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Sabado e Domingo
28 E 29 DE JANEIRO DE 2017
ANO XXII - N0 3286 R$ 1,00
DIRETOR: BENEDITO FRANCISQUINI
www.tribunadovale.com.br
TRAJES
Juíza proíbe roupas curtas, decotes e transparências no Fórum de Cambará Antônio de Picolli
O entregador Vagner Santana só pôde entrar no Fórum de Cambará após retirar o boné
Quem precisar ir até o Fórum Cível de Cambará deve ficar atento aos trajes antes de sair de casa. Nesta semana a juíza e diretora do local Thais Terumi Oto, proibiu o uso de alguns trajes para frequentar o local. De acordo com a portaria 5/2017 está proibida a entrada de pessoas que estejam vestidas com trajes “incompatíveis com o decoro e a dignidade forenses’. Para as mulheres, está proibido: o uso de decotes profundos “a ponto de
deixar mais da metade do colo dos seios visíveis”; roupas com transparência a ponto de permitir entrever-se partes do corpo ou de peças íntimas; blusas sem alça; que deixem a barriga, ou mais de um terço das costas desnudas; shorts (mesmo que conjugado de meias calças), saia que não cubra pelo menos dois terços das coxas; chapéu, gorro, boina ou boné. Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) dis corda da medida.
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A-2 Opinião
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TRIBUNA DO VALE
O próximo passo, naturalmente, é a entrevista de emprego. É essencial preparar-se para ela, não apenas na aparência, mas também pesquisando sobre a empresa” Bernt Entschev
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Sabado e domingo, 28 e 29 de janeiro de 2017
Para alguns mais, para outros menos, é a história da natural e insuperável diversidade do homem. ”
A RTIGO
E DITORIAL “É golpe!” Meses depois do desfecho do processo de impeachment de Dilma Rousseff, os líderes petistas continuam classificando como golpe de Estado um processo realizado perfeitamente dentro da lei e conduzido de acordo com o rito prescrito pelo Supremo Tribunal Federal, e motivado por um crime de responsabilidade amplamente provado e sobre o qual não restam dúvidas. Mesmo assim, o petismo e seus militantes insistem na narrativa e ainda hoje reservam ao atual presidente, Michel Temer, termos como “golpista”, “ilegítimo” e “usurpador”.Ora, com golpistas sórdidos como os que tramaram o impeachment de Dilma Rousseff não se negocia, certo? A eles o PT deveria dedicar a mais firme rejeição, pois o impeachment não foi nada mais que a manifestação do ódio das elites contra uma presidente que, se “pedalou”, foi para ajudar os pobres, não é mesmo? Curiosamente, já em 2016 a prática petista contrariava o discurso. Nas eleições
Negociando com golpistas
de outubro do ano passado, o PT se coligou com “golpistas” em quase 2 mil dos 5,5 mil municípios brasileiros. O partido de Temer, o PMDB, foi parceiro dos petistas em quase 1,3 mil coligações para prefeito, mas ainda é possível justificar as decisões alegando que a legenda, apesar de ser a beneficiária maior do impeachment, nunca foi um bloco monolítico e abriga muitos defensores de Lula e Dilma; basta lembrar que o PMDB foi o responsável pelo absurdo fatiamento que cassou o mandato de Dilma, mas manteve seus direitos políticos. Mas o que dizer do fato de o PT ter se coligado com o PSDB e até mesmo com o Democratas em pouco mais de 700 municípios?Agora, com a proximidade das eleições para as presidências do Senado e da Câmara dos Deputados, em fevereiro, o PT volta a desmoralizar seu próprio discurso e se aproximar dos “golpistas”. No Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) assumiu o favoritismo para suceder Renan Calheiros e, se há senadores
C HARGE
petistas que defendem uma composição com o PMDB, outros rejeitam a hipótese de apoiar alguém que votou pela cassação de Dilma em agosto. Os petistas que defendem a aliança argumentam que Oliveira é próximo do ex-presidente Lula e ajudou Dilma ao se abster na votação sobre a manutenção de seus direitos políticos.O mesmo não se pode dizer de Rodrigo Maia (DEM-RJ), o deputado que pretende se manter na presidência da Câmara. Seu partido sempre foi oposição aos governos petistas e esteve na linha de frente do impeachment. Mesmo assim, o PT negocia apoio a Maia – com autorização de ninguém mais, ninguém menos que o próprio Lula. Como se não bastasse, os petistas ainda consideram a possibilidade de apoiar um dos candidatos do “Centrão”, Jovair Arantes (PTB-GO), o relator do impeachment de Dilma na Câmara. O lançamento da candidatura de Arantes, na semana passada, foi prestigiado pelo líder do
Amadeu Roberto Garrido de Paula
PT na casa, Carlos Zarattini. Isso tudo apesar de haver uma candidatura de esquerda, a do pedetista André Figueiredo.A avaliação do partido é a de que o PT não pode ficar de fora da divisão de cargos feita entre os partidos que integram a chapa vencedora. Em 2015, o PT lançou Arlindo Chinaglia para enfrentar Eduardo Cunha na Câmara, perdeu e ficou de mãos abanando. Ou seja, algumas secretarias na Mesa Diretora e a presidência de comissões valem mais que a coerência. É o tipo de atitude que políticos hipócritas adotam s em o menor problema, e eles não terão vergonha nenhuma de voltar a repetir as mesmas palavras de ordem no futuro. D i f í c i l vai ser explicar isso para a m i l it â n c i a qu e c on f i a no que seus líderes dizem e vai às ruas chamar Temer de “golpista” enquanto, em Brasília, as “vítimas” se dispõem a abraçar os “algozes” com a bênção da “alma mais honesta do país”.
chargeonline.com.br
A RTIGO Bernt Entschev
Aumente suas chances de recolocação no mercado O ano de 2016 foi difícil e muitos perderam os empregos. Em 2017, a busca por recolocação deve naturalmente ser bastante competitiva. E ainda há muitas incertezas. Então, como aumentar suas chances?Há dois perfis profissionais. Primeiro, os mais jovens e inexperientes, que não conseguem comprovar por meio do currículo suas aptidões e potencial para realizar as funções almejadas. Nesses casos, é interessante concentrar-se no currículo, destacar as atividades realizadas na instituição de ensino. Com um bom currículo, é hora de distribuí-lo adequadamente. Pesquise na internet empresas da área de interesse e encontre o ícone “Trabalhe Conosco” ou similar. Ali é possível verificar a existência de vagas em aberto e enviar currículos. Não esqueça das agências de empregos, elas também têm vagas disponíveis. Já para o profissional maduro, o que vale são as expe-
riências acumuladas. Então, é preciso demonstrar o que foi capaz de fazer, sua bagagem profissional e as habilidades que possui. Principalmente, o que pode fazer daqui para frente. Demonstrar conhecimento e que aceita novos projetos também é importante. Ou seja, a organização precisa perceber com clareza como o candidato poderá colaborar no alcance dos objetivos propostos. Para os dois perfis, vale um raciocínio um tanto óbvio, mas que, muitas vezes, é deixado de lado: o profissional precisa produzir mais do que o valor que recebe. Ele precisa trazer lucro para a empresa. Demonstrar como fará isso é um fator decisivo na hora da contratação. A procura pelo novo emprego deve ser levada muito a sério. Sugiro fazer uma relação das empresas que podem ser contatadas. Onde estão as vagas na sua área de atuação? Quem está contratando? Quais empresas demonstram um crescimento no mercado? Antes de procurar
TRIBUNA DO VALE
O Diário da nossa região - Fundado em agosto de 1995 Editora Tribuna do Vale LTDA CNPJ 01.037.108/0001-11 Matriz: Mário Marques Marcondes, 38 Vila Claro - Santo Antônio da Platina, PR Fone/Fax: 43 3534 . 4114
Amadeu Roberto Garrido de Paula
Diretor Responsável Benedito Francisquini - MTB 262/PR tribunadovale@tribunadovale.com.br tribunadovale@uol.com.br
essas organizações, pense se existe alguém do seu network que possa ajudar nesse contato. Peça ajuda. Utilize as redes sociais com inteligência. O primeiro passo é ter perfis coerentes em todas as suas redes sociais. Eles devem mostrar a mesma pessoa, com as mesmas opiniões e valores. Pense: “como quero ser percebido pelos outros?”. Especialmente no LinkedIn, aproveite para dizer que está em busca de novas oportunidades e em que área. Afinal, as pessoas precisam saber disso. Utilizar uma boa foto de perfil, de acordo com o dress code de sua profissão também é um fator positivo. Pesquisas demonstram que os perfis com fotos são mais considerados. Participe, ainda, de grupos de interesse profissional, tanto no Facebook quanto no LinkedIn. Existem os mais variados, com pessoas que sempre têm algo em comum e costumam trocar indicações para vagas. Também vale pesquisar as
vagas abertas que são postadas nas redes e enviar sua apresentação. Aliás, aqui cabe uma orientação: cuide do que publica na sua rede social. Ela provavelmente vai ser fonte de pesquisa para um futuro empregador. Outros conselhos que cabem especialmente para os jovens – nada de fazer apologia ao álcool ou às drogas, evite comentários preconceituosos ou fotos em situações que possam comprometer sua imagem profissional. O próximo passo, naturalmente, é a entrevista de emprego. É essencial preparar-se para ela, não apenas na aparência, mas também pesquisando sobre a empresa. Pense em boas respostas para as questões e elabore perguntas que demonstrem interesse em saber mais sobre a organização e a função a ser desempenhada. Cuide para que sua imagem seja compatível com o emprego que deseja. Demonstre confiança. Seu novo emprego virá em breve.
Representação: MERCONET Representação de Veículos de Comunicação LTDA Rua Dep. Atílio de A. Barbosa, 76 conj. 03 - Boa Vista - Curitiba PR Fone: 41-3079-4666 ¦ Fax: 41-3079-3633 Vendas Assinatura Anual R$ 200,00 Semestral R$ 100,00
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Cidade Branca Nem grafitada, nem cinza, tampouco com pichações que refletem cérebros corrompidos. Branca como é, ou como um dia será, a alma de todos seus moradores. Não só os espaços públicos. Também as casas dos industriários, dos comerciários, dos operadores dos serviços, dos médicos, advogados, jornalistas, empresários, políticos, prostitutas, proxenetas, estelionatários. Todos a demonstrar que somos todos amantes da paz, ainda que longínqua. Lembrem-se dos “pueblos blancos” da Andaluzia e de seus intermináveis olivais, que não são latifúndios e não têm cerca, admirável contraste da natureza e compreensão entre os homens. Motoristas de táxi adquirem pedacinhos de plantações e não precisam cercá-los, todos respeitam o que é próprio e alheio, tudo é de todos nós. Para alguns mais, para outros menos, é a história da natural e insuperável diversidade do homem. Essa representação coletiva é o branco. Se há algo transcendental, é a arte. Para uns, uma imagem de grafite, uma tela, um romance, um conto, um poema, crava-se profundamente em sua sensibilidade. Para outros nada diz. Se uma obra escrita nada lhe diz, deixe-a, dizia Borges. A arte só pode complementá-lo e fazê-lo mais humano, mais você mesmo e mais o outro. Leva-o, muitas vezes, a por as meias entre as botas e meter os pés no barro (Witman). Reversamente, pode deprimi-lo. Segue-se que a arte é a arte do observador. As garras apreensoras da razão e do sentimento de cada um é seu dono, não a produção ou o objeto em si. Sob tal aspecto parece-nos infértil contestar Kant, Schopenhauer e outros. Somente o branco, diáfano, cria a cidade de todos, dos paulistanos de origem, paulistas, essa massa heroica de nordestinos, negros, imigrantes europeus, asiáticos. Se ainda não geramos o mínimo de igualdade econômica e justiça social, deixemos que nosso inconsciente coletivo, no mínimo, se guie por essa imagem primeva da igualdade e da paz.O preenchimento dos espaços públicos por um artista grafiteiro, por mais genial que possa ser observado pela crítica, não é democrático. Um só observador, ou alguns, quem as pinturas provoquem o nada ou o ruim, já justifica o argumento de desprestígio às liberdades democráticas. Ainda que se organize um concurso e os vencedores tenham redobradas razões para sê-lo, não há garantia alguma de que aqueles que, muitas vezes diariamente, passam por essas ruas, sejam amavelmente impressionados. Quadros que revelem a história da cidade não fariam mal, mas a reiteração diuturna dessa imagem face a nossas visões se tornam negativamente reiteradas. Melhor foram os painéis - não nos recordamos da gestão municipal montados sobre nossa história na Praça da Sé - junto a um público imenso - e nenhum vandalizado. Não posso, você também, ninguém pode, ser obrigado a enxergar todos os dias o mesmo trabalho artístico. Não só nós não o suportamos, como se trata de uma injustiça, uma desigualdade relativa aos demais trabalhadores da arte. Imaginem uma escola que nos obrigasse a ler, todos os dias, um só poema. Ou ler partes de uma peça teatral de Shakespeare. Para os que cruzam a Avenida 23 de maio às primeiras horas do dia, importa “Testemunhar a alvorada! A luz débil enfraquece a sombra diáfana e imensa, O ar tem um gosto bom para o meu paladar”. E os que retornam às suas casas exaustos das refregas, “Eu sou aquele que caminha com a noite que cresce brandamente, clamo à terra e ao mar, em parte abraçados pela noite” (Witman). Deixem-me fora da visão diária obrigatória, deixem-me usar meu chapéu como quero, dentro e fora de casa. Politicamente corretos dizem tratar-se de higienismo, subrepticiamente nazismo. Derrapagem. A arte imposta a milhões é que carrega o vírus das ditaduras, como as produções manipuladas pelo Estado todo poderoso em nossa história recente. Importa divulgar a cultura para todos e como um todo. A criação é boa ou ruim, não raro vem de subterrâneos divinos, da periferia, da zona leste, norte, oeste e sul, dos jardins que são jardins e dos jardins das profundezas de Santo Amaro. Todos os muros da cidade merecem o branco. E todas as casas. Anualmente repintadas com o barato cal, que repele o calor, como naqueles “pueblos”. Não por leis de força, mas premiais. E a cidade plena de centros culturais de todas as espécies e professores da arte postos à disposição do povo. Se creio, ainda, em São Paulo, tais considerações são parte de minha crença. Amadeu Roberto Garrido de Paula, é poeta e autor do livro Universo Invisível . Advogado e membro da Academia Latino-Americana de Ciências Humanas. Circulação: Abatiá ¦ Andirá ¦ Arapoti ¦ Bandeirantes ¦ Barra do Jacaré ¦Cambará ¦ Carlópolis ¦ Conselheiro Mairink ¦ Figueira¦Guapirama ¦ Ibaiti ¦ Itambaracá ¦ Jaboti ¦ Jacarezinho Jaguariaíva ¦ Japira ¦ Joaquim Távora ¦ Jundiaí do Sul ¦ Pinhalão ¦ Quatiguá ¦ Ribeirão Claro ¦ Ribeirão do Pinhal ¦ Salto do Itararé ¦Santana do Itararé ¦ Santo Antônio da Platina ¦ São José da Boa Vista ¦ Sengés ¦ Siqueira Campos ¦Tomazina ¦ Wenceslau Bráz
Filiado a Associação dos Jornais Diário do Interior do Paraná
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Política A-3
TRIBUNA DO VALE
Sabado e domingo, 28 e 29 de janeiro de 2017
Prefeito de Ribeirão Claro é eleito presidente da Amunorpi
NORTE PIONEIRO Eleição reuniu 20 dos 25 prefeitos da região; a maioria fala em resgatar a credibilidade
20 dos 25 prefeitos da Amunorpi participaram da reunião Da Redação
Eleito por aclamação, o prefeito de Ribeirão Claro, Mário Augusto Pereira assume a partir de fevereiro a presidência a Associação dos Municípios do Norte Pioneiro (Amunorpi). A data da posse ainda não foi definida. A eleição ocorreu na manhã de ontem, das 9h às 12 horas, na sede da Amunorpi, em Santo Antônio da Platina, e foi presidida pelo prefeito de Guapirama, Paulo de Oliveira.
Foto tradicional das eleições da Amunorpi com todos os presentes
Surpreendentemente, o evento reuniu, depois dos escândalos que a entidade enfrentou a partir de 2015, 20 dos 25 prefeitos da abrangência da associação, além de alguns vices. A chapa única denominada de Unidos pelo Norte Pioneiro foi praticamente montada na hora e ficou composta da seguinte maneira: presidente Mario Augusto Pereira, Ribeirão Claro; vice Joás Ferraz Michetti, de Santana do Itararé; 2º vice Valdir Garcia, de Figueira. Conselho Fiscal Efetivo:
José da Silva Coelho Neto, de Santo Antônio da Platina; Alex Sandro Domingues, de Conselheiro Mairinck e Vanderlei de Siqueira e Silva, de Jaboti. Conselho Fiscal suplentes ficou composto pelos prefeitos Walmir W. da Silva, de Japira; Josué Melo, de Quatiguá e Paulo Ferreira Amador de Wenceslau Braz. Até a noite de quinta-feira, a chapa tinha como candidato à presidência, o prefeito de Figueira, Valdir Garcia, que desistiu. Durante a
reunião, ele se desculpou pela desistência de última hora, dizendo que nesse momento prefere se dedicar integralmente ao seu município e que a entidade precisa de alguém que trabalhe arduamente para resgatar sua credibilidade e também que seja capaz de unir os prefeitos. A maioria dos prefeitos discursou antes da votação e praticamente todos falaram da necessidade da Amunorpi voltar a ser uma associação forte e representativa. Alguns
chegaram a lembrar que anos atrás, até deputados estaduais tinham interesse em eleger presidentes da Amunorpi e vez ou outra, um deles participava das reuniões. Depois do escândalo, nem os prefeitos mostraram interesse em frequentar a associação. A experiência de Mario Pereira em administração pública (ele já foi prefeito de Ribeirão Claro três vezes),foi uma de suas qualidades mais citadas, porém, o prefeito de Barra do Jacaré, Adalberto de
Freitas Aguiar, o Berano, se mostrou incomodado com a palavra Experiência. Segundo ele, esse não pode ser um fator decisivo para a escolha do presidente da Amunorpi. “Nada contra o prefeito Mario, mas inexperiência como prefeito não pode ser determinante em uma eleição”, desabafou. Os demais se desculparam e o vice eleito, Joás Michetti lembrou que ele também é prefeito pela primeira vez, mas o que está em jogo é o desafio. “Gosto de desafios”, comentou.
Planos do presidente Mario Augusto Pereira disse que ficou surpreso ao ouvir dizer que há muito tempo, as reuniões da associação não atraiam tantos prefeitos. “Eu não sabia disso, me surpreendi. Concordei em assumir a cabeça da chapa porque o Waldir desistiu. Na verdade, esse não é o melhor momento, porque o primeiro ano de mandato exige muito do prefeito, mas também já tenho algumas ideias para ajudar a região. Em minha pauta está a reivindicação da duplicação do trecho da BR 153 que abrange nossa região, porque ela é muito movimentada. Também pretendo retomar a luta para trazer ao Norte Pioneirouma faculdade de Medicina e
Presidente eleito Mario Augusto Pereira, de Ribeirão Claro
trabalhar para melhorar o atendimento à saúde de nossa população”, disse. O presidente eleito agradeceu a con-
O ex-prefeito de Tomazina e ex-presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Norte Pioneiro (Cisnorpi), Guilherme Saliba Costa, atual diretor do Cisnorpi, participou da reunião e pediu aos prefeitos presentes uma nova reunião no dia 10 de fevereiro para tratar sobre o
fiança depositada em seu trabalho e os demais componente da diretoria. Também pediu mais união e dedicação dos prefeitos
as causas regionais. “É preciso participar mais das reuniões. Tenho certeza que, se no passado, todos os prefeitos tivessem fre-
Hospital Regional
setor da saúde da região. “Nesse período, peço a vocês que não firmem convênio com nenhum hospital de fora da região. Quero apresentar um projeto para voltar a maioria dos atendimentos para o Hospital Regional, sediado em Santo Antônio da Platina, que vai reduzir custos com
quentado mais a associação e fiscalizassem melhor o seu andamento, muita coisa poderia ter sido evitada. Também quero ser acompanhado por outros prefeitos quando tiver alguma audiência com o governador. É preciso mostrar força e união”, concluiu. O vice Joás Michelli disse que ficou honrado por fazer parte da diretoria da Amunorpi. “É meu primeiro mandato, mas o ex-prefeito e presidente da Amunorpi, José Izac me informou tudo sobre o andamento da associação. Também não tenho problemas de ser vice. Fui vice quatro anos de José Izac e sempre nos demos muito bem. Foi um período de harmonia e respeito mutuo”, concluiu
viagens, desgaste de veículos e riscos com a estrada”, disse. No mesmo dia, Guilherme pretende levar os prefeitos para conhecer a Unidade de Tratamento Intensiva adulto, que foi construída anexa ao HR. Segundo ele, a UTI deve começar a funcionar em março.
A-4 Cidades
TRIBUNA DO VALE
Sabado e domingo, 28 e 29 de janeiro de 2017
Jacarezinho receberá projeto-piloto para controle do Aedes aegypti PREVENÇÃO Esterilização do mosquito reduz incidência em 90% Da Redação
Com um dos maiores índices de infestação do Paraná, Jacarezinho foi escolhida para receber um projeto-piloto de um programa inédito desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a empresa Forrest Innovations para produzir e soltar na natureza machos estéreis do mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como a dengue, zika e chikungunya. Com o projeto, a tendência é que haja a queda da incidência do mosquito em até 90%, reduzindo drasticamente a possibilidade de transmissão dessas doenças. Em visita ao prefeito Sérgio Eduardo Emygdio de Faria (Democratas), o gerente de projetos da Forrest, Joel Kriger explica que será instalado um laboratório móvel da empresa na unidade do Tecpar, em Jacarezinho, onde os mosquitos recolhidos no próprio Município serão reproduzidos e esterilizados, para posterior retorno à natureza. A Forrest Innovations é uma empresa de origem israelense que conta com uma unidade em fase de incubação na Incubadora do Tecpar em Araucária. O projeto-piloto, em princípio, seria implantado em Paranaguá e Maringá, mas como aqueles municípios receberam imunização por vacinação, houve a necessidade de alteração a fim de evitar interferências
nas avaliações dos resultados. Kriger, acompanhado de técnicos da Empresa e do gerente do Tecpar Jacarezinho, Luciano Bernardes, informou que o trabalho tem custo zero para o Município. “Precisamos apenas da autorização do chefe do Poder Executivo para instalar o laboratório móvel, composto por 9 contêineres com vedação tipo 2, ou seja, que não oferecem qualquer tipo de risco à população”, esclarece. Para a Empresa, o custo do projeto-piloto é de U$ 800 mil (oitocentos mil dólares). O Controle Natural de Vetores (CNV), baseado na criação de mosquitos machos estéreis que serão soltos na natureza, está em fase de licenciamento no IAP (Instituto Ambiental do Paraná) e poderá se iniciar no final do mês de fevereiro. “O projeto-piloto é uma exigência da Anvisa para o registro da patente naquela Agência”, informa Kriger. Os mosquitos estéreis competirão na natureza com os mosquitos selvagens, com a consequente redução da proliferação do mosquito, inclusive das fêmeas, que são as transmissoras das doenças. Conforme os resultados sejam positivos, a aplicação desta tecnologia será estendida a outros municípios paranaenses que sofrem com a presença da dengue, do Zika e do Chikungunya”, ressalta.
O prefeito Dr. Sérgio Farias com executivos da Forrest Innovations e o gerente do Tecpar Jacarezinho, Luciano Bernardes
No início do projeto é realizada a coleta de ovos do mosquito que não estejam contaminados. Depois, os mosquitos são levados para o laboratório, onde recebem uma alimentação com produtos que garantem 100% da sua esterilidade. Estéreis, os mosquitos são soltos no município em um voo rasante em um avião que vem dos EUA somente para o projeto-piloto. Dr. Sérgio mostra-se empolgado com a iniciativa, que realizará em paralelo um trabalho de conscientização nas escolas da cidade, além do treinamento das equipes de Saúde Pública com vídeos e materiais didáticos. “Temos que fazer nossa parte, mantendo limpos nossos quintais, eliminando focos do mosquito”, lembra o Prefeito. Tecpar O Tecpar é uma empre-
sa pública do Governo do Estado e tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira. Além disso, o instituto
FIM DE ANO
Acija entrega prêmios aos ganhadores da Campanha Natal de Luz de Jacarezinho Da Assessoria
Os consumidores premiados na Campanha Natal de Luz, do comércio de Jacarezinho receberam na manhã desta quinta-feira, dia 26, os prêmios sorteados no dia 14 de janeiro. Ao todo, mais de 80 mil cupons foram depositados nas ur nas. Cinco foram premiados. O prêmio principal, ou melhor, os prêmios, pois foi ne c e ss ár i o o u s o d e um caminhão p ara descarregá-los na casa da contemplada, saíram para uma estudante de 17 anos. Camila Tufanini Calegari, moradora do bairro Nova Alcântara recebeu em casa a mobília completa da casa, contendo um guarda roupa, uma cama box, uma cabeceira, uma TV 32 polegadas, um home theater, um jogo de sofá, um fogão, uma geladeira, um jogo de cozinha e uma mesa com cadeiras. A estudante depositou apenas um cupom na urna e foi sorteada entre os mais de 80 mil concorrentes. A mãe dela, Regina Calegari disse que a família nunca foi contemplada em nenhum sorteio. Parte dos móveis ela ainda não tinha ou iria trocar, como
atende demandas do Governo do Estado, sendo executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico. A Forrest Brasil Tecnologia, empresa que conta com uma aliança tecnológica com o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) no projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de controle natural do mosquito Aedes aegypti, é a mais nova ingressante na Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec). Conheça a Forrest Brasil Tecnologia: www.forrestinnovations.com/pt. Intec Empreendedores que queiram participar do programa de incubação do Tecpar podem fazer, ao longo do ano, a inscrição para concorrer a uma vaga em uma das duas unidades da Intec, em Curitiba
MARKETING
Sicredi é patrocinador oficial do Campeonato Paranaense 2017 Da Assessoria
Caminhão com prêmios contemplaram a estudante Camila Tufanini Calegari
foi o caso do jogo de cozinha, do conjunto cama
“
Muitos consumidores tiveram interesse em participar do sorteio dos prêmios, sobretudo do caminhão de prêmios”
b ox e d o h om e t h e at e r.
Os outros consumidores contemplados foram Maria Carolina Casa Grande, que gan hou uma moto 0k m; Paola R afaela Alcântara, contemplada com uma TV 40 polegadas; Rosana Aparecida Cardoso, ganhadora de dois tablets e Arnete Ferreira, de Joaquim Távora, que ganhou um telefone celular. O presidente da Acija, L a é rc i o Tab ord a , av a l i a que os resultados da campanha para o comércio de Jacarezinho foram muito b ons. “Muitos consumid ore s t i v e r a m i nt e re s s e em participar do sorteio dos prêmios, sobretudo do
caminhão de prêmios. O resultado mais importante da campanha é o incentivo ao consumidor e a parceria do empresário, que mostra a f orç a d o c om é rc i o d e Jacarezinho, que gera emprego e renda no próprio município”, comemora o presidente da Acija. Além de premiar os consumidores, a campanha Natal de Luz também premiou os vende dores. Nos cupons, o consumidor indicava o nome do vendedor que o atendeu. Ao s e r c onte mpl a d o, o s vendedores indicados ganharam prêmios de R$ 200 cada um.
e em Jacarezinho. São ofertadas vagas para a modalidade residente (quando a empresa fica nas dependências da Intec) e para a incubação não residente, quando o empresário não se instala na incubadora, mas conta com o apoio dos especialistas do instituto. Podem participar do processo de incubação pessoas físicas, como universitários, pesquisadores e empreendedores que tenham um negócio inovador, ou ainda pessoas jurídicas. Ao longo de 27 anos, a Intec já deu suporte tecnológico a mais de 100 negócios. No momento, nove empresas passam pelo programa de incubação: Beetech/Beenoculus, Werker, i9algo, Invento Engenharia, Vuk Personal Parts, Compracam, Provena, RR Import e Forrest Brasil Tecnologia.
O Campeonato Paranaense 2017, que começa no próximo domingo, 29 de janeiro, contará mais uma vez com o patrocínio do Sicredi. O formato da 103ª edição da competição segue o mesmo do ano passado, com um turno entre 12 times, quartas de final, semifinal e final, que está prevista para o dia 7 de maio. Disputam a competição Atlético-PR, Cascavel, Coritiba, Foz do Iguaçu, JMalucelli, Londrina, Paraná Clube, PSTC, Rio Branco e Toledo. Cianorte e Prudentópolis voltam à primeira divisão depois de conquistarem a vaga na disputa da segunda divisão em 2016. Em todos os jogos, a nova marca do Sicredi estará presente nos estádios. Recentemente remodelada, a apresentação do novo logotipo nos estádio é parte de uma série de ações de marketing que buscam apresentar a nova identidade visual da instituição. Os estádios também receberão outras ações promocionais e de ativação do Sicredi, que acredita no trabalho em equipe. “O futebol movimenta multidões e comprova que a coletividade é o melhor caminho para superar desafios e alcançar os sonhos. São valores que o Sicredi carrega, por esse motivo apoiamos diversos times e cam-
peonatos de futebol no Brasil”, destaca o gerente de marketing da Central Sicredi PR/SP/RJ, Rogério Leal. Além do apoio ao esporte no Paraná, a Copa São Paulo de Futebol Júnior, maior competição do gênero no Brasil, recebeu esse ano o patrocínio do Sicredi pela terceira vez. O torneio, que teve início no dia 3 de janeiro, terminou na quarta-feira (25 de janeiro), com a décima vitória do Corinthians, que venceu o Batatais por 2 a 1, no Estádio do Pacaembu.Neste ano, as cooperativas ligadas ao Sicredi mantiveram o patrocínio dos times do Toledo, Cascavel e o PSTC. O Operário Ferroviário, que estreia na divisão de acesso, também conta com o apoio Sicredi para disputar o campeonato. Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com. br.
Cidades A-5
TRIBUNA DO VALE
Sabado e domingo,28 e 29 de janeiro de 2017
Juíza proíbe roupas curtas, decotes e transparências no Fórum de Cambará PORTARIAMedida vale tanto para funcionários quanto para visitantes do local Dayse Miranda com Assessoria
Quem precisar ir até o Fórum Cível de Cambará deve ficar atento aos trajes antes de sair de casa. Nesta semana a juíza e diretora do local Thais Terumi Oto, proibiu o us o de alguns t raj es p ara f re quent ar o local. De acordo com a portaria 5/2017 está proibida a entrada de pessoas que estejam vestidas com trajes “incompatíveis com o decoro e a dignidade forenses’. Para as mulheres, está proibido: o uso de decotes profundos “a ponto de deixar mais da metade do colo dos seios visíveis”; roupas com transparência a ponto de permitir entrever-se partes do corpo ou de peças íntimas; blusas sem alça; que deixem a barriga, ou mais de um terço das costas desnudas; shorts (mesmo que conjugado de meias calças), saia que não cubra
pelo menos dois terços das coxas; chapéu, gorro, boina ou boné. A medida também serve para os homens e fica proibido: uso de camiseta regata; camiseta com gole “U” ou “V” que deixe mais da metade do tórax exposto; chapéu, gorro, boina ou boné. A verificação das vestimentas dos usuários fica sob responsabilidade do funcionário de uma empresa terceirizada, de segurança patrimonial que está prestando serviços no local. Portanto a pessoa que não cumprir com a determinação imposta na portaria, será impedida de ter acesso ao Fórum. Uma das pessoas que foi impedida de entrar no local foi o entregador Vagner Santana, que foi advertido logo na recepção pelo segurança por estar usando boné. Para ele a medida de austeridade
é desrespeitosa. “Eu tirei meu boné para ter acesso, inclusive parece que não pode nem entrar com bolsa, tem que deixar guardado em um armário. Não acho isso certo”, desaprovou Santana. A reportagem do Jornal Tribuna do Vale esteve no local para conversar com a juíza, mas ela estava em uma consulta médica e garantiu, por meio da sua assessoria que vai conversar sobre o assunto com a imprensa na segunda-feira, 30. OAB Para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Paraná, a medida é absolutamente discriminatória, especialmente considerando que a Cambará é uma cidade de clima quente e que nem mesmo o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR) adota tais regras. O presidente da seccional, advogado José Augusto Araújo de Noronha, aponta
REGIÃO
ainda que não é possível delegar ao vigilante da segurança terceirizada o papel de “medir” as reais dimensões dos decotes das advogadas e demais mulheres que vão ao fórum. “O ambiente forense já é re vestido de formalismo. Os próprios advogados pre s e r v am e ss a c u ltu r a . Entretanto, me parece abusivo impedir que pessoas do povo possam frequentar o fórum por não estarem trajados como a meritíssima juíza local entende como correto. Imaginemos o caos que seria cada juiz resolver limitar o acesso de acordo com suas próprias convicções pessoais acerca do tema. Poderíamos, por exemplo, ter uma pessoa ‘admitida’ no foro trabalhista, mas ‘vetada’ no foro da justiça estadual. Essas restrições criam um evidente ambiente discriminatório” afirma Noronha.
Antônio de Picolli
Santana só pode entrar no Fórum de Cambará após retirar o boné
COMBATE
Unimed Norte Pioneiro-PR conclui Levantamento sobre infestação do 1ª etapa do Segurança em Alta mosquito passa a ser obrigatório Das Agências
Unimed implanta programa para garantir segurança do paciente Da Assessoria
A qualidade assistencial tem sido uma das premissas mais consideradas pela diretoria executiva da Unimed Norte Pioneiro-PR. Em plena fase de implantação de processos, tecnologias e operações na cooperativa, a segurança do paciente que está sendo atendido por sua rede c re d e n c i a d a t om a lu g ar importante frente as decisões estratégicas. Com este olhar, a Unimed Norte Pioneiro-PR , com o apoio da Unimed Paraná, implantou o Programa Segurança em Alta, que vem ao encontro a algumas solicitações do programa de qualificação da operadora. “Em março de 2016, foi o primeiro e mais importante momento, no qual recrutamos os quatro hospitais de nossa área de ação que possuem maior número de atendimentos. São os de Jacarezinho, Santo Antônio da Platina e Bandeirantes. Em agosto, realizamos a apresentação do programa, bem como todo o seu desdobramento. Em setembro
e d e z e mbro, t i ve m o s a s formalizações seguidas da aplicação de questionário e visita diagnóstica, respectivamente. Em janeiro de 2017, passamos as devolutivas desta primeira visita, com a intenção de retratar
“
Com o apoio da Federação, nós vamos conseguir criar e gerenciar indicadores nestes hospitais, além do acompanhamento de protocolos e até mesmo estrutura.”
o cenário de cada prestador, clareando os pontos de atenção e melhoria para podermos desenvolver os planos de ação que começarão a ser implantados em março deste ano”, enfatizou a coordenadora de gestão de saúde, Dina Trindade. O acompanhamento
via Unimed Paraná, pelas áreas de qualidade e enfermagem também é o ponto chave para que a Unimed Norte Pioneiro-PR possa des envolver o programa com assertividade e integridade. Para a enfermeira, Mariella Patrial, o Segurança em Alta vem para contribuir de forma significativa na qualidade dos hospitais. “Com o apoio da Federação, nós vamos conseguir criar e gerenciar indicadores nestes hospitais, além do acompanhamento de protocolos e até mesmo estrutura. Não é somente os benef iciários que ganham, mas todos que fizerem uso do hospital. Além de tudo isso, após os 18 meses de andamento do programa, todos os hospitais participantes serão certificados de acordo com sua pontuação. Acreditamos que, desta forma, contribuiremos significativamente para o prest ador cons eguir sua própria acreditação. Neste jogo, todos ganham, principalmente o beneficiário”, finalizou.
Todos os municípios com mais de 2 mil imóveis terão que realizar o LIRAa. Medida tem como objetivo estimular os gestores locais a reforçar as ações de prevenção e controle ao mosquito O Levantamento Rápido do Índice de Infestação para Aedes aegypti (LIRAa), ferramenta criada para identificar os locais com focos do mosquito nos municípios, passa a ser obrigatório para todas as cidades com mais de 2 mil imóveis. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do mosquito Aedes aegypti. A portaria com a medida foi publicada, nesta sexta-feira (27), no Diário Oficial da União. Até então, o levantamento era feito a partir da adesão voluntária de municípios. A obrigatoriedade da realização do levantamento é uma proposta do ministro Ricardo Barros e foi acordada com estados e municípios durante a reunião da Co-
missão Intergestores Tripartite (CIT), realizada nesta semana. Os municípios que não realizarem o levantamento não receberão a segunda parcela do Piso Variável de Vigilância em Saúde, recurso extra que é utilizado exclusivamente para ações de combate ao mosquito. Em 2017, o Piso Variável de Vigilância em Saúde é R$ 152 milhões e será liberado aos gestores locais em duas etapas. Vale esclarecer que o repasse do Piso Fixo de Vigilância em Saúde não depende da realização do levantamento. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, Zika e chikungunya, e repassado mensalmente a estados e municípios. O Piso Fixo de Vigilância em Saúde cresceu 83% nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões para R$ 1,70 bilhão em 2016. Para 2017, a previsão é de o orçamento do piso fixo chegue a R$ 1,96 bilhão. Para municípios com menos de dois mil imóveis, o repasse do recurso extra dependerá da realização do Levantamento de Índice Amostral (LIA). As cidades sem infestação do mosquito de-
vem realizar monitoramento por ovitrampa ou larvitrampa. Excepcionalmente, serão consideradas as metodologias alternativas de levantamento de índices executados pelos municípios, desde que essas informações sejam repassadas ao Governo Federal. As metodologias alternativas são medidas utilizadas pelas vigilâncias locais para monitorar o nível de infestação do mosquito. No último LIRAa, realizado no segundo semestre de ano passado, 2.284 municípios participaram do levantamento, o que representa 62% das cidades com mais de 2 mil imóveis. Em comparação com 2015, houve um aumento de 27,3% em relação ao número de municípios participantes. Realizado em outubro e novembro deste ano, o levantamento é um instrumento fundamental para o controle do mosquito Aedes aegypti. Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os tipos de depósito onde as larvas foram encontradas e, consequentemente, priorizar as medidas mais adequadas para o controle do Aedes no município.
Sindicato Rural de Ribeirão do Pinhal EDITAL DE REGISTRO DE CHAPA Gestão: 16/03/2017 a 15/03/2020 Em cumprimento ao disposto no Estatuto desta entidade, comunico que foi registrada a chapa seguinte, como concorrente à eleição a que se refere o Edital de Convocação, publicado no dia 10 de janeiro de 2017 neste jornal. NOME DA CHAPA: “UNIÃO” Cargo
Nome do Candidato
Presidente
Ciro Tadeu Alcântara
1º Vice-presidente
Benedito Antonio da Silveira Pinto
2° Vice-presidente
Adenir Cândido Garcia
Secretário
Gilberto de Almeida Silva
Tesoureiro Suplentes de Diretoria
Francisco Wanderley Corrales Leonil Rodrigues de Oliveira André Ricardo Gatti Paiva Ayres Antoninho Gallina Ernesto Hauer Neto Antonio Cruz Cristina Maria Rego Hauer
Conselho Fiscal
Darci Amaro dos Santos João Antonio Gonçalves de Oliveira Luiz Rafael Guerra
Suplentes de Conselho Fiscal
Arealdo Martins Aroldo Karison Bordin Arthur Henrique Mezuran Santos
Delegado Representante
Ciro Tadeu Alcântara
Suplentes de Delegado Representante
Benedito Antonio da Silveira Pinto Adenir Cândido Garcia
O prazo para impugnação de candidaturas é de 05 (cinco) dias, a contar da publicação do presente aviso, conforme estabelece o Estatuto desta entidade. Ribeirão do Pinhal, 27 de janeiro de 2017. _______________________________________ Ciro Tadeu Alcântara Presidente do Sindicato Rural de Ribeirão do Pinhal
A-6 Agronegócio
TRIBUNA DO VALE
Sabado e domingo, 28 e 29 de janeiro de 2017
Paraná inicia colheita de safra recorde de grãos de verão
AGRONEGÓCIOSeab prevê que sejam colhidas 23,3 milhões de toneladas nesta safra 2016/17 volume 15% acima do mesmo período do ano passado Da Agência Estadual
O Paraná iniciou a colheita de uma safra recorde de grãos de verão, alavancada pelo desempenho das lavouras de soja, milho e feijão. A Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento prevê que sejam colhidas 23,3 milhões de toneladas nesta safra 2016/17 - volume 15% acima do mesmo período do ano passado, quando a colheita de verão rendeu um volume de 20,2 milhões de toneladas. “Apesar da economia desorganizada e o sentimento de desalento, o produtor investiu muito em tecnologia, porque tem a convicção do seu negócio, da sua atividade, que é a agricultura e a pecuária”, afirma o secretário Norberto Ortigara. “Com condições melhores de clima, o resultado é extremamente positivo, com expectativa de safra recorde”, diz.
Segundo ele, com o avanço e consolidação da colheita, a produtividade das lavouras p o de mel horar ainda mais. “Se houver bom clima durante o andamento das três safras cultivadas no Paraná, poderemos atingir o volume de 40 milhões de toneladas de grãos em 2017, o que será outra marca recorde”, disse Ortigara. Atuação do estado O s e cret ár io reiterou que esta pode ser a melhor safra dos últimos anos e atribuiu também ao conjunto de açõ es que vem sendo executadas pelo Estado, particularmente pela Secretaria da Agricultura e Abastecimento e empresas vinculadas. Ele citou como exemplo o programa de manejo integrado de solos e água, plantio direto com qualidade, capacitação técnica de produtores e técnicos, que proporciona um aprendizado do processo de inovação
Quinhentos mil hectares foram ocupados com o milho no Paraná
e modernização com a introdução de novas técnicas e o uso de novas máquinas. “São ações que alavancam o aumento da produtividade e facilitam o avanço do Paraná para a prática de uma agricultura de precisão no médio e longo prazo”, complementou.
Soja foi favorecida pelo clima
AEN
Produção de soja deverá atingir volume recorde de 18,3 milhões
A produção de soja deverá atingir volume recorde de 18,3 milhões, apontou levantamento do Deral, referente ao mês de janeiro deste ano. Se essa expectativa se confirmar a saf ra s erá 11% maior do que no ano passado, quando o volume colhido atingiu 16,5 milhões de toneladas. De acordo com o economista Marcelo Garrido, chefe da Conjuntura Agropecuária do Deral, a lavoura foi favorecida pelo clima bom, durante quase todo o ciclo de desenvolvimento da lavoura, e investimento do produtor em tecnologia. A col heit a come çou de forma um pouco lenta, porque o plantio no ano passado atrasou em função do clima frio na ép o c a. Mas a p ar t ir d a próxima semana, a tendência é de aceleração e muitas máquinas estarão em campo para a colheita em praticamente todo o Estado.
“O avanço da colheita p o derá re velar t amb ém uma produtividade acima da média estimada pelo Deral”, adiantou Garrido. Atualmente a produtividade prevista é de 3.497 kh/ha, 12% superior a do ano passado. At é a g o r a , c e r c a d e 14% d a pro dução a s er c ol h i d a j á foi ve nd i d a , ritmo mais lento que no ano passado, quando nessa mesma época 34% da safra já estava vendida. Segundo Garrido, o produtor está capitalizado e não está ansioso por vender antecipadamente. “Ele acredita que o preço ainda pode melhorar”, disse. Atualmente a saca de soja está sendo vendida em média, por R$ 67,00 no Paraná - 5,64% a menos que no mesmo período do ano passado quando a soja era vendida por R$ 71,00 a saca. Garrido alerta o produtor que este ano a conj u nt u r a e s t á d i f e re nt e , com prenúncio de excesso
AEN
de oferta e muita especulação com relação a perdas em lavouras de soja na Argentina. “Há uma superoferta de soja no mundo, sendo uma safra de 108 milhões de toneladas nos Estados Unidos e 103 milhões de toneladas no Brasil. Na Argentina, fala-se em perda de 5 milhões de toneladas de soja por causa de chuvas, mas isso ainda não foi confirmado”, completou. Por outro lado, há o risco de concentração da colheita de soja a partir de fevereiro. Segundo o t é c n i c o, c o m m e d o d e ocorrência de chuvas que podem provocar perdas na colheita, como aconteceu no ano passado, o produtor pode concentrar a colheita na primeira semana do mês de fevereiro, principalmente na região Oeste. Essa antecipação, com muito trabalho em determinado período, é sempre um risco para o produtor, explicou.
Para o diretor do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, Francisco Carlos Simioni, a safra paranaense chega em um bom momento e contribui para o Brasil alcançar o volume de produção de 215 milhões de toneladas, que
está sendo esperado. O Paraná, de acordo com Simioni, oferece ao mercado nacional e internacional produtos de qualidade e com preços competitivos. Por isso pode ser beneficiado pelo “efeito Trump” no mercado mundial, cujo impacto poderá favorecer o agrone-
gócio do Brasil e da América Latina. “Dependendo da habilidade de negociação das nossas lideranças, teremos oportunidades para a conquista de novos mercados, o que trará mais renda para os produtores rurais e para a movimentação da economia como um todo”, afirmou.
Primeira safra de milho deverá ser 33% maior
O Paraná planta todo ano duas safras de milho, a de verão e a segunda safra. A primeira safra de milho, também com bom desempenho, está bem no inicio da colheita, com menos de 1% da área colhida. Foram plantados cerca de 500 mil hectares, área 21% maior que no ano passado e a produção poderá alcançar 4,4 milhões de toneladas, volume 33% maior que no ano passado. A segunda safra de milho, que já está em 4% plantada, tem a expectativa de atingir uma área recorde, com 2,3 milhões de hectares, e volume de produção também recorde, de 13,5 milhões de toneladas. É esperado que a colheita da primeira safra
se acelere nas próximas semanas, cujo ciclo também sofreu atraso no plantio por causa do clima frio, exatamente como aconteceu com a soja, explicou Edmar Gervásio, do Deral. A comercialização está fraca este ano, com preços menores, abaixo do que o produtor esperava. Segundo o Deral, a saca de milho está sendo comercializada, em média, por R$ 26,00, que corresponde a uma queda de 13,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a saca de milho era vendida por R$ 30,00. Segundo Gervásio, com a perspectiva de chegar muito milho no mercado a ten-
dência dos preços é caírem ainda mais com o avanço da colheita. “O produtor está com expectativa de obter um preço melhor, mas por enquanto a tendência não aponta para isso”, alertou. O técnico lembra que deverá haver safra cheia em todo País, este ano, que vai levar a uma recomposição dos estoques de milho, de 20 milhões de toneladas no Brasil, dos quais três milhões de toneladas no Paraná. Além disso, a expectativa é de recuperação e normalização no abastecimento e na oferta de milho, o que deverá pressionar ainda mais os preços em torno do preço mínimo do grão que é de R$ 19,21 a saca/60 kg.
Safra de feijão está boa no Paraná e no Brasil
Como os demais grãos, a safra de feijão também está boa no Paraná e em todo o País. Com oferta maior no mercado e colheita acelerada nos estados produtores de Goiás e Minas Gerais, os preços do feijão já estão caindo no mercado. Se no ano passado, a vez foi do produtor de feijão, cujos preços atingiu o pico de R$ 378,13 a saca para o feijão de cor no mês de junho, agora chega a vez do consumidor que já está comprando feijão mais barato no mercado, disse o economista do Deral, Methódio Groxco. A primeira safra de feijão foi plantada numa área de 198 mil hectares. Cerca de 74% da área já está colhida, apontando para uma produção de 350 mil toneladas, que corresponde a um aumento
de 19% em relação ao volume colhido no ano passado. Segundo Groxco, cerca de 80% das lavouras de feijão estão em boas condições e o feijão que está sendo colhido é de boa qualidade. A segunda safra de feijão, já está com 24% da área prevista plantada. Deverá ser plantado um total de 218,4 mil hectares - 7% acima do plantio realizado no ano passado. A produção esperada para a segunda safra aponta para 405,5 mil toneladas, volume 36% maior que em igual período do ano passado. No Brasil, o cenário também é de super oferta. O volume de feijão no País deverá atingir 3,5 milhões de toneladas para um consumo aproximado de 3,2 milhões
de toneladas. O preço do feijão de cor já caiu 38%. Em janeiro do ano passado, a saca de 60/kg do feijão de cor era vendida por R$ 172,00 e este ano, no mesmo mês, está sendo vendida por R$ 107,00. Já o feijão preto, ao contrário do de cor, subiu de preço. No ano passado era vendido por R$ 134,00 a saca e este ano, a R$ 151,00 a saca, um aumento d e 12,68%. Groxco alertou, no entanto, para uma mudança nesse cenário, onde os preços estão em queda por causa do baixo consumo de feijão nessa época de férias escolares. Ele acredita que com o reinício das aulas, deverá haver aumento no consumo de feijão novamente.
Atas & Editais A-7
TRIBUNA DO VALE
Sabado e domingo, 28 e 29 de janeiro de 2017 MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ
MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ
RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DEMONSTRATIVO DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO DOS RESTOS A PAGAR ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL
2016
Página: 1 /1
RREO – Anexo 13 (Lei nº 11.079, de 30.12.2004, arts. 22, 25 e 28) SALDO TOTAL EM 31 DE DEZEMBRO DO EXERCÍCIO ANTERIOR (a)
ESPECIFICAÇÃO
TOTAL DE ATIVOS
Página: 1 /
2
RGF - ANEXO 6 (LRF, art. 55, inciso III, alínea "b")
SALDO TOTAL
REGISTROS EFETUADOS EM 2016 No bimestre
(c) = (a + b)
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Ativos Contabilizados na SPE
0,00
0,00
0,00
0,00
Contrapartida para Provisões de PPP
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Contrapartida para Ativos da SPE
0,00
0,00
0,00
0,00
Provisões de PPP
0,00
0,00
0,00
0,00
GARANTIAS DE PPP (II)
0,00
0,00
0,00
0,00
SALDO LÍQUIDO DE PASSIVOS DE PPP (III) = (I – II)
0,00
0,00
0,00
0,00
PASSIVOS CONTINGENTES
0,00
0,00
0,00
0,00
Contraprestações Futuras
0,00
0,00
0,00
0,00
Riscos Não Provisionados
0,00
0,00
0,00
0,00
Outros Passivos Contingentes
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Serviços Futuros
0,00
0,00
0,00
0,00
Outros Ativos Contingentes
0,00
0,00
0,00
0,00
EXERCÍCIO ANTERIOR
EXERCÍCIO CORRENTE (EC)
2017
2018
2019
2020
2021
2022
De Exercício Anteriores
0,00
Obrigações Não Relacionadas a Serviços
ATIVOS CONTINGENTES
Liquidados e Não Pagos
DESTINAÇÃO DE RECURSOS
Direitos Futuros
TOTAL DE PASSIVOS (I)
DISPONIBILIDADE DE CAIXA LÍQUIDA (ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS DO EXERCÍCIO)
RESTOS A PAGAR
Até o bimestre (b)
0,00
DESPESAS DE PPP
01/2016 À 12/2016
R$ 1,00
2023
2024
2025
Empenhados e Não Liquidados De Exercício Anteriores
Do Exercício
Do Exercício
EMPENHOS NÃO LIQUIDADOS CANCELADOS (NÃO INSCRITOS POR INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA)
Compensação entre Regimes Previdenciários
0,00
0,00
0,00
0,00
514,24
0,00
Transferências Lei 9615/98
0,00
0,00
0,00
0,00
994,31
0,00
Bloco de Financiamento da Gestão do Programa Bolsa família e Cadastro Único - Portaria
0,00
0,00
0,00
0,00
10.753,99
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais -Detran
0,00
0,00
0,00
0,00
420,61
0,00
Componente para Qualificação da Gestão - SUAS
0,00
0,00
0,00
0,00
3.059,77
0,00
Bloco de Financiamento da Proteção Social Básica - SUAS
0,00
0,00
0,00
0,00
41.196,52
0,00
Receitas de alienação de Ativos da Saúde/Indenização de Sinistros
0,00
0,00
0,00
0,00
2.026,51
0,00
CIDE (Lei 10866/04, art. 1ºB)
0,00
0,00
0,00
0,00
2.674,34
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais -PSF Estadual
0,00
0,00
0,00
0,00
4.099,08
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais - SEAB - LEITE FAMILIAR
0,00
0,00
0,00
0,00
820,00
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estadual - CONV. CALÇADAS PARANÁ
0,00
0,00
0,00
0,00
(28.852,15)
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais - MINISTERIO DA PESCA
0,00
0,00
0,00
0,00
6.556,27
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
0,00
0,00
0,00
0,00
24.260,76
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
0,00
0,00
0,00
0,00
3.669,57
0,00
Saúde - Receitas Vinculadas (E.C. 29/00 - 15%)
0,00
0,00
0,00
0,00
197.418,01
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
0,00
0,00
0,00
0,00
188,44
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais - IGD BF
0,00
0,00
0,00
0,00
3.519,60
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais - Sist Abast de Agua
0,00
0,00
0,00
0,00
3.771,40
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais
0,00
0,00
0,00
0,00
15,54
Transferências Voluntárias Públicas Federais - IGD SUAS
0,00
0,00
0,00
0,00
2.341,11
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
904,88
0,00
0,00
Do Ente Federado (IV)
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Das Estatais Não-dependentes
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais- Res solidos
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais- Conv Rec Vias Urbanas
0,00
0,00
0,00
0,00
4.603,07
0,00
11.611.537,32
13.310.777,01
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estadual - PEDRAS IRREGULAR -
0,00
0,00
0,00
0,00
17.907,86
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais
0,00
0,00
0,00
0,00
17.028,73
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
0,00
0,00
0,00
0,00
126.002,87
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
0,00
0,00
0,00
0,00
81.012,76
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
0,00
0,00
0,00
0,00
6.683,37
0,00
Retenções em Caráter Consignatário
0,00
0,00
0,00
0,00
634,60
0,00
TOTAL DAS DESPESAS RECEITA CORRENTE LÍQUIDA (RCL) (V) TOTAL DAS DESPESAS / RCL (%) (VI) = (IV) / (V)
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Nota:
MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL Página: 1 / 2
JANEIRO A DEZEMBRO DE 2016 ADCT. Art. 77 - Anexo XVI
RECEITAS PARA APURAÇÃO DA APLICAÇÃO EM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE
Previsão inicial
RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA (I)
RECEITAS REALIZADAS
Previsão atualizada (a)
239.384,00
Até o bimestre (b)
392.600,88
% (b/a)
408.563,87
104,07
Transferências Voluntárias Públicas Federais - UNIDADE. BASICA SAÚDE
0,00
0,00
0,00
0,00
1.165,44
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais- CONST. PRAÇAS PÚBLICAS
0,00
0,00
0,00
0,00
169.021,40
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais -Academia Saude
0,00
0,00
0,00
0,00
9.408,88
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais
0,00
0,00
0,00
0,00
16.522,02
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais-PBV- II
0,00
0,00
0,00
0,00
1.005,09
0,00
Fundeb 40%
0,00
0,00
0,00
0,00
(1.593,11)
0,00
5% sobre Transferências Constitucionais FUNDEB
0,00
0,00
0,00
0,00
18.725,39
0,00
CONVENIO APOIO A CRECHES - FR 100
0,00
0,00
0,00
0,00
12.561,10
0,00
Taxas - Exercício Poder de Polícia
0,00
0,00
0,00
0,00
3.574,65
0,00
Fundeb 60%
0,00
0,00
0,00
0,00
28.405,13
0,00
Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU
55.268,00
55.268,00
32.076,45
58,04
Imposto sobre Transmissão de Bens Intervivos - ITBI
55.550,00
127.892,14
110.233,90
86,19
Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS
59.516,00
108.898,09
152.150,28
139,72
Taxas - Prestação de Serviços
0,00
0,00
0,00
0,00
6.692,55
0,00
Imposto de Renda Retido na Fonte - IRRF
63.800,00
93.260,48
107.363,44
115,12
Outros Royalties e Compensações Financeiras e Patrimoniais não Previdenciárias
150,00
150,00
263,34
175,56
0,00
0,00
0,00
0,00
20.025,81
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais -Merenda esc
0,00
0,00
0,00
0,00
1.531,81
Multas, Juros de Mora e Outros Encargos dos Impostos Dívida Ativa dos Impostos
4.000,00
Cota-Parte FPM
87,53
1.474,32
1.524,08
103,38
Receitas de Alienações de Ativos
0,00
0,00
0,00
0,00
1.689,00
0,00
13.218.217,51
12.062.585,96
91,26
Convênio Brasil Carinhoso - FR 106
0,00
0,00
0,00
0,00
10.952,29
0,00
8.700.000,00
8.700.000,00
8.372.755,87
96,24
Salário-Educação
0,00
0,00
0,00
0,00
13.714,92
0,00
Cota-Parte ITR
5.657,85
0,00
4.952,38
1.100,00 12.916.000,00
Multas, Juros de Mora e Outros Encargos da Dívida Ativa RECEITA DE TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (II)
23.687,29
296,09
Cota-Parte IPVA
250.000,00
329.117,51
197.950,94
60,15
Vigilância em Saúde
0,00
0,00
0,00
0,00
10.116,70
0,00
Cota-Parte ICMS
3.850.000,00
8.000,00
4.073.100,00
3.396.213,73
83,38
Assistência Farmacéutica
0,00
0,00
0,00
0,00
10.432,86
0,00
58.000,00
58.000,00
46.267,55
79,77
Demais Impostos Vinculados à Educação Básica
0,00
0,00
0,00
0,00
163.117,54
0,00
50.000,00
50.000,00
25.710,58
51,42
VIGIASUS- BLVGS - PFVS - FR 499
0,00
111.649,06
0,00
Alienação de Ativos/Indenização de Sinistros -Educação
Cota-Parte IPI-Exportação Compensações Financeiras Provenientes de Impostos e Transferências Constitucionais Desoneração ICMS (LC 87/96)
50.000,00
50.000,00
25.710,58
51,42
0,00
0,00
0,00
0,00
13.155.384,00
13.610.818,39
12.471.149,83
91,63
Outras TOTAL DAS RECEITAS PARA APURAÇÃO DA APLICAÇÃO EM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (III) = I + II
8.000,00
0,00 DE BARRA 0,00 DO JACARÉ 0,00 MUNICÍPIO 0,00 0,00 0,00 RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL 0,00 0,00 DEMONSTRATIVO DOS 0,00 RESTOS A PAGAR 0,00 0,00 ORÇAMENTO FISCAL E DA0,00 SEGURIDADE SOCIAL 0,00 0,00 0,00 01/2016 À 12/2016
Transferências Voluntárias Públicas Federais - Conv. Escola - FR 118 Atenção Básica Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DA SAÚDE TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE-SUS
473.000,00
Provenientes da União
Até o bimestre (d)
787.040,72
% (d/c) x100
995.001,36 636.686,32
139,93
314.040,72
340.546,72
108,44
Provenientes de Outros Municípios
0,00
Outras Receitas do SUS TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS
0,00
0,00
0,00
18.000,00
18.000,00
17.768,32
98,71
3.000,00
126.567,56
7.353,77
5,81
0,00
0,00
0,00
0,00
RECEITAS DE OPERAÇÕES DE CRÉDITO VINCULADAS À SAÚDE OUTRAS RECEITAS PARA FINANCIAMENTO DA SAÚDE
32.000,00
43.339,08
42.798,77
98,75
508.000,00
956.947,36
1.045.153,90
109,22
Dotação inicial
DESPESAS CORRENTES
Dotação atualizada (e)
% (f/e) x100
Até o bimestre (f)
Liquidadas até o bimestre (g)
% (g/e) x100
Inscritas em restos a pagar não processados
0,00
1.126,32
0,00
0,00
16.656,96
0,00
0,00
Pessoal e encargos sociais
779.700,00
1.235.627,38
1.132.400,48
91,65
1.132.400,48
91,65
0,00
Juros e encargos da dívida
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
814.172,91
0,00
39.941,89
60.400,00
545.255,84
0,00
0,00
0,00
0,00
1.800,00
0,00
0,00
0,00
507,89
0,00
0,00
0,00
0,00
5.724,38
Fundeb 40% 5% sobre Transferências Constitucionais FUNDEB Fundeb 60%
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
16.638,21
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
4.567,54
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
4.946,47
89,48
0,00
0,00
1.446,37
3.107,74
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
360,00
0,00
0,00
4.320,14
84,73
1.740.247,49
84,29
8.994,68
208.346,63
47,74
206.546,63
47,32
1.800,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais -Merenda esc
0,00
234.000,00
436.445,75
208.346,63
47,74
206.546,63
47,32
1.800,00
Convênio Brasil Carinhoso - FR 106
0,00
0,00
77,87
0,00
0,00
0,00
Vigilância em Saúde
0,00
2.859,08
0,00
0,00
0,00
0,00
VIGIASUS- BLVGS - PFVS - FR 499
0,00
0,00
0,00
8.010,00
0,00
0,00
633,61
0,00
705.746,65
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
2.749.957,60
3.736.564,88
3.089.989,28
82,70
3.079.194,60
82,41
10.794,68
Dotação inicial
Dotação atualizada
Até o bimestre (h)
% (h/V)
Liquidadas até o bimestre (i)
3.865,76
3.283,70
0,00
0,00
0,00
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estadual - CONV. CALÇADAS PARANÁ
0,00
28.852,15
0,00
0,00
0,00
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
0,00
497,91
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
22.375,37
0,00
20.871,42
0,00
0,00
Atenção Básica
% (i/V)
Inscritas em restos a pagar não processados
(-)DESPESAS COM INATIVOS E PENSIONISTAS
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
DESPESA COM ASSISTÊNCIA À SAÚDE QUE NÃO ATENDE AO PRINCÍPIO DE ACESSO UNIVERSAL
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
498.000,00
1.263.403,28
868.676,89
28,11
858.866,89
27,89
9.810,00
Saúde - Receitas Vinculadas (E.C. 29/00 - 15%)
476.000,00
825.995,53
8.010,00
671.243,11
21,72
663.233,11
21,54
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
22.000,00
437.407,75
197.433,78
6,39
195.633,78
6,35
1.800,00
OUTRAS AÇÕES E SERVIÇOS NÃO COMPUTADOS
0,00
0,00
1.106,60
0,04
1.106,60
0,04
0,00
(-)RESTO A PAGAR NÃO PROCESSADOS INSCRITOS INDEVIDAMENTE NO EXERCÍCIO SEM DISPONIBILIDADE FINANCEIRA
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Página: 2 / 0,00 2
859.973,49
27,93
9.810,00
2.219.221,11
72,07
Recursos de operações de crédito
MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ 0,00 0,00
DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA
0,00 0,00 DESPESAS CUSTEADAS COM RECURSOS VINCULADOS À PARCELA DO DEMONSTRATIVO DAS RECEITAS E DESPESAS COM AÇÕES E0,00 SERVIÇOS0,00 PÚBLICOS PERCENTUAL MÍNIMO QUE NÃO FOI APLICADA EM AÇÕES E SERVIÇOS DE SAÚDE EM EXERCÍCIOS ANTERIORES ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL 0,00 0,00 0,00 0,00 SUPERÁVIT FINANCEIRO DE EXERCÍCIO ANTERIOR NÃO APLICADO EM AÇÕES JANEIRO A DEZEMBRO DE 2016 E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE 498.000,00
1.263.403,28
869.783,49
28,15
0,00 DE SAÚDE
0,00
5.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
453,41
8.901,92
691,00
584,68
0,00
0,00
TOTAL DOS RECURSOS NÃO VINCULADOS (II)
67.681,05
166.848,01
746.906,89
91.666,10
545.255,84
4.320,14
TOTAL (III) = (I + II)
67.681,05
166.848,01
746.906,89
91.666,10
1.359.428,75
4.320,14
MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL DEMONSTRATIVO SIMPLIFICADO DO RELATÓRIO DE GESTÃO FISCAL ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL Página: 1 / 1
JANEIRO A DEZEMBRO DE 2016 LRF, Art. 48 - Anexo VII DESPESA COM PESSOAL
TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE (VI) = (IV - V)
2.220.205,79
71,85
PERCENTUAL DE APLICAÇÃO EM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE SOBRE A RECEITA DE IMPOSTOS LÍQUIDA E TRANSFERÊNCIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS (VII%) = (VI(h ou i) / IIIb x 100) - LIMITE CONSTITUCIONAL
17,80
VALOR 6.944.955,07
52,18
Limite máximo (incisos I, II e III, art. 20 da LRF )
7.187.819,59
54,00
Limite prudencial (§ único, art. 22 da LRF)
6.828.428,61
51,30
CONTROLE DE RESTOS A PAGAR INSCRITOS EM EXERCÍCIOS ANTERIORES VINCULADOS A SAÚDE
Inscritos em
Limite definido por resolução do senado federal
0,00 GARANTIA DE VALORES
Cancelados em
0,00
Dotação atualizada
Até o bimestre (l)
% (l/total l)
Limite definido por resolução do senado federal
OPERAÇÕES DE CRÉDITO
Liquidadas até % (m/total Inscritas em restos o bimestre (m) m) a pagar não processados
3.132.130,52
2.498.580,33
80,83
2.488.370,33
80,79
10.210,00
Assistência hospitalar e ambulatorial
250.000,00
165.000,00
154.279,71
4,99
153.695,03
4,99
584,68
Suporte profilático e terapêutico
250.000,00
275.000,00
274.986,73
8,90
274.986,73
8,93
0,00
71.000,00
164.434,36
162.142,51
5,25
162.142,51
5,26
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Vigilância sanitária Vigilância epidemiológica
0,00
Alimentação e nutrição Outras subfunções TOTAL
0,00
0,00
0,00
0,00
VALOR
0,00
10.500,00
992,18
0,03
992,18
0,03
0,00
3.747.064,88
3.090.981,46
100,00
3.080.186,78
100,00
10.794,68
0,00
0,00
0,00
2.928.370,94
22,00
VALOR
% SOBRE A RCL
Operações de crédito internas e externas
0,00
Operações de crédito por antecipação da receita Limite definido pelo senado federal para operações de crédito internas e externas Limite definido pelo senado federal para operações de crédito por antecipação da receita
0,00
0,00
0,00
2.129.724,32
16,00
931.754,39
RESTO A PAGAR
INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS
0,00
10.500,00 2.760.457,60
0,00
% SOBRE A RCL
Total das garantias de valores
0,00
2.178.957,60
Atenção básica
% SOBRE A RCL 0,00
DESPESAS EXECUTADAS Dotação inicial
VALOR
Dívida consolidada líquida
RESTOS A PAGAR
RESTOS A PAGAR DE DESPESAS PRÓPRIAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE
% SOBRE A RCL
Despesa total com pessoal - DTP
DÍVIDA
349.533,32
VALOR REFERENTE À DIFERENÇA ENTRE O VALOR EXECUTADO E O LIMITE MÍNIMO CONSTITUCIONAL [VI(h ou i) - (15 x IIIb)/100
DESPESAS COM SAÚDE (Por Subfunção)
0,00
1.749.242,17
436.445,75
DESPESAS EXECUTADAS
TOTAL DAS DESPESAS COM AÇÕES E SERVIÇOS PÚBLICOS DE SAÚDE NÃO COMPUTADAS (V)
4.342,32
0,00 81.948,24
Bloco de Financiamento da Proteção Social Básica - SUAS
Transferências Voluntárias Públicas Federais - Conv. Escola - FR 118
ADCT. Art. 77 - Anexo XVI
0,00
0,00 38.919,31
2.064.491,75
0,00
DESPESAS CUSTEADAS COM DISPONIBILIDADE DE CAIXA VINCULADA AOS RESTOS A PAGAR CANCELADOS RELATÓRIO RESUMIDO
Do Exercício
0,00
234.000,00
Amortização da dívida
Outros recursos
0,00
1.736.257,60
Inversões financeiras
Recursos de transferências do sistema único de saúde - SUS
De Exercício Anteriores
Do Exercício
EMPENHOS NÃO LIQUIDADOS CANCELADOS (NÃO INSCRITOS POR INSUFICIÊNCIA FINANCEIRA)
Transferências Voluntárias Públicas Estaduais
Transferências Voluntárias Públicas Federais- CONST. PRAÇAS PÚBLICAS
8.994,68
(-)DESPESAS CUSTEADAS COM OUTROS RECURSOS
DISPONIBILIDADE DE CAIXA LÍQUIDA (ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO PROCESSADOS DO EXERCÍCIO)
Empenhados e Não Liquidados
Liquidados e Não Pagos
Transferências Voluntárias Públicas Federais - UNIDADE. BASICA SAÚDE
87,05
Página: 2 /0,00 2
0,00 0,00
Recursos Ordinários (Livres)
2.872.647,97
DESPESAS COM SAÚDE NÃO COMPUTADAS PARA FINS DE APURAÇÃO DO PERCENTUAL MÍNIMO
3.874,54
0,00
TOTAL DOS RECURSOS VINCULADOS (I)
87,32
TOTAL DAS DESPESAS COM SAÚDE (IV)
0,00
0,00
0,00
De Exercício Anteriores
2.881.642,65
Investimentos
0,00
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais - Transp. Escolar Federal - FR 122
3.300.119,13
Outras despesas correntes
256.418,96
RESTOS A PAGAR
2.515.957,60
DESPESAS DE CAPITAL
0,00
0,00
0,00
DESTINAÇÃO DE RECURSOS
DESPESAS EXECUTADAS
DESPESAS COM SAÚDE (Por Grupo de Natureza da Despesa)
(611.201,50)
Transferências Voluntárias Públicas Federais - SEED Transp. Escolar Estadual FR 125
126,42
455.000,00
0,00
10,72
0,00
Transferências Voluntárias Públicas Federais
RGF - ANEXO 6 (LRF, art. 55, inciso III, alínea "b")
455.000,00
Provenientes dos Estados
TOTAL RECEITAS ADICIONAIS PARA FINANCIAMENTO DA SAÚDE
RECEITAS REALIZADAS
Previsão atualizada (c)
Previsão inicial
0,00
Valor apurado nos demonstrativos respectivos
7,00 SUFICIÊNCIA ANTES DA INSCRIÇÃO EM RESTOS A PAGAR NÃO
0,00
MUNICÍPIO DE BARRA DO JACARÉ RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA BALANÇO ORÇAMENTÁRIO - DESPESA ORÇAMENTO FISCAL E DA SEGURIDADE SOCIAL NOVEMBRO A DEZEMBRO DE 2016
0,00
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1
LRF, Art. 52, inciso I, alíneas "a" e "b" do inciso II e § 1º - Anexo I
DESPESAS
Dotação inicial (d)
Dotação atualizada (e)
DESPESAS EMPENHADAS No bimestre
Até bimestre (f)
DESPESAS LIQUIDADAS
Saldo (g) = (e-f)
No bimestre
Até bimestre (h)
Despesa pagas até o bimestre (j)
Saldo (i) = (e-h)
Inscritas em restos a pagar não processados (k)
DESPESAS (EXCETO INTRA-ORÇAMENTÁRIAS) (VIII)
13.950.000,00
16.537.597,31
1.894.712,89
12.869.384,16
3.668.213,15
2.472.298,76
12.777.718,06
3.759.879,25
12.610.870,05
91.666,10
DESPESAS CORRENTES
12.049.500,00
14.310.891,23
1.809.912,31
11.770.508,17
2.540.383,06
2.223.785,32
11.761.513,49
2.549.377,74
11.649.114,00
8.994,68
6.493.020,00
8.073.388,25
1.434.134,11
6.926.434,32
1.146.953,93
1.441.460,71
6.926.434,32
1.146.953,93
6.818.896,61
PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS JUROS E ENCARGOS DA DIVÍDA OUTRAS DESPESAS CORRENTES DESPESAS DE CAPITAL INVESTIMENTOS INVERSÕES FINANCEIRAS AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA / REFINANCIAMENTO DA DÍVIDA RESERVA DE CONTINGÊNCIA RESERVA DE CONTINGÊNCIA DESPESAS INTRA-ORÇAMENTÁRIAS (IX) SUBTOTAL DAS DESPESAS (X) = (VIII + IX) AMORTIZAÇÃO DA DÍVIDA - REFINANCIAMENTO (XI)
0,00
17.500,00
21.500,00
1.138,05
13.958,72
7.541,28
1.138,05
13.958,72
7.541,28
13.958,72
0,00
5.538.980,00
6.216.002,98
374.640,15
4.830.115,13
1.385.887,85
781.186,56
4.821.120,45
1.394.882,53
4.816.258,67
8.994,68
1.750.500,00
2.226.706,08
84.800,58
1.098.875,99
1.127.830,09
248.513,44
1.016.204,57
1.210.501,51
961.756,05
82.671,42
1.725.300,00
2.206.506,08
82.706,46
1.082.083,01
1.124.423,07
246.419,32
999.411,59
1.207.094,49
944.963,07
82.671,42
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
25.200,00
20.200,00
2.094,12
16.792,98
3.407,02
2.094,12
16.792,98
3.407,02
16.792,98
0,00
150.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
150.000,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
13.950.000,00
16.537.597,31
1.894.712,89
12.869.384,16
3.668.213,15
2.472.298,76
12.777.718,06
3.759.879,25
12.610.870,05
91.666,10
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Dívida Mobiliária
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Outras Dívidas
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Dívida Mobiliária
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
Outras Dívidas
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
13.950.000,00
16.537.597,31
1.894.712,89
12.869.384,16
3.668.213,15
2.472.298,76
12.777.718,06
3.759.879,25
12.610.870,05
91.666,10
Amortização da Dívida Interna
Amortização da Dívida Externa
SUBTOTAL COM REFINANCIAMENTO (XII) = (X + XI) SUPERÁVIT (XIII) TOTAL (XIV) = (XII + XIII)
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
1.246.357,78
0,00
13.950.000,00
16.537.597,31
1.894.712,89
12.869.384,16
3.668.213,15
2.472.298,76
12.777.718,06
3.759.879,25
13.857.227,83
91.666,10
cmyb
A-8 Cidades
TRIBUNA DO VALE
Sabado e domingo, 28 e 29 de janeiro de 2017
Água baixa e moradores começam limpeza do que a chuva alagou CONSELHEIRO MAIRINCK Assistência Social fala em pelo menos 25 famílias prejudicadas pela temporal que alagou vários pontos da cidade Antônio de Picolli
Antônio da Silva mostra móvel danificado pelo alagamento
Antônio de Picolli
Casas ficaram tomadas por lama e moradores perderam praticamente tudo Antônio de Picolli
Luiz Guilherme Bannwart, especial para Tribuna do Vale
Os moradores de Conselheiro Mairinck, cidade com 3,8 mil habitantes no Norte Pioneiro, ainda contabilizam os prejuízos causados pela tempestade que atingiu o município no início da noite de quinta-feira (26). Segundo a o Departamento Municipal de Assistência Social, ao menos 25 famílias foram prejudicadas pelos alagamentos ocorridos na área central e no bairro Postão. No entanto, segundo a prefeitura, não houve registro de feridos nem de desabrigados. A tempestade teve início por volta das 18h30, e conforme os moradores durou pouco mais de meia hora, o suficiente para transbordar o Ribeirão Vermelho, que corta a cidade. Em algumas ruas do centro, como a 15 de Novembro e a Maria Bergmann, por exemplo, o nível da água ultrapassou a marca de um metro de altura e os moradores perderam praticamente tudo que tinham dentro das casas. Na manhã de ontem, o cozinheiro Antônio Eduardo da Silva, de 59 anos, verificava o que ainda
Ribeirão Vermelho transbordou e provocou alagamentos em pelo menos dois bairros
seria possível aproveitar dentro da residência. “Foi tudo muito rápido, não deu tempo de fazer quase nada. O ribeirão encheu, e em poucos minutos transbordou. Perdi todo o mantimento, móveis e eletrodomésticos. Agora resta recomeçar”, contou o morador. Na casa em frente, o funileiro Douglas José Pedro Martins, de 22 anos, observava desolado a mu-
dança completamente destruída amontoada na varanda do imóvel onde mora com a mãe, a mulher e uma filha. “Fiquei preso na entrada da cidade, pois a água invadiu a rodovia e impediu a passagem. Quando consegui chegar em casa, não tinha mais o que fazer para impedir os estragos” lamentou Martins. Caminhando pelos bairros, as
histórias se repetiam. O técnico agrícola Adauto Aparecido Lopes, de 42 anos, disse que ainda durante à noite o prefeito esteve pessoalmente na sua casa, na avenida Deputado José Afonso, para oferecer ajuda à família. “Ele (o prefeito Alex Sandro Domingues) viu os estragos pessoalmente, e prometeu nos ajudar. Pela manhã, os funcionários da Assistência
Social estiveram aqui para avaliar os danos. Vamos aguardar!”, pondera. Conforme apurou a reportagem, o caso mais grave foi registrado no centro da cidade. Além dos danos materiais na residência da dona de casa Elza Pedro, de 40 anos, parentes e vizinhos tiveram bastante dificuldade para retirar do imóvel
sua mãe, de 70 anos, e uma idosa de 93 anos acamada que vive com a família. “Foi muito desesperador. A água invadiu a casa, e em poucos minutos quase chegou na janela. Mas graças a Deus estamos todos bem”. De acordo com a diretora municipal de Assistência Social, Vivia Aparecida Silva Ogg, os desalojados foram atendidos ainda durante à noite pela Defesa Civil Municipal. No entanto, o número total de vítimas ainda está sendo levantado pela prefeitura. O comandante do Corpo de Bombeiros de Santo Antônio da Platina, tenente Jefferson Gregório, descartou a possibilidade de os alagamentos terem sido consequência do rompimento de duas barragens no município conforme chegou a ser divulgado pela imprensa. Segundo o oficial, a tempestade que atingiu a região no início da noite de quinta-feira foi a causa do problema. Pela manhã, a Sanepar emitiu uma nota informando a população sobre a possibilidade de interrupção no fornecimento de água na cidade. Porém, segundo os moradores, o serviço não foi comprometido.
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