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Frontera España – Portugal: personas, pueblos y palabras

(Editores) Xosé A. Álvarez Pérez Jairo J. García Sánchez Irene Sánchez Izquierdo


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Frontera España – Portugal: personas, pueblos y palabras


COMITÉ CIENTÍFICO DE LA EDITORIAL TIRANT HUMANIDADES Manuel Asensi Pérez

Catedrático de Teoría de la Literatura y de la Literatura Comparada Universitat de València

Ramón Cotarelo

Catedrático de Ciencia Política y de la Administración de la Facultad de Ciencias Políticas y Sociología de la Universidad Nacional de Educación a Distancia

Mª Teresa Echenique Elizondo Catedrática de Lengua Española Universitat de València

Juan Manuel Fernández Soria

Catedrático de Teoría e Historia de la Educación Universitat de València

Pablo Oñate Rubalcaba

Catedrático de Ciencia Política y de la Administración Universitat de València

Joan Romero

Catedrático de Geografía Humana Universitat de València

Juan José Tamayo

Director de la Cátedra de Teología y Ciencias de las Religiones Universidad Carlos III de Madrid

Procedimiento de selección de originales, ver página web: www.tirant.net/index.php/editorial/procedimiento-de-seleccion-de-originales


Xosé A. Álvarez Pérez Jairo J. García Sánchez Irene Sánchez Izquierdo

Editores

Frontera España – Portugal: personas, pueblos y palabras

tirant humanidades Valencia, 2023


Copyright ® 2023 Todos los derechos reservados. Ni la totalidad ni parte de este libro puede reproducirse o transmitirse por ningún procedimiento electrónico o mecánico, incluyendo fotocopia, grabación magnética, o cualquier almacenamiento de información y sistema de recuperación sin permiso escrito de los autores y del editor. En caso de erratas y actualizaciones, la Editorial Tirant Humanidades publicará la pertinente corrección en la página web www.tirant.com.

© Varios autores y autoras

Publicación financiada por: FEDER/Ministerio de Ciencia, Innovación y Universidades-Agencia Estatal de Innovación, en el marco del proyecto Frontera hispano-portuguesa: personas, pueblos y palabras (FRONTESPO-3P) (RTI2018-095899-B-I00). Periodo: 2019 – 2022.

© TIRANT HUMANIDADES EDITA: TIRANT HUMANIDADES C/ Artes Gráficas, 14 - 46010 - Valencia TELFS.: 96/361 00 48 - 50 FAX: 96/369 41 51 Email:tlb@tirant.com www.tirant.com Librería virtual: www.tirant.es DEPÓSITO LEGAL: V-2036-2023 ISBN: 978-84-19825-29-2 © Diseño gráfico e ilustración de la portada: Owen Neuburger (https://owenneuburger.com/) Si tiene alguna queja o sugerencia, envíenos un mail a: atencioncliente@tirant.com. En caso de no ser atendida su sugerencia, por favor, lea en www.tirant.net/index.php/empresa/ politicas-de-empresa nuestro Procedimiento de quejas. Responsabilidad Social Corporativa: http://www.tirant.net/Docs/RSCTirant.pdf


Índice Introducción......................................................................................................................................... Xosé A. Álvarez Pérez, Jairo J. García Sánchez e Irene Sánchez Izquierdo MANUELA BARROS FERREIRA, UNA VIDA “COMPARTIDA” DE FRONTERAS TRASCENDIBLES........................................................................................ José Antonio González Salgado

Parte I. Personas y fronteras: movilidades, significados y permeabilidades..............................................................................

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Capítulo 1 DE FRONTERAS EN GEOGRAFÍA: DOS DÉCADAS DE INVESTIGACIÓN SOBRE LA RAIA GALLEGOPORTUGUESA........................................................................ Juan M. Trillo y Valerià Paül

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1. Primeras singladuras................................................................................................................. 2. Gerês/Xurés................................................................................................................................... 3. O Couto Mixto............................................................................................................................. 4. AECT Río Miño............................................................................................................................. Conclusiones..................................................................................................................................... Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 2 “IR À ESPANHA? É UM VÍCIO…”: MOBILIDADES, CONSUMOS E IDENTIDADES ATRAVÉS DA FRONTEIRA LUSO-ESPANHOLA....................... Maria de Fátima Amante

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1. introdução...................................................................................................................................... 1.1. Terrenos etnográficos................................................................................................... 2. Mobilidades e consumos transfronteiriços.................................................................. 3. Outras mobilidade e consumos através da fronteira luso-espanhola .......... 4. Para além das mobilidades raianas ................................................................................. 5. Comentário final......................................................................................................................... Referências bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 3 O “PERIGO ESPANHOL” NA FRONTEIRA PORTUGUESA: VISÕES INTELECTUAIS E POLÍTICAS NAS PRIMEIRAS DÉCADAS DO SÉCULO XX... Paulo Rodrigues Ferreira

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1. A fronteira e o “perigo espanhol”....................................................................................... 2. Da ausência de tratados às disputas nos mares........................................................

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3. “Perigos” do contrabando na fronteira........................................................................... 4. A prevalência temporal do “perigo espanhol”............................................................ Referências bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 4 A LINGUAGEM DOS MAPAS E SEU USO COMO INSTRUMENTO DE CONQUISTA NAS FRONTEIRAS ENTRE O IMPÉRIO PORTUGUÊS E O ESPANHOL........................................................................................................................................... Alisson Eugênio 1. Introdução...................................................................................................................................... 2. Fundamentos teóricos e metodológicos...................................................................... 3. Conquistando o mundo com mapas.............................................................................. 4. As expressões cartográficas do poder na geopolítica dos Estados ibéricos.................................................................................................................... 5. A reconfiguração geopolítica através dos mapas..................................................... 6. Considerações finais................................................................................................................ Referências bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 5 QUANDO A ARTE QUEBRA A FRONTEIRA: ALGUNS EXEMPLOS NA ESCULTURA DA DIOCESE DE BRAGANÇA-MIRANDA............................................. Maria Emília Pires Nogueiro 1. Introdução: objetivos; metodologias de investigação............................................ 2. Enquadramento territorial - o território transfronteiriço do nordeste transmontano............................................................................................. 3. Enquadramento contextual - a escultura espanhola do século xvii na raia transmontana................................................................................................. 4. Resultados da investigação e considerações finais................................................. Referências bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 6 MÁS QUE UNA RAYA: APROXIMACIÓN DE LOS DISCURSOS DE FRONTERA AL MODELO DE RIZOMA.......................................................................... Gonzalo Llamedo Pandiella

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1. Introducción.................................................................................................................................. 2. La resignificación de la frontera.......................................................................................... 2.1. La frontera en vertical.................................................................................................. 2.2. La frontera en horizontal........................................................................................... 3. La frontera como rizoma........................................................................................................ 3.1. Las propiedades del rizoma..................................................................................... 3.2. La frontera desde el rizoma..................................................................................... 4. Consideraciones finales.......................................................................................................... Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Índice


Parte II. Pueblos, memorias y patrimonios: representaciones, usos y prácticas de salvaguardia..................

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Capítulo 7 VELHOS E NOVOS USOS DA FRONTEIRA: DO ESTADO-NAÇÃO AO PÓS-NACIONALISMO.......................................................................................................... Luís Cunha

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1. Introito: da liberdade dos peixes........................................................................................ 2. As faces cambiantes da fronteira....................................................................................... 3. Da natureza dos fluxos e da sua regulação.................................................................. 4. Estado-nação: sucesso e superação................................................................................ 5. Os alicerces de um mundo pós-nacional?.................................................................... 6. Da solidez do complexo industrial à desmaterialização financeira.................. Referências bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 8 MEMORIA DEL COTO MIXTO: FRONTERA, LIMINALIDAD Y CONDICIÓN COSMOPOLITA............................................................................................... Paula Godinho 1. En un tiempo de cismogénesis, del Coto Mixto a la condición cosmopolita............................................................................................................................. 2. Coto Mixto: el pasado y las disputas por el futuro................................................... 3. Comunitarismo, condición cosmopolita y ápeiron.................................................. Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 9 CAMBEDO 1946: ARQUEOLOGÍA DE (LA) GUERRILLA EN LA FRONTERA... Xurxo Ayán Vila

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1. Justificación.................................................................................................................................... 2. Cambedo da raia: un lugar de memoria de la resistencia antifascista........... 3. El origen del proyecto: una arqueología de (la) guerrilla....................................... 4. El durante: un pasado incómodo...................................................................................... 5. El después: proceso de patrimonialización y turismo de memoria................. 6. El ahora............................................................................................................................................ 7. Coda.................................................................................................................................................. Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 10 O TEATRO COMO MEIO DE PRESERVAÇÃO E DIFUSÃO DAS LÍNGUAS MINORITÁRIAS. A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA DO FESTIVAL LÍNGUA FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO EM LÍNGUAS MINORITÁRIAS....... Júlia Cristina Pereira de Faria y Cândido Carvalhosa Sobreiro

Índice

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1. Nota introdutória ....................................................................................................................... 2. Os predecessores do Teatro de Balugas........................................................................ 3. A companhia: breve contextualização............................................................................ 3.1. Trajectória artística e cultural.................................................................................... 4. O festival Língua ........................................................................................................................ 4.1. Notas para a sua contextualização....................................................................... 4.2. Primeira edição do Língua – Festival Internacional de Teatro em Línguas Minoritárias.......................................................................................... 5. Considerações finais................................................................................................................ 6. Agradecimentos......................................................................................................................... REFERÊNCIAS bibliográficas....................................................................................................

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Capítulo 11 PONTE...NAS ONDAS! UN MODELO DE BOAS PRÁCTICAS CO PATRIMONIO INMATERIAL NACIDO NA FRONTEIRA GALEGO-PORTUGUESA........................ 247 M.ª Jesús Álvarez Paz, Xosé Manuel Cid y Santiago Veloso 1. O modelo ponte…nas ondas! (PNO!)................................................................................ 2. Unha fronteira de encontro como piar dunha educación intercultural......... 3. A radio escolar, a TV e as novas tecnoloxías como recurso para a renovación da práctica escolar........................................................................ 4. O patrimonio: elemento nuclear dunha escola aberta á comunidade.......... 5. Dinamización do patrimonio común............................................................................... 6. O patrimonio común galego-portugués en Paris.................................................... 7. A música, algo máis que unha materia do currículo................................................. 8. O congreso internacional “pontes de cultura, pontes de futuro”, a experiencia ten o respaldo científico...................................................................... 9. O presente e o futuro............................................................................................................... 10. Recoñecementos..................................................................................................................... Referencias bibliográficas........................................................................................................... Anexo fotográfico...........................................................................................................................

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Capítulo 12 TERRITORIO, PAISAJE Y MEMORIA. UN MAPA DE VOZ, PALABRA E IMAGEN...................................................................................................................... Esther Prada Llorente 1. Introducción ................................................................................................................................. 2. Método .......................................................................................................................................... 3. Proceso ........................................................................................................................................... 3.1. Imágenes nombradas................................................................................................. 4. Representación y Categorización .................................................................................... 4.1. Primera categoría: prácticas espaciales a partir de una taxonomía de elementos distintivos del habla........................................... 4.2. Segunda categoría: patrones ecológicos de apropiación y producción del espacio físico...........................................................................

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Índice

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5. Mapa relacional de unidades de análisis....................................................................... 6. Reflexiones finales..................................................................................................................... Referencias bibliográficas .........................................................................................................

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Parte III. Palabras y hablas rayanas: fenómenos e influencias. 295 Capítulo 13 AVANCE Y BALANCE TOPONÍMICO DE FRONTESPO POR LA RAYA HISPANO-PORTUGUESA.............................................................................................. Jairo Javier García Sánchez 1. Introducción.................................................................................................................................. 2. Corónimos vinculados a la frontera.................................................................................. 3. Toponimia con motivación en la frontera o en circunstancias en torno a ella......................................................................................................................... 4. Topónimos motivados por desplazamientos a uno y otro lado de la Raya. 5. Topónimos con rasgos atribuibles a lenguas habladas en el pasado............ 6. La toponimia de enclaves lingüísticos rayanos.......................................................... 7. Exotoponimia rayana................................................................................................................ 8. Topónimos espejo y eurociudades................................................................................... 9. Balance final.................................................................................................................................. Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 14 DINÁMICA SOCIOLINGÜÍSTICA DE UN ENCLAVE PORTUGUÉS EN LA ORILLA ONUBENSE DEL GUADIANA................................................................... Ignacio López de Aberasturi Arregui

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1. Un enclave bilingüe en el tramo más meridional de la Raya .............................. 2. Aspectos sociológicos del enclave................................................................................... 3. Bilingüismo, diglosia y escuela............................................................................................ 4. Evolución geográfica y social del enclave..................................................................... 5. Cambios de código................................................................................................................... 6. Final................................................................................................................................................... Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 15 LA INFLUENCIA DE REPRESENTACIONES Y ACTITUDES EN EL CAMBIO LINGÜÍSTICO: EJEMPLOS DE DOS ZONAS DE CONTACTO EN LA RAYA HISPANO-PORTUGUESA......................................... Christina Ossenkop

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1. Introducción.................................................................................................................................. 2. El marco teórico..........................................................................................................................

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Índice

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3. Representaciones y actitudes lingüísticas en Herrera de Alcántara y Cedillo............................................................................................................... 3.1. El corpus y los informantes....................................................................................... 3.2. La variedad local en comparación con el portugués estándar............. 3.3. La variedad local en comparación con las variedades vecinas de Portugal.................................................................................................................... 3.4. La variedad local en comparación con el habla portuguesa del pueblo vecino....................................................................................................... 4. Consideraciones finales.......................................................................................................... Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 16 SISTEMAS VOCÁLICOS TÓNICOS DO NOROESTE DE PORTUGAL E DE GALICIA...................................................................................................................................... Alba Aguete Cajiao, Fernando Brissos, Alberto Gómez Bautista y Valéria João 1. Introdución..................................................................................................................................... 2. Metodoloxía.................................................................................................................................. 2.1. Obtención de datos e perfil dos inquiridos .................................................... 2.2. Extracción e procesamento dos datos acústicos......................................... 3. Resultados..................................................................................................................................... 3.1. Fusión das vogais medias altas e medias baixas........................................... 3.2. Anteriorización da vogal posterior alta /u/...................................................... 3.3. Ditongación das vogais medias altas e medias baixas anteriores e posteriores................................................................................................................. 4. Conclusión..................................................................................................................................... Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 17 A EVOLUÇÃO DAS SIBILANTES EM GALEGO-PORTUGUÊS AO LONGO DA FRONTEIRA HISPANO-PORTUGUESA............................................ Xavier Frias Conde

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1. Introdução...................................................................................................................................... 2. Sistemas de sibilantes por áreas........................................................................................ 2.1. Nos falares portugueses............................................................................................ 2.2. Nos falares galegos...................................................................................................... 3. A evolução das sibilantes por sistemas.......................................................................... 4. A evolução de cada fonema................................................................................................. 5. Conclusões.................................................................................................................................... Referências bibliográficas...........................................................................................................

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Índice


Capítulo 18 VARIACIÓN Y CAMBIO SOCIOLINGÜÍSTICO: LA METODOLOGÍA DE LA DISPONIBILIDAD LÉXICA............................................................................................. Tamara Flores Pérez

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1. Introducción.................................................................................................................................. 2. Cuestiones metodológicas................................................................................................... 2.1. Selección de informantes.......................................................................................... 2.2. Centros de interés........................................................................................................ 2.3. La oralidad del cuestionario..................................................................................... 2.4. Edición de los datos.................................................................................................... 3. Análisis de la variación............................................................................................................. 3.1. Variación fonética y fases en la edición.............................................................. 3.2. Variación léxica............................................................................................................... 4. Conclusión..................................................................................................................................... Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 19 APROXIMACIÓN A LAS INTERFERENCIAS LÉXICO-SEMÁNTICAS Y MORFOSINTÁCTICAS DE LOS ALUMNOS HISPANOHABLANTES DE PORTUGUÉS COMO LENGUA EXTRANJERA EN LAS ZONAS CERCANAS A LA FRONTERA HISPANO-PORTUGUESA......................................... Justyna Haftka 1. Descripción del tema................................................................................................................ 1.1. Objetivos del estudio e hipótesis........................................................................... 1.2. Terminología utilizada................................................................................................. 1.3. Clasificación de las interferencias......................................................................... 1.4. La base de análisis: las encuestas.......................................................................... 2. Ejemplos de las interferencias ............................................................................................ 2.1. Interferencias en el nivel léxico-semántico ..................................................... 2.2. Interferencias al nivel morfosintáctico (o gramatical)................................. 3. Observaciones finales y futuras líneas de investigación....................................... 3.1. Observaciones finales................................................................................................. 3.2. Futuras líneas de investigación.............................................................................. Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 20 VARIACIÓN LÉXICA EN LA FRONTERA HISPANO-PORTUGUESA: LAS DESIGNACIONES DE INSECTOS.................................................................................. Alberto Gómez Bautista

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1. Introducción.................................................................................................................................. 2. La frontera hispano‑portuguesa........................................................................................

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Índice

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3. Caracterización lingüística de la frontera....................................................................... 4. Metodología y localidades estudiadas........................................................................... 5. Las designaciones de insectos en la frontera hispano‑portuguesa................ 5.1. Abeja..................................................................................................................................... 5.2 Avispa................................................................................................................................... 5.3. Libélula............................................................................................................................... 5.4. Luciérnaga........................................................................................................................ 5.5. Mariquita........................................................................................................................... 5.6. Saltamontes..................................................................................................................... 5.7 Mantis religiosa................................................................................................................ 6. Clasificación de las designaciones.................................................................................... 7. Consideraciones finales.......................................................................................................... Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Capítulo 21 RETRATO CONTEMPORÁNEO DE MIS FRONTERAS ROMANCES PENINSULARES................................................................................................................................ José Enrique Gargallo Gil 1. Justificación.................................................................................................................................... 2. Fronteras iberorromances en un manual de referencia......................................... 3. ¿Continuum románico?.......................................................................................................... 4. El concepto de ‘dominio (lingüístico)’ y su aplicación a los dominios romances peninsulares. La diversidad lingüística y la diversidad de los lingüistas..................................................................................................................... 5. Las dos grandes fronteras romances peninsulares. Espejos fronterizos....... 5.1. ¿El orden de los factores altera el producto?.................................................. 5.2. La frontera gallego-asturiana. Una mirada glotológica............................ 5.3. La frontera lingüística catalano-aragonesa..................................................... 5.4. El Aragón fronterizo meridional de lengua catalana (y cierto paralelismo en el occidente peninsular)....................................... 5.5. Cedillo y aldeas rayanas de Valencia de Alcántara y La Codosera (con su espejo oriental)............................................................................................ 5.6. Tàrbena, “mallorquín” injertado en el espacio lingüístico valenciano (¿y un posible reflejo occidental?)............................................. 5.7. Alcance diverso de valenciano (valencià) como glotónimo y como referencia gentilicia y territorial. Valencianidades de frontera..................................................................................................................... 6. Conclusiones................................................................................................................................ Referencias bibliográficas...........................................................................................................

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Perfiles biobibliográficos Alba Aguete Cajiao........................................................................................................................ Mª Jesús Álvarez Paz.....................................................................................................................

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Índice

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Maria de Fátima Amante............................................................................................................. Xurxo Ayán Vila................................................................................................................................ Fernando Brissos............................................................................................................................. Xosé Manuel Cid............................................................................................................................. Luís Cunha.......................................................................................................................................... Alisson Eugênio............................................................................................................................... Júlia Faria.............................................................................................................................................. Paulo Ferreira..................................................................................................................................... Tamara Flores Pérez....................................................................................................................... Xavier Frías Conde.......................................................................................................................... Jairo Javier García Sánchez......................................................................................................... José Enrique Gargallo Gil............................................................................................................ Paula Godinho.................................................................................................................................. Alberto Gómez Bautista.............................................................................................................. José Antonio González Salgado............................................................................................. Justyna Haftka.................................................................................................................................. Gonzalo Llamedo Pandiella....................................................................................................... Ignacio López de Aberasturi Arregui.................................................................................... Emília Nogueiro............................................................................................................................... Christina Ossenkop....................................................................................................................... Valerià Paül Carril............................................................................................................................. Esther Isabel Prada Llorente...................................................................................................... Cândido Sobreiro............................................................................................................................ Juan Manuel Trillo Santamaría.................................................................................................. Santiago Veloso Troncoso..........................................................................................................

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Introducción

En el año 2015 iniciaba sus pasos, en la Universidad de Alcalá, un proyecto de investigación sobre la frontera hispanoportuguesa, que ha continuado vivo hasta hoy –con diferentes nombres y fuentes de financiación– y en el que participan actualmente más de una veintena de investigadores adscritos a diversas entidades, dentro y fuera de la península Ibérica. En la página web https://www.frontespo.org/ puede consultarse el elenco completo de las personas y de los apoyos recibidos, además de, claro está, los materiales que hemos ido recopilando, editando y procesando a lo largo de los años. Nuestro proyecto parte del hecho lingüístico y tiene como principal objetivo la recolección de un corpus oral que conserve, y dé a conocer, el habla de las diferentes comunidades rayanas, muy interesante a causa de numerosos factores en los que no podemos profundizar en este foro. La zona fronteriza es lugar de encuentro de diversas lenguas, cuya extensión territorial no siempre coincide con el límite político, como muestran el portugués de Olivenza o el hablado en diversas aldeas y caseríos de la ribera española del Guadiana, por citar dos ejemplos con distinto grado de conocimiento. Existen también variedades bien delimitadas, que presentan rasgos bien definidos frente al tronco lingüístico del que proceden, como el mirandés o la fala, glotónimo colectivo para la lengua de tres municipios cacereños de frontera: lagarteiro, mañego y valverdeiro. Además, el español y el portugués dialectales del territorio de frontera tienen muchos rasgos propios, como los arcaísmos que han ido desapareciendo del resto del territorio o un léxico característico en el que es frecuentísimo detectar palabras procedentes de la lengua vecina. Con todo, somos conscientes de que la lengua de la frontera no puede estudiarse aislada de su contexto geográfico, histórico, social…, en definitiva, humano. Las diversas variedades habladas a lo largo de más de mil doscientos kilómetros de frontera han visto condicionada su evolución por la propia existencia de la línea fronteriza y sus varios movimientos a lo largo de la historia, que llegaron a “desplazar” una localidad o una comarca al otro país, con el consiguiente cambio de lengua oficial, de sistema escolar, de centro de prestigio, etc. Por supuesto,

Introducción

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tampoco pueden entenderse las lenguas de frontera sin el constante intercambio de personas (que llevan consigo su lengua y sus palabras) entre ambos lados de la Raya: migración laboral en busca de mejores condiciones de vida, jornaleros, contrabandistas y comerciantes de todo tipo de productos, etc. No es posible comprender las variedades fronterizas sin recordar el abandono histórico que han sufrido estas tierras por parte de los estados administradores, aislamiento que ha favorecido la conservación de estados de lengua antiguos, pero también hay que atender a las infraestructuras más recientes, que favorecen el desplazamiento a las cabeceras comarcales de uno u otro país a buscar los productos y servicios que se necesiten en cada momento; esto es, exponiéndose a variados modelos de lengua y adaptando su modo de hablar a las circunstancias y nacionalidad de cada interlocutor. Por eso, hemos trabajado también en una Bibliografía multidisciplinar de la frontera hispano-portuguesa, que asienta sus raíces en un ambicioso proyecto impulsado años atrás por Manuela Barros Ferreira, a quien rendimos homenaje en este volumen. Esta bibliografía recoge, en el momento de escribir estas líneas, más de 4500 fichas con trabajos relativos a cualquier aspecto de las comunidades fronterizas: etnografía, historia, literatura popular y folklore, patrimonio natural, y, por supuesto, palabras y expresiones típicas y tradicionales. Todos los registros bibliográficos están debidamente geolocalizados, clasificados temáticamente y acompañados de palabras-clave, por lo que pueden crearse al instante bibliografías personalizadas sobre un municipio o un determinado ámbito de estudio. En el marco de esta perspectiva multidisciplinar, poliédrica, nace este libro, en el que dialogan investigadores y activistas de diversas disciplinas: antropólogos, arqueólogos, dramaturgos, geógrafos, historiadores, lingüistas, profesores, etc. Conversamos en torno a la frontera que nos une. No queremos que desaparezcan las fronteras –si es que eso es posible, porque como bien explicaba el añorado William Kavanagh, aunque se retire la puerta, queda el marco–, sino que queremos las fronteras trascendibles a las que aludía José Luis Sampedro en su discurso de ingreso en la Real Academia Española: Mis fronteras son todas trascendibles, como lo es la membrana de la célula, sin cuya permeabilidad no sería posible la vida, que es dar y recibir, intercambio, cruce de barreras. Y más aún que trascendible la frontera es provocadora, alzándose como un reto, amorosa invitación a ser franqueada, a ser poseída, a entregarse para darnos con su vencimiento nuestra superación: ese es el encanto profundo del vivir fronterizo. Encanto compuesto de ambivalencia, de ambigüedad –no son lo mismo–, de interpenetración, de vivir a la vez aquí y allá sin borrar diferencias.

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Xosé A. Álvarez Pérez, Jairo J. García Sánchez y Irene Sánchez Izquierdo


Los del centro, en cambio, viven la frontera de opuesto modo. Esa aventura les repele o les inquieta y se retranquean de la frontera adentro como el mar en el reflujo. Se repliegan al centro del espacio acotado, se instalan en el negro o en el blanco, temerosos de los grises infinitos y delicados.

En las contribuciones que siguen se da cuenta de cómo la frontera ha sido lugar de refugio para personas perseguidas en el país vecino, de cómo ciertas poblaciones se han organizado comunitariamente, sin sujeción a los estados español o portugués, de cómo han nacido experiencias pedagógicas pioneras en la divulgación del patrimonio inmaterial, o de cómo los paisajes, las escuelas artísticas y, desde luego, las palabras trascienden estas fronteras que queremos que se mantengan vivas y humanas. El libro se abre con una semblanza biobibliográfica en memoria de Manuela Barros Ferreira, recientemente fallecida, elaborada por José Antonio González Salgado. Manuela fue una reconocida lingüista que ocupó un rol fundamental en el estudio de la dialectología portuguesa, en el proceso de normalización y normativización de la lengua mirandesa, y en el estudio lingüístico de la Raya en perspectiva transfronteriza, además de en otros muchos ámbitos ya más alejados del objeto de este libro. La primera parte del volumen, Personas y fronteras: movilidades, significados y permeabilidades, acoge seis trabajos que se ocupan de la movilidad a través de una frontera más o menos permeable según las épocas y los lugares. Movilidad que es percibida en ocasiones como amenaza y otras veces como oportunidad comercial o instrumento para la inspiración artística. Y que obliga siempre a quien cruza la frontera a reflexionar sobre la propia identidad y la de las gentes que encontrará en su desplazamiento. Abre la sección un capítulo de los geógrafos Juan M. Trillo y Valerià Paül que presenta una panorámica de su fecunda trayectoria investigadora sobre la raya gallego-portuguesa, que ha abordado un número muy variado de temáticas, tales como las eurociudades, la movilidad turística y económica o los espacios naturales transfronterizos. La antropóloga Fátima Amante estudia en dos territorios rayanos y a lo largo de varias décadas las prácticas de consumo asociadas a la movilidad transfronteriza, importante trazo identitario y de relación social en las comunidades rayanas. El historiador Paulo Ferreira examina cómo parte de la prensa y los discursos políticos portugueses alertaban sobre el peligro de reforzar relaciones con España, acusando a esta de violar tratados comerciales, de enriquecerse a costa de

Introducción

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