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REVISTA ACIC - EDIÇÃO MARÇO 2022

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C H E G O U A H O R A D E CO N H E C E R O S R E S U LTA D O S ALCANÇADOS PELA SUA COOPERATIVA

2022

17 DE MARÇO ÀS 19H30

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O futuro do Oeste passa pelos trilhos A beleza da democracia é a permanente possibilidade de corrigir rumos através da legítima manifestação do cidadão que se dá, periodicamente, pelas eleições gerais. O ano eleitoral se diferencia dos demais pela convergência de projetos e ações entre governantes e governados. Movidos, obviamente, pelo interesse eleitoral, governantes apresentam-se mais receptivos aos clamores populares e ao atendimento das demandas da população. É o período do balanço de obras e anúncio de novos investimentos, tudo para criar no eleitorado um ambiente psicossocial de aprovação à administração que se encerra, a qual propugna renovar seu mandato ou obter a vitória eleitoral para seus correligionários. Dezenas de candidatos se apresentam com soluções para todas as mazelas do município, da região ou do País. Por isso, é corrente o adágio segundo o qual “se houvesse uma eleição a cada ano todos os problemas do País estariam resolvidos”. As históricas deficiências em infraestrutura do grande oeste de Santa Catarina entraram na pauta de gestores públicos, parlamentares, empresários e candidatos em geral não só em decorrência do processo eleitoral que se aproxima, mas, também, pelo crescente nível de conscientização da população em geral. Nessa direção contribuiu o Manifesto pelo Oeste lançado no início deste ano por um representativo grupo de entidades empresariais. É muito positivo que as grandes questões oestinas estejam nas agendas e nas mentes das lideranças, porém, mais importante é dar consequência prática a essas necessidades, no sentido

de efetivamente incluí-las nos planos de governo, viabilizar os recursos e realizá-las concretamente. Em lúcida entrevista nesta edição da Revista da ACIC, o vice-presidente Helon Antonio Rebelatto faz uma competente análise das deficiências infraestruturais que afetam a região. Propor, reivindicar, sustentar e fundamentar as reivindicações, bem como acompanhar e fiscalizar a ação dos gestores públicos não é apenas dever dos parlamentares e órgãos estatais de fiscalização e controle, mas um direito-dever de todo cidadão preocupado com os destinos de sua comunidade. Nesse aspecto, o cidadão/eleitor deve escolher candidatos com visão e coragem, sensatez e senso crítico para propor o que é possível, viável e necessário – em detrimento daqueles que defendem projetos mirabolantes, irreais e inalcançáveis apenas para atrair votos dos incautos. Seguindo por essa vereda poderemos, a par de obter conquistas regionais, fortalecer o espírito e cidadania da população e, simultaneamente, robustecer as bases de nossa jovem democracia. Chapecó, Março de 2022. LENOIR ANTÔNIO BROCH Presidente Diretoria Executiva ACIC Gestão 2022/2023


Construção de ferrovias é estratégica para o desenvolvimento do oeste A construção de ferrovias para escoamento da produção e transporte de matérias-primas para garantir o desenvolvimento e a competitividade da região oeste catarinense é uma reivindicação da ACIC há mais de 30 anos. Duas ferrovias são necessárias. Uma é a Leste-Oeste,ligando a região produtora oestina aos portos marítimos catarinenses. Essa é necessária para o escoamento da produção. Outra é a ferrovia Norte-Sul, ligando a região produtora de grãos do centro-oeste do País com Chapecó. Essa é essencial para garantir o suprimento de milho às agroindústrias do grande oeste catarinense. O oeste barriga-verde está longe dos grandes centros de consumo e distante das áreas produtoras de milho, seu principal insumo. Com a ferrovia será possível unir os dois polos, levando o alimento industrializado para as grandes cidades e trazendo, principalmente, milho e soja. Além dos produtos alimentícios, inclui-se todo o transporte de fertilizantes, calcário, grãos, farelo etc demandados nessa região. De outro lado, o custo de transporte, caso mantenha-se a atual matriz, inviabilizará grandes empreendimentos do agronegócio em solo catarinense. Esse quadro é agravado pelas rodovias em péssimas condições que neutralizam a competitividade das empresas. A dependência dessa matéria-prima e as deficiências da infraestrutura logística brasileira, localizadas fora da porteira dos estabelecimentos rurais e agroindustriais, anulam a aptidão e a competência do agronegócio e prejudicam muito mais a agricultura do que as chamadas barreiras externas, como subsídios, quotas e sobretaxas. Cada vez mais o transporte terá um peso crescente no preço final dos produtos. Quem estiver longe dos centros de consumo ou de produção acabará mortalmente penalizado. O modal ferroviário é a alternativa viável para baratear custos de transporte e o valor final dos produtos. O transporte ferroviário é o segundo mais barato, depois do marítimo. Caso existisse essa alternativa na região, não seria necessário temer o avanço da fronteira agrícola para o centro-oeste e norte, juntamente com as agroindústrias de carne. A operação para busca do milho no Brasil Central requer mais de 100 mil viagens de carretas com capacidade média de 30 toneladas que fazem o percurso de 2.200 quilômetros, com elevado custo ambiental e humano. Isso representa mais de R$ 6 bilhões em fretes, todo ano. A opção pela linha férrea reduzirá em 30% o custo do transporte de insumos, como milho e soja. Santa Catarina necessita de 7 milhões de toneladas de milho por ano e importa 5 milhões de outras regiões do País e do exterior.

NOVOS TEMPOS A empresa estatal paranaense Ferroeste assumiu o trecho que tem 298 quilômetros de trilhos e uma previsão de investimento privado de aproximadamente R$ 6 bilhões, com possibilidade de geração de 122 mil novos empregos diretos e indiretos. A ligação Cascavel-Chapecó integra projeto da Ferroeste que conseguiu, também, aprovação para ferrovia entre Maracaju, no Mato Grosso, e o Porto de Paranaguá (PR). Essa ligação ao litoral também interessa às indústrias exportadoras catarinenses. Criado a partir do novo Marco Legal das Ferrovias, o Programa de Autorizações Ferroviárias (Pró-Trilhos) estimula a ampliação da malha ferroviária nacional pela iniciativa privada, por meio do instrumento da outorga por autorização. O Programa foi criado por meio da Medida Provisória nº 1.065/21, que instaura o instituto da outorga por autorização para o setor ferroviário, autorizando a livre iniciativa no mercado ferroviário. Permitindo, assim, que o setor privado possa construir e operar ferrovias, ramais, pátios e terminais ferroviários. O Pró-Trilhos aumentará a atratividade do setor privado para realizar investimentos em ferrovias nas modelagens greenfields (novos empreendimentos, ferrovias construídas a partir do “zero”) ou brownfields (empreendimentos que utilizarão ferrovias já existentes, no todo ou em parte).


O futuro do oeste passa pelos trilhos Com os novos projetos da Ferroeste, a construção de um modal ferroviário ligando o oeste ao centro oeste do País voltou a ser debatido e parece estar mais próximo de ser realidade. Para dar celeridade à proposta de construção de um ramal ferroviário entre Cascavel (PR) e Chapecó (SC), diversas entidades se reuniram para custear a elaboração do estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental da ferrovia (EVTEA). O projeto contempla um trecho de aproximadamente 298 quilômetros. De acordo com o presidente da ACIC, Lenoir Broch, essa ligação ao Paraná é importante para garantir o suprimento de grãos às agroindústrias do grande oeste catarinense, além de outros insumos utilizados por empresas de diferentes segmentos. No total, o estudo de viabilidade desse trecho da ferrovia tem um custo de R$ 750 mil, que será integralmente custeado pela iniciativa privada. Além da ACIC, participam outras entidades representativas de Chapecó e de todo o Estado, entre elas federações, sindicatos e associações (ACIC, CEC, Facisc, Fiesc, ABPA, Sindicarne, Faesc e Ocesc). “Unimos forças em um forte movimento de cooperação com o objetivo de acelerar o projeto e, consequentemente, a construção do ramal ferroviário. Com o estudo pronto, queremos potencializar a atração de investimentos para o leilão desse trecho, que está previsto para ocorrer no mês de maio. Há décadas reivindicamos ferrovias e estávamos sem perspectivas, agora há vários projetos em discussão no País e em Santa Catarina”, enfatiza Broch. A proposta ganhou força a partir da publicação da Medida Provisória 1.065/2021, que instituiu o Marco Legal das Ferrovias, pelo Governo Federal, possibilitou o aumento dos investimentos privados no setor ferroviário. A medida reduz a burocracia para a construção de novas ferrovias e inova no aproveitamento de trechos ociosos e na prestação do serviço de transporte ferroviário. Uma das mudanças trazidas pela MP refere-se à permissão da construção de novas ferrovias por autorização, à semelhança do que á ocorre na exploração de infraestrutura em setores como telecomunicações, energia elétrica, portuário e aeroportuário.

Um pouco do histórico das ferrovias em Santa Catarina A Estrada de Ferro Santa Catarina foi uma ferrovia que cruzava o Vale do Itajaí. Quando inaugurada ligava as cidades de Blumenau a Warnow, em Indaial. Sua extensão máxima foi de 184 quilômetros. Construída por descendentes alemães, a Estrada de Ferro Santa Catarina foi inaugurada em 3 de maio de 1909 e desativada em 1971, sendo que sua última utilização foi na enchente de 1984 para atendimento às vítimas da catástrofe. Seu projeto original era ligar o Porto de Itajaí até a Argentina e se entroncaria com a linha Rio Negro – Vacaria, em Ponte Alta, e com a linha Itararé – Uruguai, em Herval d’Oeste, até alcançar a fronteira em Dionísio Cerqueira. Porém, a linha jamais atingiu a Serra Geral, tendo Braço do Trombudo seu ponto máximo. No final da década de 1950 foi incorporada à Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima, porém os recursos para a expansão nunca chegaram. Isolada da malha nacional, foi caindo em desuso. Com a abertura do asfalto da BR-470, perdeu ainda mais importância, sendo desativada em 1971.


As tendências do futuro são as inovações do presente. Comece agora, venha para o BRDE. Pense no que deseja de melhor para você e sua empresa, esse é nosso futuro em comum! Inovação e tecnologia são jeitos modernos de falar em desenvolvimento, missão do BRDE ontem, hoje e sempre. Um banco ágil, ativo ao mercado e reativo as suas necessidades do amanhã, esse é o BRDE.

BRDE. O Banco que liga você ao desenvolvimento.


Ferrovias ou colapso!

É inquestionável a importância do agronegócio para Santa Catarina: ele representa 30% do PIB estadual e contribuiu com 70% das exportações. Santa Catarina é o maior produtor brasileiro de suínos e detém a vice-liderança na produção de aves. A matéria-prima para abastecer a vasta cadeia agroindustrial é fornecida por 20 mil avicultores e suinocultores e 70 mil criadores de bovinos de leite. O volume anual de animais criados, processados e industrializados chega a 852 milhões de aves e 15 milhões de suínos por ano. A nutrição desse formidável plantel exige cerca de 6,5 milhões de toneladas de milho por ano, na formulação de rações, mas Santa Catarina vem produzindo cada vez menos esse cereal. Na última safra ficou em torno de 2 milhões de toneladas. E ainda há um detalhe: 40% do milho vão para silagem, portanto não sai da propriedade e 60% vai para o mercado de grãos. Os cerca de 5 milhões de toneladas que faltam são obtidas no centro-oeste brasileiro e, suplementarmente, no Paraguai e na Argentina – com imensas despesas com o transporte rodoviário. As agroindústrias desembolsam entre 6 bilhões e 7 bilhões de reais por ano em fretes para buscar o milho no centro-oeste (basicamente Mato Grosso do Sul e Mato Grosso) em uma operação rodoviária economicamente cada vez mais inviável e ambientalmente cada vez mais desaconselhável. Falta muito pouco para os empresários concluírem que é mais barato transferir as indústrias frigoríficas para a região produtora de milho e soja do que ficar despejando essa dinheirama no crescentemente caro e inviável transporte rodoviário. A saída para esse drama é a construção de uma ferrovia ligando o oeste catarinense ao centro-oeste brasileiro. Pela primeira vez em 40 anos está surgindo a consciência, no empresariado, de que o desenvolvimento e o futuro do grande oeste catarinense dependem de uma ferrovia ligando essas duas regiões. O governo federal muito acertadamente instituiu o novo marco legal das ferrovias através da MP 1065/2021 e deve, em maio deste ano, leiloar vários trechos. A alternativa que surge vem do Paraná, onde a Ferroeste – uma estatal de economia mista – pretende construir ou estimular que consórcios empresariais construam os ramais CascavelChapecó, Cascavel-Maracaju (MS) e Cascavel-Paranaguá (PR). Essas rotas são exatamente aquelas que o oeste precisa para buscar matéria-prima vegetal, transformá-la em proteína animal e depois levá-la aos portos. Para estimular investidores a se interessar pelo ramal Chapecó-Cascavel um grupo de entidades catarinenses – Sindicarne/Acav, Acic, CEC, Faesc, Fiesc, Facisc e Ocesc, além da ABPA – está desembolsando 750 mil reais para pagar um EVETEA (estudo de viabilidade econômica, técnica e ambiental) para demonstrar a viabilidade do empreendimento. A execução desses projetos tornará suportável a megaoperação de transferência de grãos para Santa Catarina e dos produtos acabados para os portos do Paraná. Terá cerca de 280 quilômetros de extensão, o trajeto será indicado pelo estudo técnico e o custo gira em torno de 6 bilhões de reais. E os portos catarinenses, como ficam? Outra obra, que já foi chamada de “Ferrovia do Frango”, atraiu finalmente a atenção do governo barriga-verde, que promete licitar a contratação do projeto. Essa ferrovia intraterritorial pretende ligar o extremo-oeste com os portos marítimos, com mais de 600 quilômetros de extensão. As duas ferrovias são complementares, uma não exclui a outra e ambas são necessárias. Ferrovias, como se sabe, são obras caras e cuja execução é de longa duração – por isso são revestidas de incertezas e demorada maturação. A única certeza que se tem, hodiernamente, é que as agroindústrias catarinenses se transferirão para outras regiões se as ferrovias não viabilizarem no horizonte próximo o oxigênio que necessitam, ou seja, o suprimento de grãos. Por: José Antônio Ribas Jr, presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (SINDICARNE)


Soluções empresariais potencializam desenvolvimento dos negócios

Oferecer aos associados ferramentas para aprimorar e facilitar a gestão das empresas, contribuindo para o crescimento e fortalecimento dos negócios. Esse é o objetivo da ACIC ao oferecer uma ampla gama de soluções empresariais. São serviços com foco estratégico em inovação que contemplam os convênios gratuitos. Um deles é o cartão Util Alimentação, que atende uma das modalidades do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Ao mesmo tempo em que facilita a gestão empresarial e as atividades dos colaboradores, o Util Alimentação promove o desenvolvimento do comércio regional, pois credencia empresas locais como aptas a receber o cartão como forma de pagamento, facilita a relação comercial existente entre empresários, colaboradores e comércio e proporciona uma eficiente gestão de benefício ao setor de recursos humanos e financeiros das empresas. O funcionamento é simples: a empresa carrega o cartão com um valor previamente determinado e o colaborador pode utilizá-lo na rede credenciada, formada por diversos estabelecimentos, como mercados, padarias e lojas de conveniências. Todas as operações relacionadas aos cartões UTIL Alimentação, são efetuadas através de um sistema totalmente online, onde cada empresa possui seu login e senha e consegue efetuar qualquer solicitação sem necessidade de instalar ou configurar nenhum programa. Conta, ainda, com um suporte personalizado e 24 horas para resolver qualquer problema ou dúvida. As transações também podem ser acompanhadas pelo aplicativo Meu Util. VANTAGENS • Mais de 10 anos de experiência em meios de pagamentos eletrônicos; • Ampla rede credenciada em todo estado de SC; • Atendimento personalizado; • Agilidade na entrega dos cartões; • Liberação de créditos em um dia útil; • Sistema de gerenciamento totalmente online; • Sem custos para implementação ou taxa administrativa. Mais informações pelo e-mail comercial@acichapeco.com.br ou pelo telefone (49) 3321-2800.


Comportamento do consumidor

Ao se falar de comportamento do consumidor compreende-se que é a soma de todas as percepções, atitudes e influências que levam as pessoas a tomarem uma decisão de compra. Nesse sentido, podemos entender o comportamento como um conjunto de atitudes, hábitos e percepções de grupos e indivíduos diante de marcas e produtos.

Foi-se o tempo em que o comportamento do consumidor cabia no conceito de “massa”. Hoje, o público-alvo está mais diversificado e é necessário ir além do óbvio para conhecer seu cliente, fator possibilitado devido a maior capacidade de processamento e análise de dados que a tecnologia proporcionou. Imagine quantas variáveis existem em diferentes grupos sociais, perfis psicológicos, faixas etárias e tantos outros fatores.

Com o advento da pandemia no ano 2020, o processo de utilização da tecnologia e das mídias sociais se acentuou obrigando as organizações a inserirem-se neste mundo digital, sob pena de comprometerem sua permanência no mercado e seus resultados financeiros, da mesma forma, ocorrendo com o consumidor que teve seus hábitos de compra modificados. O ano 2021 foi aquele em que a economia navegou em um mar de dificuldades com inflação na casa dos dois dígitos e o último trimestre apresentando uma taxa de desemprego de 12,6%, segundo o IBGE.

Com o início da vacinação no Brasil e maior conhecimento sobre a pandemia da covid-19, seus efeitos e riscos, foi possível ainda em 2021, mesmo que timidamente, uma retomada das atividades econômicas, possibilitando que neste ano seja o da reestruturação para a maioria das organizações. Assim, essas necessitam entender, cada vez mais, como podem melhor se adaptar a este não tão novo cenário e adequar seus processos para cuidar e melhorar o acesso dos consumidores/clientes aos seus produtos e serviços.


Ao buscar entender e se adaptar a este novo cenário, as organizações necessitaram projetar tendências e evoluir constantemente em sintonia com o mundo ao seu redor. Se, no ano passado, o foco estava na recuperação de um choque sem precedentes, neste ano de 2022, procura-se entender como responder e prosperar em um mundo pós-pandêmico. Para dar um panorama das necessidades das organizações se adaptarem a este novo cenário, a Deloitte Consultoria realizou uma pesquisa denominada de “Global Marketing Trends 2022”, que aborda como prosperar em um mundo onde o cliente está no centro de tudo. O estudo entrevistou 1.099 executivos globais e revela que muitas organizações estão priorizando a produtividade, a aceleração digital, o engajamento do cliente e o bem-estar de suas equipes como principais metas a serem alcançadas nos próximos 12 meses. A pesquisa também mostrou que são os consumidores que cada vez mais comandam a sua marca, são os detentores do seu sucesso, querem um conteúdo personalizado e um serviço mais rápido. Buscam melhores experiências e tudo para o momento imediato, sendo assim, para que sua marca sobreviva, você terá que ouvir e atender a estas demandas. Alguns especialistas globais, veteranos do setor, apresentaram uma lista das principais tendências para o ano de 2022. As contribuições incluem: • insights valiosos sobre a importância dessas tendências; • campanhas inspiradoras de marcas já envolvidas com as tendências, provocando a descentralização das mídias sociais; • posts-chaves para você obter melhores resultados nos próximos anos; • o contínuo domínio do TikTok. A plataforma de vídeos curtos quebrou recordes de download, tornando-se rapidamente o aplicativo ideal para se conectar com os consumidores atuais e futuros; • os anúncios sociais se desenvolverão enquanto os cookies serão eliminados; • buscar insights de especialistas, pois a jornada do cliente não é linear; • criar relacionamentos saudáveis e duradouros com os clientes, para influenciar suas decisões de compra; • o engajamento omnichannel mudará a maneira como os consumidores se envolvem com as mídias sociais; • os metaversos serão a próxima conexão com o consumidor; • domínio de comunidades e desenvolvimento delas; • os consumidores impulsionam as tendências. Significativos 49% dos usuários da internet afirmam que provavelmente comprariam marcas das quais viram anúncios ao navegar, o que representa uma grande oportunidade para os anunciantes crescerem por meio dessa tática. No entanto, o sucesso depende da capacidade de oferecer experiências, de anúncios personalizadas que atendam às necessidades ou ideias que os consumidores já têm em mente. As expectativas do usuário em relação aos anúncios variam entre as gerações. Assim, é importante ter um entendimento profundo das preferências do seu público e construir sua estratégia de acordo com esse conhecimento. Para isso, é fundamental que responda: conhece realmente quem é seu cliente e como influenciar suas escolhas? Existem fatores que influenciam diretamente o comportamento de compra do consumidor, são eles: a) fatores culturais; b) fatores sociais; c) fatores pessoais; d) fatores psicológicos; e) fatores situacionais e f) fatores demográficos. Em relação ao processo de decisão de compra este se dá por meio da jornada do consumidor, que é desde o contato com o produto até a efetivação do pagamento. Assim ao concluir, fica nítido que, mais do que nunca, os consumidores precisam ser o foco de cada peça de conteúdo, estratégia ou campanha colocada em prática. O segredo para conquistar o seu cliente é envolvê-lo, por isso, as demandas dos consumidores são altas, assim como as oportunidades. As marcas que acelerarem a inteligência do consumidor, colocando-a no primeiro plano de sua estratégia para 2022, serão as verdadeiras vencedoras. Então: sentiu o peso das mudanças no comportamento do seu consumidor? As motivações humanas continuam as mesmas, mas você precisa investigar mais a fundo para identificar seu cliente nesse caldeirão de diversidade, precisa desenvolver pesquisas e incluir todos os fatores que o influenciam, bem como, segmentar muito bem seu público, chegando, assim, às personas mais fiéis possíveis.

Por: Maria Berenice Gavioli, consultora empresarial, instrutora de treinamentos e desenvolvimento de pessoas, professora de pós-graduação e de graduação da Faculdade Senac Chapecó


Helon Rebelatto avalia necessidades do Oeste Ao longo dos anos, a região Oeste acumulou deficiências de investimentos em diversos setores: na infraestrutura (rodovias, ferrovias, portos, aeroportos), em energia elétrica, abastecimento de água, comunicações, centros de pesquisas, energia (incluindo gasoduto), saúde e segurança pública. As deficiências de infraestrutura anulam os ganhos de eficiência e competitividade das empresas em geral e do agronegócio em particular, tornando mais oneroso produzir no Oeste. Para mostrar os problemas, cobrar e cooperar na busca de soluções, a ACIC e importantes entidades empresariais de Santa Catarina (CEC, FAESC, FACISC, FIESC e FECOMÉRCIO) lançaram no início deste ano o Manifesto pelo Oeste. O movimento quer incentivar a reflexão e debate das necessidades e como resolvê-las. Nesta entrevista, o vice-presidente da ACIC, Helon Antônio Rebelatto, explana sobre as necessidades da região e chama atenção da população para contribuir nas cobranças e na busca de alternativas. As péssimas condições da infraestrutura do grande oeste catarinense motivaram um grupo de importantes entidades empresariais a lançar o Manifesto pelo Oeste. Na sua avaliação, quais são essas deficiências? Nossa produção e nossa gente se deslocam por uma rodovia feita na época dos militares, que teve pouco investimento e modernização. As demais estradas, que ligam os municípios da região, estão precárias, e circular pelas mesmas é colocar a vida em risco, como é o caso da SC- 283. Na saúde, os oestinos necessitam se deslocar até outras regiões para realizar os seus tratamentos mais complexos. Os tratamentos mais simples, que poderiam ser realizados no próprio município, obrigam as pessoas irem até os centros maiores da região, sobrecarregando os hospitais desses locais. E aí vem o descaso, dos governos estaduais e federal, que não dão o devido retorno financeiro para esses hospitais. Voltando para a infraestrutura de transporte, temos o aeroporto de Chapecó, principal da região, que obrigou o município a buscar a concessão para obter os investimentos necessários. Além da eterna espera pela ferrovia, que graças a uma empresa mista, de outro estado, pode se tornar realidade. Há dificuldades com o fornecimento de energia elétrica e água, e com a segurança pública, que não vê os efetivos policiais, nem de longe, acompanharem o crescimento da região. A situação das rodovias federais e estaduais, por exemplo, impacta no aumento de custos das empresas de transportes e afeta todas as cadeias produtivas. Dá para afirmar que produzir no grande oeste de SC é mais caro que produzir em outras regiões? Sim! E obviamente, o principal exemplo é a agroindústria, que tem um incremento de quase 50%, no preço do milho, que vem do Mato Grosso, apenas devido ao transporte. Mas todas os setores sofrem com esse encarecimento. Seja na hora de comprar a matéria-prima, seja na hora de vender o seu produto. Por si só, a distância traz uma desvantagem para nossas empresas, um custo a mais em nossos produtos. Entretanto, as nossas estradas, pelo já citado anteriormente, aumentam esse custo e colocam nossos cidadãos em perigo. A crise hídrica que nesse momento atormenta as cidades oestinas é reflexo dessa situação? Em nossas empresas, o principal objetivo é atender bem os clientes. E é isso que esperamos dos serviços que nos são prestados. Temos recursos hídricos suficientes para o consumo atual e futuro em praticamente todas as cidades do Oeste. Falta investimento e que a principal motivação seja o cliente, ou seja, o cidadão. A falta de água impede restaurantes e outros empreendimento de abrirem, prejudica o serviço em hotéis, reduz os investimentos e aumenta o custo das empresas.


A região, historicamente, não tem sido prioridade nos planos de investimentos do Estado nem da União Federal. A que se deve isso? Pela fraca representatividade. E por não clamarmos por atenção, pelo justo retorno, por tudo que produzimos. O Governo Federal alega escassez de recursos para realizar todas as obras de infraestrutura do oeste de SC – mesmo as mais urgentes. As reformas tributária e administrativa não ajudariam na contenção de gastos (especialmente as despesas correntes) e, portanto, disponibilização de mais recursos para obras?

Um Estado que gasta muito, e mau, não tem recursos para investir. A reforma administrativa, ampla e justa, é urgente, vital, e faria sobrar recursos. Mas será que temos que esperar esses investimentos do Estado? Ou está na iniciativa privada a solução? Se os governos incentivarem e liberarem o caminho para o investimento privado, de forma célere, já estará atendendo nossas expectativas. Qual é o papel da representação parlamentar do oeste na Assembleia e no Congresso na questão da atração de investimentos para a região? Os deputados são nossos representantes, em Brasília e em Florianópolis. Além de desempenharem suas funções, de legisladores e fiscalizadores, com afinco, esperamos que articulem e mostrem aos executivos, estadual e federal, a necessidade e a importância de suprirem as deficiências do Oeste catarinense, que isso é apenas retornar os impostos aqui arrecadados e que estarão fazendo um investimento que dará retorno. Em sua avaliação, as grandes pautas do oeste estarão nas prioridades e planos de ação dos candidatos deste ano ao Governo do Estado?

É o mínimo que esperamos, mas precisam ir muito além: tirar essas pautas do discurso e realmente buscarem a resolução dessas questões. Como a sociedade em geral pode participar do movimento desencadeado pela publicação do Manifesto pelo Oeste? “De cara”, cobrando a pessoa em quem votou e avaliando bem em quem irá votar nas próximas eleições. Quando tiver oportunidade falar das nossas carências. O manifesto foi apenas o início de um movimento, que pretende ter outras ações, para incentivar a reflexão e debate de nossas necessidades e como resolvê-las. Serão matérias nos meios de comunicação, reuniões com os agentes, mobilizações, conversas com os futuros candidatos e outros atos. Convocamos todos os oestinos a participar.


Conversa com especialista

Finanças pessoais: invista em você, nos seus sonhos e em um mundo melhor! Quando se observa pesquisas em torno do comportamento do investidor no Brasil, facilmente conclui-se que o Brasileiro não tem o hábito de constituir reservas. Em pesquisa divulgada pela ANBIMA (RAIO X do Investidor 2021 4ª edição), os dados mostram queda no número de investidores em 2020 em relação as pesquisas anteriores, representando atualmente 40% da amostra, ou seja, nos leva a entender que em momento de vulnerabilidade mais da metade da população estaria sem reservas. Quando olhamos para o planejamento de aposentaria o cenário também preocupa, pois 48% dos entrevistados que ainda não estavam aposentados indicaram acreditar que serão sustentados pela previdência social após a aposentadoria. É claro que sabemos que em 2020 a pandemia impactou o bolso do Brasileiro. A pesquisa identificou que 55% da população teve perda de rendimento ao longo do ano, mas é interessante reforçar que a perda de emprego e renda foi maior entre as pessoas classificadas como não investidoras. Entre os investidores, 50% do total da amostra conseguiram manter a renda, e aí é possível concluir o papel dos investimentos em nossa vida. MAS POR QUE METADE DA POPULAÇÃO NÃO INVESTE? É claro que primeiro é preciso considerar o cenário econômico, mas também podemos citar a falta de planejamento, o consumo inconsciente, ou seja, questões ligadas à educação financeira. Poupar não depende exclusivamente de salário, e sim saber que não se deve gastar tudo que se ganha. De acordo com a sua realidade, as pessoas devem buscar ter uma reserva para imprevistos. Para quem já venceu essas etapas, outras reservas devem ser constituídas na sequência, para aproveitar oportunidades, realizar os sonhos de quem amamos e ter uma aposentadoria financeiramente tranquila. E a melhor forma de fazer essas reservas é investindo, para que o dinheiro renda e a pessoa não perca poder de compra por causa da inflação. Especialistas costumam indicar uma regra de reserva de 20% da renda para poupança e investimentos, mas se você se sentir à vontade pode avançar para reservar até 30% ou mais para fins financeiros, pois esse é o melhor cenário para construir patrimônio. Exige uma dose de disciplina, consciência e principalmente dar o primeiro passo, mas não é impossível. Vale destacar que independente da parcela da renda que você irá guardar, é importante manter o equilíbrio entre viver o momento atual e investir para o futuro. Vamos à prática? Veja abaixo algumas dicas para começar seu planejamento financeiro e tornar-se um investidor. E vale dizer que investidor não é só quem tem muito dinheiro investido, mas sim toda a pessoa que se preocupa com futuro e constitui reservas, ou seja, todas as pessoas podem ser investidores. Tabule todos seus ganhos e despesas, entenda se está sobrando ou faltando mensalmente dinheiro. Primeiro passo é fazer essa conta fechar, trabalhando para que comece a sobrar. Esse exercício poderá ser mais fácil ou difícil para algumas pessoas, pois pode significar mudança de hábitos, abdicações e muita disciplina. Agora já sobra? Ótimo, vamos começar a fazer a reserva de emergência. Pense em acumular pelo menos seis vezes o seu salário mensal para gastos imediatos ou que serão usados em até um ano. Essa será sua reserva para curto prazo. Já tem reserva de emergência constituída? Está em um investimento seguro e disponível? É importante que essa reserva esteja em alternativas conservadoras e de fácil acesso caso você precise resgatar. Para reserva de emergência recomenda-se alternativas com baixo risco e que tenham liquidez como: Poupança, CDB, RDC e fundos de investimento de baixo risco. Tem um objetivo de médio prazo? Exemplo: Fazer um intercâmbio daqui a três anos. Para esse investimento talvez você possa recorrer a alternativas com risco moderado, dado que você tem um horizonte de tempo maior para suprir variações que podem acontecer. Para investimentos de médio prazo, uma alternativa é a LCA que é isenta de Imposto de Renda. Certamente você também tem objetivos de longo prazo, aqueles que são para mais de cinco anos, como por exemplo a casa da praia. Para essas metas você poderá optar pela diversificação em alternativas de investimento mais arrojadas, que busquem potencializar os ganhos, e ainda separar uma parte para a previdência privada com o objetivo de ter tranquilidade na aposentadoria. Além disso há espaço para diversificação em, por exemplo, fundos de investimento e até renda variável. Mas para identificar quais as soluções mais adequadas para você, é primordial antes conhecer o seu perfil de investidor, que nada mais é do que identificar o seu apetite por risco. Pois de nada adianta um investimento com alta possibilidade de retorno se ele não trouxer tranquilidade, e vale ressaltar que todo investimento tem algum nível de risco. Por todo esse contexto, uma orientação adequada facilita muito a vida financeira de quem quer investir. As instituições financeiras cooperativas oferecem, de forma segura, alternativas variadas de investimentos que cabem em todos os bolsos. Além disso, ao associar-se à uma cooperativa de crédito, além de obter rendimentos para seus investimentos, você estará colaborando para um mundo melhor a partir de um modelo que faz o dinheiro girar nas economias locais!

Por: Lenise Nunes, analista de investimentos do Sicredi


NOVOS ASSOCIADOS ACIC AGS MAK-CORTE Rua Alfredo Goelnner, 330-D, Distrito Industrial Flavio Baldissera, Industrial, Chapecó BONJOUR Rua Achiles Tomazelli, 271-D, Centro, Chapecó

MERCADO SANDITO Rua Uru, 1016-D, Efapi, Chapecó MISTER ESFIHAS Rua Marechal Floriano Peixoto, 835-L, Maria Goretti, Chapecó ODONTOTOP - HOSPITAL DO DENTE Rua 7 de Setembro, 183-D, Sala 2, Centro, Chapecó

CARIOCA PINTURAS Rua Adão Batista, 311-E, Santo Antônio, Chapecó CONFECÇÕES CINDERELA Rua Caigangues, 195-E, Esplanada, Chapecó

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VENTO MINUANO Rua Marechal Deodoro da Fonseca, 2020-D, Maria Goretti, Chapecó


ACIC incentiva destinação de parte de impostos para projetos locais Você sabia que parte do valor do Imposto de Renda devido pode ficar em Chapecó ou região? Que você pode escolher para onde vai parte do imposto da sua empresa? E que você também pode fazer isso como pessoa física? Empresas tributadas pelo regime de lucro real podem destinar até 9% do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) para projetos nas áreas de saúde, esporte, cultura, idoso e infância e adolescência. O redirecionamento pode ser feito durante o ano da declaração, até o último dia do mês de dezembro, ou no trimestre da destinação. As empresas podem destinar um percentual específico para cada lei de incentivo fiscal. As doações podem ser direcionadas para propostas aprovadas pela Lei de Incentivo à Cultura (4%), pelo Fundo da Infância e Adolescência (FIA – 1%), pelo Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon – 1%), pelo Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas – 1%), pela Lei de Incentivo ao Esporte (1%) e pelo Fundo Nacional do Idoso (1%). Os contribuintes (pessoas físicas) que fazem a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física no modelo completo podem destinar até 8% do IRPF para projetos incentivados, sendo 1% para o Pronon, 1% para o Pronas e 6% o contribuinte pode escolher entre projetos do Fundo da Criança e Adolescência (FIA), Fundo do Idoso, Lei de Incentivo ao Esporte e Lei de Incentivo à Cultura. No caso do FIA e do Fundo do Idoso, as destinações podem ser feitas durante o ano ou no momento da declaração do imposto. Neste último caso, o próprio sistema irá gerar o valor e emitirá uma DARF para efetuar o pagamento.

PORTAL SOCIAL Para incentivar a participação dos empreendedores e promover a divulgação de projetos aprovados pelas leis de incentivo fiscal, a ACIC criou o Portal Social. Na plataforma, são cadastrados projetos do terceiro setor de Chapecó e da região. O endereço para acesso é o https://portalsocialacic.com.br/.

LEIS FEDERAIS DE INCENTIVO FISCAL LEI DE INCENTIVO À CULTURA Estimula o apoio da iniciativa privada a projetos culturais. Órgão regulador: Ministério da Cultura. A Lei de incentivo a cultura (Lei Rouanet) juntamente com a Lei do Audiovisual podem ter dedução de até 4% do IRPJ. Lei Federal nº 8.313/1991. LEI DO AUDIOVISUAL Voltada para produção e difusão de obras cinematográficas e audiovisuais. Órgão regulador: Ministério da Cultura. A Lei do Audiovisual juntamente com a Lei Rouanet podem ter dedução de até 4% do IRPJ. Lei Federal nº 8.685/1993. PRONAS - 1% DO IRPJ Objetiva a canalização de recursos para estimular e desenvolver a prevenção e a reabilitação da pessoa com deficiência, incluindo promoção, diagnóstico precoce, tratamento, indicação e adaptação de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção em todo o ciclo de vida. Órgão regulador: Ministério da Saúde. Lei Federal nº 12.715/2012. FIA - 1% DO IRPJ Visa atender as necessidades das crianças e adolescentes, especialmente os que se encontram em estado de vulnerabilidade social, como aqueles abandonados e desabrigados, vítimas de maus-tratos ou que sofrem abuso sexual. Órgão regulador: Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). Lei Federal nº 8069/1990. PRONON - 1% DO IRPJ Incentiva a destinação de recursos para a prevenção e o combate ao câncer. A lei contempla a promoção da informação, a pesquisa, o rastreamento, o diagnóstico, o tratamento, os cuidados paliativos e a reabilitação referentes às neoplasias malignas e afecções correlatas. Órgão regulador: Ministério da Saúde. Lei Federal nº 12.715/2012. FUNDO DO IDOSO - 1% DO IRPJ Voltado para promoção, proteção, defesa e atendimento dos direitos do idoso. Órgão regulador: Conselho Municipal dos Direitos do Idoso (COMDI). Lei Federal nº 12.213/2010. LEI DE INCENTIVO AO ESPORTE - 1% DO IRPJ Tem por finalidade patrocinar e apoiar projetos desportivos e paradesportivos destinados a promover a inclusão social por meio do esporte, preferencialmente em comunidades de vulnerabilidade social. Órgão regulador: Ministério do Esporte. Lei Federal nº 11.438/2006.


Conheça projetos cadastrados no Portal Social Para contribuir na divulgação de projetos sociais em diferentes áreas, a ACIC criou o Portal Social. Na plataforma, são cadastradas propostas aprovadas pelas leis de incentivo fiscal e que buscam captar recursos, por meio da destinação de parte do Imposto de Renda devido de empresas e de pessoas físicas. Com isso, os recursos ficam na cidade e região e ajudam a fortalecer a economia e a desenvolver a comunidade. São sete leis em diversas áreas: Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS), Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON), Lei de Incentivo ao Esporte, Lei de Incentivo à Cultura, Lei do Audiovisual, Fundo do Idoso e Fundo da Infância e da Adolescência (FIA). O endereço para acesso é o https://portalsocialacic.com.br/.

PROJETO DA GESTAÇÃO À ADOLESCÊNCIA, ATENDIMENTO HUMANIZADO E SEGURO O “Projeto da Gestação à Adolescência, Atendimento Humanizado e Seguro” foi proposto pela Associação Hospitalar Lenoir Vargas Ferreira (ALVF), que faz a gestão do Hospital Regional do Oeste (HRO), do Hospital da Criança Augusta Müller Bohner e do Hospital Nossa Senhora da Saúde. A iniciativa tem como público-alvo gestantes, puérperas, neonatos, crianças e adolescentes. O objetivo é melhorar as condições técnicas e de ambiência dos serviços ofertados no HRO. Por meio do projeto objetiva-se captar recursos financeiros subsidiados pelo Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FIA) de Chapecó, na modalidade de chancela, que estejam em consonância com as políticas públicas da criança e do adolescente do município, para aquisição de equipamentos médico-hospitalares e de ambiência para os setores de Maternidade, Centro Obstétrico, UTI Neonatal e Pediátrica e Neonatologia Clínica.

ASFREC – ASSOCIAÇÃO DE ENTIDADE DE CHAPECÓ A Associação Fratérnica de Chapecó (Asfrec) é uma entidade que atua há mais de 15 anos atendendo pessoas do município e da região. Propôs projeto por meio da Lei de Incentivo ao Idoso. A iniciativa tem como público-alvo, além dos idosos, crianças. A entidade tem desafios com falta de recursos, mas busca, por meio de doações, manter os atendimentos, entre eles aulas de judô e necessidades básicas como alimentos, informações e vestuário. Nas segundas-feiras é feito atendimento pela assistente social, cadastramento de novas famílias, entrega de cestas básicas e auxilio; durante a semana ocorrem as aulas de judô; também é feito atendimentos à domicílio às famílias impossibilitadas de ir até a entidade. Com o projeto, a Asfrec tem objetivo de formar cidadãos de bem, com consciência social e esportiva; manter pais e crianças atuantes na sociedade e desenvolver a autonomia; oportunizar jovens contato direto com esporte e competições; inserir jovens no mercado de trabalho; levar informações e atualizações aos idosos.

Mais informações sobre as propostas no Portal Social da ACIC: https://portalsocialacic.com.br/.


DICAS DOS NUCLEADOS Núcleo de Jovens Empresários

Nós forjamos as correntes ou as asas do nosso negócio Empreender é árduo: infinitas variáveis definem a vitória ou a derrocada de um empresário. Nossas escolhas, certamente, modelam nossa atual versão e são elas que entravam ou alavancam nosso desenvolvimento pessoal e profissional. Logo, por que não unir esforços e promover ações em torno dessa finalidade comum? O empresário ao lado não é um concorrente a ser batido, mas um aliado a ser potencializado: a cadeia de união intensifica o mercado e promove, em última instância, a consolidação de todos. Nesse contexto, a essência do jovem empresário está na sua capacidade de ser receptivo e gregário, transformando a arte de empreender em verdadeiro sinônimo de comunhão de esforços.

Vicente Aron Machado da Rocha Machado da Rocha Advocacia Customizada

Núcleo Multissetorial

Gestão de desafio ou comprometimento? Enquanto alguns pensam, desenham e outros planejam os seus desafios para o ano corrente, me pego a pensar qual é o real significado do conceito de desafio. Não poderia ser outro: “ação ou efeito de desafiar, de provocar alguém incitando essa pessoa para um combate, luta, guerra”. A singela reflexão é sobre ressignificar o conceito de desafio, alterando-o para comprometimento. Ora, o desafio é uma possibilidade, um risco, um talvez. O comprometimento é uma vontade firme, um compromisso verdadeiro. Logo, na gestão do Núcleo Multissetorial, nos comprometemos a executar com sabedoria todos os projetos e vamos fomentar o debate saudável entre todos os nucleados em prol da nossa Chapecó. Façam parte de associações, precisamos cada vez mais grupos fortes para formar uma voz única e ser ouvidos. Buscar uma união de propósito para o bem de todo mundo.

Leonardo Ribeiro Silva Martinelli Advocacia Empresarial

Núcleo de Sustentabilidade

Planejamento e ações para 2022 e 2023 Buscando o desenvolvimento profissional dos seus integrantes, o Núcleo da Sustentabilidade apresenta para o ano de 2022 um planejamento repleto de capacitações voltadas aos temas ambientais e empresariais. Neste ano, estão previstas ações de forma a integrar o Núcleo com projetos de cunho socioambiental, como o projeto municipal “Seu Bairro Limpo” e ações do Pro-Água. Além disso, buscando manter registradas as duas edições do Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade. Pretende-se elaborar um E-book do Prêmio. Taise Perondi Resonare Engenharia


Núcleo de Comércio Exterior e Logística Internacional

Oportunidades do “novo normal” O grande desafio que significou, para muitas empresas, aderir à nova modalidade de trabalho remoto ou em outros casos híbrido teve como ganho colateral a oportunidade de investir em tecnologia e segurança da informação, melhorar as habilidades de comunicação, produtividade e gestão de tempo, ampliar horizontes e aprimorar processos. As empresas que abraçaram a oportunidade estão hoje mais bem colocadas no mercado e melhor preparadas para dar um passo além, ultrapassando fronteiras físicas. Esse movimento aumenta as chances de crescimento e desenvolvimento e propicia a escalabilidade e a consequente expansão dos negócios. Esse cenário abre as portas aos mercados emergentes atraindo ao país, e em especial à nossa região, o interesse de grandes investidores. Se existe um momento para buscar a internacionalização de sua empresa, o momento definitivamente é agora.

Thomas Reginato ThorComex

Núcleo de Academias

2022 será um ano promissor Estou muito feliz e empolgado com a oportunidade de assumir a coordenação do Núcleo de Academias. Tenho convicção que teremos um ano muito produtivo, buscaremos conhecimento e planejamento de eventos visando mais engajamento com os clientes e também nossa evolução profissional e reconhecimento empresarial. Mostraremos ainda mais que as academias de Chapecó podem ser muito ativas e são de suma importância para ter uma sociedade mais ativa e com perspectiva de futuro saudável. Jean Carlos Marques de Lima Academia Objetiva

Núcleo de Automecânicas

Planejamento e capacitações Executar ações durante o ano para aprimorar conhecimentos e melhorar o atendimento. Esses são alguns objetivos do Núcleo de Automecânicas ao fazer o planejamento para 2022. Entre as atividades, está prevista a inscrição em novo edital do Programa de Aceleração de Núcleos (PAN), promovido pela Facisc e Sebrae, e o andamento do curso Técnico em Manutenção Automotiva (TMA), em parceria com o Núcleo Estadual de Automecânicas (NEA), que está em processo de aprovação pelo Ministério da Educação. Os integrantes do Núcleo participarão do Encontro Nacional e Feira do Conhecimento da Reparação Automotiva (Enfauto), promoverão mais uma edição da Inspeção Veicular Gratuita (IVG), do Curso de Mecânica Básica para jovens do Inovamente e do Curso de Mecânica Básica para Mulheres. Neste ano, a intenção é retomar os eventos festivos, que tiveram que ser canceladas devido à pandemia, como o almoço de 1º de maio, o baile do Núcleo e a confraternização de fim de ano.

Evandro Tolotti Mecânica Irmãos Tolotti


Núcleo de Assessorias e Consultorias

Crises e suas oportunidades Nos anos 2000, 2008, 2016 e 2020 (com a covid) fomos marcados por grandes crises e também grandes oportunidades no mundo dos investimentos. Quem soube aproveitar esses momentos teve grandes ganhos em um pequeno espaço de tempo, tanto em renda variável quanto em renda fixa. Como diria Warren Buffett: “Compre aos sons de canhões e venda aos sons dos violinos”. O importante é estudar esses ciclos para conseguir identificálos ou ter um especialista na área te dando maior segurança com maiores retornos. Whuenderson S. Ulrich Nippur Finance

Núcleo de Gestores de Pessoas

Pandemia e o cuidado com as pessoas Nos últimos anos tivemos que aprender a conviver com a pandemia. Isso nos limita e nos fez pensar muito nas pessoas, o quanto são importantes, não só para a empresa, mas no nosso contato diário. Esse foi um dos grandes desafios que enfrentamos como profissionais responsáveis pela gestão de pessoas: o compromisso e o desafio em cuidar e proporcionar um ambiente agradável a todos os colaboradores nas organizações, pois são elas o coração de qualquer instituição. O nosso núcleo se manteve unido e ativo, além das reuniões a cada 21 dias, realizamos capacitações e treinamentos para melhor nos desenvolvermos como pessoas e profissionais. Não será diferente nos próximos anos, pois possuímos no nosso planejamento capacitações, treinamentos, integrações com outros núcleos da ACIC, visitas técnicas, além de participações em feiras relacionadas à gestão de pessoas.

Rafaela Cristina Furini Dahmer Dahmer Guindastes

Núcleo de Tecnologia da Informação e da Comunicação

Ações para inspirar jovens a ingressar na área de TI O principal desafio das empresas de tecnologia nos últimos anos é a escassez de mão de obra qualificada. Esse assunto é uma das principais pautas do Núcleo nos últimos anos, que discute e estuda maneiras de atrair principalmente os jovens para a área de tecnologia. Diante desse cenário, para 2022 o planejamento do Núcleo é promover capacitações para qualificar as equipes e promover ações de marketing nas instituições de ensino nucleadas ao NTIC, para instigar os estudantes a se interessarem e a ingressarem na área de tecnologia. Marcelo Capeletto Infogen Informatica


Aconteceu na ACIC Criar oportunidades de integração, relacionamento e ações em conjunto para o fortalecimento dos núcleos da ACIC. Com esses objetivos, foi realizada, em fevereiro, a primeira reunião do ano do Conselho de Núcleos.

A ACIC recebeu, em fevereiro, dirigentes do Sebrae/SC e da Junior Achievement. Na ocasião, foram apresentados os projetos para 2022 e os dados de 2021, quando a Junior Achievement atendeu 25.320 jovens em 259 cidades do Estado, com participação de 421 voluntários. Chapecó foi o município mais atendido, com 2.279 jovens beneficiados.

Planejar e alinhar metas para o biênio 2022/2023 marcou reunião, em fevereiro, da diretoria da ACIC, sob a presidência do empresário Lenoir Broch. Apesar de ser o primeiro encontro com toda a diretoria, as atividades iniciaram no início de janeiro, principalmente com atuação da diretoria executiva.

Investimentos em rodovias, em ferrovias, no abastecimento de água e o Manifesto pelo Oeste foram temas abordados pelo presidente da ACIC, Lenoir Broch, em reuniões em Florianópolis. Em fevereiro. O dirigente cumpriu agenda na Facisc, na Fiesc, na Assembleia Legislativa (Alesc) e com a vice-governadora.

Cobrar investimentos e conhecer as ações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) na região oeste foi objetivo de reunião, em fevereiro, de entidades do oeste com o diretor geral do DNIT, Antônio Leite dos Santos Filho. O encontro foi resultado de uma agenda cumprida pelo presidente da ACIC, Lenoir Broch, em Florianópolis.

Consultores do Programa Empreender das entidades das regiões oeste, meio oeste, extremo oeste e noroeste catarinense participam, nesta semana, do Treinamento Básico de Consultores (TBC), em fevereiro, na ACIC, promovido pela Facisc e pelo Sebrae/SC.

Os objetivos, os critérios e as condições para submissão de propostas ao Programa de Aceleração de Núcleos Empresariais (PAN) em 2022 foram apresentados, em fevereiro, para os núcleos da ACIC.

A ACIC apresentou sua atuação com os núcleos empresariais do Programa Empreender, em fevereiro, durante o Treinamento Básico de Consultores (TBC) promovido pela Facisc e pelo Sebrae/SC, em Chapecó.


Diretas dos Associados Unimed Chapecó: 30 anos Oferecer atendimento humanizado, capacitar constantemente os colaboradores, disponibilizar equipamentos modernos para diagnóstico e realização de procedimentos cirúrgicos, ampliar a prestação de serviço para contemplar as necessidades dos pacientes e inserir novas técnicas cada vez menos invasivas. Essa conduta tem marcado a trajetória da Unimed Chapecó, que comemorou, no dia 20 de fevereiro, três décadas de atuação com a saúde em prioridade – incentivo às consultas de rotina, exames preventivos, orientações para aprimorar a qualidade de vida e condutas de promoção e manutenção do equilíbrio fisiológico e mental dos pacientes. Atualmente são mais de 55 mil beneficiários do plano de saúde, mais de 320 médicos cooperados especializados em várias áreas e aproximadamente 1.300 colaboradores. A cooperativa médica oferece diversos serviços, conta com um avançado parque tecnológico e Hospital próprio.

Foto: Édio Murer/Arquivo

De acordo com o presidente da Unimed Chapecó e médico do trabalho Dr. José Pegoraro Foresti, os investimentos são constantes. “Nesses 30 anos a cooperativa médica nunca parou de investir, sempre estamos renovando equipamentos, adquirindo novas tecnologias e softwares, além de capacitar as equipes tanto da gestão quanto técnica”, explica. O planejamento da cooperativa médica para os próximos anos contempla a demolição de algumas áreas mais antigas para edificação de novas estruturas como Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica, ampliação do centro cirúrgico e de sala específica para cirurgia robótica. Outro importante investimento, segundo Dr. Foresti, será a construção do Hospital Unimed Efapi.

Agenda 14, 16, 21 e 23/03

Treinamento “Oratória para Iniciantes” ACIC | 19h às 22h

15, 16 e 17/03

Curso presencial “Liderança e Gestão de Equipes de Alto Desempenho” ACIC | 19h às 22h

29, 30 e 31/03

Curso presencial “Alta Performance em Vendas – Abordagem, Negociação e Fechamento” ACIC | 19h às 22h

04, 06, 11 e 13/04

Treinamento “Comunicar para Liderar” ACIC | 19h às 22h

11, 12 e 13/04

Curso presencial “Atendimento Eficaz ao Público – Uma Nova Visão” ACIC | 19h às 22h

25, 26 e 27/04

Curso presencial “Estratégias e Planejamento Logístico” ACIC | 18h30 às 22h

25, 26 e 27/04

Curso presencial “Estratégias de Vendas pelas Redes Sociais WhatsApp, Instagram e Facebook” ACIC | 19h às 22h MISSÃO ACIC Representar os segmentos econômicos de Chapecó, estimulando a livre iniciativa e trabalhando como agente de mudanças. Atender

Av. Getúlio Vargas, 1748N CEP: 89805-000 - Chapecó/SC Fone/Fax: 49 3321-2800 E-mail: acic@acichapeco.com.br facebook.com/acic.chapeco

Diretor Presidente Diretor 1° Vice Presidente Diretor 2° Vice Presidente Diretor Administrativo Diretor Administrativo Adjunto Diretor Financeiro Diretor Financeiro Adjunto

Diretoria Executiva Gestão 2022/2023

Lenoir Antonio Broch Helon Rebelatto Luiza Utzig Modesti Daniel Bet Leandra Merisio Carlos Martinelli Robert Otto

TODOS OS DIRETORES DA ACIC COLABORAM DE FORMA VOLUNTÁRIA, SEM REMUNERAÇÃO ESTRUTURA ORGNIZACIONAL Conselho Deliberativo:

com eficiência e eficácia as

Presidente: Gelson Dalla Costa

necessidades dos associados

Vice-Presidente: Paulo Benites

correspondendo às suas

Secretário: Daniela de Marco

expectativas. Ser a indutora de

Conselho Consultivo:

ações para o fortalecimento da

Itacyr Centenaro

classe empresarial, oportunizando

Diretor Executivo:

condições para o surgimento de

Fabio Luis Magro

novos mercados de trabalho e ampliação dos já existentes.

Jornalista Responsável: Marcos Antônio Bedin (M.T.B.: SC-0085 JP) | Edição: Lisiane Kerbes | Redação: Marcos Antônio Bedin, Alessandra Cristina Favretto, Lisiane Kerbes, Marciane Páz Mendes e Silvania Cuochinski | Projeto Gráfico: Dustin O. Hoffmann | Edição Especial On-line | Fechamento da Edição: 07/03/2022


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