Campanha do CTB ajuda famílias durante crise LEIA NA
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A NO 1 4 • E D I ÇÃ O 3 1 • J U N H O D E 2 0 2 0
Profissionais de Saúde
Respeito à profissão... compromisso com a vida 12 & 13
Agradecer é a palavra de ordem neste momento difícil que atravessamos e é com imensa gratidão que a equipe da Tufts Health Plan agradece aos nossos heróis da área de saúde LEIA NA PÁGINA 22
SAÚDE EMOCIONAL
da Redação da BT Magazine
Cuidar da saúde mental é muito importante durante isolamento social
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om a propagação do coronavírus e as regras impostas pelas autoridades para conter a disseminação, milhões de pessoas estão “trancadas” em suas casas. O problema é que isso pode proteger da contaminação, mas não protege de problemas mentais. Por isso, neste tempo de incertezas, é muito importante ter o apoio de um especialista para manter a mente saudável.
Com este isolamento social, milhares de pessoas passaram a enfrentar não apenas o medo da doença Covid-19, mas também problemas como a depressão e ansiedade. Diante disso, o médico psiquiatra e psicanalista Dr. Roberto De Paula tem sido uma importante chave no combate a estes problemas psicológicos. Um profissional respeitado em sua área, ele orienta para que quem estiver com sintomas dos problemas acima citado, procurem ajuda e “não fiquem sozinhos”. Devido ao fato de que as pessoas não podem ficar saindo de casa, ele atende via internet, Whatsapp e Facetime, para proporcionar maior comodidade. Além disso, o atendimento é em português. O brasileiro é certificado pela American Board de Psiquiatria e Neurologia. Para mais informações ou saber como se consultar ligue no telefone (646) 353-6584 ou envie e-mail para Rdepa1@aol.com
QUEM É ROBERTO DE PAULA Após terminar dois anos de residência em um programa de psiquiatria para adultos, Dr. Roberto De Paula aceitou uma bolsa de estudos
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em psiquiatria para crianças e adolescentes, no New York City Mount Sinai Hospital, seguido de uma função como Instrutor Senior no Departamento de Psiquiatria no Mount Sinai.
Paralelamente a esta tarefa, Dr. De Paula também se tornou um consultor no Departamento de Pediatria do SIoan-Kettering Memorial Hospital e instrutor de psiquiatria na Cornell Medical School. Na Cornell, Dr. De Paula ajudou no planejamento e estabelecimento da nova subespecialidade da Psicologia Oncológica e foi professor de missão neste novo campo, em diversas Conferências Médicas Internacionais (Brasil e México), enfatizando a necessidade de intervenção psicológica e tratamento para pacientes (e seus familiares) diagnosticados e tratados para todos os tipos de malignidades. Dr. De Paula publicou artigos em rentes revistas médi-
dife-
cas sobre o tema da malignidade e o componente emocional da doença. Ele também escreveu um capítulo em um livro de psiquiatra infantil sobre a questão das “alucinações na infância”. Dr. De Paula se envolveu na medicina internacional coordenando eventos médicos no exterior e associações entre diferentes hospitais brasileiros e presbiterianos de New York. Atualmente, o Dr. De Paula fornece trabalho de consultoria em Psiquiatria Geriátrica em asilos. Dr. De Paula é fluente em inglês, português, espanhol, italiano e francês.
REALITY TV
da Redação da BT Magazine
Os cuidados mudam, A atenção não. atendendo a nossa comunidade antes, durante e dePois do covid-19
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EDITORIAL
da Redação da BT Magazine
Campanha do CTB ajuda famílias durante crise Centro do Trabalhador Brasileiro já beneficiou 19.075 pessoas com cestas básicas, refeições, fraldas e ajudas emergenciais para imigrantes que perderam o emprego
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á mais de dois meses, o Centro do Trabalhador Brasileiro (CTB) está realizando uma campanha para distribuição de alimentos e milhares de fraldas para famílias que perderam o emprego por causa da crise da Covid-19. A ação tem sido essencial para apoiar imigrantes que estão sem trabalho e passando por todo tipo de dificuldades impostas pela pandemia. Somando todos os atendimentos, desde a primeira semana de campanha, o CTB já beneficiou 19.075 pessoas, num total de 4.895 famílias.
THE BEST MAGAZINE FOR YOU Founded in August / 1988 Fone: (617) 625-5559 www.braziliantimes.com E-mail: (opinião/opinion) op@braziliantimes.com (redação/newsroom) news@braziliantimes.com (anúncio/marketing) ad@braziliantimes.com EDIRSON PAIVA Publisher STAFF NEWS EDIRSON PAIVA JR. Chief Editor CRISTINA PAIVA Finance Director LUCIANO SODRÉ Assistant Editor CORRESPONDENTS IN BRAZIL Claudia Carmo São Paulo, SP Albertina Moura Belo Horizonte, MG COLUMNISTS Arilda Costa (New York) Marisa Abel (NewYork) Paulo Lopes MARKETING DEPARTMENT Liliane Paiva Adriana Sena Sears
Além da cesta com alimentos básicos (arroz, feijão, óleo, macarrão, massa de tomate) e de caixas e sacolas de legumes, também já foram distribuídas 5 mil refeições congeladas, fornecidas pelo Boston College, por meio da indicação da Presidente do Greater Boston Labor Council, Darlene Lombos. Ela fez uma visita para conhecer a campanha e conectou a Diretora Executiva do CTB, Dra Natalícia Tracy, à instituição de ensino, que se prontificou a fazer as doações para complementar a ajuda às famílias. O trabalho de preparação, organização e distribuição das cestas e fraldas conta com membros da Diretoria do Centro do Trabalhador Brasileiro, além de uma equipe de voluntários. Uma parte das cestas tem sido distribuída por parceiros e instituições que pediram apoio ao Centro. Entre elas está o Maps (Massachusetts Alliance of Portuguese Speakers), Igreja Adven-
GRAPHIC DESIGNER Everson Menezes DIRECTOR OF PHOTOGRAPHY Paulo Lopes tista de Língua Portuguesa de Worcester, Jesus Life Center de Worcester e o Gardner Pilot Academy. Também já foram enviadas refeições congeladas para serem doadas pelo NECC (New England Community Center). O CTB também doou legumes para o NECC e para a Family United Methodist Church Brazilian Ministry. A Diretora Executiva do CTB, Dra Natalícia Tracy, agradece ao prefeito Marty Walsh, pelos recursos do programa Boston Resiliency Fund, ao Boston College, pela doação de refeições congeladas, e ao Fair Foods pela doação de legumes e verduras. Agradecimento também às doações de apoiadores do Centro e à empresa Tradição Moving (Medford), pela doção de marmitas para a equipe de trabalho.
CAMPANHA ALIMENTO PARA TODOS – Doações em cheque para Brazilian Worker Center (14 Harvard Ave, 2nd floor, Allston MA 02134) ou em dinheiro pelo link: www.brazilianworker.center/brazilian-worker-center
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EVENTS COORDINATOR Ana Paula de Freitas CIRCULATION DEPARTMENT Luis Carlos Christiane Paiva Gilmar Feliciano MAILING ADDRESS Brazilian Times P.O.Box 447 Somerville, MA 02143 Os artigos assinados e/ ou colunas e cartas, são de responsabilidades de se- autores e não refletem, necessariamente, a opinião deste jornal. O Brazilian Times não é responsável pelo conteúdo dos mesmos. Signed articles, columns and letters do not necessarily reflect the views of the newspaper or its publishier. The Brazilian Times accepts no responsibility for their content.
CENSU 2020
da Redação da BT Magazine
Todos contam!
Membros da Comissão Brasileira do Census USA 2020 reforçam a importância de participar da contagem
CTB destaca importância de brasileiros responderem ao Census 2020
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esde o dia 12 de março, os residentes nos Estados Unidos começaram a receber os questionários enviados pelo Census 2020. Mas com a forte pressão do presidente Donald Trump contra a imigração ilegal, muitos imigrantes temem responder e ter suas informações compartilhadas com agentes do Departamento de Imigração e Alfândega (ICE, sigla em inglês). Isso poderá prejudicar vários estados que podem ter os recursos para serviços públicos reduzidos, bem como vagas no Congresso diminuídas.
O medo fez com que muitos imigrantes sentissem receio de responder ao Censo 2020 por acreditar que Trump poderá ter acesso às informações. Algumas organizações iniciaram uma campanha para mostrar que isso não acontecerá. De acordo com os ativistas, os dados do censo são confidenciais e responder ao questionário pode ajudar a comunidade. Estas informações pessoais são protegidas por lei e jamais serão compartilhadas com outras agências locais, estaduais e federais, de acordo com o Artigo 13 do Código dos Estados Unidos. Além disso, os dados do Censo favorecem as comunidades, pois de acordo com a população são determinados os recursos do Título I ao programa de almoço gratuito ou com preço reduzido, subsídios para educação especial. A campanha promovida para a comunidade brasileira e liderada pelo Centro do Trabalhador Brasileiro, destaca que todas as informações são seguras e o ICE não terá
acesso. A organização destaca a importância de responder ao questionário, pois cada pessoa contará de forma positiva para o Estado onde reside. O que pode acontecer se pessoas não forem contadas é que o Estado poderá ser prejudicado, pois bilhões de dólares em recursos federais destinados a cuidados como saúde pública, escolas, transporte, segurança, entre outros podem ser cancelados. Responder ao questionário não é complicado e no site do Census tem a opção em português para facilitar. Esta ação é rápida e demora no máximo 10 minutos para preencher todo o formulário. Além disso, é seguro, confidencial e as informações permanecerão apenas com o Census. Quem não respondeu através do questionário, tem a opção de responder através de um site na internet. Acesse https:// my2020census.gov e faça a sua parte para ajudar sua comunidade a crescer. Para responder em português ligue (844) 474-2020.
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PROTEÇÃO
da Redação da BT Magazine
Mãe e filha se unem para fazer e doar máscaras a profissionais de saúde Betânia DeSouza, de 49 anos, e sua mãe, Terezinha Da Luz, 72 anos, têm feito a diferença em sua comunidade. Elas moram em White Plains e para ajudar começaram a confeccionar máscaras para profissionais que estão na linha de frente contra a pandemia de Coronavírus. Elas começaram com poucos e atualmente já entregaram milhares. A colunista Gisele Cadamuro conversou com elas para saber um pouco mais sobre este trabalho. Veja a seguir o depoimento de Beta, como ela é mais conhecida na comunidade: Eu recebi uma ligação no dia 18 de março de uma instituição de caridade que me pediu para me envolver e fazer máscaras para doar a quem estava com muita necessidade. Como eu faço doação para SPCA nos últimos dez anos e também para St Jude Childrens Research Hospital, quando eles entraram em contato explicando a falta de PPE (que são máscaras, aventais, toucas e todo material de proteção) para os médicos e enfermeiros, eu disse para minha mãe que teríamos que ajudar.
para quem estava precisando. Esse foi o primeiro passo e objetivo: Vamos doar 100 máscaras.
Foi então que na manhã seguinte, dia 19 de Março, peguei todas as informações sobre como deveria ser feita a máscara, como seria aceito pelos hospitais, pelo corpo de bombeiros e pela polícia. Fui à Joann e comecei a comprar os tecidos.
Muitas delas me passavam mensagens relatando que estavam doentes, com vírus, seus maridos doentes, famílias com três e até quatro filhos.
A minha meta, junto de minha mãe, seria doar 100 máscaras e sem cobrar nada de ninguém. Seria um presente meu e da minha família
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Fizemos e doamos as primeiras 100 máscaras. Então começou a chegar mais pedidos, ligações e mensagens do White Plains Hospital, departamento de polícia e Corpo de bombeiros. Enviei para Las Vegas, East Viginia, Washington, New York City, Cancer World, Polícia de W Plains, amigos, familiares e para pessoas que eu nem conheço e nem cheguei a ver.
Eu fazia e deixava as máscaras na sacada da minha casa, em um saco marrom de papel escrito com o nome da pessoa e uma carinha “happy” em uma mascarazinha. As pessoas que eram de longe, eu enviava via correio, totalmente de
graça. Nenhuma pessoa até este momento me pagou pelas máscaras e nem pelo envio, porque eu senti que estamos vivendo um momento ruim, uma crise e que devemos abrir os olhos para que mais pessoas se unam, assim como na minha casa: eu e meus filhos somos todos asmáticos e ainda tenho problema de coração e mesmo assim percebi que preciso fazer alguma coisa para ajudar nesta campanha. Quando eu comecei a fazer as primeiras máscaras, elas ficaram prontas para serem entregues no dia 20 de março e no outro dia, muita gente me ligou rindo e teve gente até quem fez ofensas. Mas continuamos a fazer e nossa meta era 100 máscaras. Com dedicação e amor chegamos rapidinho ao nosso objetivo. Um dia e meio de trabalho e estávamos entregando. Tem dia que fazemos 15O ou 200, dependendo do que eu tenho para entregar.
Conseguimos fazer 1000 e minha mãe, dona Teresa, trabalha comigo de 10 a 14 horas por dia de segunda à segunda. Minha mãe tem 72 anos e nossas máquinas não são profissionais. Elas são para fazer pequenos consertos. Tenho uma lista de espera que é até engraçado. Uma amiga me pediu 20 máscaras para ela e seus familiares. Eu disse que teria que entrar na linha de espera porque para mim, agora, é priorizar a linha de frente, como os médicos, enfermeiros, policiais, bombeiros e mercados do White Plains. Quando cheguei nas 1000 máscaras, falei para minha mãe que agora ultrapassamos a nossa meta e conhecemos pessoas que nunca conheceríamos, muitas de excelente índole, muitos médicos, enfermeiros, policiais, bombeiros. Cada pacotinho que eu entrego, vejo no olho das pessoas o sorriso e a alegria”.
BENEVOLËNCIA
da Redação da BT Magazine
Família brasileira entrega quase 100 cestas básicas em Everett
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Everett, Massachusetts
m grupo de brasileiros coordenado pela ativista Karina Sousa e com o apoio da vereadora Stephanie Martins e o deputado estadual Michael Mclaughlin, conseguiu distribuir 90 cestas básicas para famílias que passam necessidades diante desta crise. A distribuição aconteceu em frente à residência dela, no 142 Irving Street e seguiu todas as determinações das autoridades de saúde, como uso de máscaras, distanciamento de cerca de dois metros, entre outros.
Karina disse que foram distribuídos alimentos não perecíveis e verduras e que esta ação foi possível graças a várias pessoas que fizeram suas doações durante a semana. Em sua página no Facebook, ela agradeceu a todos e destacou a importância da solidariedade das pessoas que podem colaborar neste momento tão difícil para milhares de famílias em Massachusetts. A distribuição começou às 11:00 am e a vereadora e o deputado estiveram presentes para ajudar. Além deles, outros brasileiros também estiveram presentes para colaborar na distribuição. Mclaughlin disse que foi uma bênção fazer parte deste esforço especial e que Karina
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Karina ladeada pelo deputado Michael Mclaughlin e a vereadora Stephanie Martins
Sousa e a família dela são verdadeiras bênçãos na comunidade. “Obrigado por ajudar as famílias necessitadas de nossa cidade”, disse ele. Desde que a crise causada pela pandemia começou e milhares de pessoas perderam o emprego ou tiveram suas horas de trabalho reduzidas, Karina iniciou um belo trabalho para ajudar quem passa por necessidade. Ela já é conhecida na comunidade por ajudar em diversas causas solidárias e agora, abraçou com força esta campanha em prol dos afetados pelos problemas gerados pelo coronavírus. Recentemente ela foi destaque até na mídia norte-americana quando celebrou 40 anos de idade e pediu para que as pessoas lhe dessem como presente doações para famílias carentes. Alem de alimentos não pereciveis foram distribuidas frutas e legumes
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CORONAVÍRUS
da Redação da BT Magazine
Mitos e verdades sobre o coronavírus Com o aparecimento do novo subtipo do coronavírus, é comum surgirem algumas dúvidas. Veja mitos e verdades sobre a COVID-19. Itens como luvas e máscaras nos protegem da transmissão da doença? Verdade. O uso da máscara é recomendado para todos que precisarem sair de casa. No entanto, pessoas assintomáticas devem utilizar máscara caseira de pano. O objetivo é deixar as máscaras descartáveis para pacientes com casos confirmados e com suspeita da doença, além de profissionais de saúde e cuidadores. A recomendação para prevenção é descartar as máscaras a cada 4 horas quando em ambientes externos. Dentro de casa, o uso da mesma máscara pode se manter até que ela fique úmida ou suja.
Pessoas com máscaras podem contrair o Coronavírus? Verdade. A máscara protege contra a doença, mas não a evita. Existem outras formas de contrair o Coronavírus mesmo estando de máscara. A principal forma de contágio é através do ar, quando a pessoa contaminada tosse ou espirra, espalhando o vírus. Outra forma é o contato das mãos em superfícies contaminadas em até 24 horas após a eliminação do vírus, por isso é importante evitar tocar olhos, nariz e boca sem higienização adequada das mãos. A lavagem das mãos deve ser feita com água e sabão, além do uso de álcool em gel ou álcool 70%. Além da palma da mão, a lavagem deve incluir o dorso, entre os dedos e o pulso.
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A taxa de mortalidade do novo Coronavírus é maior do que a de outras manifestações do vírus? Mito. De acordo com estudo realizado pelo Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças (CCDC), a taxa geral de mortalidade do Coronavírus é de 2,3%. Em pessoas com mais de 80 anos chega a 14,8%. Em comparação a outros coronavírus já registrados, como a síndrome respiratória aguda grave (Sars) e a síndrome respiratória do Oriente Médio (Mers), o novo Coronavírus não é tão mortal. A taxa de mortalidade do Sars era de 10% e a da Mers em torno de 20% a 40%. No entanto, o nível de transmissão do novo Coronavírus é maior.
Existe um exame capaz de detectar a existência do Coronavírus no corpo humano? Verdade. É possível fazer o diagnóstico laboratorial específico para Coronavírus, através da detecção do genoma viral. Além disso, com a investigação clínico epidemiológica se avalia histórico de viagem para o exterior ou contato próximo com pessoas que tenham viajado para fora do país.
Cães e gatos podem transmitir a doença? Mito. Não há evidências de que animais domésticos podem ser via de transmissão do Coronavírus, mas se recomenda sempre lavar as mãos após brincar com os pets.
E o contato com a carne de animais silvestres, pode ser uma via de transmissão? Verdade. Além do contágio entre os humanos, existe também a possibilidade de contágio através de animais silvestres como morcegos e cobras.
Correspondências vindas da China correm o risco de transportar o vírus para outros locais? Mito. O vírus sobrevive no máximo 24 horas fora do corpo humano, por isso não é possível que ele seja levado para outros locais do mundo através de objetos e cartas.
Existe vacina contra o novo vírus? Mito. Assim como não há vacina, também não há tratamento específico. Tem sido indicado repouso, consumo de líquidos, alimentação saudável e algumas medidas para aliviar os sintomas, como medicamentos para dor e febre. No caso de febre persistente, o indicado é procurar o serviço médico.
Os sintomas são parecidos com o de um resfriado comum? Verdade. Em caso de febre, tosse e dificuldade para respirar, é preciso ficar alerta. Em alguns casos, também há complicações respiratórias, podendo evoluir para pneumonias.
REALITY TV
da Redação da BT Magazine
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SAÚDE
da Redação da BT Magazine
Cambridge Health Alliance Oferece Teste Gratuito de COVID-19
Cambridge, Mass. -- Como parte de seu compromisso com a saúde pública, a CHA expandiu os testes de COVID-19 para as comunidades de Somerville, Cambridge, Malden e Everett ao longo das últimas semanas. Expandir os testes nessas cidades é um passo importante na resposta dessa região ao COVID-19.
tirem que foram expostas ou receberam essa recomendação do prestador de cuidados primários. Se você tem contato limitado com outras pessoas e passou a maior parte do tempo em casa nas últimas semanas, não recomendamos passar pelo teste, visto que o risco de exposição foi muito baixo.
A CHA lançou três centros autônomos de teste para atender os moradores de Somerville, Cambridge, Malden e Everett. Eles se situam no CHA Somerville Campus, CHA Malden Care Center e CHA East Cambridge Care Center. Todos os moradores dessas comunidades com mais de 8 anos, com ou sem sintomas, podem ser testados independentemente do plano de saúde ou status de imigração. É NECESSÁRIO LIGAR no 617665-2928 para agendar um horário primeiro.
Os pacientes da CHA com sintomas devem ligar para seu prestador de cuidados primários para agendar um encaminhamento para o teste. Os resultados estarão disponíveis em cinco dias após realizado. O Departamento de Saúde Pública de cada comunidade entrará em contato com os moradores com os resultados. Visite www.challiance.org para saber mais ou falar com o seu Departamento de Saúde Pública local.
As pessoas devem considerar fazer o teste se foram expostas a uma pessoa positiva para COVID, moram em uma casa com outras pessoas testadas positivas ou se sen-
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A CHA é um sistema comunitário acadêmico comprometido em oferecer cuidados de alta qualidade nas comunidades de Cambridge, Somerville e região metropolitana norte de Boston.
A CHA Saúde quer mantê-lo informado!
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Cambridge Health Alliance (CHA), com hospitais em Cambridge e Everett, e clínicas de atendimento em Cambridge, Somerville, Everett, Malden e Revere, está sempre procurando maneiras de contribuir para o bem-estar das nossas comunidades. O português é o primeiro idioma estrangeiro dos pacientes, seguido do espanhol e crioulo haitiano. Aproximadamente 23.000 pacientes da CHA recebem atendimento em português. Além do serviço de intérpretes prestado aos pacientes em vários idiomas, em novembro de 2018, a CHA criou uma página única no Facebook para aqueles que falam o português, CHA Saúde (https://business.facebook. com/CHAsaude/). A página CHA Saúde tem o objetivo de fornecer notícias sobre a CHA e informações confiáveis que possam ser utilizadas pelas comunidades que falam português. Na era do coronavírus e da COVID-19, a CHA Saúde tem se voltado mais para a informação a esse respeito, já que tantas notícias e informações falsas estão sendo divulgadas. O material apresentado é retirado de informações da própria organização, como também da Organização Mundial de Saúde, Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), UNICEF, Fiocruz, enfim, fontes que possam ajudar na edu-
cação, informação e entendimento desse novo coronavírus. A CHA Saúde também se utiliza de infográficos para que as mensagens possam ser mais curtas e diretas, como também postagens mais longas quando a respeito da ligação de algumas doenças e os cuidados que devam ser tomados. Em janeiro de 2020, Vonessa Costa, diretora de assuntos multiculturais e serviços ao paciente, solicitou a ajuda da intérprete de português, Tereza Marinho para, juntamente com ela, administrar a página. A Vonessa é descendente de portugueses e é casada com um brasileiro. A Tereza é carioca e sabe da essência daqueles que falam o português. “Como sou brasileira, conheço bastante a respeito dos hábitos que nós brasileiros temos. Sei como sempre procuramos dar um jeitinho nas coisas e que, muitas vezes, tentamos encontrar a desculpa para aquilo que sabemos que estamos fazendo errado. Dessa forma, eu procuro ver o que seria que eu precisaria de ficar sendo lembrada para fazer corretamente. De um sorriso ninguém escapa, mas na era da COVID-19, esse sorriso tem que estar atrás de uma máscara”. A CHA Saúde procura ajudar para que as comunidades possam ficar cientes e atentas a tudo aquilo que pode ser feito para a proteção geral de todos. A sua saúde é muito importante para a Cambridge Health Alliance.
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Nosso Hospital Público Lidera Massachusetts no Atendimento aos Pacientes de Coronavírus
A Dra. Ue é Residente-Chefe em Medicina Interna na Cambridge Health Alliance, em Massachusetts.
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Cambridge Health Alliance (CHA), onde trabalho, é um sistema hospitalar pequeno que atende a região metropolitana norte de Boston com dois campus em Cambridge e Everett, mas, apesar de suas dimensões modestas, tornou-se sem dúvidas o centro do combate ao COVID-19 em Massachusetts. Não é um feito ordinário, considerando-se que Massachusetts tem o terceiro maior número de pacientes de coronavírus dos EUA.
Desde o dia 28 de abril de 2020, de acordo com a atualização estadual de pacientes hospitalizados com COVID-19, a CHA tem a maior proporção de leitos hospitalares e recursos dedicados aos pacientes confirmadamente portadores ou com suspeita de COVID-19 – 85% dos nossos leitos de clínica geral e 88% dos nossos leitos de cuidados críticos. Como resultado, superamos em muito nossos pares de tamanho similar e até mesmo muitos hospitais com capacidade superior. Embora tenhamos conseguido transferir pacientes muito doentes para hospitais de cuidado terciário, é alarmante o grau de desproporção com que o vírus tem afetado os pacientes mais pobres e vulneráveis, para os quais a CHA é um cabo de vida. Nossa capacidade mais que dobrou desde o início dessa pandemia, há mais de 8 semanas, com espaços adicionais de clínica e cuidados críticos. Esses espaços dificilmente se comparam à vida no hospital antes do COVID-19, com cada andar tendo áreas dedicadas à troca de equipamentos de
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proteção individual (EPI). Cada prestador é coberto da cabeça aos pés com um escudo facial, gorro, Coordenando a entrega de 10 mil máscaras N95 da @MADmasks2020 óculos, máscara N95, trae de alunos da Harvard Business na China e Singapura! Eu e Eugene (estagiário em ano de transição). je Tyvek, luvas de nitrilo e sapatilhas descartáveis. Apenas com os olhos à mostra, é visto que é um dos poucos granNova York mostra que o Bronx um milagre eu conseguir reconhedes sistemas de saúde de proteção tem o maior número de hospitacer todos os novos colegas que resocial com financiamento público lizações e mortes por COVID-19 cebemos nas equipes de medicina em Massachusetts, atuando como para cada 100 mil habitantes, hospitalar – vindos dos cuidados a principal prestadora de cuidados comparado a bairros mais ricos. primários, medicina familiar, psipara alguns dos grupos mais diNotavelmente, o Bronx também quiatria, podiatria e cirurgia. Nesversificados de pacientes. tem “a maior proporção de minota luta contra o coronavírus, colaOs desafios já incluíram: rias raciais/étnicas, a maior parceboramos para maximizar nossos 1. Prestar cuidados justos e la de pessoas vivendo em pobreza recursos a fim de atender todos os culturalmente adequados aos e os menores níveis de escolaridapacientes. pacientes de”. Meu papel como ResidenteMais da metade dos nossos pa• Similarmente, em MasChefe evoluiu imensamente ducientes se identifica como minoria sachusetts, o atual centro da epirante essa pandemia, papel que racial ou étnica e recebe seus cuidemia está em Chelsea, com a é abordado neste artigo de Medados em outro idioma, e duranmaior taxa de infecção, com cerca dicina Acadêmica pelos nossos te essa pandemia de COVID-19, de 1890 casos para cada 100 mil colegas do Beth Israel Deaconess esse percentual continua subindo. habitantes, o que são quase quaMedical Center: Cinco Perguntas Similarmente a outras doenças tro vezes a taxa estadual. Chelsea para Lideranças de Residência em contagiosas, como o HIV/AIDS, é um subúrbio com alta densidaTempos de COVID-19. No entano coronavírus acentua as disparide demográfica, composto pela to, há outros desafios enfrentados dades de saúde de raça, classe e classe trabalhadora, nos limites pelas lideranças de residência em status socioeconômico. da cidade de Boston. Sessenta e cenários hospitalares comunitá• Um artigo da JAMA oito por cento dos habitantes são sobre os casos de COVID-19 em latinos, e 19% ganham abaixo da rios pequenos. A CHA é única,
EXCELÊNCIA EM ATENDIMENTO da Redação da BT Magazine
Festa de pizzas no Zoom!
linha da pobreza, o que são 2 vezes a taxa de Boston-Cambridge, e 1,5 vez a taxa em todo o estado de Massachusetts. A CHA se tornou um ponto crucial, com nosso campus de Everett sendo o mais próximo a Chelsea, a 8 minutos de carro. Além desse
influxo de pacientes, há demandas crescentes de interpretação e na lida com o trauma sentido por essas comunidades. Vonessa Costa, diretora de assuntos multiculturais e serviços ao paciente, destaca nossa resposta neste artigo do New York Times de 17 de abril de 2020. 2. Prestar apoio significativo
à saúde mental dos habitantes Com a constância da alta acuidade e volume de casos em Massachusetts e na CHA, começamos a ver sintomas de angústia em muitos de nossos médicos-residentes – pesadelos recorrentes sobre pacientes, ansiedade, luto e di-
ficuldade em processar a morte de entes queridos e pacientes. Cuidar de pacientes criticamente doentes é desafiador durante a melhor das épocas. Cuidar de pacientes de COVID-19 criticamente doentes durante uma pandemia em evolução tem cobrado um preço emocional e psicológico significativo. Em resposta, firmamos parceria
com a psiquiatria para oferecer um espaço para que os trainees reflitam sobre seu trauma como cuidadores. Como oferecemos apoio enquanto reconhecemos o trauma constante vivenciado pelos nossos médicos-residentes? Nossa meta para essas sessões é oferecer um espaço solidário e de reflexão; identificar estratégias de enfrentamento e autocuidado; oferecer psicoeducação sobre crises, estresse e reações a traumas; e iden-
tificar outros recursos para ajudar. Nossos colegas médicos têm sido instrumentais nessas sessões. 3. Construindo a comunidade e a esperança Algumas iniciativas incluíram: • Compartilhar “histórias de esperança” das linhas de frente em nossas reuniões de
residência virtuais. Elas incluem extubações bem-sucedidas, altas do hospital e o reencontro dos familiares. • Canções e vídeos de altas hospitalares. (Here Comes The Sun, dos The Beatles, toca em nosso hospital.) • Atividades para promover os laços entre as equipes, como a noite virtual de pizzas e curiosidades. • Advogarmos por nós mesmos e pelos nossos pacientes #TragamEPIs. • Engajarmo-nos em estudos acadêmicos, por exemplo, analisando os resultados dos nossos pacientes relacionados ao uso de fluido IV e colaborando em grandes rodadas baseadas em evidências. Conforme a curva dos casos de COVID-19 começa a se achatar, a previsão é de que a nossa população de pacientes continue sendo afetada desproporcionalmente. Para muitos, a CHA oferece proteção social contra as falhas do nosso sistema médico fragmentado. Somos um recurso essencial para aqueles que não têm para onde ir. Podemos ser pequenos em tamanho, mas somos expansivos em capacidade e inovação. Quero dar o crédito a quem é devido. Em pé de igualdade, tenho orgulho de a CHA e nossos médicos-residentes nas linhas de frente estarem liderando no atendimento aos pacientes de coronavírus. Por favor, compartilhe sua perspectiva sobre o atendimento aos pacientes de coronavírus! Eu adoraria ouvir principalmente a opinião daqueles que estão nos hospitais públicos de todo o país. Deixe seu comentário ou mande-me um tuíte no @ UeFrances.
Agradecimento especial a Martin Kaminski, pela sua contribuição neste artigo. Reimpresso com permissão do NEJM Journal Watch em https://blogs.jwatch. org/general-medicine.
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PROFISSIONAIS DA SAÚDE da Redação da BT Magazine
Respeito à profissão... compromisso com a vida
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epois que o mundo entrou em colapso por causa da pandemia do novo coronavírus, uma profissão se destacou, a dos profissionais de saúde. Muitos merecem destaque neste período crítico que mudou a maneira como o planeta viverá de agora em diante. Mas os enfermeiros, médicos, paramédicos e outros ligados a este setor, são os que mais são merecedores de uma homenagem feita por esta revista.
Eles estão diretamente na linha de frente no combate à doença. Arriscam suas vidas para salvar vidas de quem conhecem. Estes profissionais deveriam ser sempre reconhecidos, mas somente agora quando nossas próprias vidas estão em risco é que percebemos a importância deles. Um enfermeiro se transformou em um soldado que luta em um campo de guerra onde o inimigo é minúsculo e ataca suas vítimas de maneira invisível, imperceptível. Nesta batalha, o perigo pode morar em qualquer lugar, estar mais
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próximo do que se pensa e “atacar qualquer um”, mesmo com tantas proteções. Nossos profissionais de saúde não estão apenas lutando para salvar vidas... eles estão sujeitos e se tornarem a próxima vítima do novo coronavírus e mesmo sabendo disso não temem e encaram de frente esse mal. Nos Estados Unidos o trabalho destes profissionais deve ser ainda mais destacado, pois o país enfrentou um enorme surto, com quase dois milhões de pessoas contaminadas e mais de 100 mil
mortos por Covid-19, a doença causada pelo vírus. Entre horas exaustivas de trabalho, aumento de plantões e horas extras, estes profissionais não têm momentos de descansos, pois mesmo em casa, ficam presos à uma pressão psicológica do medo de ser contaminado e a responsabilidade de cumprir com a obrigação de salvar vidas.
Na falta de protocolos consistentes e adequados da Casa Branca e do CDC, por meio de tentativas e erros dolorosos, os hospitais dos EUA aprenderam não apenas como cuidar de pacientes com COVID-19, mas também quais protocolos de proteção são necessários para proteger os profissionais de saúde que tratam e cuidam dos pacientes.
De acordo com um relatório publicado no Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, sigla em inglês) mais de 10 mil profissionais de saúde nos Estados Unidos haviam testado positivo para o novo coronavírus. Acreditava-se que esse número foi resultado de infecções causadas pela falta de testes em muitas áreas e a falta de equipamento de proteção individual.
No entanto, muitos hospitais ainda não seguem esses protocolos necessários, de acordo com vários profissionais de saúde. Nos Estados Unidos, os protocolos de COVID-19 praticados por hospitais privados são uma mistura incompatível de regras e diferentes regulamentos, com cada hospital criando o seu.
Não é surpresa que enfermeiros constituíssem a maioria dos trabalhadores da linha de frente que foram vítimas de COVID-19, com seus empregadores divididos igualmente entre asilos e hospitais.
Os hospitais não usaram dinheiro suficiente para obter os EPI necessários para proteger adequadamente seus profissionais de saúde. Desta forma o perigo ficou ainda maior e mesmo com medo, os profissionais não hesitaram em seguir com o seu dom de curar e lutar pelas pessoas.
REALITY TV
da Redação da BT Magazine
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PROFISSIONAIS DA SAÚDE da Redação da BT Magazine
RECONHECIMENTO
A
dedicação dos profissionais de saúde para combater a pandemia do novo coronavírus e ao mesmo tempo salvar vidas tem sido reconhecido em todo os Estados Unidos. Um deles é o enfermeiro Saulo Peres, natural de Poço Fundo (Minas Gerais), que devido ao seu trabalho na linha de frente se tornou um destaque nas redes sociais. Isso porque além do trabalho árduo e perigoso que ele desempenha no hospital em que trabalho, utiliza as horas vagas para orientar a comunidade e enviar mensagens de fé e confiança de que tudo vai mudar.
Ele trabalha no hospital de New Rochelle, uma cidade pequena no condado de Westchester, em New York, que foi uma das mais atingidas pela pandemia. Na sua luta para vencer o vírus, Saulo não dorme direito devido à preocupação com a atual situação, além de ser chamado com frequência para trabalhar em horas extras. “Os hospitais estão superlotados e toda ajuda tem sido fundamental neste momento de tensão”, disse na época. Mas tanto esforço foi recompensado na semana passada, quando soube de sua indicação ao JetBlue Health Care Hero. O prêmio é promovido pela empresa de aviação aérea, JetBlue, em sinal de reconhecimento pelo trabalho do brasileiro. Com o prêmio ele terá direito a duas passagens, idade e volta, para qualquer parte do mundo onde a companhia possua uma rota. Apesar de trabalhar e se dedicar por amor, este tipo de reconhecimento torna as ações mais vibrantes e deixa a pessoa mais animada a seguir no caminho certo. “Faça o bem que o resto vem”, disse ele. A JetBlue destacou que alguns heróis usam capas e outros usam avental e por isso a empresa criou este prêmio. Participam profissionais de saúde que estejam em situação legal nos Estados Unidos. Para saber mais sobre o prêmio ou suas regras acesse o link https://bit.ly/3egGvh2
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REALITY TV
TREINAMENTO Prevenção de quedas em construção residencial
Esteja seguro * Seja mais empregável * Evite multas * Baixo custo
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Médicos e enfermeiros indocumentados lutam para salvar vidas e contra a deportação
O
trabalho de Verônica Velasquez como fisioterapeuta em um hospital comunitário de Los Angeles, na Califórnia, se tornou mais arriscado à medida que o número de pacientes com coronavírus aumenta. Mas o risco de perder seus documentos de trabalho e ser deportada não mudou. Velasquez, 27 anos, está entre os quase 700 mil jovens que chegaram aos Estados Unidos quando ainda eram crianças e dependem do programa Ação Diferida para Chegadas de Infância (DACA, sigla em inglês), que o presidente Donald Trump deseja encerrar. Uma decisão da Suprema Corte pode chegar a qualquer dia. Sua situação, junto com os de cerca de 27 mil beneficiários do DACA que trabalham como médicos, enfermeiros, paramédicos e outros profissionais de saúde, é uma ironia. Quando o país mais precisa dela, ela pode ser retirada da força do trabalho. “Estou tratando pessoas suspeitas de ter COVID-19, e tudo o que estou pedindo é ter o direito de ficar neste país e prestar esse atendimento”, disse ela. “Nós ajudamos estas pessoas a permanecerem vivas”, disse. Enquanto a Suprema Corte
considera seu destino, uma reportagem foi publicada pelo USA TODAY que conversou com os beneficiários da DACA que trabalham no campo da saúde na Califórnia, Flórida, Texas e nos subúrbios da cidade de new York, onde foi mais atingido pelo coronavírus. Alguns deles relataram que enfrentam uma escassez de equipamentos de proteção individual, geralmente usando as mesmas máscaras durante todo o turno do hospital. Jesus Contreras ajudou vítimas do furacão Harvey, em Houston, há três anos, e que deixou vários mortos. “O vírus é uma ameaça muito maior”, afirmou. “Ainda não vimos todo o seu potencial”, continuou ele, que tem 26 e é um paramédico que atende ocorrências do 911. “Minha maior preocupação é que teremos que começar a afastar os pacientes, decidindo quais pacientes receberão tratamento”. Essa não é a única preocupação dele. Ele deve se preocupar em contrair o vírus quando atende os pacientes, além de lutar para permanecer no país. “Não estou muito preocupado, mas cauteloso, extremamente ciente da quantidade de risco que minha linha de trabalho traz”, disse. Mas o imigrante destaca que não tem que se preocupar apenas com essa pandemia, mas com o status de imigração e uma possível deportação. Uma organização de serviços jurídicos da Faculdade de Direito de Yale enviou uma carta ao Tribunal Superior pedindo que a decisão do governo Trump de encerrar o DACA fosse bloqueada devido à pandemia. “Os provedores de assistência médica que estão na linha de frente e lutam pelo nosso país contra o COVID-19 dependem de imigrantes destinatários da DACA para realizar um trabalho essencial”, afirmou o documento. “O término deste programa durante esta emergência nacional seria catastrófico”, continuou o documento.
Stephen E. Bandar REALITY TV
da Redação da BT Magazine
• Imigração e Naturalização • Reparação de Crédito • Problemas com Débitos • Acidente de Carro • Divórcio e Separação • Notário Público • DUI e Corte
2000 Mass Ave, Suite 2 Cambridge, MA 02140 EM PORTUGUÊS, CHAME JOSY:
617.354.3434 • 617.388.2494
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HOMENAGEM
da Redação da BT Magazine com Denny Silva
Heróis da Saúde com Andreia Da Silva “Enfermagem não é apenas um trabalho para mim, enfermagem é um estilo de vida”
Essa sempre foi a resposta de b para todas as pessoas que já lhe perguntaram: “Como você faz isso?” Nascida em Lima, Peru e imigrou para os Estados Unidos aos dez anos de idade, proveniente de uma casa divorciada. “Sempre vi minha mãe se esforçar muito para poder me sustentar, trabalhando mais de 60 horas por semana para manter o teto coberto, minha cabeça e comida na mesa, para poder me mimar com as pequenas coisas que ela podia, e eu sempre gostei disso. Ela me ensinou a ser a mulher forte e independente que sou hoje. Crescendo, eu aspirava a ser médica um dia, cirurgiã plástica, e pensei que, como médica, poderia ajudar as pessoas e mudar a vida das pessoas, até que sofri um grave acidente de carro aos 14 anos”, disse Andrea Uma semana, dentro e fora de um coma, e uma cavidade ocular longa e extensa e reconstrução óssea da bochecha, ela era realmente cuidada por anjos, as enfermeiras. Elas seguraram a mão de Andreia quando ela estava com medo, cuidaram, sentaram ao seu lado enquanto chorava, e ainda conseguiam faze-lá sorrir, apesar de estar passando por uma experiência horrível. Foi então que finalmente percebeu que a única maneira de realizar o que nasceu para fazer e o que sempre quis fazer era tornar se uma enfermeira. A jornada para tornar se uma enfermeira não foi fácil. Levou muitas noites sem dormir, muitos fins de semana e feriados na biblioteca e até mesmo trabalhando para pagar por sua própria educação. “Posso dizer com orgulho que consegui com meu próprio trabalho. Houve dias em que eu queria desistir, onde chorei porque estava com falta de sono e tinha exames chegando, ou trabalhos devidos ou até mesmo trabalhos dos quais não conseguia decolar, mas sempre dizia: tudo será Vale a pena”, comenta Andrea. No dia em que Andreia recebeu seu broche de enfermagem, seu diploma e seu primeiro emprego no Hospital Montefiore (New Rochelle), ela sabia que havia realizado todos os seus sonhos, e que tudo valeu a pena. “Ter a oportunidade de retribuir à minha própria comunidade (desde que eu cresci em New Rochelle) foi fascinante para mim, fiquei emocionada por poder causar um impacto na vida de alguém da maneira que algumas de minhas enfermeiras fizeram por mim” completa.
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Fotos: Acervo Pessoal
Enfermagem é mais do que um trabalho, ou um título, é quem você é no coração. Você pode aprender como administrar medicamentos, quais medicamentos administrar, ler um resultado anormal do laboratório, avaliar, implementar e avaliar e informar os médicos. O que você não pode aprender é como se sentir empático com um paciente, não pode ser ensinado a segurar a mão de alguém e realmente fazê-lo sentir que não está sozinho, não pode ser ensinado a fazer alguém sentir que você realmente se importa eles e estão lá para eles, isso é verdade Enfermagem. Minha experiência como enfermeira nada mais é do que incrível, há mais de 12 horas no turno da noite, há códigos, há pacientes e familiares irritados, mas como enfermeira, é preciso entender que eles estão com medo, não sabem o que é isso que está acontecendo e é nosso trabalho e dever estar lá para eles e ajudar a aliviar esse medo por eles. Às vezes Andreia chega casa e não consegue dormir sabendo que tem que voltar em apenas algumas horas, porque não se lembra se disse à enfermeira do turno da manhã que o paciente gosta de água sem gelo. Não é fácil ser uma enfermeira, mas ter esse sorriso, ou aquele agradecimento, ou ver um paciente finalmente conseguir relaxar, para que possam começar a se curar, faz tudo valer a pena. Sendo uma enfermeira com 1 ano e meio de experiência, ela estava pronta para entrar no mundo, e então aconteceu a pandemia do COVID-19. O mais assustador é que se trata de um vírus inovador, ninguém sabia muito sobre isso, não sabiam como tratá-lo realmente, e até mesmo o estado nem sabia como realmente abordá-lo a princípio. Andreia diz que pessoalmente, estava pronta para enfrentar um novo desafio, profissional, mental e espiritual, quando descobriu que sua unidade se tornaria a primeira unidade de quarentena COVID-19 em Westchester. “Eu estava com medo no começo, todos nós estávamos, tudo que eu conseguia pensar era na minha família, meus amigos, meus entes queridos, mas, ao mesmo tempo, eu não conseguia parar de pensar nos meus pacientes, nas milhares de pessoas que iam adoecer e precisar de cuidados, compaixão e tratamentos. Toda essa experiência com o vírus tem sido longa, cansativa, dolorosa e muito assustadora”, relata Andrea.
Em semanas, mais e mais pessoas foram hospitalizados, perceberam que esse vírus estava atacando qualquer um e todos, não apenas os doentes e idosos, os jovens e os adultos da meia-idade também estavam sendo admitidos. Recursos limitados, máscaras e EPI, não facilitaram muito o fato de usar a máscara N95, além de uma máscara cirúrgica, escudos para os olhos, com roupões de corpo inteiro por horas a fio. Entrando nas salas, mudando constantemente entre as visitas às salas (que às vezes eram mais de 10 por turno, dependendo da condição do paciente, se estavam estáveis em um minuto e no próximo acidente), a ansiedade constante de correr para frente e para trás entre os quartos para garantir que os níveis de oxigênio do paciente não caiam, ou então eles colidirão, juntamente com todos os sons e alarmes da máquina ao mesmo tempo. Verificar se você estava sempre pronto para intervir e reagir a qualquer emergência a qualquer momento nesses turnos de 12 ou 13 horas. Ter compaixão de falar com os membros da família por telefone e garantir que suas perguntas sejam respondidas da melhor maneira possível, porque eles não podem estar lá com seus entes queridos, segurar as mãos deles ou dizer a eles que os amam. Descobrir a música favorita de um paciente e tocá-la para ele, porque isso é tudo o que você pode fazer para aliviá-lo um pouco enquanto seu corpo está sendo atacado por esse vírus e eles estão deitados naquela cama, indefesos e assustados. Ter medo de voltar para casa depois de um turno, não ser capaz de abraçar sua família ou acariciar seu cão, que está tão animado para vê-lo e fugir deles para que você possa limpar tudo com água sanitária, porque não quer que sua família fique doente. “Como enfermeiros, a pior sensação é a sensação de impotência, vendo nossos pacientes falhando enquanto tentamos fazer tudo o que podemos fazer junto com nossa equipe e, no final, o vírus vence, isso é apenas de partir o coração. Toda esta experiência não foi fácil, mas nos tornou enfermeiras mais fortes e melhores. Nunca, em um milhão de anos, eu esperaria dizer que, no meu segundo ano de enfermeira, eu teria passado por uma pandemia, tornando-me uma enfermeira experiente na COVID-19, é por isso que amo meu trabalho, é por isso que amo fazer o que faço, é por isso que sou enfermeira” termina Andrea orgulhosa e emocionada.
COMUNIDADE EMPRESARIAL da Redação da BT Magazine
Empresários da Comunidade Distribuem Refeições a Idosos da MAPS - Organização de Serviços Sociais e de Saúde Angaria Fundos para Apoiar Famílias Durante o Encerramento
Filomena Cabral Fitch (a direita) ajuda na entrega das refeições
Vereador de Cambridge, Tim Toomey, entrega refeições e mantimentos
Um grupo de empresários da comunidade local tem auxiliado os idosos que frequentam o Centro da Terceira Idade da Massachusetts Alliance of Portuguese Speakers (MAPS) em Cambridge com doações semanais de refeições culturalmente adequadas e mercearias desde o final de março de 2020. Até agora, o grupo de 10 apoiantes já entregou mais de 400 refeições em casa, num valor estimado de mais de $6000. O esforço continuará até junho e poderá ser prolongado se o centro permanecer encerrado devido à pandemia de coronavírus, de acordo com a organização de serviços sociais e de saúde. A iniciativa solidária foi liderada por Walter Sousa, proprietário da Inman Square Wine and Spirits e por Joe Cerqueira, co-proprietário do Rocco’s Restaurant and Bar em Wilmington, MA, onde as refeições são preparadas. Aos dois amigos e apoiantes de longa data da MAPS logo se juntaram vários outros empresários e apoiantes da comunidade: Salvi Couto, co-proprietário do Rocco’s Restaurant and Bar e CEO do Couto Management Group; Filomena Cabral Fitch do Filomena’s Hair Salon; Rick e Salete Fernandes, proprietários de uma empresa de construção local; Rui Domingos, CEO do MIT Credit Union; Tim Toomey, vereador de Cambridge; Paulo Pinto, Diretor Executivo da MAPS; Manny Silva, empresário aposentado; e Michael Carreiro, CEO da Auxzillium IT Services & Solutions. “Temos muito carinho por estes idosos”, disse Joe Cerqueira. “Quando soubemos que o centro iria fechar ao público, sentimos a obrigação de juntar esforços e tentar facilitar-lhes um pouco a vida em casa durante este período desafiante”. “O Centro da Terceira Idade da MAPS traz tanta felicidade e confor-
to aos nossos idosos,” disse Walter Sousa. “Sabemos que não foi fácil para eles e para a MAPS ter de o suspender, e dá-nos grande alegria poder unir esforços para os ajudar”. O Centro da Terceira Idade da MAPS oferece apoio social, almoços nutritivos, atividades recreativas e educacionais, e muito mais a mais de 40 idosos portugueses, brasileiros e cabo-verdianos, de segunda a quintafeira, no segundo andar do escritório da MAPS em Cambridge, na 1046 Cambridge St. Foi suspenso em 12 de março de 2020, devido à pandemia. Desde então, os funcionários da MAPS têm estado em comunicação regular com os seus membros para garantir o seu bem-estar. Como parte dos seus esforços de ajuda durante a pandemia, a organização de serviços sociais e de saúde lançou recentemente a campanha União e Ação para angariar fundos para continuar a fornecer cartões-oferta de emergência aos idosos vulneráveis, bem como às famílias e indivíduos que necessitam de alimentos e medicamentos devido ao desemprego causado pelo encerramento, e à falta de acesso à rede de assistência social. A MAPS está a encorajar a comunidade a doar e a saber mais sobre a campanha em facebook.com/maps. org ou maps-inc.org/donate. A MAPS tem servido as comunidades de Língua Portuguesa de Massachusetts e outras desde 1970. A organização oferece uma variedade de serviços sociais e de saúde gratuitos através dos seus seis escritórios em Cambridge, Somerville, Brighton, Dorchester, Framingham, e Lowell. Para saber mais sobre a MAPS, visite maps-inc.org.
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HERÓIS DA SAÚDE
da Redação da BT Magazine
GRATIDÃO e RESPEITO PELA INCANSÁVEL DEDICAÇÃO E PELA CORAGEM DE SUPER HERÓIS
É maravilhoso compartilhar este mundo com vocês, aliás, a vida só vale a pena assim! Queremos também oferecer uma pequena parcela de apoio aos idosos da nossa comunidade brasileira. “Connecting Senior to Coverage” ou Conexão de idosos à cobertura médica é um programa oferecido através da Tufts Health Plan Senior Care Options, completamente gratuito, com o objetivo de ajudar nossos idosos a se conectarem com a cobertura do MassHealth Standard, ressaltando que é uma cobertura médica oferecida pelo estado de Massachusetts baseado na renda individual ou familiar. Para verificar se você se qualifica para o MassHealth Standard entre em contato com a representante da Tufts Health Plan SCO Mar Gusman pelo telefone (617) 460-1101 Se você já tem o MassHealth Standard e gostaria de receber serviços adicionais sem nenhum custo extra também oferemos o program Senior Care Options (SCO) para idosos!
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EQUILÍBRIO E BALANÇO da Redação da BT Magazine
O método Pilates combatendo a ansiedade durante a pandemia do vírus Covid-19 por Carolina Alves da Silva (fisioterapeuta)
A
pandemia do coronavírus, além do risco de contágio, tem afetado nossa saúde mental. Há uma epidemia de ansiedade. E não é para menos. O aumento diário do número de óbitos pelo mundo, somado a falta de um tratamento eficaz contra a Covid-19, piora o quadro.
Estamos vivenciando um período crítico e atípico. Alteramos nossa rotina, mudamos nossos hábitos, alguns deles, inclusive, muito significativos, como as manifestações de carinho em forma de beijos e abraços, tão comuns em nossa cultura brasileira.
Neste estado, nosso pensamento fica acelerado, pois, para nos livrarmos da sensação de desconforto, começamos a buscar ou planejar uma saída.
É difícil ficar imune a essa onda de ansiedade, já que é difícil prever quando a rotina vai voltar ao normal e o que será do mundo daqui para frente.
O estado de tensão e ansiedade acaba interrompendo a respiração correta como uma forma de defesa, ocasionando um bloqueio do músculo diafragma. Isso pode causar dores de cabeça, nas costas, problemas gastrointestinais e até o aumento dessa ansiedade.
A ansiedade é uma reação natural do nosso organismo, surge em situações que nos ameaçam. Quando bem manejada dizemos que é positiva porque nos auxilia a nos prepararmos para enfrentarmos a situação que a desencadeou. Sendo assim, tem a função de nos proteger. No entanto, quando a ansiedade apresenta-se com maior intensidade e duração, interfere negativamente no nosso dia a dia. Com isso, temos a necessidade de controlar tudo a nossa volta, como uma defesa contra eventuais ameaças. E, como a ansiedade está ligada ao modo como interpretamos o mundo, neste momento de incerteza, de tensão, nos tornamos mais inseguros, pois não conseguimos relaxar adequadamente, piorando nossa qualidade de vida.
Como sabemos, a respiração é uma função básica para a vida, mas ninguém nos ensina como é a forma mais correta de respirar e, por isso não lhe damos a devida importância. Respirar corretamente é um dos princípios do método Pilates, que enfatiza a realização de todos os exercícios em um ritmo respiratório, já que ao inspirar e expirar profundamente utilizamos a maior parte dos pulmões, otimizando a circulação do sangue oxigenado para todos os tecidos do corpo e melhorando a nutrição de todo o organismo. A prática ajuda a aprimorar a respiração e potencializar a capacidade respiratória. Uma respiração
otimizada, mobiliza a região da coluna, tórax, sistema nervoso autônomo, que entre muitas funções é responsável pelo sono, relaxamento, digestão e reprodução. O Pilates trabalha a respiração, durante cada exercício, sendo um movimento natural e consciente. Segundo Joseph Pilates, o criador do método, a forma correta de respirar durante a realização dos exercícios, é inspirar puxando o ar pelo nariz expandindo as costelas tridimensionalmente e expirar soltando o ar pela boca esvaziando as costelas, sempre adequando o ritmo respiratório com o movimento realizado. Para se ter um controle emocional, o corpo e a mente devem sempre ser trabalhados juntos, a ansiedade causa um bloqueio direto na couraça diafragmática. E um diafragma inibido afeta todos os sistemas já que ele está conectado a coluna, a musculatura abdominal, órgãos internos, nervos, veias e
artérias. Com o trabalho de respirar corretamente, que é realizado no Pilates, essa região é mobilizada na medida em que a respiração é solicitada durante o movimento. No início sendo consciente e programado, mas após a constante realização acaba se tornando um ato automático. Assim a respiração profunda e completa começa a ser realizada o dia todo e não só durante a prática de Pilates, controlando assim a ansiedade. Além da respiração, o Pilates trabalha a concentração, consciência corporal, relaxamento dos músculos, trabalha o corpo como um todo. Mente e corpo juntos favorecendo a uma mente saudável e corpo saudável. Significa bem -estar físico e mental. Chamando atenção para a união entre o corpo e a mente. Carolina Alves da Silva fisioterapeuta carolina.dolcevita@gmail.com
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COLUNA SOCIAL
da Redação da BT Magazine
O mundo caminha, grita, chora, canta e zomba sem pudor. De repente o Covid-19 se torna pandemia e tristemente fez muitas vítimas (mortes) em todo o mundo. Tudo foi muito rápido, em um instante o mundo se calou, todas as potências se ajoelharam para um vírus tão minúsculo que se quer podemos ver. O mundo chora. Sim, mas agora nos unimos e tudo é diferente, não será como antes. Precisamos nos reinventar para seguir a vida. Queremos então agradecer a todos os profissionais que estiveram na linha de frente nesta pandemia em todo o mundo.
Aparecida Filipe, Artista Plástica Expo Convida 0 - e agente de saúde
Homenageá-los pelos serviços prestados. Aplaudir também nossos artistas por suas vidas que continuarão brilhando. Agradecer pela da união da família através do isolamento social. Agora será tudo diferente e precisamos nos reinventar. Agora, a cara da humanidade se vê modificada com a necessidade o uso das máscaras. Unindo a força de todos os profissionais que se reinventam. Sim, são eles:
Gutto Lemes, artista plástico de Goiás. Seu projeto: ele transforma a máscara em acessório de uso onde apoia a exposição Exp Virtual de Arte “Convida “ 2020.
Chico Aafa, quarentena bem produzida
Irene Nunes, artista plástica, Agente de Saúde (Expo Convida), Double Face (Eqlibrium)
Ferjo, nosso artista que teve a benção de se salvar da pandemia em um crv
Bento Cassiano, arista plástico e escritor / Expo Convida
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Nonato Coelho - Exp Convida
COLUNA SOCIAL
HERÓIS DO SAÚDE
da Redação da BT Magazine
Heróis da Saúde com a Capitã Léia Eisenhower da USA AIR FORCE
A
Capitã Léia Eisenhower trabalha na linha de frente no Angela’s House, uma clínica para crianças em estado delicado de saúde do estado de New York.
Nesta clínica os pacientes são de 0 - 18 anos de idade e por motivo do Covid-19, ela está em Lockdown. Capitã Léia, juntamente com outros profissionais da saúde, cuidam do departamento de saúde mental dos pacientes e relata que o processo de isolamento tem causado um impacto muito grande, pois os pacientes não estão recebendo visitas, nem mesmos dos pais. “Esse é um momento de relembrar o juramento que fizemos quando nos formamos, que seríamos fortes em tempo de fraqueza e que estaríamos prontos para a batalha diária de salvar vidas”, disse Capitã Léia
“Nas primeiras semanas da pandemia, tivemos que reutilizar as máscaras e os demais equipamentos de proteção que estavam escassos. Houve dias que pensei em deixar tudo, o temor invadiu meu coração várias vezes ao ponto de chegar a ter os sintomas do Covid-19 e precisar com urgência fazer o teste e graças a Deus dava negativo”, disse Capitã Léia Ela disse que agora já está melhorando, entretanto não deve es-
POR AÍ COM
Denny Silva
quecer de seguir as orientações do departamento de saúde. A Capitã Léia Eisenhower informa também que o Esquadrão de Busca e Resgate da Força Total - NER- 311 foi acionado e eles terminaram essa semana os trabalhos de distribuição de cestas básicas para a população carente em Long Island, em New York.
Vale lembrar que nestes momentos tão difíceis que Capitã Leia Eisenhower (Capitã da Força Aérea Americana, US AIR FORCE) é uma das personalidades nominadas e indicada ao prêmio Notable Brazilian Award no estado de New York. Para saber mais sobre a Angela’s House acesse o site www.angelashouse.org
Heróis Saúde com a Técnica Cirúrgica Mildred Galindo
Mildred Galindo nasceu na República Dominicana e vive nos EUA há mais de quatro décadas. Mildred e uma profissional da saúde que trabalha em um dos hospitais mais importantes no estado de New York, o renomado Westchester Medical Center, onde exerce a função de Surgical Tec (Técnica Cirúrgica) há mais de 18 anos. De acordo com Mildred quando começou a pandemia do Covid-19 foi um pouco difícil, pois todas as operações foram suspensas e foram para o local do hospital onde estavam os pacientes infectados, para auxiliar outras enfermeiras a cuidar dos mesmos. “Era um trabalho que me deixava muito preocupada e incomodada, pois tínhamos que usar muita proteção, e muitas vezes reutili-
zar os equipamentos de proteção (EPI), coisa que não estávamos acostumados a fazer”. Algo que nos chamou a atenção durante a entrevista, (por fone) foi que Mildred disse que entre eles
o médico que mais se arrisca e o anestesista, são os que estão mais próximos dos pacientes em momentos de entubar, ficam praticamente cara a cara com o paciente, mesmo usando roupas especiais de proteção (se no memento em que se está entubando o paciente tossir ou por algum motivo o tubo não entre e deve ser removido todos os demais médicos e auxiliares devem sair imediatamente do local para evitar contaminação) ficando somente o anestesista.
O Trabalho que Mildred exerce no Westchester Medical Center como Técnica Cirúrgica consiste na responsabilidade de ter todos os instrumento cirúrgicos esterilizados e contados antes, durante e depois da cirurgia, além de os entregar na mão do médico na posição correta para o uso. Mildred deixa uma mensagem a todos: “Em tempo de pandemia usem mascaras, lave suas mãos com água e sabão, cuide bem de suas crianças, e das pessoas mais velhas”.
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COLUNA SOCIAL
da Redação da BT Magazine
Louise Rogenski
Ela ficou famosa na comunidade depois que saiu no jornal americano THE INQUIRER, em Philadelphia, e no Brazilian Times, contando sua trajetória como profissional na área de saúde. Ela tem 26 anos, nasceu em Curitiba, Paraná. Atualmente ela trabalha na área de CATSCAN tendo muito contato com pacientes infectados pelo Covid-19. Ela trabalha em três Hospitais: JEANES HOSPITAL, NAZARETH HOSPITAL e LANKENAU MEDICAL CENTER, todos em Philadelphia. Ela disse que tenta não mostrar que está ansiosa ou com medo quando tem que atender um paciente infectado para não deixá-lo emocionalmente mais debilitado ainda. Parabéns querida. Você é um exemplo!
Philadelphia
Claudia Ramalho
Na linha de frente e atrás das máscaras, nossas enfermeiras (heroínas) brasileiras lutam contra o covid-19 Inevitavelmente, a categoria está na LINHA DE FRENTE, em contato 24 horas com casos suspeitos e confirmados. Elas formam o grupo mais vulnerável à contaminação pela doença. Apesar de fisicamente cansadas porque os dispositivos de proteção machucam: o jaleco faz suar, a máscara, o protetor visual e o óculos de proteção ferem o rosto, a privação ao usar o banheiro e até de beber água por longas horas, isso tudo não as fazem desistir. E são UNÂNIMES em ressaltar que o AMOR à profissão é essencial para seguir no combate ao Coronavírus (COVID-19). Essas mulheres lindas e guerreiras na nossa comunidade merecem todo o reconhecimento e gratidão, e tenho orgulho em apresentá-las:
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Eliziane Dias-Moreira
Ela trabalha há 3 anos no NORTHWELL HEALTH no LENOX HILL HOSPITAL, em NEW YORK, como enfermeira. Nasceu em Vitória, no Espírito Santo. Ela também relata que está passando por momentos difíceis, pois as enfermeiras são como SOLDADOS sendo convocados para a GUERRA e isso a deixa aterrorizada ao pensar que pode se contaminar e passar para a família e seus filhos. Você é um orgulho brasileiro, querida. Que sorte em ser sua amiga.
RayanneMoone
RN, BSN
YandraNunes
RN
Rayanne é uma mineira que conquistou o respeito e carinho da comunidade quando agilizou a campanha para arrecadar máscaras para as enfermeiras. Ela se graduou no COMMUNITY COLLEGE of PHILADELPHIA e no CHESTER UNIVERSITY. Atualmente trabalha no FAIRMOUNT BEHAVIORAL HEALTH SYSTEM HOSPITAL. Ela destaca em seu depoimento: “Nosso estado emocional é muito importante. Estamos vivendo um momento de muito estresse. Eu vou trabalhar e sempre penso se esse vai ser o paciente que vai me infectar. Eu acordo no meio da noite e tenho ataque de ansiedade e medo de ir ao trabalho. É uma mistura de ansiedade com exaustão. Muitos dos meus colegas enfermeiros já contraíram o covid-19. Para ser mais exata EU SOU A ÚNICA funcionária na minha unidade que ainda não pegou. Eu evito beber água ou até comer para não ter que tirar a proteção. O número de usuários de drogas, depressão, violência doméstica e suicídio aumentaram devido ao distanciamento social, causando a ocupação máxima nos hospitais psiquiátricos”.
Essa linda cearense de 23 anos, nasceu em Fortaleza e seu sonho desde criança era ser enfermeira. Ela se formou no RUTGERS, em New Jersey, e trabalha no COOPER HOSPITAL. Na linha de frente, ela relata apreensão no trabalho e em casa, pois os índices de contaminação entre os profissionais de saúde é alto. Parabéns prima. Você é um orgulho para a comunidade e para a família.
JennyferHomem
LPN
Recém-formada, essa linda enfermeira de 23 anos nasceu em Ouro Preto, Rondônia. Ela se formou no LINCOLN TECHNICAL INSTITUTE e trabalha no GENESIS HEALTH CARE, em New Jersey. Jennyfer destaca a importância do uso de máscaras e luvas para evitar a disseminação da doença. Parabéns. Você é maravilhosa
Nina Mongiello De Oliveira
CMA, RN
Ela trabalha há 12 anos no TEMPLE HOSPITAL de PHILADELPHIA, se graduou no CHI ACADEMY e TEMPLE UNIVERSITY. Casada com o brasileiro Claudiano de Oliveira, têm 1 filhinha de 5 anos. Nina tem 33 anos e é filha de argentino-italiano. Ela fala fluentemente inglês, espanhol, português e italiano.Sendo uma enfermeira renomada e muito respeitada, ela trabalha nas áreas de Pediatria, Cardiovascular, Gastroenterologia, Flebotomia e Medicina Interna. Está sempre disposta a ajudar a comunidade brasileira e pede que as pessoas continuem mantendo o DISTANCIAMENTO SOCIAL e se tiver que trabalhar use máscaras e luvas, pois estamos vivendo um momento de incertezas e medo. Parabéns Nina, sou sua fã!
COLUNA SOCIAL
Lady Lu, é paulista e mora em São Paulo. Este ano ela acaba de lançar a música “Amor Não Me Deixe”, versão em português, de Henrique Marx, do sucesso Someone You Loved.
da Redação da BT Magazine
N
o início do ano ela editou o álbum de músicas atuais “Lady Lu 2020”, que inclui “Happy Birthday My Darling”, versão solo, e também com a dupla sertaneja Giancarlo & Raphael, e “Eu Tô Em Casa (E Ele No Bar)”, ambas com sabor latino pop sertanejo. Ela também é figura de destaque da série de TV “História Secreta Do Pop Brasileiro”, que estreia no canal Music BoxBrazil, em breve. Em 2019, a cantora Lady Lu lançou mundialmente sua música no estilo Tropical Pops, junto com o DJ Prodigio, natural de Valinhos-SP, “Biri Biri Bee”, e foi a música do verão na Alemanha. Neste novo trabalho “2020”, estão incluídas as músicas “Perfeito”, versão da música do Ed Sheeran “Perfect”. A versão em português é do produtor Mister Sam. Também tem a música “Baila Baila”, de Mister Sam, no puro estilo reggaeton latino, ambas músicas com arranjos de Dieko Atomic Music do México, Maninho Kunhem no Brasil, e com a mixagem e máster de Santiago Ferraz. Também inclui Baila Baila Comigo sucesso mundial dos anos 90. Em 2018 também fez a releitura em espanhol e Português, da música e clipe “Não Se Va” (Tu Te Vas) em dueto com o cantor OVELHA, no estilo Bachata Sertaneja, que é uma febre no Brasil.
O clipe foi dirigido por San-
tiago Ferraz. “Perdido” é a versão exclusiva de “Faded” de Alan Walker na versão pop original gravada na Inglaterra em português e espanhol. Também gravou a versão latina da música dos anos 50, cantada pela atriz italiana Sofia Loren, “MAMBO ITALIANO” com um ritmo guajira super dançante. Tempos atrás bombou nas rádios a música Country Folk romântica, produzida na Inglaterra,”MIL ANOS” (A Thousand Years) da Christina Perri/ David Hodges, versão autorizada da Lady Lu, música do filme “Amanhecer” parte dois da saga Crepúsculo. Como compositora Lady Lu mostra sua música e clipe, “E FOI VOCÊ”, gravada com a participação da dupla Matogrosso & Mathias tocando muito nas rádios. Seu maior sucesso foi a música “Loucura Loucura” (Lindo Tesão Bonito e Gostosão), que é obrigada a cantar em todas suas apresentações. Outro sucesso dos anos 80 “TAKA TAKA” no embalo do
CONTATOS SHOWS –DANCING MUSIC 55-11-93411-2813.
sertanejo latino dançante, foi lançado na Itália, e em versão Duet com a participação do cantor NAHIM. A Produção artística e de Mister Sam, e arranjos de Maninho Kunhem e Marco Gatto. SHOWS Em seus shows, Lady Lu canta músicas românticas, sertanejas, populares e músicas eletrônicas, sucessos atuais e dos anos 80 e 90. A sua equipe atual tem um Dj e dois casais de bailarinos. Mas também realiza shows com banda. Carreira A cantora Lady Lu era integrante do time de patinação artística da Portuguesa de Desportos e estreou no mundo artístico ainda criança, no início dos anos 90. Aos 12 anos, era assistente de palco no programa da TV Band, dos palhaços Atchim e Espirro. Com 14 anos já atuava como cantora: foi escolhida para ser a vocalista do grupo “As Ladies”, formado por três garotas cantando Lambada e músicas sertanejas. Lady Lu vem trazendo aos seus fãs esse mix gostoso de ritmos, que todo mundo quer dançar, nos seus shows!
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COLUNA SOCIAL
da Redação da BT Magazine
machadomarcia461@yahoo.com
DIRETO DE PHOENIX, AZ com Márcia Davidowsku
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Profissionais da saúde que fazem a diferença e brilham nestes tempos de pandemia! Esta colunista parabeniza os profissionais da saúde e agradece a colaboração.
Marcela Veloso Ela é natural de São José dos Campos, São Paulo, tem 44 anos, mora nos Estados Unidos há 28 anos. Estudou enfermagem na Grand Canyon University, tem um Bacharelado em Enfermagem. Sempre soube que gostaria de ter uma profissão que pudesse ajudar as pessoas, que pudesse fazer a diferença na vida de alguém, cuidando ou educando. Ela encontrou na enfermagem a realização deste sonho. Não é uma profissão fácil, pois às vezes você está segurando a mão de uma pessoa que está recebendo a pior notícia de sua vida, e às vezes, a melhor notícia. Ela trabalha no Mayo Clinic hospital há 14 anos e há 11 anos na área cardíaca, cuidando de pacientes com problemas de coração e a espera de um transplante. Hoje ela trabalha na área de cirurgia, trabalha no pós-operativo, cuidando de pacientes logo após a cirurgia: “para mim é um trabalho muito gratificante, que me completa”, disse.
UMA VIDA DEVOTA DE JUCELY GARDNER Meu nome é Juceli T. Almeida-Gardner. Eu tenho 44 anos de idade, morava em Curitiba (Paraná) e vim para os Estados Unidos com 21 anos de idade. Morei em Massachusetts e New Hampshire por 17 anos e aqui no Arizona por seis anos. Sou casada e tenho três filhos lindos, com 12, 10 e 7 anos de idade. Desde que cheguei aos Estados Unidos tenho o sonho de ser enfermeira. Sempre trabalhei muito como nanny, babysitter e waitress por anos.
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Há alguns anos, comecei a correr atrás deste sonho e sempre algo interrompia: sem documentação, sem dinheiro, com filhos muito pequenos e com problemas de saúde... sempre algo para desistir. Agora fazem três anos que estou à caminho de realizar meu sonho. Dois anos de pré-requisito e estou no bloco 3 de enfermagem, na Mesa Community College. Também consegui, através do college, começar a trabalhar em hos-
DR JAMAL MOURAD é médico e diretor do Banner Health, de Phoenix (Arizona). Estudou Biologia na University of Rochester e Medicina na NYCOM., especialista em cirurgias robóticas e ginecologia.
pital. Estou trabalhando como Nursing Assistant no Banner Casa Grande Medical Center. Trabalho em todos andares e amo o meu trabalho. Faltam somente dois blocos para terminar com nursing school. Minha caminhada tem sido super difícil. Eu tenho problemas de saúde que interferem muito com meu dia a dia, mas aprendi que a gente conse-
gue tudo na vida com fé e com perseverança. Nunca desistir de nossos sonhos e correr atrás é uma dádiva que todos temos. Só basta querer de verdade, ser humilde para quando levar os tombos, se levantar e continuar com sua caminhada. Esta colunista parabeniza os profissionais da saúde e agradece a colaboração.
COLUNA SOCIAL
da Redação da BT Magazine
Cláudia Cascardo
Coordenadora do Miss and Mister Brazil America e colunista do Brazilian Times, Cláudia é carioca, natural do Rio de Janeiro, e vive nos Estados Unidos há 23 anos. Além disso, também é ativista social onde foi vice-presidente da associação BAUA por 8 anos.
Esperança da Luz
Cristiane Lizeo
Cristiane Lizeo que já foi modelo, hoje atua na área da saúde como enfermeira. Ela conta que sempre foi seu sonho cuidar do próximo e nada melhor então do que na área da saúde. Cursou no hospital referência Albert Einstein, atuou nos complexos municipais de São Caetano do Sul. Cristiane se mostra muito preocupada com a nova pandemia de covid-19. Parabenizamos Cristiane pela linda profissão de enfermeira.
Só o amor representado nessa rosa vermelha poderá nos beneficiar e livrar-nos dessa pandemia com Deus no coração.
Aguida
Caroline Braga
Brasileira, natural do Rio de Janeiro, veio morar nos Estados Unidos quando tinha três anos de idade. Agora, ela tem 26 anos e tem uma vasta carreira profissional. Se formou como cantora lírica, cursando quatro anos de música. Cursou Política Científica, na Columbia University, em NY. Agora se formou em advogada pela Seton Hall University. Com certeza é um orgulho para comunidade Brasileira de NJ
Aguida Salto para liberdade Salto para liberdade com amor e paz para o bem-estar de nossa deusa.
Modelo Aguida foi fotografada pelo grande fotógrafo Eugênio, de SP. Em breve teremos a exposição de seu trabalho profissional em NY, em benefício das pessoas necessitadas
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JUNHO
HORÓSCOPO
da Redação da BT Magazine
Aries
21/03 A 20/04 Você está muito chateado e há coisas que mexem profundamente com o seu lado emocional, principalmente as notícias e as informações que chegam até você. É um período em que você precisa avaliar o modo como se relaciona com as pessoas e com as novidades que chegam em sua vida, especialmente aquelas que dizem respeito a estudo e a conhecimento.
Leão
21/07 A 22/08 Se você tiver filhos, será um período em que você precisará dar uma atenção maior às necessidades deles, porque eles estão confusos e passando por processos emocionais geradores de culpas, medos e de certa solidão, então você precisa analisar tudo isso, para entender o que eles também querem de verdade.
Sagitário
22/11 A 21/12
Nesse período, mais do que nunca, é preciso se colocar no lugar do outro e entender as necessidades da família e da pessoa querida, além de compreender o quanto o passado pode desviar o foco necessário para a construção de um bom futuro. É essencial ter sabedoria nesse período, para que seja possível tomar a melhor decisão.
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Touro
21/04 A 20/05
O céu revela que é preciso tomar uma decisão material e financeira que envolve o seu lado emocional, sobretudo porque você está criando expectativas. É preciso tomar cuidado com roubos e assaltos. É preciso se preservar um pouco mais em suas decisões materiais e financeiras.
Virgem
23/08 A 22/09
É preciso dar bastante atenção também ao imóvel, seja ele próprio ou alugado. Problemas na estrutura da casa podem surgir, como na parte de encanamento, infiltrações, entre outros. O cenário também pede análises sobre a profundidade das relações com as pessoas com quem você convive com mais proximidade.
Capricórnio 22/12 A 20/01
É importante se movimentar, refletir e permitir que mudanças aconteçam. Essa Lua Cheia também vai mexer muito com o seu emocional, porque é um período de introspecção e de pensar em como você quer atuar no trabalho e como deseja batalhar pelo seu espaço no ambiente profissional.
Gêmeos
21/05 A 20/06
No dia 21 ocorre a Lua Nova e um eclipse. Neste período, é importante olhar para os seus recursos financeiros, então é preciso tomar decisões materiais e avaliar o modo como você está lidando com os seus recursos. Você está se sentindo bastante ansioso em relação a uma situação sobre a qual vem refletindo há algum tempo.
Libra
23/09 A 22/10
É preciso reprogramar a sua rotina para se livrar de hábitos que atrapalham bastante as suas decisões. A Lua Cheia fala bastante sobre como você precisa se comunicar com clareza e objetividade, porque há uma tendência de as pessoas distorcerem o que você diz.
Aquário
21/01 A 19/02
É um período propício para fazer investimentos relacionados a filhos ou a entretenimento, e isso gera muitas expectativas. Um lado positivo é que você está mais maduro, aquariano, então consegue compreender melhor algumas coisas que acontecem nas suas experiências.
Câncer
21/06 A 20/07
Pode ser que você não queira mais continuar trabalhando com o que está fazendo atualmente, então é preciso trabalhar primeiramente essa questão. Se você tem trabalhado e tem se sentido produtivo, pode ser que coisas do passado voltem, exigindo reparo emocional.
Escorpião 23/10 A 21/11
Essa decisão também mexe com as suas expectativas e com os seus medos, porque faz com que você se sinta inseguro, precisando reavaliar e analisar tudo de novo e de novo e de novo. O lado bom dessa situação é que os caminhos estão abertos, então será possível retrabalhar os seus medos e elaborar novamente as suas expectativas.
Peixes
20/02 A 20/03
É um período em que é necessário estar focado nas necessidades dos filhos avaliando quais posturas deve adotar e quais decisões deve tomar em relação à educação dele – ou à experiência dele, se o filho já for crescido. É uma fase em que, se você está namorando, é preciso adotar novas posturas para manter a qualidade da troca.
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