portfÓlio
A história do Teatro Vila Velha começa na primavera de 1959, quando alunos da primeira turma de graduação da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia rompem com a direção da Escola e, liderados pelo professor João Augusto, formam a primeira companhia teatral profissional da Bahia, a Sociedade Teatro dos Novos. Após uma maratona em busca de um espaço, constroem o Teatro Vila Velha e, em 31 de julho de 1964, exatos quatro meses após o golpe militar que instalou uma ditadura de 21 anos no Brasil, suas portas são abertas. A primeira peça apresentada foi Eles não usam bleque tai. Dias depois da inauguração, entrava em pauta o antológico show Nós, Por Exemplo, que revelou Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Gal Costa e Tom Zé, entre outros. Em 1995, inicia-se a reconstrução do Teatro, sob a liderança de Márcio Meirelles, Ângela Andrade e vários outros artistas. Em 1998, ressurge um teatro moderno, confortável e bem equipado, reinaugurado com o espetáculo Um Tal de Dom Quixote, que reuniu o Bando de Teatro Olodum e o Teatro dos Novos. Nesta fase do Novo Vila, além de palco para produções nacionais e internacionais, o Teatro abriga quatro grupos residentes e três grupos em residência que desenvolvem atividades continuadas no campo das artes cênicas. Os grupos também são responsáveis por parte da produção artística apresentada no Teatro, além de atividades de formação como oficinas de capacitação e ações de intercâmbio com o interior da Bahia, o Brasil e o exterior. Gerido pela Sol Movimento da Cena, entidade sem fins lucrativos, o Teatro Vila Velha mantém sua estrutura a partir de patrocínios culturais, já que sua linha de ação é desenvolvida através de atividades muitas vezes gratuitas ou sob cobrança de ingressos a preços populares. O Teatro Vila Velha é um espaço ímpar dentro do cenário cultural da Bahia. Possui uma moderna, multifuncional e bem equipada sala de espetáculos que oferece aos encenadores uma variada gama de possibilidades artísticas. O Vila abriga também uma sala alternativa, o Cabaré dos Novos, adequada para produções experimentais. Dispõe ainda de duas salas de ensaio para suas atividades de formação e capacitação. Organizar, preservar e disponibilizar, gratuitamente, o acesso à documentação e acervo bibliográfico guardado em seu Centro de Documentação e Memória, batizado Nós, por exemplo, é uma importante iniciativa do Vila. É neste Centro que são preservadas uma infinidade de documentos que contam muito da história do teatro baiano. Possui uma estrutura de produção com computadores, telefones, impressoras e conta com um estúdio audiovisual para produção e capacitação na área de música e vídeo prestando serviço para os grupos residentes e para outras produções do teatro baiano. Em 2013, o Teatro Vila Velha iniciou as atividades da universidade LIVRE de teatro vila velha, programa de formação continuada que pensa arte como ferramenta política de transformação e sistematiza os processos desenvolvidos no Vila desde a sua fundação. São ações multidisciplinares onde os participantes têm contato com os diversos saberes do palco, produção, gestão colaborativa e comunicação. O Vila também tem papel importante no intercâmbio entre artistas do e na produção de grandes eventos culturais. Como parte de sua programação, co-realiza festivais como Vivadança Festival Internacional, Vilerê (festival de teatro para crianças) e A Cena Tá Preta (mostra de arte negra), além de apoiar e acolher dois festivais internacionais: o Filte – Festival Latino Americano de Teatro da Bahia e o Fiac – Festival Internacional de Artes Cênicas. O Vila integra também a Cena Lusófona, rede de teatros de Portugal Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau. Está aqui o panorama de espetáculos que o Vila mantém vivo e disponível para apresentações especiais.
africas
/livre
>>Sinopse Há 24 anos, o Bando de Teatro Olodum tem construído obras que revelam elementos e estéticas impregnados da riqueza cultural africana, da qual o Brasil é um dos principais herdeiros.”Áfricas” , primeiro espetáculo infanto-juvenil do grupo , traz à cena o continente africano, através do seus contos, seu povo, seus mitos e religiosidade. Assim os atores, feitos griôs, contam histórias em narrativas permeadas de dança e música e resgatam de forma lúdica e poética o orgulho da afrodescendência no imaginário infanto-juvenil. Do Senegal, trazem Abdu, caçador de crocodilos , do Mali , duas irmãs e um feiticeiro, e da mitologia afro-brasileira a criação do mundo e histórias de Oxumarê e Omolu.
espetáculo: africas público: 220 pessoas duração: 50 min DIREÇÃO: Chica Carelli COREÓGRAFO: Zebrinha DIREÇÃO MUSICAL: Jarbas Bittencourt Elenco: BANDO DE TEATRO OLODUM
bonde dos ratinhos /LIVRE
>>Sinopse Três ratinhos em busca de diversão decidem fazer um “rolezinho” no shopping. O que a princípio parecia um simples passeio se transforma numa grande aventura. Logo Rói-Rói, Ratrícia e Xis são barrados por ratos-seguranças, que avisam que shopping não é lugar para ratos. No caminho de volta pra casa, os três acabam se perdendo e parando num laboratório, onde conhecem Dezenove e Dezessete, ratinhos utilizados em testes feitos pelos humanos. A partir daí, a missão do trio passa a ser libertar as dezenas de ratinhos presos no laboratório. Uma história que fala de amizade, igualdade e respeito às diferenças.
espetáCulo: bonde dos ratinhos pÚblico: 200 pessoas duração: 50 min DIREÇÃO: zeca de abreu Texto: Isac Tufi DIREÇÃO MUsicaL: Ray Gouveia Elenco: Atores do TEATRO Vila VELHA
da ponta da lingua à ponta do pé
/livre
>>Sinopse Da Ponta da Língua à Ponta do Pé é um espetáculo voltado para crianças e adolescentes, resultado de pesquisa coreográfica da diretora Cristina Castro para o Núcleo Viladança. A ideia para a realização da montagem surgiu da intenção de trazer ao público jovem uma introdução ao conhecimento sobre a Dança enquanto arte e atividade profissional. Da Ponta... reúne dança, teatro e música para atrair o interesse do público jovem pelas Artes Cênicas.
espetáculo: da ponta da lingua à ponta do pé pÚblico: 200 pessoas duração: 50 min Texto: Cristina Castro e João Sanches DIREÇÃO: CRISTINA CASTRO Direção Musical: Jarbas Bittencourt Figurino: Luiz Santana ELENCO: VIVADANÇA
bença
/10 ANOS
>>Sinopse Bença, espetáculo/instalação que celebrou os vinte anos do Bando de Teatro Olodum, trata do respeito aos mais velhos e homenageia o tempo, a memória cultural do povo negro e sua ancestralidade. Com linguagem contemporânea e não linear, o espetáculo trata a passagem do tempo como algo construtivo e enriquecedor. Não um tempo cronológico que simplesmente passa, mas o tempo das coisas, ou seja, ele é circular e traz benefícios. Em cena, os 18 atores e dois músicos contracenam entre si e com imagens em vídeo, projetadas em três telas. Aparecem Bule-Bule, Cacau do Pandeiro, D. Denir, Ebomi Cici, Makota Valdina e mãe Hilza - figuras emblemáticas, e guardiãs da cultura afro-brasileira, que dão depoimentos sobre os temas da peça. Os movimentos vêm de rituais afro brasileiros e a música trava um diálogo entre ritmos sagrados de tambores, vozes humanas e sons sampleados e manipulados digitalmente.
espetáCulo: bença pÚblico: 200 pessoas duração: 60 min Direção: Márcio Meirelles Direção de Produção e assistente de direção: Chica Carelli Coreografia: Zebrinha Direção Musical : Jarbas Bittencourt Música: Maurício Lourenço e Daniel Vieira ( Nine ) Iluminação: Rivaldo Rio Figurino: Zuarte Junior
A Mulher como Campo de Batalha
/14 ANOS
>>Sinopse O encontro de duas mulheres arrasadas pela guerra. Dorra, violentada por um grupo étnico inimigo durante o conflito na Bósnia. Kate, uma psicóloga que deixou a família nos Estados Unidos para trabalhar na escavação de valas comuns. A narrativa é construída a partir de alguns monólogos e diálogos entre as duas personagens. Dorra, inicialmente emudecida pela violência que sofreu, resiste às perguntas de Kate. Com o tempo, o silêncio dá espaço a respostas que alternam entre a agressividade e o medo, até que, ao se aproximarem, elas encontram uma na outra a possibilidade de reconstruir um equilíbrio.
espetáCulo: a mulher como campo de batalha pÚblico: 200 pessoas duração: 1h30min texto: matéi visniec tradução: luiza jatobá DIREÇÃO: marcio meirelles direção musical: caio terra elenco: atores do teatro vila velha
FRANKENSTEIN
/14 ANOS
>>Sinopse A partir do romance clássico da escritora britânica Mary Shelley (1797-1851), a universidade LIVRE de teatro vila velha investiga as possibilidades cênicas e narrativas de uma das criaturas mais tenebrosas e poéticas da literatura universal. O clássico narra a história de uma criatura produzida em laboratório por um estudante de ciências naturais, que se tornou popular devido a primeira adaptação para o cinema do diretor inglês James Whale, em 1931.
espetáCulo: FRANKENSTEIN pÚblico: 100 pessoas duração: 60 min texto: mary shelley DIREÇÃO: marcio meirelles direção musical: gabriel franco ELENCO: ATORES DO TEATRO VILA VELHA
Contem cenas de nudez
hamlet
/14 ANOS
>>Sinopse Em “Hamlet”, Cláudio sobe ao trono da Dinamarca, por ocasião da morte do rei que era seu irmão, e se casa com Gertrudes, a rainha viúva. Hamlet, o jovem príncipe, mergulha em profunda depressão. Uma noite, o espectro do pai aparece diante do rapaz para revelar que Cláudio o matou para assumir a coroa e exige vingança. Hamlet então decide vingar o trono. Dentro do espetáculo, é encenada a peça Hamlet Machine, de Heiner Müller. A montagem é baseada em fatos reais e integra a Trilogia do Golpe, encenada por Marcio Meirelles, que reúne outras duas peças de teatro que acontecem a partir de golpes de estado: Macbeth, também de Shakespeare, e Jango: Uma Tragedya, de Glauber Rocha.
espetáCulo: hamlet pÚblico: 200 pessoas duração: 120min DIREÇÃO: Marcio Meirelles elenco: atores do teatro vila velha
Contem cenas de nudez
jango
/14 ANOS
>>Sinopse O espetáculo narra a trajetória do presidente João Goulart em exílio, após ser deposto pelo Golpe Militar de 1964. A peça, contada a partir do ponto de vista de Jango, aborda períodos como a Era Vargas, os governos de Juscelino e Jânio Quadros e, sobretudo, o regime militar. No espetáculo, o presidente encontra-se com personagens emblemáticos da época, como Carmem Miranda, Miguel Arraes, Leonel Brizola, Luis Carlos Prestes, Miguel Arraes, Francisco Julião (defensor e um dos líderes das célebres Ligas Camponesas) e atriz Elizabeth Taylor.
espetáCulo: jango pÚblico: 200 pessoas duração: 1h25min texto: glauber rocha DIREÇÃO: marcio meirelles composição musical: tropical selvagem coreografia: cristina castro ELENCO: ATORES DO TEATRO VILA VELHA
Contem cenas de nudez
macbeth
/14 ANOS
>>Sinopse Retornando vitorioso de uma batalha recém-travada, Macbeth, chefe de guerra do rei da Escócia, encontra três irmãs que profetizam que ele será o novo monarca. A partir daí surge uma conspiração para a tomada do poder. Baseada em fatos reais, é a única peça de Shakespeare aparentemente relacionada à situação histórica da Inglaterra do século XVI. A montagem integra a Trilogia do Golpe, encenada por Marcio Meirelles, que reúne outras duas peças de teatro que acontecem a partir de golpes de estado: Macbeth, também de Shakespeare, e Jango: Uma Tragedya, de Glauber Rocha.
espetáCulo: macbeth pÚblico: 200 pessoas duração: 120min DIREÇÃO: Marcio Meirelles elenco: atores do teatro vila velha
Contem cenas de nudez
Por que Hécuba
/14 ANOS
>>Sinopse Onde se escondem os deuses do nosso tempo? Qual a queda de Troia do nosso tempo? Qual é a dor de Hécuba do nosso tempo? Por Que Hécuba é uma versão contemporânea do clássico grego de Eurípedes sobre a Guerra de Troia que fala da violência do tempo em que vivemos. A peça é ambientada no Carnaval de Salvador, onde os deuses do olimpo vêm se esconder e se divertir na farra dos camarotes, enquanto, no chão da praça, Hécuba chora a dor universal das mães que dão à luz carne para canhão.
espetáCulo: Por que Hécuba pÚblico: 200 pessoas duração: 1h40min texto: matéi visniec DIREÇÃO: marcio meirelles música: aline almeida coreografia: bárbara barbará elenco: atores do teatro vila velha
Contem cenas de nudez
ULTIMO GODOT
/14 ANOS
>>Sinopse Escrita por Matéi Visniec e encenada por Marcio Meirelles, a peça narra o encontro hipotético entre Samuel Beckett e Godot, criador e criatura. A inusitada conversa entre o autor e o personagem, até então desconhecido, faz uma reflexão sobre o lugar do ator e do teatro na sociedade contemporânea. O espetáculo marca o encontro de Leno Sacramento, ator do Bando de Teatro Olodum, com Vinicius Bustani, ator da universidade LIVRE de teatro vila velha.
espetáCulo: ultimo godot pÚblico: 80 pessoas duração: 30 min texto: matéi visniec DIREÇÃO: marcio meirelles elenco: atores do teatro vila velha
CABARÉ DA RRRRRAÇA /16 ANOS
>>Sinopse Cabaré da Rrrrraça é um misto de espetáculo de variedades, programa de auditório e desfile de moda. Através de esquetes, interação com a platéia, música, dança e muito humor, é discutida a presença do negro na sociedade brasileira hoje. Temas como estética afro-pop, raízes culturais, educação, preconceito, discriminação e o mito da potência sexual do negro, são trazidos à cena por personagens de diversas classes sociais. Esses debates vão colocar no centro da discussão personagens pertencentes à minoria bem sucedida, ou à maioria marginalizada, indivíduos com diferentes graus de consciência política, mas com um traço em comum: são negros e são vitimas do racismo.Mesmo que alguns tenham alcançado certos privilégios sociais e se recusem a enxergar essa situação .
espetáCulo: CABARÉ DA RRRRRAÇA pÚblico: 300 pessoas duração: 1h40min DIREÇÃO: Marcio Meirelles CO-DIREÇÃO E DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Chica Carelli COREÓGRAFO: ZEBRINHA DIREÇÃO MUSICAL: JARBAS BITTENCOURT Elenco: BANDO DE TATRO OLODUM
Contem cenas de nudez
ORÇAMENTO
POR ALUNO: Ingresso.................................................................................................R$30,00 Serviço...................................................................................................R$ 5,00 Transporte............................................................................................R$10,00 Lanche....................................................................................................R$ 5,00 TOTAL........................................................................................R$ 50,00
Observações: 1. Mínimo de 100 alunos. 2. Antecedência mínima para solicitação de 15 dias para espetáculos infantis e 1 mês para juvenis-adultos. 3. Mínimo de 2 apresentações para espetáculos infantis, a serem executados no mesmo dia. Para juvenis-adultos, deve ser consultado previamente considerando a diversidade de opções, a serem executados na mesma semana. 4. Podemos disponibilizar material audiovisual do espetáculo à escolha.
teatrovilavelha.com.br
Av. Sete de Setembro, s/n, Passeio Público Campo Grande, Salvador – BA // cep: 40080-110 tel.: (71) 3083-4600
ALUGUEL DE ESPAÇOS O Teatro Vila Velha, localiza-se no Centro da cidade, é um excelente local para eventos em Salvador. Possui uma estrutura versátil e capaz de atender a diversos tipos de eventos, desde peças teatrais até eventos fechados.
SALA PRINCIPAL
O palco principal do Vila é um espaço amplo e versátil, capaz de adotar configurações variadas e adaptar-se a diversos tipos de espetáculos e apresentações. A capacidade varia conforme a configuração da sala. Espetáculos de dança, teatro, shows musicais, palestras e seminários acontecem neste espaço.
235 A 350 LUGARES R$ 2.500,00
teatrovilavelha.com.br
Av. Sete de Setembro, s/n, Passeio Público Campo Grande, Salvador – BA // cep: 40080-110 tel.: (71) 3083-4600
CABARÉ DOS NOVOS
Cabaré dos Novos é um caféteatro onde funciona uma sala de espetáculos. Em frente ao pequeno palco distribuemse mesas e cadeiras, para abrigar 90 pessoas. O espaço estabelece uma interessante proximidade entre a platéia e o palco, que confere ao ambiente um ar intimista, propício a espetáculos e pocket shows.
90 LUGARES R$ 1.500,00
MINICURRICULOS DIRETORES CHICA CARELLI
Graduada em direção teatral pela Universidade Federal da Bahia em 1983. Iniciou sua carreira de atriz em 1980, no grupo Avelãz e Avestruz dirigido por Marcio Meirelles. Seu trabalho nesse grupo lhe valeu dois troféus Martim Gonçalves. Em 1990 fundou, com o diretor Marcio Meirelles, o Bando de Teatro Olodum, co-dirigindo vários espetáculos, alem de assinar a direção de produção dos espetáculos e a direção musical dos primeiros espetáculos do grupo. Em 2006, dirigiu o primeiro espetáculo infanto-juvenil do grupo, Áfricas. Desde 1994 integra o colegiado do Teatro Vila Velha, e participa também das produções artísticas da Cia Teatro dos Novos como atriz e diretora. Em 2005 recebeu o premio Braskem de teatro como atriz coadjuvante no espetáculo O Despertar da Primavera. Coordena as Oficinas Vila Verão desde 2000 do Teatro Vila Velha.
Cristina Castro
Diretora, coreógrafa, professora e dançarina de dança contemporânea, Cristina Castro é membro do CID (International Dance Council/UNESCO), integrante do colegiado de gestão do Teatro Vila Velha e colaboradora do Cine-Teatro Solar Boa Vista. Graduada em dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), realizou intercâmbios nos Estados Unidos, Alemanha e Espanha. Como coreógrafa, criou 15 espetáculos e recebeu diversos prêmios, entre eles o do Ministério da Cultura (Troféu Mambembe/1998) e o da Unesco (Prize for the Promotion of the Arts/2004). Como produtora cultural e curadora, fundou, em 1998, o Núcleo Viladança e criou, em 2006, o VIVADANÇA Festival Internacional. Como dançarina, Cristina Castro integrou o elenco do Grupo Viravolta e do Balé Teatro Castro Alves (BTCA). Como professora, ministrou aulas em Portugal e Alemanha; na UFBA e na Escola de Dança da FUNCEB; e em escolas de diversas capitais do Brasil.
Marcio Meirelles
Marcio Meirelles iniciou a carreira teatral em 1972, em Salvador. Foi fundador do grupo Avelãz y Avestruz (l976-1989) e do espaço cultural A Fábrica (1982), dirigido por ele. Foi diretor de um dos maiores centros culturais do Brasil – o Teatro Castro Alves, em Salvador, entre 1987 e 1991. Contemplado com importantes prêmios em suas áreas de atuação, fez estágio na Circle Repertory Company (Nova York) e realizou oficinas e espetáculos na Europa e na África. Em 1990 criou, com Chica Carelli, o Bando de Teatro Olodum, que dirige até hoje. Em 1994, coordenou o projeto de reforma e revitalização do Teatro Vila Velha, do qual é diretor artístico. Foi homenageado pelo Troféu Copene de Teatro pelo conjunto de seu trabalho, em 1999; indicado ao Prêmio Shell, no Rio, pela encenação de “Candaces – a reconstrução do Fogo”, em 2003; Entre 2007 e 2010, foi Secretário de Cultura do Estado da Bahia. Em 2013, criou a universidade LIVRE de teatro vila velha, programa de formação em artes cênicas. Anualmente, o artista realiza oficinas e assina montagens em países da África e Europa.
Zeca de Abreu
Em seus 22 anos de carreira, Zeca de Abreu tem em seu currículo várias peças de teatro, como “O Homem Nu e suas Viagens”, direção de Hebe Alves, “Volpone”, de Fernando Guerreiro, e “Espelho para Cegos”, dirigida por Marcio Meirelles. No cinema, marcou presença nos filmes “Eu Me Lembro” e “O Homem que não dormia”, de Edgard Navarro, “Cidade Baixa”, de Sergio Machado, “Depois da Chuva”, de Claudio Marques e Marilia Hughes e “Irmã Dulce”, do diretor Vicente Amorim. Ganhou o Prêmio Braskem de Teatro de melhor atriz pelo espetáculo “Um Prato de Mingau para Helga Brown”, com direção de Celso Jr. Como diretora, ganhou o Prêmio Braskem de Teatro de melhor espetáculo infanto-juvenil 2005 com a Peça “H2O Uma Fórmula de amor”. Foi indicada ao Prêmio Braskem de Teatro 2013 como melhor diretora pelo espetáculo “Destinatário Desconhecido”, que também concorreu como melhor espetáculo adulto e venceu na categoria de melhor ator.
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