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TRIBUNA DO VALE - EDIÇÃO Nº 2318

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Terça-feira 330 180

29 DE JANEIRO DE 2013

DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI

ANO XVII - N0 2318 - R$ 1,00

www.tribunadovale.com.br

JACAREZINHO

Após rebelião, Estado vai avaliar construção de presídio Antônio de Picolli

Moradores de Jacarezinho passaram um domingo tenso, com uma rebelião na superlotada carceragem da 12ª Subdivisão Policial. Os presos fizeram três reféns. Cinco detentos conseguiram fugir armados. Na sequência, um ônibus foi incendiado com o motorista dentro, que teve 80% de seu corpo queimado. De acordo com a Polícia Civil, o ataque ao ônibus, por volta das 23h30, foi uma tentativa de dificultar a recaptura dos foragidos da rebelião, que se iniciou às 17 horas e durou cerca de 4 horas. Na manhã de ontem, o deputado estadual Pedro Lupion (DEM) se reuniu com a secretária de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes, para expor o problema. A secretária, que iniciou a carreira como Promotora substituta em Jacarezinho, em 1987, anunciou que vai enviar, ainda esta semana, uma equipe da Seju para avaliar terrenos disponíveis para a construção de uma unidade prisional e uma delegacia na cidade.  PÁG. A6

Rebelião durou 4 horas; carceragem onde cabiam 46 detentos, contava com 116

VIOLÊNCIA

S.A.PLATINA

Funileiro é morto a facadas na noite de domingo

O assassino do funileiro Adevilson Sigo, 45 anos, conhecido por “Magrão”, continua desconhecido. Ele foi encontrado morto na noite de domingo (27) com duas facadas na cabeça em um terreno baldio na Rua Dário Fonseca Martins, no Jardim Murakami, em San-

to Antônio da Platina. De acordo com os policiais militares, um dos golpes perfurou o olho esquerdo e o outro abriu um corte na lateral da cabeça. A Polícia Civil instaurou inquérito na 38ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) para investigar o caso.  PÁG. A6

Motociclista morre em acidente na PR-092

Antônio de Picolli

EDUCAÇÃO

Governo destina R$ 52 mi para mais de 2 mil escolas

Antônio de Picolli

Praticamente todas as escolas estaduais do Paraná receberão investimentos do governo

A tarde de domingo também foi trágica em Santo Antônio da Platina. O motociclista Josimar de Oliveira, 30, morreu ao colidir de frente com um VW Gol, na PR-092, entre Santo Antônio e Barra do Jacaré. O corpo de Oliveira foi levado para o IML de Londrina. As causas do acidente ainda não foram identificadas.  PÁG. A6

PERÍCIA

IML volta atender em Jacarezinho

Ao todo, 98% das escolas da rede estadual de Educação receberão recursos do governo do Estado para melhorias e modernizações. O governador Beto Richa anunciou um pacote de R$ 52 milhões que serão aplicados em 2.100 escolas. Os recursos serão destinados em reformas, ampliações, aquisição de equipamentos como 32 mil tablets para professores do ensino médio, 122 mil conjuntos de carteiras escolares, mesas para salas de aula e laboratórios, mobiliário para bibliotecas e aparelhos para as cozinhas, além de equipamentos de proteção para mais de 5.400 merendeiras da rede estadual de ensino.  PÁG. A8

IML de Jacarezinho ficou uma semana sem médico legista

PROFESSORES

Por uma semana seguida, as vítimas de mortes violentas na região tiveram os seus corpos encaminhados para exames no Instituto Médico Legal de Londrina. Agora, a unidade

Secretário confirma pagamento de 13º hoje  PÁG. A3

INTERMUNICIPAL

Consórcio deve gerar economia para prefeituras  PÁG. A3

de Jacarezinho já voltou a funcionar normalmente. O órgão ficou sem médico legista depois que os dois profissionais lotados na unidade entraram de licença médica.  PÁG. A5

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A-2 Opinião

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TRIBUNA DO VALE

E o povo, como dono de tudo, tem o direito de fiscalizar se os imóveis de eventos públicos à sua volta têm alvará, passaram por vistoria e funcionam adequadamente. Afinal, é a vida de todos nós e de nossas famílias e amigos que está em jogo.” Editorial

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Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A criança ao nascer já traz as memórias geneticamente determinadas, adquiridas durante a evolução. Essas memórias são na maioria inconscientes e fazem parte do seu grande arcabouço genético e animal voltado para a manutenção da vida e da espécie.”

A RTIGO

E DITORIAL

Dr. Paulo Mendonça *

Tragédia nacional

A tragédia de Santa Maria (RS) é assunto mundial. Ninguém consegue ficar alheio ou sem indignar-se com o acontecido. Erros, omissões e verdadeiros crimes custaram a vida de duas centenas e meia de jovens e compromete a saúde de outras centenas – hospitalizados ou não – que tiveram contato com o gás letal. Para estes e suas famílias, espera-se que as autoridades e corresponsáveis cumpram integralmente suas obrigações, oferecendo assistência, apurando e cobrando cível e criminalmente todos os desvios, de todos os implicados, levando cada um a pagar sua justa parcela de culpa, dolo ou prevaricação. A perícia da boate sinistrada tem de apurar se a instalação possuía os equipamentos exigidos, pessoal devidamente treinado para receber público tão numeroso, o alvará e as vistorias dos órgãos técnicos responsáveis. Para ser mais eficiente, a investigação tem que começar, com profundidade, no alvará anterior, pois a casa funcionava há três anos e, ninguém na ocasião de sua concessão seria louco de autorizá-la a iniciar atividades sem ter portas de emergência, rotas de escape, sinalizações e uma série de outros requisitos previstos em lei. Se aquele documento existir e não contiver as exigências previstas na legislação, penalize-se com rigor a pessoa física da autoridade ou servidor que o assinou. Se não houver alvará ou se este foi descumprido, prenda-se imediatamente os empresários e aqueles que, tendo o dever de oficio, não o fiscalizaram no tempo certo. Os acidentes – entre eles o incêndio – são possíveis em toda parte onde há atividade humana, mas, para preveni-los e minimizar seus efeitos, existem as normas de segurança. Descumpri-las, é crime hediondo. A segurança dos locais de diversões públicas ou de atividades religiosas, onde se reúnem centenas e até milhares de pessoas de HORÁRIO DE FECHAMENTO

22:10

uma só vez, é tema recorrente. Sempre que acontece algum acidente, volta à baila, mas logo é esquecido até que novo fato seja noticiado. O país possui legislação avançada na área, mas também existe o maldito “jeitinho” ou a criminosa negligência, onde quem tem o dever de fiscalizar não o faz eficientemente e os que têm a obrigação de cumprir simplesmente ignoram os itens de segurança para, com isso, terem maiores lucros. Lamentavelmente, até prédios públicos, que recebem grande fluxo de pessoas, não dispõem dos equipamentos necessários à segurança de seus usuários. Para evitar novas tragédias, é indispensável que os governos da União, Estados e municípios, promovam uma ampla revisão em todos os imóveis de uso coletivo. Isso vale, também, para prédios de repartições, comerciais e até residenciais, onde um incêndio ou o uso inadequado pode levar ao caos e provocar mortes. Os governantes devem ter a decência de providenciar segurança para os imóveis sob sua administração e, com isso, reunir a moral e a dignidade necessárias para exigir o mesmo do particular. E o povo, como dono de tudo, tem o direito de fiscalizar se os imóveis de eventos públicos à sua volta têm alvará, passaram por vistoria e funcionam adequadamente. Afinal, é a vida de todos nós e de nossas famílias e amigos que está em jogo. As presenças da presidente Dilma Rousseff e do governador Tarso Genro no palco da tragédia não podem ficar apenas no social e no imediato, como se tivessem praticado um ato de grandeza. Como titulares do poder público, eles também são corresponsáveis pelas omissões cometidas por seus subordinados. Nada mais justo que, no mínimo, promovam o socorro às vítimas e adotem medidas concretas para a proteção dos milhões de brasileiros usuários de prédios e instalações coletivas, sejam pás particulares ou públicas.

C HARGE

chargeonline.com.br

NESTA EDIÇÃO TEM

22 PÁGINAS CADERNO PRINCIPAL - OPINIÃO - POLÍTICA - GERAL - CIDADES - COTIDIANO - ESPORTES - AGRONEGÓCIO

A 01 - 08 A 02 A 03 A 04 A 05 A 06 A 07 A 08

2ª CADERNO - AGRONEGÓCIO - ATAS & EDITAIS - SOCIAL

B 01 - 08 B 01 B 02 - 07 B 08

3º CADERNO - ATAS & EDITAIS

C 01 - 06 C 01 - 06

Dr. Paulo Mendonça

PREVISÃO PARA HOJE

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TODA A CRIANÇA É UM GÊNIO EM POTENCIAL

Dando continuidade ao meu artigo publicado nesse jornal em 19/01/2013, “Toda a criança é um gênio em potencial”, explicarei, de uma forma bem simplificada, como o cérebro aprende. Vamos imaginar 100 crianças de pé no pátio de uma escola, distantes umas das outras cerca de um metro. Numeramos cada criança de 1 a 100. Pedimos aleatoriamente para a criança número 1 arremessar uma bola para a criança número 8. A 8 arremessar para a 25. A 25 para 32. A 32 para 16. A 16 de volta para a criança número 1. Dessa forma continuam arremessando a bola em um circuito fechado sempre através das mesmas crianças e obedecendo a mesma sequência. As outras crianças somente observam. No final de muitas jogadas elas não mais necessitarão pensar o que fazer, pois saberão rapidamente para quem cada uma deve arremessar. Fez-se uma memória facilitando a bola circular cada vez mais rápido sem cair no chão. Treinou-se essa função. Um observador olhando de cima vai ter uma sensação continuada da bola em circulação, sempre sabendo para onde ela vai. Assim funciona a memória no nosso cérebro. No lugar de cada criança encontra-se uma célula nervosa chamada neurônio. Cada neurônio tem numerosos braços que se comunicam com os demais. Em vez de bola os neurônios funcionam com corrente elétrica conduzida pelos seus braços como se fossem fios. Quando uma corrente elétrica circula entre os neurônios numa mesma sequência a pessoa tem uma sensação de alguma coisa já vivida e está pensando nela. Vamos falar que essa sensação seja ver uma flor. Se acrescentarmos outra bola circulando através desses mesmos neurônios (crianças nesse caso), fluindo agora também pelos neurônios 76, 98 e 100 e voltando ao número 1, a sensação de ver a flor será somada ao nome da flor, uma rosa. Se outra terceira bola fluir pelo mesmo circuito, mas acrescentando outros neurônios (nesse caso as crianças) podemos ter a sensação de sentir o cheiro da flor. Assim, sucessivamente, cada grupo de neurônios a mais acrescentado no mesmo circuito, fazendo circular uma corrente elétrica entre eles de uma forma contínua, nos dará todas as sensações e informações sobre a flor que um dia vimos pela primeira vez. Dessa forma formamos todas as memórias no nosso cérebro. Esses circuitos são chamados de engramas de memória. A criança ao nascer já traz as memórias geneticamente determinadas, adquiridas durante a evolução. Essas memórias são na maioria inconscientes e fazem parte do seu grande arcabouço genético e animal voltado para a manutenção da vida e da espécie. Sobre esse arcabouço, que nunca desaparece, erguem-se, acumulativamente, todas as outras memórias aprendidas num conjunto de operações que vai acontecendo gradativamente através das trocas “ambiente, corpo, mente – mente, corpo, ambiente”. Esse aprendizado acontecido após o nascimento é conhecido desde a Grécia antiga e foi chamado de epigênese por Aristóteles (384 a 322 aC) como complemento às memórias genéticas que já nascem com as crianças. O número de memórias aprendidas supera as geneticamente determinadas em cerca de dez mil vezes, ou seja, o ser humano se constrói dez mil vezes mais durante a sua vida com as experiências que vai adquirindo através de suas relações com o meio onde habita. Cerca de setenta por cento do cérebro já se encontra pronto aos 3 anos de idade, logo esse aprendizado até essa idade é de grande importância para o resto da vida de cada pessoa. A perda ou a má formação das memórias na infância determina o quanto a criança pode se afastar se seu potencial de desenvolvimento ou se dirigir por caminhos desastrosos dentro da sociedade. Assim se fazem ou se perdem muitos gênios e também se fazem muitos marginais. *Dr. Paulo Mendonça ‒ Neurologista de Santo Antônio da Platina.

SANTO ANTÔNIO DA PLATINA

A RTIGO Marli Gonçalves *

Começaremos já interrompendo as nossas transmissões para verificar em qual tomada ligar, qual padrão. Os internacionais? Ou será no nosso mesmo, todo nosso, brasileirinho, particular e original? Tomada de plugue, de pino, redonda ou achatada? Pior, se vai vir ou não com fio terra, expressão que em si já apavora quase metade da população, a masculina, e que confesso que nunca a entendi muito bem; não alcancei, digamos, tal dimensão de grossura. Adianto que a esta altura é inútil se preocupar, já que no escuro ninguém vê nada, só sente Exatamente o que parece estar acontecendo aqui na política de nossa pátria santa. Ninguém vê mais nada e nada de mais, e a impressão é que as coisas estão sendo feitas no

Alguém aí, por favor, liga o Brasil na tomada

escuro, na maciota, nas negociações, por entre névoas. Que apagão que nada! Liguem as luzes para que a maquiagem dos números e contas públicas não saia torta - maquiagem no escuro é uma roubada. Fica toda borrada. Valhei-nos, lanternas, velas, palitos de fósforo, lampiões, tochas e luzinhas de LED de todas as cores! Valhei-nos! Janeiro dá passagem ao mês de fevereiro na avenida, e os blocos já estão nas ruas - e não são os blocos de pré-sal, que esse Zinho aí anda esquecido no enredo. E porque essa música que soa nos faz - aos que estão alertas - lembrar daquela velha analogia, a da galinha, do ovo, de contar com os dois não sei onde. Contenha-se. No mundo real, aquele que a gente acorda cedo para ir

TRIBUNA DO VALE

O Diário da nossa região - Fundado em agosto de 1995 Editora Jornal Tribuna do Vale LTDA CNPJ 01.037.108/0001-11 Matriz: Rua Tiradentes 425, Centro Santo Antônio da Platina, PR Fone/Fax: 43 3534 . 4114

Diretor Responsável Benedito Francisquini - MTB 262/PR tribunadovale@tribunadovale.com.br tribunadovale@uol.com.br

trabalhar, ou se está lento, ou vagaroso, periclitante. Primeiro, porque era o verão, as posses de prefeitos, as chuvas, a chapinha do cabelo, a preguiça, e aí para que começar uma coisa tão próxima do Carnaval? Produção, que é produção mesmo, novos negócios, aquecimento econômico, dinheiro circulando, gente comprando, neca de pitibiriba. No acender das luzes desse próximo mês os-que-tinham-ido voltarão para nos assombrar lá no mundo imaginário, lá no Planalto Central, naqueles prédios de enormes corredores internos e que parecem uma cuia dividida. Lá retornarão ao poder os (poupe-me de nomeá-los, por favor) novosvelhos, que manterão a iluminação do abajur lilás e da luz vermelha na porta - e lá não é bem um estúdio de gravação.

Lá, onde não tem apagão, não sinhô, seus pessimistas de plantão, imprensa ignara! Lá onde se decidem as nossas coisas. Onde eles estão se juntando num bolinho só, para fazer a tal base de sustentação. A massa pobre, que vai pra batedeira, nem preciso descrever, não? Lá. Onde baixam nossas contas de luz, mas é o dinheiro público que vai pagar a parte restante da bondade. Entendeu? Lá onde baixam uma energia e elevarão a outra, que também tem impacto direto e enorme na inflação, na alta dos preços que não param de subir nem no escuro. Lá onde a chefe é maquiada para aparecer bonita e simpática no quadradinho mágico da sala de todos os brasileiros, anunciando que a luz não será apagada e poderá ser paga.

Representação: MERCONET Representação de Veículos de Comunicação LTDA Rua Dep. Atílio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR Fone: 41-3079-4666 ¦ Fax: 41-3079-3633 Vendas Assinatura Anual R$ 200,00 Semestral R$ 100,00

Impressão e Fotolito: Editora Jornal Tribuna do Vale Fone/Fax : 43 3534 . 4114

O que, portanto, não precisa ser muito inteligente para ver, poderá fazer aumentar o consumo. Mas lá garantem que, como Deus é brasileiro, encherá os reservatórios, afastando - fiquem sossegados, Mãe Dilmah dos Lobões sabe das coisas!- o perigo de faltar luz, de apagões, de apaguinhos. Inclusive na Copa. E nas Olimpíadas. O pibinho vai crescer forte. Lula, finalmente iluminado, poderá saber mais das coisas, senão lendo, talvez ouvindo a rádio no box do chuveiro, de água quente, para cozinhar nosso galo em banho-maria. Estranho, reparou que agora ele só aparece sempre pelos cantos, como se estivesse à espreita de algo, esperando algo, como um chamado; que algo dê errado para ele palpitar; que apareça mais algum inimigo

para ele controlar, exterminar, jurar, como fez com o DEM, como fez com a oposição. A valsa até que transcorreria sem deslizes, já que a essas coisas todas, no fundo no fundo estamos até acostumados. O que perturba, novidade, pelo menos do meu ponto de vista, é que também se está apagando a iluminação que vinha dos cérebros nacionais, as ideias luminosas, a energia para modificar o percurso. Que cabeças outrora pensantes e olhos outrora atentos estão se acomodando no escuro, saindo à luz do dia apenas em bandos para atacar os rebanhos dispersos à procura de um pastor, que no caso não seria um cão. Nem um clarão. Fiat Lux! *Marli Gonçalves é jornalista

Circulação: Abatiá ¦ Andirá ¦ Arapoti ¦ Bandeirantes ¦ Barra do Jacaré ¦Cambará ¦ Carlópolis ¦ Conselheiro Mairink ¦ Figueira¦Guapirama ¦ Ibaiti ¦ Itambaracá ¦ Jaboti ¦ Jacarezinho Jaguariaíva ¦ Japira ¦ Joaquim Távora ¦ Jundiaí do Sul ¦ Pinhalão ¦ Quatiguá ¦ Ribeirão Claro ¦ Ribeirão do Pinhal ¦ Salto do Itararé ¦Santana do Itararé¦ Santo Antônio da Platina ¦ São José da Boa Vista ¦ Sengés ¦ Siqueira Campos ¦Tomazina ¦ Wenceslau Bráz

Filiado a Associação dos Jornais Diário do Interior do Paraná

* Os artigos assinados não representam necessariamente a opinião do jornal, sendo de exclusiva responsabilidade de seus respectivos autores.


Política A-3

TRIBUNA DO VALE

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Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Se eu recebo um salário maior é porque lutei para isso. A minha obrigação é cumprida diariamente sem atrasos” Geraldo Vieira da Silva

P anorama Regional Comunicação com responsabilidade Pelo que observamos neste ainda jovem fenômeno chamado internet, temos um longo caminho a percorrer até que possamos dispor de um arcabouço legal que faça com que todos respondam por seus atos na rede mundial. Alguém que surrupia a propriedade intelectual, que ataca a honra de um desafeto e ou mesmo faz propagar ideias que contrariem princípios elementares como o respeito à vida, já pode ser responsabilizado judicialmente, mas vai demorar muito para que o conceito amplo de justiça atinja os resultados esperados.

Mas, antes da lei, acho que nós, operadores da comunicação, poderíamos dar início a um momento para disciplinar a conduta ética dos profissionais e usuários do sistema. Na região de Cascavel, os próprios veículos de comunicação criaram uma entidade em que o comportamento de seus membros é monitorado. Até mesmo eventuais atritos entre as empresas signatárias da entidade, são intermiados pela associação, que, com isso, fez com que diminuíssem drasticamente os erros ou ações antiéticas de veículos de comunicação.

Até que enfim! Finalmente os professores da rede municipal de ensino de Santo Antônio da Platina que ainda não tinham recebido o 13º salário recebem o depósito ainda hoje. Mesmo assim, o salário relativo a dezembro ainda será depositado em até três vezes com a primeira parcela prevista para ser depositada dia 10 ou 11 de fevereiro. Este foi o presente de Natal deixado pela ex-prefeita Maria Ana Pombo. Boleiro O prefeito de Jacarezinho, Sérgio Eduardo de Faria, o Doutor Sérgio, foi homenageado, na ocasião do seu aniversário na semana passada, por ex-companheiros do time Manchester United, do qual o prefeito participou em 1969. Ele desistiu da carreira em 1971 para cursar medicina. Os pacientes agradecem. Insistente E por falar em medicina, o vereador de Santo Antônio da Platina, Aguinaldo do Carmo, continua na sua hercúlea missão autoimposta de trazer para a cidade um curso de medicina. Desta vez ele foi pedir o apoio do presidente eleito da Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi), Guilherme Saliba, prefeito de Tomazina. O presidente disse que vai levar a reivindicação do edil ao deputado federal Reinhold Stephanes, que ocupará um cargo no primeiro escalão do governo de Beto Richa. Negligência Depois de os seguranças da boate Kiss, em Santa Maria (RS), terem bloqueado a saída para que ninguém saísse sem pagar, veio a nota oficial do estabelecimento lamentando a “fatalidade”. Que frieza. Isto é negligência, não fatalidade. É claro que ninguém previa a morte de 233 pessoas, porém, a falta de cuidado resulta nisto. Depois, quando acontece a desgraça, não adianta dizer que é fatalidade.

"Professores recebem 13º hoje", diz secretario

DÍVIDASalário de dezembro poderá ser pago em até três vezes, mas secretário da Fazenda pretende quitar o débito em duas parcelas Maurício Reale

Maurício Reale

O s e c re t ár i o mu n i c i pal da Fazenda de Santo Antônio da Platina, Celso Dias Oliveira afirmou, na tarde de ontem, que o 13º salário dos professores que não receberam em dezembro será depositado hoje. Ele também avisou que a primeira parcela do salário re f e re nt e a d e z e m bro – que também não foi pago pela ex-prefeita Maria Ana Pombo (PT) – será depositada no dia 10 ou 11 de fevereiro. A Câmara dos Vereadores aprovou, em sessão extraordinária realizada na semana passada, a abertura de crédito adicional especial para o pagamento do remanescente do 13º salário e também do salário de dezembro em até três vezes, porém, o secretário espera quitar o débito em duas vezes. O crédito aprovado para o pagamento do 13º salário foi de R$ 518 mil, já incluídos os encargos. O montante referente aos salários de dezembro é de R$ 612, 6 mil, mais os encargos de R$ 141, 3 mil. Ao todo foi liberado R$ 1,3 milhão. O secretário também informou que o salário referente a janeiro será pago dia 2 de fevereiro. Prejuízo D es de jun ho de 2012 que alguns professores da rede municipal de ensino

Secretário Celso Dias Oliveira diz que professores receberão salário de janeiro dia 2

começaram a receb er os salários com atraso. Para equilibrar o orçamento, a então prefeita Maria Ana Pombo resolveu pagar algu ns profe ss ore s d e p ois do 5º dia útil e como critério, pagava com atraso os professores mais bem remunerados. Em agosto quatro professores da escola municipal Marilda de Lourdes Ferrari dos Santos, no povoado da Platina protocolizaram, junto ao Núcleo Regional de Trabalho de Prote ç ã o a o Pat r i m ôn i o Público do Norte Pioneiro uma denúncia relatando o

fato. Os professores Geraldo Vieira da Silva e Renan Lourival Pétrus afirmaram que os at ras os provo c aram dívidas referentes a multas e juros de contas pagas também com atraso além do constrangimento, já que, dos cerca de 500 professores da rede municipal de ensino, apenas 80, aproximadamente, tiveram salários atrasados. E l e s a l e g av am qu e o s credores desconfiavam da justificativa usada por eles, já que a maioria dos profissionais recebia em dia. Na ocasião, os professores também ficaram indig-

nados com a justificativa do chefe de gabinete da prefeitura, Joel Rauber, de pagar com atraso os salários dos professores mais bem remunerados para não prejudicar a maior i a qu e g an hav a me no s . “Se eu recebo um salário maior é porque lutei para isso. A minha obrigação é c umpr id a di ar i amente s e m at r a s o s . Nã o p o s s o ser prejudicado devido a problemas que não me pertencem”, disse Geraldo Vieira da Silva, diretor da escola municipal Marilda d e L o u r d e s Fe r r a r i d o s Santos, na ocasião.

INICIATIVA

Consórcio intermunicipal deve gerar economia para prefeituras

Triste exemplo Por essas e outras que a Tribuna do Vale fiscaliza obras em prédios que recebem grande quantidade de pessoas, como é o caso da Casa de Cultura Platinense. Inauguração às pressas não pode resultar em boa coisa. É preciso muito cuidado e pouca maquiagem para evitar tragédia semelhante. Estou (mas não estou) Outra vez a reportagem tentou entrar em contato com uma diretora de uma faculdade para esclarecer questões fundamentais para a população. Pela manhã, a atendente disse ao telefone que a diretora estaria somente na parte de tarde na faculdade. À tarde, retornamos a ligação. Outra atendente informou que ela estava na faculdade de manhã, mas não trabalharia durante a tarde. Depois, ela diz que o jornalista que não a procurou. Bom exemplo Quem acompanha a imprensa regional logo vê que cada administração municipal se destaca pela sensibilidade do prefeito para com a questão comunicação. De longe, Jacarezinho possui a melhor assessoria de imprensa, ocupando espaços deixados pela “concorrência”, que se mostra inerte. Sempre digo: o prefeito começa a mostrar competência ao nomear o advogado, o chefe de licitação, chefe de gabinete responsável pelo relacionamento político e a equipe que comandará a comunicação. Lógico todas as outras áreas são importantes, mas esses setores são “nevrálgicos” e podem representar a glória ou desgraça de quem está no poder. Ainda dá tempo Quem tem uma boa assessoria de imprensa, ganha espaço na mídia sem gastar dinheiro. Quem não tem gasta muito mais para concertar os estragos causados pelos “ruídos” da comunicação. Corram Vale lembrar que temos bons profissionais disponíveis na região. Podemos ajudar indicando gente boa, com conteúdo ético, e que se compromete a fazer um trabalho de qualidade. Mas lembrem-se: É possivel contar nos dedos os bons profissionais disponíveis. Quantidade não significa qualidade.

Prefeitos podem economizar planejando compras coletivas Maurício Reale

O assessor jurídico da Ass o c i a ç ã o d o s Mu n i cípi os d o Nor te Pi onei ro (Amunor pi), Luciano Marcelo Dias de Albuquerque aconselhou os pre fe ito s d a As s o c i a ç ã o dos Municípios do Norte P i o n e i r o ( A mu n o r p i ) a criarem um consórcio intermunicipal com a fina lid ade de e conomizar d i n h e i r o n a c o mp r a d e materiais e realização de

serviços. Durante a reunião, realizada na sexta-feira, 25, na sede da entidade, em Santo Antônio da Platina, o assessor citou vários exemplos de como as prefeituras poderiam gastar menos dinheiro programando compras e realização de serviços em conjunto. Ele afirmou que em Conselheiro Mairinck há mais de 100 lâmpadas da iluminação pública queimadas que não foram

t ro c a d a s p or n ã o h av e r serviço especializado para isso. O serviço era realizado pela Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) até o ano passado, mas este ano cabe às prefeituras a manutenção da iluminação pública. Albuquerque salientou que, devido ao caráter jurídico da Amunorpi que a enquadra como entidade privada, não é possível c o nt r at a r e mp r e s a s p o r meio da entidade, por isso

é necessário a constituição d e u m c o n s ó r c i o i nt e rmunicipal para que profissionais especializados possam ser contratados e prestarem serviço para as prefeituras interessadas. E le t amb ém dest acou que, por meio do consórcio, os prefeitos têm condições de obter descontos significativos nas compras de diversos materiais necessários ás prefeituras, já que a quantidade comprada será maior.


A-4 Geral

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

CIVARC elege nova diretoria JAPIRA Prefeito de Japira, Rony, se elege presidente do consórcio, encontro reuniu prefeitos da região

Da Assessoria

O CIVARC ( Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento do Território do Vale do Rio das Cinzas ) realizou no dia 25 de Janeiro, no centro social de Japira, uma reunião entre representantes das prefeitos que integram o consórcio: Japira, Ibaiti, Pinhalão, Jaboti, Tomazina, Conselheiro Mairinck e Jundiaí do Sul. A Secretária de Assuntos Jurídicos da instituição, Naiá Cleto Souto abriu a reunião e falou brevemente sobre a estrutura do consórcio. Na sequencia, as apresentações fi-

caram por conta dos membros do conselho de Planejamento e Execução do CIVARC. O coordenador do NASF Wagner Mancuso Faria e Alessandro de Oliveira, da Emater, falaram sobre a inovação tecnológica do café, e por fim, Patricia Gonzales da Fonseca que falou sobre a SUASA. Na ocasião foi realizada a eleição para nova diretoria do CIVARC, sendo eleitos por aclamação, o Prefeito de Japira Wilson Ronaldo Rony , como Presidente, o Prefeito de Jaboti Vanderlei (Lei da Lica), vice-prefeito e como secretário, o prefeito de Conselheiro Mairinck, Luiz Carlos Sanches . O prefeito de Japira e também novo Presidente do Consórcio, Rony frisou a importância do CIVARC para o desenvolvimento das prefeituras integradas e disse que fará o possível para o bom andamento e viabilização dos projetos que trarão benefícios à região. Ele lembrou também de uma área às margens da BR 153, pertencente a Japira, onde pretende realizar um grande projeto para a implantação de um parque industrial em parceria com os municípios interessados. Outro plano é a construção do centro de reabilitação para dependen-

Prefeitos que integram o consórcio se reuniram para debater melhorias

tes químicos, em uma área também situada às margens da BR 153, mais precisamente no bairro do Shigueto. Rony ainda comentou sobre o projeto de que já está em andamento, para revitalização do Pico Agudo em uma área de turismo, principalmente para a prática do voo livre, entre outras atividades. Segundo ele, as atividades no pico não visam somente a economia de Japira mas de todos os municípios da

região, que irão se beneficiar com o turismo. O prefeito de Ibaiti Roberto Regazzo, também comentou sobre a importância da união, e disse que não medirá esforços em buscar recursos para as melhorias regionais, principalmente a geração de empregos. Já o prefeito de Pinhalão, Claudinei Benetti salientou que o CIVARC, pode se tornar ainda mais fort. Ele pretende contribuir com sua experi-

ência e contar com os novos prefeitos, já que se mostraram interessados em mudar a história da região. O Superintendente da Pesca do Paraná, Marcelo Brito, ressaltou seu apoio ao CIVARC, dizendo que tem um carinho muito grande pela região, e estará a inteira disposição para colaborar com o Consórcio. Por sua vez o Deputado Estadual Pastor Oliveira Filho marcou presença. Ele

disse que escolheu a região para trabalhar e representar pela importância que o norte pioneiro têm para o estado, através da história, sendo uma região onde o Paraná teve inicio e que foi construída com muito sacrifício por pessoas que amavam a terra. Peço aos prefeitos que coloquem Deus na frente dos projetos, só assim teremos uma terra e um povo abençoado”, finalizou o deputado.

 ACORDOS

André Vargas avalia campanha à Mesa Diretora da Câmara Da Assessoria

O mês de janeiro serviu para os parlamentares que concorrem a cargos na Mesa Diretora da Câmara Federal pudessem visitar a maior parte do País em busca de acordos e debates a favor da democracia no Legislativo. E nessa comitiva esteve o deputado André Vargas (PT/PR), que é o candidato à vice-presidente da Casa. De volta à Brasília, o parlamentar avaliou as semanas de debates que envolveram

as três esferas de governo. “Infelizmente não conseguimos visitar a região norte do País, mas viajamos por todas as demais regiões. Foram 12 capitais em que fizemos grandes debates sobre a Reforma Política, sobre o atual momento do Brasil e falamos sobre os desafios do pacto federativo. Encontramos com prefeitos, governadores e com mais de 200 parlamentares que compareceram as reuniões. Foi um processo muito intenso

de debate político e estabelecemos alguns compromissos para depois das eleições da Câmara, independente do resultado, que será positivo para todos” afirmou Vargas. O deputado explicou a importância de uma chapa oficial, que segue os critérios de proporcionalidade de partido com maior número de parlamentares na Câmara, um dos temas abordados durante as agendas de viagens. “Essa não é uma eleição de oposição e

situação, é uma eleição de parlamento. Então todos os partidos que respaldam o critério da proporcionalidade, que é o mais justo, pois vem do resultado das urnas, estão representados nos vários espaços da mesa. Quem disse que o PT e o PMDB são os dois maiores partidos foi a população durante o período eleitoral”, explicou o petista. Ele destaca ainda que o PT deverá ter mais um cargo na mesa diretora – a terceira ou quarta secretaria

28/01/13

Baixa: 1,87%

60.027 pontos

Volume negociado: R$ 7,46 bilhões 61.956

61.899

61.692

CÂMBIO

28/01/13

DÓLAR COMERCIAL

INDICE BOVESPA

61.966

61.169

60.027

Baixa: 1,53% Compra Venda

EURO Var. janeiro: -2,15% R$ 2,000 R$ 2,001

DÓLAR PTAX (Banco Central) Baixa: 0,22% Compra Venda

DÓLAR PARALELO

18/01

21/01

22/01

Ações Petrobrás PN Vale PNA ItauUnibanco PN Bradesco PN Fibria ON B2W Varejo ON MMX Mineração ON Copel PNB

23/01

24/01

% -1,22 -2,43 -2,63 -3,07 -5,92 -5,24 -4,18 -2,92

BOLSAS NO MUNDO Dow Jones Londres Frankfurt Tóquio

R$ 19,37 37,69 34,80 36,59 24,65 15,37 3,67 32,25

% 13.882,46 6.294,41 7.833,00 10.824,31

OURO - BM&F 28/01

28/01

-0,10 +0,16 -0,32 -0,94 var. dia

R$ 106,90 /grama

IR

-1,93%

JANEIRO

BASE (R$) Até 1.710,78 De 1.710,79 até 2.563,91 De 2.563,92 até 3.418,59 De 3.418,60 até 4.271,59 Acima de 4.271,59

Alíquota % isento 7,5 15 22,5 27,5

Parc. a deduzir 128,31 320,60 577,00 790,58

Deduções: a) Assalariados: 1-R$ 171,97 por dependente; 2 - pensão alimentícia; 3 - contribuição à Prev. Social; 4 - R$ 1.710,78 por aposentado a partir de 65 anos; 5 - contribuições à previdência privada e aos Fapi pagas pelo contribuinte; b) Carne Leão: itens de 1 a 3 mais as despesas escrituradas no livro-caixa.

SELIC/IR IR 2012 - A 8ª parcela venceu em 30/11. para esta e outras parcelas atrasadas há juros de 6,00% para pagamento em janeiro.

MÊS Out/12 Nov/12

TAXA SELIC 0,61% 0,55%

MÊS Dez/12 *Jan/12

TAXA SELIC 0,55% 1,00%

*No mês corrente a Selic é sempre 1,00% Indicadores Econômicos: elaboração da agência Dossiê:Dinheiro. Fone: (41) 3205-5378

Var. janeiro: -1,38% R$ 1,99 R$ 2,15

DÓLAR TURISMO Baixa: 0,70% Compra Venda

Baixa: 0,26% Compra Venda

Var. janeiro: +0,84% R$ 2,7250 R$ 2,7261

EURO TURISMO

Var. janeiro: -0,95% R$ 2,0235 R$ 2,0241

Baixa: 0,46% Compra Venda

Var. janeiro: -1,62% R$ 1,985 R$ 2,125

Baixa: 0,70% Compra Venda

Var. janeiro: +0,35% R$ 2,56 R$ 2,84

OUTRAS MOEDAS X REAL Iene Libra esterlina Peso argentino

R$ 0,0223 R$ 3,18 R$ 0,41

US$ 1 É IGUAL A: Iene Libra esterlina Euro

90,67 0,6362 0,7425

ÍNDICES DE INFLAÇÃO Índices em % INPC (IBGE) IPCA (IBGE) IPCA-15 (IBGE) IPC (FIPE) IPC (IPARDES) IGP-M (FGV) IGP-DI (FGV) IPA-DI (FGV) IPC-DI (FGV) INCC-DI (FGV)

ago 0,45 0,41 0,39 0,27 0,36 1,43 1,29 1,77 0,44 0,26

set 0,63 0,57 0,48 0,55 0,80 0,97 0,88 1,11 0,54 0,22

out 0,71 0,59 0,65 0,80 0,50 0,02 -0,31 -0,68 0,48 0,21

REAJUSTE ALUGUÉIS Índice INPC (IBGE) IPCA (IBGE) IGP-M (FGV) IGP-DI (FGV)

nov 1,0599 1,0545 1,0752 1,0741

dez 1,0595 1,0553 1,0696 1,0722

Objetivo das eleições da Mesa Diretora, segundo o parlamentar, é fortalecer a autonomia da Câmara Federal. “É a independência dos poderes em relação ao Judiciário, Executivo, ao Ministério Público e também à mídia, pois acredito que temos que fazer uma avaliação objetiva do que é divulgado pela mídia em relação ao Parlamento, que é só lado negativo. Temos que dar espaço para a grande maioria das nossas ações que são positivas” avaliou Vargas.

Mercado Agropecuário

Indicadores Econômicos BOVESPA

– cujo representante deverá ser escolhido em reunião da bancada nesta semana. De acordo com o deputado André Vargas, existe um compromisso entre os partidos de não criarem mais blocos. “Isso poderia distorcer o processo de disputa neste momento. Acredito que não haverá mais bloco nessa reta final, onde já construímos um entendimento entre as lideranças. O importante é que tenhamos todos os partidos na Mesa da Câmara” disse.

jan 1,0620 1,0584 1,0782 1,0810

* Correção anual. Multiplique valor pelo fator acima

nov 0,54 0,60 0,54 0,68 0,94 -0,03 0,25 0,16 0,45 0,33

dez 0,74 0,79 0,69 0,78 0,40 0,68 0,66 0,74 0,66 0,16

jan 0,88 -

ano 6,20 5,84 0,88 5,10 5,91 7,82 8,10 9,13 5,74 7,12

12m 6,20 5,84 6,02 5,10 5,91 7,82 8,10 9,13 5,74 7,12

OUTROS INDICADORES nov BTN + TR 1,570040 TJLP (%) 5,50 Sal. mínimo 622,00 FGTS (%) 0,2466 TAXA SELIC ANUAL: 7,25%

PREVIDÊNCIA

dez 1,570040 5,50 622,00 0,2466

jan 1,570040 5,00 678,00 0,2466

COMPETÊNCIA JANEIRO

Vencimento: empresas 20/2 e pessoas físicas 15/2. Após multas de 4% a 100% e juros (Selic)

Empresário/empregador

Facultativo

Contribui com 11% sobre o pró-labore, entre R$ 678,00 (R$ 74,58) e R$ 4.159,00 (R$ 457,49), através de GPS.

Contribui com 20% sobre qualquer valor entre R$ 678,00 (R$ 135,60) e R$ 4.159,00 (R$ 831,80), através de carnê.

Autônomo

Assalariados

1) Quem só recebe de pessoas físicas: recolhe por carnê 20% sobre os limites de R$ 678,00 (R$ 135,60) a R$ 4.159,00 (R$ 831,80). 2) Quem só recebe de pessoas jurídicas: a empresa recolhe 11% sobre o máximo de R$ 4.159,00 (R$ 457,49) e desconta do autônomo.

Salários até 1.247,70 de 1.247,71 até 2.079,50 de 2.079,51 até 4.159,00

3) Quem recebe de jurídicas e físicas: desconto de 11% sobre as jurídicas, até R$ 4.159,00 (R$ 457,49). Se não atingir este teto, recolhe 20%, via carnê, sobre a diferença até R$ 4.159,00. 4) Aut. especial: sobre R$ 678,00, recolhe 5% (donas de casa, Lei 12.470/2011) ou 11% (demais especiais), mas a aposentadoria é por idade.

8,00% 9,00% 11,00%

Empregados domésticos Empregado Empregador Total

Alíquota % 8 a 11 12 20 a 23

R$ mín 54,24 81,36 135,60

R$ máx 457,49 499,08 956,57

SALÁRIO FAMÍLIA - JANEIRO/2013 Salário de até R$ 646,55 Salário de R$ 646,55 a 971,78

R$ 33,16 R$ 23,36

POUPANÇA, TR

LOTES - ATACADO

Poupança antiga: depósitos até 03/05/12 Nova poupança: dep. a partir de 04/05/12

POUP. ANTIGA

NOVA POUP. Índice

ano 6,48 0,50

12 m 6,48 6,38

out nov 0,4273 0,4134

dez 0,4134

jan 0,4134

% 0,00 0,00

ano 0,29 0,00

12 m 0,29 0,20

TR MÊS Dezembro/12 Janeiro/13 Período 18/12 a 18/1 19/12 a 19/1 20/12 a 20/1 21/12 a 21/1 22/12 a 22/1 23/12 a 23/1 24/12 a 24/1 25/12 a 25/1 26/12 a 26/1 27/12 a 27/1 28/12 a 28/1 1/1 a 1/2 2/1 a 2/2 3/1 a 3/2 4/1 a 4/2 5/1 a 5/2 6/1 a 6/2 7/1 a 7/2 8/1 a 8/2 9/1 a 9/2 10/1 a 10/2 11/1 a 11/2 12/1 a 12/2 13/1 a 13/2 14/1 a 14/2 15/1 a 15/2 16/1 a 16/2 17/1 a 17/2 18/1 a 18/2 19/1 a 19/2 20/1 a 20/2 21/1 a 21/2

SOJA - saca 60kg

% 0,50 0,50

Dezembro/12 Janeiro/13

POUP ANTIGA 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000 0,5000

POUP NOVA 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134 0,4134

TR 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000

CUB PARANÁ Fonte: Sinduscon/PR e Sinduscons regionais R$/m2 NOV DEZS %m %ano %12m Paraná 1.072,78 1.075,22 0,23 8,00 8,00 Norte 1.025,48 1.025,89 0,04 5,57 5,57 Noroeste 1.047,83 1.049,58 0,17 7,78 7,78 Oeste 1.064,47 1.067,19 0,26 6,98 6,98s

SAL. MÍNIMO - PARANÁ Grupo 1 R$ 783,20 Trab.s na agricultura. Grupo 2 R$ 811,80 Serviços administrativos, domésticos e gerais, vendedores e trab. de reparação.

28/01/13

Grupo 3 R$ 842,60 Trab. produção de bens e serviços industriais Grupo 4 R$ 904,20 Técnicos nível médio. *Valores válidos de maio/2012 a abril/2013

PRAÇA Paranaguá Ponta Grossa Maringá Cascavel Sudoeste Guarapuava

TRIGO - saca 60kg R$ 64,00 63,50 59,50 59,00 59,50 59,50

SEM 0,8% -0,8% -2,5% -1,7% -2,5% -4,0%

30 d. -9,9% -9,3% -15,0% -15,7% -15,0% -15,0%

32,50 29,00 28,50 30,50 28,50 28,50

-1,5% -1,7% -1,7% 1,7% -3,4% -3,4%

-3,0% 0,0% 0,0% 0,0% -1,7% -1,7%

MILHO - saca 60kg Paranaguá Sudoeste Cascavel Maringá Ponta Grossa Guarapuava

PRAÇA Curitiba Ponta Grossa Maringá Cascavel

R$ 48,50 48,50 48,00 47,00

SEM -1,0% -1,0% -1,0% -1,1%

30 d. -1,0% -1,0% -1,0% -1,1%

INDICADORES CEPEA/ESALQ PRODUTO Bezerro (1) Boi gordo (2) Café (3) Algodão (4)

R$ 722,79 97,52 338,56 183,96

DIA 0,60% 0,02% -0,10% 0,46%

MÊS 3,32% 0,81% 1,47% 15,70%

1- sc 50Kg, com impostos, posto usina SP; 2 -média à vista da arroba no Estado de SP; 3 - valor à vista saca 60kg posto SP Capital, arábica, bica corrida, tipo 6; 4 - em pluma, cent/R$ por libra-peso (453 gr), posto SP Capital.

Soja, milho e trigo: fonte Dossiê:Dinheiro; Cepea/Esalq: mais informações em www.cepea.esalq.usp.br

PREÇO AO PRODUTOR Produto

unidade

média PR - R$

28/01/13 var. diária

var. 7 dias

var. 30 dias

C.Proc. R$

Jacar. R$

SOJA saca 60 kg 58,89 0,0% -0,4% -9,7% MILHO saca 60 kg 26,22 -0,1% 0,5% -1,7% TRIGO saca 60 kg 39,86 -0,3% 0,7% 3,3% FEIJÃO CAR. saca 60 kg 155,99 -2,5% -0,4% 0,7% BOI GORDO arroba, em pé 96,78 0,1% 0,2% -0,1% SUÍNO kg, vivo 3,12 0,6% 0,3% 3,0% FRANGO kg, vivo 2,32 0,0% 0,0% -0,4% CAFÉ BEN. beb. dura, 60kg 312,93 0,9% 1,6% 4,4% CAFÉ kg, em coco 5,04 0,2% 0,0% 5,0% Fonte: Sima/Deral/Seab. Os preços nas praças referem-se aos valores “mais comuns” apurados

58,50 25,50 38,50 95,00 3,30 309,00 5,15

26,50 38,00 170,00 94,00 3,45 3,00 315,00 5,00

MERCADO FUTURO BOLSA DE CHICAGO (CBOT) SOJA Cont. mar/13 mai/13

28/01/13 MILHO

- US$cents por bushel (27,216 kg)

FECH. 1.447,75 1.433,50

*DIF. 6,75 7,50

1 SEM. 1,3% 1,2%

1 MÊS 2,1% 1,7%

420,30 415,70

3,90 4,10

1,4% 1,8%

Cont. mar/13 mai/13

FECH. 729,25 729,25

*DIF. 8,50 7,75

1 SEM. 0,2% 0,0%

1 MÊS 5,1% 4,7%

TRIGO - US$cents por bushel (25,4 kg)

FARELO - US$ por tonelada curta (907,2kg) mar/13 mai/13

- US$cents por bushel (25,4 kg)

-1,1% -0,3%

mar/13 mai/13

779,25 788,00

2,75 3,25

-1,5% -1,5%

0,1% -0,1%

*Diferença sobre dia anterior. 1,00 ponto = US$ 0,01 na soja, milho e trigo e US$ 1,00 no farelo

BOLSA DE NOVA YORK (NYBOT) CAFÉ Cont. mar/13 mai/13

- US$cents/libra peso (0,453 kg)

FECH. 149,00 151,85

*DIF. 0,70 0,60

1 SEM. -4,7% -4,6%

1 MÊS 1,5% 1,5%

28/01/13 ALGODÃO

- US$cents/libra peso (0,453 kg)

Cont. mar/13 mai/13

FECH. 81,05 81,01

*DIF. 0,53 0,53

1 SEM. 3,2% 3,0%

1 MÊS 8,6% 7,2%

*Diferença s/ dia anterior. 1,00 ponto = US$ 0,01 no café e algodão.

BOLSA DE MERCADORIAS DE SÃO PAULO (BM&F) Cont. mar/13 mai/13

C 31,36 30,25

VP 0,16 0,10

CN 225

CA 104 2.234

-0,10 -0,35

447 750

2.921 2.303

BOI GORDO - R$/arroba jan/13 fev/13

97,47 96,27

28/01/13

MILHO - R$/saca 60 kg

SOJA FINANCEIRO - US$ saca 60 kg

Cont. jan/13 mar/13

C 30,51 28,68

VP -0,34 -0,42

CN 1.141 666

CA 6.780 4.840

424 3

4.122 2.955

CAFÉ - US$/saca 60 kg (arábica) mar/13 set/13

183,10 193,00

1,90 2,45

C-cotação de fechamento (ajuste diário); VP-variação diária (1 ponto = US$ 1,00 ou R$ 1,00); CN - contratos negociados no dia; CA-contratos em aberto.


Cidades A-5

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Atendimento do IML volta ao normal Arquivo

JACAREZINHOInstituto de Jacarezinho ficou uma semana sem médico legista e com necropsias sendo realizadas em Londrina Aline Damásio

Após uma semana sem atendimento, o Instituto Mé d i c o L e g a l ( I M L ) d e Jacarezinho voltou a funcionar normalmente no último domingo, 27. Sem médico legista, exames de corpo delito, conjunção carnal e necropsias foram encaminhados, na semana passada, para Londrina, distante 160 quilômetros. O órgão ficou sem médico legista depois que os dois profissionais lotados na unidade entraram de licença médica, e apenas os motoristas e auxiliares de perícia deram expedien-

te no local. De acordo com o chefe administrativo do IML, José Carlos de Oliveira, a ausência de profissionais foi um problema pontual. “Um dos médicos necessitou de uma cirurgia e entrou de licença por um mês, só que neste período, a outra profissional também precisou de uma emergência médica e não tivemos como substituí-los”, justificou. Oliveira também garantiu que todos os atendimentos foram feitos no IML de Londrina e que o órgão já voltou a funcionar normalmente. “Nossa médica já voltou e o atendimento a necropsias e lesões corporais estão sendo feitos”, disse.

Na última semana, pelo menos dois mortos da região tiveram os corpos enviados para o IML de Londrina devido a falta de médicos legistas na unidade de Jacarezinho. Um homem de 51 anos, vítima de um acidente na PR092, no trecho entre Santo Antônio da Platina e Barra do Jacaré, e um rapaz morto em um acidente de trabalho na empresa Frangos Pioneiro, em Joaquim Távora. Responsável pelo atendimento de 27 municípios do Norte Pioneiro, o IML de Jacarezinho, conta hoje com três auxiliares de necropsia, três motoristas, três médicos

FIO

Atendimentos no IML voltaram ao normal no último fim de semana

legistas, dois servidores administrativos e dois de serviços gerais, além de três veículos, dois para recolhimento de corpos e um administrativo.

Em 2010, a unidade de Jacarezinho passou por dificuldade, e até houve suspeitas de que seria desativada. No inicio daquele ano, dois médicos

legistas que trabalhavam na unidade pediram demissão, alegando motivação pessoal e os exames realizados foram interrompidos.

JACAREZINHO

Conquistas e reconhecimentos Primeira parcela do que fazem a diferença ISS vence na quinta-feira Da Assessoria

Da Assessoria

A recente conquista da nota 3 no Exame Nacional de Avaliação dos Estudos (ENADE) coloca as Faculdades Integradas de Ourinhos (FIO), mantidas pela Fundação Educacional Miguel Mofarrej (FEMM), numa posição confortável e privilegiada em relação às demais instituições da região e do Brasil. Com um grande volume de investimentos na área de infraestrutura – instalações físicas, equipamentos, biblioteca e laboratórios -, incentivo e apoio à produção científica e um trabalho integrado e sério dos gestores da FEMM, dirigentes das FIO, professores, colaboradores aliado ao entusiasmo e desempenho dos alunos, as FIO obtiveram em 2012 grandes avanços que contribuíram para a manutenção da qualidade de ensino e consolidação das Faculdades como Centro Universitário. Em clima de comemoração e com muita disposição de trabalho, o diretor das FIO, Bianor Costa Freire Colchesqui destaca os resultados da instituição e anuncia os novos desafios para 2013. Infraestrutura – “Com relação à parte física do Campus das FIO, em 2012, a FEMM avançou na construção de uma nova central de aulas com 4.600 m2, obra que finalizada resultará numa cifra de R$ 5 milhões de investimentos, recursos provenientes das mensalidades dos alunos que retornam em benefícios para a própria comunidade acadêmica. Esse é um dos grandes diferenciais das Faculdades: 100% do que a instituição arrecada com as mensalidades retornam para os alunos, seja em infraestrutura, em publicações de livros, de artigos de produção científica na realização e participação em congressos, simpósios, semanas, workshops e só para exemplificar tivemos mais de 30 palestras. Os investimentos são vultuosos e, comparado a outras instituições de ensino, um dos privilégios das FIO é justamente contarmos com o apoio e atuação do terceiro setor que é uma Fundação sem fins lucrativos que aplica integralmente os recursos em prol do usuário. Além do investimento em infraestrutura a seriedade e transparência de gestão permite a manutenção e o pleno funcionamento do Campus”, afirmou Bianor. Novo bloco – “Neste mo-

Os contribuintes de Jacarezinho devem ficar atentos ao vencimento do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN), cujo prazo termina nesta quinta-feira, 31. Ele deverá ser pago em 12 parcelas, sendo as outras mensalidades no dia 20 de cada mês. Segundo a diretora de Arrecadação e Receita da Prefeitura de Jacarezinho, Isa Marci Demétrio Teixeira, foram entregues 316 carnês do ISSQN. Ela reforça que o prestador de serviço que não recebeu o carnê deve procurar o Departamento de Arrecadação das 8 às 13 horas. O ISSQN é um imposto municipal, por isso, todo o valor arrecadado é voltado para os cidadãos através de

FIO ainda investe na construção de novo bloco

mento temos cinco centrais de aula e com a nova serão seis, perfazendo mais de 85 salas de aula, temos, por exemplo, mais de 300 aparelhos de ar condicionado, três anfiteatros, equipamentos, mais de 30 laboratórios didáticos e de pesquisas, para os alunos desenvolverem trabalhos de conclusão de curso e de iniciação científica”. Produção científica – “Nos últimos quatro anos a produção científica evoluiu bastante, publicamos oito livros, em média dois por semestre, com subsídios das FIO e, especialmente, com a dedicação dos professores. Com isso, estamos mudando o panorama acadêmico, deixando de ser uma faculdade para nos tornarmos uma universidade, ou seja, nosso ambiente já é de uma universidade. O Congresso de Iniciação Científica que teve este ano sua 11ª edição tem viabilizado uma publicação média anual de mais de 150 artigos, escritos pelos alunos com orientação dos professores”. Projeto Rondon – “Pela primeira vez na história das Faculdades Integradas de Ourinhos, a instituição concorreu no edital do Projeto Rondon, do Ministério da Defesa, e conseguiu suplantar outras instituições tradicionais e de referência no país, tendo o seu projeto aprovado para desenvolver um trabalho no Nordeste pelos nossos alunos e professores de vários cursos. Os alunos irão conhecer e vivenciar uma realidade totalmente diferente de Ourinhos e região, uma experiência valiosa que certamente vai contribuir para termos profissionais e cidadãos melhores”. Novos cursos – “Para 2013 temos a previsão de mais alguns cursos como Engenharia Civil, cujo processo já foi protocolado e estamos aguardando a visita do MEC, temos mais outros cursos da área de Engenharia que também devemos fazer com bastante qualidade. Existe grande possibilidade que algum curso comece a funcionar já em 2013. Inicialmente as Engenharias Civil e Elétrica. Para a instalação desses cursos serão necessários

23 laboratórios, cujos investimentos já estão programados pelas FIO. Dentro de três anos quando as Engenharias estiverem funcionando plenamente vamos ter certamente mais de 60 laboratórios. Quanto ao curso de Odontologia, a instituição está aguardando a conclusão das obras do novo bloco, Central de Aulas 6, para depois trabalhar o projeto pedagógico e encaminhar a solicitação junto ao MEC. Esse bloco vai abrigar todos os cursos da área da Saúde”. Além da nota 3 no Exame Nacional do Desempenho dos Estudos (ENADE), as FIO receberam também importantes prêmios durante 2012, entre eles Top os Business e o internacional ODAEE, além de ter sido reconhecida pelo Guia do Estudante como uma das melhores faculdades do país. A expectativa para 2013 - “A grande expectativa para 2013, além da aprovação dos cursos é manter a nossa dinâmica e motivação em todos os trabalhos das FIO para continuar avançando em termos de qualidade e oferecer melhores condições aos jovens que vem para as FIO estudar e buscar um sonho, seja pessoal e da própria família, esse é nosso desejo ser uma instituição realizadora de sonhos, que promova uma vida melhor para esses estudantes, futuros profissionais”. “Trabalho!”, este foi o fator, segundo o diretor das FIO, que levou a instituição a alcançar este conceito. “Nossa instituição vem conseguindo um desempenho crescente em todas as avaliações do MEC, refletindo a qualidade de ensino de todos os cursos de graduação e pós-graduação e, também, o compromisso dos alunos com a filosofia e objetivos das FIO”, afirmou. O processo de seleção para o Vestibular Agendado está aberto e a inscrições podem ser feitas pelo site www.fio.edu.br ou pelo 0800 770 8788. Para os alunos que estudam em outras instituições de ensino superior e queiram ingressar nas FIO, o prazo para transferência vai até o dia 28 de fevereiro de 2013.

Foram entregues 316 carnês do ISS para os contribuintes

melhorias em infraestrutura urbana, entre outros fatores de interesse da população. Ou seja, se todos os contribuintes pagarem a taxa, a Prefeitura

pode fazer mais investimentos para o Município, com avanços, por exemplo, nos postos de saúde, construção de escolas, asfaltos, entre outros.

QUALIFICAÇÃO

Norte Pioneiro debate cursos do ProJovem Trabalhador Da Assessoria

A Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Economia Solidária (SETS), por meio do Escritório Regional (ER) de Jacarezinho reuniu na tarde de sexta-feira os responsáveis pelo programa ProJovem Trabalhador – Juventude Cidadã dos municípios de Jacarezinho, Carlópolis, Ibaiti, Joaquim Távora e Siqueira Campos e representantes da Bandeirantes Desenvolvimento Profissional, executora da ação. O objetivo da reunião foi de orientar os responsáveis pelo programa no Norte Pioneiro quanto aos critérios necessários para participar da capacitação. A proposta da Secretaria Estadual do Trabalhão é preparar o jovem para o mercado por meio da qualificação social e profissional. O deputado estadual e secretário do Trabalho, Luiz Claudio Romanelli tem exigido o empenho de todos os que integram as Agências do Trabalhador para a formação das turmas disponíveis no Norte Pioneiro. O ProJovem Trabalhador prevê auxílio financeiro

aos participantes dos cursos de qualificação profissional. Cada aluno recebe, durante os seis meses de duração do curso, uma bolsa mensal no valor de R$ 100,00, mediante comprovação de 75% de frequencia nas aulas. Além disso, o estudante ganha também transporte, lanche, camiseta, material escolar e certificado emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Podem participar do programa jovens com idade entre 18 e 29 anos, cujo renda familiar não ultrapasse o valor do salário mínimo, que estejam cursando ou tenham concluído os ensinos fundamental ou médio e estejam desempregado. O curso tem duração de seis meses, com carga horária de 350 horas, sendo 100 horas para qualificação social e o restante para qualificação profissional. TURMAS — No Norte Pioneiro, cinco municípios foram beneficiados , totalizando 325 jovens capacitados pelo mercado de trabalho. Em Carlópolis serão executados três cursos, capacitando 55 alunos nas áreas de Alimentação (20), Turismo e Hospitali-

dade (20) e Construção e Reparos (15). Em Ibaiti também serão executados três cursos: Administração (20), Alimentação (20) e Serviços Pessoais (20), com 60 alunos capacitados no total. Os jovens trabalhadores de Jacarezinho terão acesso aos cursos de Construção e Reparos (30), Madeira e Móveis (30) e Agroextrativista (40), num total de 100 alunos. Joaquim Távora terá cursos destinados a 65 alunos, divididos nas áreas de Construção e Reparos (15), Vestuário (30) e Telemática (20). Já em Siqueira Campos, os cursos disponíveis são Construção e Reparos (30) e Metal Mecânica (15), beneficiando 45 jovens trabalhadores. Para se candidatar a uma das vagas disponíveis, o candidato deve procurar a Agência do Trabalhador para preenchimento completo das fichas de cadastro, munido dos documentos pessoais, comprovante de residência, declaração de renda, carteira de trabalho, título de eleitor e reservista e histórico escolar, além de uma foto 3X4.


A-6 Cotidiano

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira 29 de janeiro de 2013

Após rebelião e ônibus queimado, Seju vai avaliar área para prisão

Antônio de Picolli

JACAREZINHOSecretária de Justiça prometeu enviar equipe ainda esta semana; moradores querem cadeia fora do centro da cidade Celso Felizardo

Em um domingo atípico, em que o clima de luto pelos mais de 230 mortos no incêndio de uma boate em Santa Maria (RS) comoveu todo o país, os moradores de Jacarezinho tiveram seu inferno particular: rebelião com fuga de cinco presos na superlotada carceragem da 12ª Subdivisão Policial (SDP), além do incêndio criminoso de um ônibus no Bairro Aeroporto, que deixou o motorista, que não teve o nome revelado, com 80% do corpo queimado. De acordo com a Polícia Civil, o ataque ao ônibus, por volta das 23h30, foi uma tentativa de dificultar a recaptura dos foragidos da rebelião, que se iniciou às 17 horas e durou cerca de 4 horas. Assustados, os moradores, principalmente os da área central, vizinhos da delegacia, cobram das autoridades uma solução urgente

na remoção dos presos do perímetro urbano. Na manhã de ontem, o deputado estadual Pedro Lupion (DEM) se reuniu com a secretária de Estado da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes, para expor o problema. A secretária, que iniciou a carreira como Promotora substituta em Jacarezinho, em 1987, anunciou que vai enviar, ainda esta semana, uma equipe da Seju para avaliar terrenos disponíveis para a construção de uma unidade prisional e uma delegacia na cidade. A carceragem da 12ª SDP, que tem capacidade para 46 detentos, contava com 116 presos durante a rebelião. Dois deles se esconderam em uma das celas e dominaram um agente e o preso de confiança que fazia a entrega das marmitas. Em seguida, uma investigadora, que foi conferir o barulho estranho na

carceragem, também foi feita de refém. Cinco deles conseguiram fugir com duas pistolas calibre .40 da Polícia Civil. São eles: Lucas Felipe Machado (tentativa de homicídio), Thiago Aparecido da Cunha (roubo a lotéricas), Marcelo Luis Aires (latrocínio), Nelson da Silva Santos (roubo e homicídio) e Luís Fernando Cassiano de Andrade, o “Beiço” (roubo). Após a Polícia Militar cercar o prédio e evitar outras fugas, os presos quebraram as celas, banheiros e atearam fogo em alguns colchões. O clima de tensão permaneceu até as 21 horas, quando o delegado-chefe, Sérgio Luiz Barroso, acompanhado de representantes da Justiça e Ministério Público garantiram algumas das principais exigências dos amotinados: redução na superlotação e melhoria das refeições. Os reféns foram liberados sem nenhuma lesão.

Após transferências, 97 presos continuam no antigo prédio da delegacia, no centro de Jacarezinho

No mesmo dia, 17 presos (12 condenados e cinco apontados como líderes da rebelião) foram transferidos pela Tropa de Choque para a Casa de Custódia, em Londrina. “O prédio antigo da delegacia [construído em 1932] não suporta abrigar tantos presos assim, ainda mais no centro da cidade. Vamos torcer para que desta vez as negociações avancem e que as autoridades

construam um presídio aqui, o que é a única solução efetiva”, aponta Barroso. A articulação para a construção de um presídio no Norte Pioneiro já dura quase uma década e nunca saiu do papel. Barroso sugere um prédio com 800 vagas. “Hoje são pouco menos de 500 presos na região. Uma unidade com esta capacidade nos daria anos de folga”, expõe. Porém, antes do presídio,

a cidade pode ganhar outra cadeia em lugar adequado. A secretária de Justiça sugeriu a construção de uma nova cadeia provisória para abrigar os presos provisórios, aqueles que ainda não foram julgados. Pedro Lupion adiantou que já conversou com o prefeito de Jacarezinho, Sérgio Emygdio (DEM) para a doação de um terreno para o Estado construir a nova prisão.

Confira a foto dos cinco presos que fugiram durante a rebelião: Preso acusado de incendiar ônibus Incêndio de ônibus deixou motorista em estado grave e feriu até um dos criminosos

Portal JNN

ACIDENTE FATAL

Motociclista bate em carro e morre na PR-092 Celso Felizardo

Um grave acidente entre um carro e uma moto, que ocorreu no final da tarde de domingo (27), na PR092, entre Santo Antônio da Platina e Barra do Jacaré, terminou com a morte de um motociclista. Josimar de Oliveira, 30 anos, que pilotava uma moto Honda próximo à entrada da Fazenda Eldorado, bateu de frente com um VW Gol, conduzido por Paulo Sérgio Thereza. Socorristas do Corpo de Bombeiros e do SAMU chegaram rapidamente ao local, mas o motociclista já estava morto. O motorista do Gol foi encaminhado ao Pronto Socorro de Santo Antônio da Platina, onde foi medicado e liberado. O corpo de Oliveira foi levado para o IML de Londrina. As causas do acidente ainda não foram identificadas. A Polícia Civil vai instaurar

Antônio de Picolli

Socorristas foram acionados, mas motociclista já estava morto

inquérito para saber o que provocou a colisão fatal. Esta é a segunda morte em acidentes no trecho da rodovia nos últimos 10 dias. (Com informações de Tanosite.com).

A moto ficou destruída com a colisão

Edson Soares, 44 anos, conhecido como Torresmo, foi preso pela Polícia Militar na manhã de ontem acusado de ter colocado fogo no ônibus circular no Bairro Aeroporto, em Jacarezinho. Ele deu entrada no Pronto Socorro dizendo que sua casa havia pegado fogo. Logo após, contou que teria sofrido um acidente com uma panela de água fervendo. A Polícia Militar foi acionada e prendeu o acusado. Soares permanece internado sob vigia dos policiais. Ele negou que tenha participado do ataque, mas para a polícia não há dúvidas de seu envolvimento. Segundo a PM, algumas testemunhas reconheceram Soares, que é morador do Aeroporto, como um dos autores do crime. A Polícia Civil investiga a informação de que Soares tenha incendiado o ônibus em troco de pedras de crack.

Até o final da tarde de ontem, o motorista do ônibus continuava internado na Santa Casa de Jacarezinho no aguardo para ser transferido para o Setor de Queimados em Londrina ou Curitiba. Os policiais procuram agora outros envolvidos no incêndio e os foragidos da cadeia. Uma equipe do Cope foi acionada para auxiliar nas buscas. Quem tiver informações deve entrar em contato com a Polícia Militar pelo 190, ou na Delegacia de Jacarezinho (43) 3511-0600. Não é necessário se identificar.

S.A.PLATINA

Polícia segue sem pistas do assassino de funileiro Celso Felizardo

A Polícia Civil segue sem pistas do assassinato do funileiro Adevilson Sigo, 45 anos, conhecido por “Magrão”. Ele foi encontrado morto na noite de domingo (27) com duas facadas na cabeça em um terreno baldio na Rua Dário Fonseca Martins, no Jardim Murakami, em Santo Antônio da Platina. Moradores que passavam pelo trecho encontraram o homem caído no mato e acionaram o Corpo de Bombeiros. Os socorristas, porém, apenas constataram a morte do funileiro. De acordo com os policiais

militares que atenderam a ocorrência, um dos golpes perfurou o olho esquerdo e o outro abriu um corte na lateral da cabeça. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) em Jacarezinho. A Polícia Civil instaurou inquérito na 38ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) para investigar o caso. Segundo os investigadores, ninguém viu a briga que culminou na morte de Sigo. Possivelmente, a morte tenha relação com alguma briga de bar. Quem tiver informações, deve ligar para a polícia pelo 190 ou (43) 3534-1100. Familiares contaram que, apesar de ser alcoólatra, Magrão

Antônio de Picolli

Corpo foi encontrado por moradores abandonado em um terreno

era pacífico e não tinha inimigos. O corpo foi velado e enterrado na tarde de ontem no Cemitério São João Batista, em Santo Antônio da Platina. Na tarde de hoje, a

polícia vai intimar parentes da vítima e outras pessoas próximas para depor. Este foi o segundo homicídio no ano registrado em Santo Antônio da Platina.


Esporte A-7

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Tite prepara titulares e espera que time engrene após três partidas

CORÍNTHIANSTécnico sabe que retorno será difícil e vai escalar jogadores com melhor preparo físico G a zet a Espo r t iva

Foram necessários três j o go s p ara qu e os res ervas do C or int hians apresentassem um futebol relativamente convincente. Agora eles darão lugar a o s t itu l are s , qu e , i m a gina Tite também não c om e ç ar ã o a te mp or a d a e m g r ande n ível. “Vo cê pre cis a de t rês j o go s , mas te m de apress ar. A c ab e ç a p e ns a, mas a p er na nã o re sp onde. É u m pro c e s s o d e n o m í n i mo t rê s j ogos . A gente vai enfrentar equipes que marc am muito, vai s er

dif íci l”, af ir mou o té cn i c o do Timão. A p ar t ir dest a s egun da, o gaúcho vai obser var os atletas que poderão fazer a sua estreia na quar ta, contra o Mogi Mir im . E l e promete ouvir o próprio elenco para saber quem tem condições e confiança para ent r ar em c amp o. É prov ável que a lguns dos at l et as que j ogaram nas t rês pr imeir as ro d ad a s c ont i nu e m . E d e n í l son é um deles, assim c o m o R e n a t o Au g u s t o , que estreou no domingo e organizou o antes

con f us o mei o d e c amp o a lv i neg ro. De acordo com Tite, Alexandre Pato ainda não foi liberado pela preparação física para participar de partidas oficiais. Ele atuou em um jogo-treino na semana p ass ad a e fe z um gol, em mais um passo na pré- temp orad a. Estreia - Alexandre Pato ainda não parece pronto p ar a f a z e r a s u a estreia pelo C orinthians. O at ac ante t rei nou ent re os res er vas nest a s egun da-feira e dificilmente s28/01/13 e r á re l a c i on a d o p ar a a

PALMEIRAS

Novo gerente do Verdão assume postura linha-dura sem adotar cartilha

p a r t i d a c o n t r a o M o g i re p or t a ge ns s o bre e s s a s M i r i m , m a s , d e a c o r d o lesões já cansaram o cac o m u m c o m p a n h e i r o , misa 7, que vem ganhane s t á a n s i o s o p a r a m o s - do atenç ão dobrad a dos t rar s eu va l or. fisioterapeutas do Timão. “Ac a b e i f i c a n d o c on “Ele não fala em se c e nt r a d o c om e l e qu a s e r e c u p e r a r, f a l a e m j o dez dias. É um cara que g a r b o l a . F i c a c h at e a d o está com sede de bola. q u a n d o b o t a m n a T V Ele passou por situações a qu el a i m age m c om u m difíceis no final do ciclo c o r p o c h e i o d e l e s õ e s . dele no Milan e quer mos- O Pato te m 2 3 ano s, te m trar que é um fenômeno, o b j e t i v o s , t e m s o n h o s , que é esp ecial”, af ir mou n ã o p arou , n ã o. E l e v ai o zagueiro Paulo André. m a i s l o n g e”, a p o s t o u o O beque se referiu aos d e fe ns or a lv i ne g ro. S egundo Paulo André, seguidos problemas musculares enfrentados pelo o r e f o r ç o m a i s c a r o d a atacante nas últimas tem- h i s tór i a d o C or i nt h i ans p o r a d a s . A s f r eRELSIMPLEXECORC12480201212.htm q u e n t e s “ch e g a m ai s c e d o e f i c a

MUNICÍPIO DE RIBEIRÃO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 à 012/2012

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, Art. 48 - Anexo XVII

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO

R$

No bim estre

Previsão Inicial da Receita Previsão Atualizada da Receita Receitas Realizadas Déficit Orçamentário Saldos de Exercícios Anteriores Dotação Inicial Credito Adicional Dotação Atualizada Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas Superávit Orçamentário DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO

RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL

Até o bim estre

4.389.130,48 4.389.130,48 3.324.428,38 0,00 4.206.630,48 0,00 4.206.630,48 2.610.036,77 3.111.153,80 714.391,61 No bim estre

Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas

RECEITAS / DESPESAS DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA

Gazeta Esportiva

Na semana passada, já próximo de acertar com Omar Feitosa, o presidente Paulo Nobre ressaltava o aspecto de linha-dura do novo gerente de futebol do Palmeiras. E foi assim que o profissional, que era preparador físico até sexta-feira, se apresentou. Com camisa branca e gravata branca, assumiu sua postura firme, sem nem adotar uma cartilha de disciplina. “Não há ideia de cartilha de conduta, o momento não pede isso. As atitudes que vou tomar é sempre na linha de trabalho discutida com o Brunoro. Existe uma linha comportamental. Não sei se há necessidade de cartilha de conduta”, disse Omar Feitosa, que repassará ao diretor executivo José Carlos Brunoro só os problemas que não conseguir resolver no dia a dia na Academia de Futebol. E o convívio será com cobranças. “Cobro comprometimento, disciplina e um profissional na acepção mais ampla do termo que se possa ter. E que ao mesmo tempo demonstre carinho pela instituição, que defenda suas cores. É fundamental saber que o torcedor que sair com a camisa do clube orgulhoso no outro dia, que isso interfere no emocional do torcedor. Se isso é ser linha-dura... É uma exigência que sempre vou fazer.” A opinião de Omar Feitosa é de que essa linha é fundamental para vitória em qualquer clube. “A maioria das vezes em que se obtém sucesso é com um nível de disciplina e comprometimento muito alto. O grau de exigência

tem que existir no número de fatores envolvidos em um clube como o Palmeiras”, apontou, considerando responsabilidade fundamental em todos os atletas. “Os caras aí são pais de família, responsáveis. A função de gerente possibilita uma conversa diferenciada com cada atleta, atingi-los de maneira individual, com diferentes formas de conversar. Minha conversa com um jovem será diferente da com um jogador experiente. Mas é fundamental que os atletas percebam uma linha de trabalho”, afirmou, alegando ser bem recebido pelo elenco que pediu a permanência de seu antecessor, César Sampaio. “O trabalho do gerente não aparece muito, mas fui bem recebido. Conforme você vai trabalhando, na condução de grupo em qualquer segmento ou profissão com condução de grupo, existe um espaço que se cria entre o profissional que conduz e as pessoas conduzidas que é de ótimo relacionamento, mas não muita intimidade, e de convivência harmoniosa, falando sério e o momento de informalidade”, indicou. Preparador físico do Verdão entre 2007 e 2010, Omar Feitosa crê no seu sucesso. “Sempre me comuniquei com o grupo e, de uma maneira ou de outra, me fiz entender sem nenhum tipo de problema. E agora vou ser o cara lá dentro do vestiário, conduzindo um trabalho muito próximo deles, ao lado do treinador, afinado com as mesmas ideias e sempre me posicionando alinhado”, afirmou.

21.380.763,13 21.887.763,13 15.884.370,10 1.158.175,16 314.569,14 20.285.763,13 821.569,14 21.107.332,27 17.042.545,26 14.775.564,75 0,00 Até o bim estre

2.610.036,77 3.111.153,80 No bim estre

17.042.545,26 14.775.564,75 Até o bim estre

Receita Corrente Líquida

Feitosa diz que não há sucesso sem disciplina

s e c uid ando”. O zagueiro ai nd a not a a l g u m re c e i o em seus movimentos, mas acredita que não demore a passar o mome nto i ni c i a l d e i ns e g u rança. Nesta segunda-feira, após o treino, Pato c ontou c om a aju d a d o l at e r a l d i r e i t o C r i s tiano para p endurar uma blus a no âng u l o e s qu e rd o d e u ma d as t r ave s d o CT do Parque E cológ ico. E mostrou uma precis ã o i mpre ssi onante p ar a derrubá-la, chegando a a c e r t á - l a e m t rê s te nt a t iv as s e g u i d as d e for a d a áre a .

0,00 No bim estre

0,00 Até o bim estre

Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (IV) Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário VI = (IV-V)

RESULTADO NOMINAL E PRIMÁRIO

Resultado Nominal Resultado Primário MOVIMENTAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER RESTOS A PAGAR PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo RESTOS A PAGAR NÃO-PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo TOTAL

Meta Fixada no Anexo de Metas Fiscais da LDO (a) 141.735,33 -2.938.249,88

RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL

(b)

(b/a)

272.969,44 -897.785,15

192,59 30,56 Saldo

160.750,79 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

160.750,79 0,00

1.154.227,17 0,00 1.314.977,96

172.308,11 0,00 172.308,11

928.304,02 0,00 928.304,02

53.615,04 0,00 214.365,83

Lim ites Constitucionais Anuais % Mínim o a Aplicar no Exercício

% Aplicado até 06º bim estre

3.276.936,15

(25%/18%)

26,27

2.354.417,09

60%

74,21

Valor Apurado até o bim estre

Receita de Operações de Crédito Despesa de Capital Líquida PROJEÇÃO ATUARIAL DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA

% em Relação à Meta

Cancelam ento Pagam ento até até o bim estre o bim estre

Inscrição

DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - Valor Apurado MDE até o bim estre Mínimo Anual de 25% dos Impostos na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE Mínimo Anual de 60% do FUNDEB na Remuneração do Magistério com Educação Infantil e Ensino Fundamental

Resultado Apurado até o bim estre

Saldo a realizar

0,00 1.323.215,11 Exercício em Referência

10º Exercício

987.800,00 2.160.766,77 20º Exercício

35º Exercício

Regime Próprio de Previdência 28/01/13 RELSIMPLEXECORC12480201212.htm Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (IV) file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RELSIMPLEXECORC12480201… Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário (IV-V) RECEITA DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS

Valor Apurado até o bim estre

Receita de Capital Resultante da Alienação de Ativos Aplicação dos Recursos da Alienação de Ativos

DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DE PPP Total das Despesas/RCL ( % )

Valor Apurado até o bim estre 2.445.732,06

1/2

Saldo a realizar

0,00

0,00

0,00

0,00

Lim ites Constitucionais Anuais % Mínim o a Aplicar no Exercício

% Aplicado até 06º bim estre

15%

20,19%

Valor Apurado no exercício corrente %

%


cmyb

A-8 Cidades

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Richa anuncia recursos para melhoria e modernização de 2.100 escolas

EDUCAÇÃO Investimentos representam 98% das unidades da rede estadual; chefes de Núcleos conheceram as medidas em reunião ontem

AEN

O governador Beto Richa anunciou um pacote de R$ 52 milhões para melhoria e modernização na infraestrutura escolar para o início do ano letivo de 2013. Os investimentos vão beneficiar cerca de 2.100 escolas, o que representa 98% das unidades da rede estadual. As medidas foram apresenta-

Antônio de Picolli

Entre os investimentos, constam reformas e ampliações

das para os chefes de Núcleos Regionais de Educação em solenidade no Palácio Iguaçu na segunda-feira (28/01). Os recursos são do Governo do Estado e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e incluem a aquisição de equipamentos como 32 mil tablets para professores do ensino médio, 122 mil conjuntos de carteiras

Novas Tecnologias Parte do investimento integra um projeto para implantar novas tecnologias para a educação no Paraná. Inicialmente, professores do ensino médio vão receber aproximadamente 32 mil tablets e serão capacitados para usar os aparelhos em sala de aula, com acesso à internet. O equipamento permite fazer o registro de classe e o lançamento de notas on-line, além de facilitar a consulta a livros e outros conteúdos digitais. A Secretaria da Educação já iniciou a capacitação de técnicos e multiplicadores que repassarão o conhecimento aos professores. Os próximos a serem incluídos no programa serão os professores da educação básica, de Apaes e escolas de educação especial. “Esse equipamento vem somar nos trabalhos dos professores, que terão uma ferramenta moderna. Os alunos chegam na escola com esse tipo de tecnologia e nós precisamos estar juntos com nesta evolução”, comemorou a chefe do Núcleo Regional de Educação de Ponta Grossa, Maria Izabel Vieira.

A meta da secretaria é levar internet em banda larga e sem fio para dentro das 25 mil salas de aula da rede estadual. Com o sistema (Wi-Fi), cada sala de aula terá um computador com projetor multimídia integrado, que permitirá ao professor projetar conteúdos educacionais em qualquer superfície, como uma lousa digital. Infraestrutura – Do total de novas carteiras, 1.000 serão destinadas para alunos com deficiência. Além disso, a secretaria investe em aparelhos de ar condicionado, mesas, fogões e fornos industriais, freezers, refrigeradores, entre outros equipamentos. “Esses investimentos significam mais qualidade na educação e a segurança de que toda escola possa desenvolver bem seus trabalhos”, salientou Flávio Arns. Segundo ele, até o final do ano devem ser investidos R$ 100 milhões na compra de equipamentos para a infraestrutura escolar. Proteção para merendeiras – A Secretaria da Educação também entregará 5.441 conjuntos de uniformes para

escolares, mesas para salas de aula e laboratórios, mobiliário para bibliotecas e aparelhos para as cozinhas, além de equipamentos de proteção para mais de 5.400 merendeiras da rede estadual de ensino. Os novos equipamentos começaram a ser entregues pela Secretaria da Educação no final do ano passado. “A qualidade da educação é a nossa

maior obra. Esses investimentos são uma pequena mostra do trabalho que envolve, acima de tudo, valorização e respeito ao professor, alunos e sociedade”, destacou o governador Beto Richa. Segundo o governador, os investimentos atendem às principais reivindicações dos profissionais da educação. “Hoje temos uma união entre

profissionais que trabalham nas cozinhas escolares. É a primeira vez que esses profissionais da Educação recebem esse tipo de equipamento completo. Cada merendeira está recebendo um kit com dois jogos de calça e jaleco, avental de tecido e de PVC, luvas de látex, luvas descartáveis, toucas protetoras e botas de PVC. De acordo com o superintendente de Desenvolvimento Educacional, Jaime Sunye Neto, esses equipamentos escolares são apenas uma parte do grande investimento que está sendo feito na modernizada da estrutura interna das escolas do Paraná. “Além dos equipamentos, temos um trabalho gigantesco para construção, ampliação, reforma, projetos, mapeamento da necessidade de novas unidades, sem falar em todo trabalho pedagógico”, afirmou. Educação Profissional – O governador Beto Richa entregou, ainda, sete conjuntos agrícolas – formados por trator, arado, roçadeira, grade niveladora e carreta – para Colégios Agrícolas e Centros de Edu-

cação Profissional. Os equipamentos serão utilizados para o ensino técnico dos alunos. “Agricultura é a base da nossa economia. Estamos investindo na capacitação desses futuros profissionais para que tragam ainda mais desenvolvimento para o nosso campo”, disse o governador. “O ensinamento técnico é fundamental para nossos alunos. Esses equipamentos vêm somar para e melhorar a educação do nosso colégio”, agradeceu Rogério João Brekaito, diretor do Colégio Agrícola Manoel Moreira Pena, de Foz do Iguaçu. Também receberam os conjuntos agrícolas os Centros de Educação Profissional de Arapoti, Newton Freire Maia (Pinhais), Mohamad Ali Hanzé (Cambará) e os Colégios Agrícolas de Campo Mourão e Umuarama. Agricultura Familiar- Durante a solenidade, o governador Beto Richa confirmou que o Estado investirá neste ano R$ 32 milhões na compra de produtos da agricultura familiar para compor o cardápio da

JACAREZINHO

o governo e toda a comunidade escolar”, disse Richa, lembrando que desde 2011 a Secretaria da Educação visita e trabalha junto aos 32 núcleos regionais para debater as principais demandas do magistério estadual. Dentro do pacote de investimentos também estão sete conjuntos formados por trator, arado, roçadeira, grade niveladora e carreta, para diretores de colégios agrícolas e centros de educação profissional. Os equipamentos são específicos para o ensino técnico na área agrícola e fazem parte de um pacote de R$ 200 milhões que está sendo aplicado na Educação Profissional, que inclui construção de novas unidades, reforma e ampliação de escolas existentes, instalação e atualização de laboratórios e acervo e formação continuada. Valorização - “A volta às aulas será marcada por uma série de investimentos na modernização da infraestrutura escolar e na valorização profissional. Muitos desses materiais são aguardados desde 2005,

principalmente o mobiliário, que traz mais conforto e segurança para professores, alunos e funcionários”, afirmou o vice-governador e secretário da Educação, Flávio Arns. Para Lúcia Aparecida Cortes Matos, chefe do Núcleo Regional de Educação de Londrina, os investimentos demonstram a valorização dos profissionais de educação. “Nós que estamos na ponta sabemos da importância desses investimentos. Há anos não temos tido a atenção adequada do Estado, mas hoje, somos respeitados e valorizados”, destacou a professora. Participaram da solenidade o secretário-chefe de gabinete, Deonilson Roldo; o chefe da Casa Militar, coronel Adilson Castilho Casitas; o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Valdir Rossoni, os deputados estaduais Plauto Miró, Alexandre Cury, Pedro Lupion, professor Lemos, Rose Litro, Nelson Luersen e Jonas Guimarães; prefeitos, chefes de núcleos, entre outras autoridades.

Professores vão receber aproximadamente 32 mil tablets

merenda das escolas estaduais. O valor é quase onze vezes maior que o investido no ano passado. “É mais qualidade na alimentação dos nossos alunos e um importante instrumento para auxiliar as famílias produtoras do nosso Estado”, disse . Equipamentos distribuídos para escolas da rede estadual 32.022 tablets para professores do ensino médio; 121.000 conjuntos de carteiras para alunos; 5.441 kits de equipamentos

para merendeiras; 1.000 carteiras para pessoas com deficiência; 1.766 aparelhos de ar condicionado; 5.000 mesas para bibliotecas; 960 fogões industriais; 20.000 carteiras para bibliotecas; 1.750 fornos industriais; 3.500 mesas tipo escrivaninha; 1.400 freezers horizontais; 1.000 mesas de reunião; 1.250 refrigeradores; 5.000 banquetas para laboratórios; 2.000 mesas para refeitório.

JACAREZINHO

Musical Tempos Modernos Mais 10 agentes são treinados acontece nesta quinta-feira para combater a dengue Da Assessoria

Da Assessoria

Jacarezinho receberá como primeiro espetáculo teatral de 2013, o musical “Tempos Modernos”, com o mesmo elenco do musical Chicago de 2008. A peça será exibida no Conjunto Amadores de Teatro (CAT) às 20h30 desta quinta-feira, 31. A meia-entrada será vendida por R$ 5,00 e a inteira por R$ 10,00. O objetivo do espetáculo “Tempos Modernos” visa provocar no público uma reflexão de questionamento do que é ser moderno e as relações com o mundo. A peça é livre para todos os públicos. Para o diretor de Cultura, Jucelino Biagini, a proposta do espetáculo é excelente.

O departamento de Epi d e m i o l o g i a d e Ja c a re z i n ho e st á re a l i z and o o treinamento de mais dez agentes para auxiliar no combate do mosquito Aedes Aegypti. Equipes já realizam visitas nas casas do município e fazem l e v ant ame nto d o í nd i c e das lar vas. “Temos que tomar medidas preventivas para impedir que aconteçam casos em nossa cidade”, comenta Dalton Guimarães, diretor do departamento de Vigilância Sanitária. Dez agentes estão sendo treinados para ir a campo e auxiliar na inten-

Os quatro atores já realizam ensaios diários no SESC

“Ela vem ao encontro do que acontece com a sociedade contemporânea. Para criação deste musical foi preciso muito trabalho de laboratório. Os bailarinos

já contam com bagagem na área. A grande maioria é de Jacarezinho”, destacou Biagini. Os atores do espetáculo já estão ensaiando a todo vapor nas dependências do SESC.

sificação do trabalho de prevenção. Ele destaca que já houve um Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti (LIRA) e que houve casos importados, ou seja, vieram de outras cidades. Segundo o Secretário Municipal de Saúde, G e r a l d o Lu i z R om ã o, a principal preocupação em Jacarezinho, no momento, são as caixas d’água não lacradas em algumas residências. “No momento são algumas caixas d’água que não estão totalmente ve dadas. O mos quito utiliza os pequenos espaços, as frestas para entrar nestas caixas e com isto

procriar. Algumas caixas estão ainda pior, pois ficam sem cobertura nenhuma”, afirmou o supervisor de camp o do combate a do enç a em Jac are zin ho. “É preciso cuidar da caixa d’água. Tampe e a mantenha fechada”, aconselhou. Entre os sintomas da dengue está febre alta (39º a 40º C), dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, dores nas juntas, prostração (cansaço) e vermelhidão no corpo. Há suspeita de dengue se a pessoa apresentar febre alta e, pelo menos, dois sintomas relacionados com os sintomas apresentados anteriormente.

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Geral

B-1

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Ribeirão Claro quer apoio da FIEP para instalação de indústrias TEXTILCom Distrito Industrial pronto e infraestrutura completa, prefeito espera levar indústrias têxteis ainda este ano Da Assessoria

Representantes da prefeitura de Ribeirão Claro se reuniram com o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (FIEP), Edson Luiz Campagnolo na terça-feira (22). O encontro foi intermediado pelo superintendente Federal da Pesca e Aquicultura do Paraná, José Antônio Faria de Brito. O grupo já havia se reunido com o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (FIESP), Paulo Skaf, juntamente com o prefeito Geraldo Maurício Araújo (PV) no final de 2012. O

município quer o apoio da federação para instalação de indústrias têxteis em seu Distrito Industrial. Durante a conversa, o secretário de Indústria e Comércio, Paulus Tonholi Pereira de Campos e o secretária de Administração, Fábio de Lucca, mostraram a Campagnolo a estrutura montada para atender empresas interessadas em abrir unidades em Ribeirão Claro. O vereador Marcelo Baggio Molini (DEM) também participou da reunião. Com um Distrito Industrial pronto e com infraestrutura completa, o prefeito

Maurício planejou a abertura de novas indústrias n o mu n i c ípi o e m 2 0 1 3 . Como resultado, espera-se a abertura de centenas de novos postos de trabalho nos próximos anos. S e g u nd o o s e c re t ár i o de Indústria e Comércio, Paulus Tonholi Pereira de Campos, o presidente da FIEP recebeu um prospecto com informações sobre atrativos naturais, estrutura, qualidade de vida e potencialidades do município. “Falamos sobre a qualidade da água, sistemas de esgoto e eletricidade do distrito industrial, além do potencial

VISTORIA

Bombeiros vão fiscalizar condições de segurança em casas noturnas AEN

O governador Beto Richa anunciou, ontem, (28/01), que o Corpo de Bombeiros verificará a situação estrutural e legal das casas noturnas e estabelecimentos públicos em todo o Paraná. Na semana que vêm, começam as vistorias, mas, em até 30 dias, as casas noturnas devem informar, na fachada, a lotação máxima. Segundo o governador, os estabelecimentos que não estiverem dentro da legislação ou não cumprirem as normas de exigência dos bombeiros serão notificados e, quando for o caso, lacrados pelas prefeituras e pelo Ministério Público. O objetivo é evitar tragédias como o incêndio da casa noturna Kiss, em Santa Maria (RS), no domingo, que causou a morte de 231 pessoas. “Essa é a melhor medida para prevenirmos acidentes desta natureza”, afirmou o governador. Richa disse que o Estado se sensibiliza com a tragédia de Santa Maria, mas e vai usá-la como exemplo para evitar casos semelhantes no Paraná. PROCEDIMENTO – De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Luiz Henrique Pombo do Nascimento, as vistorias iniciarão em estabelecimentos que têm ou tiveram notificações de reprovação. A relação desses locais deve estar pronta até esta terça-feira (29). O levantamento começou a ser feito no domingo. “Os estabelecimentos que já foram notificados por irregularidades são prioridade, pois apresentam mais risco. Se estiverem funcionando clandestinamente e fora da regularidade, serão notificados e lacrados. O alvará de funcionamento será cassado e

Governo determinou fiscalização em todas as casas noturnas

o proprietário responderá pelo ato ilegal”, informou Pombo. As vistorias, segundo o coronel, devem começar na próxima segunda-feira (04/2) em todas as cidades onde há unidade do Corpo de Bombeiros. Funcionários das prefeituras e do Ministério Público acompanharão as visitas. CARACTERÍSTICAS – Algumas características que os bombeiros verificarão serão a existência de portas e saídas de emergência, com barras antipânico; extintores de incêndio dentro da validade; iluminação de emergência; revestimento de pisos e paredes com certificação; e sistema contra incêndio por hidrantes, dependendo do tamanho do local. Os estabelecimentos devidamente vistoriados e aprovados deverão fixar na fachada uma placa de um metro quadrado, contendo a capacidade máxima indicada pelos bombeiros. Esta determinação é de caráter imediato, e os estabelecimentos terão 30 dias a partir desta segunda-feira para se adequar. “Deve haver conscientização dos empresários das casas noturnas para que não ultrapassem a capacidade de pessoas”, reforçou Pombo. APOIO – No último domingo, uma aeronave mo-

delo Caravan do Governo do Paraná foi deslocada até Santa Maria (RS), a pedido do governador, para apoiar o transporte de pacientes, vítimas de um incêndio em uma casa noturna. “C onv e r s a n d o c om o gove r no d o R i o Gr and e do Sul, prontamente nos disponibilizamos a ajudar”, disse Richa. O avião foi adaptado para transportar até seis passageiros e ficará à disposição das equipes médicas do Rio Grande do Sul enquanto houver necessidade de deslocamento de vítimas do incêndio. PREVENÇÃO – Richa lembrou que a prevenção é a melhor maneira para salvar vidas e destacou projetos implantados no Paraná. O Programa Brigada Escolar Defesa Civil na Escola, prevê a estruturação adequada das escolas e a capacitação dos gestores escolares para dar mais segurança dentro do ambiente escolar. Há aproximadamente um ano e meio de existência, o programa já atendeu mais de 1.700 escolas estaduais. “O Paraná é o único estado que possui um programa como este. Todas as escolas estão sendo treinadas para que possam agir de forma correta em momentos de insegurança”, afirmou o governador.

Prefeitura quer novas indústrias para geração de emprego e renda

turístico de Ribeirão Claro”, contou. “Explicamos que o município fica no ‘corredor d o Me rc o s u l’, c om f á c i l

acesso a São Paulo e o Sul do País”, completou. “Fomos apresentados pelo presidente ao gerente de Fomento e

Desenvolvimento, Marcelo Antônio Percicotti da Silva, que dará andamento aos projetos”, concluiu.

MEIO AMBIENTE

Secretaria da Agricultura cria departamento de florestas plantadas AEN

O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, apresentou na segunda-feira (28) à diretoria da Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (Apre) o novo regimento que cria o Departamento de Florestas Plantadas (Deflop). Foi apresentada inicialmente a estruturação que a Secretaria está dando ao setor de florestas plantadas, assim como as políticas de apoio aos programas de fomento para o desenvolvimento florestal no Estado. Em dezembro, o governador Beto Richa assinou o decreto 6883/2012 que determinou a criação de um departamento específico para ampliar a política de florestas plantadas e trabalhar diretamente com a silvicultura no Paraná. Segundo Ortigara, o governo do Paraná tem interesse em que o programa de Cultivos Florestais evolua de forma consistente e que seja uma alternativa de poupança ao agricultor no médio prazo. Para isso, a Secretaria da Agricultura irá articular a organização e a qualificação do agricultor. Na audiência também foram discutidas parcerias que

Paraná tem interesse no programa de Cultivos Florestais

a Secretaria e a Associação podem realizar para ampliar as ações de desenvolvimento sustentável, como as patrulhas rurais, melhoria das estradas rurais entre outros. O secretário destacou ainda a importância da atividade integrada com o segmento industrial, com a agroindústria e a agricultura familiar. Também foram discutidas questões referentes à implementação da adequação ambiental segundo o novo Código Florestal. Participaram do encontro o diretor-executivo da Associação, Carlos Mendes, o gerente executivo Ailson Augusto Loper, o vice-presidente Afonso Mehl, o asses-

sor jurídico Paulo de Tarso, e o engenheiro agrônomo Renato Viana, responsável pelos trabalhos de florestas plantadas da Secretaria da Agricultura. ASSOCIAÇÃO - A Apre é uma entidade que congrega 44 empresas da cadeia produtiva de base florestal dos mais diversos perfis. Além das empresas, são associadas oito instituições de ensino e pesquisa, que formam o conselho científico. As associadas representam 60% da área de floresta plantada no Paraná. Ainda segundo a entidade, o segmento é responsável por 7,8% do Produto Interno Bruto do Estado e pela geração de renda para mais de 500 mil pessoas.

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Santo Antônio da Platina-PR

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CAL VICENTE NUTRIÇÃO ANIMAL com sede ao Sítio Santa Maria, Guapirama PR, CNPJ 08.846.841/0001-26 torna público que requereu ao IAP ER/JAC, a LP Licença Prévia, para INDUSTRIA DE FERTILIZANTES EM SUA SEDE.

A empresa PRO SYSTEM LTDA, situada em Santo Antônio da Platina/PR, à Rua Acácia, nº 547 - Bairro Jardim Santa Efigênia, Inscrição Estadual nº 904.40595-73 e CNPJ n.º 09.569.795/0001-28, comunica o extravio de 01 talão de nota fiscal de prestação de serviço, série F, do n.º 0001 ao n.º 0050, sendo que do n.º 0001 ao n.º 0027, usadas e do n.º 0028 ao n.º 0050, em branc

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Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO DO PINHAL = P O R T A R I A 008/2013 = O Senhor Dr. Dartagnan Calixto Fraiz, Prefeito Municipal de Ribeirão do Pinhal, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais e na forma da Lei. RESOLVE: DESIGNAR, o funcionário Público Municipal, Sr. Juliano Zacarias Ferreira, admitido em 01/03/2010, através do Concurso Público 02/2009, com o cargo de Assistente Administrativo, para exercer o cargo de Documentador Escolar, recebendo em seus vencimentos 20% de um salário como Função Gratificada (FG), esta portaria entra em vigor a partir de 01 de Fevereiro de 2013. REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE Edifício da Prefeitura Municipal de Ribeirão do Pinhal, Estado do Paraná, aos vinte e oito dias do mês de Janeiro do ano dois mil e treze. Gabinete do Prefeito. Dartagnan Calixto Fraiz Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO DO PINHAL = P O R T A R I A 009/2013 = O Senhor Dr. Dartagnan Calixto Fraiz, Prefeito Municipal de Ribeirão do Pinhal, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições legais e na forma da Lei. RESOLVE: DESIGNAR, os servidores Públicos Municipais, abaixo relacionados, para assumirem os cargos de Diretoria, Coordenadoria Pedagógica e Assessoria Pedagógica nas escolas Públicas Municipal, portaria com efeito retroativo a 02 de Janeiro do corrente exercício. Centro Municipal de Educação Infantil Cônego Wenceslaw Wiktor Diretora : Valdinéia Fátima de Souza Zanni – RG 6.009.712-7/PR Centro Municipal de Educação Infantil Irmã Joseane Diretora : Cleuza Cruz de Barros da Silva – RG 4.085.321-9/PR Centro Municipal de Educação Infantil Pequeno Príncipe Diretora : Marlene Pereira Generoso – RG 4.339.403-7/PR Centro Municipal de Educação Infantil Vó Zaide Diretora : Lucilene de Cássia Siqueira – RG 4.438.642-9/PR Escola Municipal Dr. Carlito Thomé da Silva – Ensino Fundamental Diretora : Adriana Márcia Flores – RG 6.225.463-7/PR Coordenadora Pedagógica : Regina Cruz Lorenzetti – RG 3.324.1933/PR Escola Municipal Dr. Marcelino Nogueira – Ensino Fundamental Diretora : Sirlei Gizzi Figueiredo – RG 4.745.769-6/PR Coordenadora Pedagógica : Silvana Mossato Bordin – RG 5.029.643-1/PR Escola Municipal Nova Carvalho – Ensino Fundamental Diretora : Luciana Cristina Pinto – RG 7.168.373-7/PR Coordenadora Pedagógica : Rosilene Alexandrina Borges – RG 5.993.697-2/PR Escola Municipal Tancredo Neves – Ensino Fundamental Diretor : Jorge Tadeu dos Santos – RG 3.676.779-0/PR Coordenadora Pedagógica : Marta Keli de Mello – RG 6.582.455-8/ PR Escola Municipal do Campo Triolândia – Ensino Fundamental Diretora : Maria Aparecida Isaias Antunes – RG 4.575.874-5/PR Secretaria Municipal de Educação Assessora Pedagógica : Jane Maria de Oliveira – RG 5.683.208-4/PR Assessora Pedagógica : Maria Regina de Oliveira – RG 4.105.9680/PR REGISTRE-SE E PUBLIQUE-SE Edifício da Prefeitura Municipal de Ribeirão do Pinhal, Estado do Paraná, aos vinte e oito dias do mês de Janeiro de dois mil e treze. Gabinete do Prefeito. Dartagnan Calixto Fraiz Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO DO PINHAL EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE POSSE CONCURSO PÚBLICO Nº 002/2009 O Prefeito Municipal de Ribeirão do Pinhal, Dartagnan Calixto Fraiz, brasileiro, casado, Prefeito, inscrito no CPNF sob nº 171.895.279-15. No uso de suas atribuições legais, Convoca o candidato aprovado no Concurso Público 002/2009, no cargo de Engenheiro, seguindo rigorosamente a ordem de classificação, para apresentar os documentos exigidos e tomar posse de seu respectivo cargo, até o dia 08 de Fevereiro de 2013, conforme relação abaixo. ENGENHEIRO : Classif. Candidato RG 03 Rafael Castilho Okada 83450487 O não comparecimento no prazo legal implicará na desistência do classificado, podendo a Prefeitura Municipal convocar o candidato imediatamente posterior, obedecendo rigorosamente à ordem de classificação. Ribeirão do Pinhal, 28 de Janeiro de 2013. DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ - Prefeito Municipal -

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA PORTARIA Nº 066/13 O Prefeito Municipal de Santo Antônio da Platina, Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei e, de acordo com ofício n° 012/13 de Departamento de Patrimônio e Segurança, protocolado sob n° 000842 em 18/01/13 resolve: DETERMINAR à Divisão de Patrimônio e Segurança que efetue a BAIXA PATRIMONIAL do bem patrimonial nº 25.171 – Oximetro de pulso com bateria interna, portátil de mão e patrimônio nº 25.454 – Glicosímetro completo com lancetador e lancetas; em virtude de furto no prédio da Unidade Básica de Saúde da Vila Sete, conforme Boletim de Ocorrência nº 2013/41602, de 13/01/13. GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA / ESTADO DO PARANÁ / PAÇO MUNICIPAL DR. ALÍCIO DIAS DOS REIS, em 24 de janeiro de 2013. PEDRO CLARO DE OLIVEIRA NETO Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA DECRETO Nº 046/13 O Prefeito Municipal de Santo Antônio da Platina, Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei, e de acordo com requerimento protocolado sob n° 000993/13 de 22/01/2013, decreta: Art. 1º - Fica EXONERADO, a pedido, a partir de 25 de janeiro de 2013, o servidor ANDRÉ LINNEO TOCCHETTO, ocupante do cargo de Fiscal de Obras e Posturas, Regime Estatutário deste Município, nomeado em 19 de dezembro de 2011 através do Decreto 531/11. Art. 2º - Revogam-se as disposições em contrário. GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA / ESTADO DO PARANÁ / PAÇO MUNICIPAL DR. ALÍCIO DIAS DOS REIS, aos 23 de janeiro de 2013. PEDRO CLARO DE OLIVEIRA NETO Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA DECRETO Nº 051/13 O Prefeito Municipal de Santo Antônio da Platina, Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei e, de acordo com o ofício do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente, protocolado sob nº 000398/13, de 11/01/2013, decreta: Art.1º - Fica NOMEADO, a partir de 11 de janeiro de 2013, o Senhor VANDERLEI LUIZ DA SILVA para ocupar o cargo em comissão de Conselheiro Tutelar, Regime Estatutário deste Município, de acordo com a Lei nº 396/05, alterada pelas Leis 777/09, 856/09 e Lei nº 1118/11. Art.2º - A referida nomeação tem a finalidade de substituir o Conselheiro Tutelar titular, ISRAEL JUNIOR DA SILVA, em virtude de Exoneração do cargo, conforme Decreto n° 026/13 de 14/01/13. Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário. GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA / ESTADO DO PARANÁ / PAÇO MUNICIPAL Dr. ALÍCIO DIAS DOS REIS, aos 25 de janeiro de 2013. PEDRO CLARO DE OLIVEIRA NETO Prefeito Municipal


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RGF - Divida Consolidada.htm

MUNICÍPIO DE GUAPIRAMA RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 à 12/2012

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, Art 55, inciso I, alínea "b" - Anexo II

R$

SALDO EXERCÍCIO

DÍVIDA CONSOLIDADA

SALDO DO EXERCÍCIO DE 2012

ANTERIOR

DÍVIDA CONSOLIDADA - DC (I) Dívida Mobiliária Dívida Contratual Dívida Interna Dívida Externa Precatórios posteriores a 5.5.2000 (inclusive) Demais Dívidas DEDUÇÕES (II) Disponibilidade de Caixa Bruta Demais Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Proc essados (Exceto Precatórios) DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (DCL) (III) = (I - II) RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL

até o 1º Sem estre

até o 2º Sem estre

62.722,71 62.722,71 62.722,71 0,00 0,00 0,00 2.503.363,39 2.813.276,96 34.286,91 -344.200,48

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 3.901.586,40 4.142.204,07 30.782,34 -271.400,01

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.510.055,42 1.914.715,45 31.706,34 -436.366,37

-2.440.640,68

-3.901.586,40

-1.510.055,42

9.020.892,04

9.527.918,03

9.480.103,04

0,70

0,00

0,00

-27,06

-40,95

% da DC sobre a RCL (I/RCL) % da DCL sobre a RCL (III/RCL)

-15,93

LIMITE DEFINIDO PELA RESOLUÇÃO Nº 40, DE 2001, DO SENADO FEDERAL: <%>

120,00%

DETALHAMENTO DA DÍVIDA CONTRATUAL DÍVIDA DE PPP PARCELAMENTO DE DÍVIDAS De Tributos De Contribuições Sociais Previdenciárias Demais Contribuições Sociais Do FGTS DEMAIS DÍVIDAS CONTRATUAIS

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 62.722,71

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 72.081,07 1.215.736,42 0,00

0,00 0,00 12.281,35 2.109.691,12 0,00

0,00 0,00 35.848,10 1.198.405,52 0,00

OUTROS VALORES INTEGRANTES DA DC PRECATÓRIOS ANTERIORES A 05/05/2000 INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA DEPÓSITOS RP NÃO-PROCESSADOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES ANTECIPAÇÕES DE RECEITA ORÇAMENTÁRIA - ARO REGIME PREVIDENCIÁRIO DÍVIDA CONSOLIDADA PREVIDENCIÁRIA

SALDO EXERCÍCIO ANTERIOR

DÍVIDA CONSOLIDADA PREVIDENCIÁRIA (IV) Passivo Atuarial Demais Dívidas DEDUÇÕES (V) Ativo Disponível Investimentos Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados OBRIGAÇÕES NÃO INTEGRANTES DA DC DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA PREVIDENCIÁRIA (VI) = (IV - V)

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SALDO DO EXERCÍCIO DE 2012 até o 1º Sem estre 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

até o 2º Sem estre 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

RREO - Demonstrativo do ResultadfoPrimário.htm

MUNICÍPIO DE GUAPIRAMA RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 à /2012

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, Art. 53, inciso III - Anexo VII

R$

RECEITAS REALIZADAS

PREVISÃO ATUALIZADA

RECEITAS PRIMÁRIAS

No Bim estre

Jan à Dez 2012

Jan à Dez 2011

RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) 13.223.036,79 1.880.883,83 9.336.960,52 Receita Tributária 728.504,00 71.188,93 423.868,81 IPTU 127.200,00 4.870,72 161.441,06 ISS 127.200,00 19.902,16 66.278,60 ITBI 152.640,00 16.699,04 71.281,85 IRRF 160.272,00 33.526,47 189.017,17 Outras Receitas Tributárias 161.192,00 1.832,86 34.360,93 (-) Deduções da Receita Tributária 0,00 -5.642,32 -98.510,80 file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RGF - Divida Consolidada.htm Receitas de Contribuições 26.712,00 2.730,78 37.421,87 Receitas Previdenciárias 0,00 0,00 0,00 Outras Receitas de Contribuições 26.712,00 2.730,78 37.421,87 (-) Deduções da Receita de Contribuições 0,00 0,00 0,00 Receita Patrimonial Líquida 38.160,00 0,00 0,00 Receita Patrimonial 184.510,00 12.439,14 143.142,52 (-) Aplicações Financeiras -146.350,00 -12.439,14 -143.142,52 (-) Deduções da Receita Patrimonial 0,00 0,00 0,00 Transferências Correntes 11.993.858,19 1.783.940,73 8.821.237,55 FPM 7.759.200,00 1.156.250,79 6.058.493,42 ICMS 1.780.800,00 318.298,77 1.784.548,04 Convênios 443.350,51 -5.209,89 239.789,01 Outras Transferências Correntes 2.010.507,68 314.601,06 738.407,08 Demais Receitas Correntes 435.802,60 23.023,39 54.432,29 Dívida Ativa 116.576,00 25.647,39 61.893,20 319.226,60 14.095,03 36.594,00 Div ersas Receitas Correntes (-) Deduções das Demais Receitas Correntes 0,00 -16.719,03 -44.054,91 RECEITAS DE CAPITAL (II) 2.173.926,55 3.250,00 1.500.790,38 Operações de Crédito (III) 0,00 0,00 0,00 Amortizações de Empréstimos (IV) 0,00 0,00 0,00 Alienação de Ativos (V) 0,00 3.250,00 19.550,00 Transferências de Capital 2.173.926,55 0,00 1.481.240,38 Convênios 2.173.926,55 0,00 1.481.240,38 Outras Transferências de Capital 0,00 0,00 0,00 Outras Receitas de Capital 0,00 0,00 0,00 RECEITAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (VI)=(II-III-IV-V) 2.173.926,55 0,00 1.481.240,38 RECEITAS PRIMÁRIA TOTAL (VII)=(I+VI) DESPESAS PRIMÁRIAS DESPESAS CORRENTES (VIII) Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida (IX) Outras Despesas Correntes DESPESAS PRIMÁRIAS CORRENTES (X)=(VIII-IX) DESPESAS DE CAPITAL (XI) Investimentos Inversões Financeiras Concessão de Empréstimos (XII) Aquisição de Título de Capital já Integralizado (XIII) Demais Inversões Financeiras Amortização da Dívida (XIV)

15.396.963,34

1.880.883,83

10.818.200,90

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

DESPESAS EMPENHADAS

PREVISÃO ATUALIZADA

No Bim estre

11.490.262,68 5.962.988,56 6.000,00 5.521.274,12 11.484.262,68 4.509.805,64 4.444.805,64 0,00 0,00 0,00 0,00 65.000,00

Jan à Dez 2012

1.450.712,90 1.159.464,90 -2.361,74 293.609,74 1.453.074,64 371,66 4.788,48 0,00 0,00 0,00 0,00 -4.416,82

DESPESAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL FISCAIS (XV)=(XI4.788,48 4.444.805,64 XII-XIII-XIV) RESERVA DE CONTINGÊNCIA (XVI) 653,35 0,00 RESERVA DO RPPS ( XVII ) 0,00 0,00 28/01/13 RREO - Demonstrativo do ResultadfoPrimário.htm DESPESA PRIMÁRIA TOTAL (XVIII)=(X+XV+XVI+XVII) 15.929.721,67 1.457.863,12

Jan à Dez 2011

8.618.101,53 4.840.002,88 3.638,26 3.774.460,39 8.614.463,27 3.321.910,91 3.263.605,02 0,00 0,00 0,00 0,00 58.305,89

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

3.263.605,02

0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

11.878.068,29

0,00

file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RREO - Demonstrativo do Resul…0,00 1/2 RESULTADO PRIMÁRIO (XIX) = (VII - XVIII) -532.758,33 423.020,71 -1.059.867,39

SALDO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES

-

-

684.202,92

DESCRIMINAÇÃO DA META FISCAL META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO P/ O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA

-

VALOR CORRENTE -39.460,00

PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA DECRETO Nº 052/13 O Prefeito Municipal de Santo Antônio da Platina, Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei, decreta: CONSIDERANDO os despachos do Chefe da Divisão de Contabilidade e da Assessoria Jurídica, exarados no requerimento nº 000295/13 de 10/01/13; DECRETA: Art. 1º - Fica NOMEADO, a partir de 11 de janeiro de 2013, o Senhor ANTÔNIO CARLOS JANNINI BARTHOLOMEI, para ocupar o cargo em comissão de Diretor do Departamento de Cultura, Símbolo CC-02, Regime Estatutário deste Município, de acordo com a Lei nº 396/05, Lei nº 777/09, Lei nº 856/09 e Lei nº 966/10. Art.2º - Revogam-se as disposições em contrário. GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA / ESTADO DO PARANÁ / PAÇO MUNICIPAL DR. ALÍCIO DIAS DOS REIS, aos 25 de janeiro de 2013. PEDRO CLARO DE OLIVEIRA NETO Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA DECRETO Nº 057/13 O Prefeito Municipal de Santo Antônio da Platina, Estado do Paraná, no uso das atribuições que lhe são conferidas por Lei, decreta: CONSIDERANDO os despachos do Chefe da Divisão de Contabilidade e da Assessoria Jurídica, exarados no requerimento nº 000582/13 de 15/01/13; DECRETA: Art. 1º - Fica NOMEADO, a partir de 11 de janeiro de 2013, o Senhor MAURÍLIO LOIOLA DE SOUZA, para ocupar o cargo em comissão de Diretor do Departamento de Serviços Rurais, Símbolo CC-02, Regime Estatutário deste Município, de acordo com a Lei nº 396/05, Lei nº 777/09, Lei nº 856/09 e Lei nº 966/10. Art.2º - Revogam-se as disposições em contrário. GABINETE DO PREFEITO MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA / ESTADO DO PARANÁ / PAÇO MUNICIPAL DR. ALÍCIO DIAS DOS REIS, aos 25 de janeiro de 2013. PEDRO CLARO DE OLIVEIRA NETO Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMBARÁ PORTARIA No 062/2013 O Excelentíssimo Senhor João Mattar Olivato, Prefeito Municipal de Cambará, Estado do Paraná, usando de suas atribuições, que lhe são conferidas por lei, considerando a realização de Processo Seletivo Público através do Edital nº 002/2012 para o Programa de Saúde da Família – PSF, em conformidade com o Decreto nº1278/2012, de 04/07/2012 de Homologação, considerando rigorosamente a ordem de classificação, RESOLVE I- Convocar o candidato, aprovado no Processo Seletivo Público, para exercer sua função, na Micro Área 05 – São Jose. AGENTE COMUNITARIO DE SAUDE PSF CLASS. NOME RG 15 VERA LUCIA DE SOUZA 4.181.886-7 EXIGÊNCIAS DE ACORDO COM O EDITAL Nº 002/2012 ITENS: 11.1 - No ato da contratação o candidato deverá apresentar os seguintes documentos: 01 – Carteira de Trabalho e Previdência Social; 02 - Duas fotos 3 X 4 recentes; 03 - Cópia autenticada do RG, do CPF, do PIS/PASEP, do Título de Eleitor (com comprovação de votação na última eleição), da Certidão de Nascimento (se for solteiro), ou de Casamento (se for casado), do Certificado de Reservista ou de quitação com o Serviço Militar (se for do sexo masculino e menor de 45 anos), da Certidão de nascimento dos filhos menores de 14 (quatorze) anos (se os possuir), da(s) Carteira(s) de vacinação dos filhos menores (quando exigidas). 04 - Certidão negativa de antecedentes criminais expedida pelo órgão competente da região de seu domicílio. 05 - Comprovante da escolaridade ou requisitos exigidos, conforme consta da subalínea “e” do item 11.1 do Edital nº 002/2012. 06 – Comprovante de endereço atual (fotocópia autenticada ou acompanhada do original) para os candidatos às vagas de Agente Comunitário de Saúde conforme consta do Anexo I do Edital nº 002/2012 por Área e Micro Área. 11.6 - Fica estipulado o prazo de 72 (setenta e duas) horas, para que os candidatos se apresentem e confirmem a aceitação dos empregos. 11.7- Caso não compareçam, ou, comparecendo, não confirmarem a aceitação, serão considerados desistentes e perderão, conseqüentemente, o direito às vagas. O presente ato entra em vigor na data de sua publicação. Publique-se, Notifique-se, Cumpra-se. Gabinete do Prefeito Municipal de Cambará, Estado do Paraná, em 28 de Janeiro de 2013. João Mattar Olivato PREFEITO MUNICIPAL DE CAMBARÁ PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMBARÁ PORTARIA Nº 061/2013 O Sr. JOÃO MATTAR OLIVATO, Prefeito Municipal de Cambará, Estado do Paraná, no uso de suas atribuições, que lhe são conferidas por Lei, RESOLVE: Art. 1º – Colocar a Senhora MAYARA GARCIA JUSTO, RG Nº 10.654.973-7, aprovada em Processo Seletivo Publico, de Agente Comunitário de Saúde-PSF, realizado de acordo com o Edital nº 002/2012 e Homologado através do Decreto nº 1278/2012, de 04/07/2012, em final de lista dos aprovados. Art. 2º - O presente ato entra em vigor na data de sua publicação. Publique-se, Notifique-se, Cumpra-se. Gabinete do Prefeito Municipal de Cambará, Estado do Paraná, em 28 de Janeiro de 2013. JOÃO MATTAR OLIVATO Prefeito Municipal de Cambará PREFEITURA MUNICIPAL DE JOAQUIM TÁVORA - ESTADO DO PARANÁ TERMO DE HOMOLOGAÇÃO E ADJUDICAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL Nº. 001/2013 – PMJT PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº. 001/2013 – PMJT OBJETO: Contratação de pessoa física/ jurídica para prestação de serviços de recolhimento de entulhos, galhos de árvores e lixo reciclável, no perímetro urbano, com destino ao depósito de lixo, com todas as despesas (caminhão/motorista/combustível) por conta da contratada, pelo período de 12 meses. Tendo em vista a Ata de Julgamento do Pregão em epígrafe, elaborada pela Pregoeira deste Município; o Senhor SEBASTIÃO APARECIDO LOPES, Prefeito Municipal de Joaquim Távora, no uso de suas atribuições legais RESOLVE: HOMOLOGAR A LICITAÇÃO MODALIDADE PREGÃO PRESENCIAL Nº. 001/2013 – TIPO MENOR PREÇO e ADJUDICAR o objeto da licitação para: MARCELO DOS SANTOS VARGAS, inscrito no CPF nº 896.770.30906, declarado VENCEDOR com um valor máximo contratual de R$ 28.800,00 (vinte e oito mil e oitocentos reais). E para que produza seus efeitos jurídicos e legais, Convoca-se o vencedor do certame para comparecimento ao Departamento de Licitação da Prefeitura de Joaquim Távora para assinatura do contrato num prazo máximo de 05 (cinco) dias. PUBLIQUE-SE Joaquim Távora, 25 de Janeiro de 2013. SEBASTIÃO APARECIDO LOPES - PREFEITO MUNICIPAL


Atas&Editais B-7

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 28/01/13

RREO - Balanço Orçamentário receita.htm

MUNICÍPIO DE GUAPIRAMA RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL BALANÇO ORÇAMENTÁRIO - RECEITA 01/2012 à 12/2012

*** RELATÓRIO DE SIM PLES CONFERÊNCIA *** LRF, Art. 52, inciso I, alíneas "a" e "b" do inciso II e § 1º - Anexo I

R$ Previsão

RECEITAS

Previsão Inicial

Atualizada (a)

Receitas Realizadas No Bimestre (b)

% (b/a)

Saldo a

Até o Bimestre (c)

% (c/a)

Realizar (a-c)

RECEITAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I)

13.165.334,60

15.543.313,34

1.896.572,97

12,20

10.980.893,42

70,65

4.562.419,92

RECEITAS CORRENTES

13.165.334,60

13.369.386,79

1.893.322,97

14,16

9.480.103,04

70,91

3.889.283,75

728.504,00

728.504,00

71.188,93

9,77

423.868,81

58,18

304.635,19

Impostos

567.312,00

567.312,00

74.998,39

13,22

488.018,68

86,02

79.293,32

Taxas

161.192,00

161.192,00

1.832,86

1,14

34.360,93

21,32

126.831,07

Contribuição de Melhoria

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

(-) Deduções da Receita Tributária

0,00

0,00

-5.642,32

0,00

-98.510,80

0,00

-98.510,80

26.712,00

26.712,00

2.730,78

10,22

37.421,87

140,09

-10.709,87

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

26.712,00

26.712,00

2.730,78

10,22

37.421,87

140,09

-10.709,87

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITA PATRIMONIAL

169.460,00

184.510,00

12.439,14

6,74

143.142,52

77,58

41.367,48

Receitas Imobiliárias

38.160,00

38.160,00

0,00

0,00

0,00

0,00

38.160,00

131.300,00

146.350,00

12.439,14

8,50

143.142,52

97,81

3.207,48

Receitas de Concessões e Permissões

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Compensações Financeiras

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras Receitas Patrimoniais

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

(-) Deduções da Receita Patrimonial

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita da Produção Vegetal

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita da Produção Animal e Deriv ados

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras Receitas Agropecuárias

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

(-) Deduções da Receita Agropecuária

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita da Indústria de Transf ormação

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita da Indústria de Construção

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras Receitas Industriais

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

(-) Deduções da Receita Industrial

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

228.960,00

228.960,00

200,00

0,09

8.872,01

3,87

220.087,99

228.960,00

228.960,00

273,70

0,12

9.109,71

3,98

219.850,29

0,00

0,00

-73,70

0,00

-237,70

0,00

-237,70

11.804.856,00

11.993.858,19

1.783.940,73

14,87

8.821.237,55

73,55

3.172.620,64

11.542.824,00

11.550.507,68

1.789.150,62

15,49

8.581.448,54

74,29

2.969.059,14

Transf erências de Instituições Priv adas

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Transf erências do Exterior

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Transf erências de Pessoas

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

262.032,00

443.350,51

-5.209,89

-1,18

239.789,01

54,09

203.561,50

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

206.842,60

206.842,60

22.823,39

11,03

45.560,28

22,03

161.282,32

49.976,00

49.976,00

13.750,93

27,52

27.065,36

54,16

22.910,64

0,00

0,00

0,00

0,00

157,00

0,00

-157,00

116.576,00

116.576,00

25.647,39

22,00

61.893,20

53,09

54.682,80

40.290,60

40.290,60

70,40

0,17

261,93

0,65

40.028,67

0,00

0,00

-16.645,33

0,00

-43.817,21

0,00

-43.817,21

0,00

2.173.926,55

3.250,00

0,15

1.500.790,38

69,04

673.136,17

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Operações de Crédito Internas

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Operações de Crédito Externas

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

3.250,00

0,00

19.550,00

0,00

-19.550,00

Alienação de Bens Móv eis

0,00

0,00

3.250,00

0,00

19.550,00

0,00

-19.550,00

Alienação de Bens Imóv eis

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

AMORTIZAÇÕES DE EMPRÉSTIMOS

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

2.173.926,55

0,00

0,00

1.481.240,38

68,14

692.686,17

Transf erências Intergov ernamentais

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Transf erências de Instituições Priv adas

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Transf erências do Exterior

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Transf erências de Pessoas

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Transf erências de Outras Instituições Públicas

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Transf erências de Conv ênios

0,00

2.173.926,55

0,00

0,00

1.481.240,38

68,14

692.686,17

Transf erências para o Combate à Fome

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Integralização do Capital Social

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Div . Atv . da Amortiz. de Emp. e Financ.

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Receitas de Capital Div ersas

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

15.543.313,34 1.896.572,97 RREO13.165.334,60 - Balanço Orçamentário receita.htm

12,20

10.980.893,42

70,65

4.562.419,92

RECEITAS TRIBUTÁRIAS

RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES Contribuições Sociais Contribuições Econômicas (-) Deduções da Receita de Contribuições

Receitas de Valores Mobiliários

RECEITA AGROPECUÁRIA

RECEITA INDUSTRIAL

RECEITA DE SERVIÇOS Receita Bruta de Serv iços (-) Deduções da Receita de Serv iços TRANSFERÊNCIAS CORRENTES Transf erências Intergov ernamentais

Transf erências de Conv ênios Transf erências para o Combate à Fome OUTRAS RECEITAS CORRENTES Multas e Juros de Mora Indenizações e Restituições Receita da Dív ida Ativ a Receitas Div ersas (-) Deduções de Outras Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL OPERAÇÕES DE CRÉDITO

ALIENAÇÃO DE BENS

TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL

RECEITAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II) SUBTOTAL DAS RECEITAS (III) = (I+II) 28/01/13

OPERAÇÕES DE CRÉDITO - REFINANCIAMENTO (IV)

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Dív ida Mobiliária

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Contratual

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Mobiliária

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Contratual

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

13.165.334,60

15.543.313,34

1.896.572,97

12,20

10.980.893,42

70,65

4.562.419,92

0,00

457.408,33

0,00

0,00

959.119,02

209,69

-501.710,69

13.165.334,60

16.000.721,67

1.896.572,97

11,85

11.940.012,44

74,62

4.060.709,23

Superáv it Financeiro

0,00

0,00

0,00

0,00

684.202,92

0,00

0,00

Reabertura de Crédito Adicionais

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

SALDO DE EXERC. ANTERIORES (Utilizados para Créditos Adicionais)

0,00

0,00

0,00

0,00

684.202,92

0,00

0,00

file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RREO - Balanço r… 0,00 1/2 Operações de Crédito Internas 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Orçamentário 0,00

Operações de Crédito Externas

SUBTOTAL COM REFINANCIAMENTO (V)=(III+IV) DÉFICIT (VI) TOTAL (VII) = (V + VI)


cmyb

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Social

E-mail: social@tribunadovale.com.br

Rodrigo Oliveira Foto e Stúdio

Frase Mais do que confiar nos outros é primordial confiar em si mesmo, a auto confiança é fundamental para o sucesso pessoal e profissional. (Luis Alves)

Arquivo Pessoal

Rainhas No último dia 19 foram eleitas as rainhas da festa da Paróquia São Sebastião no município de Joaquim Távora. As vencedoras foram: Rainha da festa Ana Paula Noheman, 1º Princesa Luana Soares de Souza, 2º Princesa Lidiane Fernanda da Costa e o título de Garota Simpatia ficou com Ludmila Cristina dos Santos. Parabéns lindas!

Bodas de Pérola

Receita: Crepe Suíço Ingredientes: 2 xícaras (chá) de leite, 1 e 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo, 4 colheres (sopa) de óleo, 2 colheres (sopa) de manteiga,1 colher (café) de sal, 2 ovos e Manteiga para untar. Recheio: 500g de mussarela ralada, 300g de presunto picado,3 tomates picados sem pele e Sal a gosto. Modo de preparo: Bata todos ingredientes no liquidificador. Frite a massa em uma frigideira untada com manteiga, como se fosse panquecas. Adicione o recheio ainda na frigideira, deixe derreter e dobre ao meio.

Luiz Antônio Diniz e Marilene, comemoram nesta terça-feira, 30 anos de feliz união. Os votos de felicidades ao exemplar casal vêm de todos os familiares, em especial dos filhos, netos, genro e nora. Tim-Tim!

Marcos Júnior

Especial para folia Uma marca carioca de roupas começou a vender, na última semana, sua coleção especial de Carnaval. Além de fantasias - de melindrosa a borboleta e gatinha -, a linha tem roupas estampadas e decoradas com, mais paetês e acessórios divertidos - como pentes, colares, cartolas e tiaras. Não é a primeira vez que isso acontece, a marca Farm já é tradição quando o assunto é carnaval.

Leitura A nossa dica de leitura traz hoje o livro Histórias Tecidas em Seda (Cortez, 2007), composto por três antigos contos delicados como uma seda, passados de uma geração a outra. As belas histórias transportam o leitor ao mundo oriental pela sua força, perseverança, respeito aos antepassados e confiança na vida. Ilustrado pela própria autora, o texto e as imagens conduzem a um ambiente extremamente sensível e mágico. O livro foi premiado pela FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil) em 2007, na categoria Reconto .

Click O prefeito de Guapirama, Pedro Banzé, e o chefe regional da Secretaria da Família, Antônio Carlos de Almeida, o Tomate, posaram para o click junto do jornalista esportivo da RPCTV, Jasson Goulart, em recente evento em Pinhalão

H ORÓSCOPO PARA HOJE Áries Semana começa produtiva, envolvente e animada pra você! Energia não faltará. Namorar e se divertir são chamarizes poderosos. Equilibre as demandas sociais com isto. Impaciente com filhos? Controle-se e seja justo com eles.

Gêmeos Você começa a semana super receptivo e a fim de se entender bem com seu meio, o que estimula aprendizado e troca de informações importantes. Estudos e desenvolvimento de habilidades em alta. Livre-se de fanáticos!

Leão Clima astral bom pra você investir em si mesmo, praticando esportes, cuidando do corpo e da mente. Vale se distanciar das pessoas. Senão, acabará irritado ou irritará alguém. Você precisa de afeto e não de teorias rígidas hoje.

Libra Sem duvida uma semana ótima para você se envolver com novos projetos criativos, sejam eles profissionais ou não. Hoje porem é importante não marcar reuniões com amigos envolvidos nestes projetos. No amor, seja paciente.

Sagitário Período de Lua cheia sempre traz brigas e confrontos, mas hoje a agressividade está maior por ai. Você por exemplo: se insistir em bancar o dono da verdade, pode apostar em confl itos. Mas serão inúteis, somente destrutivos.

Aquário Sol e Urano em bom aspecto trazem originalidade e inovação. Oportunidade de surpreender. Manifestações de egoísmo e e atitudes do tipo primeiro eu resultarão em magoas do parceiro, do sócio ou de um cliente.

Touro Mais demandas vem vindo por ai. Provocação é como você encara a ordem de um superior?O chefe anda exigente, enquanto você só precisa de paz e acolhida em casa. Alternância de estado de humor torna tudo meio tenso.

Câncer Lua e Marte formam um ângulo perigoso para as suas finanças hoje. Portanto evite negociar salários, quanto irá cobrar por um serviço ou produto. Também não é bom dia para compras. Sua autoconfiança não está das melhores.

Virgem Desconforto, mau humor, mania de perseguição? Pode ser. Reserve o dia para atividades criativas e prefira o isolamento às agitações sociais. Você se sentirá melhor e fará menos estragos. Combata a irritabilidade.

Escorpião Com Marte em Aquário você está envolvido com assuntos íntimos, com sua casa e parentes. Mas a semana começa pedindo um olhar mais atento ao que se passa na vida profissional e com sua reputação. Suscetibilidade.

Capricórnio Finanças acendem alerta vermelho hoje; gastar impulsivamente será um perigo apenas pra você, que terá de lidar com uma enorme dívida mais tarde. Seja menos rígido ao lidar com as pessoas pra não falar no deserto.

Peixes A semana começa bem pra você, há sinais de uma bem vinda independência financeira a caminho. Você pode acertar um novo trabalho, ou ter noticias sobre uma nova fonte de renda, um trabalho. Mau humor deve ser controlado.

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Atas&Editais D-1

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO - RECEITA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, Art. 52, inciso I, alíneas "a" e "b" do inciso II e § 1º - Anexo I Receitas

Previsão inicial

Receitas realizadas

Previsão atualizada (a)

No bimestre (b)

% (b/a)

Até o bimestre

Saldo a realizar (a-c)

% (c/a)

RECEITAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I)

21.380.763,13

21.887.763,13

3.491.796,88

15,95

16.051.738,60

73,34

5.836.024,53

RECEITAS CORRENTES RECEITA TRIBUTÁRIA

19.417.804,94 1.923.002,19

19.924.804,94 1.923.002,19

3.197.737,32 236.083,78

16,05 12,28

15.752.831,26 1.133.950,69

79,06 58,97

4.171.973,68 789.051,50

1.281.000,00

1.281.000,00

230.571,99

18,00

1.040.372,91

81,22

240.627,09

143.050,00 498.952,19

143.050,00 498.952,19

5.511,79 0,00

3,85 0,00

93.577,78 0,00

65,42 0,00

49.472,22 498.952,19

0,00

0,00

0,00

0,00

IMPOSTOS TAXAS CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA (-)DEDUÇÕES DA RECEITA TRIBUTÁRIA RECEITAS DE CONTRIBUIÇÕES

0,00

0,00

0,00

104.475,00

104.475,00

14.774,99

14,14

72.777,69

69,66

31.697,31

0,00 104.475,00 0,00

0,00 104.475,00 0,00

0,00 14.774,99 0,00

0,00 14,14 0,00

0,00 72.777,69 0,00

0,00 69,66 0,00

0,00 31.697,31 0,00

120.225,00

120.225,00

12.081,75

10,05

73.696,68

61,30

46.528,32

RECEITAS IMOBILIÁRIAS

57.750,00

57.750,00

2.296,67

3,98

17.916,23

31,02

39.833,77

RECEITAS DE VALORES MOBILIÁRIOS RECEITA DE CONCESSÕES E PERMISSÕES

62.475,00 0,00

62.475,00 0,00

9.785,08 0,00

15,66 0,00

55.780,45 0,00

89,28 0,00

6.694,55 0,00

CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS CONTRIBUIÇÕES ECONÔMICAS (-)DEDUÇÕES DA RECEITA DE CONTRIBUIÇÕES RECEITA PATRIMONIAL

COMPENSAÇÕES FINANCEIRAS RECEITA DECORRENTE DO DIREITO DE

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

RECEITA DA CESSÃO DE DIREITOS

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

OUTRAS RECEITAS PATRIMONIAIS (-)DEDUÇÕES DA RECEITA PATRIMONIAL

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITA DA PRODUÇÃO VEGETAL RECEITA DA PRODUÇÃO ANIMAL E DERIVADOS

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

OUTRAS RECEITAS AGROPECUÁRIAS

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

(-)DEDUÇÕES DA RECEITA AGROPECUÁRIA

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITA DA INDUSTRIA EXTRATIVA MINERAL

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITA DA INDÚSTRIA DE TRANSFORMAÇÃO RECEITA DA INDÚSTRIA DE CONTRUÇÃO

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

OUTRAS RECEITAS INDUSTRIAIS

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

(-)DEDUÇÕES DA RECEITA INDUSTRIAL

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

16.276,70

2,87

64.461,03

11,38

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITA AGROPECUÁRIA

RECEITA INDUSTRIAL

RECEITA DE SERVIÇOS

566.500,00

(-)DEDUÇÕES DA RECEITA DE SERVIÇOS TRANSFERÊNCIAS CORRENTES TRANSFERÊNCIAS INTERGOVERNAMENTAIS TRANSFERÊNCIAS DE INSTITUIÇÕES PRIVADAS TRANSFERÊNCIAS DO EXTERIOR TRANSFERÊNCIAS DE PESSOAS TRANSFERÊNCIAS DE CONVÊNIOS

0,00

566.500,00 0,00

502.038,97 0,00

16.520.902,75

17.027.902,75

2.928.210,80

17,20

14.153.599,50

83,12

2.874.303,25

15.860.252,75

15.936.252,75

2.758.926,73

17,31

13.584.596,90

85,24

2.351.655,85

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 660.650,00

0,00 1.091.650,00

0,00 169.284,07

0,00 15,51

0,00 569.002,60

0,00 52,12

0,00 522.647,40

OUTRAS RECEITAS CORRENTES

182.700,00

182.700,00

(9.690,70)

(5,30)

254.345,67

139,21

(71.645,67)

MULTAS JUROS DE MORA

56.700,00

56.700,00

467,03

0,82

2.487,93

4,39

54.212,07

0,00 126.000,00

0,00 126.000,00

1.196,41 5.956,23

0,00 4,73

50.824,54 161.895,15

0,00 128,49

(50.824,54) (35.895,15)

INDENIZAÇÕES E RESTITUIÇÕES RECEITA DA DÍVIDA ATIVA RECEITAS DIVERSAS

0,00

0,00

(17.310,37)

0,00

39.138,05

0,00

(39.138,05)

(-)DEDUÇÕES DE OUTRAS RECEITAS CORRENTES

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITAS DE CAPITAL

1.962.958,19

OPERAÇÕES DE CRÉDITO OPERAÇÕES DE CRÉDITO INTERNAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO EXTERNAS ALIENAÇÃO DE BENS ALIENAÇÃO DE BENS MÓVEIS ALIENAÇÃO DE BENS IMÓVEIS AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS TRANSFERÊNCIAS DE CAPITAL TRANSFERÊNCIAS DE INSTITUIÇÕES PRIVADAS TRANSFERÊNCIAS DO EXTERIOR TRANSFERÊNCIAS DE PESSOAS

294.059,56

14,98

298.907,34

SUBTOTAL DAS RECEITAS (III) = (I+II) Receitas OPERAÇÕES DE CRÉDITO - REFINANCIAMENTO (IV) Operações de Crédito Internas Mobiliária Contratual Operações de Crédito Externas Mobiliária Contratual SUBTOTAL COM REFINANCIAMENTO (V) = (III+IV) DÉFICIT (VI) TOTAL (VII) = (V+VI) SALDO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES Superávit Financeiro Reabertura de Créditos Adicionais

1.664.050,85 987.800,00 987.800,00

987.800,00

987.800,00

0,00

0,00

0,00

0,00

987.800,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 MUNICíPIO 0,00

975.158,19 0,00 0,00 0,00 RIBEIRãO 0,00

294.059,56

30,16

298.907,34 0,00

0,00

0,00

0,00 0,00 PINHAL 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

21.887.763,13 Previsão 0,00 atualizada (a)

676.250,85

0,00

0,00 21.380.763,13 Previsão inicial 0,00

30,65

0,00

DE DO TRANSFERÊNCIAS DE OUTRAS INSTITUIÇÕESRELATÓRIO RESUMIDO 0,00 0,00 0,00 0,00 DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA TRANSFERÊNCIAS DE CONVÊNIOS 975.158,19ORÇAMENTÁRIO 975.158,19 294.059,56 30,16 BALANÇO - RECEITA OUTRAS RECEITAS DE CAPITAL 0,00 0,00 0,00 0,00 ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL INTEGRALIZAÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 0,00 0,00 0,00 0,00 JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 0,00 RECEITA DA DÍVIDA ATIVA PROVENIENTE DE AMORT 0,00 0,00 0,00 OUTRAS RECEITAS LRF, Art. 52, inciso I, alíneas "a" e "b" do inciso II e § 1º - Anexo I RECEITAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II)

15,23

987.800,00

975.158,19

TRANSFERÊNCIAS INTERGOVERNAMENTAIS

1.962.958,19

3.491.796,88 No bimestre 0,00 (b)

298.907,34

30,65

676.250,85

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00 0,00 0,00 Receitas realizadas 15,95 16.051.738,60 73,34 % (b/a) Até o bimestre 0,00 0,00 % (c/a) 0,00

0,00

0,00

5.836.024,53 Saldo a realizar (a-c) 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

21.380.763,13 0,00 21.380.763,13 -

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

21.887.763,13 0,00 21.887.763,13 -

3.491.796,88 0,00 3.491.796,88 -

15,95

16.051.738,60

73,34

5.836.024,53

0,00

990.806,66

0,00

(990.806,66)

15,95 -

17.042.545,26 314.569,14 314.569,14

77,86 -

4.845.217,87 -

-

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

0,00

-

-


D-2 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, Art. 52, inciso ||, alínea "c" - Anexo II DESPESA EMPENHADA FUNÇÃO / SUBFUNÇÃO

INICIAL

ATUALIZADA (a)

DESPESAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (I)

20.285.763,13

LEGISLATIVA

No bimestre (b)

21.107.332,27

DESPESAS LIQUIDADAS

Até o bimestre (c)

2.610.036,77

17.042.545,26

No bimestre (d) 3.111.153,80

Até o bimestre (e) 14.775.564,75

% (e / total e)

Saldo a liquidar (a-e)

% (e/a)

100,00

70,00

6.331.767,52

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

JUDICIÁRIA

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

ESSENCIAL À JUSTIÇA

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

AÇÃO LEGISLATIVA

ADMINISTRAÇÃO

3.507.388,44

3.097.664,70

226.134,90

1.955.211,89

328.240,62

1.675.511,51

11,34

54,09

1.422.153,19

2.922.002,19

2.662.754,49

195.684,21

1.582.037,25

260.760,71

1.307.678,95

8,85

49,11

1.355.075,54

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

540.386,25

419.113,53

30.450,69

357.377,96

63.129,91

352.560,88

2,39

84,12

66.552,65

ADMINISTRAÇÃO DE RECEITAS

45.000,00

15.796,68

0,00

15.796,68

4.350,00

15.271,68

0,10

96,68

525,00

ADMINISTRAÇÃO GERAL

DEFESA NACIONAL

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

SEGURANÇA PÚBLICA

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RELAÇÕES EXTERIORES

0,00

ASSISTÊNCIA SOCIAL

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

27.439,70

778.198,65

109.921,57

597.594,12

4,04

57,33

444.703,49

56.423,35

4.260,45

39.944,02

0,27

39,40

61.432,86

101.230,77

16.155,74

93.303,57

0,63

40,43

137.491,10

89.505,38

464.346,53

3,14

65,39

245.779,53

1.072.870,85

1.042.297,61

ADMINISTRAÇÃO GERAL

130.000,00

101.376,88

2.392,79

ASSISTÊNCIA À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE

229.275,00

230.794,67

15.709,53

ASSISTÊNCIA COMUNITÁRIA

713.595,85

710.126,06

9.337,38

620.544,53

PREVIDÊNCIA SOCIAL

0,00

SAÚDE ATENÇÃO BÁSICA VIGILÂNCIA SANITÁRIA TRABALHO RELAÇÃO DE TRABALHO EDUCAÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL CULTURA DIFUSÃO CULTURAL

0,00

0,00

2.923.807,25

4.402.056,38

612.001,69

3.772.037,41

615.981,96

3.275.673,73

22,17

74,41

1.126.382,65

2.735.782,25

4.214.031,38

612.001,69

3.665.317,22

601.252,60

3.173.306,72

21,48

75,30

1.040.724,66

188.025,00

188.025,00

0,00

106.720,19

14.729,36

102.367,01

0,69

54,44

85.657,99

3.955.000,00

3.420.513,47

731.799,45

3.386.047,79

595.488,43

2.884.096,01

19,52

84,32

536.417,46

3.955.000,00

3.420.513,47

731.799,45

3.386.047,79

595.488,43

2.884.096,01

19,52

84,32

536.417,46

5.865.252,65

6.175.453,87

1.009.394,38

5.182.633,35

1.057.396,87

4.786.924,11

32,40

77,52

1.388.529,76

5.865.252,65

6.175.453,87

1.009.394,38

5.182.633,35

1.057.396,87

4.786.924,11

32,40

77,52

1.388.529,76

420.500,00

436.246,45

(527,50)

402.865,04

30.861,00

125.049,06

0,85

28,66

311.197,39

420.500,00

436.246,45

(527,50)

402.865,04

30.861,00

125.049,06

0,85

28,66

311.197,39

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

(587,28)

868.681,68

161.879,39

789.714,20

5,34

66,22

402.859,94

0,00

548.098,14

3,71

93,03

41.095,36

603.380,64 0,00 306.413,18 161.879,39 241.616,06 RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO E SUBFUNÇÃO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 6.732,09 90.000,00 66.456,99 1.458,42 66.447,24 62.465,48 DEZEMBRO DE 2012 90.000,00 66.456,99 JANEIRO A 1.458,42 66.447,24 6.732,09 62.465,48

1,64

40,04

361.764,58

0,00

0,00

0,00

DIREITOS DA CIDADANIA

0,00

URBANISMO

1.264.135,75

ADMINISTRAÇÃO GERAL

580.525,00

SERVIÇOS URBANOS

683.610,75

HABITAÇÃO

0,00

0,00

1.192.574,14

589.193,50 (587,28) MUNICíPIO DE RIBEIRãO

0,00

0,00

562.268,50 DO PINHAL

0,00

0,00

0,00

SANEAMENTO GESTÃO AMBIENTAL CONTROLE AMBIENTAL CIÊNCIA E TECNOLOGIA LRF, Art. 52, inciso ||, alínea "c" - Anexo II AGRICULTURA

0,00

PROMOÇÃO DA PRODUÇÃO ANIMAL FUNÇÃO / SUBFUNÇÃO EXTENSÃO RURAL

650.000,00

635.919,79

55.000,00 INICIAL 595.000,00

0,00 ATUALIZADA (a) 635.919,79

ORGANIZAÇÃO AGRÁRIA

0,00

INDÚSTRIA PROMOÇÃO INDUSTRIAL

0,00

0,00

0,00

0,00

1.723,01 128.577,51 DESPESA EMPENHADA 0,00 0,00 No bimestre (b) Até o bimestre (c) 1.723,01 128.577,51

4.428,89 0,00 No bimestre (d) 4.428,89

0,00

0,00

0,00

0,00

0,42

93,99

3.991,51

0,42

93,99

3.991,51

0,00

0,00

0,00

110.911,46 0,75 DESPESAS LIQUIDADAS 0,00 0,00 Até o bimestre (e) % (e / total e)0,75 110.911,46

17,44

525.008,33

0,00 % (e/a) 17,44

Saldo a liquidar 0,00 (a-e) 525.008,33

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

23.100,00

15.750,00

400,00

15.676,67

1.856,73

15.276,67

0,10

96,99

473,33

23.100,00

15.750,00

400,00

15.676,67

1.856,73

15.276,67

0,10

96,99

473,33

COMÉRCIO E SERVIÇOS

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

COMUNICAÇÕES

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

ENERGIA

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

TRANSPORTE

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

413.708,19

522.398,87

800,00

486.168,03

198.366,25

452.348,40

3,06

86,59

70.050,47

413.708,19

522.398,87

800,00

486.168,03

198.366,25

452.348,40

3,06

86,59

70.050,47

DESPORTO E LAZER DESPORTO COMUNITÁRIO ENCARGOS ESPECIAIS

0,00

RESERVA DE CONTINGÊNCIA RESERVA DE CONTINGÊNCIA

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

100.000,00

100.000,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

100.000,00

100.000,00

100.000,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

100.000,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RESERVA DO RPPS

0,00

DESPESAS (INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (II)

0,00

TOTAL (III) = (I+II)

20.285.763,13

0,00

0,00

21.107.332,27

2.610.036,77

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

0,00 17.042.545,26

0,00 3.111.153,80

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUATIGUÁ RELATÓRIO DE GESTÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DA ADOLESCÊNCIA 6º BIMESTRE DE 2012 - JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 - VALORES PAGOS RECEITA

DESPESA

R$

Recursos Próprios do Município Fundo Nacional de Assist. Social - Peti Rendimento Aplicação Rec. Peti

163.296,36 Vencimentos e Vantagens Fixas-Pessoal Civil 12.000,00 Salário Família 84,45 Obrigações Patronais Material de Consumo Out. Serv. Terceiros-Pessoa Física Out. Serv. Terceiros-Pessoa Jurídica Obras e Instalações Equipamentos e Material Permanente

Total

175.380,81 Total Extra Orçamentária

Contas a Pagar

0,00

R$ 58.950,92 608,44 11.288,18 64.903,70 8.360,00 28.393,13 0,00 0,00 172.504,37

Extraorçamentária

0,00 Contas a Pagar Restos a Pagar

3.442,43 0,00 3.442,43

Saldo Bancário anterior

678,84 Saldo Bancário atual

112,85

PETI Recursos Próprios

678,84 PETI 0,00 Recursos Próprios

112,85 0,00

TOTAL GERAL

176.059,65 TOTAL GERAL

176.059,65

0,00 14.775.564,75

0,00

0,00

100,00

70,00

0,00 6.331.767,52


Atas&Editais D-3

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A RTIGO

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL

Assessoria de Comunicação

JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 ADCT. Art 77 - Anexo XVI RECEITAS REALIZADAS RECEITAS

Previsão inicial

RECEITAS DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I)

Previsão atualizada (a)

% (b/a)

13.967.715,00

13.967.715,00

12.116.610,04

86,75

1.281.000,00

1.281.000,00

1.040.372,91

81,22

1.281.000,00

1.281.000,00

1.040.372,91

81,22

Impostos líquidos Impostos (-) Deduções da Receita de Impostos

0,00

Multas, juros de mora e dívida ativa dos impostos líquidos Multas, juros de mora e dívida ativa dos impostos

0,00

0,00

0,00

158.550,00

158.550,00

164.226,75

103,58

158.550,00

158.550,00

164.226,75

103,58

(-) Deduções da Receita de Multas, Juros e Divida Ativa dos Impostos

0,00

Receitas de transferências constitucionais e legais

Até o bimestre (b)

0,00

0,00

0,00

12.528.165,00

12.528.165,00

10.912.010,38

87,10

Da união

9.551.000,00

9.551.000,00

8.235.879,67

86,23

Do estado

2.977.165,00

2.977.165,00

2.676.130,71

89,89

756.050,00

956.050,00

563.717,27

58,96

756.050,00

956.050,00

563.217,27

58,91

TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE-SUS (II) Da união para o município Do estado para o município

0,00

0,00

500,00

0,00

Demais municípios para o município

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras receitas do SUS

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III) OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS

8.746.298,13

(-) Deduções de Outras Receitas Orçamentárias

9.053.298,13

0,00

(-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEB TOTAL

0,00

5.553.811,97

0,00

61,35

0,00

0,00

2.089.300,00

2.089.300,00

2.182.400,68

104,46

21.380.763,13

21.887.763,13

16.051.738,60

73,34

DESPESAS EMPENHADAS DESPESAS COM SAÚDE

Dotação inicial

DESPESAS CORRENTES Pessoal e encargos sociais

Dotação atualizada (c) 3.988.492,10

3.702.018,97

92,82

1.543.000,00

1.913.495,83

1.749.770,56

91,44

0,00

DESPESAS DE CAPITAL Investimentos

0,00

0,00

0,00

1.225.807,25

2.074.996,27

1.952.248,41

94,08

155.000,00

413.564,28

70.018,44

16,93

155.000,00

413.564,28

70.018,44

16,93 0,00

Inversões financeiras

0,00

0,00

0,00

Amortização da dívida

0,00

0,00

0,00

TOTAL (IV)

% (d/c)

2.768.807,25

Juros e encargos da dívida Outras despesas correntes

Até o bimestre (d)

2.923.807,25

4.402.056,38

0,00

3.772.037,41

85,69

DESPESAS EMPENHADAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE

Dotação inicial

DESPESAS COM SAÚDE (V) = (IV)

Dotação atualizada

2.923.807,25

(-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS

4.402.056,38

0,00

(-) DESPESAS CUSTEADAS COM RECURSOS VINCULADOS À SAÚDE Recursos de transferências do sistema único de saúde - SUS

3.772.037,41

0,00

100,00

0,00

0,00

1.407.197,31

866.768,22

22,98

668.125,00

1.039.774,59

815.303,83

21,61

0,00

0,00

115.000,00

(-) RESTOS A PAGAR INSCRITOS SEM DISPONIBILIDADE DE RECURSOS PRÓPRIOS

0,00

367.422,72

0,00

TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (VI)

% (e/V)

783.125,00

Recursos de operações de crédito Outros recursos

Até o bimestre (e)

0,00

2.140.682,25

2.994.859,07

0,00

51.464,39

1,36

458.163,65

12,15

2.447.105,54

64,87

RESTOS A PAGAR

MUNICíPIO DEANTERIORES RIBEIRãOVINCULADOS DO PINHAL CONTROLE DE RESTOS A PAGAR INSCRITOS EM EXERCÍCIOS A SAÚDE

Inscritos em exerc. anteriores

RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

Cancelados em 2012 (h)

DEMONSTRATIVO DA RECEITA LÍQUIDA DE RESTOS A PAGAR DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DEIMPOSTOS SAÚDE

E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE 53.076,31 ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL

8.596,12

JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012

PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NA RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS - LIMITE CONSTITUCIONAL [(V - VI) / I] ADCT. Art 77 - Anexo XVI

20,20

DESPESAS EMPENHADAS DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção)

Dotação inicial

Atenção básica

2.735.782,25

Dotação atualizada

Até o bimestre (g)

4.214.031,38

% (g/total g)

3.665.317,22

97,17

Assistência hospitalar e ambulatorial

0,00

0,00

0,00

0,00

Suporte profilático e terapêutico

0,00

0,00

0,00

0,00

Vigilância sanitária

188.025,00

188.025,00

106.720,19

2,83

Vigilância epidemiológica

0,00

0,00

0,00

0,00

Alimentação e nutrição

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras subfunções

0,00

0,00

0,00

TOTAL

2.923.807,25

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

4.402.056,38

0,00

3.772.037,41

100,00

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

Longe da obesidade, livre da diabetes Membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva explica como a cirurgia bariátrica pode ajudar no tratamento de diabéticos Reeducação alimentar, prática de atividades físicas, medicação. As formas de eliminar o excesso de peso são muitas. No Brasil, cada vez mais pessoas estão submetendo-se a uma nova opção: a cirurgia bariátrica. Conhecida popularmente como redução de estômago, o procedimento cirúrgico cresceu 500% no país, nos últimos dez anos. Este crescimento coloca o país em segundo lugar no ranking de operações deste tipo, perdendo apenas para os EUA. Aliada à perda de peso, a cirurgia bariátrica pode ajudar também no tratamento da diabetes. O chefe de equipe de cirurgia do Hospital Villa-Lobos, membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva e integrante da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Marnay Helbo de Carvalho, conta que a melhora da diabetes, nestes casos, deve-se a dois motivos. “A primeira é a perda de peso que diminui a resistência à insulina. A segunda é que, em alguns casos, a cirurgia causa liberação de algumas substâncias conhecidas como incretinas, que estimulam o pâncreas a produzir insulina”, explica. No entanto, segundo o médico, essa melhora é individualizada e só funciona em casos de diabetes selecionados. O cirurgião ressalta que obesos graves também podem ser beneficiados com a melhora da diabetes após o procedimento cirúrgico bariátrico. Porém, a recomendação médica é que este tipo de paciente passe primeiro por um processo de emagrecimento, anterior à cirurgia. Carvalho explica ainda que, antes da realização da operação, tanto em casos graves quanto nos mais leves, uma equipe multidisciplinar reúne-se para definir o melhor procedimento. “Nesta etapa, os familiares podem participar das reuniões e o paciente pode opinar sobre o perfil da cirurgia”, alerta. Há 2 tipos de cirurgia bariátrica. As restritivas, que diminuem a quantidade de alimentos que o estômago é capaz de suportar, e as mistas (disabsortivas e restritivas), que operam o intestino, não só o estômago, e reduzem a capacidade de absorção dos alimentos. O procedimento cirúrgico para tratamento da obesidade é indicado, no Brasil, nos casos em que o paciente possui índice de massa corpórea (IMC) maior que 40, ou entre 35 e 40, desde que apresente comorbidades que são alteradas pelo tratamento da obesidade, como hipertensão e diabetes, entre outras. Em todos os casos, o mais importante, segundo o médico, é a mudança no estilo de vida de quem recorre a este tipo de cirurgia. “A cirurgia vai trazer a perda de peso. O que vai trazer a estabilização é a mudança do ‘eu’ da pessoa”, finaliza. Autor: Assessoria de Comunicação

MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 6º BIMESTRE/2º SEMESTRE - NOVEMBRO/2012 A DEZEMBRO/2012 RREO - Anexo XVII (Lei nº 11.079, de 30.12.2004, arts. 22, 25 e 28) ESPECIFICAÇÃO

R$ 1,00 SALDO TOTAL

REGISTROS EFETUADOS EM 2012 No Bimestre Até o Bimestre (b)

SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 (a)

(c) = (a + b)

TOTAL DE ATIVOS Direitos Futuros Ativos Contabilizados na SPE Contrapartida para Provisões de PPP

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00

0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

TOTAL DE PASSIVOS (I) Obrigações Não Relacionadas a Serviços Contrapartida para Ativos da SPE Provisões de PPP GARANTIAS DE PPP (II) SALDO LÍQUIDO DE PASSIVOS DE PPP (III) = (I-II) PASSIVOS CONTINGENTES Contraprestações Futuras Riscos Não Provisionados Outros Passivos Contingentes ATIVOS CONTINGENTES Serviços Futuros Outros Ativos Contingentes

DESPESAS DE PPP

EXERCÍCIO

EXERCÍCIO

ANTERIOR

CORRENTE

2013

2014

2015

2016

2017

2018

2019

2020

2021

(EC) Do Ente Federado Das Estatais Não-Dependentes TOTAL DAS DESPESAS RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (RCL) TOTAL DAS DESPESAS / RCL (%)

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00


Atas&Editais E-1

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A RTIGO Sergio Vale da Paixão

Feliz ano (letivo) novo!

28/01/13

ENSINO12464201212.htm

MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - MDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 1/2012 a 12/2012 Emitido em 28/01/2013 08:49 v .1.2

Lei 9.394/96, Art. 72 - Anexo X

R$ RECEITAS DE ENSINO

Ness e ano d e 2013, qu ando s e inic i a a emprei Receitas realizadas RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (Caput do art. 212 da PREVISÃO PREVISÃO %c= t a d a de novas ad minist r açõ es públ ic as no âmbito até o bimestre (b/a) Constituição) INICIAL ATUALIZADA(a) no bimestre (b) mu ni cip a l, p ai ram s obre a p opu l aç ão dúv i d as e 1 - RECEITA DE IMPOSTOS 807.050,00 807.050,00 158.157,59 925.530,82 114,68 c e r to s re ce i os d e c omo f ic ar ão as c ois as que há 1.1 - Receita Resultante do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana 471.790,00 471.790,00 53.490,01 477.135,01 101,13 IPTU 4 ou há 8 anos v in ham c amin hando (em b o as ou 1.1.1 - IPTU 403.000,00 403.000,00 41.473,74 519.607,52 128,93 más condi çõ e s) . O des ej o de mud anç as é o que 1.1.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do IPTU 3.200,00 3.200,00 1.364,86 4.078,92 127,47 i mpu ls i ona mu itos a p ens ar em re a l mente i n i ci ar 1.1.3 - Dívida Ativa do IPTU 102.000,00 102.000,00 9.869,52 83.162,36 81,53 1.1.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa u m “A n o Nov o” c o m n ov a s pro p o s t a s , i d e i a s e 28.600,00 28.600,00 2.170,20 14.527,19 50,79 do IPTU perspectivas. O resultado das urnas na última 1.1.5 - ( - ) Deduções da Receita do IPTU -65.010,00 -65.010,00 -1.388,31 -144.240,98 221,88 el e i ç ã o mu n i c ip a l, e m outubro d o ano p ass a d o, 1.2 - Receita Resultante do Imposto sobre Transmissão Inter Vivos - ITBI 103.480,00 103.480,00 36.976,85 121.288,18 117,21 1.2.1 - ITBI 100.500,00 100.500,00 36.953,05 121.264,38 120,66 apre s e nt a a ânsi a d a p opu l aç ão p or mud anç as e 1.2.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do ITBI 300,00 300,00 23,80 23,80 7,93 p or mel hor i as. 1.2.3 - Dívida Ativa do ITBI 2.500,00 2.500,00 0,00 296,71 11,87 As s i m c om o n a s c i d a d e s , d e m o d o g e r a l , o s 1.2.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa 200,00 200,00 0,00 0,00 0,00 do ITBI s e t o re s d e u r b a n i z a ç ã o, s aú d e , m e i o a m bi e nt e , 1.2.5 - ( - ) Deduções da Receita do ITBI -20,00 -20,00 0,00 -296,71 1.483,55 turismo, esp or te e tantos outros esp eram ansiosa1.3 - Receita Resultante do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS 155.780,00 155.780,00 35.148,40 201.185,47 129,15 mente p or nov i d ades, idei as, gente nov a e novas 1.3.1 - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS 151.000,00 151.000,00 35.128,94 200.828,57 133,00 1.3.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do ISS 400,00 400,00 19,46 902,90 225,73 p o s tu r a s a dv i n d a s d o s ch e fe s d o s mu n í c ipi o s e 1.3.3 - Dívida Ativa do ISS 3.500,00 3.500,00 0,00 1.955,18 55,86 d e t ais s e tore s . Assim t amb ém é com as es col as 1.3.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa 900,00 900,00 0,00 133,79 14,87 do ISS e m rel a ç ão às nov as s e cret ar i as, dep ar t amentos e 1.3.5 - ( - ) Deduções da Receita do ISS -20,00 -20,00 0,00 -2.634,97 13.174,85 dir igentes municip ais de e ducação. A exp e c t at iva 1.4 - Receita Resultante do Imposto De Renda Retido na Fonte - IRRF 76.000,00 76.000,00 32.542,33 125.922,16 165,69 e m rel a ç ão a e ss a nov a l ider anç a e s obre as novas 1.4.1 - IRRF 76.000,00 76.000,00 32.542,33 125.922,16 165,69 1.4.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do IRRF 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 p o s t u r a s q u e s e r ã o t om a d a s f re nt e à s q u e s t õ e s 1.4.3 - Dívida Ativa do IRRF 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 i nere nte s a o e nsino inquiet a e enche os profes 1.4.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 s ores e f u nci onár io s d as es col as de exp e c t at ivas do IRRF 1.4.5 ( ) Deduções da Receita do IRRF 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 e ansi e d ad e s . 1.5 - Receita Resultante do Imposto De Renda Retido na Fonte - ITR 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Um ano novo de t r ab a l ho nas es col as s e i n i ci a, 1.5.1 - ITR 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 e p ara a lg u ns munic ípio s chegam administ raç õ es 1.5.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do ITR 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1.5.3 - Dívida Ativa do ITR 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 n ov a s , d i r i g e nt e s n ov o s , t u r m a s n ov a s . . . q u a s e 1.5.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 tu d o novo. E o profess or ? C ont inu ar á o mes mo? do ITR Ness e s entido, é imp or tante que cada profess or 1.5.5 - ( - ) Deduções da Receita do ITR 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 2 - RECEITAS DE TRASNFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS 10.091.500,00 10.583.285,00 1.959.198,24 9.719.962,00 91,84 tenha consigo a consciência de sua grande parcela 2.1 - Cota-Parte FPM 6.700.000,00 6.933.441,00 1.425.085,30 6.327.327,93 91,26 d e re sp ons abi l i d a d e ne ss e mome nto t ã o i mp or2.1.1 - Parcela Referente à CF. art. 159, I, alínea b 6.500.000,00 6.733.441,00 1.156.250,79 6.058.493,42 89,98 t ant e qu e e s t á pre s t e s a i n i c i ar n ã o at r i bu i n d o 2.1.2 - Parcela Referente à CF. art. 159, I, alínea d 200.000,00 200.000,00 268.834,51 268.834,51 134,42 2.2 - Cota-Parte ICMS 2.700.000,00 2.958.344,00 491.814,64 2.757.454,97 93,21 a resp ons abi li d ade d a mud anç a ap enas naqueles 2.3 - ICMS-Desoneração - L.C. nº 87/1996 35.000,00 35.000,00 5.024,20 30.145,20 86,13 qu e foram e s col hidos p ar a dir ig irem a e duc aç ão 2.4 - Cota-Parte IPI-Exportação 55.000,00 55.000,00 9.026,96 48.580,27 88,33 d as c i d ad e s . 2.5 - Cota-Parte ITR 1.500,00 1.500,00 197,50 7.933,32 528,89 2.6 - Cota-Parte IPVA 600.000,00 600.000,00 28.049,64 548.520,31 91,42 É fato qu e natur a l mente e, c u ltur a l me nte, te2.7 - Cota-Parte IOF-Ouro (100%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 mo s o hábito d e esp er ar do out ro a g r and e mu3 - TOTAL DA RECEITA BRUTA DE IMPOSTOS (1+2) 10.898.550,00 11.390.335,00 2.117.355,83 10.645.492,82 93,46 d anç a qu e gost ar í amo s de ver no esp aço em que Receitas realizadas PREVISÃO PREVISÃO %c= t r ab a l hamos. O que deixamos de p ens ar, muit as RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO até o bimestre (b/a) INICIAL ATUALIZADA (a) no bimestre (b) ve z es , é qu e s omo s p ar te dess e pro cess o d e mu4 - RECEITA DA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE OUTROS RECURSOS DE 7.800,00 0,00 814,94 9.558,18 0,00 d anç as - a mai or e pr inc ip a l p ar te, eu d i r i a! - e IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO qu e p o d e mos fa z er uma imens a diferenç a na es 5 - RECEITAS DE TRANFERÊNCIAS DO FNDE 220.000,00 318.538,44 44.102,74 338.651,35 106,31 5.1 Transferências do Salário-Educação 130.000,00 130.000,00 25.071,04 151.619,97 116,63 c ol a e m qu e t rab a l hamos não esp er ando ap enas 5.2 - Outras Transferências do FNDE 90.000,00 188.538,44 19.031,70 187.031,38 99,20 d a administ raç ão da inst ituição a mot ivação p ara 5.3 - Aplicação Financeira dos Recursos do FNDE 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 re a l i z ar mos ce r t as mud anç as ne cess ár i as . 6 - RECEITAS DE TRANFERÊNCIAS DE CONVÊNIOS 2.500,00 456.908,41 1.576,35 479.757,95 105,00 6.1 - Transferências de Convênios 0,00 453.439,84 0,00 452.774,25 99,85 Mais um ano letivo se inicia e é preciso ref letir : 6.2 - Aplicação Financeira dos Recursos de Convênios 2.500,00 3.468,57 1.576,35 26.983,70 777,95 “Q u e e s col a gost ar i a de t r ab a l har ? ” “Q ue profes 7 - RECEITA DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 s or gost ar i a de ter p ar a meu f i l ho ? ” “Q ue colega 8 - OUTRAS RECEITAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 9 TOTAL DAS RECEITAS ADICIONADAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO gostaria de ter do meu lado?” E procurar ser 230.300,00 775.446,85 46.494,03 827.967,48 106,77 (4+5+6+7+8) a qu el e p arce i ro que go st ar i a de s er ou de ter p or FUNDEB p er to no ambiente em que es col he p ara t rab a l har. Receitas realizadas Ainda que o prédio seja o mesmo, com a mesma 28/01/13 PREVISÃO PREVISÃO %c= ENSINO12464201212.htm RECEITAS DO FUNDEB pintura, p are des, fachadas e com o mesmo p or t ão INICIAL ATUALIZADA (a) até o bimestre (b/a) no bimestre file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/ENSINO12464201212.htm (b) de entrada de t antos e t antos anos, s omos capazes 10 - RECEITAS DESTINADAS AO FUNDEB 1.978.300,00 1.978.300,00 338.072,67 1.890.225,20 95,55 d e f a ze r u ma nov a es c ol a, “uma es c ol a que não é 10.1 - Cota-Parte FPM Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.1) 1.300.000,00 1.300.000,00 231.250,10 1.211.698,37 93,21 só estudar, não é só trabalhar é também criar laços 10.2 - Cota-Parte ICMS Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.2) 540.000,00 540.000,00 98.362,89 551.490,80 102,13 7.000,00 7.000,00 1.004,84 6.029,04 86,13 10.3 - ICMS-Desoneração Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.3) d e am i z a d e, é c r i ar ambi e nte d e c am ar a d age m” 10.4 - Cota-Parte IPI-Exportação Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.4) 11.000,00 11.000,00 1.805,40 9.716,07 88,33 ( PAULO FREIRE). 10.5 - Cota-Parte ITR Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.5) 300,00 300,00 39,48 1.586,59 528,86 Q ue t a l t ro c ar a c or d a agend a? Organ i z ar um 10.6 - Cota-Parte IPVA Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.6) 120.000,00 120.000,00 5.609,96 109.704,33 91,42 1.461.984,50 91,59 11 - RECEITAS RECEBIDAS DO FUNDEB 1.458.700,00 1.596.169,00 243.505,93 n ov o p ro j e t o ? Fa z e r u m c u r s o o u l e r u m l i v r o 11.1 - Transferências de Recursos do FUNDEB 1.450.000,00 1.587.469,00 243.396,05 1.458.191,36 91,86 novo? Pensar em s e aproximar daquele colega que 11.2 - Complementação da União ao FUNDEB 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 p or mot ivos t ã o b anais foi deixado de convers ar 11.3 - Receita de Aplicação Financeira dos Recursos do FUNDEB 8.700,00 8.700,00 109,88 3.793,14 43,60 12 - RESULTADO LÍQUIDO DAS TRASNFERÊNCIAS DO FUNDEB -528.300,00 -390.831,00 -94.676,62 -432.033,84 110,54 ou d e t ro c ar e x p e r i ê n c i a s n o s an o s ant e r i ore s ? 0,00 ACRÉSCIMO RESULTANTE DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB Q u e t a l su ge r i r, col ab or ar, inc ent iv ar e c onst r ui r DECRÉSCIMO RESULTANTE DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB 432.033,84 mais do qu e si mpl esmente cr it ic ar o t r ab a l ho d o Despesas Empenhadas DOTAÇÃO DOTAÇÃO %c= out ro? Fazer um c urs o de c ap acit aç ão e aprender DESPESAS DO FUNDEB até o bimestre (b/a) INICIAL ATUALIZADA(a) no bimestre (b) u m p ou co mais s obre um deter minado assunto. . . 13 - PAGAMENTO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO 1.152.200,00 1.318.296,02 180.429,91 1.206.446,83 91,52 Q u em s ab e ouv i r mais do que fa l ar... 13.1 - Com Educação Infantil 231.000,00 408.969,00 95.266,29 398.223,53 97,37 S e mpre t ive com igo a c er te za de que não d e vo 921.200,00 909.327,02 85.163,62 808.223,30 88,88 13.2 - Com Ensino Fundamental 14 - OUTRAS DESPESAS 306.500,00 330.934,15 30.261,79 305.433,59 92,29 e sp e r ar de n i ng uém a mot iv aç ão p ar a come ç ar 14.1 Com Educação Infantil 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 mais u m ano le t ivo e pro c uro s empre encont rar 14.2 - Com Ensino Fundamental 306.500,00 330.934,15 30.261,79 305.433,59 92,29 n o s m í n i m o s d e t a l h e s p e r c e b e r a s nu a n c e s d e 15 - TOTAL DAS DESPESAS COM FUNDEB (13 + 14) 1.458.700,00 1.649.230,17 210.691,70 1.511.880,42 91,67 u m novo ano d e t r ab a l ho que est á p ar a come ç ar DEDUÇÕES PARA FINS DE LIMITE DO FUNDEB PARA PAGAMENTO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO Valor s e mpre me qu e st i onand o s obre o me u p ap el na 16 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE DE RECURSOS DO FUNDEB 0,00 17 DESPESAS CUSTEADAS COM SUPERÁVIT FINANCEIRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR DO FUNDEB 44.982,68 e du c aç ã o. Q u e m s ou eu e o que faço aqui ness a 18 - TOTAL DAS DEDUÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE DO FUNDEB ( 16 +17 ) 44.982,68 e s c o l a ? S e r á q u e e s t o u c u mp r i n d o c o m o m e u 19 - MÍNIMO DE 60% DO FUNDEB NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO COM EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (( 13 - 18 ) / 79,44 p ap el d e profe ss or c or ret amente? E min ha ét i c a, (11) X 100)% CONTROLE DA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS NO EXERCÍCIO SUBSEQUENTE Valor c o m o e s t á ? Te n h o c o l a b o r a d o o u a t r a p a l h a d o 20 RECURSOS RECEBIDOS DO FUNDEB NO EXERCICIO ANTERIOR QUE NÃO FORAM UTILIZADOS 45.491,17 o b om re n d i m e nto d a e s c ol a c omo u m to d o ? E 21 - DESPESAS CUSTEADAS COM O SALDO DO ITEM 20 ATÉ O 1º TRIMESTRE DO EXERCÍCIO 45.491,17 pr i nc ip a lme nte : Q ue imagem a c omunid ad e tem MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - DESPESAS CUSTEADAS COM A RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS E RECURSOS DO d e m im, e nqu anto prof issiona l d a e duc aç ão? FUNDEB Há, naturalmente, duas es colhas a s e fazer Receitas realizadas PREVISÃO PREVISÃO %c= RECEITAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE até o bimestre (b/a) quando se inicia mais um ano de trabalho escolar : INICIAL ATUALIZADA(a) no bimestre (b) Fa ze r u m ano di ferente ou a repro duç ão d o ano 22 - IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS DESTINADAS À MDE(25% DE 3) 2.724.637,50 2.847.583,75 529.338,96 2.661.373,21 93,46 qu e p ass ou. Acre dito muito e sug iro a pr i mei ra Despesas Empenhadas DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MANUTENÇÃO E DOTAÇÃO DOTAÇÃO % (d/c) op ç ã o p ois e m u ma es c ol a assim “v ai s er f áci l es DESENVOLVIMENTO DO ENSINO INICIAL ATUALIZADA(c) no bimestre tudar, t rab a lhar, cres cer, fazer amigos, educar-s e, 23 - EDUCAÇÃO INFANTIL 596.625,00 781.313,63 145.044,49 750.573,41 96,07 s er feli z” ( Pau lo Freire) 23.1 - Despesas Custeadas Com Recursos do FUNDEB 231.000,00 408.969,00 95.266,29 398.223,53 97,37 Sergio Vale da Paixão é mestre em Estudos da linguagem (UEL). Professor do Instituto Federal do Paraná campus de Jacarezinho, professor da FA N O R P I e a s s e s s o r p e d a g ó g i c o d o P r o g r a m a A União Faz a Vida (SICREDI). Contato: sergiovpaixao@hotmail.com

23.2 - Despesas Custeadas com Outros Recursos de Impostos 24 - ENSINO FUNDAMENTAL 24.1 - Despesas Custeadas com Recursos do FUNDEB 24.2 - Despesas Custeadas com Outros Recursos de Impostos 25 - ENSINO MÉDIO 26 - ENSINO SUPERIOR 27 - ENSINO PROFISSIONAL NÃO INTEGRADO AO ENSINO REGULAR 28 - OUTRAS

365.625,00 1.995.175,00 1.227.700,00 767.475,00 0,00 2.400,00 0,00 65.000,00

372.344,63 2.141.312,37 1.240.261,17 901.051,20 0,00 2.400,00 0,00 126.791,00

49.778,20 303.127,60 115.425,41 187.702,19 0,00 0,00 0,00 19.007,38

352.349,88 1.959.969,15 1.113.656,89 846.312,26 0,00 0,00 0,00 126.768,62

94,63 91,53 89,79 93,92 0,00 0,00 0,00 99,98

29 - TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE(23+24+25+26+27+28)

2.659.200,00

3.051.817,00

467.179,47

2.837.311,18

92,97

DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL 30 - PERDA NA TRANSFERÊNCIA DO FUNDEB 31 - DESPESAS CUSTEADAS COM A COMPLEMENTAÇÃO/GANHO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO 32 - RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE = (50h) 33 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO ACRÉSCIMO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEB DO EXERC. ANTERIOR 34 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO EXERC. ANTERIOR DE OUTROS RECURSOS DE IMPOSTOS 35 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADAS AO

-432.033,84 0,00 3.793,14 45.491,17 67.943,31 4.255,18

1/3


24.1 - Despesas Custeadas com Recursos do FUNDEB

1.227.700,00

1.240.261,17

115.425,41

1.113.656,89

89,79

767.475,00

901.051,20

187.702,19

846.312,26

93,92

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

2.400,00

2.400,00

0,00

0,00

0,00

0,00 65.000,00

0,00 126.791,00

0,00 19.007,38

0,00 126.768,62

0,00 99,98

2.659.200,00

3.051.817,00

467.179,47

2.837.311,18

92,97

24.2 - Despesas Custeadas com Outros Recursos de Impostos 25 - ENSINO MÉDIO 26 - ENSINO SUPERIOR 27 - ENSINO PROFISSIONAL NÃO INTEGRADO AO ENSINO REGULAR 28 - OUTRAS

E-2 Atas&Editais 29 - TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE(23+24+25+26+27+28)

DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL

30 - PERDA NA TRANSFERÊNCIA DO FUNDEB

-432.033,84

31 - DESPESAS CUSTEADAS COM A COMPLEMENTAÇÃO/GANHO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO

0,00

32 - RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE = (50h)

3.793,14

33 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO ACRÉSCIMO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEB DO EXERC. ANTERIOR

45.491,17

34 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO EXERC. ANTERIOR DE OUTROS RECURSOS DE IMPOSTOS

67.943,31

35 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADAS AO ENSINO

4.255,18

36 - CANCELAMENTO, NO EXERCÍCIO, DE RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO

0,00

37 - TOTAL DAS DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (30+31+32+33+34+35+36)

-310.551,04

38 - TOTAL DAS DEPESAS PARA FINS DE LIMITE ((23+24) - 37)

3.021.093,60

39 - MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS EM MDE ( 38/3) x 100 %

28,38

OUTRAS INFORMAÇÕES PARA CONTROLE OUTRAS DESPESAS CUSTEADAS COM RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO

DOTAÇÃO INICIAL

40 - DESPESAS CUSTEADAS COM APLICAÇÃO FINANCEIRA DE OUTROS RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO 41 - DESPESAS CUSTEADAS COM A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIOEDUCAÇÃO 42 - DESPESAS CUSTEADAS COM OPERAÇÕES DE CRÉDITO 43 - DESPESAS CUSTEADAS COM OUTRAS RECEITAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO

28/01/13

DOTAÇÃO ATUALIZADA(c)

Despesas Empenhadas

% (d/c)

no bimestre

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

137.000,00

342.109,30

194.299,04

296.103,87

86,55

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

25.200,00

934.668,97

118.247,84

921.048,95

98,54

ENSINO12464201212.htm

44 - TOTAL DAS OUTRAS DESPESAS CUSTEADAS COM RECEITAS ADICIONAIS 162.200,00 1.276.778,27 312.546,88 1.217.152,82 file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/ENSINO12464201212.htm PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO (40+41+42+43)

45 - TOTAL GERAL DAS DESPESAS COM MDE (29+44)

2.821.400,00

RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO

4.328.595,27

779.726,35

SALDO ATÉ BIMESTRE

46 - RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

4.054.464,00

95,33 93,67

CANCELADO EM 2012 (g)

5.629,98

0,00

FLUXO FINANCEIRO DOS RECURSOS DO FUNDEB

VALOR

47 - SALDO FINANCEIRO DO FUNDEB EM 31/12/2011 48 - (+) INGRESSOS DE RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE 49 - (-) PAGAMENTOS EFETUADOS ATÉ O BIMESTRE 50 - (+) RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE 51 - SALDO FINANCEIRO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO ATUAL

45.491,17 1.458.191,36 1.511.880,42 3.793,14 3.704,87

AJUSTES NO CÁLCULO DO ÍNDICE Dedução das despesas consideradas para fins do limite constitucional face a contabilização indevida em MDE

2.286,50

Dedução das despesas realizadas com recursos vinculados sem identificação nos empenhos do Ensino Fundamental

0,00

Insuficiência da aplicação dos recursos do FUNDEB(saldo anterior+Receita-Despesa-Saldo Financeiro Atual)

0,00

Dedução de Cancelamentos da Dívida Flutuante(ISS/IRRF) por Interferência/Variação Patrimonial

0,00

TOTAL DOS AJUSTES NO CÁLCULO DO ÍNDICE

2.286,50

DESPESA LÍQUIDA CONSIDERADA PARA FINS DO LIMITE

3.018.807,10

Mínimo 60% do Fundeb na Remuneração do Magistério Ensino Fundamental

79,44

ÍNDICE AJUSTADO DE APLICAÇÃO NO ENSINO (Mínimo de 25%)

28,36

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL

LRF, Art 55, inciso I, alínea "a" - Anexo I DESPESA EMPENHADA

DESPESA BRUTA COM PESSOAL (I)

8.814.926,52

Pessoal Ativo

8.643.572,40

Pessoal Inativo e Pensionistas

152.897,18

Outras Despesas De Pessoal Decorrentes De Contratos De Terceirização (art. 18, §1º da LRF)

18.456,94

(-)DESPESAS NÃO COMPUTADAS (art. 19, §1º da LRF) (II)

89.702,57

Indenizações por Demissão e Incentivos à Demissão Voluntária

0,00

Decorrentes de Decisão Judicial

6.284,84

Despesas de Exercícios Anteriores

0,00

Inativos e Pensionistas com Recursos Vinculados

0,00

Instrução Normativa TCE/PR 56/2011

83.417,73

Pensionistas

17.685,11

IRRF

65.732,63

TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE - TDP (III) = (I - II)

8.725.223,95

RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL (IV)

15.752.831,26

% do TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE - TDP sobre a RCL (II / IV * 100)

55,39

LIMITE MÁXIMO (incisos I, II e III, art. 20 da LRF) - 54%

8.506.528,88

LIMITE PRUDENCIAL (§único, art. 22 da LRF) - 51,3%

8.081.202,44

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DISPONIBILIDADE DE CAIXA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, art. 55, Inciso III, alínea "a" - Anexo V ATIVO

VALOR

DISPONIBILIDADE FINANCEIRA

1.259.987,28

Caixa

0,00

Bancos

1.180.442,38

PASSIVO OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS Depósitos

252.356,54

Do Exercício

Contas Vinculadas

928.085,84

De Exercícios Anteriores

Aplicações Financeiras

0,00

Outras Disponibilidades Financeiras

79.544,90

Créditos Intragovernamentais

0,00

Devedores Diversos

VALOR 139.849,58 0,00

Restos a Pagar Processados

Conta Movimento

Outras Obrigações Financeiras

139.849,58 2.088,79 137.760,79 0,00

Débitos de Tesouraria

0,00

Contas Pendentes

0,00

14.654,48

Aplicações Financeiras de Médio e Longo Prazo

0,00

Depósitos Judiciais

0,00

Créditos Intergovernamentais

0,00

Contas Pendentes

64.890,42

SUBTOTAL

1.259.987,28

INSUFICIÊNCIA ANTES DA INSC. EM RESTOS A PAGAR NÃO PROC.(I) TOTAL

0,00 1.259.987,28

SUBTOTAL

1.120.137,70

TOTAL

1.259.987,28 2.343.585,55

SUFICIÊNCIA APÓS A INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (IV) = (II - III)

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

139.849,58

SUFICIÊNCIA ANTES DA INSC. EM RESTOS A PAGAR NÃO PROC.(II)

INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (III)

(1.223.447,85)

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

ELETRICIDADE

Itaipu bancará desconto da energia também em 2014 Agência Estado

O governo vai usar a receita que tem a receber da Hidrelétrica de Itaipu para bancar o desconto da conta de luz também em 2014. Pelas contas do Tesouro, o valor que será antecipado no ano que vem será no mesmo montante do usado este ano: R$ 8,5 bilhões. O tamanho efetivo do comprometimento das receitas 2/3 que o governo tem a receber de Itaipu ao longo dos próximos anos ainda está longe de ser esclarecido. Para o período entre 2015 e 2017, o governo não deu nenhuma explicação. Segundo técnicos do Tesouro, as concessões das usinas que não foram renovadas este ano - pertencentes à Copel, Cemig e Cesp - serão devolvidas e relicitadas por um preço de energia mais baixo, o que vai diminuir a necessidade de aportes adicionais do Tesouro para garantir o desconto. A partir de 2017, a estimativa é de que os gastos anuais recuem para R$ 3 bilhões. De qualquer forma, a renúncia é muito maior que a inicialmente prevista. No

anúncio do pacote de redução da tarifa de energia, em 11 de setembro, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, informou que as despesas dos fluxos futuros seriam de cerca de R$ 3,3 bilhões por ano. Mas, naquela época, o governo contava com a adesão total das empresas ao pacote de renovação antecipada das concessões. Também não estava na conta a redução adicional no valor da energia, anunciada pela presidente Dilma Rousseff na quarta-feira. Para bancar a operação, a estratégia adotada pelo governo foi a antecipação do recebimento de recursos da maior hidrelétrica do País. Anu a lmente, o Tesouro recebe cerca de R$ 4 bilhões em créditos da usina de Itaipu. A dívida, contraída para a construção da usina, será paga até 2023. A operação consiste em vender esses recebíveis ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e alocar o dinheiro obtido com a operação na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que financia programas sociais

EMPREGO

JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 DESPESA COM PESSOAL

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Petrobras abre concurso com vagas para nível médio Bonde

A Petrobras Distribuidora S.A. lançou o edital de abertura do concurso público, que irá preencher 44 vagas de nível médio/ técnico e cadastro de reserva. As vagas serão distribuídas em cargos de Técnico de Contabilidade Júnior, Técnico de Segurança Júnior, Técnico de Suprimento e Logística Júnior e de Técnico de Operação Júnior, e que além do ensino médio, os concorrentes deverão ter curso técnico nas áreas de Contabilidade, Segurança do Trabalho, Administração e Automação Industrial/ Eletrônica/ Mecânica/ Eletroeletrônica/ Eletromecânica/ Processos Industriais/ Instrument ação/ E letr icidade/ Eletrotécnica/ Fabricação Mecânica/ Mecatrônica/ Me t a l u r g i a / Pe t r ó l e o e Gás/ Petroquímica/ Análises Químicas/ Química/ R e f r i ge r a ç ã o e C l i mat i zação/ Sistemas a Gás/ Manutenção Automotiva/ Manutenção de Aeronaves. As inscrições iniciaram nesta semana e irão terminar no dia 21 de fevereiro pelo endereço www. cesgranrio.org.br com o pagamento da taxa de inscrição de R$ 35,00. De acordo com o que f o i p u b l i c a d o, t o d a s a s contratações acontecerão

sob regime celetista e os salários básicos serão de R$ 1.622,25 para Técnico de Administração e Controle e de Contabilidade e de R$ 1.954,82 para os demais, com garantia de remuneração mínima de R$ 2.599,45 e R$ 3.132,34, respectivamente. PROVA A organizadora do concurso é a Fundação Cesg r a n r i o. Te r á av a l i a ç ã o objetiva para todos os cargos e exame de capacitação física apenas para o cargo de Técnico de Operação Júnior. As provas estão previstas para serem aplicadas nas cidades de Alto Taqu ar i ( M T ) , B ar ro A lto (GO), Bauru (SP), B elém (PA), B elo Horizont e ( MG ) , Br a s í l i a ( DF ) , C a mp i n a s ( S P ) , C a mp o Grande (MS), Caracaraí (RR), Cruzeiro do Sul (AC), Cuiab á (MT), For t a le za (CE), G oiânia (GO), Ijuí (RS), Itabuna (BA ), It a c o at i ar a (A M), Itajaí (SC), Maceió (AL), Marabá (PA), Natal (RN), Porto Nacional (TO), Porto Velho (RO), Presidente Pr udente (SP), Rib eirão Preto (SP), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santarém (PA), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP) Teresina (PI) e Uberaba (MG). (Com informações PCI Concursos)


Atas&Editais E-3

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 28/01/13

RELSIMPLEXECORC12464201212.htm

ENERGIA

MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 à 012/2012

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, Art. 48 - Anexo XVII

R$

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO

No bim estre

Previsão Inicial da Receita Previsão Atualizada da Receita Receitas Realizadas Déficit Orçamentário Saldos de Exercícios Anteriores Dotação Inicial Credito Adicional Dotação Atualizada Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas Superávit Orçamentário

Até o bim estre

2.583.632,29 2.583.632,29 2.355.784,38 281.550,87 2.467.920,63 0,00 2.467.920,63 2.637.335,25 2.727.344,65 0,00

DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO

12.180.000,00 14.231.830,11 13.315.063,97 1.011.917,90 1.453.315,37 11.637.000,00 3.505.145,48 15.142.145,48 14.326.981,87 14.169.205,96 0,00

No bim estre

Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas

Até o bim estre

2.637.335,25 2.727.344,65

RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL

14.326.981,87 14.169.205,96

No bim estre

Receita Corrente Líquida

Até o bim estre

2.350.182,33

RECEITAS / DESPESAS DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA

11.970.061,00

No bim estre

Até o bim estre

Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (IV) Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário VI = (IV-V) Meta Fixada no Anexo de Metas Fiscais da LDO (a)

RESULTADO NOMINAL E PRIMÁRIO

Resultado Nominal Resultado Primário

Resultado Apurado até o bim estre

% em Relação à Meta

(b)

(b/a)

250.000,00 -330.200,00

MOVIMENTAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR

Cancelam ento até o bim estre

Inscrição

POR PODER RESTOS A PAGAR PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo RESTOS A PAGAR NÃO-PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo TOTAL DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MDE Mínimo Anual de 25% dos Impostos na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE Mínimo Anual de 60% do FUNDEB na Remuneração do Magistério com Educação Infantil e Ensino Fundamental RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL

1.187.533,34 -891.575,28

475,01 270,01 Pagam ento até o bim estre

267.633,51 9.130,02

0,00 0,00

131.694,01 9.130,02

135.939,50 0,00

35.749,19 119,34 312.632,06

0,00 0,00 0,00

26.782,13 0,00 167.606,16

8.967,06 119,34 145.025,90

Lim ites Constitucionais Anuais

Valor Apurado até o bim estre

% Mínim o a Aplicar no Exercício

% Aplicado até 06º bim estre

3.018.807,10

(25%/18%)

28,36

1.161.464,15

60%

79,44

Valor Apurado até o bim estre

Receita de Operações de Crédito Despesa de Capital Líquida

Saldo a realizar

9.110,51 2.716.590,83 Exercício em Referência

PROJEÇÃO ATUARIAL DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA Regime Próprio de Previdência 28/01/13 Social dos dos Servidores Servidores Públicos Públicos Social

Saldo

10º Exercício

0,00 210.358,13 20º Exercício

35º Exercício

RELSIMPLEXECORC12464201212.htm

file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RELSIMPLEXECORC12464201… Receitas Previdenciárias (IV) Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário (IV-V)

RECEITA DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS

Valor Apurado até o bim estre

Receita de Capital Resultante da Alienação de Ativos Aplicação dos Recursos da Alienação de Ativos

DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde

Saldo a realizar

0,00

50.000,00

60.081,49

53.500,00

Lim ites Constitucionais Anuais

Valor Apurado até o bim estre

% Mínim o a Aplicar no Exercício

2.219.441,18

DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DE PPP

1/2

% Aplicado até 06º bim estre

15%

21,39%

Valor Apurado no exercício corrente

Total das Despesas/RCL ( % )

%

%

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, Art 55, inciso I, alínea "b" - Anexo II DÍVIDA CONSOLIDADA DÍVIDA CONSOLIDADA - DC (I)

SALDO EXERCÍCIO ANTERIOR 971.202,19

Dívida Mobiliária

-

SALDO DO EXERCÍCIO DE 2012 até o 1º Quadrimestre até o 2º Quadrimestre até o 3º Quadrimestre 734.764,57 -

727.241,68

692.699,61

-

-

Dívida Contratual

971.202,19

734.764,57

727.241,68

692.699,61

Dívida Interna

971.202,19

734.764,57

727.241,68

692.699,61

Dívida Externa

0,00

0,00

0,00

0,00

Precatórios posteriores a 05/05/2000 (inclusive)

0,00

0,00

0,00

0,00

Demais Dívidas

0,00

0,00

0,00

DEDUÇÕES (II) Disponibilidade de Caixa Bruto Demais Haveres Financeiros (-) Restos a pagar processados (excetos precatórios) DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (DCL) (III) = (I - II) RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - (RCL) % da DC sobre a RCL (I/RCL)

0,00

1.301.167,15

1.539.202,58

1.370.160,32

1.120.137,70

1.364.315,27

1.621.004,46

1.447.928,28

1.180.442,38

74.612,67

74.798,41

74.237,09

79.544,90

(137.760,79)

(156.600,29)

(152.005,05)

(139.849,58)

(329.964,96)

(804.438,01)

(642.918,64)

(427.438,09)

14.411.289,15

15.049.360,34

15.382.927,46

15.752.831,26

6,74

4,88

4,73

4,40

% da DCL sobre a RCL (II/RCL)

(2,29)

(5,35)

(4,18)

(2,71)

LIMITE DEFINIDO PELA RESOLUÇÃO Nº 40, DE 2001, DO SENADO FEDERAL: (%)

120,00

120,00

120,00

120,00

DETALHAMENTO DA DÍVIDA CONTRATUAL DÍVIDA DE PPP

SALDO EXERCÍCIO ANTERIOR -

PARCELAMENTO DE DÍVIDAS

896.273,68

De Tributos

-

De Contribuições Sociais Previdenciárias Demais Contribuições Sociais

DEMAIS DÍVIDAS CONTRATUAIS

OUTROS VALORES INTEGRANTES DA DC

727.241,68 -

727.241,68

692.699,61

-

-

631.256,40

462.224,40

462.224,40

436.456,42

631.256,40

462.224,40

462.224,40

436.456,42

0,00

Do FGTS

SALDO DO EXERCÍCIO DE 2012 até o 1º Quadrimestre até o 2º Quadrimestre até o 3º Quadrimestre

0,00

265.017,28

265.017,28

74.928,51

7.522,89

SALDO EXERCÍCIO ANTERIOR

0,00 265.017,28 0,00

0,00 256.243,19 0,00

SALDO DO EXERCÍCIO DE 2012 até o 1º Quadrimestre até o 2º Quadrimestre até o 3º Quadrimestre

PRECATÓRIOS ANTERIORES A 05/05/2000

0,00

0,00

0,00

0,00

INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA

0,00

0,00

0,00

0,00

34.899,28

0,00

DEPÓSITOS RP NÃO-PROCESSADOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES ANTECIPAÇÕES DE RECEITA ORÇAMENTTÁRIA - ARO

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

1.177.217,17 0,00

3.253.210,04 0,00

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

68.421,44 3.190.596,01 0,00

0,00 2.343.585,55 0,00

file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RELSIMPLEXECORC12464201…

2/2

Consumidor sentirá redução integral nas tarifas de energia Agência Brasil

As datas de leitura dos relógios são distribuídas ao longo do mês e, por isso, os consumidores só perceberão integralmente a redução do preço da energia elétrica – determinada pelo governo – após um ciclo completo de cobrança com as novas tarifas. Isso porque, dependendo da data de vencimento da conta, parte do consumo será medido segundo a tarifa antiga e outra parte de acordo com a tarifa reduzida, no primeiro mês de vigência das novas medidas. A explicação foi dada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a propósito da redução nas contas de energia que começa a vigorar já este mês. Assim, como as novas tarifas valem a partir do dia 24 de janeiro, um consumidor que tem sua leitura feita no dia 10 de fevereiro, teria, nesse mesmo mês, metade de sua

energia faturada pela tarifa antiga e a outra metade, pela nova tarifa. A partir de 25 de fevereiro, todas as contas já perceberão os benefícios completos da tarifa reduzida. A redução é resultado da Lei 12.783/2013, que promoveu a renovação das concessões de transmissão e geração de energia que venciam até 2017, e das medidas provisórias 591/2012 e 605/2013. O efeito médio da redução ficará em 20,2%. Para os consumidores residenciais, a redução mínima chegará a 18%. Para os consumidores de alta tensão, o desconto pode alcançar 32%. O efeito dessa diminuição será uma mudança permanente no nível das tarifas, pois retira definitivamente custos que compunham as tarifas anteriores, segundo a Aneel, que estabelece uma tarifa diferente para cada distribuidora, em função das peculiaridades de cada concessão.

CRÉDITO

Financiamento habitacional sobe 339,5% em 4 anos e encosta no crédito pessoal Estadão

Os juros menores e os prazos mais dilatados do crédito habitacional fizeram a modalidade explodir nos últimos anos. De 2008 para cá, o crescimento dessa operação no universo das pessoas físicas foi de 339,5% - sem considerar os efeitos da inflação. Em dezembro, o total de crédito habitacional concedido ao consumidor somou R$ 277 bi l h õ e s ( re c u rs o s l iv re s e direcionados), praticamente o mesmo nível do crédito pessoal (R$ 280,5 bilhões), segundo dados do Banco Central. C om esse aumento, o crédito habitacional já representa 25% de toda a carteira de pessoas físicas, c ont r a 1 1 , 9 % há qu at ro anos. É uma diferença de apenas 0,3 ponto porcentual em relação ao crédito pessoal, que ainda é o líder da categoria. Mas essa diferença vem caindo ao longo dos anos. Em dezembro de 2010, a diferença entre as duas modalidades estava em 8,5 pontos porcentuais e no mesmo mês de 2011, em 4,6 pontos. O terceiro lugar da carteira de pessoas físicas é o c up a d o p e l o f i n a n c i a m e nt o d e v e í c u l o s , q u e fechou 2012 com estoque de R$ 201,6 bilhões. Um estudo recente da Serasa Experian prevê que já no primeiro semestre de 2013 o crédito habitacional deve ultrapassar o cré dito p ess o a l. “Vár ios fatores contribuíram para o crescimento do crédito

imobiliário: a estabilidade econômica, combinada com a manutenção do emprego e da renda, a alienação fiduciária, que trouxe maior celeridade na execução da garantia, reduzindo signif icativam e nte a i n a d i mpl ê n c i a , estimulando os bancos a aumentarem a oferta, os prazos e a reduzirem a taxa de juros”, cita a entidade no estudo. Apesar do crescimento do crédito imobiliário no Brasil, os valores ainda são b aixos s e comp arados a outros países. Aqui, o total emprestado nessa modalidade representa 6,3% do Produto Interno Bruto (era 4,8% há um ano). Preços. Com o dinheiro para compra da casa própria mais barato, a demanda explodiu e pressionou o valor do metro quadrado. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o preço méd i o d o m e t ro qu a d r a d o subiu 159% de janeiro de 2008 a dezembro de 2012. Os d a d o s s ã o d o í nd i c e FipeZ ap, que pesquisa o valor anunciado de imóvel em seis capitais e no Distrito Federal. Agora, contudo, o cenário é outro. Em 2012, o preço médio em sete regiões avançou 13,7%, quase a metade da valorização em 2011, de acordo com o FipeZap. “Dificilmente nós teremos uma alteração drástica nas condições de crédito como ocorreu. Toda essa explosão de preços que a gente viu tende a acalmar”, afirma Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice.


E-4 Atas&Editais

28/01/13

TRIBUNA DO VALE

SAUDE12464201212.htm

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE - MUNICÍPIOS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 a /2012

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** ADCT. Art 77 - Anexo XVI

R$ PREVISÃO INICIAL

RECEITAS RECEITAS DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I)

10.698.550,00

Impostos Líquidos Impostos (-) Deduções da Receita de Impostos Multas, Juros de Mora e Dív ida Ativ a dos Impostos Líquidos Multas, Juros de Mora e Dív ida Ativ a dos Impostos (-) Deduções da Receita de Multas, Juros e Dív ida Ativ a dos Impostos

RECEITAS REALIZADAS até o 06º bim % (b/a) * (b) 100

11.190.335,00 10.376.658,31

92,73

665.480,00

665.480,00

834.633,45

125,42

730.500,00

730.500,00

967.622,63

132,46

65.020,00

65.020,00

132.989,18

204,54

141.570,00

141.570,00

90.897,37

64,21

141.600,00

141.600,00

105.080,85

74,21

30,00

Receitas de Transf erências Constitucionais e Legais

PREVISÃO ATUALIZADA (a)

30,00

14.183,48 47.278,27

9.891.500,00

10.383.285,00 9.451.127,49

91,02

Da União

6.536.500,00

6.769.941,00 6.096.571,94

90,05

Do Estado

3.355.000,00

3.613.344,00 3.354.555,55

92,84

TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE-SUS (II)

613.000,00

686.831,00

646.683,19

94,15

Da União para o Município

573.000,00

573.000,00

559.983,77

97,73

Do Estado para o Município

40.000,00

113.831,00

86.699,42

76,17

Demais Municípios para o Município

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras Receitas do SUS

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III)

0,00

OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS LÍQUIDAS Outras Receitas Orçamentárias (-) Deduções de Outras Receitas Orçamentárias

0,00

0,00

2.846.750,00

4.332.964,11 4.181.947,67

96,51

2.851.890,00

4.338.104,11 4.210.531,79

5.140,00

(-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEB TOTAL

DESPESAS CORRENTES

97,06

28.584,12

556,11

1.978.300,00

1.978.300,00 1.890.225,20

95,55

12.180.000,00

14.231.830,11 13.315.063,97

93,56

DOTAÇÃO INICIAL

DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa)

5.140,00

DOTAÇÃO ATUALIZADA (c)

DESPESAS EMPENHADAS até o 06º bim % (d/c) * (d) 100

2.269.690,00

2.934.263,71 2.817.205,38

96,01

Pessoal e Encargos Sociais

1.049.800,00

1.188.976,98 1.154.370,09

97,09

Juros e Encargos da Dív ida

0,00

Outras Despesas Correntes

1.219.890,00

0,00

0,00

0,00

1.745.286,73 1.662.835,29

95,28

96.300,00

125.631,00

79.359,97

63,17

96.300,00

125.631,00

79.359,97

63,17

Inv ersões Financeiras

0,00

0,00

0,00

0,00

Amortização da Dív ida

0,00

0,00

0,00

0,00

3.059.894,71 2.896.565,35

94,66

DESPESAS DE CAPITAL Inv estimentos

TOTAL (IV)

2.365.990,00

DOTAÇÃO INICIAL

DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE DESPESAS COM SAÚDE (V) = (IV)

2.365.990,00

(-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS (-) DESPESAS CUSTEADAS COM RECURSOS VINCULADOS À SAÚDE Recursos de Transf erências do Sistema Único de Saúde - SUS Recursos de Operações de Crédito Outros Recursos

DOTAÇÃO ATUALIZADA

DESPESAS EMPENHADAS até o 06º bim % (e/ V e (e) ) * 100

3.059.894,71 2.896.565,35 0,00

0,00

0,00

621.800,00

720.857,27

655.916,24

22,64

593.800,00

619.026,27

581.587,65

20,08

0,00

0,00

0,00

0,00

28.000,00

101.831,00

74.328,59

2,57

(-) RESTOS A PAGAR INSC. NO EXERC. SEM DISPONIB. FINANCEIRA VINCULADA DE RECURSOS PRÓPRIOS¹ TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (VI)

94,66

0,00

1.744.190,00

11.260,17

0,39

2.339.037,44 2.229.388,94

76,97

RESTOS A PAGAR

CONTROLE DE RESTOS A PAGAR INSCRITOS EM EXERCICIOS ANTERIORES VINCULADOS Á SAÚDE

Inscritos em Exercícios Anteriores

RESTOS A PAGAR DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (VII)

Cancelados em 2012 (f)

26.728,15

0,00

PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS - LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [(V - VI) / I]

21,48

DOTAÇÃO INICIAL

DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção)

Atenção Básica

1.772.540,00

Assistência Hospitalar e Ambulatorial

DOTAÇÃO ATUALIZADA

DESPESAS EMPENHADAS até o 06º bim % (g/ (g) Total g) * 100

2.237.936,71 2.104.019,20

72,64

500.000,00

749.858,00

749.854,80

25,89

0,00

0,00

0,00

0,00

Vigilância Sanitária

51.100,00

48.150,00

28.833,25

1,00

Vigilância Epidemiológica

35.850,00

9.800,00

0,00

0,00

6.500,00

14.150,00

13.858,10

0,48

0,00

0,00

0,00

0,00

3.059.894,71 2.896.565,35

100,00

Suporte Prof ilático e Terapêutico

Alimentação e Nutrição Outras Subf unções TOTAL

2.365.990,00 AJUSTES NO CÁLCULO DO ÍNDICE

Dedução das despesas consideradas para f ins do limite constitucional, f ace a contabilização indev ida em Saúde

99,16

Dedução de Cancelamentos da Dív ida Flutuante(ISS/IRRF) por Interf erência/Variação Patrimonial

0,00

Dedução Superáv it Financeiro - Fonte 303

9.848,60

DESPESAS LÍQUIDAS PARA FINS DO LIMITE

2.219.441,18

INDICE AJUSTADO DE APLICAÇÃO NA SAÚDE (Mínimo de 15%)

21,39

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DAS GARANTIAS E CONTRAGARANTIAS DE VALORES ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, art. 55, inciso I, alínea "c" e art. 40, § 1º - Anexo III GARANTIAS CONCEDIDAS EXTERNAS (I) Aval ou fiança em operações de crédito Outras Garantias nos termos da LRF

SALDO EXERCÍCIO ANTERIOR 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

-

-

-

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

-

-

-

0,00

0,00

0,00

-

INTERNAS (II) Aval ou fiança em operações de crédito Outras Garantias nos termos da LRF

-

TOTAL DAS GARANTIAS (I + II)

0,00

RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL

14.411.289,15

% do TOTAL DAS GARANTIAS sobre a RCL LIMITE DEFINIDO POR RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL - (%)

SALDO DO EXERCÍCIO DE 2012 até o 1º Quadrimestre até o 2º Quadrimestre até o 3º Quadrimestre

15.049.360,34

15.382.927,46

15.752.831,26

0,00

0,00

0,00

0,00

22,00

22,00

22,00

22,00

file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/SAUDE12464201212.htm CONTRAGARANTIAS RECEBIDAS GARANTIAS EXTERNAS (I) Aval ou fiança em operação de crédito Outras Garantias nos termos da LRF

SALDO EXERCÍCIO ANTERIOR

Aval ou fiança em operação de crédito Outras Garantias nos termos da LRF

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

-

-

-

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

-

-

-

0,00

0,00

0,00

-

TOTAL CONTRAGARANTIAS (I + II)

0,00

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

até o 1º Quadrimestre até o 2º Quadrimestre até o 3º Quadrimestre

0,00

-

GARANTIAS INTERNAS (II)

SALDO DO EXERCÍCIO DE 2012

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

1/1


E-6 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

ENSINO SUPERIOR

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, Art. 53, § 1º, Inciso I - Anexo XI PREVISÃO ATUALIZADA

RECEITAS

RECEITAS REALIZADAS No Bimestre

(a) RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO (I)

(b) 987.800,00

DOTAÇÃO ATUALIZADA

DESPESAS

0,00 DESPESAS EMPENHADAS No Bimestre

0,00

987.800,00 SALDO A REALIZAR

Até o Bimestre (d)

3.905.981,88

(-) Incentivos Fiscais a Contribuinte

(a-b) 0,00

(c) DESPESAS DE CAPITAL

SALDO A REALIZAR

Até o Bimestre

22.165,11 0,00

Agência Brasil

(c-d)

1.323.215,11

2.582.766,77

0,00

0,00

(-) Incentivos Fiscais a Contribuinte por Instituições Financeiras DESPESA DE CAPITAL LÍQUIDA (II) APURAÇÃO DE REGRA DE OURO (I - II)

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

3.905.981,88

22.165,11

1.323.215,11

2.582.766,77

(2.918.181,88)

(22.165,11)

(1.323.215,11)

(1.594.966,77)

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, Art. 48 - Anexo VII DESPESA COM PESSOAL

VALOR

% SOBRE A RCL

Despesa total com pessoal - DTP

8.725.223,95

55,39

Limite máximo (incisos I, II e III, art. 20 da LRF)

8.506.528,88

54,00

Limite prudencial (§ único, art. 22 da LRF)

8.081.202,44

51,30

DÍVIDA

VALOR

% SOBRE A RCL

Dívida consolidada líquida Limite definido por resolução do senado federal

GARANTIAS DE VALORES

64.476,51

0,41

18.903.397,51

120,00

VALOR

% SOBRE A RCL

Total das garantias de valores

0,00

Limite definido por resolução do senado federal

0,00

3.465.622,88

OPERAÇÕES DE CRÉDITO

VALOR

22,00

% SOBRE A RCL

Operações de crédito internas e externas

0,00

Operações de crédito por antecipação da receita

0,00

0,00 0,00

Limite definido pelo senado federal para operações de crédito internas e externas

2.520.453,00

16,00

Limite definido pelo senado federal para operações de crédito por antecipação da receita

1.102.698,19

7,00

RESTOS A PAGAR

Valor apurado nos demonstrativos respectivos

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS 1.414.681,53

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

ProUni tem 159 mil candidatos préselecionados para bolsas de estudo

SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS 1.120.137,70

Um total de 159.177 candidatos foram pré-selecionados na primeira convocação do Programa Universidade para Todos (ProUni), divulgada nessa quinta-feira (24) pelo Ministério da Educação (MEC). Foram 107.575 selecionados para bolsas integrais e 51.602 para as parciais. O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições privadas de educação superior. Nesta primeira edição de 2013, o programa ofereceu 162.329 bolsas de estudos e registrou pouco mais de 1 milhão de inscritos. Após essa primeira chamada, 3.152 bolsas não foram preenchidas. Segundo o MEC, a diferença (entre bolsas ofertadas e preenchidas) é normal e pode ocorrer por diversos motivos, como baixa procura por um determinado curso de graduação ou candidatos que não alcançaram pontuação suficiente. A unidade da Federação com maior oferta de bolsa é São Paulo. As instituições de ensino paulistas convocaram 54.315 estudantes, sendo 33.108 para bolsas integrais e 21.207 para par-

ciais. Em seguida estão Minas G erais, com 11.331 integrais e 6.371 parciais, e o Paraná, com 6.866 integrais e 5.512 parciais. Os estudantes têm até 31 de janeiro para comprovação das informações e matrícula na instituição de ensino. Os candidatos não selecionados na primeira chamada devem aguardar a próxima, no dia 8 de fevereiro. O estudante que não for selecionado na segunda convocação, poderá aderir à lista de espera nos dias 24 e 25 de fevereiro. O candidato selecionado para a bolsa integral deve comprovar renda familiar por pessoa até um salário mínimo e meio (R$ 1.017). Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser até três salários mínimos (R$ 2.034) por pessoa. O estudante que conseguiu apenas a bolsa parcial (50% da mensalidade) pode custear a outra parte da mensalidade por meio do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), sem a necessidade de apresentar fiador. Para isso, é preciso que a instituição onde o aluno pretende se matricular tenha firmado termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).

JUSTIÇA

AGU puniu 13 advogados federais em 2012 Agência Brasil

A apuração de irregularidades entre os profissionais da Advocacia-Geral da União (AGU) resultou em quatro demissões e nove suspensões em 2012. Os números foram divulgados no Relatório de Gestão da entidade. O documento também indica a abertura de 16 processos administrativos disciplinares e sindicâncias durante o ano passado. Em dezembro, a AGU foi envolvida em denúncias sobre a venda de pareceres técnicos para favorecimento de entidades privadas. O esquema foi apurado na Operação Porto Seguro, da Polícia Federal, e

resultou no afastamento do advogado-geral adjunto José Weber Holanda. Investigações posteriores da própria AGU indicaram novas irregularidades na área jurídica da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Após as denúncias da Operação Porto Seguro, a AGU adotou procedimentos para evitar novos casos de corrupção, como a criação de regras para o atendimento de demandas de outros órgãos públicos. As estatísticas registradas em 2012 tiveram sensível aumento em relação a 2011, quando houve três demissões e seis suspensões.


Atas&Editais E-7

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Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

TAXA

CÂMARA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARE RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DISPONIBILIDADE DE CAIXA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL Janeiro à Dezembro /2012

Juro no crédito recua e chega ao menor nível desde 2000

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, art . 55, Inciso III, alínea "a" - Anexo V

R$

ATIVO

VALOR

PASSIVO

DISPONIBILIDADE FINANCEIRA Caixa Bancos Conta Movimento Contas Vinculadas Aplicações Financeiras Outras Disponibilidades Financeiras Créditos Intragovernamentais Devedores Diversos Aplicações Financeiras Médio e Longo Prazo Depósitos Judiciais Créditos Intergovernamentais Contas Pendentes

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

SUBTOTAL

0,00 SUBTOTAL

INSUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (I)

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Agência Estado

0,00

SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (II)

-

TOTAL

VALOR

OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS Depósitos Restos a Pagar Processados Do Exercício De Exercícios Anteriores RP não Processados de Exercícios Anteriores Débitos de Tesouraria Contas Pendentes

-

0,00 TOTAL

A taxa média de juros n o c ré d ito l iv re re c u ou d e 2 8 , 9 % e m n ove mbro para 28,1% em dezembro de 2012, informou nesta sexta-feira (25) o Banco Central. Este foi o 10º mês consecutivo de queda da taxa média de juros, que continua no menor nível da série histórica iniciada em 2000. No final de 2011, a taxa média de juros estava em 37,1% ao ano. Para a pessoa física, a taxa média de juros recuou de 34,8% ao ano em novembro, para 34,6% ao ano em dezembro. A queda acumulada no ano passado nos juros para o consumidor foi de 9,2 pontos porcentuais. Para a pessoa jurídica (PJ), a taxa média de juros caiu de 21,7% ao ano em novembro para 20,6% ao ano em dezembro. No final de 2011, a taxa média de juros para PJ estava em 28,2% ao ano. Entre as principais linhas de crédito para a pessoa física, o destaque foi a redução, em 2012, do juro no cheque especial, que passou de 188,1% ao ano para 142,0% ao ano. No crédito pessoal, os juros caíram de

0,00

INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (III)

-

SUFICIÊNCIA APÓS A INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (IV) = (II - III)

-

REGIME PREVIDENCIÁRIO ATIVO

VALOR

DISPONIBILIDADE FINANCEIRA Caixa Bancos Conta Movimento Contas Vinculadas

PASSIVO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -

Aplicações Financeiras Outras Disponibilidades Financeiras Créditos em Circulação

INSUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (V)

-

TOTAL

VALOR

OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS Depósitos Restos a Pagar Processados Do Exercício De Exercícios Anteriores RP Não-Processsados de Exercícios Anteriores Outras Obrigações Financeiras Encargos Sociais a Recolher Obrigações Tributárias Precatórios a Pagar Débitos Diversos a Pagar

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (VI)

-

0,00 TOTAL

0,00

INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (VII)

0,00

SUFICIÊNCIA APÓS A INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (VIII) = (VI - VII)

Ednalberto Goulart Controle Interno

-

João Penteado da Cruz Contador

Adalberto de Freitas Aguiar Presidente da Câmara

48,2% ao ano para 38,9% ao ano em igual base de comparação. Já no crédito para veículos, a taxa de juros recuou de 26,2% ao ano para 19,9% ao ano. Spread Já o spread bancário médio no crédito livre caiu de 21,6 pontos porcentuais em novembro para 21,1 pontos porcentuais em dezembro de 2012, no menor nível da série histórica, iniciada em junho de 2000. Em dezembro de 2011, o spread bancário estava em 26,9 pontos porcentuais. O spread médio da p e s s o a f í s i c a p a s s ou d e 27,3pp em novembro para 27,4pp em dezembro, mas apresentou queda em relação ao verificado no final de 2011, quando estava em 33,7pp. Para a pessoa jurídica, o spread médio caiu de 14,7pp para 13,7pp, na p ass agem de novembro para dezembro, e acumulou queda de 7,6 pontos porcentuais no ano de 2012. O BC informou ainda que a taxa de captação dos bancos recuou de 10,2% ao ano para 7,0% ao ano, na comparação entre o final de 2011 e de 2012.

SENADO CÂMARA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARE RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 à 012/2012

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, Art. 48 - Anexo XVII

R$

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO

No bimestre

Até o bimestre

Previsão Inicial da Receita Previsão Atualizada da Receita Receitas Realizadas Déficit Orçamentário Saldos de Exercícios Anteriores Dotação Inicial Credito Adicional Dotação Atualizada Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas Superávit Orçamentário

0,00 0,00 0,00 75.925,21 91.700,00 0,00 91.700,00 75.925,21 75.925,21 0,00

DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO

0,00 0,00 0,00 413.500,00 0,00 550.000,00 0,00 550.000,00 413.500,00 413.500,00 0,00

No bimestre

Até o bimestre

Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas

75.925,21 75.925,21 RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL

413.500,00 413.500,00

No bimestre

Até o bimestre

Receita Corrente Líquida

0,00

RECEITAS / DESPESAS DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA

0,00

No bimestre

Até o bimestre

Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (IV) Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário VI = (IV-V)

RESULTADO NOMINAL E PRIMÁRIO

Meta Fixada no Anexo de Metas Fiscais da LDO

Resultado Apurado até o bimestre

% em Relação à Meta

(a)

(b)

(b/a)

Resultado Nominal Resultado Primário

0,00 0,00 MOVIMENTAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR

Cancelamento até o bimestre

Inscrição

POR PODER RESTOS A PAGAR PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo RESTOS A PAGAR NÃO-PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo TOTAL

DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - MDE

RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL

0,00 0,00 Pagamento até o bimestre

Saldo

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

Limites Constitucionais Anuais

Valor Apurado até o bimestre

Mínimo Anual de 25% dos Impostos na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE Mínimo Anual de 60% do FUNDEB na Remuneração do Magistério com Educação Infantil e Ensino Fundamental

0,00 -413.500,00

% Mínimo a Aplicar no Exercício

% Aplicado até 06º bimestre

0,00

(25%/18%)

0,00

0,00

60%

0,00

Valor Apurado até o bimestre

Receita de Operações de Crédito Despesa de Capital Líquida

Saldo a realizar 0,00 445,00

Exercício em Referência

PROJEÇÃO ATUARIAL DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA

10º Exercício

0,00 79.555,00 20º Exercício

35º Exercício

Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (IV) Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário (IV-V) RECEITA DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS

Valor Apurado até o bimestre

Receita de Capital Resultante da Alienação de Ativos Aplicação dos Recursos da Alienação de Ativos

DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE

DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DE PPP

Ednalberto Goulart Controle Interno

0,00

0,00

0,00

% Mínimo a Aplicar no Exercício

0,00

Total das Despesas/RCL ( % )

0,00

Limites Constitucionais Anuais

Valor Apurado até o bimestre

Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde

Saldo a realizar

% Aplicado até 06º bimestre

15% Valor Apurado no exercício corrente %

João Penteado da Cruz Contador

0,00%

Adalberto de Freitas Aguiar Presidente da Câmara

%

Sarney: decisão sobre FPE não pressiona Congresso Das Agências

O presidente do Senado, José Sarney, minimizou a força política da decisão do presidente interino do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, de manter p or mais c i nc o me s e s a regra da distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE). Ele disse não acreditar que a liminar desta quinta-feira à noite represente uma pressão para que o Legislativo vote a matéria, mas sim uma orientação ao governo, após os impasses na execução dos repasses do fundo. “Ele (ministro) não dá prazo para o Congresso. É mais dirigido ao Poder Executivo de manter a t r ansfe rê nc i a d e a c ord o com os índices que constam na antiga distribuição”, afirmou Sarney nesta sexta-feira. A liminar de Lewandowski foi motivada por uma ação ajuizada esta semana pelos governadores da Bahia, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão. Eles pediram ao Supremo que reconhecesse a omissão do

Congresso na votação de novas regras para o FPE e mantivesse a distribuição de acordo com os padrões vigentes. Para Sarney, não houve omissão nem demora do C ong re ss o Na c i ona l e m votar o projeto. “A partir da publicação do acórdão, até a data de 31 de dezembro foi um ano e meio. O que pode parecer um prazo que não é longo para uma casa legislativa encontrar e votar um assunto tão controverso.” Ele acredita na possibilidade de se chegar a um acordo logo no início do ano legislativo. “Acredito que estamos numa fase final de ajustamentos. Não vej o p or que não res olvermos isso até o mês de fevereiro, se houver uma boa vontade das bancadas.” O STF decidiu, em 2010, que os critérios de distribuição do FPE, regulamentados em lei comp l e m e nt ar d e 1 9 8 9 , s ã o inconstitucionais, porque não repres ent am mais a realidade do país. Na ocasião, a Corte determinou que o Congresso aprovasse novas regras até dezembro do ano passado, o que não ocorreu.


E-8 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

PASSAPORTE

CâMARA MUNICIPAL DE ABATIá RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, Art. 48 - Anexo VII DESPESA COM PESSOAL

VALOR

Despesa total com pessoal - DTP

% SOBRE A RCL 436.638,41

3,85

Limite máximo (incisos I, II e III, art. 20 da LRF)

6.121.784,50

54,00

Limite prudencial (§ único, art. 22 da LRF)

5.815.695,27

51,30

DÍVIDA

VALOR

Dívida consolidada líquida

% SOBRE A RCL 0,00

Limite definido por resolução do senado federal

0,00

13.603.965,55

GARANTIAS DE VALORES

VALOR

Total das garantias de valores

120,00

% SOBRE A RCL 0,00

Limite definido por resolução do senado federal

0,00

2.494.060,35

OPERAÇÕES DE CRÉDITO

VALOR

22,00

% SOBRE A RCL

Operações de crédito internas e externas

0,00

0,00

Operações de crédito por antecipação da receita

0,00

0,00

Limite definido pelo senado federal para operações de crédito internas e externas Limite definido pelo senado federal para operações de crédito por antecipação da receita

RESTOS A PAGAR

Valor apurado nos demonstrativos respectivos

ANTONIO ARCHANJO DE OLIVEIRA PRESIDENTE

KELLER JOSE PEDROSO CONTADOR

1.813.862,07

16,00

793.564,66

7,00

INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS

SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS

0,00

0,00

WAGNER BATISTA CASTILHO CONTROLE INTERNO

Sistema da Polícia Federal funciona normalmente no Paraná Gazeta do Povo

O sistema da Polícia Federal (PF) – que ficou fora do ar na quinta-feira (24), prejudicando os serviços de emissão e entrega de passaportes, além do agendamento de atendimentos para registros de estrangeiros – ainda está sendo normalizado em alguns estados brasileiros. Segundo a assessoria de imprensa da PF, houve instabilidade no acesso em alguns pontos do país nesta sexta-feira. Esse não é o caso do Paraná. A assessoria da PF em Curitiba informou, às 14h35, que o sistema funcionava normalmente em todo o estado. Algumas lo ca lidades também não foram afetadas pela pane no sistema

na quinta-feira, como foi o caso de Minas Gerais, de acordo com o órgão. Em outras, como São Paulo e Brasília, o atendimento foi suspenso. O problema foi causado por um defeito em um equipamento de informática. Quem não foi atendido devido à falha nos sistemas, deve retornar às unidades da Polícia Federal nos próximos dez dias úteis, independentemente de um novo agendamento. O cidadão poderá retornar à PF em qualquer data e horário levando os agendamentos e protocolos referentes aos dias em que seria atendido. Os serviços de emissão e entrega de passaportes também foram interrompidos no último dia 16, por problemas no sistema de informática da PF.

LEGISLAÇÃO

Projeto de lei quer endurecer regra para registro de partido político Folhapress

Tramita na Câmara o projeto de lei do deputado Lincoln Portela (PR-MG) que muda a regra para o registro do estatuto de partido político. Pela proposta, o partido deverá comprovar o apoio de eleitores correspondente a, pelo menos, 1% do eleitorado nacional, distribuído pelo menos por nove estados, com não menos de 0,3% dos eleitores de cada um deles. A proposta altera a lei que trata dos partidos políticos, que admite o registro do estatuto de um partido que comprove o apoio de eleitores correspondente pelo menos 0,5% dos votos dados na última eleição geral para a Câmara dos Deputados, não computa-

dos os votos em branco e os nulos, distribuídos por um terço, ou mais, dos Estados, com um mínimo de 0,1% do eleitorado que haja votado em cada um deles. O autor argumenta que tomou como parâmetro para sua proposta o quórum mínimo que se exige para a apresentação de um projeto de iniciativa popular. “Para os cidadãos apresentarem um projeto de lei é necessária a assinatura de 1% dos eleitores do país (cerca de 1,4 milhão), distribuídos em pelo menos nove estados brasileiros. Pode parecer um número muito alto, mas não é impossível obtê-lo e obedece ao regramento constitucional para a matéria em tela, por sua importância e relevância”, afirma ele.


Atas&Editais C-1

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 28/01/13

RREO - demonstrativo simplificado.htm

MUNICÍPIO DE GUAPIRAMA RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 à 012/2012

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, Art. 48 - Anexo XVII

BALANÇO ORÇAMENTÁRIO

R$

No bim estre

Previsão Inicial da Receita Previsão Atualizada da Receita Receitas Realizadas Déficit Orçamentário Saldos de Exercícios Anteriores Dotação Inicial Credito Adicional Dotação Atualizada Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas Superávit Orçamentário DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO

2.194.234,60 2.194.234,60 1.896.572,97 0,00 2.114.788,01 0,00 2.114.788,01 1.451.084,56 2.771.394,29 445.488,41 No bim estre

Despesas Empenhadas Despesas Liquidadas RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL

13.165.334,60 15.543.313,34 10.980.893,42 959.119,02 684.202,92 12.688.540,01 3.312.181,66 16.000.721,67 11.940.012,44 10.771.419,98 0,00 Até o bim estre

1.451.084,56 2.771.394,29 No bim estre

Receita Corrente Líquida RECEITAS / DESPESAS DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA

Até o bim estre

11.940.012,44 10.771.419,98 Até o bim estre

1.893.322,97 No bim estre

9.480.103,04 Até o bim estre

Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias ( IV) Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário VI = (IV-V)

RESULTADO NOMINAL E PRIMÁRIO

Resultado Nominal Resultado Primário MOVIMENTAÇÃO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER RESTOS A PAGAR PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo RESTOS A PAGAR NÃO-PROCESSADOS Poder Executivo Poder Legislativo TOTAL

Meta Fixada no Anexo de Metas Fiscais da LDO (a) 820.000,00 -39.460,00

RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO E DESPESAS DE CAPITAL

(b)

(b/a)

930.585,26 -1.059.867,39

113,49 2.685,93 Saldo

344.200,48 0,00

7.717,70 0,00

336.482,78 0,00

0,00 0,00

1.215.736,42 0,00 1.559.936,90

326.519,62 0,00 334.237,32

828.904,76 0,00 1.165.387,54

60.312,04 0,00 60.312,04

2.337.262,84 802.983,12

Lim ites Constitucionais Anuais % Mínim o a Aplicar no Exercício

% Aplicado até 06º bim estre

(25%/18%)

26,61

60%

79,14

Valor Apurado até o bim estre

Receita de Operações de Crédito Despesa de Capital Líquida PROJEÇÃO ATUARIAL DOS REGIMES DE PREVIDÊNCIA

% em Relação à Meta

Cancelam ento Pagam ento até até o bim estre o bim estre

Inscrição

DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - Valor Apurado MDE até o bim estre Mínimo Anual de 25% dos Impostos na Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE Mínimo Anual de 60% do FUNDEB na Remuneração do Magistério com Educação Infantil e Ensino Fundamental

Resultado Apurado até o bim estre

Saldo a realizar

0,00 3.321.910,91 Exercício em Referência

10º Exercício

0,00 1.187.894,73 20º Exercício

35º Exercício

Regime Próprio de Previdência 28/01/13 RREO - demonstrativo simplificado.htm Social dos Servidores Públicos Receitas Previdenciárias (IV) file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RREO - demonstrativo simplifica… Despesas Previdenciárias (V) Resultado Previdenciário (IV-V)

RECEITA DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS

Valor Apurado até o bim estre

Receita de Capital Resultante da Alienação de Ativos Aplicação dos Recursos da Alienação de Ativos

DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE Despesas Próprias com Ações e Serviços Públicos de Saúde DESPESAS DE CARÁTER CONTINUADO DERIVADAS DE PPP Total das Despesas/RCL ( % )

Valor Apurado até o bim estre 2.329.815,26

1/2

Saldo a realizar

19.550,00

-19.550,00

480,50

0,00

Lim ites Constitucionais Anuais % Mínim o a Aplicar no Exercício

% Aplicado até 06º bim estre

15%

27,36%

Valor Apurado no exercício corrente %

%

PREFEITURA MUNICIPAL DE JOAQUIM TÁVORA - ESTADO DO PARANÁ TERMO DE HOMOLOGAÇÃO E ADJUDICAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL Nº. 002/2013 – PMJT PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº. 002/2013 – PMJT OBJETO: Contratação de Pessoa Física e/ou Jurídica para Prestação de Serviços de Locação de Veículos destinado ao Transporte Escolar dos Alunos da Rede Pública de Ensino, pelo período escolar, sendo que as despesas de combustíveis, motorista, manutenção e seguro dos veículos serão de responsabilidade da contratada. Tendo em vista a Ata de Julgamento do Pregão em epígrafe, elaborada pela Pregoeira deste Município; o Senhor SEBASTIÃO APARECIDO LOPES, Prefeito Municipal de Joaquim Távora, no uso de suas atribuições legais RESOLVE: HOMOLOGAR A LICITAÇÃO MODALIDADE PREGÃO PRESENCIAL Nº. 002/2013 – TIPO MENOR PREÇO e ADJUDICAR o objeto da licitação para: MARIO SERGIO DA COSTA, inscrito no CPF nº 679.754.539-00, declarado VENCEDOR do Lote 05, com um valor máximo contratual de R$ 62.370,00 (sessenta e dois mil trezentos e setenta reais); MARIO CESAR ANDRINI, inscrito no CPF nº 931.639.089-34, declarado VENCEDOR dos Lotes 03 e 09, com um valor máximo contratual de R$ 103.950,00 (cento e três mil novecentos e cinquenta reais); SILVANO SANCHES, inscrito no CPF nº 562.619.269-72, declarado VENCEDOR do Lote 02, com um valor máximo contratual de R$ 123.816,00 (cento e vinte e três mil oitocentos e dezesseis reais); FERNANDES VITORINO DE SOUZA, inscrito no CPF nº 584.525.249-00, declarado VENCEDOR do Lote 07, com um valor máximo contratual de R$ 62.370,00 (sessenta e dois mil trezentos e setenta reais); VIAÇÃO NASCENTE DO SOL LTDA, inscrita no CNPJ nº 95.679.783/0001-98, declarada VENCEDORA do Lote 01, com um valor máximo contratual de R$ 90.720,00 (noventa mil setecentos e vinte reais); EDENILSON DOS SANTOS REVELINO & REVELINO LTDA, inscrita no CNPJ nº 08.594.253/0001-42, declarada VENCEDORA dos Lotes 04, 06 e 08, com um valor máximo contratual de R$ 207.900,00 (duzentos e sete mil e novecentos reais). E para que produza seus efeitos jurídicos e legais, Convoca-se os vencedores do certame para comparecimento ao Departamento de Licitação da Prefeitura de Joaquim Távora para assinatura do contrato num prazo máximo de 03 (três) dias. PUBLIQUE-SE Joaquim Távora, 25 de Janeiro de 2013. SEBASTIÃO APARECIDO LOPES - PREFEITO MUNICIPAL PREFEITURA MUNICIPAL DE JOAQUIM TÁVORA - ESTADO DO PARANÁ TERMO DE HOMOLOGAÇÃO E ADJUDICAÇÃO TOMADA DE PREÇOS Nº. 006/2012 – PMJT PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº. 082/2012 – PMJT OBJETO: Contratação de empresa para execução de paisagismo, sob regime de empreitada global, para Paisagismo no Parque Ecológico, conforme projeto, memorial descritivo e planilhas orçamentárias. Tendo em vista a Ata de Julgamento da Tomada de Preços em epígrafe, elaborada pelo Presidente da Comissão Permanente de Licitação deste Município; o Senhor SEBASTIÃO APARECIDO LOPES, Prefeito Municipal de Joaquim Távora, no uso de suas atribuições legais RESOLVE: HOMOLOGAR A LICITAÇÃO MODALIDADE TOMADA DE PREÇOS Nº. 006/2012 – TIPO MENOR PREÇO GLOBAL e ADJUDICAR o objeto da licitação para a empresa: J & S CONSTRUTORA CIVIL E PAVIMENTAÇÃO LTDA declarada VENCEDORA com um valor máximo contratual de R$ 28.739,57 (vinte e oito mil setecentos e trinta e nove reais e cinquenta e sete centavos). E para que produza seus efeitos jurídicos e legais, Convoca-se a empresa vencedora do certame para comparecimento ao Departamento de Licitação da Prefeitura de Joaquim Távora para assinatura do contrato num prazo máximo de 05 (cinco) dias. PUBLIQUE-SE Joaquim Távora, 25 de Janeiro de 2013. SEBASTIÃO APARECIDO LOPES - PREFEITO MUNICIPAL PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMAZINA AVISO DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 04/2013 Objeto: Contratação de Empresa pra Prestação de serviço com para transporte de Paciente do departamento de Saúde do Município de Tomazina, para a cidade de Jacarezinho e Londrina. A Prefeitura Municipal de Tomazina, através da comissão de Licitações, torna público para conhecimento dos interessados que realizará a licitação referente ao PREGÃO PRESENCIAL n.º 04/2013. Abertura da Licitação: 11:00 horas do dia 08/02/2013. Local da Abertura: Prefeitura Municipal de Tomazina – Rod. Avelino Antonio Vieira, 117 – Tomazina – PR. A cópia do Edital, bem como maiores esclarecimentos estarão à disposição dos interessados de segunda à sexta-feira, das 8h às 11h30min., até vinte e quatro horas antes do certame, e pelo email:licitação_tomazina@hotmail.com. Tomazina, 28 de janeiro de 2013. PREGOEIRO OFICIAL


C-2 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

28/01/13

PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMAZINA AVISO DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 06/2013 Objeto: Contratação de Empresas para Prestação de serviços para transporte da Escolar do Departamento de Educação do Município de Tomazina –PR. A Prefeitura Municipal de Tomazina, através da comissão de Licitações, torna público para conhecimento dos interessados que realizará a licitação referente ao PREGÃO PRESENCIAL n.º 06/2013. Abertura da Licitação: 13:30 horas do dia 08/02/2013. Local da Abertura: Prefeitura Municipal de Tomazina – Rod. Avelino Antonio Vieira, 117 – Tomazina – PR. A cópia do Edital, bem como maiores esclarecimentos estarão à disposição dos interessados de segunda à sexta-feira, das 8h às 11h30min., até vinte e quatro horas antes do certame, e pelo email:licitação_tomazina@hotmail.com. Tomazina, 28 de janeiro de 2013. PREGOEIRO OFICIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMAZINA AVISO DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 08/2013 Objeto: Contratação de Empresas para Prestação de serviços para transporte da Escavadeira Hidraulica do Departamento de Obras do Município de Tomazina –PR. A Prefeitura Municipal de Tomazina, através da comissão de Licitações, torna público para conhecimento dos interessados que realizará a licitação referente ao PREGÃO PRESENCIAL n.º 08/2013. Abertura da Licitação: 10:30 horas do dia 14/02/2013. Local da Abertura: Prefeitura Municipal de Tomazina – Rod. Avelino Antonio Vieira, 117 – Tomazina – PR. A cópia do Edital, bem como maiores esclarecimentos estarão à disposição dos interessados de segunda à sexta-feira, das 8h às 11h30min., até vinte e quatro horas antes do certame, e pelo email:licitação_tomazina@hotmail.com. Tomazina, 28 de janeiro de 2013. PREGOEIRO OFICIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMAZINA AVISO DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2013 Objeto: Aquisição de Material de limpeza e gêneros Alimentícios para o Departamento de Educação do Município de Tomazina –PR. A Prefeitura Municipal de Tomazina, através da comissão de Licitações, torna público para conhecimento dos interessados que realizará a licitação referente ao PREGÃO PRESENCIAL n.º 05/2013. Abertura da Licitação: 08:30 horas do dia 08/02/2013. Local da Abertura: Prefeitura Municipal de Tomazina – Rod. Avelino Antonio Vieira, 117 – Tomazina – PR. A cópia do Edital, bem como maiores esclarecimentos estarão à disposição dos interessados de segunda à sexta-feira, das 8h às 11h30min., até vinte e quatro horas antes do certame, e pelo email:licitação_tomazina@hotmail.com. Tomazina, 28 de janeiro de 2013. PREGOEIRO OFICIAL PREFEITURA MUNICIPAL DE TOMAZINA AVISO DE PREGÃO PRESENCIAL Nº 07/2013 Objeto: Aquisição de Material de limpeza e gêneros Alimentícios para os Departamentos do Município de Tomazina –PR. A Prefeitura Municipal de Tomazina, através da comissão de Licitações, torna público para conhecimento dos interessados que realizará a licitação referente ao PREGÃO PRESENCIAL n.º 07/2013. Abertura da Licitação: 08:30 horas do dia 14/02/2013. Local da Abertura: Prefeitura Municipal de Tomazina – Rod. Avelino Antonio Vieira, 117 – Tomazina – PR. A cópia do Edital, bem como maiores esclarecimentos estarão à disposição dos interessados de segunda à sexta-feira, das 8h às 11h30min., até vinte e quatro horas antes do certame, e pelo email:licitação_tomazina@hotmail.com. Tomazina, 28 de janeiro de 2013. PREGOEIRO OFICIAL

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

RREO - Despesas Educação.htm

MUNICÍPIO DE GUAPIRAMA RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - MDE ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 1/2012 a 12/2012 Emitido em 25/01/2013 16:53 v .1.1i

Lei 9.394/96, Art. 72 - Anexo X

R$ RECEITAS DE ENSINO

RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (Caput do art. 212 da Constituição)

PREVISÃO INICIAL

1 - RECEITA DE IMPOSTOS 1.1 - Receita Resultante do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana IPTU 1.1.1 - IPTU 1.1.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do IPTU 1.1.3 - Dívida Ativa do IPTU 1.1.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do IPTU 1.1.5 - ( - ) Deduções da Receita do IPTU 1.2 - Receita Resultante do Imposto sobre Transmissão Inter Vivos - ITBI 1.2.1 - ITBI 1.2.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do ITBI

Receitas realizadas no bimestre

%c = até o bimestre (b/a) (b)

679.984,00

679.984,00

83.894,28

441.640,15 64,95

235.872,00

235.872,00

16.792,92

124.921,04 52,96

127.200,00 2.272,00 73.600,00

127.200,00 2.272,00 73.600,00

4.870,72 481,20 16.620,87

161.441,06 126,92

32.800,00

32.800,00

8.796,38

17.132,32 52,23

0,00 154.640,00

0,00 154.640,00

-13.976,25 16.403,84

-97.748,29 0,00 65.768,61 42,53

152.640,00 2.000,00

152.640,00 2.000,00

16.699,04 86,40

71.281,85 46,70 121,08 6,05

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

-5.634,32

0,00

1.2.3 - Dívida Ativa do ITBI 1.2.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do ITBI 1.2.5 - ( - ) Deduções da Receita do ITBI 1.3 - Receita Resultante do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS 1.3.1 - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS

PREVISÃO ATUALIZADA(a)

2.009,96 88,47 42.085,99 57,18

0,00

0,00

-381,60

129.200,00 127.200,00

129.200,00 127.200,00

17.171,05 19.902,16

2.000,00 0,00

2.000,00 0,00

0,00 0,00

148,73 0,00

7,44 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

-4.494,00

0,00

1.3.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do ISS 1.3.3 - Dívida Ativa do ISS 1.3.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do ISS 1.3.5 - ( - ) Deduções da Receita do ISS

61.933,33 47,94 66.278,60 52,11

0,00

0,00

-2.731,11

1.4 - Receita Resultante do Imposto De Renda Retido na Fonte - IRRF

160.272,00

160.272,00

33.526,47

189.017,17 117,94

1.4.1 - IRRF 1.4.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do IRRF 1.4.3 - Dívida Ativa do IRRF 1.4.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do IRRF

160.272,00 0,00

160.272,00 0,00

33.526,47 0,00

189.017,17 117,94 0,00 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

1.4.5 - ( - ) Deduções da Receita do IRRF

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

1.5 - Receita Resultante do Imposto De Renda Retido na Fonte - ITR 1.5.1 - ITR 1.5.2 - Multas, Juros de Mora e Outros Encargos do ITR

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00

1.5.3 - Dívida Ativa do ITR 1.5.4 - Multas, Juros de Mora, Atualização Monetária e Outros Encargos da Dívida Ativa do ITR 1.5.5 - ( - ) Deduções da Receita do ITR 2 - RECEITAS DE TRASNFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS 2.1 - Cota-Parte FPM 2.1.1 - Parcela Referente à CF. art. 159, I, alínea b 2.1.2 - Parcela Referente à CF. art. 159, I, alínea d

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00 10.519.440,00 8.331.600,00 7.759.200,00 572.400,00

0,00 10.519.440,00 8.331.600,00 7.759.200,00 572.400,00

0,00 1.765.985,58 1.425.085,30 1.156.250,79 268.834,51

0,00 8.342.500,97 6.327.327,93 6.058.493,42 268.834,51

0,00 79,31 75,94 78,08 46,97

1.780.800,00 63.600,00 63.600,00 63.600,00

1.780.800,00 63.600,00 63.600,00 63.600,00

318.298,77 3.251,44 5.842,16 2.611,78

1.784.548,04 19.508,64 31.440,74 26.531,86

100,21 30,67 49,44 41,72

216.240,00 0,00

216.240,00 0,00

10.896,13 0,00

153.143,76 70,82 0,00 0,00

11.199.424,00

11.199.424,00

1.849.879,86

8.784.141,12 78,43

2.2 - Cota-Parte ICMS 2.3 - ICMS-Desoneração - L.C. nº 87/1996 2.4 - Cota-Parte IPI-Exportação 2.5 - Cota-Parte ITR 2.6 - Cota-Parte IPVA 2.7 - Cota-Parte IOF-Ouro (100%) 3 - TOTAL DA RECEITA BRUTA DE IMPOSTOS (1+2)

RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO

PREVISÃO INICIAL

4 - RECEITA DA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE OUTROS RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO 5 - RECEITAS DE TRANFERÊNCIAS DO FNDE 5.1 - Transferências do Salário-Educação 5.2 - Outras Transferências do FNDE 5.3 - Aplicação Financeira dos Recursos do FNDE 6 - RECEITAS DE TRANFERÊNCIAS DE CONVÊNIOS

PREVISÃO ATUALIZADA (a)

Receitas realizadas no bimestre

5.088,00

5.088,00

307,04

197.640,00 114.480,00 83.160,00 0,00 58.512,00

197.640,00 114.480,00 83.160,00 0,00 197.630,51

61.883,51 16.235,42 45.648,09 0,00 242,82

%c = até o bimestre (b/a) (b) 3.605,91 70,87 193.201,64 97.858,24 95.343,40 0,00 191.718,08

97,75 85,48 114,65 0,00 97,01

PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ - PARANÁ EXTRATO DE CONTRATO Nº. 003/2013 6.1 - Transferências de Convênios 50.880,00 185.998,51 0,00 188.289,01 101,23 Partes: MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ/PR E A EMPRESA 6.2 - Aplicação Financeira dos Recursos de Convênios 7.632,00 11.632,00 242,82 3.429,07 29,48 AUTO POSTO DOIS MINEIROS LTDA, CNPJ/MF nº. 82.499.252/00010,00 0,00 0,00 0,00 0,00 7 - RECEITA DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO 71. 8 - OUTRAS RECEITAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Objeto: Fornecimento de Óleo Diesel S500, conforme proposta da 9 - TOTAL DAS RECEITAS ADICIONADAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO 261.240,00 400.358,51 62.433,37 388.525,63 97,04 (4+5+6+7+8) Dispensa 002/2013 Contas Dotações: FUNDEB 002710, 001000, 001070, 001180, 000130 e 000360 Receitas realizadas %c PREVISÃO PREVISÃO Valor: R$ 2.665,00 (dois mil seiscentos sessenta cinco reais). 28/01/13 RREO - Despesas Educação.htm = RECEITAS DO FUNDEB Duração: 03 (três) meses. INICIAL ATUALIZADA (a) até o bimestre (b/a) no bimestre - Despesas file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RREO Educação.htm Data da Assinatura: 22/01/2013. (b) Foro: Comarca de Andirá – PR 10 - RECEITAS DESTINADAS AO FUNDEB 1.989.408,00 1.989.408,00 299.429,97 1.614.731,13 81,17 EDIMAR DE FREITAS ALBONETI 10.1 - Cota-Parte FPM Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.1) 1.551.840,00 1.551.840,00 231.250,10 1.211.698,87 78,08 Prefeito Municipal 10.2 - Cota-Parte ICMS Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.2) 356.160,00 356.160,00 63.659,71 356.909,39 100,21 PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ - PARANÁ EXTRATO DE CONTRATO Nº. 004/2013 Partes: MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ/PR E A EMPRESAAUTO POSTO BOM SAMARITANO LTDA, CNPJ/MF nº. 73.943.201/0001-04. Objeto: Fornecimento de Óleo Diesel S10 E Gasolina comum, conforme proposta da Dispensa 002/2013 Contas Dotações: 002710, 001000, 001070, 001180, 000130 e 000360 Valor: R$ 5.305,60 (cinco mil, trezentos e cinco reais, sessenta centavos). Duração: 03 (três) meses. Data da Assinatura: 22/01/2013. Foro: Comarca de Andirá – PR EDIMAR DE FREITAS ALBONETI Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ - PARANÁ EXTRATO DE CONTRATO Nº. 005/2013 Partes: MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ/PR E A EMPRESA AC ASSESSORIA TÉCNICA EM ENGENHARIA CIVIL LTDA, CNPJ/MF nº. 08.785.713/0001-10. Objeto: Projeto Arquitetônico e Complementares de uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento porte II) 1500m², aproximadamente. Contas Dotações: 1090 05.001.10.301.00062-023 0100000303 Valor: R$ 72.000,00 (setenta e dois mil reais). Duração: 06 (seis) meses. Data da Assinatura: 25/01/2013. Foro: Comarca de Andirá – PR EDIMAR DE FREITAS ALBONETI Prefeito Municipal PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ - PARANÁ TERMO DE HOMOLOGAÇÃO LICITAÇÃO MODALIDADE Convite Nº 1/2012. OBJETO: PROJETO ARQUITETÔNICO E COMPLEMENTARES PARA CONSTRUÇÃO DE UMA UPA PORTE II, 1500M², APROXIMADAMENTE. Em cumprimento ao disposto no art.109, parágrafo 1 da Lei 8.666, de 21 de junho de 1993, torna-se público o resultado da licitação em epígrafe, apresentando o vencedor pelo critério Menor Preço; declarando-se como vencedora a empresa AC ASSESSORIA TÉCNICA EM ENGENHARIA CIVIL LTDA, por apresentar menor valor para execução do objeto, perfazendo um valor total de R$ 72.000,00 (Setenta e Dois Mil Reais). Paço Municipal José G. Pereira, Barra do Jacaré/PR, em 28 de janeiro de 2013. ___________________________ EDIMAR DE FREITAS ALBONETI Prefeito Municipal

10.3 - ICMS-Desoneração Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.3) 10.4 - Cota-Parte IPI-Exportação Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.4) 10.5 - Cota-Parte ITR Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.5) 10.6 - Cota-Parte IPVA Destinada ao FUNDEB - (20% de 2.6) 11 - RECEITAS RECEBIDAS DO FUNDEB 11.1 - Transferências de Recursos do FUNDEB 11.2 - Complementação da União ao FUNDEB 11.3 - Receita de Aplicação Financeira dos Recursos do FUNDEB 12 - RESULTADO LÍQUIDO DAS TRASNFERÊNCIAS DO FUNDEB ACRÉSCIMO RESULTANTE DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB

12.720,00 12.720,00

650,28 1.168,41

12.720,00 43.248,00 1.915.632,00 1.908.000,00 0,00 7.632,00

12.720,00 43.248,00 1.915.632,00 1.908.000,00 0,00 7.632,00

522,35 2.179,12 137.134,13 136.529,64 0,00 604,49

-81.408,00

-81.408,00

-162.900,33

3.901,68 30,67 6.288,12 49,43 5.306,30 30.626,77 1.014.592,16 1.009.561,68 0,00 5.030,48

41,72 70,82 52,96 52,91 0,00 65,91

-605.169,45 743,38

0,00 605.169,45

DECRÉSCIMO RESULTANTE DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB

DESPESAS DO FUNDEB

12.720,00 12.720,00

DOTAÇÃO INICIAL

13 - PAGAMENTO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO 13.1 - Com Educação Infantil 13.2 - Com Ensino Fundamental 14 - OUTRAS DESPESAS 14.1 - Com Educação Infantil 14.2 - Com Ensino Fundamental 15 - TOTAL DAS DESPESAS COM FUNDEB (13 + 14)

DOTAÇÃO ATUALIZADA(a)

1.149.888,00 0,00 1.149.888,00

1.149.888,00 0,00 1.149.888,00

765.744,00 0,00 765.744,00 1.915.632,00

Despesas Empenhadas no bimestre

%c = até o bimestre (b/a) (b)

186.360,10 0,00

803.159,12 69,85 0,00 0,00

765.744,00 0,00 765.744,00

186.360,10 35.894,92 0,00 35.894,92

803.159,12 69,85 295.443,66 38,58 0,00 0,00 295.443,66 38,58

1.915.632,00

222.255,02

1.098.602,78 57,35

DEDUÇÕES PARA FINS DE LIMITE DO FUNDEB PARA PAGAMENTO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO

Valor

16 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE DE RECURSOS DO FUNDEB 17 - DESPESAS CUSTEADAS COM SUPERÁVIT FINANCEIRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR DO FUNDEB

176,00 0,00

18 - TOTAL DAS DEDUÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE DO FUNDEB ( 16 +17 )

176,00

19 - MÍNIMO DE 60% DO FUNDEB NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO COM EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (( 13 - 18 ) / (11) X 100)%

CONTROLE DA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS NO EXERCÍCIO SUBSEQUENTE

79,14

Valor

20 - RECURSOS RECEBIDOS DO FUNDEB NO EXERCICIO ANTERIOR QUE NÃO FORAM UTILIZADOS

24.165,46

21 - DESPESAS CUSTEADAS COM O SALDO DO ITEM 20 ATÉ O 1º TRIMESTRE DO EXERCÍCIO

24.165,46

MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - DESPESAS CUSTEADAS COM A RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS E RECURSOS DO FUNDEB RECEITAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE 22 - IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS DESTINADAS À MDE(25% DE 3)

DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO 23 - EDUCAÇÃO INFANTIL 23.1 - Despesas Custeadas Com Recursos do FUNDEB 23.2 - Despesas Custeadas com Outros Recursos de Impostos 24 - ENSINO FUNDAMENTAL 24.1 - Despesas Custeadas com Recursos do FUNDEB 24.2 - Despesas Custeadas com Outros Recursos de Impostos 25 - ENSINO MÉDIO 26 - ENSINO SUPERIOR 27 - ENSINO PROFISSIONAL NÃO INTEGRADO AO ENSINO REGULAR 28 - OUTRAS 29 - TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE(23+24+25+26+27+28)

PREVISÃO INICIAL 2.799.856,00

DOTAÇÃO INICIAL

PREVISÃO ATUALIZADA(a)

Receitas realizadas no bimestre

2.799.856,00

DOTAÇÃO ATUALIZADA(c)

462.469,97

%c = até o bimestre (b/a) (b) 2.196.035,28 78,43

Despesas Empenhadas

% (d/c)

no bimestre

173.660,00 0,00 173.660,00 2.598.136,00 1.915.632,00

278.109,36 0,00 278.109,36 2.754.136,00 1.915.632,00

19.864,92 0,00 19.864,92 344.938,86 222.255,02

193.684,06 0,00 193.684,06 1.741.382,46 1.098.602,78

69,64 0,00 69,64 63,23 57,35

682.504,00 0,00 0,00 0,00 0,00

838.504,00 0,00 0,00 0,00 0,00

122.683,84 0,00 0,00 0,00 0,00

642.779,68 76,66 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

2.771.796,00

3.032.245,36

364.803,78

1.935.066,52 63,82

DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL 30 - PERDA NA TRANSFERÊNCIA DO FUNDEB 31 - DESPESAS CUSTEADAS COM A COMPLEMENTAÇÃO/GANHO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO 32 - RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE = (50h) 33 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO ACRÉSCIMO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEB DO EXERC. ANTERIOR

-605.169,45 0,00 5.030,48 24.165,46

1/3


24 - ENSINO FUNDAMENTAL 24.1 - Despesas Custeadas com Recursos do FUNDEB 24.2 - Despesas Custeadas com Outros Recursos de Impostos

2.598.136,00 1.915.632,00 682.504,00

2.754.136,00 1.915.632,00 838.504,00

0,00 0,00 0,00 0,00 2.771.796,00

25 - ENSINO MÉDIO 26 - ENSINO SUPERIOR 27 - ENSINO PROFISSIONAL NÃO INTEGRADO AO ENSINO REGULAR Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 28 - OUTRAS

TRIBUNA DO VALE

29 - TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE(23+24+25+26+27+28)

344.938,86 222.255,02

1.741.382,46 63,23 1.098.602,78 57,35

0,00 0,00 0,00 0,00

122.683,84 0,00 0,00 0,00 0,00

642.779,68 76,66 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

3.032.245,36

364.803,78

1.935.066,52 63,82

Atas&Editais C-3

DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL 30 - PERDA NA TRANSFERÊNCIA DO FUNDEB 31 - DESPESAS CUSTEADAS COM A COMPLEMENTAÇÃO/GANHO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO 32 - RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE = (50h) 33 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO ACRÉSCIMO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEB DO EXERC. ANTERIOR 34 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO EXERC. ANTERIOR DE OUTROS RECURSOS DE IMPOSTOS

-605.169,45 0,00 5.030,48 24.165,46 72.542,06

35 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADAS AO ENSINO 36 - CANCELAMENTO, NO EXERCÍCIO, DE RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO

28.273,71 0,00

37 - TOTAL DAS DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (30+31+32+33+34+35+36)

-475.157,74

38 - TOTAL DAS DEPESAS PARA FINS DE LIMITE ((23+24) - 37)

2.410.224,26

39 - MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS EM MDE ( 38/3) x 100 %

27,44

OUTRAS INFORMAÇÕES PARA CONTROLE OUTRAS DESPESAS CUSTEADAS COM RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO

DOTAÇÃO INICIAL

40 - DESPESAS CUSTEADAS COM APLICAÇÃO FINANCEIRA DE OUTROS RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO 41 - DESPESAS CUSTEADAS COM A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIOEDUCAÇÃO 42 - DESPESAS CUSTEADAS COM OPERAÇÕES DE CRÉDITO 43 - DESPESAS CUSTEADAS COM OUTRAS RECEITAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO

28/01/13

DOTAÇÃO ATUALIZADA(c)

Despesas Empenhadas

0,00

0,00

0,00

115.752,00

115.752,00

7.994,69

0,00

0,00

0,00

141.672,00

281.271,01

40.090,09

RREO - Despesas Educação.htm

% (d/c)

no bimestre 0,00

0,00

84.488,46 72,99 0,00

0,00

250.210,87 88,96

44 - TOTAL DAS OUTRAS DESPESAS CUSTEADAS COM RECEITAS ADICIONAIS 257.424,00 397.023,01 48.084,78 84,30 file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RREO - Despesas334.699,33 Educação.htm PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO (40+41+42+43)

45 - TOTAL GERAL DAS DESPESAS COM MDE (29+44)

3.029.220,00

RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO

3.429.268,37

412.888,56

CANCELADO EM 2012 (g)

SALDO ATÉ BIMESTRE

46 - RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

2.269.765,85 66,19

-137.664,62

0,00

FLUXO FINANCEIRO DOS RECURSOS DO FUNDEB

VALOR

47 - SALDO FINANCEIRO DO FUNDEB EM 31/12/2011 48 - (+) INGRESSOS DE RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE 49 - (-) PAGAMENTOS EFETUADOS ATÉ O BIMESTRE 50 - (+) RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE 51 - SALDO FINANCEIRO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO ATUAL

32.503,29 1.009.561,68 1.106.544,61 5.030,48 -64.883,94

AJUSTES NO CÁLCULO DO ÍNDICE Dedução das despesas consideradas para fins do limite constitucional face a contabilização indevida em MDE

67.526,64

Dedução das despesas realizadas com recursos vinculados sem identificação nos empenhos do Ensino Fundamental

0,00

Insuficiência da aplicação dos recursos do FUNDEB(saldo anterior+Receita-Despesa-Saldo Financeiro Atual)

5.434,78

Dedução de Cancelamentos da Dívida Flutuante(ISS/IRRF) por Interferência/Variação Patrimonial

0,00

TOTAL DOS AJUSTES NO CÁLCULO DO ÍNDICE

72.961,42

DESPESA LÍQUIDA CONSIDERADA PARA FINS DO LIMITE

2.337.262,84

Mínimo 60% do Fundeb na Remuneração do Magistério Ensino Fundamental

79,14

ÍNDICE AJUSTADO DE APLICAÇÃO NO ENSINO (Mínimo de 25%) 28/01/13

26,61

RREO - Despesas Saude.htm

MUNICÍPIO DE GUAPIRAMA RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA LÍQUIDA DE IMPOSTOS E DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM SAÚDE - MUNICÍPIOS ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 a /2012

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** ADCT. Art 77 - Anexo XVI

R$ PREVISÃO INICIAL

RECEITAS

RECEITAS DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (I)

10.627.024,00

Impostos Líquidos Impostos (-) Deduções da Receita de Impostos Multas, Juros de Mora e Dív ida Ativ a dos Impostos Líquidos Multas, Juros de Mora e Dív ida Ativ a dos Impostos (-) Deduções da Receita de Multas, Juros e Dív ida Ativ a dos Impostos Receitas de Transf erências Constitucionais e Legais

PREVISÃO ATUALIZADA (a)

RECEITAS REALIZADAS % até o 06º bim (b/a) * (b) 100

10.627.024,00 8.515.306,61 80,13

567.312,00

567.312,00

398.307,55 70,21

567.312,00

567.312,00

488.018,68 86,02

0,00

0,00

112.672,00

112.672,00

43.332,60 38,46

112.672,00

112.672,00

61.498,08 54,58

0,00

0,00

9.947.040,00

89.711,13

18.165,48

0,00

0,00

9.947.040,00 8.073.666,46 81,17

Da União

7.886.400,00

7.886.400,00 6.104.533,92 77,41

Do Estado

2.060.640,00

2.060.640,00 1.969.132,54 95,56

TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE-SUS (II)

783.552,00

873.302,00

580.128,93 66,43

Da União para o Município

737.760,00

827.510,00

542.639,19 65,57

Do Estado para o Município

45.792,00

45.792,00

37.489,74 81,87

Demais Municípios para o Município

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras Receitas do SUS

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE (III)

0,00

OUTRAS RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS LÍQUIDAS Outras Receitas Orçamentárias (-) Deduções de Outras Receitas Orçamentárias

3.744.166,60

6.032.395,34 3.500.189,01 58,02

3.744.166,60

6.032.395,34 3.534.878,11 58,60

0,00

(-) DEDUÇÃO PARA O FUNDEB TOTAL

DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa) DESPESAS CORRENTES

0,00

34.689,10

0,00

1.989.408,00

1.989.408,00 1.614.731,13 81,17

13.165.334,60

15.543.313,34 10.980.893,42 70,65

DOTAÇÃO INICIAL

DOTAÇÃO ATUALIZADA (c)

DESPESAS EMPENHADAS

2.756.213,60

3.491.450,96 2.685.453,92 76,92

1.382.000,00

1.730.000,00 1.401.612,19 81,02

Juros e Encargos da Dív ida

0,00

Outras Despesas Correntes

1.374.213,60

0,00

0,00

0,00

1.761.450,96 1.283.841,73 72,89

DESPESAS DE CAPITAL

231.901,06

437.151,06

347.990,47 79,60

Inv estimentos

231.901,06

437.151,06

347.990,47 79,60

Inv ersões Financeiras

0,00

0,00

0,00

0,00

Amortização da Dív ida

0,00

0,00

0,00

0,00

2.988.114,66

DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE

DESPESAS COM SAÚDE (V) = (IV)

DOTAÇÃO INICIAL 2.988.114,66

(-) DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS (-) DESPESAS CUSTEADAS COM RECURSOS VINCULADOS À SAÚDE Recursos de Transf erências do Sistema Único de Saúde - SUS Recursos de Operações de Crédito Outros Recursos

3.928.602,02 3.033.444,39 77,21

DOTAÇÃO ATUALIZADA

DESPESAS EMPENHADAS % (e/ até o 06º bim Ve)* (e) 100

3.928.602,02 3.033.444,39 77,21

0,00

0,00

802.632,00

989.119,36

653.412,78 21,54

0,00

586.392,00

677.879,36

504.524,63 16,63

0,00

0,00

0,00

0,00

216.240,00

311.240,00

148.888,15

4,91

34.491,33

1,14

(-) RESTOS A PAGAR INSC. NO EXERC. SEM DISPONIB. FINANCEIRA VINCULADA DE RECURSOS PRÓPRIOS¹ TOTAL DAS DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (VI)

2.185.482,66

CONTROLE DE RESTOS A PAGAR INSCRITOS EM EXERCICIOS ANTERIORES VINCULADOS Á SAÚDE

0,00

2.939.482,66 2.345.540,28 77,32 RESTOS A PAGAR

Inscritos em Exercícios Anteriores

RESTOS A PAGAR DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (VII)

Cancelados em 2012 (f)

55.180,45

13.485,58

PARTICIPAÇÃO DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS SAÚDE NA RECEITA DE IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS - LIMITE CONSTITUCIONAL <%>² [(V - VI) / I]

27,39

DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção)

Atenção Básica

DOTAÇÃO INICIAL

2.988.114,66

DOTAÇÃO ATUALIZADA

DESPESAS EMPENHADAS % (g/ até o 06º bim Total (g) g) * 100

3.928.602,02 3.033.444,39 100,00

Assistência Hospitalar e Ambulatorial

0,00

0,00

0,00

0,00

Suporte Prof ilático e Terapêutico

0,00

0,00

0,00

0,00

Vigilância Sanitária

0,00

0,00

0,00

0,00

Vigilância Epidemiológica

0,00

0,00

0,00

0,00

Alimentação e Nutrição

0,00

0,00

0,00

0,00

Outras Subf unções

0,00

0,00

0,00

0,00

2.988.114,66

TOTAL

MUNICÍPIO DE SANTO ANTONIO DA PLATINA – PARANÁ AVISO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO - JUSTIFICATIVA Nº 049/2013 - PROCESSO Nº 054/2013 CONTRATANTE: PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTO ANTÔNIO DA PLATINA - PR CONTRATADO: RAUL MANSO PIRES CPF nº: 124.232.979-04 OBJETO: Locação de 01 imóvel urbano, localizado na Rua 07 de setembro, nº 810, centro, a fim de manter as instalações do Instituto de Identificação neste mesmo local, pelo período de 36 (trinta e seis) meses. VALOR CONTRATUAL: R$ 19.440,00 (dezenove mil quatrocentos e quarenta reais). AMPARO LEGAL: Artigo 24, inciso X da Lei n° 8.666/93. Santo Antônio da Platina - PR, 28 de Janeiro de 2013. PEDRO CLARO DE OLIVEIRA NETO Prefeito Municipal

% até o 06º bim (d/c) * (d) 100

Pessoal e Encargos Sociais

TOTAL (IV)

PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE RIBEIRÃO CLARO – ESTADO DO PARANÁ CARTÓRIO DO CÍVEL E ANEXOS Cesar Warken – Escrivão Cível cewa@tjpr.jus.br RUA ROMUALDO CHIAROTTI, 430 –CEP:86410-000 - Fone 043-3536-1236 EDITAL DE 1º e 2º LEILÕES N.º006/2013 Pelo presente, FAZ SABER - a todos quantos o presente edital virem ou dele conhecimento tiverem que será levado a arrematação em primeiro e segundo leilão, os bens penhorados nos autos EXECUÇÃO DE TITULO EXTRAJUDICIAL, registrada sob nº. 206/2009 – NU: 45585.2009.8.16.0144, em que figura como exeqüente: COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DOS PLANTADORES DE CANA DO PARANÁ – SICREDI AGRO PARANÁ e executados: LEANDRO JORGE FOGAÇA, JOÃO APARECIDO FOGAÇA e KATIA GONÇALVES FOGAÇA. -Primeiro Leilão: 22 de fevereiro de 2.013 – às 12h30min, para venda por preço não inferior ao da avaliação, conforme entendimento jurisprudencial consolidada na Súmula n.º 128, do S.T.J. -Segundo Leilão: 08 de março de 2.013 – às 12h30min, para quem mais der, não sendo aceito preço vil. -Local – Átrio do Fórum, sito à Rua Romualdo Chiarotti, 430 – Ribeirão Claro, Estado do Paraná. -Processo – EXECUÇÃO DE TITULO EXTRAJUDICIAL, registrada sob nº. 206/2009 – NU: 455-85.2009.8.16.0144, em que figura como exeqüente: COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DOS PLANTADORES DE CANA DO PARANÁ – SICREDI AGRO PARANÁ e executados: LEANDRO JORGE FOGAÇA, JOÃO APARECIDO FOGAÇA e KATIA GONÇALVES FOGAÇA. -Descrição do bem –“Uma área de terras de cultura, situada neste 2/3 município e Comarca de Ribeirão Claro, Estado do Paraná, no Bairro Ribeirão da Cruz, no lugar denominado “Taquaruçu” ou seja, parte ideal pertencente ao primeiro executado acima, com a extensão de 4,00 (quatro) alqueires, encravado numa área maior, adquirida de conformidade como R.06/M-2.299 do Registro de Imóveis desta Comarca). -Ônus – Constam nos autos os seguintes ônus/penhoras: 1) R-11/M-2299 - Auto de Penhora - Execução de Titulo Extrajudicial nº.352/2006 – Credor: Cooperativa de Crédito Rural Sicredi – Pr – Executados: Leandro Jorge Fogaça e outros – Valor da Dívida: R$. 14.103,75; 2) R-12/M-2299 - Auto de Penhora - Execução de Titulo Extrajudicial nº.353/2006 – Credor: Cooperativa de Crédito Rural Sicredi – Pr – Executados: Leandro Jorge Fogaça e outros – Valor da Dívida: R$. 16.438,20; 3) R-13/M-2299 - Auto de Penhora - Execução de Titulo Extrajudicial nº.206/2009 – Credor: Cooperativa de Crédito Rural Sicredi – Pr – Executados: Leandro Jorge Fogaça e outros – Valor da Dívida: R$. 66.534,83; 4) Registro sob nº.012/2011, datado de 23/02/2011 – Carta Precatória do Juizado Especial Cível, expedida pelo Juizado Especial Cível da Comarca de Carlopólis-Pr, extraída dos autos de execução nº.600.59.2010.8.16.0063 – ORDEM Nº.155/2010. -Total da dívida – R$.126.087,65 - (cento e vinte e seis mil, oitenta e sete reais e sessenta e cinco centavos), corrigidos até 14/11/2012. -Total da avaliação – R$.126.859,07 - (cento e vinte e seis mil, oitocentos e cinquenta e nove reais e sete centavos), corrigidos até 14/11/2012. -Intimação – Fica desde logo intimado os executados LEANDRO JORGE FOGAÇA – (CPF: 942.647.919-87), e JOÃO APARECIDO FOGAÇA – (CPF: 487.660.209-30) e KATIA GONÇALVES FOGAÇA – (CPF: 036.736.709-21), se porventura não for encontrado para intimação pessoal das hastas públicas a serem realizadas. E para que chegue ao conhecimento de todos mandou expedir o presente, que será afixado no local de costume, no Fórum local. Observação: Sendo qualquer das datas feriado, ficam desde já transferidas para o primeiro dia útil subseqüente, no mesmo horário. Dado e passado nesta cidade e Comarca de Ribeirão Claro – Estado do Paraná, aos dezesseis dias do mês de janeiro do ano dois mil e treze - (16.01.2013). Eu,_____________Cesar Warken – Escrivão Cível, o digitei e subscrevi. THALITA BIZERRIL DULEBA MENDES JUÍZA DE DIREITO

3.928.602,02 3.033.444,39 100,00

AJUSTES NO CÁLCULO DO ÍNDICE Dedução das despesas consideradas para f ins do limite constitucional, f ace a contabilização indev ida em Saúde Dedução de Cancelamentos da Dív ida Flutuante(ISS/IRRF) por Interf erência/Variação Patrimonial

78,48 0,00

Dedução Superáv it Financeiro - Fonte 303 2.160,96 file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/RREO - Despesas Educação.htm DESPESAS LÍQUIDAS PARA FINS DO LIMITE

INDICE AJUSTADO DE APLICAÇÃO NA SAÚDE (Mínimo de 15%)

2.329.815,26 27,36

3/3


C-4 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 CÂMARA MUNICIPAL DE CAMBARÁ RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 a 12/2012

CÂMARA MUNICIPAL DE CAMBARÁ RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 a 12/2012 LRF, art. 48 – Anexo VII

LRF, art. 55, inciso I, alínea “a” – Anexo I DESPESA COM PESSOAL DESPESA BRUTA COM PESSOAL (I) Pessoal Ativo Pessoal Inativo e Pensionistas Outras Despesas de Pessoal Decorrentes de Contratos de Terceirização (art. 18, § 1° da LRF) (-) DESPESAS NÃO COMPUTADAS (art. 19 § 1° da LRF) (II) Indenizações por Demissão e Incentivos à Demissão Voluntária Decorrentes de Decisão Judicial Despesas de Exercícios Anteriores Inativos e Pensionistas com Recursos Vinculados Despesas com Recursos Vinculados – Acórdão TCE-PR 1509/06 Convocação Extraordinária (inciso II, § 6° do art. 57 da CF) Instrução Normativa TCE-PR 56/2011 Pensionistas IRRF TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE – TDP (III) = (I – II) RECEITA CORRENTE LÍQUIDA – RCL (IV) % DO TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE – TDP SOBRE A RCL (III / IV * 100) LIMITE MÁXIMO (incisos I, II e III do art. 20 da LRF) – 6,00% LIMITE PRUDÊNCIAL (§ único do art. 22 da LRF) – 5,70%

DESPESA EMPENHADA 01/2012 A 12/2012 868.633,57 868.633,57 0,00 0,00 21.552,61 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 21.552,61 0,00 21.552,61 847.080,96

DESPESA COM PESSOAL Despesa Total com Pessoal – DTP Limite Máximo (incisos I, II e III, art. 20 da LRF) Limite Prudêncial (§ único, art. 22 da LRF)

VALOR 847.080,96 1.944.457,05 1.847.234,19

% SOBRE A RCL 2,6138% 6,0000% 5,7000%

DÍVIDA Dívida Consolidada Líquida Limite Definido por Resolução do Senado Federal

VALOR 0,00 0,00

% SOBRE A RCL 0,00% 0,00%

GARANTIAS DE VALORES Total das Garantias de Valores Limite Definido por Resolução do Senado Federal

VALOR 0,00 0,00

% SOBRE A RCL 0,00% 0,00%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO Operações de Crédito Internas e Externas Operações de Crédito por Antecipação da Receita Limite Definido p/ Senado Federal para Op. de Crédito Internas e Externas Limite Definido p/ Senado Federal para Op. de Crédito Antec. Da Receita

VALOR 0,00 0,00 0,00 0,00

% SOBRE A RCL 0,00% 0,00% 16,00% 7,00%

32.407.617,44 2,6138% 1.944.457,05 1.847.234,19

INSCRIÇÃO EM SUFICIÊNCIA ANTES RESTOS A PAGAR NÃO DA INSCRIÇÃO EM PROCESSADOS RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS

RESTOS A PAGAR Valor Apurado nos Demonstrativos respectivos

0,00

-

CâMARA MUNICIPAL DE ABATIá RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DESPESA COM PESSOAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, Art 55, inciso I, alínea "a" - Anexo I DESPESA COM PESSOAL

DESPESA EMPENHADA

DESPESA BRUTA COM PESSOAL (I)

436.638,41

Pessoal Ativo

436.638,41

Pessoal Inativo e Pensionistas

0,00

Outras Despesas De Pessoal Decorrentes De Contratos De Terceirização (art. 18, §1º da LRF)

0,00

(-)DESPESAS NÃO COMPUTADAS (art. 19, §1º da LRF) (II)

0,00

Indenizações por Demissão e Incentivos à Demissão Voluntária

0,00

Decorrentes de Decisão Judicial

0,00

Despesas de Exercícios Anteriores

0,00

Inativos e Pensionistas com Recursos Vinculados

0,00

Instrução Normativa TCE/PR 56/2011

0,00

Pensionistas

0,00

IRRF

0,00

TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE - TDP (III) = (I - II)

436.638,41

RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL (IV)

11.336.637,96

% do TOTAL DA DESPESA COM PESSOAL PARA FINS DE APURAÇÃO DO LIMITE - TDP sobre a RCL (II / IV * 100)

3,85

LIMITE MÁXIMO (incisos I, II e III, art. 20 da LRF) - 54%

6.121.784,50

LIMITE PRUDENCIAL (§único, art. 22 da LRF) - 51,3%

5.815.695,27

CâMARA MUNICIPAL DE ABATIá RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DISPONIBILIDADE DE CAIXA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL

ANTONIO ARCHANJO DE OLIVEIRA PRESIDENTE

JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012

KELLER JOSE PEDROSO CONTADOR

WAGNER BATISTA CASTILHO CONTROLE INTERNO

LRF, art. 55, Inciso III, alínea "a" - Anexo V ATIVO

VALOR

PASSIVO

0,00

OBRIGAÇÕES FINANCEIRAS

0,00

Caixa

0,00

Depósitos

0,00

Bancos

0,00

Restos a Pagar Processados

0,00

Conta Movimento

0,00

Do Exercício

0,00

Contas Vinculadas

0,00

De Exercícios Anteriores

0,00

Aplicações Financeiras

0,00

Outras Disponibilidades Financeiras

0,00

Débitos de Tesouraria

0,00

Créditos Intragovernamentais

0,00

Contas Pendentes

0,00

Devedores Diversos

0,00

Aplicações Financeiras de Médio e Longo Prazo

0,00

Depósitos Judiciais

0,00

Créditos Intergovernamentais

0,00

Outras Obrigações Financeiras

0,00

Contas Pendentes

0,00

LRF, art. 55, Inciso III, alínea "b" - Anexo VI RESTOS A PAGAR INSCRITOS Empenhados e não Liquidados (Não Processados)

Liquidados e não pagos (Processados)

ÓRGÃO

De exercícios anteriores

De exercícios anteriores

Do exercício

Do exercício

EMPENHOS CANCELADOS E NÃO INSCRITOS POR INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA

ADMINISTRAÇÃO DIRETA

SUBTOTAL

0,00

SUBTOTAL

0,00

INSUFICIÊNCIA ANTES DA INSC. EM RESTOS A PAGAR NÃO PROC.(I)

0,00

SUFICIÊNCIA ANTES DA INSC. EM RESTOS A PAGAR NÃO PROC.(II)

0,00

TOTAL

0,00

TOTAL

0,00

INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (III)

0,00

SUFICIÊNCIA APÓS A INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (IV) = (II - III)

0,00

ANTONIO ARCHANJO DE OLIVEIRA PRESIDENTE

CâMARA MUNICIPAL DE ABATIá RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012

VALOR

DISPONIBILIDADE FINANCEIRA

KELLER JOSE PEDROSO CONTADOR

Câmara Municipal de Abatiá TOTAL

0,00

0,00

0,00

-

0,00

0,00

0,00

0,00

-

SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (Apurado no anexo V - Demonstrativo da disponibilidade de caixa)

ANTONIO ARCHANJO DE OLIVEIRA PRESIDENTE

WAGNER BATISTA CASTILHO CONTROLE INTERNO

0,00

KELLER JOSE PEDROSO CONTADOR

0,00

WAGNER BATISTA CASTILHO CONTROLE INTERNO

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO - DESPESA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL NOVEMBRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, Atr. 52, inciso I, alíneas "a" e "b" do inciso II e § 1º - Anexo I Dotação inicial (d)

DESPESAS

Créditos adicionais (e)

Dotação atualizada (f)=(d+e)

DESPESAS EMPENHADAS No bimestre (g)

DESPESAS LIQUIDADAS

Até bimestre (h)

No bimestre (i)

Até bimestre (j)

% (j/f)

Saldo a liquidar (f-j)

DESPESAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (VIII)

20.285.763,13

821.569,14

21.107.332,27

2.610.036,77

17.042.545,26

3.111.153,80

14.775.564,75

70,00

6.331.767,52

DESPESAS CORRENTES

16.465.445,10

1.057.905,29

17.523.350,39

2.587.871,66

15.719.330,15

2.697.217,14

13.780.284,84

78,64

3.743.065,55

9.310.387,21

329.837,09

9.640.224,30

1.977.133,78

8.814.926,52

1.678.730,96

7.622.213,11

79,07

2.018.011,19

55.886,25

(20.000,00)

35.886,25

388,50

6.305,88

17,57

29.580,37

7.099.171,64

748.068,20

7.847.239,84

610.349,38

6.151.765,85

78,39

1.695.473,99

3.720.318,03

(236.336,15)

3.483.981,88

22.165,11

1.323.215,11

413.936,66

995.279,91

28,57

2.488.701,97

3.331.818,03

(166.336,15)

3.165.481,88

0,00

1.019.483,16

360.120,25

691.547,96

21,85

2.473.933,92

PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA OUTRAS DESPESAS CORRENTES DESPESAS DE CAPITAL INVESTIMENTOS INVERSÕES FINANCEIRAS

0,00

AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA

388.500,00

RESERVA DE CONTINGÊNCIA

100.000,00

0,00

0,00

(70.000,00)

318.500,00

0,00

100.000,00

6.305,88 6.898.097,75

0,00 22.165,11

388,50 1.018.097,68

0,00 303.731,95

0,00 53.816,41

0,00 303.731,95

0,00

0,00

95,36

14.768,05 100.000,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

RESERVA DO RPPS

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

DESPESAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS (IX)

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

SUBTOTAL DAS DESPESAS (X) = (VIII + IX)

20.285.763,13

AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA - REFINANCIAMENTO (XI) Amortização da Dívida Interna

821.569,14

21.107.332,27

2.610.036,77

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00 0,00 LRF, Atr. 52, inciso I, alíneas "a" e "b" do inciso II e § 1º - Anexo I

SUPERÁVIT (XIII) TOTAL (XIV) = (XII + XIII)

DESPESAS

6.331.767,52

0,00

0,00

Outras Dívidas

70,00

0,00

0,00RELATÓRIO RESUMIDO 0,00 DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 0,00

SUBTOTAL COM REFINANCIAMENTO (XII) = (X + XI)

14.775.564,75

0,00

Dívida Mobiliária

Dívida Mobiliária

3.111.153,80

0,00

Outras Dívidas Amortização da Dívida Externa

17.042.545,26

0,00

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL

BALANÇO 0,00 ORÇAMENTÁRIO - DESPESA 0,00

ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 0,00A DEZEMBRO DE 2012 0,00 NOVEMBRO

0,00 Dotação inicial (d)

20.285.763,13

0,00 Créditos

821.569,14 adicionais (e)

1.095.000,00 21.380.763,13

821.569,14

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Dotação atualizada DESPESAS EMPENHADAS 21.107.332,27 2.610.036,77 (f)=(d+e) No bimestre (g) Até bimestre (h)

780.430,86

881.760,11

21.887.763,13

3.491.796,88

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

0,00 DESPESAS LIQUIDADAS

17.042.545,26

No bimestre (i)

Até bimestre (j)

0,00 17.042.545,26

Saldo a liquidar 14.775.564,75 (f-j)

3.111.153,80 % (j/f)

0,00

0,00

70,00

6.331.767,52

380.643,08

1.276.173,85

163,52

(495.742,99)

3.491.796,88

16.051.738,60

73,34

5.836.024,53


TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Atas&Editais C-5

PREFEITURA MUNICIPAL DE QUATIGUÁ-PARANÁ PROCESSO DE DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 02/2013 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 03/2013 Objeto: contratação de empresa visando à confecção de 3.468 (três mil, quatrocentos e sessenta e oito) carnês de IPTU. Empresa contratada: R. R. Rizziolli Informática e Serviços Ltda.-ME. CNPJ/MF: 11.052.873/0001-64 Valor unitário: R$ 1,91 (um real e noventa e um centavos). Valor global: R$ 6.623,88 (Seis mil, seiscentos e vinte e três reais e oitenta e oito centavos). Embasamento: Artigo 24, inciso II, da Lei Federal nº 8.666/93 e alterações. Quatiguá-PR, Gabinete do Prefeito Municipal, em 28 de janeiro de 2013. LUIS FERNANDO DOLENZ Prefeito municipal


C-6 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A RTIGO Redação

Especialistas alertam sobre riscos do câncer de mama Médicos do Hospital VITA conscientizam mulheres sobre a necessidade de prevenção e controle da doença Mobilização e conscientização das mulheres para a detecção precoce do câncer de mama é o objetivo principal do Outubro Rosa, ação que está movimentando órgãos públicos e privados e profissionais da área de oncologia do País. Realização de iniciativas e campanhas marca este mês visando ampliar significativamente o número de mulheres que buscam a prevenção da doença e, ao mesmo tempo, reduzir o índice de mortalidade feminina por causa do câncer mamário. O câncer de mama está entre os tipos mais frequentes no mundo, e é a maior causa da mortalidade feminina. De acordo com estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Brasil deve registrar este ano 11 mil mortes por causa da doença e 52 mil novos casos devem ser diagnosticados. Estimativas também apontam que uma em cada oito mulheres desenvolverá câncer de mama ao longo da vida e que a incidência duplica a cada 10 anos até a menopausa. As taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas no País, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estádios avançados. A médica Danila Hubie, mastologista do Hospital VITA Curitiba, observa que um fator muito importante também deve ser considerado quando o assunto é prevenção do câncer de mama. A maioria das mulheres procura apenas o profissional de ginecologia para fazer os exames preventivos. “É de fundamental relevância que a mulher faça o autoexame no seio. De acordo com ela, a realização do autoexame deve integrar sempre e com expressão um programa de conscientização sobre a prevenção da doença. Autoexame - Recomenda-se que o autoexame seja realizado por todas as mulheres a partir dos 20 anos de idade. “A periodicidade deve ser mensal, quatro a seis dias após o término do fluxo menstrual. Para mulheres que não menstruam, o autoexame deve ser feito num mesmo dia de cada mês”, orienta a mastologista. O exame físico, como forma de prevenção também é importante, e deve ser realizado por profissional treinado a cada seis meses. “Esse exame pode detectar nódulos com até 1 cm de diâmetro ou alterações cutâneas sutis. Com o diagnóstico clínico, o tratamento rápido impede a pregressão para as formas avançadas da doença, com aumento expressivo da sobrevida”, ressalta a mastologista. O aparecimento de nódulo no seio, geralmente indolor, duro e irregular, é um dos primeiros sintomas que deve ser considerado. A mulher deve procurar imediatamente um médico e fazer os exames específicos, alerta Danila. Outros sintomas também devem servir de alerta: edema cutâneo, retração cutânea, dor, inversão do mamilo, descamação ou ulceração do mamilo, secreção papilar. Pode também surgir gânglios palpáveis na axila. Hábitos saudáveis - Danila também lembra que estudos sugerem que hábitos de vida saudáveis, com a prática de exercícios físicos regulares, prevenção ao tabagismo, alcoolismo e obesidade diminuem o risco da doença. De acordo com a mastologista, além dos aspectos relacionados à idade, hábitos alimentares e de vida, fatores hormonais e genéticos são listados como itens que ampliam o risco do aparecimento do câncer de mama. “Possuem risco aumentado as mulheres com menarca (primeira menstruação) menor que 12 anos, menopausa após os 50 anos e terapia de reposição hormonal pós-menopausa prolongada”, cita Danila. Completando as informações da médica, o ginecologista e mastologista Plínio Gasperin Junior, do Hospital VITA Batel, aponta que existem fatores que protegem a mama: ginástica aeróbica e a redução do consumo de gordura animal. Segundo ele, o primeiro filho em idade tardia - a partir dos 35 anos - é um fator ruim, porque aumenta o risco para câncer de mama. Na lista de fatores de risco ainda carga genética, falta de exercícios físicos, depressão. “Num total de 100% dos cânceres de mama, a grande maioria é esporádico, que ocorre de forma aleatória. Uma parte menor é de origem familiar e, em torno de 5%, são genéticos, vinculados a genes específicos. Esses fatores genéticos aumentam o risco de 60 a 80% a probabilidade de um câncer de mama”, calcula o mastologista. O especialista alerta que mesmo que a mulher não apresente nenhum sintoma ou risco conhecido deve procurar seu médico para fazer o exame de rastreamento habitual e mamográfico. A realização da mamografia, a partir dos 35 anos, em intervalos regulares é o melhor método disponível para diagnóstico precoce do câncer de mama e que tem resultados positivos na redução da mortalidade. “A detecção do câncer de mama em um estágio sub-clínico permite um tratamento mais adequado, determinando melhor qualidade de vida, com menos mutilação e, em muitos casos cura da doença, que pode chegar a 95% em cinco anos”, observa. Quando fazer mamografia - Em relação à data adequada para a realização da mamografia, a maioria das sociedades médicas, incluindo a Sociedade Brasileira de Mastologia e o Colégio Brasileiro de Radiologia, recomenda o rastreamento mamográfico anual a partir dos 40 anos. Quanto ao tratamento do câncer de mama, os mastologistas do Hospital VITA informam que cada vez mais se procura fazer a conservação da mama e da axila, por isso, hoje se usa a remoção da lesão com margem mínima do tecido mamário e da axila. “Com as margens livres, se faz uma correção plástica interna e deixa-se a mama, acompanhando na radioterapia. A eficácia é similar ao tratamento antigo, com grandes sequelas nas mulheres. Esse tratamento é menos agressivo física e psicologicamente”, destacam. Autor: Redação Fonte: Central Press


Atas&Editais C-7

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR POR PODER E ÓRGÃO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, art. 53, inciso V - Anexo IX RESTOS A PAGAR PROCESSADOS

RESTOS A PAGAR NÃO-PROCESSADOS

Inscritos

PODER / ÓRGÃO

Exercícios anteriores

Em 31 de dezembro de 2011

Cancelados

Pagos

A Pagar

Inscritos em 31 de dezembro de 2011

Cancelados

Pagos

A Pagar

EXECUTIVO Município de Ribeirão do Pinhal

137.610,79

150,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

137.610,79

150,00

0,00

0,00

CAMARA MUNICIPAL DE RIBEIRAO DO PINHAL

137.760,79

1.177.217,17

0,00

172.308,11

0,00

928.304,02

0,00

0,00

76.605,04 0,00

LEGISLATIVO TOTAL

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

137.760,79

1.177.217,17

172.308,11

928.304,02

76.605,04

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA RECEITA CORRENTE LÍQUIDA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, Art 53, inciso I - Anexo III EVOLUÇÃO DA RECEITA REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES ESPECIFICAÇÃO

Previsão atualizada 2012

01/2012

02/2012

03/2012

04/2012

05/2012

06/2012

07/2012

08/2012

09/2012

10/2012

11/2012

12/2012

1.525.875,41

1.708.455,20

1.375.807,88

1.453.834,57

1.600.124,32

1.650.602,60

1.170.447,96

1.361.113,33

1.155.093,25

1.337.626,74

1.493.114,82

2.103.135,86

17.935.231,94

21.909.629,94

62.635,16

89.159,87

169.564,30

101.823,84

120.109,74

83.597,12

75.658,06

77.846,61

57.099,29

60.372,92

92.862,76

143.221,02

1.133.950,69

1.923.002,19

4.664,76

3.571,87

4.396,71

2.892,04

62.197,84

36.334,41

13.806,21

10.336,82

4.914,65

3.060,39

2.474,66

4.495,76

153.146,12

315.000,00

ISS

20.092,98

22.054,09

94.781,06

12.079,75

15.415,79

16.264,10

17.151,21

18.346,91

15.554,46

22.377,85

62.696,09

52.309,69

369.123,98

231.000,00

ITBI

24.185,56

23.742,51

34.180,65

69.620,73

26.429,77

17.874,36

31.486,23

36.635,20

25.641,83

24.715,67

14.079,44

66.654,29

395.246,24

404.250,00

IRRF

2.466,71

14.641,90

10.017,22

11.036,32

11.586,59

10.779,61

10.120,25

9.623,54

8.276,70

6.445,67

10.962,63

16.899,43

122.856,57

330.750,00

11.225,15

25.149,50

26.188,66

6.195,00

4.479,75

2.344,64

3.094,16

2.904,14

2.711,65

3.773,34

2.649,94

2.861,85

93.577,78

642.002,19

5.063,57

5.292,46

5.349,73

7.807,85

5.391,84

6.802,32

4.795,27

7.398,06

5.849,71

4.251,89

7.152,82

7.622,17

72.777,69

0,00

RECEITAS CORRENTES (I) Receita tributária IPTU

Outras receitas tributárias Receita de contribuições Previdenciária Outras contribuições Receita patrimonial

TOTAL

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

5.063,57

5.292,46

5.349,73

7.807,85

5.391,84

6.802,32

4.795,27

7.398,06

5.849,71

4.251,89

7.152,82

7.622,17

72.777,69

0,00 120.225,00

7.275,49

6.443,50

7.388,33

6.620,04

6.943,56

6.065,84

6.333,36

6.086,42

4.008,49

4.449,90

2.827,56

9.254,19

73.696,68

Receita agropecuária

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita industrial

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

4.120,90

4.212,76

4.839,46

6.464,90

4.553,48

3.860,28

5.457,06

4.685,54

4.623,35

5.366,60

7.049,43

9.227,27

64.461,03

566.500,00

Transferências correntes

1.408.366,05

1.597.141,84

1.172.178,89

1.323.427,60

1.399.964,26

1.497.644,33

1.059.488,56

1.250.980,72

1.074.334,64

1.225.749,13

1.404.389,01

1.922.335,15

16.336.000,18

19.117.202,75

Cota parte do FPM

707.848,38

856.250,14

581.530,60

732.919,30

819.718,36

699.505,80

522.367,73

576.421,62

504.360,46

535.401,38

723.682,91

1.176.430,84

8.436.437,52

9.300.000,00

Cota parte do ICMS

186.377,31

150.961,16

173.791,86

170.032,22

185.389,04

162.873,52

198.922,49

185.114,34

190.212,35

193.138,79

192.849,27

197.136,53

2.186.798,88

2.485.515,00

Cota parte do IPVA

27.972,37

112.110,08

54.078,43

41.871,83

47.179,59

38.661,92

36.675,61

26.051,49

16.851,01

18.841,01

16.846,19

13.691,03

450.830,56

467.500,00

3.708,12

4.408,61

1.179,78

516,28

467,39

358,14

169,97

228,33

9.280,98

94.411,81

10.390,07

8.865,87

133.985,35

231.000,00

Receita de serviços

Cota parte do ITR Transferências da LC 87/1996

1.991,90

1.991,90

1.991,90

1.991,90

1.991,90

1.991,90

1.991,90

1.991,90

0,00

3.983,80

1.991,90

1.991,90

23.902,80

20.000,00

Transferências da LC 61/1989

1.636,35

3.418,44

3.044,76

3.230,71

3.656,71

3.266,76

3.046,38

3.367,20

3.405,27

3.291,24

3.331,98

3.805,47

38.501,27

24.150,00

249.700,00

276.761,03

239.266,62

248.243,49

256.262,36

Transferências do FUNDEF

245.363,81

293.602,90

243.597,34

Outras transferências correntes

233.467,81

174.398,61

112.964,22

38.414,24

6.204,77

16.487,17

0,00

0,00

Outras receitas correntes (-) Renúncias/restituições/descontos DEDUÇÕES (II) Contrib. plano previdência servidor Servidor LRF, Art 53, inciso I - Anexo III Patronal Compensação financ. entre regimes previd. ESPECIFICAÇÃO Dedução da receita para formação do FUNDEF Acórdão TCE/PR 1509/06 e 870/07 - IN 56/2011 RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (I-II)

185.906,81 0,00

225.827,94 0,00

0,00 163.123,35 0,00

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL 64.800,24 351.719,67 48.070,99 201.543,48 RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 123.165,36 7.690,34

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

01/20120,00 185.906,81 0,00 1.339.968,60

02/20120,00 225.827,94 0,00 1.482.627,26

03/20120,00 163.123,35 0,00 1.212.684,53

63.161,44

52.632,71

18.715,65

14.115,98

DEMONSTRATIVO 0,00 0,00 DA RECEITA 0,00 CORRENTE 0,00 LÍQUIDA 0,00 ORÇAMENTOS FISCAL181.331,52 E DA SEGURIDADE 190.112,34 211.680,49 152.634,64 SOCIAL 158.634,86 JANEIRO DE 2012 0,00 0,00 A DEZEMBRO 0,00 0,00 0,00

04/20120,00 190.112,34 0,00 1.263.722,23

0,00

0,00

0,00

0,00 1.388.443,83

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

181.331,52 0,00 1.469.271,08

152.634,64 0,00 1.017.813,32

250.286,47

259.544,10

368.728,84

3.168.528,50

3.883.291,00

126.394,63

195.752,59

151.684,67

1.897.015,30

2.705.746,75

9.177,77

37.436,30

(21.166,76)

11.476,06

254.345,67

182.700,00

0,00

0,00

0,00

0,00 144.821,90 0,00

0,00

0,00DA RECEITA0,00 0,00 0,00 EVOLUÇÃO REALIZADA NOS ÚLTIMOS 12 MESES 0,00 0,00 0,00 0,00 05/2012 06/2012 07/2012 08/2012 211.680,49

237.171,54 113.053,03

158.634,86

0,00

189.818,37

208.694,99

0,00

0,00

2.182.400,68

0,00 0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

11/20120,00 189.818,37

12/20120,00 208.694,99

0,00

10/20120,00 169.813,47 0,00 1.167.813,27

0,00 1.303.296,45

0,00 1.894.440,87

0,00 2.089.300,00

0,00

0,00

1.010.271,35

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

169.813,47

0,00

09/20120,00 144.821,90

0,00 1.202.478,47

0,00

0,00 Previsão 0,00 0,00 TOTAL atualizada 2012 2.182.400,68 2.089.300,00 0,00 15.752.831,26

0,00 19.820.329,94


C-8 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A RTIGO Dr. Dilmar Leonardi

O cenário das queimaduras no país Todos os anos, pelo menos um milhão de pessoas são vítimas de queimaduras no Brasil, sendo que dois terços deste total envolvem crianças Todos os anos, pelo menos um milhão de pessoas são vítimas de queimaduras no Brasil, sendo que dois terços deste total envolvem crianças. De forma objetiva, os dados parecem dramáticos, mas se revelam ainda piores se considerarmos as seqüelas vitalícias deixadas por estes traumas, tanto no âmbito estético quanto funcional, dificultando a aprendizagem e a inserção laboral e, muito comumente, levando à exclusão social. A Sociedade Brasileira de Queimaduras, que tem sede em Florianópolis, assumiu uma série de compromissos para reverter este quadro: lançou campanhas para a prevenção de acidentes que provoquem queimaduras; vem capacitando as equipes de Emergência ou postos de saúde – pois o prognóstico está diretamente associado à forma como foi prestado o primeiro socorro -; criou uma Especialização na área junto à Escola Paulista de Medicina e com apoio do Instituto Pró-Queimados; tem lutado pela ampliação do número de Unidades de Queimados no país e por uma Lei que ofereça aos sequelados de queimaduras benefícios similares aos de um deficiente físico. A lei que institui o dia 6 de junho como Dia Nacional de Luta Contra as Queimaduras, que data de 2009, levou 10 anos tramitando. O próximo, e urgente passo, é que o Congresso aprove uma legislação condizente com a realidade, que reconheça as marcas vitalícias deixadas no corpo e na vida de uma vítima de queimadura grave, que garanta um atendimento com formato eficiente, capaz de devolver a este paciente a sua auto-estima e capacidade laboral. Que compreenda, conforme vem defendendo com especial ênfase a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras, a cirurgiã pediátrica Maria Cristina Serra, a importância de um primeiro atendimento especializado e multiprofissional. Apesar de toda a tecnologia vigente, os resultados do tratamento para queimaduras graves, sejam elas provocadas por chamas, eletricidade ou produtos químicos, continuam muito limitados. O que só reforça a relevância dos cursos de Normatização que a SBQ tem promovido em todo o país. Quanto mais correto for o diagnóstico, com um profissional capaz de avaliar a gravidade da lesão, com um encaminhamento pertinente, com um trabalho em grupo, já que até mesmo a forma como o paciente é posicionado na cama pode mudar o destino do tratamento, maiores as chances de recuperação. E esse compromisso os gestores de saúde precisam assumir, garantindo a participação de quem atua em Emergência hospitalar, SAMU e postos de Saúde em cursos de Normatização do atendimento a queimados. Também cabe ao poder público criar novas unidades exclusivas para queimados com atendimento de alta complexidade oferecido pelo SUS. Do planejamento inicial do Ministério da Saúde, que estimava uma necessidade de 68 centros, temos 45 em atividade no país. Faltam 23. Sendo que nove estados não contam com nenhum serviço público exclusivo para queimados, como é o caso do Rio Grande do Norte, Piauí, Rondônia, Amapá, Mato Grosso, Amazonas, Roraima e Maranhão. Além do socorro adequado nas primeiras 24 horas, do atendimento especializado, do suporte aos pacientes com seqüelas, não podemos nos furtar da questão prioritária neste universo: a prevenção. O descuido dura um instante. As marcas, toda a vida! Por isso, pais, educadores e a sociedade em geral precisam fazer sua parte na disseminação deste tema, alertando sobre os riscos, em especial, do álcool líquido. Em fevereiro de 2002, quando uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, proibiu a venda de álcool líquido para uso doméstico, o número de internações no Hospital Infantil Joana de Gusmão, que é referência no atendimento a crianças queimadas para Santa Catarina, caiu em média 30%. Com a venda do álcool líquido liberada, cabe a nós, cidadãos, fazermos nossa parte, evitando o contato das crianças com esse produto inflamável. A prevenção às queimaduras é um direito da infância e um dever de cada adulto. Dr. Dilmar Leonardi - Cirurgião plástico e presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras


D-4 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A RTIGO

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - MDE

Redação

ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL

Quantos micróbios têm seu celular? Infectologista do Hospital Villa-Lobos analisa pesquisa que aponta alta presença de bactérias nos aparelhos celulares Telefones celulares podem ter dez vezes mais bactérias do que a maioria dos vasos sanitários. Ficou assustado? Pois saiba que essa conclusão é de uma pesquisa recente feita na Universidade do Arizona (EUA) e divulgada em veículos de comunicação de todo o país. Mas há motivos para pânico? Segundo o infectologista-chefe do Hospital Villa-Lobos, Cláudio Roberto Gonsalez, esses dados têm um poder mais alarmante do que representam de fato. “Encontrar germes no celular ou no sanitário não significa algum problema. É natural e o que se espera que aconteça”, afirma. Segundo o médico, a presença destes seres microscópicos não é “privilégio” de determinados produtos. “Tudo no meio ambiente é infectado. Não existe nada que não seja. A ideia de que há um local que não tenha germes não existe. Não incluindo centros cirúrgicos, claro. Neste caso, é outra história”, ressalta. Apesar disso, Gonsalez alerta que é importante manter boas práticas de higiene, como lavar as mãos e fazer a limpeza adequada destes objetos, pois isso diminui a quantidade de bactérias que podemos adquirir. O uso do álcool gel em substituição ao hábito de lavar as mãos não é a mesma coisa, de acordo com o infectologista. “O álcool gel é um complemento. O ideal é lavar as mãos”, diz. Deixar de lado tais hábitos de higiene pode abrir às portas para a entrada desses germes no organismo. Entretanto, grande parte deles não faz mal à saúde. “Teoricamente, os germes presentes nesses produtos não são nocivos, porque são os mesmos que estão na nossa pele, que estão conosco. Até podem causar doenças graves, mas vai depender de uma falha de defesa do organismo e da via de introdução deste germe”, enfatiza o médico. No caso de pacientes hospitalizados, a recomendação é parecida. “Por ser aparelho celular não teria problema nenhum [usá-lo]. A higienização tem que ser feita com qualquer objeto”, afirma. Apesar da importância da desinfecção desses aparelhos, o recomendado é evitar preocupações obsessivas com limpeza. “Toda vez que você fizer a desinfecção do aparelho, momentos depois ele já está contaminado”, afirma o infectologista. E completa: “Tudo tem que ser dosado”. Autor: Redação Fonte: Ecco Press Comunicação

NOVEMBRO A DEZEMBRO DE 2012 Lei 9.394/96, Art. 72 - Anexo X RECEITAS DE ENSINO RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS (Caput do art. 212 da constituição) 1 - RECEITA DE IMPOSTOS 1.1 - Receita resultante do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana - IPTU

Veja

A l i p o a s p i r a ç ã o aj u dou o Brasil a ocupar o segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas estéticas em 2011. Os d ados s ão da S o cie dade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps) junto a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), e outras entidades, cuja pesquisa listou os dez país com maior número de cirurgias plásticas do mundo. O Brasil, com 90 5.1 24 pro c e di mentos, ficou atrás apenas dos Estados Unidos, que realizou 1.094.146 no mesmo ano. A pesquisa também mostra que o Brasil quase dobrou o número de cirurgias e sté t i c as re a l i z a d o s no s últimos quatro anos, com 97,2% de crescimento. Nos últimos quatro anos, foram realizadas 211.108 lipoaspirações, um crescimento de 129%. Foi o tipo de cirurgia plástica estética mais realizada no Brasil. Crescimento semelhante teve a blefaroplastia, que é a cirurgia para a remoção da pele enrugada e caída das pálpebras do olho — com um aumento de 120%, ficou com a quarta colocação do ranking brasileiro. A segunda cirurgia estética mais realizada foi o aumento de mamas (148.962) e a terceira foi a abdominoplastia (95.004). Apesar de não

ter entrado no ranking das mais realizadas, a cirurgia de colocação de prótese nos glúteos, a gluteoplastia, passou de 5.591 procedimentos para 21.452 nos últimos quatro anos, um aumento de 367%. De acordo com o presidente da SBPC, José Horácio Aboudib, dobrar o número de cirurgias plásticas estéticas em quatros anos representa um avanço importante para a especialidade no país. S egundo ele, mesmo que os Estados Unidos realize um número maior de cirurgias, é importante levar em consideração não apenas o poder aquisitivo da população americana, mas também a população total dos países. O número de cirurgias per capita termina sendo bem próximo em ambos os países. De acordo com levantamento da SBPC, o Brasil tem cerca de um cirurgião plástico para cada 44.000 h a b i t a nt e s , nú m e r o s u perior ao dos Estados Un i d o s . P o r é m , f r e n t e ao crescente interesse da população e ao grande número de profissionais disponíveis, o órgão faz questão de alertar que é preciso ter cuidado na escolha de quem vai realizar o procedimento, que precisa ser especialista em cirurgia plástica com o respectivo título de formação.

PREVISÃO ATUALIZADA (a)

RECEITAS REALIZADAS NO BIMESTRE

% ATÉ BIMESTRE (b) c=(b/a)

1.439.550,00 472.500,00

1.439.550,00 472.500,00

236.956,23 13.349,95

1.204.599,66 317.223,92

83,68 67,14

315.000,00

315.000,00

6.970,42

153.146,12

48,62

51.450,00

51.450,00

204,42

1.053,82

2,05

105.000,00

105.000,00

5.926,29

161.865,21 154,16

1.050,00 0,00

1.050,00 0,00

248,82 0,00

1.158,77 110,36 0,00 0,00

1.2 - Receita resultante do imposto sobre transmissão inter vivos - ITBI

404.250,00

404.250,00

80.733,73

395.246,24

97,77

1.2.1 - ITBI 1.2.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do ITBI

404.250,00 0,00

404.250,00 0,00

80.733,73 0,00

395.246,24 0,00

97,77 0,00

1.1.1 - IPTU 1.1.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do IPTU 1.1.3 - Dívida atíva do IPTU 1.1.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do IPTU 1.1.5 - ( - ) Deduções da receita do IPTU

1.2.3 - Dívida ativa do ITBI 1.2.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do ITBI

0,00 0,00

1.2.5 - ( - ) Deduções da receita do ITBI

0,00 0,00

0,00

0,00 0,00

0,00

0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00

0,00

1.3 - Receita resultante do imposto sobre serviços de qualquer natureza - ISS

232.050,00

232.050,00

115.010,49

369.272,93 159,14

1.3.1 - Imposto sobre serviço de qualquer natureza - ISS 1.3.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do ISS 1.3.3 - Dívida ativa do ISS

231.000,00 1.050,00 0,00

231.000,00 1.050,00 0,00

115.005,78 4,71 0,00

369.123,98 159,79 148,95 14,19 0,00 0,00

1.3.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do ISS

0,00

0,00

0,00

0,00

1.3.5 - ( - ) Deduções da receita do ISS

0,00

0,00

0,00

0,00

1.4 - Receita resultante do imposto de renda retido na fonte - IRRF 1.4.1 - IRRF

330.750,00 330.750,00

330.750,00 330.750,00

27.862,06 27.862,06

122.856,57 122.856,57

0,00 0,00 37,14 37,14

1.4.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do IRRF 1.4.3 - Dívida ativa do IRRF

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

1.4.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do IRRF

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

1.4.5 - ( - ) Deduções da receita do IRRF 1.5 - Receita resultante do imposto de renda retido na fonte - ITR

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

1.5.1 - ITR

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

1.5.2 - Multas, juros de mora e outros encargos do ITR

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

1.5.3 - Dívida ativa do ITR

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

1.5.4 - Multas, juros de mora, atualização monetária e outros encargos da dívida ativa do ITR 1.5.5 - ( - ) Deduções da receita do ITR

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

2 - RECEITAS DE TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS

12.528.165,00

12.528.165,00

2.351.013,96

11.270.456,38

89,96

2.1 - Cota-parte FPM

9.300.000,00

9.300.000,00

1.900.113,75

8.436.437,52

90,71

2.1.1 - Parcela referente à CF. art. 159, I, alínea b

9.300.000,00

9.300.000,00

1.541.667,75

8.077.991,52

86,86

2.1.2 - Parcela referente à CF. art. 159, I, alínea d 2.2 - Cota-parte ICMS

0,00 2.485.515,00

0,00 2.485.515,00

358.446,00 389.985,80

358.446,00 2.186.798,88

0,00 87,98

2.3 - ICMS-Desoneração - LC. nº 87/1996

20.000,00

20.000,00

3.983,80

2.4 - Cota-parte IPI-Exportação

24.150,00

24.150,00

7.137,45

231.000,00 467.500,00

231.000,00 467.500,00

19.255,94 30.537,22

2.5 - Cota-parte ITR 2.6 - Cota-parte IPVA 2.7 - Cota-parte IOF-Ouro (100%)

0,00

3 - TOTAL DA RECEITA BRUTA DE IMPOSTOS (1+2)

13.967.715,00

RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO

PREVISÃO INICIAL

4 - RECEITA DA APLICAÇÃO FINANCEIRA DE OUTROS RECURSOS VINCULADOS AO ENSINO

0,00 13.967.715,00

PREVISÃO ATUALIZADA (a)

23.902,80 119,51 38.501,27 159,43 133.985,35 450.830,56

0,00 2.587.970,19

0,00 12.475.056,04

58,00 96,43 0,00 89,31

RECEITAS REALIZADAS NO BIMESTRE

% ATÉ BIMESTRE (b) c=(b/a)

1.575,00

1.575,00

454,11

5 - RECEITAS DE TRANSFERÊNCIAS DO FNDE

468.822,90

544.822,90

87.760,66

459.877,17

84,41

5.1 - Transferências do salário-educação

231.000,00

307.000,00

47.712,28

288.753,67

94,06

5.2 - Outras transferências do FNDE 5.3 - Aplicação financeira dos recursos do FNDE

237.822,90 0,00

237.822,90 0,00

40.048,38 0,00

171.123,50 0,00

71,95 0,00

6 - RECEITAS DE TRANSFERÊNCIAS DE CONVÊNIOS

36.725,00

117.725,00

530,97

98.374,34

83,56

6.1 - Transferências de convênios 6.2 - Aplicação financeira dos recursos de convênios

34.650,00 2.075,00

115.650,00 2.075,00

0,00 530,97

93.936,22 81,22 4.438,12 213,89

7 - RECEITA DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO 8 - OUTRAS RECEITAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO

0,00 0,00

9 - TOTAL DAS RECEITAS ADICIONADAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO (4+5+6+7+8)

CIRURGIA PLÁSTICA

Brasil ocupa 2ª posição em número de cirurgias plásticas estéticas no mundo

PREVISÃO INICIAL

507.122,90

0,00 0,00

0,00 0,00

664.122,90

88.745,74

MUNICíPIO DEFUNDEB RIBEIRãO DO PINHAL RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA PREVISÃO PREVISÃO

RELATÓRIO RECEITAS DO FUNDEB

INICIAL

3.511,61 222,96

0,00 0,00 561.763,12

RECEITAS REALIZADAS

ATUALIZADA (a)

NO BIMESTRE ATÉ BIMESTRE DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - MDE (b) 10 - RECEITAS DESTINADAS AO FUNDEB 2.089.300,00 SOCIAL 2.089.300,00 398.513,36 2.182.400,68 ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE 10.1 - Cota-parte FPM destinada ao FUNDEB - (20% de 2.1) 10.2 - Cota-parte ICMS destinada ao FUNDEB - (20% de 2.2)

NOVEMBRO A

1.575.000,00 DEZEMBRO DE 2012 378.000,00

10.3 - ICMS-Desoneração destinada ao FUNDEB - (20% de 2.3) Lei 9.394/96, Art. 72 - Anexo X 10.4 - Cota-parte IPI-Exportação destinada ao FUNDEB - (20% de 2.4)

1.575.000,00 378.000,00

308.333,48 77.997,12

0,00 0,00 84,59

% c=(b/a) 104,46

1.615.597,96 102,58 437.359,54 115,70

4.000,00

4.000,00

796,76

42.000,00

42.000,00

1.427,48

10.5 - Cota-parte ITR destinada ao FUNDEB - (20% de 2.5) 10.6 - Cota-parte IPVA destinada ao FUNDEB - (20% de 2.6) 11 - RECEITAS RECEBIDAS DO FUNDEB

27.300,00 63.000,00 3.884.341,00

27.300,00 63.000,00 3.884.341,00

3.851,17 6.107,35 628.707,91

26.796,96 98,16 90.165,49 143,12 3.172.816,30 81,68

11.1 - Transferências de recursos do FUNDEB

3.883.291,00

3.883.291,00

628.272,94

3.168.528,50

11.2 - Complementação da união ao FUNDEB

0,00

11.3 - Receita de aplicação financeira dos recursos do FUNDEB 12 - RESULTADO LÍQUIDO DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB

1.050,00 1.793.991,00

0,00

4.780,56 119,51 7.700,17

0,00

1.050,00 1.793.991,00

434,97 229.759,58

0,00

81,59 0,00

4.287,80 408,36 986.127,82 54,97

ACRÉSCIMO RESULTANTE DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB DECRÉSCIMO RESULTANTE DAS TRANSFERÊNCIAS DO FUNDEB

DESPESAS DO FUNDEB

18,33

986.127,82 0,00

DOTAÇÃO INICIAL

13 - PAGAMENTO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO

DOTAÇÃO ATUALIZADA (a)

2.330.499,60

13.1 - Com educação infantil

DESPESAS EMPENHADAS NO BIMESTRE

2.420.657,80

0,00

398.566,83

0,00

ATÉ BIMESTRE (b) 2.398.780,76

0,00

0,00

% c=(b/a) 99,10 0,00

13.2 - Com ensino fundamental

2.330.499,60

2.420.657,80

398.566,83

2.398.780,76

99,10

14 - OUTRAS DESPESAS 14.1 - Com educação infantil

1.553.841,40 0,00

1.483.683,20 0,00

150.257,73 0,00

847.734,27 0,00

57,14 0,00

14.2 - Com ensino fundamental 15 - TOTAL DAS DESPESAS COM FUNDEB (13+14)

1.553.841,40 3.884.341,00

1.483.683,20 3.904.341,00

150.257,73 548.824,56

847.734,27 3.246.515,03

57,14 83,15

DEDUÇÕES PARA FINS DE LIMITE DO FUNDEB PARA PAGAMENTO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO

Valor

16 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE DE RECURSOS DO FUNDEB

155.318,92

17 - DESPESAS CUSTEADAS COM SUPERÁVIT FINANCEIRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR DO FUNDEB

(4.885,96)

18 - TOTAL DAS DEDUÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE DO FINDEB (16+17) 19 - MÍNIMO DE 60% DO FUNDEB NA REMUNERAÇÃO DO MAGISTÉRIO COM EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL ((13-18)/(11) X 100)%

150.432,96 70,86

CONTROLE DA UTILIZAÇÃO DE RECURSOS NO EXERCÍCIO SUBSEQUENTE

Valor

20 - RECURSOS RECEBIDOS DO FUNDEB NO EXERCÍCIO ANTERIOR QUE NÃO FORAM UTILIZADOS 21 - DESPESAS CUSTEADAS COM O SALDO DO ITEM 20 ATÉ O 1º TRIMESTRE DO EXERCÍCIO

(5.413,66) (5.413,66)

MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - DESPESAS CUSTEADAS COM A RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS E RECURSOS DO FUNDEB RECEITAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE 22 - IMPOSTOS E TRANSFERÊNCIAS DESTINADAS À MDE (25% DE 3)

DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

PREVISÃO INICIAL 3.491.928,75

DOTAÇÃO INICIAL

PREVISÃO ATUALIZADA (a)

RECEITAS REALIZADAS NO BIMESTRE

3.491.928,75

DOTAÇÃO ATUALIZADA (c)

646.992,55

% ATÉ BIMESTRE (b) c=(b/a) 3.118.764,01

DESPESAS EMPENHADAS NO BIMESTRE

ATÉ BIMESTRE (d)

89,31

% (d/c)

23 - EDUCAÇÃO INFANTIL

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

23.1 - Despesas custeadas com recursos do FUNDEB 23.2 - Despesas custeadas com outros recursos de impostos

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

24 - ENSINO FUNDAMENTAL 24.1 - Despesas custeadas com recursos do FUNDEB

5.359.179,75 3.884.341,00

5.508.979,75 3.904.341,00

854.613,16 548.824,56

4.601.553,23 3.246.515,03

83,53 83,15

24.2 - Despesas custeadas com outros recursos de impostos

1.474.838,75

1.604.638,75

305.788,60

1.355.038,20

84,45

25 - ENSINO MÉDIO 26 - ENSINO SUPERIOR

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

27 - ENSINO PROFISSIONAL NÃO INTEGRADO AO ENSINO REGULAR

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

28 - OUTRAS

0,00

0,00

0,00

0,00

29 - TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES TÍPICAS DE MDE (23+24+25+26+27+28)

5.359.179,75

5.508.979,75

854.613,16

4.601.553,23

0,00 83,53

DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL 30 - PERDA NA TRANSFERÊNCIA DO FUNDEB 31 - DESPESAS CUSTEADAS COM A COMPLEMENTAÇÃO/GANHO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO ANTERIOR 32 - RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE = (50h)

0,00 1.065.240,21 4.287,80

33 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO ACRÉSCIMO E DA COMPLEMENTAÇÃO DO FUNDEB DO EXERCÍCIO ANTERIOR

(5.413,66)

34 - DESPESAS VINCULADAS AO SUPERÁVIT FINANCEIRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR DE OUTROS RECURSOS DE IMPOSTOS

103.911,95

35 - RESTOS A PAGAR INSCRITOS NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO 36 - CANCELAMENTO, NO EXERCÍCIO, DE RAP INSCRITOS COM DISP. FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO 37 - TOTAL DAS DEDUÇÕES/ADIÇÕES CONSIDERADAS PARA FINS DE LIMITE CONSTITUCIONAL (30+31+32+33+34+35+36)

155.318,92 7.835,83 1.331.181,05

38 - TOTAL DAS DESPESAS PARA FINS DE LIMITE (23+24-37)

3.270.372,18

39 - MÍNIMO DE 25% DAS RECEITAS RESULTANTES DE IMPOSTOS EM MDE (38/3) X 100 %

26,22


MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO - MDE

TRIBUNA DO VALE

Atas&Editais D-5

ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL NOVEMBRO A DEZEMBRO DE 2012

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 Lei 9.394/96, Art. 72 - Anexo X

A RTIGO

OUTRAS INFORMAÇÕES PARA CONTROLE OUTRAS DESPESAS CUSTEADAS COM RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO

DOTAÇÃO INICIAL

40 - DESPESAS CUSTEADAS COM APL FINAN DE OUTROS RECURSOS DE IMP VINC AO ENSINO

DOTAÇÃO ATUALIZADA (c) 0,00

DESPESAS EMPENHADAS NO BIMESTRE

0,00

% (d/c)

ATÉ BIMESTRE (d)

0,00

0,00

231.525,00 0,00

307.525,00 0,00

47.137,14 0,00

272.999,74 0,00

88,77 0,00

43 - DESPESAS CUSTEADAS COM OUTRAS RECEITAS PARA FINANCIAMENTO DO ENSINO

274.547,90

358.949,12

107.644,08

308.080,38

85,83

44 - TOTAL OUTRAS DESP CUSTEADAS COM REC ADICIONAIS PARA FINAN DO ENSINO

506.072,90

666.474,12

154.781,22

581.080,12

87,19

5.865.252,65

6.175.453,87

1.009.394,38

5.182.633,35

83,92

45 - TOTAL GERAL DAS DESPESAS COM MDE (29+44)

RESTOS A PAGAR INSCRITOS COM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA DE RECURSOS DE IMPOSTOS VINCULADOS AO ENSINO SALDO ATÉ BIMESTRE 46 - RESTOS A PAGAR DE DESPESAS COM MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO

* Rene Berardi, Professor da UFPR

0,00

41 - DESPESAS CUSTEADAS COM A CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO 42 - DESPESAS CUSTEADAS COM OPERAÇÕES DE CRÉDITO

Argentina: soberbia e falta de liderança

CANCELADO EM 2012 (g)

48.184,34

7.835,83

FLUXO FINANCEIRO DOS RECURSOS DO FUNDEB

VALOR

47 - SALDO FINANCEIRO DO FUNDEB EM 31/12/2011 48 - (+) INGRESSOS DE RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE

183.795,72 3.168.528,50

49 - (-) PAGAMENTOS EFETUADOS ATÉ O BIMESTRE

3.187.880,89

50 - (+) RECEITA DE APLICAÇÃO FINANCEIRA DOS RECURSOS DO FUNDEB ATÉ O BIMESTRE

4.287,80

51 - SALDO FINANCEIRO DO FUNDEB NO EXERCÍCIO ATUAL

168.731,13

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO NOMINAL ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 LRF, art 53, inciso III - Anexo VI SALDO

DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA

Em 31/12/2011 (a)

DÍVIDA CONSOLIDADA (I) DEDUÇÕES (II) Disponibilidade de caixa bruta Demais haveres financeiros (-) Restos a pagar processados (exceto precatórios) DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (III) = (I - II)

DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA (VI) = (III + IV - V)

Em 31/12/2012 (c)

971.202,19

714.864,72

692.699,61

1.301.167,15

821.416,72

1.120.137,70

1.364.315,27

944.070,15

1.180.442,38

74.612,67

78.157,63

79.544,90

137.760,79

200.811,06

139.849,58

(329.964,96)

(106.552,00)

(427.438,09)

0,00

0,00

RECEITA DE PRIVATIZAÇÕES (IV) PASSIVOS RECONHECIDOS (V)

Em 31/10/2012 (b)

0,00

896.273,68

714.864,72

692.699,61

(1.226.238,64)

(821.416,72)

(1.120.137,70)

PERÍODO DE REFERÊNCIA

RESULTADO NOMINAL

No bimestre (c-b)

RESULTADO NOMINAL

Jan a Dez (c-a)

(298.720,98)

DISCRIMINAÇÃO DA META FISCAL

106.100,94

VALOR CORRENTE

META DE RESULTADO NOMINAL FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO PARA O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA

0,00

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ MARCELO CORINTH DEMRESTOPAGAR124642012.htm Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

28/01/13

MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL Janeiro à Dezembro / 2012 Emitido em 28/01/2013 09:25 v.1.2

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, art . 55, Inciso III, alínea "b" - Anexo VI

R$

RESTOS A PAGAR INSCRITOS ÓRGÃO

Empenhados e Não Liquidados (Não Processados)

Liquidados e Não Pagos (Processados) De Exercícios Anteriores

EMPENHOS CANCELADOS E NÃO INSCRITOS POR INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA

De Exercícios Anteriores

Do Exercício

Do Exercício

ADMINISTRAÇÃO DIRETA MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ

135.939,50

177.600,67

8.967,06

157.775,91

-

TOTAL

135.939,50

177.600,67

8.967,06

157.775,91

-

SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS (Apurado no Anexo V - Demonstrativo da Disponibiliade de Caixa)

608.301,68

RESTOS A PAGAR INSCRITOS FONTE DE RECURSOS

Liquidados e Não Pagos (Processados) De Exercícios Anteriores

000 - Recursos Ordinários (Livres) 103 - 5% Sobre Transferências Constitucionais FUNDEB 104 - Demais impostos vinculados à educação básica 107 - Salário Educação 125 - Merenda Escolar Exercicio Corrente 132 - CONVENIO SEED/PETE 2011 EXERCICIO CORRENTE 134 - Convênio FNDE/Equip. Pró Infância - Exercício Corrente 303 - Saúde - Receitas Vinculadas (EC 29/00 - 15%) 311 - SAUDE/VIG.SANITARIA 315 - SAUDE/EPIDEMIOLOGIA 316 - SAUDE/PAB VARIAVEL 333 - Convenio SESA 05/2010 Exercicio Corrente 495 - Atenção Básica 496 - Atenção de Média e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar 497 - Vigilância em Saúde 501 - Receitas de Alienações de Ativos 504 - Outros Royalties e Compensações Financeiras e Patrimoniais Não Previdenciárias 507 - COSIP - Contribuição de Iluminação Pública, Art. 149-A, CF 511 - Taxas - Prestação de Serviços 512 - CIDE (Lei 10866/04, art. 1ºB) 601 - OPERACOES DE CREDITO 712 - TRANSF. MINIST. ASSIST. SOCIAL - FNAS/APMI 721 - Transf. Recursos do Fundo Nacional de Assistência Social- SAC/CRECHE 739 - Minist. Assistencia Social /PETI PVMC 746 - Convenio ME/Caixa 0262797 51 Exercicio Corrente 747 - Convenio MTUR/Caixa 0280314 97 Exercicio Corrente 754 - Rec. Minist. Assist. Social FMAS/PBT exercicio corrente 756 - Convenio SEDU/Programa Recap Exercicio Corrente TOTAL

EMPENHOS CANCELADOS E NÃO INSCRITOS POR INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA

Empenhados e Não Liquidados (Não Processados) De Exercícios Anteriores

Do Exercício

Do Exercício

86.079,49 4.212,09 714,25 0,00 0,00 0,00

136.631,61 0,00 4.255,18 11.419,32 0,00 968,57

2.230,03 0,00 1.365,49 0,00 616,48 0,00

4.080,43 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

-

0,00

7.386,53

0,00

4.208,47

-

15.116,10

11.260,17

453,30

0,00

-

226,00 100,00 590,10 0,00 11.476,02

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 35.454,54 6.680,64

-

43,97

0,00

0,00

0,00

-

10,00 0,00

0,00 0,00

0,00 0,01

0,00 0,00

-

0,08

0,00

0,00

0,00

-

0,00

0,00

0,00

67.751,83

-

0,00 10,00 16.560,00 0,20

5.102,84 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00

-

801,20

0,00

0,00

0,00

-

0,00 0,00 0,00

13,90 0,00 0,00

0,00 1.901,75 2.400,00

0,00 0,00 0,00

-

0,00

0,00

0,00

39.600,00

-

0,00

562,55

0,00

0,00

-

135.939,50

177.600,67

8.967,06

157.775,91

-

Visitei recentemente Buenos Aires convidado para ministra uma palestra na III Bienal de Management sobre o tema: O Management nos tempo de grandes mudanças. Sempre é muito agradável visitar Buenos Aires com seus cafés e restaurantes sempre ativos, de dia e de noite, assim como assistir ao teatro na Calle Correntes. O percorrer a cidade também oferece uma lembrança de arquitetura de Paris e Madrid. Sempre gosto de sentir o momento político e econômico conversando com os motoristas de taxi, pois são um bom termômetro da realidade presente. Falando com eles pude saber que a passeata realizada o dia 8/12 que congregou a mais de 700 mil argentinos foi um desafogo de uma parte da sociedade ( 70%) que rejeita a inflação, a insegurança, a corrupção e a inatividade econômico-financeira. Posteriormente tive a oportunidade de conversar e escutar empresários, acadêmicos, economistas, administradores e gente do povo que eram unanimes em mostra o descontento com a forma autoritária e soberba de governar da Presidenta Cristina K. O problema foi claramente apresentado por um consultor renomado que declarou. O governo atual conta com uma adesão de 35% da população de baixa renda que recebe os subsídios (similar, mas não igual ao bolsa família). Os outros 75% esta contra o governo ( inclusive os poderosos sindicatos ), o qual ficou demos trado no dia 8/11 com a greve geral nas principais cidades. No entanto, a classe política argentina continua apoiando o governo e a oposição não tem a liderança esperada pelo 75% da população. Este impasse cria na mente do argentino uma desesperança e tristeza geral que se observa nos rostos dos argentinos. Ainda que se percebe uma cidade consumindo produtos e serviços ( principalmente culturais, o teatro), não se sente um ambiente de prosperidade. Todo mundo esta com a vista em outubro, quando serão realizadas as eleições para 50% dos deputados e senadores, com a esperança que se vislumbre uma solução para o problema político e econômico. Se sente uma país em espera de alguma coisa. Isto se mostra nas empresas que estão agindo com planos para o curto prazo. Uma mostra destra situação de desgovernabilidade política é o tema do evento que participei, ligado para o debate do Managemente (Gestão), no sentido da busca de saídas para falta de gestão publica, pois sentem um pais sem rumo e com falta de gestão. Uma mostra é a falta de participação de autoridades do governo central como da prefeitura de Buenos Aires. Se sente uma isolamento entre a área publico e o setor privado, onde os canais de comunicação esta quase cortados. O governo não leva a serio os protestos da cidadania e estes últimos não sentem abertura para ser escutados pela autoridade publica. Um taxista definiu claramente a atual cojuntura: o governo deve estar permanentemente buscando recursos para financiar os planos subsídios sociais, pois assim tem gente que ainda apoia, senão ficam sem ninguém. Como exemplo mostra que a ultima medida para buscar recursos para os subsídios, foi obrigar a todos os que moram em prédios, que as administradoras dos prédios devem ter conta em no Banco da Nación( do governo central) para obrigatoriamente pagar os condomínios. Por outro lado os indicadores macroeconômicos não oferecem boas perspectivas para. Nos primeiros 9 meses deste ano, se apresentam quedas importantes: Produção industrial, -1.1%, investimento -8.5%, arrecadação fiscal, -0.8, inflação, 20%, com uma menor nível de emprego. Alguns analistas já comentam que se esta observando as condições de Estaginflacao, alta inflação e recessão econômica. O Brasil aparece como um exemplo a ser imitado e seguido, como o mostra o editorial do Jornal La Nación (16/11/12) que titula: ‘’La justicia, La corrupción y el ejemplo de Brasil’’, e mostrando o exemplo de independência e da aplicação da lei nas severas condenas ditadas por graves irregularidade do mensalão. Finalmente, acredito ser importante mostrar o que o Dr. Isidoro, na secção das cartas aos leitores (16/11/12 diz do momento atual argentino: ‘’en estos momentos de tanta soberbia, autoritarismo y corrupción, parece atinado recordar una frase del Padre de la Patria, José de Sam Martin: La soberbia es una discapacidad que suele afectar a pobres infelices mortales que se encuentran de golpe con una miserable cuota de poder’’.. * Rene Berardi, Professor da UFPR


D-6 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A RTIGO

MUNICíPIO DE RIBEIRãO DO PINHAL RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012

Laura Sander *

LRF, Art.53, inciso III - Anexo VII RECEITAS REALIZADAS

PREVISÃO ATUALIZADA

RECEITAS PRIMÁRIAS RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I)

No Bimestre

Jan à Dez 2012

Jan à Dez 2011

19.862.329,94

3.187.952,24

15.697.050,81

14.315.040,99

1.923.002,19

236.083,78

1.133.950,69

893.275,03

IPTU

315.000,00

6.970,42

153.146,12

160.696,15

ISS

231.000,00

115.005,78

369.123,98

208.853,96

ITBI

404.250,00

80.733,73

395.246,24

331.795,42

IRRF

330.750,00

27.862,06

122.856,57

105.368,32

Outras receitas tributárias

642.002,19

5.511,79

93.577,78

86.561,18

0,00

0,00

0,00

0,00

104.475,00

14.774,99

72.777,69

77.307,94

Receita tributária

(-)Deduções da receita tributária Receita de contribuição Receita previdenciária Outras receitas de contribuições

0,00

0,00

0,00

0,00

104.475,00

14.774,99

72.777,69

77.307,94

0,00

0,00

0,00

0,00

Receita patrimonial líquida

(-)Deduções da receita de contribuições

57.750,00

2.296,67

17.916,23

14.868,01

Receita patrimonial

120.225,00

12.081,75

73.696,68

111.116,17

62.475,00

9.785,08

55.780,45

96.248,16

(-)Aplicações financeiras (-)Deduções da receita patrimonial

0,00

Transferências correntes

0,00

0,00

0,00

17.027.902,75

2.928.210,80

14.153.599,50

12.970.873,88

FPM

9.300.000,00

1.541.667,75

8.077.991,52

7.838.430,17

ICMS

2.485.515,00

389.985,80

2.186.798,88

1.997.024,66

Convênios

1.091.650,00

169.284,07

569.002,60

218.112,20

Outras transferências correntes

4.150.737,75

827.273,18

3.319.806,50

2.917.306,85

Demais receitas correntes

749.200,00

6.586,00

318.806,70

358.716,13

Dívida ativa

126.000,00

5.956,23

161.895,15

163.956,27

Diversas receitas correntes

623.200,00

629,77

156.911,55

194.759,86

0,00

0,00

0,00

0,00

1.962.958,19

294.059,56

298.907,34

151.950,00

987.800,00

0,00

0,00

0,00

Amortizações de empréstimos (IV)

0,00

0,00

0,00

0,00

Alienação de ativos (V)

0,00

0,00

0,00

23.900,00

975.158,19

294.059,56

298.907,34

128.050,00

975.158,19

294.059,56

298.907,34

128.050,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

975.158,19

294.059,56

298.907,34

128.050,00

20.837.488,13

3.482.011,80

15.995.958,15

14.443.090,99

(-)Deduções das demais receitas correntes RECEITAS DE CAPITAL (II) Operações de crédito (III)

Transferências de capital Convênios Outras transferências de capital Outras receitas de capital RECEITAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (VI)=(II-III-IV-V) RECEITA PRIMÁRIA TOTAL (VII)=(I+VI)

PREVISÃO ATUALIZADA

DESPESAS PRIMÁRIAS DESPESAS CORRENTES (VIII) Pessoal e encargos sociais

DESPESAS PRIMÁRIAS CORRENTES (X)=(VIII-IX) DESPESAS DE CAPITAL (XI) Investimentos

DESPESAS EMPENHADAS Jan à Dez 2012 Jan à Dez 2011

17.523.350,39

2.587.871,66

15.719.330,15

13.075.692,82

9.640.224,30

1.977.133,78

8.814.926,52

7.547.621,15

35.886,25

388,50

6.305,88

19.834,13

7.847.239,84

610.349,38

6.898.097,75

5.508.237,54

17.487.464,14

2.587.483,16

15.713.024,27

13.055.858,69

3.483.981,88

22.165,11

1.323.215,11

1.152.949,18

3.165.481,88

0,00

1.019.483,16

804.031,92

Juros e encargos da dívida (IX) Outras despesas correntes

No Bimestre

Inversões financeiras

0,00

0,00

0,00

0,00

Concessão de empréstimos (XII)

0,00

0,00

0,00

0,00

Aquisição de título de capital já integralizado (XIII)

0,00

0,00

0,00

0,00

Demais inversões financeiras

0,00

0,00

0,00

0,00

318.500,00

22.165,11

303.731,95

348.917,26

1.019.483,16

804.031,92

Amortização da dívida (XIV)

DESPESAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL FISCAIS (XV)=(XI-XII-XIII-XIV) MUNICíPIO

DE RIBEIRãO DO PINHAL 3.165.481,88 0,00 100.000,00 RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA 0,00 RESERVA DO RPPS (XVII) 0,00 0,00 DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO DESPESA PRIMÁRIA TOTAL (XVIII)=(X+XV+XVI+XVII) 20.752.946,02 2.587.483,16 ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL JANEIRO A DEZEMBRO DE 2012 RESULTADO PRIMÁRIO (VII-XVIII) 84.542,11 894.528,64 RESERVA DE CONTINGÊNCIA (XVI)

LRF, Art.53,DE inciso III - Anexo ANTERIORES VII SALDOS EXERCÍCIOS

-

-

DESCRIMINAÇÃO DA META FISCAL META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO PARA O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA

DARTAGNAN CALIXTO FRAIZ Prefeito Municipal - Munic.Ribeirão do Pinhal

0,00

0,00

0,00

0,00

16.732.507,43

13.859.890,61

(736.549,28)

583.200,38

314.569,14

VALOR 0,00

MARCELO CORINTH Contador - Municipio Ribeirão do Pinhal

RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

Anexo XIII - artigo 53,§ 1º, II - L.C. 101/00

RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DA PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL

MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ 2º SEMESTRE DE 2012 ANO

RECEITAS

DESPESAS

SEM MOVIMENTO

RESULTADO

RESULTADO

Alimentos calóricos induzem a comportamentos viciadores B ol o s, d o c e s, b a c on, che e s e c a ke, e nt re out ro s, a lte r am o s c e nt ro s d e pr a z e r d o c é rebro e c aus am comp or t amentos similares ao vício em subst âncias p si c o at iv as Os r ato s a l i me nt a d o s c om u ma d i e t a a lt ame nte c a l ór i c as tor nar am - s e ob e s o s e v i c i a d o s , s i m i l ar a o v í c i o e m sub st ânc i as p si c o at iv as Alimentos com baixo valor nutritivo e alto nível de ingre dientes gorduros os (“ junk fo o d”) induzem a comportamentos viciadores em ratos semelhantes à he roí na , s e g u nd o re su lt a d o s d e u m novo e stu d o. Os centros de prazer cerebrais de ratos viciados em d i e t as a lt ame nte e ngord at iv as e c a l ór i c as f i c ar am menos resp onsivos com o excesso, fazendo os ratos consumirem tais alimentos cada vez mais. Os resultados, apres entados na reunião anual da S o ciedade d e Ne u ro c i ê nc i a , e m 2 0 d e outubro, p o d e m aju d ar a e x pl i c ar as mu d anç as no c é rebro qu e l e v am as p e ss o as a c ome r d e masi a d ame nte. “Esta é a evidência mais completa que sugere que a ob e si d a d e e o hábito e m sub st ânc i as p si c o at iv as tê m f u nd ame nto s ne u robi ol ó g i c o s c omu ns”, d i z o c o -autor d o e stu d o, Pau l Joh ns on, d o Inst ituto d e Pe s qu is a S c r ipp s, e m Jupite r. Par a ve r i f i c ar c omo o s a l i me nto s “ ju n k fo o d” afe t am o siste ma d e re c omp e ns a d o c é rebro — a re d e d e c élu l as qu e l ib e r am sub st ânc i as qu í m i c as p ar a o b e m -e st ar — Joh ns on i ni c i ou a p e s qu is a no sup er mercado. E le s ele cionou a limentos típicos da a l i me nt a ç ã o o c i d e nt a l, i nclus ive l i ng u i ç a , b ol o s , d o c e s, b a c on e che e s e c a ke. Joh ns on a l i me ntou o s ratos, ou com uma diet a p adrão a lt amente nut r it iva, de baixa caloria, ou com quantidades ilimitadas d e s ab oro s o s a l i me nto s “ ju n k fo o d”. Os r ato s qu e s e a l i m e nt a r a m c o m a l i m e nt o s “ j u n k f o o d” d e s e nvolve r am hábito s d e a l i me nt a ç ã o c ompu lsiv a e f i c ar am ob e s o s. “E l e s i nge r i r am du as ve z e s mais a qu ant i d a d e d e c a l or i a s qu e o s r ato s c ont rol e”, d i z Pau l Ke nny, t amb é m d a S c r ipp s e c o -autor d a p e s qu is a . Johnson e Kenny buscaram conhecer se a alimentação excessiva afeta os centros cerebrais de prazer d o s r ato s, as re g i õ e s re sp ons áve is p el o hábito d e us o d e sub st ânc i as p si c o at iv as. Os i nve st i g a d ore s us ar am e xc it a ç õ e s el é t r i c as p ar a at iv ar e ss e s c e nt ro s d e re c omp e ns a e i ndu z i r a o pr a z e r. Os r ato s p o deriam controlar a quantidade de excitação para o b em-est ar cor rendo em uma ro da — quanto mais que eles cor reram, mais excit ação eles adquir iram. Os r ato s a l i me nt a d o s c om u ma d i e t a “ ju n k fo o d” c or re r am mais, i nd i c and o qu e el e s pre c is ar am d e mais e xc it a ç ã o c e rebr a l p ar a s e s e nt i re m b e m . Depois de cinco dias com uma dieta “junk food”, o s r ato s mo st r ar am “re du ç õ e s prof u nd as” na s e nsibi l i d a d e d o s c e nt ro s d e pr a z e r d e s e us c é rebro s, su ge r i nd o qu e o s ani mais for am a c o stu ma d o s d e pre ss a à c om i d a . C omo re su lt a d o, o s r ato s i nge r i ram mais comida para adquirir a mesma quantidade d e pr a z e r. D a me sma mane i r a qu e o s v i c i a d o s e m he roí na re qu e re m c a d a ve z mais a d ro g a p ar a s e sentirem bem, os ratos precisaram cada vez mais de a limentos “ jun k fo o d”. “E les p erderam o cont role”, c ome nt a Ke nny. “E st a é a marc a of i c i a l d o v í c i o”. Para ver if ic ar qu ão for te era o v ício em a limento s “ ju n k fo o d”, o s i nve st i g a d ore s e x pu s e r am o s r ato s a o cho qu e qu and o i nge r i r am a a l i me nt a ç ã o. Os ratos que não foram exp ostos const antemente a a l i me nt a ç ã o c om a lt as t a x as d e gordu r a d e i x ar am d e c ome r. Mas o cho qu e nã o p e r tu r b ou a o s r ato s a c o stu m a d o s a t ai s t ip o s d e a l i m e nt a ç ã o — e l e s c ont i nu ar am c ome nd o, e mb or a s oub e ss e m qu e o cho qu e o c or re r i a . “O qu e nó s te mo s s ã o c ar a c te r íst i c as d e v í c i o, e e ss e s ani mais apre s e nt am c a d a u m d e ss as c ar a c te r íst i c as”, d i z Ke nny. Os déf icits nos p adrõ es de re comp ens a p ersist iram durante s emanas dep ois que os ratos deixaram d e i n g e r i r o s a l i m e nt o s “ j u n k f o o d”, s e g u n d o o que os invest igadores ver if icaram. “É muito dif íci l qu ebr ar e ss e s p a d rõ e s, é me smo mu ito du ro volt ar p ar a c omo as c ois as e r am ante s”, c ome nt a Ke nny. Quando a alimentação “junk food” foi retirada e os r ato s ap e nas t ive r am a c e ss o a c om i d a nut r it iv a (o qu e Ke nny chama d e “op ç ã o d e s a l a d a” ), o s r ato s ob esos recusaram-se a comer. “Eles sentiram fome, p osteriormente, durante duas semanas”, diz Kenny. “As pre fe rê nc i as d i e té t i c as d el e s for am a lte r a d as d r amat i c ame nte”. Os c i e nt ist as e st ã o i nte re ss a d o s e m d e te r m i nar o e fe ito e m l ongo pr a z o d a a lte r a ç ã o d o siste ma d e re c omp e n s a . “A re s p o s t a à a l i m e nt a ç ã o p o d e s er a lterad a p er manentemente com uma diet a dess a natu re z a”, d i z R a lph Di L e one, e sp e c i a l ist a e m ob esid ade, d a E s col a de Me dicina d a Universid ade d e Ya l e. Autor: Laura Sander Fonte: Science News - Dsiponível em: http://www. sciencenews.org


Atas&Editais D-7

TRIBUNA DO VALE

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 28/01/13

DEMRESPRIMARIO12464201212.htm

A RTIGO

MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DO RESULTADO PRIMÁRIO ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 à /2012

Dr. Stephen Stefani

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, Art. 53, inciso III - Anexo VII

R$

RECEITAS REALIZADAS

PREVISÃO ATUALIZADA

RECEITAS PRIMÁRIAS

No Bim estre

Jan à Dez 2012

Jan à Dez 2011

RECEITAS PRIMÁRIAS CORRENTES (I) Receita Tributária IPTU ISS ITBI IRRF Outras Receitas Tributárias (-) Deduções da Receita Tributária Receitas de Contribuições Receitas Previdenciárias Outras Receitas de Contribuições (-) Deduções da Receita de Contribuições Receita Patrimonial Líquida Receita Patrimonial (-) Aplicações Financeiras (-) Deduções da Receita Patrimonial Transferências Correntes FPM ICMS Convênios Outras Transferências Correntes Demais Receitas Correntes Dívida Ativa Diversas Receitas Correntes (-) Deduções das Demais Receitas Correntes RECEITAS DE CAPITAL (II) Operações de Crédito (III) Amortizações de Empréstimos (IV) Alienação de Ativos (V) Transferências de Capital Convênios Outras Transferências de Capital Outras Receitas de Capital RECEITAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL (VI)=(II-III-IV-V)

12.784.226,00 814.200,00 403.000,00 151.000,00 100.500,00 76.000,00 153.820,00 -70.120,00 295.985,00 0,00 296.000,00 -15,00 7.600,00 84.824,59 -77.224,59 0,00 11.326.756,00 6.733.441,00 2.958.344,00 54.302,00 1.580.669,00 339.685,00 158.200,00 181.540,00 -55,00 1.370.379,52 9.110,51 0,00 50.000,00 1.311.269,01 1.212.730,57 98.538,44 0,00 1.311.269,01

2.348.419,32 155.126,22 41.473,74 35.128,94 36.953,05 32.542,33 11.549,83 -2.521,67 45.948,52 0,00 45.948,52 0,00 340,00 7.705,06 -7.365,06 0,00 2.106.387,35 1.156.250,79 491.814,64 1.903,76 456.418,16 40.617,23 12.401,09 29.836,92 -1.620,78 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

11.889.169,05 952.624,45 519.607,52 200.828,57 121.264,38 125.922,16 130.439,37 -145.437,55 296.843,37 0,00 306.463,74 -9.620,37 14.000,19 121.460,68 -105.060,49 -2.400,00 10.402.685,46 6.058.493,42 2.757.454,97 64.098,85 1.522.638,22 223.015,58 116.030,68 125.283,76 -18.298,86 1.320.834,43 9.110,51 0,00 0,00 1.311.723,92 1.195.605,35 116.118,57 0,00 1.311.723,92

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

RECEITAS PRIMÁRIA TOTAL (VII)=(I+VI)

14.095.495,01

2.348.419,32

13.200.892,97

0,00

DESPESAS EMPENHADAS

PREVISÃO ATUALIZADA

DESPESAS PRIMÁRIAS DESPESAS CORRENTES (VIII) Pessoal e Encargos Sociais Juros e Encargos da Dívida (IX) Outras Despesas Correntes DESPESAS PRIMÁRIAS CORRENTES (X)=(VIII-IX) DESPESAS DE CAPITAL (XI) Investimentos Inversões Financeiras Concessão de Empréstimos (XII) Aquisição de Título de Capital já Integralizado (XIII) Demais Inversões Financeiras Amortização da Dívida (XIV)

No Bim estre

12.215.096,52 7.065.395,80 39.300,00 5.110.400,72 12.175.796,52 2.926.948,96 2.707.458,96 23.500,00 0,00 0,00 23.500,00 195.990,00

Jan à Dez 2012

2.232.311,92 1.622.540,92 5.384,61 604.386,39 2.226.927,31 405.023,33 384.600,55 0,00 0,00 0,00 0,00 20.422,78

DESPESAS PRIMÁRIAS DE CAPITAL FISCAIS (XV)=(XI2.730.958,96 384.600,55 XII-XIII-XIV) RESERVA DE CONTINGÊNCIA (XVI) 30.000,00 0,00 RESERVA DO RPPS ( XVII ) 0,00 0,00 28/01/13 DEMRESPRIMARIO12464201212.htm DESPESA PRIMÁRIA TOTAL (XVIII)=(X+XV+XVI+XVII) 14.936.755,48 2.611.527,86

Jan à Dez 2011

11.610.391,04 6.870.608,00 39.270,39 4.700.512,65 11.571.120,65 2.716.590,83 2.521.347,60 0,00 0,00 0,00 0,00 195.243,23

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

2.521.347,60

0,00

0,00 0,00

0,00 0,00

14.092.468,25

0,00

file:///C:/Users/DIAGRAMACAO/AppData/Local/Microsoft/Windows/Temporary Internet Files/Content.Outlook/05AMT292/DEMRESPRIMARIO124642012… 1/2 RESULTADO PRIMÁRIO (XIX) = (VII - XVIII) -841.260,47 -263.108,54 -891.575,28 0,00

SALDO DE EXERCÍCIOS ANTERIORES

-

-

1.453.315,37

DESCRIMINAÇÃO DA META FISCAL

-

VALOR CORRENTE

META DE RESULTADO PRIMÁRIO FIXADA NO ANEXO DE METAS FISCAIS DA LDO P/ O EXERCÍCIO DE REFERÊNCIA 28/01/13 DIVCONS12464201212.htm

-330.200,00

MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DA DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 01/2012 à 12/2012

LRF, Art 55, inciso I, alínea "b" - Anexo II

DÍVIDA CONSOLIDADA

R$

SALDO DO EXERCÍCIO DE 2012

ANTERIOR

DÍVIDA CONSOLIDADA - DC (I) Dívida Mobiliária Dívida Contratual Dívida Interna Dívida Externa Precatórios posteriores a 5.5.2000 (inclusive) Demais Dívidas DEDUÇÕES (II) Disponibilidade de Caixa Bruta Demais Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados (Exceto Precatórios)

até o 1º Sem estre

812.686,64 812.686,64 812.686,64 0,00 0,00 0,00 1.978.603,33 2.246.236,84 0,00 -267.633,51

até o 2º Sem estre

715.911,44 715.911,44 715.911,44 0,00 0,00 0,00 2.638.337,82 3.068.193,23 46.812,30 -476.667,71

644.538,46 644.538,46 644.538,46 0,00 0,00 0,00 657.319,98 970.860,15 0,00 -313.540,17

DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA (DCL) (III) = (I - II)

-1.165.916,69

-1.922.426,38

-12.781,52

RECEITA CORRENTE LÍQUIDA - RCL

11.537.432,52

12.032.652,92

11.970.061,00

% da DC sobre a RCL (I/RCL) % da DCL sobre a RCL (III/RCL)

7,04

5,95

5,38

-10,11

-15,98

-0,11

LIMITE DEFINIDO PELA RESOLUÇÃO Nº 40, DE 2001, DO SENADO FEDERAL: <%>

120,00%

DETALHAMENTO DA DÍVIDA CONTRATUAL DÍVIDA DE PPP PARCELAMENTO DE DÍVIDAS De Tributos De Contribuições Sociais Previdenciárias Demais Contribuições Sociais Do FGTS DEMAIS DÍVIDAS CONTRATUAIS

247.556,33 247.556,33 0,00 247.556,33 0,00 565.130,31

221.879,70 221.879,70 0,00 221.879,70 0,00 494.031,74

213.158,16 213.158,16 0,00 213.158,16 0,00 431.380,30

0,00 0,00 18.356,02 35.749,19 0,00

0,00 0,00 84.464,94 142.783,84 0,00

0,00 0,00 40.051,24 166.742,97 0,00

OUTROS VALORES INTEGRANTES DA DC PRECATÓRIOS ANTERIORES A 05/05/2000 INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA DEPÓSITOS RP NÃO-PROCESSADOS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES ANTECIPAÇÕES DE RECEITA ORÇAMENTÁRIA - ARO REGIME PREVIDENCIÁRIO DÍVIDA CONSOLIDADA PREVIDENCIÁRIA DÍVIDA CONSOLIDADA PREVIDENCIÁRIA (IV) Passivo Atuarial Demais Dívidas DEDUÇÕES (V) Ativo Disponível Investimentos Haveres Financeiros (-) Restos a Pagar Processados OBRIGAÇÕES NÃO INTEGRANTES DA DC DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA PREVIDENCIÁRIA (VI) = (IV - V)

SALDO EXERCÍCIO

SALDO DO EXERCÍCIO DE 2012

ANTERIOR

até o 1º Sem estre 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Há alguns dias, dois estudos publicados na prestigiada revista médica The Lancet mostraram que o ácido acetil salicilico (AAS) pode reduz o risco de as pessoas terem câncer. Uma das publicações descreveu os resultados conjuntos de 34 estudos clínicos com redução do risco de morte por câncer em 15%. A outra publicação, que analisou pacientes de cinco estudos clínicos, mostrou uma redução de 36% na chance do tumor ser disseminado (o que chamamos de metástases). Ambas as publicações, portanto, foram favoráveis ao uso de AAS para reduzir o risco de câncer. Entretanto, há pouco mais de um mês, outro estudo sobre o tema, publicado na revista Archives of Internal Medicine, revelou que o AAS comprovadamente reduz o risco de eventos cardiovasculares não-fatais, como Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), mas não há redução significativa na mortalidade por câncer. Então, no que acreditar? Deve-se usar ou não o AAS? A forma de extrair essas informações das publicações é através de uma leitura crítica da produção científica disponível. Deve-se concentrar na análise apurada da forma como a pesquisa foi planejada e conduzida, assim como a sua análise estatística. A essa forma de análise, chamados de Medicina Baseada em Evidência (MBE), em que novos tratamentos são recomendados principalmente com base em resultados estatísticos de grandes estudos clínicos. Todavia, a medicina não deve ser guiada somente por valores numéricos. É preciso analisar a credibilidade dos resultados. Na questão específica do papel do AAS em relação ao câncer, as revistas médicas, do mais alto prestígio, apresentaram dados conflitantes. Um olhar mais atendo e treinado, permite compreender melhor os achados. Existem críticas sobre as publicações na medida em que não incluíram, em suas análises, resultados de outros estudos de grande porte que não identificaram relação entre o uso de AAS e o risco de ter câncer. Outro fator importante é saber identificar as diferenças estatísticas do que é clinicamente relevante. Um dos estudos do The Lancet, por exemplo, mostrou que foi necessário tratar 1095 pessoas por um ano para evitar uma morte por câncer. Desconsiderou questões práticas, por exemplo, como o risco de sangramento digestivo, fortemente relacionado ao uso de AAS. Apesar de muitas pessoas ficarem confusas e com a sensação de que os resultados irrefutáveis são mais instáveis do que consistentes, os dados são reais e devem ser interpretados com atenção. A medicina caminha, nesta próxima década, para métodos sofisticados, como a farmacogenômica, que permite identificar quem é aquele paciente entre os 1095 que pode se beneficiar realmente, de forma que se possa evitar o uso de remédios para um número enorme de pessoas que não se beneficia ou até é prejudicado. Até que esses métodos sejam amplamente disponíveis e validados sob olhar critico, o ideal é ter uma conversa ilustrada com um médico. Stephen Stefani - Oncologista Clínico Fonte: SSMD

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA ***

SALDO EXERCÍCIO

AAS protege ou não do câncer?

até o 2º Sem estre 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00


D-8 Atas&Editais

TRIBUNA DO VALE

28/01/13

Terça-feira, 29 de janeiro de 2013

DESPFUNCSUBF12464201212.htm

MUNICÍPIO DE QUATIGUÁ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTOS FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL DEMONSTRATIVO DA EXECUÇÃO DAS DESPESAS POR FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO 01/2012 à 12/2012

*** RELATÓRIO DE SIMPLES CONFERÊNCIA *** LRF, Art. 52, inciso II, alínea "c" - Anexo II

FUNÇÃO/SUBFUNÇÃO DESPESAS (EXCETO INTRAORÇAMENTÁRIAS) (I) Administração Administração Geral Comunicação Social Tecnologia da Informatização Assistência Social Assistência à Criança a ao Adolescente Assistência ao Idoso Assistência ao Portador de Deficiência Assistência Comunitária Previdência Social Previdência Básica Previdência do Regime Estatutário Saúde Alimentação e Nutrição Assistência Hospitalar e Ambulatorial Atenção Básica Vigilância Sanitária Trabalho Proteção e Benefícios ao Trabalhador Educação Alimentação e Nutrição Educação de Jovens e Adultos Educação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio Cultura Difusão Cultural Turismo Urbanismo Infra-Estrutura Urbana Serviços Urbanos Turismo Habitação Habitação Urbana Saneamento Saneamento Básico Urbano Agricultura Administração Geral Promoção da Produção Vegetal Transporte Transporte Rodoviário Desporto e Lazer Desporto Comunitário Encargos Especiais Administração Geral Serviço da Dívida Interna RESERVA DE CONTINGÊNCIA TOTAL (III) = (I+II)

R$

DOTAÇÃO INICIAL

DOTAÇÃO ATUALIZADA (a)

DESPESAS EMPENHADAS No Bimestre (b)

Até o Bim estre (c)

DESPESAS LIQUIDADAS No Bimestre (d)

Até o Bimestre % (e/total e) (e)

% (e/a)

Saldo a Liquidar (a-e)

11.637.000,00

15.142.145,48

2.637.335,25

14.326.981,87

2.727.344,65

14.169.205,96

100,00

93,57

972.939,52

3.126.690,00 2.998.690,00 66.000,00 58.500,00 960.800,00 259.700,00 125.250,00 50.100,00 521.750,00 161.000,00 6.500,00 154.500,00 2.365.990,00 6.500,00 500.000,00 1.772.540,00 51.100,00 83.300,00 61.800,00 2.886.400,00 130.000,00 21.500,00 596.625,00 2.126.375,00 0,00 61.350,00 61.350,00 0,00 568.820,00 214.000,00 354.820,00 0,00 8.000,00 8.000,00 47.000,00 47.000,00 30.500,00 25.000,00 5.500,00 1.005.650,00 1.005.650,00 61.000,00 61.000,00 240.500,00 3.000,00 235.000,00 30.000,00

3.404.836,52 3.338.186,52 57.550,00 8.950,00 838.776,39 223.223,00 137.089,69 19.009,51 455.454,19 157.755,51 3.890,00 153.865,51 3.059.894,71 14.150,00 749.858,00 2.237.936,71 48.150,00 154.300,00 154.140,00 4.393.845,27 192.041,00 3.600,00 1.333.925,07 2.460.861,36 399.137,84 283.036,27 5.000,00 278.036,27 1.088.830,81 488.100,50 405.730,31 195.000,00 91.362,00 91.362,00 100.450,00 100.450,00 272.293,47 21.100,00 251.193,47 1.020.173,01 1.020.173,01 35.801,52 35.801,52 240.690,00 2.900,00 235.290,00 100,00

734.167,62 728.738,63 5.428,99 0,00 161.995,77 31.361,98 45.327,69 9.999,00 75.307,10 38.211,54 423,66 37.787,88 516.486,10 251,88 116.544,83 387.715,44 11.973,95 26.038,16 26.038,16 789.561,24 28.842,27 0,00 216.497,71 426.121,99 118.099,27 0,00 0,00 0,00 197.939,64 17.342,00 180.597,64 0,00 0,00 0,00 96.343,04 96.343,04 0,00 0,00 0,00 47.612,11 47.612,11 2.990,00 2.990,00 25.990,03 182,64 25.807,39 0,00

3.371.993,19 3.313.793,03 50.679,16 7.521,00 694.566,45 181.135,33 103.478,52 16.665,00 393.287,60 153.368,94 3.091,13 150.277,81 2.896.565,35 13.858,10 749.854,80 2.104.019,20 28.833,25 149.131,06 149.131,06 4.119.513,96 191.818,58 95,11 1.295.238,05 2.233.224,38 399.137,84 278.717,89 1.188,64 277.529,25 1.023.439,57 450.627,45 377.812,12 195.000,00 85.526,84 85.526,84 97.097,86 97.097,86 271.681,47 21.052,00 250.629,47 923.002,79 923.002,79 25.073,98 25.073,98 237.302,52 2.788,90 234.513,62 0,00

745.631,30 736.426,40 9.204,90 0,00 125.395,77 32.861,98 5.727,69 9.999,00 76.807,10 38.211,54 423,66 37.787,88 517.318,72 442,72 116.544,83 388.357,22 11.973,95 26.038,16 26.038,16 929.090,70 28.842,27 0,00 278.925,50 503.223,66 118.099,27 0,00 0,00 0,00 134.939,81 21.254,00 113.685,81 0,00 0,00 0,00 96.343,04 96.343,04 0,00 0,00 0,00 85.395,58 85.395,58 2.990,00 2.990,00 25.990,03 182,64 25.807,39 0,00

3.371.993,19 3.313.793,03 50.679,16 7.521,00 654.966,45 181.135,33 63.878,52 16.665,00 393.287,60 153.368,94 3.091,13 150.277,81 2.850.349,74 13.858,10 749.854,80 2.057.803,59 28.833,25 149.131,06 149.131,06 4.115.305,49 191.818,58 95,11 1.291.029,58 2.233.224,38 399.137,84 278.717,89 1.188,64 277.529,25 955.687,74 450.627,45 310.060,29 195.000,00 85.526,84 85.526,84 97.097,86 97.097,86 271.681,47 21.052,00 250.629,47 923.002,79 923.002,79 25.073,98 25.073,98 237.302,52 2.788,90 234.513,62 0,00

23,80 23,39 0,36 0,05 4,62 1,28 0,45 0,12 2,78 1,08 0,02 1,06 20,12 0,10 5,29 14,52 0,20 1,05 1,05 29,04 1,35 0,00 9,11 15,76 2,82 1,97 0,01 1,96 6,74 3,18 2,19 1,38 0,60 0,60 0,69 0,69 1,92 0,15 1,77 6,51 6,51 0,18 0,18 1,67 0,02 1,66 0,00

99,04 99,27 88,06 84,03 78,09 81,15 46,60 87,67 86,35 97,22 79,46 97,67 93,15 97,94 100,00 91,95 59,88 96,65 96,75 93,66 99,88 2,64 96,78 90,75 100,00 98,47 23,77 99,82 87,77 92,32 76,42 100,00 93,61 93,61 96,66 96,66 99,78 99,77 99,78 90,48 90,48 70,04 70,04 98,59 96,17 99,67 0,00

32.843,33 24.393,49 6.870,84 1.429,00 183.809,94 42.087,67 73.211,17 2.344,51 62.166,59 4.386,57 798,87 3.587,70 209.544,97 291,90 3,20 180.133,12 19.316,75 5.168,94 5.008,94 278.539,78 222,42 3.504,89 42.895,49 227.636,98 0,00 4.318,38 3.811,36 507,02 133.143,07 37.473,05 95.670,02 0,00 5.835,16 5.835,16 3.352,14 3.352,14 612,00 48,00 564,00 97.170,22 97.170,22 10.727,54 10.727,54 3.387,48 111,10 776,38 100,00

11.637.000,00

15.142.145,48

2.637.335,25

14.326.981,87

2.727.344,65

14.169.205,96

100,00

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TRIBUNA DO VALE - EDIÇÃO Nº 2318 by Tribuna do Vale - Issuu