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NOVEMBRO: M Ê S D E COM BAT E AO C Â N C E R D E P R Ó S TATA
EU CONVERSO sobre a minha
SAÚDE
O autocuidado é para todos
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UMA AUSÊNCIA DOLORIDA, UMA LEMBRANÇA ETERNA Na triste contabilidade das imensas perdas que a história registrará para esse ano de 2020 ficará a ausência do grande líder empresarial e cooperativista Mário Lanznaster. Sua partida deixa um dolorido vácuo na vida daqueles que com ele repartiram sonhos e projetos de interesse coletivo e que, assim, impactaram positivamente centenas de milhares de pessoas. Mário era o símbolo altivo do trabalho e da honradez, da compreensão das vocações coletivas e do significado da união, da visão de um mundo melhor e da ousadia para empreender. No comando de duas das maiores sociedades cooperativas do País – a Alfa e a Aurora – Lanznaster atuou para reduzir as fragilidades dos pequenos produtores rurais criando, por meio do cooperativismo, estruturas de produção que deram estatura e autonomia, qualidade e escala à produção agrícola e pecuária. Lanznaster elevou à potência máxima o ambicioso projeto iniciado por Aury Bodanese (outra grande liderança catarinense) de criar um moderno e vigoroso parque agroindustrial para processar os insumos do campo e conferir uma nova perspectiva às milhares de famílias rurais – que deixaram de ser simples fornecedoras de matérias-primas para dominar o ciclo produtivo. Iluminado pelos ideais do cooperativismo, Lanznaster consolidou um cluster produtivo que garante a sustentabilidade de um sistema que produz alimentos de qualidade para o mundo e orgulha o Brasil. A ACIC presta nesta edição uma singela homenagem a Mário
Lanznaster, a quem a comunidade econômica de Chapecó ofereceu significativos tributos, entre eles, a concessão do título de Empresário do Ano em 2013. Consternado com as tragédias da atualidade, o diretor de relações governamentais Sérgio Migliorini faz, na presente edição, uma lúcida análise dos desafios que o futuro prefeito de Chapecó enfrentará, a partir de 2021, na condução dos destinos do Município pelo próximo quadriênio. Os efeitos da pandemia do novo coronavírus e as crises – econômica, financeira, sanitária, infraestrutural e administrativa – que se sobrepõem em camadas constituem um grave desafio ao futuro administrador. O cenário de dificuldades é agravado por um quadro de elevadas e crescentes demandas sociais em contraponto a limitação de recursos. As pertinentes ponderações ali manifestadas merecem meditação dos cidadãos em geral e dos gestores em particular, especialmente neste ano de eleições municipais. Fiel a sua natureza de cooperação e diálogo, a ACIC, junto com o Centro Empresarial de Chapecó (CEC), apresentou aos candidatos a prefeito documento com sugestões inspiradas na modernização da futura Administração e na otimização dos serviços públicos. Chapecó, outubro de 2020. NELSON EIJI AKIMOTO Presidente
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UM CANAL GRATUITO PARA ASSOCIADOS DIVULGAREM PRODUTOS E SERVIÇOS
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ara impulsionar os negócios nesse período de pandemia a ACIC criou algumas ações destinadas às empresas. Uma delas é o grupo ACIC Chapecó News no aplicativo Telegram, que reúne mais de 300 membros. Nele, as organizações podem anunciar, gratuitamente, produtos e serviços. De acordo com a executiva de contas da ACIC, Fernanda Montagna, quanto mais empresas anunciarem e mais consumidores participarem do grupo, mais fortalecida será a relação e, consequentemente, as vendas. “Vale a criatividade da empresa para anunciar seus produtos e serviços de maneira breve e de fácil compreensão, deixando claro para o consumidor onde deve ir ou quem deve contatar para aderir à oferta”, comenta. A ACIC está atenta às necessidades dos associados, buscando alternativas para contribuir com as empresas. No total, foram adotadas 20 medidas para auxiliar os empreendedores na retomada das atividades. “Esse classificado on-line é mais uma oportunidade para as empresas inovarem nas vendas e no contato com os consumidores”, realça Fernanda, ao acrescentar que a comunicação de maneira on-line e mais próxima do cliente, permitindo maior interação, continuará como grande tendência após a pandemia.
ACESSE O GRUPO NO TELEGRAM
Empresas associadas podem divulgar os produtos e serviços e a comunidade pode ficar por dentro das promoções que estão rolando no Grupo de Classificados da ACIC no Telegram. Entre através do link t.me/joinchat/CLeTY1BX484VmnWx83iVp.
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EMPREENDEDOR VISUALIZA OPORTUNIDADE E TRANSFORMA EM NEGÓCIO DE SUCESSO
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isualizar uma oportunidade a partir de deficiências do Zanetti. Com essa preocupação, a empresa desenvolve diversos mercado, agarrá-la e transformá-la em um negócio. Foi programas de gestão de pessoas e de sustentabilidade. Entre eles, assim que o empreendedor Claudemir José Zanetti foi implantado em 2015 o Sistema de Gestão da Qualidade e em deu vida, em 1º de julho de 1997, à Zanetti Distribuidora. Ele 2018 o Jeito Zanetti de Ser, um programa que integra múltiplas trabalhava como representante em uma empresa e ela passava por boas ações que, na prática diária, produzem um despertar e, dificuldades. Os clientes pediam por produtos, mas estavam em consequentemente, a transformação de vidas. falta. Foi quando Zanetti resolveu ter seu próprio Sobre a vida de empreendedor, Zanetti negócio. diz que é necessário ser audacioso e trabalhar O início não foi fácil. Zanetti tinha dois veículos muito. “Para empreender no Brasil precisa e vendeu um deles para fazer a primeira compra ser muito proativo, ter força de vontade e de mercadorias, em São Paulo. Com os produtos planejamento”, assinala. Para auxiliar nesse em mãos, começou a contatar os clientes antigos e processo, a empresa se associou à ACIC. prospectar novos. Nos seis primeiros meses, fazia “A ACIC fornece informações de mercado, todo o processo em seu negócio: compras, vendas, integração e troca de conhecimento, além separação dos produtos, embalagem, faturamento de diversos outros benefícios, como as e entrega. “Com seis meses de empresa contratei capacitações”, finaliza Zanetti. um representante e uma pessoa para separar e A Zanetti atua no ramo atacadista, entregar”, lembra. A empresa iniciou em uma sala com distribuição e importação da linha de de aproximadamente 50m2 e, atualmente, está utilidades domésticas, bazar e brinquedos. localizada em uma área construída de 3.000 m2. Também possui produtos decorados e Uma dificuldade do início foi dar o giro encartelados que levam a marca própria Zanetti, financeiro, que precisou de esforço e dedicação, além de itens de linha exclusiva. pois as vendas eram a prazo, a maioria com Diretor Claudemir José Zanetti cheques. “Trocava os cheques no banco para poder adquirir novas mercadorias”, conta Zanetti. Outra dificuldade foi abrir mercado e obter a confiança dos fornecedores. Após dois anos de empresa, a contratação de um gerente auxiliou nesse processo. A empresa expandiu e, hoje, atende os três estados do Sul, com 25 colaboradores e 12 representantes. “Nossa maior gratificação é ver a satisfação e a confiança dos clientes e os retornos positivos que temos no trabalho de pós-vendas”, enfatiza Zanetti. O sucesso da empresa deve-se também à equipe de profissionais. “Somos uma empresa com propósito de potencializar o desenvolvimento humano, oportunizando pessoas a transformarem suas vidas no âmbito pessoal e profissional”, frisa
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GESTÃO ESTRATÉGICA DE VENDAS
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uem trabalha com atendimento e vendas lida com desafios diários para conseguir romper com as metas estabelecidas, mas não é só isso que define esse desafio. Superar a si mesmo é o maior deles! Digo isso porque já conheço muito bem essa área, atuo por mais de 30 anos nela. Percebi ao longo destes anos que muitos vendedores fracassam em sua jornada pelo simples fato de não fazerem as perguntas certas e, por este motivo, não conseguem encontrar as respostas corretas para elevar suas carreiras para um próximo nível. Estou me referindo a questões que realmente importam para o profissional desta área. As três perguntas mais importantes são: Para onde vou? Como vou? E quando vou? Talvez isso lhe pareça simples responder, mas afirmo que na prática não é. Você acredita realmente no que faz? E fazendo o que está fazendo agora e do jeito que está fazendo, chegará a qual lugar? Isso é para onde você está indo e como está se deslocando. O fracasso em vendas começa exatamente aí. Não saber ao certo onde você quer chegar, como chegar lá e quando, atrapalha muito a sua jornada diária. Pessoas que atuam na área comercial, quando não sabem ao certo sua rota, como e quando for, vivem saindo do foco, muitos se desanimam e ficam desmotivados. Quando não se sabe ao certo onde quer chegar, qualquer caminho serve. Não faça isso com a sua carreira e não desperdice o seu potencial e tempo vagando em círculo vicioso tentando descobrir o que é melhor para você fazer e tentar ter sucesso. O sucesso é uma jornada construtiva que exige paixão, amor, crença, coragem e direção. As vendas são um brilhante caminho para colaborar com essa construção. Talvez esteja lhe faltando ouvir as palavras certas que vão colocar-lhe em uma rota certa do famoso caminho chamado SUCESSO EM VENDAS. Pessoas e empresas querem ter SUCESSO EM VENDAS, porém, muitos fracassam porque partem do princípio de que VENDAS É TUDO IGUAL. Esse pensamento aliado à falta de preparo e de capacitação e qualificação dos profissionais do setor, contribui muito para o fracasso de estratégias e ações de vendas. Melhorar a performance de uma equipe comercial exige uma formação técnica atual, aliada a um forte trabalho de desenvolvimento comportamental que venha corrigir falhas e erros comuns na postura e no comportamento de quem atua nesta área. A ação de desenvolvimento é a única forma de se aproveitar melhor o potencial humano e das oportunidades de negócios que o mercado nos oferece, além de melhorar nossos índices em conversão atendimento x vendas. Através da capacitação e qualificação os profissionais e empresas passam a ter um diferencial competitivo no mercado e uma verdadeira qualidade em seus atendimentos aos clientes. Por isso, afirmo que a ação de capacitação e qualificação é a mais rápida para obter melhores resultados e com isso superar
metas e desafios. Ser um profissional completo exige coragem para mudar suas ações conforme a demanda e necessidade do mercado e perfis de clientes. Sendo assim a busca por capacitação e qualificação deve ser constante na vida de um profissional em vendas. Muitos acreditam que vender é DOM. Posso lhe afirmar que não é. Vendas é habilidade e, sendo ela uma habilidade, necessita de prática diária para permanecer hábil e manter um padrão elevadíssimo. Fazer gestão de suas vendas requer conhecimento para poder extrair o melhor do seu potencial. Não falo de saber fazer atendimento apenas, mas de gestão para gerir sua carteira interna e externa, estudos sobre o que os clientes compram e como compram. Saber encontrar o ponto de equilíbrio de suas ações e como melhorar a sua performance, sendo mais estratégico em suas ações. Aprender que vendas não é uma questão de sorte e sim de estratégia, como atrair a atenção dos clientes, saber lidar com as dificuldades do dia a dia e permanecer motivado, saber contornar objeções e dúvidas. São muitas as questões que um profissional em vendas tem que encontrar respostas. Mas entre todas, as três primeiras mencionadas no início deste artigo. Faça a sua carreira atingir níveis mais elevados e destaque-se no mercado. Isso só depende de você! Um forte abraço e sucesso sempre!
Autor: Flavio Fagundes, possui mais de 30 anos de experiência na área comercial e há mais de 12 anos desenvolve programas de capacitação e qualificação profissional na área de atendimento, vendas, negociação, gestão e liderança. Consultor empresarial, palestrante, formado em Teologia com ênfase em Filosofia, Gestão em RH, Liderança, Gestão de Pessoas e em Conhecimento para Inovação. Escritor e autor de diversos artigos publicados e premiados pela ABTD.
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“O RESULTADO NÃO VEM DE UMA AÇÃO, É UM SOMATÓRIO”, AFIRMA CLÓVIS SPOHR
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uscar conhecimentos e novas experiências, estar com as pessoas certas, inovar e construir uma trajetória de confiança e boa reputação. Esses foram alguns dos ensinamentos do empresário Clóvis Spohr durante sua explanação no Programa Vida Empresarial, em setembro. Promovido pela ACIC e pela Unochapecó, o evento on-line teve participação de acadêmicos, egressos, professores e empresários. Proprietário da Construtora Dimensão e presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL), Spohr falou sobre o início da empresa, carreira, dificuldades, aprendizados, associativismo, entre outros temas. Natural de Alecrim, no Rio Grande do Sul, o empreendedor integra uma família de seis irmãos. Ao se formar engenheiro civil, Spohr já estava trabalhando em uma empresa. “Achei que com o diploma estaria pronto, mas fiquei pouco tempo na empresa e a saída foi o primeiro baque na minha vida. O que eu iria fazer? Fiquei muito restrito ao conceito da formação. Durante a faculdade é importante buscar outras experiências”, orientou. Surgiu, então, a oportunidade de mudar para Chapecó, onde conhecia três pessoas, amigos da infância. Trabalhou em uma construtora na elaboração de projetos, deu aula de física para o ensino médio e foi responsável técnico da antiga Lorasche. “O proprietário sofreu um acidente e a mulher dele não quis assumir o negócio. Então, surgiu a oportunidade de alugar a empresa e nesse momento nasceu a Dimensão Artefatos de Cimento”. Spohr fundou a empresa em janeiro de 1993, junto com Eliseu Gardini, seu sócio até hoje, e Antônio Baccarin Rodrigues. “Um detalhe importante: não tínhamos R$ 1,00 e fizemos uma troca: a antiga proprietária tinha alguns compromissos a serem cumpridos, que assumimos, e em troca ficamos com o estoque da fábrica. Foi bastante simplificada, mas foi uma oportunidade”, lembrou. Porém, surgiram novos desafios: Spohr não tinha experiência e nem conhecimento da vida empresarial. Começou, então, uma jornada em busca de informações, fazendo cursos, especializações e participando de atividades relacionadas ao segmento. “Me dei conta que sabia muito pouco. Fiz todos os cursos possíveis e tive que aprender de maneira rápida”, expôs. Em 1997, junto com Gardini, fundou a Dimensão Engenharia e Construções, mas as empresas ainda não eram suficientes para se manter financeiramente. Então, de 1998 a 2004 foi gerente de uma imobiliária. Em 2005 os sócios fundaram a Dimencor Tintas e Revestimentos e, em 2007, a Dimensão Incorporações, cujo trabalho focalizado em sustentabilidade rendeu o Prêmio ACIC/Unochapecó de Sustentabilidade, em 2019. Paralelamente à atuação nas empresas, Spohr manteve atuação na comunidade, integrando diversas entidades, entre elas o Sindicato da Indústria da Construção e Artefatos de Concreto Armado do Oeste (Sinduscon), Verde Vida, Rotary Club, ACIC, Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico, Conselho Superior da Fundeste, Conselho da Cidade de Chapecó, Conselho Estadual do SPC/SC e Centro Empresarial de Chapecó (CEC).
NOVOS TEMPOS Atualmente, diante dos desafios da pandemia, Spohr enfatizou 8 - ACIC Chapecó
necessidade de estar preparado. “Quanto mais preparado estiver, mais fácil será superar as dificuldades”, salientou ao acrescentar também que é fundamental se reinventar e inovar. “O resultado não vem de uma ação, mas de todo um contexto, é um somatório”, reforçou. Como lições, realçou a importância da formação familiar e escolar, os relacionamentos e amizades, sorte, oportunidade, responsabilidade, coragem, liderança, confiança e reputação. “Quando entrei na Dimensão não sabia direito o que faríamos, mas estava com a pessoa certa. Você deve começar com quem e não com o que. Se você tem as pessoas certas, o problema de motivar quase não existe, elas são capazes de automotivação e de produzir excelentes resultados”, destacou. O Vida Empresarial integra a Semana do Administrador do curso de Administração da universidade. Teve patrocínio do Sicredi, Unimed, Grupo GV/Inviolável e Grupo Bugio, com apoio do Parque Científico e Tecnológico Chapecó@, Aurora, Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL), Conselho Regional de Administração (CRA-SC), BRDE, Sicoob e ABP Gestão Contábil e Empresarial.
PROGRAMA VIDA EMPRESARIAL O Vida Empresarial foi criado pela ACIC em 1991. O programa apresenta a trajetória pessoal e profissional do Empresário do Ano eleito pelos associados da ACIC no ano anterior. “Na escola de nossa vida não inventamos, é preciso caprichar desde o início. Por isso, gosto de ouvir histórias e a do Clóvis Spohr é uma fonte de inspiração”, assinalou o presidente da ACIC, Nelson Eiji Akimoto. O reitor da Unochapecó, Claudio Jacoski, frisou que conhecer a trajetória de profissionais motiva os estudantes a acreditarem que é possível ter sua empresa e ser um empreendedor de sucesso. Para o presidente da Fundeste, Vincenzo Mastrogiacomo, a trajetória inspira não só os acadêmicos, mas a todos. A coordenadora do curso de Administração, Gilseli Molozzi, frisou que o objetivo é levar conhecimento, atualizar os estudantes quanto ao mercado de trabalho e possibilitar a troca de experiências.
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VALORIZANDO PRODUTOS E SERVIÇOS LOCAIS
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o comprar produtos e serviços locais, fomenta-se a geração de renda, a criação de empregos e a aplicação de novos investimentos no município. Para incentivar as pessoas a valorizar o consumo local, a ACIC criou o selo “Produzido em Chapecó”. A iniciativa é uma das medidas adotadas pela entidade para auxiliar as empresas no período da pandemia.
Com o selo, os consumidores podem identificar o que é produzido em Chapecó e, ao comprar dos negócios locais,
contribuir para o giro da economia. De acordo com o presidente da entidade, Nelson Eiji Akimoto, todos os segmentos da economia de Chapecó são fortes, consolidados e entregam ótimos produtos e serviços. “Por isso, propomos imprimir a nossa marca de qualidade em cada material que leva o nome do nosso município para todos os cantos do Brasil e do mundo”, enfatiza. As empresas podem aplicar o selo nas vitrines, nos produtos (sacolas, marmitas, embalagens, garrafas etc), nas notas fiscais, nas assinaturas de e-mail, nas comunicações feitas nas redes sociais, nas fachadas dos estabelecimentos comerciais, nos documentos destinados ao público consumidor e em todos os materiais que saem da empresa e ganham mercado. Sua utilização também fomenta na população chapecoense o sentimento de pertencimento e orgulho quanto a tudo o que é
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DUZIDO EM
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produzido no município.
O selo “Produzido em Chapecó” pode ser utilizado por todas as empresas que querem imprimir a marca de Chapecó em seus produtos e serviços. A ACIC envia por e-mail aos associados e também está disponível no site para download gratuito.
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Acesse www.acichapeco.com.br/selo.
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ACELERAR REFORMAS É A ÚNICA SAÍDA
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esde a crise 2015-2016, o Brasil emplacou importantes reformas fiscais. Com destaque, foram aprovados, em 2016, o teto de gastos e, em 2019, uma ampla reforma da Previdência. O cenário fiscal reformista resultou em queda do prêmio de risco soberano brasileiro e também possibilitou que o juro básico atingisse mínimos históricos, mesmo o País apresentando sucessivos déficits primários e com a dívida pública ainda crescente. Com as reformas, os agentes que carregam a dívida pública deram ao Brasil uma espécie de voto de confiança de que a trajetória fiscal se ajustaria no longo prazo.
A pandemia da covid-19 mudou drasticamente esse cenário. A decretação de calamidade pública permitiu que o Governo expandisse a despesa para além do teto dos gastos. O resultado foi um dos maiores pacotes fiscais do mundo, apesar do já elevado endividamento do País. Nas contas do Governo, o pacote fiscal brasileiro anunciado até setembro é de 8,4% do PIB, maior do que a média dos emergentes (4,3% do PIB) e dos países avançados (7,1% do PIB). Como resultado, o déficit primário estimado para 2020 é de R$ 830 bilhões, que é maior do que o dos últimos seis anos somados. Os estímulos fiscais têm sido um importante vetor na retomada econômica, que até o momento vem surpreendendo positivamente mesmo diante de um mercado de trabalho absolutamente deteriorado. O comércio varejista tem puxado a retomada, beneficiado diretamente pelos estímulos. No agregado, o volume de vendas já se encontra 2,2% acima do patamar prépandemia. Alguns segmentos, como materiais de construção, estão quase 20% acima do patamar de fevereiro. Esse resultado é bastante surpreendente dada a deterioração do mercado de trabalho. Segundo o IBGE, mais de 10 milhões de brasileiros perderam suas ocupações durante a pandemia, o que levou a redução de mais de R$ 30 bilhões na massa de rendimentos do trabalho. É provável, portanto, que o volume de recursos transferido à população pelo Governo tenha, no agregado, mais do que compensado a perda de rendimento do trabalho, empurrando consequentemente a retomada. Já existem estudos mostrando que isso de fato ocorreu. Nesse contexto, o final de 2020 coloca o Governo em um dilema. Por um lado, gastar mais parece ser necessário para evitar que a economia volte a ter um desempenho ruim, uma vez que uma grande parcela da população segue desempregada. Por outro lado, manter os estímulos fiscais aumenta ainda mais a deterioração fiscal e leva à perda de credibilidade com aqueles dispostos a carregar a dívida pública brasileira. O aumento dos riscos tende a gerar instabilidade macroeconômica, levando a grande depreciação cambial e elevação das taxas de juros de prazos mais longos. Em um contexto de grande
instabilidade, os estímulos fiscais poderiam se tornar até mesmo contraproducentes. Dessa maneira, parece que a única solução que não coloca o Brasil em uma nova recessão (ou em uma situação de declínio muito lento do desemprego) é a rápida adoção de uma agenda reformista. De um lado, é preciso evoluir na agenda de privatizações, o que traria recursos para o abatimento da dívida e investimentos em setores importantes. De outro lado, é preciso racionalizar a despesa pública, avaliando as políticas públicas de baixa efetividade e direcionando os recursos de forma a suavizar os efeitos da pandemia sobre os mais vulneráveis. Nesse último campo, as medidas são mais difíceis de serem endereçadas politicamente, porque se “tira de um e entrega para outro”. A solução para tanto é mostrar para a população a insustentabilidade do gasto atual e apresentar propostas de reformulação, assim como foi feito com a reforma da Previdência. Caso o Brasil consiga evoluir favoravelmente em sua agenda reformista, podemos voltar ao patamar de atividade econômica do pré-pandemia mais rapidamente.
Pedro Lutz Ramos, gerente de Análise Econômica do Banco Cooperativo Sicredi
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MERCADO DA PROTEÍNA ANIMAL É PROMISSOR, AFIRMA RICARDO SANTIN Presidente da ABPA apresentou números e tendências do setor em webinar promovido pela Mercoagro
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pandemia fez o mundo pensar melhor na sua alimentação e qualidade dos alimentos. O Brasil não só conseguiu manter, mas aumentou sua produção e não parou durante esse período, com o setor e todos que nele trabalham dando o seu melhor para não faltar alimentos. A afirmação é do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, que palestrou sobre o mercado mundial da carne em webinar promovido em outubro pela Feira Internacional de Negócios, Processamento e Industrialização da Carne (Mercoagro) – promovida pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), com patrocínio da Aurora Alimentos, BRDE, Unimed Chapecó e Sicredi e apoio das
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principais entidades da proteína animal do Brasil. O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de carne de frango (13,246 milhões de toneladas, 13,4% da produção mundial), e o primeiro exportador mundial (4,21 milhões de toneladas, 35% das exportações mundiais). O País é o quarto maior produtor mundial de suínos (3,983 milhões de toneladas, 3,9% da produção mundial) e o quarto maior exportador mundial (750 mil toneladas, 8% das exportações mundiais). O setor gera um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 80 bilhões e 4,1 milhões de empregos, sendo 500 mil trabalhadores em chão de fábrica. “É um número que estou começando a usar agora que é orgulho para um município
como Chapecó e região de abrangência da Mercoagro e para nós do setor de avicultura e suinocultura”, frisou Santin, ao acrescentar que o Brasil está bem posicionado tanto na produção, quanto no aumento dela. “Em 2026/2027 o Brasil precisa produzir 41% a mais de alimentos”. Neste ano, a projeção é que a produção de carne de frango cresça entre 3% e 4%, chegando a 13,8 milhões de toneladas, e que a exportação tenha elevação de 3% a 5%, passando a 4,450 milhões de toneladas. Para a carne suína a projeção é de aumento entre 4% e 6,5%, com 4,250 milhões de toneladas, e exportação de 950 a 1000 toneladas, de 27% a 33% a mais.
CENÁRIO MUNDIAL Santin ressaltou que as projeções para as proteínas brasileiras são positivas, mas o crescimento deve ser conforme a demanda. “Esses períodos são ideais para fazer investimentos e ganhar competitividade”. A Ásia é uma região com crescente demanda por proteína animal brasileira. Só na China, a produção teve queda de 21% - equivalente a 11,4 milhões de toneladas - devido os focos de peste suína africana (PSA). A produção passou de 54 milhões de toneladas em 2018 para 42 milhões em 2019 e deve ser de 36 milhões neste ano. A recuperação chinesa da produção de carne suína em níveis pré-PSA (54 milhões de toneladas) está prevista somente para 2025. “Porém, permanecendo os níveis de consumo per capita de 2018, com o aumento populacional e mais pessoas na linha de consumo, em 2025 a produção do País precisaria alcançar 56 milhões de toneladas. De acordo com o Conselho do Estado Chinês, a China tem como meta atingir 95% de autossuficiência em carne suína. Considerando uma demanda de 56 milhões de toneladas em 2025, o País ainda precisará importar um volume de 5%, ou seja, cerca de 2,8 milhões de toneladas”, relatou Santin. A peste suína africana impulsionou as exportações brasileiras, mas trouxe um alerta. “Nós temos que ter muito cuidado com a sanidade, que é o nosso tesouro”, enfatizou Santin.
CONSUMO De acordo com o presidente da ABPA, o consumo de proteína animal ainda será uma forte opção no cenário póscovid. No entanto, com preços mais elevados, as carnes vermelhas tendem a ser mais afetadas. “Em uma conjuntura econômica sensível, mesmo os consumidores mais ávidos
podem estar dispostos a migrar de proteína, optando pelas carnes de aves e suína”. Além disso, Santin enfatizou que a pandemia despertou ainda mais o interesse e a preocupação dos consumidores no modo de produção dos alimentos, especialmente de origem animal. “A confiança na produção, assegurando qualidade e nutrição será diferencial para os consumidores. Temas como o bem-estar animal e a sustentabilidade também serão de maior atenção no futuro”. Para as empresas produtoras, Santin ressaltou a importância de ter uma boa produtividade, integração da cadeia produtiva, segmentação e customização. A necessidade de proteína animal em 2050 será de 455 milhões de toneladas, ou seja, 197 milhões a mais que em 2007. Para atender o mercado consumidor, será necessário aumentar a produção de alimentos em 70%. Aliado ao crescimento populacional, vem a mudança no perfil do consumidor, com o envelhecimento da população. No mundo, eram 901 milhões de idosos em 2015, com previsão de 1,5 bilhão em 2030 e 2 bilhões em 2050. No Brasil, atualmente são 29,3 milhões de idosos e a previsão para 2050 é de 66,5 milhões. “Isso exigirá produtos mais funcionais e nutricionais”, assinalou Santin. O presidente da ABPA concluiu dizendo que o mundo não deve ter fronteiras para os alimentos. Porém, são necessários quatro fatores fundamentais para a produção: é preciso ter potencial de produção de biomassa, disponibilidade de água, de grãos e de terra. “De todos os lugares, esses quatro elementos só existem, juntos, no Brasil e no continente latino-americano. Eu acrescento ainda a sustentabilidade. Produzimos com sustentabilidade, o nosso Código Florestal é um dos mais rigorosos do mundo. Nós temos muito futuro, acredito nas nossas proteínas. O que nós fazemos é produzir comida para nós, para os brasileiros e para o mundo. Isso ajuda a promover a paz e a saúde das pessoas”, finalizou Santin.
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ACIC APOIA CAMPANHA DO HEMOSC
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ara celebrar o Dia Nacional do Doador de Sangue (25/11), o Hemosc realiza uma semana de comemorações em todo o Estado. Cada Hemocentro respeita o perfil de seus doadores para definir ações que consigam expressar o valor de cada doação de sangue realizada durante um ano todo. Uma das manifestações mais amadas pelos doadores é a entrega da camiseta símbolo da Campanha. No entanto, há aproximadamente cinco anos, devido às restrições financeiras, elas não foram mais confeccionadas. Pensando em resgatá-la, o Hemosc criou o Projeto “Procuram-se Padrinhos”. Através dele, empresários sensíveis à causa emprestam sua marca para as camisetas. A Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), consciente da importância da ação, aderiu à campanha e convidou os associados para engajarem-se. O diretor de Responsabilidade Social e Ambiental da entidade, Odair Balen, ressalta a importância do Hemosc para a região. “O Hemocentro tem papel fundamental nos momentos mais difíceis, contribuindo para salvar vidas, e quem doa sangue e colabora com outras campanhas da instituição contribui para esse movimento. Vamos nos mobilizarmos, nos tornarmos doadores e, ao mesmo tempo, colaborarmos com todas as iniciativas do Hemosc”. 16 - ACIC Chapecó
“Os nossos doadores têm orgulho em vestir a camiseta e, com isso, inspiram outras pessoas”, frisa a coordenadora de Captação de Doadores do Hemosc em Chapecó, Eliana Ribicki. No período da pandemia da covid-19, o Hemocentro se readequou para atender todas as medidas de segurança exigidas para proteção de doadores, pacientes e colaboradores. Dessa forma, oportunizou que todos se sentissem seguros ao realizar sua doação e a convidar outros, entendendo a importância em garantir estoque de sangue seguro para quem dele necessitar. “O consumo de sangue diminuiu no início da pandemia, mas com o retorno das cirurgias eletivas voltou à normalidade. Estamos sentindo uma escassez, com o estoque oscilando muito, ou seja, não temos uma regularidade de doadores como antes da pandemia. Não podemos conviver com essa instabilidade porque o consumo continua acontecendo”, assinala a coordenadora ao reforçar o convite para doações. Eliana enfatiza que realizar doações com regularidade é a única maneira de garantir estoque de sangue seguro. Saiba mais em: http://www.hemosc.org.br/como-doar.html e agende sua doação http://www.hemosc.org.br/agende-sua-doacao.html.
1em0mil pregos mantidos
0 80 95 s a s e r p em as atendid
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Ouvidoria DDG 0800.600.1020
R$ Mais do que milhõe recursos, d s isponib o BRDE está ilizado s espalhando esperança por toda Santa Catarina.
SETOR DE EVENTOS: ATENDER O NOVO CONSUMIDOR É O GRANDE DESAFIO
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família e valores. Nossa adaptação foi reciclar nossos setor de eventos foi um dos mais atingidos pela conhecimentos. Participamos de vários congressos pandemia no Brasil. Um levantamento feito pelo on-line. Aproveitamos o tempo para fazer uma menSebrae Nacional, em abril, mostrou que 98% do toria com o cerimonialista Roberto Cohen que é um segmento foi afetado. Porém, apesar do impacto, 64% grande mestre no setor de casamentos, criamos filtros das empresas afirmaram que não previam demissões. no Instagram para aumentar a troca virtual com nossos Para tentar amenizar os efeitos da crise, os empresários seguidores, mantivemos nossas redes sociais atualizatentaram negociar prazos: 34% devolveram o dinheiro das, reformulamos nosso site, desenvolvemos um APP para o contratante, mas 35% deles conseguiram para lista de convidados, checkin e controle de portarnegociar crédito para utilizar futuramente. ia”, relata. Elis também escreveu um livro para inspirar Em Santa Catarina, 61,2% dos pequenos negócios noivas, fornecedores e conectar do setor foram fechados tempopessoas, chamado “Contos não rariamente. Das pequenas emcontados: do vestido ao sim”. presas do segmento, 100% tiver“Nesse tempo – estamos sete am redução da receita. Os dados meses sem realizar casamentos são da quarta edição da pesqui– estou aproveitando os sábados sa “Impacto do coronavírus nos de folga para promover tardes de negócios de Santa Catarina”, autógrafos”, conta a empreenderealizada pelas federações emdora. presariais da Indústria (FIESC), Elis comenta que o foco da do Comércio, Serviços e Turismo empresa é casamentos, mas du(Fecomércio-SC) e pelo Sebrae/ rante a pandemia surgiram oporSC. Por outro lado, nesse período tunidades de fazer festas corpohouve busca por soluções para rativas e eventos sociais. Alguns sobreviver e para se preparar deles foram agendados para para a retomada dos negócios. este ano e outros para 2021. De A pesquisa do Sebrae NacionElis Vargas acordo com ela, uma tendência é al mostrou que 30,1% dos emAssessora de casamentos da Flor de Lis manter a atuação no meio digital, presários estavam aprimorando o que não será dificuldade para a gestão e 25,2% fortalecendo o a Flor de Lis, pois a empresa já relacionamento com o mercado. tinha forte desempenho nesse meio. “Sempre fomos fã Entre as medidas adotadas durante a quarentena para do meio digital. Desde 2014 utilizamos a plataforma de evitar a falência estão a capacitação dos funcionários: check-in na recepção dos nossos eventos, realizávamos 17,2% dos empresários investiram em qualificação da reuniões on-line em virtude de nossos casamentos marequipe e 15,5% no uso de novas tecnologias. cados em outros Estados. Já era uma prática constante, A assessora de casamentos da Flor de Lis, Elis Varmas com a pandemia isso ganhou força. Até mesmo gas, seguiu por esse caminho. De acordo com ela, o clientes locais estão preferindo reuniões on-line, pela período é de aprendizado e reflexão. “Esse momento praticidade, facilidade e ganho de tempo”. veio nos ensinar muito sobre parcerias, fornecedores,
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De acordo com a presidente do Chapecó Convention e Visitors Bureau, Branca Rubas, o segmento de eventos é amplo e envolve diferentes profissionais. Para sobreviver à crise, alguns buscaram outras profissões. Porém, apesar de ter sido o setor que mais demorou para voltar às atividades, as expetativas para os próximos anos são boas. “Uma amostra disso foi a liberação das portarias do Governo do Estado, que iniciou a procura por eventos. A expectativa está grande para os próximos anos. O setor se restabelecerá o mais rápido possível”.
TENDÊNCIAS Para Branca, houve uma readequação do setor, além do surgimento de novas possibilidades. Entre elas, os eventos intimistas, familiares e com poucas pessoas que não estavam em evidência na região. “Além disso, os elopements, ou seja, fugir para casar. Os noivos foram para outros lugares para fazer os casamentos”, comenta. Quanto aos eventos corporativos, a versão on-line se fortaleceu e permanecerá. Segundo Branca, a atuação no meio digital deu um salto de 15 anos. “Fomos obrigados a aprender, mesmo aquelas pessoas que não tinham muita familiaridade com a internet. Os eventos híbridos são tendência e vieram para ficar”. O ganho de tempo e economia de recursos é visível com a maior utilização do meio digital. “Por não estar habituada a usar o sistema on-line, às vezes a empresa viajava quilômetros para fazer reunião com o cliente, sendo que hoje tudo se resolve em minutos”, assinala Branca. Elis ressalta que os eventos de conhecimento no meio digital tiveram grande crescimento e devem permanecer. Porém, os presenciais ainda são insubstituíveis: o abraço, a emoção, a troca, o estar junto com as pessoas. “Isso ninguém substituirá, tem grande significado e sentimos falta”.
mercado, engajados em buscar conhecimento, em tornarem-se referências e serem inspirações. Tudo engrandece o mercado, o consumidor on-line e crítico sempre está à frente e atender esse novo consumidor é o grande desafio, é o que nos move e nos faz sermos melhores”. Para se distinguir no mercado, Branca enfatiza que o pontochave é saber encantar o cliente e proporcionar experiências diferenciadas. “Não é apenas atender bem e entregar o que o cliente está contratando. É preciso encantar, propor experiências. A retomada, mais do que nunca, exigirá isso. Além disso, as pessoas valorizarão mais os encontros presenciais. Quando somos privados da liberdade, percebemos o quando ela é importante”.
SETOR EM CHAPECÓ Branca Rubas enaltece que o município possui uma ampla cadeia de empresas que atuam no setor de eventos, desde garçons até grandes empresas, incluindo os segmentos indiretos, como gráficas. “Chapecó tem mais de mil empresas que trabalham no segmento, direta e indiretamente e todas tiveram impacto com a pandemia”. Para a presidente do Convention Buerau, a covid-19 trouxe mais união ao setor. “Acredito que a demanda para contratações de empresas locais com a retomada dos eventos deve aumentar. As pessoas e as entidades estão mais solidárias. Para quem se manteve no mercado acredito que a retomada será fortalecedora e, sem dúvida, deixará um legado”.
NOVO CONSUMIDOR Reavaliar as atividades frente ao novo consumidor, que está cada vez mais crítico e exigente, é fundamental. “Temos que estudar o cliente que está cada vez mais on-line. A forma de encantá-lo e satisfazê-lo vai requerer um esforço maior porque ele aprendeu a pesquisar mais e a internet dá referência dos melhores fornecedores”, realça Branca. A opinião é compartilhada por Elis, para quem os eventos presenciais devem permanecer e o mercado deverá ficar mais exigente. “As críticas sempre são bem-vindas. Quanto mais clientes exigentes e antenados, certos de suas escolhas, teremos cada vez mais fornecedores capacitados, fortes no
Branca Rubas Presidente do Chapecó Convention e Visitors Bureau
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SÉRGIO MIGLIORINI ANALISA DESAFIOS DA FUTURA GESTÃO PÚBLICA
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próximo ano será desafiador para todos: empresas que ainda sofrerão as consequências da crise provocada pelo novo coronavírus; governos que também terão que reavaliar condutas em função da pandemia e população em geral que, embora de maneiras diferentes, foi toda afetada com as consequências da covid-19. Nesse cenário assumirão mandatos novos administradores públicos nas prefeituras de todo o País. Entre diversos desafios, eles terão a missão de retomar o equilíbrio da economia e fazer os municípios seguirem em frente, fortalecidos e mais preparados para enfrentar adversidades. Nesta entrevista, o diretor de Relações Governamentais da ACIC, Sérgio Migliorini, faz uma análise desse cenário.
Quais são os desafios que a futura Administração Municipal enfrentará no quadriênio 2021/2024? Inicialmente administrar as dificuldades orçamentárias geradas pela queda das receitas em decorrência das paralisações obrigatórias em função da covid-19. Em segundo lugar, enfrentar as resistências e interesses políticos na redução substancial de custos, ação obrigatória para geração de superávit, especialmente as relacionadas ao quadro de pessoal. E em terceiro lugar, a necessidade de suprir as demandas crescentes do município, nos mais diversos setores, a fim de não paralisar ou engessar o seu desenvolvimento, em um ambiente de escassez de recursos. E por derradeiro, a previsibilidade de redução substancial de subvenções oriundas da União e do Estado pelas mesmas razões, o que exigirá muita experiência, racionalidade e criatividade do gestor e sua equipe.
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Chapecó diversificou sua matriz econômica. O agro continua sendo a locomotiva da economia do Município, mas outros setores cresceram de forma exponencial. Quais desses setores, na sua avaliação, têm maior potencial de crescimento?
À competitividade. O diferencial entre uma empresa tecnificada e uma tradicional em termos de resultados é notório e, às vezes, excludente, ou seja, uma empresa que não se atualizou à nova realidade terá dificuldades para sobreviver e isso é irreversível.
Com certeza os setores de saúde e educação. O primeiro, com amplas áreas de especialidades ainda abertas para os profissionais e também para as clínicas e hospitais. Outro setor com grandes perspectivas é o da tecnologia aplicada. A migração dos sistemas mecânicos e analógicos para o digital abre campos imensos de oportunidades, juntamente com o setor de serviços, que vem numa crescente em todo o mundo.
A política municipal de apoio ao desenvolvimento econômico, em sua opinião, atende as necessidades dos empresários e empreendedores?
O setor de tecnologia se agigantou nas últimas décadas com o surgimento de centenas de empresas de base tecnológica que ganharam grande projeção no mercado. A que se deve esse fenômeno?
Deixa muito a desejar. Empreender no Brasil se tornou um ato de obstinação (teimosia) e de paciência. A incompreensível burocracia e os obstáculos interpostos pelos órgãos públicos a quem paga os seus salários, a má vontade e a lentidão nas respostas, aliados a outros fatores desestimulantes ao pleno desenvolvimento, somados à penalizadora carga tributária e à falta de infraestrutura pública a quem quer produzir, deveriam ser temas de correção prioritária de qualquer
governo. O propulsor do progresso e da justiça social é o desenvolvimento econômico, posto que sem este os demais tornam-se impossíveis.
esperada reforma tributária causarão impactos sensíveis a todos os setores, inclusive ao agronegócio. Nos últimos anos o município vem recebendo milhares de pessoas oriundas de países em crise econômica, política e humanitária. Como essa imigração internacional vai impactar a economia local e a demanda sobre os serviços públicos?
O ano de 2020 ficará na história pelas crises que se sobrepuseram, como a econômica, a sanitária e a política. Como vamos encerrar esse ano? Com a sensação que a irracionalidade humana continua latente. É a primeira vez na história da humanidade que o mundo paralisa diante de um problema. Nem nas grandes pestes ou nas guerras isso aconteceu. “Fique em casa” é uma experiência empírica de imensos prejuízos, atuais e futuros, que nunca terá a contraprova científica, pois não permitiram paralelamente um grupo de teste para comprovar sua eficácia. Agora vem a pesada conta que teremos que pagar, especialmente os mais fragilizados.
Chapecó é tradicionalmente um importador de mão de obra. O Balcão de Empregos disponibiliza permanentemente centenas de oportunidades de trabalho não supridas. A mão de obra internacional, além do fator humanitário, é muito bemvinda, pois vem preencher essa lacuna. Porém, há uma grande preocupação com relação à abertura indiscriminada das portas do município a indivíduos que não vieram aqui para trabalhar, pois todos igualmente utilizam os serviços públicos, sem a devida contrapartida. Isso deve merecer a especial atenção da nova administração para não se transformar num problema social ou de segurança.
Qual será o cenário que enfrentaremos nos póspandemia? Quais as lições que ficarão para os empresários, o governo e a sociedade quando essa emergência sanitária for completamente superada? O cenário da reconstrução. O Brasil vinha numa crescente e teve um retrocesso. Agora precisamos, lamentavelmente, recomeçar quando poderíamos ter continuado a avançar. Os empresários aprenderam a lição que, nas crises, sobrevivem os mais precavidos e os mais aptos. A sociedade aprendeu que as regras e os cuidados de higiene podem salvar suas vidas, mesmo sem a vacina. Porém, temos nossas dúvidas se alguns governantes aprenderam alguma lição. Há esperanças de uma forte retomada do crescimento em 2021. Como deverá ser o próximo ano para Chapecó e o grande oeste, visto que nessa região o agronegócio atenuou os efeitos da crise? Existe uma grande demanda reprimida. Chapecó e o grande oeste devem aproveitar essa situação. Obviamente que existem fatores externos que influenciarão fortemente a nossa região no ano que inicia. Os suprimentos de energia, água, matérias-primas, a elevação dos custos gerais e a
Sérgio Migliorini
Com toda sua pujante trajetória econômica e sua expressiva contribuição ao País, Chapecó nunca conseguiu eleger um governador em 103 anos de história. A que se deve essa incompetência política? A vários fatores. O primeiro é de demografia eleitoral. O oeste isoladamente não predomina sobre o restante do Estado. O segundo é que poucas vezes Chapecó ofereceu ou pleiteou o cargo. O terceiro é isolamento histórico da região em relação ao poder maior, o que não será revertido por forças alheias, que não são nossas. E por derradeiro, a falta de estratégia ou de um projeto de unidade regional, com a promoção de um nome que venha a agregar o nosso potencial representativo. Qual é o atual papel da ACIC na contextura atual de Chapecó e do oeste? O que ela vem desempenhando ao longo da sua história. O papel representativo, desenvolvimentista, reivindicador, suprapartidário, motivador, integrador e visionário.
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BRDE: CRÉDITO EMERGENCIAL PROTEGEU MAIS DE 10 MIL EMPREGOS
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uase mil negócios protegidos e mais de 10 mil empregos preservados. Esse é o balanço prévio do programa Recupera Sul, apresentado em outubro pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O programa iniciado em abril disponibilizou R$ 100 milhões para crédito emergencial, com condições diferenciadas aos empresários catarinenses para enfrentamento da crise provocada pelo coronavírus. Do montante, 82% já fo-
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ram repassados e o restante está em processo final de liberação. “A estimativa é de que, com a conclusão dos processos em andamento, outras 200 empresas devam ser beneficiadas, aumentando para 12 mil o número de empregos protegidos pelo programa de crédito”, destaca o Diretor Financeiro, Marcelo Haendchen Dutra. Um dos empresários já beneficiados é Wesley Silva, da cidade de Joinville. Dono de um negócio no ramo de vestuário, ele conseguiu a liberação
de R$ 83 mil em menos de 20 dias. “O programa ajudou para que a minha empresa não parasse. Desta forma consegui manter os empregos e a venda dos produtos nas lojas”, destaca. Sidinei Chieza, proprietário de uma padaria de Chapecó, também acessou o programa e diz que os recursos do BRDE vieram em boa hora. “Ter um programa que permitiu empréstimos sem burocracia e com condições de pagamento facilitadas, foi uma ótima maneira de ajudar em-
presários como eu”, afirma. Um dos diferenciais transparência e mostrar o impacto deste trado Recupera Sul foi a possibilidade de acesso ao balho”, destaca o Diretor de Acompanhamento crédito sem a necessidade de garantias reais. e Recuperação de Crédito, Vladimir Arthur Fey. Um formato que viabilizou O levantamento prévio mostra aproximadamente 80% das que os recursos disponibilizaoperações do programa. dos pelo BRDE chegaram a 125 Adriana Bertelli, de Lages, municípios catarinen- ses. A garantiu R$ 200 mil para manregião que mais firmou contrater a empresa de autopeças tos foi o Vale do Itajaí, seguido da família funcionando. “O do oeste Catarinense e Grande prazo e o juros são excelentes. Florianópolis. Na sequência Isso deu fôlego para me manvem norte, região serrana e ter no mercado”, comemora. sul. “Alcançamos os mais diverOutros empresários atensos pontos do Estado, ajudandidos pelo programa foram do muita gente que precisava retratados em uma série de de apoio neste momento difícil. vídeos produzidos pelo BRDE E isso valoriza o papel do BRDE Diretor de acompanhamento e recuperação de crédito Vladimir e que começam a ser exibidos Arthur Fey e diretor financeiro Marcelo Haendchen Dutra como banco de fomento”, comnos próximos dias nas redes plementa Fey. sociais. “A intenção é dar
O PROGRAMA Entidades empresariais de Santa Catarina acessaram o Governo do Estado no início da pandemia, solicitando a liberação de crédito emergencial para os empreendedores catarinenses. A partir desta demanda o BRDE disponibilizou recursos próprios e criou o programa Recupera Sul, exclusivo para capital de giro. A linha de crédito disponibilizou entre R$ 20 mil e R$ 200 mil, com carência de 18 meses, prazo de 30 meses para pagamento e juro muito abaixo da média de mercado. As operações tiveram o apoio do Sebrae e cooperativas de crédito parceiras, que auxiliaram na análise dos processos e pulverização dos recursos. “As operações entre R$ 20 mil e R$ 80 mil puderam ser realizadas com o benefício do Fundo de Aval, que funciona como uma espécie de fiador, dispensando a apresentação de garantias como imóvel ou veículo”, complementa o Diretor Financeiro, Marcelo Haendchen Dutra. Passada a fase aguda da crise o banco começa a estruturar outros programas de crédito que possam incentivar a retomada dos negócios. “O esforço é para atrair recursos, inclusive de fontes internacionais, para que o empreendedor catarinense possa fazer os investimentos que ficaram represados nos últimos meses. A expectativa é que isso possa ajudar a movimentar significativamente a economia local”, finaliza Dutra. Recupera Sul é exclusivo para capital de giro
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Anúncio_Chapecó_meia.pdf
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CHAPECÓ TEM SALDO POSITIVO NA GERAÇÃO DE EMPREGOS
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ovamente Chapecó apresenta dados positivos na geração de empregos em 2020. O comportamento do mercado de trabalho formal do Município de janeiro a agosto mostra que o nosso saldo de empregos está acima dos índices do Estado e do Brasil, com base números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério da Economia. Entre as municípios que mais criaram vagas de trabalho nos primeiros oito meses do ano, Chapecó aparece em 5º lugar no País*, com 27.152 admissões, 24.670 demissões e um saldo acumulado de 2.482 vagas. No comparativo com outros municípios em Santa Cataria, Chapecó novamente aparece em 1º lugar no Estado com um ótimo desempenho à frente das demais cidades. Os setores que mantiveram o maior número de empregados no período (janeiro a agosto) foram a Indústria de Transformação que obteve um saldo de 3.464 vagas de emprego mantidas, seguido da Construção Civil com 150 vagas de saldo positivo e o setor Agropecuário com 58 vagas. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Arthur Badalotti Smaniotto, um dos pontos que mais chamaram a atenção nos dados do Caged foi a recuperação do setor de serviços no mês de agosto. “O setor vinha com dados negativos desde o mês de abril,
devido aos reflexos da pandemia do coronavírus. O mês de agosto demonstrou a retomada com saldo positivo de mais de 190 empregos. A expectativa agora é que esse número continue crescendo até o fim do ano”, explica. (Fonte: Prefeitura de Chapecó)
Lista dos 5 municípios com saldo positivo na análise nacional: 1º) São Luís (MA): 5.889 2º) Parauapebas (PA): 5.824 3º) Lençóis Paulista (SP): 2.658 4º) Cristalina (GO): 2.520 5º) Chapecó (SC): 2.482
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HOMENAGEM
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ACIC fez uma homenagem para Mário Lanznaster com um desenho em aquarela feito pela artista plástica Marlowa Pompermayer Marin, que foi emoldurado e entregue à sua família. O desenho também estampa a capa desta edição da Revista da ACIC.
Casamento de Mário e Edirce, em 1970
Lanznaster, aos 18 anos, no Seminário dos Padres Seculares, Brusque (SC) - 1958
Mário Lanznaster foi a Personalidade de Vendas 2018 da ADVB-SC
Troféu Banco do Brasil, em 2013
Mário Lanznaster com a família
Mario Lanznaster foi eleito Empresário do Ano em 2013
Mário Lanznaster palestrou no Almoço Empresarial, da ACIC, em 2014
Mário Lanznaster em evento de outorga da Ordem do Mérito da CNI, na FIESC, em 2015 (Foto Marcos Campos)
Mário Lanznaster foi Cidadão Chapecoense
Mário Lanznaster foi homenageado institucionalmente no Encontro da Imprensa Catarinense pelos 50 anos da Coopercentral, em 2019
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Homenagem da Emprapa
Homenagem do Legislativo Chapecoense à Aurora Alimentos, em 2014
Homenagem do Legislativo de Abelardo Luz, em 2015
MÁRIO LANZNASTER, UM LÍDER PARA A HISTÓRIA As palavras se revelam insuficientes para expressar quanta gratidão e respeito a comunidade chapecoense nutre pela sua figura e pela sua trajetória. O trabalho foi o norte de sua vida. A cooperação foi o princípio que o inspirou.
A Medalha do Mérito Catarinense foi outorgada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina, em 2011
Retidão e ética na conduta, arrojo e destemor na ação empresarial foram as virtudes que o consagraram. Suas obras no âmbito do cooperativismo melhoraram a vida de milhares de famílias do campo e da cidade. Todas as suas conquistas foram vitórias da coletividade.
Com os colaboradores, em 2013
Homenagem da Chapecoense, em 2013
Cultuar sua memória e torná-la um paradigma para as próximas gerações será a maneira mais justa de homenageá-lo. Descanse em paz, grande líder!
UMA HOMENAGEM DA ACIC
A ACIC fez uma homenagem para Mário Lanznaster com um desenho em aquarela feito pela artista plástica Marlowa Pompermayer Marin, que foi emoldurado e entregue à sua família. O desenho também estampa a capa desta edição da Revista da ACIC.
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SICREDI É DESTAQUE EM ESTUDO SOBRE MERCADO DE CARTÕES Relatório publicado pela Cardmonitor ressalta crescimento dos negócios de aceitação e emissão da instituição financeira cooperativa
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omo resultado do trabalho focado em levar mais conveniência aos associados e sempre buscando ampliar seu portfólio de soluções em aceitação e emissão de cartões, o Sicredi obteve posição de destaque na última edição do “Relatório de Monitoração do Mercado de Cartões”, publicado trimestralmente pela Cardmonitor, empresa especializada no segmento. Com base em informações divulgadas pelas próprias companhias do ramo em seus balanços ou outros instrumentos de prestação de contas, referentes ao segundo trimestre de 2020, o estudo mostra que a Adquirência Sicredi contava, naquele período, com 156,2 mil estabelecimentos cadastrados para uso de suas maquininhas em todo o Brasil, o que representa um aumento de 55% em relação ao segundo trimestre do ano passado. A unidade de negócio teve um crescimento de 28% na comparação com o resultado verificado no segundo trimestre de 2019. Entre o início de abril e o fim de junho, a instituição capturou R$ 3,2 bilhões em transações realizadas nesses canais, sendo R$ 1,4 bilhão no crédito, o que representa 14% a mais do que o verificado no segundo trimestre de 2019, e R$ 1,8 bilhão no débito, volume 42% maior do que o registrado em período similar do ano anterior. O estudo também comprova que o
Sicredi continuou com forte expansão do negócio de emissão de cartões, com crescimento anual de 22,2% na base de portadores. Essa expansão propiciou o faturamento de R$ 6,9 bilhões no segundo trimestre de 2020, o que representa uma alta de 20,8% em relação ao verificado no segundo trimestre de 2019, período em que foram faturados R$ 5,7 bilhões. O desempenho confere ao Sicredi a 8ª posição no ranking que mostra o share de mercado do segmento de emissão. Dentre as cooperativas de crédito, a instituição é a mais bem posicionada.
HISTÓRICO E VANTAGENS O Sicredi deu início ao negócio de emissão em 2001 e, nos quase 20 anos de atuação, a instituição disponibilizou aos seus associados um portfólio completo de soluções, tanto para pessoa física quanto jurídica, em parceria com as bandeiras de ampla aceitação nacional e internacional - Visa e a Mastercard. Além disso, investiu fortemente em canais digitais, buscando a melhor experiência e conveniência para seus associados. Em seus programas de recompensas, possibilita resgates via Latam Pass, TudoAzul, Smiles e em uma plataforma própria, com opções de produtos, serviços, viagens e Cashback em fatura.
Em novembro de 2017, a instituição passou a atuar no segmento de aceitação, com o lançamento de uma maquininha própria. A solução visava atender necessidades das cooperativas filiadas e trouxe ainda mais autonomia e flexibilidade aos negócios dos associados. Atualmente, o Sicredi disponibiliza, entre as soluções, modelos de máquinas com fio, sem fio e compacta. Com elas, é possível realizar transações com mais de 30 bandeiras nacionais e internacionais, regionais e vouchers - com destaque para segurança nas operações, centralização dos recebíveis, taxas mais acessíveis, possibilidade de escolher o prazo de recebimento das vendas a crédito a partir de dois dias, além de plataformas de gestão exclusivas para o associado gerenciar o seu negócio. “Contribuir com o desenvolvimento das regiões onde atua é uma das premissas do Sicredi desde a nossa fundação, algo que também está alinhado aos valores do cooperativismo de crédito. O trabalho nos segmentos de emissão e aceitação de cartões é pautado por isso, já que, por meio dessas frentes, conseguimos apoiar a evolução de empreendedores em todo o Brasil, oferecendo a eles opções de meios de pagamento adequadas às necessidades de seus negócios”, afirma Cidmar Stoffel, diretor Executivo de Produtos e Negócios do Sicredi.
SOBRE O SICREDI O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 23 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). *Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 31 - ACIC Chapecó
VOCÊ DESENVOLVEU NOVAS HABILIDADES COM A PANDEMIA?
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iante das dificuldades precisamos nos reinventar e buscar soluções para novos desafios. Neste ano, com a pandemia, todos vivenciamos novas experiências e, de alguma maneira, pudemos tirar algo de positivo e desenvolver novas habilidades. Isso tudo nos faz crescer como profissionais e como pessoas. Para relatar essas vivências, a ACIC criou uma campanha nas redes sociais. Acompanhe e se inspire com os depoimentos.
“Estamos trabalhando em uma nova realidade, sabemos que o mundo está diferente com a covid-19, mas não podemos perder a esperança de um mundo melhor, mais humano, mais justo e que a gente possa aproveitar as lições que aprendemos com as dificuldades e incorporá-las no nosso dia a dia. Sabemos que será diferente, mas não podemos deixar de acreditar na nossa maravilha de Brasil que tem um potencial enorme e grandioso para vencer”. Nadir José Cervelin, gerente do Projeto Mercoagro 2020 e sócio-diretor da Global Corporate & Consultoria Ltda “Compartilho uma prática que nasceu com esse novo cenário. É o que chamamos de Canal de Ideias, pelo qual todos os colaboradores podem partilhar boas práticas, sugestões de atendimento, sugestões de padrões para o dia a dia e assim por diante. O resultado tem sido fantástico na reformulação de como entregamos nossos produtos e serviços aos clientes. Isso é um exemplo de que mesmo diante de um cenário caótico é possível extrair algo bom e produtivo”. Willian Cezar, diretor da VS Service e coordenador do Núcleo de Jovens Empresários da ACIC
PARTICIPE Você também desenvolveu habilidades pessoais e profissionais durante a pandemia? Você pode inspirar outras pessoas com a sua vivência. Mande seu depoimento escrito ou um vídeo de até 30 segundos: eventos@acichapeco.com.br Confira outros relatos nas redes sociais da ACIC.
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INSPEÇÃO VEICULAR GRATUITA AVALIA 2,6 MIL VEÍCULOS
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iltro de óleo e de ar condicionado, óleo de motor, líquido de arrefecimento, fluído de freio, correia dentada e extintor de incêndio foram alguns dos principais problemas encontrados nos veículos de Santa Catarina durante a Inspeção Veicular Gratuita (IVG). A ação ocorreu em 138 empresas, que integram 21 núcleos de automecânicas e avaliou 2.677 carros que circulam no Estado, 730 a mais que em 2019. O Núcleo de Automecâmicas da ACIC Chapecó fez 319 vistorias, o maior número do Estado. Na sequência, estão Capinzal (272), Pinhalzinho (252), Curitibanos (238) e São José (225). O coordenador do Núcleo, Éderson Terhorst, assinalou que as mecânicas adotaram todas as medidas de segurança contra a Covid-19 para receber os clientes. “Mesmo com a pandemia, tivemos um crescimento no número de veículos inspecionados. Isso demonstra que, cada vez mais, as pessoas estão conscientes quanto à manutenção preventiva que é mais econômica do que a corretiva, previne acidentes, gera menor consumo de combustíveis e, consequentemente, menor índice de poluição do meio ambiente”. A iniciativa ocorreu em parceria com o Núcleo Estadual das Automecânicas (NEA) que integra a Federação das Associações Empresariais de SC (Facisc), com apoio da Associação dos Reparadores Veiculares de SC (Arvesc), Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de SC (Sindirepa), Scherer Distribuidora, Petronas, Tecinco e Boxtop Elevadores. NÚCLEO O Núcleo de Automecânicas da ACIC é composto
pelas seguintes empresas: Automecânica Ari, Auto Tork Mecânica Automotiva, Automecânica Barriga, Automecânica Daiana, Mecânica Marea, Mecânica Newcar, Mecânica Samar, Centro Automotivo III Milênio, Mecânica Auto Giro, AMD (Auto Mecânica Dorini), Mecânica Maciel, Mecânica Space Car, Mecânica Toniazzo, Toreto Auto Center, Mecânica Buiu Car, Mecânica Formosa, Mecânica Irmãos Tolotti, Mecânica Moratelli Auto 10, Mecânica Shammah, Mecânica São Cristóvão, Nenê Auto-Serviço, Oda Auto Center, Oficina Mecânica Onghero, Polo Automecânica, Rosa Autocenter, Talgatti Centro Automotivo e Tecnocars Automecânica.
Principais problemas encontrados • Filtro de óleo – 42% • Óleo de motor – 41% • Filtro de ar condicionado – 41% • Etiqueta de óleo – 40% • Filtro de ar – 40% • Líquido de arrefecimento – 30% • Fluído de freio – 28% • Correia dentada – 26% • Polimento danificado – 26% • Extintor de incêndio – 25% • Palheta do limpador – 24%
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NOVOS ASSOCIADOS DA ACIC “A Sucesso Consultoria Empresarial busca estar presente em espaços interativos, que geram oportunidades através da troca de experiências, aprendizados e, principalmente, que seja possível contribuir para o fortalecimento e desenvolvimento de pessoas e empresas de nossa região. Com objetivo de prestar serviços de consultoria focada em potencializar as organizações, acreditamos que ao participar de modo associativo junto à ACIC e seus núcleos é possível aumentar a expansão dos negócios”. Viviane Paninson, proprietária da Sucesso Consultoria Empresarial “Mesmo com os desafios de uma pandemia, somos gratas a Deus pelo crescimento da nossa empresa no ano de 2020. Geramos novas oportunidades de emprego e, com isso, percebemos a necessidade de fornecer mais benefícios para as nossas funcionárias. A ACIC chegou em um ótimo momento nos trazendo respostas e soluções que precisávamos. Uma grande conquista foi fornecer para nossas colaboradoras o vale alimentação, cartão bônus e também o Util Card, graças ao plano de cartões da entidade – benefícios que trazem motivação no ambiente de trabalho. Que a parceria iniciada agora perdure por muitos anos”. Kellyn Gnoatto, administradora, e Mariseli Canalli, sócia-proprietária da Celi Confecções e Comércio “A Seedcap - Investimentos e Aceleração é uma empresa chapecoense formada por sócios com vasta experiência em negócios e investimentos. A empresa nasceu com o propósito de construir inovação através dos seus programas de aceleração de startups e inovação corporativa. A conexão de ideias, pessoas e empresas no ambiente associativista são elementos fundamentais para a Seedcap desenvolver suas soluções, o que explica sua participação na ACIC. A cooperação é fundamental para tornar a região ainda mais desenvolvida sustentavelmente. No primeiro trimestre de 2021 lançaremos a primeira turma de aceleração, bem como seu programa de inovação aberta com foco em empresas já consolidadas que buscam inovar em seus processos, produtos e serviços com o objetivo de manterem-se competitivas”. Willian Suzin, diretor executivo da Seedcap
Amo Delivery Tecnologia da informação Avenida Getúlio Dorneles Vargas, 4135 N, Líder - financeiro@amo.delivery (49) 3316-1234 Casa do Pão de Queijo Alimentos Rua Duque de Caxias, 196-D, Centro rh@nostracasa.com.br (49) 3323-1700 Celi Uniformes Vestuário e confecções Avenida Irineu Bornhausen, 1094-E, Palmital admceliuniformes@gmail.com (49) 3329-4685
Jc2 Assessoria, consultoria e treinamento Rua Marechal Bormann, 396-D, Apto. 502, Centro - jc2inteligencia@jc2inteligencia. com.br (49) 9 9908-8808 Lottus Serviços Contábeis Serviços contábeis Avenida Porto Alegre, 828-D, Apto. 1003 contabil@lottuscontabil.com.br (49) 3199-3209 Mais Sabor - Alimentos Rodovia Sc-283, 473-D, Efapi financeiro@maissaborcco.com.br (49) 3331-3722
Consórcio Salvador Seguros e consórcios Rua Benjamin Constant, 294-D, Centro atendimentoconsorciosalvador@gmail.com (49) 3199-1477
Marlowa Artes Artigos de uso doméstico Avenida Nereu Ramos, 747-E, Centro marlowa@marlowa.com.br (49) 9 9987-0613
Donna Padoca Fabricação de produtos de panificação industrial Rua São Gerônimo, 185-D, Santa Maria sessacampos@gmail.com (49) 9 9929-9315
Master Construtora Construtora Rua Procópio Ferreira, 61-D, Jardim América alex0634@hotmail.com (49) 3026-1292
Escola Chef Gourmet Educação Avenida Fernando Machado, 1172-D, Centro chapeco@escolachefgourmet.com.br (49) 3340-0202 Giulietta Cafés Restaurante, bar e lanchonete Avenida Fernando Machado, 400-D, Loja 16, Líder - quero@giulietacafes.com.br (49) 3312-1234 34 - ACIC Chapecó
Mercado Antonini Mercado e padaria Rua Uruguai, 507-E, Centro mercado_antonini@hotmail.com (49) 3322-3632 Neitzke & Neitzke Ltda Serviços combinados de escritório e apoio administrativo Rua Guaporé, 299-E, Centro eldemar.n@uol.com.br (49) 3323-3510
Nilson Auto Mecânica Serviço de manutenção e reparos mecânica Rua Coronel Freitas, 1150-D, Efapi dary_day@yahoo.com.br (49) 3328-9344
Roots Bonsai Floricultura Rua Bento Goncalves, 83-E, Jardim Itália comercil@rootsbonsai.com.br (49) 3025-3932
Nível Caschback Promoção de vendas Rua Marcolina Da Silva, 290-E, Casa Fundos, Saic - omelhordobairro.chapeco@gmail.com (49) 9 9945-7783
Rudiger Multimarcas Revenda de veículos Avenida Fernando Machado, 3118-D, Passo dos Fortes notafiscal@navajo.com.br (49) 3361-0500
Nutract Agroindustrial Fabricação de alimentos para animais Rua Inocêncio de Souza Branco, 81-E, Quedas do Palmital administracao@nutract.com.br (49) 3329-1111 Pointer Recuperadora Serviço de manutenção e reparos mecânica Rua 14 de Agosto, 467, esquina com Lauro Muller, Santa Maria financeiro@cpoiter.com.br (49) 3322-5200 Realize Produções Eventos Avenida São Pedro, 2238-D, Pinheirinho feijoadadokinho@gmail.com (49) 9 9933-9600 Renato Marcon Pinto Rua Eurico Gaspar Dutra, 669-E, Sao Cristóvão - renatomarcon@outlook.com (49) 9 8428-7055 Resonare Engenharia Instituição financeira Rua Assis Brasil, 1140-E, Presidente Médici taiseperondi@gmail.com (49) 3323-1946
Seedcap Tecnologia da informação Rua Inocêncio de Souza Branco, 36-E, Área Industrial, 2º Andar, Quedas do Palmital contato@seedcap.com.br (49) 9 9908-1488 Studio Personal Rafael Leite Academia de esportes Rua Barão do Rio Branco, 841-D, Sala 02, Maria Goretti studiopersonalrafaelleite@gmail.com (49) 3199-1929 Sucesso Consultoria Empresarial Assessoria, consultoria e treinamento Rua Clevelândia, 315-D, Sala 401, Centro viviane@sucessoconsult.com.br (49) 3050-1027 Yume Alimentos - N1 Chicken Chapeco Alimentos Rua Israel, 610-D, Sala 2, Santa Maria joney.prado@gmail.com (49) 9 9995-8976
Núcleo de Comércio Exterior e Logística Internacional
SEU PATRIMÔNIO ESTÁ TODO NO BRASIL? SINTO MUITO! Enquanto países estão avançando em tecnologia, educação, saúde, segurança etc., o Brasil está lento ou até estagnado em alguns aspectos e, consequentemente, você também está. Esperamos uma maior abertura comercial que estimulará a concorrência, aumentará a eficiência das empresas e impulsionará o crescimento econômico. Mas até lá... É possível expandir a sua área de atuação, ir a lugares que favorecem o seu mercado e manter seu patrimônio em moeda forte. Diversificar seus investimentos em outros países, assim como internacionalizar seu produto ou empresa. O Comex tem realizado ações que mostram as opções disponíveis. Te convidamos a participar. Jian Costa - J.Costa Investimentos
Núcleo das Indústrias Gráficas
#SOUMAISPAPEL O segmento de base florestal brasileiro está desenvolvendo uma campanha que envolve a cadeia de celulose, papel e embalagem de papel, com o mote #SouMaisPapel. A Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional de Santa Catarina (Abigraf-SC) aderiu ao movimento, apoiado também pelo Núcleo das Indústrias Gráficas da ACIC. A campanha aborda temas como clima, água, energia, sustentabilidade e biodiversidade, mostrando os benefícios dos produtos em papel. O papel pode ser reciclado e dar vida a diversos outros itens. Para você ter uma ideia, 70% das fibras utilizadas na produção das caixas e embalagens de papelão são oriundas de fontes recicláveis. Isso é possível porque o Brasil é o país que mais recicla esse produto no mundo e apresenta uma taxa de recuperação estimada em 68% de todo o papel consumido que é passível de reciclagem. Se somarmos somente papéis de embalagens, esse índice sobe para 77%. Flávio Antônio Raimann – Gráfica ABC
Núcleo dos Jovens Empresários
TEMPO DE REINVENÇÃO Vivemos em um tempo sem precedentes. A pandemia do novo coronavírus trouxe mudanças repentinas, em que pessoas e empresas se veem obrigadas a reanalisar metodologias, remanejar recursos e despesas para se adequarem ao novo contexto ou, ainda, sofrer de forma reduzida os reflexos negativos da crise. Neste momento, empresas buscam apoio para atravessar a adversidade, ao passo que igualmente almejam ampliar seus investimentos. Assim, vai além da gestão tributária ou a busca por restituição de impostos, é utilizar de estratégias, conectando investidores que ofereçam recursos em operações financeiras e as empresas, para que estas mantenham suas atividades e ampliem seus lucros. Viviane Negri - Negri Advocacia
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Núcleo de Academias
EXERCÍCIOS FÍSICOS E SAÚDE MENTAL Há muito tempo se fala que a prática regular de exercícios físicos ajuda o corpo no combate às doenças. Exercícios físicos são uma das maneiras mais eficazes para a melhora da saúde mental, esta que vem sofrendo grandes impactos nos últimos meses devido à pandemia da covid-19. Sensação de bem-estar, melhora no sono, na memória, disposição e positividade são alguns dos principais benefícios percebidos. O exercício, além de liberar grandes quantidades de endorfinas (substâncias que geram o bem-estar), ajuda a relaxar os músculos e aliviar a tensão do corpo, assim, diminui o estresse, a ansiedade e a depressão. Por isso, a prática regular de atividade física vem fazendo a diferença na vida de inúmeras pessoas, independentemente da idade. Com o auxílio de um profissional de educação física credenciado, ela pode se tornar uma ferramenta poderosa para se sentir melhor todos os dias. “A boa orientação faz toda a diferença”. Dia 1º de setembro comemora-se o Dia do Profissional de Educação Física!! Rosana Urack - Conceito “A”
Núcleo de Automecânicas
O AR CONDICIONADO DO CARRO X PANDEMIA Em tempos de coronavírus, todo o cuidado com o ar condicionado dos veículos é fundamental para preservar a saúde. Desinfetar e fazer a higienização é importantíssimo para prevenção contra micro-organismos, fungos e bactérias. Esse trabalho deve ser realizado por profissionais especializados. Como a covid-19 ainda é uma doença nova, não sabemos como ela se comporta. Por isso, reforçamos sobre a higienização do sistema de ar condicionado nos veículos para prevenir doenças respiratórias. Outra recomendação é são a substituição do filtro de cabine que deve ser feita a cada 10.000 km. Outro item que anda ao lado e também é importante é o sistema de arrefecimento, ou seja, a água do motor, que contribui para um perfeito funcionamento do ar condicionado. Para saber quando seu carro precisa de uma manutenção, basta ficar atento ao primeiro e mais incômodo sinal: o mau cheiro. Percebido isso procure uma mecânica no núcleo de Chapecó que com certeza solucionará seu problema e do seu carro. Anderson de faveri - Auto Mecânica Barriga
Núcleo de Sustentabilidade
ESG, UMA QUESTÃO DE SOBREVIVÊNCIA Se você ainda não ouvir falar na sigla ESG está na hora de repensar seus conceitos como empresário. Em uma tradução para o português ela se refere à Governança Ambiental, Social e Corporativa que são os três fatores centrais na medição da sustentabilidade e do impacto social de um investimento em uma empresa ou negócio. Empresas, independente do porte, que não adotarem ações relacionadas à sustentabilidade, como por exemplo ODS ou GRI, sofrerão as consequências ao longo do tempo, pois além dessas práticas se tornarem imperativas por parte de seus clientes, investidores deixarão de aportar recursos a exemplo da BlackRock, a maior gestora de recursos do mundo. Robison Fumagalli Lima - Cerne Ambiental
Núcleo de Assessorias e Consultorias
O IMPACTO DA LEI GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS NAS EMPRESAS A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) trouxe um grande número de obrigações que terão impacto direto na operação de qualquer empresa que lide com dados pessoais. Isso porque a LGPD define como dados pessoais toda informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável. Assim, é fácil perceber que a gama de aplicação da lei é bastante ampla e atinge várias atividades. A LGPD tem como fundamento a proteção à privacidade dos dados e visa garantir maior segurança jurídica às pessoas diante da transparência na coleta e tratamento de dados coletados tanto em meios presenciais quanto em meios digitais. As empresas precisam ficar atentas, pois a implementação de um projeto de adequação, nos termos e exigências da lei, não é tarefa fácil e demanda elevado tempo. É fundamental ter um mapeamento de dados adequado, um processo de resposta a incidentes com papéis e responsabilidades bem definidos. Além das sanções previstas na lei e as possíveis de demandas individuais e coletivas, o impacto na reputação da empresa vindo de um vazamento de dados, impõe e aumenta a responsabilidade e a ansiedade de todos os envolvidos nos processos de adequação e exigirá uma forte mudança na cultura organizacional. Rosane Machado Carneiro - Machado, Martinazzo & Advogados Associados 36 - ACIC Chapecó
Núcleo de Gestão pela Excelência
BUSCA PELA EXCELÊNCIA DEVE SER FORTALECIDA As águas retrocederam. Após esse tsunami da covid-19, que de uma maneira geral atingiu todo o mundo – o mercado, o cliente, a forma de fazer as coisas, “o ambiente” – tudo mudou. Ou evoluímos juntos ou seremos seres extintos. Cada dia é um ato de bravura e de busca por resultados. É um caminho árduo e pedregoso, muitas vezes solitário, mas as águas retrocederam e os melhores permaneceram. Nós, empresários, teremos que ressurgir das cinzas como uma “Fênix Empresarial”, renovados, fortalecidos. Muitas novas competências, habilidades, conhecimentos, comportamentos e atitudes deverão ser desenvolvidos e a busca pela excelência fortalecida. Então vamos analisar, definir, planejar, agir e acompanhar. Ao final, sairemos vencedores. Valdecir de Moura - Competitiva Soluções Empresariais Ltda
Núcleo de Gestores de Pessoas
PANDEMIA X DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL Com a situação atual ficamos restritos ao desenvolvimento profissional tradicional em salas de treinamentos, onde costumava-se trabalhar equipes, líderes e avaliações. Com isso começamos a inserir ainda mais as ferramentas “on-line” em nosso dia a dia. E o público que não utiliza esse meio digital em sua rotina desenvolveu essa habilidade, evoluindo sua qualificação profissional e pessoal. Muitas organizações tiveram que aderir recursos de medidas de segurança aos empregos, enquanto outras de serviços essenciais estavam aumentando demandas por inúmeros motivos, precisando pessoas preparadas para enfrentar o momento e qualificadas. O “estar on-line” para o mundo ficou de extrema importância. Carla Cristina Hafermann - Alfa Transportes Eireli
Núcleo Multissetorial
VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA O FUTURO DOS CELULARES? Telas dobráveis são a nova realidade, integrada à internet das coisas. Você acorda e lá estão a previsão do tempo e os dados do sono. O seu café já está pronto, o micro-ondas fornece peso e tabela nutritiva do seu alimento. Na tela da cozinha estão as notícias. No veículo uma tela se abre e você responde mensagens e ligações. A mesa no trabalho é uma tela com afazeres, agenda e previsões econômicas. A refeição vem pelo clique na tela dobrável que está em seu pulso. Em vez de cada um ter sua própria tela, dispositivos inteligentes em diferentes locais permitirão a realização do que seria executado em telefones. A diferença é que usarão recursos ambientais e telas flexíveis incorporadas em paredes, veículos, em tono do pulso ou até mesmo no tecido das roupas. Fabrício José Maseto – Univox Assitência
Núcleo de Tecnologia da Informação e Comunicação
O IMPACTO DA LIDERANÇA NOS RESULTADOS DE NEGÓCIOS Os processos de transformação digital estão acelerando a competitividade entre empresas de todos os setores. E para conseguirem se destacar da concorrência, as organizações vêm apostando em uma escolha mais estratégica de suas lideranças. Um bom líder entende os impactos do seu papel e do trabalho do seu time nos negócios. Mas a eficácia no exercício da liderança deve ser constantemente avaliada e aperfeiçoada, seguindo as transformações do mundo corporativo. Investir em pessoas, reconhecê-las, trabalhar a performance e o desenvolvimento de talentos envolve ter um RH estratégico e gestores preparados para lidar com os novos desafios. Adelmir Mucelin – TwoWeb Digital
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FORÇA, SUPERAÇÃO E PENSAMENTO POSITIVO “Poderíamos prever muitas coisas para este ano, mas certamente ninguém imaginou ver o mundo prostrado diante da situação ocasionada pelo coronavírus. Sabemos dos impactos econômicos, sociais e na saúde das pessoas que a pandemia causou. Mais do que isso, a nossa saúde mental, como está e como ficará daqui para frente? Essa é a hora de também nos preocuparmos como o nosso bem-estar emocional. E a receita infalível é manter as esperanças, com a certeza de dias melhores, com resiliência e também cuidando do nosso corpo com alimentação saudável e atividade física. Corpo e mente sadios nos ajudarão a superar todos os obstáculos e nos conduzirão para dias muito melhores”. Ademar Kammler, treinador e proprietário da Passo a Passo Assessoria Esportiva
DIRETAS DOS ASSOCIADOS NOVO ESPAÇO A MP Macropampa inaugurou um novo espaço: o MP Gourmet, para happy hour, coworking, café, almoço e muito mais. Fica no segundo piso da loja, em Chapecó, com cafeteria, choperia e restaurante. A MP Macropampa, que esteve de aniversário em outubro, atua como distribuidora há mais de 30 anos nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. Conta com duas lojas de varejo em Chapecó e São Miguel do Oeste. Em Chapecó a loja possui mais de 5000 m³ e mais de 50 mil itens distribuídos entre vários setores, com estacionamento coberto e gratuito. NOVIDADE A Casolare Confeitaria inaugurou um novo espaço em Chapecó: a Casolare Happy, na avenida Getúlio Vargas. O local oferece pizzas, almoço, petiscos, drinks, espaço café, tortas, doces, salgados, pães, chopp, entre outros, em um ambiente externo exclusivo. Também disponibiliza pratos à la carte com combinações leves e saudáveis. Os produtos também podem ser adquiridos no novo aplicativo da Casolare que pode ser baixado no Google Play e no APP Store. PRODUTOS FIT Os cuidados com a saúde ampliaram durante o período de pandemia. Atenta às tendências, a Tripoeste ampliou a linha de chás. A empresa oferece uma ampla variedade de ervas, chás, especiarias e outros produtos para quem deseja manter uma alimentação saudável e equilibrada, com uma variedade de produtos naturais com valores diferenciados.
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AGENDA 26/11 Empresário do Ano 15h às 20h
10/12 Palestra Reforma Tributária Campanha “Se não for agora será quando?” 17h
26/11 Curso online do Núcleo de Sustentabildiade “ODS em foco: práticas empresariais” 19h
11/12 Debate Reforma Tributária Campanha “Se não for agora será quando?” 9h
CONFIRA ONDE A REVISTA DA ACIC ESTÁ CIRCULANDO Mande também sua foto com a revista para o e-mail eventos@acichapeco.com.br
Av. Getúlio Vargas, 1748N CEP: 89805-000 - Chapecó/SC Fone/Fax: 49 3321-2800 E-mail: acic@acichapeco.com.br facebook.com/acic.chapeco @acichapeco www.acichapeco.com.br
MISSÃO ACIC Representar os segmentos econômicos de Chapecó, estimulando a livre iniciativa e trabalhando como agente de mudanças. Atender com eficiência e eficácia as necessidades dos associados correspondendo às suas expectativas. Ser a indutora de ações para o fortalecimento da classe empresarial, oportunizando condições para o surgimento de novos mercados de trabalho e ampliação dos já existentes.
Gustavo Henrique Marques Menezes, sócio administrador da Profiteng Consultoria e Gestão LTDA
Diretor Presidente Diretor 1° Vice Presidente Diretor 2° Vice Presidente Diretor Administrativo Diretor Administrativo Adjunto Diretor Financeiro Diretor Financeiro Adjunto Diretor de Desenvolvimento Comercial Diretor de Desenvolvimento de Serviços Diretor do Agronegócio Diretor de Micro e Pequenas Empresas Diretora de Núcleos Empresariais Diretor de Eventos e Mercoagro Diretor de Assuntos Econômicos e Tributários Diretor de Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo Diretor de ResponsabilidadeSocial e Ambiental Diretor de Relações Internacionais e Comex Diretor de Relações Institucionais Diretor de Relações Governamentais Diretor de Relações com Instituições de Crédito Diretor de Relações com Associados Diretora de Capacitações Empresariais Diretor de Desenvolvimento Industrial
Nelson Akimoto Lenoir Antonio Broch Helon Rebelatto Leandra Merisio Luiza Utzig Modesti Dalvair Anghében Carlos Martinelli Emerson Luiz Angonese Carlos Roberto Klaus Fernando Prezzotto Daniel Bet Cleunice Zanella Cidnei Luiz Barozzi Valdir Lucatelli Sidimar Carniel Odair Balen Inocência Dal Bosco Robert Otto Sergio Migliorini Sergio Perondi Genuino Simioni Magna Anzolin Gonçalo Coelho
TODOS OS DIRETORES DA ACIC COLABORAM DE FORMA VOLUNTÁRIA, SEM REMUNERAÇÃO
ESTRUTURA ORGNIZACIONAL Conselho Deliberativo: Presidente: Gelson Dalla Costa Vice-Presidente: Paulo Benites Secretária: Daniela de Marco Rigon Conselho Consultivo: Itacyr Centenar Diretor Executivo: Fabio Luis Magro
Jornalista Responsável: Marcos Antônio Bedin (M.T.B.: SC-0085 JP) | Edição: Lisiane Kerbes | Redação: Marcos Antônio Bedin, Alessandra Cristina Favretto, Lisiane Kerbes, Keli Magri e Marciane Páz Mendes | Projeto Gráfico: Batiz Marketing de Resultado | Edição Especial On-line | Fechamento da Edição: 25/11/2020 39 - ACIC Chapecó
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