portfólio
Thomas Uechi Fukuda Okoti Arquiteto e Urbanista formado na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) CAU 00A2716216 Formado em 2022. São Paulo, SP
(11) 99966 2484 t187662@dac.unicamp.br
habilidades Realização de desenhos técnicos e de modelagem 3D; Humanização de desenhos técnicos; Diagramação de pranchas arquitetônicas; Renderização e pós produção; Produção de diagramas arquitetônicos; Inglês fluente; Elaboração de projetos de Branding e Identidade Visual; Conhecimento de Marketing Digital: cursando o Fórmula de Lançamento de Erico Rocha e o curso Estrategistas Digitais do Rodrigo Vinhas. Conhecimento de produção de conteúdo de mídias sociais e estratégias de lançamento de infoprodutos; Edição de vídeos; Outras atividades: dançarino há 11 anos, Ilustração, muralismo, audiovisual, videodança, modelo publicitário.
experiência profissional 2018: Estagiário bolsista no Departamento de Planejamento Integrado (DEPI) na UNICAMP, colaborando em um projeto de web mapeamento do campus da universidade. Auxílio na elaboração de desenhos técnicos, levantamentos e catalogação de dados dos edifícios da universidade. 2020: Estagiário no escritório de Arquitetura e imobiliária Magno Moreira, em São Paulo. 2021: Estagiário no escritório DeaDesign! Na elaboração de projetos de Design de ambientação: Wayfinding, Branding Experience e retail design. Elaboração de projetos executivos para Google, Coca Cola Femsa, Hypera dentre outros. 2020 - 2021: Estagiário no escritório ArqIO, em São Paulo. Na realização de projetos arquitetônicos, renderização, pós produção, gestão de obras e marketing digital nos cursos de sustentabilidade. 2022: Arquiteto no escritório ArqIO, na elaboração de projetos arquitetônicos e gestão de obras. 2022 - atualmente: Atuação na empresa Agariti Marketing e Promoções, focado em serviços B2B na elaboração de estratégias de produção de conteúdo para Mídias Sociais, edição de vídeos e artes gráficas, identidade visual e auxílio na elaboração de campanhas promocionais de empresas.
experiência acadêmica 2016: Membro da Empresa Júnior, “Projetos de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo” - PROJEC, como assessor na área de Marketing. 2018: Bolsista de Iniciação Científica pelo Serviço de Apoio ao Aluno (SAE) da Unicamp, cujo tema é “Análise de exemplares da arquitetura de Kenzo Tange: Entre tradição e inovação”. 2018: Participação do XXVI Congresso de Iniciação Científica da UNICAMP. 2018 - 2019: Membro do Centro Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo ( CACAU) da Unicamp, na área de Comunicação e Eventos.
softwares - Sketchup; - Autocad; - Photoshop; - Lumion - V- Ray - InDesign;
- Illustrator; - Rhino e Grasshopper básico; - Adobe Premiere Básico; - Básico de Lightroom; - Archicad intermediário; - Adobe After Effects básico;
ÍNDICE
7. Centro de Memória da UNICAMP
30. Logo: Foguete Aurora.
12. Teatro - Barão Geraldo
34. Identidade Visual clínica médica Há Lar.
18. Estruturas temporárias para ativação do espaço urbano
24. Verticalidades - Edifício no Bairro da Bela Vista
novo Centro de Memória da UNICAMP (CMU) O Centro de Memória da UNICAMP (CMU) é responsável pela captação, organização, preservação, disponibilização e difusão de acervos documentais, especialmente relacionados à cidade de Campinas (SP), assim como à produção de pesquisas e publicação de livros e periódicos de caráter interdisciplinar, com ênfase na articulação entre memória e história. Localizado no campus da UNICAMP em Campinas, se situa no gramado em frente ao edifício do Barracão do Instituto de Artes e ao lado da Faculdade de Educação. O projeto tem cuidado em manter a qualidade de permanência que o terreno já oferece.
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Buscou-se implantar uma edificação que não ocupasse o lote em sua totalidade, deixando uma espaço livre no térreo para as pessoas continuarem utilizando-o como local de descanso e apreciação de sua vista. Assim, optou-se por duas edificações com dois e três pavimentos, com a inserção de mobiliários e vegetação para trazer uma estadia mais agradável e confortável ao local, como também torná-lo acessível para todos. Foram projetados espaços para estudos dos usuários, pesquisas, administração, depósitos de documentos e obras, biblioteca, sala de informática e fotografia.
7
0 5 10
20
40m Corte B1
Corte B1
+1,00
12 9 Corte 1
11
2 10 8 7 6 Corte 1
Corte A
5
+1,00
+0,00
3
Corte
Corte B.
1
2
+0,00
4
-1,50
01. Térreo Esc.: 1 : 250
Corte Corte A
Pavimento térreo.
Implantação LEGENDA 1: Café (26,36m²) 2: Sanitários 3: Espaço expositivo (97m²) 4: Auditório (112,5m²) 5: Tratamento técnico (146,2m²) 6: Sala de administração (34m²) 7: Sala da diretoria (26m²) 8: Sala de reunião (24m²)
8
9: Sala de informática (30m²) 10: Copa (15m²) 11: DML (7m²) 12: Depósito (35m²) 13: Área de pesquisa (246m²) 14: Biblioteca (200m²) 15: Acervo (340,87m²) 16: Pesquisa CMU (60m²) 17: Reserva de foto (73m²)
18: Quarentena (64m²) 19: Sala de fotografia (48m²)
Corte B1
Corte B1
Corte B1
Corte B1
Corte B1
+1,00
Corte 1
18
Corte 1
15
+8,50
Corte 1
Corte 1
17
2
2
+8,50
Corte 1
Corte 1
19 16 +4,50
Corte 1
Corte 1
Corte 1
Corte 1
+4,50
Corte 1
Corte A
+1,00
Corte A
Corte 1
15
Corte A
Corte A
Corte B.
+1,00
+0,00 +4,50
14 Corte B.
Corte B.
Corte A
Corte B.
Corte B. +4,50
Corte B.
+4,50
+4,50 +0,00
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-1,50
01. Térreo Esc.: 1 : 250
Corte A Corte A
02. 1º Pav 01. Térreo
03. 2º Pav
Esc.: 1 : 250
Esc.: 1 : 200
Esc.: 1 : 250
Corte A Corte A Corte A
Primeiro pavimento.
02. 1º Pav
03. 2º Pav
Esc.: 1 : 250
Esc.: 1 : 200
Segundo pavimento.
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0 5 10
20
40m
Telha galvanizada
Vasos: Concreto
Laje de concreto protendido Revestimendo de cimento queimado
Madeira pinus e OSB
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Bancos: Madeira
Materiais Para os materiais destinados para o projeto, foram pensados em uma alvenaria de concreto, com revestimento de cimento queimado, com laje de concreto protendido para suportar grandes vãos. Para uma fachada dupla, foi pensada em uma madeira de “sacrifício” como a madeira pinus como revestimento, protegendo a madeira OSB. Para o mobiliário nas praças, foram projetados bancos com madeira cumaru, acoplados a vasos de concreto.
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teatro - barão geraldo O projeto para o Teatro de Barão Geraldo surge como uma alternativa de proporcionar ao distrito um ponto cultural voltado às artes cênicas e à música. O local escolhido foi um terreno próximo à Moradia Estudantil da Unicamp, uma região afastada da universidade mas que possui um potencial para ser um ponto de convergência, por estar próxima à Rodovia Zeferino Vaz e à Avenida Santa Isabel. O projeto tem como principal intenção integrar a Sala de Concertos com o Teatro de Fala em um único volume que suavize as grandes caixas de concerto e teatro. A integração dos edifícios aparece na relação com seu exterior, nas aberturas transparentes do foyer e pela definição da ideia de horizontalidade. O conceito de integração está relacionado com o entorno residencial e de gabarito baixo, o qual contribuiu muito para que o grupo não desejasse uma obra muito alta.
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O edifício também é destinado para um uso democrático. Há um teatro ao ar livre, sem barreiras físicas, logo na praça central; há um bar café, banheiros públicos, acesso ao foyer dos teatros por dois lados (acesso vindo da Moradia Estudantil e acesso vindo da integração com a Praça ngelo Signori). Todos disponíveis para a comunidade local se apropriar, facilitando o fluxos dos usuários e trazendo à tona a intenção de democratização do espaço. A integração entre a praça e os outros espaços com o interior do edifício contribui para uma entrada convidativa e um ambiente ideal para permanência, que se mostrará aberta a quem quiser conhecer o teatro. O bosque existente no apêndice do terreno propicia uma cortina de vegetação que ajuda a camuflar o teatro na paisagem, que além de propiciar uma divisão mais suave e natural entre o teatro e o barulho da rua que contribui para uma expectativa de quem está indo visitar o teatro, também contribui para a contemplação dos usuários do jardim interno no edifício de apresentação oral que podem ter uma visão dinâmica da sinergia do local.
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0 5
10
20
40m
+0.00 m
10%
10%
A
+0.15 m
+0.00 m
+2.00 m
5.00
B +0.00 m
0
4.0
-1.25 m
3.00
+1.00 m
2.00
1.00
0.00 m
-1.00 m
-5.00 m
0
0.0
5%
A
-1.0
0
B 0
-2.0
0
-3.0
5%
Implantação. A - 4.40 m - 4.05 m
- 4.40 m
- 4.40 m
- 5.40 m
- 4.05 m
- 4.05 m
B -2.80m
-4.00m
-2.80m
-3.00m
-3.00m
Planta subsolo -4,00 m.
A
B +0.00 m
10%
10%
A
+0.15 m
- 4.40 m
+0.00 m
0.00m
- 4.40 m
W.C.
- 5.40 m
W.C.
Zeladoria
DML
Copa
0.00 m
- 4.05 m
Secretaria
Oficina de reparos
Varanda
0.00 m
Bilheteria
0.00 m
0.45 m
0.00 m
0
5.0
W.C.
B
-1.20m
W.C.
Cozinha do quiosque
-2.80m
Quiosque -4.00m
Adm. Secretaria
-3.00m
Copa
00
4.
Dire
ção
-1.25 m
3.00
Dire
ção
mus
ical
técn
ica
0.00 m
2.00
Sala de reunião
Sala de ensaio Percursão
-3.50 m
Sala de ensaio Cordas
1.00
Sala de ensaio coro
Sala de ensaio Sopro
-5.00 m 0
0.0
5%
Planta pavimento térreo 0,00m. -1.
00
+0.15 m
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A
B
+0.00 m
10%
10%
A
+0.15 m
- 4.40 m
+0.00 m
0.00m
- 4.40 m
- 5.40 m +8.00 m - 4.05 m
0.00 m
4.80 m 0.00 m
4.80 m
5.00
B
Camarim Duplo
Camarim Duplo
Camarim Duplo
0
4.0
-3.00m
Camarim individual
-1.25 m
3.00
Camarim individual
+4.00 m
Camarim individual 2.00
Camarim Duplo
1.00
Camarim Duplo
Camarim Duplo
-5.00 m
0
0.0
5%
A
B
Planta primeiro pavimento +4,00 m.
+0.00 m
10%
10%
A
+0.15 m
+0.00 m
W.C. - 5.40 m
W.C.
+12.00 m - 4.05 m
Camarim Duplo Direção teatral
Camarim Duplo
Camarim individual Direção técnica
0.00 m
+12.00 m
4.80 m
4.80 m
5.00
B
-3.00m
0
4.0
-1.25 m
3.00
+1.00 m
2.00
1.00
0.00 m -1.00 m
0
0.0
5%
A
B
Planta segundo pavimento +8,00m.
Corte longitudinal AA’.
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Para a construção dos edifícios, prezando pela harmonia e o contexto da localização, vegetação, praça e materiais utilizados para a melhor acústica, foi decidido pela combinação entre madeira laminada colada(MLC), vidro, aço e concreto pigmentado na cor bege. A MLC é utilizada na confecção de uma cobertura paramétrica que liga os dois edifícios pelo foyer, onde os vãos deixados pela cobertura são supridos pelo uso de um polímero (ETFE), sendo este último podendo ser paramétrico e translúcido; e pelos brises verticais e horizontais dispostos em todas as fachadas.
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Os pilares centrais são confeccionados em concreto simples por sua boa resistência à compressão com um revestimento em madeira laminada colada.
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estrutura temporária para ativação do espaço urbano O projeto se localiza na Universidade Estadual de Campinas ( UNICAMP), em frente ao Instituto de Artes (IA) e ao lado do Teatro da Arena. É uma estrutura temporária que consiste em uma cobertura para realizar os ensaios e espetáculos dos alunos do Instituto de Artes da Universidade. Serão destinados para os estudantes dos cursos de Dança, Música, e Artes Cênicas. Foram considerados os principais fluxogramas destes estudantes, tanto por meio de carros, como a pé para decidir onde o projeto será implantado. Foi pensada em uma forma fluida e paramétrica, sem ângulos e linhas retas, com o intuito de estimular a criatividade dos artistas.
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Seu layout garante uma maior flexibildiade na disposição do mobiliário, para se adaptar a qualquer tipo de ensaio e apresentações. Sua implantação está alinhada com o sentido Norte-Sul com aberturas nesses sentidos, para garantir uma boa iluminação e uma ventilação cruzada, já que os ventos predominantes de Campinas se originam do Sudeste e seguem para o Noroeste. Foi evitado aberturas nas faces Oeste e Leste do projeto, para garantir uma barreira sonora contra o Teatro de Arena e uma casa de máquinas que está localizada próxima a obra.
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Estrutura e materiais O projeto consiste em uma estrutura de Madeira Laminada Colada (MLC) paramétrica, encapada por uma cobertura também paramétrica de Ethylene Tetra Flouro Ethylene (ETFE), um polímero plástico. A MLC garante o vencimento de grandes vãos sem apoio intermediário, consegue suprir grandes cargas e tem baixo peso próprio, o que garante a manipulação de formas não convencionais. Além disso apresenta uma alta resistência ao fogo e de substância quiímicas e não necessita uma grande manuntenção e pintura O ETFE é um material translúcido, leve e de alta resistência mecânica, principalmente à tração. É muito elástico, podendo aumentar até três vezes de tamanho, tem uma baixa inflamabilidade e apresenta um baixo coeficiente de atrito. Através de um sistema pneumático, caracterizado por almofadas pressurizadas com bombas de ar, garante um isolamento térmico e acústico.
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Verticalidades - Edifício no bairro da Bela Vista O edifício é localizado no bairro da Bela Vista em São Paulo entre as Ruas Major Diogo e Humaitá, uma região com um processo de verticalização, gerando prédios altos em meio às casas térreas, o que leva ao surgimento de empenas cegas e sombreamento indesejável sobre os edifícios de menor gabarito. Em meio deste cenário, foi pensado em uma forma que adequa-se a estas empenas e ao mesmo tempo minimiza a sombra nos terrenos vizinhos. A presença de duas frentes no terreno ligando ruas com aspectos diferentes, refletiu na organização dos espaços, usos e ambiência das duas: Para a Rua Major Diogo, mais comercial e movimentada, estão voltadas as lojas; enquanto isso, para a Rua Humaitá, menos agitada e em frente a uma escola, estão voltadas os espaços mais abertos do prédio, junto com seus usos culturais como salas de dança, anfiteatro e jardins. Assim, foram projetados três volumes destinados à Habitação de Interesse Social, cujo os térreos destinados à programas culturais e esportivos. Há também dois volumes entre os blocos de habitação para uma circulação vertical separada dos prédios, o que ajuda a esconder as empenas do prédio vizinho. Todos os volumes são ligados por passarelas que foram desenhadas pensando em tornar o percurso dos moradores até suas unidades de modo mais aberto e iluminado, conferindo a elas um aspecto público e ao mesmo tempo comunitário. As passarelas, juntamente com os volumes de circulação vertical, ajudam a criar uma identidade ao projeto e torna visível o movimento das pessoas pelo edifício. Os andares térreos do edifício procuraram estimular o percurso das pessoas pela obra. Da Rua Major Diogo é possível enxergar o térreo suspenso de frente para a Rua Humaitá do outro lado do terreno. Passando pelas lojas o visitante já se encontra o programa cultural, com as salas de dança no centro do térreo suspenso. Descendo pela rampa na lateral do edifício, pode-se ter uma perspectiva ampla do térreo da rua Humaitá, equipado com uma sala espaçosa para atividades esportivas e culturais, e um anfiteatro.
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0
5
10
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40m
1:250
1:250
Pavimento térreo 0,00m. Entrada pela Rua Humaitá.
1:250
1:250
Primeiro Pavimento +5,00 m . Entrada pela Rua Major Diogo.
1:250
1:250
Pavimento tipo.
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Diagrama ilustrativo sobre o programa arquitetônico.
Diagrama ilustrativo sobre o processo de concepção da volumetria.
0.20
6.00
10.00
0.97
2.83
1:250
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Render Panorâmico, visto pelo Térreo da Rua Major Diogo: https://www.meutour360.com/tour-360/projeto-verticalidades
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Diagrama ilustrativo sobre o sistema estrutural.
Sistema Estrutural A estrutura do edifício é de madeira CLT com um térreo de concreto para a proteção contra a umidade. Os três volumes seguem um grid estrutural de vigas e colunas, sendo que os dois volumes nas extremidades do terreno são estruturados por placas de CLT verticais nas laterais para conferir maior estabilidade. O térreo no nível da Rua Major Diogo é estruturado por uma laje nervurada de madeira e pode ser vista do nível da Rua Humaitá. As lajes dos pavimentos superiores são de painéis de CLT, sendo que as passarelas são estruturas em balanço compostas pela extensão desses painéis.
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A Equipe Antares é uma entidade acadêmica da UNICAMP do curso de Engenharia Mecânica voltada na construção de foguetes para competições e estudos aeroespaciais. Neste projeto, foi desenvolvido um logo para o foguete Aurora, que representa uma nova fase que a equipe estava passando no momento. Alguns aspectos a serem transmitidos no logo, são: representar uma imagem moderna, já que o grupo lida no segmento de tecnologia; força, movimento, agilidade; e algo que remeta a adoção de uma nova postura, um ressurgimento.
moderno
força
aspectos a serem transmitidos no logo
movimento
adoção de uma nova postura tecnológico
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Assim, foi escolhido como símbolo, a Harpia, por ser a maior ave de rapina da América Latina, valorizando a fauna e a identidade brasileira. Tem hábitos como caçar pequenos macacos, filhotes de animais de grande porte, e ter seus ninhos em copas de árvores altas. Além de representar a soberania, beleza, imponência, força e ter uma “visão acima dos outros”.
processo criativo
Construção baseada na proporção áurea.
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Vermelho mais escuro: força, poder, energia
resultado final Como resultado final, temos uma figura em gestalt: Uma harpia levantando as asas em voo, e a cabeça de uma harpia em perfil. Foi usada também a fonte Azonix, por ser san serif e trazer a ideia de modernidade.
Fonte AZONIX - San Serif
Letra “U” alinhada com o bico
versões do logo
aplicações
foguete ilustrado
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minimalismo
amigável
tranquilidade
aspectos a serem transmitidos segurança
acolhimento
Lar
Foi desenvolvido como projeto em um trabalho da graduação, a identidade visual para a clínica médica Há Lar, voltada para o público infantil. Os aspectos a serem transmitidos, seriam algo ligado a associação a elementos visuais amigáveis, que geram calma e tranquilidade, minimalismo, acolhimento e segurança, sendo este dois últimos ligados à ideia de lar.
O processo de Naming foi feito a partir de um duplo sentido: “há lar”: a clínica seria a extensão do lar da criança, trazendo a mesma sensação de segurança, bem estar, e calma. “alar”: Um espaço lúdico no qual a criança possa voar em sua criatividade e ser quem ela realmente é, e poder sobrevoar em um novo mundo.
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construção
Começamos com duas fileiras compostas por 4 quadrados empilhados, com um espaçamento de meio quadrado entre eles
Adicionamos dois quadrados, com o mesmo espaçamento entre as fileiras.
resultado final FUSÃO DAS LETRAS “H” e “L”. Referência aos brinquedos de montagens e de construção, ligada a ideia de recreação e um aspecto lúdico. Por se estar ligada à construção, se refere ao aspecto de lar.
cores no logo
perspectiva isométrica da clínica
Amarelo: Alegria, juventude
Azul: Calma, tranquilidade, segurança Vermelho:maternidade, energia
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