Uma noite inesquecível – na qual tomaram posse os novos dirigentes e comemorou-se o 75º aniversário de fundação da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) – assinalou oficialmente o início de uma nova jornada. Terei a honra em comandar o quadro diretivo que atuará no biênio 2022/2023 com a certeza de que iremos marcar nosso período com a conquista de grandes resultados. Nossas diretrizes comuns são o trabalho em equipe, a descentralização, a transparência, a confiança na capacidade e no comprometimento individual de cada um e pela seriedade com que cada membro de nossa Diretoria Executiva assumiu seu cargo e os encargos correspondentes na alegria de prestar serviço voluntário, relevante e de elevado interesse público. Podemos afirmar, com todas as letras, que estamos acompanhados de uma grande equipe. Homens e mulheres que se destacam em suas respectivas áreas, notabilizados pela eficiência, pela visão e sensibilidade, atenderam prontamente nossa convocação para atuar nas diversas funções. Honrando a tradição de dinamismo e ação, seguida por
nossos predecessores, que caracteriza a ACIC entre as mais proativas do cenário das instituições empresariais de Santa Catarina, elaboramos uma pauta de metas que reflete nosso grau de comprometimento com o futuro. Nossa prioridade é o combate às deficiências de infraestrutura do Grande Oeste que anulam os ganhos de eficiência e competitividade das empresas em geral e do agronegócio em particular, tornando mais oneroso produzir nesta região. Simultaneamente pugnaremos pelas reformas tributária e administrativa, redução do tamanho do Estado brasileiro, programa de desburocratização para descomplificar a vida das empresas e dos cidadãos e ampliação dos investimentos em infraestrutura. Estamos iniciando uma nova e promissora jornada com renovado otimismo e vivo entusiasmo para manter a ACIC na esfera das entidades empresariais mais dinâmicas de Santa Catarina. Chapecó, maio de 2022. LENOIR ANTÔNIO BROCH Presidente Diretoria Executiva ACIC Gestão 2022/2023
Você sabe quanto paga de impostos em produtos e serviços?
Debater o quanto de impostos são pagos pelos contribuintes, conscientizar sobre a elevada carga tributária nacional e a importância da reforma tributária. Esses foram objetivos do Feirão do Imposto, que ocorreu em maio. A iniciativa foi do Núcleo de Jovens Empresários (NJE) da ACIC. O coordenador do Feirão do Imposto, Jaime Ceccon Júnior, relatou que impostos federais são responsáveis por cerca de 60% das arrecadações do País. Entre eles estão: IOF, Imposto de Importação, IPI, IRPF, IRPJ, Cofins, PIS/Pasep, CSLL e INSS. “Com a reforma tributária, o Brasil ganharia 20% de PIB e teria poder de mercado para competir com grandes países de primeiro mundo, como a China”, exemplificou. O Feirão do Imposto contou com exposição de produtos que integram a cesta básica, mostrando a porcentagem de impostos que cada um agrega ao valor de venda ao consumidor. Também foi exposto um carro fabricado no ano de 1966, mesmo ano que o Código Tributário Nacional entrou em vigor. “O objetivo foi trazer a reflexão de quão obsoleto o Código Tributário é, se comparado ao veículo”, enfatizou Jaime. A coordenadora de comunicação do Feirão do Imposto, Stela Caroline Debastiani, frisou que neste ano o evento, realizado em nível nacional, completou 20 anos. “É um marco para o Feirão que, além de conscientizar as pessoas sobre a complexidade e a alta carga tributária, buscou unir forças para cobrar a reforma tributária”, realçou. O coordenador do Núcleo de Jovens Empresários, Vicente Aron Machado, acrescentou que o propósito dos impostos é fazer com que cada cidadão contribua com os serviços que utiliza como, por exemplo, saúde pública e meios de transporte. Porém, nem sempre os impostos parecem ter retorno no bem-estar das pessoas. O Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade (Irbes) faz uma relação da soma da carga tributária com relação ao PIB com o Índice de Desenvolvimento Humano. São levados em consideração os 30 países com maior cobrança de impostos. O Brasil integra a pesquisa desde o início, em 2011, e está em última colocação. “São diversas pesquisas que mostram que os impostos são mal aplicados no Brasil. Por isso, defendemos uma reforma tributária justa e que simplifique o sistema tributário”. O evento também divulgou o movimento “Reclamar não paga imposto”, do Conselho Estadual do Jovem Empreendedor de Santa Catarina (Cejesc). A iniciativa foi criada com o intuito de colher as principais sugestões dos contribuintes para a melhoria do sistema tributário. A ideia é mapear quais são as maiores dificuldades e os pontos que demandam mais atenção na busca por uma reforma tributária justa e efetiva para todos. Com as informações, será elaborado um documento que será entregue para os parlamentares. As contribuições podem ser feitas no site https://reclamarnaopagaimposto.com.br/ .
CONFIRA OS IMPOSTOS QUE INCIDEM SOBRE ALGUNS PRODUTOS - Carne: 29% - Frango: 26,80% - Leite: 18,65% - Chocolate: 39,61% - Pão francês: 16,86% - Chope: 62,20% - Refrigerante lata: 46,47% - Ração para gato e cão: 41,26% - Relógio: 56,14% - Barbeador elétrico: 48,11% - Telefone celular: 39,80% - Cosméticos: 55,27%
Fonte: Impostômetro
- Maquiagem (produtos nacionais): 51,41% - Sabonete: 31,13% - Shampoo: 44,20% - Caneta: 49,95% - Louça: 44,52% - Jogos de vídeo game: 72,18% - Televisor: 44,94% - Ar condicionado para residência: 48,22% - Lâmpada elétrica comum: 44,54% - Forno micro-ondas: 59,37% - Material de construção em geral: 32,80% - Álcool para limpeza: 32,77%
- Academia: 26,86% - Moto (até 125CC): 52,54% - Veículo 1.0: 33,81% - Conta de água: 24,02% - Conta de luz: 48,28% - Álcool (combustível): 29,48% - Diesel: 42,18% - Gasolina: 61,95% - Gás de cozinha: 34,04%
ACIC + Gestão traz reflexões sobre tecnologia e relações humanas Três palestrantes de renome participaram do ACIC + Gestão, evento promovido pela ACIC e que ocorreu no Salão Nobre da Unochapecó. Como atuar em um mundo digital quando as empresas foram preparadas para o mercado analógico foi o tema abordado por Martha Gabriel, uma das principais pensadoras digitais no Brasil, na palestra “Negócios 4.0 - Inovação e Transformação Digital”, que abriu a programação do ACIC + Gestão. A especialista em gestão de pessoas, Vania Ferrari, abordou o tema “Tudo de novo. De novo!”. Ela falou como pensamentos transformadores podem mudar a vida, a empresa, a carreira. O exemplo do trabalho realizado em Brumadinho no desastre do rompimento da barragem de uma mineradora em 2019 foi citado pelo especialista em gestão de projetos e de desastres, Pedro Aihara, porta voz do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, que explanou sobre “Gestão de Conflitos, Inteligência Emocional e Influência para Engajar Times”. Ele fez uma relação com o mundo dos negócios, enfatizando que os resultados são alcançados quando se tem propósito. O evento teve como patrocinadores ouro a ABBA Imóveis, Açoperfil, Arcus, Gamatec, MD Recursos Humanos, Mogano, Multisoftware, Nippur, Unimed Chapecó e Unochapecó; como patrocinadores prata Amo, Coonecta, Recon e Sicoob MaxiCrédito; e como patrocinadores de comunicação a NDTV e a NSC TV.
Martha Gabriel enfatizou que é preciso fazer com que o negócio esteja sempre alinhado com o que o mercado quer e entre as necessidades está a tecnologia. “Houve uma grande mudança e a tecnologia é o grande direcionador. A tecnologia muda as pessoas e são as pessoas que fazem os negócios”. Mas como perceber o que o mercado precisa? De acordo com Martha, é fundamental estar atento às mudanças, pois elas são as sementes do futuro. “Quando há aceleração de tendências, e isso ocorreu com a pandemia, temos mudanças o tempo todo. A primeira competência que precisamos ter é entender as regras, além de enxergar os sinais do futuro. O mercado está volátil e incerto. O ritmo é rápido, não dá tempo para esperar como antigamente. Se não enxergarmos os sinais de mudanças, ficaremos para trás. Além disso, tudo está conectado, o que torna o mercado complexo. Tudo o que acontece impacta de maneiras diferentes os diversos públicos e é necessário estar atento e compreender isso. É preciso desenvolver mentalidade digital, saber resolver problemas num mundo que é tecnológico, saber qual tecnologia usar. E só se consegue acompanhar as tecnologias usando elas”.
Vania Ferrari falou como pensamentos transformadores podem mudar a vida, a empresa, a carreira. Para Vania, uma das coisas mais difíceis no século 21 é liderar pessoas, pois o mundo VUCA (volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade) se somou ao mundo BANI (frágil, ansioso, não-linear e incompreensível). “Junto a isso soma-se o lado pessoal, como cada um interpreta as mudanças e como lida com elas, pois tudo que se diz impacta na vida do outro. É necessário ter consciência social, compreender que no trabalho você nunca estará sozinho”. Vania ressaltou que o profissional do século 21 precisa ser bom tecnicamente e também de coração. “É preciso melhorar a vida das pessoas, é para isso que trabalhamos e, para conseguir, tem que estar focado no que está fazendo, estar presente, 47% do tempo a gente está pensando em outra coisa, não no que estamos fazendo. Quando estamos presentes somos capazes de influenciar pessoas e só vamos influenciar se houver confiança. Só haverá confiança se você estiver presente, através do tom de voz, da postura, da altivez, da liderança e de conversas francas”.
Pedro Aihara fez uma relação do trabalho realizado em Brumadinho com o mundo dos negócios, enfatizando que os resultados são alcançados quando se tem propósito. Para ter eficácia em momentos de dificuldades, o mesmo ideal e engajamento das equipes são necessários todos os dias. “A gente faz o que a gente treina. O cérebro repete a forma como está acostumado a fazer todos os dias e isso é fundamental em momentos difíceis. Por isso, é preciso fazer com excelência e comprometimento diariamente”. Também falou sobre a importância da empatia, ao comentar que não se deve apenas entregar trabalho, mas solução e esperança. “Para ser desenvolvida, a empatia precisa ser praticada. O que as pessoas mais necessitam hoje em dia são especialistas em pessoas. Em todas as equações, o fator pessoas é decisivo e merece receber atenção. É sobre perceber que nesse mundo corrido, volátil, incerto, tecnológico, as pessoas estão mais carentes de conexão. Ter conexões verdadeiras é o que faz a diferença, que traz sensação de pertencimento e condições emocionais saudáveis”.
Clics do ACIC + Gestão
Anderson Scolari e Fabio Luis Magro
Ariel Dahmer e Rafaela Dahmer
Cidnei Barozzi, Regina Alpini, Daiane Barozzi Miola e
Luiza Utzig Modesti, coordenadora do ACIC + Gestão e 2ª
Fátima S. Santos
Vice-Presidente da ACIC
Marcelo
Junior
Carbonari,
Whuenderson Ullrich
Bruna
Furlanetto
e
Marcelo Capeletto, Sidinei Carniel, Robert Otto, Cleunice Zanella, Carlos Martinelli e Valdecir Moura
Ricardo Rodrigues, Jaqueline Zolet, Luciana Balbinott
Silvana Marcon e Aline Reina
Paludo, Maria Ciarini e Sheila Miolo
Márcia Berticelli e Lucas Zambenedetti
Tanuri Bareta, Cristina Szynkaruk, Ivonete Busatta e Renato Bertoncello
Volnei D’Agostini e Luciane D’Agostini
Lidiane Putti e Joseli Fontana
Público acompanhou atento as explanações
Equipe ACIC Chapecó com o palestrante Pedro Aihara
Chapecó se mobiliza no Movimento Nacional ODS Santa Carina O Estado brasileiro perdeu a capacidade de investimento. Essa situação é resultado de décadas de inchamento da estrutura estatal, desequilíbrio fiscal, aumento desmesurado das despesas públicas, financiamento imprudente de programas permanentes, prioridades equivocadas, além de outros fatores que poderiam ser aqui enumerados e que, ao final, revelam a ineficiência da gestão pública. Às vezes temos a sensação que existe uma regra não escrita, segundo a qual é “proibido” administrar a coisa pública com a visão empresarial e a eficiência gerencial do setor privado. Com isso, são desperdiçados insumos, elementos e fatores de produção. Essa insuficiência afeta toda a sociedade, mas quem mais sofre com a dificuldade que o Estado brasileiro tem para investir é o setor produtivo. A área de infraestrutura é a mais afetada. O Brasil investe menos de 2% do PIB em infraestrutura, enquanto que em países mais desenvolvidos esses investimentos estão acima de 5%. Estudos do Ministério da Infraestrutura apontam para a necessidade de se investir ao menos 4,3% do PIB pelos próximos dez anos para o Brasil reduzir gargalos ao desenvolvimento econômico e social. Ao deixar de investir em infraestrutura, a competividade brasileira despenca e impacta negativamente na qualidade de vida das pessoas e na produtividade das empresas. A qualidade de vida se deteriora quando faltam rede de esgotos e de abastecimento de água, energia elétrica, sistema de coleta de águas pluviais, rede telefônica e gás canalizado. As rodovias em mau estado de conservação, a pequena malha rodoviária asfaltada, a inexistência de ferrovias em extensas regiões do País, os portos marítimos esgotados, aeroportos mal equipados, sistemas de comunicação ultrapassados – tudo isso retira a competividade que as empresas conquistam internamente em seus processos de gestão e produção. Se o Brasil precisa de infraestrutura para crescer e o Estado não tem a necessária capacidade de investimento, só há uma saída: buscar investidores privados, dentro e fora do País. Existe uma modelagem para isso na forma das parcerias público-privadas – as PPPs – implementadas em várias regiões. Parece que existe certo pudor no uso desse recurso jurídico e legal: muitos gestores têm receio de misturar necessidades públicas com dinheiro privado. Além disso, tornouse frequente o questionamento, em juízo, de contratos de PPPs, ora pelo Ministério Público, ora por concorrente nãovitorioso de leilões e concessões. Tudo isso desanima e afasta investidores. Mas a boa notícia é que o Governo Federal compreendeu a dimensão e a complexidade desse cenário e implementou um inédito e arrojado programa de concessões. O Ministério da Infraestrutura garantiu R$ 89,81 bilhões em investimentos e R$ 20,1 bilhões em outorgas, com o leilão de 81 ativos que incluem 34 aeroportos, 35 terminais arrendados, 6 ferrovias e 6 rodovias. Os impactos na economia devem gerar cerca de 1,2 milhão de empregos diretos e indiretos, além de irrigar com recursos extensas regiões do hinterland brasileiro. Neste ano, o Ministério planeja o leilão de mais 56 ativos, com destaque para a sétima rodada de aeroportos, com 15 terminais, as desestatizações portuárias da Companhia Docas do Espírito Santo e Porto de Santos, além dos arrendamentos de dezenas de terminais e mais de 8,8 mil quilômetros em rodovias, superando R$ 165 bilhões em investimentos. Algumas dessas concessões garantirão a permanência e o futuro das agroindústrias no grande oeste de Santa Catarina. Elas necessitam buscar cerca de 5 milhões de toneladas de milho no centro oeste brasileiro, todos os anos, para manter os plantéis de aves e suínos que alimentam as indústrias de processamento de carne. A solução vem pelos trilhos: será objeto de leilão ainda neste ano a concessão para a construção de um ramal da estatal paranaense Ferroeste – no trecho Chapecó-Cascavel – que permitirá o acesso ao grão de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A obra é vital e o setor privado, através das entidades empresariais, pagou o estudo de viabilidade econômica, técnica e ambiental. Outra ferrovia, cujo estudo o Governo catarinense está licitando, deve unir Chapecó aos portos catarinenses. As duas ferrovias são complementares e indispensáveis para garantir a matéria-prima de um lado, e a exportação, de outro. Duas convicções se fortalecem. Não há dúvidas que investir em infraestrutura é a melhor aposta para o futuro do País e que a solução para as deficiências infraestruturais está na parceria entre o Estado e o empresariado, num esforço legítimo para harmonizar o interesse da coletividade com as expectativas de resultados dos investidores.
Por: Neivor Canton, presidente da Cooperativa Central Aurora Alimentos (AURORA COOP) e diretor de infraestrutura da ACIC
Prioridade da ACIC é reduzir as deficiências de infraestrutura do Oeste Combater as deficiências de infraestrutura do grande Oeste é a prioridade da nova gestão da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC). A afirmação foi feita pelo presidente Lenoir Broch na noite do dia 10 de maio, durante a solenidade de posse da diretoria executiva, dos coordenadores de núcleos e comemoração dos 75 anos da ACIC. “São deficiências que anulam os ganhos de eficiência e competitividade das empresas em geral e do agronegócio em particular, tornando mais oneroso produzir no oeste”, disse Broch. O oeste precisa da duplicação da BR-282, da recuperação da BR-163 e de toda a malha rodoviária estadual (destaque para a crítica situação da SC-283), da construção de novos sistemas de suprimento de água, de novas subestações de energia elétrica e novas redes de distribuição, de gasoduto para gás de uso industrial, da qualificação dos aeroportos, do novo centro de pesquisa da Embrapa (para área de pastagens), de mais recursos para a saúde e das ferrovias Norte-Sul) e Leste-Oeste (São Miguel do Oeste-Itajaí), além das ferrovias. No plano institucional, a ACIC manterá o produtivo relacionamento com o setor público, sem baixar a guarda de suas bandeiras: reforma tributária, com simplificação do sistema tributário; reforma administrativa, com redução do tamanho do Estado brasileiro; programa de desburocratização para descomplicar a vida das empresas e dos cidadãos; ampliação dos investimentos em infraestrutura, entre outras. Broch comentou, por exemplo, que o fundo eleitoral praticamente pagaria uma ferrovia entre Cascavel e Chapecó e ressaltou a importância de política não ter classe, mas ser parte da sociedade.
O presidente da ACIC da gestão encerrada em dezembro de 2021, Nelson Eiji Akimoto, realçou os 75 anos da entidade. “O associativismo está em festa, com a participação de muitas pessoas e ex-presidentes que são inspiração”, sublinhou. Akimoto lembrou que os dois anos de sua gestão foram de muitos desafios com a pandemia, mas que a diretoria esteve unida e conseguiu desenvolver diversas iniciativas e ações que impactaram positivamente no meio empresarial e na comunidade. “Estivemos presentes em diversos setores, entre eles na saúde e na economia, para propiciar aos associados e toda Chapecó e região algo de bom para superar as dificuldades”.
O presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), Sérgio Rodrigues Alves, entregou a Lenoir Broch o diploma de presidente regularmente eleito e empossado. Segundo Alves, a ACIC desenvolve um grande trabalho não só por Chapecó, mas por toda a região Oeste. São inúmeros feitos conquistados pela entidade, que preza pelo desenvolvimento econômico e pela valorização do povo chapecoense. “A Ferroeste é um desse exemplos e estamos todos juntos para trabalhar de mãos dadas por essa região que gera tanta riqueza para o nosso país”. Alves também homenageou um dos ex-presidentes da Facisc, também expresidente da ACIC, Antonio Rebelatto, que recebeu das mãos do diretor de patrimônio Ricardo Harger Martins uma placa alusiva ao cinquentenário da Federação.
75 anos da ACIC Fundada em 1947, a ACIC tem o objetivo de ser uma entidade empresarial representativa do comércio, indústria, prestação de serviços e agropecuária. A entidade é reconhecida no cenário estadual pela sua atuação de vanguarda, com posicionamentos que visam assegurar direitos da cidadania e o desenvolvimento da livre iniciativa. As grandes bandeiras da Associação, nos últimos anos, focalizam questões de infraestrutura regional, como rodovias, ferrovias e aeroporto, segurança pública, educação e saúde. Para marcar essa trajetória, os ex-presidentes da ACIC receberam uma réplica de tela criada pela artista plástica e ilustradora Marlowa Pompermayer Marin. A obra representa a expressão de todas as lideranças que presidiram a ACIC nesses 75 anos. Também receberam a réplica os atuais presidentes do Conselho Deliberativo e do Conselho Consultivo da ACIC, entidades empresariais, lideranças políticas e patrocinadores da ACIC. A vice-governadora destacou que nestes 75 anos da ACIC muitas lideranças deixaram sua marca em prol do desenvolvimento de Chapecó e região. “A ACIC é uma das entidades mais reconhecidas e representativas do Estado. As pessoas do Oeste têm uma eterna vontade de fazer diferente, de encontrar soluções para os problemas. O associativismo é exemplo disso. Um dos resultados é o estudo do ramal da Ferroeste. Irei protocolar o projeto na Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade do Estado e vou levar ao Governo Federal”, afirmou Daniela. O evento teve como patrocinadores institucionais a Cooperativa Central Aurora Alimentos (Aurora Coop), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Sicoob MaxiCrédito, Sicredi Região da Produção RS/SC/MG, Unimed Chapecó, Unicred Desbravador e Eko7, além dos patrocinadores categoria ouro (Dome Contabilidade) e categoria bronze (Scolari Comunicações e VS Service).
Atos do governo do estado A ACIC abriu espaço no cerimonial para atos do Governo do Estado de Santa Catarina que beneficiam Chapecó. Foram anunciadas duas obras: o Elevado da Bandeira e a construção dos pavilhões e arena multiuso do Parque de Exposições Tancredo de Almeida Neves, na Efapi. O pavilhão terá 8.800 metros quadrados de área construída e a arena multiuso outros 4.100 metros quadrados. O valor total para a obra será de R$ 18,3 milhões. O Elevado da Bandeira, na intersecção da BR-282 (avenidas Leopoldo Sander e Fernando Machado), tem como objetivo desenvolver ainda o município, expandindo a infraestrutura viária, com a redução do tráfego pesado, redução de custos logísticos, dentre outros benefícios. O Governo do Estado destinará R$ 35 milhões para a obra
Diretoria Executiva 2022/2023 Diretor Presidente: Lenoir Antonio Broch Diretor 1º Vice-Presidente: Helon Rebelatto Diretora 2ª Vice-Presidente: Luiza Utzig Modesti Diretor Administrativo: Daniel Bet Diretora Administrativa Adjunta: Leandra Merisio Diretor Financeiro: Carlos Martinelli Diretor Financeiro Adjunto: Robert Otto Diretora de Núcleos Empresariais: Cleunice Zanella Diretor de Infraestrutura: Neivor Canton Diretor do Agronegócio: Fernando Prezzotto Diretora de Inovação e Empreendedorismo: Caroline Dallacorte Diretor de Tecnologia da Informação: Sidimar Carniel Diretor de Assuntos Tributários: Thiago Padilha da Rosa Diretora de Relações e Negócios Internacionais: Bruna Furlanetto Diretor de Relações Institucionais e Governamentais: Carlos Roberto Klaus Diretor de Relações com Associados: Genuíno Simioni Diretor de Expansão: Ariel Dahmer Diretor de Representação em Conselhos: Willian Cezar da Silva
Coordenadores de Núcleos Núcleo de Academias: Jean Carlos M. Lima Núcleo de Automecânicas: Evandro Tolotti Núcleo dos Centros de Formação de Condutores (CFC): Kerla Adams Núcleo de Cooperativas: Fernando Rebelatto Núcleo de Comércio Exterior e Logística Internacional (Comex): Thomas Willian Reginatto Núcleo das Escolas Particulares: Luciana Balbinott Paludo Núcleo de Gestão pela Excelência: Valdecir Moura Núcleo de Gestores de Pessoas: Rafaela Cristina Furini Dahmer Núcleo Multissetorial: Leonardo Ribeiro Silva Núcleo de Assessorias e Consultorias (NAC): Whuenderson S. Ullrich Núcleo de Jovens Empresários (NJE): Vicente Aron Machado da Rocha Núcleo das Empresas de Tecnologia de Informação e Comunicação (NTIC): Marcelo Capeletto Núcleo de Sustentabilidade: Taise Perondi
Posse Diretoria Executiva ACIC e Coo
Jussara Tumelero, Lenoir Broch, Nelson Akimoto e Édina Jahn Akimoto
Elson Otto, Sérgio Rodrigues Alves e Ricardo Martins
Antônio Rebelatto Rebelatto
Daniela Rebelatto e Helon Rebelatto
Rosane Marina De Marco Canton e Neivor Canton
Igor Modesti e Luiza Utzig Modesti
Luciana Balbinott Paludo e Luiz Aberto Paludo
Luciano Castelli e Kerla Adams
Airton Dahmer, Ariel Dahmer e Rafaela Dahmer
Alessandra Dallacort e Willian César
Aline Reina, Rafaela Dahmer e Camila Modesti
Brenda Toniazzo e Evandro Tolotti
Cláudio Tissoti e Claucus Valdameri
Amanda Akimoto, Édina Jahn Akimoto e Nelson Eiji Akimoto
e
Maria
Helena
ordenadores de Núcleos 2022/2023
César Bortolini e Camila Farias Bortolini
Cláudio De Marco e Cleusa Tozzo De Marco
Eduardo Lopes, Robert Otto e Rodrigo Moreira
Letícia Karmouche, Irno Merlo e Maria Cristina Breda
Kelvin Batiston, Cristina Batiston, Amauri Batiston, Paula Macedo e Marcio Bastos
Alexandre Franco, Marcos José Karpinski e Celso Marques Menezes
Lenoir Broch e Nelson Akimoto
Kelly Broch e Rogério Broch
João Carlos Scopel e Ieda Berlanda
Franciele Martinelli e Carlos Martinelli
Betina Tumelero Broch e Jussara Tumelero
Cleverson Dalmora e Branca Rubas
Artur da Silva e Sabino Antunes da Silva
Evandro Tolotti e Cleonice Gromoski
Marcos Bedin e Iara Lang
Soeli Fachi e Edenilso Bruneto
Silvana Marcon e Altamir Scussiato
Natália Teixeira, Cristina Mazon e Camila Modesti
Marlusa Barozzi e Cidnei Barozzi
Ariel Dahmer e Rafaela Dahmer
Vincenzo Mastrogiacomo Mastrogiacomo
Alexandre Galon e Marcia Borger
Leo Carlos Wordell, Márcia Tonet e Ernesto Reck
Gladir Azambuja e Janine Torresini
André Pasquali e Naiane Ferranti
Márcio Cossa e Aline Reina
e
Rosita
Adalberto Ciarini e Schirle Ciarini
Clisman Secco e Vinicius Bareta
Dieison Facin e Naide Rodrigues
Diógenes Lang Júnior e Diógenes Lang
Marilvado Van Neutgem e Leila Valer
Leonardo Batistel, Sérgio Perondi e Marli Maria Perondi
Maurício Donzelli, Jussara Bertol e Fábio Tonin
Melisa D. Bernardo e Thomas Reginatto
Oender Pagliari e Marcos Dorigon
Renato Staudt, Edson Roberto Dreher e Roque Schononger
Sérgio Utzig e Salete Utzig
Valério Forner e Damir Forner
Volnei Silva e Marli Silva
Jéssica Pires e Kerla Adams
ACIC entrega projeto de estudo de viabilidade de ramal da Ferroeste
No oeste catarinense nasceu e vicejou a mais avançada estrutura de produção de proteína animal do Brasil e uma das melhores do mundo: a avicultura e a suinocultura industrial. Podem-se incluir as também evoluídas cadeias produtivas do leite e dos cereais. O sucesso produtivo deve ser creditado ao capital humano que colonizou a região desde a fundação do município de Chapecó, em 1917, formado por etnias que tinham o trabalho como um valor extremo. Porém, a eficiência da região pode ser comprometida pela falta de infraestrutura adequada e, nesse aspecto, a questão ferroviária merece destaque. “A construção de ferrovias para escoamento da produção e transporte de matérias-primas para garantir o desenvolvimento e a competitividade da região oeste catarinense é uma reivindicação da ACIC há mais de 30 anos”, salientou o presidente da ACIC, Lenoir Broch, durante a posse da nova diretoria. Duas ferrovias são necessárias. Uma é a Leste-Oeste, ligando a região produtora oestina aos portos marítimos catarinenses. Essa é necessária para o escoamento da produção. Outra é a ferrovia Norte-Sul, ligando a região produtora de grãos do centro-oeste do País com Chapecó. Essa é essencial para garantir o suprimento de milho às agroindústrias do grande oeste catarinense. Para estimular investidores a se interessarem pelo ramal da Ferroeste entre Chapecó e Cascavel, um grupo de entidades – ABPA, ACIC, CEC, Facisc, Faesc, Fiesc, Ocesc e Sindicarne/Acav – desembolsou R$ 750 mil para pagar um EVTEA (estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental) para demonstrar a viabilidade do empreendimento. “A execução desse projeto tornará suportável a megaoperação de transferência de grãos para Santa Catarina e dos produtos acabados para os portos do Paraná”, frisou Broch.
Durante a solenidade de posse, o presidente da ACIC entregou às entidades parceiras e à vice-governadora de Santa Catarina, Daniela Reinehr, o estudo de viabilidade do ramal. O oeste barriga-verde está longe dos grandes centros de consumo e distante das áreas produtoras de milho, seu principal insumo. “Com a ferrovia será possível unir os dois polos, levando o alimento industrializado para as grandes cidades e trazendo, principalmente, milho e soja. Além dos produtos alimentícios, inclui-se todo o transporte de fertilizantes, calcário, grãos, farelo etc. demandados nessa região”, finalizou o presidente da ACIC.
Qual é o momento certo para internacionalizar sua empresa?
Muitas empresas ficam em dúvida de quando é o momento certo para iniciar o processo de internacionalização empresarial. Acredito que a verdadeira pergunta a se fazer, é: desejamos ampliar nosso mercado de atuação? Existe, no mercado externo, demanda real para o meu produto ou serviço? Se sim: conseguimos aumentar nossa capacidade produtiva para atender uma nova demanda? Se a resposta a essas perguntas for positiva, então o melhor momento de internacionalizar a empresa provavelmente seja: “agora”. Como o próprio nome sugere, a internacionalização de uma empresa não é um processo simples e envolve uma série de fatores e variáveis que precisam, sim, ser analisadas com cautela e antecedência. Pois, tratase de uma decisão estratégica que, se bem conduzida, terá sucesso na expansão de seu negócio por meio da exportação de seus produtos ou mesmo por meio de instalar-se em outro país. Esta ação certamente proporcionará à empresa escalar alguns degraus nessa acirrada corrida pela conquista de maiores fatias de mercado. Certamente o primeiro fator a ser analisado deve ser, onde, como e a quem vender os produtos ou serviços da empresa. Atualmente existem diversos caminhos a seguir, como: a participação em feiras internacionais, congressos, missões empresariais, estudos de mercado e até alguns softwares de análise de dados e estatísticas podem auxiliar uma empresa que deseja adentrar no mercado internacional. Alguns indicadores simples também podem ajudar a detectar o interesse do mercado internacional. Isso pode ser mensurado, por exemplo, se a análise de dados e estatísticas do website da empresa apontam tráfego de visitas provenientes do exterior, prospecções de marketplaces como Amazon e Alibabá também podem indicar se existe demanda externa assim como abalizar quais países estão em busca do produto ou serviço que sua empresa oferece e qual o nível e qualidade da concorrência. É claro que, antes de dar os primeiros passos, sugerimos contratar os serviços de profissionais e empresas prestadoras de consultoria e assessoria internacional, que já conhecem os caminhos a serem trilhados e podem acompanhar as empresas em vias de internacionalização com idoneidade, otimizando tempo e recursos, minimizando a margem de erro, reduzindo custos e maximizando a lucratividade da empresa.
Por: Thomas Willian Reginato, analista internacional e empresário, founder e CEO na Thorcomex Comercial Exportadora e Importadora Ltda. Formado em Relações Internacionais pela Unicuritiba, pósgraduado em Gestão Comercial e Relacionamento pela Uceff, com especialização em Analista de Comércio Exterior pela Abracomex. Coordenador do Núcleo de Comércio Exterior e Logística Internacional da ACIC Chapecó.
Destine parte do Imposto de Renda para projetos locais Estimular o uso dos mecanismos de incentivos fiscais federais, promover a divulgação de projetos sociais e culturais e conectar proponentes de propostas e empresas é o objetivo da ACIC com o Portal Social. No site, são cadastradas iniciativas do terceiro setor, nas áreas da cultura, educação, esportes e saúde, em um “Banco de Projetos”, onde organizações interessadas em destinar recursos podem ter mais informações sobre os projetos. Pessoas físicas e jurídicas podem destinar parte do Imposto de Renda devido para projetos nas áreas de saúde, cultura, esporte, idosos e crianças e adolescentes. São sete leis em diversas áreas: Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS), Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON), Lei de Incentivo ao Esporte, Lei de Incentivo à Cultura, Lei do Audiovisual, Fundo do Idoso e Fundo da Infância e da Adolescência (FIA). O endereço para acesso é o https://portalsocialacic.com.br/.
PRÁTICA DE ATLETISMO Um dos projetos que podem ser conferidos no Portal Social é o “Prática de atletismo”, proposto pela Fundação Universitária do Desenvolvimento do Oeste (Fundeste), mantenedora da Unochapecó, pela Lei de Incentivo ao Esporte. O objetivo é incentivar o esporte e a prática de atividades corporais por meio da modalidade do atletismo nas suas diferentes categorias (corridas, revezamentos, saltos, arremessos, lançamentos) visando o desenvolvimento integral do indivíduo e sua formação para o exercício da cidadania, a prática do lazer, a melhoria da qualidade de vida e a inclusão social. O público-alvo são professores e estudantes da educação básica e comunidade em geral da região de Chapecó.
CORES AO MUNDO Também está cadastrado no Portal Social o projeto “Cores ao Mundo – Cultura, Arte e Reflexão nas Escolas”, da instrutora de Cursos de Pintura e Desenho e artista plástica Janete F. Bertocchi. A proposta foi aprovada pela Lei de Incentivo à Cultura. O projeto visa realizar oito pinturas murais de 12 metros quadrados cada, com ênfase na importância artística e pedagógica. Essas pinturas serão feitas em escolas públicas e municipais que pertencem à microrregião de São Miguel do Oeste. Prevê também a realização de oito ações formativas de contrapartidas sociais, no formato de oficinas que socializam os primeiros passos para o desenho e a pintura nas escolas. O público-alvo são estudantes e professores das escolas públicas municipais e estaduais, bem como para toda comunidade escolar. Locais de realização: São Miguel do Oeste, Guaraciaba, Barra Bonita, Descanso, Belmonte, Bandeirante e Paraíso. Mais informações sobre as propostas no Portal Social da ACIC: https://portalsocialacic.com.br/.
ACIC festeja construção de novo pavilhão para o parque da Efapi
A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) festejou a assinatura, em maio, da ordem de serviço, pelo prefeito João Rodrigues, para a construção de um amplo e moderno pavilhão no Parque de Exposições Tancredo Neves. Os investimentos totalizarão R$ 18,4 milhões, recursos oriundos do Governo de Santa Catarina e do Município de Chapecó. A obra será executada pelo consórcio Rotesma/Construtora Oliveira no prazo contratual de 10 meses. A nova estrutura substituirá os pavilhões 1 e 2 e terá 8,3 mil metros quadrados de área construída. Esse pavilhão sediará, no segundo semestre de 2023, a Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne (MERCOAGRO), organizada pela ACIC e programada para o período de 12 a 15 de setembro. O presidente da ACIC Lenoir Antonio Broch destacou que a obra marcará uma nova fase para as feiras técnicas que as entidades empresariais promovem em Chapecó, entre elas, a MERCOAGRO. “A Prefeitura Municipal de Chapecó está atendendo antiga reivindicação das entidades empresariais”, assinalou o dirigente. O presidente da ACIC salientou que, “na próxima edição, as condições para realização da maior exposiçãofeira da indústria da carne na América Latina estarão aperfeiçoadas”. Fatores que determinarão essas melhorias são, entre outros, a ampliação da área de locação, o novo formato geometral do futuro pavilhão e o desenho de um layout mais dinâmico, interativo e inclusivo. Por isso, a transferência da feira para 2023 será compensada pelos ganhos de qualidade para expositores, visitantes, promotores e patrocinadores. Broch também mencionou que as duas empresas vencedoras têm vasta experiência em edificações de grande porte e um amplo portfólio de obras que atestam a capacidade técnica e financeira para conclusão dentro do prazo pactuado.
NOVOS ASSOCIADOS ACIC AS CONSULTORIA E TREINAMENTOS Rua Pedro Balerini, 202-E, Efapi, Chapecó SANTTI MÓVEIS SOB MEDIDA LTDA Rua Marechal Mascarenhas de Morais, 630-E, Parque das Palmeiras, Chapecó MEULOTE TECNOLOGIA LTDA Rua Eduardo Pedroso da Silva, 195-E, Efapi, Chapecó
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CANSIAN & ZONTA IMÓVEIS Rua Condá, 1980-D, Apto 602, Universitário, Chapecó GC PRODUÇÕES E EVENTOS Rua Guaporé, 184-E, Centro, Chapecó PALPITE DIGITAL Rua Primo Nissola, 182, Vila Real, Chapecó
DICAS DOS NUCLEADOS Núcleo de Academias
Exagerou na alimentação nos últimos dias, e agora? Se você não conseguiu controlar a alimentação e/ou praticar direito atividade física nesses últimos dias, não precisa se culpar ou entrar em desespero correndo atrás de dietas extremas ou desconhecidas como, por exemplo, fazer compensações com restrições alimentares que podem gerar picos de fome, levando, assim, a alta ingestão de alimentos novamente. Ou ainda praticar diversas atividades durante o dia que possam gerar muitas dores no dia seguinte ou até mesmo lesão. Basicamente, o que você precisa fazer é voltar para a sua rotina normal com hábitos alimentares saudáveis, dormir bem, hidratar-se bastante e praticar atividade física regularmente e tudo voltará ao normal. Lembre-se de que tudo deverá ser supervisionado por profissionais capacitados em suas devidas áreas, tanto na parte alimentar com um nutricionista, quanto nos exercícios com um profissional de educação física. E o mais importante: organize uma rotina diária e mantenha o foco sempre!!!
Angélica Filippini Alive Academia
Núcleo das Cooperativas
O que podemos aprender com o cooperativismo? Nós, humanos, somos seres interdependentes, precisamos de cuidados de outras pessoas desde o momento em que nascemos. Precisamos colaborar uns com os outros para viver, termos um horizonte comum para viver em sociedade com o desafio de respeitar as diferenças. É importante que tenhamos ferramentas para uma tarefa tão complexa. O cooperativismo pode nos ajudar com algumas de suas ferramentas, como seus princípios, que são: adesão livre e voluntária; gestão democrática; participação econômica; autonomia e independência; educação, formação e informação; intercooperação; interesse pela comunidade. Acreditamos que o cooperativismo vai além de um modelo de negócio, tratase de uma filosofia de vida que busca transformar o mundo em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos.
Lilian Cristina Cattani Cooperativa de Crédito dos Empresários e Empregados dos Transportes e Correios do Sul do Brasil (Transpocred)
Núcleo de Automecânicas
Troca de óleo e manutenção A troca de óleo do motor é essencial para que a lubrificação continue atuando normalmente sobre as partes móveis do motor, tanto para fazer a limpeza das impurezas quanto para continuar funcionando em boas condições. Recomenda-se que a troca de óleo e filtro de óleo seja feita entre 5 a 10 mil km ou em 6 meses rodados. O que pode acontecer se não fizer a troca do óleo? Simplesmente irá ocorrer desgastes nas partes internas do motor (bielas, pistão, válvulas...) levando ao ponto de travamento. A grande maioria dos problemas envolvendo motor danificado é resultado da falta de atenção dos proprietários que ignoram as revisões necessárias. É importante lembrar que o motor não trava de uma hora para outra, existem sinais que permitem constatar o início do problema.
Bruna Caroline Rosina Mecânica Marea
Núcleo de Sustentabilidade
Sustentabilidade na construção civil Com o crescimento da construção civil em Chapecó, associar-se ao Green Building Council Brasil é uma excelente opção para capacitação para que seja possível a construção de empreendimentos mais “limpos” por meio de alguns critérios ainda na fase de projeto. O Leadership in Energy and Environmental Design, uma das certificações do GBC Brasil, é um sistema internacional de certificação e orientação ambiental para edificações utilizado em mais de 160 países. Possui o intuito de incentivar a transformação dos projetos, obra e operação das edificações, sempre com foco na sustentabilidade de suas atuações. Vamos disseminar essas novas formas de executar obras mais sustentáveis.
Roberto Deitos Filho Engechap Serviços LTDA
Núcleo de Gestão pela Excelência
Pensamento sistêmico na organização Indiscutível considerar que somos base de um sistema e de seus subsistemas, basta observar o funcionamento de um corpo. Somos dotados de seis sistemas que interagem entre si de forma direta ou indireta - mas isto vai além. Ao observar as organizações sob a ótica da reciprocidade e inter-relacionamento entre suas diferentes áreas, perceba que somos uma grande rede conectada. São inúmeros os fenômenos que nos afetam. Como parte da rede, lidamos com diferentes níveis de complexidade, instabilidade e intersubjetividade. Analisar empática e consensualmente as diretrizes a serem traçadas e cenários possíveis é o caminho para a gestão de excelência nas organizações. Elisete Aparecida Ferreira Stenger
Núcleo de Gestores de Pessoas
Comunicar e comprometer Para comprometer as pessoas é necessário trabalhar de forma eficiente a comunicação. Através dela, passamos informações assertivas, assim teremos pessoas trabalhando com maior clareza, dinâmica e respeito. Cria-se um canal aberto que permite o diálogo entre as partes e maior intercolaboração entre as pessoas. Ser assertivo é ser firme e direto sem sentir ou causar constrangimentos. A abordagem é a capacidade de se afirmar de maneira clara, objetiva e transparente, sem delongas. Quem não assume suas posições com autenticidade não é assertivo; é o tipo de pessoa que fica dando voltas e não se posiciona. Para tanto, a comunicação é a chave para a transformação de lideranças assertivas. Rosemeri Fátima Lazaroto Brasplast Indústria e Comércio de Plásticos
Núcleo de Assessorias e Consultorias
Falta de controle de estoque e seus reflexos! Uma organização empresarial que não tem minimamente o controle de seu estoque, infelizmente está correndo grandes riscos, dentre eles de fraudes e de perdas por diversos motivos. Saber quanto tem e o que tem em estoque é fundamental para manter adequadamente os registros contábeis, registros em software interno e estoque físico de acordo com as entradas, saídas, devoluções e assim por diante. Ah! Não esquecendo que a movimentação do estoque também interfere no financeiro, seja de forma positiva ou negativa. Viviane Panison Sucesso Consultoria Empresarial
Núcleo de Jovens Empresários
A importância do café nos negócios Já pensou no primeiro prazer da vida quando acordamos? Para mim é tomar um café. Você sabia que o Brasil é o maior exportador de café no mercado mundial e ocupa a segunda posição entre os países consumidores da bebida? O Brasil responde por um terço da produção mundial de café, o que o coloca como maior produtor mundial, posto que detém há mais de 150 anos, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC). Neste ano, a produção de cafés no país, inicialmente estimada para a safra de 2022, foi calculada em 55,74 milhões de sacas de 60kg. Esses dados mostram como o brasileiro é apaixonado pela bebida. O café nos proporciona ocasiões alegres nas diversas horas do dia, desde ao acordar até o momento em que fechamos negócios. Momentos felizes é a constância de uma disciplina bem aplicada e de bons cafés tomados!
Luiz Vitor de Costa Café di Benedetto
Núcleo de Comércio Exterior e Logística Internacional
Desafios e oportunidades Olhando para o cenário global, vemos problemas em portos, altos custos logísticos, menor comércio global, guerra, inflação, cadeias de suprimentos em caos. Apesar das dificuldades, olhar para o comércio internacional é uma oportunidade para crescer e muitas vezes uma necessidade para não depender apenas do mercado interno. É possível expandir a sua área de atuação e diversificar seus clientes. Para quem deseja se preparar, o COMEX tem o maior prazer em ajudar negócios a se transformarem e expandirem globalmente. Te convidamos a participar. Jian Costa Robusta International Business
Núcleo Multissetorial
Investimento em tecnologia faz empresas crescerem 60% a mais no mercado Investir em tecnologia é essencial para o bom andamento dos negócios e, principalmente, para o crescimento de uma empresa. Por isso, o investimento em tecnologia não pode ser descartado. Um estudo levantado da TNS Research aponta que as empresas que investem em tecnologia têm aumento na receita e crescem aproximadamente 60% a mais em comparação com as empresas que descartam esse investimento. A maioria das empresas gera uma grande quantidade de dados por dia, mas não sabe como usar e aproveitar tais informações de forma estratégica. É aí que os serviços de tecnologia entram para dar uma grande força e ajudar no desempenho dos negócios.
Lucas Castielli Castelli Equipamentos & Castelli Administradora
Núcleo de Tecnologia da Informação e Comunicação
Sociedade mais segura A segurança é primordial para a vida em sociedade. Com o desenvolvimento de novas tecnologias, as análises inteligentes de vídeo se tornaram o grande suprassumo do setor. Através dessa tecnologia é possível se fazer a leitura de pixels das imagens, identificando placas de veículos e até emitindo alertas de velocidade. Há também a detecção de objetos e pessoas, que é de suma importância para a segurança de empresas ou condomínios. O reconhecimento facial agiliza e facilita o acesso para pessoas identificadas na câmera. Pode-se criar alertas com gestos como o piscar de olhos ou um sorriso. A segurança auxilia as pessoas a viverem melhor. Avanços, aqui, são primordiais. Maria del Pilar Calderon Patrimonial Segurança
Aconteceu na ACIC A ACIC recebeu, em abril, visita institucional da vicegovernadora do Estado, Daniela Reinehr. A mandatária foi recepcionada pelo presidente da ACIC Lenoir Antonio Broch e diretores. Na ocasião foram repassadas as prioridades do oeste catarinense na área de infraestrutura, com destaque para as rodovias federais e estaduais.
O CEO da Amo Sistemas, Marcio Muxfeldt, e a gestora de capital humano da Difrisul, Luiza Utzig Modesti, foram os convidados do Boomerangue de Ideias, iniciativa do Núcleo de Jovens Empresários (NJE) da ACIC, que ocorreu em abril.
Com objetivo de apresentar as possibilidades de negócios com as Forças Armadas, a Vice-Presidência Regional Oeste da FIESC e a ACIC reuniram empresários de vários setores com representantes das Forças Armadas, em maio. A reunião também foi transmitida virtualmente.
A ACIC, por meio do Núcleo dos Centros de Formação de Condutores, do Núcleo de Automecânicas e do Núcleo das Escolas Particulares, participou de ações do Movimento Maio Amarelo, em maio, no Shopping Pátio Chapecó.
A construção do trecho ferroviário ligando Chapecó (SC) a Cascavel (PR) foi o tema da reunião de diretores da ACIC com o secretário executivo do CODESUL – Conselho de Desenvolvimento do Sul – Gustavo Salvador Pereira, em maio, na sede da entidade empresarial.
A ACIC recebeu, em maio, homenagem do Poder Legislativo de Chapecó pelos seus 75 anos. A sessão solene ocorreu na Câmara de Vereadores, com participação de diretores e nucleados da entidade e autoridades.
Diretas dos Associados CRESCIMENTO EMPRESARIAL Fundada em Chapecó há 13 anos, a Elo Ideias, empresa de tecnologia especializada no desenvolvimento de sites, a principal da região Oeste e uma das maiores de Santa Catarina, adquiriu sua principal concorrente no mercado regional. Essa aquisição envolveu a TwoWeb, também de Chapecó, juntamente com uma carteira de clientes formada em nove anos de atividades. Com atuação nos segmentos de sites institucionais, e-commerces, marketplaces, comunicação corporativa e outras soluções digitais relacionadas, a Elo Ideias possui 15 colaboradores diretos e agrega neste momento mais cinco membros à sua equipe, alguns deles da TwoWeb, que passa a se dedicar a outras áreas de tecnologia. A negociação foi firmada entre os fundadores da Elo Ideias, Rodrigo Bedin Pereira, e da TwoWeb, Adelmir Mucelin. Em termos de clientes, a Elo Ideias amplia em 50% a sua carteira. Aos 750 anteriores, acresce 350, totalizando 1.100, a maior parte clientes Chapecó e de outros municípios da região Oeste de Santa Catarina. Conforme Rodrigo, o negócio foi conduzido com a finalidade de ampliar a abrangência das atividades da empresa no mercado de tecnologia da informação e também devido à importância da carteira de clientes que foi agregada. Acrescenta que a iniciativa decorre, ainda, da natureza do principal negócio da Elo Ideias, “já que a ampliação da carteira é estratégica para a empresa e poderá trazer resultados no curto e no longo prazo”. Especifica que essa expansão também representa, além da ampliação do número de clientes, o aumento da estrutura para atender os usuários atuais dos serviços e os futuros. “Nossa expectativa é crescer muito nos próximos meses e atender com maior agilidade e inovação as demandas deste mercado de vendas e marketing digital, que é um dos que mais crescem no Brasil e no mundo e ainda tem muito a se desenvolver”, argumenta.
Agenda 02/06
Workshop presencial Gestão do tempo e produtividade ACIC | 19h às 22h
20 e 21/06
Curso Análise e concessão de crédito ao cliente e o uso de ferramentas para cobranças de resultado ACIC | 19h às 22h
MISSÃO ACIC Representar os segmentos econômicos de Chapecó, estimulando a livre iniciativa e trabalhando como agente de mudanças. Atender
Curso Estratégias para vender mais e melhor ACIC | 19h às 22h
14 e 15/07
Curso Formação de auditores internos em sistemas de gestão na norma da ISO 9001:2015 ACIC | 08h às 12h - 13h30 às 17h30
Diretoria Executiva Gestão 2022/2023
Lenoir Antonio Broch Helon Rebelatto Luiza Utzig Modesti Daniel Bet Leandra Merisio Carlos Martinelli Robert Otto
TODOS OS DIRETORES DA ACIC COLABORAM DE FORMA VOLUNTÁRIA, SEM REMUNERAÇÃO ESTRUTURA ORGNIZACIONAL Conselho Deliberativo:
com eficiência e eficácia as
Presidente: Luciana Balbinott Paludo
necessidades dos associados
Vice-Presidente: José Pegoraro
correspondendo às suas expectativas. Ser a indutora de Av. Getúlio Vargas, 1748N CEP: 89805-000 - Chapecó/SC Fone/Fax: 49 3321-2800 E-mail: acic@acichapeco.com.br facebook.com/acic.chapeco
Diretor Presidente Diretor 1° Vice Presidente Diretor 2° Vice Presidente Diretor Administrativo Diretor Administrativo Adjunto Diretor Financeiro Diretor Financeiro Adjunto
13 e 14/06
ações para o fortalecimento da
Foresti Secretário: Maria Cristina Breda Canal Conselho Consultivo:
classe empresarial, oportunizando
Gelson Dalla Costa
condições para o surgimento de
Diretor Executivo:
novos mercados de trabalho e
Fabio Luis Magro
ampliação dos já existentes.
Jornalista Responsável: Marcos Antônio Bedin (M.T.B.: SC-0085 JP) | Edição: Lisiane Kerbes | Redação: Marcos Antônio Bedin, Alessandra Cristina Favretto, Lisiane Kerbes, Marciane Páz Mendes e Silvania Cuochinski | Projeto Gráfico: Dustin O. Hoffmann | Edição Especial On-line | Fechamento da Edição: 02/06/2022