SAÚDE ÚNICA • VOLUME 1 • 2021/01
Impacto a céu aberto O LIXO NO AMBIENTE E SUAS CONSEQUÊNCIAS
Lixões irregulares
Entrevista
Dicas de reciclagem
Metade das cidades brasileiras ainda despeja lixo a céu aberto
Como são as percepções de um coletor de lixo em relação as questões do descarte do lixo?
Como transformar caixas de leite vazias em lindos vasos de flor?
IMAGEM: VIK MUNIZ
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA Bacharelado em Ciências Biológicas 3º período U.C. Saúde Única Coordenação: Professoras Agnes Casali e Mariana Santos Autores Amanda Pezzini Martins, Ana Luiza Sena Costa Brant, Gabriele Souza Fernandes Moreira, Hariel Augusto Alves Evangelista Faria, Helena Cristina dos Anjos Martins, Joana D’Arc Souza Rodrigues, Otávio Pereira Santos, Sarah Luiza Dias Sousa, Victor Matheus Costa Alves.
QUANDO FOR JOGAR ALGO FORA, REPENSE: NÃO EXISTE FORA.
5
Editorial
Um pouco sobre nós 8
Lixo consciente
Descarte adequado de resíduos em 5 passos 9
Descarte de lixo no Brasil Levantamento sobre o lixo a céu aberto
10
Saúde nos aterros Lixo, trabalho e saúde: um estudo de caso com catadores em um aterro metropolitano no Rio de Janeiro, Brasil
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Entrevista com profissional Coletora há mais de 10 anos fala sobre os riscos e preconceitos da profissão
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Impactos Socioambientais dos Lixões a céu aberto Em lixões a céu aberto, a contaminação é generalizada.
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Resíduos Urbanos: Impactos Socioambientais dos Lixões a céu aberto
16 Dica de reciclagem: De caixas de leite à vasinhos de plantas Como reutilizar embalagens de leite 17
Mitos e Verdades sobre a coleta seletiva Alguns fatos e mentiras sobre a coleta
18
Passatempos Cruzadinha, caça palavras e quiz
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Referências Fontes e referências bibliográficas
Levantamento sobre o lixo a céu aberto
Quantidades de RDO+RPU destinadas a lixões e aterros e populações urbanas correspondentes, segundo tipo de unidade
Fonte: SNIS 2019
Editorial UM
POUCO
SOBRE
NÓS
AMANDA PEZZINI Estudante de biologia, auxiliar de veterinário e protetora de animais Cursei parcialmente o ensino médio no COLTEC-UFMG, onde comecei a ter contato com matérias específicas da biologia no curso técnico de Análises Clínicas. Me apaixonei e resolvi dar sequência com a graduação em Ciências Biológicas.
ANA LUIZA SENA Estudante de Ciências Biológicas. Sou bolsista do curso de Ciências Biológicas. Desde o ensino médio e curso preparatório quando obtive um contato mais aprofundado com a biologia, me interessei pela área. Atualmente pretendo seguir carreira na área de microbiologia, mas estou aberta a todas as possibilidades que o curso oferece.
GABRIELE SOUZA estudante de biologia
Curso ciências biológicas na modalidade bacharelado e licenciatura, sempre tive curiosidade e afeição pela biologia e todas suas possibilidades de estudo.
Editorial UM
POUCO
SOBRE
NÓS
HARIEL ALVES estudante de biologia técnico em mecânica industrial
Cursei técnico em mecânica industrial no meu ensino médio, e através
da
matéria de meio ambiente desenvolvi um gosto por ciências biológicas, pretendo me especializar na área de perícia forense.
HELENA MARTINS Estudante de Biologia
Desde muito nova, sempre me interessei por temas relacionados às Ciências Biológicas, e vi na graduação, uma oportunidade de seguir carreira na área, principalmente, no que diz respeito à Biologia Forense.
JOANA D’ARC estudante de biologia Cursei meu ensino médio na E.E Helena Guerra e farmacologia no instituto INCAF. Sou extremamente apaixonada por ciência e escolhi biologia para ingressar na área de bioquímica e estudos ligados à desenvolvimento nuclear . Durante todo o curso, novas descobertas sobre a natureza que tenho adquirido me alegram cada vez mais.
Editorial UM
POUCO
SOBRE
NÓS
OTAVIO PEREIRA Estudante de biologia Atualmente desenvolvo um trabalho como educador social na Irmandade dos atores da Pândega, levando para população apresentações de dança afro-brasileira, Boi da manta, Capoeira de Angola, levando também promoção e inserção de pessoas marginalizadas e de jovens em situação de risco social através da arte e cultura.
SARAH LUIZA Estudante de biologia Aprender sobre as formas de vida e todo o ambiente que as circunda sempre foram matéria de meu interesse. A graduação em ciências biológicas me abriu portas para o estudo mais aprofundado de tais elementos. A Ornitologia e e Ecologia são as áreas que busco compor no futuro
VICTOR COSTA Estudante de ciências biológicas
Atualmente cursando o terceiro período de Biologia. Tenho interesse na especialização em Ecologia e Zoologia, focado em Herpetologia.
Descarte adequado de resíduos em 5 passos 1. Separe o lixo. Separe seu lixo em latas diferentes. Siga as diretrizes da cidade sobre a separação do lixo.
2. Separe os recicláveis. Leve materiais recicláveis como papel, plástico e vidro a um centro de reciclagem mais próximo.
3. Guarde os itens reutilizáveis. Tente reusar os itens que ainda estão bons ou leve-os a uma loja ou centro de venda de usados.
4. Faça compostagem. Use o composto para fertilizar o seu próprio jardim ou doe-o a um jardim público ou comunitário.
5. Reduza o lixo o máximo que puder. Evite utilizar plásticos ou itens de uso único. Troque pelos reutilizáveis e faça compras inteligentes.
METADE DAS CIDADES BRASILEIRAS AINDA DESPEJA LIXO A CÉU ABERTO DEZ ANOS APÓS A PROMULGAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS, PAÍS AINDA ESTÁ LONGE DE ATINGIR AS METAS ESTABELECIDAS NA LEI
RANKING BRASILEIRO 86,04% de destinação correta dos resíduos no Sul do Brasil vs
14,51% de destinação correta dos resíduos no Nordeste brasileiro
A Política Nacional de Resíduos
O estudo ainda revela outros dados
Sólidos estabeleceu em 2010 um
alarmantes: 17,8 milhões de brasileiros
prazo de quatro anos para os
sequer têm coleta de lixo em suas
municípios providenciarem a
residências; apenas 3,8% dos resíduos
destinação ambientalmente correta
são reciclados; somente 41,5% das
do lixo gerado pela população.
prefeituras adotaram algum de
Uma década mais tarde, o Índice de
sistema de custeio individualizado,
Sustentabilidade da Limpeza Urbana – ISLU, elaborado pela consultoria e auditoria PwC Brasil em parceria com o Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana – SELURB, analisou a realidade em 3313 municípios em
seja por taxa ou tarifa, para remunerar os serviços de manejo de resíduos sólidos, outra medida estruturante prevista na PNRS e que ganhou relevância com o novo marco legal do saneamento.
todos os estados do país, constatando que 49,9% das deles ainda enviam seus resíduos para depósitos irregulares e ilegais, os famosos lixões.
Fonte: https://ciclovivo.com.br/planeta/desenvolvimento/metadedas-cidades-brasileiras-ainda-despeja-lixo-a-ceu-aberto/
Lixo, trabalho e saúde: um estudo de caso com catadores em um aterro metropolitano no Rio de Janeiro, Brasil Porto, Marcelo Firpo de Souza, et al.
O caso do aterro de Gramacho é bastante singular, pois, teoricamente, segundo o paradigma da engenharia sanitária, não deveria comportar trabalhadores circulando pelas montanhas formadas pelo lixo. O plano inicial das instituições envolvidas era retirar os catadores das chamadas rampas de trabalho, ou seja, dos locais a céu aberto onde os caminhões depositam o lixo a ser posteriormente espalhado e coberto com terra pelos tratores. Ao mesmo tempo, foi estruturado um projeto para a criação de uma central de reciclagem com esteiras mecânicas a ser operada por uma cooperativa de catadores. Esses planos, contudo, foram modificados por um movimento de resistência dos catadores locais. A única relação que os trabalhadores da rampa possuíam com a empresa gerenciadora do aterro era o fato de serem cadastrados e controlados na entrada e saída, enquanto os trabalhadores da cooperativa possuíam uma relação bem mais intensa, em particular com o serviço social.
Os cooperados dispunham de instalações como refeitórios, vestuário e banheiro, além da sala de administração da cooperativa. Já os trabalhadores da rampa não possuíam nenhum tipo de apoio ou infra-estrutura, sendo freqüentemente referidos pelos técnicos das instituições como um problema que "não deveria existir e precisaria ser eliminado o mais brevemente". Em relação às doenças já contraídas em algum momento do passado, os entrevistados apontaram principalmente os resfriados (88,1%), conjuntivite (45,6%), dengue (23,3%), verminoses (22,3%), alergias (11,9%), problemas dermatológicos (11,4%). Além disso, foram mencionadas asma, doenças sexualmente transmissíveis, hepatite, tuberculose e cólera.
ENTREVISTA COM COLETOR DE LIXO ENTREVISTADA: VALÉRIA NUNES DA SILVA CATADORA HÁ 10 ANOS
JÁ SENTIU QUE SUA SAÚDE ESTAVA EM RISCO POR EXERCER ESSA PROFISSÃO?
Não, nunca tive problemas, tenho cuidado porque pode dar micose.
QUAIS OS PRECONCEITOS QUE SUA PROFISSÃO ENFRENTA?
O povo acha que catador de lixo vive na miséria.
ALGUMA VEZ APRESENTOU ALGUM ADOECIMENTO OU MACHUCADO DECORRENTE DA COLETA?
Já me cortei com vidro uma vez.
VOCÊ IMAGINA QUANTO LIXO NOSSO PAÍS GERA TODOS OS ANOS?
Muito lixo, a produção de lixo nos bairros é pior do que a do centro.
O QUE VOCÊ PENSA SOBRE AS PESSOAS QUE JOGAM LIXO EM LOCAIS INAPROPRIADOS?
O povo fala que é culpa do governo mas é culpa do povo que não tem educação.
Resíduos Urbanos: Impactos Socioambientais do Lixões a céu aberto BARBOSA, Amanda, GONÇALVES, Jose Roberto
EDILSON RODRIGUES / AGÊNCIA SENADO
Reconhecendo o crescente caos ecossistêmico acarretado pela devastação ambiental, geração de resíduos e disposição inadequada dos mesmos no meio ambiente, o artigo em questão aborda esta problemática de forma sucinta e comunica seus objetivos efetivamente. São levantados ao longo a obra diversos tópicos, inicialmente uma introdução com dados sobre a produção de lixo no Brasil e os impactos da mesma, são expostas também as práticas de outros países e locais no Brasil onde o tratamento do lixo mostrou-se benigno em diversos aspectos, como desfecho, o artigo evidencia os problemas e obstáculos que o tratamento inadequado de resíduos urbanos gera no meio comum oferecendo também possíveis soluções para tais tribulações.
Oferecendo dados do IBGE, é revelado, no artigo, que grande parte da população nos dias de hoje encontra-se em áreas urbanas, devido a uma grande industrialização e o crescente consumo das últimas décadas, a devastação de recursos naturais e a enorme produção de lixo mostra-se como uma crise ambiental, econômica e social. Países como a Alemanha, que é referência na redução da produção de lixo e no tratamento de resíduos, é apresentada com suas iniciativas de reaproveitamento, coleta seletiva de lixo e destinação adequada aos subprodutos de tais rejeitos. A reciclagem, compostagem do lixo para a produção energética foram capazes de diminuir consideravelmente a quantidade de aterros sanitários do país, este processo de tratamento consequentemente gera milhares de empregos e movimenta a economia. O tratamento e gestão de resíduos na região metropolitana de Curitiba também é evidenciado como iniciativa nacional que ofereceu resultados favoráveis.
Projetos de melhor administração do lixo são essenciais pois o descarte inadequado que atualmente vigora em diversas partes do país é problemático e desencadeia diversos outros obstáculos, a coleta não seletiva de lixo encaminha tais rejeitos a lixões, aterros controlados ou aterros sanitários. Em lixões a céu aberto, a contaminação é generalizada, bactérias, fungos e outros microrganismos patógenos encontram ambiente propício para sua proliferação. A contaminação de animais que frequentam tais lixões também se tornam fontes para a transmissão de doenças para humanos, pois inúmeras pessoas ainda dependem do lixo para arrecadação de renda e para a sua sobrevivência. A degradação do lixo em ambiente não tratado também é capaz de lixiviar o solo e contaminar lençóis freáticos, afetando consequentemente outros cursos d’água, existe também como resultado da disposição de lixo em tais lugares, a emissão de gases poluentes e causadores do efeito estufa. A utilização de aterros sanitários, onde existe a impermeabilização do solo e melhor gestão de resíduos é uma opção que começa a ser mais comumente adotada no Brasil, o artigo, porém, expõe que para a melhor administração da produção e do descarte de lixo, é necessária maior estudo e participação social no processo. Aterros sanitários, apesar de serem uma opção melhores do que Lixões a Céu Aberto, devido aos menores índices de contaminação, ainda não é ideal, pois demanda grande área para a sua operação e a recuperação da mesma após seu esgotamento é extremamente dificultosa.
Uma ação multifacetada na gestão de resíduos que incentive a coleta seletiva, a reciclagem, a disposição correta do lixo, aliada a fomentação de estudos e campanhas de educação ambiental junto a um tratamento efetivo e economicamente viável é capaz de reduzir os impactos negativos da crise no gerenciamento de resíduos.
Kleverton VelasqueS/PMC
Dica de reciclagem: De caixas de leite à vasinhos de plantas
A caixa de leite é consumida em grande quantidade no mundo e no Brasil. Mas essas embalagens, também conhecidas como embalagens cartonadas ou tetra pak, também servem para embalar sucos e outras bebidas. Elas podem ser recicladas e reutilizadas. Uma ideia muito interessante é transformá-las em vasos para plantio ou decoração. Muitos modelos são possíveis de serem obtidos e desde que bem higienizadas após o consumo do leite, nenhum odor ou microorganismo oferece risco à saúde. Para decorar seu vaso, existem a massa corrida, o tecido, a tinta e o filtro de café, além de outras formas de finalizar e enfeitar seu vaso de caixa de leite. Você pode por exemplo utilizar uma tinta ou um papel cartão para revestir a peça e finalizar com a decoração de sua preferência. Assim, além de reaproveitar a embalagem, você não adquire um novo vaso, geralmente plástico, que demoraria mais de 400 anos para se decompor no ambiente depois de degradado.
Mitos e Verdades sobre a coleta seletiva 1. É preciso lavar todo o material antes de separá-lo para a reciclagem? MITO! Não é necessário lavar todas as embalagens antes de enviar para a reciclagem, apenas utilizar do bom senso e tirar o mau odor de algumas que porventura estiverem precisando de uma lavagem. Mas, no geral, ao evitar a lavagem da maioria dos materiais, você economiza água e contribui ainda mais com o planeta. 2. Se o material é reciclável devemos utilizá-lo à vontade? MITO! Por ter a crença que um produto é reciclável, algumas pessoas tendem a pensar que o consumo pode ser livremente utilizado, sem causar riscos ao meio ambiente. Mas pelo contrário! Diminuir ou substituir certos tipos de produtos sempre é o ideal. Um exemplo é o canudo plástico, item que ameaça a vida marinha e pode ser eliminado por completo do seu dia a dia! 3. O papel pode ser reciclado mais de uma vez? VERDADE! O mesmo papel pode ser reciclado de 7 a 10 vezes, de acordo com preservação da sua fibra no momento do descarte. 4. Os plásticos utilizados para embalar os produtos químicos podem ser reciclados? VERDADE! Plásticos usados para embalar produtos químicos não são contaminados e podem ser reciclados, mas é necessário descartar o item limpo de resíduos. 5. Custa caro reciclar? VERDADE! Reciclar é mais barato que produzir um produto do zero, só que ainda possui um alto valor agregado. Isso acontece por envolver a utilização de novas matérias primas e energia no processo de produção. Mesmo assim, ao comprar um produto reciclável, você pode incentivar os empresários a investir em mais materiais desse tipo e assim, contribuir com o meio ambiente.
Caça Palavras ENCONTRE AS PALAVRAS RELACIONADAS À REVISTA NA VERTICAL, HORIZONTAL E DIAGONAL.
ATERRO
CATADORES
DOENCAS LIXO
CHORUME
RECICLAGEM
COMPOSTAGEM
RESIDUOS
REUTILIZAR
Cruzadinha
HORIZONTAL 3. Ato de destinar o lixo reutilizável para locais onde ele será reaproveitado 4. Pessoas que buscam sustento nos aterros, colocando sua saúde em risco 6. Compostos orgânicos transformando-se em fertilizante 7. Líquido residual preto que contamina solos e águas 8. Depósitos irregulares de lixo VERTICAL 1. Devem ser substituídos por itens reutilizáveis, pois demoram mais de 400 anos para se decompor. 2. Doenças causadas pelo contato com água e alimentos contaminados 5. Região brasileira que menos destina corretamente o lixo
Quiz Responda ao quiz e teste seu conhecimento sobre reciclagem. 1.De qual cor é a lixeira correta para o descarte de papel? a)Verde b)Marrom c)Amarelo d)Azul e)Vermelho 2.O que deve ser descartado na lixeira verde? a)Madeira b)Plástico c)Papel d)Metal e)Vidro 3.Onde devemos descartar pilhas e baterias? a)Junto com lixo comum, porque as pilhas e baterias são lixo comum. b)Na lixeira laranja, especial para resíduos perigosos, porque as pilha e as baterias são resíduos perigosos. 4.A caixa de pizza suja de gordura faz parte de qual tipo de lixo? a)Orgânico b)Reciclável 5.Quanto tempo uma máscara descartável leva para se decompor? a)Até 8 meses b)450 anos c)1000 anos d)Ela não é biodegradável e)Até 100 anos 6.O que é coleta seletiva? a)Processo de separação e colhimento dos resíduos para reaproveitamento por meio de reciclagem. b)Destinação de resíduos para lixões e aterros. c)Processo de envio de todo o lixo produzido para cooperativas ou entrega para catadores de rua. d)A escolha aleatória do melhor lixo produzido. Respostas:D;E;B;A;B;A
Jogo da memória
RESPOSTAS dos
passatempos
CRUZADINHA 1. chorume 2. lixões 3. compostagem 4. plástico 5. catadores 6. verminoses 7. reciclar 8. nordeste
Referências bibliográficas DE SOUSA BARBOSA, Amanda; GONÇALVES, Jose Roberto Moreira Ribeiro. RESÍDUOS URBANOS: IMPACTOS SOCIOAMBIENTAIS DOS LIXÕES A CÉU ABERTO. Projectus, v. 3, n. 3, p. 1-15, 2018. https://portais.univasf.edu.br/sustentabilid ade/noticias-sustentaveis/12-dicas-dereutilizacao-e-reciclagem-com-caixa-deleite PORTO, Marcelo Firpo de Souza et al. Lixo, trabalho e saúde: um estudo de caso com catadores em um aterro metropolitano no Rio de Janeiro, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 20, p. 1503-1514, 2004. https://blogs.oglobo.globo.com/laurojardim/post/metade-das-cidades-brasileirasainda-despejam-lixo-ceu-aberto-dizestudo.html https://www.gazetadopovo.com.br/vida-ecidadania/aterro-oferece-riscos-a-saudedizem-estudos15rdtbhvutx5dxujp0lc6jwwe/#:~:text=Viver% 20perto%20de%20aterros%20sanit%C3%A1rios , (USP)%20mostram%20a%20correla%C3%A7%C3 %A3o.