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Especial Olimpiadas - Ítalo Ferreira

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NATAL - RIO GRANDE DO NORTE - QUARTA-FEIRA, 28 DE JULHO DE 2021

especial DO ISOPOR AO OURO

Editor: Itamar Ciríaco - itamar@tribunadonorte.com.br

OLIVER MORIN/AP/ESTADÃO CONTEÚDO

ONDAS DE OURO Ítalo Ferreira é o primeiro potiguar a conquistar um ouro olímpico. Vitória nos Jogos de Tóquio é apenas uma parte da trajetória de luta do atleta de Baía Formosa, onde a população e sua família fez uma grande festa


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especial

Natal - Rio Grande do Norte Quarta-feira, 28 de julho de 2021

ARQUIVO PESSOAL

A S O M R BAÍA FO M E G I R O A Ítalo Ferreira começou a surfar em sua cidade, Baía Formosa, onde utilizava as tampas de isopor das caixas térmicas do pai, vendedor de peixes. Determinado e talentoso, logo se destacou entre todos e ganhou o mundo

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infância difícil em Baía Formosa moldou o espírito vencedor de Ítalo Ferreira. Aos 25 anos o potiguar conquistou o título Mundial e agora, aos 27 ganha a medalha de ouro olímpica para o Brasil. E tudo começou com uma prancha de isopor das caixas térmicas do pai, Luís Ferreira que trabalhava como vendedor de peixes. “Vim aqui para ganhar a medalha de ouro”, disse o surfista em uma das entrevistas em Tóquio, onde se consagrou mais uma vez. “Ítalo nunca fala que tem medo de nada. Sempre foi um menino dedicado, respeita todo mundo e sabe fazer bons amigos. Ensinei a ele como tinha que ser”, complementa o pai do campeão Como boa parte das crianças da pequena Baía Formosa, que tem pouco mais de 8 mil habitantes e fica a 90km de Natal, Ítalo Ferreira costumava ter a maior parte de seu lazer dentro das belas praias da cidade. No entanto, uma coisa o diferenciava dos outros: talento. Aos 11 anos de idade ganhou sua primeira prancha e, a partir de então, ele não parou

mais. Ao contrário de outros surfistas da sua idade, como Gabriel Medina e Filipe Toledo, Ítalo estava longe dos locais das maiores competições e precisava se desdobrar para conseguir participar das disputas. Quando estava nelas, no entanto, não fazia feio. Em 2014, seus resultados no WQS garantiram sua vaga para a elite em 2015. Logo em sua primeira temporada, Ítalo recebeu elogios de Kelly Slater. O potiguar foi eleito o melhor calouro do ano e Slater já via no surfista um competidor promissor, inclusive nas competições com ondas tubulares, bem diferentes das que o jovem estava acostumado. O 11 vezes campeão mundial, inclusive, foi o adversário de Ítalo na semifinal em Pipeline, no Havaí, onde ele conseguiu o título mundial. Com os títulos vieram a fama e uma condição financeira melhor. A primeira coisa que fez foi ajudar os pais. “Quando comecei a ganhar dinheiro foi comprar um hotel e um restaurante para o meu pai e a minha mãe”, revela.

Jovem Talento Com 11 anos de idade Ítalo Ferreira ganhou sua primeira prancha de verdade e depois disso não parou de conquistar títulos

Dona Mariquinha Na cerimônia de entrega de medalhas, Italo Ferreira estava radiante com o feito na praia e relembrou a avó, que morreu em 2019. "Queria que ela estivesse aqui para me ver campeão olímpico", disse. Ele confessa que tinha uma relação muito próxima com sua avó Mariquinha. "Ela era uma figura, a gente sempre brincava. Quando fui campeão mundial levei o troféu no quarto dela e agora vou levar essa medalha de novo lá. É um ritual. Lá de cima sei que ela está muito orgulhosa", afirmou.

História Com a conquista, Italo Ferreira se consagra como o primeiro surfista da história dos Jogos Olímpicos a vencer a competição. De quebra, também se tornou o primeiro atleta do Rio Grande do Norte a subir no lugar mais alto do pódio. Antes, Virna Dias (vôlei, em 1996 e 2000) e Vicente Lenilson (revezamento 4x100 metros, em 2000 e 2008) haviam conquistado medalhas de prata e bronze, respectivamente.

DIVULGAÇÃO/WSL

A conquista do Mundial foi a primeira coroação internacional de uma carreira que já vinha repleta de vitórias em torneios importantes

POTIGUAR TEM HISTÓRICO DE “PERRENGUES” EM TORNEIOS Ítalo Ferreira sabe que o Japão guarda lembranças para ele, que conquistou o evento de surfe nos Jogos de Tóquio e também foi no país asiático que ganhou o ISA Games, em 2019. Além dos títulos, outra semelhança curiosa é sobre os perrengues que passou nos dois eventos. Na Olimpíada, Italo chegou à final com a perna machucada. Toda vez que saía da água, estava mancando. Na bateria decisiva contra Kanoa Igarashi, ele ainda teve a prancha quebrada no início da bateria e precisou trocála às pressas. "Foi um evento especial. Teve um momento em que tentei um aéreo e quase destruí meu joelho." No ISA Games de 2019, a história daria um bom filme. O surfista potiguar estava nos Estados Unidos e teve seus documentos furtados. Sem o passaporte, não podia viajar para competir no Japão. Fez tudo às pressas, falou com embaixada, recorreu a todas as pessoas possíveis e acabou chegando na praia da competição durante a realização de sua bateria. Entrou na água com um bermuda jeans, com a prancha emprestada de Filipe Toledo, e conseguiu se classificar. Depois, foi campeão. Todo esse esforço premia o surfista, que agora já tem no currículo os principais títulos da modalidade. "Espero que tudo isso sirva de inspiração para aqueles que vêm de baixo. Eu vivo intensamente e fiz valer a pena meu último mês de treinamento. Toda a competição me desafio e no meio do caminho preciso desviar dos obstáculos", concluiu.


especial

Natal • Rio Grande do Norte Quarta-feira, 28 de juLho de 2021

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DU YU XINHUA/ESTADAO CONTEÚDO

 VEJA MAIS Aponte a câmera aqui e assista a toda cobertura da Tribuna em Baía Formosa

O ouro vem! Ítalo Ferreira teve uma noite/madrugada (horário do Brasil) perfeita, com atuações consistentes que culminaram no ouro olímpico

O R T U O O OURO D O D N U M LADO DO APEGO A FAMÍLIA E A SUA CIDADE A sinergia criada entre Ítalo Ferreira e Baía Formosa, que já era intensa há muitos anos e se amplificou com o título mundial em 2019, agora é algo indissociável. Não tem como falar de Ítalo sem falar da cidade com uma bela vista para o mar e rodeada por uma grande reserva de Mata Atlântica. E a sintonia entre o surfista e a cidade não vem de agora após as conquistas, mas já existe há bastante tempo, desde em que Ítalo iniciou sua carreira no surfe, aos 8 anos, mas só ganhando sua primeira prancha aos 10. Chegou a surfar com pranchas emprestadas e até usar tampas das caixas de isopor do pai, Luiz Ferreira, que vendia peixe na cidade. Mesmo com o crescimento rápido na carreira e a chegada dos títulos, como o bicampeonato mundial Pro Júnior, e o título brasileiro em 2014, Ítalo sempre treinou e morou em Baía Formosa, valorizando sua terra e sua gente e sendo uma inspiração para os mais jovens e atencioso com fãs e conterrâneos. Para a amiga e vizinha da mãe, Ana Elisa Fonseca, 51 anos, servidora pública, o surfista merece bastante a conquista. “Sou amiga da mãe dela desde infância, o vi crescer. Estamos muito felizes. Ele era uma criança comportada, que gostava muito de brincar. Ele não parava. Tanto é que está nesse esporte e está onde chegou. Estamos felizes porque Ítalo está levando o nome de Baía Formosa ao mundo. A cidade deve isso a ele”, comentou. As buscas relativas a cidade no Google dispararam nas últimas 24h.

Ítalo Ferreira ganhou o ouro no Japão, mas contou com familiares e toda uma cidade mobilizada para mandar boas energias. O Sistema Tribuna de Comunicação acompanhou tudo de perto

MAGNUS NASCIMENTO

COBERTURA DA TN REPERCUTE EM TODO PLANETA

A mãe Katiana e o pai Luís junto com familiares comemorando a conquista do surfista MAGNUS NASCIMENTO

ÍCARO CARVALHO Repórter

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escrita de uma das mais páginas mais marcantes do esporte brasileiro e do Rio Grande do Norte foi carregada de emoções, choros, ansiedades, amor, energias positivas, esperança e muita superação. A conquista da medalha de ouro do surfista potiguar Ítalo Ferreira, 27 anos, teve todos esses ingredientes e uma força motriz que começou na pequena cidade de Baía Formosa, a cerca de 90km de Natal, e se espalhou como uma forte onda pelo Brasil e pelo Mundo. O nome e sobrenome do atleta norte-rio-grandense e de sua cidade ganharam o planeta com a mesma rapidez que Ítalo Ferreira derrotou com superioridade seus adversários. A família começou a jogar energias para o atleta potiguar desde cedo. Por volta das 19h da última segunda-feira (26), pais, primos, tios, amigos e simpatizantes já se encontravam na casa da mãe e do pai, Katiana e Luiz, para acompanhar as baterias e torcer pelo filho de Baía Formosa. A prova começou de forma tensa, com Ítalo tendo sua prancha quebrada após um forte impacto com a onda na primeira tentativa de manobra. Isso não foi suficiente para desestabilizá-lo, e o surfista potiguar passou sem grandes dificuldades diante do anfitrião Kanoa Igarashi, garantindo o ouro olímpico pela primeira vez na história do esporte potiguar. Não deu nem tempo a família se abraçar direito, atender ligações e fazer fotos ou re-

Após a final, toda a cidade de Baía Formosa saiu às ruas para celebrar o ouro olímpico

gistros. Motos, carros e veículos com caixas de som já estavam na porta da casa de Katiana para sair pelas ruas de Baía Formosa e acordar (ou não deixar dormir) qualquer formosense que não estivesse participando da festa. Deu certo. Em cada rua, em cada esquina, cada janela e cada casa havia munícipes festejando a vitória do potiguar Ítalo Ferreira, um triunfo de todos os cidadãos de Baía Formosa. “Estou muito feliz por ele, era um sonho dele participar de uma Olimpíada. Deus honrou ele até chegar na final, e vamos agradecer a Deus, que é tudo na nossa vida, e a essa torcida, família e amigos, e Ítalo Ferreira, na primeira olimpíada, está de parabéns”, comemorou o pai, Luizinho Ferreira.

Vigília Foi literalmente uma vigília o que promoveu a família de Ítalo para acompanhar a disputa. Os cerca de 20 presentes não conseguiam esconder a ansiedade tampouco a animação e vibravam a cada momento em que Ítalo Ferreira aparecia na tela da TV. “Essa energia aqui com certeza levou ele até à final”, explicou a mãe antes da decisão.

Após essa etapa, foi necessário um pouco de paciência e resistência, já que a final estava marcada para acontecer apenas por volta das 3h40. Muitos optaram por dormir um pouco, visando guardar as energias para a grande decisão. Nas ruas de Baía Formosa, cidade com pouco mais de 10 mil habitantes, bandeiras do Brasil estavam pregadas em praticamente todas as residências do município. Em alguns casos, haviam murais grafitados, placas e faixas na torcida por Ítalo Ferreira. Baía Formosa abraçara seu filho. Nas semifinais, o potiguar não titubeou e avançou diante do australiano Owen Wright. Para a final o nervosismo tomou conta de todos os familiares durante os 30 minutos de bateria na praia de Tsurigasaki. Nos últimos minutos, parecia que a família já tinha certeza de que Ítalo Ferreira estaria na final. Teve contagem regressiva, grito, euforia, tudo para jogar energias positivas para o filho de Baía Formosa. Ítalo já estava escrevendo seu nome na história. Queria o destino que o lugar do pódio fosse o mais alto e ele se tornasse o primeiro potiguar a vencer uma medalha de ouro na história dos Jogos Olímpicos.

Acompanhando tudo em tempo real, a cobertura in loco do Sistema Tribuna de Comunicação (jornal Tribuna do Norte e rádio Jovem Pan News Natal) repercutiu em vários portais nacionais e internacionais. Com vídeos, textos e atualizações do que acontecia nos Jogos de Tóquio em tempo real, com equipes prontas durante toda a madrugada para manter o portal e redes sociais atualizados, os leitores do portal TN Online puderam ter acesso a um conteúdo exclusivo e em primeira mão da reação dos familiares e da euforia em Baía Formosa. A equipe iniciou a cobertura das finais do surfe desde o início da noite, com flashs, expectativas e informações precisas sobre os confrontos, baterias e horários das provas do surfe. Com o repórter Ícaro Carvalho e o fotojornalista Magnus Nascimento, presentes em “BF” desde às 22h, pouco antes do início das semifinais de Ítalo Ferreira, a cobertura acompanhou desde a ida do potiguar à final do Jogos Olímpicos, bem como a comemoração, festa e carreatas na cidade de Baía Formosa. Vídeos feitos pela reportagem da TN correram o mundo. O perfil oficial dos Jogos Olímpicos, ligado ao Comitê Olímpico Internacional (COI), repercutiu um vídeo feito pela equipe acompanhando a festa da comemoração do ouro. Outros portais e TVs do Brasil e de outros países também reproduziram o trabalho exclusivo feito pelo Sistema Tribuna.


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Natal - Rio Grande do Norte Quarta-feira, 28 de julho de 2021

especial ARSEAN EVANS

Rivalidade Em Tóquio ìtalo foi campeão e Medina quarto colocado. No Mundial, os dois lutam pela conquista como melhor surfista do ano

MUNDO O Ã E P M A C O D O R O FUTU O

pódio Olímpico em Tóquio teve, além de Ítalo Ferreira, o japonês Kanoa Igashi e o australiano Owen Wright, que ficou com o bronze ao superar o brasileiro Gabriel Medina. Todos, inclusive Medina, participam de torneios da elite do surfe mundial. O resultado olímpico coroou o ótimo momento de Italo, que é o atual campeão mundial e em 2019 ganhou o ISA Games, que foi realizado no Japão. O brasileiro chegou ao resultado mostrando muitas manobras ousadas e acertando aéreos incríveis, mesmo com a perna um pouco machucada há algum tempo. Italo se sentiu em casa no Japão. O Comitê Olímpico do Brasil (COB) montou uma estrutura bem perto do local de competição e lá ele, Gabriel, Silvana Lima e Tatiana WestonWebb dormiam, se cuidavam e faziam as refeições. Tinha até arroz com feijão, fazendo com que os atletas tivessem acesso à culinária do Brasil Outro fator de conforto era com o tipo de onda, o chamado Beach Break, que são praias com fundo de areia. É bem parecido

Ítalo Ferreira está disputando “palmo a palmo”, no Mundial de Surfe, a conquista do bicampeonato. Gabriel Medina, que ficou em quarto, em Tóquio, é um de seus principais rivais na disputa

com o que tem em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, onde Italo cresceu. "No Nordeste tem muitas praias assim com vento constante, então tentei tirar proveito disso", explicou, mostrando o segredo de acertar tantos aéreos mesmo em condições adversas. As conquistas no Japão reforçam a importância para o Brasil da entrada das duas modalidades radicais no programa olímpico, surfe e skate. Elas foram responsáveis por três pódios até agora e comprovaram o potencial do País nos dois esportes. Isso sem contar que ainda haverá a competição de skate park, na qual a equipe nacional tem alguma chance, principalmente no masculino. Nas avaliações dos especialistas, já era esperado que tanto surfe quanto skate ajudassem o Brasil no quadro de medalhas. E poderia até ter sido mais caso Pâmela Rosa, favorita ao ouro no street, não estivesse machucada no tornozelo. Sem estar 100%, ela acabou não conseguindo se classificar para a final olímpica Teve também o revés de REPRODUÇÃO

Em fevereiro, Ítalo Ferreira realizou um sonho, abriu as portas do seu Instituto a toda a comunidade de Baía Formosa

Medina, que surfou muito bem na competição, mas acabou perdendo na semifinal e na disputa do bronze em disputas apertadas com decisão polêmica dos juízes. "É triste quando isso acontece. Muita gente mandou mensagem... É difícil passar o ano treinando, se esforçando, e chegar nisso. Mas minha parte eu fiz, dei o meu melhor. Tem coisas que não dá para entender."

Instituto Em fevereiro deste ano, Ítalo Ferreira realizou um sonho, abriu as portas do seu Instituto a toda a comunidade de Baía Formosa. A entidade, sem fins lucrativos, tem como principal objetivo fomentar a prática de desporto, principalmente do surf e a sustentabilidade e proteção do meio ambiente assim incentivando o exercício de atividades extracurriculares relacionadas com a educação ambiental e direcionadas a crianças, jovens e adolescentes em estado de vulnerabilidade. É com base nestes três pilares informação, sustentabilidade e desporto que Ítalo Ferreira afirma que realizou o sonho de poder devolver à sua cidade natal tudo o que esta lhe proporcionou. Italo Ferreira começou com pequenas ações e atitudes individuais, retirando sacos plásticos do mar, aprendendo a respeitar com o seu pai o período de defeso das espécies marinhas, preferindo o uso de equipamentos que estimulem o reaproveitamento de material. “Podemos transformar esses pequenos gestos em algo maior, e o nosso Instituto poderá contribuir trazendo à pequena Baía Formosa, oportunizando aos pequenos meninos nordestinos um pouco da experiência que o esporte, a natureza e o mundo proporcionaram ao nosso campeão”, diz o site da instituição. Com as crianças, o Instituto realiza reforço escolar, aulas de matemática, português, geografia e atividades correlatas.

RIVAL MEDINA VIVE MOMENTO DE DIFICULDADE

de Abatido e com o semblante a din Me riel poucos amigos, Gab ki asa rig deixou o mar de Tsu a nitidamente frustrado com na nze bro de perda da medalha A . Olimpíada de Tóquio a perda sensação de injustiça pel de tos tes do pódio gerou pro , que net Bru sua mulher, Yasmin . tar tes pro foi às redes sociais do o pic Olím Vetada pelo Comitê o ar anh mp Brasil (COB) para aco ela sa, one jap marido na capital o de acompanhou a competiçã casa. não "Estamos do seu lado e os o vim o nã vamos fingir que o bad rou que aconteceu. Foi n. mi Yas se na cara dura", dis e qu ito "Só gostaria mu e te alguém se posicionasse . tou ple defendesse", com a tou pu Gabriel Medina dis sta ne nze medalha de bro madrugada após ser pelo eliminado na semifinal Em hi. ras japonês Kanoa Iga iro sile bra o , bateria acirrada no alia str au o foi superado pel 7. 11,7 a 7 11,9 r Owen Wright po g kin Atual líder do ran alizou mundial, o brasileiro sin que bo Glo TV em entrevista à isão dec a com não concordou al ifin sem na dos juízes, tanto 3ª a pel quanto na briga e não colocação. "Infelizment e a cas pra deu. Vou voltar o sar pas ícil descansar. É dif do an orç esf se e ano treinando te par ha Min . e acontece isso o dá eu fiz. Tem coisas que nã que ha tin s ma para entender, ícil dif "É se. ser assim", dis esperar dos outros." riel O fim da trajetória de Gab ce nte aco uio Medina em Tóq do glio bró após o longo im a casal com o COB. Segundo à va ati entidade, a neg presença de Yasmin na sa Olimpíada ocorreu por cau a par s olo toc dos rígidos pro id-19, evitar o contágio pela cov s eta atl aos o sendo permitid soa pes a um levar somente para a capital japonesa. que Entretanto, eles afirmam m era tiv res ido outros compet em qu er olh esc a liberdade par Jogos. preferiam levar para os


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