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Revista | Design+ (Edição 2020/1)

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DESIGN+

EDIÇÃO 2020/1

CONCURSO DE DESIGN BUSCA SOLUÇÕES CRIATIVAS PARA COMBATER O CORONAVÍRUS INDÚSTRIA GRÁFICA BOAS PRÁTICAS FRENTE AO COVID-19 DESIGN INOVADOR MÁSCARA COM RECONHECIMENTO FACIAL EM SMARTPHONES UNIVERSIDADE ALUNOS DO UNIFTEC PRODUZEM MÁSCARAS DE PROTECÃO ARTE EM MEIO AO CAOS ARTE REFLETE O IMPACTO MUNDIAL DA DOENÇA

DESIGN &

COVID-19

Alunos e professores envolvidos em ações sociais que unem design e criatividade com o objetivo de ajudar o mundo a enfrentar a pandemia


EDITORIAL 2020/1

DIRETOR DE REDAÇÃO:

Thayse Nunes Savi thaysenunes@hotmail.com

REDATOR CHEFE: Thayse Nunes Savi

EDITOR EXECUTIVO:

Thayse Nunes Savi

DIRETOR DE ARTE: Thayse Nunes Savi

EDITORES:

Thayse Nunes Savi

ESTAGIÁRIA:

Thayse Nunes Savi

DESIGN E INFOGRAFIA:

Thayse Nunes Savi

CARTAZ:

Inspirado na letra da música: “Tempo”, interpretada por Sandy Leah Lima. “Assim como a dor / Que fere o peito / Isso vai passar / Também”

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O Design tem um papel importante na solução de problemas do nosso cotidiano, não poderia ser diferente em meio à pandemia do covid-19. Como nossa revista é voltada para as discussões do ensino com enfoque no Design, trouxemos nesta edição reportagens inspiradoras sobre o papel desempenhado pelo Design no momento atual. Esperamos que esta edição traga um pouco de alento à você leitor em meio a tudo isso que estamos vivenciando. Mesmo de longe, saiba que estamos juntos!

#JuntosSomosMaisFortes


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CONCURSO DE DESIGN

Busca soluções criativas para combater o coronavírus

06 INDÚSTRIA GRÁFICA

Boas práticas frente ao Covid-19

08 DESIGN INOVADOR

Artista cria máscara de proteção com reconhecimento facial em smartphones

09 UNIVERSIDADE

lunos do Uniftec A produzem máscaras de proteção

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ARTE - ESPERANÇA EM MEIO AO CAOS

No meio da maior crise sanitária da humanidade, tem gente que já está conseguindo fazer arte.

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CONCURSO DE DESIGN BUSCA SOLUÇÕES CRIATIVAS PARA COMBATER O CORONAVÍRUS

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avar as mãos com sabão é uma das coisas mais baratas e eficazes que você pode fazer para se proteger e proteger os outros contra o coronavírus. E muitas outras doenças infecciosas. Em meio a repetidos apelos das autoridades, higienizar as mãos passou a ser vital na nossa rotina. E para incentivar o mundo a incorporar esse hábito “são”, a agência inglesa Bompas & Parr, especializada em design multissensorial, lançou o concurso Fountain of Hygiene para profissionais do ramo e jovens talentos. O objetivo: criar um produto acessível, útil e, é claro, bonito que nos lembre e nos incentive a lavar as mãos.

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“Vale quase tudo. Desde dispensers e saboneteiras até embalagens para conservar lenços umedecidos e frascos para álcool gel antisséptico”, esclarece Sam Bompas, um dos sócios e diretores da Bompas & Parr, e também idealizador da iniciativa. As inscrições da competição foram encerradas no dia 5 de abril e cerca de 200 projetos foram apresentados. “Recebemos propostas das mais variadas. Peças engenhosas, luxuosas, inovadoras e que podem ser usadas em casa ou espaços públicos” conta o Sam Bompa, que com o auxílio de um júri de profissionais gabaritados, irá anunciar online, no próximo dia 15 de abril, os finalistas.

Os 8 finalistas, um para cada categoria que vai desde design industrial, luxo, sustentabilidade e design para infância, terão suas propostas prototipadas e as peças serão levadas a leilão pela Christie’s com a renda revertida para a Cruz Vermelha Britânica. Os trabalhos selecionados, que a princípio seriam expostos no Design Museum de Londres, estarão disponíveis para a apreciação do público, a partir do dia 22 de abril até meados de maio, em um galeria online. http://bompasandparr.com/about/ view/studio/


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CRIATIVIDADE SOCIAL

O design atraente faz com que as pessoas lavem mais as mãos e pode ajudar a prevenir o coronavírus.

“É sempre melhor promover ações construtivas e que possam ajudar de alguma maneira do que simplesmente espalhar o pânico. E o design é uma dessas ferramentas que vai em busca de resultados, soluções e de beleza”

Entre os jurados, Jules Chappell, da agência de promoção e desenvolvimento da prefeitura da capital inglesa, Deb Pellen, diretora global de inovação da Bacardi, o arquiteto Harry Parr, entre outros profissionais. “Reduzir o impacto físico, social e econômico da Covid-19 não será uma tarefa nada fácil. E o design tem um papel importante na solução de problemas do nosso dia-a-dia, inclusive em momentos como o que estamos vivendo”, observa Tim Marlow, diretor do Design Museum de Londres e um dos jurado do concurso Fountain of Hygiene. As peças premiadas serão exibidas, sem data ainda confirmada, no museu londrino assim que a instituição de design puder reabrir suas portas. “É sempre melhor promover ações construtivas e que possam ajudar de alguma maneira do que simplesmente espalhar o pânico. E o design é uma dessas ferramentas que vai em busca de resultados, soluções e de beleza”, compelta Marlow.

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om objetivo de ajudar o mundo a enfrentar a pandemia do novo coronavírus, o Design for Emergency, projeto realizado com parceria do Center for Design, da Northeastern University, dos Estados Unidos, está desenvolvendo projetos que buscam atender as necessidades da população de forma criativa, com participação de uma universidade brasileira. No País, o grupo de pesquisa Design em Ação, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP) integra a iniciativa. A iniciativa está realizando pesquisas públicas através de um questionário on-line. A partir disso, pretende-se desenvolver projetos que buscam atender as necessidades da população de forma criativa. Qualquer cidadão maior de 18 anos pode participar e responder o questionário de forma anônima. As questões giram em torno das experiências pessoais, como os sentimentos de cada um em meio à quarentena.

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INDÚSTRIA GRÁFICA

BOAS PRÁTICAS FRENTE AO COVID-19

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Coronavírus vem fazendo vários setores da sociedade se mobilizarem em busca de soluções para amenizar os problemas causados pela pandemia. Em Curitiba, a junção e dedicação de médicos, designers, engenheiros, professores e empresários da indústria gráfica resultaram na criação e produção em escala de um protetor facial, batizado de Face Shield, além de óculos protetores.

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Feitos em plástico e reutilizáveis, os produtos vêm sendo doados à Secretaria Estadual de Saúde, que se encarrega de distribuir em todo o Paraná a profissionais da saúde, Polícia Militar, Guarda Municipal e em outros setores. Um dos coordenadores do projeto, o professor de Engenharia da Escola Politécnica da PUCPR, Dalton Alexandre Kai, conta que tudo começou com um grupo de WhatsApp, criado na universidade por profissionais de

um comitê de crise com o objetivo de ajudar a amenizar o impacto da doença. “Conversamos bastante em uma equipe multidisciplinar sobre o que poderíamos fazer. De imediato percebemos a falta de equipamentos de proteção individual para os profissionais da saúde. Depois de muitos testes e protótipos, desenvolvemos aqui na PUC o protetor facial e os óculos de proteção, que seguem requisitos da vigilância sanitária e que foram validados pelos profissionais dos hospitais Cajuru e Marcelino Champagnat, em Curitiba”. O professor conta que os produtos são em acetato e estavam sendo cortados a laser nos laboratórios da própria universidade. No entanto, a fabricação era lenta, principalmente por se ter que limpar as bordas queimadas pelo laser, o que inviabilizava fazer grandes quantidades. Uma alternativa seria usar máquinas de corte e vinco, disponíveis em algumas gráficas. Como tem boa relação com o Sigep/Abigraf-PR (Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado do Paraná e Associação Brasileira da Indústria Gráfica – Abigraf Regional Paraná) por ter sido muitos anos jurado do Prêmio Paranaense de Excelência Gráfica Oscar Schrappe Sobrinho, Dalton Kai pediu ajuda. “Solicitamos apoio para conversarmos com os empresários que pudessem fornecer materiais e o corte e vinco. Fomos prontamente


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atendidos”. Kai explica que de imediato duas gráficas, a Belton e a Corgraf, se dispuseram a contribuir. A Belton doou material e a Corgraf centralizou toda a produção. “Para se ter ideia da importância desse apoio, na universidade conseguimos fazer 280 protetores faciais em dois dias. Na Corgraf foram quase mil em apenas uma hora. Além disso, já estamos prevendo a chegada de mais matéria-prima para nova leva de produção na Corgraf nos próximos dias”, explica, ressaltando que contribuíram com o projeto também o professor Aguilar Selhorst, da Escola de Belas Artes da PUC, e Willian Souza, técnico do Labmaker da PUC.

ENQUANTO HOUVER DEMANDA VAMOS FAZER, JUNTOS AJUDAR A AMENIZAR O IMPACTO DESTA PANDEMIA.

Momento de ser sensível Com toda a estrutura necessária, a Corgraf tem centralizado a produção rápida e em escala dos protetores faciais e dos óculos protetores. Segundo o diretor, Vicente Linares, é hora de todos se envolverem da maneira que podem. “Estamos muito sensíveis a todo este momento pelo qual o mundo está passando. Se cada um de nós, dentro da sua área e das suas condições, puder contribuir isso vai ajudar muitas pessoas. Quando fiquei sabendo desta demanda e que tínhamos a estrutura para ajudar, resolvemos abraçar a causa, junto com outros parceiros”. Até a primeira semana de abril, Linares conta que já tinham sido produzidas 3500 peças, entre protetores e óculos, com absolutamente todos os custos absorvidos pela empresa.

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ARTISTA CRIA MÁSCARA DE PROTECÃO CONTRA CORONAVÍRUS PERSONALIZADA PARA IDENTIFICACÃO FACIAL EM SMARTPHONES

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anielle Baskin, uma artista de São Francisco, nos Estados Unidos, deparou-se com um problema inusitado e propôs uma solução supreendente. Em meio ao surto do Coronavírus, causador da Covid-19, o uso de máscaras N95, indicadas para proteção contra o vírus, acaba impedindo o funcionamento da tecnologia de identificação facial utilizada pelos smartphones.. Ainda que os celulares também possam ser acionados por meio de uma senha, Baskin criou uma solução diferente para a questão: uma máscara impressa com o rosto dos usuários. Para desenvolver os itens, a artista transforma uma foto 2D do rosto de alguém em uma imagem 3D para ser impressa. “O novo método que estou usando cria uma máscara tridimensional com um rosto contornado que realmente desbloqueia telefones que usam sensores de profundidade”, explicou ela ao site Dezeen. “Você só precisa definí-la como uma face adicional, já que terá um formato diferente do seu.” Baskin espera que as máscaras de reconhecimento facial possam ser úteis para pessoas que precisam usá-las para o trabalho ou por causa de doenças. Criativo, não?!

Custo-Benefício: Se você estiver doente, usar uma máscara dificulta o uso dos dados biométricos para acessar o telefone. Embora algumas empresas tenham sido financiadas para trabalhar em tecnologia que identifica usuários de máscaras médicas , criamos uma versão menos complicada: imprimir seu rosto na própria máscara. Onde comprar? Como há uma escassez global de N95s, decidimos adotar uma versão de tecido lavável à máquina como uma empresa chamada Maskalike. Essas máscaras serão ótimas para o uso diário.

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Você pode inscrever-se na lista de espera para adquirir a sua, neste site: https://faceidmasks.com


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ALUNOS DO UNIFTEC PRODUZEM MÁSCARAS DE PROTECÃO Em um momento delicado como o que vivemos, de prevenção contra o avanço do coronavírus, a união e a solidariedade são ainda mais necessárias. Foi com esse intuito que nossos alunos dos cursos de Design e Design de Moda, das unidades de Caxias do Sul e Bento Gonçalves, iniciaram um projeto: a fabricação de máscaras de proteção, que serão doadas para instituições necessitadas! A iniciativa foi desenvolvida em parceria com as Secretarias de Saúde de cada município, que forneceram o material adequado para a fabricação das máscaras. Os alunos voluntários estão produzindo os itens em casa, numa enorme corrente solidária contra o coronavírus. Ao todo, já foram doadas mais de 6 mil máscaras para instituições necessitadas dos dois municípios. A produção das peças continua e a intenção dos organizadores é seguir com as doações pelo tempo que for necessário.

OS ALUNOS VOLUNTÁRIOS ESTÃO PRODUZINDO OS ITENS EM CASA, NUMA ENORME CORRENTE SOLIDÁRIA

Em um momento delicado como o que vivemos, a união e a solidariedade são ainda mais necessárias.

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Arte DES IGN+

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o meio da maior crise sanitária da humanidade, tem gente que já está conseguindo fazer arte.

Autodeclarado “o primeiro museu de arte do mundo nascido durante a quarentena de coronavírus”, o perfil no Instagram do CAM (The Covid Art Museum) reúne acervo virtual com trabalhos de artistas (profissionais ou não) que se inspiraram no isolamento para fazer arte.... O curioso acervo alimentado por usuários de todo o mundo, através da hashtag #CovidArtMuseum, vai da fotografia a instalações, passando por ilustrações e esculturas.... A ideia surgiu com três amigos que trabalham com publicidade em Barcelona, logo nos primeiros dias da quarentena na Espanha, um dos países mais afetados pela pandemia. Isolado e cada um em suas casas, o trio Emma Calvo, Irene Llorca e José Guerrero começou a se interessar pela produção artística que estava sendo feita nas redes. E logo veio o questionamento: “O que vai acontecer com essa arte? Vai ficar esquecida, após a quarentena?” Daí surgiu a ideia de reunir essas curiosas e criativas manifestações artísticas produzidas durante o período de isolamento social. “A quarentena está abrindo um mundo de possibilidades de conceber a arte”, define José

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ESPERANÇA EM MEIO AO

Guerrero, em entrevista exclusiva. Segundo Guerrero, o CAM segue a tendência mundial de museus que estão abrindo seu acervo, de forma democrática e gratuita, em tempos de quarentena. “Uma porta já foi aberta. Talvez agora os concertos, por exemplo, terão apresentações virtuais com ingressos mais baratos e de forma mais íntima”, diz Guerrero. As postagens vão além da simples divulgação de arte e, certos trabalhos, instigam o internauta com questionamentos sobre as consequências de um longo período como esse. Na obra postada por uma das colaboradoras (@valia.rs), um cinzeiro em forma de vírus recebe mais uma bituca de cigarro, em uma referência ao aumento do consumo de nicotina. Segundo a usuária, “existe uma relação mórbida entre o cigarro e o vírus, e ambos podem matá-lo”. Vídeos também podem ser postados no perfil do museu, como o trabalho que já viralizou no Brasil, em que se sugere a importância do isolamento. Na obra, um palito de fósforo humanizado se retira de uma fila de outros fósforos em chamas, como uma metáfora de como evitar a propagação do vírus.

CAOS

O perfil aposta também em trabalhos bem humorados como o desenho publicado pelo usuário @ burnttoastcreative, cuja ilustração mostra as mudanças no vestuário das pessoas, como as máscaras que passaram a fazer parte do cotidiano, inclusive na rara hora de sair para o banho de sol. “Com a pandemia, o digital se mostrou ser muito eficaz, assim como o home office”, analisa José Guerrero. Desde a primeira publicação, em 19 de março, o perfil já contabiliza quase 79 mil seguidores e um “acervo” de cerca de 455 publicações. Todas as publicações podem ser apreciadas no link: https://www. instagram.com/covidartmuseum


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Na obra postada por uma das colaboradoras @valia.rs, um cinzeiro em forma de vĂ­rus recebe mais uma bituca de cigarro, em uma referĂŞncia ao aumento do consumo de nicotina. 11


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Um jovem grego de 16 anos de idade dá retoques no grafite de uma mulher usando uma máscara, inspirado na pandemia do coronavírus, no telhado do prédio onde ele mora em Atenas. Foto: Thanassis Stavrakis/AP

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Na fachada de um hospital de Bergamo, na Itália, a frase “A todos vocês... Obrigado!” é vista sobre o desenho de um integrante de qeuipe médica abraçando o mapa do país. O desenho em agradecimento às equipes médicas italianas que se expõem ao coronavírus pelo bem da sociedade ganhou destaque nas redes sociais e foi colocado na parede do Hospital Papa Giovanni XXIII. A autoria é do artista veneziano Franco Rivolli. Foto: Luca Bruno/AP

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SOLUÇÕES EM PROTEÇÃO E HIGIENE

https:/www.protdesc.com.br/


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