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Revista ACIC Chapecó - Março 19

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Marรงo 2019


já marcou uma hora com você hoje?

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MULHER, EM TODO LUGAR Depois da Segunda Guerra Mundial, o papel da mulher na sociedade ocidental ocupou uma nova dimensão. Durante as crises política, humanitária, econômica e ambiental que o cruento conflito provocou, elas mostraram seu valor substituindo os homens nas frentes de produção no campo e nas indústrias, dando uma contribuição valiosa no esforço de guerra. Ao fim do conflito, quando o Mundo tentava retornar à normalidade, elas continuaram agentes e protagonistas de movimentos que moldaram a sociedade contemporânea. Assim, nesses mais de 70 anos, as grandes mudanças e transformações sociais tiveram – em maior ou menor grau – o concurso das mulheres. Apesar dos fortes contrastes que marcam a sociedade brasileira, é possível afirmar que a mulher conquistou espaços valiosos. Reflexo

desse caminhar histórico, Chapecó registra uma notável participação das mulheres em todos os setores. Elas comandam empresas, dirigem entidades sindicais e empresarias, pontificam nas academias, participam da administração pública e são presença numerosa – quando não majoritária – nas áreas da educação, do direito e da saúde. É preciso reconhecer que há muito a avançar, ainda. Mas os homens inteligentes descobriram que sua melhor conquista é ter como companheira uma mulher independente, crítica, qualificada para a vida familiar, profissional ou empresarial – enfim, um ser humano integral, protagonista de uma relação madura, sem subordinação, mas construída no respeito mútuo e na dedicação recíproca, completando-se um ao outro. De regra, a mulher chapecoense assumiu os cargos mais proeminentes em todas as organizações privadas ou públicas e deles se desincumbem com sucesso absoluto. Afinal, lugar da mulher é em todo o lugar onde ela desejar estar. Podemos dizer, sem dúvidas, que a mulher chapecoense é um “case” de sucesso absoluto. Parabéns, mulheres! Chapecó, março de 2019.

CIDNEI LUIZ BAROZZI Presidente

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Institucional

Foto Peterson Pault

PRIORIDADES PARA O OESTE EU SOU DO OESTE E SEMPRE LUTEI PELA REGIÃO. “NOSSA ANÁLISE SERÁ CRITERIOSA E VAMOS BUSCAR ATENDER TUDO O QUE FOR VIÁVEL. PODEM TER A CERTEZA QUE EU, ENQUANTO VICE-GOVERNADORA, NÃO MEDIREI ESFORÇOS PARA LUTAR EM FAVOR DAS DEMANDAS DO OESTE

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A

s demandas de infraestrutura de Chapecó e do Oeste são bandeiras da ACIC há anos. A entidade atua junto aos governos para buscar as melhorias necessárias e está sempre aberta ao diálogo com órgãos públicos, entidades, universidades e iniciativa privada. Neste ano, participou de diversas reuniões com o Governo do Estado, apresentou propostas e está à disposição para contribuir. Nesta entrevista, a vice-governadora Daniela Cristina Reinehr relata objetivos e metas do governo para a região. Daniela, primeira vice-governadora de Santa Catarina, é natural de Maravilha, no Oeste. Nasceu no dia 04 de abril de 1977. É casada, mãe de dois filhos, advogada, produtora rural e ex-policial militar. Em Chapecó, formou família e dedicou-se ao exercício do Direito durante 18 anos, com atuação nas áreas de Direito Empresarial, Administrativo, Civil e Comércio Exterior.

Como a Senhora se sente na condição de primeira mulher a ocupar o cargo de vice-governadora em Santa Catarina? Quais são seus maiores desafios no exercício desse elevado cargo público? Eu me sinto muito feliz e orgulhosa porque esse é um fato histórico. Sinto que represento cada uma das mulheres que querem uma Santa Catarina e um Brasil diferente, todas que pretendem deixar para os seus filhos um Estado eficiente, justo, onde todos possam realmente se desenvolver com conforto e segurança. É um orgulho e ao mesmo tempo uma responsabilidade muito grande que me acompanham diariamente. Lembro de mulheres que fazem parte da nossa história e que estudamos geração após geração. Aprendi a admirar seus feitos. Espero que, quando alguém ler a nosso respeito, lá na frente, haja apenas grandes feitos em favor dos catarinenses. É assim que eu quero ser vista: como uma mulher que ajudou, nesses quatro anos que virão, a colocar o nosso Estado no lugar que ele realmente merece. Todo mundo sabe o potencial de Santa Catarina, dos projetos e empreendimentos em que estamos na vanguarda. Temos tecnologia de ponta e capacidade de desenvolvimento. Os próximos anos serão de transformação política e eu me sinto muito orgulhosa de fazer parte desse processo. Quero, quando terminar esse ciclo, poder olhar para trás e ver que eu fiz um bom trabalho. Quais são as prioridades do governo MOISÉS/DANIELA para a região Oeste? Temos deixado bem claro para todos que nos perguntam: a infraestrutura é nossa principal prioridade. Não vai ser diferente com a região Oeste. As principais artérias que cortam o nosso Estado são federais. Estamos lutando junto ao governo federal pela revitalização com-

pleta da BR-282, além da duplicação da BR-470 no Vale do Itajaí, por onde escoamos os nossos produtos. No que compete ao Estado, queremos viabilizar a revitalização de toda a SC-283. Também buscaremos aumentar o repasse para a manutenção das rodovias. Muitas estão em situação precária justamente porque esses valores não foram repassados ao longo do tempo. As agroindústrias também são outro ponto de atenção do governo. Elas geram milhares e milhares de empregos e o agronegócio responde por quase 30% do nosso PIB. Há também questões em que eu estou me envolvendo pessoalmente: viabilizar a abertura do novo prédio do Hospital Regional do Oeste, a ampliação do Aeroporto de Chapecó e as escolas da região, entre outros temas importantes para nosso pleno desenvolvimento. A ACIC encaminhou ao governo um documento relatando as principais reivindicações do Oeste, grande parte delas relacionadas com a infraestrutura regional. Qual o encaminhamento que pode ser dado a essas questões? As preocupações do empresariado de Chapecó são semelhantes às do Governo do Estado nesse sentido. Além da transparência, queremos pautar nossas ações pelo diálogo. Diante disso, podemos assegurar que vamos olhar com carinho para os pleitos regionais. Eu sou do Oeste e sempre lutei pela região. Nossa análise será criteriosa e vamos buscar atender tudo o que for viável. Podem ter a certeza que eu, enquanto vice-governadora, não medirei esforços para lutar em favor das demandas do Oeste. Qual será o relacionamento do governo MOISÉS/DANIELA com o empresariado e o setor produtivo em geral? O melhor possível. Tenho afinidade com o setor e sei da necessidade de se dialogar com o governo questões sensíveis. Eu sempre me coloco no lugar de quem produz, porque sei de todas as dificuldades dos produtores, sejam eles rurais ou industriais. Como já disse, queremos pautar nossas ações pela transparência, governança e, claro, diálogo. Os representantes de entidades como a Fiesc e a Fecomércio estão sendo chamados para participar de reuniões, inclusive com a presença do governador. É uma demonstração de que queremos manter a melhor relação com o setor produtivo. Esse diálogo será fundamental para construirmos um novo momento para o Estado, que irá ajudar na retomada do crescimento e do desenvolvimento. Passamos por um momento complicado no País nos últimos anos, com instabilidade política e financeira. Recebemos o Estado em condições de precariedade e há muito trabalho a ser feito. É chegada a hora de virar essa página. Vamos fazer isso aqui em Santa Catarina.

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ACIC ACOMPANHA SESSÕES DA CÂMARA DE VEREADORES No início das atividades legislativas municipais deste ano, a ACIC retomou o projeto de acompanhamento das sessões da Câmara de Vereadores. A intenção da entidade é conhecer melhor o funcionamento do Legislativo e, a partir disso, contribuir com propostas para melhorias da cidade. Para o acompanhamento presencial das reuniões, a ACIC está formando um grupo de voluntários, tanto associados como da comunidade. Mais informações pelo e-mail executivo@acichapeco. com.br ou pelo telefone (49) 3321-2800. “É muito importante esse movimento do empresariado e, nós, como diretoria da ACIC, temos que dar o exemplo, estar atuantes e alinhar algumas pautas. Ao acompanhar o trabalho do Legislativo também damos mais responsabilidade aos vereadores para que eles priorizem assuntos realmente importantes para a comunidade.” Nelson Akimoto, 2º vice-presidente da ACIC

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“É muito importante para a entidade, mas principalmente para nós, empresários e cidadãos chapecoenses, estarmos presentes para entender como funciona a Câmara e saber o que está sendo debatido”. Jaime Bordignon, empresário “É uma oportunidade de o empresariado saber como está o andamento dos trabalhos dentro da Câmara e, também, de se posicionar para poder colaborar de forma mais direta e efetiva com mudanças que sejam importantes para o município”. Paulo Benites, médico e empresário “Os empresários e toda a sociedade deveriam participar. A ACIC está presente e apoia a transparência e todos os projetos que vêm a favor da comunidade de Chapecó e região”. Bento Zanoni, diretor da Mercoagro 2018


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Institucional

ACIC PEDE QUE PARLAMENTARES FEDERAIS DEVOLVAM VALORES DO AUXÍLIO-MUDANÇA Em carta enviada aos 16 deputados e três senadores da representação catarinense no Congresso Nacional, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) pediu que os parlamentares não recebam – e, se receberam, devolvam – os valores do auxílio-mudança pagos pela Câmara e pelo Senado. O documento, assinado pelo presidente Cidnei Luiz Barozzi, coloca que “o Poder Legislativo Federal não pode manter esse obsceno benefício pago com o dinheiro dos contribuintes”. E acrescenta: “Sem meias palavras, em nossa avaliação, trata-se de um desrespeito, um acinte, um deboche, uma vergonha.” O valor do benefício, de R$ 33,7 mil, é pago em dobro aos oito senadores e 270 deputados reconduzidos ao cargo, além dos quatro senadores que vão para a Câmara e dos 16 deputa-

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dos que fazem o caminho inverso. A previsão de gastos das duas Casas com o pagamento é de cerca de R$ 20 milhões para 298 parlamentares reeleitos em outubro como ajuda de custo para início e fim de mandato. O valor é pago até mesmo a deputados e senadores que têm casa em Brasília e não pretendem se mudar. Com isso, os parlamentares que retornam ao Congresso podem levar cada um, um total de R$ 67.526 no início do ano, além da remuneração mensal e demais benefícios já concedidos, como o auxílio-moradia. A carta manifesta que, em um País onde o salário mínimo foi estabelecido, para este ano, em R$ 998,00, causa espanto e indignação a todos os cidadãos o exagero de verbas disponibilizadas para o custeio das atividades dos deputados e senadores.


ACIC + GESTÃO UM EVENTO PARA REVOLUCIONAR SUA EMPRESA “

O Acic + Gestão será uma oportunidade única de debater, aqui em Chapecó, com grandes nomes, a gestão em uma abordagem mais holística de negócios, orientado para as necessidades dos clientes, transpondo o conceito de inovação tecnológica, de processos, serviços e relacionamento. O uso da tecnologia como meio para proporcionar uma experiência do consumidor e a integração dos mundos físicos e virtual. Conforme o professor da Universidade de Ingolstadt e do Senac, Dr.Oliver Hackel, ‘o líder do futuro precisa ter visão ampla do negócio, saber gerenciar complexidade e mudança e desenvolver ao mesmo tempo a si mesmo e aos outros, ter inteligência emocional e focar nos resultados’. E são esses temas que a ACIC proporcionará serem discutidos nesse evento”. Silvana Marcon, diretora da Faculdade Senac de Chapecó

Ampliar a visão sobre os novos tempos, principalmente quanto à gestão profissional, marketing digital e empreendedorismo são objetivos do ACIC + Gestão, um evento inovador promovido pela ACIC com a proposta de desenvolver ações efetivas para o crescimento da classe empresarial de Chapecó. A iniciativa será realizada anualmente e trará sempre assuntos relevantes, debates e informações nos mais variados cenários pessoais e empresariais.

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Parabéns aos organizadores do ACIC + Gestão. Um momento ímpar. Os assuntos que serão abordados sobre liderança, mundo digital e inovação são de muita relevância para se tornar competitivo em meio as mudanças. Precisamos buscar cada dia mais conhecimento. O momento exige aprender, desaprender e reaprender. Tudo acontece muito rápido, devemos estar preparados, pois o mundo dos negócios exige algo radicalmente novo. Enquanto estaremos participando deste evento, muita coisa estará em transformação. Temos certeza que essa primeira edição será de muito sucesso”. Soeli Fachi, secretária executiva da Vice-Presidência Regional Oeste da FIESC

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Conversa com Especialista

O FUTURO DAS INFORMAÇÕES NA NUVEM

V Caroline Dallacorte,

mestre em Tecnologia e Gestão da Inovação, fundadora da startup PackID e professora na Unochapecó

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ocê já parou para pensar que a nossa vida está cada vez mais presente na nuvem? Se você utiliza ferramentas como o Google Drive ou Dropbox para armazenamento de arquivos, CRMs para facilitar o processo de vendas, ContaAzul ou DuoBR para controles contábeis, Trello, Wunderlist, Agendor, Spotify, Netflix, dentre outros, significa que você já está imerso no mundo do armazenamento em nuvem. E este é um caminho sem volta, pois depois de experimentar essas facilidades, você tende a se sentir dependente desta tecnologia. Afinal, o trabalho se torna mais ágil, as ações são muito mais rápidas e efetivas e a produtividade é melhorada. Quando se trata de armazenar informações na nuvem, estamos falando de transferí-las pela internet ou por outra rede a um sistema de armazenamento externo que é mantido por terceiros. Ou seja, quando salvamos um arquivo na nuvem, é o mesmo processo que salvar em nosso computador, com uma diferença: ao invés de gravarmos nossos dados no HD pessoal, estaremos gravando em um HD a quilômetros de distância. E com o avanço das tecnologias, a nuvem é utilizada não só para armazenamento de arquivos, como também para uso de apps, games e softwares, sem a necessidade de baixa-los. Além disso, o usuário é capaz de acessar seus arquivos e aplicativos em qualquer lugar e a

qualquer momento! De acordo com a Forbes, o mercado do armazenamento em nuvem estava estimado em 67 bilhões de dólares em 2015 e para 2020 deve haver um crescimento de até 162 bilhões de dólares. Ou seja, conforme a tecnologia em nuvem vai tornando a computação mais fácil e barata para os consumidores, rapidamente novas aplicações vão surgindo, estendendo o seu alcance. Neste sentido, por meio do serviço em nuvem derivam-se novas tecnologias. Para os próximos anos, destaca-se a adoção contínua da Internet das Coisas, onde estima-se que um trilhão de dispositivos estarão ligados à internet. E isso vai muito além do uso de smartphones... pois estaremos cercados de dispositivos de propósito específico, dedicados a execução de determinadas funções, em diferentes áreas de nossas vidas. Além disso, as empresas precisarão repensar as escalas de seus produtos e serviços, já que os sistemas devem ser projetados para processar quantidades gigantescas de dados. Por fim, com o aumento da oferta, se prevê uma diminuição no valor destes serviços, dando abertura ao uso de outras tecnologias como Inteligência Artificial, permitindo a ampliação da sua aplicação. Espera-se que todas essas possibilidades continuem agregando em diferentes áreas e, cada vez mais, facilitem o nosso cotidiano.


GROWTH HACKING

A TENDÊNCIA QUE VEM GANHANDO O MERCADO Valéria Casaroto Feijó,

coordenadora do Curso de Publicidade e Propaganda da Unochapecó, doutoranda em Design (UFSC)

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aso você ainda não ouviu falar sobre growth hacking, não se preocupe, em breve esse conceito chegará a você ou a sua empresa, afinal ele tem se tornado cada vez mais conhecido no mercado e na cultura empreendedora nos últimos anos. Mas do que se trata e, mais importante, o que é preciso saber para aplicar nos negócios no dia a dia? O termo Growth Hacking foi apresentado por Sean Ellis e começou a ganhar espaço principalmente em startups de tecnologia a partir de 2017. Segundo o próprio Sean, trata-se de uma atuação focada em marketing orientado a experimentos com o objetivo de encontrar oportunidades que possibilitem resultados rápidos e crescimento (growth) das empresas. A metodologia surgiu quando Sean Ellis observou empresas que possuíam um crescimento diferenciado no mercado e percebeu que a grande maioria delas não utilizava práticas de marketing tradicionais da mesma maneira que as demais. As ações de divulgação e comunicação com o mercado eram diferenciadas e mais direcionadas ao público específico, além de serem desenvolvidas por equipes focadas nessas atividades e com profissionais de diferentes áreas, não apenas em marketing. Essas equipes também eram responsáveis por analisar dados e encontrar maneiras de otimizar as estratégias, fazendo assim surgir a

figura do growth hacker, profissionais especializados a encontrar “brechas” – hack – e desenvolver as estratégias de crescimento (growth). Desde então o termo ganhou o mundo e parece ser a nova necessidade do mercado. Entretanto, é preciso saber um pouco sobre como funcionada a metodologia e sua aplicação. As bases para a utilização da metodologia desenvolvida por Sean podem parecer simples, porém exigem conhecimentos de métodos de experimentos em marketing, tecnologia e principalmente psicologia do consumidor. Isso porque grande parte das estratégias propostas pelo Growth Hacking buscam verificar a aceitação do público sobre as ações, produtos, serviços de determinada empresa, em um curto período de tempo, garantindo mudanças estratégicas rápidas e tomada de decisões mais assertivas por parte de equipes de marketing e gestores. Uma das questões importantes a ser destacada é que a metodologia de Growth Hacking não faz mágicas. Ela colabora com a melhoria de projetos e da performance no mercado, mas por si só não é capaz de transformar uma realidade, se as empresas não compreenderem suas próprias capacidades e processos mercadológicos. Assim, a implementação da metodologia pode começar de maneira bem simples: melhorar os processos que já

existem, olhando e verificando o que pode ser alterado para que a conversão aconteça de maneira mais rápida e eficiente, já pode colaborar e muito para o crescimento da empresa. Além disso, utilizar processos que o mercado já consolidou, de maneira eficiente, também é uma das maneiras de iniciar sua estratégia. Outros pontos importantes para começar um projeto de Growth Hacking são: identificar o que impede sua empresa de crescer; gerar o máximo de ideias que podem colaborar para a resolução do problema; estabelecer quais são suas prioridades/definir o foco; iniciar estratégias experimentais e testes, documentando e mensurando os resultados; analisar os resultados e verificar os aprendizados para continuar o ciclo de implementação da estratégia. Desta forma, fazer Growth Hacking não significa abandonar todas as estratégias de marketing tradicional. Também não significa migrar completamente para o ambiente digital. Muito pelo contrário, Growth Hacking é uma metodologia que propõem um novo olhar para o marketing, de maneira a potencializar o que funciona no contexto de cada empresa, podendo ser no ambiente online ou off-line, a fim de encontrar lacunas que possibilitem melhorar o crescimento de uma empresa.

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O UNIVERSO DA MULHER EMPREENDEDORA CARLA CAZELLA

Diretora de Responsabilidade Social e Ambiental da ACIC

As definições e conceitos sobre o termo empreendedorismo na literatura se apresentam de diversas maneiras. Segundo o dicionário Houaiss, empreender é decidir realizar tarefa difícil e trabalhosa. Do ponto de vista de políticas públicas, o empreendedorismo é um catalisador primário do crescimento econômico e do desenvolvimento regional. O conceito de empreendedor reúne as atitudes e capacidades capazes de originar novas empresas e de inovar, com a capacidade de transformar diferentes oportunidades em novos desafios, de acordo com os autores Shane, Locke e Collins (2012). Para a diretora de Responsabilidade Social e Ambiental da ACIC, Carla Cazella, o empreendedorismo vai além de abrir um negócio: está dentro dele, do processo e das pessoas que se desafiam a buscar algo melhor para si, sua empresa, sua cidade e comunidade. Nesta entrevista, Carla fala sobre a mulher empreendedora. Quem é a mulher empreendedora brasileira, quais são as características, perfil e desejos desta mulher? De acordo com o Global Entrepreunership Monitor GEM (2017), cerca de 163 milhões de mulheres estavam começando suas novas empresas em 74 economias ao redor do mundo, além disso, estimou-se que 111 milhões já estavam trabalhando em seus negócios. Dados apresentados no GEM ressaltam a presença de mulheres nos empreendimentos em estágio inicial (até 42 meses de existência) demonstrando que a recuperação da economia passa, necessariamente, pelo empreendedorismo, e que no Brasil as mulheres já correspondem a 51% dos empreendedores iniciais. Realizamos uma pesquisa com mulheres empreendedoras recentemente e os dados são muito parecidos com os apresentados no GEM: a mulher empreendedora brasileira tem em média 38 anos, é mãe e tem formação superior. O desejo em geral destas empreendedoras é buscar oportunidade de se desenvolver pessoalmente e profissionalmente, poder compartilhar suas experiências em rede, ter independência financeira, liberdade e gerar negócios que sejam positivos para elas e para os outros. Empreendem principalmente em serviço e comércio

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nas áreas de alimentação, moda, artesanato e beleza, destatre as tarefas do negócio e da casa. Entendo que equilíbrio cam-se na economia criativa e em novos modelos de negóemocional diante de tantos afazeres e cobranças é um desafio cios. e, devido a isso, precisamos buscar nos desenvolvermos, nos conhecermos e nos adaptarmos a novas realidades. A redução da burocracia nos últimos anos para formalização de pequenos negócios está entre os fatores estratégicos Você acredita que existem características mais particulares que explicam o aumento do número de empreendedoras? ao gênero que ajudam a mulher a entrar no mercado e emSim, a desburocratização é sempre bem vista. Porém, preender? acredito, diante dos dados que se apresentam, que existem Pesquisas apontam quem sim. Há vários fatores que conoutros fatores que contribuem diretamente para o aumento tribuem para a presença da mulher de forma tão significativa de empreendedoras no Brasil, como a necessidade de uma neste contexto. As mulheres estão valorizando suas capanova fonte de renda no grupo familiar, a própria manutenção cidades, aceitando seu potencial e com isso buscando suas da família, a alta taxa de desemprego dos últimos anos que realizações. Elas têm uma grande capacidade de satisfazer assombra o Brasil. as necessidades emocionais dos que com ela trabalham. O Também políticas públicas que fomentam o empreenderesultado disso é uma forma equilibrada e harmoniosa de aldorismo, as quais estão relacionadas a ações que diretamencançar o seu próprio crescimento, refletindo-se nos serviços te promovem a atividade empreendedora. Essas atividades prestados. Podemos relacionar mais algumas características podem ser classificadas em: promoção de cultura e educação da mulher empreendedora: Dedicação: elas se dedicam inteempreendedora; desenvolvimento de indústria de incubagralmente. Afetividade: sabe como ninguém ser doce e guerdoras e venture-capital; programas de promoção a inovareira, gentil e determinada. ção (pesquisa e desenvolvimento); programas de fomento à Humildade: valoriza as ideias dos outros. É uma exceleninternacionalização. Entretanto, o crescimento no número te ouvinte, apesar de falar bastante, compreende com mais de empreendedores de alto impacto está facilidade as necessidades dos outros. Se condicionada a um ambiente regulatório preocupa com o autoconhecimento, ana“EMPREENDER É mais favorável. lisa constantemente suas habilidades e dificuldades. E tem flexibilidade, devido sua DEIXAR UM LEGADO, Na sua opinião, qual é o principal fator necessidade constante em cumprir vários ONDE UM DIA ALGUÉM papéis (dona de casa, mãe, esposa, profisque leva as mulheres a empreender? Em muitos casos, a própria dificuldaIRÁ SE ESPELHAR! NÃO sional, etc) desenvolveu a capacidade de de. Propósito e paixão também motivam adaptação as mais variadas situações. É SE ECONOMIZE! SE as mulheres empreendedoras. A maionotório que a mulher empreendedora se ria quer sentir que sua iniciativa faz a DECIDIR EMPREENDER, inspira principalmente pela busca da rediferença e tem um impacto positivo no alização e, por decorrência, da felicidade. FAÇA A DIFERENÇA E mundo. A flexibilidade de horários, necesNo Brasil, de acordo com o GEM (2017), DEIXE SEU LEGADO!” sidade de geração de renda, vontade de a taxa específica de empreendedorismo passar mais tempo com a família. Observo (TEA) é de 19,2% para o gênero masculino que esses são os principais motivos pelos e de 19,9% para o gênero feminino, o que quais as mulheres decidem cada vez mais se tornarem emmostra uma distribuição semelhante. Este dado aponta que preendedoras no Brasil. A maternidade muitas vezes acaba as mulheres brasileiras conseguem criar novos negócios na impulsionando as mulheres a buscarem novos caminhos para mesma proporção que os homens. a carreira e o empreendedorismo é uma alternativa. As principais atividades desenvolvidas pelas mulheres são bastante Qual conselho você daria para as mulheres empreendedodiversificadas. No entanto, no geral, ainda são as relacionadas ras brasileiras e para as que gostariam de dar um passo a às áreas que envolvem o universo feminino, tais como alimenmais e iniciar um negócio próprio? tação, estética, beleza e moda (GEM, 2017). Busque inspiração – estamos rodeadas de pessoas exem plares de boa índole, justas e competentes. Tenha foco! Tenha Quais são os principais desafios da mulher empreendedora? prioridades, organize-se e dedique-se a estudar constanteSão muitos. O principal desafio, segundo estudos recenmente sobre o seu negócio, sobre si mesma, sobre administes, é de ordem pessoal. O conflito trabalho-família envolve tração, economia, política, comportamento humano, inovao choque entre as atividades tradicionalmente exercidas pela ção ou qualquer outro tema que julgue pertinente para o seu mulher na sociedade, como o trabalho doméstico e o cuidado crescimento. Construa redes! Busque parcerias sólidas, comdos filhos, e o empreendimento, pesquisadores destacam a partilhe suas experiências e se possível faça com que outras influência da família na decisão de empreender como um dos cresçam com você! O associativismo é um belo caminho para fatores mais citados. O obstáculo enfrentado pelas empreenquem pensa em iniciar. Se está em Chapecó, procure a ACIC, dedoras, de acordo com o GEM (2017) pode estar relacionado temos diversos produtos que auxiliam as futuras empreenàs condições de preconceito de gênero; menor credibilidade, dedoras a abrirem seus negócios. Busque desenvolvimento uma vez que se é mais comum associar bons empreendimenpessoal, quanto mais conhecermos nossas limitações, mais tos aos homens; dificuldades para conseguir financiamentos; fortes ficamos e mais longe enxergaremos. Faça a gestão do e a dificuldade de conciliar família com o empreendimento. seu tempo com maestria. Para as mães, um dos desafios também é dividir o tempo enEmpreendedoras preparadas têm mais sucesso.

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PRECISAMOS INOVAR NOS PROCESSOS DE GESTÃO! MAS COMO FAZEMOS ISSO?

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s inovações estão cada vez mais presentes na nossa vida, pessoal e profissional. Com acesso praticamente irrestrito à informação, produtos cada vez mais tecnológicos, exigência de processos cada vez mais eficientes, como ser competitivo e gerir as organizações, atendendo às necessidades dos stakeholders, considerando a constante mudança no ambiente organizacional? Não podemos esperar resultados diferentes agindo da mesma forma! É preciso inovar também nos métodos de gestão. Tornar o processo decisório ágil e eficiente. Gerar resultados cada vez melhores, da forma mais rápida, considerando, sobretudo, o bem-estar das pessoas envolvidas. Neste artigo trago duas ferramentas inovadoras que podem mudar radicalmente a nossa forma de gerir as organizações: Design Thinking e Scrum. A utilização de qualquer uma dessas técnicas exigirá mudança na forma organizacional, na sua estrutura hierárquica. Em ambas há maior compartilhamento de informações, formação de grupos interdisciplinares, participação ativa de todos os colaboradores, independentemente de sua “posição” no organograma da organização. Este já é, para muitos, o primeiro paradigma a ser quebrado. Vamos falar um pouquinho de cada uma agora? Inicialmente utilizado por designer, o Design Thinking foi disseminado para pessoas que atuam nas mais diversas áreas. Trata-se de uma metodologia ágil para desenvolvimento de produtos, processos, serviços, além

da solução de problemas, independentemente de sua natureza, usando a criatividade e racionalidade, de forma coletiva. O termo Scrum é a denominação para a reunião rápida que ocorre quando os jogadores de Rugby vão iniciar um lance. Foi utilizado pela primeira vez em um estudo de Takeuchi e Nonaka (1986), no qual os autores identificaram que pequenos projetos com equipes pequenas e multifuncionais obtinham os melhores resultados (CARVALHO; MELLO, 2012). Baseia-se em algumas principais características: flexibilidade dos resultados, flexibilidade dos prazos, times pequenos, revisões frequentes e colaboração. Assim como o Design Thinking, o Scrum é uma ferramenta ou sistema inovador de gestão. Andam na contramão do modelo tradicional, no qual o gestor era o responsável pelo gerenciamento, planejamento, controle e direção de toda a organização. Ambos têm foco em resultados rápidos e eficientes e podem ser utilizados nas mais diversas áreas. Independentemente da ferramenta ou método a ser adotado, para que se tenha êxito é preciso que haja mudança na cultura e na política interna da organização. A implementação e o sucesso das ferramentas exigem muito mais do que alterações no dia a dia. O modelo de gestão da organização precisa mudar. E, para que isso ocorra, é necessário mudar a forma de pensar e se relacionar, tanto interna como externamente, começando, na maioria das vezes, pela mudança na mentalidade dos gestores!

Cleunice Zanella,

coordenadora do curso de Administração da Unochapecó, doutora em Administração pela UFSC e diretora de Desenvolvimento de Núcleos Empresariais da ACIC

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Performance

HORA DE SE ESPELHAR NELAS!!! Andreici Vedovatto, analista de negócios da INCTECh , e Franciele Pastre, coordenadora da INCTECh

I

ncansáveis e obstinadas, as mulheres seguem assumindo e lutando pelo seu devido lugar no mundo do trabalho. Engajadas com seus lares, empresas e família elas demonstram jogo de cintura e com eficiência conciliam maternidade, carreira e negócios. Administradoras de sucesso ignoram o título de sexo frágil e fazem toda diferença nas organizações. Também não é por menos, os dados mundiais indicam que dos novos empreendimentos criados, 51,1% são iniciados por mulheres (GEM). E mais, o sucesso destes empreendimentos liderados por mulheres são creditados ao fato de serem determinadas e comprometidas. Se analisarmos no Brasil, o empreendedorismo feminino cresceu 34% nos últimos 14 anos (Sebrae). Muitos dos empreendimentos iniciados por mulheres surgem do empreendedorismo por necessidade, especialmente porque mais de 57,3 milhões de lares brasileiros são de mães solos (IBGE), que em momentos de dificuldades financeiras veem no empreendedorismo oportunidades. Segundo o Sebrae, as mulheres já ocupam 43,2% dos cargos de gerência em micro e pequenas empresas.

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Quando buscamos responder quais motivações impulsionam as mulheres a empreender, encontramos a independência financeira, superação de obstáculos, possibilidade de flexibilização de tempo e propósito, uma vez que elas buscam transformar e melhorar não só suas vidas, mas também o ambiente e vida das pessoas em sua volta. Determinadas, elas seguem inovando e desafiando profissões tradicionalmente ocupadas pelo público masculino. É o caso da área de tecnologia. Hoje vemos em universidades e centros de pesquisas avançadas, mulheres atuando com software, engenharia, robótica, biotecnologia e outras tecnologias de ponta. No entanto, o campo ainda é predominantemente masculino. No cenário da tecnologia da informação, as mulheres representam apenas 17% dos programadores (Unesco). Santa Catarina é um grande apoiador do empreendedorismo feminino e Chapecó é um case de referência no tema, como o caso das Emílias – Mulheres Empreendedoras, um coletivo feminino com o objetivo de reunir mulheres para debater as dificuldades de empreender, trocar experiências, aprender conjuntamente e fazer networking. Também se destaca o número

de mulheres sócias fundadoras de startups junto à Incubadora Tecnológica da Unochapecó (INCTECh), representando mais de 30% dos projetos incubados. Mesmo com resultados positivos, as mulheres precisam trilhar um longo caminho em busca de equidade. Um dado lamentável diz respeito à diferença salarial existente entre homens e mulheres. Segundo o IBGE, nós ainda recebemos 30% a menos que os homens para exercer a mesma função no mercado de trabalho. Mesmo com o vento contra não há dúvidas das vitórias alcançadas pelas mulheres até aqui, somos responsáveis pela maioria dos novos empreendimentos no Brasil – 52% frente a 48% dos negócios tocados por homens (Sebrae). Também abrimos mais empresas por oportunidade do que por necessidade. Já somos reconhecidas pelas habilidades de intermediar conflitos, perceber oportunidades, propor soluções, ter engajamento e determinação. Com essas características é só uma questão de tempo para que as mulheres ocupem seus lugares de direito no mundo dos negócios, com justiça de oportunidades. Concluímos essa reflexão com um convite para nós mulheres: vamos empreender?


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Dica das Nucleadas Núcleo das Indústrias Gráficas

Hora do planejamento Mais um ano se inicia e com ele novas metas e novos desafios. Agora é a hora de fazer o planejamento, onde se quer chegar, o que se deseja conquistar e para que isso aconteça não se pode deixar de lado as vendas, pois são com elas que se garantirão os resultados almejados. Para se obter uma venda excelente é relevante fazer planejamento e ter disponível material impresso de qualidade, pois eles são a imagem da empresa para os clientes. Ter material personalizado com layout bem elaborado e papel com qualidade agrega valor aos serviços oferecidos pelas empresas. As gráficas estão atentas às mudanças do mercado e trazem novidades de produtos e serviços que atendem as expectativas das organizações. Josilaine de Souza Mello – Gráfica Plastijô

Núcleo de Academias

A importância da atividade física Indiscutivelmente as academias de ginástica cada vez mais fazem parte da rotina das pessoas. No entanto, no Brasil, menos de 40% da população costuma praticar algum tipo de atividade física (IBGE 2015). Muito mais que buscar força física ou melhora estética, é indispensável que a população procure as academias com objetivos de cuidado com a saúde, bem-estar e qualidade de vida. É preciso que a prática de atividade física seja incorporada ao cotidiano e não apenas procurada somente antes do verão. Além disso, essa deve ser intermediada por profissionais capacitados e habilitados, dando garantias de bom atendimento e do alcance dos objetivos dos clientes, evitando prejuízos à sua saúde. Neste entendimento, a ACIC mantém um Núcleo de Academias que visa reunir as melhores empresas do segmento, no quesito excelência no atendimento, com profissionais registrados no CREF e que buscam ajudar e incentivar a população e empresas do ramo que desejam fazer parte desta entidade. Rosana Urack Machado – Academia Conceito A

Núcleo de Automecânicas

O crescimento das mulheres no setor Que a independência feminina dominou o setor automotivo não é novidade, além de gestoras e técnicas elas estão se sobressaindo também no quadro de clientes. O conceito de oficinas sujas e repletas de cartazes machistas está obsoleto. Esse fato deve ser observado e é uma oportunidade de mudança para as empresas do setor. Por ser um público mais detalhista, é fundamental buscar investir em um atendimento mais cordial e ambientes mais claros, limpos e organizados. As oficinas que estarem atentas a estes detalhes tendem a se destacar, afinal, ambiente organizado é lugar de gente mais confiante e feliz. Como disse a empreendedora Ginni Rometty “Sucesso e conforto não podem coexistir”. Isso serve para os negócios e para vida. Jéssica Eduarda Dorini – Auto Mecânica Dorini 18 - ACIC Chapecó

Núcleo de Sustentabilidade

Gestão de resíduos no agronegócio O avanço significativo da legislação ambiental e a introdução do paradigma da sustentabilidade impulsiona os segmentos produtivos na busca por técnicas de tratamento específico, redução, reuso e destinação adequada dos mais diversos resíduos industriais e do agronegócio, o que por diversas vezes os torna pioneiros no desenvolvimento de ações e tecnologias ambientais. Neste sentido, torna-se necessário a empresa contemplar em suas atividades o equilíbrio entre os fatores econômicos, sociais e os recursos naturais, bem como estar atento aos fatores da qualidade e gestão ambiental para atendimento tanto das legislações vigentes quanto para manutenção do seu negócio no mercado competitivo. Marina Sbardelotto - Cooperalfa


Dica das Nucleadas Núcleo Multissetorial I

O que sentimos e pensamos afeta nossa saúde Você sabia que o que você pensa e diz afeta o estado das suas células? Isso ocorre porque corpo e mente são um só, cada pedacinho do nosso corpo está em direta comunicação com o cérebro por meio de mecanismos celulares ou através de nervos. Quando você diz: “estou com problemas em minhas costas”, nesse momento é ativado em sua mente a reprodução dos sintomas de dor. Então, o que se deve dizer é: “meu corpo é capaz de se curar”. Assim as células imunológicas inflamatórias são direcionadas para longe do local dolorido, podendo até cessar! Existem outras formas de intervir na mente e no corpo como mudar pensamentos, mudar padrões mentais negativos, liberar a “raiva” contida e praticando o perdão. Esse padrão emocional pode ser elevado através de meditação e orações, e claro em terapias corporais manuais como a Microfisioterapia, visando o desbloqueio de emoções não liberada. Assim, deixo uma reflexão: o que você gostaria de liberar da sua mente e corpo? Fabiola Cristina Broch - Espaço Saúde Chapeco

Núcleo Multissetorial II

Sucessão empresarial – o desafio é dos pais para preparar os filhos A sucessão empresarial é um tema um tanto que doloroso se levado em consideração que o negócio da família precisa passar para as mãos de outra pessoa. No Brasil, muitas empresas contratam consultorias especializadas e buscam inserir um elemento neutro, o que nem sempre é a melhor saída, principalmente se analisado na perspectiva da linha sistêmica. Há mais de 20 anos atuo no corporativo e a experiência me mostrou que, principalmente na nossa região em que predomina a empresa familiar, o melhor caminho é preparar os filhos para a continuidade do negócio da família. O empresário que se preocupa com essa questão precisa habilidade para lidar com a reação dos filhos que não almejam tocar o negócio da família. No campo sistêmico sempre oriento que eles sejam preparados para olhar, conhecer e, se possível, assumir os negócios da família. Preparar sucessores é um desafio. Primeiro preparem filhos de sucesso, filhos conscientes. Ter dinheiro e ter uma empresa é bem diferente de manter dinheiro e manter uma empresa. Juliana Nascimento – Instituto IOD

Núcleo de Gestores de Pessoas

Você sabia que já vivemos na Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0? Estudos e pesquisas na área de gestão de pessoas verificam as tendências globais que impõe às empresas uma readaptação ao seu ambiente organizacional, sua forma de trabalho e até mesmo adequação das forças de trabalho. Chegamos a 2019 e questões como: pessoas engajadas, retenção de profissionais, desenvolvimento de lideranças e divulgação da cultura continuam em pauta, porém é necessário acrescentar a essa lista algumas das novas tendências que a indústria 4.0 trouxe e, com ela, seus benefícios. As empresas que desejam permanecer competitivas no mercado precisam se adaptar e aplicar as seguintes tendências: otimização das operações (resulta em menos pessoas no operacional e melhor qualidade de vida); indicadores de eficiência (dados precisos que ajudarão na tomada de decisão); mudança da cultura aos processos (constante qualificação para seu crescimento pessoal e profissional. Mais estratégia e menos produção operacional); compliance (sistemas de gestão integrados com informações atualizadas e confiáveis garantindo atuação eficaz na qualidade dos processos). Rosalba Scartezini Martins – Unochapecó 19 - acichapeco.com.br


Dica das Nucleadas Núcleo de Excelência

Compartilhe Conhecimentos O compartilhamento de conhecimento dentro das organizações ganha importância quando se percebe que ele tem o poder de diferenciar sua empresa da concorrência. Para isso, é necessário fazer a administração do conhecimento das pessoas dentro da organização, sendo possível adquirir, renovar e disseminar o conhecimento que utilizam para operarem os seus processos. Quando uma organização entende que o conhecimento é a base de formação das competências da empresa, ficará ainda mais clara a sua importância. É olhar para trás e lembrar de sua trajetória, que com certeza foi marcada também por alguém que se dedicou a fazer o mesmo por você (um professor, um amigo...). Com este intuíto de compartilhar conhecimento convidamos você para participar do Núcleo de Excelência.

Núcleo de Assessorias e Consultorias

Por que fazer o Raio X Empresarial Com frequência nas empresas busca-se a solução imediata de um problema sem saber a causa. Normalmente o problema reflete no financeiro, mas a causa pode ser desde a marca que não é compatível com o produto ou serviço, a identidade visual que não passa a informação que deveria, falta de planejamento, equipe desmotivada. Enfim, diversos são os motivos causadores do problema. A melhor maneira de identifica-los é através do RAIO X EMPRESARIAL que faz o levantamento em todas as áreas da empresa, aponta os pontos críticos e fortes e, com isso, a equipe profissional do NAC desenvolve estratégias e soluções específicas para gerar o resultado desejado, substituindo as medidas “paliativas” por soluções definitivas. Eliane Duz – Proteger Propriedade Intelectual

Isabel Cristina Machado – Aurora Alimentos e Fundação Aury Luiz Bodanese

Núcleo de Tecnologia da Informação e Comunicação

Núcleo de Jovens Empreendedores

Saúde financeira

Mercado de marketing interativo

Li recentemente o livro “Me Poupe” da Nathalia Arcuri , criadora do maior canal de finanças do mundo no YouTube, onde tratava das finanças pessoais. Interessante reflexão e muito aprendizado sobre onde e como economizar nosso dinheiro. Quando ouço as pessoas falando sobre como as coisas estão difíceis e as contas não fecham, logo penso se elas fazem um planejamento básico sobre suas receitas e despesas mensais. Economizar no dia a dia, escolher os melhores investimentos que caibam na sua realidade, poupar para o futuro sem abrir mão dos desejos e necessidades do presente, ter metas traçadas (curto, médio e longo prazo). Essa leitura nos traz dicas para ajudar nesse processo. Poupar não é só acumular um monte de dinheiro. Poupar tem a ver com realizar sonhos. É necessário ter foco, estabelecer prioridades e até abrir mão de uma ou outra coisa em nome de um objetivo maior. Sinara Perosa – Inova Soluções Tecnológicas 20 - ACIC Chapecó

Uma das tendências de empreendedorismo para 2019 é o Marketing Integrativo. Sistema que visa focar não somente na aquisição de clientes, mas também na interação com pessoas e, diante desse contato, formular novas ações e integrações, criando uma rede de negociação, gerando um aperfeiçoamento das mais diversas áreas. O principal intuito é, em vez da captação de novos clientes, gerar uma conexão infalível entre os consumidores, resultando na lealdade da marca. O que vai totalmente de encontro ao Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE), que tem por finalidade promover o associativismo, o fortalecimento dos setores econômicos, bem como desenvolver as pessoas e empresas participantes do núcleo. Portanto, aqueles que já estão dentro das tendências de mercado, têm maiores chances de passar decolando nos próximos anos. Patricia Piccoli - Odontologia Moschetta


Com ele, você pode colocar os planos de melhoria para seu negócio em prática, além de contar com diversas vantagens.

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21 - acichapeco.com.br


Aconteceu

A ACIC promoveu, em fevereiro, o curso “Prospecção de Novos Clientes: Alavancando Vendas para 2019”, com o facilitador Carlos Aberto Serpa, e o curso “Consultor em Vendas: o Novo Modelo de Vendedor”, com o facilitador Sílvio Jardin.

A diretora da Enterprise Feiras e Eventos Maria Antônia Siqueira Ferreira divulgou a Mercoagro 2020 no IPPE – International Production & Processing Expo, em Atlanta, nos Estados Unidos, em fevereiro.

Eleição do Conselho Deliberativo da ACIC para o mandato de um ano, até janeiro de 2020.

A ACIC promoveu, em fevereiro, a palestra “Inovação no Varejo”, Renata Rubik Maestri.

A ACIC e a Sicredi Região da Produção RS/SC/MG renovaram, em fevereiro, a parceria entre as entidades.

22 - ACIC Chapecó

A ACIC iniciou o acompanhamento das sessões da Câmara de Vereadores de Chapecó. A ideia é que em cada sessão tenha a presença da sociedade que, ao final, apresentará resumos das discussões e deliberações.

As prioridades do oeste catarinense foram discutidas em audiência, a convite da vice-governadora do Estado, Daniela Cristina Reinehr, com o presidente da ACIC, Cidnei Luiz Barozzi.

A ACIC e a Facisc promoveram, uma reunião de trabalho, em Chapecó, com o Escritório Holandês de Apoio aos Negócios. O objetivo foi conhecer as potencialidades de cada país e discutir oportunidades comerciais bilaterais entre o Brasil e a Holanda.


Confira onde a Revista da ACIC está circulando

AGENDA ACIC 14.03

ACIC + GESTÃO

25,26

Curso Oratória com Prática de Gravação de Vídeos

e

27.03

Centro de Eventos Chapecó | 19h

ACIC Chapecó | 19h

25.03

Entrada de Novos Nucleados

28.03

Mecânica Básica para Mulheres

2, 3

e

ACIC Chapecó | 13h30

ACIC Chapecó | 19h

Organização e Controle de Almoxarifados e Materiais

4 .04

ACIC Chapecó | 19h

9, 10

Gerencimento de Risco de Crédito e Cobrança

e

11 .04

ACIC Chapecó | 19h

11.04

Almoço Empresarial EletroServise

Andrea Bencke Zambarda, professora do Curso de Administração e Coordenadora do Núcleo de Inovação Acadêmica da Unochapecó

Cantina CESEC | 12h

Antônia Oliveira, diretora da Locomotiva Seguros

Kerla Adams, sócia do CFC Cometa

Mande também sua foto lendo a revista para o e-mail eventos@acichapeco.com.br

MISSÃO ACIC Representar os segmentos econômicos de Chapecó, estimulando a livre iniciativa e trabalhando como agente de mudanças. Atender com eficiência e eficácia as necessidades dos associados correspondendo às suas expectativas. Ser a indutora de Av. Getúlio Vargas, 1748N CEP: 89805-000 - Chapecó/SC Fone/Fax: 49 3321-2800 E-mail: acic@acichapeco.com.br facebook.com/acic.chapeco

ações para o fortalecimento da classe empresarial, oportunizando condições para o surgimento de novos mercados de trabalho e ampliação dos já existentes.

Diretoria Executiva Gestão 2018/2019 Diretor Presidente Diretor 1° Vice Presidente Diretor 2° Vice Presidente Diretor Administrativo Diretor Administrativo Adjunto Diretor Financeiro Diretor Financeiro Adjunto Diretora de Desenvolvimento de Núcleos Diretora de Responsabilidade Social e Ambiental Diretor de Relações Internacionais e Comex Diretor Mercoagro 2018 Diretor de Desenvolvimento de Industria, Comércio e Serviços

Diretor de Assuntos Econômicos e Tributários Diretor de Tecnologia e Inovação Diretor de Relações Institucionais Diretor de Agronegócio Diretor de Micro e Pequenas Empresas

Cidnei Luiz Barozzi Gilson Carlos Confortin Nelson Eiji Akimoto Lenoir Antonio Broch Helon Rebelatto Dalvair Jacinto Anghében Sergio Perondi Cleunice Zanella Carla Fabiana Cazella Milvo Zancanaro Bento Zanoni Claudemir José Bonatto Alcindo Lopes Gustavo Damschi Josias Mascarello Vincenzo Francesco Mastrogiacomo Julio Cesar Moura Franco

TODOS OS DIRETORES DA ACIC COLABORAM DE FORMA VOLUNTÁRIA, SEM REMUNERAÇÃO ESTRUTURA ORGNIZACIONAL Conselho Deliberativo: Presidente: Itacyr Centenaro Vice-Presidente: Neivor Canton Secretário: Nei Roberto Hermes Conselho Consultivo: Marcos Moschetta Diretor Executivo: Fabio Luis Magro Gerente Administrativa: Taisa Bonassi Brassanini

Jornalista Responsável: Marcos Antônio Bedin (M.T.B.: SC-0085 JP) | Edição: Lisiane Kerbes | Redação: Marcos Antônio Bedin, Lisiane Kerbes, Kaehryan Fauth, Silvania Cuochinski e Caroline Figueiredo | Projeto Gráfico: Ananda Marcon | Impressão: Gráfica Arcus | Tiragem: 2.000 unidades | Fechamento da Edição: 01/03/2019


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24 - ACIC Chapecó


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Revista ACIC Chapecó - Março 19 by ACIC Chapecó - Issuu