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Cooperamos JUNTOS, ganhamos JUNTOS.
Aplicação
em produtos de investimento
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CERTIFICADO DE AUTORIZAÇÃO SECAP nº 02.003462/2019. Promoção válida para os associados da Cooperativa Sicredi Região da Produção RS/SC/MG, no período de 22/07/2019 a 29/11/2019 ou até esgotarem os estoques. Todas as ofertas estão sujeitas a aprovação de crédito e demais condições dos produtos, vigentes à época da contratação, e podem ser canceladas ou prorrogadas pelo Sicredi sem aviso prévio. Consulte regulamento completo da promoção e condições de contratação dos produtos participantes nas unidades de atendimento das cooperativas de crédito. Este produto/serviço pode não estar disponível para associados conta Woop Sicredi. Contate o atendimento no seu App para mais informações. Imagens meramente ilustrativas. SAC - 0800 724 7220 / Deficientes Auditivos ou de Fala - 0800 724 0525. Ouvidoria0800 646 2519.
2 - ACIC Chapecó
MERCOAGRO SUCESSO ANTECIPADO
Iniciou – com o lançamento oficial realizado em Chapecó no dia 1º deste mês – a contagem regressiva para uma das maiores feiras técnicas da indústria mundial de alimentos: a MERCOAGRO 2020, Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne. A feira é uma iniciativa da ACIC e será realizada entre os dias 15 e 18 de setembro do próximo ano, no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC). A Mercoagro notabilizou-se no Brasil e no mundo pela capacidade de unir os universos da produção (indústria de processamento da carne) e do conhecimento (universidades e centros de pesquisa) ao mesmo tempo em que proporciona excelentes negócios, cujas transações superam 200 milhões de dólares. A consolidação da Mercoagro como expo-feira de qualidade e de resultados foi uma construção a muitas mãos, capitaneada pela ACIC com a cooperação de leais parceiros como a Prefeitura de Chapecó e as principais entidades do agronegócio do País. Em primeiro lugar, foi acertadíssima a escolha de Chapecó para sediar a expo-feira em razão de sua condição de polo de uma vasta região vocacionada para o agronegócio e reconhecida como berço da mo-
derna agroindustrialização brasileira. Aqui nasceram os maiores grupos agroindustriais do País. Em segundo lugar, a cidade preparou-se ao longo dos anos para responder a todas as demandas decorrentes das novas exigências impostas pela feira: a rede hoteleira foi fortemente ampliada, surgiram novos ambientes para eventos corporativos e se qualificaram para atender a crescente demanda decorrente da Mercoagro as empresas prestadoras de diversos serviços. Chapecó avança a cada edição em várias áreas: melhorias do parque de exposições, da estrutura da cidade e das condições para participação. Todo esse esforço é recompensado. Um ano antes da expo-feira todos os espaços foram comercializados e há fila de espera de interessados em participar. Os números da Mercoagro 2020 são estimulantes e grandiloquentes: foram vendidos 205 estandes que irão expor 350 marcas nacionais e globais, a previsão é de 20 mil visitantes/compradores e negócios fechados e agendados devem atingir duas centenas de milhões de dólares. Mercoagro é um orgulho para Chapecó e o Brasil. Chapecó, agosto de 2019.
CIDNEI LUIZ BAROZZI Presidente
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MERCOAGRO 2020 SUCESSO E BONS NEGÓCIOS GARANTIDOS
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á 380 dias da realização da Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne (Mercoagro 2020), o evento traz novidades e apresenta otimismo e previsão de bons negócios. Os números da expo-feira foram apresentados na quinta-feira (01), no lançamento em Chapecó, que reuniu empresários, expositores, apoiadores, autoridades e profissionais de imprensa. Serão 205 estantes, 350 marcas representadas, público de 20 mil visitantes/compradores e previsão de negócios de US$ 200 milhões de dólares. A Mercoagro é uma iniciativa da ACIC e a 13ª edição ocorrerá entre os dias 15 e 18 de setembro do próximo ano, no Parque de Exposições Tancredo Neves, em Chapecó (SC). O presidente da ACIC, Cidnei Barozzi, destacou que é a maior feira do setor na América Latina e uma das maiores feiras técnicas da indústria mundial de alimentos. “São 26 anos ininterruptos de realização. Para a edição 2020, os números são fantásticos: todos os espaços estão co-
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mercializados. A Mercoagro é um grande orgulho para nós do Oeste de Santa Catarina”. De acordo com a diretora da Enterprise Feiras e Eventos, Maria Antônia Siqueira Ferreira, os números da feira demonstram o bom trabalho realizado por toda a comissão organizadora. “É uma equipe comprometida que transmite credibilidade e transparência”. O vice-prefeito de Chapecó, Elio Cella, enfatizou a estrutura da cidade para receber grandes feiras, com ampla rede hoteleira, restaurantes, aeroporto, entre outros. “A Mercoagro evidencia Chapecó como um grande polo de desenvolvimento na indústria da carne. Nosso agronegócio está em ascensão e com certeza muitas novidades e tecnologias estarão presentes na feira”, frisou. O gerente do projeto Mercoagro, Nadir José Cervelin, lembrou que a edição de 2016 foi o resgate da feira, em 2018 a consolidação e a 13ª edição traz inovação. “Estamos com uma nova marca, novo site e novo aplicativo. Criamos uma plataforma de business para os exposito-
res, que poderão fazer lançamentos das novidades que trarão para a feira no site. Queremos fortalecer os negócios e a pujança de Chapecó e de todos os expositores”. A expo-feira criará 3 mil empregos temporários durante o período de realização, com injeção de R$ 15 milhões na economia local e regional. Ocupará 15 mil metros quadrados de área do parque de exposições com todas as tendências e novidades que o setor oferece. A realização, promoção e organização é da ACIC, com patrocínio da Aurora Alimentos, Unimed Chapecó e Sicredi, parceria da Prefeitura de Chapecó e apoio do BRDE, Nucleovet, Abrafrigo, Facisc, Unoesc, Embrapa, Sincravesc, Asgav/Ovos RS, Chapecó e Região Convention & Visitors Bureau, ABPA, Sihrbasc, Fiesc, Senai, Sesi, Unochapecó e Sebrae. A comercialização é da Enterprise Feiras e Eventos. O credenciamento para a feira é gratuito e está disponível pelo site oficial: www.mercoagro.com.br.
A revista deste mês traz uma inovação: a capa tem uma imagem com realidade aumentada. Para ver, baixe o APP Desbravar, aponte para o “mundo” da marca Mercoagro e confira também um vídeo.
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GOVERNADOR FEZ JUSTIÇA COM O GRANDE OESTE
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fim de uma grande injustiça perpetrada impunemente contra as comunidades produtivas do grande oeste de Santa Catarina há muitos anos. Essa é a manifestação da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) em documento encaminhado ao governador Carlos Moisés da Silva, em julho, cumprimentando pela edição de decreto que altera o Regulamento do ICMS. O documento, assinado pelo presidente Cidnei Luiz Barozzi, cumprimenta o governador pela edição do Decreto 146/2019 que trata da remessa de mercadorias destinadas à exportação aos municípios portuários. “Até a edição desse decreto, uma injustiça vinha sendo perpetrada, impunemente, contra as comunidades produtivas do grande oeste de Santa Catarina há muitos anos. O município de Itajaí não produz uma cabeça de suíno nem um lote de aves, mas ficava com o resultado econômico dessa atividade desenvolvida a 500 quilômetros de distância dali. Essa distorção decorria da metodologia de levantamento do movimento econômico, em cada município, para fins de definição do índice de
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retorno do ICMS”, relata o documento. De acordo com a carta direcionada ao governador, não havia, portanto, nenhuma ilegalidade, mas uma grande injustiça fiscal com deletérios efeitos sociais. É o grande oeste que purga os custos ambientais, humanos, trabalhistas, tecnológicos e operacionais da produção pecuária, especialmente das cadeias produtivas de aves, suínos e leite. São cadeias gigantescas que envolvem grandes contingentes nos campos e nas indústrias, exigem pesados investimentos em talentos humanos, máquinas, equipamentos, genética e dependem de complexas questões sanitárias. Os custos ficavam com o oeste, mas os frutos desse gigantesco trabalho – na forma de retorno do ICMS ao município – iam para a cidade portuária. Isso ocorria porque a maioria das agroindústrias transferia para o porto a produção exportável a preços de custos. Somente quando a mercadoria era embarcada em Itajaí o faturamento era processado a preços finais de venda. Dessa forma, o valor adicionado (base de cálculo para definição do índice de retorno do ICMS) ficava creditado para
aquela cidade litorânea. “Isso explicava os baixos valores das exportações de Chapecó e do oeste e os altos índices de ‘exportação’ de Itajaí. Graças a essa sórdida deturpação, Itajaí é o segundo município catarinense que maior retorno do ICMS recebe, atrás apenas de Joinville. Essa infeliz situação concentrava recursos e investimentos no litoral, o que contribuía para o êxodo do oeste em direção a orla marítima. Essa condição agravava o processo de despovoamento do hinterland catarinense e a intensa litoralização territorial. Os municípios oestinos que geram a riqueza exportável – e cujo tributo beneficiou indevidamente Itajaí – ficavam sem recursos para investir em escolas, creches, hospitais, lazer, cultura e infraestrutura, de forma que não conseguiam reter sua população – que migrava para o litoral. Isso, agora, mudou graças ao Decreto 146/2019. Agora, o ICMS deixa de ser fator de desestruturação da distribuição populacional e empobrecimento dos municípios oestinos”, finaliza o documento.
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Bons hábitos começam cedo. Seja para ensinar seu filho a não ficar o dia todo no celular, ou para separar um tempinho e curtir a companhia dele no Dia dos Pais e em qualquer dia.
Feliz Dia dos Pais. 7 - acichapeco.com.br
ANÁLISE DE PERFIL COMPORTAMENTAL PARA POTENCIALIZAR RESULTADOS É um sistema moderno de identificação destinado a recrutamento, seleção, remanejamento, construção de equipes, gestão motivacional e gerenciamento de pessoas, além de ser uma ferramenta de autoconhecimento poderosíssima. Na prática, o perfil comportamental nos ajuda a entender melhor como e por que somos como somos e a fortalecer o nosso empoderamento pessoal e profissional, o que é maravilhoso! Você já parou para pensar como o seu jeito de pensar e agir afeta os seus resultados, relacionamentos e suas emoções? De modo geral todos nós somos os reflexos tanto de influências externas: pais, amigos, família, sociedade e religião, por exemplo, como internas: o modo natural de ser, sentir, perceber, entender e se relacionar com o mundo e com as pessoas ao nosso redor. Portanto, é a somatória de todos estes fatores que nos transforma em seres humanos únicos, o que pode explicar nossas ações e nosso modo de enxergar a vida. Entender isso é fundamental para orientar as competências e habilidades para o sucesso na carreira e na vida. A grande questão é que por não conhecerem bem sua verdadeira essência, nem todas as pessoas conseguem acessar o seu potencial infinito e usar suas características, diferenciais
Rubia Brustolin, administradora, gestora de pessoas, coach e analista comportamental, e Welington Henrique Zambon, coach, analista de perfil comportamental e hipnoterapeuta clínico
WORKSHOP
FERRAMENTAS PARA ANÁLISE DE PERFIL
COMPORTAMENTAL NAS EMPRESAS 8 - ACIC Chapecó
e qualidades a favor do seu crescimento e desenvolvimento na profissão ou em âmbito pessoal. Com isso, acabam ficando limitadas e não conseguindo atingir um alto desempenho ou realizar seus sonhos. Seu perfil comportamental impacta positivo e negativamente em exatamente tudo o que você faz. Por isso é essencial assumir a direção de suas emoções e comportamentos, para conduzir padrões de comportamentos adequados nas situações corretas e, assim, gerar mais resultados positivos em todas as áreas de sua vida. O objetivo central da ferramenta é decifrar seu modelo mental, ou seja, ajudar a entender como você pensa e age, a fortalecer sua autoestima, potencializar suas habilidades e diferenciais, destacar suas competências de liderança, minimizar ou eliminar os seus gaps e orientar seu potencial para melhores resultados.
12 SETEMBRO
às 19h na ACIC
“CONSTRUA SUA HISTÓRIA E DEIXE UM LEGADO” Ter uma política de atuação bem definida, foco, determinação e investir nos colaboradores. Essas são algumas das ações consideradas fundamentais pelo diretor da Eko’7, Paulo de Souza, para um negócio dar certo, crescer e ser competitivo. Para Souza, o maior desafio que o empreendedor enfrenta é não ter uma política bem definida para o empreendedorismo. Além disso, a economia instável que sofre muita oscilação da globalização também influencia para o bom andamento dos negócios. “É necessário que haja a definição de uma política interna onde o propósito da empresa fique claro, associado a um projeto de curto, médio e de longo prazos”, destaca. Toda empresa tem o seu DNA, frisa o empreendedor, acrescentando que o engajamento da equipe e a motivação vêm a partir do momento em que o time assume esse DNA. “É a partir desse momento que se produz resultados que superam a expectativa”, comenta. Para ele, o investimento nas pessoas também é fundamental. “Não se faz empresas 100% com pessoas 50%. O investimento em capacitação profissional dos colaboradores é necessário para que os mesmos não engessem o crescimento da empresa. Limitação traz limitação”, alerta.
Para os jovens e empreendedores que estão iniciando, Souza dá algumas dicas: nunca busque facilidade, sempre oportunidade; diga não a tudo que estiver fora do seu foco; tenha muita flexibilidade e determinação e um propósito bem definido. “Dinheiro não se ganha, dinheiro se faz. Construa sua história e deixe um legado”, finaliza o empreendedor.
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O QUE VEM ANTES DA INOVAÇÃO? Alessandra Perusin Miotto,
diretora da Perozin Indústria Metalúrgica
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á se perguntou o que vem antes da inovação? E o que precisa para se implantar uma cultura de inovação nas empresas? Sou a primeira diretora mulher de uma empresa familiar, vivenciando uma sucessão familiar, que está na terceira geração, na área metalmecânica no ramo do agronegócio, casada e com filhos em período escolar. Não é nada fácil, nunca foi e talvez nunca será viver em um meio com tantos pré-conceitos (como a palavra já diz, “antes de um conceito”). Entretanto, torna-se desafiador e estimulante. Não tenho nenhuma receita de bolo para passar, até porque a minha receita está mudando a cada etapa, treinamento, MBA que faço. O que posso passar são vivências, aprendizados e é isso que acredito ser importante: repassarmos o que aprendemos com nossas próprias experiências e com experiências alheias para estruturarmos nossas empresas, afinal, estamos na era das conexões. Sem sombra de dúvidas inovação é o assunto do momento, aparecendo em inúmeros estudos, mostrando o quanto a inovação é importante para a sobrevivência das empresas. Inovação sempre existiu, motivada pela sobrevivência da humanidade ou simplesmente pela vontade de fazer diferente. A diferença agora parece ser a percepção do tempo. Constroem-se organizações, economias e sociedades que parecem se desenvolver
mais rapidamente do que a própria capacidade de as acompanhar em seu ritmo frenético. Parte dessa dificuldade de encontrarmos o ponto de equilíbrio é que estamos vivenciando o fim de uma era focada quase que exclusivamente na inovação de produtos e serviços e em contrapartida iniciarmos outra que objetiva mudar os modelos de negócios. Isso vai além de questionar o modo de como podemos melhorar o que já vem sendo feito em tempo e qualidade, mas também definir a razão pela qual está sendo feito. Claro que inovação em produtos e serviços continuará sendo importantíssimo, mas não será o suficiente. Será preciso repensar o tema, incluindo na discussão o modo como se definem e se redefinem os negócios. Será necessário pensar em produtos e serviços como resultado de um processo contínuo de inovação nos negócios, pois, assim, encontraremos o verdadeiro valor da inovação e, por consequência, maior retorno. Por esse motivo precisamos conversar sobre cultura organizacional. Cada empresa tem a sua cultura e a sua verdade e ela pode se transformar dependendo de quanto a conhecemos. Chiavenato (1999) utiliza a metáfora do Iceberg para explicar o fenômeno, afirmando que apenas 20% da cultura organizacional constitui a parte visível. Nesta parte superior do Iceberg estariam os aspectos como a política, método, procedimentos e estrutura da empresa, enquanto no nível mais profun-
do se escondem percepções, sentimentos e valores. E quando falamos de empresa familiar a tendência é esse Iceberg ser mais perceptível. É mais difícil de falar de inovação e de cultura organizacional quando precisamos resolver perguntas como: Por que afinal de contas fazemos o que fazemos? Ou por que faço parte disso? Precisamos preparar nossas empresas familiares discutindo livremente essas questões e organizando pensamentos e ações. Você já ouviu falar em governança familiar? Se ainda não, indico investir um tempo nesse assunto. Para nossa empresa e família está sendo de enorme utilidade. Estamos conseguindo alinhar as mudanças que estão sendo feitas dentro da empresa, com a cultura da nossa organização e visão de mercado. Isso inclui também entender bem os motivos de existência da empresa e seus objetivos. Os valores da empresa estão diretamente ligados aos valores dos fundadores e sócios e isso influenciará as ações dos colaboradores. Acreditem, também retém talentos. Tenham os valores muito claros para qualquer ação na empresa, pois estão diretamente ligados à cultura organizacional e necessária na cultura da inovação. E como criar uma cultura da inovação, então? Ah, isso será cena dos próximos capítulos. Só deixo uma dica! Perguntem-se sempre: e por que não?
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PARA ONDE ESTAMOS INDO COMO SOCIEDADE?
F Silvia Luz,
coordenadora do Programa de Fellows SGB desde 2015, gestora da Comunidade B Floripa e coordenadora voluntária do Green Drinks Floripa há 6 anos
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uturistas, economistas e cientistas apontam uma série de previsões sobre o que nos aguarda no futuro. E tão ou mais importante do que saber onde vamos parar, é saber COMO estamos indo. Os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) representam uma agenda formal proposta pela ONU e que deve ser implementada por todos os países do mundo até 2030. Esses objetivos traduzem nossos maiores desafios globais e servem como indicadores importantes da marca que já deixamos e da rota que estamos tomando. Depois das famílias, as empresas são a segunda maior forma de organização humana. É indiscutível a força que os negócios possuem no mundo. Empresas que percebem a transição que estamos vivendo e que direcionam suas práticas rumo a uma nova economia - muito mais resiliente, inclusiva e sustentável, são as empresas que estão vindo para ficar, aquelas que assumem seu papel na transformação positiva do mundo! As empresas da nova economia buscam melhores práticas, olhando a sua cadeia de stakeholders como um todo, gerando assim valor integral, combinando oferta de produtos e serviços à geração de impacto positivo, muitos negócios estão almejando serem melhores empresas PARA o mundo. Conhece as Empresas B ? (Boa dica para pesquisa). De acordo com um estudo realizado pela agência Cause (uma das mais de 150 empresas B brasileiras): “A palavra-chave para responder nossos desafios atuais é legitimidade. É preciso engajar o público interno ou a sociedade mais ampla. As
causas não são das organizações em si mesmas. São da sociedade e as organizações são um dos atores capazes de atuar em torno das causas.” Para conseguir esse engajamento é necessário encontrar meios de participação nesta ativação da comunidade (interna e externa), estruturada no: cuidado, liderança, legitimidade e diversidade. É cultivar comunidades do NOVO PODER. Os autores Jeremy Heimans e Henry Timms descreveram em seu livro: “O Novo Poder - Como disseminar ideias, engajar pessoas e estar sempre um passo à frente em mundo hiperconectado” afirmam que este “novo poder” se diferencia do velho por estar fundado em valores como colaboração e compartilhamento. Exemplos? Não faltam. Google, Wikipédia, Airbnb e outros pioneiros já compreenderam o desafio de operar dentro dessa nova estrutura – que tem tudo a ver com as possibilidades e desejos do público. Muitas organizações reconhecem as mudanças pelas quais a nossa sociedade passa. Mas ainda são poucas que entendem o que é necessário para ter influência e impacto nesta nova era que combina novas tecnologias, valores e comportamentos. No Social Good Brasil (SGB) trabalhamos em prol de uma sociedade mais humana na qual a tecnologia serve para um mundo melhor. Acreditamos que unindo competências humanas com tecnologias exponenciais, pessoas e organizações possam entender o seu papel na transformação positiva e resolver os maiores problemas que vivemos. Quem souber colaborar é quem vai transformar o mundo.
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O BRDE é um banco de fomento. Aqui você deposita suas melhores ideias, seus projetos e sua confiança. E seus investimentos retornam na forma de empregos, renda e novos negócios para a Região Sul. O setor leiteiro conta com linhas de financiamento de longo prazo para aquisição de máquinas e equipamentos para automação, adequação e construção de instalações para melhorar a produtividade. Se você tem projetos que precisam de crédito para sair do papel, fale com a gente. O BRDE ajuda você a transformar seu sonho em realidade.
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DALVAIR ANGHÉBEN AVALIA CENÁRIO ECONÔMICO DO PAÍS E DA REGIÃO DALVAIR ANGHÉBEN Diretor Financeiro da ACIC
Depois de um longo período de retração econômica, todos os setores estão voltados à retomada do crescimento brasileiro. Algumas reformas avançaram no governo federal, mas outras ainda são um desafio. Nesta entrevista, o diretor financeiro da ACIC, Dalvair Jacinto Anghében, faz uma avaliação do cenário atual e do que o País precisa para voltar a crescer. No início do ano, com a posse do novo governo, a taxa de confiança do empresariado na retomada do crescimento econômico era elevada. Encerrado o primeiro semestre, esse cenário psicossocial mudou? Este governo chegou ao poder tendo como missão atender aos anseios da população, onde os mais latentes eram o desemprego, gastos públicos, corrupção e uma crise financeira muito forte. Somos sabedores que para diminuir esses problemas exige-se cortes profundos e principalmente mudanças de atitudes de todos nós. Passados os primeiros seis meses, a impressão que temos é que nada mudou, mas se fizermos uma análise mais profunda chegamos a conclusão que foi feito sim: tivemos pequenos avanços no corte de gastos públicos, a taxa de desemprego vem diminuindo, o governo conseguiu aprovar de maneira satisfatória a Reforma da Previdência, mas temos um longo caminho pela frente, exigirá tanto do governo como do congresso atitudes de responsabilidade para a condução
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desse tema e outros que virão. Cito aqui de suma importância a reforma tributária. Com a aprovação da Reforma da Previdência, as expectativas da retomada do crescimento devem se consolidar? No meu ponto de vista não, porque a retomada do crescimento depende de vários fatores, um deles com certeza é a Reforma da Previdência, mas temos a tributária, a questão dos gastos públicos, a falta de investimentos em infraestrutura e o mais importante de todos é fazer com que os investidores acreditem no nosso potencial. A economia necessita de capital interno e externo. Quais os setores que primeiro devem reagir? Atualmente temos uma desaceleração do crescimento industrial e isto é muito preocupante, dados confiáveis indicam isto. Chegamos a este patamar por vários motivos, mas o principal na minha visão é a falta de investimentos públicos em infraestrutura, fazendo com que o “custo Brasil” seja elevado em relação a outros países. Como se diz na gíria: “o País está travado”. O governo deverá criar mecanismos para destravar a economia, temos alguns sinais de desburocratização, temos que ser mais competitivos.
nas obrigações tributárias, mas, também, em todas as relações do cidadão com o Poder Público. Junto com a reforma tributária deve vir também um movimento desburocratizante? Com certeza. Uma boa parcela dos custos de produção passam pelo excesso de informações aos entes federativos. É cultural o uso do “carimbo” e isso aos poucos está mudando, o governo federal tem implantado algumas medidas neste sentido, tivemos recentemente uma reforma nas leis trabalhistas, pode não ser o ideal, mas tivemos grandes avanços; carecemos de ajustes na legislação atual para deixá-las mais flexíveis e adequadas ao momento em que vivemos. Chapecó tem sido o Município com maior capacidade de resistir à crise. Isso se deve somente ao agronegócio? O agronegócio faz parte do nosso DNA, é a mola propulsora, mas sozinho não se sustenta. Vem surgindo novas plantas econômicas. Cito a área da saúde com dois cursos de medicina e ampliação do Hospital Regional do Oeste, área da saúde atrai outros investimentos; empresas no ramo tecnológico; a área do varejo está recebendo grandes investimentos; mas continuamos a pecar pela falta de mão de obra qualificada, o que agregaria uma renda per capita mais elevada.
O Congresso decidiu apresentar, discutir e oferecer ao País um projeto de reforma tributária. O protagonismo, nessa matéria, sempre foi do Executivo. Será que agora essa reforma avança? Penso que o Legislativo deverá exercer um papel fundamental nessa matéria, é complexa e exigirá um esforço gigante da área política. Nenhum ente federativo quer abrir mão de seu quinhão na arrecadação, porém os problemas estão nos municípios, é aqui que as coisas acontecem, as demandas seriam bem mais fáceis de solucioná-las, mas é exatamente onde está a menor fatia deste bolo.
Na sua opinião, nos próximos anos Chapecó continuará polarizando o desenvolvimento econômico do grande oeste catarinense, noroeste gaúcho e sudoeste paranaense? Por quê? Chapecó é um polo regional e isso é muito bom pelas oportunidades geradas em todas as áreas, mas aumenta a nossa responsabilidade, exigindo investimentos de grande porte. Temos várias carências, cito como principais: o alto custo dos insumos consumidos pela agroindústria, devido à distancia desses insumos; e a falta de investimentos em rodovias, aeroporto e energia elétrica.
O senhor concorda que o sistema tributário brasileiro é o pior do mundo? Por quê? Concordo que é um dos mais elevados do mundo, porém não seria se o que é arrecadado retornasse em forma de benefícios à população. Temos várias carências e para resolvê-las usamos, muitas vezes, o nosso recurso particular para ter acesso a serviços básicos. A solução para isto também passará pela reforma tributária, que ao meu ver em muitos casos é injusta com quem trabalha e produz.
Em 2020 teremos eleições municipais. Na sua opinião, quais os temas que necessariamente devem estar na pauta dos candidatos à prefeito? Na próxima eleição teremos alguns pontos importantes e diferentes comparados às últimas eleições. Cito o que aconteceu em nível nacional: a população não aceita mais ou pelo menos tem diminuído a passividade em termos de produção parlamentar e envolvimento com a “corrupção”, o povo está mais crítico e isso deverá ocorrer também nas eleições municipais, mas temas pontuais como gastos públicos, trânsito, saneamento básico, saúde e educação farão parte dos questionamento aos candidatos a vereador e prefeito.t
Além do excesso de tributos, o empresariado e os contribuintes em geral reclamam do excesso de burocracia não só
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Conversa com Especialista
FONTES DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS
Paulo Cesar Antoniollo, gerente regional para a Região Oeste do BRDE, engenheiro agrônomo (UFSM), mestre em Ciência e Tecnologia Agroindustrial (UFPEL), MBA em Gerenciamento de Projetos (FGV)
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hapecó recebeu, no mês de julho, um renomado economista para uma palestra no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês. Mais de mil pessoas ouviram perspectivas muito positivas para a realização de investimentos no País. Certamente, muitos dos empreendedores presentes deixaram o evento com uma motivação a mais para tirar da gaveta seus projetos, trazendo-os à realidade, no intuito de ver seus empreendimentos prosperarem. A despeito de um horizonte propício, a decisão de investir sempre traz muitos questionamentos, especialmente no que se refere à necessidade de capital. Qual a fonte de recursos que devo utilizar? Devo usar capital próprio? Como ter acesso a financiamentos? Minha empresa pode captar recursos não reembolsáveis, por meio de editais? Estou preparado para abrir o capital de minha empresa? Todas estas dúvidas surgem e são naturais porque não há uma resposta padrão que sirva a todos os casos e empresas. Para fazer a melhor escolha, é necessário que os tomadores de decisões tenham à disposição o maior número possível de informações acerca das opções de acesso ao capital que o mercado oferece. Dentre as alternativas, o crédito reembolsável ou financiamento, disponível no
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Sistema Financeiro Nacional (SFN), mostra-se a fonte de recursos mais usual para a realização de investimentos com capital de terceiros. Esse tipo de crédito pode ter origem em recursos livres (sem regulamentação das condições de financiamento) ou recursos direcionados (condições de financiamento regulamentadas). Considerando que os recursos livres são amplamente comercializados e divulgados pelas instituições financeiras como os bancos e cooperativas de crédito locais, neste artigo vou me ater às principais fontes de recursos direcionados hoje disponíveis. Isso porque entendo que elas são as opções mais adequadas para financiar investimentos de logo prazo, onde o retorno do capital investido tende a demorar mais e, por isso, demandam condições de financiamento com prazos de amortização e carência estendidos, bem como taxas de juros atreladas a indexadores adequados ao perfil do projeto a executar. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é hoje a principal fonte de recursos direcionados para o financiamento de investimentos no País, tanto pela diversidade de projetos que podem ser apoiados, quanto pela forma de atendimento. Os recursos do BNDES chegam aos empreendedores por meio de financiamen-
tos diretos - geralmente em empreendimentos de grande porte - ou indiretos - via repasse de recursos por meio de uma ampla rede de agentes financeiros credenciados. Estes, por sua vez, acabam atuando mais fortemente em projetos de micro, pequenas e médias Empresas (MPME’s). QUEM PODE RECEBER FINANCIAMENTO Excetuando-se os setores de comércio de armas, atividades bancárias e financeiras, motéis, saunas, termas, jogos de prognósticos e assemelhados e atividades imobiliárias, praticamente todas as outras atividades podem receber financiamentos com recursos do BNDES. Via de regra, projetos para implantação, relocalização ou modernização de empreendimentos são financiáveis. Isso inclui investimentos fixos e semifixos como obras civis, aquisição de equipamentos nacionais novos, móveis e utensílios, instalações e montagens, softwares, estudos e projetos. Atualmente, as taxas de juros médias em agentes financeiros credenciados para repasse de recursos do BNDES oscilam entre IPCA*7,6% ao ano (11,2% ao ano nos últimos 12 meses) ao ano e IPCA*9,8% ao ano (13,5% ao ano nos últimos 12 meses), com
INVESTIMENTO E DESENVOLVIMENTO xistem soluções financeiras viáveis para implementar investimentos dos mais variados tipos e portes, que permitem colocar em andamento iniciativas para o aumento de competitividade do seu negócio sem que haja o comprometimento do capital próprio em imobilizações. Vale lembrar que o mercado de crédito é extremamente dinâmico, assim como a oferta de linhas de financiamento disponíveis a cada momento. Espero ter esclarecido algumas das principais dúvidas e entregue alguns elementos para colaborar na decisão dos empreendedores em trazer à realidade os seus planos de
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prazos totais de pagamento que podem chegar a até 240 meses, embora o mais comum seja entre 60 e 120 meses. O percentual a ser financiado fica entre 60% e 100% dos investimentos, conforme o porte da empresa beneficiária do crédito e o setor de atividade a ser investido. O BNDES também administra programas especiais, com condições de financiamento diferenciadas para determinados projetos ou segmentos da economia. O Programa BNDES Fundo Clima, com recursos vinculados ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), por exemplo, permite financiar até 80% do investimento em máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética. Podem captar os recursos pessoas físicas ou micro e pequenas empresas pertencentes a grupos econômicos com faturamento anual até R$ 4,8 milhões, com juros fixos de 4,03% ao ano e prazo de financiamento de até 144 meses. A maior parte dos investimentos apoiados por meio deste programa tem por objetivo a geração de energia fotovoltaica para consumo próprio. AGRONEGÓCIO E INOVAÇÃO O agronegócio também conta com programas de investimento diferenciados administrados pelo BNDES. São diversas as opções de financiamento, que têm recursos vinculados ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA). O crédito rural para a agricultura familiar e suas cooperativas conta com taxas de juros que
investimento de forma sustentável. É na decisão de investir de cada empreendedor que nasce o desenvolvimento de uma região. São esses investimentos que geram não só lucros para a empresa e seus acionistas, mas que permitem promover o desenvolvimento socioeconômico por meio da geração ou manutenção de empregos e de renda. Sem contar no incremento da receita pública, mediante acréscimo no recolhimento de impostos, os quais podem ser revertidos em políticas públicas, beneficiando toda a comunidade. As oportunidades se apresentam, mas cabe ao empreendedor estar atento e preparado para identificá-las e aproveitar o que de melhor oferecem.
variam entre 3,0% e 4,6% ao ano. Já para a agricultura empresarial, tanto para pessoas físicas como jurídicas, os juros atuais ficam entre 5,25% e 10,50% ao ano, conforme estabelecido no Plano Safra 2019/2020 para cada tipo de empreendimento. Outra importante fonte de recursos reembolsáveis é a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), cujas linhas de financiamento focam no apoio a projetos de inovação das empresas. As taxas de juros variam conforme o grau de inovação dos projetos a serem apoiados, oscilando de TJLP-0,5% ao ano (5,45% ao ano - julho de 2019) para inovações críticas, até TJLP+5,0% ao ano (10,95% ao ano - julho de 2019) para projetos de pré-investimento. Assim como o BNDES, a Finep oferece crédito por via direta e indireta – por meio dos agentes credenciados. O foco em operações diretas está em projetos inovadores com valor superior a R$ 10 milhões, de empresas com faturamento anual acima de R$ 16 milhões. No ano de 2013, a Finep colocou no mercado o seu programa de financiamento descentralizado chamado Finep Inovacred, credenciando diversos agentes financeiros regionais para repassar seus recursos a empresas com faturamento anual abaixo de R$ 90 milhões, em projetos de valor inferior a R$ 10 milhões, viabilizando o apoio a empresas inovadoras de micro, pequeno e médio portes. As taxas de juros do Programa Finep Inovacred variam entre TJLP (5,95% ao ano - julho de 2019) e TJLP+1%
ao ano (6,95% ao ano - julho de 2019), com prazo de reembolso máximo de 96 meses, financiando entre 80% e 90% dos planos de investimento com foco em inovação para competitividade. Em breve a Finep deverá disponibilizar, também por meio dos agentes credenciados, um novo programa para incentivar a adoção de inovações tecnológicas aderentes ao conceito da Indústria 4.0 no setor produtivo. TURISMO Outra forma de captação de recurso interessante, mas exclusiva para os prestadores de serviços turísticos, é o Fundo Geral do Turismo (Fungetur), operado por uma série de instituições financeiras credenciadas. Por meio dessa fonte, tanto os projetos de investimento quanto a aquisição de bens podem ser financiados com juros médios entre INPC+5% ao ano (8,3% ao ano nos últimos 12 meses) e INPC+6% ao ano (9,3% ao ano nos últimos 12 meses). O prazo máximo de financiamento para projetos de investimento, como a construção de um hotel, é de até 240 meses. O prazo de 120 meses, no entanto, é o mais praticado. O empreendimento pode obter financiamento para até 80% do investimento. Já a aquisição isolada de bens - como a compra de equipamentos de geração distribuída de energia, aparelhos de ar condicionado - pode ser 100% financiada, mas o prazo máximo de pagamento está limitado a 60 meses.
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Performance
LUCROS PESSOAIS E EMPRESARIAIS Dr. Marco Fiorese Benites,
médico radiologista, mestre em Saúde Global, membro do Grupo Respiratus Energia e Fênix Imóveis
O
atendimento ao cliente ocorre a todo momento e em uma pluralidade de cenários e variáveis que desafiam qualquer especialista em estatística. Algumas vezes esse atendimento ocorre com a participação de máquinas, porém a maior parte das vezes ainda existe o componente humano nas duas extremidades da relação; ou seja, um profissional prestador de serviços e um cliente. Quando consideramos o componente humano nessa relação, também temos que levar em conta a natural flutuação no comportamento que qualquer um está sujeito a ter – uns mais, outros menos. O atendimento ao cliente é um ótimo exemplo onde uma das partes (o cliente) espera receber toda atenção e dedicação necessária do profissional para solução de seus anseios e problemas – nada mais justo. Agora, cabe ao profissional ou ao gestor dos seus funcionários garantir que independentemente de indisposições físicas e psicológicas dos mesmos, o atendimento ocorra com primor, não só garantin-
do o serviço como também o entendimento do que o cliente precisa. Porém, infelizmente, muitas são as histórias de atendimentos secos, distantes e ineficientes. O resultado são clientes insatisfeitos que buscam outros profissionais ou empresas; ou seja, os profissionais e empresas que permitem cenários como esses acontecerem, perdem os seus clientes; já as outras, ganham constantemente novos clientes – não só os ganham, como os fidelizam. Vamos agora pensar o que falta na atitude de profissionais que prestam serviços que decepcionam os clientes? Melhores salários? Mais horas de sono? Com certeza, estes pontos podem influenciar em suas atitudes. Porém, colocar-se no lugar daquele ser que está no outro lado da relação, muitas vezes com algo que lhe cause ansiedade ou até mesmo dor, já é um bom começo. Quando conversamos sobre um excelente atendimento ao cliente e uma ótima prestação de serviços, invariavelmente pronunciaremos a palavra “empatia”.
Ser empático é uma opção. É também uma opção que nos torna mais vulneráveis, a mercê de nossos próprios pensamentos, pois para me conectar ao outro tenho que primeiro conectar a mim mesmo, ao meu ser interno. E esse ser, meus amigos, tem também a sua parcela de dias ruins. Por isso, para muitos prestadores de serviço é mais fácil adotar comportamentos frios, mecânicos; ou seja, apáticos. Porém, os mesmos, ou os gestores dos mesmos, esquecem-se da grande oportunidade que perdem como seres humanos: a de se conectar com a sua própria essência, com sua própria história de vida, com seu próprio mundo interno. Esquecem-se também que a todo momento a vida nos presenteia com oportunidades para sermos melhores, para evoluirmos como pessoa, sendo protagonizar um atendimento com empatia uma dessas. Na realidade, proporcionar um atendimento humanizado é antes de tudo permitir que uma parcela de bem flua entre os seres, bem este que volta em lucros pessoais e empresariais.
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“VISTA SUAS CALÇAS CONSCIENTEMENTE”
T Iselda Pereira,
mestre em emocionalidade nos processos de aprendizagem e especialista em mediação de grupo
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em dias em que a gente se sente improdutivo, não é mesmo? E a culpa nem sempre está em você, afinal, há coisas que fogem ao nosso controle. Apesar disso, existem muitas soluções para diminuir esse sentimento de frustração, uma das mais conhecidas é o mindfulness. Esse termo significa nada mais do que “atenção plena”, na tradução literal. E é justamente isso que buscamos com o mindfulness, a presença total em alguma atividade do dia a dia. Vamos entender melhor como isso pode funcionar. O principal objetivo do mindfulness – técnica que perpassa a meditação, mas vai além da concepção cartesiana da expressão – é permitir que você aplique o máximo de concentração em um determinado exercício diário. Por exemplo, quando você está escrevendo um relatório e pensando nas reuniões que terá ao longo do dia, o relatório não alcançará a qualidade de seu potencial, a não ser que você concentre sua atenção completamente nesta atividade. Ou seja, o mindfulness atua no aqui e agora, na qualidade da presença. E quando você consegue prestar atenção em si, você é capaz de estar presente. Acontece que quando o estresse e a ansiedade estão muito altos, seja pela pressão das demandas ou pela angústia, o nosso corpo ativa a respiração de emergência. Isto é, respiramos muito rápido e de forma superficial, logo ficamos ofegantes e não oxigenamos o cérebro corretamente. Por consequência, o nosso comportamento muda e ficamos mais sensíveis. O que eu costumo dizer é que mais valem 15 minutos de atenção plena em alguma tarefa do que três horas de ten-
tativas. Mas sabemos, claro, que no mundo corporativo a pressão é muito maior, porque precisamos gerar resultados. E administrar a emoção em espaços empresariais, às vezes, pode ser um desafio, sobretudo por conta das demandas, cobranças, metas ou contratempos. Assim, o mindfulness funciona como um meio para gerenciar o estresse, para solucionar os compromissos e obter resultados no trabalho. Além disso, há outro fator primordial no contexto dos negócios: não atraia a culpabilidade para você. Pelo contrário, faça o que estiver ao seu alcance e encontre uma harmonia entre você, o ambiente e suas emoções. Pense comigo: em que situações costumamos ativar a respiração de emergência? Quando vamos atacar ou nos defender. No entanto, não há perigos eminentes. Então, você pode respirar calmamente e se concentrar, pois o predador é imaginário. Faça um exercício simples. Reflita sobre suas atitudes do dia a dia, feitas de maneira mecânica. Quantas vezes você escolhe conscientemente a roupa que vai usar? Observe, também, o modo como você veste a roupa ou se seca depois do banho. Notou que a maioria dessas atitudes são espontâneas? Isso não deve ser muito diferente na rotina de trabalho. Pois bem, o mindfulness nos provoca justamente ao exercício do gesto consciente e atento. Portanto, o desafio que eu lanço a você é: vista as calças conscientemente. A partir de hoje, execute cada ação contemplando o movimento, preste atenção no pensamento e acima de tudo: esteja imerso no presente.
A FEROLDI INCORPORAÇÕES
AGORA É FRD Com uma trajetória de mais de 10 anos na concepção e incorporação de edifícios residenciais, a Feroldi Incorporações apresenta neste mês de agosto uma nova identidade. Em uma ousada ação de Branding, a marca é transformada na sigla FRD, que representa a aglutinação e simplificação do nome Feroldi e ao mesmo tempo simboliza os três atributos principais de posicionamento da marca: Flexibilidade, Relacionamento e Dedicação. A mudança da marca envolve o alinhamento de seu posicionamento às suas características mais distintivas: a credibilidade conquistada em sua trajetória, uma gestão com perfil arrojado, aliada à pessoalização do relacionamento com os clientes que se dá diretamente entre o cliente e os proprietários da incorporadora “para ouvir suas necessidades e buscar junto com ele as so-
luções personalizadas que deseja para os seus imóveis”, explica um dos sócios, Rodrigo Gauze. “Entendemos que o nosso público busca em primeiro lugar a nossa credibilidade, a certeza de que pode confiar em nosso compromisso de entrega e qualidade superior nos imóveis”, acrescenta. NOVO EMPREENDIMENTO
J
unto com a mudança da marca, realizada pela agência Nova Multicomunicação, a FRD apresenta ao mercado seu novo empreendimento: o Boulevard D’Assis, com lançamento previsto para o mês de agosto. O empreendimento tem como maiores destaques a sua localização nobre, a sua ecoeficiência e o padrão de acabamento diferenciado, características de todas as obras da Incorporadora.
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Dica dos Nucleados Núcleo dos Centros de Formação de Condutores
Núcleo Multissetorial I
Conscientização no trânsito
Edifícios inteligentes
O
Q
Brasil ocupa a 5ª posição no ranking de mortes por acidentes de trânsito. Em setembro completam 22 anos da Lei 9.503/97 (Código de Trânsito Brasileiro). Pelas suas regras houve significativas mudanças no trânsito, especialmente na educação. Podemos destacar que, pelo processo de educação, os condutores tornam-se mais conscientes de seu papel como cidadãos, atuando em prol da segurança nas vias. Os números são generosos: se contarmos apenas os últimos 10 anos, houve uma redução de aproximadamente 40% nas mortes por acidentes. Apesar de continuarmos lutando por um trânsito mais seguro, no qual haja menos acidentes, e em consequência, menos mortes, isso já é motivo para comemorar!
uando assistimos filmes futuristas, achamos que estas tecnologias irão demorar para chegar e que nunca iríamos nos adaptar. Nos edifícios inteligentes a utilização da internet das coisas, inteligência artificial, integração entre equipamentos, software e serviços permitem criar edifícios capazes de facilitar a vida dos usuários e ao mesmo tempo trazer economia para o condomínio. Viver em um edifício inteligente é simplesmente apaixonante, não tem como pensar em voltar ao passado. Passarão anos e estes edifícios continuarão modernos, pois os usuários poderão estar sempre atualizando os softwares e inserindo novas tecnologias. Daiana M. Mattana – Imensa Empreendimentos
Eloi Dalla Vechia – CFC América
Núcleo de Sustentabilidade Núcleo de Assessorias e Consultorias
Saber lidar com as emoções é a chave para o êxito profissional
E
sta competência, que cada vez mais tem o papel de diferenciar os profissionais, permite à pessoa desenvolver um ambiente harmonioso, e ao mesmo tempo ser agressivo em ideias e resultados. As prerrogativas de ter a inteligência emocional bem equilibrada é a sabedoria nas tomadas de decisão e ter tranquilidade e discernimento para buscar as melhores estratégias. Saber agir emocionalmente com inteligência pode trazer diversas vantagens no dia a dia e na carreira. Rápidas promoções, obtenção de resultados efetivos para a equipe e para a empresa, ampliação da rede de relacionamentos e aprendizado com maior facilidade são alguns dos benefícios quando o profissional desenvolve esta competência. Rangel Lima – Rangel Barbosa de Lima ME
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Estilo de vida de um consumidor consciente
S
ustentabilidade tem sido uma temática cada vez mais abordada junto à sociedade, seja no meio empresarial, educacional ou no cotidiano pessoal. Mas será que sabemos o que é sustentabilidade ou ser sustentável? De maneira simplificada gosto de dizer que é o equilíbrio entre os aspectos sociais, econômicos e ambientais. O consumo consciente tem como pilar a sustentabilidade, ou seja, se desejamos ser um consumidor consciente precisamos estar atentos a forma com que adquirimos, usamos e descartamos bens de consumo e serviços. Nosso cotidiano deve estar alinhado com a utilização responsável dos recursos naturais, buscando consumir apenas o necessário. Consumo consciente é uma questão de cidadania, de se importar com o outro! Para reconhecer empresas que tem essas práticas, a ACIC, por meio do Núcleo de Sustentabilidade e a Unochapecó promovem a 1ª edição do Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade. A entrega da premiação será em evento no dia 29 de agosto. Marina Petzen - Estilo Verde Moda Sustentável
Dica dos Nucleados Núcleo de Excelência
Núcleo de Gestores de Pessoas
Estratégia – do planejamento à execução
Competências comportamentais
A
O
instabilidade do cenário econômico nos últimos anos mostrou às empresas a incontestável importância de um planejamento estratégico claro e uma implementação consistente. Pode parecer algo simples: planejar e implementar. Mas, na prática, é um pouco mais complexo. O segredo é encontrar o equilíbrio, para não planejar demais e executar pouco, nem sair executando o que acha mais importante sem planejamento. Para isso, é extremamente importante buscar ferramentas que auxiliem nessa jornada, como o Modelo de Excelência da Gestão (MEG), da Fundação Nacional da Qualidade. O modelo estimula a organização a desenvolver seus processos abrangendo os oito fundamentos da Excelência da Gestão, sempre com foco nos resultados do negócio.
Fórum Econômico Mundial destaca competências comportamentais - soft skills a serem desenvolvidas até 2020, como resolução de problemas complexos; pensamento crítico; criatividade; liderança; trabalho em equipe e inteligência emocional. Pesquisa da Page Personnel indica que 9 em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental, fator que motiva o mercado a repensar processos de seleção e os profissionais a identificar pontos de melhoria em seu perfil para acessar as melhores vagas. Desenvolver soft skills é mais complexo do que desenvolver hard skills, competências técnicas, mas é possível a quem investe em desenvolvimento pessoal e profissional. Duilio Pedro Schaefer Júnior - Unochapecó
Fernando Cobs – OGOCHI Menswear
Núcleo de Tecnologia da Comunicação e Informação Núcleo de Jovens Empresários
Redes sociais e públicoalvo
A
s redes sociais mostram números significativos de usuários. No Brasil, 92,6% dos internautas fazem parte de uma rede social, 20% a mais que no ano passado. O Marketing Digital é uma ferramenta que busca maior engajamento com o cliente. A questão é: você sabe qual o seu público-alvo nas redes sociais? Essa pesquisa é importante para converter suas curtidas em vendas. Para isso, analise seu produto e o que ele oferece, entenda o mercado local e o que as pessoas buscam no seu segmento, saiba onde essas pessoas estão, qual sua faixa etária e quais seus interesses. Dessa forma, você saberá se posicionar nas redes sociais com assertividade para atingir esse público. Anderson Scolari – Scolari Soluções Criativas
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Gamificação corporativa
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amificação tem origem no termo inglês “gamification”, consiste na aplicação de técnicas de jogos para gerar engajamento e cativar equipes através de desafios constantes. A gamificação corporativa é uma tendência que veio para ficar. Manter uma equipe focada é sempre um desafio para os gestores. Utilizar uma técnica diferente para melhorar o entendimento na comunicação interna, treinamentos e atividades que exigem um monitoramento do desempenho em tempo real é chave para o sucesso. E esta é uma metodologia que tem ajudado empresas a alcançarem o sucesso, promovendo o engajamento de seus jogadores, oferecendo recompensas a cada tarefa bem executada ou a realização de metas. Edison Kemerich de Brito - Top System
Dica dos Nucleados Núcleo das Indústrias Gráficas
Núcleo de Academias
Corrida de rua
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cada dia aumenta mais o número de pessoas descobrindo os benefícios da corrida para a saúde física e mental do ser humano. Contraindicação para essa atividade praticamente não existe. Fácil de praticar e acessível, de baixo custo. Com sol, chuva, frio ou calor, nada impede de curtir bons momentos cuidando do corpo e da mente. Um esporte individual, que se torna mais agradável ainda se praticado em grupo. Sempre indicado que seja com o acompanhamento de um profissional de Educação Física, que garante a prescrição de atividades adequadas, proporcionando um novo e saudável estilo de vida. E para completar, participar de provas de corrida de rua é sempre uma experiência muito prazerosa e inesquecível. Ademar Kammler - Academia Passo a Passo
Novas tecnologias para novos projetos
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om a mudança na forma de comunicar, o mercado adquiriu novas necessidades, como a personalização de materiais e maior agilidade nas impressões. Surge, então, a Gráfica 4.0, com novas tecnologias, mais sustentáveis, com possibilidade de criar projetos mais elaborados, com mídias, texturas e formatos diferentes para atender o consumidor. São novos equipamentos para impressão digital, offset e embalagens, como impressoras e softwares com maior capacidade de velocidade e personalização, além da impressão digital laser e impressões UV. A tecnologia de impressão UV vem ganhando destaque, empregando tinta de secagem rápida, para os mais diferentes tipos de materiais, tanto rígido quanto flexíveis, com cores mais intensas, maior durabilidade e custo acessível. Douglas Citron Vedana – Pegepel Impressões
Núcleo de Automecânicas
Inspeção veicular: segurança para todos
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iante do desenvolvimento e crescimento regional do comércio e quantidade de veículos, a inspeção veicular é grande aliada do cidadão para garantir sua segurança, da sua família, bem como a qualidade do trânsito e do ambiente. Anualmente ou ao adquirir um veículo usado, a inspeção realizada por um técnico capacitado revela a real situação do veículo, evita acidentes e desgastes futuros. A partir da iniciativa do Núcleo Estadual das Automecânicas (NEA), Chapecó realiza anualmente a Inspeção Veicular Gratuita (IVG) com um check-list preventivo e explicativo que serve para alertar sobre a importância da manutenção preventiva e um levantamento crítico da frota chapecoense. Este ano ocorrerá a partir do mês de agosto, nas oficinas nucleadas. Fique atento às datas e locais. Participe! Claudson Fabiano Rosa – Rosa Auto Center
Núcleo Multissetorial 2
O impacto das novas tecnologias no mercado segurador
A
través da era digital, atualmente, é possível mensurar e minimizar os riscos inerentes a um bem segurado, com elevada precisão, o que garante uma precificação mais justa e adequada. Os clientes, cada vez mais conectados, obrigam as seguradoras e os corretores de seguros a se reinventarem. É preciso estar tão conectado quanto os clientes para atender e satisfazer suas expectativas. A inovação e celeridade na captura de informações permite às seguradoras a criação de produtos personalizados, com base na análise cruzada de banco de dados, além de facilitar a concessão de descontos vinculados a boas práticas no trânsito e rotina saudável, por exemplo. E isso só é possível em virtude dos avanços tecnológicos. Antonia E. dos Santos - Oliveira Locomotiva Seguros 25 - acichapeco.com.br
Aconteceu
A ACIC e a Prefeitura de Chapecó assinaram acordo de cooperação para uso do Parque de Exposições Tancredo Neves para a realização da 13ª Mercoagro.
A ACIC participou da reunião do Fórum Parlamentar Catarinense, em Chapecó, quando foram discutidas demandas da região.
Design Thinking foi o assunto do Programa CENA, em julho, explanado pela facilitadora Valéria Feijó.
Em julho a ACIC promoveu três capacitações: sobre PPCP, ISO 9001 2015 e Contratação de Terceirizados.
“Como o poder público de Chapecó atua para apoiar o desenvolvimento das MPEs” foi tema do ACIC Open.
As vantagens dos cartões UTIL foram apresentadas para contabilistas em evento do Sindicont e Núcleo de Estudos Contábeis Chapecó.
O Núcleo de Automecânicas e a ACIC sediaram a assembleia do Núcleo Estadual de Automecânicas (NEA).
O Núcleo de Gestores de Pessoas promoveu o evento “Gente, gestão e resultado”, que abordou sobre ferramentas do setor de RH.
A ACIC promoveu o Café com o Presidente, um evento de integração entre a diretoria e os núcleos da entidade.
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Confira onde a Revista da ACIC está circulando
AGENDA ACIC 15.08
Almoço Empresarial - JA Equipamentos
23.08
Curso Criatividade e Técnicas de Vendas Externas
23,24 30,31 agosto
29.08
19 a 30.08
01.09
09,10 e 11.09
12.09
Cantina CESEC | 12h
ACIC Chapecó | 19h
Curso Formação de auditores internos ISO 9001:2015 ACIC Chapecó | 19h às 22h e 8h às 12h, 13h às 17h
Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade Cantina CESEC | 19h
Inspeção Veicular Gratuita IVG Mecânicas Nucleadas ACIC | 8h às 18h
Corrida Rústica - Núcleo das Academias Complexo Esportivo Verdão | 8h
Rogério Bilibio, sócio proprietário da AUDAZ Corretora de Seguros
Curso Atendimento Eficaz ao Cliente - Turma 2 ACIC Chapecó | 19h
Curso Ferramentas para Análise de Perfil Comportamental nas Empresas ACIC Chapecó | 19h
12.09
17,18 e 19.09
Almoço Empresarial EKO7 Cantina CESEC | 12h
Curso Gestão Estratégica de Compras e Suprimentos ACIC Chapecó | 19h
Giovana Blanger Piovesan, proprietária da Azul Cargo Express
Marina Petzen, bióloga, empreendedora ambiental Estilo Verde Moda Sustentável Mande também sua foto com a revista para o e-mail eventos@acichapeco.com.br
MISSÃO ACIC Representar os segmentos econômicos de Chapecó, estimulando a livre iniciativa e trabalhando como agente de mudanças. Atender com eficiência e eficácia as necessidades dos associados correspondendo às suas expectativas. Ser a indutora de Av. Getúlio Vargas, 1748N CEP: 89805-000 - Chapecó/SC Fone/Fax: 49 3321-2800 E-mail: acic@acichapeco.com.br facebook.com/acic.chapeco
ações para o fortalecimento da classe empresarial, oportunizando condições para o surgimento de novos mercados de trabalho e ampliação dos já existentes.
Diretoria Executiva Gestão 2018/2019 Diretor Presidente Diretor 1° Vice Presidente Diretor 2° Vice Presidente Diretor Administrativo Diretor Administrativo Adjunto Diretor Financeiro Diretor Financeiro Adjunto Diretora de Desenvolvimento de Núcleos Diretora de Responsabilidade Social e Ambiental Diretor de Relações Internacionais e Comex Diretor Mercoagro 2018 Diretor de Desenvolvimento de Industria, Comércio e Serviços
Diretor de Assuntos Econômicos e Tributários Diretor de Tecnologia e Inovação Diretor de Relações Institucionais Diretor de Agronegócio Diretor de Micro e Pequenas Empresas
Cidnei Luiz Barozzi Gilson Carlos Confortin Nelson Eiji Akimoto Lenoir Antonio Broch Helon Rebelatto Dalvair Jacinto Anghében Sergio Perondi Cleunice Zanella Carla Fabiana Cazella Milvo Zancanaro Bento Zanoni Claudemir José Bonatto Alcindo Lopes Gustavo Damschi Josias Mascarello Vincenzo Francesco Mastrogiacomo Julio Cesar Moura Franco
TODOS OS DIRETORES DA ACIC COLABORAM DE FORMA VOLUNTÁRIA, SEM REMUNERAÇÃO ESTRUTURA ORGNIZACIONAL Conselho Deliberativo: Presidente: Itacyr Centenaro Vice-Presidente: Neivor Canton Secretário: Nei Roberto Hermes Conselho Consultivo: Marcos Moschetta Diretor Executivo: Fabio Luis Magro Gerente Administrativa: Taisa Bonassi Brassanini
Jornalista Responsável: Marcos Antônio Bedin (M.T.B.: SC-0085 JP) | Edição: Lisiane Kerbes | Redação: Marcos Antônio Bedin, Lisiane Kerbes, Kaehryan Fauth, Silvania Cuochinski - acichapeco.com.br e Caroline Figueiredo | Projeto Gráfico: Ananda Marcon | Impressão: Mércur Indústria Gráfica | Tiragem: 2.000 unidades | Fechamento da Edição:27 06/08/2019
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