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EXPEDIENTE DIRETOR DE REDAÇÃO: BEATRIZ IRINEU REDATOR-CHEFE: THIAGO MOURÃO CONSULTOR EDITORIAL: BEATRIZ IRINEU EDITOR ESPECIAL: BEATRIZ IRINEU EDITORES: BEATRIZ IRINEU E THIAGO MOURÃO SECRETÁRIA DE REDAÇÃO: THIAGO MOURÃO
DIRETORA DE ARTE: THIAGO MOURÃO CHEFE DE ARTE: BEATRIZ IRINEU DESIGNER: THIAGO MOURÃO FOTOGRAFIA: BEATRIZ IRINEU
REVISORES: ADERSON SAMPAIO
COLABORADORES: ADERSON SAMPAIO E RAQUEL SANT’ANNA ILUSTRADORES: THIAGO MOURÃO
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ÍNDICE JURASSIC PARK E SUA CONTEMPORANEIDADE
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TUDO O QUE SABEMOS DA SEGUNDA TEMPORADA DE BIG LITTLE LIES
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5 MOTIVOS PARA ASSISTIR “LOVE” DO NETFLIX
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DO ESCRITÓRIO PARA A COMUNICAÇÃO
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MUSEU DO CEARÁ
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AFINAL, COR TEM GÊNERO?
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THE HANDMAID’S TALE - A SÉRIE DO MOMENTO
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Palavra do Editor
A primeira edição da revista Outra é uma revista experimental para a disciplina de Design Jornalístico I do curso de Jornalismo da Unifor. Tem como objetivo estimular o aprendizado dos alunos acerca de diagramação. A revista traz assuntos culturais, perfis e debate tabus da sociedade, como o gênero. Nesta edição estamos preocupados com a consciência da mulher, com séries voltadas para 6
o público feminino, além do filme clássico Jurassic Park. A Outra é feita da gente para a gente! Para meninas, meninos e meninxs. O nosso conteúdo expande as barreiras entre a opinião e o fato com um toque de humor, claro. A nossa revista foi feita para a diversão, com conhecimento e responsabilidade.
nossas carreiras, pois poderá ser considerada parte do nosso portfólio profissional e acadêmico, além de contar como a nota parcial da Avaliação 3. O esforço e trabalho, no entanto, valeram a pena, pois abriu-me um leque de oportunidades.
Para os criadores, Beatriz Irineu, a revista foi bastante importante para
Aproveitem a revista!
Então, é com prazer que os e as apresento a Outra.
Jurassic Park e sua contemporaneidade Já faz 25 anos da estreia de um filme que mudaria a cultura pop e seria uma das maiores recordações para a infância e adolescência de uma geração: Jurassic Park. O filme conta a história dos paleontólogos Alan Grant (Sam Neill), Ellie Sattler (Laura Dern) e o matemático Ian Malcolm (Jeff Goldblum). Eles fazem parte de seleto grupo escolhido para visitar uma ilha habitada por dinossauros criados a partir de DNA pré-histórico. O idealizador do projeto, o bilionário John Hammond (Richard Attenborough), garante a todos que a instalação é completamente segura. Mas após uma queda de energia, os visitantes descobrem, aos poucos, que vários predadores ferozes estão soltos e à caça. Eu nasci em 1995, dois anos após o filme ter tido sua estreia triunfal. Não tive a oportunidade de ver nos cinemas. Me recordo de alugar a trilogia e passar o fim de semana inteiro assistindo somente isso. Ao assistir pela primeira vez em um cinema IMAX 3D, é me fornecido o privilégio de obter uma leitura adicional à que eu tive quando criança. Hoje, eu consigo ver novos detalhes. Assistir ao filme já adulta me fez perceber o quanto ele é progressista - considerando sua época de lançamento -, bem roteirizado e atento às possibilidades de efeitos visuais e sonoros. Sim, é perceptível a presença de várias chroma, entretanto, não foi de grande incômodo, dado o contexto.
e completo - está à frente de tempo em diversas cenas. filme tem personagens fortes e característicos, como a Dra. Ellie Sattler (Dern), retratada como uma mulher inteligente, independente, determinada e forte durante todo o filme. Sattler é dona de uma das melhores falas do filme na minha opinião “Mulher herda a terra’’.
seu O
Não é segredo que Jurassic Park entrou para história com seus efeitos especiais e sonoros. Não à toa ganhou três Oscars (Melhor Som, Efeitos Sonoros e Efeitos Visuais). A o entrar em pré produção – três anos antes do lançamento nos cinemas – a palavra de ordem era realismo. Não seriam poupados esforços nem inovação para que fossem criados os dinossauros mais verdadeiros que alguém já viu. Fizeram o espectador sentir a mesma aflição que os personagens, ao ouvir que um pequeno ‘’dino’’ estava se aproximando, cada estrondo, cada rugido. Tudo pensado para que se pudesse ter a melhor experiência audiovisual possível. Eu tremo, torço e fico com medo. Não importa quantas vezes eu o assista, todas as vezes serão como se fossem a primeira. Você já teve essa experiência no cinema? O Parque dos Dinossauros de Steven Spielberg não só sobrevive à modernidade, é atemporal. Aborda a clonagem, o complexo de Deus, a fantasia, a ambição e o machismo (mesmo que sutilmente). O filme traz diferentes percepções em diferentes épocas. Jurassic Park é um clássico e merece o eterno hype - vide várias referências feitas em muitos outros filmes que o sucederam.
O clássico tem um roteiro bem fechado 7
BASEADA EM UM LIVRO HOMÔNIMO, CRIADA POR DAVID E. KELLEY, BIG LITTLE LIES CONTA A HISTÓRIA DE TRÊS MÃES QUE SE APROXIMAM QUANDO SEUS FILHOS PASSAM A ESTUDAR JUNTOS NO JARDIM DE INFÂNCIA. ATÉ ENTÃO, ELAS LEVAM VIDAS APARENTEMENTE PERFEITAS, MAS OS ACONTECIMENTOS QUE SE DESENROLAM LEVAM AS TRÊS A EXTREMOS COMO ASSASSINATO E SUBVERSÃO.
TUDO O QUE SABEMOS DA SEGUNDA TEMPORADA DE BIG LITTLE LIES
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A verdade é que a série se mostrou como grande revelação da década com uma fotografia belíssima, elenco impecável, atuações impecáveis, roteiro completo e preciso com relação a temas reais - BLL arrebatou a maioria dos prémios para a qual foi indicada. A segunda temporada de Big Little Lies estreia em 2019 e você confere algumas informações sobre a série. A SEGUNDA TEMPORADA IRÁ CONTAR COM NINGUÉM MENOS QUE MERYL STREEP. A atriz, recordista de indicações ao Oscar, confirmou participação na próxima temporada de BLL como a mãe do abusivo Perry Wright (Alexander Skarsgard). A descrição da personagem mostra uma figura materna forte que poderá ter muitos atritos com sua nora Celeste Wright (Nicole Kidman). Mary Louise Wright (Streep) tentará descobrir mais informações sobre a morte inesperada de seu filho. DATA DE ESTREIA
começo de 2019.
Ainda não há data de estreia oficial, mas a emissora confirma que a série irá retornar no
A MAIORIA DO ELENCO JÁ ESTÁ QUASE TODA CONFIRMADA PARA A SEGUNDA TEMPORADA. Alguns atores ainda se encontram em negociações, entretanto outros já retomaram a Monterrey (cidade onde a série é situada) para suas atividades de gravações. Os atores confirmados pela emissora são Iain Armitage, James Tupper, Adam Scott e Jeffrey Nordling, além do nosso time incrível de fearless
women Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Shailene Woodley, Laura Dern e Zoë Kravitz PRODUÇÃO, ROTEIRO E DIREÇÃO Kidman e WItherspoon novamente serão as produtoras da nova temporada. Liane Moriaty, autora do livro homônimo a série volta como roteirista e a direção ficará por conta de Andrea Arnold - dirigindo os sete novos episódios da série. Jean-Marc
Vallée, diretor da primeira temporada, irá seguir como somente produtor executivo deste segundo ano da série. QUANTIDADE DE EPISÓDIOS Igualmente como a primeira, a temporada dois irá contar com 7 episódios ALEXANDER SKARSGÅRD TAMBÉM ESTARÁ DE VOLTA. De acordo com o TV Line, seu personagem que foi morto ao final da última temporada poderá retornar para alguns flashbacks. A SEGUNDA TEMPORADA TERÁ TANTO DRAMA E VIOLÊNCIA COMO A PRIMEIRA. Veja sinopse divulgada pela HBO: “A série ganhadora do Globo de Ouro e do Emmy é um drama subversivo e cômico, que continuará a explorar a malignidade das mentiras, a durabilidade das amizades, a fragilidade do casamento e, é claro, a feroz ferocidade de pais’’
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VEJA SPOILERS DE ALGUMAS DAS MULHERES PODEROSAS DE BLL DIVULGADOS PELA HBO Jane (Woodly) estará processando a morte repentina de Perry, enquanto tenta construir uma vida para ela e seu filho, Ziggy. Renata (Dern, vencedora do Globo de Ouro e Emmy por essa personagem), uma mulher que enfrentará problemas muito sérios em seu casamento Bonnie (Kravitz) irá confrontar seu próprio passado enquanto luta para fazer paz com si em relação a morte de Perry. Além disso, seus pais, Elizabeth e Martin Howard, irão ser apresentados nesta temporada - Elizabeth é descrita como alguém que transmitiu suas qualidades zen para sua filha Bonnie, mas acaba se revelando controladora e abusiva. Martin é emocionalmente distante em relação a sua filha, mas uma emergência familiar o força a lidar com a tensão entre eles. Todos os episódios de Big Little Lies encontram-se disponíveis em todas as plataformas da HBO.
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5 motivos para assistir “LOVE” do Netflix
O TÍTULO DESSA SÉRIE PODE CONFUNDIR O TELESPECTADOR FAZENDO-O ACREDITAR EM UMA CLÁSSICA ROM-COM, MAS NÃO SE ENGANE POR AÍ… LOVE ENTRA EM CENA COM HUMOR EXAGERADO DE ABSURDOS DA VIDA, DIÁLOGOS VISCERAIS, TRILHA SONORA ENVOLVENTE, UMA AMBIENTAÇÃO QUE TE AJUDA A CONTAR UMA HISTÓRIA, ALÉM DE UM ROMANCE QUE VOCÊ AMA ODIAR E ODEIA AMAR. A SÉRIE FOI CANCELADA PELA NETFLIX, ENTRETANTO NÃO SAIRÁ DOS NOSSOS CORAÇÕES - COM TRÊS TEMPORADAS JÁ DISPONÍVEIS EM SEU CATÁLOGO, ESSA SÉRIE ORIGINAL POSSUI UMA FORMA DE TE ENVOLVER E TE DEIXAR ALTAMENTE VICIADO. AQUI VÃO 5 MOTIVOS PARA VOCÊ ASSISTIR ESSA SÉRIEE:
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1.LOVE CONVENCE. Com um elenco exageradamente engraçado, com piadas inteligentes e absurdos da vida, Love entrega exatamente o que promete: uma comédia com confusões e desencontros da vida adulta, desesperos ao não estar na carreira dos seus sonhos, diálogos reais e muito amor sendo falado e vivido de uma forma real. O elenco conta com Gillian Jacobs (Community), Paul Rust (Bastardos Inglórios), Claudia O’Doherty (Descompensada), além de ser roteirizada por Paul Rust e o incrível Judd Apatow. 2. PERSONAGENS BEM DESENVOLVIDOS A impetuosa e ousada Mickey e o nerd desconfortável Gus se conhecem aleatoriamente, mas, são extremamente bem desenvolvidos. É notório o quão ambos os personagens são imperfeitos, tendo falhas horríveis e qualidades incríveis, entretanto, o roteiro não peca em os explorar corretamente. Nessa terceira temporada, vimos uns lados vulneráveis e fortes de ambos personagens sendo exploradas e deflorados para o telespectador. 3. OS COADJUVANTES TAMBÉM SÃO IMPORTANTES E ENVOLVENTES NESSA TRAMA O’Doherty lidera o time de coadjuvantes com a desajeitada australiana Bertie, colega de apartamento de Mickey, com tiradas engraçadas e bastante awkwards de alguém relativamente ‘’normal’’ que vive com Mickey. Sem contar com todo elenco de apoio do núcleo de trabalho
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de ambos personagens principais - a adolescente chata Arya Hopkins interpretada por Iris Apatow tem brilho próprio ao fazer uma sátira a atrizes mirins. 4. UMA SÁTIRA DE HOLLYWOOD A série mostra uma sátira confortável de Hollywood. O personagem de Rust (Gus) trabalha como professor particular da série fictícia Wichita no qual vimos um desenrolar da cidade das estrelas bem diferente do sonho - inclusive na terceira temporada para a série fictícia não ter seu fim, os produtos da mesma são obrigados a renovar o elenco e mudar a história, coisas bem reais em hollywood. 5. LOS ANGELES COMO VOCÊ NUNCA VIU Longe dos exageros tradicionais que vimos ao nos depararmos em algo sobre Los Angeles, Love, preocupa-se em mostrar o cotidiano da cidade, com visuais e enquadramentos lindos; por muitos momentos você não acredita que é Los Angeles - é dada a impressão de uma LA muito mais cult, underground e indie, que é mascarada por uma Hollywood comum.
Todos episódios de Love encontram-se disponíveis na Netflix.
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DO ESCRITÓRIO PARA A COMUNICAÇÃO A HISTÓRIA DE BEATRIZ, A ADMINISTRADORA QUE LARGOU SUA CARREIRA PARA REALIZAR O SONHO DE SE TORNAR JORNALISTA.
Com 23 anos de idade, Bia, como prefere ser chamada, já viajou bastante, teve várias experiências profissionais e acadêmicas. No entanto, encontrou sua vocação na comunicação. Nasceu em Fortaleza, capital do Ceará e teve uma infância muito comum - brincava com primos nas ruas, gostava de ler e assistir TV Cultura. Sua brincadeira preferida era ser professora e correspondente internacional. Ao entrar na adolescência, continuou nutrindo sua paixão por livros e escrita, tendo como livros preferidos Dom Casmurro de Machado de Assis e O Pequeno Príncipe do Antoine de Saint-Exupéry. Ela acreditava que seria uma grande jornalista. No entanto, aos seus 15 anos, ela passou por algo que veio a ser uma das maiores barreira de sua vida: a anorexia. Teve a perda de autoesti-
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ma, motivação e desistiu de um de seus maiores sonhos: a carreira de jornalista. Resolveu cursar administração de empresas, por considerar-se uma pessoa prática. Durante sua graduação fez dois intercâmbios, um para Hungria e outro para o Peru, em ambos descobriu que sua paixão não estava na administração, mesmo resolvendo concluir o curso, sabia que mudaria de profissão em algum momento. A GRANDE MUDANÇA Em junho de 2018, já formada em Administração e trabalhando na área, Beatriz largou seu emprego e tomou a decisão mais importante e mais corajosa que havia tomado: matriculou-se em Jornalismo na Universidade de Fortaleza. Ela conta que o primeiro mês foi muito difícil, pois era complicado encontrar coisas em comum com seus colegas de classe,
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uma vez que, eles eram bem mais novos que ela. Além disso, ela teve um pouco de dificuldade em lidar com trabalhos acadêmicos, porque estava fora do meio acadêmico por quase dois anos. Com o passar do semestre, comecei a me encontrar cada vez mais no curso e acabou entrando para a rádio. A rotina cansativa, a fez ter uma recaída em seus problemas alimentares. Passando por uma pequena crise que já se encontra melhor. Bia luta diariamente para não ser mais uma diante de todos, além da dedicação na rádio, candidatou-se para ser monitora da disciplina de Ateliê de Leitura e Produção Textual, tendo obtido êxito e está na última fase.
RELAÇÃO COM A FAMÍLIA Filha de funcionário público com professora da rede pública de ensino, Beatriz, ganhou esse nome por conta da música de Chico Buarque, sua mãe é uma grande fã do cantor.
Bia sempre teve apoio e quando decidiu que era hora de conhecer um novo país, foi com o apoio de deles que fez sua primeira viagem internacional. Embarcou para Hungria para desenvolver trabalho voluntário e lá descobriu que administração não era sua praia, porém, não tinha certeza qual era a sua praia. Ao voltar, concluiu o curso com muito esforço e batalha de seus pais e resolveu que queria fazer outra viagem internacional, resolveu ir ao Peru, e seus pais novamente a apoiaram. Com a ajuda deles, pôde conhecer mais sobre si e refletir sobre seu local no mundo.
Ao voltar, passou a trabalhar com pesquisa de mercado e foi nesse trabalho que teve a maior revelação vinda de sua mãe. Um dia sua mãe falou: “Você odeia o que você faz. Você tem um emprego, não carreira. Procure a Unifor e se matricule”. E assim, o fez! P: BEATRIZ, VOCÊ PENSA EM EMPREENDER EM ALGO ASSIM QUE CONCLUIR O CURSO DE JORNALISMO? R: Não, meu sonho é trabalhar em redação de jornal,
Sempre amada e bem-quista pelo seus pais e irmãos,
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“[cursar jornalismo] é a realização de um sonho que estava escondido em mim! Nunca me senti tão realizada.”
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locução de rádio ou escrevendo livros. Não tenho vontade de voltar para o escritório, quando sei que meu lugar é na comunicação. P: O QUE VOCÊ MAIS GOSTAVA NA CURSO DE ADMINISTRAÇÃO? R: Amava as cadeiras teóricas! Principalmente Teoria Geral da Administração, em que estudávamos sobre Taylorismo, Fordismo, etc. P: E EM JORNALISMO? R: Olha, não fiz muitas cadeiras até agora, mas as minhas preferidas são Ateliê de Leitura e Produção Textual, Estudos de Comunicação e Mídia e Antropologia da Comunicação. P: VOCÊ PRETENDE CONTINUAR SE ENGAJANDO NAS ATIVIDADES ACADÊMICOS? R: Sim, eu adoraria focar em atividades acadêmicas pois quero fazer mestrado logo logo! P: E SOBRE VIDA PESSOAL? SUA PAIXÃO POR LIVROS CONTINUA? R: Eu gosto muito de sair de vez em quando, tomar uma cerveja com amigos, comer uma pizza e claro, ler um bom livro. Atualmente, estou lendo O Voyeur de Gay Talese. P: VOCÊ ESTÁ FELIZ COM O CURSO? R: Sim, é a realização de um sonho que estava escondido em mim! Nunca me senti tão realizada.
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Museu do Ceará APÓS O INCÊNDIO DE GRANDES PROPORÇÕES QUE DESTRUIU O MUSEU NACIONAL, NO RIO DE JANEIRO, NO DIA 2 DE SETEMBRO, HOUVE UMA GRANDE COMOÇÃO DA POPULAÇÃO QUANTO ÀS PÉSSIMAS CONDIÇÕES EM QUE O MUSEU SE ENCONTRAVA POR CONTA DE CORTES NO SEU INVESTIMENTO. A DISCUSSÃO LEVANTA QUESTIONAMENTOS PELO PAÍS QUANTO A CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL, E QUAIS AS SITUAÇÕES DE OUTROS BENS BRASILEIROS.
No Museu do Ceará, em Fortaleza, documentos de parecer técnico realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2005 informam que a última obra de restauro data de 1987. Os arquitetos do Iphan, Francisco Veloso e Robledo Duarte, confirmam que a obra ocorreu no final da década de 80 e desde então foram realizados apenas pequenas manutenções pontuais. A manutenção que deveria ter ocorrido a partir do dia 5 de setembro deste ano, no valor de 244 mil reais, como noticiado pelo jornal O Povo, foi nega-
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da pelos arquitetos. De acordo com os mesmos, até pequenas obras feitas no patrimônio devem antes passar por aprovação do Iphan, sendo impossível, portanto, que uma obra desse valor ocorra sem o conhecimento do instituto. Os arquitetos, porém, confirmam a informação dada pelo jornal sobre a previsão de um grande projeto de conservação no Museu do Ceará pela empresa Umpraum Projetos Integrados. Duarte informa que “ele (o projeto) não tem data para ser licitado, por que agora que o projeto de arquitetura e complementares (...) foram entregues para análise no Iphan e na Secretaria (da Cultura)”. Portanto, o valor de R$ 5 milhões e previsão de início para 2019, como noticiados pela reportagem d’O Povo, ainda não podem ser confirmados. Quanto ao estado atual do museu, os arquitetos listam defeitos no sistema elétrico e hidrossanitário, além de infiltrações tanto da coberta quanto da umidade do solo. Eles apontam as infiltrações como principal problema no museu atualmente. Em visita ao local, confirmamos as irregularidades apontadas: quadros elétricos expostos, tomadas antigas, problemas sanitários nos banheiros e diversas infiltrações nas paredes e tetos do edifício. Além disso, observamos pichações nas paredes externas e janelas e portas quebradas.
Segundo os arquitetos, o futuro projeto de restauro prevê a manutenção desses problemas. “(Será feita) toda a pintura do museu, interna e externa, a recuperação de toda a coberta, troca de todo sistema de ar-condicionado, troca de toda parte de instalação hidro sanitária e hidráulica, e todo o sistema elétrico revisado”, diz Duarte. Quanto à segurança contra incêndios, Duarte afirma que há previsão de instalação de sistemas de prevenção. “Um projeto (...) de combate à incêndios, segundo o que alguns bombeiros pedem, é você ter toda aquela proteção principalmente de prevenção. O ideal é que tenha principalmente sensores de fumaça, sensor térmico…”. No entanto, ele diz que essa parte do projeto ainda não foi analisada e que, portanto, não poderia especificá-la. No local, observamos diversas irregularidades desaconselhadas pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) (HIPERLINK PARA INFOGRÁFICO). Nas áreas de exposição não há sistemas aparentes de chuveiros nem de sensores de fumaça ou térmicos.Também não existem sinalizações de rotas de emergência nessas áreas. Há placas sinalizadoras para os extintores, porém, o posicionamento dos mesmos não atende as especificações da ABNT (ABNT NBR 12693).
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Azul é cor de menino? E o rosa é cor de menina? Afinal, cor tem gênero? AS CORES NEM SEMPRE FORAM ATRELADAS A UM GÊNERO ESPECÍFICO. A DESIGNAÇÃO DE CORES É FORNECIDA AO INDIVÍDUO MESMO ANTES DO SEU NASCIMENTO.
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Em Pink and Blue: Telling the Girls From the Boys in America ou Rosa e Azul: diferenciando meninas de meninos nos EUA, a historiadora Jo B. Paoletti afirma que só durante a Grande Guerra que os tons pastéis começaram a ser usados por bebês. Antes, usavam praticamente só branco, devido à facilidade de se usar água sanitária para tirar as manchas feitas pelos pequenos, sem danificar as peças de roupas
1985. Jo B. Paoletti comenta sobre isso: “uma das formas que as feministas acreditavam que as mulheres eram colocadas em papéis subversivos era pelas roupas,” diz Paoletti. “ se nos vestirmos nossas meninas mais como meninos e menos como garotinhas indefesas… elas vão ter mais opções e se sentir mais livres para serem ativas.”
Além disso, naquela época o rosa era a cor dos meninos, por ser “mais decidido e forte”, que era associado ao vermelho, a cor do vigor e do sangue. Em contrapartida, meninas deviam vestir azul, “mais delicado e amável”, o que pode ter sido influência da famosa imagem da Virgem Maria, na qual usa um manto azul claro, que transmite paz e calmaria.
Há teorias de que, o quanto mais roupas são individualizadas, mais são vendidas, e foi isso que o surgimento do exame pré-natal comprovou. as lojas explodiram com vestidos cor-de-rosa e macacões azuis. Assim, se um casal tivesse um filho menino, e em seguida, uma menina, se sentiriam obrigados a comprar roupas e decorações “adequadas” para o gênero oposto.
O rosa e o azul só foram tentar ser estabelecidos como cor de menina e menino, em meados de 1920, nos Estados Unidos, quando a Time publicou uma tabela que declarava oferta preferencial de cores nas lojas de departamentos norte-americanas. Esse quadro demonstra que o critério ainda não estava claro (embora claramente houvesse a busca por um). Mas apenas 40% das lojas de departamentos preferiam o azul para meninos.
Outro acontecimento interessante é o da popularização das roupas unissex em meados de 1960. Com o surgimento do movimento feminista, muitas mulheres começaram a perceber e boicotar os meios de dominação do patriarcado, um dos quais são as vestimentas. A partir disso, ativistas começaram a se vestir de forma mais neutra em relação ao gênero, que perdurou ate aproximadamente
Apesar de terem crescido com menos ideais divisórios entre os gêneros masculino e feminino, e algumas serem feministas, muitas mães que cresceram nos anos 80 dos EUA ainda entopem os quartos de suas filhas de rosa, pois consideram esse ideal feminino agradável e ideal ainda hoje.
JOVEM FRANKLIN DELANO ROOSEVELT, USADO UMA SAIA BRANCA, CABELOS NOS OMBROS, UM CHAPÉU DE PENAS E SAPATILHAS DE COURO. CRIANÇAS SE VESTIAM DE FORMA MAIS NEUTRA EM RELAÇÃO AO GÊNERO ATÉ APROXIMADAMENTE OS 6 ANOS DE IDADE
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The Handmaid’s Tale A série do momento A série conhecida no Brasil como ‘’O Conto da Aia’’, baseado no livro homônimo da autora Margaret Atwood, a história se passa depois de um atentado terrorista à Casa Branca e após uma grande crise de fertilidade que assolou o mundo inteiro, uma facção católica toma o poder com a intenção de instaurar a paz e promover fertilidade. O grupo em questão, transforma o país em um regime totalitário, baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e das mulheres em geral, esse país passa a se chamar República de Gilead. A história tem como enfoque principal a história de Offred ou June (Elisabeth Moss) uma “handmaid”, ou
uma das jornadas de herói mais bonitas e guerreiras dessa última década. Semanalmente, a torcida pela sua libertação do sistema é bonita e destemida - seja nos momentos de flashback ou nos dias presente da distopia. The Handmaid’s Tale conta com uma fotografia inteligente, com tons esverdeados e forte vermelho saturado, tanto a fotografia, quanto a filmagem funcionam como elemento da série. É possível notar que as Aias e Marthas são geralmente filmadas de cima para baixo dando a impressão de que elas são menores não só fisicamente, mas como um
seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. A série inicia quando seu novo é na casa do Comandante Waterford, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema. É importante refletir sobre o contexto dessa série e da onda direitista que os países da América Latina vem passando. As mulheres são classificadas entre esposas, Marthas (empregadas e cozinheiras) e Tias, aquelas que treinam as Aias. Por último, as Handmaids ou Aia, mulheres que são estupradas mensalmente em um momento que é chamado Cerimônia no seus dias férteis. A cada episódio é possível perceber a linha simplista e eficaz que os roteiristas impunham para que todas os personagens tenham sua voz e seu protagonismoprincipalmente as mulheres. June (Elisabeth Moss) tem
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simbolismo da posição delas nessa sociedade. O contrário se dá para homens, nos quais geralmente são filmados de baixo para cima, referindo-se ao simbolismo de superioridade deles. A terceira temporada terá bastante trabalho em manter o mesmo ritmo e qualidade da segunda. The Handmaid’s Tale é Original da Hulu e atualmente no Brasil é exibida no canal Paramount.
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