHDOJXQVH[HFXWLYRV GDHPLVVRUDPDVSRUHQTXDQWRp VyLVVR1DGDGHRÂżFLDO

HORĂ&#x201C;SCOPO

PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

www.coquetel.com.br Profissional que presta assistĂŞncia jurĂ­dica gratuita

Š Revistas COQUETEL 2011 Apresentadoras que iniciaram carreira comandando programas infantis (TV)

Alvo da Imposto Que estĂĄ na validade busca no Carbono de Renda Tecido EspĂŠcie; autoexame (sĂ­mbolo) (sigla) brilhoso da mama classe

Carta papal Ronald (?), expresidente dos EUA PĂĄssaro brasileiro Tomar (?): ser baleado

Ă&#x201C;vni (ing.) (?) Lobo, compositor

Que faz propaganda O astro rei Futura ligação entre Rio e São Paulo

GetĂşlio, em FGV Colorir (o cabelo)

Sinal da vogal nasal Proteção da pele

Interjeição de dúvida Engraçado RogÊrio (?), goleiro Aumentada

Junto de Deixar escorrer

Traje de (?): black-tie A ciência de Freud, Jung e Lacan (?) Piazzolla, compositor de tango Secreção viscosa expelida pelo nariz

Equivale a 100 m2 Arte, em latim

A

R

E

MĂŁe do Super-Homem (?) Sader, sociĂłlogo

Corrida, em inglĂŞs

Velejador brasileiro da classe Star (?) Farrow, atriz de "A Profecia" Minuto (sĂ­mbolo)

3/ars â&#x20AC;&#x201D; tiĂŠ. 4/ceni â&#x20AC;&#x201D; emir â&#x20AC;&#x201D; lara â&#x20AC;&#x201D; race. 5/astor. 8/trem-bala.

113

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"(?) do Caribe", sĂŠrie de filmes Mediadora

Bate-rebate

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Em â&#x20AC;&#x153;Fina Estampaâ&#x20AC;?, as personagens Beatriz Lobo e Danielle Fraser vivem se pegando. JĂĄ as suas intĂŠrpretes, Monique Alfradique e Renata Sorrah nĂŁo escondem de ninguĂŠm que se tornaram grandes amigas. A dupla, que posa simpĂĄtica nos intervalos de gravação, poderĂĄ futuramente emplacar uma parceria fora da TV

-XVWLÂżFDQGR 6REUHDDXVrQFLDGD79 %DQGHLUDQWHVQRVLVWHPD DEHUWRQR3LDXtDFDEHoDGH UHGHHP6mR3DXORFRQVXOWDGDLQIRUPDTXHQRÂżPGH HLQtFLRGHFDQFHORXD DÂżOLDomRGD790HLR1RUWHTXH UHWUDQVPLWLDVXDSURJUDPDomR HP7HUHVLQDHGHPDLVFLGDGHV do estado. De acordo com a %DQGDHQWmRSDUFHLUDQmRUHVSHLWDYDRVWHUPRVFHOHEUDGRV HQWUHDVSDUWHVUHWUDQVPLWLDR VLQDODSHQDVTXDQGROKHLQWHUHVVDYD)RLPHOKRUSDUDU

-XVWL¿FDQGR Desde o começo de 2011, a iUHDWpFQLFDGD%DQGHLUDQWHV HIHWXDHVWXGRVSDUDYLDELOL]DU XPDQRYDUHWUDQVPLVVRUDSDUD RHVWDGRGR3LDXtSRUpPQmR KRXYHQHQKXPDYDQoRDWpR PRPHQWR $GLUHomRGDHPLVVRUDQmR MRJRXDWROKDPDVDGPLWHTXH DTXHVWmRpPXLWRFRPSOLFDGD 1mRH[LVWHDPHQRUSUHYLVmR SDUDDUHWRPDGDGRVLQDO

Começar de novo &RPGLUHomRJHUDOGH0iUFLR7ULJR DVJUDYDo}HVGRSURJUDPD³2V&DUDV GH3DX´VHUmRUHWRPDGDVORJRGHSRLV GR&DUQDYDOPRYLPHQWDQGR0DUFLXV 0HOKHPH/HDQGUR+DVVXP $OH[DQGUD5LFKWHUQmRSDUWLFLSDGD GDWHPSRUDGDXPDYH]TXHIRL FKDPDGDSDUDDQRYHOD³0DULDVGR /DU´DSUy[LPDGDVVHWHQD*ORER

Próxima parada $YHVVRjLGHLDGHWUDEDOKDUFRP PXLWRVSHUVRQDJHQVRDXWRU6LOYLR GH$EUHXMiGHFLGLXTXHRUHPDNHGH ³*XHUUDGRV6H[RV´WHUiQRPi[LPR DWRUHV(QFHUUDGDDPLFURVVpULH ³'HUF\GH9HUGDGH´-RUJH)HUQDQGR DJRUDHVWiOLEHUDGRSDUDVHGHGLFDUD HVWHQRYRWUDEDOKRFRPRGLUHWRUJHUDO HPPDLVXPDSDUFHULDFRPR6LOYLR 2HOHQFRGHYHVHULQWHLUDPHQWH IHFKDGRDWpR¿PGHVWHPrV -iFRQ¿UPDGRV7RQ\5DPRV,UHQH 5DYDFKH*OyULD3LUHV(GVRQ&HOXODUL &OiXGLD5DLD5H\QDOGR*LDQHFFKLQL 0DULDQD;LPHQHV7LDJR5RGULJXHV *XLOKHUPLQD*XLQOH'ULFD0RUDHV 'DQLHO%RDYHQWXUD0D\DQD0RXUDH 0DULOX%XHQR

'LFD(YLWHFRQIXQGLUDPL]DGHFRP SDL[mRFXLGDGR LIBRA Âą D Âą$VXD PLVVmRVHUiPHGLDUFRQĂ&#x20AC;LWRV(YLWH WRPDUSDUWLGRPHVPRVDEHQGR TXHPWHPUD]mR$VDWLWXGHV SUiWLFDVYmRIDODUPDLVDOWRGRTXH SDODYUDVDRYHQWR 'LFD2UJDQL]HPHOKRURVHXWHPSR SDUDGDUFRQWDGHVXDVUHVSRQVDELOLGDGHVHGHSDUWLFLSDUGDVDWLYLGDGHV IDPLOLDUHV ESCORPIĂ&#x192;O â&#x20AC;&#x201C; (23/10 a 21/11) â&#x20AC;&#x201C; No WUDEDOKRH[FHOHQWHPRPHQWRSDUD GLYXOJDUVXDVTXDOLGDGHVHVHXV WDOHQWRVDRVFKHIHVHVXSHULRUHV 7XGRLQGLFDTXHRWHPSRSDVVDGR DRODGRGHIDPLOLDUHVHSHVVRDOGH VXDHVWLPDVHUmRDJUDGiYHLVFXUWD RPRPHQWR 'LFD3HTXHQRVJHVWRVGHFDULQKR SRGHPGDUXPQRYRWHPSHURDR URPDQFH SAGITĂ RIO â&#x20AC;&#x201C; (22/11 a 21/12) â&#x20AC;&#x201C; O SHUtRGRpIDYRUiYHOSDUDID]HUQRYRV FRQWDWRVSURÂżVVLRQDLV0RVWUHR UHVXOWDGRGHVHXWUDEDOKRHJDQKDUi SRQWRVFRPSHVVRDVLQĂ&#x20AC;XHQWHV 3DUWLFLSHPDLVGDYLGDHPFDVDQmR pKRUDGHIXJLUGRVDFRQWHFLPHQWRV 'LFD'HPRQVWUHVHXDIHWRSDUDRV IDPLOLDUHV CAPRICĂ&#x201C;RNIO â&#x20AC;&#x201C; (22/12 a 19/1) â&#x20AC;&#x201C; Ă?WLPRPRPHQWRSURÂżVVLRQDO3RGH DVVXPLUQRYDVUHVSRQVDELOLGDGHVH DWpXPDQRYDSRVLomRQRHPSUHJR (PFDVDVHSUHWHQGHPXGDUDOJXP FRPSRUWDPHQWRUHFRUUHQWHFRPHFH GDQGRRH[HPSOR 1RFDPSRDIHWLYRDSUR[LPHVHPDLV GDTXHODSHVVRDHVSHFLDO 'LFD5HVHUYHXPWHPSRSDUDUHOD[DUHUHFDUUHJDUVXDVHQHUJLDV AQUĂ RIO â&#x20AC;&#x201C; (20/1 a 18/2) â&#x20AC;&#x201C; No FDPSRSURÂżVVLRQDOpWHPSRGH UHĂ&#x20AC;HWLUVREUHVHXVSUy[LPRVSDVVRV HVDEHURTXHUHDOPHQWHGHYHVHU YDORUL]DGR5HXQL}HVSDVVHLRVRX IHVWDVHPIDPtOLDFRQWDPFRPERDV HQHUJLDV 'LFD(VFODUHoDPDOHQWHQGLGRV PEIXESÂą D 'LVFXVV}HVSRGHPGXUDUPDLVGRTXHR QHFHVViULRHJHUDUDERUUHFLPHQWRV QHVWHSHUtRGR3RULVVRWHQKDFDOPD6HHVWiFRPG~YLGDVDSURYHLWH HVWHGLDSDUDHVFODUHFrODV 'LFD([FHVVRGHSHUVRQDOLGDGHH LQGLYLGXDOLGDGHQDVDWLWXGHVGHKRMH SRGHPFULDUDQWLSDWLDV

¡ O â&#x20AC;&#x153;Domingo Legalâ&#x20AC;?, com Celso Portiolli, volta hoje a ser apresentado ao vivo, pelo SBT. Ă&#x201A;/tYLD$QGUDGHHVWDUiQRSURJUDPD SDUDIDODUGDHVWUHLDGHÂł&RUDo}HV )HULGRV´QDTXDOYLYHXPDSHUVRQDJHP ¡ Na verdade, a emissora demorou muito para colocar a novela no ar e seus atores foram tocar a vida em outros veĂ­culos. Assim, sĂł sobrou a LĂ­via. Ă&#x201A;2H[JROHLUR5RQDOGRTXHHVWDYD QD5HGH79pXPQRPHEDVWDQWH FRPHQWDGRQD%DQGHLUDQWHVHTXH WHPDVLPSDWLDGHWRGRV ¡ De qualquer forma, em se tratando de contratação, o tambĂŠm ex-goleiro Marcos aparece como prioridade na emissora. Ă&#x201A;9LpWLD=DQJUDQGLTXHLQWHUSUHWRX DSHUVRQDJHP(OLVD)HUQDQGHVQR VHULDGRÂł'RQDVGH&DVD'HVHVSHUDGDV´GD5HGH79WDPEpPGi H[SHGLHQWHQRWHDWURPDVSRUWUiV GRVSDOFRV ¡ Ao lado de Alessandro Marson, ela assina a direção da comĂŠdia â&#x20AC;&#x153;Malvadas â&#x20AC;&#x201C; Tudo sobre Sharon, Sheila e Shirleyâ&#x20AC;?, que estreia dia 17, no Teatro Clara Nunes, no Rio. Ă&#x201A;3DWUtFLD0DOGRQDGRHVWiGHÂżQLQGR RVGHWDOKHVGRVHXÂłUHDOLW\´QR Âł0XLWR0DLV´GD$GULDQH*DOLVWHX QD%DQGHLUDQWHV ¡ Um dos quadros ĂŠ voltado para acompanhar gravidez de celebridades. Ă&#x201A;2DWRU(ULFK3HOLW]GHÂł0DOKDomR´ IRLFRQWUDWDGRSHORFDQDO)R[ 6SRUWV

&¡HVWĂ&#x20AC;QL $WRUHGLUHWRU-RVp:LONHUHVWi HQYROYLGRHPYiULRVWUDEDOKRVDR PHVPRWHPSR $LQGDHVWHPrVHOHHVWDUiHP 6mR3DXORSDUDDFRPSDQKDUD HVWUHLDGRHVSHWiFXORÂł3DOiFLRGR )LP´GLDQR7HDWUR$QFKLHWD GR6(6&&RQVRODomR (OHFRPDQGDRVDWRUHV9HUD +ROW]&DPLOD0RUJDGRH$QWRQLR 3HWULQ (PDLV:LONHUWHUPLQDDLQGD HVWHDQRROLYURÂł(VWHQmRpXP OLYURVREUHFLQHPD´UHFKHDGR GHKLVWyULDVVREUHVXDSDL[mR SHORYHtFXORHRÂżOPHÂł*LRYDQL ,PSURWD´VHXSULPHLURORQJD PHWUDJHPFRPRGLUHWRU'HWDOKH RURWHLURRULJLQDOpGHVXDÂżOKD 0DULDQD9LHOPRQG (SRUKRMHFKHJD$PDQKmWHP PDLV7FKDX

NOVO FILME

Divulgadas imagens de Johnny Depp e Michelle Pfeiffer em Dark Shadows

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adaptação para o cinema do seriado sessentista sobrenatural â&#x20AC;&#x153;Dark Shadowsâ&#x20AC;?, dirigida por Tim Burton, ganhou uma nova foto. O protagonista Johnny Depp (Barnabas Collins), que vive o personagem principal em sua fase adulta, e Michelle Pfeiffer (Elizabeth Collins Stoddard) aparecem juntos. O longa estĂĄ sendo rodado na Inglaterra e ĂŠ ambientado em 1972. Thomas McDonell foi o escolhido para viver Barnabas em sua juventude. A Warner Bros. ĂŠ responsĂĄvel pelo projeto. No roteiro, ambientado em 1972, a estranha famĂ­lia Collins tem sua

rotina alterada quando Barnabas desperta de seu caixĂŁo na cripta familiar. Os Collins nem suspeitam que Barnabas ĂŠ um dos seus antepassados mais distantes, um vampiro que jĂĄ tem 175 anos e que acordou sedento por sangue e louco para reencontrar o seu antigo amor, Josette. 1RHOHQFRGRĂ&#x20AC;OPHWDPbĂŠm estĂŁo Jonny Lee Miller (Roger Collins), Jackie Earle Haley, Bella Heathcote, Eva Green, Helena Bonham Carter, Chloe Moretz e Gulliver McGrath. â&#x20AC;&#x153;Dark Shadowsâ&#x20AC;? foi exibido pelo canal ABC nos Estados Unidos entre 1966 e 1971. A adaptação chegarĂĄ aos cinemas em 11 de maio.


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DIVERSÃO&ARTE 0$&(,Ï'20,1*2'(-$1(,52'(

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(PSOHQRFDORUDODJRDQRQDÀDJUHL MRJDGRUHVGHKyTXHLQRJHORSHGLQGRFDURQD SUDSLVWDGR3iWLR0DFHLyCena inusitada HPSOHQD-DWL~FD1DPHVPDKRUDOLJXHLSUD *XVWDYR0DVFDUHQKDVGD3XEEOLFRDVVHVVRUGHLPSUHQVDGRVKRSSLQJHGHVFREUL TXHDSLVWDGHJHORLQVWDODGDQRPDOOSUR1DWDOFRQWLQXDIXQFLRQDQGRDWpRSUy[LPRGLD (TXHPGHUFDURQDJDQKDVXUSUHVD QDFKHJDGDDR3iWLR6KRZ $66(6625,$

Genial ³8PDDomRLQXVLWDGDDJLWDGLYHUVRVSRQWRVGDFLGDGH GHVGHD~OWLPDVHJXQGDIHLUDHHVWiDWUDLQGRDFXULRVLGDGHGHFHQWHQDVGHSHVVRDV-RJDGRUHVGHKyTXHL QRJHORVHFRQFHQWUDPHPDOJXPDVHVTXLQDVHFRP SODFDVHVFULWDVjPmRSHGHPFDURQDSDUDDSLVWDGH SDWLQDomRQRJHORTXHHVWiLQVWDODGDQRPDOOGR6KRSSLQJ3iWLR0DFHLyGHVGHR~OWLPRPrVGHGH]HPEUR HSHUPDQHFHDWpRGLDGHMDQHLUR$VUHDo}HVGDV SHVVRDVDIHWDGDVGLUHWDRXLQGLUHWDPHQWHSHODDomR GHPDUNHWLQJVmRDVPDLVGLYHUVDVSRVVtYHLV6RUULVRV HVSDQWRFXULRVLGDGHUHFHLR$OJXPDVGHODV³HQWUDP GHFDEHoD´QDEULQFDGHLUDFULDGDSHOD9*:HEHP SDUFHULDFRPD&KDPD3XEOLFLGDGHHDFDEDPUHDOL]DQGRRVRQKRGRVMRJDGRUHVOHYDQGRRVDWpRVHX GHVWLQR¿QDO4XDQGRFKHJDPjSUDoDFHQWUDOUHFHEHP XPDDJUDGiYHOVXUSUHVDµ$OJXQVWXULVWDVFXUWLUDPWDQWR DLGHLDTXHSDJDUDPXPDFRUULGDGHWi[LSDUDQRVVRV MRJDGRUHV¶FRPHQWRX+HUPDQQ)HUQDQGHVGLUHWRUGH FULDomRGD&KDPD3XEOLFLGDGH&DUOD3DWULRWDJHUHQWH GHPDUNHWLQJGR3iWLR0DFHLyDSRVWRXQRYDPHQWHQD HVWUDWpJLDGLIHUHQFLDGDSDUDDWUDLUFOLHQWHVSULQFLSDOPHQWHFULDQoDVHDGROHVFHQWHVQHVWDpSRFDGHIpULDV 1RDQRSDVVDGRDDomRTXHJHURXPXLWDUHSHUFXVVmR IRLRVtPERORGR%DWPDQYLVWRHPGLYHUVRVSRQWRVGD FLGDGHQDFDPSDQKDGH'LDGRV3DLV9LFWRU<YHVGD 9*:HEFRPSOHWDµ$LGHLDIRLFULDUFRQWH~GRGHPDUFD LQWHUDJLQGRGLUHWDPHQWHFRPRFRQVXPLGRUIRLLQFUtYHO REVHUYDUDUHDomRGDVSHVVRDV&RPELQDPRVXPD DomRItVLFDFRPDVPtGLDVGLJLWDLVHVVDpXPDJUDQGH WHQGrQFLD¶3UDYHUDR¿OPHWRGROXFLDQRW[XFRPYJ LQGLFD*XVWDYR0DVFDUHQKDVGD&KDPD3XEEOLFR

'RMHLWRTXHRVFRUUHWRUHVWrPWUDEDOKDGRSUDDWHQGHUWRGRVRV FOLHQWHVIloaWHPTXHVHDOLPHQWDUGLUHLWR$VXSHUIHLMRDGDTXH)HOLSH &DYDOFDQWHRIHUHFHXSHORYLVWRWDYDGHEDEDU$OpPGHODYiULRVSUrPLRVIRUDPVRUWHDGRV(KRMHOiQRHVWDQGHGD%DUUDGH6mR0LJXHO Bazar de VerãoUHXQLQGRJUDQGHVPDUFDV9DOHSUHVHQoD

Movimentando 1R~OWLPRGLD)HOLSH&DYDOFDQWHUHFHEHXSUR¿VVLRQDLVGD)RQWDQ,PyYHLV)HUQDQGR2LWLFLFDHWDPEpPGHFRUUHWRUHVDXW{QRPRVSUDVXSHUIHLMRDGDQRHVWDQGHGD%DUUDGH6mR0LJXHO$OpPGRVFRUUHWRUHVGR,/2$ 9LGDHP)DPtOLDFODUR&RUUHWRUHVPDUFDUDPSUHVHQoDHSXGHUDPFRQKHFHUDVQRYLGDGHVGRSURMHWRDVVLPFRPRYHUL¿FDUGHSHUWRRDYDQoRGDV REUDVTXHHVWmRDGLDQWDGDV$OpPGLVVRFLQFRVRUWXGRVIRUDPFRQWHPSODGRVFRPSUrPLRVHQWUHJXHVSRUPHLRGHVRUWHLRHQWUHRVSUHVHQWHV 'DVGDWDUGHjVGDQRLWHGHKRMHSURPRYHR%D]DUGH9HUmR,ORD WDUGHGHFRPSUDVFRPSUHoRVLQFUtYHLVHPSURGXWRVGDVPDUFDV)OX/RRN 6DOLQDV6DQWD+R3OiWDQRV0DULDK3DULVRWWRH3DUD¿QV9HODV

Claro que, com o sucesso de Marcelinha NormandeQR)LRVGH&DEHORWRGDVGDIDPtOLDFRUUHP SUDOi$TXLGHVXDVWLDVIsadora NormandeERWDQGRDFRUHRFRUWHHPGLD1HPYRXIDODU GRVyFXORVTXHHODWURX[HGD,WiOLD1HPGRVDGHUHoRV3D] $PRU&KLTXpUULPRV

+, Impossível ³$HTXLSHGHPL[RORJLVWDVGDYRGNDVXSHUSUHPLXPIUDQFHVD*UH\*RRVHFULRXFRTXHWpLVHVSHFLDLVSDUDD HGLomRGR*ORERGH2XURXPDGDVSULQFLSDLVSUHPLDo}HVGRFLQHPDPXQGLDOHTXHDFRQWHFHQRSUy[LPRGLDQR%HYHUO\+LOWRQ+RWHOHP/RV$QJHOHV2VGULQNVVHUmRVHUYLGRVQDIHVWDSURPRYLGDSHOD PDUFDQDVH[WDIHLUD  QR6RKR+RXVH:HVW+ROO\ZRRGHOHYDPLQJUHGLHQWHVFRPRJHQJLEUHHDWp ÀRFRVGHRXURQRFDVRGRGULQN*ROGHQ*RRVHDOpPGDYRGNDFRQVLGHUDGDSRUPXLWRVHVSHFLDOLVWDVDGH PHOKRUVDERUGRPXQGR*UH\*RRVHWHPIRUWHOLJDomRFRPRXQLYHUVRGRFLQHPDHHVWiSUHVHQWHHPIHVWDVHSUHPLqUHVGHLPSRUWDQWHVIHVWLYDLVFRPR2VFDU%$)7$7,))&DQQHV6XQGDQFHH*ORERGH2XUR$ IUDQFHVD*UH\*RRVHpFRQVLGHUDGDDYRGNDGHPHOKRUVDERUGRPXQGRHHVWiSUHVHQWHQDVIHVWDVUHVWDXUDQWHVHFDVDVPDLVH[FOXVLYDV2SURFHVVRGHSURGXomRpDWHQWDPHQWHDFRPSDQKDGRSHOR³0DLWUHGH &KDL´)UDQoRLV7KLEDXOW&LQFRHWDSDVFRQWtQXDVGHGHVWLODomRVmRUHVSRQViYHLVSRUID]HUGH*UH\*RRVH XPDYRGNDPDLVDYHOXGDGDGHDURPDFRPSOH[RHUH¿QDGRFRPYLVXDOWUDQVSDUHQWHHEULOKDQWH2SDODGDU H[FOXVLYRUHPHWHDRGHOLFDGRGRFHGHDPrQGRDVIUDQFHVDVVXQWXRVRHVXDYHDPDQWHLJDGRHHQFRUSDGR TXHGHUUHWHQDERFDHGHL[DXPDOHPEUDQoDGXUDGRXUD$OpPGDYHUVmRWUDGLFLRQDOVmRFRPHUFLDOL]DGDV QR%UDVLOD*UH\*RRVH/D3RLUHGHSrUDHD*UH\*RRVH/¶2UDQJHGHODUDQMD'HVGHD*UH\ *RRVHRUJDQL]DRPDLRUFDPSHRQDWRGHFRTXHWHODULDGR%UDVLORµ*UH\*RRVH9LYH/D5pYROXWLRQ¶´3HGUR 6FDELPGD0DUTXHWHULHGH6mR3DXORLQGLFDQGRWDPEpPRZZZJUH\JRRVHFRPRQGHVHSRGHHQFRQWUDU UHFHLWDVFRPSOHWDVGRVGULQNV

Sorte do Amor A última 6ª feira, 13, foi dia de sorte pra muita gente em Estrela de Alagoas, no Agreste do Estado. O Projeto Justiça Itinerante, do Tribunal de Justiça de $ODJRDVXQLXR¿FLDOPHQWHFDVDLV Alem de expedir 1ª e 2ª vias de registro GHQDVFLPHQWR'HPDQKmKRXYHD KDELOLWDomRGRVFDVDLVFRPHQWUHJD GRVGRFXPHQWRVQHFHVViULRV UHJLVWUR RULJLQDOGHQDVFLPHQWRFySLDGDLGHQWLGDGHH&3) $SDUWLUGDVRVFDVDLV UHXQLUDPVHSUDUHDOL]DomRGDFHULP{QLDFLYLOFHOHEUDGDSHODPDJLVWUDGD ,VDEHOOH&RXWLQKR'DQWDVGH%DUURV Todos os anos, a Justiça Itinerante leva tanto à Capital quando aos interiores DODJRDQRVPXWLU}HVFRPRREMHWLYRGH UHJXODUL]DUDVLWXDomRGDSRSXODomR PDLVFDUHQWHGR(VWDGR7D\DQD0RXUD assessorando TJ. Ana Cristina & Galbinha NovaesHQWUHRV FDVDLVDSDL[RQDGRVTXHPDUFDUDPSUHVHQoD QRž%DLOHGH(GpFLR/RSHV$SURYHLWDUDPH QDPRUDUDPPXLWR 6HDTXLQD3DMXoDUD Hildegard & GustavoMiYLYHPHVWH FOLPmRLPDJLQRTXHDOXDGHPHOGHYHVHUQR&DULEH1D PDODVyVXQJDVHELTXtQHVLJXDO]LQKRVIHLWRSDUGHMDUUR FRPRDTXLHPIUHQWHDR.DQRD2µ/DJRD$]XO¶SHUGH

6HFUHWiULDGH3URPRomRH7XULVPRGH0DFHLyTXHULGDCláudia PessoaFRPWXGRDFHUWDGRSUR %DLOH0XQLFLSDOTXHDFRQWHFHQR SUy[LPRGLDGHIHYHUHLURQD9R[ $TXLFRPVHXEHPDPDGRFilipe PessoaQRUHFHQWH%DLOHGH&DUQDYDO9HUGH $PDUHORWDPEpP Oi&RQYLWHVGLVSXWDGtVVLPRV

Além do Apito ³6HJXQGRRFROXQLVWD/HR'LDV GRMRUQDO³2'LD´WHULDFDtGRQD UHGHXPVXSRVWRYtGHRGH PLQXWRVFRPLPDJHQVtQWLPDV GRMXL]GHIXWHERO'LHJR3RPER 'HDFRUGRFRPDSXEOLFDomR RFRPHoRGD¿OPDJHPPRVWUD 'LHJRFRPXPMDOHFREUDQFR – além de juiz, ele também é ¿VLRWHUDSHXWDFRPVHXQRPH bordado no bolso. Ainda segundo GHVFULomRGRFROXQLVWDQDIUHQWH GHXPDZHEFDPREDLDQRYDLVH despindo devagar: primeiro tira o MDOHFRGHSRLVDFDPLVDYHUGHD FDOoDMHDQVHSRU¿PDEDL[DD FXHFD2DVVHVVRUGHLPSUHQVD GRiUELWURGLVVHGHVFRQKHFHUDV LPDJHQV2LUPmRGRiUELWURR DWOHWD7KLDJR3RPERWDPEpP WHULDVLGRÀDJUDGRHPXPYtGHR gravado através de uma webFDP´0RUHQRGHDQRV PGHDOWXUDNJHGRQRGHXP EHORSDUGHROKRVYHUGHV3RPER FRPHoRXDFDUUHLUDHP DRVDQRV3RUFDXVDGHVHXV DWULEXWRVItVLFRVIRLHOHLWRR*DOm GR&DPSHRQDWR%DLDQRGH 0DVQmRpVRPHQWHQRFDPSR TXHHOHSRGHVHUDSUHFLDGRGH SHUWRQmR$OpPGHiUELWURHOH WDPEpPWUDEDOKDFRPR¿VLRWHUDSHXWDQXPDFOtQLFDHP6DOYDGRU 4XHPTXLVHUYHUIRWRVGRJDOm VRWHURSROLWDQRQRKWWSZZZIXWHEROEDKLDQRFRP'RMHLWRTXHD galera vem expondo intimidades QD1HWYLGDSULYDGDGHVFHQGR SHODGHVFDUJD1RWtFLDHQFDPLQKDGDSRU0DQRHO0HQH]HVTXH YLYHDTXLFRPDFDEHoDOi


Edição número 1345 15 de janeiro de 2012  

Edição Digital Jornal Tribuna Independente TribunaHoje.com

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