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Revista TranspoData - Edição 74 - Outubro 2019

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ENTREVISTA Federico Vega, da Cargo X

ANO XIII EDIÇÃO Nº

74

ESPECIAL FENATRAN

O PALCO DAS NOVIDADES DE VEÍCULOS COMERCIAIS Mercedes-Benz, Scania, Volkswagen, MAN, Volvo, Peugeot e Citroën, são as principais atrações


EDITORIAL

A FEIRA E SEUS EFEITOS

P

ara quem é do ramo do transporte rodoviário de cargas, a Feira Nacional do Transporte, mais conhecida como Fenatran, é mais do que um evento apenas onde é possível conhecer as novidades da indústria automotiva e seus fornecedores, as tecnologias que mais cedo ou mais tarde estarão nas ruas. Ou, então, um evento em que habitualmente surgem oportunidades de promoções feitas por empresas e planejar ou até mesmo fechar a compra de veículos. É uma feira de negócios, mas há tem sido também um foro de discussões do transporte e de toda a cadeia logística que o envolve. É na feira que se discute com grande profissionalismo e seriedade o futuro do setor futuro e suas tendências. Além da indústria de caminhões, bem representada por veículos semileves para a logística urbana até os modelos vocacionais e extrapesados, para aplicações off road, a Fenatran é também o palco da indústria de implementos rodoviários, de pneus, motores e tudo mais que alimenta as transportadoras, além de serviços para atender o setor. Mas diante de tudo que se pode ver em apenas cinco dias de evento, cabe perguntar quais são os efeitos que uma feira de tamanha grandeza e importância causam nos visitantes. Para os profissionais que buscam conhecimento e soluções para seus negócios, é provável que a resposta mais correta seja informação e conhecimento, pois são elementos fundamentais para o bom desenvolvimento da atividade. Aliás, sem esses dois pilares talvez muitas empresas de transporte que hoje apresentam grande eficiência estivessem em patamares mais baixos. Por mais que saibamos das deficiências que assolam o setor, ninguém pode dizer que os frotistas mais afinados com a produtividade não estejam em dia com o setor, pois ninguém melhor que eles para saber o que falta para melhorar a atividade e a logística que pode melhorar em muito a eficiência do transporte. Portanto, se não houvesse Fenatran, provavelmente, o transporte de carga no Brasil estaria pelos uns dois ou três passos atrás. Rinaldo Machado

–Publisher

rinaldo@ggmidia.com.br

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DIRETOR Edson Pereira Coelho PUBLISHER Rinaldo Machado REDAÇÃO | redacao@ggmidia.com.br Daniela Giopato, João Geraldo, Juliana Santana e Marcos Villela ARTE | arte@ggmidia.com.br Editor Pedro Hiraoka Colaboração Leda Silva DIGITAL Eduardo Arpassy, Gil Santos e Mariana Teruya COMERCIAL | comercial@ggmidia.com.br Erika Nardozza Coleta, Eurico Alves de Assis, Lilian Lourenço, Luiz Carlos Martins e Nilcéia Rocha ADMINISTRAÇÃO Ed Wilson Furlan TI DC Code Soluções em TI DISTRIBUIÇÃO | G.G. Editora de Publicações Técnicas Ltda. Juliana Vieira, Ricardo Lúcio Martins e Rute Rollo PROMOÇÃO | promocao@ggmidia.com.br EDIÇÃO Nº 074 - Setembro/Outubro 2019 FOTO DA CAPA: Divulgação

Publicação de Letra A, autorizada a edição para GG Editora de Publicações Técnicas Ltda. — Rua Palacete das Águias, 395 - Vila Alexandria - CEP 04635-021 - São Paulo - SP - Tel. 55 11 5035-0000 É proibida a reprodução total ou parcial de tex­ tos e fotos desta edição sem prévia autoriza­ ção. Matérias e artigos assinados são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião da revista Transpodata. Impressão e Acabamento: Grafilar Distribuição direta a empresários de transporte de cargas e passageiros, operadores logísticos, fabricantes de veículos comerciais, autopeças, implementadores, concessionárias e setores correlatos. Jornalista responsável: Rinaldo Machado, MTB 70.497


DIVULGAÇÃO

ARTIGO

Por Cleber de Castro diretor geral do Grupo Vista, atua há 25 anos nas áreas de Tecnologia e Seguros

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IR ALÉM DO TRADICIONAL EM TECNOLOGIA REDUZ ÍNDICES DE FALHA HUMANA NO SETOR DE TRANSPORTES

rande parte dos sinistros em seguros de transportes não são identificados a tempo, por excessiva dependência de intervenção humana, mas esta realidade pode mudar com a aplicação de soluções modernas e criadas por quem vive o setor. Toda empresa que opera com transportes de cargas precisa contratar uma apólice de seguro de transportes, para viabilizar o negócio. Mas o desafio da atuação neste segmento começa quando passamos a depender da intervenção humana. Além da apólice de seguros, para a segurança do transporte de mercadorias, a transportadora precisa contratar um conjunto básico de tecnologias: rastreadores, com todos seus sensores e atuadores; empresas de monitoramento; e, ainda, softwares de consulta e cadastro de veículos e de profissionais. Com tudo isso contratado, passará a designar profissionais que irão se preocupar com: check-list de sensores e atuadores, transferência de sinal, macro do início da viagem, liberação para início da viagem etc. E como certificar-se de que todas as ações preven-

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tivas e reativas serão tomadas adequadamente pelas pessoas? O excesso de intervenção humana é um dos causadores de grande parte das falhas operacionais identificadas nos sinistros, sejam elas ainda no início das viagens, com sensores e atuadores comprometidos e não identificados no check list, ou no momento real de uma ocorrência, quando o contingente de pessoas envolvidas na operação acaba não identificando a não conformidade, resultando no descumprimento das regras das apólices, e por consequência, na perda do direito à indenização. Se formos além do básico e buscarmos a implantação de tecnologias modernas e inovadoras, desenvolvidas por quem vive o mercado de seguros de transportes, esse risco pode ser minimizado. Pessoas devem gerenciar sistemas, os quais, cada vez mais assumirão as atividades repetitivas e aprenderão graças a tecnologia de machine learning, traduzindo-se em maior assertividade no controle de detalhes dos procedimentos, tão importantes para o negócio de transportes. É comprovadamente mais garantido.


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