mais consciente, o projeto realiza um bem estruturado Programa Educativo com a presença, inclusive, de mediador intérprete em Libras e irá oferecer ônibus gratuito para 3.000 alunos de Escolas Públicas do todo o DF.
Programa Educativo
Os grupos serão recebidos e guiados pelas obras da exposição por monitores treinados. Tradução em Libras também vai estar disponível em dias específicos. Os visitantes serão instigados a refletir sobre suas práticas diárias de cuidados com a limpeza, com o lixo e a entender de onde vem e para onde vão os produtos que descartamos diariamente Para isso, as instalações e obras servirão como suporte educativo. Através das fotos expostas, os visitantes terão a oportunidade de conhecer a rotina de trabalho das catadoras de materiais recicláveis da CRV
O programa vai oferecer transporte gratuito para 3.000 alunos de escolas públicas das RAs do Varjão, Itapoá, Ceilândia, Paranoá, Samambaia e São Sebastião.
Contatos para agendamento de grupos: (61) 981 984 860 ou mostraextraordinaria@gmail.com
OBJETOS DE DESIGN, por Nina Coimbra e Thiago Lucas
Luminária Pendente, feita de máscara hospitalar e barbante Mesinha Mosaico, mesa de madeira, amostras de tecidos e tampo de vidro Espelhos Mosaico, moldura de madeira, recortes de CD’s e rejunte Cadeira de Fios, cadeira e fios elétricos
Mesa Vitro, mesa de madeira, vidro estilhaçado, resina e acrílico.
Poltrona Tunga, poltrona, borracha de aquecedor solar e tachinhas Vasos, borracha de aquecedor solar, fio de cobre e spray dourado
Cortina Pet, Metalon, tampinhas de garrafa PET e cabo de aço Pufe Bag, sacola bag e enchimento
CATADORAS DE Q, instalação do Coletivo Transverso
40 garrafas com mensagens variadas em um ambiente que remonta a uma praia. As mensagens são questionamentos feitos por cada uma das catadoras. A instalação também alude à questão da matéria prima “o vidro”, que vem da areia que vem das praias e seu ciclo infinito na reciclagem. Podem ser recicladas infinitas vezes e não perdem a qualidade. Sobre a quantidade de areia que se utiliza na fabricação dos vidros, o questionamento: “Com quantas garrafas se faz uma praia?”. As garrafas estarão à venda por 35 Reais cada.
CATÁLOGOS, do Coletivo Dulcinéia Catadora
500 catálogos com capas produzidas uma a uma e artesanalmente e miolo em papel couchê. Serão vendidos a 10 Reais cada
ECO CARTAZES, do Coletivo Dulcineia Catadora
Dimensões, técnicas, materiais e preços variados.
PRETÉRITO IMPERFEITO, instalação do Antônio Beracochea
Uma ação “incompleta” que instiga o visitante a questionar se: Sempre se está em busca de melhorias, seja na preservação de uma floresta, na proteção de animais em extinção, na despoluição de algum rio, porque nunca se concretizam? Há utopia e esperança de dias melhores? Em um ambiente hostil, existe esperança de vida?
Obra que promove o encontro entre escultura, poesia e iluminação.
Serviço:
Exposição Mostra Extraordinária
Galeria Athos Bulcão
Endereço: Via N2, 1330, Brasília - DF
Coquetel de abertura: 31 de outubro de 2016, às 19h.
Temporada: de 1º a 18 de novembro de 2016
Visitação: De segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados e domingos, das 10 às 18h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Entrada franca
Idealização e coordenação geral: Virshna Cunha
O projeto conta com o apoio da Administração do Varjão e tem patrocínio do FACFundo de Apoio à Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura do Governo de Brasília.
Mais informações:
www.mostraextraordinaria.com.br
Facebook: mostraextra
Instagram: @mostraextra
Na CRV, Central de Reciclagem do Varjão, trabalham mulheres com idade entre 20 e 55 anos em maioria mães e avós Com o trabalho realizado, com a venda dos materiais que separam, obtém uma renda mensal que varia em torno de um salário mínimo.
Enfrentam problemas com relação ao lixo que chega à Central, por ser um lixo misturado a material orgânico. Problema que poderia sem amenizado com a separação do lixo domiciliar e por meio de uma eficiente coleta seletiva do SLU.
Outra dificuldade enfrentada é o peso dos bags (sacos gigantes que armazenam os materiais já separados) que elas têm de carregar manualmente, sem maquinário.
No geral, têm satisfação do trabalho que realizam, porém, cobram mais conscientização dos moradores, quanto à separação do lixo doméstico, e uma coleta seletiva mais bem estruturada das empresas de coleta.
No início de 2016, a CRV contou com o apoio do Instituto Coca-Cola, que instalou maquinário adequado e reformou algumas estruturas do galpão.


