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Agenda do Vila dezembro

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PROGRAMAÇÃO

>>DEZEMBRO/15 IV FORUM DE PERFORMANCE NEGRA ERÊ UMAS FALTAS CHICO PREGO


E

EDITORIAL

DEZEMBRO

#12

Dois mil e quinze no Teatro Vila Velha começou com as estreias simultâneas de Hamlet e Macbeth, tragédias de William Shakespeare, dirigidas por Marcio Meirelles, que, em cartaz de terça a domingo, conseguiram lotar grande parte das sessões e gerar até confusão. Numa terça-feira, uma pessoa que não pôde entrar para ver Hamlet ameaçou denunciar o caso à imprensa. À época, nós apoiamos. Um teatro lotado, em pleno verão soteropolitano, para ver Shakespeare?! As duas peças permaneceram em cartaz até março, e alcançaram um público superior a 3 mil pessoas. No mesmo período, o público assistiu ao espetáculo infanto-juvenil Bonde dos Ratinhos, dirigido por Zeca de Abreu em projeto de extensão com a Universidade LIVRE. Ter o teatro cheio em um período do ano em que o carnaval tradicionalmente define a programação cultural de Salvador nos fez perceber que a cidade quer mais do que a ela está sendo oferecido. E, por isso, seguimos fazendo teatro. Janeiro foi também o mês em que apresentamos a público a nova identidade visual do Vila, criada pelo designer Pedro Gaudenz. O Vila ganhou nova marca, com fonte personalizada, mais contemporânea e firme. Mas o Sol permaneceu inalterado, assim como a essência do Vila - este teatro político e defensor incansável dos direitos e da liberdade. Chegou também um novo site, com layout mais fluído e prático. Ao mesmo tempo foi adotado um novo sistema de venda de ingressos, inclusive pela internet, a partir de convênio com a empresa Compre Ingressos, oferecendo ao público mais comodidade. Ainda no primeiro mês do ano, o Vila foi às ruas com o projeto “Eu, por Exemplo”, idealizado pelo jornalista Kau Rocha e patrocinado pela Oi. Em pouco mais de uma semana, cinco orelhões multimídia espalhados


pela cidade recolheram 780 depoimentos, que narravam “causos” e testemunhavam a relação de cada pessoa com o Teatro Vila Velha. O projeto de intervenção urbana chamou a atenção da cidade para o Vila e deu continuidade às comemorações pelos seus 50 anos. Neste início de ano, o Vila abriu ainda as suas portas para dezenas de participantes das tradicionais Oficinas Vila Verão e retomou a Lavagem do Vila, uma celebração que reuniu público, funcionários, parceiros e amigos do TVV. Em abril, a nona edição do VIVADANÇA Festival Internacional, dirigido por Cristina Castro, movimentou o Teatro Vila Velha com apresentações de diversos grupos do Brasil e do mundo. A passagem do mestre do Butoh japonês Tadashi Endo pelo Vila, para apresentar-se no VIVADANÇA, rendeu também uma oficina de Butoh aberta ao público e um trabalho feito com os atores da universidade LIVRE de teatro vila velha, a partir do qual o artista selecionou nove intérpretes para uma nova montagem que será criada no Teatro Vila Velha em 2016, sob sua direção. Foi também em abril que o Tropical Selvagem, grupo formado por João Milet Meirelles, Ronei Jorge e Lia Cunha, lançou no Cabaré dos Novos o seu primeiro EP. Neste mesmo mês, o Vila recebeu de volta o Cabaré Drag King, que nasceu em 2013 depois de vencer o edital de projetos em residência no TVV, agitando a cena queer baiana e intensificando os debates sobre diversidade. Já o Cine Vila realizou uma ação inédita: a realização da leitura dramática de um roteiro cinematográfico. O texto “A Matriarca” , de Lula Oliveira, foi interpretado pelos atores da universidade LIVRE e pelas atrizes convidadas Sonia Robatto, Anita Bueno e Neyde Moura, sob direção de Marcio Meirelles. Ao final, o público, atores e autor puderam discutir diversas questões relacionadas à dramaturgia e suas possibilidades.


O mês de maio deu início às comemorações pelos 25 anos do Bando de Teatro Olodum, nascido no Pelourinho e residente há duas décadas no Teatro Vila Velha. A celebração começou em seu berço, o Pelô, com uma festa no Largo Tereza Batista que reunia o Ilê Aiyê, o Olodum, a banda Negros de Fé, e um desfile em que personalidades da cultura baiana vestiam estilistas negros. O dinheiro arrecadado com o evento serviu para custear a temporada dos espetáculos Áfricas e Bença, que permaneceram em cartaz durante todo o mês de maio e parte de junho. O sucesso de púbico das Oficinas Vila Verão fez também com que, em maio, o Vila inaugurasse o projeto Oficinas Livres do Teatro Vila Velha, oferecendo, ao longo de todo o ano, diferentes oficinas de teatro, dança, canto, durante um curto espaço de tempo, e funcionando ainda como uma das portas de entrada para o seu programa regular de formação de atores, a universidade LIVRE. Em junho, a Bahia ganhou um programa de residências artísticas em dança, através de ação do Núcleo Viladança, núcleo de produção em dança do Teatro Vila Velha, com patrocínio de O Boticário na Dança e do Ministério da Cultura, através da Lei Rouanet. Durante cerca de um mês, os coreógrafos Marko Fonseca e Raúl Martinez, da Cia Los INnato, da Costa Rica, trabalharam com cinco bailarinos baianos, selecionados em audição pública, e apresentaram no palco do Vila o espetáculo Good/Looking. Além de criar um espaço de intercâmbio entre artistas baianos e de outras partes do mundo, o programa abriu novas possibilidades de criação e remuneração para a classe de dança no estado, aquecendo o mercado local. No mesmo mês, o público assistiu no palco do TVV ao resultado de uma outra importante ação do Núcleo Viladança, realizada com o patrocínio da Petrobras: a Oficina de Dança para Crianças, que desenvolve um trabalho de iniciação artística e consciência corporal com meninos e meninas de 7 a 12 anos. Foi também em junho que o Vila realizou o 1º Encontro #EscolasNoVilaVelha, que reuniu educadores de instituições de ensino públicas e privadas para apresentar a programação anual do teatro, ouvir as demandas e expectativas das escolas, e discutir possíveis projetos e parcerias. Foi um importante momento de troca, escuta e compartilhamento de ideias sobre o diálogo entre cultura e educação. E mais um passo neste caminho de ações no âmbito da formação que o Vila tem trilhado historicamente. Já no meses de julho e agosto, com o Projeto Matéi, o TVV chegava ao número de 15 produções teatrais próprias, realizadas


em pouco mais de dois anos, desde a criação da universidade LIVRE de teatro vila velha, programa de formação de atores do Vila. Os trabalhos, 14 deles realizados com recursos próprios, tem sido a forma que o Vila tem encontrado para responder às crises econômica e de público, invertendo esta lógica que tem tornado os artistas dependentes dos editais e patrocinadores. No palco, de uma só vez, o público baiano tinha a chance de conhecer cinco peças do dramaturgo romeno Matéi Visniec: Fronteiras, Agorafobias e Deserto – da trilogia Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias, A História dos Ursos Pandas e As Palavras de Jó. Esta última tinha o encenador Marcio Meirelles no palco, atuando numa experiência muito pontual, depois de 36 anos. Em julho, o Bando estreou o projeto Terças Pretas, que viria a se consolidar durante o resto do ano como um espaço semanal para celebração da arte negra, através de saraus, shows, apresentações teatrais e feira étnica. No mesmo mês, a universidade LIVRE recebeu o tradutor José Roberto O’Shea, especialista na obra de Shakespeare, para trabalhar com os atores, e compartilhar com o público através do Fala Vila, conhecimentos sobre a obra Rei Lear. No dia 31 de julho de 2015, o Vila celebrou o seu 51º aniversário com o encerramento do projeto Eu, Por Exemplo e uma instalação multimídia projetou, na fachada do teatro, alguns dos 780 depoimentos coletados durante o mês de janeiro, nas ruas da cidade, através de cinco orelhões multimídia. O teatro ganhava vida com centenas de rostos e com uma diversidade de relatos que iam desde pessoas que vivenciaram o teatro em épocas como a ditadura; assistiram a espetáculos marcantes; passaram por alguma situação curiosa; ou até daqueles que visitavam o espaço pela primeira vez. Em agosto, o TVV co-realizava mais uma edição do projeto de intercâmbio lusófono K Cena, junto ao Teatro Viriato (Portugal) e ao Centro Cultural Português – Pólo do Mindelo (Cabo Verde). O diretor cabo-verdiano João Branco, após um mês de residência artística no Vila com 21 intérpretes-criadores – 12 deles integrantes da universidade LIVRE – apresentava o espetáculo DO-EU, que levava à cena diferentes abordagens do tema “medo”, a partir de experiências pessoais dos intérpretes e acontecimentos sociais, costurados por fragmentos da obra “A Instalação do Medo”, do escritor português Rui Zink. No mesmo mês, o Bando de Teatro Olodum apresentou uma reencenação de Ó Paí, Ó! com a nova geração de atores oriunda da Oficina de Performance Negra, sob direção de Valdineia Soriano,


direção musical de Ridson Reis e participação no elenco dos veterenos Leno Sacramento e Rejane Maya. Agosto também foi quando o TVV recebeu o espetáculo paraense Solo de Marajó, do grupo Usina Contemporânea de Teatro, um testemunho dos modos de vida na Amazônia a partir da obra de Dalcídio Jurandir, expressivo representante da literatura regionalista no Norte. O agitado mês de setembro abrigava a segunda edição do projeto Viladança em Residência, com a vinda do coreógrafo espanhol Asier Zabaleta, que montou e apresentou com cinco bailarinos baianos o espetáculo Tirania das Cores, além da montagem Demolições (Le Petite Mort), com o intérprete Thiago Cohen, um primeiro desdobramento da estadia de Asier no TVV. No mesmo mês, o Cine Vila inaugurava um projeto especial que exibia diferentes versões cinematográficas da obra Rei Lear. E Salvador recebia, no palco do Vila, o espetáculo O Campo de Batalha, escrito por Aldri Anunciação, que também dividia o palco com Rodrigo dos Santos, sob direção de Marcio Meirelles e codireção de Lázaro Ramos e Fernando Philbert. No mesmo mês, o TVV abrigava a oitava edição do Festival Latinoamericano de Teatro da Bahia - o FILTE. Em outubro, era inaugurada a exposição O Vila Dança: Retrospectiva das Criações Coreográficas de Cristina Castro. Projetada por Andrea May e Pedro Gaudenz, a exposição fazia um apanhado de 12 espetáculos criados por Cristina dentro do Teatro Vila Velha, desde 1998 até 2012, reunindo um amplo acervo de fotografias, exemplares de figurinos e adereços, trechos de trilhas sonoras e clipagens. No mesmo mês, o TVV recebia a oitava edição do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia – FIAC e a estreia de Se Deus Fosse Preto, primeiro monólogo de Sérgio Laurentino, ator do Bando de Teatro Olodum. Foi também neste mês que o palco do Vila recebeu a montagem Quincas, versão paraibana da obra A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água, de Jorge Amado, feita pelo grupo Osfodidário. Novembro, mês da consciência negra, foi festejado com a sexta edição do Festival A Cena Tá Preta e com a estreia de ERÊ, espetáculo que celebra os 25 anos do Bando de Teatro Olodum. Com novo texto, escrito por Daniel Arcades, e nova direção, assinada por Fernanda Julia e Zebrinha, além de concepção geral de Lázaro Ramos, o espetáculo marcou um momento de renovação e de parceira com o NATA – Núcleo Afro-brasileiro de Teatro de Alagoinhas – que já esteve em residência no Vila e


tem o próprio Bando como fonte de inspiração. Assim como o primeiro Erê, pra toda a vida – montado em 1996, com concepção e direção de Marcio Meirelles, direção musical de Jarbas Bittencourt, com músicas suas e de Capinan, e coreografia de Zebrinha, o novo espetáculo mantém-se como um grito contra o genocídio dos jovens negros, que, infelizmente, é ainda realidade. Ambas as produções, realizadas pelo Bando e pelo TVV sem qualquer patrocínio, reforçam a postura de insistir, reagir, fazer teatro. No mesmo mês, aconteceu ainda mais uma edição do concurso Miss Brasil Gay, realizado por Bagagerie Spielberg, e a primeira edição do Largo - plataforma de encontros em música expandida organizada por João Milet Meirelles, Lia Cunha e Pedro Filho Amorim. Foi também em novembro que o VIVADANÇA Festival Internacional realizou a oficina-laboratório do Projeto Yanka Rudzka, que selecionou cinco bailarinos baianos que estarão em cena, ao lado de dançarinos poloneses, em espetáculo que estreará na programação festival. A ação contou com a presença dos artistas poloneses Joanna Leśnierowska, Janusz Orlik e Agnieszka Kryst e foi a primeira de uma série de atividades que o festival desenvolve em parceria com a Art Stations Foundation, da Polônia, para celebrar em 2016 o Ano da Cultura da Polônia no Brasil. O Projeto Yanka Rudzka irá homenagear e pesquisar a o trabalho da coreógrafa que foi peça fundamental na criação da Escola de Dança da UFBA, e a primeira diretora da instituição. Este dezembro começa com a última semana de apresentações de ERÊ e segue com o IV Fórum Nacional de Performance Negra, realizado pelo Bando de Teatro Olodum, pela Cia dos Comuns e pelo Teatro Vila Velha. Acontece ainda a peça Umas Faltas, que marca o encerramento da Oficina da LIVRE, realizada dentro do projeto Oficinas Livres do Teatro Vila Velha. Neste mês, o Vila recebe ainda o espetáculo Chico Prego, da companhia capixaba Makuamba, que visita a Insurreição do Queimado, importante página da história do Espírito Santo. É também em dezembro que o Vila abre inscrições para as Oficinas Vila Verão 2016, que prometem agitar o teatro durante o mês de janeiro. E, a partir do dia 20 de dezembro, o palco do Vila passa a abrigar os ensaios de A Cidade Ameaçada: Sete Contra Tebas, tragédia de Ésquilo, dirigida por Marcio Meirelles, que marca o encerramento da primeira turma de atores da universidade LIVRE de teatro vila velha, e estreia em janeiro, no Amostrão Vila Verão 2016. Siga com a gente!


AGENDA SEG

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ENSAIO AMOSTRÃO VILA VERÃO 2016

ENSAIO AMOSTRÃO VILA VERÃO 2016

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ENSAIO AMOSTRÃO VILA VERÃO 2016

ENSAIO AMOSTRÃO VILA VERÃO 2016

ENSAIO AMOSTRÃO VILA VERÃO 2016

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ENSAIO AMOST VERÃO

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ENSAIO AMOST VERÃO

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IV FÓRUM NACIONAL DE PERFORMANCE NEGRA

IV FÓRUM NACIONAL DE PERFORMANCE NEGRA

IV FÓRUM NACIONAL DE PERFORMANCE NEGRA

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ENSAIO AMOSTRÃO VILA VERÃO 2016

ENSAIO AMOSTRÃO VILA VERÃO 2016

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ERÊ sala principal 20h

ERÊ sala principal 20h

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CHICO PREGO sala principal 20h

CHICO PREGO sala principal 19h

O TRÃO VILA 2016

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UM NACIONAL RFORMANCE A

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UMAS FALTAS sala principal 20h

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UMAS FALTAS sala principal 20h

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INFANTIL

TEATRO

MÚSICA

DANÇA


ERÊ

foto andrea magnoni

Para celebrar seus 25 anos, o Bando de Teatro Olodum apresenta o espetáculo ERÊ. A peça, que aborda o drama dos assassinatos de jovens negros no Brasil, tem concepção geral de Lázaro Ramos, direção de Fernanda Júlia (Siré Obá e Kanzuá, Nossa Casa), dramaturgia de Daniel Arcades (Exú, a Boca do Universo e Revelo), direção musical de Jarbas Bittencourt e coreografia de Zebrinha. No palco, 25 artistas reunidos para exigir o fim do assassinato de jovens e crianças negras e garantir um futuro de dignidade e oportunidades aos Erês (nome dado às entidades infantis na religiosidade e matriz africana).

BANDO DE TEATRO OLODUM

04, 05 e 06/12 // sex e sáb: 20h // dom: 19h // R$ 30 e 15


IV FÓRUM NACIONAL DE PERFORMANCE NEGRA

Bailarina e coreógrafa Mercedes Baptista (1921-2014)

Encontro de representantes de Grupos e Companhias de Dança e Teatro negros de todas as regiões do País, com o objetivo de construir uma visão compartilhada de representar, nas artes cênicas, a dimensão dinâmica e integradora das experiências negras. Nesta edição serão debatidas políticas públicas e seus impactos no desenvolvimento das artes cênicas negras. Marco da dança e teatro negros brasileiros, o FÓRUM, criado pelo Bando de Teatro Olodum/BA e pela Cia dos Comuns/RJ, é hoje referência para os mais de 200 Grupos e Companhias negros, além de pesquisadores, produtores e artistas de todas as regiões do Brasil. Entre as palestras e temas, que irão abordar “Instrumentos Nacionais de Financiamento e Fomento”, estão: Políticas de ações afirmativa na cultura; Campanha “Cultura sem racismo”; Cotas na cultura; Procultura / Lei Rouanet; Programa Nacional das Artes. O evento conta ainda com lançamentos de livros, CDs e DVDs; performances artísticas; e a leitura dramatizada: “Oduduwá - O poder feminino da criação”, autoria e direção: Fernanda Julia.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA NO SITE TEATROVILAVELHA.COM.BR

14 a 17/12 // gratuito


UMAS FALTAS

foto claudio varela

Mostra da Oficina da LIVRE ministrada por integrantes da Universidade LIVRE de Teatro Vila Velha (Caio Terra, Claudio Varela e Iana Nascimento) a partir das peças curtas “Fantasmas da Noite” e “Entrevista de Emprego”, de Hayaldo Copque, além de “Umas Faltas”, “Madalena” e “Alô”, de Claudio Varela, que faz a sua estreia como dramaturgo. Os cinco textos que compõem a mostra abordam a dificuldade do ser humano em assumir responsabilidades, em se comunicar com o outro e, especialmente, em lidar com o vazio, com a sua solidão.

MOSTRA DA OFICINA DA LIVRE

18 e 19/12 // sexta e sábado: 20h // pague quanto quiser


CHICO PREGO

foto divulgação

O espetáculo da Companhia Makuamba conta uma interessante página da história do Espírito Santo: a Insurreição do Queimado. A revolta de escravos, no século XIX, foi liderada por três cativos: Elisário, João da Viúva e Francisco de São José, o Chico Prego. Em troca de uma possível liberdade, o negro Elisário lidera a pedido do frei italiano Gregório de Bene, um grupo de escravos para a construção de uma igreja em homenagem a São José. Durante a missa de inauguração, percebendo que a tão sonhada liberdade era um engodo, Chico Prego e um grupo de escravos começa uma revolta. Escrito e dirigido por Nysio Chrysostomo, o espetáculo foi vencedor do Prêmio Miriam Muniz/Funarte 2014 e apresenta-se pela primeira vez em Salvador.

COMPANHIA MAKUAMBA

18 e 19/12 // sáb: 20h // dom: 19h // R$ 20 e 10


Nテグ PEGUE FILA, VELHO! COMPRE SEU INGRESSO PELO SITE:

TEATROVILAVELHA.COM.BR


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