Ano XLIV • Nº 09
email: jornal@avozdeportugal.com A VOZ DE PORTUGAL, 02 de Março
WWW .AVOZDEPORTUGAL. COM de 2005 - Página
02 de Março de 2005
GRELHADOS SOBRE CARVÃO
MAÎTRE CARROSSIER
8261 BOUL. ST-LAURENT Prop. Elvis Soares
(514) 389-0606
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Paternalismo ou «Voluntarismo» *Conceição Correia Acusar o próximo é fácil e é barato. Mais difícil é encarar os problemas de frente e procurar soluções adequadas. Normalmente, a nossa comunidade acusa, difama e destrói, catalogando de imediato e tomando posições automáticas sem primeiro reflectir e sobretudo utilizar a lógica. Todo esse processo impede de encarar de frente, com lucidez e bom senso, o real problema das Associações e de uma forma geral do voluntarismo. Mais uma vez, a tirania do “politicamente correcto” substitui a difícil, mas necessária resolução do problema. Não conheço quem são os “pensadores” de momento, mas já conheci outros, e até sei donde partiu essa ideia de unificação de todas as instituições da nossa comunidade. Mas à partida parece-me errado concentrar essa discussão e esses palpites à volta de uma mesa de amigos. Por muito “inclusiva” que seja essa discussão, não me parece evidente que essa “exclusão” na “inclusão” possa contribuir para uma solução harmoniosa e conCont. na pág. 2
Nesta edição Opinião O fim do hubble Significado dos nomes Aconteceu na APC Celebrou em grande o seu segundo aniversário Anedotas Ideias Frescas Confessionário Um filme sobre...
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O novo orçamento não impressiona ninguém Sabíamos que o primeiro orçamento de um governo minoritário seria cauteloso. Mas o Ministro das Finanças, Ralph Goodale, apresentou em vez um orçamento superficial com varias iniciativas que só serão financiadas adequadamente daqui a cinco anos. Para não agredir inutilmente os partidos da oposição, o governo Martin decidiu dar pouco, mas de dar a todos. Além do aumento das transferências federais para a saúde, o orçamento da semana passada não propõe grandes novas despesas, mas uma quantidade de iniciativas orçamentais que se estenderão por um período de cinco anos. É o caso do aumento de 12 mil milhões de dólares para o orçamento da Defesa e da transferência da taxa sobre a gasolina às municipalidades. Ralph Goodale adoptou a estratégia
dos pequenos passos. O exército canadiano terá direito a 500 milhões de dólares por ano durante os três próximos anos. As municipalidades poderão partilhar somente 600 milhões de dólares da taxa federal sobre a gasolina e terão que esperar o ano 2010 para partilhar dois mil milhões de dólares. Para calar os conservadores, Ralph Goodale anunciou uma redução do imposto, aumentando o montante pessoal de base a partir do qual os contribuintes devem pagar imposto. Em 2005-2006, este aumento só dará 16 dólares aos contribuintes e custará somente 187 milhões ao governo federal! Ademais, é totalmente inexplicável e mesmo até inadmissível que o orçamento Goodale não fale sobre o financiamento de uma política nacional para Cont. na pág. 2
CLÁSSICO TERMINA EMPATADO F.C. Porto 1-1 Benfica Clássico é clássico e todas as incidências o tornam diferente dos demais encontros, pelo que sempre que F.C. Porto e Ben-fica se encontram está garan-tido um espectáculo cheio de emoção. Numa época em que nenhum dos grandes é superior e tudo se mantém equili-brado, o empate surge como o resultado mais justo. Dir-se-á que os encarnados ficaram mais satisfeitos, porque nas últimas vezes que visitaram o F.C. Porto foram derrotados, mas no confronto directo os dragões possuem vantagem, por terem vencido na Luz. Surpreendendo quem pode-ria pensar que a equipa estava fatigada,
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pelos muitos compro-missos, e desmoralizada pela eliminação da Taça UEFA, o Benfica deu uma excelente resposta e assinou no Dragão uma exibição extremamente personalizada, que o poderia ter levado à vitória, não fosse a segurança de Vítor Baía ou a barra da sua baliza. Ficou, aliás, a sensação de que esta teria sido a altura ideal para a equipa de Trapattoni conseguir alcan-çar um resultado histórico na casa do inimigo. Isto porque o Porto tornou-se um adversário acessível em casa, onde já não consegue vencer desde o ano pas-
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Manchetes Paternalismo ou «Voluntarismo» creta. Mas, admito poder estar enganada e melhor do que ninguém saberão as pessoas e as colectividades que há anos trabalham e reflectem sobre essa possibilidade, desde que o façam com real independência de espírito sem medo de serem acusadas de muitas coisas. O Canadá e o Quebeque têm a particularidade de ser um país de imigração. Mas enquanto a imigração é um fenómeno antigo, a emigração é recente e cada vez mais importante. O que faz que a população portuguesa não se renova, ao contrário vê-se cada vez mais reduzida.É evidente que nem antigamente era assim tão bom, nem se pode parar a marcha histórica, mas antigamente havia participação, havia interesse, havia vontade, hoje os sócios limitam-se a pagar as cotas (quando as pagam) e a ver qual o clube que lhes dá mais e melhor por menos dinheiro. Como actuar? Como agir no terreno, de forma a que o trabalho voluntário de uma dúzia de pessoas seja valorizado e o seu contributo reconhecido? Se agimos de uma maneira moderna e tentamos interessar as novas imigrações lusófonas, somos acusados de entregar a Associação aos “pretos”. Se pensamos em organizar projectos e actividades em conjunto com todos os outros, perguntam-nos “porquê nós?”, se trabalhamos em projectos de futuro para uma rentabilidade viável e inteligente do nosso espaço, estamos a vender a Associação. Se construímos um site na Internet não têm nenhuma importância, se fazemos é porque fazemos, se não fazemos é porque não fazemos. Se dedicamos horas de trabalho a escrever projectos é porque só queremos dinheiro. Se preservamos, ou melhor aguentamos o que parece ser uma morte lenta, somos acusados de interesses pessoais e de ladrões. Então, seria interessante fazer uma reflexão objectiva, a saber porquê, para quem e
Cont. da pág. 1 com que finalidade? Quando as condições de base são objectivamente desfavoráveis, cheias de preconceitos, sem reconhecimento de mérito nem de esforços, o resultado não é muito animador. Assim, acredito que só um “voluntarismo” positivo e não paternalista poderá acabar com este impasse que talvez seja de origem cultural. A posição de dirigente de qualquer instituição sem fins lucrativos, não é um trabalho para o qual estamos realmente preparados. Não é possível ter uma preparação académica, não é questão de conhecimentos, como também não é de experiências, de metodologia ou de talento. O verdadeiro líder, deve por os objectivos do organismo à frente dos seus objectivos pessoais. Respeitar as regras do organismo, saber marcar os limites e negociar, compreender a natureza das pessoas e perguntar constantemente o que pode melhorar. Tanto as boas como as más pessoas podem fazer coisas boas e coisas más. Os líderes devem ter coragem não somente para estarem em condições de reconhecerem os seus erros e de se aperfeiçoar, mas também devem dar o exemplo porque em todo o momento têm de dar uma boa imagem e defender os valores da organização que representam. Por conseguinte, a sinceridade dum líder é uma das coisas mais difíceis de aplicar, mas, a mais apreciada de todos. Se ao contrário as acções de liderança são assumidas com fraqueza, o resultado a longo prazo, será muito diferente, muito mais vulnerável e ficará aberto a ataques pessoais da parte daqueles da velha guarda que não fazem nem deixam fazer, que mandam pedras e escondem a mão. Pretender que tudo está perfeito e calar-se é uma utopia. Não há receitas únicas para todas as organizações, para além das diferencias existentes e necessárias entre todas, o
êxito das mesmas é proveniente da grande nobreza de espírito das pessoas que as administram. Não haverá nenhuma instituição que sobreviva a longo prazo e que progrida, se os seus dirigentes não forem pessoas capazes de suplantar insultos, falsas acusações, provocações e fazer ouvidos surdos aos velhos do Restelo, que por maldade só dão ouvidos ás más línguas. A vontade sempre foi considerada um elemento essencial na vida do ser humano, na nossa comunidade vontade ainda existe, mas um realismo crítico e construtivo não existe, existe sim um desconhecimento do que é individualismo e colectivismo. Terá que haver a implicação de todos, para
qualquer que seja o projecto comum de futuro, transformar a sociedade em que vivemos depende do conhecimento das estruturar existentes e dos recursos que temos para que se possa interpretar de maneira racional e adequada o que se pretende fazer. Necessitamos de um trabalho intelectual sério, profundo, de um reavaliação da nossa implicação comunitária, de um realismo critico para podermos decidir que rumo queremos levar e sobretudo como podemos ultrapassar o eternal paternalismo de muitas das nossas mentes. Muitas vezes confundimos “vontade” com “pulsão”, ou seja, com impulsos que são próprios da natureza humana em direcção à realização do
desejado. Vontade, é outra coisa, é um dom, utilizado contra a pulsão, para superar, quando a razão e o senso moral mostram que a pulsão nos afasta do bem. “É preciso força de vontade” perante conflitos entre o querer e o dever. Tentar dar fracasso ás iniciativas e criticar é fácil, é necessário incluir o “Outro” num projecto de futuro que se diz ser “NOSSO”. Concordo com a opinião lançada, concordo com esse reagrupamento de forças, concordo com este rumo à reforma, mas o choque de concepções é enorme e nem um organismo de cúpula vai conseguir chegar a um consenso. Na verdade, prefiro continuar a sonhar.....
O novo orçamento não impressiona ninguém a aeronáutica. Nem uma palavra, nem uma linha no orçamento sobre esta política nacional que as empresas de este sector esperam desde o Outono. No entanto o documento orçamental consagra duas secções às iniciativas industriais que Ottawa entende
apoiar financeiramente. Fala-se de investir nas ideias e nas tecnologias, e de investir nas regiões e nos sectores, mas nem uma palavra sobre a aeronáutica e os 50 000 empregos envolvidos no Quebeque. O Exmo Jean Lapierre, Ministro dos Transportes e te-
Cont. da pág. 1 nente do governo liberal para o Quebeque, defendeu na passada segunda-feira o orçamento Goodale aos membros da Câmara de Comércio de Montreal. Teve de explicar principalmente esta omissão.
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Açores e Madeira Representação e governação Está-se em período de discussão acerca do modelo eleitoral que temos nos Açores. Pretende-se mesmo a participação pública, como forma de garantir que o resultado venha a ser tendencialmente democrático, e procurando gerar o debate em torno destas questões. A discussão é, no entanto, mais fictícia que real em certos aspectos, pois, em vez de deixar em aberto o modo e orientação da revisão do nosso sistema eleitoral, houve uma direcção apontada pela Assembleia da República, no sentido da procura de maior proporcionalidade. Por outras palavras, deixaram dito o caminho a seguir, o que pode ser interpretado, convenhamos, como um recuo nos nossos espaços de liberdade e autonomia. Tem havido, por outro lado, uma verdadeira intoxicação da opinião pública acerca dos dois deputados do Corvo, por comparação, por exemplo, com os eleitos pelo círculo de S. Miguel. E fala-se em falta de proporcionalidade. Ora os Senhores Deputados Regionais pelo Círculo do Corvo nada têm a ver com a proporcionalidade! São eleitos porque o Corvo é uma ilha povoada deste Arquipélago, e mais nada. E assim acontece com dois em cada uma das outras ilhas. Como as ilhas povoadas são nove, temos nove círculos eleitorais, e, portanto, há dezoito deputados no nosso Parlamento Regional, eleitos por via da dignidade que é fundamental garantir a cada uma das ilhas que somos. Esses dezoito deputados estão lá na Assembleia Regional porque as ilhas são iguais em dignidade e direitos, como elementos básicos e constituintes dos Açores
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Francisco Maduro Dias democráticos. Além do mais, eles têm por função equilibrar, de um modo algo parecido com as federações, as diferenças populacionais e de desenvolvimento que existiam e continuam a existir nos Açores. Depois… Só depois! …é que há a questão da população e da proporciona-lidade! E para isso existem os outros trinta e quatro deputados! Inicialmente eram precisos sete mil eleitores, hoje em dia, são necessários seis mil eleitores para eleger cada um deles. É por isso que o Corvo se fica por dois – os de ilha – enquanto os outros círculos elegem mais representantes. É enganar, ou pelo menos não dizer toda a verdade, quando se insiste na questão dos eleitores do Corvo para puxar mais deputados para outras ilhas. O mais curioso, porém, é que, na realidade profunda, poucos estarão verdadeiramente interessados no número de deputados, ou seja de representantes, porque o objectivo real é atingir o poder do Governo e os deputados são apenas necessários como tapete ou degrau para governar. Como acontece muitas vezes, está-se a atirar aos pombos para chegar à galinha, e o nosso parlamento acaba por merecer a falta de atenção que tem, e os eleitos para ele ficam debaixo do fogo cerrado de “fazerem pouco ou nada”. Os Açores precisam de renovar a dignidade do seu parlamento, a confiança nos seus deputados, e de garantir governação estável. Não é preciso mexer no números de deputados (que bem poderiam ser menos dois ou três se recuássemos para o número de eleitores previsto no Estatuto inicial).
Central pronta este ano O Governo Regional vai construir uma central de autocarros e um auto-silo público em Machico. O empreendimento, a cargo da Secretaria Regional do Equipamento Social e orçado em três milhões de euros, deverá estar concluído em finais do corrente ano. A estação de autocarros e o estacionamento público de Machico deverão estar concluídos em finais do corrente ano, sublinhou ao JM o secretário regional do Equipamento Social e Transportes. Santos Costa diz que o empreendimento em causa, cuja construção foi recentemente adjudicada pelo Governo Regional, está orçado em três milhões de euros, devendo ir para o terreno em breve. O empreendimento, a construir junto à ribeira de
Açores devem continuar ...
Machico, comportará, assim, a central de autocarros e um auto-silo. Este último vai, segundo a memória descritiva a que tivemos acesso, «desenvolver-se em dois pisos (cave e sub-cave), articulados verticalmente por rampa, duas caixas de escadas e um elevador». O piso da cave tem acesso directo para a via pública. Neste mesmo piso, ficará instalado um gabinete de controlo, com uma pequena casa de banho de apoio. A central de autocarros será desenvolvida ao nível do piso térreo e será composto por nove docas de embarque e desembarque, uma gare coberta e um edifício de apoio. Este edifício desenvolve-se num único piso. O imóvel estruturase em áreas distintas. A da administração e controlo de tráfego, que inclui um gabinete
O presidente do Governo Regional afirmou, hoje, que os Açores devem continuar a apostar na diversificação económica, na produtividade e na qualidade, considerando o desenvolvimento do turismo um instrumento impulsionador do crescimento do mercado interno das ilhas em termos de produtos agrícolas. Na inauguração de um novo edifício do Serviço de Desenvolvimento Agrário de Santa Maria, destinado a acolher a biblioteca e arquivo e ao atendimento dos agricultores da ilha, Carlos César sublinhou a especial ligação do turismo à agricultura, alegando que actividade agrícola surge associada à imagem da Região como destino turístico.
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para o inspector do cais, uma sala para os condutores e pessoal de apoio, uma arrecadação, a bilheteira e WC de apoio. Depois, haverá a área do bar (com arrecadação, copa e zona de balcão) e a dos sanitários públicos, que também servirão os utentes do auto-silo. A zona da gare, por seu turno, compor-
tará um espaço amplo coberto, que incluirá um espaço de cais de embarque abrigado. O empreendimento vai desenvolver-se numa área de 1.814 metros quadrados, tendo uma área de implantação (gare e edifício) de 496 metros quadrados e de construção de 3.558 metros quadrados.
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Continente Duas pessoas hospitalizadas com Portugueses são dos que menos Aeroportos afectados queimaduras devido a incêndio dinheiro levam a casa no fim do mês pelo vento, neve e gelo Duas pessoas foram hospitalizadas em Lisboa devido a queimaduras sofridas durante um incêndio que deflagrou no quinto andar de um prédio de habitação na rua Andrade Corvo, disse os Sapadores Bombeiros.De acordo com a mesma fonte, as vítimas são mãe e filha, uma delas com queimaduras graves no rosto, tendo ambas sido encaminhadas para o Hospital de São José.Os Sapadores foram alertados para um incêndio no quinto andar do prédio nr. 55 da rua
Andrade Corvo pelas 20:02 e o fogo foi circunscrito pelas 20:14. O incêndio, que não alastrou aos andares contíguos, foi extinto pelas 20:25.às 21:00 os bombeiros estavam já a desmobilizar os meios e homens enviados para o local.Vinte elementos dos Sapadores Bombeiros e cinco dos Voluntários Lisbonenses participaram no ataque às chamas, apoiados por 3 carros de combate dos Sapadores e um dos Voluntários.
Um estudo da Deloitte concluiu que os portugueses estão entre os cidadãos da União Europeia (UE) que menos dinheiro levam para casa no final do mês, com um rendimento médio anual disponível de 11.771 euros.Este valor é o mais baixo entre os rendimentos disponíveis dos trabalhadores dos 15 países da antiga UE e fica mesmo aquém dos 17.776 euros dos cipriotas, concluiu a Deloitte, numa análise aos salários de 19 dos 25 Estadosmembros.Do +ranking+, luxemburgueses, dinamarqueses e britânicos são os mais favorecidos, com rendimentos médios anuais disponíveis de 35.893, 29.815 e 27.966 euros, respectivamente.Segundo a Deloitte, os custos de remu-
neração médios anuais dos portugueses rondam os 17.325 euros, ocupando a oitava posição numa lista onde os custos mais baixos pertencem à Eslováquia (6.490 euros) e os mais elevados à Alemanha (49.609 euros).Ainda assim, quando comparada a percentagem dos salários consumida em impostos e descontos para a segurança social, Portugal (com 32 por cento) aparece em posição mais vantajosa face a todos os parceiros dos Quinze, à excepção do Luxemburgo e Irlanda, com apenas 21 e 17 por cento, respectivamente.Neste caso, os mais penalizados são Suécia, Bélgica e Finlândia, onde os custos de remuneração representam mais de 45 por cento das remunerações brutas.
Santana despede-se «sem rancores» O primeiro-ministro cessante despediu-se, esta sexta-feira, do Presidente da República «sem rancores» e com a convicção de que Jorge Sampaio fez a leitura certa da vontade popular quando decidiu dissolver o Parlamento e convocar eleições. O primeiro-ministro cessante, Pedro Santana Lopes, esteve hoje no palácio de Belém para um almoço de despedida a convite do Presidente da Repú-
O mau tempo que atinge Portugal e o resto da Europa, esta segunda-feira, está a afectar o funcionamento dos aeroportos, para além dos estragos provocados nas vias públicas. Os aeroportos de Lisboa e Porto tiveram de cancelar 10 voos esta segunda-feira devido ao mau tempo que se faz sentir em Portugal e na Europa. No aeroporto de Lisboa foram cancelados quatro voos. Segundo a ANA, dois aviões da Alitalia, com destino a Roma e a Milão, não chegaram a levantar voo por causa do mau tempo. Os outros dois voos cancelados tinham como destino a Madeira e Barcelona, com partidas marcadas para o início da tarde de hoje.
Saldo caiu quase para metade
blica. No fina, Santana Lopes, quis deixar claro que, apesar das divergências políticas do passado, a sua relação pessoal de «há muitos anos» com Jorge Sampaio permanece «intocável e inatacável». «Não guardo rancores», avançou o primeiro-ministro cessante aos jornalistas presentes no local, sublinhado o «modo exemplar» como decorreu a relação institucional com Sampaio. Santana Lopes admitiu que o Presidente da República fez uma leitura correcta da situação política quando decidiu dissolver o Parlamento e convocar eleições legislativas antecipadas. «É isso que revela o resultado das eleições», declarou. O primeiro-ministro cessante escusou-se a revelar pormenores sobre o futuro político, designadamente se retoma o cargo de presidente da Câmara de Lisboa, optando antes por concentrar as suas declarações nos elogios ao Presidente da República.
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O saldo da Segurança Social registou uma contracção de 45,6 por cento de Janeiro a Setembro de 2004, face ao mesmo período do ano anterior, para 290,3 milhões de euros, revelou esta segunda-feira o Tribunal da Contas (TC). No relatório de acompanhamento à execução orçamental da Segurança Social, divulgado hoje, o TC concluiu que de Janeiro a Setembro de 2004 registou-se um saldo positivo de execução efectiva na ordem dos 290,3 milhões de euros, contra os 533,8 milhões de euros obtidos no mesmo período do ano anterior. Este valor representa «uma contracção significativa de 45,6 por cento que, em termos absolutos, significa uma diminuição de, aproximadamente, 243,5 milhões de euros», refere o Tribunal, naquele que é o segundo relatório de acompanhamento da execução orçamental da Segurança Social. No primeiro relatório, aprovado a 25 de Novembro de 2004, o Tribunal de Contas revelou que a Segurança Social registou um saldo de 392,5 milhões de euros no primeiro semestre de 2004, o que representa uma quebra de 124,8 milhões de euros face ao mesmo
CENTRE DENTAIRE DR. CATHERINE LUU DENTISTERIE GÉNÉRALE, ESTHÉTIQUE ET PROTHÈSES NOUSACCEPTONS LE BIEN-ÉTRE SOCIAL, LACARTE D'ASSURANCE MALADIE, L'ASSURANCE DENTAIRE JOUR•SOIR•SAMEDI•URGENCES
4510, Cartier Mt-Royal Autobus 97 Est
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Para além das partidas, o mau tempo na Europa impediu, também, três chegadas previstas para esta tarde. Dois voos eram procedentes de Barcelona e um de Roma. No Porto, no aeroporto Francisco Sá Carneiro, foram cancelados dois voos da companhia aérea espanhola Ibéria com destino a Madrid, bem como o voo que deveria chegar ao Porto, por volta do meio-dia, vindo da capital espanhola. Na Europa, nos aeroportos de Barcelona e Madrid, a neve e o gelo estão a dificultar a descolagem e aterragem dos aviões. Na Catalunha, vinte voos foram anulados. Em Madrid, dos 146 voos previstos para hoje, às 14:00 só 38 se tinham realizado.
Papineau Autobus45
angle Mont-Royal
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período de 2003. No relatório hoje divulgado, o Tribunal de Contas sublinha que o valor obtido «é resultado do crescimento mais moderado das receitas (7,1 por cento), relativamente à evolução registada nas despesas (9,7 por cento)». O montante de receita arrecadado pelo subsector Segurança Social ascendeu a cerca de 14.227,7 milhões de euros, o que traduz um grau de execução de, relativamente ao orçamentado para este ano, de 62,3 por cento. As contribuições para a Segurança Social, que representam 54,3 por cento do total das receitas cobradas, atingiram cerca de 7.729,0 milhões de euros, o que corresponde a uma taxa de execução do orçamento de 70,8 por cento. Do lado da despesa, verificou-se um grau de execução de 60 por cento significando que, de um total orçamentado na ordem dos 22.725,8 milhões de euros, foram efectivamente gastos 13.637,2 milhões de euros. Os saldos globais de execução orçamental apresentam ao longo dos últimos três anos, «um sucessivo e acentuado declínio», passando de 689,1 milhões de euros, em Setembro de 2002, para 533,8 milhões de euros, no período homólogo de 2003, fixando-se, no final de Setembro de 2004, em cerca de 290,3 milhões de euros. «A tendência aqui expressa configura a possibilidade de, mais rapidamente do que o previsto, existirem dificuldades orçamentais neste subsector», alerta o Tribunal de Contas. O Tribunal sublinha que a informação necessária para a preparação deste relatório continua, à semelhança do ocorrido na elaboração do documento anterior, a não ser obtida pelo Sistema de Informação Financeira (SIF), mas da análise dos mapas das Receitas e Despesas, por classificação económica, de cada um dos subsistemas, fornecidos pelo Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social (IGFSS), em suporte de papel. Além disso, verificam-se «erros e lacunas» graves no fornecimento de informação por parte das diferentes instituições de Segurança Social que «necessitam de acção correctiva urgente no sentido de não se repetirem», realça o Tribunal de Contas.
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Opinião As coscuvilhices
O dilema político Augusto Machado
As televisões em Portugal descobriram um novo segmen-to de mercado: “Talk shows” sobre doenças. Não é de espantar. Os Portugueses adoram falar de todos os males possíveis e imaginários e contemplar a doença alheia e, mais, discutir as doenças dos familiares, amigos e vizinhos. Sabemos que existem muitos doentes a ne-cessitar de cuidados médicos em todo o País, mas também não é necessário inventar mais doenças psicossomáticas. É sempre a mesma conversa. Toda a gente sabe que, num jantar familiar, o tema favorito é falar de cancros, SIDA, hepatites e outras maleitas, é um prato forte da família tradicional portuguesa. “Sabes quem está a morrer? Quem está mesmo a dar as últimas? Quem foi fazer um exame de rotina e recebeu a certidão de óbito? E lá começa o cortejo de horrores físicos e psicológicos, para contemplação aturada dos convivas. Isto, em parte, tem a ver com o excesso de programas de televisão sobre doenças que alimentam a mente dos telespectadores. As pessoas ficam com os olhos pregados ao ecrã ao verem, por exemplo, Eládio Clímaco, em directo do Instituto Português de Oncologia, a relatar directamente uma sessão de quimioterapia. Ou Serenela de Andrade, num bloco operatório, a descrever (com detalhes) a remoção de um tumor maligno, dramaticamente alojado nos intestinos. A verdade seja dita: a doença não alimenta apenas os horários televisivos da silly season. Inconscientes ou não, gostamos da doença alheia, gostamos de contemplar a infelicidade de estranhos porque sentimos em nós um sentimento de alívio pelo facto da desgraça acontecer aos outros e não a nós. Por isso contemplamos – com o deleite perverso de quem está deste lado, protegido e seguro. Talvez porque as doenças dos outros alimentam em nós a ilusão da imortalidade. Um exemplo clássico é as lamúrias que se ouvem nas salas de espera dos centros de saúde deste país ou em qualquer outro local onde as pessoas têm que esperar para serem atendidas. À disposição dos utentes existem sempre jornais, revistas e em alguns casos até livros – mas ninguém está interessado em ler. O tema favorito é outro; bisbilhotar da infelicidade dos outros. E então começa a lengalenga entre as coscuvilheiras: “Sabiam que o Zé da Pepa está canceroso, está mesmo às portas da morte, a esposa foi a correr comprar-lhe uma campa no cemitério – parece que o moribundo recusa-se a ser enterrado no “geral”. Ai mulher!, se visses como o desgraçado está sumido. Até mete dó! E o Tone Figas, esse miserável, também não está melhor! Já mandaram chamar o senhor Abade”. - Pois é, intrometeu-se uma outra mexeriqueira que não resistiu sem acrescentar a sua sentença, esse diabo também andou p’raí metido com essas p. estrangeiras – brasileiras, russas e moldávias, que agora aparecem em todo o lado. Só sei que andam p’raí a destruir muitos lares e a propagar a doença da SIDA. É uma pouca vergonha... E, neste falatório, que parecia mais uma feira com propagandistas a vender a banha da cobra do que uma sala de espera num centro de saúde, de repente, ouve-se uma voz: “Calem-se, por favor?!, senão ninguém ouve o médico a chamar”. Era a recepcionista, uma jovem, que também já não aguentava mais a vozearia. Nisto aparece o médico na recepção queixando-se também da barulheira, alegando que já tinha chamado quatro nomes diferentes e nenhum apareceu. Senhor doutor, respondeu a funcionária, já pedi, educadamente, a essas senhoras para falarem mais baixo, e sempre que lhes peço para baixarem a voz, fazem precisamente o contrário, ainda falam mais alto. O médico voltou para o seu gabinete. E em vez de fazer 8 consultas, como era habitual, atendeu apenas quatro doentes. O horário das consultas tinha terminado. Isto não tem cura. Não há volta a dar. A nossa boa gente é mesmo assim. Gosta de palrear. Mas, sobretudo, mexericar a vida alheia.
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Rui Pinto Costa Após o guterrismo reconquistar o poder, chegou a vez do cavaquismo regressar ao comando do maior partido da oposiçãoTal como se previa, pela forma como atacaram o ainda líder do PSD, durante a última cam-panha eleitoral, os cavaquistas assumiram o assalto à liderança do partido. Afastado Pedro Santana Lopes, que sai de cena, derrotado e humilhado por um resultado medíocre nas eleições legislativas, muito por culpa própria, apenas um dos representantes do velho PSD assumiu que é candidato a liderar um calvário de mais de quatro anos de oposição. Para já, na hora da verdade, a boa moeda está reduzida a Luís Marques Mendes. É pouco, muito pouco, para galvanizar as hostes do PSD. Agora, com 60 por cento dos votos à esquerda, que espelham a esmagadora maioria do sentido de voto dos portugueses, a tralha cavaquista esmoreceu e começa a interrogar-se, no momento de avançar e de assumir as responsabilidades. Depois da recusa de o eterno candidato, António Borges, das bocas de Leonor Beleza e das hesitações de Manuela Ferreira Leite, os barões do PSD foram ultrapassados pela candidatura de Luís Filipe Meneses, o que só revela a pobreza da alternativa. O ex-primeiro-ministro bem pode brandir o seu afastamento das batalhas partidárias. Até pode invocar que, até ao momento, está fora da corrida presidencial.
Concurso de quadras populares I. No jornal de 23 de Fevereiro públicamos duas quadras populares faltando a cada uma o último verso. Hoje publicamos mais duas e no próximo dia 9 de Março outras duas. II. As respostas escritas, isto é, o último verso de cada uma das seis quadras, deverão ser recebidas (por mão própria, carta ou fax) em A VOZ DE PORTUGAL, 4231 Boul. St-Laurent, Montréal, Québec, H2W 1Z4, fax: (514) 284-6150, até ao dia 14 de Março. III. No dia 23 de Março, A VOZ E PORTUGAL publicará o nome de todos os que enviaram as seis respostas certas. IV. Em caso de igualdade o vencedor será decidido por meio de sorteio e terá como prémio um livro de Língua Portuguesa, oferta da Escola Secundária Lusitana. 3- O coração mais os olhos São sempre amigos leais Quando o coração está triste ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... 4- E de tudo quanto vi, Trouxe esta impressão final Que não há terra tão linda ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ...
O certo é que continua a mexer os cordelinhos, mais ou menos discretamente, para influenciar a escolha da próxima liderança do PSD. Cavaco Silva deixou de ser uma personalidade acima dos partidos para se transformar no verdadeiro líder da oposição ao governo de maioria socialista, o que lhe pode ser fatal na corrida a Belém. Com o CDS-PP ferido, enquanto Paulo Portas tenta recuperar a imagem e o fôlego, a grande marcha cavaquista tem campo aberto para preparar uma alternativa política, mas não tem generais convictos e disponíveis para abraçarem a luta pelo poder. Com estupefacção, e muito a custo, os notáveis do PSD começaram a enxergar que podem estar condenados, efectivamente, a passar uma legislatura longe do poder, pois a eleição de Cavaco Silva não são favas contadas. O dilema político está à vista de todos: a tralha guterrista regressa ao poder pela mão de um líder que não convence, enquanto a tralha cavaquista, que já deu o que tinha a dar, sucede a uma nova geração que falhou estrondosamente.
Filomena Gouveia LL.B . AVOCATE - LAWYER - ADVOGADA
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Tecnologia Embriões geram controvérsia O cientista que criou a ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado, está agora de volta à controvérsia. O professor Ian Wilmut, do Instituto Roslin de Edimburgo, obteve licença para clonar embriões humanos para a criação e recolha de células estaminais para pesquisa científica. Uma área de grande controvérsia dentro da comunidade científica, a pesquisa do professor Wilmut deverá centrar-se sobre a “Motor Neurone Disease” (MND). Esta doença afecta as células nervosas que transmitem instruções do cérebro para os músculos, causando o enfraquecimento dos múscu-los e paralisia. “O nosso objectivo será gerar células estaminais puramente para propósitos de pesquisa. Não estamos a fazer clonagem reprodutiva de forma alguma.”, declarou Wilmut. Esta é a segunda licença fornecida pela autoridade responsável em Inglaterra, a HFEA (Human Fertilisation and Embryology Authority). A
primeira foi dada a uma equipe de cientistas da universidade de Newcastle, com o objectivo de desenvolver novos tratamentos para diabetes e doenças do foro degenerativo, como a doença de Alzheimer e Parkinson.
O uso de células estaminais para pesquisa ou tratamento dividiu a comunidade científica, com detractores a afirmar que tal prática não é ética. A clonagem reprodutiva de humanos é ilegal na Grã-Bretanha, e os Estados Unidos pretendem colocar limites ainda mais restritos para a pesquisa com embriões humanos.
Silva, Langelier & Pereira Inc.
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Um nome de muitos Significado dos nomes V
Em destaque Firefox – 25 milhões de downloads em 100 dias Uma média de 250 mil pessoas têm estado a descarregar diariamente o browser da Mozilla Foundation, com mais de meio milhão de sites a oferecerem promoções aos utilizadores que naveguem os seus conteúdos com o Firefox. A popularidade do browser open source é por isso cada vez maior e, em certa medida, surpreendente quando se sabe que a Mozilla criou o Firefox com recurso a doações e a contributos de programadores voluntários. Entretanto, a Microsoft anunciou já esta semana que irá lançar uma nova versão do Internet Explorer, uma iniciativa justificada pelas evidentes vulnerabilidades de segurança actualmente existentes no seu browser.
O fim do Hubble
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O envelhecido telescópio espacial Hubble tem os seus dias contados. Criado para servir de poderoso olho da humanidade para as estrelas, este telescópio tem o seu fim previsto no orçamento da NASA proposto para 2006. 93 milhões de dólares é o preço da morte do Hubble, com 75 milhões do orçamento a serem empregues no retorno do telescópio para a Terra com segurança. Os grandes beneficiários do novo orçamento serão os Space Shuttles, assim como um retorno de fundos para o desenvolvimento da estação espacial internacional e de um novo vaivém para substituir os já antiquados Space Shuttles. Várias hipóteses foram consideradas para a manutenção do Hubble, mas a NASA decidiu que o risco inerente à reactivação dos seus Space Shuttles para missões de manutenção do telescópio era demasiado elevado. O Hubble teve problemas desde a sua colocação 600Km acima da Terra a 25 de Abril de 1990. Em 1991 foi descoberto que seu principal espelho possuía falhas, produzindo fotos de pobre qualidade. Uma missão para a reparação do mesmo ocorreu com sucesso em 1993. O seu custo inicial foi de 1,5 mil milhões de dólares, com um custo anual entre os 250 e os 300 milhões de dólares para manutenção, análise da informação recolhida e desenvolvimento de novo software e hardware para o mesmo.
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Valber: germânico: “governador brilhante, ou urso dominador”. Valda: variante de grafia de Velda, feminino de Valdo ou de abreviação de Valdomiro, Valdemar. Variante: Walda. Valdemar: variante de grafia de Waldemar. Valdemiro: derivado de Wladimir, filho Wladimir. Valdete: justaposição de Valdemar, Valdomiro e Odete. Valdir: adaptação gráfica brasileira de Waldir. Valdomiro: o mesmo que Valdemiro. Valentino: latim: “natural de Valência”. Feminino: Valentina. Valério: latim: “que tem saúde, robusto, que é forte”. Feminino: Valéria. Valmir: teutônico: “eleito, escolhido, amado e brilhante”. Variante: Waldir. Variante: Valmira. Valquíria: escandinavo: “a virgem”. Nome de três ninfas ou deusas escandinavas. Valter: variante ortográfica de Walter. Vanda: polonês: “pequena vândala, andarilha”. Masculino: Vando. Vanderley: holandês: “das ardósias, das lousas, da família dos que trabalham com ardósias”. Variantes: Vanderlei, Wanderley. Feminino: Vanderléia. Vanessa: holandês: “de Ester, ou da borboleta”. Nome popularizado pelo escritor americano Dean Swift. Vânia: germânico: “esperança”. Também feminino russo de Ivan. Venâncio: latim “caçador”. Feminino: Venância. Ventura: espanhol: “felicidade, boa sorte”. Vera: russo: “crença”, ou latim: “verdadeira, real”. Verônica: grego-latim: “verdadeira imagem”. Vicente: latim: “vencedor do mal, aquele que vence”. Vilma: derivado do teutônico Wilhelmine, o mesmo que Guilhermina. Variante: Wilma. Vilmar: teutônico: “resoluto, de muita fama, muito célebre”. Variante: Wilmar. Vilson: variante ortográfiaca de Wilson. Vinícius: latim “que tem voz agradável, vinicultor”. Variantes: Venício, Venícios. Femininos: Venícia, Vinícia. Virgílio: latim: “varinha, raminho”. Feminino: Virgília. Virgínia: latim: “virgem, donzela, capaz ao matrimônio”. Masculino: Virgílio. Vitor: latim: “vencedor, vitorioso sobre o pecado”. Variante: Victor. Vitória: latim: “deusa romana das vitórias”. Vitório: latim: “vitorioso, vencedor”. Viviana: latim: “viva, vivaz”. Também derivado da pronúncia portuguesa de Bibiana. Variantes: Vivian e Viviane. Masculino: Viviano.
W Wagner: germânico: “fabricante de vagões, de carros”. Variante: Vagner. Waldemar: teutônico: o que governa com brilhantismo, célebre pelo governo”. Variante: Valdemar. Washington: inglês: “da aldeia dos Wess, da aldeia dos Wessyng”. Welington: inglês: “de uma família próspera”. Wesley: anglo-saxão: “prado ocidental”. Willian: teutônico: “protetor resoluto”. Wilma: variação gráfica de Vilma.Wilmar variante de grafia de Vilmar. Wilson: inglês: “filho de Will que é o mesmo que Willian. Wilton: inglês: “da fazenda primaveril, da aldeia de Willian”.
X Xavier: derivado do basco Etchberri ou Etchaberri: “casa nova”. Ximene: espanhol: “o mesmo que Simão, Simon”. Variante: Ximenes.
Y Yara: tupi: “mãe d’água”. Yasmin: árabe: “branca flor”. Yeda: variante de grafia de Ieda. Yolanda: grego: “flor de violeta”. Yoná: hebraico: “pomba”. Yone: grego: “violeta”. Variante: Ione. Yuri: forma russa de Jorge, George. Yvete: variante feminino de Ivo. Yvone: anglo-saxão: “arco de teixo”. Variante: Ivone.voltar
Z Zacarias: hebraico: “Javé medita, o de quem Javé se lembrou”. Zagalo: espanhol: “pastor”. Zanetti: variante italiana de João. Zaque: árabe: “inteligente”. Zelda: variaçã gráfica de Zilda, ou abreviação de Griselda. Zélia: grego: “zelo, rival”. Masculino: Zélio. Zelma: variante gráfica de Selma. Zenilda: aglutinação de José e Nilda, Zenon e Hilda. Zenite: grego: “de Zeus, consagrado a Zeus”. Zilda: germânico: “a guerreira vitoriosa”. Masculino: Zildo. Zoraia: persa: “a bela, de extraordinária beleza”. Zoraide: armênio ou árabe”mulher cativante, a eloqüente”. Variante: Zoraia. Zuleica: árabe ou persa: “gordinha, roliça, de radiante beleza”. Zulmira: teutônico: “a resplandecente, celebridade da luz”. Masculino: Zulmiro.
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Vária ACONTECEU FADO NA A.P.C. Conceição Correia No sábado, dia 19 de Fevereiro, na A.P.C. o fado foi rei e todos os presentes puderam apreciar um programa de grande qualidade e viver expe-
riências muito especiais. Receber artistas deste calibre, vindos especialmente para cantar em Montreal, antes de terem sido apresentados ao público canadiano ou de terem passado por Toronto ou os Estados Unidos, é, já em si, uma novidade e poder passar alguns momentos com eles é, realmente, uma experiência inesquecível. Helder Moutinho, com quem tivemos a prazer de conversar no restaurante Cantinho, nasceu em Oeiras e tem 36 anos. O facto de viver perto do mar deulhe uma sensibilidade muito especial e uma capacidade multifacetada de interpretar o
noite. O fado aqui, longe do nosso país, não se vive nem se sente da mesma maneira e isso foi sentido pelos músicos. De deplorar, a falta de divul-
gação e adesão ao evento por alguns órgãos de informação e da parte da comunidade fadista de Montreal. Helder interpretou fados da sua autoria, sobre o mar, o Tejo, Lisboa, temas inevitáveis e que fazem parte da sua vivência diária. A sua presença no palco é sóbria, o seu à vontade no palco é visível, a sua interpretação é profunda e concreta e os versos, em maioria da sua autoria, tocam os corações. Perguntei curiosa, qual a razão do fenómeno de cada vez mais haver tantos jovens a interpretar e a gostar do fado? O Helder acha que há um renascimento do interesse e do
gosto pelo fado, que o fado sobreviveu a gerações, saiu do povo e é hoje parte integrante da nossa cultura e o facto de se adaptar a outros tipos de música faz que os jovens gostem de se identificar e de conviver com o fado. Perguntamos também, porque somos tão esquecidos pelos novos artistas e porque existe tanta falta de informação e divulgação do que é feito de novo em Portugal. O Helder é de opinião que a falta de informação, vem do facto de não haver um site Internet vocacionado às comunidades culturais onde todos os artistas, promotores e produtores tivessem acesso e assim poderiam entrar em contacto e promover as suas realizações musicais. Há, também, muita falta de apoio da parte do governo por-
de Montreal, gostou do publico, encontrou o que estava à espera de encontrar da parte da nossa comunidade e afirmou que a organização da noite de fados estava de parabéns e deveria estar orgulhosa de uma noite bem organizada, calorosa e emocionante. Gostaria de voltar. Adorei partilhar com o Helder estes agradáveis momentos, a sua humildade e a sua sensibilidade emergem logo ao primeiro contacto. Visitem o seu site web no www.heldermoutinho.com, ou a sua casa de fados em Alfama “A mesa dos frades”, descubram como eu, um fadista no coração e na voz e um poeta na alma. Resta-me desejar ao Helder e a todos bom regresso. Sucesso na sua carreira artística e nos seus projectos profissionais,
Horóscopo Semanal Dra. Maria Helena Martins CARNEIRO (21 de Março - 19 de Abril) Carta da Semana: O Mágico, que significa Habilidade. Amor: Terá uma boa oportunidade para falar abertamente com aqueles que ama. Saúde: O seu organismo revela sinais de desequilíbrio. Dinheiro: Serão exigidos prazos, que terá de cumprir. Número da Sorte: 1 Números da Semana: 25, 1, 9, 10, 5, 2 TOURO (20 de Abril - 20 de Maio) Carta da Semana: O Imperador, que significa Concretização. Amor: A sua vida sentimental está numa fase positiva. Saúde: Relaxe e organize melhor o seu tempo livre. Dinheiro: Resolva os assuntos profissionais que tem deixado pendentes. Número da Sorte: 4 Números da Semana: 5, 7, 2, 9, 19, 13 GÉMEOS (21 de Maio - 20 de Junho) Carta da Semana: A Morte, que significa Morte ou Renovação. Amor : As traições são sempre descobertas por isso não minta à pessoa amada e seja o mais sincero e leal possível. Saúde: Tire uns dias de férias para descansar. Dinheiro: Seja mais objectivo e directo no seu local de trabalho. Número da Sorte: 13 Números da Semana: 48, 5, 47, 33, 6, 25 CARANGUEJO (21 de Junho - 22 de Julho) Carta da Semana: A Estrela, que significa Protecção, Luz Amor: Excelentes realizações estão agora ao seu alcance. Saúde : Atenção aos sinais de fraqueza do seu organismo. Dinheiro: Os projectos financeiros de curto prazo terão maior probabilidade de êxito. Número da Sorte: 17 Números da Semana: 7, 18, 1, 45, 32, 47 LEÃO (23 de Julho - 22 de Agosto) Carta da Semana: O Julgamento, que significa Novo Ciclo de Vida. Amor: Procure ser mais pacificador. Saúde : Modere o descontrole das suas emoções. Dinheiro: O ritmo de trabalho será intenso mas bem sucedido. Número da Sorte: 20 Números da Semana: 7, 1, 6, 36, 9, 14
Paulo Teixeira, Conceição Rosario, Helder Moutinho, Rosa Velosa
tuguês. Vários contactos foram feitos a esse nível, para encontrar apoios para esta deslocação a Montreal e o único apoio que receberam foi da parte da organização deste evento. O Helder gostou do que viu
agradecer-lhe a partilha, o convívio e as suas palavras que ficam gravadas na minha mente: “O Fado, primeiro estranhase e depois entranha-se”. Ali, na A.P.C., naquela noite.......Aconteceu Fado!
VIRGEM (23 de Agosto - 22 de Setembro) Carta da Semana: 8 de Copas, que significa Concretização, Felicidade. Amor: Mostre-se mais entusiasmado, agora tem a oportunidade de consolidar a sua relação amorosa. Saúde: Hoje sentir-se-á animado e cheio de energia. Dinheiro: Conseguirá controlar as controvérsias e dominar o clima agitado que se tem vivido no seu local de trabalho. Número da Sorte: 44 Números da Semana: 10, 20, 4, 12, 5, 8 BALANÇA (23 de Setembro - 22 de Outubro) Carta da Semana: Valete de Copas, que significa Lealdade, Reflexão. Amor: Seja mais exigente consigo mesmo e com os outros. Saúde : Controle a sua alimentação. Dinheiro: Evite guardar as suas ideias só para si, pois mais tarde não poderá reclamar que a sua oportunidade não surge. Número da Sorte: 47 Números da Semana: 44, 22, 10, 3, 9, 45 ESCORPIÃO (23 de Outubro - 21 de Novembro) Carta da Semana: Rainha de Copas, que significa Amiga Sincera. Amor: Uma nova relação crescerá de forma surpreendente. Saúde: Liberte-se do vício do tabaco o mais rapidamente possível. Dinheiro: Património protegido. Número da Sorte: 49 Números da Semana: 1, 8, 7, 12, 15, 10 SAGITÁRIO (22 de Novembro - 21 de Dezembro) Carta da Semana: 3 de Espadas, que significa Amizade, Equilíbrio. Amor: Valorize o seu lado apaixonado e deixe de esconder os seus sentimentos. Saúde: Momento indicado para fazer a introspecção que tanto necessita. Dinheiro: Altura de maior lucidez sob o ponto de vista financeiro. Número da Sorte: 53 Números da Semana: 4, 17, 18, 2, 39, 6
fado. Nascido de uma família de fadistas conhecidos, não só ganhou, desde muito novo, o gosto natural pelo fado mas quis, à sua maneira, viver, entender e sentir as características e tradições do fado, adaptando-as à sua sensibilidade de poeta e à sua grande sede de cantar. Cantando, gerindo e produzindo, Helder alargou a sua carreira e entrou de pés firmes neste universo apaixonante, da música e da criação. Joana Amendoeira, de quem é produtor, foi o motivo que o trouxe a Montreal, para vir participar na Feira Strickly Mundial. Privilegiados foram aqueles que puderam assistir ao espectáculo de sábado. Emocionante foi sentir a sala a vibrar e a empatia que existiu durante toda a noite, entre os artistas e o público. Espectacular, o momento musical improvisado pelos guitarristas, Pedro Amendoeira, Pedro Pinhal e Paulo Paz, momento esse que só foi possível devido à intimidade da
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CAPRICÓRNIO (22 deDezembro - 20 de Janeiro) Carta da Semana: Ás de Ouros, que significa Harmonia e Prosperidade . Amor: A sorte está do seu lado. Parta à conquista. Saúde : Tendência para dores de cabeça. Dinheiro : Aposte seriamente na sua competência, pois poderá ser recompensado da forma como merece. Número da Sorte: 65 Números da Semana: 7, 10, 2, 19, 48, 4 AQUÁRIO (21 de Janeiro - 18 de Fevereiro) Carta da Semana: 2 de Ouros, que significa Dificuldade/ Indolência. Amor: Poderão surgir alguns conflitos entre si e o seu par. Saúde: Ligeira tendência para a depressão. Dinheiro: Ouça os conselhos da pessoa com quem divide as tarefas diárias Número da Sorte: 66 Números da Semana: 3, 5, 18, 44, 47, 2 PEIXES (19 de Fevereiro - 20 de Março) Carta da Semana: 6 de Ouros, que significa Generosidade. Amor: A sua cara-metade vai dar verdadeiras provas de amor. Saúde: Poderá sentir algum desconforto a nível psicológico. Dinheiro: Tenha em atenção os seus actos. Número da Sorte: 70 Números da Semana: 9, 25, 28, 29, 3, 47
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Comunidade Desportivo Clube de Laval
Celebrou em grande o seu II aniversário Texto e fotos de António Vallacorba
O “bebé” mais novo (mas já com bigode) dos grupos afectos à Missão de Nª Sra. de Fátima de Laval, o Desportivo Clube de Laval (DCL), presidido por João E. Linhares, acaba de comemorar mui condignamente a passagem do seu segundo aniversário, com um jantar-dançante realizado sábado passado, 26 de Fevereiro, no acolhedor salão do Centro Co-
munitário daquela Missão. Homenagem a Álvaro Manuel pela passagem dos 50 anos da sua carreira artística, apresentação da equipa de séniores do DCL e uma encenação de teatro popular, constituiram momentos altos do encantador serão. “Encantador serão”, mas também uma festa muito elegante, com óptimo jantar confeccionado pela equipa chefiada por José Pereira, e a deslum-
brante decoração, muito fina. Dir-se-ia estar-se numa festa de S. Valentim; só que as cores privilegiadas, o vermelho e o branco, são as cores do DCL. Muita gente, também (o salão estava cheio), a atestar não só da popularidade do clube aniversariante, mas também da boa aceitação que as festas do DCL vão tendo entre o público em geral. De facto, foi isso mesmo reconhecido por João Linhares,
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visivelmente satisfeito, quando no uso da palavra, agradeceu a presença de todos, ao reconhecer que “sem voçês, nada se faria” Registe-se, a propósito, a presença do padre José V. Arruda, responsável desta Missão, de membros de grupos a ela afectos, de outras colectividades sócio-culturais e recreativas, assim como representações da maioria dos orgãos da comunicação social comunitária. Durante o serão, foi apresentada a equipa de séniores do DCL, cujo equipamento foi oferecido pela Agência de Viagens Algarve. No respeita à equipa de veteranos – lembramos – o DCL participou o ano passado num torneio de futebol na Ilha de S. Miguel, donde
trouxe vários troféus e outras lembranças, como se pôde testemunhar na exposição dos mesmos, patente no recinto festivo para a apreciação dos convivas. Um dos momentos por que muito se esperava ao longo da festa, foi a justa homenagem que a Direcção do Desportivo prestou a Álvaro Manuel, por ocasião dos 50 anos da vida artística deste nosso amigo. Álvaro Manuel, que a pedido
de algumas pessoas, cantou dois dos seus grandes êxitos, Pensando em Ti e Canoa do Tejo, agradeceu, pleno de comoção, o gesto com que havia sido alvo, e, no ensejo, pediu para “ajudarem aos jovens”, “dêem-lhes uma oportunidade”, sendo depois acompanhado no palco pela esposa e um netinha. Previamente, Fernando Rodrigues leu o perfil artístico do homenageado, e, juntando-
lhes depois, este cronista e Adelaide Vilela, entre outros, prestaram alguns testemunhos da sua admiração por aquele popular artista comunitário e um dos fundadores deste Centro Comuitário. Muito apreciada foi a minipeça de teatro, “O Caixeiro e o Bêbedo, uma pândega de critica social bem à maneira do tradicional teatro popular açoriano e é uma das três que o grupo tem vindo a apresentar, estando a 3ª parte tentativamente agendada para o mês de Setembro. José Pereira, Alvaro Soeiro, Jeremias Amaro, Durval Rebelo, António Sampaio, Jorge Branquinho, Carlos Soares, José Machado e Fernando Rodrigues foram os actores que muito fizeram rir os festejantes e contribuiram, por isso, também, para o grande sucesso da noite festiva. Outrossim, o conjunto “Contact”, por outro lado, soube valorizar com a sua actuação a outra parte do espectáculo, ao ter animado da melhor manei-
ra o sempre concorrido baile Entretanto, a Direcção do DCL informa que a sua próxima festa ocorrerá no dia 9 de Abril próximo, novamente no Centro Comunitário de Nª Sra. de Fátima de Laval. Este grande acontecimento será abrilhantado pelo afamado conjunto dos “Starlight”, que apresentarão o seu novo trabalho discográfico, e pelo duo Patrick e Jomani. O DCL – lembramos -, é diri-
gido por João Linhares, presidente; José Paiva, vice-presidente; Luis Viveiros, secretário e relações públicas; António Pires, tesoureiro; António Costa, vice-tesoureiro; Guilherme Fragoso, treinador-director; e José Pereira e Jorge Branquinho, ambos treinadoresadjuntos e directores. A todos felicitamos pelo brilhantismo desta encantadora festa. E…bons resultados futebolísticos!
Tal como se dá conhecimento numa outra local deste jornal, Álvaro Manuel foi final-
diversos espectáculos ao lado dos melhores guitarristas da época, Manuel Machado e
mente homenageado pela passagem dos seus 50 anos de vida artística, durante a festa do segundo aniversário do Deportivo Clube de Laval. Conforme nos declarou o homenageado “foi preciso um grupo com apenas dois anos de existência para fazer o que outros, certamente muito mais antigos, não souberam ou não quiseram ter em consideração”. Álvaro Manuel, natural de S. Sebastião, Ponta Delgada, S. Miguel, estreou-se em 1955 no grupo cénico da Associação Católica de Ponta Delgada, com a comédia O Milagre Deu-se e num acto de variedades em que foi acompanhado pelo então menino-prodígio do acordeão, Alexandre Amaral. Também fez parte de outros grupos cénicos da Fajã de Baixo, F.N.A.T. e Clube Desportivo Santa Clara. Paralelamente, actuou em
Libório Raposo. E, aos 15 anos, começou a participar em programas de fado em directo do então Emissor Regional dos
serviço militar, participou em vários espectáculos em Coimbra, Leiria e Lisboa, em benefício das Forças Armadas. O seu adeus a S. Miguel, ocorreu em 1971, num grandioso espectáculo organizado por Victor Cruz, na Matriz da Ribeira Grande, com a orquestra de Teófilo Frasão e os artistas Mário Rangel, Stélvio, António Augusto de Jesus, Manuel Ferreira e Hermínio Arruda. O seu grande sucesso na altura, foi a canção Os Teus Olhos Verdes. Em Montréal, foi vocalista dos conjuntos “Renovação” e “Nova Vida”, tendo ganho em 1982-1983 o prémio do melhor cançonetista do ano, durante o festival dos conjuntos musicais desta cidade. Fez, também, vários espectáculos aqui, nos Estados Unidos, Toronto e nos Açores, entre outros. Ainda nesta cidade, onde é padrinho da marcha popular de S. João, do Clube Português de Montréal, participou nas três revistas “Chá das Cinco”, “Agora é Que São Elas” e “Sempre Acontece Cada Coisa”. Em 1979, gravou o seu primeiro disco, seguindo-se várias cassetes e um CD com o conjunto “Nova Vida”, com o Angelo Conde. O seu último trabalho discográfico, o CD
Açores, em Ponta Delgada. Na canção, teve como músicos alguns dos melhores dos Açores, nomeadamente o Stélvio, Bento de Lima, Mário Rangel, João Manuel Raposo e Manuel Augusto. Quando em prestação do
Sucessos de Sempre, ocorreu no ano 2000. “A Voz de Portugal”, ao congratular-se com a passagem de tão feliz efeméde do Álvaro Manuel, deseja-lhe a continuação dos maiores sucessos artísticos e pessoais.
Perfil artístico de Álvaro Manuel
Na homenagem com que foi distinguido António Vallacorba
“O Cantinho”!... Cantinho do “Fado Vadio” Foi num cantinho que fiquei, observando, escutando, mas, fado e poesia foi só o que me importou e me fez estar atenta. No restaurante “O Cantinho” dia 25 de Fevereiro de 2005 onde vamos muitas vezes ouvir fado e poesia, (em Montreal, venha quem vier, é só neste “cantinho” que o “Fado Vadio”e a “Poesia Livre”giram todas as Sextas-feiras, é aqui o ponto de encontro dos fadistas e poetas da nossa comunidade) foi uma noite diferente de tantas outras. Nesta noite recebeu um fadista de Portugal, Hélder Moutinho, irmão dum outro fadista bem conhecido “Camané “. Hélder é mais conhecido como promotor de artistas, mas, como também lhe (corre nas veias) o gosto pelo fado, canta o fado como “manda a lei”. Proprietário do restaurante “ Mesa dos Frades “ em Alfama (Lisboa). Pessoa simples, muito simpático, disse que do pouco que visitou em Montreal, achou uma cidade muito bonita e muito (europeia), na nossa comunidade, encontrou muita simpatia e notou nostalgia nos nossos portugueses, pois, a alegria e o acolhimento
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com que o receberam, além de ser impecável, era como se as pessoas estivessem a abraçar um pouco das raízes que deixaram em Portugal. Iniciou-se o fado com o convidado Hélder Moutinho que interpretou: “ Bairro Alto”, “Lisboa Menina e Moça”, etc. acompanhado pelos guitarristas: José João à guitarra portuguesa, Francisco Valadas à viola e Luís Duarte. José da Conceição, um poeta da nossa comunidade, declamou um poema da sua autoria. Alguns fadistas, dos presentes,
Elisa Rodrigues também mostraram o seu saber no fado: Cristina Rodrigues, Marta Raposo, Carlos Rodrigues, José João, (o guitarra) Luís Duarte (o viola) e Fátima Miguel. Hélder Moutinho com o seu “estilo fresquinho” de Portugal finaliza numa desgarrada com os nossos fadistas. Agradecendo aos proprietários deste restaurante, especialmente ao Paulo Teixeira, um simpatizante do fado, por este magnífico serão, que fez recordar as noites de fado em Lisboa.
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Alma juvenil Anedotas Uma brasileira foi ao médico com queimaduras de segundo grau nas duas orelhas. - Mas como a senhora conseguiu queimar as duas orelhas? - perguntou o esculápio, indignado. - Ora, doutor! - explicou a valetudinária. - Eu estava bela e folgada passando minhas roupas, quando de repente tocou o telefone. Ao atendê-lo, muito distraidamente, eu achei que o ferro fosse o telefone encostei-o a minha orelha. - Mas isso explica apenas uma das queimaduras! - Pois a outra foi quando eu tentava ligar para o senhor! Aqui vai a descrição de uma situação triste. Um estudante ia a passar em frente a uma loja, e acabou por comprar um par de luvas para sua namorada. Pediu a balconista para embrulhar e foi pagar, deixando o embrulho ao lado de outro igual, só que neste último, havia um par de cuecas. No fim o embrulho foi trocado e o estudante enviou-o junto com uma carta que dizia assim: «Meu amor: Sei que hoje não e o teu aniversario, mas passei em frente a uma loja e resolvi comprar-te este presente, mesmo sabendo que não costumas usar, mas eram muito bonitas. Não sei são do teu tamanho nem se gostas da cor, mas a balconista experimentou na minha frente e eu gostei muito. Ficaram um pouco larguinhas na frente e dos lados mas assim as maos entram com maior facilidade alem de deixar os dedos mais livres para se movimentarem, fazendo tambem com que fique mais facil tira-las. A balconista mandou lembrar que ponhas um talquinho quando as tirares a fim de evitar o mau cheiro. Meu amor, gostaria muito que as usasses, pois elas cobrirão o que te pedirei algum dia. Um grande beijo aonde vais usa-las.» Na catequese dizia o padre: - Como vocês sabem, o nosso primeiro pai foi Adão e nossa primeira mãe foi Eva... Nisto, uma das crianças interrompe: - Não é verdade. - Como não é verdade? - pergunta o padre um tanto aborrecido. - O meu pai diz que nós descendemos do macaco! - Olha meu filho, os teus problemas de família não me interessam...
Campanha publicitária e greve, porquê? Miguel Felix Desde o 24 de Fevereiro, mais de 30 000 estudantes postsecundários estão oficialmente em greve ilimitada. Esta greve é em reacção ao último orçamento do governo do Quebeque, que transformou 103 milhões de dólares de bolsas em empréstimo no seu programa de ajuda financeiro. Essa greve tem principalmente três objectivos do seu movimento nacional. O primeiro objectivo do movimento é que o governo do Quebeque restabeleça as somas do programa de ajuda financeiro antes do orçamento 2004. O programa de ajuda era o melhor do Canadá, mas com a transformação, ela perdeu a sua força. O programo existe para apoiar os estudantes a continuar de estudar mesmo se não têm dinheiro. A média das dívidas dos estudantes do Quebeque era de 13 000 $ e ela passou agora a 21 500 $. Ao nível canadiano a média das dívidas é de 19 500$, então o programa do Quebeque não é o melhor do Canadá. O segundo objectivo é de manter o actual sistema dos Cégeps na sua forma actual. O Governo tem por projecto uma descentralização da instituição. Cada Cégep seria independente e em competição contra os outros. A consequência é que o diploma de cada estudante não terá o mesmo valor realmente. O terceiro objectivo é de impedir um aumento das taxas escolares para os estudantes estrangeiros que estão estudar no Quebeque. Em Setembro passado, a universidade de Concórdia aumentou ilegalmente a taxa de 1 000 $ à 2 000 $. A universidade recuou, mas risca-se outra tentativa. Esses três objectivos levaram os estudantes a manifestar na rua para demonstrar a sua opinião. O antigo ministro das Finanças disse que havia dinheiro disponível para os estudantes. Como é então que o Quebeque perdeu 103 milhões em bolsas? O governo diz que a educação é uma prioridade, como a luta contra a pobreza, mas as suas políticas tocaram em primeiro os mais pobres.
Desenho da semana
Hitch
A maioria dos homens têm dificuldade em encontrar o amor por ser difícil serem eles próprios quando esse “ser” pensa que se deve ser outrém. É neste cenário que se encaixa Alex “Hitch” Hitchens (Will Smith). Como um conselheiro perspicaz que se especializa em primeiras impressões – é responsável por personalizar e organizar os três primeiros encontros amorosos dos casais – Hitch tem sido responsável por centenas de casamentos em Nova Iorque. Depois de ter tido a oportunidade de se encontrar com Hitch, Sara (Eve Mendes), jornalista da imprensa cor-derosa, depara com a sua vida pessoal e profissional num verdadeiro choque frontal. Eva obriga Hitch a reavaliar o seu jogo e ensina-lhe uma lei fundamental da vida: o amor não é um sentimento, mas uma acção.
Warner Brothers dá luz verde para Constantine 2
Tipos de mulher segundo os infomáticos MULHER VIRUS: Quando menos esperas instala-se nos teus domínios e vai apoderando-se de todos os teus espaços. Se tentas desinstalá-la vais perder muitas coisas; se não tentas perdes todas. MULHER INTERNET: É preciso pagar para lhe ter acesso. MULHER SERVIDOR: Está sempre ocupada quando necessitas dela. MULHER WINDOWS: Sabes que tem falhas, mas não podes viver sem ela. MULHER POWERPOINT: Ideal para ser apresentada em festas e convenções. MULHER EXCEL: Dizem que faz muitas coisas mas geralmente só a utilizamos para as quatro operações básicas. MULHER WORD: Tem sempre uma surpresa reservada para ti e não existe ninguém no mundo que a compreenda inteiramente. MULHER D.O.S.: Todos a possuíram um día, mas ninguém mais a quer agora. MULHER BACKUP:Julgas que tem o suficiente, mas na hora do “vamos a ver” há sempre Algo que falta. MULHER SCANDISC: Sabemos que é boa e que só quer ajudar, mas no fundo não sabe nada do que está a fazer. MULHER SCREENSAVER:Não serve para nada, mas divertenos. MULHER PAINTBRUSH: Puro adobe e nada de substância. MULHER RAM: Aquela que esquece tudo logo que se desliga. MULHER DISCO RÍGIDO: Lembra-se sempre de tudo. MULHER RATO: Só funciona quando é arrastada. MULHER MULTIMÉDIA: Faz tudo parecer bonito. MULHER UTILIZADOR: Nunca faz nada bem e passa a vida a fazer perguntas. MULHER E-MAIL: Em cada dez coisas que diz, nove são parvoices.
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Sarah de Sousa, 13 anos
Foto da semana
Nelson numa desgarrada no Bistro Nova Estrela
3/1/2005, 4:38 PM
Depois da estreia a duas semanas e estar no topo dos filmes mais vistos da semana Warner Brothers decide avançar com a sequela de Constantine. Keanu Reeves mais uma vez a rebentar com as belheteiras, desta vez veste o papel de exorcista que luta contra demónios... e mais não conto, recomendamos que vá ao cinema ver este filme fantástico. Constantine rendeu na estreia 34, 6 milhões uma extraordinária adesão do publico para ver o actor em grande acção. Depois de estreado em quase todo o mundo o filme já superou todas as expectativas. Com estes resultados vamos ver mais uma vez a du-pla Keanu Reeves e Rachel Weisz a combater as forças do mal.
A VOZ DE PORTUGAL, 02 de Março de 2005 - Página
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Vária Vitória de Eastwood e estreia de Chris Rock marcaram 77ª edição A vitória de Clint Eastwood sobre Martin Scorcese, a presença em palco de uma personagem animada e a estreia do comediante Chris Rock como anfitrião marcaram a 77ª edição dos Óscares, realizada domingo em Hollywood.Martin Scorcese conquistou cinco das onze estatuetas para as quais estava nomeado com “O Aviador”, mas a noite foi de Clint Eastwood que, com “Million Dollar Baby”, venceu em quatro categorias, entre as quais melhor realizador e filme.A cerimónia, que decorreu no Kodak Theatre, em Los Angeles, Califórnia, foi este ano um pouco mais curta e, tal como a produção prometeu, fugiu do modelo habitual de entrega dos Óscares no palco.Uma das surpresas da noite foi a atribuição do Óscar de melhor guarda-roupa em que o actor Pierce Brosnan, apesar de rouco, apresentou os nomeados ao lado de uma personagem fictícia, do filme de animação “The Incredibles - Os
Super-heróis”.No anúncio do vencedor nesta categoria, Pierce Brosnan contou com a ajuda da personagem Edna Mode, a snob estilista que desenha os fatos dos super-heróis naquele filme animado e cuja voz é a do próprio realizador Brad Bird.A noite ficou ainda marcada pela estreia do comediante Chris Rock como apresentador da cerimónia, abrindo o espectáculo com referências aos filmes esquecidos pela academia, nomeadamente o documentário “Fahrenheit 9/11”, de Michael Moore, e “A Paixão de Cristo”, de Mel Gibson. Conhe-
tre os quais Marlon Brando, Christopher Reeve, Elmer Bernstein ou Janet Leigh.A cantora norte-americana Beyoncé foi a escolhida para interpretar duas das canções que estavam nomeadas para um Óscar, entre as quais uma em francês, pelo filme “Os Coristas”, de Christopher Barratier.”Al otro lado del rio”, tema composto pelo músico paraguaio Jorge Drexler para o filme “Os diários de Che Guevara”, também foi interpretado no Kodak Theatre não pelo autor, mas por António Banderas e Carlos Santana.Esta foi uma decisão da produção, alegando que Jorge Drexler não é conhecido do público norte-americano.O cantor paraguaio acabou por vencer o Óscar pela canção e, no momento do discurso da vitória, em vez dos agradecimentos aproveitou para cantar um excerto do tema, mostrando à produção e aos norte- americanos a verdadeira beleza da sua música.A
australiana Cate Blanchett, vencedora do Óscar de melhor actriz secundária em “O Aviador”, fez um dos mais estranhos agradecimentos da noite ao dizer a Martin Scorcese: “Espero que o teu filho case com a minha filha”.
Gostava que eles fossem alegres… Natércia Rodrigues A maioria dos habitantes de inúmeras nações vive silenciosa e triste. Talvez mesmo a maior parte das pessoas não conheça a alegria do sorriso. Tenho pena de todos esses homens esmagados pela tristeza. Gostava de defender a causa destes infelizes. Gostava de vê-los novamente alegres; gostava de levar a todos os corações aflitos uma palavra de consolação, um raio de esperança; gostava de lhes falar sobre a alegria. Mas como...? Se eu lhes transmitir uma mensagem minha sobre a alegria, eles não me acreditarão que a minha palavra será desprovida de autoridade, não fará eco nos seus corações. A tristeza não faz mal à nossa alma, faz mal ao nosso corpo. Todos os que se suicidam são homens tristes e melancólicos, mas mesmo fora desses casos extremos a tristeza consome lentamente a nossa vida. A tristeza faz mal ao corpo, apressa as pulsações cardíacas, envenena a corrente sanguínea, aumenta a secreção glandular, causa desordens no estômago e intestinos, podendo mesmo provocar úlceras nos mesmos. O homem triste não tem amigos. Qual é a rapariga que arranja um namorado com mais rapidez e menos canseira: é a triste ou a alegre? Qual é o comerciante que tem mais clientes, é o triste ou o alegre? Qual é o médico que tem mais consultas, é o triste ou o alegre? Qual é o sacerdote que tem mas simpatia, é o triste ou o alegre? É que um afável, sorriso nosso ao outro, que se abeira de nós, significa: gosto de ri, faz-me bem a tua presença, estou satisfeito por vê-los. No entanto podemos dizer: sei muito bem que a alegria é a saúde da alma e do corpo, que os espíritos alegres singram na vida; mas eu, que sou triste, como posso ficar alegre? Pois é, nós sabemos como ficar alegres, mas estamos esquecidos. E que tal se tentarmos lembrar com até uma certa facilidade? Partimos como dois amigos a esta descoberta dos pontos que podemos aceitar sem trair as nossas convicções. Todo o homem na infância é alegre. Tu aceitarás sem dificuldade que foste sempre alegre na infância. Aceitarás igualmente que o alcoólico não foi na infância fumador. Ora se o alcoólico se fez alcoólico bebendo, se o fumador se fez fumador, fumando, tu fizeste-te triste habituando-te a pensar tristemente. Portanto, não há outro remédio para combater esse hábito, senão introduzindo o hábito de pensar o contrário, ou seja pensar alegremente, falar alegremente, agir alegremente, mesmo que sintas no teu íntimo tristeza e desolação. É a lei psico-filosófica. Há uma profunda tendência na natureza humana de tornar-se o que cada um imagina. É sobre este princípio que se baseia a lei do hipnotismo. O hipnotizador incute convicção no hipnotizado. A convicção gera forças. As forças produzem efeito muito além da capacidade normal do indivíduo. É a tua alegria perdida que é preciso voltar. Não terás tu saudades da alegria da tua infância? Então tem coragem, pois o caminho é para a frente. Amigo triste, procura criar o hábito da alegria. Pensa alegremente, conversa alegremente e age alegremente.
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A Casa dos Açores do Quebeque informa que as aulas de pintura já recomeçaram. Todos os interessados em frequentar estas aulas, podem contactar a Casa dos Açores através do telefone 514-388-4129 ou Natércia Rodrigues 514-384-1575.
Dia da Mulher A Casa dos Açores do Quebeque organiza pela primeira vez, o Dia da Mulher, no domingo, dia 13 de Março de 2005 com início pelas 12H30. 12H30 – Almoço -Salada, esparguete com salsicha à italiana, café e bolos Programa: Testemunho/experiência com a Professora Lurdes Dias, poesia, historial do dia da Mulher, música com o grupo Recordações e entrega de prémios a algumas mulheres que se têm dedicado e distinguido na Caçorbec. Não faltem a este evento!Preço: 15 mulheres. Direcção: 229 Rue Fleury Ouest Tel: 514-385-4129
Centro de Ajuda à Família Cursos de informática: Introdução aos Computadores (Quarta- feira e sábado). Introdução ao mundo da Internet (Sábado) Encontram-se inscrições abertas para cursos de informática e Internet a começar no mês de Março. Acessível para todos com prioridade para os utentes do Centro. Para às inscrições comunicar através do 514-982-0804, ou por email centreaidefamille@qc.aira.com
A.P.C.: Baile da pinhata Sábado dia 19 de Março 2005 pelas 19h00 na Associção Portuguesa do Canadá. Com o conjunto Renovação. Ementa: Sopa, entrada, Vitela à A.P.C., sobremesa e café. Sócios: 15APC, Não sócio: 20 APC e crianças: 7APC. Reserve o seu lugar. tel.: 844-2269
VII Convivio de Naturais e Amigos de Agua de Pau em Mississauga, Ontario - CANADA Vindos de Montreal Jorge Pimentel, Eddy Sousa, Emotions, Patrick e Funami.Convidados dos Açores, Eng. João António Ferreira Ponte, João Manuel Sousa, Roberto Manuel de Sousa, José Fernando Costa.Os fundos destinam-se à conclusão da elevação de um monumento histórico alusivo ao cinquentenário da emigração para o Canadá a ser instalado na futura “Praça do emigrante” em Água de Pau. Ementa: Sopa de Agrião, costeleta de porco e peito de galinha grelhado com batatas e vegetais, “Baked Alaska” e café ou chá. Finalmente um bolo de aniversário.Preço: adultos $35.00 e crianças $25.00,. Sabado, 19 de Marco de 2005, Renaissance Convention Centre Contacto: Nuno Cabral 1-905-615-8426
A.P.C.: Assembleia-geral de 2005 Vimos por este meio comunicar aos membros associados da A.P.C. que após o termo de mais um mandato em frente dos destinos desta grandiosa Casa, que muito nos orgulha, e na qualidade de Presidente cessante informamos que pretendemos realizar a Assembleia Geral dentro dos prazos estabelecidos por lei orgânica na nossa colectividade. Para dissipar quaisquer ambiguidades, queiram consultar as disposições legais do Capítulo 3 da Associação Portuguesa do Canadá em vigor desde 6 de Fevereiro de 1994, inscrito nas Instituições Oficiais do Governo do Québec, todavia, a respectiva ractificação em Assembleia extraordinária, nunca foi realizada até os dias de hoje. Portanto, considera-se aplicável por lei, até o contrário.Assim, informo que a Assembleia geral Ordinária da Associação Portuguesa do Canadá, terá lugar na última semana do fim do primeiro trimestre, e os avisos de convocatória serão feitos 10 dias antes, em carta enviada, pelo Presidente da Mesa de Assembleia ou Vice-presidente com a respectiva agenda e ordem de trabalhos.Como é sabido o ano de 2004 não foi fácil, houve algumas situações análogas que inviabilizaram a presença continua do Presidente da A.P.C., embora, saibamos todos, que 2004 conheceu no interior da nossa Casa, um conjunto de iniciativas inéditas e de grande nível. Não temos a memória curta e a bom termo, o relatório de actividades refrescará a memória de alguns críticos crónicos que muito falam e pouco fazem para merecerem o respeito e valor que lhes é divido. Com os meus melhores cumprimentos.
cido por fazer comentários politicamente incorrectos, Rock recordou que este ano estavam nomeados vários actores negros, que acabaram por vencer em duas categorias: Morgan Freeman como actor secundário em “Million Dollar Baby” e Jamie Foxx no papel principal de “Ray”.Para provar (ou provocar) que muitos dos filmes nomeados não tiveram grandes audiências nas salas de cinema norte-americanas, Chris Rock fez ainda um inquérito de rua em Los Angeles, que mostrou que muitos dos inquiridos preferiram ver “Alien vs Predador” ou “White Chicks” a “O Aviador” ou “Sideways”.Entre os vários momentos musicais da noite, conta-se a actuação do violoncelista YoYo Ma, numa homenagem a artistas falecidos em 2004, en-
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AGENDA COMUNITÁRIA Casa dos Açores do Quebeque
Festa em Gatineau A Comissão de Festas da Igreja do Espírito Santo em Gatineau, convida a comunidade a assistir a um grandioso espectáculo no próximo dia 5 de Março, pelas 19 horas, apresentado pelo Grupo da Igreja de S. Sebastião de Toronto. Este espectáculo consta de uma comédia, intitulada « A matança da Tia Francisca », seguindo-se um grande acto de variedades. Os preços de entrada são $ 8.00 para adultos e $ 4.00 para crianças dos 6 aos 12 anos.Além disto, haverá também um buffet, com pratos variados.Para reservarem os bilhetes devem contactar : Eduardo Silva (568-1689), Irene Toste (643-2816), João Marques (5685248), José Francisco Botelho (568-0436). Não faltem a este espectáculo que promete ser muito bom e diferente daquilo que estamos habituados.
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Necrologia
Guia do Consumidor CÂMBIO DO DÓLAR CANADIANO EM PORTUGAL
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URGÊNCIAS E SERVIÇOS PÚBLICOS Ambulância Clínica Portuguesa Luso Polícia Bombeiros Hospital Hôtel-Dieu Hospital Royal Victoria Hospital Ste-Justine Hospital Ste-Jeanne-d'Arc Hospital Montreal para Crianças Serviço de Auxílio aos Emigrantes(SANQi) Sun Youth, Serviços de Urgência
PLOMBERIE & CHAUFFAGE LEAL INC. 4267 Av. Coloniale 514.285.1620 514.672.4687
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ASSOCIAÇÕES E CLUBES Ass. Angolana de Montreal 313-6465 Associação N. S. de Fátima(Laval) 681-0612 Associação Portuguesa do Canadá 844-2269 Associação Portuguesa do Espírito Santo 254-4647 Associação Portuguesa de Lasalle 366-6305 Associação Portuguesa de Ste-Thérèse 435-0301 Caixa de Economia dos Portugueses 842-8077 Casa dos Açores do Quebeque 388-4129 Centro de Ajuda à Família 982-0804 Centro Português de Referência 842-8045 Centro Comunitário do Espírito Santo 353-1550 Clube Oriental Português de Montreal 342-4373 Clube Portugal de Montreal 844-1406 Grupo Folclórico Campinos do Ribatejo 353-3577 Rancho Folclórico Verde Minho 768-7634 Ass.Port.West Island 684-0857 Português de Montreal 739-9322 Sporting Clube de Montreal 499-9420 Sport Montreal e Benfica 273-4389 IGREJAS Igreja Baptista Portuguesa Igreja Católica de Santa Cruz Igreja N. S. de Fátima de Laval Assembleia de Deus Centro Cristão da Família Igreja Nova Unção Igreja Cristã Vitoriosa
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Evangelina de Jesus Frazão
O defunto vai ser velado hoje, 2 de Março, das 14h às 17h, e das 19h às 22h. O funeral terá lugar amanhã, pelas 11h00, na missão Santa Cruz.
GARAGENS
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António de Oliveira
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A família, muito sensibilizada, vem por este meio, agradecer a todas as pessoas as muitas provas de carinho e amizade que lhe foram dadas por ocasião do funeral do seu ente querido, bem como a todas aquelas que, por qualquer forma, lhe tenham manifestado o seu sentimento de pesar por tão infausto acontecimento. A todos um sincero Obrigado e BemHajam.
Renovam profunda gratidão pelas presenças amigas na liturgia do 7 o dia em sufrágio pela sua alma, que se realiza sexta-feira, 4 de Março de 2005, pelas 18h30, na missão Santa Cruz.
FUNERAIS
CONFORT 4057 Boul. St-Laurent
514.844.3054
O funeral teve lugar segunda-feira, dia 28 de Fevereiro de 2005, na missão Santa Cruz, seguindo depois o cortejo fúnebre para o Mausoléu St-Martin, onde foi sepultar, em cripta.
A família vem por este meio, agradecer a todas as pessoas que se dignaram a tomar parte nas cerimónias fúnebres ou que, de qualquer forma, se lhes associaram na dor. A todos um sincero Obrigado e Bem-Hajam.
FOTÓGRAFOS
GRANITE LACROIX INC. Construção de monumentos 1735 Boul. des Laurentides Laval, Québec 450. 669.7467
LISBOA 355 Rachel Est
Os serviços fúnebres estiveram a cargo de: Alfred Dallaire | MEMORIA 3254, Bellechasse, Montreal 514. 277-7778 www.memoria.ca Eduino Martins
O funeral teve lugar ontem, dia 1 de Março de 2005, na missão Santa Cruz, seguindo depois o cortejo fúnebre para o cemitério Notre-Dame-des-Neiges, onde foi a sepultar.
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Deixa na dor seus filho(a)s Jorge (Maria Luísa Viveiros), Manuel (Olívia Teles), Roberto (Maria Medeiros), Maria da Conceição (Jorge Torres), Normanda (José de Sousa), Carmo de Lurdes (Carlos Dias), Maria Eugenia (José Bizarro), Eduardo (Maria Delfina Tente) e João, seus 19 netos, suas irmãs Maria Nascimento e Maria dos Anjos, assim como outros familiares e amigos.
Faleceu em Montreal, com 92 anos de idade, no dia 25 de Fevereiro de 2005, o Sr. António de Oliveira, natural de Estarreja, Portugal, esposo da já falecida D. Gloria Rodrigues. Deixa na dor seus filho(a)s Ilda (Manuel Couto Henriques), Olívia (Manuel José Tavares) e António (Maria Alves), seus netos Manuel (Alexandrina), Manuel Couto (Maria), Irene (Socky), Rosalina (Mito), António, Miguel e Mário, seus bisnetos, assim como outros familiares e amigos.
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Com 75 anos de idade, faleceu em Montreal, no dia 25 de Fevereiro de 2005, a D. Maria José Cabral, natural de Água de Pau, São Miguel, Açores, esposa do já falecido Sr. Jacinto Cabral.
†
FLORISTA
PHOTO GALÍCIA 4065 St-Laurent
† Maria José de Sousa Cabral
Renovam profunda gratidão pelas presenças amigas na liturgia do 7o dia em sufrágio pela sua alma, que se realiza amanhã, 3 de Março de 2005, pelas 18h30, na missão Santa Cruz.
IGREJAS
RÁDIO E TELEVISÃO
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Vária Confessionário José de Sousa João Paul II é a personalidade internacional que mais admira. Gasta dinheiro em livros. Falsidade é o que mais lhe incomoda nos outros. É a Conceição Ferreira, colaboradora do jornal que tão gene-rosamente acolhe o confessionário no seu seio. V.P- Como se define a si V.P- Quando criança, que próprio? C.F- Ambiciosa, lutadora, profissão sonhava vir a ter? C.F- Gostava de ser diplosimples e amiga. mata. V.P- Qual é a sua melhor V.P- O que significa para si virtude? a vida? C.F- Ser bondosa. C.F- Amarmo-nos a nós mesV.P- E o seu pior defeito? mos e amar o próximo. E ainda; C.F- Persistente. dar sem esperar à troca. V.P- Qual a sua melhor recordação de infância? C.F- Era brincar com o meus primos e as bonecas. Jogar a macaca. V.P- Se voltasse atrás, o que preferia não repetir? C.F- Ser mais fiel a mim mesmo.
V.P- Em que época histórica gostaria de ter vivido e porquê? C.F- Na época de hoje, porque não conheço outra. V.P- Qual é o melhor sítio do mundo? C.F- É a cidade de Braga, é o meu cantinho, o meu país e
minha saudade. V.P- E o pior? C.F- Onde se passa fome e não há nada para comer. Querer
V.P- Em que é que mais gosta de gastar dinheiro? C.F- Em livros. V.P- Qual é o seu prato preferido? C.F-Bacalhau à Narcisa, uma especialidade de Braga. V.P- Qual é a sua canção preferida? C.F- When a Man Loves a Woman. V.P- Qual é o melhor livro que leu? C.F- Os Lusíadas, Luís de Camões.
paz e não encontrar. V.P- O que é viver imigrado? C.F- Estar longe da PátriaMãe; é sacrifício, luta e coragem. É pensar que se encontra a melhor forma de viver.
V.P- Qual a viagem mais agradável que fez? C.F- Foi a Suíça. V.P- Quais as características que mais admira no sexo oposto? C.F- Responsável, amigo e sobretudo ser Homem. V.P- O que mais a incomoda nos outros? C.F- Falsidade V.P- Como costuma ocupar os tempos livres? C.F- Leitura, música clássica e viajar. V.P- O que mais lhe agrada no seu trabalho? C.F- Organizada e ser apreciada. V.P- E o que mais lhe desagrada? C.F- Não ser reconhecida pelo meu trabalho.
V.P- Qual é o melhor filme que viu? C.F-Amar em tempo de guerra. V.P- Que notícia gostaria de encontrar amanhã no jornal? C.F- Que os homens se entendiam na terra. V.P- Qual é o seu personagem imaginário preferido? Porquê? C.F- Heidi, porque me impressionou. V.P- Se fosse invisível para onde iria? Para ver e ouvir o quê? C.F- Para o espaço, ver e ouvir quanta ignorância existe.
Exposição de Miguel Rebelo Manuel Carvalho De 4 a 31 de Março, estará patente ao público mais uma exposição do pintor luso-canadiano Miguel Rebelo na HAN ART CANADA INC no 460 Rue Sainte-Catherine OUEST # 409 em Montréal.Tel: 514-876-9278 Email: info.hmcharnar@bellinet.ca. Miguel Rebelo nasceu em 1957, nos Açores. Reside em Montréal desde 1969. Actualmente as suas actividades são repartidas entre Portugal e o Québec. É filho do conhecido arquitecto João Rebelo desde há muitos anos radicado no Quebeque e neto do grande pintor açoriano Domindos Rebelo. Já efectuou diversas exposições individuais e colectivas no Canadá, em Portugal e no estrangeiro sendo uma das mais recentes a exibida na Galeria Fonseca Macedo em Ponta Delgada: http://www.fonsecamace do.com/default.php?lang=pt. Além disso, está representado em colecções: Museu das Civilizações do Canadá, Ottawa; Ministério dos Assuntos Culturais e da Emigração do Québec; Cirque du Soleil, Montréal; Hydro-Québec, Montréal; Museu Carlos Machado, Ponta Delgada; 1001 Nações, Organismo Multicultural, Canadá; Ministério dos Negócios Estrangeiros, Lisboa; PLMJ – Sociedade de Advogados, Lisboa. Sobre ele escreveu e a sua obra, escreveu Luísa Soares de Oliveira: (...) É a esse limbo, lugar das almas antes da criação do mundo, como das imagens antes da criação da arte (ou depois do fim da arte) que a obra de Miguel Rebelo nos conduz. Perante o excesso de todas as imagens, uma das acções possíveis será sempre esta: encarar o futuro da arte como um andar para a origem, um andar que se vai apropriando da história nos lugares onde ela transborda.
V.P- Qual é a personalidade internacional que mais admira e porquê? C.F-João Paulo II, por levar a palavra “paz” a todo o mundo. V.P- E qual é a personalidade nacional e porquê? C.F-Durão Barroso, porque é o mais importante fora de país. V.P- O que pensa deste confessionário? C.F- Para dar a conhecer mais daquilo que não sabem. V.P- Se fosse todo-poderoso, qual a principal medida que tomaria? C.F-Amai-vos uns aos outros. V.P- Qual o provérbio em que mais acredita? C.F- Diz-me com quem andas, e dir-te-ei quem és.
Formula1
Um Filme sobre a vida de Gilles Villeneuve Foi com imenso prazer que assistimos na passada quintafeira, pela voz da Presidente de Capri Filmes, Gabriella Martinelli, à apresentação da escolha do realizador e do encenador do longa-metragem que, há muito, muito tempo, se esperava, VILLENEUVE. Sendo à partida um filme dramático, rodado através deste mundo turbulento, caprichoso e tenaz que é a FORMULA1, será baseado na biografia escrita pelo grande jornalista Gerald Donaldson (Villeneuve, The Life of the Legendary Driver) e entrará em produção em 2006. Christian Duguay será desde então o realizador e Malcolm Clarke o encenador, tendo como produtora Gabriella Martinelli, ela que acaba de produzir Romeo et Juliette de Baz Luhrmann, este com Leonardo Di Caprio e Clare Danes. O que fará distinguir esta produção será o facto de se tratar de um grande drama humano de um pai e de um filho. Gilles, através da forma corajosa e destemida como pilotava, não conseguiu realizar o sonho de
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Helder Dias Campeão, vindo a ser o seu filho Jacques a concretizá-lo. Villeneuve será uma história de velocidade e de coragem, recordando o legendário Gilles Villeneuve, favorito a ganhar o Campeonato do Mundo de 1982, mas acabando por perder a vida num terrível acidente durante uma secção classificativa em Zolda na Bélgica. Encontrámos o seu filho Jacques Villeneuve no Restaurante Newtow, o qual sempre com o mesmo sorriso respondeu prontamente às mais variadas perguntas, dizendo mesmo estar associado ao projecto como consultante e participando como piloto no filme.
Falando do facto de ter corrido com o monolugar de seu falecido pai na Inglaterra o verão passado, Jacques não deixou de dizer que para ele foi uma honra não somente ter pilotado o Ferrari de seu pai como de ter usado pela primeira vez na vida o capacete daquele que nos anos 80 seria um dos maiores pilotos do mundo. “Que melhor maneira terei eu de testemunhar a herança do meu pai que a de colaborar com uma companhia de produção Canadiana de renome e de um autor de tão elevado nível que é Gerry Donaldson. Todos os elementos estarão presentes para se produzir um filme agradável e credível.” dizia Jacques Villeneuve. Quanto a nós, e depois de conhecer Jacques Villeneuve, resta-nos o consolo de ver que finalmente o filho aceita, e com muito orgulho, de falar sobre o seu pai.
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Viva o futebol FA pode abrir inquérito ao comportamento de Mourinho A Federação Inglesa de Futebol (FA) poderá abrir um inquérito ao treinador do Chelsea, José Mourinho, na sequência da expulsão na final da Taça da Liga, que a sua equipa venceu, ao derrotar o Liverpool por 3-2, após prolongamento. O árbitro que apitou a final, disputada domingo em Cardiff, Steve Bennet, incluiu o incidente no relatório do jogo e cabe agora à FA tomar uma decisão sobre o assunto. A expulsão aconteceu ao minuto 79, na sequência do lance que ditou o golo de empate do Chelsea, num auto-golo de Gerrard. Após o golo, o técnico dos “bleus” colocou o dedo indicador na boca, em sinal de silêncio. Inicialmente, o gesto de Mourinho foi interpretado como uma provocação aos adeptos do Liverpool, mas mais tarde o técnico português explicou que pretendia dirigir-se aos meios de comunicação social ingleses que o tinham criticado durante a semana. O incidente de domingo não foi o primeiro protagonizado pelo técnico portu-
guês. Em Janeiro, Mourinho foi acusado de conduta incorrecta depois de alguns comentários polémicos sobre o encontro com o Manchester United, da primeira mão das meias-finais da Taça da Liga (2-1). No entanto, a FA decidiu não levar a cabo qualquer acção disciplinar contra o técnico do Chelsea, líder destacado da primeira Liga inglesa de futebol. Na última quarta-feira, Mourinhou voltou a “provocar” os meios de comunicação britânicos, ao recusar-se falar no final do encontro com o Barcelona (2-1), da primeira mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões. O silêncio de Mourinho foi motivado por uma conversa, ocorrida no intervalo do jogo entre o treinador do Barcelona, Frank Rijkaard, e o árbitro do encontro, o sueco Anders Frisk. Entre-tanto a Associação de Treinadores da Liga inglesa de futebol expressou o seu apoio a José Mourinho, considerando “inócuo” o gesto de mandar calar os jornalistas no jogo da final da Taça da Liga.
CLÁSSICO TERMINA EMPATADO sado. Quarto-de-hora de luxo Contrariamente a todas as previsões, foram os encarnados que entraram a mandar no jogo, encostando o adversário às cordas. Com um meio-campo muito bem organizado e a frente de ataque mobilizada para objectivos concretos, como as desmarcações de Simão e Geovanni, dinamizadas pelas iniciativas de Nuno Assis; foram surgindo boas oportunidades, em dois livres de Petit, que obrigaram Vítor Baía a sobressair. Surpreendidos, os portistas retraiam-se e sentiam dificuldades em chegar à área adversária. A solução era tentar remates de meia distância, que nunca chegaram a incomodar Quim. O terreno ia sendo conquistado aos poucos, até que à passagem da meia-hora, Seitaridis descobre Maniche na área, que remata rasteiro, mas Postiga serve de defesa (pouco mais conseguiu fazer do que isso), desviando a bola do guardaredes e da própria baliza. Com dois pontas-de-lança, o Porto não conseguia criar perigo e eram os médios que cresciam e assumiam as despesas do encontro. A primeira parte termina com o Benfica recuado e Quim a socar um livre de Diego. Emoção e golos O mais interessante ainda estava para vir e a emoção surgiria logo nos instantes inicias do segundo tempo, primeiro com Nuno Assis a avisar Baía, depois com McCarthy a passar por Petit e Dos Santos e a rematar ao lado. O jogo estava lançado e os golos surgiriam pouco depois. Benni queria dedicar um à sua recém-nascida filha (Minna), mas desperdiçou mais do que acertou. Exemplo disso mesmo é, aos 59, quando, isolado no coração da área, rematou com estrondo por cima da barra. O Benfica, mais uma vez, fazia questão em mostrar que estava
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Cont. da pág. 1 bem vivo e preparava-se para fazer estragos. Assis remata com estrondo ao poste, afirmando-se como o melhor dos encarnados, e, um minuto depois, desmarca Geovanni. Isolado, o brasileiro tenta passar por Vítor Baía, que tinha saído da baliza, mas perde o ângulo de remate e quando remata já lá está Jorge Costa, que ampara a bola com o peito. Numa sucessão frenética de acontecimentos, logo no minuto seguinte o Porto sai para o ataque. Costinha lança Nuno Valente na esquerda, que cruza para a área e, desta vez, Benni não falha, antecipando-se a Dos Santos para fazer o golo. Trapattoni reage, colocando Nuno Gomes no lugar de Nuno Assis e o empate surge pouco depois. Após um desentendimento entre Ricardo Costa e Karadas, que valeu um amarelo a cada um, a defesa da casa desconcentra-se e permite que Geovanni surja isolado no coração da área após um canto de Petit, cabeceando na perfeição para o fundo das redes. Em dez minutos tudo tinha mudado e voltado ao normal, tornando o jogo algo indefinido nos instantes finais. McCarthy acertou na barra, de livre, e Nuno Gomes obrigou Baía a efectuar mais uma grande defesa. A assistir a tudo isto estava António Costa, um grande árbitro, com uma grande exibição.
Sítio da Liga é um sucesso O sítio da Liga de clubes na internet é um êxito, registando mais de 138 mil visitas em meio ano de vida. Um número que comprova não ser a página, embora essencialmente técnica, do exclusivo interesse de clubes ou jornalistas. A confirmação desta tese chegou, aliás, na passada semana: o comunicado sobre o sumaríssimo aplicado a Simão Sabrosa bateu recordes, com 1135 visitas, e deixou claro que pelo menos um milhar de portugueses preferiu ir directo à fonte, ao invés de esperar pelas notícias do dia seguinte. Pelo menos neste particular os sumaríssimos fazem sucesso...
Curiosidade O Rio Ave continua a liderar o ranking dos empates. Uma dúzia em 23 jogos, ou seja são mais as divisões de pontos do que a soma de vitórias (7) e derrotas (4). O Leiria e o Marítimo batem na tecla do empate e também já chegaram aos dois dígitos
Meia centena para o Sporting e duas dezenas para... Liedson Com os quatro golos facturados ontem ante o Estoril, os “leões” alcançaram a marca da meia centena de tentos festejados na corrente SuperLiga. O feito fica assinado por Liedson, que logrou simultaneamente marcar o seu 20.º golo no Campeonato. O Sporting mantém-se, desta forma, como o ataque mais concretizador da competição, e o brasileiro continua no topo da lista dos melhores marcadores.
Saiba por que é que o Boavista pode ter a chave para o título O Boavista tem tudo para ser a chave da decisão da presente Superliga. A equipa de Jaime Pacheco ocupa o quarto lugar, a apenas dois pontos de distância dos três grandes, que estão na liderança. Ora bem, para além de estarem tão perto do topo, os axadrezados vão receber no Estádio do Bessa precisamente todas as equipas da frente, incluindo o Sp. Braga, que se mantém com os mesmos 40 pontos. As decisões começam na jornada 27, que só se vai disputar no primeiro fim-de-semana de Abril, quando o Sporting se deslocar à zona da Boavista. Uma semana depois terá lugar o «derby» tripeiro, com o F.C. Porto a ter de percorrer alguns metros desde o seu habitual local de estágio até ao Bessa. Seguem-se três semanas de intervalo e as últimas jornadas voltam a trazer o Boavista para o topo da actualidade, primeiro a ter de receber o Sp. Braga, depois, no derradeiro dia da Superliga, o Benfica, não se sabendo se essa será uma jornada absolutamente decisiva para as contas do campeonato. De assinalar, ainda, que o Penafiel também terá de defrontar as cinco equipas da frente e viaja apenas a Alvalade, pois recebe o F.C. Porto já este sábado, o Boavista dentro de duas semanas, o Sp. Braga na jornada 30 e na 32ª o Benfica. O Sporting, que se apresenta como um dos mais sérios candidatos ao título, também poderá ter tudo nas suas mãos, pois terá de defrontar os outros
competidores directos, embora em circunstâncias diferentes. Recebe o F.C. Porto em Alvalade, mas terá de ir ao Bessa, a Braga e à Luz. Em todo o caso, os leões, juntamente com os axadrezados, disputam seis partidas em casa e cinco fora, enquanto encarnados e dragões vivem a situação inversa.
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Viva o futebol Feyenoord-Sporting, 1-2 Nem petardos, nem objectos arremessados das bancadas, que obrigaram a duas longas interrupções da partida, abalaram o Sporting que foi a Roterdão bater o Feyenoord pelo mesmo resultado que conseguiu em Alvalade (2-1) e garantir a qualificação para os oitavos-de-final da Taça UEFA. Com uma exibição personalizada os leões levaram a melhor, no ambiente infernal da Banheira, com uma exibição sustentada em duas novidades no onze de Peseiro: Pedro Barbosa e, sobretudo, João Moutinho. O jogo acabou ao som de «olés» dos portugueses e com a banheira bem mais vazia. Com um Feyenoord desconfiado e retraído, os leões tomaram conta do jogo, com uma boa circulação de bola entre
uma linha defensiva em linha, bem adiantada no terreno, e um meio-campo muito mexido, apenas com Liedson fixo na frente. Durante quinze minutos, os holandeses andaram a correr atrás da bola e um silêncio arrepiante percorreu as barulhentas bancadas do De Kuip quando Sá Pinto atirou às malhas laterais e Hugo, num pontapé de canto, atirou de cabeça a rasar ao lado. O silêncio foi subitamente quebrado por um petardo que rebentou a cerca de um metro de Ricardo e que deixou o guarda-redes do Sporting combalido no relvado. O jogo esteve interrompido por cinco minutos e, quando recomeçou, o Sporting tinha perdido a dinâmica inicial. Os holandeses conseguiram, finalmente, pegar na bola e, em
três ou quatro lances, deixaram claro que estavam ali para discutir a eliminatória. Os leões passaram, então, por alguns momentos de sufoco, com Kuijt a entrar na área de Ricardo em velocidade e a recuperar os cânticos dos adeptos do Feyenoord. Os de verde largaram o futebol sexy, como Gullit caracterizou o estilo português, e trocaram os passes rente à relva pelos alívios sem sentido. Kalou, a passe de Goor, atirou por cima da barra e, logo de seguida, foi Kuijt, na sequência de um cruzamento de Bruno Basto, que atirou de cabeça à figura de Ricardo. Os leões sustiveram bem a reacção holandesa e, com sangue frio, voltaram a recuperar o jogo e tiveram mesmo a última palavra antes do intervalo, com Barbosa a abrir na direita para Carlos Martins, em boa posição
atirar ao lado. Gullit tentou recuperar o meio-campo fazendo entrar o japonês Shinji Ono para o lugar de Bruno Basto e acabou por o conseguir, ainda que com elevados custos para a sua débil defesa. O Feyenoord voltou a tentar assumir o controlo do jogo mas, com mais espaços nas suas costas, submeteu-se ao acutilante ataque dos leões. Liedson deu o primeiro sinal respondendo de cabeça a um livre de Carlos Martins. Um erro crasso do guarda-redes do Feyenoord, que atirou contra o levezinho, quase proporcionou o golo a Sá Pinto. À terceira foi de vez. Carlos Martins, com um magnífico passe, isolou Liedson que, com toda a calma do mundo, aproximou-se a «trote» de Lodewijks e tirou-lhe um
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Enakarhire e Pedro Barbosa foram atingidos por alguns dos muitos objectos que foram arremessados pelos adeptos do Feyenoord e o árbitro Florian Meyer deu ordem a toda a gente para abandonar o relvado. O jogo esteve interrompido por mais de quinze mi-
Maniche e os quartos-de-final: «Está tudo em aberto» Maniche, médio do F.C. Porto, em declarações no final do empate com o Inter em jogo a contar para a Liga dos Campeões: «Foi um jogo equilibrado, com oportunidades para am-bas as equipas, pelo que me parece que o empate acaba por ser um resultado justo. Tendo
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chapéu bem medido. Depois aconteceu o caso do jogo. Quando os leões comemoravam junto à linha lateral,
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em atenção que sofremos um golo e que começámos por estar em desvantagem, pode considerar-se que o empate é também um bom resultado para nós. Agora temos de ganhar em Milão por 1-0. Não é fácil, nunca é fácil, mas acho que está tudo em aberto».
nutos e chegou a correr o rumor que já não ia recomeçar. Os jogadores acabaram por voltar para jogar os vinte e cinco minutos que ainda faltavam, mas, agora, a pressão estava toda do lado dos holandeses e o Sporting soube gerir muito bem essa situação. Os holandeses atiraram-se com tudo para a frente mas foi o Sporting, já com Douala e Miguel Garcia em campo, que contou com as melhores oportunidades. Rochemback acabou por matar o jogo, na marcação de um livre, superiormente marcado, numa altura em que já se ouviam «olés» da bancada dos portugueses e a banheira se ia esvaziando. Hoffs ainda salvou a honra dos holandeses, mas a eliminatória já estava decidida há muito.
Benfica-CSKA Moscovo, 1-1 O Benfica saiu da Taça UEFA sem chama, sem glória, sem moral e cansado de mais. O empate desta noite encontra contradições no discurso de Trapattoni e deixa o técnico italiano em situação muito complicada. Pior do que a eliminação foi a má imagem deixada pela equipa encarnada em campo, sem pernas para responder aos ímpetos da bancada. Assobios foram muitos. E, desta vez, nem há relvado que valha de desculpa. Trapattoni avisou que a sua preferência era a Superliga, mas colocou em campo exacta-mente a mesma equipa (excepção feita à troca de Miguel por João Pereira) que tinha apresentado cansaço de mais frente ao V. Guimarães. Incluindo Petit, que bem tentou correr os 90 minutos. Afinal, Trap sempre apostou na Taça UEFA. O CSKA foi uma equipa com preocupações em povoar o meio-campo e chamar por Love, que sozinho criou embaraços à defesa do Benfica. Os russos dominaram o jogo na primeira parte e apenas permitiram aos encarnados criar perigo através de remates de fora da área. Simão, Manuel Fernandes, Petit empolgaram as bancadas com bolas que passaram quase sempre ao lado dos postes. Era pouco. A noite começava a ficar fria de mais quando se reparava que quem dominava era o CSKA. A equipa russa trocava bem a bola e depressa a colocava entre os centrais encarnados. O Benfica estava partido entre o sector defensivo, que terminava em Petit, e o plano ofensivo que se iniciava com Manuel Fernandes.