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REVISTA ACIC - EDIÇÃO JUNHO 2021

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Uma reforma imprescindível

O Brasil não tem futuro sem reformas estruturantes. Esse é um consenso comungado por empresários e trabalhadores nesse momento em que o Congresso discute a REFORMA ADMINISTRATIVA. A sociedade espera que deputados e senadores aprovem uma verdadeira reforma, capaz de eliminar distorções e deformações que tornaram o Estado brasileiro, ao longo das décadas, em uma estrutura pesada, lenta, cara e incapaz de atender as necessidades da população. Em mensagem enviada a todos os parlamentares catarinenses no Congresso, a ACIC manifestou: “Evidente que serão necessárias coragem e determinação para enfrentar as corporações que se apropriaram do Estado, criando castas do funcionalismo público que recebem salários exagerados e privilégios indecentes. Paralelamente, existe uma extensa parcela – exatamente aquela que atende diretamente a população nas áreas de saúde, educação, segurança etc. – relativamente mal reconhecida. Será fundamental tratar com justiça e equilíbrio esses contrastes.”. Na verdade, não é mais possível procrastinar essa reforma, pois os cidadãos em geral e os contribuintes em particular se cansaram do fardo de o Brasil ser um dos países do mundo que maior parcela do PIB gasta com a administração direta e indireta do País.

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Torna-se imprescindível equilibrar direitos e deveres, criar mecanismos de controle e avaliação, visto que uma das queixas mais frequentes é a baixa produtividade do servidor público brasileiro nas três esferas da Administração Pública (Município, Estado e União). Nesse aspecto, entendemos que deve entrar em pauta a delicada questão da estabilidade funcional do servidor público. A expectativa da ACIC é pela aprovação de uma REFORMA ADMINISTRATIVA que contemple o País com uma organização compatível com as carências, necessidades e potencialidades da comunidade nacional. Chapecó, junho de 2021.

NELSON EIJI AKIMOTO Presidente


ACIC e GaranteOeste auxiliam pequenas empresas a alavancar os negócios

Os pequenos empreendedores já devem ter se deparado com alguma dificuldade em oferecer garantias exigidas por instituições financeiras ao realizar operações de crédito. De acordo com pesquisa realizada pelo Sebrae e pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), as exigências de garantias sólidas pelos bancos e a falta delas por parte dos empresários são os maiores motivos de recusa do crédito. Para auxiliar os pequenos negócios nesse aspecto, contribuindo com a inovação e para impulsionar o crescimento, a Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC) criou o Fundo Garantidor ACIC/GaranteOeste, que disponibiliza recursos financeiros aos associados com facilidades de prazos e carência. A iniciativa faz parte das dez medidas adotadas pela entidade em 2021 para contribuir com as empresas no enfrentamento da pandemia. Para o funcionamento do fundo, a ACIC firmou, ainda em 2020, parcerias com a GaranteOeste e com o Sicoob MaxiCrédito. Cada micro e pequena empresa (MPE) pode, de acordo com o seu plano de negócios, financiar entre R$ 10 mil e R$ 70 mil, com carência de três meses, prazos negociáveis e taxa de juros abaixo das praticadas pelo mercado.

O diretor de Relações com Instituições de Crédito da ACIC, Sergio Perondi, explica que as micro e pequenas empresas não conseguem crédito para financiar seu crescimento justamente por não terem bens para serem dados como garantias. “Uma das soluções para obter crédito e transformá-lo em um círculo virtuoso é o sistema de garantias de crédito, com o propósito de viabilizar o acesso de MPEs às melhores linhas de crédito, com prazos, juros, carência e demais condições adequadas à necessidade da empresa”, salienta.

Na grande região Oeste, a Sociedade de Garantia de Crédito (SGC GaranteOeste-SC) foi fundada em maio de 2014 com o objetivo de elevar a competitividade e o desenvolvimento sustentável das empresas. Sua missão é emitir cartas de garantia de crédito para facilitar a concessão de financiamentos e diminuir os encargos financeiros dos pleitos de micro e pequenos empreendedores que buscam capital de giro e investimentos nas instituições financeiras para que possam inovar, se desenvolver e crescer.

O presidente da GaranteOeste, João Carlos Scopel, esclarece que a função de uma SGC não é conceder financiamentos. “Ela não empresta o dinheiro, mas aproxima as empresas associadas dos agentes financeiros por meio de complemento de garantias e da preparação da documentação necessária à obtenção do empréstimo. A GaranteOeste-SC exerce papel fundamental no apoio técnico às empresas com a finalidade de fomentar os negócios e torná-los mais competitivos ao oferecer suporte para que as empresas façam a gestão de seus recursos de forma adequada e, com isso, cresçam e obtenham solidez no mercado”.

A GaranteOeste-SC é resultado da união das Associações Empresariais das regiões Oeste e Extremo Oeste, em parceria com o Sebrae/SC. Atualmente, seus Conselhos Administrativo e Fiscal são formados por representantes da Facisc e suas 18 Associações Comerciais, incluindo a ACIC Chapecó, Sicoob, Sicredi e Cresol, além do Sebrae/SC.


POR QUE A GARANTEOESTE EXISTE Para promover a competitividade e desenvolvimento empresarial, por meio da concessão de cartas de garantia para avalizar crédito aos empreendedores de pequeno porte em solicitações de empréstimos junto às instituições financeiras conveniadas. A ideia é fazer com que os pequenos negócios e os microempreendedores individuais (MEIs) tenham condições de acessar o crédito com menor taxa de juros. A GaranteOesteSC intermedia empresas e instituiçõesfinanceiras e fica como garantidora das operações, assegurando seu pagamento em caso de inadimplência. Com isso, não há risco para a instituição financeira e a taxa de juros para o cliente reduz substancialmente. O objetivo é alavancar as micro e pequenas empresas com: viabilização do acesso ao crédito junto a bancos e cooperativas de créditos para empresas que não o conseguem em função da falta de garantias; redução de taxas de juros dos financiamentos; e agilização do processo decisório de concessão do crédito, proporcionado pela carta de garantia.

O QUE SÃO CARTAS DE GARANTIA DE CRÉDITO São uma espécie de promessa de pagamento emitida pela SGC para as instituições financeiras, sejam elas bancos ou cooperativas de crédito. Com a carta de garantia, é possível adquirir facilidades no financiamento, como juros menores.

PARA QUE SERVEM AS CARTAS DE GARANTIA DE CRÉDITO Para garantir à instituição financeira o pagamento do financiamento feito pela empresa. No caso de inadimplência do tomador do crédito, a GaranteOeste-SC paga o valor equivalente à carta de garantia, sendo uma segurança de recebimento do financiamento por parte da instituição financeira, pois diminui o risco e o aporte de provisões ao Banco Central. Por isso, pode reduzir os juros e beneficiar o tomador de crédito.

SERVIÇOS OFERECIDOS PELA GARANTEOESTE-SC • Cartas de Garantia para Capital de Giro: reservas de recursos para serem utilizadas para suprir necessidades financeiras ao longo do tempo. Exemplo: estoque, contas a receber, no caixa ou no banco. • Cartas de Garantia para Investimento Fixo: compra de máquinas, equipamentos, veículos, reformas para sua empresa. • Cartas de Garantia para Investimento Misto: para investimentos fixos e para capital de giro.

BENEFÍCIOS PARA O EMPRESÁRIO • Facilidade de acesso ao crédito junto a bancos e cooperativas de crédito; • Redução do custo da operação financeira; • Redução das taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras; • Fornecimento de carta de crédito como garantia; • Possibilidade de aderir a diversas modalidades de financiamento, de acordo com as ofertas dos bancos e das cooperativas de crédito. *A liberação das cartas de garantia de crédito está sujeita à análise e aprovação do cadastro.

FUNDO GARANTIDOR ACIC-GARANTEOESTE A ACIC fez um aporte para a criação do fundo, com contrapartida de instituições financeiras como o Sicoob MaxiCrédito que, juntas, totalizam um limite rotativo de R$ 2,4 milhões. O Fundo Garantidor tem a ACIC com a iniciativa de aporte, a GaranteOeste com a gestão da concessão das cartas de garantias e as instituições financeiras com a contrapartida no aporte. O Fundo é uma linha de crédito direcionada para micro e pequenas empresas associadas à entidade. “Nossa preocupação é adotar medidas com o objetivo de tranquilizar e dar um equilíbrio aos empresários, para que possam, mesmo com as restrições que continuam acontecendo para controlar a disseminação do vírus, continuar com suas atividades. Queremos encorajar e possibilitar iniciativas de manutenção dos negócios e crescimento após essa tempestade”, salienta Sergio Perondi.

FUNDO GARANTIDOR ACIC-GARANTEOESTE Para mais informações sobre o Fundo Garantidor as empresas associadas podem entrar com contato com a GaranteOeste pelos telefones (49) 3025-4407 e (49) 3025-5955 ou pelo e-mail executivogaranteoeste@gmail.com e com a ACIC pelo e-mail comercial@acichapeco.com.br.


Planejamento Tributário para pequenas e médias empresas Por: Márcio Alves, professor graduado em Ciências Contábeis, especialista em Contabilidade e Controladoria e mestre em Ciências Contábeis. Possui experiência profissional de 30 anos na área de administração, com atuação na controladoria financeira de empresas nacionais e multinacionais de médio e grande porte.

As empresas brasileiras necessitam conhecer as alternativas legais e possíveis que podem ser consideradas na apuração dos seus tributos devidos ao fisco municipal, estadual e federal, e desta forma obter otimização dos gastos tributários e a maximização dos resultados econômicos e financeiros da empresa, oferecendo maior retorno aos acionistas. Em paralelo é necessário a correta aplicação da legislação tributária com suas constantes alterações e atualizações, que impactam as normas que regulam o nosso sistema tributário responsável pela determinação da carga tributária brasileira. É importante o constante aperfeiçoamento e aprofundamento dos conhecimentos tributários pelos profissionais e empresas. É fundamental se manter atualizado, levando em consideração o cenário político e econômico atual, além do histórico da complexa realidade tributária e do projeto que tramita para uma ampla reforma tributária. A ACIC ofereceu um curso sobre o tema. O programa de ensino ofereceu conteúdosatualizados a fim de: a) Apresentar a estrutura do sistema tributário brasileiro nas esferas municipal, estadual e federal; b) Apresentar conceitos para o planejamento tributário tais como princípios constitucionais tributários, incidência, imunidade, isenção, obrigação tributária, fato gerador, vigência, eficácia da lei tributária, responsabilidade tributária, e crédito tributário; c) Discutir o processo de fiscalização eletrônica tributária executado pelo Fisco; d) Apresentar os principais tributos que compõem a carga tributária das empresas brasileiras: regras e cálculos para impostos, taxas e contribuições sociais; e) Comparar os sistemas tributários mediante estudos de casos práticos por empresas do ramo comercial, industrial e prestação de serviços; f) Apresentar os principais benefícios e incentivos fiscais: enquadramento e cálculos; g) Demonstrar soluções de planejamento tributário utilizadas pelas empresas brasileiras para redução da carga tributária sem a criação de passivos tributários; h) Apresentar as principais oportunidades para recuperação tributária que estão sendo pleiteadas pelas empresas nas esferas administrativa e judicial.


Kemia, empresa associada ACIC, desenvolve tecnologias inovadoras para tratamento de efluentes

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Oferecer sistemas mais compactos, eficazes e fáceis de operar para tratamento de efluentes de difícil tratabilidade, como chorume de aterro sanitário, é o objetivo da empresa chapecoense Kemia Tratamento de Efluentes. Com atuação desde 2017, a Kemia desenvolve soluções atuando no projeto, produto, implantação e operação dos sistemas. O propósito é oferecer um produto/solução para tratamento de efluentes utilizando tecnologias verdes de eletro-oxidação e eletrofloculação no intuito de tornar o processo mais eficaz, ambientalmente correto, de simples operação, econômico e sustentável. De acordo com o sócio da empresa, Rafael Celuppi, a Kemia surgiu pela percepção da necessidade do mercado de novas tecnologias para tratamento de efluentes, pois os métodos tradicionais geralmente demandam grandes áreas ou elevado consumo de energia elétrica tanto em aterros sanitários como em agroindústrias, indústrias químicas e farmacêuticas, na criação de suínos, entre outros. “O mercado apresenta carência de tecnologias que conciliem baixo custo, espaço e alta eficiência”. A Kemia possui sete sócios, 47 colaboradores e atua em todo o País, atendendo pequenas, médias e grandes empresas. Para o sócio administrador, Ricardo Leidens, um dos maiores desafios do início era ser uma empresa nova, com uma tecnologia nova e equipe formada por profissionais jovens. “Tivemos uma barreira até conseguir entrar no mercado. Foi necessário comprovar e afirmar a eficácia dos nossos produtos, mas depois a aceitação foi grande e os clientes vão indicando outros”, relata. Nessa caminhada, a empresa já conquistou diversas premiações. Entre elas, o Prêmio de Inovação Catarinense, classificou-se como a pequena e média empresa mais inovadora do Sul do País, foi premiada como startup do ano, selecionada no edital de Inovação para a Indústria e recebeu o Prêmio Kurt Politzer de Tecnologia, considerado a principal gratificação da indústria química nacional. Atualmente, a Kemia desenvolve projetos com grandes parceiros de pesquisa: a Embrapa Suínos e Aves, a Unochapecó e o Senai de Blumenau. “Estamos desenvolvendo novas tecnologias para curto, médio e longo prazo. Um dos projetos é com a Embrapa para uso de biogás como substituição de combustíveis fósseis. Construímos um reator, em Concórdia, que gera energia a partir do biogás, e com ela é abastecido o carro da instituição. O projeto está na fase final de testes”, expõe Leidens. Para Celuppi é de extrema importância a empresa estar associada à ACIC. “Acreditamos que o trabalho colaborativo faz Chapecó e região crescerem. É assim que a Kemia faz e é assim que a inovação acontece. Para inovar é preciso envolver pessoas, empresas e entidades, com responsabilidade. Sozinhos não conseguimos inovar com grande impacto. Os parceiros, colegas que acreditam nos projetos, são necessários para dar certo e fazer fluir”, enfatiza, ao acrescentar que na ACIC é possível trocar experiências e conhecimentos. “O associativismo prova que a nossa região também é forte por conta disso e a ACIC é referência”, conclui Celuppi.

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Contribuintes do IR de SC deixam de doar R$ 250 milhões a fundos sociais Por: Estela Benetti, publicado no NSC Total, em 14/06/2021

A maioria dos contribuintes pessoas físicas de Santa Catarina reclama das altas alíquotas do Imposto de Renda, mas não aproveita as leis existentes para destinar aos fundos sociais os 6% que a legislação permite. Por falta de informação, esquecimento ou omissão, deixaram de doar nas declarações de renda do exercício 2020, entregues até 31 de maio deste ano, R$ 251 milhões para instituições do Estado ou de outras regiões que atendem crianças, adolescentes e idosos. De acordo com a superintendência da Receita Federal em SC e no Paraná, os contribuintes catarinenses poderiam ter doado R$ 257,6 milhões, mas destinaram apenas R$ 6,1 milhões. Desse montante, R$ 4,9 milhões foram para o Fundo da Infância e Adolescência (FIA) e R$ 1,2 milhões para Fundo do Idoso. Mas esse baixo percentual de doação acontece também em outros estados. Segundo a Receita Federal, os paranaenses abriram mão de doar R$ 416,4 milhões ao destinar apenas R$ 13,3 milhões aos fundos. Juntos, Santa Catarina e Paraná poderiam ter doado R$ 674 milhões no exercício do ano passado, mas destinaram apenas R$ 19,5 milhões, menos de 3% do total permitido. O desafio é fazer chegar esse dinheiro a quem precisa, por meio de educação, cultura e cuidados. Uma das lideranças que trabalham em SC para difundir mais essas possibilidades de doações a contribuintes e contadores é o presidente da Associação Empresarial de Chapecó (Acic), Nelson Akimoto. Na gestão dele na ACIC, foi criado o portal social para a apresentação de projetos, que trabalha em parceria com o portal social da Federação das Indústrias de SC (Fiesc). Ele recomenda que todas as associações empresariais façam seus portais com projetos. Akimoto afirma que a maioria das cidades têm instituições e pessoas de menor renda que precisam desses recursos mas vários problemas fazem com que as doações não cheguem aos necessitados. Ele cita a burocracia, o fato de ser facultativo, a pouca difusão entre as pessoas que declaram Imposto de Renda e de nem todos os profissionais de contabilidade ajudarem nessa prática. Para fazer doações, primeiro são necessários projetos. Entidades de assistência social ou outras, dos municípios, precisam elaborar os projetos. Depois, o contribuinte pode escolher – alerta Akimoto. O empresário conta que se tornou um propagador da causa porque atua nas duas frentes. É doador como empresário, mas também lidera entidades que precisam dessa captação. Um dos projetos recentes feitos em Chapecó foi um curso de panificação para jovens. Outro em andamento é uma orquestra sinfônica para a cidade. Akimoto conta que, para o Fundo do Idoso, como não há projetos nessa área em Chapecó, dou para um da região. As empresas que declaram renda pelo lucro real, por exemplo, podem doar até 9% do Imposto de Renda a pagar. Podem destinar recursos aos fundos de esporte e cultura, além dos sociais. Um exemplo é o da ISA CTeep, empresa nacional líder em transmissão de energia que firmou parceria com o programa Campeões da Vida, do Instituto Guga Kuerten, de Florianópolis. Doou R$ 500 mil para o programa que ensina gratuitamente crianças e adolescentes a jogar tênis. Os recursos serão para atividades de duas vezes por semana a 420 estudantes. O presidente da companhia, Rui Chammas, disse que o objetivo é investir para fortalecer a igualdade de oportunidades. Segundo ele, a companhia doou R$ 19 milhões em 17 projetos e 2020, com recursos incentivados ou próprios. A ISA está começando obra em Biguaçu, que inclui nova subestação, ampliação de subestação já instalada, com trechos aéreos, subterrâneos e até submarinos. E essa linha de 230 kV que vai permitir mais uma conexão de energia para a Ilha de SC.


Cases Portal Social ACIC A ACIC mantém o Portal Social, com objetivo de promover a divulgação de projetos aprovados pelas leis de incentivo fiscal. Na plataforma, são cadastrados projetos do terceiro setor de Chapecó e da região. O endereço para acesso é o https://portalsocialacic.com.br/.

INCLUSÃO A PARTIR DA MÚSICA

O Programa Viver Ações Sociais, de Chapecó, teve o projeto Viver Orquestrando Talentos Infanto-Juvenis aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura. O objetivo é oportunizar para crianças e adolescentes cursos e vivências culturais a fim de resgatar, fortalecer e engrandecer o ser humano no que tange valores atemporais, tradições culturais, espaços de convivência saudáveis, onde há trocas de experiências, fortalecimentos de vínculos comunitários e despertar talentos no aprendizado e profissionalização da música instrumental erudita por intermédio de aulas de orquestra. O projeto visa a estruturação de uma Orquestra do Viver. O recurso servirá para aquisição de instrumentos e contratação de uma equipe de instrutores para as aulas. O projeto também prevê a oferta de palestras culturais e a aquisição de vestimenta para apresentações.

PRESERVAÇÃO DE PATRIMÔNIO MATERIAL Construir a sede própria do Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (CEOM). Esse é o objetivo de projeto da Fundação Universitária do Desenvolvimento do Oeste (Fundeste) aprovado pela Lei de Incentivo à Cultura. A intenção é criar instalações qualificadas para o CEOM cumprir sua missão de salvaguardar acervos arqueológicos, documentais arquivísticos, bibliográficos; realizar e estimular pesquisa, comunicação e extensão universitária em patrimônio cultural, memória, história, arquivologia, arqueologia e museologia, visando a preservação, valorização, difusão do acervo da cultura regional, de natureza material e imaterial, e fomento sócioeconômico-cultural, a serviço da sociedade e seu desenvolvimento. O CEOM é um programa de pesquisa e extensão da Fundeste, criado em 1986. Promove acesso gratuito aos bens de interesse histórico-cultural sob sua guarda para diversos públicos.


Escolas particulares reforçam medidas de segurança contra covid-19 Convivência com os colegas, aperfeiçoamento da linguagem e da inteligência emocional, tolerância, organização, socialização e desenvolvimento amplo de todas as capacidades são alguns dos benefícios de frequentar as escolas presencialmente em diferentes idades. As aulas foram suspensas em março de 2020 por conta da pandemia da covid-19, sendo que as atividades presenciais das redes públicas de ensino continuam em regime remoto em diversas regiões brasileiras, de acordo com levantamento da Unesco. Os estados que optaram por aulas presenciais, como é o caso de Santa Catarina, estão retomando de forma gradual e escalonada, contando com o ensino híbrido. Em Chapecó, o Núcleo das Escolas Particulares da ACIC tem feito um amplo trabalho junto às instituições para a retomada e a manutenção das aulas presenciais com segurança e qualidade. Para o retorno, todas as escolas do município, tanto públicas quanto privadas, fizeram um plano de contingência e, após a vistoria e autorização da Vigilância Sanitária, puderam voltar com as aulas presenciais. “Cada unidade tem sua realidade, algumas trabalham com todos os alunos diariamente, outras realizam um sistema de rodízio. Isso depende do tamanho da escola e da sua capacidade de atendimento, respeitando as determinações dos órgãos de saúde, como distanciamento, disponibilização de álcool 70%, salas arejadas, trabalhar com as crianças sobre o uso da máscara, entre outras”, comenta a coordenadora do Núcleo, Luciana Balbinott Paludo. As escolas têm trabalhado constantemente para o cumprimento dos protocolos de prevenção à covid. “As instituições estão comprometidas e, com a parceria do Conselho Municipal de Educação, da Secretaria Municipal de Educação e dos órgãos de saúde, que nos atendem prontamente quando precisamos, tem dado muito certo”, frisa Luciana, ao acrescentar que o tema também é recorrente no Núcleo, sendo discutido em todas as reuniões. “Com a escola fazendo a sua parte, a família a sua e a colaboração das instituições, o trabalho está eficiente”.

REINVENÇÃO Luciana ressalta que o período da pandemia ainda é delicado e que as escolas particulares precisaram se reinventar. “No ano passado tivemos grandes dificuldades de todas as ordens, mas nos adaptamos e iniciamos 2021 com perspectivas melhores. Porém, os desafios continuam. O que temos feito é esse grande e constante trabalho de manter o cumprimento dos protocolos, com comprometimento e responsabilidade. Precisamos estar atentos porque trabalhamos com vidas: o que a família tem de mais precioso é o seu filho e é com essas crianças e adolescentes que atuamos. Então o cuidado é imenso”, salienta. No período em que os alunos tiveram somente aulas on-line ficaram lacunas. Luciana cita como exemplo as crianças pequenas: muitas retornaram com dificuldade na oralidade, com atraso no desenvolvimento motor, entre outros aspectos. “Elas perderam a convivência e os desafios que o ambiente escolar disponibiliza. Com os maiores observamos perdas em aspectos de convivência. Isso tudo está sendo resgatado, mas é preciso tempo e trabalho. Também projetando o que vem pela frente. Aprendemos a importância da adaptação, de somar esforços, de fazer boas parcerias”, finaliza Luciana. PERÍODO DE FRIO INTENSO Diante do frio intenso que a região vive, o Núcleo das Escolas Particulares reforça que os cuidados relacionados no Plano de Contingência de cada escola sejam seguidos e que as famílias estejam atentas, cumprindo com todas as orientações de cada instituição. As famílias têm a flexibilidade de enviar os filhos presencialmente ou mantê-los on-line.

SOBRE O NÚCLEO O Núcleo das Escolas Particulares foi criado no fim do ano passado com o objetivo de fomentar o associativismo empresarial, buscar união das escolas particulares e aprender juntas, respeitando as particularidades de cada instituição. Integram o Núcleo das Escolas Particulares as seguintes instituições: Adoleta - Berçário e Maternal, CEI Algodão Doce, Centro de Educação Infantil Bebê Criança (CEIB), Centro de Educação CEIB, Centro Educacional Despertando o Saber, Centro Educacional Dom Bosco, Colégio Exponencial, Colégio Logosófico González Pecotche, Colégio Trilíngue, Maple Bear Chapecó e Mother Care Kids.


A logística do oeste catarinense e o planejamento Por: Mario Cezar de Aguiar, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC)

Mario Cezar de Aguiar

O oeste catarinense possui relevante atividade econômica, um legado do empreendedor da região, cuja integridade enfrenta um desafio – a precariedade logística. A situação deve ser enfrentada considerando a falta de capacidade de investimentos públicos e planejamento. Este último foi motivo do empenho da FIESC no sentido de inserir Santa Catarina no Plano Nacional de Logística (PNL). Para o curto prazo são bem conhecidas as demandas, traduzidas na precariedade das rodovias federais e estaduais que exigem preservação, restauração e ampliação de capacidade. Porém, e avaliando o histórico da execução dos investimentos e a gestão pública da infraestrutura, percebemos que a solução passa pela participação privada. Neste sentido, no PNL propomos, além de um plano de conservação rotineira das nossas rodovias, corredores logísticos estratégicos, destacando o das BRs 163, 282 e 470, o “corredor natural”, com incorporação de segmentos estaduais, além de outros corredores, integrando as rodovias estaduais e federais localizadas na região. Incluímos ainda a proposta do Complexo Ferroviário multimodal catarinense com visão de suprimento e distribuição, atendendo todos os setores e regiões para o acesso tanto ao mercado interno quanto internacional. No modal dutoviário o suprimento de gás natural ao planalto e oeste catarinense. A proposta está disponível no endereço eletrônico: www.fiesc.com.br. O exercício de reunir especialistas para entender o PNL e contribuir para a inserção de Santa Catarina reforçou a visão que a FIESC tem reiteradamente chamado a atenção: precisamos de um planejamento sistêmico e integrado da logística catarinense, considerando a intermodalidade. Sem isto, continuaremos sendo coadjuvantes no planejamento federal, em função do nosso arranjo produtivo diferenciado, cuja logística não se restringe a carregar grãos no caminhão para levar ao porto. Precisamos de um portfólio de obras e projetos, identificando oportunidades e corredores eficientes, ou seja, um Plano Estadual de Logística de qualidade.


Está pensando em adquirir ou vender automóveis? Conheça a nova solução oferecida pela ACIC, por meio da Facisc: a Consulta Veicular. Fundamental para quem comercializa automóveis, a ferramenta é uma solução viabilizada pela Facisc, em parceria com a CDL Porto Alegre, que oferece acesso a uma plataforma on-line que reúne todas as informações atualizadas para análise de veículos em todo o Brasil. A Consulta Veicular foi criada a partir da Lei Federal Nº 13.111/2015, que determina aos comerciantes de veículos automotores, novos ou usados, que prestem informações aos compradores da situação de regularidade junto às autoridades de trânsito que impeçam a circulação do veículo. Com a consulta, é possível ver todo o histórico do automóvel, assim como débitos e multas que devem ser quitados, se o veículo possui gravame, restrições jurídicas, sinistro, se é de leilão, furtado ou roubado. Também é possível saber se houve alteração na quilometragem. O coordenador comercial da ACIC, Deividi Baldessar, explica que a Consulta Veicular disponibiliza informações atualizadas em tempo real, relatório de consultas com análise completa, histórico com a consulta pela placa ou chassi e informações com abrangência nacional. “São aspectos importantes para verificar na hora de comercializar veículos”, frisa, ao acrescentar que a plataforma atende as necessidades de toda e qualquer empresa que tenha interesse em informações veiculares, proporcionando segurança nas transações. INFORMAÇÕES Saiba mais sobre o serviço com o coordenador comercial da ACIC, Deividi Baldessar, pelo e-mail comercial@acichapeco.com.br ou pelos telefones (49) 3321-2800 e (49) 9 8423-1315.


BRDE.com.br


A sociedade brasileira é cliente do setor público e não o contrário A ACIC apoia uma Reforma Administrativa ampla e justa, em que as mudanças sejam válidas a partir de novas contratações, trazendo eficácia ao Estado Brasileiro. Para esclarecer o que defende, informar a sociedade sobre a necessidade de uma reforma e cobrar os representantes públicos, lançou, em 2020, a campanha “Se não for agora, será quando? Se não for provocada por nós, será por quem?”. No ano passado foi trabalhada a questão da Reforma Tributária e, agora, as atenções se voltam à Reforma Administrativa, cujo projeto está em debate no Congresso Nacional. Para a ACIC, a Reforma Administrativa precisa modernizar o Estado e valorizar a eficiência, atuando nos seguintes pontos: novo modelo de carreiras; equiparação dos salários com o setor privado; implementação de sistema de meritocracia; flexibilização da estabilidade; redução do número de cargos de indicação e estabelecer critérios para as contratações; extinguir exceções da lei do teto-salarial; digitalização e revisão do marco regulatório da administração pública. Nesta entrevista, o segundo vice-presidente da ACIC, Helon Rebelatto, explana sobre o tema.

Finalmente, o Congresso está discutindo a tão esperada Reforma Administrativa. Em sua opinião, agora existe vontade política para aprovação de uma verdadeira reforma? De um lado, temos um governo que precisa mostrar serviço e cumprir com o que prometeu na sua campanha, que sabe que se não houver uma reforma, ali na frente a conta não vai fechar. De outro, temos deputados conscientes da necessidade dessa reforma, outros que se opõem (para ser oposição), sem avaliar os prejuízos para os cidadãos. E um terceiro grupo que tentará tirar vantagem, vendendo seu voto. Assistindo tudo, a população, que paga e pagará ainda mais se não houver aprovação de uma verdadeira reforma. Creio que o momento – não difere de outros que já tivemos, mas com a situação econômica do País imposta pela pandemia – é motivo mais que forte para que os políticos coloquem a mão na consciência e aprovem a Reforma Administrativa.

O que a sociedade brasileira realmente espera dessa Reforma Administrativa? A sociedade brasileira é cliente do setor público e não o contrário. Trabalhamos cinco meses do ano para sustentar a máquina pública. O mínimo que esperamos é que o serviço prestado seja eficiente e que haja perspectiva de redução de gastos.

Parte do funcionalismo público recebe salários exagerados e privilégios indecentes, enquanto uma extensa parcela – exatamente aquela que atende diretamente a população nas áreas de saúde, educação, segurança etc. – é relativamente mal paga. Será possível eliminar distorções como essa? 83% dos funcionários federais estão entre os 20% mais ricos do Brasil. Isso não está certo! Aí começa a desigualdade social. A Reforma Administrativa deve estabelecer o fim das exceções ao teto salarial, estabelecido por lei. Na outra ponta, temos os funcionários que atendem diretamente a população, desvalorizados e desmotivados, graças a forma como o Estado é gerido. Um sistema de meritocracia que seja justo e que saia do papel deve ser implementado. Um sistema que valorize o bom e eficiente funcionário.


O Brasil é um dos países do mundo que maior parcela do PIB gasta com servidores públicos e que, de outro lado, presta os piores serviços à população. O contribuinte brasileiro cansou de carregar esse peso nas costas? Os contribuintes/clientes estão fartos da pesada carga tributária e a redução de impostos só virá com redução de gastos. O Estado Brasileiro arrecada muito e investe mal, sem falar nos desvios de recursos públicos. Não houve modernização dos processos, a não ser na área arrecadatória. E cliente satisfeito é cliente bem atendido.

Uma das queixas mais frequentes é a baixa produtividade do servidor público brasileiro nas três esferas da Administração Pública (Município, Estado e União). Como resolver isso? Um dos fatores que mais contribuem para a baixa produtividade é a falta de valorização do funcionário público eficiente que, além disso, tem que conviver com a situação de ter chefes indicados, unicamente, pelo fator político, sem nenhuma capacidade para a função. A implementação de um sistema de meritocracia, como dito anteriormente, a redução do número de cargos por indicação, com determinação de critérios para essas contratações, e a digitalização do Estado trarão mais eficiência.

Como deve ser tratada na Reforma Administrativa a delicada questão da estabilidade funcional do servidor público? A estabilidade é algo questionado há anos, inexistente no setor privado. Ela produz acomodação em uma parcela do funcionalismo e também dificulta os processos de modernização do setor público. Um exemplo é o número de datilografistas que existem na esfera federal. Mas deve ser estabelecido critérios que impeçam que o fator político seja usado como motivação para as demissões.

Especialistas sustentam que a Reforma Administrativa é mais importante que a Reforma Tributária porque pode definir uma estrutura mais racional e moderna para o funcionamento do Estado Brasileiro, de forma a tornar mais justa a equação entre os recursos retirados da sociedade para o funcionamento da máquina administrativa e a retribuição oferecida (serviços prestados). O Sr. concorda com essa assertiva? Plenamente. O setor público não gera recurso financeiro, quem gera é o setor privado. Quando falta recursos, o Estado aumenta impostos para pagar a conta, enquanto as empresas e as pessoas cortam gastos. Se continuarmos nesse sistema, chegará o momento que não haverá motivação das pessoas em abrir empresas ou mesmo trabalhar, pois o que ganham vai para a máquina pública, que não entrega os serviços adequados e nos obriga a gastar (novamente) para ter o serviço: plano de saúde, escola particular, segurança, pedágios etc. A Reforma Administrativa adequada trará eficiência ao Estado, gerando melhores serviços à população e diminuição de gastos, que podem no futuro promover a redução dos impostos.

“A Reforma Administrativa adequada trará eficiência ao Estado, gerando melhores serviços à população e diminuição de gastos, que podem no futuro promover a redução dos impostos”


Gestão empresarial profissional x amadora Por: Valdecir de Moura, coordenador do Núcleo de Gestão pela Excelência.

Quantas empresas temos hoje espalhadas pelo Brasil? Pergunta um pouco difícil de responder assim de bate pronto, mas com certeza são milhões. Agora vamos dificultar um pouco mais a pergunta. Quantas dessas são profissionais e quantas são amadoras? A um tempo atrás, para gerar riquezas, era necessário terra, capital e trabalho. Hoje, mais do que nunca, é necessário terra, capital, trabalho e GESTÃO. As empresas profissionais são concorrentes terríveis e competidores temíveis, e não importa o tamanho. Podemos ter empresas de porte pequeno que são extremamente profissionais e empresas gigantes que são amadoras ao extremo. Quando uma empresa profissional entra em um determinado segmento, tenham certeza de uma coisa: é para conquistar o espaço e obter a liderança. O planejamento, a organização, a gestão em todos os sentidos, o cuidado com os clientes, o marketing, a estrutura, os processos, funções. Isso é a base para uma gestão profissional. A gestão é amadora quando trabalha como um barco a vela sem controle, vai como o vento sopra e se der certo foi por sorte. A gestão muitas vezes não funciona, pois na análise de resultados, nas decisões tomadas e muitas vezes em cada picuinha, o que prevalece é a briguinha pessoal, a teimosia e não uma questão séria, madura e profissional. Quando acertar isso, comece investindo em capacitação, conhecimentos, busque novas práticas em gestão. Com um diagnóstico bem elaborado, planejamento, acompanhamento, controle, análise e decisões, liderança, inovação na prática sua empresa poderá evoluir em maturidade e profissionalismo. Lembre-se: o mercado não é bom para amadores, mas sim para profissionais. Analise em que estágio sua empresa está.

A EMPRESA COMPETITIVA A plena satisfação do cliente resulta de uma experiência total, que deve partir das experiências vividas por ele com a empresa: desde a publicidade ou a indicação, a visita, o atendimento, a compra, o faturamento, a entrega até o produto ou serviço em uso, assistência técnica, etc. Para os clientes, não existem apenas produtos ou serviços: é o somatório de todas as suas experiências e impressões que define se a transação valeu a pena e se haverá a disposição de repetí-Ia. A empresa moderna deve estar continuadamente exercitando formas, novas ou já usuais, de manter-se no mercado, mas não só manter-se, isso só já não basta, pois as que pensam assim têm uma grande probabilidade de perder espaço para a concorrência. As empresas devem conquistar a fidelização diária de seu cliente. O foco deve ser o aperfeiçoamento, o amadurecimento, a melhoria contínua em tudo o que se presta a fazer. A premissa básica é ser competitivo. A partir daí estratégia, planos, métodos, devem ser colocados em prática, visando o alcance de resultados ótimos, expressivos e com certeza promissores. Uma empresa competitiva é aquela que briga no mercado, tem a sua parcela de clientes satisfeitos, acredita no seu negócio e faz de tudo para mantê-lo em boa posição, transmite confiança, credibilidade e tem boa aceitação dos seus produtos e serviços. Perceba que as palavras de ordem são COMPETITIVIDADE e EXCELÊNCIA. Então faça de tudo para contemplar o maior número de requisitos que seus clientes demandam e sairá fortalecido e pronto para enfrentar desafios, cenários complexos e possivelmente não muito animadores como o atual. Aja, não fique esperando. Para uma empresa ser de excelência, seus profissionais precisam ser excelentes. Quando se fala em competividade e excelência, o fator “pessoa” é determinando para o sucesso de qualquer empreendimento. Invista na cultura organizacional e transforme-a em facilitadores da excelência. Facilitador é aquele que quer ou pretende facilitar algo ou alguma coisa. Aqui o facilitador se coloca como aquele que se importa com aquilo que o grupo está vivenciando, como aquele que estabelece uma relação sincera. Uma de suas atribuições é ajudar o grupo a perceber e compreender os diferentes elementos que compõem a melhoria. O facilitador estabelece um clima positivo construído coletivamente pelos laços de confiança em relação ao grupo e a cada pessoa que o compõe. É um elemento fundamental para garantir a união e motivação do grupo e do processo que está conduzindo. É aquele que ajuda o grupo a enxergar o movimento que permeia o processo, a perceber o fio condutor da situação. O facilitador estará desempenhando em profundidade o seu papel ao promover a aproximação dos envolvidos, a redução dos ruídos na comunicação, a clarificação das ideias e a diminuição das diferenças. Com isso, é potencializado o que há de mais profundo nos seres humanos: os sentimentos e desejos, que tornam-se propulsores de ações concretas para mudança e transformação pessoal e empresarial. Seja um facilitador da excelência. Construa e evolua. A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) traz uma visão moderna de gestão, alicerçada na plataforma MEG 21, e aporta às organizações conhecimento, ferramentas e processos relevantes para a construção de uma jornada de transformação por meio de diagnósticos, cursos, certificações, reconhecimentos, mentorias, palestras e workshops.


O Modelo de Excelência em Gestão (MEG) incorpora as mais recentes e emergentes questões concernentes à gestão, sendo de fácil absorção e entendimento, sem, no entanto, afetar o rigor técnico com que os temas são tratados. Ele é composto por oito Fundamentos da Excelência: pensamento sistêmico, aprendizado organizacional e inovação, liderança transformadora, compromisso com as partes interessadas, adaptabilidade, desenvolvimento sustentável, orientação por processos e geração de valor.

FUNDAMENTOS DA EXCELÊNCIA A plena satisfação do cliente resulta de uma experiência total, que deve partir das experiências vividas por ele com a empresa: desde a publicidade ou a indicação, a visita, o atendimento, a compra, o faturamento, a entrega até o produto ou serviço em uso, assistência técnica, etc. Para os clientes, não existem apenas produtos ou serviços: é o somatório de todas as suas experiências e impressões que define se a transação valeu a pena e se haverá a disposição de repetí-Ia. A empresa moderna deve estar continuadamente exercitando formas, novas ou já usuais, de manter-se no mercado, mas não só manter-se, isso só já não basta, pois as que pensam assim têm uma grande probabilidade de perder espaço para a concorrência. As empresas devem conquistar a fidelização diária de seu cliente. O foco deve ser o aperfeiçoamento, o amadurecimento, a melhoria contínua em tudo o que se presta a fazer. A premissa básica é ser competitivo. A partir daí estratégia, planos, métodos, devem ser colocados em prática, visando o alcance de resultados ótimos, expressivos e com certeza promissores.

PENSAMENTO SISTÊMICO Visão interna da empresa e o ambiente com o qual interage. Tudo como é o que pode ajudar ou atrapalhar. Sempre estar atento. APRENDIZADO ORGANIZACIONAL E INOVAÇÃO Buscar sempre estudar e aprender novas competência, habilidades e técnicas. Aprender e inovar sempre: esse é o caminho. LIDERANÇA TRANSFORMADORA Atuação dos líderes de excelência, atentos a tudo que o cerca e mobilizando as pessoas em torno de valores, princípios e objetivos da empresa, preparando líderes e pessoas. Todos devem estar engajados com o mesmo propósito. COMPROMISSO COM AS PARTES INTERESSADAS É preciso o entendimento das necessidades e demandas de clientes, colaboradores, empresários, fornecedores, governo, sociedade, suas inter-relações com as estratégias e com os processos, em uma perspectiva de curto e longo prazos. Não pode-se perder o foco. ADAPTABILIDADE Ter flexibilidade e capacidade de mudança em tempo hábil. Sem essa agilidade, nossas chances de sermos bem-sucedidos diminuem drasticamente. Ciclos rápidos de aprendizagem, velocidade na implementação de melhorias com o emprego de métodos ágeis, este são fatores que impulsionam a transformação. Estar preparado para mudar sempre. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Corresponde ao compromisso da organização em responder pelos impactos de suas decisões e atividades, na sociedade e no meio ambiente, e de contribuir para a melhoria das condições de vida por meio de um comportamento ético e transparente. Fazer a diferença na sociedade. ORIENTAÇÃO POR PROCESSOS Fica clara a importância dos processos, em cada etapa, buscar a eficiência e eficácia nas atividades, utilizando dados e informações de forma a agregar valor e resultados. Fazer a excelência acontecer em cada passo. GERAÇÃO DE VALOR Alcance de resultados econômicos, sociais e ambientais e dos processos que os potencializam em níveis de excelência e que atendam às necessidades e expectativas dos clientes e das demais partes interessadas. Gerar resultados efetivos.

NÚCLEO DE GESTÃO PELA EXCELÊNCIA O núcleo de Gestão pela Excelência da ACIC tem parcerias com a Fundação Nacional da Qualidade, ExcelênciaSC, Facisc, Sebrae e diversas outras instituições. Realiza diversos eventos de qualificação, apresentação de cases de sucesso, debate e troca de práticas entre os nucleados de Chapecó e de Santa Catarina. O Núcleo pode ser uma grande alavancagem e aproximação de sua empresa a instituições, conteúdos e orientações para a busca da excelência. Dê o primeiro ou mais um passo rumo à excelência: entre em contato e saiba mais.


Sustentabilidade na empresa, por onde começar?

“Desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazer suas próprias necessidades.” Aqui está a definição de desenvolvimento sustentável mais difundida ao longo do tempo, publicada pela primeira vez em 1987 no relatório “Nosso Futuro Comum”, que trouxe a disseminação da ideia de desenvolvimento sustentável. Dentre os temas contemplados estavam os efeitos da pobreza, consumismo elevado e impactos significativos sofridos pelo meio ambiente, como reflexo das desigualdades sociais. Esse relatório trouxe à luz o conceito que vinha sendo discutido desde a década de 1970 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Em outras palavras, pode-se descrever o desenvolvimento sustentável como uma forma responsável de fazer negócios, garantindo as necessidades do presente sem que haja o comprometimento dessa garantia para as gerações futuras, ou seja, manter a cadeia produtiva de forma consciente e responsável, para garantir a perenidade do negócio, independentemente do porte organizacional e ramo de atuação. Logo, tornar-se sustentável é um desafio aceito pelos líderes e refletido em boas práticas nas ações realizadas na empresa e comunidade, de acordo com os princípios da sustentabilidade por manterem o equilíbrio nas dimensões econômica, ambiental e social, priorizando os interesses socioambientais coletivos. Alcançar a sustentabilidade do negócio significa permitir-se estar em processo de melhoria contínua, identificar as fontes, processos organizacionais e buscar melhorar. Neste quesito, é de extrema relevância conhecer sobre o negócio, sobre a empresa, para que possa buscar formas diferenciadas de manter a cadeia produtiva, valorizando cada recurso utilizado desde a concepção do produto ou serviço até o pós-consumo, quando houver geração de resíduos. Sustentabilidade, uma palavra de significado simples e obtenção complexa, porém carregada de sentimentos. A palavra “Sustentável” possui origem do latim “Sustentare”, que por sua vez significa sustentar, defender, favorecer, apoiar, conservar e cuidar. Logo, percebemos que para alcançar a sustentabilidade dos negócios, é necessário o desenvolvimento de mecanismos viáveis para sustentar as ações, defender, favorecer, apoiar, conservar e cuidar, visando, assim, a continuidade do negócio para satisfazer as necessidades do presente, com o cuidado para que as gerações futuras possam também desfrutar dos mesmos recursos compartilhados, para a satisfação das suas próprias necessidades. Ao aceitar os desafios de transição para negócios sustentáveis ou criação de novos negócios, os líderes passam pelo processo de autoconhecimento e reconhecimento de seus próprios valores, princípios e desejos fundamentais à vida em comunidade. Estes sentimentos são transmitidos pelos líderes aos seus colaboradores, fornecedores, clientes, parceiros e comunidade onde a empresa possui operações, que por sua vez possibilita a conexão por afinidade dos propósitos da empresa e todas as partes interessadas. Esta comunicação transparente possibilita o engajamento das pessoas para a superação dos desafios. Sustentabilidade na empresa, por onde começar? Começar pelo desejo da liderança da empresa ou entidade de fazer a diferença para a sociedade através de suas ações; olhar internamente e obter conhecimento das ações internas; buscar a identificação se as ações internas realizadas estão de acordo com os princípios da sustentabilidade e desenvolvimento sustentável; coletar as informações; comunicar aos colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros, comunidade (todos onde as ações geram impacto de alguma forma); utilizar mecanismos para medir as informações coletadas, o que permitirá identificar metas alcançáveis, acompanhar, gerenciar os riscos, mitigar os impactos das ações e tomar decisões mais assertivas; garantir fidelidade das informações; desafiar-se a buscar mecanismos que visam melhorar os processos de forma economicamente viável, respeitando o meio ambiente e proporcionando melhor qualidade de vida às pessoas.


Por que comunicar? Porque a comunicação transparente das ações que estão sendo realizadas pela empresa possibilita o alinhamento dos propósitos, metas, objetivos a serem alcançados, despertando nas partes interessadas o sentimento de pertencimento. A comunicação interna deve estar presente em todas as fases dos processos, para que a equipe esteja alinhada aos objetivos e metas almejadas pela empresa. Bem como a comunicação às demais partes interessadas deve estar alinhada aos diferentes públicos onde a empresa possui operações. Um exemplo estruturado de comunicação pública para as partes interessadas são os relatórios de sustentabilidade, que podem seguir metodologias específicas a fim de direcionar a comunicação dos alinhamentos das ações adotadas pela empresa nos temas econômicos, ambientais, sociais e gestão. Estes documentos são relatos que visam declarar publicamente como os temas da sustentabilidade fazem parte da estratégia da corporação e possuem ciclos e períodos definidos. Em outras palavras, trazer a simplicidade da vida para os processos de transição de operações sustentáveis é olhar internamente para a empresa e identificar nas ações que já realiza, quais são os pontos positivos de acordo com a sustentabilidade, identificar dentre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, qual ou quais objetivos e metas estão sendo atendidos nas ações realizadas pela empresa. Identificar o que pode melhorar e estabelecer indicadores e metas concretas, bem como o período para alcançá-las. Ao identificar pontos negativos, recomenda-se gerenciar os riscos desse impacto e estabelecer o processo de melhoria.

Negócios sustentáveis são formados por diversas ações sustentáveis realizadas pela empresa. Não importa o tamanho da ação, todas são válidas. Das mais simples até as mais complexas. Para garantir a sustentabilidade é preciso identificar, medir, acompanhar e comunicar. Empresas socialmente justas, ambientalmente corretas e economicamente viáveis são adjetivos indispensáveis das organizações que desejam continuar fazendo parte da sociedade no futuro.

Por: Sílvia Vaccari. Trabalha para disseminar a cultura do relato de sustentabilidade nas organizações e quer fazer parte de empresas conscientes. É signatária do Movimento ODS SC, consultora GRI para Relatos de Sustentabilidade, criadora da plataforma GISTOTAL – Gestão de Indicadores de Sustentabilidade, é nucleada ACIC representante da empresa DOTSE Software Engineering com sede em Chapecó


Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade está com inscrições abertas Com objetivo de reconhecer as empresas e entidades associadas à ACIC com as melhores práticas sustentáveis, o 2º Prêmio ACIC/ Unochapecó de Sustentabilidade premiará 12 organizações, de acordo com o porte e dimensão da sustentabilidade: nove empresas, sendo três micro e pequenas, três médias e três grandes empresas, além de três entidades sem finalidade econômica. A promoção é da ACIC, por meio do Núcleo de Sustentabilidade, e da Unochapecó. As inscrições podem ser feitas até o dia 26 de julho de 2021. A homologação será no dia 05 de agosto e a apuração dos resultados no dia 31 de agosto. O evento com a entrega da premiação ocorrerá no dia 28 de setembro deste ano. Toda programação da 2ª edição do Prêmio ACIC/ Unochapecó de Sustentabilidade será on-line. A intenção também é desmistificar a questão da sustentabilidade e mostrar que todas as empresas podem desenvolver ações e participar do Prêmio. A 2ª edição do Prêmio contempla duas categorias de premiação: empresas associadas à ACIC – pessoas jurídicas com finalidade econômica e fins lucrativos, que explorem as diversas atividades econômicas; e entidades associadas à ACIC – pessoas jurídicas que atuam no âmbito do terceiro setor, sem finalidade econômica, constituídas na forma de Associação, Organização Social (OS), Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), Organização Não Governamental (ONG), entre outras designações. Para efeitos de premiação, as entidades serão avaliadas em categoria única e as empresas separadas por porte. Cada organização associada poderá inscrever apenas um relato de práticas sustentáveis. O regulamento e todos os detalhes do Prêmio estão disponíveis no site https://www.acichapeco.com.br/sustentabilidade . Mais informações com os integrantes do Núcleo de Sustentabilidade ou com o setor de núcleos da ACIC, pelo telefone (49) 3321-2800 e e-mail nucleos@acichapeco.com.br.

“Essa iniciativa surgiu por meio do Núcleo de Sustentabilidade da ACIC, com sua criação em 2016. A primeira edição ocorreu em 2019. Entre os objetivos estão divulgar as práticas sustentáveis das organizações e inspirar outras empresas e entidades a também desenvolverem ações. A empresa que participa é quem mais tem ganhos, a sua história ficará registrada e trará muito aprendizado às pessoas envolvidas. As ações também promovem o desenvolvimento das comunidades do entorno das organizações, melhorando o meio onde vivemos. São pequenas ações que fazem o mundo um lugar melhor. As empresas sustentáveis também são mais resilientes, passam melhor por momentos de dificuldades. O conceito de sustentabilidade é importante porque fortalece as organizações”.

Nelson Akimoto Presidente da ACIC

“A Unochapecó, enquanto universidade comunitária, cumpre o seu papel ao apoiar e incentivar o desenvolvimento de práticas sustentáveis. Fazer parte desse Prêmio e pensar a sustentabilidade das empresas para nós é muito significativo, pois cumpre com nosso papel de universidade comunitária. Entendemos que as universidades têm papel fundamental de promover o desenvolvimento da região com a parceria do setor produtivo. Enquanto instituição signatária dos ODS da Organização das Nações Unidas (ONU), encontramos nesse Prêmio a oportunidade de permitir que várias organizações apresentem as suas condições diferenciadas de ações de sustentabilidade, assim como nós, da Uno, nos preocupamos diariamente com essa questão”.

Claúdio Jacoski Reitor da Unochapecó


Todas as empresas que emitem nota fiscal eletrônica, assim como todas as que estão inscritas nos regimes tributários de lucro real ou lucro presumido, são obrigadas a ter um certificado digital. Para contribuir, a ACIC disponibiliza o serviço de certificado digital com agilidade, segurança e menos burocracia. O certificado digital é a identidade da pessoa física e jurídica no meio eletrônico. Essa solução garante autenticidade, confidencialidade, integridade e não repúdio nas operações que são realizadas por meio dele, atribuindo validade jurídica e proteção a operações eletrônicas. Entre os benefícios do certificado digital estão desoneração de atividades burocráticas, aumento da produtividade das empresas e redução de custos operacionais, como impressão em papel e espaço de armazenamento. Também oferece mais segurança com autenticação de transações e validação de documentos, além de combater fraudes e crimes digitais, inclusive o phising (roubo da identidade digital). O serviço garante, ainda, integridade da mensagem, ou seja, é possível comprovar se a mensagem de fato foi enviada pelo remetente. O coordenador comercial da ACIC, Deividi Baldessar, frisa que empresas de todos os segmentos e portes, profissionais liberais e pessoas físicas podem usar o certificado digital.

DIFERENCIAIS DO CERTIFICADO DIGITAL OFERECIDO PELA ACIC • Maior rede de atendimento em Santa Catarina • Melhores preços do mercado • Descontos exclusivos para associados • Atendimento personalizado, com agendamento on-line

INFORMAÇÕES Saiba mais pelo e-mail comercial@acichapeco.com.br ou pelos telefones (49) 3321-2800 e (49) 9 8423-1315, com Deividi.


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Aprimore a gestão empresarial com o Cartão Util Prêmio

O Util Prêmio é um cartão pré-pago disponibilizado pela ACIC para as empresas oferecerem prêmios e recompensas para os seus colaboradores de forma prática e segura, com relatórios gerenciais em rede credenciada personalizada. É ideal para datas comemorativas, reconhecimento de talentos, custeio de cursos e todo tipo de premiação. De acordo com o coordenador comercial da ACIC, Deividi Baldessar, a alteração realizada na Lei 13.467/17 permite a concessão de valores com fins de premiações aos colaboradores sem caracterizar salário. “Esse cartão faz parte da família Util e pode ser utilizado em qualquer ramo de atividade no qual o empregador fornece um crédito como premiação para o seu colaborador. Não é permitido, por exemplo, pagar comissão com o cartão. Ele tem como finalidade específica a concessão de prêmios e recompensas”, enfatiza. O layout do cartão pode ser utilizado de duas formas: no modelo padrão, fornecido pela Facisc e ACIC de acordo com o layout da família Util; ou private label, no qual há possibilidade para a empresa customizar o cartão com a sua logomarca, slogan etc, com o custo de R$ 5,00 por cartão. O Util Prêmio permite maior engajamento dos colaboradores, reduz o índice de turnover, torna a empresa mais atrativa para a captação de novos talentos, é um meio de pagamento seguro e prático. Além disso, a empresa pode optar por rede credenciada exclusiva. O serviço tem atendimento personalizado, agilidade na entrega dos cartões, possibilidade de liberação do crédito no mesmo dia do pagamento e possui mais de dez anos de experiência em meios de pagamento eletrônicos.

GERENCIAMENTO Todas as operações relacionadas aos cartões Util Prêmio são efetuadas através de um sistema totalmente on-line, no qual cada empresa possui seu login e senha e consegue efetuar qualquer solicitação sem necessidade de instalar ou configurar nenhum programa. Conta, ainda, com um suporte personalizado e 24 horas para resolver qualquer problema ou dúvida. REDE CREDENCIADA Os estabelecimentos comerciais que aceitam o cartão Util Prêmio são identificados por um adesivo, através do APP Meu Util ou do site. Em Chapecó, 165 empresas integram a rede credenciada. Tanto a empresa como o usuário podem obter uma relação sempre atualizada de todos os credenciados.

Mais informações pelo e-mail comercial@acichapeco.com.br ou pelos telefones (49) 3321- 2800 e (49) 9 8423-1315, com Deividi.


Novos Associados da ACIC

IMOBILIÁRIA ALTERNATIVA Comércio Rua Guaporé, 297-E, Sala 6, Edifício Monreale, Centro, Chapecó (49) 3025-4040 MITO MULTIMARCAS Comércio de automóveis Rua Independência, 588-E, Sala 01, Jardim Itália, Chapecó (49) 3199-3771 MP POSTOS E LOGÍSTICA Comércio Avenida Fernando Machado, 375-D, Centro, Chapecó (49) 4319-6835 SCHNEIDER MONTAGENS Fábrica/Indústria Rua Florianópolis, 381d, Edifício Luz Do Sol, Sala 04, Centro, Chapecó (49) 3323-3684 THIANNY SEMIJÓIAS Comércio Rua Sete de Setembro, 2720-D, Apto. 104, Paraíso, Chapecó (49) 9 8902-8181 ZANCHET SOLUÇÕES EM AÇO - METALÚRGICA ZANCHET Fábrica/Indústria Rua Domingos Cherobin, 209-D, Palmital, Chapecó (49) 3323-1198


porquinho é coisa do passado, agora a moda é... investir com resultado. Procure a agência mais próxima e invista no que te faz bem.


Dicas dos Nucleados Núcleo de Academias

Importância da atividade física na pandemia A procura por estabelecimentos e profissionais que oferecem o serviço de atividades e exercícios físicos está aumentando. Em pouco tempo, passou a ser obrigação praticar algo que ajude na saúde e também nos tire da zona de conforto. A pandemia nos mostrou falhas que cometíamos há tempo sem saber que isso poderia nos causar sérios problemas, o cuidado com a higiene e também com nosso corpo em relação à saúde física. Estamos passando por um processo de mudança, e uma mudança boa, onde as pessoas estão começando a se preocupar com sua saúde física e mental, além do cuidado com o próximo. Deixou de ser apenas necessidade estética ou obrigação pelo seu médico pedindo e, às vezes, obrigando que você pratique algum exercício ou atividade física. A tendência é a sociedade buscar cada vez mais por qualidade de vida e alimentação saudável, pois não existe qualidade de vida sem atividade física.

Jean Carlos Marques de Lima Academia Objetiva

Núcleo dos Centros de Formação de Condutores

Mudanças no código de trânsito Em 12 de abril de 2021 o código de trânsito passou por algumas modificações, sendo elas: condutores com menos de 50 anos podem ter sua habilitação renovada com validade de até dez anos. Condutores entre 50 a 70 anos podem renovar sua habilitação até cinco anos. A mudança agora limita em 20 pontos para condutores com duas ou mais infrações gravíssimas no período de 12 meses, 30 pontos de limite para condutores com uma infração gravíssima e 40 para condutores sem nenhuma infração gravíssima. Já para condutores que exercem atividade remunerada, são 40 pontos, independentemente da infração. Todos os condutores têm a obrigação de entender o código de trânsito e devem fazer do trânsito um lugar melhor.

Sabino Antunes da Silva CFC Efapi

Núcleo de Comércio Exterior e Logística Internacional

Atrativos do Paraguai para empresas brasileiras Sabendo que o comércio exterior e a internacionalização de empresas não acontecem por acaso, buscamos primeiro entender o Brasil e depois os países do Mercosul. Concluímos que o Paraguai, além de próximo, tem os melhores programas que interessam às empresas brasileiras, como a Lei de Maquila, Lei 60/90 e o SGP Plus. Também identificamos vantagens trabalhistas, tributárias, mão de obra e segurança jurídica naquele país, além de facilidades para os empresários estabelecerem empresas por lá. Porém, há desafios para o Mercosul: necessita de uma melhor integração, aprimoramento das normas internas, agilidade e desburocratização. Pela burocracia, hoje por exemplo, é muito mais fácil exportar e importar para os EUA que para Mercosul. Sem deixar de registrar que também precisamos ampliar os acordos com outros países e blocos.

Milvo Zancanaro Gelnex Indústria e Comércio

Núcleo de Automecânicas

Cliente trouxe a peça. E agora, o que fazer? Essa é a grande dúvida que vem assombrando muitas oficinas por aí, sem contar o receio de estar aplicando uma peça falsificada, o que acontece em muitos casos quando o cliente resolve trazer a peça porque comprou pela internet e pagou mais barato. Porém, não sabe a real procedência. Infelizmente estamos nesse mundo, onde a maioria das vezes o barato sai caro e não somente no ramo automotivo, mas em todos os tipos de comércio. Assim surgem as dúvidas: instalar ou não instalar? Vai da política de cada empresa, basta deixar o cliente ciente em relação às garantias tanto da peça quanto da mão de obra, assim ambos não saem prejudicados, ou deixar bem claro que a sua empresa fornece as peças com a devida qualidade recomendada pelas montadoras, oferecendo, assim, maior credibilidade ao consumidor final.

Nathalia Giacomelli Nenê Auto-Serviço


Núcleo das Escolas Particulares

A importância da escola na primeira infância É na primeira infância, compreendida entre o nascimento até os seis anos, a fase de maior desenvolvimento nos aspectos cognitivo, físico, social e motor. Nesse momento, a escola desempenha um papel de destaque. Através da convivência, das diversas experiências e dos projetos pedagógicos, a escola oferece aprendizados, benefícios e desenvolvimento da linguagem e inteligência emocional, tolerância, organização, vivência coletiva, socialização e desenvolvimento das capacidades cognitivas. Frequentar o ambiente escolar desde a primeira infância oportunizará para a criança práticas e experiências fundamentais para toda a trajetória de sua vida.

Daniela Berbardi Giacomim Adoleta - Berçário e Maternal

Núcleo de Gestão pela Excelência

Comunicar com excelência é fundamental O principal fator de sucesso para qualquer organização ou empresa é saber administrar, alcançar e reter seus clientes. Conquistar o público-alvo é a tarefa mais difícil, mas ao mesmo tempo é a chave para conseguir manter o negócio vivo. Uma boa comunicação é fundamental para que esse processo flua e se obtenha o resultado esperado. É preciso ter excelência na hora de comunicar. Ter excelência é respeitar o cliente, é saber comunicar a mensagem do seu negócio de maneira clara e eficaz, além de oferecer experiências inesquecíveis. Atender com excelência para atender sempre: esse deve ser o principal propósito de qualquer empresa de grande, médio ou pequeno porte. No processo de atendimento entra a excelência na comunicação. Uma gestão com comunicação pela excelência trabalha com profissionais voltados para o resultado e sucesso do negócio. A comunicação precisa envolver emocionalmente o consumidor, só assim será possível criar um vínculo. Quando a excelência norteia a comunicação, o produto ganha mais valor no mercado, destacando-se. Isso, sem dúvida, aumentará os lucros ea fidelidade do público.

Isabel Cristina Trierveiler Machado Prefeitura de Chapecó

Núcleo de Gestores de Pessoas

A importância de uma boa contratação As empresas estão apostando cada vez mais no capital humano. Compreendem que uma boa contratação é a chave do sucesso para o negócio. As etapas da avaliação do candidato tanto documental quanto comportamental são de suma relevância. Outro fator importante é deixar claro ao candidato a vaga disponível, suas atribuições, responsabilidades e principalmente o que a empresa espera deste profissional, para que ambos façam uma boa escolha. Reconhecer o empregado como parceiro, elogiá-lo, fazê-lo ver o quanto ele contribui para o sucesso da empresa é um conjunto de atitudes que motivam este profissional a vestir a camisa. A escolha que se faz em uma boa contratação pode render frutos ou pode ser em vão, pois os investimentos não cessam no ato da contratação. É um processo contínuo e progressivo, a empresa deve incentivar sua qualificação, dar oportunidades de crescimento, treinamentos e motivá-lo a evoluir, pois com essas ações ambos ganham e a parceria será duradoura.

Ianecley Majolo Dona Stormoski LF Caminhões

Núcleo das Gráficas

Quando as embalagens conquistam os consumidores Em um passado não muito distante, a função da embalagem era somente proteger, conservar e facilitar a logística de um produto. Atualmente podemos perceber que cada vez mais a embalagem é um diferencial competitivo e decisivo no ponto de venda. As empresas sabem que, na gôndola, a decisão de compra de um cliente leva segundos, podendo ser a primeira conexão com o consumidor. Afinal não é fácil conquistar a atenção do consumidor uma vez que cada pessoa é exposta, diariamente, a até 10 mil anúncios de diferentes produtos e serviços. O fato é que o mundo já compreendeu que o caminho sustentável da produção de embalagens passa pelo papel, a decomposição desse material na natureza leva de três a seis meses.

Cidnei Luiz Barozzi Arcus Embalagens


Núcleo Multissetorial

E-commerce e o modal aéreo Com o início da pandemia o setor de e-commerce teve um crescimento impressionante. Muitas pessoas que nunca tinham comprado on-line adotaram esta prática. A disponibilidade de ferramentas gratuitas e o uso de canais adicionais como Instagram e WhastApp trouxeram ao lojista a possibilidade de abrangência de um público maior, o que movimentou a busca de parcerias com empresas de logística consolidadas. As empresas aéreas aproveitaram o momento de queda de transporte de passageiros e investiram na melhoria dos serviços de transporte de cargas trazendo aos clientes novas soluções como integrações com plataformas e-commerce, tarifa diferenciada e agilidade na distribuição dos produtos, aumentando a confiança do cliente no modal aéreo.

Giovana Blanger Liderlog / Azul Cargo Express

Núcleo de Assessorias e Consultorias

Novo cenário nas relações contratuais empresariais criado pela pandemia A pandemia da covid-19 obrigou o mundo dos negócios a revisar certos conceitos na área contratual. Houve a necessidade de reanálise dos contratos na parte relativa aos prazos, obrigações e multas rescisórias. Isso porque empresas passaram a ter dificuldades no cumprimento das obrigações contratuais, seja em razão da paralisação temporária das atividades, atraso no recebimento de matériasprimas e, por conseguinte, na entrega de seus produtos. Contratos firmados antes da pandemia necessitaram de revisões e bom senso dos contratantes para evitar perdas para as partes. Já os contratos fechados durante a pandemia passaram a possuir cláusulas relacionadas a eventos imprevistos visando maior segurança jurídica aos negócios. Marli Skovronski e Silvinei Dellagiacomassa MSSD Advogados Associados Núcleo de Jovens Empresários

O diferente é só... diferente Influenciado desde pequeno a sair de casa (no começo com meus pais, mais tarde sozinho), viajar sempre fez parte da minha vida. E, na boa? Me ensinou muita coisa. Outras línguas, estilos de vida, comidas, roupas... Enfim, muita coisa diferente. No primeiro momento, estranho, ruim, feio (ou nem tanto). No segundo, terceiro... Diferente. Depois de um tempo experimentei não classificar. Aprendi a encarar o diferente simplesmente como diferente, não como algo que merece um lugar no espectro entre o bom e o ruim. Viajar me ensinou isso, por isso recomendo a você: viaje! Assim que possível (é claro). Se não quiser, tudo bem também. Apenas pensamos diferente.

José Luis Chociai Zanella Núcleo de Tecnologia da Informação e Comunicação

Rockfeller Language Center

Parque Científico e Tecnológico é o futuro da região Oeste Chapecó, que tem o empreendedorismo em seu DNA, mostra com o passar dos anos que tem muito mais a oferecer. A materialização disso é o Parque Científico e Tecnológico, inaugurado em dezembro de 2020, uma parceria entre Unochapecó, Associação Comercial, Prefeitura e Governo do Estado. O local que abriga as 17 empresas aprovadas, além dos escritórios, serviços e laboratórios de inovação e tecnologia da Universidade e Fapesc, já está em pleno funcionamento. O Parque conecta todo o ecossistema de inovação regional e vem com a missão de potencializar o crescimento econômico, produzir e disseminar conhecimento, agregar valor à produção local e qualificar a mão de obra, a partir da tríplice hélice, ou seja, a união do poder público, iniciativa privada e universidades. O Parque será o grande responsável por impulsionar o desenvolvimento de Chapecó e da região, por meio de empreendedorismo, criatividade e tecnologia, nos próximos anos.

Rodrigo Barichello Unochapecó

Núcleo de Sustentabilidade

Recicle e contribua para um mundo melhor Você sabia que as tampas plásticas, quando são enviadas para reciclagem, podem ser utilizadas como matéria-prima mais de 50 vezes? Para incentivar ações de sustentabilidade e inspirar cada vez mais pessoas a instituírem a cultura da reciclagem, a Flor de Lis e o Moeda Verde criaram o projeto Tamparico. O objetivo é coletar o maior volume de tampas plásticas e lacres de alumínio para gerar fundos para a manutenção do Grupo Escoteiro Maçarico, que atende famílias gratuitamente. Além de contribuir na redução do impacto ambiental, o projeto e as pessoas que contribuem revertem fundos em prol das crianças e jovens que participam do Movimento Escoteiro. É a sociedade unida fortalecendo o tripé da sustentabilidade: social, econômica e ambiental!

Edineia Cassiano Flor de Lis Chapecó


ACONTECEU O lançamento do Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade ocorreu em junho, em evento on-line. A promoção é da ACIC, por meio do Núcleo de Sustentabilidade, e da Unochapecó.

Ouvir as entidades, entender suas necessidades e saber quais projetos possuem e que podem receber recursos das leis federais de incentivo fiscal. Esse foi o objetivo da ACIC e da FIESC ao promover reuniões, em junho, com o CAPP, APAE, HRO e Secretaria de Assistência Social de Chapecó.

Ouvir as demandas dos associados, entender melhor suas necessidades e avaliar como pode contribuir. Esses são objetivos da ACIC com o projeto "Pergunte ao Presidente Akimoto". A primeira reunião on-line ocorreu em junho e esclareceu dúvidas de empresários.

Jovens de 16 a 21 anos iniciaram, em junho, o Curso de Mecânica Básica oferecido no projeto Inovamente, em Chapecó. A capacitação será ministrada pelos integrantes do Núcleo de Automecânicas da ACIC e é oferecida por meio de parceria do Inovamente com a ACIC, Prefeitura, Secretaria de Assistência Social, SENAI, CIEE e PETI.

O Núcleo de Tecnologia da Informação e Comunicação (NTIC) da ACIC promoveu, em junho, o treinamento “Ah! Se eu tivesse falado”, com o fundador da escola de comunicação Faz que Acontece, Anderson Sulchinski.

As Prefeituras de Chapecó e de Cordilheira Alta e a Casan promoveram, em junho, uma ação de limpeza no entorno do Lajeado São José, com organização do Consórcio Iberê e da Sociedade Amigos de Chapecó e participação de diversos voluntários, entres eles a ACIC. O Núcleo de Sustentabilidade da ACIC também se engajou na ação.

O Conselho de Núcleos da ACIC promoveu, em junho, reunião on-line para discutir projetos e planejamento para o segundo semestre deste ano.

Melhorias na infraestrutura, na energia elétrica e no abastecimento de água no oeste. Esses foram os principais temas discutidos por dirigentes da ACIC e da FIESC em reunião, no mês junho, em Chapecó. Também foi reforçada a parceria entre as entidades para atuar na busca de soluções para os gargalos existentes na região.


Diretas dos Associados Inauguração O segundo polo da Unopar em Chapecó foi inaugurado em junho, no Bairro Efapi. Autoridades, direção, alunos e ex-alunos acompanharam o lançamento da unidade que oferece estrutura e suporte para atender todas as pessoas que desejam fazer uma graduação à distância. A solenidade de inauguração seguiu todas as normas de segurança em relação às medidas de prevenção à covid-19. A Diretora da Unopar, Erci Matiello, que também coordena os pólos da Unopar em Xaxim, Xanxerê, Seara, Nonoai, São Domingos e Quilombo, destacou a demanda de estudantes da região. “A Efapi se tornou praticamente uma cidade e queremos tratar os alunos dessa região de forma especial e personalizada. Somos líderes no desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias educacionais e oferecemos o que há de melhor em qualidade de ensino”, enfatizou. A Unopar oferece mais de 150 opções de cursos de pós-graduação em EAD (10 meses) e intensiva (seis meses). Também são ofertadas pós-graduações intensivas com possibilidade de conclusão em apenas seis meses com a mesma grade, carga horária e acesso ao certificado digital logo após o curso. Todos os cursos estão disponíveis detalhadamente em: https://www.portalpos.com.br/unopar.

Certificação A Renovigi Energia Solar recebeu, em junho, o selo Great Place to Work, que demonstra que, por meio da valorização das pessoas, respeito e credibilidade, é uma excelente empresa para trabalhar. A Renovigi é a maior fabricante de sistemas fotovoltaicos do Brasil e possui mais de 1 milhão de painéis solares já instalados no país, com uma rede de nove mil agentes credenciados. Criada em 2012, com marca própria em seus produtos, a Renovigi tem como missão tornar o mundo mais sustentável tendo o sol como inspiração. Entre seus valores, estão a empatia, o respeito ao próximo e a responsabilidade social.

Aniversário

A Bumerangue completou, em junho, 23 anos. A empresa chapecoense trabalha com diversos segmentos industriais, entre eles indústria alimentícia, têxtil, farmacêutica, frigorífica, metalúrgica, cerâmica e fábrica de papel. A Bumerangue fornece correntes e esteiras modulares plásticas, linha aérea plástica, acessórios e serviço de projetos para toda a América Latina.

AGENDA ACIC 20 e 21/07

Curso presencial “Ferramentas para análise de perfil comportamental nas empresas” ACIC | 19h às 22h

28/09

Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade Inscrições: 14/06/2021 a 26/07/2021

02,03 e 04/08 09 à 14/08

Curso on-line “Estratégias de vendas pelas redes sociais WhatsApp, Instagram e Facebook” Ao vivo pelo Google Meet | 19h às 22h

Semana dos Núcleos

Diretoria Executiva Gestão 2020/2021

Av. Getúlio Vargas, 1748N CEP: 89805-000 - Chapecó/SC Fone/Fax: 49 3321-2800 E-mail: acic@acichapeco.com.br facebook.com/acic.chapeco @acichapeco www.acichapeco.com.br

MISSÃO ACIC Representar os segmentos econômicos de Chapecó, estimulando a livre iniciativa e trabalhando como agente de mudanças. Atender com eficiência e eficácia as necessidades dos associados correspondendo às suas expectativas. Ser a indutora de ações para o fortalecimento da classe empresarial, oportunizando condições para o surgimento de novos mercados de trabalho e ampliação dos já existentes.

Diretor Presidente Diretor 1° Vice Presidente Diretor 2° Vice Presidente Diretor Administrativo Diretor Administrativo Adjunto Diretor Financeiro Diretor Financeiro Adjunto Diretor de Desenvolvimento Comercial Diretor de Desenvolvimento de Serviços Diretor do Agronegócio Diretor de Micro e Pequenas Empresas Diretora de Núcleos Empresariais Diretor de Eventos e Mercoagro Diretor de Assuntos Econômicos e Tributários Diretor de Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo Diretor de ResponsabilidadeSocial e Ambiental Diretor de Relações Internacionais e Comex Diretor de Relações Institucionais Diretor de Relações Governamentais Diretor de Relações com Instituições de Crédito Diretor de Relações com Associados Diretora de Capacitações Empresariais Diretor de Desenvolvimento Industrial

Nelson Akimoto Lenoir Antonio Broch Helon Rebelatto Leandra Merisio Luiza Utzig Modesti Dalvair Anghében Carlos Martinelli Emerson Luiz Angonese Carlos Roberto Klaus Fernando Prezzotto Daniel Bet Cleunice Zanella Cidnei Luiz Barozzi Valdir Lucatelli Sidimar Carniel Odair Balen Inocência Dal Bosco Robert Otto Sergio Migliorini Sergio Perondi Genuino Simioni Magna Anzolin Gonçalo Coelho

TODOS OS DIRETORES DA ACIC COLABORAM DE FORMA VOLUNTÁRIA, SEM REMUNERAÇÃO

ESTRUTURA ORGNIZACIONAL Conselho Deliberativo: Presidente: Gelson Dalla Costa Vice-Presidente: Paulo Benites Secretária: Daniela de Marco Rigon Conselho Consultivo: Itacyr Centenar Diretor Executivo: Fabio Luis Magro

Jornalista Responsável: Marcos Antônio Bedin (M.T.B.: SC-0085 JP) | Edição: Lisiane Kerbes | Redação: Marcos Antônio Bedin, Alessandra Cristina Favretto, Lisiane Kerbes, Marciane Páz Mendes e Silvania Cuochinski | Projeto Gráfico: Dustin O. Hoffmann | Edição Especial On-line | Fechamento da Edição: 19/07/2021


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