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Jornal Terceira Via 181

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CAMPOS DOS GOYTACAZES, RIO DE JANEIRO • 12 A 18 DE ABRIL DE 2020

Nas bancas por R$ 1,50

•

NÚMERO 181 Fotos: Carlos Grevi

Motoboy Jefferson da Silva há 13 anos presta esse serviço

ESPECIAL CORONAVÍRUS

Flávia Trindade Chalita

A hora e a vez do delivery

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Empresários apostam em alternativas para sobreviver à pandemia

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jeans Moda consciente

Ana Maria Pellegrini

Páscoa reúne fiéis virtualmente

Igrejas cristãs celebram a Paixão de Cristo sob nova ótica CAPA para evitar aglomeração e contágio da Covid-19

AloysioBalbi

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Arquitetos e designers se unem em projeto social

Vírus adia safra Grupo contou com apoio de lojistas e artistas plásticos O coronavírus está realmente provocando um brutal embaraço na economia de Cam- para criar o perfil @doarte__ com vendas on-line pos. A Coagro vai ter que adiar o início da safra que deverá ficar para junho. Isso porque teve que mandar para a quarentena 04 experientes funcionários do parquePÁGINA fabril de

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Prefeitáveis falam sobre Transporte Público PÁGINA 07

Silêncio ensurdecedor Se no passado o mundo tremeu ao som dos mísseis, dos bombardeios e das armas atômicas, hoje treme pelo silêncio das ruas inanimadas e vazias, bem como pelo cenário de Arquiteta | Babi Teixeira é uma das idealizadoras da iniciativa portas fechadas. Só o silêncio se faz sentir: o silêncio do Covid-19, que deixou o planeta perplexo ante a incerteza do futuro. PÁGINA 05

ALEXANDRE TADEU (REP)

CAIO VIANNA (PDT)

CLÁUDIO RANGEL (PMN)

GIL VIANNA (PSL)

JONATHAN PAES (PMB)

LESLEY BEETHOVEN (PSDB)

MARCELO MÉRIDA (PSC)

RAFAEL DINIZ (CDN)

ROBERTO HENRIQUES (PPL)

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Campistas empenhados na distribuição de máscaras Ministério da Saúde orienta o uso diário do item que se tornou alternativa de proteção para muita gente

Designer de capacetes Raí Caldato

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Doação| Alunos do curso de Moda da Ucam abraçam a causa

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Especial

12 A 18 DE ABRIL DE 2020

Economia delivery e online

Empresários e autônomos se reinventam para superar as grandes mudanças impostas pelo coronavírus Foto: Carlos Grevi

Girlane Rodrigues Ocinei Trindade Priscilla Alves Taysa Assis Ulli Marques A economia não parou. Mudou. E ela tem circulado de moto. Alimentação, remédios, roupas, cosméticos e outras necessidades têm chegado aos consumidores por meio desses profissionais autônomos e liberais sobre duas rodas, Literalmente, eles estão se tornando os donos das ruas e avenidas de Campos. Com pouca circulação de veículos maiores, como carros, caminhões e ônibus, as motocicletas estão ganhando mais espaço. Tamanho espaço, mas ainda sim não tem sido suficiente para eles. O Jornal Terceira Via flagrou, motoqueiros empinando as motos, circulando na contramão, desrespeitando sinal de trânsito, entre outras irregularidades. O barulho causado por motociclistas também está incomodando quem está em reclusão social ou quarentena. Com os canos de descarga alterados, cada arranque do motor parece mais potente. “A cidade está mais silenciosa, o ar parece mais purificado. A gente, em casa, tenta relaxar na medida do possível em meio a tanta informação e preocupação com o coronavírus. Mas, sempre somos surpreendidos por motoqueiros exagerados que fazem questão de chamar atenção pelo barulho que provocam. Isso muito me incomoda. Onde está a fiscalização”, questiona o aposentado Luiz Carlos Souza Azeredo, de 71 anos, que mora em um prédio residencial no Centro. Por meio de nota, a Prefeitura de Campos informou que a Guarda Civil Municipal (GCM) segue com fiscalizações em pontos estratégicos no município e com viaturas fazendo patrulhamento. Assim que identificada qualquer infração, o proprietário do veículo é imediatamente autuado. Importante lembrar que o condutor que ultrapassa a sinalização vermelha do semáforo ou circula na contramão comete infração de natureza grave ou gravíssima e está sujeito ao pagamento de multa, mais pontos somados à Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Caso a população necessite acionar o órgão municipal, o telefone de contato é o |22| 98175 0785 ou 153. A atuação é de caráter estadual, quando identificada alteração de características em um veículo.

Bom exemplo

O motoboy Jefferson da Silva, que atua no ramo há 13 anos, é um dos profissionais que percebeu o aumento da demanda de trabalho durante este período de pandemia. Ele atualmente trabalha 12h por dia e a estimativa é que receba em média R$ 800 a mais no final do mês. “O trabalho aumentou neste período de uma forma geral, principalmente os pedidos de farmácias e de serviços de bancos, porque ninguém quer sair de casa com medo do coronavírus. Hoje tudo depende da gente que é motoboy. Se os motoboys pararem, para tudo. Quero destacar que sou habilitado, tenho minha moto em dia e cumpro todas as obrigações da lei”, falou.

Chocolate de Páscoa

A pandemia de coronavírus alterou os planos de muita gente em relação à Páscoa. No caso de venda de ovos de chocolates, em Campos, apesar da crise, há quem não reclame. É o caso de da psicóloga Raysa Oliveira e da gastróloga Yasmim Fonseca. Elas fabricam artesanalmente ovos recheados em suas residências. O uso das redes sociais é fundamental para promover e vender seus produtos. De acordo com Raysa, as encomendas este ano foram maiores que no ano passado. A entrega dos produtos nos domicílios é feita por meio de uma taxa incluída na venda dos chocolates. "Fomos surpreendidas com o número de pedidos graças às redes sociais. Eu trabalho com minha mãe que tem a conta Meri Doces e Artes no Instagram e no Facebook. Por causa das redes, os compartilhamentos chegam às pessoas que acabam nos procurando. A dificuldade este ano é encontrar produtos para embalagens em papelarias, por causa do comércio fechado em tempos de quarentena. Só vendemos por encomendas", diz Raysa. Yasmim Fonseca também teve dificuldade de achar produtos, apesar de ter se planejado desde dezembro. Ela fabrica mais de 300 ovos por ano. Por causa do coronavírus, decidiu reduzir a produção para 100 unidades. Apesar da quarentena, conseguiu bater a meta e todos os ovos foram vendidos. As redes sociais também ajudam a divulgar seus produtos.

Massas delivery O casal empreendedor Bruno Macedo, de 35 anos e a mulher Isabela Pimentel, começou um negócio em 2018, em Campos. Eles fabricam massas com fermentação natural. Pães e pizzas são os carros-chefe da microempresa que sempre apostou no sistema delivery ou taking way, quando o cliente vai até o local retirar o produto comprado. Porém, em tempos de coronavírus, o casal viu o movimento aumentar. “Com isso, estamos nos consolidando ainda mais no mercado. Como sempre apostamos nesse meio de trabalho, não precisamos nos adaptar. A rotina do cliente, no entanto, mudou. Sem sair de casa para se alimentar, já que os restaurantes estão fechados, têm que fazer pedidos. Por isso, sempre lembram da gente. Não sei ao certo quanto aumentou nosso trabalho, mas estamos produzindo, sim, muito mais. Daniel sentiu também um efeito negativo em seu negócio. Por trabalhar com farinha italiana, está tendo que comprar o produto de outra empresa, já que a importação do material está dificultada. “Soube que os contêineres vindos da Europa estão travados em Portos do Brasil, por isso não tem conseguido chegar”, conta.

Comércio de roupas

A empresária Vanessa Findlay, que trabalha com vendas há 15 anos, está com a loja fechada há cerca de 20 dias. Mas, em tempos de crise, ela se reinventou, está vendendo pelas redes sociais e fazendo entregas para seus clientes. “O que estamos vendendo não chega perto do que a gente vende com a loja aberta, mas já ajuda muito. A gente que vive de comércio não pode parar totalmente. Essa foi uma forma que encontrei e que está sendo eficaz. Mando várias fotos para as clientes e escolho uma cliente por semana para deixar uma mala com os produtos para elas verem. Estou fazendo entregas todos os dias, inclusive domingo, de acordo com a demanda. Também estou dando descontos na coleção nova, fazendo entregas grátis e oferecendo vale-compras. Isso tudo o que está acontecendo é muito novo pra mim, mas acredito que o que devemos fazer é nos reinventar e continuar”.

Das salas de aula para educação online

A revolução tecnológica aconteceu há tempos, mas educação não acompanhou essas mudanças. O modelo vigente ainda é aquele tradicional, pautado em aulas expositivas nas mesmas salas de aulas do passado. Não à toa, diante da crise do coronavírus e da necessidade do isolamento social, esse talvez seja o setor que mais encontra dificuldades de adaptação. No momento, a prioridade tem sido cumprir o calendário letivo. Nesse sentido, instituições que já investiam na chamada “Educação à Distância” saíram na frente. É o caso da Universidade Candido Mendes que possui o Núcleo de Soluções Educacionais, responsável por pensar o ensino a partir da inserção da tecnologia, e colhe agora os frutos dessa atitude inovadora. Mas o diretor do núcleo e especialista na área, Jeferson Pandolfo, pontua que há diferenças entre o sistema de EAD, que preza pela autonomia do aluno, e a aprendizagem

remota emergencial. “O que muitas instituições têm feito nesse momento é manter o modelo tradicional de ensino por meio de ferramentas tecnológicas”, explicou. No colégio Alpha, por exemplo, foi implantado um esquema de aulas não presenciais, em horário regular, e a interação entre professor e aluno acontece por meio de um ambiente virtual. O YouTube e o WhatsApp também tornaram-se aliados. De acordo com a diretora pedagógica, Ana Beatriz Machado Alves, a escola está procurando “da melhor forma possível, seguir com os estudos dos alunos dentro desse novo modelo”. Na rede pública de ensino de Campos, as aulas estão suspensas até o dia 30 de abril e ferramentas para repor o tempo perdido ainda estão sendo estudadas, considerando que os estudantes, em sua maioria, não possui computador em casa. Quanto à rede estadual, desde o dia 30 de março foi firmado um convênio com o Google a fim de que as atividades sejam mantidas por meio da plataforma Classroom. Ainda de acordo com o Governo do Rio, os alunos que não tiverem acesso à internet receberão o material impresso em suas casas e, após o retorno das atividades presenciais, poderão ter aulas de reforço. O método de avaliação e provas bimestrais dependerá do período de interrupção das atividades presenciais. Já escolas da rede pública estadual com cursos técnicos, de formação de professores e ensino cívico-militar, as disciplinas práticas serão aplicadas somente após a normalização das aulas presenciais.


AloysioBalbi Com Girlane Rodrigues

Pintura nas alturas (1) Mesmo com a redução de transeuntes e trânsito, virou uma atração a limpeza e pintura externa de um reservatório elevado (castelo) de água na esquina da rua do Gás com Formosa, ao lado do 8º Batalhão de Polícia Militar. O trabalho está sendo feito por profissionais especializados, com todos os equipamentos de proteção necessários e treinamento irata. Só que eles trabalham a mais de 20 metros do chão e estão dando um show de malabarismo aéreo, destreza e habilidade. Pintura nas alturas (2) A empresa Águas do Paraíba, responsável pelo reservatório elevado, -construído em meados do século passado - informa que o equipamento, desativado há vários anos, não está sendo recuperado para voltar a distribuir água. Mas, também cumprirá outra missão nobre. Receberá dois painéis de 6 metros de largura e três metros de altura, com o telefone do Disque Denúncia (2723 1177), a pedido da PM, para despertar a atenção das pessoas que passam naquela área central cidade, além da colaboração de toda a população. No grupo dos grandes Conforme essa coluna anunciou no curso da semana passada no site do Terceira Via, a rede Super Bom, que pertence ao Grupo Barcelos, comprou o Green Fruit, um sofisticado supermercado na avenida 28 de Março. Foi a maior aquisição feita em Campos este ano até agora. A loja vai ganhar a marca da rede Super Bom, mas vai manter o padrão de sofisticação que é marca registrada do supermercado vendido. Com isso, o Super Bom passa a ser uma das maiores redes de supermercados do estado do Rio. ANA suspende cobrança A cobrança pela captação de água bruta em rios e reservatórios de domínio da União está suspensa pelos próximos quatro meses. A decisão, tomada pela Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Águas (ANA) beneficia detentores de outorga para captação da água bruta, como indústrias, produtores rurais, irrigantes e empresas de sanea-

Opinião

mento. A ação se enquadra no conjunto de esforços para o enfrentamento aos efeitos da pandemia do novo coronavírus (COVID-19). A tal da oportunidade Aproveitando a desertificação nos arredores do Centro, ladrões estão furtando até, veja só, paletas de limpadores de pára-brisas de veículos. Pelo menos uma vítima relatou o crime. Não é só isso, mas a oportunidade tem feito ladrões. A PM – que não reduziu o efetivo – deveria saber disso. XY testa COVID-19 em drive-thru A clínica XY Diagnose, do Grupo IMNE, está disponibilizando testes para diagnóstico da Covid-19, por meio de drive-thru, em um processo ágil. Os interessados podem entrar em contato pelo telefone (22) 2722-1858. Em meio a essa pandemia essa é uma grande notícia, principalmente pelo modelo adotado pala a coleta do exame, garantindo conforto e segurança total. Tecnológicos Em tempo de coronavírus, empresas e entidades continuam tentando manter seus negócios através de videoconferências, como fazem vários órgãos públicos como setores do judiciário e da própria ciência. Em Campos, através de diversas plataformas em mídias, estão sendo realizadas mais de 30 videoconferências por dia. Ao mesmo tempo, por força da situação, aumentou o número de pessoas usando aplicativos para interagir com agências bancárias e outros serviços. Eles também Terapeutas e psicólogos, para não interromperem as sessões com seus pacientes, também estão usando a videoconferência. Em suma, está quase todo mundo no mesmo barco, com igrejas transmitindo cultos totalmente vazias, as próprias universidades e escolas ministrando aulas da mesma forma e por aí vai. É o que poderíamos chamar de um mundo novo se não fosse algo provocado por uma tragédia de dimensões ainda imprevisíveis.

O delivery na linha de frente

O

serviço de delivery em Campos não é nenhuma novidade, mas quando se fala nele se pressupõe serviços de entrega de alimentação e medicamentos. Mas as coisas mudaram, assim como o mundo está mudando e certamente mudará ainda mais com a pandemia do coronavírus, que fecha a grande maioria do comércio no município. Os motoboys, que concentram a imensa maioria desse tipo de serviço tem sido, por que não dizer, anjos da guarda, passando a ser uma solução prática e segura para os consumidores em isolamento social. O comércio já vai para quase um mês de quarentena e o que se percebe na rua é um exército de motoboys atendendo essa demanda. Com isso, segmentos do comércio em Campos que não operavam com essa linha de serviço perceberam que poderiam, mesmo com as lojas fechadas, atender aos consumidores. Assim,

entraram para este segmento lojas de produtos diversos, até mesmo butiques. Essa tendência se acentuou tanto que a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Campos – CDL- criou um cadastro para quem faz entrega e quem vende, de forma a facilitar quem precisa deste serviço, acomodando no seu site mais de uma centena de opções. O serviço de delivery que era até então uma comodidade, agora passou a ser uma necessidade, inclusive com geração de postos de trabalho em um momento que muitos estão se fechando já como consequência da pandemia que mudou a vida de todas as pessoas. Passamos pela Páscoa e muitos ovos de chocolates chegaram às casas através do serviço de delivery, o que equivale dizer que se fosse o período de Natal, Papai Noel não chegaria de trenó e sim de motocicleta, mas esperamos que até lá a situação esteja bem melhor do que a que vivemos agora.

Os Estados Unidos de Porre? Fernando da Silveira - Professor universitário, advogado e jornalista

“Nos dias da covardia/ Festeja-se a tirania”. – Pedro Luís Pereira de Souza. Com o coronavírus nos dando um recado de que o mundo é de fato altamente perigoso, daí as tragédias da peste e da gripe espanhola, que o precederam, tentei procurar um tema ameno para abordar, todavia fui tomado por um outro susto a me fazer sentir a que ponto chega a maldade humana com pessoas cultuando políticos assassinos. O noventão de hoje tentou fugir desse horror, buscando o otimismo do rapazinho de ontem, mas não consegui me afastar da tragédia ao lembrar que, mesmo quando aluno do Liceu de Humanidade de Campos, aprendi com o professor Newton Périssé Duarte, que qualquer aplauso a tiranos sanguinários é ato de extrema covardia decorrente do medo. Sim, foi o que me veio à mente ao tomar conhecimento já há alguns dias, no matutino O Globo, de texto jornalístico de Paola de Orte a nos informar que um certo George Knight, na campanha do senador Bernie Sanders, apareceu no palco do comício realizado, em Richmond, tendo o rosto do demoníaco Vladimir Lênin estampado, na jaqueta jeans que vestia.

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Tal ato de ousadia por razões obscuras demonstra que os esquerdistas do mal não perdem a chance de procurar um Lugar ao Sol, embora paradoxalmente sempre mergulhados no inferno da escuridão. A figura de Lênin num comício é a negação de todos os valores da Democracia. É uma cusparada no rosto dos amantes da Liberdade. É cinicamente ignorar que o advogado Alexander Kerensky, então Primeiro Ministro do Governo Provisório Russo decorrente da renúncia do Czar Nicolau II, só não foi assassinado por determinação de Lênin, por ter sido avisado por um amigo e cliente, o que o levou a fugir para a Polônia e para França. Indo adiante para os Estados Unidos, obviamente temeroso de que o punhal do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) o atingisse na Europa. Só os desinformados ou os cínicos não sabem que Lênin era, no fundo, um chauvinista da mesma laia dos nazistas, do mesmo perfil de Hitler, daí como descarado pan-eslavista ter ido além do Governo da Rússia Soviética de 1917 a 1924 para se tornar de 1922 a 1924, data de sua morte, Chefe Supremo da União Soviética, tudo movido pela sua incontida ânsia de dominar outras nações a ferro e fogo.

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Sistema de Comunicação Terceira Via CNPJ 15.205.202/0001-47

Não se podendo esquecer que os revolucionários que implantaram o comunismo, na Rússia, sob a batuta de Lênin, mataram covardemente Nicolau II, mesmo tendo ele bem antes renunciado a sua condição de Czar, de imperador, de chefe do governo do seu país. Tendo sido assassinadas também a sua esposa Alexandra e as filhas do casal, isto é, Olga, Tatiana, Maria e Anastásia. Não escapando nem o filho caçula do par aristocrático fulminado torpemente. Sim, o pobre Alexei, um menininho com poucos anos de idade. E ainda a costureira de Alexandra e o cozinheiro da família Romanov, como era denominada a família de Nicolau II. Sendo fundamental destacar que os bolchevistas nesse ato de extrema maldade eram liderados por Yakov Yurovsky, maximalista do segundo escalão a integrar o rol dos amigos diletos de Lênin. Parece-me, assim, que exibir num comício o rosto de Lênin, espantosamente, na Terra de um democrata da estatura do notável Franklin Delano Roosevelt, é algo tão bizarro, tão estranho, que pode nos levar ao entendimento de que a grande Nação do admirável patriota e guerreiro George Washington está de porre.

Mundo... mundo Ainda menina, entre as montanhas de Minas, céu azul da meninice, vivia a felicidade da inocência. Fadas, princesas, brinquedos quebrados, papai e mamãe, primos, irmã e amigos e muita alegria. Os fantasmas eram de lençóis e só nos faziam rir. Dores? Quase nenhuma, só quando meu cachorro sumiu. Medo? Só quando vovó Tatá morreu no casarão. À noite. Nesse tempo, o mundo era manjar de coco, chocolate, maçã vinda do Rio de Janeiro, gelatina com bolo, o quintal da minha casa, o pés de fruta do quintal da vizinha. A geografia da escola me mostrava uma Europa, longe...longe. O Japão, a China, a Grécia tudo muito além daquelas montanhas, como o lugar onde mora o nunca. De repente, todos avizinharam- se. Num piscar de uma noite, acordei na Puerta del Sol, passeei na Place des Vosges, dormi na Praça do Rossio. Ah! E os belos “ bonboris”? Mas... (a adversativa sempre insiste em me despertar) Hoje, trago esse mundo dentro de mim, pequeno, exprimido num grito de dor, de angústia por tantas vidas idas de irmãos queridos nesse mundo pequeno e frágil. Eliana Garcia

INSTITUTO MUNICIPAL DE TRANSITO E TRANSPORTE - IMTT AVISO DE LEILÃO PTN01/2020 O Instituto Municipal de Transito Transporte (IMTT), sediado na Rua Barão da Lagoa Dourada nº 197, Centro – Campos dos Goytacazes, através de seu Presidente, no exercício de suas atribuições legais, a empresa MHA DOS SANTOS PARQUEAMENTO E REMOÇÕES DE VEÍCULOS LTDA – PÁTIO NORTE, tendo seu escritório central localizado na Av. 28 de março nº: 13 – Loja: 24 (Turfecentro Shopping), Pq. Fazendinha (22)27233245, escritório do setor de leilões localizado na Av. 28 de Março nº: 13 – Loja: 27 (Shopping Turfecentro Shopping), Pq. Fazendinha (22)27259602, e pátio centralizado localizado na Rodovia BR-101 Km 78, Ururaí, todos localizados no município de Campos dos Goytacazes; e o Leiloeiro Público Alexandro da Silva Lacerda, matriculado na JUCERJA sob o nº 103, levam ao conhecimento dos interessados que, na forma da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993 e alterações posteriores, da Lei Federal nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 e suas alterações posteriores, da Resolução CONTRAN nº 623, de 06 de setembro de 2016, e da Lei Estadual nº 6.657, de 26 de dezembro de 2013, realizarão o LEILÃO DE VEÍCULOS CONSERVADOS (destinados a circulação) E SUCATAS INSERVÍVEIS (destinados a prensa e reciclagem), cuja venda será igual ou superior à avaliação, a ser conduzido pelo referido Leiloeiro, dos veículos automotores listados no EDITAL DE LEILÃO que está disponível na sede do IMTT e nos escritórios do PÁTIO NORTE, bem como de forma digital no portal da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes (http://www.campos.rj.gov.br) e site do PÁTIO NORTE (www.pationorte.com.br). O Leilão será realizado, simultaneamente, sob a forma Presencial e Online no dia 30 de abril de 2020, a partir das 10 horas, o pregão presencial acontecerá no auditório do CDL- CÂMARA DE DIRIGENTES LOJISTAS DE CAMPOS DOS GOYTACAZES, Av. Sete de Setembro 274/280, Centro – Campos dos Goytacazes/RJ, e o virtual através do sítio eletrônico: www. brbid.com no mesmo horário. JOSÉ FELIPE QUINTANILHA FRANÇA PRESIDENTE

Expediente: Fundador Herbert Sidney Neves - Direção Executiva Martha Henriques - Diretor Geral Fábio Paes Diretor de Jornalismo Aloysio Balbi Chefes de Reportagem Girlane Rodrigues e Roberta Barcelos - Projeto Gráfico Estúdio Ideia Diagramação Elton Nunes - Departamento Comercial (22) 2738-2700 Rua Gov. Theotonio Ferreira de Araújo, 36 - Centro - Campos dos Goytacazes - RJ Impressão: Parque Gráfico do Jornal O Globo. Tel: (21) 2534-9579/ comercialpg@infoglobo.com.br


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12 19AA18 25DE DEABRIL ABRILDE DE2020 2020

SILÊNCIO A

ensurdecedor

lgumas vezes, partes do mundo tremeram ante o som estrondoso dos canhões, das granadas, dos tanques de guerra, dos mísseis e dos bombardeios durante os dois grandes conflitos mundiais. Tremeu, em particular, quando armas atômicas foram lançadas sobre duas cidades do Japão, em 1945, pondo fim à Segunda Guerra Mundial iniciada seis anos antes. Em 1962, foram as potentes sirenes de advertência disparadas da Armada Americana posicionada próxima ao litoral de Cuba – em bloqueio naval para impedir que um comboio soviético chegasse à ilha – que deixaram o mundo sob forte tensão, face à iminência de guerra nuclear. Contudo, em nenhum outro momento da História viu-se o planeta inteiro, de joelhos – amedrontado e atemorizado –, perdido entre informações desencontradas na Era mais tecnológica da comunicação, incapaz, contudo, de indicar o amanhã, de dizer do futuro e apontar quem nele vai estar. Nas ruas vazias, no cenário inanimado e nas portas fechadas, o retorno à normalidade afigura-se como algo surpreendentemente distante. Só o silêncio angustiante se faz sentir. O silêncio que grita. O silêncio da incerteza. O silêncio do Covid-19.

Ninguém estava preparado Contra um inimigo camuflado, sorrateiro e de enorme capacidade de espalhamento, o mundo não estava preparado. Os Estados Unidos, o país mais rico do planeta e com maior investimento em Saúde Pública, luta para conter o que, de início, subestimou. Enfrenta, assustado, a pandemia que o presidente Trump desdenhou. Agora, amarga o maior número de casos confirmados na comparação com os

demais países, com cerca de 3,3% de letalidade entre os infectados. Por outro lado, é o que mais testa, indício de que o percentual deverá cair sobremaneira se a população for rigorosa em manter o distanciamento social. Outros países – Na equação casos confirmados/letalidade, países europeus apresentam números drásticos: Itália, cerca de 13%; França, também perto dos 13%; Reino Unido, na faixa

O GRITO | Quadro de Edvard Munch (1893), pintura que retrata o medo e a ansiedade, tal como os tempos atuais de Covid-19

de 12%; e Espanha, quase 10%. A Holanda, apesar do relativo baixo número de casos confirmados em relação a 10, apresenta letalidade em torno de 11%. O Brasil está com 5% de letalidade em relação ao número confirmado de infectados. Mas é necessário observar que esses números mudam todos os dias, bem como a posição de quem tem mais ou menos casos comparativamente com o percentual de mortes.

Quando chegar o amanhã Com dias difíceis pela frente, sem que se saiba por quanto tempo a tormenta do novo coronavírus irá se prolongar, o mundo terá que responder, ante às sequelas deixadas, como será o amanhã. Que mudanças serão empreendidas? Que medidas sanitárias precisarão ser adotadas? Quais políticas de prevenção entrarão na pauta? Serão mantidos hábitos em relação à higiene e ao comportamento de aglomerações para dificultar o contágio?

De certo, as epidemias e pandemias, por mais terríveis que sejam, sempre acabam. Resta saber se o “legado” vai deixar uma lição forte o bastante para que políticas públicas preventivas e de Saúde em geral sejam incrementadas, ou não. O mundo agora está aprendendo, a duras penas e da maneira mais dolorida, sobre pandemias. O que fica no ar é se haverá aprendizado ou, se quando tudo passar, também chegará o esquecimento.

O preço pago pelo Brasil Se a vida nos ensina que só o conhecido é seguro, o novo coronavírus vem, amargamente, demonstrar que vivemos na insegurança. Logo, que cada Nação ponha sobre os ombros a própria ‘derrama’ e vá à luta. Como país ‘em desenvolvimento’ – indisfarçavelmente subdesenvolvido em várias regiões – a pandemia expôs o despreparo do Brasil em diferentes frentes, mostrando a situação caótica que há muito deveria estar sendo enfrentada. O Brasil que não sofreu em seu território os efeitos dos dois conflitos mundiais (1914-18 / 1939-45), que não enfrentou guerra civil; nem terremotos, maremotos ou vulcões; de terra fértil e clima tropical, paga preço muito maior do que seria aceitável pela frequente turbulência políti-

Linhas gerais

Ao contrário do que se diz – da terrível ‘surpresa’ – epidemiologistas do mundo inteiro há muito alertaram sobre o risco de uma pandemia viral. Mas, o mundo não deu muita bola. Em 2019, o número de mortes provocadas pela dengue no Brasil foi cinco vezes maior do que em 2018, com mais de 1,5 milhão de infectados e 754 óbitos.

ca e criminoso índice de corrupção. Bem entendido, o vírus chegaria de qualquer jeito. Mas não precisava ter a porta tão facilmente aberta face aos hospitais abandonados, sucateados e fechados; com a saúde pública em frangalhos a qual, se já não prestava assistência à população em tempos ‘normais’, tampouco agora. Nas áreas periféricas dos estados mais pobres do Nordeste, crianças morrem de fome. O Maranhão que o diga. Mas, achamos nós – sociedade e governos – normal. Nos grandes centros como São Paulo e Rio, no amontoado de favelas superlotadas, o esgoto corre a céu aberto e as crianças buscam comida nos lixões. Mas... foi ‘sempre assim’.

Doenças como febre amarela, sarampo, tuberculose, varíola, etc – algumas erradicadas, outras que se pensava extintas – estão voltando. Contudo, os sinais não foram observados. E a gripe espanhola... bem, foi há mais de cem anos, tratada como se não tivesse acontecido ou não pudesse voltar com outro nome e com

Também não tem água nem sabão, o que só agora, quando o procedimento mais eficaz no combate ao coronavírus é evitar aglomeração e lavar as mãos a todo momento, é que se dá conta que milhares e milhares de brasileiros engrossam a fila dos vulneráveis, com alto risco de contágio. Mas... foi ‘sempre assim’. Resta observar, quando a pandemia for embora, se o Brasil vai continuar fingindo que ‘não sabe’ do quadro de miséria absoluta, que não vê os milhares que vivem nas ruas e que não enxerga o exército de crianças desnutridas, doentes e abandonadas, para as quais restou ser pedinte em sinal de trânsito. São crianças que não sabem o que é ser criança.

muito mais força. Pois é! Voltou. Sec de Saúde do RJ – Na segunda semana de março, quando o Estado do Rio registrava 13 casos confirmados de Covid-19, o secretário de Saúde, Edmar Santos, previu que a escalada ocorreria em 15 dias e o pico em um mês. Portanto, de acordo com sua projeção, seria agora. No dia 31 de março, surpreso com

VERGONHA | Lula, Cabral e Eduardo Paes choram abraçados quando o Brasil foi escolhido para sediar as Olimpíadas. O evento ridicularizou o País mundo afora, mas o superfaturamento nas obras correu solto.

o alto número de casos entre os mais jovens, atingindo pessoas na faixa dos 30 e 39 anos, declarou em entrevista ao ‘Bom Dia Rio’: “Não nos contaram tudo sobre esse vírus. Tivemos óbitos nessa faixa”. Conclusão: não tem mais super homem ou mulher maravilha. Estão morrendo pessoas de 40, 50 e 60 anos.

Campos – Até quinta-feira (09), quando esta edição foi fechada, Campos – felizmente – não tinha registro de nenhuma morte, sendo nove o número de casos confirmados. Por fim, reproduzindo o que disse o psiquiatra Daniel Martins Barros sobre a pandemia, ‘O medo pode nos salvar’.


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Política

12 A 18 DE ABRIL DE 2020

Transporte público em pauta

Prefeitáveis debatem soluções para problemas de mobilidade na maior cidade do interior Marcos Curvello Neste domingo (12), na série de entrevista com pré-candidatos à Prefeitura de Campos, os prefeitáveis discutem ideias e propostas sobre o sistema de transporte público do município, o maior e extensão do Estado do Rio de Janeiro. Alvo consistente de reclamações e protestos ao longo dos anos e governos, a mobilidade deverá se mostrar uma das principais preocupações do próximo governante, seja ele quem for, na medida em que dela depende tanto a qualidade de vida da população quanto a saúde da economia local, especialmen-

te do comércio de bens e da prestação de serviços. O histórico do transporte público nos últimos anos inclui incontáveis protestos contra a falta de ônibus em distritos e localidades, bloqueio de vias e até incêndio a coletivos. Mas não só os usuários que reclamam. Já os empresários do setor veem concorrência desleal nas vans e no transporte alternativo. Enquanto isso, os governos expressaram, em diversos momentos, insatisfação com os serviços prestados pelas empresas, em um raro caso de unanimidade na, no caso má, avaliação de um serviço no município.

Para tentar pacificar a situação, o governo Rafael Diniz implantou em Campos o transporte alimentador de passageiros. O novo sistema redefiniu a cobertura do município para evitar a concorrência entre vans e micro-ônibus, que passaram a atender distritos e localidades, e ônibus, que circulam pela região central. Terminais de integração conectam ambos modais e a tarifa é única, regulada por bilhetagem eletrônica. Embora seja semelhante ao operado em outras cidades do país e do estado, como Curitiba, Rio de Janeiro, Niterói e Macaé, o novo sistema não foi suficiente para encerrar as queixas sobre o transporte públi-

co, que continuará a ser um desafio para o próximo prefeito de Campos.

ALEXANDRE TADEU (REP)

CAIO VIANNA (PDT)

CLÁUDIO RANGEL (PMN)

GIL VIANNA (PSL)

O desenvolvimento de uma cidade passa, necessariamente, pela mobilidade. É preciso garantir a fluidez de pessoas e veículos. Daí, a importância de um sistema de transporte público eficiente. Bem diferente do que acontece em Campos. Há pelos menos 20 anos, o sistema de transportes dos campistas sofre intervenções desastrosas do governo municipal. Programas destruíram empresas e permissionários, deixando milhares de passageiros quase a pé. É preciso ampliar as linhas de ônibus e vans e garantir a quem mora em distritos e localidades o direito de frequentar a área central. Isso vai movimentar a economia, gerando novos empregos. É preciso que as vans voltem a circular até o centro de Campos, sem que haja concorrência com os ônibus. Elas oferecem um serviço diferenciado, para passageiros também diferenciados. Por isso, devem ter preços diferentes dos cobrados nos ônibus.

Esse sistema de transporte atual é uma tragédia consumada. Existe uma sistema integrado imaginário, que encareceu o custo da passagem e não devolveu o transporte público a população. No primeiro momento devemos tornar o sistema pelo menos funcional para atender a massa de passageiros. Ao mesmo tempo fazer com que ele volte a operar como um fomentador da circulação de consumidores na área central, recuperando a atividade no comércio. O que se implantou como modernização do transporte fez da área central uma zona fantasma.

Precisamos fazer uma avaliação muito especial, convidando empresários do setor de transporte e serviços de vans para alinharmos as idéias. O que não pode ocorrer, em hipótese alguma, é o usuário ficar em segundo plano. É preciso que o transporte público municipal seja impecável, mas sem prejudicar ninguém. Sabemos que é preciso melhorar carros e qualificar motoristas, para termos na nossa cidade um transporte de qualidade para nossa população. Tenho certeza que, com a junção do poder público, de empresários de ônibus, das vans e dos usuários, o transporte de Campos vai melhorar bastante e todos nós vamos poder comemorar juntos a evolução nesse setor, que é essencial. O que não pode acontecer é a população campista, de modo geral, ficar sem o sustento para levar para suas casas por conta do transporte público municipal estar irregular.

Como já citei em outras entrevistas, a última reformulação do sistema de transporte público de Campos poderia ser uma solução eficaz para acabar com os problemas enfrentados pela população campista hás anos. O projeto, se executado de forma coerente e com planejamento, faria o município avançar em diversos setores, já que essa é uma pendência em muitas outras cidades. Para que o trabalho apresentasse resultados satisfatórios, no meu ponto de vista, o governo municipal, antes de articular com a população e com os profissionais que atuam no transporte público, deveria dialogar e melhorar a gestão interna, o que iria contribuir nas ações. É preciso encarar o povo e entender que trabalhamos para eles, somos eleitos por eles e temos o dever de atender suas necessidades. Gestão para algumas classes é inadmissível e iremos atuar para que isso acabe de uma vez em nossa cidade.

Nossa cidade vem sofrendo com inúmeros problemas relacionados ao transporte público, recorrente da falta de infraestrutura urbana e planejamento viário. É necessária a contratação de serviço técnico especializado para a elaboração de plano de mobilidade urbana e projetos estruturantes que possibilitem reorganizar o sistema de concessões e linhas, escalonando os modais de transporte conforme o deslocamento e o número de usuários evitando o déficit do transporte público principalmente em horários de pico. Para promover a integração entre bairros e distritos é necessária a construção de um novo terminal central, moderno que facilite uma melhor utilização das pessoas, principalmente as com deficiência e as com restrições de mobilidade. Vale a pena ressaltar que o projeto se estende aos bairros, restaurando os pontos de embarque e desembarque dentro das regras de acessibilidade e mobilidade urbana.

LESLEY BEETHOVEN (PSDB)

MARCELO MÉRIDA (PSC)

(PT)

RAFAEL DINIZ (CDN)

ROBERTO HENRIQUES (PCdoB)

Nossa proposta é a partir de 1° de Janeiro de 2021 colocar em prática as seguintes soluções: “Ônibus & Vans Expressas”, saindo dos bairros ou distritos diretamente para o centro da cidade, diminuindo pela metade o tempo das viagens. Por exemplo: “Linha Direta - Morro do Coco X Centro”. Colocaremos também os “Ônibus & Vans Corujão”, que circularão das 23h às 5h da manhã para atendermos os mais de 2 mil profissionais que trabalham nas noites e madrugadas do nosso município, tais como garçons, enfermeiros etc. Vamos colocar pra rodar aqueles ônibus articulados, chamados de BRT, que possuem bem mais espaço para os passageiros, nas linhas mais sobrecarregadas tais como CEASA X Santo Antônio e Centro X Santa Rosa. Serão mantidas as gratuidades para idosos, estudantes e portadores de necessidades especiais.

Unir pessoas é tornar uma cidade viva. Isso promove saúde pública, fomenta a economia, libera ciclo de desenvolvimento. É preciso integrar os transportes públicos de verdade, para mover pessoas e a economia local. Nós vamos ouvir a sociedade e discutir um projeto moderno de mobilidade urbana, e com diálogo construir parcerias junto à União e Estado. A cidade viu o impacto no comércio quando o programa da passagem subsidiada foi suspenso. As pessoas deixaram de circular e os recursos também. Isso afeta o turismo, afeta o comércio, afeta o dinamismo da economia. Campos vai crescer muito a partir da zona de influência do Porto do Açu e precisa recuperar anos perdidos para se preparar a onda de expansão que a cidade vai enfrentar.

O prefeito de Campos dos Goytacazes, perdeu a grande oportunidade para conseguir organizar o precário transporte público da cidade na construção do Plano Municipal de Transportes. O resultado foi a implantação do sistema de “terminais” ( precário), deixando os usuários expostos as condições do tempo e longas esperas. A prefeitura e o IMTT fazem um trabalho ruim, que só poderá ser solucionado com a reorganização da mobilidade urbana da cidade. Para o PT é necessário o aumento e modernização da frota, o aumento da oferta, criação de novas linhas, valorização do trabalhador, fim da proposta de dupla função ( motorista e cobrador ao mesmo tempo) e uma reconstrução do Plano Municipal de Transporte, afim de beneficiar o usuário e não os empresários do transporte coletivo.

Fizemos a maior transformação no sistema de transporte coletivo da história de Campos, com o fim da concorrência desleal entre ônibus e vans e implantação de um sistema integrado. Queremos consolidar este sistema e implantar terminais de integração. Queremos ampliar o aplicativo Mobi Campos, avançando no conceito de Mobilidade como Serviço. A proposta é que, através de um aplicativo, o cidadão tenha acesso a uma integração muito mais ampla, incluindo ônibus, micro-ônibus, vans, táxis, caronas, companhias de transportes privados, carros compartilhados, transporte ativo (bicicletas, skate, patinetes etc.), estacionamento e parquímetros. Está no nosso planejamento a modernização da frota de ônibus e vans, a criação de corredores exclusivos de transporte (BRT), a revitalização da linha férrea para cargas e transportes e a implantação do transporte aquaviário.

Por vários governos, o sistema público de transportes vem sendo desprestigiado. Para melhorá-lo, é preciso, a curto prazo: exigir frotas higienizadas e em perfeitas condições, obedecendo horários e itinerários. A médio prazo: fazer uma reengenharia do sistema, ouvindo profissionais e moradores de bairros e distritos, para transformar o caos atual em eficiência solidária; definir linhas, paradas, pontos de integração e modelos adequados ao transporte em cada região (ônibus ou van); instalar equipamentos e sinalização ao longo das linhas; subsidiar, de acordo com nosso Plano de Recuperação da Receita, a passagem social; implantar projetos de mobilidade e acessibilidade; fiscalizar com eficácia e promover campanhas educativas. A Prefeitura deve buscar fontes de recursos para executar planos futurísticos na urbanização e nos transportes rodoviário, aquaviário, ferroviário e aeroviário.

Participação A partir desta semana, a série inclui mais um pré-candidato: Jonathan Paes (PMB). Ele se junta aos outros prefeitáveis que vinham participando desde a primeira reportagem: Alexandre Tadeu (REP), Caio Vianna (PDT), Cláudio Rangel (PMN), Gil Vianna (PSL), Lesley Beethoven (PSDB), Marcelo Mérida (PSC), Rafael Diniz (CDN) e Roberto Henriques (PCdoB). Além de pré-candidatos declarados, a equipe de reportagem procurou, ainda, no-

mes considerados presença provável nas eleições municipais de outubro. Citados com frequência nas listas de pretendentes ao Executivo municipal em 2020, Wladimir Garotinho (PSD) e Rodrigo Bacellar (SD) negaram participação na corrida pela Prefeitura. Já o PT não havia apresentado pré-candidatura até o fechamento desta edição. Três nomes postulam a vaga:Odisséia Carvalho, Hélio Anomal e José Maria Rangel. O Jornal Online Terceira Via encaminhou o pedido de participação a Odisséia, que é presidente do diretório municipal da sigla e se posicionou em nome da legenda.

JONATHAN PAES (PMB)


Destaque A arte e a beleza de ser solidário PÁGINA

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Arquitetos, designers, lojistas e artistas plásticos criam perfil no Instagram para ajudar instituições carentes Ocinei Trindade

A pandemia do novo coronavírus afetou a saúde mundial, além da economia, atingindo sobretudo, os mais carentes. Mas apesar da crise, a solidariedade tem se manifestado em diferentes situações e grupos de pessoas. Em uma iniciativa de seis profissionais da arquitetura, design e artes plásticas, surgiu o Projeto Do’Arte. Por meio do Instagram, peças de arte e decoração cedidas são vendidas por preço abaixo do mercado. Toda renda é revertida para instituições que realizam algum trabalho social. A arquiteta campista Babi Teixeira conta que a ideia do Do’Arte surgiu após uma conversa com Mariana Gradel e Deborah do MG Studio Design para que estas ajudassem com a programação visual do projeto. "Elas logo toparam! Depois, convoquei a ajuda das amigas arquitetas Bianca da Hora, Jacira Pinheiro e Giovana Carneiro, que abraçaram a causa com muito amor e dedicação", cita. O Projeto Do’Arte pode ser acessado no Instagram por meio da conta @doarte__. A campanha foi lançada no início de abril e ficará no ar enquanto voluntários se dispuserem a doar peças e objetos de decoração. Participam arquitetos, designers e artistas plásticos de várias cidades brasileiras. Todo o valor arrecadado com as vendas será destinado à instituições filantrópicas ou de cunho social. Serão contemplados a Associação de Prote-

Fotos: Divulgação

Babi Teixeira | Uma das criadoras do @doarte__ cujo objetivo é vender as peças e doar os recursos

ção e Orientação aos Excepcionais (Apoe), em Campos dos Goytacazes; Obra Social Dona Meca, na Taquara, Rio de Janeiro; e Lar Santa Catarina, em Petrópolis. O grupo se vale dos lemas "junte-se a nós por uma boa causa" e "juntos, podemos ajudar a quem precisa". Em um dos textos divulgados no Instagram, os integrantes do Projeto Do’Arte se apresentam como um grupo de artistas dispostos a multiplicar possibilidades, com a intenção de apoiar comunidades menos favorecidas neste momento

tão frágil que o mundo atravessa. "O nosso coração artístico pulsa com o propósito único de ajudar. Somos amigos, artistas, designers, parceiros do seguimento de arquitetura, que doaram peças do acervo cujo valor será 100% revertido para o projeto, e, consequentemente, para as instituições escolhidas. A arquiteta Babi Teixeira é a única profissional de Campos que faz parte do Do’Arte. "O projeto nasceu da necessidade de ajudar a quem precisa neste momento difícil, e da maneira

que a gente pode. Muitos amigos, designers, lojistas, artistas fizeram doação de peças para serem comercializadas dentro do Instagram. Essas peças têm valores acessíveis. O objetivo é fazer com que 100% da renda dos objetos vendidos sejam doados para instituições que estão precisando de alimentos e itens de higiene". O interesse das pessoas pela iniciativa ganhou repercussão com a divulgação da página com vários compartilhamentos e visualizações. De acordo com uma postagem feita no

dia 5 de abril, em poucas horas, já havia quase seis mil visualizações. Mais de 20 peças foram colocadas à venda nos primeiros dias, e quase 700 pessoas tinham aderido como seguidoras e interessadas em participar. Enquanto houver doadores, a campanha continuará no Instagram. As informações sobre quem destina os objetos de arte e decoração ficam expostas em cada item postado na rede social. Os valores são exibidos claramente e os interessados podem negociar a

compra diretamente com os artistas, designers e lojistas que participam da campanha assistencial. "Quem tiver interesse e puder, que compre as peças. Tudo será revertido para esse bem maior. É uma causa linda, tem muita gente legal envolvida, muito amor. É o que a gente pode fazer neste momento. Por eu ser de Campos, quis que minha cidade também fosse contemplada com ajuda, além das cidades do Rio e Petrópolis", conclui a arquiteta Babi Teixeira. Fotos: Divulgação

Campistas se empenham na confecção de máscaras Uso foi incentivado pelo Ministério da Saúde e o item se tornou alternativa de proteção para muita gente Letícia Nunes Depois da sugestão do Ministério da Saúde da utilização de máscaras caseiras como forma de proteção ao novo coronavírus e a falta do modelo descartável nas prateleiras, a população tem utilizado a criatividade e o tempo em casa, devido à medida de isolamento social, para colocar a todo a vapor a produção desses itens de proteção. As máscaras são consideradas uma barreira eficiente contra o vírus e também são simples de fazer, podendo ser grandes aliadas no combate à propagação da Covid-19. Em Campos, muita gente já começou a colocar as mãos na massa, ou melhor, nos retalhos de tecidos, que junto com fitas, linhas e elásticos se transformam em um item de proteção que pode ser reutilizado, após a lavagem adequada. Com a facilidade em confeccionar tal peça, é preciso lembrar de uma coisa muito importante: a máscara é de uso individual e não pode ser dividida com ninguém. Proteção familiar Para a professora, Maria Vitória dos Santos, de 55 anos, foi mais fácil conseguir iniciar o processo. Com uma máquina de costura em casa e já tendo habilidade para recortar e arrematar

Ajuda | Turma do curso de moda da Ucam se une para fazer máscaras

Costura| Processo de fabricação caseiro é simples e rápido

o tecido, diante da possibilidade, ela revolveu tentar produzir algumas peças para a utilização caseira por todos os membros da família, em caso de necessidade. “A medida que não conseguia mais encontrar os pacotes com máscaras descartáveis para vender nas drogarias, comecei a pensar em como poderia proteger minha família em uma situação de emergência. Sabendo costurar já fica mais fácil, o que demora um certo tempo é o corte, já que é preciso ajustar o tamanho da máscara. Depois do molde feito, o processo é mais rápido. Basta ter tecidos e linhas à mão. Uma vez feita, é só lavar e reutilizar sempre que for necessário”, explica. Doações para pacientes As máscaras caseiras também estão sendo feitas para doação. Pacientes do setor de nefrolo-

gia em tratamento de hemodiálise do Hospital Dr. Beda receberam kits com produtos de higiene, como álcool gel, e máscaras. A Associação Amigos do Rim, pensando no paciente renal e na sua baixa imunidade decidiu distribuir os itens para a proteção ao vírus, segundo a presidente Greice Vasconcelos. “Diante desse momento atípico, veio essa vontade em meu coração. Graças a Deus tenho muitos amigos. Dei a ideia a uma amiga de confeccionar as máscaras caseiras para doarmos aos pacientes e assim tem sido feito”, conta. Greice ainda explica que já foram doados 130 kits. Outros cinquenta já estão prontos para a distribuição, mas a meta da associação é fazer no mínimo 400. “Fazemos a distribuição nas duas clínicas de hemodiálise da cidade. Meu sentimento é

de solidariedade. De amenizar as dores. O tratamento do renal já é doloroso e o sentimento de nos colocarmos no lugar do outro nos faz crescer a cada dia. Se alguém desejar nos ajudar com doação de material é só acessar as nossas redes sociais @amigosdorim”, frisa. União e engajamento A colunista do Jornal Terceira Via, Amanda Coutinho, junto com os seus colegas do curso de moda da Universidade Candido Mendes (Ucam) em Campos, também tiveram a iniciativa de começar a produzir máscaras de proteção para quem precisa. “A ideia partiu da nossa coordenadora, a Morena Mendes, que passou a orientação em nosso grupo e nós alunos decidimos aceitar o desafio e produzir máscaras para quem realmente não tem condição de adquirir. Então, entramos em contato com o nosso professor, Wyster Marins, que tem um ateliê para que a gente tivesse onde produzir o material”, comenta. A influencer também pediu ajuda nas redes sociais para conse-

guir mais tecidos e assim continuar a produção. Segundo ela, inicialmente, as peças foram feitas a partir de uma doação feita por uma loja do ramo. “Agora, precisamos de mais tecido, pois seguimos a recomendação da Organização Mundial de Saúde que pede que as máscaras sejam forradas, ou seja, gastamos mais tecido do que a gente achou que gastaria. Quem se interessar em doar para o projeto, basta entrar em contato pelos números (22) 99743-4243 ou (22) 99945-3344 e fazer a doação”, declarou.

Pacientes | Recebem doações

Como fazer uma máscara Para ser eficiente como uma barreira física, a máscara caseira precisa seguir algumas especificações, que são simples. - É preciso que a máscara tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja dupla face; - As máscaras caseiras podem ser feitas em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros tecidos, desde que desenhadas e higienizadas corretamente. - Se a sua família é grande, saiba que cada um tem que ter a sua máscara; - Esta deve ser usada por cerca de duas horas. Depois desse tempo, é preciso trocar. - Amarração deve ser feita acima das orelhas e abaixo da nuca. Desse jeito, o pano estará sempre protegendo a boca e o nariz e não restarão espaços no rosto; - Use a máscara sempre que precisar sair de casa; Ao retornar, lave as peças usadas com água sanitária. Deixe de molho por cerca de dez minutos e depois da secagem, a máscara poderá ser usada novamente.


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Raí Caldato, o brasileiro que não sai da cabeça de Lewis Hamilton

aí Caldato, 44 anos, residente em Campinas/SP, local aonde nasceu, há 100 kms da cidade de São Paulo, é formado em Desenho Industrial pela FAAP, com especialização em Graphic Advertising Design pelo Istituto Europeo di Design de Milão, na Itália e pós-graduação em Comunicação com o Mercado pela ESPM. Ao longo de um dia que passamos juntos na capital paulista, entre almoço, visitas a amigos em comum e evento noturno, Raí me concedeu esta entrevista exclusiva. Raí, fala um pouco da sua carreira, como tudo se iniciou? É engraçado eu falar quando tudo começou, porque eu desenho desde criança. Escolhi a faculdade de desenho industrial, sou formado em design mesmo. Mas, no automobilismo começou quando teve o concurso do Bruno Senna, em 2010, promovido pelo Instituto Ayrton Senna. Era para fazer o capacete em homenagem aos 50 anos de idade que o Ayrton Senna completaria naquele ano e o Bruno Senna usaria este capacete no GP Brasil de Fórmula 1 (F1) de 2010. Acabei ganhando o concurso entre quase 4.000 candidatos. Este capacete foi pintado no Sid Special Paint, o estúdio do saudoso Sid Mosca, um ano antes do seu falecimento, com o seu filho, o Alan Mosca. Na época do concurso eu estava desanimado de trabalhar com design, acabara de fechar a minha segunda agência de propaganda e decidido em fazer provas para me tornar funcionário público. Como você ingressou no Sid Special Paint? Após este concurso, Eu e o Alan fomos mantendo contato pelas redes sociais. Neste meio tempo, cheguei a ganhar outro concurso, este realizado por um fabricante de simulador de voos dos Estados Unidos, era para fazer a arte para pintar um avião. Até que, em 2012, o Alan me fez um convite para trabalharmos em parceria, eu com o desenvolvimento do layout, criação do design, e ele com a tarefa de passar o desenho para o capacete através da pintura. É uma parceria que já tem 8 anos e que permitiu realizar o meu sonho de infância que era trabalhar com automobilismo. Assim, na área do automobilismo eu estou atuando desde 2012, mas como profissional de design gráfico, estou no mercado desde 1998. Como surgiu a possibilidade de fazer a arte do capacete do Lewis Hamilton? Também foi um concurso, em janeiro de 2017, Lewis Hamilton lançou um concurso no Instagram dele para um designer fazer o capacete daquela temporada. Foi um concurso mundial, sem restrições. Foi no início de ano, eu estava muito atarefado, eram diversos capacetes dos pilotos para fazer, já que era início de temporada. Eu pensei em não participar, mas o Alan me incentivou, me deu uma semana para eu não me preocupar com outra coisa. Assim, acabei ganhando. Foram mais de 8.000 desenhos do mundo todo. Ele adorou o trabalho... Faço os capacetes dele até hoje, desde 2017. Credito esta conquista ao

Caça supersônico Mirage 2000 da Forca Aérea Brasileira pintado pelo Raí Caldato Um dos encontros anuais do Rai Caldato com o Lewis Hamilton

Raí recebendo de presente o capacete que ele mesmo criou das mãos de Lewis Hamilton, autografado e com dedicatória, quando Raí ganhou o concurso em 2017 com mais de 8.000 designs

Com Alan Mosca, na sua empresa

Com Lewis Hamilton, ele tem um apreço pelo Brasil

Raí Caldato com o Capacete de Lewis Hamilton da temporada 2019, que ele ganhou do piloto, autografado e com dedicatória

Sentindo a leveza do capacete de Lewis Hamilton da temporada de 2017

meu diferencial, que não é só o talento, é gostar, acho que isso é 90% do sucesso. Deve ter design melhor do que eu, mas não gosta de automobilismo como eu gosto, que sou apaixonado, assim, acabo ficando acima da média.

a do Brasil foi um, logo depois veio o último GP da temporada, a de Abu Dhabi, o desenho foi outro. Para o início da temporada deste ano, o desenho já é outro... mas, tudo seguindo a minha criação e partindo da mesma base.

O capacete que você faz para o Lewis Hamilton é só para o GP Brasil de F1 ou é para toda a temporada? É para a temporada inteira, é o design oficial mesmo. Tem a base, que é única e as versões, que são as variações feitas em comemoração a alguns GPs específicos. Por exemplo, no final do ano passado,

Qual é a sua visão dele? Além de um piloto extraordinário, é um ser humano igualmente fantástico! Hoje ele tem uma maturidade incrível, não só como piloto, mas também como pessoa. Ele é bastante consciente do papel que ele representa, da referência que ele pode ser para os torcedores, para os jovens e para a própria F1. É uma

O encontro com o Bruno Senna, quando Rai Caldato ganhou o concurso com quase 4 mil designs concorrendo

pessoa educada, cordial, muito simpático na conversa, sou fã dele e, cada vez que o encontro, fico ainda mais fã. Sou suspeito para falar, pois eu já era fã dele antes mesmo do concurso, uma das razões, além do talento dele, é claro, é o fato que ele era fã do Ayrton Senna, que foi o meu grande ídolo, e foi o dele também. Eu brinco com ele dizendo que o Ayrton nos uniu. As pequenas atitudes dele fora das pistas, quando não tem ninguém filmando, é que dizem mais sobre ele. Eu posso te assegurar que é um cara fantástico! Como é a sua relação hoje com Hamilton, o piloto que acabou de ser campeão mundial pela sexta vez e está preste a bater todos os recordes da F1? A vida dele é uma correria danada, ele tem compromisso com jornalistas do mundo todo, com patrocinadores da equipe, patrocinadores pessoais... É impossível descrever a quantidade de compromissos que ele tem. No sábado e no domingo de corrida, ele tem que, a cada 10 minutos, falar com um número gigantesco de pessoas. Mas, no final de semana, ele sempre reserva um horariozinho para a gente conversar, mas não é a toda hora, a todo o momento, a gente se ver naquele horário, como se fosse uma reunião agendada, a gente conversa sobre

o capacete do ano seguinte... aí eu tenho a chance de falar com o Marc Hynes (também britânico, assessor direto e treinador dele), com a Angela Cullen (a neozelandesa que é a fisioterapeuta e coach dele), àquela loira que fica colada nele. Mas com ele mesmo, a gente consegue falar uma vez no final de semana, se eu não tirar uma foto com ele ali, não consigo mais, a agenda dele é muito corrida. O designer do capacete de Hamilton tem algumas regalias durante o GP Brasil de F1? Eu sou convidado para o Paddock da Mercedes e é tudo incluso: ingresso, alimentação... é um tratamento fantástico! Não tenho do que reclamar, é um mundo de sonhos. Para quem gosta de F1, é o paraíso! Quais outros trabalhos relevantes que você já fez além dos capacetes de Hamilton? Tem os capacetes que a gente faz para vários pilotos da Stock Car, como: Rubens Barrichello, Nelsinho Piquet, Ricardo Zonta, Átila Abreu, Daniel Serra, Ricardo Maurício, Thiago Camilo, Diego Nunes, Max

Wilson, Felipe Fraga... É uma galera boa da Stock Car e é um motivo de muito orgulho para mim está na principal categoria do automobilismo brasileiro. Eu gosto muito de fazer trabalho para a aviação também, já ganhei dois concursos de pintura de aeronaves. No ano passado, fizemos um trabalho para a Força Aérea Brasileira, a FAB, foi uma pintura de um Mirage 2000, um avião de caça supersônico, do 1º Esquadrão, em Anápolis/GO. Foi uma homenagem aos 40 anos daquele esquadrão e também aos 30 anos que o Ayrton Senna fez um voo supersônico naquela base. Qual o seu principal sonho hoje, aonde você ainda que chegar? Graças a Deus eu sou realizado por ter conseguido chegar à F1, um esporte que amo desde criança. Fazer o capacete do melhor piloto da atualidade, um dos maiores da história, é uma realização muito grande. Mas, uma coisa que me falta ainda que eu gostaria muito, é fazer a pintura de aeronaves de uma companhia aérea regular, seria a minha realização final, já que a aviação é a minha outra paixão.


@magrass.campos.goytacazes (22) 99998-9911

Fotos: Arquivo do Colunista

Feliz Páscoa

Meus queridos amigos leitores, é tempo de celebrar a vida, o amor e a esperança, pois chegamos a esta época maravilhosa que é a Páscoa! Nesta época celebramos a vitória do amor do nosso Salvador que se transformou em triunfo sobre a própria morte. E eu desejo que todos os sonhos de amor e paz triunfem sobre qualquer dificuldade na vida de vocês. Feliz Páscoa, turma! É tempo de renovação, de renascimento, e nesse espírito eu espero que suas vidas renasçam carregadas de doces surpresas, muito amor, muita paz, muita saúde e muita fé!

Netflix Ao lado do eterno parceiro Assis Inojosa, minha querida Bianca Inojosa festejando novo tempo

Amiga da vida, sempre linda, iluminada e cheia de fé! Flavinha Trindade Chalita

Momento família: Andinho Rodrigues, Beta Moreira e o pequeno Billy

No fim das contas, a 3ª temporada de “La Casa de Papel” não entregou o final que os fãs queriam, mas termina com um bom gancho para o próximo ano, algo natural, uma vez que a Netflix não pretende deixar sua “galinha dos ovos de ouro” acabar tão cedo. O mais importante é que a quarta temporada, recém adicionada ao canal de streaming provou que ninguém está a salvo neste assalto e isso promete deixar a quinta temporada ainda mais tensa. Vale a pena maratonar e #ficaremcasa #emcasa, o querido casal Renatinha Passos e Max Cordeiro curtem o amor e um bom vinho

Linda: Nathália Pereira

Muito legal

Enquanto governantes, profissionais da saúde e pesquisadores lutam incessantemente para salvar milhares de vítimas que o surto de coronavírus faz pelo mundo, marcas e celebridades internacionais têm se mobilizado para ajudar a controlar o avanço da Covid-19. No Brasil, embora ainda tímida, essa movimentação ganhou força no decorrer desta semana, com algumas labels de moda e beleza investindo em ações de combate e doações de itens de proteção individual. Inspiradas por etiquetas como L’Oréal, H&M, Pronovias e Crocs, os grupos Arezzo, Natura e Inbrands, bem como as empresas Renner, Vivara, Granado, Amend, Brandili, TZE e Cansei Vendi, anunciaram ações que prometem amenizar a crise causada pelo coronavírus em alguns estados do país. Em âmbito internacional, a L’Oréal começou a usar suas instalações para produzir desinfetante de mãos e gel hidroalcoólico. A sueca H&M forneceu equipamentos de proteção individual para hospitais e profissionais de saúde. A Crocs chega a doar 10 mil pares por dia aos médicos e enfermeiros que atuam na luta contra o vírus. Além de suspender as demissões por justa causa desde que fechou todas as suas lojas físicas, no dia 20 de março, a Renner, por meio de seu braço social, o Instituto Lojas Renner, vai dedicar R$ 4,1 milhões ao custeio de suprimentos básicos no tratamento da Covid-19.

Aplausos pela coerência

A rede de lojas MagazineLuiza anunciou a doação de R$ 10 milhões para ajudar no tratamento de doentes com coronavírus. Além disso, a presidente do conselho da empresa, Luiza Trajano, vêm fazendo um apelo aos empresários de todo Brasil e aos parceiros de sua empresa: “Não demitam seus funcionários. Eles não tem culpa! Não desfaçam suas parcerias, todos nós necessitamos da ajudada uns dos outros neste momento crítico”. A quantia será destinada para a compra de equipamentos necessários ao tratamento da doença, como respiradores artificiais, além de outros itens, como leitos, colchões e travesseiros, que irão equipar hospitais públicos e filantrópicos em todo o Brasil. Palmas!!!

Tá feia coisa! Camarada 100%: Walter Rangel #teampaparazzi #teammandaver

Níver da semana a querida Monique Vasconcellos

Na paz do campos, o casal bacana Vinícius Corrêa e Layla Abdu

Em quarentena por causa de um caso de Covid-19 na família, Adriane Galisteu recebeu mais uma notícia ruim. A Record decidiu cancelar a edição deste ano do reality show Power Couple, que ela iria apresentar no lugar de Gugu Liberato. A apresentadora e a Record já tinham acertado quase tudo, mas o contrato não chegou a ser assinado. Por causa da discussão de alguns detalhes contratuais, Galisteu ficou sem o emprego. Além do Power Couple, a cúpula da Record TV também adiou para o ano que vem a produção do novo A Ilha, do Canta Comigo Teen e da sexta temporada do Dancing Brasil, de Xuxa Meneghel. Vai apostar todas as fichas em A Fazenda, que espera começar a produzir em julho, quando a pandemia deverá estar sob controle, para estrear em setembro. Até junho, a Record vai preencher a faixa de reality shows das quartas-feiras com o The Four, atualmente no ar, e por episódios inéditos de Troca de Família, com Ticiane Pinheiro. Todas as produções da emissora estão praticamente paradas, inclusive o Top Chef com Felipe Bronze que já havia gravado 06 episódios.

Abril azul

Nota mil! Lucas Portela #teampaparazzi

Serenidade e beleza num click só! Ana Cláudia Ferreira Gente boa demais! Meu mano Igor Duarte na área

Camarada 100%: Alex Moraes #teampaparazzi

O Dia Mundial da Conscientização do Autismo, ou simplesmente Dia Mundial do Autismo, foi comemorado dia 2 de Abril. A data serve para ajudar a conscientizar a população mundial sobre o Autismo, um transtorno no desenvolvimento do cérebro que afeta cerca de 80 milhões de pessoas em todo o mundo. Origem do Dia Mundial do Autismo - O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de Dezembro de 2007, com o intuito de alertar as sociedades e governantes sobre esta doença, ajudando a derrubar preconceitos e esclarecer a todos. No Brasil, o Dia Mundial do Autismo é celebrado com palestras e eventos públicos que acontecem por várias cidades brasileiras. O objetivo é o mesmo em todo o lugar, ajudar a conscientizar e informar as pessoas sobre o que é o Autismo e como lidar com a doença. Nesta data, vários pontos turísticos do país são iluminados de azul, cor que simboliza o Autismo. O Autismo pertence a um grupo de doenças do desenvolvimento cerebral, conhecido por “Transtornos de Espectro Autista” – TEA. Os sintomas do autismo são: fobias, agressividade, dificuldades de aprendizagem, dificuldades de relacionamento, por exemplo. No entanto, vale ressaltar que o autismo é único para cada pessoa. Existem vários níveis diferentes de autismo, até mesmo pessoas que apresentam o transtorno, mas sem nenhum tipo de atraso mental. Nos limites dessa variação, há desde casos com sérios comprometimentos do cérebro além de raros casos com diversas habilidades mentais, como a Síndrome de Asperger (um tipo leve de autismo), atribuído inclusive a aos gênios: Leonardo Da Vinci, Michelangelo, Mozart e Einstein. Mas é preciso desfazer o mito de que todo autista tem um “superpoder”. Os casos de genialidade são raríssimos, mas existem até hoje.

Anos 80 em ebulição

Da melhor qualidade: Karalinha Ferreira

Amigo muito especial: Alex Siqueira na vibe de NYC De bem com a vida sempre! Narcísia Cordeiro em seu sítio

Festejando a filhota Marina, o camarada Carlinhos Nogueira

Com o maciço interesse dos fãs pela adaptação para as telonas de Transformers, até que estava demorando o anúncio do longa-metragem que levará para as telonas o desenho dos Thundercats. Pois a espera acabou. Segundo a Variety, a Warner Bros. comprou um roteiro do estreante Paul Sopocy, egresso do mercado publicitário, para levar a popularíssima série animada oitentista às telonas, em versão live-action (com atores reais). O roteiro será uma história de origem, mostrando os principais heróis e vilões do universo dos Gatos do Trovão, e focado no crescimento de Lion e sua transformação no líder dos Thundercats. Paula Weinstein (Diamante de Sangue), Dick Robertson e Lew Korman produzem através da produtora Spring Creek. Dan Lin (Os Infiltrados) supervisiona para a Warner (que, vale lembrar, também produz o filme do He-Man, a febre dos desenhos dos anos 1980. Ambos os longas tem data prevista para estreia em maio e dezembro de 2021.

Modelo

Em festa pelo níver: Renatinha Corrêa comemora #emcasa

Em tempo de quarentena, sessão Netflix, a querida Marcella Suisso e o filhote João

Click especial do nosso Paparazzi 2020: Serginho Rodrigues by Binho Dutra

Para colaborar com crianças e pais neste período de isolamento social, o Shopping Metropolitano Barra está promovendo em suas redes sociais o Mundinho Kids online. O evento tradicionalmente acontece nos fins de semana no shopping e reúne centenas de crianças e pais para participar de atividades culturais e de lazer gratuitamente. O encontro agora passa a ser virtual (@shoppingmetropolitanobarra), todos as quintas e domingos, sempre às 16h, e trará pílulas com dicas educativas e divertidas, que poderão ser reproduzidas em casa. A ideia bacana poderia ser adotada aqui em nossa cidade também. #ficadica


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Fotos: Reprodução/Redes Sociais

Páscoa

Era digital | D. Roberto Francisco celebrando a missa via web

reúne fiéis virtualmente

Igrejas cristãs celebram a Paixão de Cristo sob nova ótica para evitar aglomeração e contágio da Covid-19 Kamilla Póvoa O novo coronavírus não mudou apenas a rotina do comércio, afetou a economia, mudou o nosso modo de lidar com os outros, estabelecer relações sociais e mudou também a maneira de viver a fé. As igrejas estão transmitindo missas e cultos pela internet e a programação de Páscoa, que celebra a Paixão de Cristo neste final de semana (10, 11 e 12), não ficou de fora. As paróquias, igrejas católicas e batistas de Campos também tiveram que adaptar a essa nova realidade tecnológica e estão transmitindo as bênçãos via web. Tradição Católica O bispo diocesano de Campos, Dom Roberto Francisco enfatizou que este ano a Semana Santa terá uma realidade diferente. “O momento que estamos vivendo exige muito mais fibra do cristão, de uma situação desafiadora. A semana deve ser muito vivenciada, no tempo doméstico, nas casas, nos hospitais, vivenciada nos leitos. To-

dos aqueles que estão em uma situação preocupante”, afirmou Dom Roberto. Segundo a assessoria de comunicação da Diocese de Campos, com relação à transmissão das missas pela internet, os responsáveis pelas paróquias estão pedindo as pessoas para se inscreverem no YouTube, no canal de cada paróquia. E, cabe a cada local utilizar a plataforma digital mais fácil, mas a maioria está usando as três redes sociais – YouTube, Instagram e Facebook, para ajudar os fiéis nesse momento de isolamento social. Dom Roberto informou que, a quarentena que o coronavírus impõe retrata uma situação para a vida do cristão, a humildade. “A vivência do lar, nós tínhamos esquecido. O próprio Jesus na ceia fez em um ambiente familiar. Nós esquecemos que Igreja não é esse templo maravilhoso que estamos aqui, mas são as pessoas. A Igreja é a família, o povo de Deus. Isso que tem que nascer nesta Semana Santa. A Igreja

não parou e nem fechou, mas está viva”, declarou o bispo de Campos. No território da Diocese de Campos, que possui 792 capelas, distribuídas em 66 paróquias, 10 foranias e dois vicariatos; 95% vão transmitir de forma on-line a missa do domingo de Páscoa, disse a comunicação. O Bispo Dom Fernando Rifan, da Administração Católica Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, explicou que a igreja,

Tradição e tecnologia | Igreja Católica Apostólica Pessoal São João Maria Vianney aderiu à missa on-line que é tradicionalista, também teve que aderir ao método tecnológico e que não estão fazendo somente a transmissão das missas, mas também de diversas orações ao vivo. “É momento muito importante,

as famílias se reúnem e rezam juntas com os sacerdotes. É um modo de suprir a ausência presencial”, explicou.

ro IPS também está se adequando a essa nova realidade sem a presença do público. Desde o início do período de isolamento social a igreja utiliza o recurso Culto Evangélico do YouTube para transmitir de A Primeira Igreja Batista do bair- forma on-line o culto. Na semana passada, a mensagem pastoral destacou a realidade atual: “O que fazer em tempos de crise?”, com o Pr. Pedro Salvador de Azevedo e contou com mais de 1.000 visualizações. “É uma forma de trazer para perto as pessoas que, no momento, não podem estar nas igrejas. Para quem quiser participar do culto no domingo de Páscoa, basta acessar o canal no YouTube - Primeira Igreja Batista do IPS”, falou. Com o isolamento social imposto no mundo devido à pandemia do novo coronavírus, as igrejas apostam no formato digital para Igreja Batista | Pr. Pedro Salvador durante transmissão do culto evangélico nas redes sociais manter a tradição religiosa.


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@priscylabezerra

LOOK DOMINGUEIRA

GÁS TOTAL

OUTONO “COMFY”

F

Em um cenário tão incerto como o atual, não está nada fácil encontrar disposição para enfrentar a vida de frente. Face to face, compreende?! Como a vida continua (mesmo em isolamento) e precisamos levantar da cama todos os dias, nada mais bacana que compartilhar com vocês um suco energizante para ser tomado assim que o sol raiar.

icar em casa nunca foi tão rotineiro, não é mesmo?! É preciso nos reinventar, mudar coisas de lugar ou apenas permanecer em casa, fazendo aquele carinho especial em nós e em quem amamos. Foto: Igor Gomes

DICA DA PRI Aproveite o domingo de Páscoa e coloca o astral lá em cima, no último volume, sabe?! Capricha no visual, sorrisão no rosto e “aquele blush” de leve pra dar um bico em qualquer baixo astral. Comece por você agora, e “influencie” quem estiver a sua volta.

Ingredientes: 2 UN de couve 1 maçã ou banana 1 limão 250 ml de água de coco 1 colher de sopa de clorella (opcional) 1 abacate 1 colher de sopa óleo de coco Hortelã e cúrcuma a gosto

Estamos combinadas ?!!

COMO FAZER: Bata tudo no liquidificador com gelo filtrado. E perceba a diferença na sua e energia durante o dia. É pra fazer mesmo, viu ?!!

BELEZA

NÉCESSAIRE DE ACADEMIA Quem tem o hábito de praticar exercícios também precisa adotar uma rotina de skincare para manter a pele sempre saudável e evitar uma série de problemas, como a formação de acne, ressecamento e sinais de irritação no rosto. Pensando nisso, "preparei" uma nécessaire de academia para cuidar da sua pele antes e depois dos exercícios. Dá só uma olhada no que você precisa usar! Antes e depois de fazer exercício: lave ou higienize o rosto com um produto adequado para o seu tipo de pele. O acúmulo de suor, oleosidade e sujeira promove a obstrução dos poros - um grande gatilho para a formação de acne. Cheia de bactérias, a pele fica mais suscetível ao aparecimento de cravos, espinhas e também à foliculite, principalmente no rosto, colo e dorso - regiões que a transpiração é intensa. Sendo assim, para evitar a formação dessas lesões, o ideal é lavar o seu rosto com um gel de limpeza antes e depois da atividade física. Se você chegou na academia e não tem muito tempo para fazer uma higiene completa, a dica é investir na solução micelar. O produto é ideal para remover os resíduos da região sem agredir, proporcionando uma limpeza rápida e eficaz. E é imprescindível, não esquecer do uso do filtro solar após a higienização, para evitar o aparecimento ou piora do melasma!

Look COMFY | Confortável e elegante

INSTAGRAM

@larabellei

CRM 52-815861

SAIBA COMO CUIDAR DA PELE ANTES E DEPOIS DO EXERCÍCIO

Paula Marsicano

Dermatologia Integrada Rua Voluntários da Pátria 500 sala 108 Ed. Platinum Tel: 22 3026-1819 @paulamarsicano

STAY HOME | ELAS ESTÃO EM CASA E EM MOVIMENTO

@viviamato

@lala_diaas

@brureallife

@thassianaves


Será que a COVID-19 é apenas a “doença” dos idosos? E

Philippe Martins

Priscyla Bezerra

stive com meu amigo o médico anestesiologista e estudioso do assunto dr. Leandro Araújo que explicou e destacou algumas questões importantes. A obesidade não aumenta a probabilidade de se contrair o vírus. As chances são iguais para todos indivíduos. Porém, a obesidade é um fator de risco para se desenvolver formas graves da COVID19, e isso independe da idade, pelo contrário, quase todos casos graves em pacientes abaixo de 40 anos são em pacientes obesos. Isso tem algumas explicações: a obesidade está relacionada com diabetes e hipertensão que são fatores de risco. Além disso, a obesidade por si só e um processo inflamatório crônico e a COVID19 um processo inflamatório agudo , portanto, se somam. E a conta não fecha aí. Pacientes obesos, uma vez intubados, são de difícil manejo, já que os pacientes graves intubados são colocados em posição prona, ou seja, de barriga para baixo e isso é extremamente complicado nos obesos. E todos demais procedimentos necessários, como punções venosas, traqueostomia, tudo é mais difícil nos obesos. Então o que ja sabemos de outros paises, agora estamos vendo aqui mo Brasil. Pavientes abaixo de 40 anos, que necessitam de UTI, quase todos sao obesos. E , infelizmente, o desfecho nao tem sido favorável, como o caso do jovem de 23 anos, estudante de nutrição falecido em 31/03. Então meus queridos, atenção, sem pânico mas com muita responsabilidade. Fiquem com Deus!

Amanda Coutinho

Dr. Leandro Araújo

Liliana Porto

Andre Ricardo Campos


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jeans Moda consciente

O

i gente! Hoje trouxe como tema da coluna o reaproveitamento do jeans! Vale lembrar que a indústria da moda tem grande impacto ambiental. Uma calça jeans por exemplo utiliza 3.781 litros de água na sua fabricação e durante o seu período de vida útil. O processo equivale a uma emissão de 33,4 kg de carbono. Números bem consideráveis não é mesmo?

Então vamos ressignificar aquela peça jeans há muito esquecida no guarda-roupa!? Uma dica para isso é o conceito do upcycling! Que é a utilização de materiais existentes dando um novo aspecto ao original, reaproveitando e aumentando o seu ciclo de vida como forma de sustentabilidade e economia. Vale transformar aquela peça antiga com a customização ou criar algo totalmente novo. O segredo é usar e abusar da criatividade.

FÁCIL E MODERNO

Que tal pegar a calça jeans e transformar em short e retirar os bolsos!? O efeito é um visual super cool e despojado.

Bom, a gola alta já deixou de ser o “tricôda mesmo vale para a vovó” e passou a protagonizarOvários looks calça jeans! Só retirar chiquérrimos faz tempo. os bolsos. Já muda totalmente o visual. Flávia Pavanelli / reprodução Instagram

Quem me conhece sabe que amo uma boa leitura. Então fica aqui minha dica de uma excelente coletânea, daquela para se ter na cabeceira de nossa cama, com textos incríveis de Marta Medeiros no seu livro Doidas e Santas. Pode se atirar nessa leitura!! Você vai amar, assim como eu.

É criativo | O Upcycling também requer criatividade para transformar os materiais existentes em algo totalmente novo. De uma jaqueta dá para fazer um vestido, uma saia ou até mesmo uma bolsa.

Cropped feito de uma calça jeans.


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Reviver... Reviver

“Com sua estonteante beleza, elegância, cultura e gentileza no conviver, Aninha sempre teve para com todos um sorriso e, quando chegava com seus belos olhos azuis, irradiava o ambiente. Ousada, sempre à frente do seu tempo e vivendo numa sociedade onde o preconceito era evidente, circulava com leveza e sabedoria por onde passava. Aninha era uma festa! Só alegria! Na academia, pedalando sua bicicleta e acenando para os conhecidos, caminhando com seus chapéus coloridos, imprimindo seu estilo único de ser. Determinada e de personalidade marcante, sabia com seu glamour ser presença e efervescência por onde circulava. Seu dia-a-dia de total intensidade... Nossa convivência fortaleceu uma amizade de raízes profundas.

A locomotiva Ana Maria Vasconcellos Ripper Uma das mulheres mais charmosas e elegantes da nossa sociedade. Ela que foi considerada a mulher mais marcante por décadas e décadas, hoje encontra-se recolhida no seu lar. A vida de Aninha mudou, mas não comprometeu sua vaidade, sua informação – continuou sabendo e, muitas vezes, participando de muitos dos acontecimentos na cidade, parabenizando ou desejando sucesso aos anfitriões, sempre mantendo com carinho os inúmeros amigos. Sua presença em um evento significava muito: era como um atestado de classe, prestígio e chiqueria. Jamais parecia antiquada, já que eram as situações a se adaptarem a ela, nunca o oposto – sempre com muita altivez, sobre o seu pescoço longo. Ao que se sabe, nunca deixou rastro de decepção entre a imaginação e a realidade daqueles que tinham expectativas com ela.

Aninha com as irmãs Regina e Lucinha

Aninha e Lia Mirian Aquino Cruz curtindo o visual da cobertura do Hotel Antares

Aninha em noite de grande prêmio no Jóquei com Maryland Alvim, Maria Braga Cardoso, Marília Nogueira Aguiar e Raquel Aguiar Linhares

Se Tom e Vinícius a vissem passar, certamente também cantariam – “Olha que coisa mais linda mais cheia de graça é essa menina...” Ana Maria Vasconcellos Ripper – La Ripper – ícone do seu tempo."

Aninha prestigiando a festa dos 15 anos de Paula Sales Pizelli

candinhovasconcellos@gmail.com

A iluminada Aninha Ripper

Nasceu em 28 de março de 1944, em uma família tradicional. Primogênita, seu pai Joel Ripper, trabalhou anos à frente do Hotel Planície, de propriedade de Arthur Cardoso Filho. A mãe, Madalena Vasconcellos Ripper, também era uma dama e gerou outros três filhos: Lucinha, Regina e Joelzinho.

Na festa Anos Dourados na casa de Elza e Elias Vasconcelos

Com Vânia Bath Bacelar pelas noites campistas

Aninha aplaudindo Elis Regina no Canecão

Ícone de elegância e beleza, ela foi a mulher mais cortejada e ‘invejada’ da high society campista. Presença obrigatória (e atração) nos badalados eventos que reuniam ricos, famosos e poderosos.

Os cabelos louros e sempre bem cortados e penteados, a maquiagem marcante porém discreta, os vestidos assinados por famosas estilistas de nossa cidade (Ideni Gomes e Marilene Saldanha) valorizavam sua silhueta longilínea…

Com a amiga Margarida de lá Riva

Na condição de madrinha no casamento de Márcia Seixas

“Aninha foi, como eram chamadas as mulheres que brilhavam nos salões do jet set carioca e paulista, nos anos 70, uma “locomotiva”. Festa em Campos que se prezasse tinha que ter a presença de Ana Maria Vasconcellos Ripper. Ela iluminava os salões com sua lourice, seus olhos de turquesa, sua elegância clássica. Tinha estilo: sabia pisar, envergar os modelos desenhados e confeccionados especialmente para ela pela estilista Ideni. Tinha savoir afair, graça, tiradas ótimas. Uma “comédia” como dizia. Quando passava pela Pelinca rumo à ginástica matinal, arrancava suspiros. E lá ia ela cumprimentando o vendedor de laranja, o guardador de carros, o empresário da hora, o boy que fazia entrega. A todos abria o sorriso complementado com um “adeusinho”.

Aninha eclipsava todos ao seu redor – especialmente as ‘locomotivas’ da sociedade que tentavam imitá-la. Uma luz própria, um charme único e a grande facilidade de se comunicar com pessoas tornou sua imagem imortalizada na memória dos anos 70 e 80. O Rio da zona sul, com seu glamour tão inigualável quanto provinciano, teve inúmeras estrelas, incluindo Aninha Ripper. Frequentava com desenvoltura as noites do Hippopotamus, do Regine’s, sempre acompanhada de pessoas da sociedade carioca. Mesas animadas por Régine Choukroun, Gilles, Reinaldo Loyo, entre outros. Ela representava uma Campos que não existe mais: a maioria dos milionários vinha de famílias tradicionais, com sobrenomes pomposos e árvore genealógica com títulos nobiliárquicos.

Viviane de Aquino

Nas comprinhas pela Pelinca

Hoje, o grosso do dinheiro está nas mãos de emergentes, os ‘novos ricos’. As socialites do momento ostentam grifes caras nas roupas, sapatos, bolsas e joias. Mas, muitas vezes, falta o glamour genuíno, o porte, o esplendor. Isso Aninha exalava.

Uma noite em Hollywood na casa de Lulu e Carlos Alberto Chebabe

Apesar de tamanha sofisticação, lapidada nos 50 anos ‘aproximadamente’ em que viveu nos holofotes, a socialite surpreendia com atitudes simples. Por exemplo: cumprimentava as pessoas nas ruas sem se importar com o status que possuíam. Esta era sua marca.

* Certa vez declarou a esse colunista: “O coração é seu, pode sofrer. O rosto é do público, sorria sempre”. E disse ainda, serena: “Você tem que viver com o que a vida te oferece, não com o que você quer. Minha vida foi inacreditavelmente boa”.

Como Greta Garbo, um dia, talvez cansada dos holofotes ou pelo fato de a sociedade campista ter mudado “de roupa e penteado”, recolheuse. E pouca é vista para a tristeza dos amigos. As festas sem Aninha nunca mais foram as mesmas. Aliás, a vida não é a mesma, né Ana?" Silvia Salgado Rodrigues

Aninha Ripper animando a pista da Black Horse, boate que marcou as noites cariocas nos anos 70

“Locomotiva dos áureos tempos da sociedade campista e adjacências, a bem nascida Ana Maria Vasconcellos Ripper abria os disputados salões com sua inefável presença, imprimindo a marca La Ripper. Dona de trânsito livre, circulava como se o dia tivesse mais de 24 horas, disponibilizando também do precioso tempo, aos rituais de beleza diários, impecáveis cabelos, unhas, make-up, vestuário, e os famosos chapéus desfilados por aí. Do bordão “comédia” fez sua marca registrada e não havia quem não parasse para ouvir o último do momento. Tempo vivido com ela, (nossas irmãs eram amigas – Beth, Lucinha e Regina), seja em sua residência, festas eventos, ficaram registrados com alegria, muito bom humor, carinho, admiração, sobretudo, respeito. Aninha, eterna La Ripper, única, antes que as cortinas se fechassem, apagou a luz, saiu de cena. Mulher de verdade."

Símbolo de elegância, Aninha ficou famosa no mundo da moda e entrou para a lista das mulheres mais bem vestidas da nossa cidade. A socialite foi retratada por vários fotógrafos, sempre destacando suas pernas, sua lourice e os seus olhos azuis. “Aninha linda e divertida com sua lourice e alegria marcada com sua presença nas noites campistas. Faz falta! Saudade.” Claudio Cesar Soares

Marcia Maria Almeida de Seixas e Chaves

Jantar no Hipódromo Lineu de Paula Machado Aninha Ripper, Bete Couto, Eduardo Saldanha, Jones Alvim, Rui Saldanha e Sonia Cardoso

Com a amiga Emilce Venâncio quando recebia para lanche

“Que dizer de Aninha Ripper! A amiga querida de sempre! Desde meninas éramos vizinhas e crescemos juntas, vivemos as brincadeiras da infância e as alegrias da adolescência. Uma companheira de vida. Hoje o contato físico é difícil, mas estamos de coração sempre unidas. Qualquer homenagem a ela tem o meu aplauso e você saberá fazer isso muito bem. Beijos a todos que compartilham dessa amizade.” Ledinha Diniz

Com o amigo Gilles pelas noites cariocas

Esse colunista com Aninha e Vick de Mello Brandão no coquetel de Belita Tamoyo

Uma das maiores virtudes de uma pessoa pública é saber sair de cena no momento certo. Assim o fez Aninha Ripper, a mais festejada socialite de Campos.

Viva Aninha!


Uma Páscoa Abençoada para todos nós!

Para mim a Páscoa simboliza algo sagrado, no qual acredito. Esse momento de comemoração me traz paz, amor e alegria. Além disso, a união da família conforta os nossos coração nos ajudando a encarar melhor esse momento difícil que estamos enfrentando nesta Páscoa. Enfim, a Páscoa para mim é festa e alegria.

Que possamos continuar nessa Páscoa unidos nas orações, tendo o cuidado, empatia uns com os outros e sempre tendo esperança e fé. Dias melhores virão! O nosso Salvador está vivo e ao nosso lado sempre.

Aline Martins

O coelhinho da Páscoa vem nos avisar que Jesus está vivo em nossos corações... Vamos celebrar a Páscoa com Coração e Fé!!! Vamos todos ficar bem! Lis Brum Júlia e Sofia D'Angelo

Bianca Rangel

A Páscoa simboliza o sacrifício de Jesus por todos nós e demonstra que o amor do Filho de Deus pela humanidade não tem limites, mesmo sendo o homem mau e pecador.

Pedro Tinoco

Théo e Matheus Lá zaro

O que é páscoa? Uma pergunta com imensas possibilidades de resposta, mas para mim Páscoa é o período definido em esperança, época de acreditar que tempos turbulentos vão passar e que o pote de ouro no final do arco-íris existe. Páscoa é ensinamento, uma tentativa de fazer com que possamos comemorar pelos ganhos no lugar de sempre reclamar pelas perdas, então isso é páscoa para mim, acreditar que no hoje somos melhores que no ontem e vamos estar ainda mais preparados no amanhã. Logo, resumindo tudo, Páscoa é fé.

Páscoa é momento de união, alegria e agradecer ao dom da vida!

A Páscoa representa a ressurreição de Jesus Cristo, sendo uma das principais celebrações cristãs do ano, mesmo nesse clima pesado pelo covid-19, devemos continuar rezando e agradecendo pelos nossos dias, principalmente nesse período, em que muitos estão precisando, vamos continuar felizes e aproveitando nossos dias, desejo uma ótima Páscoa para todos vocês!

Nesse dia abençoado, abra o coração para a esperança e o amor!!! Bom domingo de Páscoa!!! Lucas e Mara Rapo so

Maria Clara Cruz


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QUARENTENA VALÉRIA SAMPAIO PERES

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MEU RECANTO Amo meu canto na minha casa de BÚZIOS.

"Como me pediu, não te negaria nunca. Então meu amigo nesses momentos de isolamento social o que mais faço é ler. E o que mais gosto de comprar é livros. Se vou ler agora todos que compro? Nao sei, mas gosto de tê-los. No momento No momento leio O Corvo de Edgar Allan Poe, sempre releio Machado de Assis, de longe o meu escritor favorito. Assisto filmes e ouço música. Já tenho mais de mil escolhidas a dedo no meu Apple Music. Sou eclética porque amo jazz, pop, samba. Não gosto de pagode e sertanejo que dispenso com louvor. Sinto falta dos amigos por perto e, nesse momento, me fazem muita falta por eu estar vivendo a dor da perda de um filho... e mais o isolamento social que nos atinge. Com isso tudo ando muito entristecida, mas entendo que é esse isolamento que nos poupará de maiores complicações, é imprescindível. Assim, na leitura busco o meu refúgio silencioso, sofrido ... no mais peço a Deus que nos ajude, que nos dê serenidade para aceitar e sermos solidários com todos. É isso ..."

ALESSANDRA VASCONCELLOS PECLY "Minha casa, minha sala, minha familia, meus encantos no meu canto."

" O que tenho feito na quarentena??? Orado com minha família diariamente, cuidado dos afazeres do lar, cozinhado, arrumado casa,organizado armários, lavado roupas.... ( meu Deus como cuidar de casa dá trabalho!!) Também tenho malhado em casa, porque não podemos parar de trabalhar nosso corpo, caminhado na rua e praticado stand-up com meu marido em Lagoa de Cima. Sempre separo uma ou duas horas do dia para estudar, assistir lives de assuntos profissionais, ler, assistir tv (Netflix de preferência). Adorei a série FREUD e os filmes: Dois papas, Encontro Marcado, Lugares Inesquecíveis e This is Where I Leave You. Também voltei a atuar como coache, estou fazendo parte de um grupo de 50 coaches de todo Brasil, que estão oferecendo conversas gratuitas via internet para as pessoas que estão com inquietudes nesse período de isolamento. E quem não está????? Te confesso que ainda não senti nem um momento de tédio, o que sinto é saudades de abraçar meus amigos e colocar a “mão na massa” no consultório. E claro que uma montanha russa de emoções que surgem com todas essas notícias e expectativas de um futuro que ainda não temos ideia de como vai ser. Mas uma certeza eu trago no coração, tudo passa! E nada está fora do controle do nosso mestre Jesus e da sua doce mãe Maria de Nazaré."

MÁRIO CRUZ

O melhor lugar da casa é a janela, pra mirar bem pra onde irei assim que sair desta quarentena" " Estou em quarentena desde o dia 18 de março, quando o Boulevard Shopping, local onde trabalho diariamente, adotou a política de isolamento social. Totalmente confinado, procuro manter uma rotina para ajudar o dia a passar com menos dificuldade. Acordo um pouco mais tarde, tomo café da manhã e faço atividade física usando o peso corporal e os poucos materiais que tenho. Apesar de adorar assistir os telejornais, tenho acompanhado pouco e estou focando em ver programas de entretenimento, leves, principalmente os da GNT. Concluí algumas séries da Netflix como "Anne com E", "Madame JCWalker" e "La Casa de Papel", todas ótimas por sinal e vários filmes no Telecine. No Instagram assisto algumas lives, tendo visto com muita atenção o astrológo @educonte e o empresário @helio_beltrao. No humor, Paulo Vieira, com seu "diário do coronga", tem feito meus dias mais alegres. No Facebook, interajo com os amigos. Moro com minha irmã e juntos cuidamos da nossa tia com 94 anos e tem Alzheimer. Todo cuidado é pouco. Estamos sendo testemunha da chegada da Era de Aquário, e com ela mudanças drásticas estão acontecendo. Nada será como antes. Temos que crer que será para um mundo melhor."

LUISA CRUZ

No meu canto espalhando "canto". "Fred, me juntei com 52 coaches ontológicos para oferecer conversas gratuitas para quem precisar. Começamos há duas semanas e já recebemos 120 pessoas, tá lindo, pessoas chegando com medo da situação, outras com outros temas que essa pausa permitiu que se dessem conta, outras apenas visando conversar e ser escutada. Funciona assim: 1. Você se inscreve num formulário (Link do formulário: https://bit.ly/ Conversas-em-Rede 2) Um Coach voluntário entra em contato com a pessoa, marca uma data e horário para o encontro online 3) A quantidade de encontros será definida pelo Coach e Coache de acordo com a necessidade e disponibilidade 4) Geralmente, utilizamos a ferramenta ZOOM que é gratuita e pode ser utilizada através do celular (app) ou computador.

ROSA NOGUEIRA

Meu recanto de encanto é no meu atelier, na minha casa.

ANA MARIA PELLEGRINI

Fora do quarto, me instalei na sala de casa. "Só tenho estudado muito e feito planejamento estratégico pós pandemia".

"Vivo no meu atelier criando minhas peças recicladas. Adorei que nesta quarentena, depois de muitos colares,bolsas e cintos, inovei e criei o meu primeiro acessório de mesa. Ah! E vi que também sei me virar cortando meu próprio cabelo. (risos)"

A PÁSCOA FELIZ ESTÁ EM QUARENTENA ALEX CAETANO

Diácono e líder do grupo de oração Aliança Eterna A festa da Páscoa é festa de alegria e esperança, mas como toda mensagem cristã, para alcançarmos isso é preciso ter fidelidade e constância na cruz. Assim como cristo passou pelo cruz, nós também passamos. A cruz não é lugar de permanência. E devemos ter o coração repleto de esperança ao passar por ela. Hoje a igreja esta em silêncio, mas domingo ouviremos o soar dos sinos e com toda alegria vamos proclamar: a alegria voltou: cristo ressuscitou. Essa é uma passagem para uma vida melhor e para sermos pessoas melhores. Precisamos dessa reflexão e associar isso ao sofrimento de cristo. Somos convidados a melhorar, amar, perdoar, a sermos solidários e com os corações dispostos a acolher e ouvir a quem precisa. Sermos mais humanos, essa é a verdadeira Páscoa. Deixei uma vida que não era muito legal e me tornei uma pessoa melhor, transformada pelo cristo que ressuscitou.

PADRE WALACE

Ppároco da Paróquia de Santo Antônio A Páscoa tem de ser para nós cristãos um desafio a sermos de uma forma mais autêntica rosto de Jesus ressuscitado para os irmãos. Neste tempo difícil e de sofrimento, em meio às dificuldades causadas pelo coronavírus, que estejamos unidos na oração, na fraternidade e na comunhão. Ergamos a cabeça e olhemos para o horizonte do Reino de Deus que já está no meio de nós! Vamos nos comprometer sempre mais com sua vinda, para que Deus faça acontecer sua vontade entre nós. Feliz e Santa Páscoa a todos! Muita Coragem!

TOTONHO AGUIAR

Grupo Espirita Inhá Chica "Irmãos !! Diante da situação que estamos a viver , devemos usar a discrição e a caridade em qualquer pronunciamento. Não agravando, e muito menos propondo novos problemas, com infelizes colocações. Se possível for , podemos fazer chegar o otimismo e a esperança, para reerguermos a confiança daqueles menos determinados."

RICARDO ARAÚJO

diretor do Asilo Monsenhor Severino / Grupo Jesus, Maria e José. "A Páscoa significa ressurreição e a ascenção do Cristo, Filho de Deus. Aqui no Monsenhor estamos sempre buscando viver esse sentimento de renascimento, de amor e reflexão. Procuramos sempre dar uma referência de amor e respeito a todos os nossos idosos. Celebrar a Páscoa é dizer: eu acredito no amor, eu tenho amor pelo meu semelhante, eu acredito em dias melhores! "


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