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Provisoriamente não cantaremos o amor - Traço Cia.

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Provisoriamente não cantaremos o amor

Sinopse

O que acontece quando três sacerdotes do riso, três xamãs da bobagem, três ofertantes do coração se juntam para fazer o mundo girar?

E o que acontece se, de repente, o público se torna protagonista? Então, o fogo da cerimônia é aceso, o amor é liberto e o mundo volta a girar.

Provisoriamente não cantaremos o amor é uma celebração cênica em que espectadores e artistas se unem para “fazer a Terra voltar a girar”. O espaço cênico é recriado. O ritual cênico é desvelado quando uma porta aos fundos permite a entrada do público. Outros espaços são atravessados inovando um olhar sobre o rito cênico. O público é conduzido até a chegada numa grande sala: um espaço mágico e sagrado. Um espaço onde é possível fazer o tempo parar. Três figuras cômicas conduzem o trabalho. Em meio à palhaçaria, artistas e público protagonizam uma jornada de emoções. O fogo é aceso. O medo é queimado. O coração da terra é tocado. E o mundo volta a girar. Uma fogueira aguarda do lado de fora para aquecer a despedida.

*2016: 10 apresentações experimentais entre junho e agosto, nas cidades de Florianópolis/SC, Joinville/SC, Jaraguá do Sul/SC e Curitiba/PR. Sua estreia oficial aconteceu em Florianópolis/SC, nos dias 9, 10 e 11 de setembro, no Teatro do Sesc Prainha, com a participação do Grupo Sabuká, Kariri-Xocó.

*2017: Programação de verão do espaço cultural Circo da Dona Bilica, em Florianópolis/SC; Rede Integrada de Teatros - Sesc SC, com apresentações em 07 cidades catarinenses; Festival Internacional de Teatro de Dourados/MS; 19ª Mostra SESC Cariri de Culturas/CE; 29º FAICP, em Bogotá (Colômbia); e, 2º Festival de Palhaças e Palhaços de Joinville/SC.

*2018: Projeto Estação Cultural, FCC, em Capivari de Baixo/SC; Mostra de Circo “E o palhaço, o que é?”, Sesc Santos/SP; Projeto Rosa dos Ventos, Fecate – Blumenau/SC;

1º Sol Rindo – Festival de Palhaçaria de Balneário Camboriú/SC; Projeto EMCENACATARINA – Sesc/SC (04 cidades catarinenses); e, Maratona Cultural de Florianópolis/SC.

*2019: Teatro do Sesc Prainha, Florianópolis/SC; 3º Festival Nacional de Teatro Revirado de Içara/SC; 24º Festival de Teatro Isnard Azevedo, Florianópolis/SC; Teatro do Sesc Jaraguá do Sul/SC; e, 22ª Mostra Carona de Teatro, Blumenau/SC.

*2022: Abertura do Brincante Circo Rural, Chapecó/SC; Centro de Artes Paola Zonta, Pinahlzinho/SC; e, Festival Palco Giratório 2022, Sesc Prainha em Florianópolis/SC.

*2023: Janeiro Brasileiro de Comédia, em São José do Rio Preto/SP; Circulação nacional pelo Projeto Palco Giratório 2023, SESC.

O espetáculo propõe uma relação de cumplicidade bastante direta com o espectador. O espaço cênico e suas adjacências são desvelados. O espectador é convidado a se deslocar por diferentes ambientes, se preparando para o "lugar do encontro", do ritual. As figuras dos palhaços também são introduzidas uma a uma, de modo a aproximar espectadores e atores e promover um encontro que permita o cumprimento "olho no olho". Ao longo do trabalho, os espectadores são instigados a agir, se movimentar, falar e interagir como participantes e protagonistas da obra. Ao final, assim como foram acolhidos no início do trabalho, o público participa de um ritual de despedida para que sinta pronto para voltar ao mundo.

Os temas abordados no espetáculo, medo, amor e ritual, foram levantados a partir de inquietações pessoais suscitadas pelas experiências dos integrantes da Traço Cia. e emergem de uma pesquisa de quatro anos sobre a potência de ação do Palhaço em diferentes contextos. Esta pesquisa é resultado da prática de trabalho da Cia. e do lugar de ação dos Pallasos en Rebeldía – uma organização internacional que promove ações artísticas junto a povos desprovidos de direitos básicos. Junto ao Pallasos en Rebeldía, a Traço participou de ações artísticas solidárias e humanitárias em aldeias indígenas, comunidades periféricas e povos em luta no Brasil, na Colômbia, na Costa Rica, na Espanha e na Cisjordânia.

O título Provisoriamente não cantaremos o amor é trecho do poema “Congresso Internacional do Medo”, de Carlos Drummond de Andrade. Este serviu como material de pesquisa para a montagem. Nesse poema, Drummond trata do poder do medo, de como ele domina e paralisa. Por consequência, o espetáculo tem como ponto de partida a informação de que o mundo parou de girar e de que pessoas (o público presente) foram escolhidas para se preparem para movê-lo novamente.

O espetáculo possui duas versões para seu encerramento. Vale ressaltar que, ambas são independentes e resolvidas dramaturgicamente. A opção pela contratação de uma versão ou outra depende exclusivamente dos recursos disponibilizados pelo projeto e/ou contratante. São elas:

1 – Todos encontram uma “fogueira”, na qual os palhaços revelam a poesia de Drummond – “Congresso Internacional do Medo” e queimam as ‘flores amarelas’.

2 – Todos encontram uma “fogueira”, na qual são recebidos por um povo originário. Exemplo: Grupo Sabuká (grupo musical de cânticos nativos do povo Kariri-Xocó, de Porto Real do Colégio – Alagoas), os palhaços revelam a poesia de Drummond, queimam as ‘flores amarelas’ e todos cantam e dançam Torés (tradição que atravessa o tempo e preserva as origens da música brasileira – ‘To’ significa som e ‘Ré’ significa sagrado).

Ficha Técnica

Realização e Produção: Traço Cia.

Coprodução: Pallasos en Rebeldía

Direção: Iván Prado

Assistente de direção: Gabriela Leite

Palhaços: Débora de Matos, Egon Seidler e Greice Miotello

Guardiões do fogo*: Grupo Sabuká - Kariri-Xocó

Concepção/Texto/Ambientação: Criação coletiva

Figurino/Objetos de cena: Ana Pi e Zilá Muniz

Iluminação: Dodô Giovanetti

Técnica de apoio e som: Gabriela Leite

Técnico de apoio e espaços: Iván Prado

Fotos: Diogo G. Andrade, Arthur Reys e Sabrina Marthendal

Vídeo: Duran Sodré

Classificação: 16 anos (indicado para jovens e adultos)

Duração: 100 minutos

Espetáculo para espaços alternativos

Iván Prado

Diretor do Festiclown multisede (Madrid, Astúrias e Galiza), Magiclown (Ibiza) e Firaclown (Barcelona) festivais. Em adição, ele é o porta-voz

Pallasos en Rebeldía e co-fundador do “Artists Against The Wall”, com Leo Bassi e Patch Adams. Ivan Prado tem participado em várias caravanas

Pallasos em Rebeldía em Chiapas, Sahara, Líbano, Brasil e Palestina, trabalhando a partir do palhaço com profissionais de saúde, com as mulheres e adolescentes agredidas, com povos desprovidos de seus direitos, terras. Ele já se apresentou e ministrou cursos em vários países e em toda a Espanha, o que lhe permitiu desenvolver a sua própria metodologia. Entre outros, ele organizou e conduziu o Primeiro Festival de Clown no mundo árabe, o Festiclown Palestina 2011, 2014, 2015 e 2016, o Primeiro Fórum Internacional de Circo Social (Rivas Vaciamadrid 2013), o Festiclown Favela em 2014 e o Festiclown pela Terra 2016, no Brasil.

Hoje, no Brasil, de fato há vários simulacros: simulacro de democracia, de justiça e de progresso. É mais necessário que nunca combater com alegria e riso este sistema global de terror que impera impunemente. “Provisoriamente” é um canto de liberdade, uma cerimônia contra a escuridão que enegrece nossos corações, uma festa de esperança que traz a chuva colorida, um ritual de três palhaços para exorcizar o medo, verdadeiro antagonista do amor. O espetáculo vai cantar a vida e a utopia para que nunca mais roubem nossos sonhos, para que nunca morra a flor da palavra, para que sempre viva o Teatro, que move a terra em direção a um mundo onde caibam todos os mundos. Somos humanidade que brilha e ri.

ecessidades Técnicas

paço alternativo. Sala/palco com, no mínimo, 10mx8m,

m mais 3 espaços extras para passagem do público, ndo um deles externo para produção de uma fogueira.

Máquina de fumaça com DMX; 12 Pés de galinhas; 11 rta gobos; 04 Íris; 15 Elipsoidais (04 com facas); 10 PCs;

6 Par 64; 10 Fresnel. Número de dimmers: 24.Tipos de esa de controle: Smartfade 24/96; ou Aion; ou Avolight. esa de som com entrada P2/RCA, 4 caixas de som.

s mapas de luz e som podem sofrer modificações ependendo da realidade de cada espaço.

Links

Vídeo do espetáculo: https://youtu.be/bQQgV8ddjX8

Teaser do espetáculo: https://youtu.be/Nnvi8Rz5cl4

Fotos do espetáculo: https://flic.kr/s/aHskFEkQQ5

Provisoriamente não cantaremos o amor

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Página virtua do Jornal DHoje São Paulo (janeiro/2023). Página virtual do Jorna Correio do Povo Rio Grande do Sul (agosto/2023)

Provisoriamente não cantaremos o amor

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Fi ipeta de programação – Sesc Prainha Florianópolis/SC (julho/2016) Página v rtual do Jornal Diário Catarinense Santa Catarina (setembro/2016)

Provisoriamente não cantaremos o amor

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Revista online I Quaderni ano 8 n º 3, Itália (outubro/2016) Filipeta de programação – espaço cultural – Circo da Dona Bilica Florianópolis/SC (janeiro/2017)
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Portal de comunicação online – G1 Santa Catarina (março/2017) Caderno Essencial Jornal Correio Lageano Lages/SC (março/2017)
Provisoriamente não cantaremos o amor

Provisoriamente

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não cantaremos o amor
Jornal Diarinho, Itajaí/SC (março/2017) Filipeta virtual de programação Courados/MS (setembro/2017).

Provisoriamente não cantaremos o amor

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Filipeta virtual de programação, Cariri/CE (novembro/2017). Filipeta de programação – Projeto Estação Cultural (março/2018)

Provisoriamente não cantaremos o amor

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Página virtual de programação cultural - SESC Santos/SP (junho/2018). Página virtual de programação cultural - SESC Santa Catarina (novembro/2018)

Provisoriamente não cantaremos o amor

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Filipeta de programação, 1º Sol Rindo – Festival de Palhaçaria de Balneário Camburiú/SC (novembro/2018) Porta de notícias - Desacato Santa Catarina (junho/2019)

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Fi ipeta virtual – Içara/SC (setembro/2019). Certificado Festival Isnard Azevedo – Florianópolis/SC (outubro/2019).
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Página virtua do Jornal Va e do Itapocu – Járaguá do Sul/SC (novembro/2019). Amostra de cartaz – B umenau/SC (dezembro/2019)

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Filipeta virtua de programação Brincante Circo Rural – Chapecó/SC (agosto/2022). Filipeta virtual Centro de Artes Paola Zonta – Pinhalzinho/SC (agosto/2022)

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Revista Veja São Paulo – São Paulo/SP (agosto/2023). Jornal DHOJE Caderno de Cultura - São José do Rio Preto/SP (janeiro/2023).

A Traço Cia. foi criada no ano de 2001, em Florianópolis/SC. Investiga a Palhaçaria em diferentes territórios de atuação: teatros, praças, ruas, hospitais, comunidades, escolas, campos de refugiados...

TRACOTEATRO

tracoteatro@gmail.com

+55 48 988361394

Desenvolve uma linguagem sustentada no encontro entre artistas e público, apostando numa relação horizontal, afetiva e transformadora. Circulou por 18 estados brasileiros e países como Portugal, Espanha, Itália, Cisjordânia, Colômbia e Costa Rica.

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