Edição Limitada
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Inês Costa Monteiro Bruno Marchetto Beta Rodrigues Guilherme Durand Maria Correia Beatriz Gosta Nancy Mustique Feelypa Constanza Ariza Melanie Vicente Barbara Inês Luís Ganito Duvale Miguel Blanco Mexiquer
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Viver é a maior aventura das nossas vidas. Nunca sabemos o que vem a seguir mas até que existe um quê de libertador nessa dúvida.
Infelizmente, o Covid-19 não é um filme do James Cameron e a informação que nos chega não é ficção.
As maiores vitórias da nossa vida fizeram-se com trabalho, dedicação mas, sobretudo, com a dúvida se poderia mesmo ser real. Se na passagem de ano nos dissessem que hoje estaríamos confinados a 4 paredes, a lutar contra um vírus cuja transmissão é facílima, pouco ou nada íamos querer ouvir deste nerd de ficção científica, talvez com uns copos a mais.
Porque não estamos sozinhos e porque nunca foi tão importante entrar noutra dimensão, criamos a Sumol X Magazine (SXMAG). Do fundo do meu coração e do de toda a equipa, espero que gostem. A SXMAG é para vocês.
O M A T S E NaO S O H N SOZI
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Passei 3 anos da minha vida a ouvir que o jornalismo estava a morrer. Por que razão me estavam a fazer pagar um curso se a premissa era uma profissão decadente? No mercado de trabalho, a história era diferente. Sujeitos que como eu tinham ouvido demasiadas barbaridades fizeram-se à vida e criaram novos conceitos de comunicação, onde o sujeito era um computador e o predicado, à distância de um clique, pedia mais e mais. As notícias tornaram-se de rápido consumo e a internet acelerou o processo daquilo a que chamamos de reportagem. A realidade tornou-se uma: num mundo cada vez mais digital, o jornalismo não só está mais vivo do que nunca como ainda se conseguiu reinventar, tal fénix renascida das cinzas. A SXMAG é a prova viva disso. Confinados a 4 paredes, criadores de conteúdo uniram-se para relembrar um passado que não é assim tão distante, ansiando por um futuro. À falta de resposta para o “quando?’”, uma das perguntas essenciais do jornalismo, temos o “como”. Pela internet e pelas redes sociais, através do WhatsApp, do Skype ou da HouseParty. No Instagram, no TikTok ou no YouTube. “Quem?”. Todos nós. Mais do que nunca. 9
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ARTE?
Bruno Marchetto é o artista plástico por trás da capa da SXMAG. Pinta, ilustra e às vezes faz colagens. O realismo extremo que consegue no resultado final faz-nos pensar que caminho consegue uma fotografia seguir. O pormenor dos detalhes de cada uma das suas pinturas é um arrepio vibrante um quadro a óleo do Renascimento e uma era que ainda nem nasceu, de tão pop que é.
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E A XIS Assume que a existência é um fluxo e é fácil perceber o porquê ao percorrer o seu perfil do Instagram. Depois de ter uma carreira como publicitário decidiu acolher a arte a 100% na sua vida e não sabe o que pode surgir a seguir. As suas obras expressam um mundo paralelo, com influências da vanguarda artística dadaísta e surrealista. Colagens, spray e tinta acrílica são o perfect match para criar o contraste e a sincronização entre os elementos.
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A inspiração? “A arte é corpo, é a minha voz. É momentâneos e o que v é o meu grito para o mun
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é uma extensão do meu falar sobre sentimentos vem à cabeça. Cada tela ndo”, afirma.
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nha de dar tudo
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FREE THE F*CK NIPPL Se Elisabete fosse uma peça de arte, seria a desconstrução da mesma. Conhecida por Beta, para nós e para os amigos, acredita que o mundo tem um longo caminho pela frente no que toca a preconceitos e a crenças, tanto por fora como por dentro. Se há uns tempos tinha vergonha de admitir que era sensível, hoje orgulha-se de o dizer. Não só porque percebeu que não tinha volta a dar como também reparou que aquilo que não gostamos só nós é que o vemos. Como vamos viver connosco para o resto das nossas vidas, o melhor é mesmo aceitar e seguir caminho. É nesse caminho que encontra a energia que precisa para ser, uma tarefa que é difícil a muitos, senão mesmo todos. Numa fuga para a natureza, encontra, por norma, a energia que precisa para se recarregar, tanto física como psicologicamente mas é no físico que nos precisamos de focar. Focar que se não gostamos das nossas pernas, são elas que nos permitem andar. Focar que se não gostamos das nossas mamas, são elas que um dia podem alimentar um bebé, focar, acima de tudo, mesmo que não gostemos do nosso corpo, que é ele que nos dá saúde. Não é difícil adivinhar qual será a primeira coisa que a Beta fará quando sair de casa, pois não ?
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KING LE
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Guilherme Durand J é um profissional de skate, que não tem medo de cair da tábua, não tem medo de passar 5 horas a tentar uma nova manobra e também não se importa de vestir outros tipos de roupa, que saiam fora do comum! Aprendeu tudo o que sabe no YouTube e com aqueles que seriam os seus futuros amigos, porque “o pessoal é essencial para o skate”.
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Entre um skatepark ou um pedaço de território aleatório na rua, escolhe o segundo. São os street spots que “dão outro feeling quando se consegue aquilo que estivemos horas a tentar”. Pessoas a passarem na rua, fotografias tiradas por desconhecidos ou barulhos de carros a passar são outros dos ingredientes para a receita básica da adrenalina, tornando a manobra verdadeiramente gratificante.
Não é fácil, admite. Há esforço físico e psicológico que a maioria não imagina mas faz parte da inovação que só é possível porque existem corrimões ou curves (conhecidos como bancos para quem os usa para sentar).
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O Guilherme deu-nos 5 streetspots obrigatórios a visitar. Se preferes os skateparks, na boa, lembra-te só “que não estás sozinho” e, que “deves olhar para a frente”, palavra do professor Guilherme.
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Praça da Figueira, porque se és
de Lisboa ou vais a Lisboa, tens de conhecer o centro do centro. As escadas das traseiras da Câmara Municipal da Maia, porque improviso e skate podiam ser sinónimos.
Fonte Luminosa em Leiria
Sítio perfeito para conviver com o pessoal, enquanto se anda de skate em um spot super completo!
MACBA, em Barcelona, onde há mais skaters por metro quadrado.
E agora, uma para pôr na wishlist:
The Brooklyn Banks, em NYC. As razões são óbvias mas a mais
importante são os "locals". Todos queremos conhecer os locals quando vamos para outro país, am I wrong? 33
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Maria Correia
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Se há 10 anos nos dissessem que a rádio também iria viver da imagem, ninguém iria acreditar. Maria Correia entrou para a Mega Hits quando esta ainda só estava no Facebook. 7 anos depois, já migrou para o YouTube, passou pelo Instagram e chegou ao TikTok. Que atire a primeira pedra quem nunca viu o “Cala-te boca” na plataforma mundial de vídeo.
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Depois da vergonha que achava que era ter uma voz demasiado rouca para uma menina, Maria ganhou coragem e foi em frente. Hoje, “com vergonha de muito pouca coisa”, admite que o que mais a fascina é o combate à superficialidade que a rádio consegue fazer, transmitindo uma imagem mental a quem a ouve. Não seria de esperar outra coisa, pelo menos não da Maria, que vive energeticamente
LIVRE e sem vergonha dentro de um corpo de 29 anos. Se sempre foi assim? Óbvio que não. Se hoje tem vergonha de muito pouca coisa e diz a alto e a bom som para quem a ouve do outro lado que está com alergias ou num dia mau, no passado, admite que era insegura, porque nunca ninguém é tão confiante e seguro de si mesmo como tenta mostrar.
Não tem vergonha de dizer que já fez terapia, que mudou a sua forma de pensar, não dos outros, mas de si mesma e muito menos tem vergonha de dizer que está fechada em casa desde o estado de emergência.
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Depois de ter migrado para todas as plataformas sociais que existem, a rádio está agora em casa de cada locutor, sem medos nem receios de continuar a fazer aquilo que há tantos anos faz: mostrar que embora sozinhos, ninguém está realmente sozinho.
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DE DENTRO PARA FORA
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/Beatriz Gosta
Beatriz é Marta Bateira e às vezes Marta Bateira é Beatriz. Todos temos heterónimos, a pessoa que sai à noite não é a mesma que conhece os sogros ou vai a uma entrevista de emprego. À noite, Marta ou a Beatriz são Isabel. Confusos? Foquemo-nos na Beatriz. Contadora de histórias. Mulher emancipada. Feminista e, muito, muito extrovertida, ali sempre a “bater no vermelho”, que adora rir com as pessoas. Mas voltando a Marta, subjacente à Beatriz. Um dia o pai da Marta disse-lhe que deveria moderar os seus modos. Falava muito alto e a uma velocidade furiosa, usava calão e, se não moderasse esse seu jeito próprio, exagerado e espontâneo, dificilmente arranjaria emprego.
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Lá começou a ir a entrevistas, escondendo as tatuagens e a utilizar uma linguagem cuidada, representando a pessoa que o Mundo espera que ela seja. Não aguentou muito tempo e pouca diferença fez, porque aquele que era o seu maior defeito tornou-se na sua mais valia, que é como quem diz o seu xamã de uma vida. Virou o defeito a seu favor e hoje são poucos os que não reconhecem a sua voz e, apesar disso, não gosta de chamar fãs a quem a segue, acreditando que a empatia de parte a parte, por vezes improvável, é a base da ligação que estabelece com as pessoas. Entre elas há um grupo pelo qual nutre particular ternura e que lhe chegou com o 5 Para a Meia Noite – que lhe abriu portas a um público mais abrangente situado entre a faixa etária dos 60/70 anos e que a deixa derretida sempre que a aborda na rua, na farmácia ou supermercado.
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Talvez por serem pessoas que já não têm tempo para merdas e preferem apenas rir ou talvez porque percebem que precisamos de mais pessoas como a Beatriz, que não tem vergonha da maneira de ser, das suas ideias ou de falar o que pensa. Espontaneamente autêntica, tudo o que é “vem de dentro para fora”. E como se não bastasse a coragem que tem para passar os seus ideais, ainda está em quarentena sozinha com a sua gata preta de nome Fisga. Sempre muito activa no Instagram, fazendo stories e lives divertidos, tem feito companhia a muita boa gente neste momento único e difícil das nossas vidas.
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GIRL P Invicta Nacional, com 50 vitórias em 53 combates, campeã Internacional, empreendedora e mãe. É mais ou menos assim que se define nos tempos modernos uma mulher com M grande. Nancy vai à luta em todas as partes da sua vida. Sem medos. Sem pensamentos negativos. Em qualquer que seja o ringue. Com dupla nacionalidade, aqui ou em Cabo Verde — já que faz parte da Seleção Nacional do país para os apuramentos para os Jogos Olímpicos. Parece fácil mas 2 horas de treino, duas vezes por dia, 6 dias por semana mostram exactamente o contrário. Podíamos estar perante uma jogadora de futebol mas foi nos desportos de combate que encontrou a sua paixão, através de um familiar que mudou a sua vida para sempre. E nunca mais foi a mesma coisa. Dá autógrafos, recebe inúmeras mensagens de apoio e é o rosto da luta de duas nações, tendo em conta que é a única pessoa a representar Portugal e Cabo Verde. No futuro? Podemos estar a falar da única pessoa portuguesa a ganhar um título de boxe nos Jogos Olímpicos de 2021. Seja que título for, desde bronze a ouro, a humildade não a deixa ir abaixo. Lutadora, literalmente, assume uma postura respeitadora e introvertida, dentro e fora do ringue mas vê-la de luvas postas mostra-nos, claramente, que esta menina não brinca. 50
POWER
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gonha de lutar
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A Mustique é Pedro Ferraz e Vera Caldeira da Silva, que em 2017, numa viagem à Índia, acabaram por mudar a sua vida para sempre — e a de muitos outros.. Trouxeram para Portugal a moda das camisas de manga curta, com padrões e cores que, até à data não existiam no mercado. Parece fácil não fosse o facto destes dois meterem o nariz em tudo e quererem acompanhar os cinco processos de manufatura das peças — desde a escolha do tipo de tecido, ao padrão, à cor, ao corte, à confeção — na Índia. “Não tem nada a ver com nada do mundo, é uma cultura muito única que vive de uma maneira muito diferente”, admite Pedro sobre o país que já é a sua segunda casa 2 ou 3 meses por ano.
FROM INDIA TO PORTUGAL
Como é que é possível? Com um tradutor, paciência e muito amor a um público que pede mais e mais. Criadores de conteúdos natos, passavam os dias a fotografarem-se (sim, um ao outro) e a revelar rolos, a enviar encomendas e a tratar de burocracias. Ter uma marca parece muito mais fácil do que é a não ser que haja muito amor envolvido. Neste caso, aos clientes mas também aos produtores, dado que são pequenas famílias que remotamente vivem de nós.
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MUSTIQUE X SUMOL SUMMERY, DREAMY & TIMELESS são as palavras que definem a parceria Mustique X Sumol, que embora só vá estar disponível em Setembro, já está pensada, idealizada e, acima de tudo, um pouco revelada. 3 designs aguardam a chegada ao mercado. São 3 camisas que todos vamos querer usar e abusar. Produzidas na Índia, com uma assinatura portuguesa. O que podemos esperar? É bom. E mais não podemos revelar. Setembro vai ser o novo Julho e num abrir e fechar de olhos está aí.
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Consumir marcas Portuguesas é impe-
rativo, numa altura em que a economia pode estar a desfazer-se. O Pedro e a Vera, dois sonhadores que alcançaram aquilo que sempre sonharam, precisam de nós, porque parecendo que não, só o fazem porque nos querem ver bem vestidos.
E haverá lá coisa mais bonita?
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ha de ser quem és
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Feelypa 65
Filipa Freire é Feelypa, o melhor trocadilho dos últimos tempos. Ambiciosa, não tem vergonha de admitir que sente e sente muito, intensa e verdadeiramente. Tanto que durante madrugadas a fio deixa esses sentimentos passarem para a mesa gráfica, onde transforma fotografias em ilustrações reais. Admite ser preguiçosa mas também admite que só o é no dia-a-dia, quando o sol cai, tudo muda. A noite dá-lhe inspiração e calma. O sentimento de o mundo estar parado lá fora, as chamadas que não tocam e as mensagens que não recebe são a fórmula perfeita para uma obra de arte. 66
Nunca pensou que podia viver daquele que era o seu hobbie, mas na sua caixa de materiais está um grupo de pessoas que sempre a ensinaram a ser a melhor versão de si própria e das quais tem o maior orgulho. É com essas mesmas pessoas, que a inspiram e motivam todos os dias, que vai fazer uma quarentena ao contrário, assim que puder. 15 dias fora de casa é tudo o que deseja. Possivelmente, decidida como é, é o que vai ter.
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tik tok queens Constanza Ariza
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“gostava de dançar num palco com o Justin Bieber mas dar consultas no dia a seguir “
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Constanza Ariza, meia portuguesa, meia espanhola é uma das rainhas do TikTok
português. Apaixonada por dança, começou a inventar coreografias quando a app ainda era o Musical.ly. Sempre dançou e arrasou, sozinha, com a irmã ou com a família. O sorriso enquanto se grava a si própria não esconde a emoção. E por falar em sorriso, não teve vergonha de usar aparelho e, plot twist, um dos seus sonhos é dançar com o Justin Bieber mas poder dar consultas no dia a seguir, já que está no segundo ano do curso de medicina dentária. Por mais seguidores que tenha, admite que as redes sociais são um hobbie e o curso a sua prioridade. Não era de estranhar, tendo em conta que, com apenas 19 anos, é mais decidida do que muita gente. Não quer fazer do hobbie o seu trabalho e, por mais que dance todos os dias, é nos sorrisos que pode mudar que estão os seus sonhos. Let’s go gurl! 71
Melanie Vicente Com 19 anos, jรก foi professora de danรงa, jรก se mudou para Lisboa atrรกs dos seus sonhos e jรก atingiu muitas metas que nunca pensou conseguir.
Melanie Vicente é jovem, muito jovem mas a forma de pensar diz exactamente o contrário: sabe o que quer e como quer. Consegue tudo aquilo por que luta e não tem vergonha de o admitir: é um facto. Embora sair de Portugal não seja obrigatório, um curso de dança nos EUA seria um sonho, tal como trabalhar com a Blaya. Enquanto não se concretiza, quer descansar, dançar (ainda) mais e potenciar as suas redes sociais. Foi no Musica.ly que começou mas rapidamente escalou para o Instagram, YouTube ou TikTok. É neste último que começa a ser procurada pelas marcas para produzir conteúdo espontâneo como tão bem sabe fazer. Porquê? Não se limita a trends.
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Faz coreografias de raiz para a plataforma e para a sua crew “Delete Crew”, o grupo que formou por iniciativa própria aos 16 anos. Na falta de uma escola de dança — ainda no Algarve — criou uma. Juntou um grupo de raparigas e, quando necessário, aplicava a sua “cara de mazona” para que os espetáculos saíssem na perfeição, o que a deixava cheia de orgulho. Admite que vive tudo ao máximo e que os pormenores fazem a diferença no resultado final. Por adorar viver é que sente a falta da sua rotina e dos amigos, agora que voltou para o Algarve para estar com a família em quarentena. Sem rodeios, diz que o que mais quer é juntar a malta toda e ir ao Bairro, quando tudo isto terminar, porque viver a vida é importante mas saber aproveitá-la é obrigatório.
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nha de ser tuga
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OUR OUR OUR OUR OUR OUR OUR OUR OUR OUR OUR OUR OUR OUR
BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA BARBARITA
Barbarita é Bárbara Inês. Blogger, modelo mas, acima de tudo, alguém com um gosto muito particular. As suas poses incluem um personal taste e as combinações que faz deixam-nos a pensar em que mundo é que vive. O seu Instagram é um Pinterest da vida real. Ninguém melhor do que ela para nos dar as melhores tips para aquilo que serão as tendências da próxima estação. Cor, make up ou as peças-chave para dar aquele toque de streetwear.
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Embora no verão assuma um estilo mais boho e no inverno um estilo mais rock, Barbára não se deixa etiquetar. Acima de tudo, gosta de roupa e já perdeu a conta ao número de vezes que foi sair à rua e não levou um vestido justo. Acha cool um look descontraído, afinal, é para dançar, certo?
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Adora peças oversize e está viciada em Bucket Hats — a peça tendência para o um estilo mais street. E, porque este não são só calças de fato treino, dá-nos o look perfeito: Jeans largas com um top justo básico, um bucket hat com padrão e uns ténis cool, sem nunca descurando uma boa fanny pack. E para quem ainda não sabe aquilo que realmente gosta, deixa uma tip valiosa: saiam à rua, sentem-se no Chiado — ou noutro sítio onde passe muita gente — e prestem atenção àquilo que os vossos olhos captam. Sem se aperceberem, estão a criar um instinto mental para a aperfeiçoamento do gosto. Começou a fazê-lo desde cedo e c'mon, valeu a pena, right? 82
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Luís Ganito Conta-me como foi
Carlitos é Luís Ganito na vida real, mas Luís também é o Carlitos. Não usa o verbo ser no passado, Luís é: é uma pessoa que não lida bem com a fama mas que sempre quis arriscar.
Fez o anúncio do Euro 2004 e, depois de inúmeros castings perdidos, uma concorrência de 300 crianças, conseguiu ter o papel de Carlitos. Começou a representar aos 9 anos, depois de ter visto a irmã a fazer um anúncio de televisão e, nunca mais parou. Protagonista de “Conta-me como foi” confessa que começou a representar sendo ele próprio, porque “nenhuma criança consegue ser ator”.
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A personagem, que se tornou numa espécie de segundo corpo para Luís, marcou famílias e continua bem presente na(s) sua(s) vida(s). Se quando era miúdo, queria brincar com os amigos em vez de esperar para gravar próximos episódios, hoje orgulha-se de sempre ter conseguido conciliar tudo aquilo que efetivamente queria fazer: estudar, brincar, trabalhar. Nunca deixou nada para trás porque admite ter vivido a sua vida sempre a mil.
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Não teria feito nada de diferente, muito pelo contrário: aproveitar é a palavra de ordem. Dava por si no Algarve de férias com a família, no dia a seguir em gravações em Lisboa e, ainda no mesmo dia, em Coimbra com os amigos. A vida é demasiado curta para não a viver. Protagonista de uma das tv séries mais emblemáticas de Portugal, orgulha-se de ter conseguido e de poder agora, contar como foi.
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Perguntámos quando é que a música entrou na sua vida. No entanto, foi Duvale que nasceu para a música. Desde o ventre da mãe que a ouve, o instinto para a fazer já estava plantado. Flexível a tocar diferentes ritmos, a sua carreira conta com colaborações em músicas de artistas como Marcelo D2, Maria Gadú, Gabriel o Pensador ou Boss Ac, entre muitos, muitos outros.
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Nascido em Salvador, na Bahia e a viver em Portugal, a fusão de culturas está-lhe no sangue, não fosse um pesquisador faminto do resultado de diversos instrumentos. Embora existam fronteiras terrestres, essas não se aplicam à música porque a influência sempre veio de todo o lado, para todos. Estudar é a palavra de ordem. Os países, a música local, os artistas. Embora brasileiro a residir em Portugal como artista residente da Fábrica Braço de Prata, Duvale já estudou um pouco de cada um dos continentes e isso nota-se nos concertos ou dj sets que apresenta — R&B, AfroHouse ou Hip Hop. Não há, de todo, barreiras na melodia.
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Aprimorar a arte ĂŠ um orgulho. A busca pelo conhecimento ĂŠ imperativa.
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Com 24 anos, Miguel é já um dos líderes na nova geração de surfistas profissionais na Europa. Já percorreu o mundo, desde a Nova Zelândia ao Tahiti, onde, para surfar, ir de barco para uma ilha deserta era a única opção. Já deve ter visto paisagens de cortar a respiração como muito poucos, tendo em conta que já surfou nalgumas das melhores ondas do planeta. Deu-nos 12 sugestões para desanuviar a cabeça, aproveitar a natureza e, acima de tudo, curtir aquilo que de melhor existe:
a adrenalina do surf.
Jan - Carcavelos, Lisboa Fev - Espinho, Porto Mar - Praia de Mira, Mira Abr - São João, Costa da Caparica Maio - Sines, Alentejo Jun - Praia do Amado, Sagres Jul - Praia Grande, Sintra Ago - Areais Santa Barbara, São Miguel, Açores Set - Ribeira D’Ilhas, Ericeira Out - Supertubos, Peniche Nov - Praia do Norte, Nazaré Dez - Coxos, Ericeira 99
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Agora que estamos em “quarentena”, é mais forte este sentimento, este desejo de voltar a sair, de ir ver o mundo. Cresci com a liberdade , conquistei a possibilidade de viajar e conhecer mais e , depois disso, é dif ícil parar. Paramos por algum tempo mas podemos continuar a sonhar. As melhores memórias que tenho são de viagens, momentos inesquecíveis e , aqueles que me puseram em situações que há poucos anos nem pensava que alguma vez iria poder experienciar. Uma das minhas viagens preferidas foi um roteiro entre a Tanzânia e o Quénia. Passei por Zanzibar na Tanzânia, Nairobi, Loisaba e Mombasa no Quénia. Foi o contacto mais profundo e o mergulho mais incrível que tive na Natureza. Fui em trabalho, conhecer e documentar a experiência de uma cadeia de hotéis - Elewana Collection -, e que me deram a conhecer os melhores sabores, pessoas e experiências na natureza selvagem em África.
Em Kilindi , dormi imersa nos sons do jardim tropical , ouvia mil bichinhos e o mar mesmo à frente . Dos sítios mais bonitos onde estive , conheci pessoas e comi as melhores frutas e refeições por lá . As nossas comodidades eram uma espécie de iglôs/pavilhões em villas mergulhadas na vegetação, nas árvores e no que circundava. Quero muito voltar a este sítio. Depois de Kilindi , passamos por Nairobi e fomos a caminho de Loisaba, a área de Conservação onde iríamos passar 4 dias em registo Safari . Voei pela primeira vez numa avioneta, tão perto do chão que quase podia ver os animais. Tive medo na altura sei agora que na verdade adorei . Chegando a Loisaba, fomos de jipe até ao “acampamento”. Vi as primeiras girafas em ambiente selvagem e natural e ainda hoje me lembro o quão surpreendida fiquei com aquele encontro. Não por nunca ter visto girafas, mas porque sabia que estava a vê-las no seu estado natural . Nasceram e viviam ali .
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O acampamento onde fiquei era um sonho, nas colinas, com a vista de um vale extenso, uma paisagem tirada do filme “O Rei Leão”. Ao longe , via todas as manhãs um lago onde todos os animais passavam para beber água e se refrescarem para depois aguentarem o calor do dia. Também era de manhã que saíamos (bem cedo, por volta das 5/6h) para fazer o circuito Safari . Fazíamos dois circuitos por dia, um de manhã e outro ao entardecer. Vi muitos animais, muitos que nem conhecia. Adorava ouvir o nosso guia a falar, a explicar a forma como os animais agiam ou nos sentiam. Contava-nos histórias dele e que viveu com outras pessoas que visitaram Loisaba.. Houve uma noite muito especial no decorrer deste Safari . Nessa noite , dormimos nas “starbeds”, umas cabanas abertas, em que cada quarto tinha um varandim para o qual eram movidas as camas (tinham rodinhas) e adormecíamos ao ver o céu e as estrelas, a ouvir os sons do vale e animais. Foi inesquecível . Toda a estadia em Loisaba perto da natureza e animais selvagens foi inesquecível .
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Acabamos esta viagem em Mombasa, na costa do Quénia, e deliciei-me nos últimos dias com o mar, a praia, a calma para apreciar a vida. Esta viagem foi a minha primeira a África mas sei que não será a última. Esta quarentena fez-me parar, a mim como a muitos outros, no nosso país e no mundo. Fez-nos dar uma pausa na nossa liberdade , deu-me mais saudade e perspectiva em relação ao que dou como garantido. Mas, ao mesmo tempo acho que me deu uma vontade de agarrar o mundo quando isto tudo acabar. Vou saber aproveitar melhor as coisas. Vou abraçar com mais afinco a minha família , vou dar mergulhos mais longos na praia, vou fazer mais planos com amigos, vou marcar a minha primeira viagem pós quarentena inesquecível .
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E tu, qua primeira que vais BEATRIZ GOSTA (@beatrizgosta): Almoço com a família e amigos. Fungar o cangote dum boy gostoso não era mau BETA (@beta.mrodrigues): Vou acampar BRUNO MARCHETTO (@brunomarchettoo): Vou dizer por aí “como é lindo viver" BÁRBARA INÊS (@barbara_ines): Vou a um ganda restaurante CONSTANZA ARIZA (@constanzaariza): Vou estar em todo o lado menos em casa DUVALE (@afrogame): Vou ao Jardim da Estrela FILIPA FREIRE (@feelypa): Vou sair à noite GUILHERME DURAND (@durandsk8): Vou andar de skate
al é a a coisa s fazer? INÊS COSTA MONTEIRO (@inescostamonteiro): Vou passar os dias a namorar LUíS GANITO (@luisganito): Vou estar com os meus amigos MELANIE VICENTE (@melanievicente99): Vou juntar a malta toda no Bairro Alto MEXIQUER (@mexiquer): Vou marcar uma viagem inesquecível NANCY MOREIRA (@nancymoreiragomes): Vou voltar aos treinos
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A que és or me nt e t u
P P A
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é para ti, r g u l hos a .
Para ti, que #ficasemcasa. Porque vai tudo ficar bem. Até lá,
By Sumol Team 117