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ACIC Chapecó - Maio 2019

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Maio 2019

Premio ACIC Unochapeco´ ^

de

Sustentabilidade


Com os financiamentos do BRDE, projetos inovadores do Sul do Brasil viram realidade. Aqui, você conta com a orientação de uma equipe especializada, que encontra a solução ideal para cada necessidade, além de linhas de crédito específicas para inovação, incluindo desenvolvimento de novos produtos, aprimoramento de serviços ou modernização de processos. BRDE. O banco que liga você ao desenvolvimento.

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Sustentabilidade pode ser considerada uma faceta da Responsabilidade Social, uma forma de conduzir os negócios da empresa de tal maneira que a torna parceira e co-responsável pelo desenvolvimento social. Empresas sustentáveis são aquelas que desenvolvem suas atividades e atingem seus objetivos mercadológicos, econômicos e institucionais utilizando de forma racional todos os insumos necessários ao processo laboral e produtivo, de forma a perpetuar sua existência e sua viabilidade. Fundamentalmente, respeitam os recursos naturais e os direitos da pessoa humana, exalta os valores da liberdade e do trabalho. A empresa sustentável e socialmente responsável é aquela que possui a capacidade de harmonizar os interesses dos diferentes atores (acionistas, funcionários, prestadores de serviço, fornecedores, consumidores, comunidade, governo e meio ambiente) e consegue incorporá-los no planejamento de suas atividades, buscando atender as demandas de todos e não apenas dos acionistas ou proprietários. Ética é a base da Sustentabilidade e da Responsabilidade Social e se expressa através dos princípios e valores adotados pela

SUS TEN TABI LIDA DE

organização. Não há Sustentabilidade nem Responsabilidade Social sem ética nos negócios. A Responsabilidade Social foca a cadeia de negócios da empresa e engloba preocupações com o contexto externo, cujas demandas e necessidades a empresa deve buscar entender e incorporar em seus negócios. As empresas já incorporaram os aspectos de sustentabilidade e caminham muito mais próximas às comunidades onde estão situadas. Cada vez mais a sociedade está alerta para a gestão responsável e cobra ações sustentáveis. Neste cenário, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) – que completa 72 anos neste mês de maio – persegue objetivos de sustentabilidade e responsabilidade social de forma autêntica e permanente porque está na base de seus compromissos estatutários e no cerne de seus princípios deontológicos. Dessa forma, contribui com a construção de uma sociedade pluralista e democrática, fulcrada nos valores do trabalho, da dignidade da pessoa humana, da liberdade e da igualdade de oportunidades. Chapecó, maio de 2019.

CIDNEI LUIZ BAROZZI Presidente

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72 anos impulsionando

/acic.chapeco

@acichapeco

ACIC

Chapecó

Mobilidade, Turismo e Lazer

Água Saúde e Educação

Ferrovias

Redução de Impostos Feiras e Eventos

Aeroporto

Rodovias

Comércio Exterior Sustentabilidade

Há 72 anos a ACIC atua para melhorias que acontecem em Chapecó e região. Sendo uma das entidades com maior representação no Estado, continuará desempenhando importante papel na busca de transformações para o Oeste.

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Desenvolvimento Empresarial

Agronegócio


SUCESSÃO FAMILIAR UM PROCESSO QUE EXIGE TRABALHO E DEDICAÇÃO Mais de 90% das empresas no Brasil são familiares, segundo o IBGE. Sabe-se que a gestão familiar possui vantagens e desvantagens que podem fazer o negócio prosperar ou não, dependendo da maneira como a família enfrenta os desafios, principalmente os vinculados à sucessão. A diretora da JA Equipamentos, Ivanete Matte, enfatiza que ninguém aprende a gerenciar uma empresa se não buscar conhecimento e ter força de vontade de aprender. “Geralmente os sucessores, os filhos, são muito imediatistas, jovens com ideias novas e inovadoras, mas que querem que as mudanças aconteçam muito rapidamente. Por isso, a importância da preparação, para sustentar e manter uma base construída há anos por nós, os pais”. De acordo com a gestora, para preparar os sucessores, em primeiro lugar eles precisam conhecer todos os setores da empresa, trabalhar nos departamentos e estarem envolvidos com os processos internos e externos. Como segunda etapa, ela aconselha a buscar um profissional para orientar sobre como proceder com a sucessão. “Temos que identificar as habilidades de cada sucessor e desenvolver em cada um o perfil de liderança. Saber como liderar as pessoas é um dos principais fatores de uma empresa, elas são a parte mais importante de uma organização. Isso tudo leva tempo. Portanto, um passo de cada vez”.

Para Ivanete, também é fundamental trabalhar com muita seriedade e dedicação. “Cada pessoa precisa ter as suas atribuições e responsabilidades dentro da empresa e saber lidar com as diversidades do dia a dia, mantendo sempre o amor e o respeito pelas duas gestões”.

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A IMPORTÂNCIA DO MARKETING PARA AS EMPRESAS COMUNICAÇÃO E RELACIONAMENTO COM FOCO NO CLIENTE A comunicação sempre será a ferramenta mais valiosa, quando o objetivo é o sucesso profissional. Trata-se também de uma habilidade, que pode e deve ser desenvolvida por qualquer pessoa, independente da área de atuação. Estima-se que mais de 70% dos conflitos dentro das empresas, tenham como causa as falhas de comunicação entre as pessoas, gerando desmotivação, falta de engajamento e baixa produtividade. Essa dificuldade, por parte de colaboradores e lideranças, não passa despercebida ao cliente, que em contrapartida, procura outro serviço, uma vez que o atendimento já não o satisfaz. Num mundo com personalidades diversas, o uso correto da ferramenta de comunicação, como base para a excelência em atendimento, torna-se o diferencial para cada empresa. No momento em que nos damos conta de que o ótimo relacionamento com cliente interno e externo é nossa maior conquista, e que a partir deste relacionamento poderemos obter maior lucratividade para nossa empresa, certamente venceremos todos os desafios.

Longe de ser apenas um meio de propaganda de produtos e serviços, o marketing atua diretamente na inteligência estratégica e competitiva das empresas, criando valor para otimizar vendas, fazendo com que as marcas se posicionem à frente no mercado. Uma boa estratégia de marketing, que atua de acordo com o comportamento do consumidor, gera vantagens valiosas, pois através dela pode-se atingir o público de forma muito eficaz, aplicando metodologias que tornam as ações ainda mais assertivas. O tema será abordado na capacitação “Marketing nas empresas”, nos dias 13, 14 e 15 de maio, das 19h às 22h, na ACIC, com o especialista em branding Leandro Cachoeira.

Leandro Dos Santos Cachoeira

Mais informações pelo e-mail treinamentos@acichapeco.com.br ou telefone (49) 3321-2800.

GESTÃO ESTRATÉGICA DE

Rita de Cassia V. Venturini

NAS EMPRESAS 6 - ACIC Chapecó


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Institucional

Premio ACIC Unochapeco´ ^

de

Sustentabilidade

A ACIC, por meio do Núcleo de Sustentabilidade, em parceria com a Unochapecó lançou a 1ª edição do Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade. O objetivo é reconhecer as empresas e entidades associadas à ACIC com as melhores práticas sustentáveis. A iniciativa também busca promover o comprometimento sustentável das empresas, difundir a importância do tema, in-

centivar a inserção de práticas de inovação no processo gerencial, promovendo rumos para a sustentabilidade, estimular as organizações a alinharem suas práticas de gestão aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), desenvolver a sustentabilidade como oportunidade de negócios, mobilizar e envolver os colaboradores, entre outros.

O QUE É SER SUSTENTÁVEL O conceito de sustentabilidade é dividido em três pilares: ambiental, social e econômico. Um empreendimento, portanto, é considerado sustentável quando é ecologicamente correto, economicamente viável e socialmente justo.

QUEM PODE SE INSCREVER As inscrições para a premiação das Melhores Práticas de Sustentabilidade podem ser efetuadas de acordo com a ênfase da prática em cada dimensão da sustentabilidade: ambiental, social e econômico. Qualquer empresa ou entidade associada ou nucleada à ACIC pode participar, com a escolha de apenas uma das dimensões da sustentabilidade. O relato deve indicar de que maneira a dimensão da prática de sustentabilidade é incorporada na empresa para concorrer ao prêmio. Outro aspecto a ser observado na inscrição é o porte da empresa: micro e pequena, média e grande.

INSCRIÇÕES As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no período de 02 a 31 de maio. A homologação será no dia 17 de junho, a apuração dos resultados no dia 22 de julho e a entrega da premiação será em evento no dia 29 de agosto. As inscrições serão exclusivamente via internet, mediante o preenchimento do formulário eletrônico que estará disponível no site da ACIC: www.acichapeco.com.br/sustentabilidade. Mais informações com os integrantes do grupo ou com o setor de núcleos da ACIC, pelo telefone (49) 3321-2800 e e-mail nucleos3@acichapeco.com.br .

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INOVAÇÃO E TECNOLOGIA COMO DIFERENCIAIS NO SETOR DE SERVIÇOS

A

s inovações tecnológicas trazem facilidades e confortos que antigamente não eram possíveis. Os benefícios para as empresas em questões estruturais e processuais todos já sabemos. O que não devemos é esquecer que a tecnologia é criada para estar a serviço do ser humano, melhorando suas experiências na compra de serviços e produtos, entre outros aspectos. O uso da tecnologia transformou o setor de serviços e as empresas que mais inovarem saem na frente para atender um púbico consumidor cada vez mais exigente e as novas gerações que chegam cada vez mais conectadas. É preciso entender a importância do investimento para a continuidade e competitividade dos negócios. Um exemplo é o uso da realidade virtual para driblar a dor. A novidade foi apresentada pelo pediatra norte-americano Charles Rudnick, na Universidade Atlântica, na Florida (EUA), foi um dos pioneiros a utilizar a realidade virtual para diminuir a dor e a ansiedade no momento da vacinação. Ao oferecer um óculos de realidade virtual a um menino de 8 anos, para que se distraísse no momento de receber a vacina, Rudnick observou que a criança não havia sequer percebido que havia sido vacinada. O investimento por parte de empresas que atuam no setor traz experiências diferenciadas aos consumidores, sejam crianças ou adultos. A realidade virtual na hora de fazer uma vacina já está sendo usada no País. Ao chegar na Clínica, a criança recebe um óculos de realidade virtual e, enquanto ela assiste um vídeo, a vacina é preparada sem que ela veja. A história mostra um personagem que precisa da ajuda da criança, que se tornará um herói e salvará o reino. Para isso, é preciso aplicar um “poder especial” e, no momento que isso acontece no vídeo, é aplicada a vacina. De acordo com profissionais da área,

Enzo Galharino Ribeiro, de 5 anos e 9 meses provando que a tecnologia está cada dia mais inserida no nosso dia a dia. o resultado é uma experiência menos traumática, tornando-se um momento divertido. Em Chapecó, a tecnologia está sendo usada pela empresa associada à ACIC, Prevenção Vacinas. “A reação das crianças é indescritível e o nosso trabalho se torna muito mais fácil, pois todo mundo sai feliz”, comenta a vacinadora que trabalha há seis anos na Clínica, Luciana Renata Grasel. “Sempre oferecemos recompensa para as crianças que fazem vacinação na Clínica, desde que abrimos em 2009. Nossos balões de personagens animados já eram uma marca registrada. Quando ficamos sabendo desta tecnologia, há um ano, foi impossível adquirir pelo seu valor. Hoje, com a quebra da patente conseguimos adquirir e os resultados são incríveis”, afirma a diretora da empresa, Fabiana Funk.

A Dra. Carolina C. Ponzi ressalta que a explicação para tudo isso não é mágica, e sim fisiológica. “O responsável pela consciência da sensação dolorosa é o cérebro. Para que sintamos dor, o estímulo deve ser transportado do local da picada até a nossa medula espinhal e de lá até o cérebro, onde é processado e interpretado como dor. Como o cérebro não consegue processar os dois estímulos individualmente (perceber a dor da picada e acompanhar um vídeo com história), a dor acaba sendo deixada de lado”. As maiores beneficiadas são as crianças acima de 5 anos, a partir da qual essa tecnologia é recomendada. Mas claro que os adultos também gostaram da novidade e vários clientes fizeram uso e aprovaram.

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Conversa com Especialista

CHAPECÓ, VOCAÇÃO PARA O

EMPRE ENDEDO RISMO A

cidade de Chapecó gerou no seu cidadão uma capacidade empreendedora que vem desde o início da colonização até os dias atuais. Esse perfil serve de exemplo para todo o Brasil, tanto pela postura inovadora como pela superação das diversidades que os empresários enfrentam no dia a dia. E basta uma rápida consulta aos dados do Município para comprovar o quanto somos uma cidade empreendedora. Os números de 2018 são impressionantes, pois superamos a marca de 900 novas micro ou pequenas empresas que entraram em atividade neste período. Os setores que receberam destaque foram o da construção civil e o comércio varejista em geral, representando, respectivamente, 15% e 25% do total de novas empresas. Além disso, neste mesmo período foram mais de mil novos Microempreendedores Individuais que formalizaram seus negócios. As micro e pequenas empresas são fundamentais para a economia de Chapecó, pois representam cerca de 98% dos negócios estabelecidos no Município. São elas as responsáveis pela geração de mais de 50% dos empregos. Ano após ano Chapecó apresenta números crescentes, tanto na criação de novos negócios como na geração de emprego. Encerramos 2018 com mais de 26 mil empresas e superamos os 76 mil empregos formais. Sem deixar de lado a importância econômica das grandes empresas para a cidade,

com estes números fica evidente a caraterística criativa e perseverante do povo chapecoense. E é neste cenário que a Administração Municipal desenvolve uma série de projetos de gestão buscando incentivar o espírito inovador do chapecoense. Uma das ações que garante segurança jurídica aos empreendedores é o Plano Diretor, revisado duas vezes e elogiado por especialistas da área. Outro bom exemplo iniciou em 2018 quando foram zeradas as taxas municipais no ano de constituição das empresas. Além disso, a Sala do Empreendedor junto a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo foi ampliada centralizando a comunicação entre os empresários e o poder público. Mais um case de sucesso da administração pública é o Projeto Desbravando Nosso Potencial Turístico, que qualifica os profissionais do trade turístico. Os reflexos destas ações já são sentidos neste ano. De janeiro a abril de 2019, foram abertas 190 novas micro e pequenas empresas e 270 MEI’s em Chapecó. Esses bons resultados se tornam agora um novo desafio. Precisamos desenvolver e fortalecer de maneira contínua a nossa economia focada no potencial para o turismo de negócios, a inovação e a tecnologia. Chapecó segue neste caminho com a certeza de que o nosso espírito empreendedor, desbravador, sempre nos coloca um passo a frente do nosso tempo.

Marcio Ernani Sander,

secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Chapecó, administrador, especialista em controladoria e direito tributário

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Institucional

SUSTENTABILIDADE: UMA NECESSIDADE PARA O FUTURO DOS NEGÓCIOS SADY MAZZIONI

Professor da Unochapecó e Nucleado da ACIC Pauta de muitos debates na sociedade, a sustentabilidade está cada vez mais presente na vida de todos. Pessoas, empresas e organizações passam cada vez mais a se preocupar e a praticar atitudes sustentáveis. Pequenas e grandes empresas estão andando por esse caminho que não tem volta, preocupadas com o futuro do meio ambiente e com o que deixarão para as próximas gerações. Nesta entrevista, o professor doutor da Unochapecó e nucleado do Núcleo de Sustentabilidade da ACIC, Sady Mazzioni, explana sobre o tema. O que é sustentabilidade empresarial? A sustentabilidade é um conceito multidimensional e que possui certa complexidade. Mas no intuito de ser objetivo, poderíamos aceitar que a sustentabilidade empresarial está relacionada com o conjunto de ações desenvolvidas por uma determinada empresa buscando respeitar o meio ambiente e promover o desenvolvimento sustentável da sociedade. Neste sentido, uma empresa que deseja ser sustentável, ambiental e socialmente, deve promover seu crescimento econômico sem agredir o meio ambiente e colaborar para o desenvolvimento da sociedade. A sustentabilidade empresarial exige atitudes éticas com todas as partes que se relacionam com a empresa, a exemplo dos fornecedores, dos clientes, dos funcionários, dos governos e da sociedade em geral. Quais ações práticas podem ser entendidas como sustentabilidade empresarial? Elas podem ser realizadas por empresas de todos os portes? A sustentabilidade é um jeito de fazer negócios pensando na perenidade da empresa, portanto, praticável por qualquer tipo de atividade econômica e por organização de qualquer tamanho. A lista de práticas que podem ser entendidas como sustentáveis é bastante extensa. Podemos relacionar exemplos: uso de sistemas de tratamento e reaproveitamento da água; uso racional da água e da energia elétrica; reciclagem dos resíduos sólidos; uso de materiais recicláveis ou biodegradáveis para a confecção de embalagens; não descartar esgoto ou resíduos químicos em rios ou córregos; utilizar filtros para reter os poluentes emitidos; não poluir o solo; utilizar fontes de energia limpa e renovável; adotar o sistema de logística reversa; não utilizar discriminação nos processos de seleção de funcionários; garantir a segurança no ambiente de trabalho; não comercializar produtos e serviços que colocam em risco a saúde e a segurança dos consumidores; fornecer sistema de atendimento ao consumidor (SAC); não utilizar propaganda enganosa; adotar projetos que visem o desenvolvimento educacional e

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cultural da comunidade; não adotar práticas que visem tirar vantagens em concorrências públicas; combater a corrupção em todas as suas formas. Qual o papel da liderança para incorporar a discussão de sustentabilidade na estratégia das organizações? Incorporar os conceitos de sustentabilidade à rotina empresarial pode exigir mudanças que envolvem uma visão mais ampla, que demanda a atuação do líder. A implantação estratégica indica que a sustentabilidade deve ser transversal para todas as áreas, não ficando exclusiva a determinados setores, como recursos humanos ou marketing. Deve envolver processo vertical, da presidência aos níveis mais operacionais. Também há a necessidade do engajamento dos colaboradores, dos fornecedores e clientes, para contemplar suas expectativas no planejamento estratégico da empresa. Então, a liderança deve promover a sustentabilidade e incorporá-la no planejamento estratégico da organização. As empresas sustentáveis geram diferencial competitivo? Por quê? Embora as evidências empíricas não sejam unânimes e possam gerar certa discussão, é plausível destacar alguns benefícios tangíveis e intangíveis que o comportamento responsável em direção à sustentabilidade possa promover. Pode-se citar a melhoria na imagem da empresa junto aos investidores, consumidores e comunidade em geral; reduz custos de produção, por meio de processos de reciclagem, reutilização da água, reaproveitamento de sobras de matéria-prima e medidas de economia de energia elétrica; melhora a satisfação dos funcionários e colaboradores que deseja trabalhar em empresas sustentáveis; diminui riscos corporativos que pode proporcionar facilidade ao acesso e redução no custo de contratação de dívidas; a melhoria na reputação pode provocar aumento de vendas pelo marketing positivo que se gera espontaneamente. Empresas de capital aberto que comercializam seus títulos em bolsa de valores e que compõem carteiras sustentáveis podem experimentar ganhos superiores às demais empresas. Quais serão as tendências da gestão sustentável para os próximos anos? O aumento da conscientização dos consumidores para produtos mais sustentáveis e a finitude de determinados recursos não renováveis tem indicado para a confirmação de certas tendências apontadas nas últimas décadas. Essas práticas poderão alterar indústrias inteiras. Alguns exemplos já estão em marcha, a exemplo da expansão do uso de energias mais limpas e renováveis, como a energia solar e a eólica. Movimentos para a interrupção do uso de determinados produtos plásticos, a exemplo das sacolas e dos canudinhos plásticos. A substituição de produtos à base de recursos não renováveis por produtos biodegradáveis. Assim, assistimos à chegada de veículos elétricos, de plásticos renováveis produzidos a partir do etanol de cana-de-açúcar, pneus produzidos à base de soja, estradas que geram energia solar. As tendências futuras deverão estar relacionadas com as preocupações com as mudanças climáticas (especialmente com as emissões de carbono e outros gases poluentes) e isso deverá impactar os negócios. Outra tendência é o crescimento do mercado de produtos naturais e orgânicos. Não se pode esquecer, também, que os movimentos em curso por consumidores, organismos de controle social e a sociedade de modo geral, exigirão níveis mais elevados de transparência pelas organizações. Como o senhor enxerga o Brasil no contexto da sustentabilidade? O Brasil possui uma condição privilegiada em termos de recursos naturais quando comparado com outros países. Além disso, possui uma diversidade cultural e tradição de sociedade pacífica que poderiam construir diferenciais sustentáveis. Contudo, possui insuficiência de in-

fraestrutura jurídica e de cultura de apoio aos negócios responsáveis, que impõem desafios aos gestores das empresas em atender aos padrões internacionais. Falta clareza governamental para estabelecer padrões de crescimento sustentável e níveis desejados de transparência e bem-estar social. As empresas e suas entidades representativas possuem papel fundamental na construção de um caminho mais equilibrado. O combate à corrupção continua sendo um desafio importante para melhorar o desenvolvimento econômico e social do País. Na essência, parece faltar liderança para conduzir o País a um caminho mais sustentável. E Chapecó e região Oeste? Do ponto de vista macro, o Oeste Catarinense e a cidade de Chapecó estão inseridos no contexto legal e cultural do País e isso exerce forte influência. Porém, as especificidades locais a exemplo do espírito cooperativo, integrador e empreendedor já produziram bons modelos no agronegócio, no ensino superior, no esporte que são exemplos para o Estado de Santa Catarina e para o Brasil. Esse espírito, aliado com a determinação típica dessas comunidades, pode produzir bons resultados no campo da sustentabilidade. O movimento iniciado pela Prefeitura de Chapecó no projeto Lixo Zero é um bom exemplo de como podemos impor objetivos organizacionais rumo à sustentabilidade. O Prêmio ACIC/ Unochapecó de Sustentabilidade se propõem a contribuir também para essa direção. Que dica você daria aos empresários que começam a perceber essa necessidade? Por onde começar? A primeira dica é a de não entender as práticas sustentáveis como elemento indutor de custos, algo que irá diminuir o resultado econômico do negócio, isso poderá ofuscar a percepção das possibilidades relacionadas com o conceito. Outra dica é começar pelas questões mais simples: dar o destino adequado aos resíduos, reaproveitamento da água, captação de água da chuva, evitar desperdício de energia. Em seguida, pode avançar para um exame das atividades desenvolvidas e dos processos envolvidos, avaliando possibilidade de redução de insumos e a substituição de matérias primas e/ou equipamentos que sejam mais ecoeficientes. Importante que os funcionários sejam engajados no planejamento e execução das atividades, eles se sentirão motivados em contribuir. Algum sistema de recompensa poderá ser criado para estimular a adesão de todos. Não esquecendo do papel do líder. Qual a importância do Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade para desmistificar o conceito de sustentabilidade e incentivar as empresas a incorporarem ações sustentáveis no seu dia a dia? A intenção com o Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade é reconhecer as boas práticas para motivar a adesão de um número crescente de empresas no caminho de uma gestão sustentável. Reconhecer as iniciativas é uma maneira de encorajar a permanência das empresas que já estão neste caminho e de irradiar o entusiasmo para outras empresas. Quando separamos as premiações por dimensão da sustentabilidade e por porte de empresa, foi justamente no sentido de proporcionar que o conjunto amplo das empresas estejam em condições de apresentar suas melhores práticas e servir de referência para outras que estão iniciando sua jornada sustentável. Estamos todos muito entusiasmados com a aceitação do projeto e desejamos que sua realização seja exitosa, tanto na quantidade de participações quanto nos resultados proporcionados.

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Performance

SER SUSTENTÁVEL NÃO É QUESTÃO DE ESCOLHA, MAS DE

SOBREVIVÊNCIA

M

uito se fala em sustentabilidade empresarial, mas quais os desafios de se implementar uma política sustentável no seu negócio? E quais as vantagens? Para o diretor da Azeplast, Djalma Aquino Azevedo, existem boas oportunidades surgindo em função do caminho do mercado para uma economia mais sustentável, como produtos biodegradáveis, reciclagem, energia limpa, etc. “Acredito que a sustentabilidade é uma tendência que estará inserida na economia como um todo. Com o tempo qualquer descartável vai precisar necessariamente ser biodegradável e embalagens secundárias serão feitas a partir de matéria-prima reciclada pós-consumo. A energia vai ser limpa e a água bem aproveitada. Produtos verdes vão ser o padrão e não diferenciados”, frisa. Para Djalma, os consumidores estão ficando mais vigilantes para os critérios de sustentabilidade das empresas e produtos. Apesar disso, muitas vezes ainda é um atributo secundário no processo decisório de compra. “Fica depois de outras prioridades como preço, performance e design, mas acredito que no futuro próximo isso mudará. Empresas de todos os portes já entenderam que

sustentabilidade não é questão de escolha, mas de sobrevivência”, enfatiza acrescentando que ser sustentável é uma prática diária, que deve ser incorporada na organização e no dia a dia das pessoas. Com isso, a empresa vai gerando diferenciais no mercado e tendo a preferência dos consumidores. Quanto aos desafios para ter um negócio sustentável, o empresário cita a falta de informações técnicas sobre as ações que realmente fazem a diferença. “Sobra informação equivocada e falta ciência em ser sustentável. Com isso, as empresas em busca de práticas sustentáveis ficam sem saber o que deve ser feito ou fazem ações com efeito ínfimo, às vezes nulo”. De acordo com Djalma, para quem quer explorar a sustentabilidade como estratégia central de negócio, é preciso buscar informações e compreender seu conceito. “Se o objetivo é oferecer soluções sustentáveis para o mercado, existem muitas oportunidades pela frente. Mas é preciso focar em soluções verdadeiramente sustentáveis, comprovadas através de estudos. Tem muita empresa fazendo discurso sustentável falso”, conclui.

Djalma Aquino Azevedo, diretor da Azeplast

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TERCEIRIZAÇÃO UM TEMA SEMPRE EM DEBATE

O

tema “terceirização” é sempre objeto de dúvidas e equívocos no momento de sua aplicação. Tanto que já se tratou do tema em artigo publicado nesta Revista em maio/2015, quando estava em tramitação o Projeto de Lei do qual resultou na efetiva alteração legislativa. Mais do que nunca, a terceirização tem sido objeto de inúmeras abordagens e debates acalorados no ambiente empresarial e jurídico, fruto de alterações legislativas na esfera trabalhista efetivadas a partir do ano 2017. Primeiramente com a Lei 13.429/2017 trazendo inovação para autorizar a terceirização em qualquer atividade, saindo de cena o termo atividade-fim e atividade-meio. Posteriormente tivemos a Reforma Trabalhista, Lei 13.467/2017. Por fim, houve decisão do Supremo Tribunal Federal, no final de 2018, autorizando sua utilização em todas as atividades de uma empresa, para situações anteriores a alteração legislativa. Avaliando o cenário legislativo e judicial, pode-se imaginar que a discussão chegou ao seu fim. Ledo engano! Anteriormente as clássicas atividades terceirizáveis era serviço temporário, limpeza e conservação, vigilância e transporte. O atual cenário da terceirização deixou de ser a atividade desempenhada pela empresa, para serem exigidos requisitos, cuja inobservância pode resultar numa terceirização a qual futuramente pode ser considerada uma continuidade da relação de emprego. Alguns esclarecimentos se fazem necessários, como o de frisar que a demissão de funcioná-

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rios para recontratação como pessoa jurídica (famoso termo “pj”), e manter a subordinação do trabalhador à empresa, continua ilegal e nem sequer foi objeto da decisão do Supremo. Outro ponto merecedor de destaque é o fato de anteriormente haver entendimento de responsabilizar o tomador do serviço em caso da empresa terceirizada não possuir patrimônio para arcar eventual condenação na Justiça do Trabalho, a chamada responsabilidade subsidiária. Hoje este entendimento é lei, ou seja, terceirizado o serviço há responsabilidade subsidiária do tomador quanto às verbas trabalhistas. A título de exemplo, é o caso do tomador de serviços desavisado, que não fiscaliza o recolhimento de INSS e FGTS dos trabalhadores que lhe prestam serviços através de empresa terceirizada, onde o tomador terá de responder pelo débito trabalhista da terceirizada. Indene de dúvida, as alterações legislativas trouxeram novas possibilidades anteriormente tolhidas diante da vedação a terceirização da atividade-fim, ou seja, daquela atividade que é objeto do contrato social ou estatutária. Contudo o empresário tomador de serviços deverá atentar as novas obrigações aplicáveis à terceirização e de forma bastante criteriosa a fim de excluir riscos, notadamente assessorar-se juridicamente através de profissional de sua confiança, além de contratar prestador de serviços idôneo, para que no futuro o benefício legislativo não se apresente como um salgado e amargo passivo trabalhista.

Márcia Paula Bonamigo,

advogada OAB/SC 37.443-A, assessora jurídica da ACIC, sócia do escritório Piccoli Advogados


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Dica dos Nucleados Núcleo Multissetorial I

A arte de precificar

Núcleo Multissetorial II

A nossa força

A prática do pricing tem suas causas e efeitos, equilibrando a necessidade de resultados e a dinâmica de mercado, público alvo e concorrência. O mark-up continua sendo uma ótima ferramenta para indicar a composição dos custos, avaliação tributária, capacidade e conhecimento da estrutura dos resultados é o “olhar para dentro”. Por outro lado, a visão mercadológica com a avaliação do mercado, potencialidades, inovação, concorrência e oportunidades, é “olhar para fora”. Um é o quanto a empresa “quer” e o outro é o quanto o mercado está disposto a “pagar”. Cada empresa deve definir sua estratégia de pricing, equalizando as duas visões e suas estratégias presentes e futuras.

A construção civil de infraestrutura, desde seus primórdios, teve a base da prestação de serviços focada no setor público – rodovias, ferrovias, viadutos, trevos, vias urbanas, drenagem, saneamento e outros. O setor privado, em contrapartida, tem dado fortes indícios de investimento e confiança para o mercado nos próximos anos. Empresários, grupos de investimento e pequenos empreendedores estão acreditando no potencial regional. Essa confiança em massa predominante neste momento cria um ambiente propício para novos investimentos, geração de empregos, melhorias ambientais, crescimento cultural e outros benefícios imensuráveis. Temos nas mãos o desafio de construir algo duradouro e que orgulhe nossos sucessores.

Lauri Carlos Pinheiro – Work Result

Thiago Rosetto – Terramax Construções e Obras

Núcleo de Academias

O inverno vem aí, não abandone a atividade física

Núcleo de Comércio Exterior e Logística Internacional

Duimp: o que muda para os importadores?

Normalmente com a chegada do inverno as pessoas tendem a abandonar a saudável prática de atividade física. As desculpas são as mesmas: preguiça, baixa temperatura, evitar doenças, etc. Porém, esse é um enorme erro. Ao interromper as atividades, todos resultados conquistados se perdem, gerando o indesejado “efeito-sanfona” quando o indivíduo que havia emagrecido recupera aquelas gorduras eliminadas. E já que a motivação, ou a falta dela, é o que nos faz fugir do exercício no inverno, listamos 9 motivos para você continuar ativo nesta época: controle de peso, condicionamento físico, melhorar o sistema respiratório e o coração, diminui dores nas costas, diabetes, colesterol, melhora a qualidade do sono e a autoestima. Deixe as desculpas de lado, vista um agasalho adequado, procure uma academia associada a ACIC e busque a orientação de profissionais de Educação Física com formação universitária e devidamente habilitados junto ao Conselho Profissional (CREF/SC).

Desde a abertura comercial do Brasil, o governo vem buscando atualizar as maneiras de controle dos processos de comércio exterior. Iniciou-se com o Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), após com a criação do Portal Único de Comércio Exterior, a implantação da Declaração Única de Exportação (DU-E) e a mais recente atualização é a Declaração Única de Importação (DUIMP). A implantação da DUIMP está sendo realizada de forma gradual e será o documento principal do processo de importação, o qual vinculará informações relativas ao tratamento administrativo, licença de importação, controle de carga, conferência aduaneira, gerenciamento de risco, trânsito aduaneiro e pagamento centralizado de tributos. Além de desburocratizar os processos, as empresas serão beneficiadas com a redução de custos e tempo de processos, sendo que será possível iniciar o processo de despacho aduaneiro ainda com a rcadoria em trânsito, e ainda reduzir e até eliminar despesas de armazenagem.

Vitor Goulart – Academia Aquatic Center

Aline Pires Alchieri – SCL Contrade

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Dica dos Nucleados Núcleo de Automecânicas

Núcleo de Excelência

Manutenção veicular

Seguros de responsabilidades ajudam na excelência da gestão

Você sabia que a falta de manutenção é uma das causas que geram mais acidentes com veículos? Vale lembrar que alguns procedimentos podem ser feitos pelo motorista para checar o funcionamento do veículo, como testar faróis, setas, luzes de ré e freio. Como o automóvel é um meio de transporte que está exposto a vários agentes, como as condições climáticas e das estradas, uma das maneiras de garantir mais segurança ao volante, além de sempre respeitar as regras de trânsito, é realizar a manutenção. É uma forma econômica e eficaz de manter seu carro em bom estado. Diante disso, é importante encontrar um estabelecimento de confiança e com boas recomendações para realizar a manutenção. Evandro Tolotti – Mecânica Irmãos Tolotti Ltda

Cada vez mais as empresas necessitam de uma blindagem financeira e operacional. As obrigações contratuais estão sendo levadas ao pé da letra e se fazem cumprir na íntegra. Por isso, a excelência na gestão nos remete ao assunto da responsabilidade civil, que é um terreno fértil que o empresário deve estar a par. Buscar reduzir o risco de perdas irreparáveis e blindar sua empresa, com soluções como seguro para responsabilidade do administrador, referente a danos que o produto causar e para erro do profissional são exemplos para garantir a tranquilidade do empresário, a saúde financeira da empresa, a responsabilidade social, colaboradores e clientes. Emerson Marcelo Schneider – Certa Seguros

Núcleo de Gestores de Pessoas

Integração de novos colaboradores

Núcleo de Tecnologia da Informação e Comunicação

Não importa o porte da sua empresa, se ela tem 5 ou 5.000 colaboradores, você pode e deve fazer a integração de novos funcionários, mesmo não tendo um setor de RH. A integração consiste na familiarização do novo colaborador ao ambiente de trabalho. Para o primeiro dia não ser o pior e diminuir as chances de rotatividade no período de experiência, é importante contar ao recém-chegado por que a empresa existe, como ela surgiu, onde quer chegar, os valores e como a sua chegada contribuirá para o sucesso institucional. Levar para conhecer as instalações e apresentar aos colegas. Até um padrinho pode ser nomeado para acompanhar nos primeiros dias, o mais importante é o ambiente acolhedor.

Parece ficção. Só parece. A transformação das empresas não é mais uma questão de “e se acontecer”, mas sim uma questão de “quando vai acontecer”, e a resposta está em nossa cara: agora. Muito além dos aspectos de nossa vida pessoal, a tecnologia está influenciando drasticamente os setores empresariais. Ter toda sua comunicação voltada ao universo digital se tornou apenas o primeiro passo em direção ao progresso, e são exatamente esses fatores que vamos abordar daqui para frente. Conheça os pilares, os números, as principais práticas de quem já acordou para essa nova era e descubra como você pode seguir o mesmo caminho para não parar no tempo.

Transformação digital

Adelmir Mocelin - TwoWeb

Natania P. T. Zanini - Casa Imóveis 19 - acichapeco.com.br


Dica dos Nucleados Núcleo dos Centros de Formação de Condutores

Núcleo de Jovens Empreendedores

No trânsito, o sentido é a vida

Empresa do século XXI: contratos inteligentes

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), lei 9.503, trânsito é a utilização das vias públicas por pessoas, veículos e animais, isolados ou em grupos conduzidos ou não. Porém, o uso não correto desse espaço ocasiona um alto índice de acidentes e mortes, levando o Brasil ao terceiro lugar no ranking dos países que mais mata no trânsito. Para chamar a atenção da sociedade sobre o problema, foi criado o Movimento Maio Amarelo, que neste ano tem como tema “No trânsito, o sentido é a vida”, contribuindo também com um dos pilares da direção defensiva. O núcleo dos Centros de Formação de Condutores da ACIC tem contribuído na formatação de cursos de aperfeiçoamento para a formação continuada de instrutores, visando melhorar o aprendizado dos novos condutores, como para mediar a comunicação junto aos órgãos de trânsito municipal e estadual para melhorias no setor.

Um smart contract (contrato inteligente) possui a mesma validade de um contrato físico; entretanto, pela sua forma digital, não pode ser fraudado. Relativamente ao objeto desses contratos, pode ser de qualquer natureza e de qualquer valor, afastando, inclusive, a necessidade de cartórios, da presença física das partes ou de testemunhas. A confiabilidade do smart contract é chancelada pela tecnologia blockchain (uma espécie de “nuvem” com algoritmos de segurança que permitem legitimidade plena das informações prestadas pelas partes). Essa nova tecnologia jurídica traz segurança e agilidade negociações, tornando dispensáveis formalidades que atrasam a ascensão da empresa do século XXI. Vicente Aron Machado da Rocha - Machado da Rocha Advocacia Customizada

Sabino Antunes da Silva – CFC Efapi

Núcleo de Sustentabilidade

Empresas que transformam o mundo Não é mais novidade que a sustentabilidade é necessária e precisa do comprometimento de todos. Algumas empresas já perceberam isso e estão incluindo boas práticas no seu modelo de negócio, mas ainda existe medo nos empreendedores quando se toca no assunto. O ponto chave é desmistificar o tema, precisamos entender que não é um bicho de sete cabeças. A sustentabilidade gera vantagem competitiva e torna a marca da empresa mais amigável para os consumidores. Adotar boas práticas gera impacto independente do porte da empresa, então se a sustentabilidade faz parte da cultura da sua empresa, aproveite para mostrar seu case no Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade. A inscrição é gratuita pelo site www.acichapeco.com.br/ sustentabilidade . Eduardo Nicoleti - Moeda Verde 20 - ACIC Chapecó

Núcleo de Assessorias e Consultorias

Gestão empresarial A atuação empresarial em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico exige uma gestão assertiva para que as diretrizes e decisões gerem um resultado positivo e esperado, necessário para a sustentação do negócio. Essa gestão empresarial deve reunir estratégias e ações embasadas em recursos financeiros, estruturais e humanos, para conduzir a empresa de forma sustentável na busca dos melhores resultados. Conhecer a realidade da empresa e do mercado de atuação é um dos primeiros passos para uma boa gestão empresarial. A partir do conhecimento real da empresa e do mercado deve-se elaborar estratégias e plano de ações, com apoio de ferramentas e técnicas de gestão, para proporcionar diferenciais competitivos e contribuir na melhoria do desempenho organizacional. Gilberto Pinzetta - Unoesc


21 - acichapeco.com.br


Aconteceu

O Núcleo de Automecânicas promoveu o curso de mecânica básica para mulheres, ministrado pelas nucleadas Cíntia Cristina Rosa e Daiana Flavia da Fonseca.

“A qualidade controlada por quem faz” foi o tema de curso promovido pelo Núcleo das Indústrias Gráficas, com o facilitador Marcelo Ferreira.

A ACIC, o Núcleo de Sustentabilidade e a Unochapecó lançaram, a 1ª edição do Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabildiade.

Durante o mês de abril a ACIC continuou o acompanhamento das sessões do Legislativo municipal.

“Organização e controle de depósitos e almoxarifados” foi um dos cursos promovidos, com o facilitador Daniel Gunar.

A primeira palestra do Programa CENA foi sobre “Transformação nos Negócios”, com Matheus Stefanoski.

O facilitador Renivaldo José Sebben abordou o tema “Gerenciamento de risco de crédito e cobrança”, em capacitação realizada em abril.

A primeira edição do Almoço Empresarial de 2019 ocorreu em abril. O diretor da Eletro Service, Adilson Campos, relatou a trajetória da empresa.

22 - ACIC Chapecó

Em abril foi promovida a primeira edição do ACIC Open, com palestra de Márcia Hoepers Kleber e Airton Luiz Rigotto da GaranteOeste-SC.


Confira onde a Revista da ACIC está circulando

AGENDA ACIC 13,14

e

Curso Gestão Estratégica de Marketing nas Empresas

15.05

ACIC Chapecó | 19h

20.05

Pequenas Empresas

ACIC OPEN - Palestra Terceirização de Serviços nas Micro e ACIC Chapecó | 19h

16.04

CENA - Painel de Conhecimento com Eko7 e Ogochi “Mercado e Vendas” ACIC Chapecó | 07h30

Fabiana Mascarello Peruzzolo, advogada e diretora da Construtora Catarinense

Sidimar Carniel, CEO da Saphir

Luciane Carraro Magro, administradora na ABBA Imóveis Mande também sua foto com a revista para o e-mail eventos@acichapeco.com.br

MISSÃO ACIC Representar os segmentos econômicos de Chapecó, estimulando a livre iniciativa e trabalhando como agente de mudanças. Atender com eficiência e eficácia as necessidades dos associados correspondendo às suas expectativas. Ser a indutora de Av. Getúlio Vargas, 1748N CEP: 89805-000 - Chapecó/SC Fone/Fax: 49 3321-2800 E-mail: acic@acichapeco.com.br facebook.com/acic.chapeco

ações para o fortalecimento da classe empresarial, oportunizando condições para o surgimento de novos mercados de trabalho e ampliação dos já existentes.

Diretoria Executiva Gestão 2018/2019 Diretor Presidente Diretor 1° Vice Presidente Diretor 2° Vice Presidente Diretor Administrativo Diretor Administrativo Adjunto Diretor Financeiro Diretor Financeiro Adjunto Diretora de Desenvolvimento de Núcleos Diretora de Responsabilidade Social e Ambiental Diretor de Relações Internacionais e Comex Diretor Mercoagro 2018 Diretor de Desenvolvimento de Industria, Comércio e Serviços

Diretor de Assuntos Econômicos e Tributários Diretor de Tecnologia e Inovação Diretor de Relações Institucionais Diretor de Agronegócio Diretor de Micro e Pequenas Empresas

Cidnei Luiz Barozzi Gilson Carlos Confortin Nelson Eiji Akimoto Lenoir Antonio Broch Helon Rebelatto Dalvair Jacinto Anghében Sergio Perondi Cleunice Zanella Carla Fabiana Cazella Milvo Zancanaro Bento Zanoni Claudemir José Bonatto Alcindo Lopes Gustavo Damschi Josias Mascarello Vincenzo Francesco Mastrogiacomo Julio Cesar Moura Franco

TODOS OS DIRETORES DA ACIC COLABORAM DE FORMA VOLUNTÁRIA, SEM REMUNERAÇÃO ESTRUTURA ORGNIZACIONAL Conselho Deliberativo: Presidente: Itacyr Centenaro Vice-Presidente: Neivor Canton Secretário: Nei Roberto Hermes Conselho Consultivo: Marcos Moschetta Diretor Executivo: Fabio Luis Magro Gerente Administrativa: Taisa Bonassi Brassanini

Jornalista Responsável: Marcos Antônio Bedin (M.T.B.: SC-0085 JP) | Edição: Lisiane Kerbes | Redação: Marcos Antônio Bedin, Lisiane Kerbes, Kaehryan Fauth, Silvania Cuochinski e Caroline Figueiredo | Projeto Gráfico: Ananda Marcon | Impressão: Mércur Indústria Gráfica | Tiragem: 2.000 unidades | Fechamento da Edição: 03/05/2019


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24 - ACIC Chapecó

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util: a gestão fácil de benefícios DA SUA EMPRESA


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