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Revista Empresa Forte - Março 2017

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REVISTA DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE CHAPECÓ Março 2017

ÓTIMO PARA SUA EMPRESA, ÚTIL PARA VOCÊ!

REFORMA TRABALHISTA - 8 Entenda o que pode mudar

ALMOÇO EMPRESARIAL - 18 Acari Menestrina apresentará case de sucesso da Gran Mestri

NÚCLEOS - 23 ACIC empossa coordenações para 2017


Serviços da ACIC para o sucesso empresarial Pela facilidade de operação e pelos benefícios que oferece, o UTIIL CARD ALIMENTAÇÃO é um dos mais bem-sucedidos recursos que a ACIC coloca à disposição dos associados. Essa ferramenta atende uma das modalidades do Programa de Alimentação do Trabalhador e auxilia no cumprimento das convenções coletivas. O funcionamento do cartão é simples e seguro, como expõe didática matéria publicada na página 10 desta edição. A otimização de recursos técnicos, materiais e humanos, a melhoria contínua de processos, a prospecção e a conquista de mercados, a ampliação da visão empresarial com a adoção de novos projetos e empreendimentos são metas e preocupações permanentes dos empresários e demais agentes econômicos. Cooperar com os empresários para que tenham êxito nesses objetivos – esse é o compromisso da ACIC através dos serviços

Paralela e simultaneamente à sua missão de promover a defesa técnica e política do empresariado e das classes produtoras, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) oferece importante contribuição para os gestores de empresas e empreendimentos privados. As “Soluções empresariais ACIC” compõem uma das linhas dessa contribuição, na forma de um conjunto de serviços que se constitui em excelentes ferramentas de gestão. Entre eles estão os convênios UTIL CARD, UTIL ALIMENTAÇÃO E UTIL REFEIÇÃO, BOA VISTA (Serviço Central de Proteção ao Crédito), seguro de crédito, garantia de crédito, (XML empresarial, pré-diagnóstico empresarial), cursos e treinamentos, capacitações, Certificados de Origem, Convênio Escola de Idiomas, Núcleos Empresariais, Protesto Expresso, Revista Empresa Forte, Uniodonto, entre outros.

Agenda Março

que oferece. A eficiência gerencial e o sucesso empresarial dos associados representam uma das mais importantes finalidades da ACIC. Atingindo-se esse desiderato, toda a sociedade é beneficiada com a criação de novos empregos, o aumento da arrecadação tributária, a geração de riquezas e, enfim, o aquecimento da economia.

Chapecó, março de 2017. Josias Mascarello - Presidente

06, 07 e 08 – Curso “Estratégias para Retenção de Talentos”, na ACIC 07 - Palestra “Auto Disciplina e Responsabilização” - Núcleo dos CFC´s 10 - Confraternização do Núcleo de Sustentabilidade 13 - Reunião Quadrimestral da Diretoria de Núcleos e Nucleados, na ACIC 13 - Curso “Gestão Organizacional”, Núcleo das Automecânicas, na Unoesc 14 - Reunião do Conselho de Núcleos, na ACIC 22 e 23 - Curso “Os Três Pilares do Sucesso Profissional e Pessoal”, na ACIC 24 - Palestra do Núcleo das Automecânicas – 1ª edição: comemoração ao Dia do Mecânico, na Cantina Cesec 29 e 30 - Curso “Planejamento Financeiro e Orçamento Empresarial”, na ACIC 30 - Almoço Empresarial com Gran Mestri MISSÃO ACIC Representar os segmentos econômicos de Chapecó, estimulando a livre iniciativa e trabalhando como agente de mudanças. Atender com eficiência e eficácia as necessidades dos associados correspondendo às suas expectativas. Ser a indutora de Av. Getúlio Vargas, 1748N CEP: 89805-000 - Chapecó/SC Fone/Fax: 49 3321-2800 E-mail: acic@acichapeco.com.br facebook.com/acic.chapeco

ações para o fortalecimento da classe empresarial, oportunizando condições para o surgimento de novos mercados de trabalho e ampliação dos já existentes.

Diretoria Executiva Gestão 2016/2017 Diretor Presidente Josias Antonio Mascarello Diretor 1° Vice Presidente e do Micro Empreendimento Cidnei Luiz Barozzi Diretor 2° Vice Presidente Gilson Carlos Confortin Diretor Administrativo Lenoir Antonio Broch Diretor Administrativo Adjunto Lenoir Carminatti Diretor Financeiro Sergio Perondi Diretor Financeiro Adjunto Jefferson Garcez da Luz Diretora de Desenvolvimento de Núcleos Carla de Almeida Martins Basso Diretora de Responsabilidade Social Márcia Berticelli Diretora de Relações Internacionais e Comércio Exterior André João Telocken Diretor de Feiras e Eventos Bento Zanoni Diretor de Desenvolvimento Industrial, Comercial e Inovação Francis Marcel Post Diretor de Assuntos Econômicos e Tributários Dalvair Jacinto Anghében Diretor de Projetos Especiais Marcia Damo Diretor de Relações Institucionais Nelson Eiji Akimoto Diretor de Agronegócio Vincenzo Francesco Mastrogiacomo Diretor de Gestão Ambiental Djalma Aquino Azevedo

TODOS OS DIRETORES DA ACIC COLABORAM DE FORMA VOLUNTÁRIA, SEM REMUNERAÇÃO ESTRUTURA ORGNIZACIONAL Conselho Deliberativo: Presidente: Marcos Moschetta Vice-Presidente: Leandro Sorgato Secretária: Leandra Merisio Conselho Consultivo: Mauricio Zolet Diretor Executivo: Fabio Luis Magro Gerente de Núcleos: Taisa Bonassi Brassanini

Jornalista Responsável: Marcos Antônio Bedin (M.T.B.: SC-0085 JP) Edição: Lisiane Kerbes | Redação: Marcos Antônio Bedin, Lisiane Kerbes, Kaehryan Fauth, Silvana Cuochinski e Caroline Figueiredo Projeto Gráfico: Rodrigo Felchilcher | Impressão: Gráfica Arcus | Tiragem: 2.000 unidades | Fechamento da Edição: 07/03/2017


Comitiva da ACIC divulga Mercoagro 2018 em feira em Atlanta

Mercoagro 2018 foi divulgada na Feira Internacional Poultry Expo

Uma comitiva da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) esteve em uma missão empresarial em Atlanta, nos Estados Unidos, onde visitou a Feira Internacional Poultry Expo para divulgar

a próxima edição da Mercoagro (Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne). Integraram a comitiva o diretor de Feiras e Eventos da entidade, Bento Zanoni, o gerente de Projetos da Mercoagro 2018, Nadir José Cervelin, e a diretora da Enterprise Feiras e Eventos, Maria Antônia Siqueira Ferreira. A Mercoagro é promovida pela ACIC e acontecerá de 11 a 14 de setembro de 2018, em Chapecó. Durante a feira, empresas fornecedoras dos mais diversos setores da indústria mundial da carne apresentarão inovações, tecnologias e novas tendências nos segmentos de refrigeração, automação industrial, ingredien-

tes e aditivos, embalagens, transporte e armazenagem, equipamentos, máquinas, implementos, insumos e instalações para todas as etapas do processo industrial. O evento está localizado no centro de uma região com mais de 600 pequenas, médias e grandes indústrias frigoríficas de abate e processamento de aves, suínos e bovinos. Ao longo dos anos, a Mercoagro, promoveu o crescimento do setor em vários aspectos: economicamente, fomentando negócios, conectando pessoas e empresas em network, ampliando a visibilidade das empresas participantes, ajudando a construir reputações e ainda gerando projeção internacional.

3 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br


Comunicação é ferramenta fundamental para competitividade das empresas

Kiona Ames abordou a importância da comunicação no ambiente de trabalho

A comunicação nas empresas é uma das ferramentas mais importantes para estabelecer um relacionamento entre a organização, os funcionários, clientes e fornecedores, além de ser fundamental para a sobrevivência da corporação no atual mercado competitivo. O tema foi abordado no curso “Maestria na Comunicação no Ambiente de Trabalho”, promovido em fevereiro pela ACIC. O objetivo da capacitação foi fornecer técnicas de comunicação e de PNL, análise de perfil, trabalhar o ciclo da comunicação efetiva e criar ferramentas práticas de estímulo à comunicação nas empresas. A facilitadora, coach Kiona Ames, explicou que a falta de comunicação eficaz resulta em alguns problemas. “As empresas podem tomar decisões sem informações suficientes ou precipitadas, o que pode trazer prejuízos financeiros, as pessoas se envolvem menos, passam a existir conflitos, ambientes mais individualistas, além da perda de clientes e fornecedores. Todas as empresas têm problema de comunicação em maior ou menor grau. Por isso, a comunicação precisa ser traba4 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

lhada constantemente”, expôs. O desafio, de acordo com Kiona, é fazer as pessoas se relacionarem de maneira mais aberta. “Isso reflete na disposição de todos os envolvidos e na cultura tanto da empresa como das pessoas”, frisou. A auxiliar administrativo da Sólida Serviços Administrativos, Karla Adriana Wawcziniak, participou do curso para buscar aperfeiçoamento profissional. “O conhecimento adquirido com a capacitação foi muito importante, aprendi alguns processos que eu não conhecia e vou repassar aos colegas”, relatou. PROSPECÇÃO DE CLIENTES Outra capacitação promovida pela ACIC foi o “Workshop Prospecção de Clientes”, com o coach, palestrante e facilitador Carlos Alberto Serpa. O objetivo foi orientar os participantes para a criação de estratégias, abordagens, roteiros e critérios para melhoria na prospecção de vendas e descoberta de oportunidades nos mercados de atuação e como sair da armadilha de uma abordagem monótona e mecânica típica de telemarketing. De acordo com Serpa, o Brasil

passou por um período econômico equilibrado e muitas empresas deixaram de fazer prospecção de clientes. “As pessoas compravam mais e acabou se perdendo o hábito de fazer uma prospecção ativa de clientes, era um trabalho secundário. Com a crise, isso mudou”, expôs. O responsável pelo marketing da Melatti Cosméticos, Jaimechel de Oliveira, participou do workshop para buscar ferramentas para auxiliar a equipe de vendas da empresa. “Foram dois dias bastante proveitosos. O facilitador abordou sobre como firmar laços com clientes mais difíceis, repassando dicas que com certeza vão contribuir no dia a dia da empresa”, avaliou.

Carlos Alberto Serpa usou exemplos práticos para explicar processo de prospecção de clientes

GERENCIAMENTO E NEUROLIDERANÇA O último curso do mês de fevereiro foi “Gerenciamento e Neuroliderança”, com o facilitador Jorge Chiodini. O objetivo foi desenvolver e aprimorar as competências para liderar com foco na individualidade, aprimorando pessoas e equipes na busca dos melhores resultados técnicos e humanos. A ACIC oferece todos os meses capacitações com objetivo de contribuir para o crescimento e desenvolvimento das empresas. Confira os cursos de 2017 no site: www.acichapeco.com.br/cursos.


Startup Weekend Chapecó Três dias para compartilhar ideias e empreender novos negócios Chapecó receberá, nos dias 7, 8 e 9 de abril, um dos maiores eventos de startups do mundo: o Startup Weekend. O encontro dura 54 horas ao longo de um fim de semana e reúne empreendedores, desenvolvedores, designers e entusiastas para compartilhar ideias, formar equipes e criar startups. O Startups Weekend ocorre em quase 1200 cidades em todos os continentes, tem patrocínio mundial do Google e acontecerá pela segunda vez em Chapecó. A iniciativa é aberta para todos os públicos e tem por objetivo atender pessoas que têm interesse em abrir uma empresa ou um negócio inovador. As atividades iniciam na sexta-feira, com espaço aberto para os participantes compartilharem ideias, trocarem experiências e formarem times. No primeiro dia são apresentadas as propostas de startups e formadas as equipes multidisciplinares (programadores, designers, negócios) que darão início ao desenvolvimento do projeto, que terá sequencia no segundo dia, sempre com apoio de mentores altamente capacitados. Os times precisarão criar modelos de negócios, incluindo programação, design e validação de mercado. No último dia, os projetos serão apresentados a um júri composto por empreendedores de sucesso que darão feedback sobre as propostas. As três melhores ideias serão premiadas. De acordo com um dos organizadores, Rodrigo Savenhago, o Startup Weekend é um evento de imersão onde empreendedores e aspirantes a empreendedores podem descobrir se suas ideias de startups são viáveis. “A intenção é possibilitar um ambiente para network, tirar as pessoas da zona de conforto, trocar experiências e conhecimento e, consequentemen-

Em 2016, o evento contou com a participação de aproximadamente 120 pessoas

te, estimular o início de um negócio. Os participantes aprendem de maneira prática com uma metodologia moderna que é usada no mundo inteiro”, realçou. Para o Diretor de Relações Institucionais da ACIC, que participa do evento como jurado, Nelson Eiji Akimoto, a realização do Startup Weekend Chapecó 2017 será um sucesso, pois já demonstrou em 2016 a capacidade dos jovens chapecoenses e da região em assumir desafios e desenvolver ideias inovadoras. Ele destaca a iniciativa dos organizadores e mentores do Startup Weekend, que são empresários voluntários e grandes exemplos para a nova geração de empreendedores. “O evento faz parte de um grande momento que vive Chapecó, de criar um ecossistema de inovação tecnológica que fomenta o empreendedorismo, com o surgimento de muitas startups onde as entidades empresariais, instituições de ensino e jovens interessados em mudar

o seu mundo, e o nosso mundo, interagem sinergicamente dando os seus primeiros e importantes passos”, acrescentou Akimoto. Os organizadores são os próprios empreendedores que já participaram de alguma edição do Startup Weekend. O time organizador, facilitadores, mentores e jurados atuam de forma 100% voluntária. A 2ª edição do Startup Weekend Chapecó tem patrocínio da ACIC, Deatec, Sebrae, Unochapecó, Uceff, 1Bi Capital, Inova Informática, Mhnet Telecom e Shark Energéticos. O apoio é da Impact Hub, JCI Chapecó, Paula Navarro Fotografias, entre outros. Todos os ingressos já foram vendidos com 57 dias de antecedência. O evento acontecerá na JCI Chapecó, rua Quatorze de Agosto, 129E, bairro Maria Goretti. Mais informações pelo e-mail swchapeco@gmail.com, no site www.bit.ly/swchapeco2017 e na página do Facebbok www.facebook.com/swchapeco. 5 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br


Observatório Social de Chapecó Em defesa do cidadão e da sociedade

“

Monitoramos os gastos do município, em favor da transparência e melhoria na qualidade da aplicação dos recursos arrecadados por meio de tributos.

Presidente Armelindo Carraro explica como funciona o Observatório Social

Fruto da iniciativa de representantes da sociedade civil organizada, com o objetivo de estimular a cidadania e a ética, monitorando a qualidade da aplicação dos recursos públicos, o Observatório Social (OS) acompanha licitações e ações de educação fiscal em todo o País. Os Observatórios Sociais são organizados em rede, coordenados pelo Observatório Social do Brasil (OSB). A rede OSB está presente em mais de 120 cidades em 19 Estados brasileiros. Possui mais de 3 mil voluntários envolvidos e mais de 100 mil empresas cadastradas no sistema de divulgação de editais de licitação. O presidente do OS Chapecó, Armelindo Carraro, explica que os OS reúnem o maior número de pessoas de todos os segmentos para atuar de forma organizada, valendo-se de uma metodologia padronizada de acompanhamento de todos os gastos públicos, desde o edital até a entrega do produto ou serviço. Em Chapecó, o Observatório Social foi fundado em junho 6 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

de 2015. A entidade é apartidária, sem fins lucrativos e mantida pela sociedade. Objetiva realizar ações de educação para o exercício pleno da cidadania e o controle social. “Monitoramos os gastos do município, em favor da transparência e melhoria na qualidade da aplicação dos recursos arrecadados por meio de tributos, minimizando as possibilidades de desvios dos recursos públicos em função de deficiência na gestão ou por meio de atos de corrupção”, realça Carraro. O foco de atuação em Chapecó tem como base cinco eixos básicos: monitoramento das contas públicas, Lei da Transparência (12.527/2011, acesso à informação), cidadania (estimular o exercício da cidadania e o controle social), educação fiscal (necessidade do cidadão acompanhar a aplicação dos impostos) e inserção da micro e pequena empresa nas licitações. A entidade atua no monitoramento das licitações; compra e controle de medicamentos; acompanhamento da entrega do produto ou

serviço por meio de fiscalização e perícias técnicas; fiscalização da transparência; análise de contratos, convênios, assessorias, concessões e outros; cargos comissionados e terceirizados; funções, cargos e salários de servidores; para a melhoria da eficiência e a presteza do atendimento; na monitoria da correta aplicação dos recursos públicos e de concursos públicos; número e o salário de vereadores; perícias em obras públicas; entre outros. O OS Chapecó tem como missão “contribuir para o controle social na aplicação dos recursos públicos e para a promoção de uma sociedade ética e cidadã, por meio de práticas transparentes e apartidárias”. A visão é “ser reconhecido pela sociedade de Chapecó como agente de monitoramento da aplicação correta e consciente dos recursos públicos”. Os valores do OS Chapecó são: consciência cidadã, comportamento ético, equidade, honestidade, respeito, sinceridade e transparência. COMO ATUA


Primeira capacitação de licitações para empresários foi realizada em outubro de 2016

O OS atua basicamente em três passos. O primeiro é a ação preventiva, com análise e identificação de indícios de irregularidades, informando e cobrando providências do gestor público ou responsável. Oportuniza que o gestor público corrija as inconformidades detectadas. O segundo passo é a ação corretiva, quando o OS comunica inconformidades já relatadas ao gestor público para o Legislativo e cobra providências. Por último, está a comunicação ao Ministério Público ou outros órgãos de controle e fiscalização. Em Chapecó, a entidade é composta por um órgão deliberativo que congrega assembleia geral, conselho administrativo e conselho fiscal, e um órgão executivo com secretaria e departamentos. Possui Comissões de Trabalho de Planejamento, Informática, Finanças, Engenharia e Construções, Licitações, Jurídica, Contábil, Monitoramento da Produção Legislativa e de Imprensa. Integra ainda o Os Chapecó o Núcleo Juvenil, criado em 10 de agosto de 2016 para voluntários de 14 a 21 anos com o intuito de despertar a cidadania dos futuros

eleitores, governantes, empreendedores, comunidade em geral e público infanto-juvenil. AÇÕES Desde que iniciou suas atividades, o OS Chapecó desenvolveu uma série de ações, entre elas o primeiro treinamento para voluntários do OS Chapecó em que estiveram presentes mais de 30 voluntários. Também foi promovida capacitação para a Comissão de Licitações com a presença de representantes do Setor de Compras de órgãos municipais, estaduais e do Legislativo. Foram assinados termos de cooperação com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL), Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (SICOM), Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) e a Sociedade Amigos de Chapecó (SAC). Grupos de voluntários desenvolveram o diagnóstico organizacional, a missão, visão e os valores do OS Chapecó. A entidade também participou de uma

série de eventos sociais como a abertura da Semana da Família, acompanhamento na fiscalização em obras de asfalto e gastos na Câmara de Vereadores. A campanha Voto Consciente foi outra iniciativa do OS Chapecó. A intenção foi despertar o espírito de cidadania dos eleitores. A principal incisão ocorre no monitoramento das licitações públicas em que o Observatório Social de Chapecó já acompanhou 42 certames. A entidade é mantida pela ACIC Chapecó, CDL Chapecó, SICOM e SOMAR e conta com o apoio da Unoesc, SAC e Unochapecó. SEJA UM VOLUNTÁRIO Qualquer cidadão, entidade, empresa e clubes de serviço podem ser voluntários do Observatório Social. Os interessados em participar podem entrar em contato pelo telefone (49) 3328-8812, pelo e-mail chapeco@osbrasil.org.br ou site www. oschapeco.org.br. O OS Chapecó está localizado na avenida Getúlio Vargas, 1748N, no Centro, no Espaço Coworking do Condomínio Cesec, Sala 3. 7 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br


O que pode mudar com a reforma trabalhista A atualização da legislação trabalhista é esperada há anos pela classe empresarial. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é de 1943 e, segundo especialistas, precisa ser atualizada para atender a todos os setores da economia e as novas formas de trabalho, bem como para clarear alguns dispositivos que tem gerado interpretações divergentes e estimulam disputas judiciais. A proposta de reforma trabalhista, apresentada pelo Governo Federal, foi debatida em fevereiro pela Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), em Florianópolis, com participação do ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, representantes das Associações Empresariais e demais lideranças. O Projeto de Lei 6.787/2016 tramita atualmente na Câmara dos Deputados, em Brasília. O relator do Projeto, deputado Rogério Marinho, informou que pretende apresentar seu parecer na comissão especial que está debatendo a proposta até meados do mês de maio deste ano. De acordo com o presidente da Facisc, Ernesto Reck, o principal ponto da proposta é a ampliação do “negociado sobre o legislado”, fundamental para que o empresariado brasileiro possa modernizar suas relações diárias com os trabalhadores. “O nosso objetivo é pensar na geração de emprego e ao mesmo tempo dar segurança jurídica ao empresário. Neste sentido, defendemos que a convenção coletiva deva prevalecer sobre a lei”, afirmou. Além disso, a classe empresarial catarinense sugeriu a inclusão, em artigo específico, da prescrição da execução trabalhista, que se trata de um prazo máximo para a ação ficar sem andamento e na sequência será extinta, gerando mais segurança jurídica e, consequentemente, criaria um ambiente mais atrativo aos investidores. Nogueira 8 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

destacou que a modernização trabalhista está fixada em três eixos: consolidação de direitos, segurança jurídica às empresas e oportunidade de ocupação e renda para todos. O ministro recebeu um documento oficial da Facisc com as sugestões da classe empresarial de Santa Catarina. O presidente da ACIC, Josias Mascarello, realçou que o Projeto de Lei, se aprovado, tornará possível o aprimoramento das relações de trabalho no País e combaterá a informalidade. “A proposta prevê multa administrativa para a empresa que não registrar os colaboradores e prevê a eleição de representante dos trabalhadores na empresa, valorizando a negociação coletiva e a resolução de possíveis problemas”, frisou. O QUE ESTÁ EM DISCUSSÃO E PODE MUDAR COM A REFORMA TRABALHISTA

•Trabalho temporário: os contratos poderão passar dos atuais 90 dias para 120 dias, podendo ser prorrogados por mais 120 dias, e poderão ser feitos diretamente pela empresa ou como é feito hoje, por meio de uma empresa de trabalho temporário. Os trabalhadores passam a ter os mesmos direitos previstos na CLT. A regra não se aplica aos empregados domésticos. As empresas de trabalho temporário ficam obrigadas a fornecer às empresas tomadoras ou clientes, a seu pedido, comprovante da regularidade de sua situação com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), recolhimen-

tos de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e Negativa de Débitos junto à Receita Federal do Brasil. •Convenção coletiva de trabalho: a convenção ou o acordo coletivo de trabalho passa a ter força de lei quando dispuser sobre: parcelamento de período de férias anuais em até três vezes, com pagamento proporcional às parcelas; pacto quanto à jornada de trabalho, limitada a 220 horas mensais; participação nos lucros e resultados da empresa, de forma a incluir seu parcelamento no limite dos prazos do balanço patrimonial e/ou dos balancetes legalmente exigidos, não inferiores a duas parcelas; intervalo intrajornada, respeitado o limite mínimo de 30 minutos. Os acordos coletivos poderão ainda prever a criação de banco de horas e as regras para o trabalho remoto. •Jornada parcial: o projeto considera trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a 30 horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais, ou aquele cuja duração não exceda a 26 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais. Atualmente, a jornada máxima é de 25 horas por semana, sendo proibidas horas extras. A proposta prevê ainda 30 dias de férias com a possibilidade de vender dez dias. Pela lei atual, o trabalhador tem direito a férias proporcionais de no máximo 18 dias e não pode vender dias de férias. •Registro de colaboradores: conforme o projeto de lei, o empregador que mantiver empregado não registrado ficará sujeito a uma multa no valor de R$ 6 mil por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência. Quando se tratar de microempresa ou empresa de pequeno porte o valor da multa será de R$ 1 mil.


2017 será o ano da retomada do crescimento econômico

Bruna Furlanetto avaliou cenário econômico para 2017

Os economistas preveem um cenário melhor para a economia neste ano. Embora a passos lentos, a expectativa é de crescimento e início da retomada de confiança tanto entre empresários quanto entre consumidores. O índice de confiança do consumidor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) aumentou 6,2 pontos em janeiro, da construção 2,5 pontos, do comércio 0,6 e do investimento, em dezembro, teve alta de 2,3 pontos. “Quando esses índices melhoram, a confiança aumenta e isso gera investimentos, que geram empregos e renda”, observou a professora do curso de Ciências Econômicas da Unochapecó, Bruna Furlanetto. De acordo com o relatório Situação Econômica Mundial e Perspectivas 2017, da Organização das Nações Unidas, o Brasil deve ter leve retomada do crescimento econômico neste ano, de 0,6%, frente a uma estimativa de queda de 3,2% em 2016. Para 2018, o cenário é um pouco mais positivo, com avanço de 1,6%. Segundo o relatório, o declínio cumulativo da produção econômica do País desde o fim de 2014 superou 8%. O documento afirma que a retração econômica parece ter chegado ao fim, as incertezas políticas diminuíram e as bases para um programa de gestão macroeconômica fo-

ram introduzidas. Por outro lado, o alto desemprego e a politica fiscal continuarão pesando sobre a economia. A taxa de desemprego encerrou o terceiro trimestre de 2016 em 11,8%, frente a 6,5% registrados no fim de 2014. Outro índice positivo é em relação à expectativa dos consumidores. Conforme a Pesquisa Perfil do Inadimplente, da Boa Vista SCPC, a maioria dos entrevistados (81%) espera que em 2017 a relação entre recebimentos e gastos melhore em relação à existente no 4º trimestre de 2016. O otimismo é maior também entre os jovens: 92% dos que possuem até 25 anos e 86% entre 26 e 35 anos acreditam que a situação financeira (recebimentos versus gastos) será melhor nos próximos 12 meses. Para Bruna, no momento atual a principal situação que precisa ser resolvida é a confiança dos investidores, empresários e consumidores. “O crescimento econômico depende de algumas variáveis que são determinadas pelas autoridades monetárias. Algumas medidas, como a redução da taxa de juros pelo Banco Central e a liberação do FGTS pelo governo federal para acelerar a economia vão gerar aumento de consumo e melhorar o poder de compra, mas é fundamental que os índices de confiança aumentem”, avaliou.

Em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) deve ter entre 0,5 e 0,9% de crescimento, segundo os economistas. A inflação está aparentemente controlada em 5,35% com previsão de ficar abaixo do centro da meta (4,5%). “Estamos começando a sentir um cenário com expectativas mais otimistas. A recessão deve continuar, mas não nos mesmos moldes da que enfrentamos em 2016. O principal medo dos economistas é em relação ao emprego, que só vai aumentar quando o consumo efetivo voltar a crescer”, prevê Bruna. “Se a condução da política monetária continuar no atual formato, teremos um ano de ampliação da economia e um 2018 ainda melhor”, acrescentou. Outra variável importante, na opinião de Bruna, são as resoluções políticas em Brasília. “Um exemplo é o andamento da Lava Jato, pois quando há justiça, a confiabilidade no País aumenta. O equilíbrio das contas do governo também é fundamental. Ou seja, é um conjunto de fatores, não existe política monetária separada de política fiscal e elas precisam andar de forma equilibrada”, afirmou. “Porém, a variável determinante são os índices de confiança”, enfatizou. CHAPECÓ E SANTA CATARINA A crise econômica atingiu todas as regiões do País. Porém, os índices de Chapecó e do Estado não chegaram a patamares mais críticos devido ao desempenho do agronegócio, um dos únicos setores que teve resultados positivos, apesar da retração econômica. “As agroindústrias possuem um potencial de exportação significativo e não há dúvidas que elas tiveram papel fundamental para manter a renda na região”, finalizou Bruna. 9 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br


As empresas confiam nas soluções empresariais da ACIC

“ A administração é feita ÓTIMO PARA SUA EMPRESA, ÚTIL PARA VOCÊ! Facilitar o trabalho de gestão e promover o desenvolvimento do comércio local são alguns dos benefícios do cartão Util Alimentação, solução empresarial disponibilizada pela ACIC para os associados. A ferramenta atende uma das modalidades do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), auxilia no cumprimento das convenções coletivas e a empresa é isenta de encargos sociais sobre o valor do benefício concedido. Além disso, o convênio proporciona incentivo fiscal, com dedução de até 4% no Imposto de Renda Pessoa Jurídica no lucro real. O funcionamento do cartão é simples: a empresa carrega um valor previamente determinado e o colaborador pode utilizá-lo na rede credenciada, formada por diversos estabelecimentos como mercados, padarias e lojas de conveniências. A analista de RH da Azeplast, Aline Rostirolla Guiotto, conta que a empresa começou a utilizar o cartão para cumprir as determinações da convenção coletiva. “Antes o valor era concedido em folha de pagamento como cesta básica. Com o cartão, deixamos o pro10 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

cesso mais claro aos 135 colaboradores e retiramos a possibilidade de termos algum problema trabalhista futuro”, avalia. Cumprir os critérios determinados pela convenção coletiva também foi o motivo que levou a Cauduro Corretora de Seguros a utilizar o cartão há quase três anos. De acordo com a assistente financeiro, Cláudia Regina Dal Prá, o convênio auxilia na gestão empresarial. “A administração é feita no site, de forma simples e rápida, e quando surge alguma dúvida a assistência da ACIC sempre resolve”, relatou. No total, 11 colaboradores utilizam o cartão. “Teve um período que mudamos para outra empresa, mas os colaboradores não se adaptaram e voltamos ao Util Alimentação. Um dos principais motivos que leva os funcionários a gostarem do cartão é que ele é aceito em quase todos os mercados, além de outros estabelecimentos”, acrescentou. As vantagens para as empresas conveniadas são: maior integração com o colaborador; redução dos atrasos, das faltas e da rotatividade; isenção de encargos sociais sobre o valor da alimen-

no site, de forma simples e rápida, e quando surge alguma dúvida a assistência da ACIC sempre resolve.

tação fornecida; incentivo fiscal; taxa administrativa e impressão de cartões gratuitas e cartões personalizados e com senha. Para as empresas credenciadas, entre as vantagens estão o incremento das vendas, alternativa para fidelizar clientes e garantia de recebimento dos valores na data programada. Maior liberdade na escolha da refeição, alimentação de melhor qualidade, aumento da resistência a doenças, redução dos riscos de acidentes de trabalho, aumento da capacidade física e dispensa do uso de dinheiro em espécie são as benefícios para os colaboradores. O sistema de gerenciamento dos cartões é totalmente on-line e seguro para inclusões e exclusões de colaboradores, emissão dos boletos, lançamentos de créditos, consultas de saldos e solicitação de segunda via. Para ser conveniada, a empresa precisa ser associada à ACIC. Não há custo para implantação nem para a manutenção mensal. Também não há taxa de administração. Mais informações pelo e-mail servicos@acichapeco.com.br ou pelo telefone (49) 3321-2800.


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70 anos da ACIC, 100 anos de Chapecó O município de Chapecó completa em 2017 o centenário. Desde sua fundação, passou por diversos ciclos econômicos: iniciou com a extração de madeira até se solidificar como um importante polo da agroindústria mundial. Atualmente, a economia é diversificada, com destaque também para os serviços, comércio, tecnologia, educação, entre outros. O empresário Gilson Carlos Confortin, que atua no município desde a década de 1980, lembra um pouco da história de Chapecó nesta entrevista. Graduado em estudos sociais, Confortin é empresário do ramo de distribuição de produtos agropecuários. É diretor da Confortin Comércio e Representações, atuou na Câmara Júnior, é o atual 2º vice-presidente da Diretoria Executiva e foi presidente do Conselho Deliberativo da ACIC. Integrou clubes sociais, entidades filantrópicas e associações de Chapecó. Gilson Carlos Confortin

Poderia descrever sucintamente como era Chapecó na década de 1970, quando o senhor iniciou sua vida profissional? Após Chapecó comemorar seu cinquentenário, houve um novo ciclo econômico para nossa cidade e região. Na educação a criação do curso técnico científico e a criação da nossa primeira faculdade, a Fundeste; o esporte a realização pela primeira vez dos Jogos Abertos em Chapecó; na indústria a implantação da Sadia, hoje BRF, Avícola, Increal, Extrafino, da compra pela Coopercentral do antigo Frigorífico Marafon e sua consequente reativação; na infraestrutura e transportes, a construção da BR-282, a construção da ponte do Goio-Ên; nas comunicações a chegada da sucursal de TV coligadas. Em outras obras diversas, a construção da Penitenciária Agrícola, o novo prédio da Secretaria dos Ne12 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

gócios do Oeste (SNO) e outros tantos eventos importantes que colocaram de vez Chapecó no contexto estadual e federal. Como era a economia do município? A falta de estradas deixava a região extremamente limitada, pensando em uma economia de longo alcance. Nossos caminhões tinham que ir a Pato Branco ou a Curitibanos para chegar ao asfalto. Até lá, quando chovia, só acorrentados. Tínhamos uma economia industrial pequena, com várias madeireiras que extraíam e serravam, alguns comércios de secos e molhados com compra e venda de cereais e suínos. Já existiam revendas de automóveis, utilitários e caminhões. Quem eram os empresários e líderes mais influentes? Vários chapecoenses contri-

buíram para o município crescer e chegar onde se encontra hoje. Acredito, porém, que o grande responsável foi a comunidade chapecoense que se uniu, participou e colaborou de maneira intensa no nosso crescimento. Cito, entretanto, alguns líderes que, com visão empresarial acurada, capitanearam o desenvolvimento na época como Plínio Arlindo de Nes, Jacob Gisi, Aury Bodanese, Serafim Bertaso, famílias Tozzo, De Marco, Sperandio, Casas Vitória, Lojas Pernambucanas, Casas Néri e dois grandes prefeitos que tivemos: Altair Wagner e Milton Sander. Como foi evoluindo ao longo do tempo a economia local e regional? O crescimento acentuado que essas novas empresas e instituições trouxeram para Chapecó também fomentou a vinda de empresas paralelas de presta-


ção de serviço de equipamentos agregados e de produtos complementares. Criou-se um polo de gráficas, fábricas de equipamentos frigoríficos, medicina e também com a vinda de outras instituições um polo de professores e pesquisadores. Implementou-se o asfaltamento de novas rodovias, melhorando o escoamento da produção regional. Quando o senhor criou a empresa, na década de 1980/1990, o que mudou na economia local-regional? Quando criamos a nossa empresa, em 1986, o agronegócio regional baseava-se basicamente na avicultura e na suinocultura. O segmento ‘Pet’ era incipiente e a produção leiteira em maior escala existia em poucas cidades da região, como Treze Tílias, Concórdia, Itapiranga e São José do Cedro. Hoje, a atividade que mais

emprega é a produção leiteira, que além de tudo exerce uma função social de grande valor. Criaram-se novos polos industriais como Pinhalzinho, Maravilha, Quilombo, Coronel Freitas e São Miguel do Oeste. Qual setor da economia é mais dinâmico? É muito difícil escolher o mais dinâmico. Entendemos que todos os setores são muito importantes e precisam ser competentes. A sobrevivência depende de ações pontuais e assertivas, pois ao contrário o insucesso é muito acelerado e retira do mercado rapidamente. O que mais marcou sua vida profissional e empresarial em Chapecó? O relacionamento. É impossível hoje ter sucesso sem nos relacionarmos com o mercado, com os

fornecedores, com os clientes e com a equipe de trabalho. Conseguimos, pela nossa expertise, compreender muito bem o mercado onde estamos inseridos. Atualmente, nos festejos dos 70 anos da ACIC e nos 100 anos de Chapecó, quais são os verdadeiros desafios do município? Antes de buscarmos novas matrizes econômicas, precisamos manter e fortalecer as já existentes. É imprescindível acrescentar o modal ferroviário para trazermos matéria-prima do Centro Oeste, melhorar e duplicar nossas principais rodovias, ampliar o aeroporto. Então poderemos buscar o implemento e a diversificação de nosso parque industrial. Precisamos, logicamente, de mais segurança econômica e política, aperfeiçoar a educação, tornando a segurança mais efetiva.

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O que é a recuperação judicial?

Autor: Jonas Piccoli, Assessor Jurídico da ACIC (OAB/SC 13.448)

Assim como uma pessoa doente necessita de cuidados especiais quando está com alguma enfermidade, também o empreendedor pode necessitar de auxílio durante crise econômica. A recuperação judicial encontra-se regulamentada pela Lei 11.101/2005 e objetiva viabilizar a superação de momento de crise econômico-financeira, estabelecendo o procedimento para que haja sua sobrevivência, com a consequente manutenção da fonte produtora, do emprego dos trabalhadores e dos interesses dos credores, promovendo, assim, a preservação da empresa, sua função social e estímulo à atividade econômica. Trata-se de um caminho a ser percorrido pela empresa com sérios problemas econômicos, quando as despesas estão superando as receitas, com vistas a promover a reorganização do negócio e a reestruturação do passivo, mediante um plano especialmente elaborado para superar a dificuldade financeira momentânea. 14 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

Tudo inicia com a constatação de que a empresa não tem mais condições de honrar o pagamento de suas dívidas, sendo este o momento de buscar assessoramento para ser deflagrada a postulação da recuperação judicial. A demonstração de insolvência precisa ser clara e estar devidamente fundamentada com todos os requisitos e documentos exigidos pela citada lei, para viabilizar o processamento da recuperação por ordem judicial, que nomeará um administrador, determinará a dispensa de certidões negativas para o exercício de suas atividades, ordenará a suspensão de ações de cobrança e execução, determinará a prestação de contas mensais e ordenará a intimação do Ministério Público e Fazendas Federal, Estadual e Municipal. O plano de recuperação deve ser apresentado no prazo de 60 dias da decisão que deferiu o procedimento de recuperação judicial, havendo oportunidade de deliberações dos interessados e a necessidade de aprovação do

plano pela assembleia geral de credores. Com a concessão da recuperação é dado início a fase execução do plano de recuperação que persistirá até o cumprimento das obrigações assumidas e aquelas que se vencerem nos dois anos seguintes. Caso ocorra o descumprimento de alguma obrigação prevista no plano isso implicará na convolação em falência. O trabalho do administrador nomeado pelo juízo da recuperação será remunerado com valores que podem ser de até 5% do valor devido pela empresa aos credores, sendo que tal percentual pode ser reduzido a 2% no caso de tratar-se de microempresas ou pequeno porte. A opção pela recuperação judicial passa pela contratação de advogado, contador e eventualmente outros profissionais, sendo recomendável ao interessado que sempre busque se assessorar de profissionais de sua confiança e que estejam regularmente inscritos nos seus respectivos órgãos de classe.


Cinco dicas para o seu negócio prosperar

Quem escolheu empreender sabe que o caminho não é fácil. A competição está cada vez maior e a crise econômica ainda traz reflexos negativos para muitas empresas. Porém, é possível ter prosperidade mesmo em tempos difíceis – com capacitação, planejamento bem feito e foco nos resultados. O consultor do Sebrae/SC e professor universitário Marcelo Redin de Mello elencou cinco dicas valiosas para você ter sucesso e prosperar nos negócios. Confira: 1. Tenha sempre um planejamento estratégico elaborado: este será uma das ferramentas de gestão que será o fio condutor para as ações da empresa. As organizações vêm sofrendo mudanças abruptas no seu modelo de gestão organizacional, com o advento da globalização e o aumento da competitividade. O planejamento estratégico representa um diferencial competitivo para a criação de cenários projetados com base nos indicadores econômicos e financeiros, dando suporte para a tomada de decisão de todo o corpo de Staff da organização. Todavia, uma vez elaborado o planejamento estratégico, o mesmo deve ser revisto de forma periódica. 2. Ter foco no mercado: a empresa deve buscar cada vez

mais conhecer o mercado onde está inserida e, dentro deste, levantar suas expectativas e buscar atendê-las dentro do possível. Estabelecer um foco e segui-lo contribuirá para que seus clientes o enxerguem como especialista em uma determinada solução e sempre o procurem ao invés de procurarem um concorrente. É preciso ter em mente, no entanto, que o foco faz parte da cultura organizacional e por isso é importante que seja difundido entre todos que fazem parte da empresa. 3. Ter uma gestão de custos e controle financeiro: a gestão de custos por parte das organizações é de suma importância, pois é através dela que começa o sucesso financeiro. O conhecimento do assunto por parte do empreendedor irá auxiliá-lo a ter uma boa gestão financeira, administrar e controlar os custos gerados na produção e comercialização de serviços ou produtos, bem como a melhor formatar o seu preço de venda. Isto irá propiciar uma boa rentabilidade e, consequentemente, a sobrevivência e o crescimento da empresa. 4. Uso da Tecnologia da Informação: nos dias atuais, onde os produtos e serviços estão cada vez mais parecendo como

commodities, há a necessidade das empresas buscarem um diferencial no mercado. Todavia, para que consigam ter uma probabilidade mínima de sucesso, as empresas devem conhecer o mercado em que atuam, bem como os players que estão no mercado, e como trabalham. Neste sentido, não podemos abrir mão da tecnologia da informação, a qual vai nos permitir termos mais dados e informações para uma tomada de decisão mais assertiva. Vale salientar que esta tecnologia da informação facilitará também a busca de informações dentro da empresa, como informações do financeiro, de vendas, da produção, auxiliando em muito, como já dito, na tomada de decisão. 5. Saber trabalhar em equipe: as pessoas são a força que move uma empresa. O capital humano é, sem dúvida, o principal pilar de uma organização, tendo em vista que é ele que realiza todas as ações que fazem uma organização crescer. Dessa forma, saber trabalhar em equipe traz resultados muito mais eficientes do que as atividades realizadas individualmente. Por conta disso, estimular o trabalho em equipe deve ser uma estratégia que o empreendedor deve impulsionar em sua organização. 15 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br


Você viaja de avião? Atenção: as regras vão mudar

A mudança mais polêmica é o fim da franquia de bagagem

As mudanças na regulamentação do transporte aéreo brasileiro aprovadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) com a revisão das Condições Gerais de Transporte Aéreo (CGTA) têm previsão de entrar em vigor no dia 14 de março deste ano. São mais de 40 medidas aprovadas em dezembro de 2016 e que, de acordo com a agência, irão beneficiar os passageiros. A principal mudança e também a mais polêmica é o fim da franquia de 23 quilos e a adoção da bagagem de mão de 10 quilos por passageiro. A resolução nº 400/2016, que dispõe sobre as novas regras, foi aprovada no dia 13 de dezembro e, no dia seguinte, foi aprovada no Senado Federal a proposta de decreto legislativo PDS 89/2016, que propõe

sustar, em parte, a resolução. Os senadores propõem a revogação da desregulamentação da franquia de bagagem. Porém, para ter validade, ainda precisa da aprovação na Câmara dos Deputados, onde tramitam sete projetos de decreto legislativo que buscam sustar a cobrança de bagagens despachadas em aviões comerciais. O Ministério dos Transportes e a Anac continuarão informando sobre as mudanças, pois valerão até a decisão do Legislativo. Segundo a Anac, o Brasil, Venezuela, México, Rússia e China são os únicos países que ainda regulamentam a franquia de bagagem. A previsão da agência é que com a regulação pelo mercado os preços das passagens sejam reduzidos. As companhias

terão liberdade para continuarem oferecendo a franquia. De acordo com a Anac, hoje 35% dos passageiros que viajam não despacham bagagem. As mudanças impactarão no Aeroporto Serafim Enoss Bertaso, de Chapecó, que, de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2016 recebeu 419.685 passageiros. A expectativa para este ano é que o número de embarques e desembarques aumente devido a ampliação do número de voos diários. A companhia aérea Azul, que antes operava em quatro dias da semana para Florianópolis, passou a oferecer em fevereiro voos regulares de segunda a domingo. Com a ampliação, o número de operações semanais no Aeroporto de Chapecó passou de 80 para 90. Além da Azul, outras duas companhias aéreas operam na cidade: Avianca e Gol, todas com aeronaves a jato. Os principais destinos são: Florianópolis-SC, Porto Alegre-RS, Campinas-SP, Guarulhos-SP e Brasília-DF, com uma média de passageiros/mês de 30 a 35 mil usuários. Mais informações sobre as mudanças podem ser acessadas no site www.transportes.gov.br/ aviacaoparatodos ou nas redes sociais do Ministério dos Transportes, da Secretaria de Aviação e da Anac.

CONHEÇA AS PRINCIPAIS MUDANÇAS DA ANAC • Valor total da passagem: os anúncios para a compra de passagem deverão informar, desde o início da consulta, o valor total que o passageiro irá pagar, incluindo todas as taxas. • Desistência de um voo: o passageiro terá até 24 horas, a partir do ato de compra, para desistir da passagem, desde que ela tenha sido adquirida no mínimo sete dias antes do voo. • Taxas de cancelamento, reembolso ou remarcação: essas taxas não poderão ser maiores que o valor que foi pago pela passagem, mesmo que ela seja promocional. Hoje, não existe limitação. • Prazo para reembolso ou estorno da passagem: deverá ocorrer em até sete dias de sua solicitação de cancelamento e não mais em 30 dias, como é hoje. • Reserva garantida da passagem de volta: manutenção da passagem de volta, em voos domésticos, caso o passageiro perca o 16 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

trecho de ida, mas é preciso avisar a desistência até o momento da decolagem do voo de ida. • Bagagem de mão: o limite passa dos atuais 5 kg para pelo menos 10 kg nos voos domésticos e internacionais. As dimensões da bagagem e a quantidade de volumes serão estabelecidas pelas companhias aéreas. Essa alteração ainda pode ser suspensa pela Câmara dos Deputados. • Bagagem despachada: as empresas poderão oferecer, num mesmo voo, opções por franquias de bagagem diferenciadas. Hoje, despachando ou não, todos pagam por 23 kg em voos domésticos e dois volumes de 32 kg, cada, em voos internacionais. Essa mudança ainda pode ser suspensa pela Câmara dos Deputados. (Fonte: http://www.transportes.gov.br/aviacaoparatodos)


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Programa Almoço Empresarial O empresário Acari Luiz Menestrina é o convidado da primeira edição do Programa Almoço Empresarial deste ano da ACIC. Ele apresentará o case de sucesso empresarial da Gran Mestri. O evento ocorrerá no dia 30 de março, a partir das 12 horas, na cantina do Cesec, com apoio institucional do Banco de Desenvolvimento Regional do Extremo Sul (BRDE) e do Sicredi. A marca Gran Mestri foi projetada por Menestrina ao longo de seu caminho percorrido no mundo dos negócios. Natural de Rio dos Cedros, no Vale de Itajaí, filho de pequenos agricultores e descendente de italianos da região de Trento, norte da Itália, o empresário atuou como técnico agrícola e extensionista rural da Acaresc, atual Epagri. Chegou ao Oeste em 1976 e iniciou a profissionalização do campo na região. Menestrina apontava para o potencial da criação de gado leiteiro em uma época em que a produção era apenas para consumo das famílias. Trouxe para a região as primeiras vacas das raças Holandesa e Jersey, a primeira pastagem de inverno, o primeiro aparelho de cerca elétrica, o primeiro tanque de coleta granalizada, entre outras novidades e tecnologias que tornaram o Oeste a principal região produtora de leite do Estado. Foi responsável pela fundação da Cedrense, empresa referência do setor, da Gran Mestri, empreendimento de produção internacional de queijos especiais da América Latina, e da Agro Sopramonte. Menestrina também projetou a atividade de ovinocultura de leite que resultou na produção de queijo pecorino, um produto nobre e com sabor diferenciado. Localizada em Guaraciaba, 18 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

Foto: Winston Gambatto

recebe Gran Mestri

Acari Menestrina relatará sua trajetória empreendedora

no extremo oeste de Santa Catarina, a Gran Mestri tem capacidade de estocagem de um milhão e trezentos mil quilos. Com 150 colaboradores, produz, além do queijo mais nobre do mundo, o Gran Mestri, iguarias que mantém a tradição italiana presente em Santa Catarina, Brasil e exterior. A trajetória de Menestrina lhe rendeu mais de 100 prêmios e menções e a conquista de três

edições do Top de Marketing ADVB/SC. Em 2008, lançou o livro “A Cabeça do Empreendedor”, de autoria de Anacleto Ortigara, que relata sua caminhada empreendedora. As reservas para o Almoço Empresarial ao valor de R$ 40,00 (para associados) devem ser feitas pelo telefone (49) 3321-2800, e-mail eventos@acichapeco.com. br ou pelo site www.acichapeco. com.br/eventos.


ACIC e Junior Achivement

Parceria conecta 5 mil jovens ao empreendedorismo

“ Para ser empreendedor é preciso ter capacidade de organização, planejamento, liderança, responsabilidade, iniciativa, persistência, criatividade e saber trabalhar em equipe. Reunião para dar encaminhamentos ao planejamento de 2017 ocorreu na ACIC

Inspirar jovens a empreender. Essa é a missão da Junior Achievement SC que, com apoio da ACIC e de várias outras entidades e empresas, irá beneficiar mais de 60 mil jovens catarinenses em 2017. Em Chapecó, com o envolvimento de voluntários das empresas mantenedoras e educadores da Secretaria Municipal de Educação a meta é beneficiar 5 mil jovens. Em fevereiro, a Junior Achievement SC reuniu voluntários (parceiros e mantenedores do programa em Chapecó) para dar encaminhamentos ao planejamento de 2017. Haverá turmas específicas para filhos de associados à ACIC com os programas “Conectado com o Amanhã” e “Meu Dinheiro, Meu Negócio”. Neste ano voltará o programa “Miniempresa”, com duas turmas, uma com voluntários da Unochapecó e outra com voluntários do Senac. Nas escolas municipais serão trabalhados os programas “Nosso Planeta, Nossa Casa” com alunos do 4º ano do ensino fundamental, “Economia Pessoal” com os do 7º ano e “As Vantagens de Permanecer na Escola” com estudantes do 8º ano. A Se-

cretaria Municipal de Educação avalia a possibilidade de incluir o programa “Atitude pelo Planeta” ainda neste ano com estudantes dos anos finais do ensino fundamental. O diretor executivo da Junior Achievement de SC, Evandro Badin, explica que por meio da parceria entre as entidades, escolas e voluntários, são aplicados programas de educação econômico-prática em sala de aula. “O objetivo é despertar o espírito empreendedor nos jovens com atividades atraentes. Para isso, são desenvolvidas capacitações com os voluntários que aplicarão os programas”, frisou. A diretora de Responsabilidade Social da ACIC, Márcia Berticelli, realçou que a ACIC é uma das mantenedoras do projeto em Santa Catarina por acreditar na importância da iniciativa. “Em 2016 foram atendidos mais de 5 mil jovens. É nítida neles a transformação no que se refere ao planejamento e à percepção sobre o futuro. Eles aprendem a empreender para a vida, tanto pessoal como profissional”, enfatizou. Marcia destacou que para ser empreendedor é pre-

ciso ter capacidade de organização, planejamento, liderança, responsabilidade, iniciativa, persistência, criatividade e saber trabalhar em equipe. “Todas essas características são desenvolvidas e estimuladas durante os programas. A ACIC tem satisfação em apoiar o projeto que contribui para a formação de cidadãos mais conscientes, críticos e formadores de opinião”, acrescentou. Os apoiadores locais do projeto são: Frutas Real, Inviolável, Núcleo das Assessorias e Consultorias da ACIC, Núcleo das Indústrias Gráficas da ACIC, Mércur Embalagens e Etiquetas, Sitran, Dimensão, Comercial Celeiro Center e Plásticos Pasquali. JUNIOR ACHIEVEMENT A Junior Achievement é uma organização social, de caráter educativo. A entidade tem como missão ensinar e inspirar jovens a empreender, despertando, desde o ensino fundamental, o espírito empreendedor, estimulando seu desenvolvimento pessoal e proporcionando uma visão realista de como funciona a economia, facilitando assim seu acesso ao mercado de trabalho. 19 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br


Como você escolhe sua oficina mecânica? Por mais cuidadoso e experiente que seja o motorista, sabemos que o carro é uma máquina e, assim como as demais, também precisa de manutenção. Existem dois tipos de proprietários de veículos. Os que fazem manutenção corretiva, ou seja, apenas procuram um profissional da área de manutenção no momento em que o veículo já apresenta algum defeito. Esse tipo de conserto normalmente tem um custo final elevado, pois peças com defeito podem ter comprometido todo um sistema. E há os que priorizam a manutenção “preventiva”, buscam um profissional da área com frequência para que seu veículo seja examinado e avaliado antes que o defeito se manifeste, substituindo, assim, apenas o componente que apresenta falha. Muitos proprietários se questionam na hora da escolha do profissional reparador e de uma empresa qualificada, que atenda todas as expectativas e que esclareça as dúvidas sobre o veículo. Atualmente, a tecnologia nos automóveis está em constante evolução, cada lançamento possui mudanças que não podem passar despercebidas pelos profissionais. Pensando nisso, o Núcleo de Automecânicas da ACIC, juntamente com o Núcleo Estadual de Auto Mecânicas (NEA), reuniu algumas dicas para que você escolha uma boa oficina para seu carro: * Idoneidade: pesquise, peça indicação a amigos e vizinhos que tenham carro, afinal, um trabalho bem feito é propaganda garantida. Uma boa referência da oficina são as que têm certificados de aperfeiçoamento profissional da sua equipe. * Limpeza do ambiente e organização: um ambiente limpo e organizado reflete o tipo de serviço que será realizado. * Qualificação: converse com seu mecânico. Um profissional sério não terá dificuldades em explicar de forma clara e objetiva o problema do veículo e responder suas dúvidas. Afinal, “rebimboca da parafuseta” é coisa do passado. * Equipamentos: observe o ambiente e os equipamentos disponíveis na automecânica, pois a qualidade deles também refletirá na execução do trabalho. * Peças de qualidade: nenhum bom profissional colocaria seu nome e reputação em risco oferecendo-lhe peças de qualidade suspeita. Exija nota fiscal e também garantia da mão de obra. * Parceiros: informe-se se a automecânica possui parcerias com outras empresas e se essas são qualificadas. Com a crescente tecnologia, nem sempre é possível oferecer um serviço de excelência em todos os setores e, para isso, as parcerias são importantes. * Considere o custo: muitos clientes optam por profissionais que cobrem valores inferiores ao praticado no mercado na hora trabalhada, mas um profissional bem preparado resolverá seu problema em menos tempo e com mais qualidade. Lembre-se: 20 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

qualidade tem preço. * Responsabilidade fiscal, social e ambiental: observe se a oficina estabelecida não é clandestina e se é dado o destino correto dos resíduos produzidos. * Confiança: crie uma relação de confiança com o seu mecânico e exija qualidade. E lembre-se: a sua vida e a dos passageiros passam pelas mãos do mecânico. As empresas integrantes do Núcleo das Automecânicas da ACIC estão preparadas para atender todos os itens mencionados. Além disso, possuem suporte em nível estadual. “As oficinas nucleadas oferecem assistência técnica em todo o Estado por meio da rede formada pelo NEA”, frisou o coordenador do Núcleo, Alexandre Rafael Rosa. Segundo ele, seguindo essas dicas você terá grandes chances de ser bem sucedido na sua escolha.

EMPRESAS INTEGRANTES DO NÚCLEO

O Núcleo das Automecânicas da ACIC preza pelo associativismo e está em constante aprendizado, proporcionando capacitações e atualizações aos nucleados. As empresas que integram o Núcleo de Automecânicas são: Automecânica Ari, Automecânica Auto Tork, Automecânica Barriga, Automecânica Daiana, Automecânica Marea, Automecânica Newcar, Automecânica Samar, Auto Service, Centro Automotivo III Milênio, Mecânica Buiu Car, Mecânica Formosa, Mecânica Irmãos Tolotti, Mecânica Moratelli Auto 10, Mecânica São Cristóvão, Nenê Auto-Serviço, Oficina Mecânica Onghero, Polo Automecânica, Tecnocars Automecânica, Rosa Autocenter, Mecânica Dorini, Oda Auto Center e Mecânica Shammah.


Novos associados ACIC

focados no desenvolvimento empresarial O associativismo na prática. Assim podem ser explicados os núcleos da ACIC. São grupos de trabalho formados por empresas associadas, os quais oportunizam o aumento da competitividade, promoção do setor e expansão das empresas por meio da troca de conhecimento, auxiliando no desenvolvimento de novas estratégias. Os núcleos, que são vinculados ao Programa Empreender, também incentivam a busca de novos mercados, tecnologia, inovação e desenvolvem lideranças. As vantagens e benefícios de participar dos grupos empresariais foram apresentados na palestra “Associativismo e Desenvolvimento Empresarial”, em fevereiro, na ACIC. “Os grupos promovem ambientes

Vantagens e benefícios de participar dos núcleos foram apresentados em palestra

de diálogo para a troca informações e para pensar o negócio. Com a efetiva participação de todos os envolvidos, fortalecem o setor e estimulam o desenvolvimento de lideranças”, enfatizou a diretora de Desenvolvimento de Núcleos da ACIC, Carla Basso. Os nucleados recebem apoio

da ACIC em todas as atividades, tendo à disposição infraestrutura e equipe de colaboradores. Haverá mais uma oportunidade de ingresso nos núcleos no segundo semestre deste ano. Mais informações pelo telefone (49) 3321-2800, com o setor de núcleos da ACIC, ou pelo e-mail nucleos@acichapeco.com.br.

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Conselho de Núcleos da ACIC fortalece associativismo e ações integradas

Foram definidas as atividades para 2017

O Conselho de Núcleos da ACIC promoveu, em fevereiro, a primeira reunião do ano. No encontro, foram apresentados os coordenadores dos Núcleos para a gestão 2017, as atividades planejadas para este ano, eleita a nova coordenação e feito o relatório das atividades de 2016. Com objetivo de fomentar o associativismo, os grupos promoverão atividades em conjunto. De acordo com a diretora de Desenvolvimento de Núcleos da ACIC, Carla Basso, a intenção é integrar os participantes e fortalecer os grupos, os segmentos que representam e as empresas. “O Conselho de Núcleos estimula a troca e alinhamento de informações e incentiva o desenvolvimento de ações inter núcleos. Neste ano, promoveremos mais atividades em conjunto”, explicou. Em 2017, o Conselho de Núcleos é formado por 56 integrantes que representam os Núcleos Empresariais da Entidade. Entre as ações para o ano está um projeto de capacitação dos nucleados, idealizado para atender 22 - Empresa Forte www.acichapeco.com.br

demandas que surgiram durante o planejamento estratégico dos núcleos promovido no fim de 2016. Os temas dos cursos foram definidos de acordo com pesquisa feita com os empresários. São eles: definição e avaliação de indicadores, treinamento e desenvolvimento de equipes, administração de pequenas e médias empresas, endomarketing/ comunicação interna, retenção de talentos, a inovação a partir de produtos e serviços e marketing digital. Os núcleos reúnem empresas de um mesmo ramo de atividade que atuam em conjunto na solução de problemas comuns. Isso oportuniza que as empresas atinjam com mais rapidez suas metas de aperfeiçoamento técnico e gerencial. Os nucleados encontram na ACIC o suporte para desenvolverem-se coletivamente e avançarem na formação de lideranças, na busca de conhecimento, inovação e ferramentas estratégicas que podem auxiliar na gestão dos negócios. O consultor Paulo Zonta res-

saltou que o objetivo dos núcleos é desenvolver e fortalecer as empresas participantes. “O que vai gerar resultados e novos negócios é a participação dos empresários, a busca por novos conhecimentos, a troca de informações, a interação entre os núcleos, entre outros fatores que são proporcionados por meio do associativismo”, enfatizou. Durante a reunião, o conselho elegeu os coordenadores para este ano: Fabiana Funk assumiu como coordenadora, Eliana Aparecida Cansian como vice-coordenadora e Julio Cesar Moura Franco como tesoureiro.

Fabiana Funk, Julio Franco e Eliana Aparecida Cansian


ACIC empossa coordenações dos Núcleos Empresariais Em evento realizado no mês de fevereiro a ACIC homenageou as coordenações dos núcleos empresariais em 2016 e empossou as novas coordenações. Desenvolver aptidões, acumular experiências e exercer a liderança são algumas das oportunidades oferecidas aos coordenadores dos núcleos da ACIC. Neste ano, 16 empresários aceitaram o desafio e atuarão na busca pela melhoria da competitividade do setor e das empresas que representam. Os núcleos empresariais da entidade são grupos de trabalho formados por empresas associadas à ACIC e objetivam promover o desenvolvimento empresarial, reflexão, network e movimentar o setor representado. A diretora de Desenvolvimento de Núcleos da ACIC, Carla Basso, esclareceu que o coordenador do núcleo tem a missão de liderar o grupo, incentivar a participação e motivar a realização de ações que gerem benefícios para o coletivo. “O coordenador, vice-coordenador e tesoureiro atuam como elo entre os núcleos e a diretoria executiva da ACIC, gerenciam o planejamento do grupo, estimulam e motivam

ACIC empossa coordenadores de 2017 e homenageia coordenadores de 2016

permanentemente o grupo para que alcance os seus objetivos. É uma oportunidade desafiadora, mas de muito aprendizado”, realçou. O presidente da ACIC, Josias Mascarello, enalteceu o trabalho desenvolvido pelos núcleos e colocou a diretoria à disposição. “É importante que o associado participe das ações da ACIC. Assim, terá um maior retorno dos benefícios da entidade. Uma das formas de se envolver é integrar os núcleos, que têm papel fundamental no fomento ao associativismo, desenvolvimento, fortalecimento e aumento da

competividade das empresas”, destacou. O consultor regional da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), Osvaldo Mota, frisou que, além de network com os associados à ACIC, a participação nos núcleos possibilidade a troca de informações com nucleados da Federação e da Confederação das Associações Comerciais e Empresarias do Brasil (CACB). “São milhares de associados e nucleados que podem contribuir para a solução de problemas em comum por meio da troca de experiências e informações”, concluiu.

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NÚCLEO DAS ACADEMIAS Vitor Paulo Camargo Goulart COMITÊ ABERTO DAS TRANSPORTADORAS DE CARGAS FRACIONADAS Gustavo Cavalet NÚCLEO DAS CERVEJARIAS DO OESTE CATARINENSE Braulio Dalla Vechia NÚCLEO DAS EMPRESAS DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Rudimir Araldi NÚCLEO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS Carlos Giovani Biguelini

NÚCLEO DE ASSESSORIAS E CONSULTORIAS Eliane Duz NÚCLEO DE SUSTENTABILIDADE Nelson Eiji Akimoto NÚCLEO DE REFLORESTAMENTO I GenuÍno Simioni NÚCLEO DE REFLORESTAMENTO II Fabio Chiarelo NÚCLEO DE REFLORESTAMENTO III Mauro Pavan CONSELHO DE NÚCLEOS Fabiana Funk

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