1
DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
SÁBADO, 30 DE JANEIRO DE 2021 ANO 13 • Nº 166
(11) 2129-8591
Sugestões e reclamações pelo whats (11) 2129-8591 e redacao@spjornal.com.br
GRUPO RAIZ
F O N E S : ( 1 1 ) São 2 1 2 Paulo, 9 - 8 5 930 1 de ( 1 1janeiro ) 2 6 4 5de - 82021 831 E - M A I L : R E DGARCUAP O J OCRONMAULN. C O @RSAPI Z I COAMÇ.ÃBOR
JORNALDEVILACARRAO.COM.BR R
O Brasil está quebrado? Artigo fala sobre a influência da política na economia. PÁG. 4
DA A S A R T A A R B O 1 8 3 2
D I A S
Hospital Vila Carrão
Gloria Pires
Espaço teve entrega prometida para o final de 2015, segundo informe da prefeitura na época. O nosso “atrasômetro” acusa 1832 dias!
fala sobre mudança no visual para a TV. PÁG. 4
São Paulo, 30 de janeiro de 2021 GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO
Sugestões e reclamações pelo whats (11) 2129-8591 e redacao@spjornal.com.br
P U B L I C I D A D E
2
São Paulo, 30 de janeiro de 2021 D ISTRIBUIÇÃO GRATUITA GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO
SÁBADO, 30 DE JANEIRO DE 2021 Sugestões e reclamações pelo whats A N O 1 1 • N º 1 6 6(11) 2129-8591 e redacao@spjornal.com.br
(11) 2129-8591
G RP U PU O B R AL IZ
3
FONES: (11) 2129-8591 (11) 2645-8831 E-MAIL: REDACAO@SPJORNAL.COM.BR
I C I D A D E
JORNALDEVILACARRAO.COM.BR R
O Brasil está quebrado? Artigo fala sobre a influência da política na economia. PÁG. 4
DA A S A R T A A R B O 1 8 3 2
D I A S
Hospital Vila Carrão
Gloria Pires
Espaço teve entrega prometida para o final de 2015, segundo informe da prefeitura na época. O nosso “atrasômetro” acusa 1832 dias!
fala sobre mudança no visual para a TV. PÁG. 4
Da Vila Formosa ao Louvre: conheça a história do jovem Rodrigo Paladino Rodrigo Paladino, este é o nome do jovem artista, de 20 anos, criado pelos avós, e morador da Vila Formosa, na Zona Leste, e que se tornou um grande destaque. Aos que se perguntam o motivo, ele recebeu o convite para expor suas produções no Museu do Louvre, em Paris, na França. Veja mais informações na página 5 desta edição.
E AINDA: Loja de doces em Anália Franco • Os desafios da inclusão escolar no pós-pandemia • Capacitação profissional em Ermelino • Branca de Neve no teatro
4
O P I N I Ã O
O Brasil está quebrado? Após praticamente uma semana de férias, com natação no litoral paulista e alegres pescarias, o presidente Jair Bolsonaro voltou à Brasília e, como de costume, fez aquilo que foi predominante na primeira metade do seu mandato: chamou a atenção da mídia e da sociedade, pautando as discussões e análises oriundas de suas declarações e ações. Assim, desta feita, Bolsonaro afirmou, a apoiadores, o seguinte: “Chefe, o Brasil está quebrado, chefe. Eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, teve esse vírus potencializado pela mídia que nós temos”. Há, nesta fala presidencial, duas dimensões a serem exploradas: a econômica e a política. Vejamos. Economicamente, o que o mercado financeiro entendeu? Temos duas hipóteses. A primeira, considerando que o presidente acredita que é verdade o que disse, o mercado financeiro desconsiderou mais uma de suas bravatas, pois o índice Bovespa fechou no dia 05 de janeiro, em alta de 0,44% a 119.376 pontos e o dólar comercial em queda de 0,16% a R﹩ 5,2603. A segunda hipótese, é a de que o presidente possui noção de que, para tentar se reeleger, deve atribuir a culpa de ter que realizar ações impopulares como o não reajuste das alíquotas da tabela do imposto de renda, a não continuidade do programa de auxílio emergencial e a realização das reformas administrativa e fiscal à imprensa e à pandemia do coronavírus. O mercado, portanto, pode ter percebido desta forma e mantido as expectativas com relação à trajetória de crescimento da economia em 2021, sem atribuir credibilidade à afirmação do presidente. Politicamente, as reações, especialmente dos adversários e insatisfeitos com o governo, foram lépidas. “Se não consegue fazer nada, renuncie, oras!”. Até podemos imaginar, na distante hipótese, o Vice-Presidente, General Mourão, no aquecimento. No mais, a atitude de Bolsonaro é, dentro da lógica do presidencialismo de confrontação, atribuir culpa aos inimigos - a mídia sempre nas primeiras posições - e se eximir das responsabilidades atinentes ao importante e fundamental ato de governar. É certo que a pandemia gerou crises econômicas em graus distintos no mundo, cada país, com sua situação histórica e estrutural, reagiu e equacionou esse problema conjuntural pandêmico. No entanto, há, também, um fator endógeno, que é a desastrosa condução política por parte do governo em relação à pandemia, seja no que tange à vacinação e aos aspectos de retomada da normalidade nos diversos campos da sociedade brasileira. Bolsonaro, em atitude de menoscabo em relação ao coronavírus, com mistos de negacionismo e pós-verdades, acabou perdendo o protagonismo político e o vácuo de poder foi ocupado por governadores e prefeitos que, em resposta à crise, distanciaram-se das posições do Planalto e de um combalido e desbussolado Ministério da Saúde. Dos alicerces principais prometidos pelo bolsonarismo, na campanha e início do mandato: combate à corrupção, simbolizado na figura de Sérgio Moro; e, ainda, do liberalismo, afiançado por Paulo Guedes, pouco sobrou nestes dois anos de mandato. Bolsonaro deseja, portanto, construir uma narrativa objetivando defender-se de seus críticos, especialmente, com vistas à reeleição em 2022, pelo fato de, até aqui, não ter conseguido cumprir suas promessas de campanha e ter uma marca para apresentar como sua (FHC teve o Plano Real e Lula, o Bolsa Família). Não houve reformas, não houve privatizações, meio ambiente sob ataque, pandemia descontrolada, imagem do país no exterior alquebrada, enfim, o conjunto da obra não é positivo para o presidente e sua estratégia de confrontação. O Brasil, garantem os especialistas, não está quebrado. Tampouco a situação é confortável. O problema econômico e político existe aqui e alhures e deve ser compreendido à luz da necessidade de liderança, diálogo democrático e planejamento estratégico. O desafio está posto. O governo dará conta dele? Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica e professor.
.....
Em maio de 2020, quando o mundo ainda nem suspeitava de que a pandemia atravessaria a barreira do Réveillon, a Academia Americana de Pediatria publicou orientações para a reabertura de escolas, com enfoque num grupo especial: as crianças com algum tipo de deficiência. O documento apontava para o fato de que alunos com deficiência podem ter mais dificuldade com os aspectos sociais e emocionais da transição para fora do ambiente escolar e na volta a ele. E recomendava que as escolas desenvolvessem um plano que garantisse um programa de educação individual, ajustando as medidas compensatórias a cada aluno, levando em conta as dificuldades de aprendizado, deficiências e outras particularidades. A lacuna de aprendizado deixada pela pandemia já é um desafio em si, mesmo considerando crianças e jovens sem deficiência. As aulas on-line e as ferramentas implementadas às pressas pelas escolas não foram suficientes para suprir um distanciamento tão prolongado – que no Brasil durou quase um ano letivo inteiro. No caso das crianças e dos jovens com deficiência, a falta de entrosamento com os colegas é ainda maior, sem contar a perda do vínculo com a escola, o desinteresse em participar das atividades, o desconhecimento dos conteúdos trabalhados e a dificuldade adicional dos pais – que não possuem preparo técnico – de orientarem seus filhos em casa. O resultado é que a inclusão, que já não ocorria como deveria na educação brasileira, parece ter sido negligenciada. A pá de cal veio com o Decreto nº 10.502, instituindo a Política Nacional de Educação Especial, numa tentativa do Governo Federal de desfazer avanços que ainda estão em construção, mas que significam um marco para a inclusão de pessoas com deficiência em escolas. Sob protestos e vaias, o texto propunha a recriação de escolas e/ou classes especiais para os alunos com deficiência, forçando um claro movimento de rejeição a essa população. Atuando mais uma vez como o salvador da pátria dos direitos constitucionais, veio o Supremo Tribunal Federal (STF) a coibir abusos e revogar o decreto. A decisão, que inicialmente veio como uma liminar do ministro Dias Toffoli e que depois foi confirmada por votação do plenário por 9 a 2, soou como uma reparação às famílias de crianças com deficiência, e como um sinal de que nem tudo está perdido em 2020, ano que ficou marcado como aquele que escancarou as desigualdades. A esperança, agora, é a vacina. Não apenas no Brasil, mas no mundo. Por aqui, as escolas não reabriram nem mesmo com o recuo dos números de casos e mortes, até porque não tivemos a chance de viver o fim de uma primeira onda de coronavírus. Experimentamos a estabilidade, seguida de um aumento de casos preocupante, que reforça o coro de que não iniciaremos o novo ano letivo com aulas presenciais. No máximo, teremos um modelo híbrido. Nesse contexto, há que se privilegiar posturas inclusivas que garantam que todas as crianças, sem exceção, tenham o direito de participar das atividades propostas pela escola, sejam presenciais ou remotas. Isso inclui uma série de iniciativas que precisam ser pensadas, pelo poder público e pelos entes privados, num plano nacional. As aulas em vídeo, por exemplo, devem contemplar recursos de acessibilidade como audiodescrição, tradução em Libras e closed caption. O acesso à Internet precisa ser garantido, com prioridade, para aquelas famílias que, além de não possuírem recursos, contam com crianças especiais em idade escolar. Os professores, igualmente afetados pela pandemia, precisam ter acesso a treinamentos especializados que favoreçam a troca de experiências e criação de estratégias para enfrentamento das dificuldades do aprendizado de crianças especiais. Além disso, os pais precisam ser apoiados, para que não se sintam solitários nessa guerra. De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 46 milhões de brasileiros possuem alguma deficiência mental ou física. Desse universo, não há um número preciso sobre a porcentagem de pessoas que estão em idade escolar. Mas os últimos dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), relativos a 2018, dão conta de que 1,2 milhão de alunos com deficiência estavam matriculados em escolas no país – informação que certamente deixa de lado crianças e jovens que não possuem acesso algum a qualquer tipo de formação educacional. A despeito da subnotificação, uma população na casa do milhão, formada por crianças e jovens que compõem o futuro dessa nação, não pode ser ignorada. Nem mesmo numa situação de pandemia. Coronavírus não é desculpa para a exclusão. Diana Serpe é advogada, atua nas áreas de Direito de Saúde e Direito da Educação.
GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO
A equipe da Redação identificou um defeito no asfalto no cruzamento entre a rua Rogério Giorgi e a avenida Guilherme Giorgi - Vila Carrão. Além da faixa desbotada, o espaço conta com um buraco.
Buraco na faixa
Problemas em sua região? Acione os políticos! Abaixo seguem os parlamentares nascidos, moradores e/ou eleitos com votação expressiva na zona leste – região com mais de 4 milhões de habitantes. Os avanços, elogios, dificuldades e problemas também são da responsabilidade deles (para ajudar a resolver) e dos cidadãos (para denunciar). Acompanhe seu representante e cobre!
Keiko Ota
Edir Sales
D E P. F E D E R A L (61) 3215-5523 dep.keikoota @camara.leg.br
VEREADORA (11) 3396-4309 edirsales @edirsales.com.br
“
Gilson Barreto
Juliana Cardoso
VEREADOR (11) 3396-4310 gilsonbarreto @saopaulo.sp.leg.br
VEREADORA (11) 3396-4315 julianacardosopt @saopaulo.sp.leg.br
Comenta Gloria Pires sobre o novo visual.
VEREADORA (11) 3396-4244 sandratadeu @camara.sp.gov.br
Carlos Bezerra Jr. VEREADOR (11) 4287-4292 @carlosbezerrajr
Nafoto
“
COMENTÁRIOS DO LEITOR Córrego rapadura
Apostando mais uma vez no espanhol, a cantora Anitta lançou recentemente seu novo sucesso “Loco”.
Estou revoltado com tanto descaso em nossa região. Já reparou como o córrego rapadura fede? Quantas vezes vai ser preciso dierz que as autoridades não estão nem aí pra nós? Eu fico indignado. Luis Oliveira, por email.
..... Aglomeração
A cantora Adele acaba de celebrar 10 anos de lançamento do seu álbum “21”.
A covid-19 já acabou ou só eu que estou respeitando em não aglomerar? Alguma polícia ou guardas já pensaram em passar pela Av. Guilherme Giorgi, na região dos barzinhos para ver a quantidade de jovens que se amontoam aos finais de semana? Isso é um grande absurdo. Carlos Braga, por email.
..... PESQUISA DO MÊS Apoio à legalização do aborto no Brasil Em incentivo à vacinação, MC Fioti lançou novo clipe de “Bum Bum Tam Tam”.
79%
16% Miley Cyrus anunciou que em 7 de fevereiro, fará um show antes do Super Bowl para profissionais da saúde já vacinados.
4,4%
A favor
Contra
FACEBOOK fb.com/spjornal
YOUTUBE spjornal
WHATSAPP (11) 2129-8591
Não sabe / Não quis opinar
Levantamento Paraná Pesquisas. 2.060 pessoas foram ouvidas entre os dias 16 e 19 de janeiro. A margem de erro é de 2 p.p.
O Grupo Raiz edita os títulos impressos SP Jornal, Jornal de Vila Carrão, Jornal do Tatuapé, Jornal de Vila Formosa e o portal diário de notícias regionais www.spjornal.com.br. Redação Avenida Guilherme Giorgi, 664 – Sala 5 - Vila Carrão - CEP 03422-000 - SP - Fones: (11) 2129-8591 - 2645-8831 - E-mail: redacao@spjornal.com.br - Site: www.spjornal.com.br Editor responsável Antonio Gelfusa Junior MTb 60054/SP Conteúdo Leandro Luz Projeto Gráfico Agência Pérgola Propaganda Circulação SP Jornal circula em alguns dos principais bairros da zona leste. Jornal de Vila Carrão circula em Vila Carrão , Aricanduva e Jardim Têxtil. Jornal de Vila Formosa circula na Vila Formosa e Jardim Vila Formosa. Jornal do Tatuapé circula no Tatuapé e Anália Franco. Veja mais detalhes em nosso mídia kit: spjornal.com.br/midia-kit Distribuição Corredores comerciais, bancas e semáforos Matérias e reprodução dos conteúdos da empresa Não nos responsabilizamos pelas opiniões emitidas em matérias assinadas e anúncios. É permitida a reprodução de conteúdos exclusivos quando citada a fonte. TWITTER @spjornaloficial
Sandra Tadeu
Para as telonas e para a vida
Os desafios da inclusão escolar no pós-pandemia
E X P E D I EN T E
São Paulo, 30 de janeiro de 2021
Sugestões e reclamações pelo whats (11) 2129-8591 e redacao@spjornal.com.br
INSTAGRAM @spjornal
ISSUU issuu.com/spgrupo
Uma empresa do
Filiado à
Acesse nosso portal pelo QR Code acima!
São Paulo, 30 de janeiro de 2021
Sugestões e reclamações pelo whats (11) 2129-8591 e redacao@spjornal.com.br
GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO
Loja de doces
T O U R
N A
5
R E G I Ã O
O Shopping Anália Franco acaba de ganhar mais uma novidade. Investindo tanto em seu cardápio tradicional, quanto em opções de souvenirs, o centro de compras recebeu a inauguração de uma nova unidade do Carlo’s Bakery.
AUTODIDATA Artista compartilhará suas produções com o maior museu de arte do mundo
Da Vila Formosa ao Louvre: conheça a história do jovem Rodrigo Paladino L E A N D R O
L U Z
redacao@spjornal.com.br
Rodrigo Paladino, este é o nome do jovem artista, de 20 anos, criado pelos avós, e morador da Vila Formosa, na Zona Leste, e que se tornou um grande destaque. Aos que se perguntam o motivo, ele recebeu o convite para expor suas produções no Museu do Louvre, em Paris, na França. Apaixonado pelo mundo das artes, Paladino traz releituras de importantes obras em cascas de noz. Seu pontapé inicial foi em uma reprodução da obra “A Noite Estrelada”, de Van Gogh. Quando questionado sobre o motivo de escolher o fruto para suas produções, Rodrigo destacou uma frase em Hamlet, de William Shakespeare, que diz: “Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espaço infinito”. Ele compartilhou mais de-
Rodrigo Paladino
talhes com a equipe da Redação: “Isso me inspirou muito a criar esses universos em lugares tão pequenos quanto a casca de uma noz. Trazer obras de arte tão importantes e levar elas no bolso para qualquer lugar, ou presentear quem se ama, são alguns dos pilares daquilo que acredito basear minha arte”, finalizou.
Até agora não caiu a ficha Sobre a exposição no Louvre, ocorrerá em outubro e de acordo com Paladino, funcionará em formato de art shop, ou seja, além de apreciar os artigos, os visitantes poderão adquiri-los. Em relação ao convite para expor suas obras no museu francês, o jovem explicou: “Eu estava me sentindo um pouco mal com tantas notícias ruins relacionadas à
Apaixonado pelo mundo das artes, Paladino traz releituras de importantes obras em cascas de noz.
pandemia e considerei até sair um pouco das redes sociais, até que vi uma mensagem da empresa Vivemos Arte com um convite de exposição. Na hora eu quase nem acreditei, pesquisei bastante antes de entrar em contato, mas assim
que conversei com a assessora ela disse que amou meu trabalho e me senti super feliz por me convidarem”, relatou. Autodidata, como se intitula Rodrigo, o jovem é formado em Design gráfico e
desde criança possui afinidade com arte e cinema. Por fim, ao ser indagado se gostaria de deixar uma mensagem de agradecimento, Paladino disse: “Quero agradecer muito a minha família e principalmente a meus avós
pela minha criação na qual pude imergir em imaginação e ter recursos para criar. Gostaria de dizer aos futuros artistas que nunca desistam de fazer aquilo que realmente amam, mesmo não tendo muitas condições”, concluiu.
6
P U B L I C I D A D E
Sugestões e reclamações pelo whats (11) 2129-8591 e redacao@spjornal.com.br
São Paulo, 30 de janeiro de 2021 GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO
São Paulo, 30 de janeiro de 2021
Sugestões e reclamações pelo whats (11) 2129-8591 e redacao@spjornal.com.br
N E G Ó C I O S
CRECI 31047-F
GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO
ANUNCIE NO JORNAL DE VILA CARRÃO
(11) 2129-8591
Marinho Multimarcas
pv
7
8
P A N O R A M A
São Paulo, 30 de janeiro de 2021
Sugestões e reclamações pelo whats (11) 2129-8591 e redacao@spjornal.com.br
GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO
Teatro na Mooca
O Mooca Plaza recebe até 28 de fevereiro, espetáculos sobre Chico Xavier e Branca de Neve. Se você se interessou, mais informações em relação aos ingressos e horários podem ser obtidas pelo site www.moocaplaza.com.br/teatro.
CAPACITAÇÃO Iniciativa tem como foco desenvolver a comunidade local
Painel Sustentável: projeto de capacitação profissional é inaugurado em Ermelino longo de 10 anos de pesquisa, D A R E D A Ç Ã O pelo artista plástico Evandro Damasceno - que permite redacao@spjornal.com.br transformar a garrafa de vidro em peças artísticas pela A comunidade de Ermeli- alta temperatura (800ºC). no Matarazzo, na Zona Leste, Evandro ministra as aulas ganha em 2021 o projeto teóricas e vai assinar o Painel Painel Sustentável que tem Sustentável, construído em como pilar a economia cir- pastilhas de vidro reciclado cular, a partir da reciclagem de garrafas, que será criado de garrafas de vidro, capaci- coletivamente durante as ofitação e formação profissional cinas, tendo como inspiração para a transformação desse a história do bairro Ermelino resíduo e valorização da his- Matarazzo. Paralelamente, acontecem tória local por meio da arte as Oficinas de Audiovisual e da consciência ambiental. (de foto e vídeo) com coordeA programação, gratuita, oferece oficinas de formação nação do professor Alexane capacitação para jovens, dre de Oliveira, cujo resulworkshops e palestras para os tado final será a produção de moradores e alunos de esco- um minidocumentário com o las da região, além da entrega registro do processo de recide um minidocumentário (so- clagem e transformação das bre o projeto e o bairro) e do garrafas de vidro até a criaPainel Sustentável (obra de ção do Painel Sustentável, arte com 50 m² que resultará além e apresentar o bairro das oficinas e ficará exposta com suas histórias e curiopermanentemente em local sidades. Completando a propúblico como um presente gramação, ocorrem palestras nas escolas sobre economia para os moradores). As oficinas regulares de circular (reciclar / reduzir / Design em Vidro pelo Méto- reutilizar) e encontros com do Fusing explorarão a técni- a comunidade por meio de ca do fusing - aprimorada, ao palestras e workshops com o
intuito de conscientizar e informar sobre a importância da economia sustentável, os benefícios da redução de resíduos vítreos e as oportunidades - de trabalho, artísticas e de empreendedorismo - que essa atitude consciente é capaz de gerar para a população. O vidro, que leva milhares de anos para se decompor na natureza, tem infinitas possibilidades de transformação. A elaboração do projeto levou em conta a questão ambiental, diante do baixíssimo valor pago pelas garrafas nos centros de recolhimento de material reciclável, desestimulando o seu recolhimento. O projeto Painel Sustentável foi desenvolvido após estudos sobre a garrafa de vidro, tendo a técnica desenvolvida por Evandro Damasceno como alternativa para retirar esse resíduo da natureza por meio da reciclagem artística. Integrar a comunidade ao seu ambiente pela conscientização e geração de renda local, diminuindo o índice de vulnerabilidade e potencializado o sentido de cidadania é o propósito do projeto. “É
Evandro Damasceno
A programação, gratuita, oferece oficinas de formação e capacitação para jovens, workshops e palestras.
importante mostrar para os jovens que há possibilidades de trabalho e renda no próprio bairro, partindo da oportunidade de uma formação agregada à versatilidade da reciclagem das garrafas e ao estímulo para a criatividade artística”, finaliza Gisele Rosa, curadora do Painel Sustentável, artista plástica e design de peças feitas com
garrafa de vidro. Protocolos Covid-19.
Durante a realização do projeto serão respeitados todos os protocolos de segurança indicados pelo Governo do Estado de São Paulo (uso de máscaras, viseiras, álcool em gel, medição de temperatura e distanciamento entre as pessoas). As oficinas ocor-
rem com número reduzido de alunos em espaço amplo e arejado, e aulas teóricas são avaliadas para o formato online, sempre que necessário, assim como as palestras e os workshops. Para quem se interessou.
Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail painelsustentavel@gmail.com.