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OXENTE, CORDEL DE NOVO? (2003) - COLEÇÃO NOVOS VOL.3

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vol. 3 oxente, cordel de novo? (2003)


Com o objetivo de compartilhar com o público textos teatrais e processos artísticos através das novas tecnologias, o Teatro Vila Velha está disponibilizando gratuitamente publicações de diversos espetáculos que passaram pelo palco do Vila no Issuu, plataforma virtual de leitura que permite a publicação de livros, revistas e todo tipo de publicação de forma fluída e gratuita, podendo ser acessada de qualquer parte do mundo no computador ou celular. Esta é uma forma de democratizar o acesso à informação e compartilhar memórias que muitas vezes ficam restritas ao espaço físico. O projeto começa com o lançamento da “Coleção NOVOS”, uma série de publicações da Companhia Teatro dos Novos, que conta com textos dos criadores dos espetáculos, fotos, fichas técnicas e os textos das peças realizadas em diferentes fases da Companhia. O terceiro volume é a publicação do espetáculo “Oxente, cordel de novo?”. “Oxente, cordel de novo?” estreou em 2003 no Teatro Vila Velha e contou com a participação do Bando de Teatro Olodum e da Companhia Teatro dos Novos. Com encenação de Marcio Meirelles, música de Jarbas Bittencourt e coreografia de Zebrinha, o espetáculo reúne textos e adaptações de folhetos de cordel João Augusto e um ato de Haydil Linhares em três programas diferentes estreados nos dias 15, 22, e 29 de agosto de 2003. A peça inclui os textos “Quem Não Morre Não Vê Deus”, “Dentro de lá”, “Den D’água” e “A chegada de Lampião no inferno”. A tradição de cordel foi a base para a pesquisa de João Augusto nos anos 60 e 70, através de seus folhetos João buscava enaltecer a força da cultura popular e fazer denúncias sociais e políticas sobre o contexto histórico da época, como é o caso de “Quem Não Morre Não Vê Deus”, que foi censurado por diversas vezes durante a ditadura militar e só foi encenado após a morte do autor.


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OXENTE, CORDEL DE NOVO? (2003) - COLEÇÃO NOVOS VOL.3 by Teatro Vila Velha - Issuu