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Jornal de Vila Carrão - Edição 153

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São Paulo, 28 de dezembro de 2019 D ISTRIBUIÇÃO GRATUITA GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO

O ÇÃ

(11) 95779-2145

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SÁBADO, 28 DE DEZEMBRO DE 2019 Sugestões e reclamações pelo whats A N O 9 • N º 1 5 3(11) 95779-2145 e redacao@spjornal.com.br

G RP U PU O B R AL IZ

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FONES: (11) 2129-8591 (11) 2645-8831 E-MAIL: REDACAO@SPJORNAL.COM.BR

I C I D A D E

JORNALDEVILACARRAO.COM.BR R

I ED

Ética, e empresas Artigo fala sobre ética dentro e fora das empresas. PÁG. 2

Grazi Massafera

DA A S A R T A A R B O

Atriz fala sobre os cuidados de beleza que faz em casa. PÁG. 2

11 44 33 33

D I A S

Hospital Vila Carrão Espaço teve entrega prometida para o final de 2015, segundo informe da prefeitura na época. O nosso “atrasômetro” acusa 1433 dias!

Bairros da zona leste de SP têm vias com até 60 buracos

Aricanduva, Itaquera e demais bairros da Zona Leste sofrem com buracos. O orçamento para os serviços de zeladoria, em que também é realizada a operação tapa-buraco, triplicou neste ano, passando de R$ 500 milhões para R$ 1,5 bilhão. Veja mais informações na página 6 desta edição.

E AINDA: Minha Casa, Minha Vida e indenizações • Vila Formosa celebrou seu 96º aniversário • Exposição Da Vinci • Exposição Antonio Bandeira no MAM


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O P I N I Ã O

Ética, cidadãos e empresas Sou jornalista, mas gosto mesmo é de marcenaria. Gosto de fazer móveis, cadeiras e minha ética como marceneiro é igual à minha ética como jornalista – não tenho duas. Não existe uma ética específica do jornalista: sua ética é a mesma do cidadão. Suponho que não se vai esperar que, pelo fato de ser jornalista, o sujeito possa bater a carteira e não ir para a cadeia.” O trecho acima faz parte de uma reunião de depoimentos e textos do jornalista Cláudio Abramo (1923 – 1987), que compõem o livro A Regra do Jogo: o Jornalismo e a Ética do Marceneiro (Cia das Letras, SP, 1988). Abramo foi um dos grandes nomes da imprensa brasileira. Sua definição é sucinta e instigante. A ética do profissional, seja ele qual for, é a mesma do cidadão. Essa relação continua valendo quando se trata de empresas. Mas apenas a retidão de cada funcionário, de cada dirigente, é garantia de que empresas não cometam desvios? Minha resposta é não. Se as esferas da vida pessoal formam uma intrincada teia de relações e interesses, o que dizer do mundo corporativo? Acho, sim, que empresas precisam de baliza, da luz amarela indicando perigo e da vermelha sinalizando que aquele avanço é ilegal. Empresas necessitam deixar claro aos seus colaboradores e à sociedade quais são as regras do jogo, o que pode e o que é falta. Mais de uma década depois da morte de Abramo, o Brasil começou a conhecer com detalhes como vícios na conduta de entes públicos e privados atingem a sociedade. Primeiro foi o Mensalão e depois a Operação Lava-Jato, que colocou a questão ética e os sistemas de controle de desvio na agenda nacional, ao revelar as relações espúrias entre políticos e empresas, privadas ou estatais. A Lava-Jato teve um caráter didático ao mostrar o quanto malfeitos, facilidades seletivas e vantagens indevidas destinadas às empresas que faziam parte do butim, foram danosas à saúde do mercado e à economia nacional. Quem não se lembra da “famosa” Seção de Operações Estruturadas, da construtora Odebrecht, que tinha tal nome porque as propinas eram pagas de forma “estruturada” (dividida) em inúmeros depósitos, a fim de evitar ou dificultar uma eventual investigação (aliás, sobre esse assunto recomendo o filme A Lavanderia / The Laundromat, da Netflix). O que quero dizer, na qualidade de presidente de uma associação empresarial, é que o comportamento aético de uma única empresa tem o poder de enfraquecer o tecido econômico em que as demais operam, funcionando como um câncer que contamina tudo à volta. Uma empresa que não paga os impostos, por exemplo, ganha uma vantagem competitiva indevida: é capaz de ofertar produtos similares às suas concorrentes por um preço menor. Quem paga os impostos corretamente perde market share e para de ofertar. No limite, se estamos falando de ampla gama de produtos, a empresa que joga limpo simplesmente é deslocada do mercado. O mesmo fenômeno acontece quando uma empresa burla as normas de qualidade de um produto. Quem coloca no mercado artigos de desempenho inferior promove concorrência desleal e prejudica o consumidor. Esse consumidor leva para casa um produto de baixa durabilidade, que não oferece o desempenho esperado, e que pode colocar em risco a segurança de quem o utiliza – você viajaria num elevador fabricado fora das especificações que regem o segmento? Além disso, a empresa pirata pode provocar uma corrida por “desespecificação”: para concorrer diminuo a qualidade de meu produto e amplio a oferta de produtos ruins. Comportamentos antiéticos de empresas funcionam como uma espiral descendente, um redemoinho que suga os que estão em volta. Afinal, desvios de conduta raramente são uma prática isolada. Geram, na maior parte dos casos, uma cadeia de delitos. Um produto fabricado fora da norma, por exemplo, tem de ser aprovado por alguém, cujo silêncio precisa ser comprado. O não pagamento de impostos pode ser descoberto por um fiscal, cuja vista grossa terá um preço, e, assim, sucessivamente. A solução? A resposta não é simples. A conduta de seus membros é uma das principais e mais delicadas questões que se colocam para qualquer associação de classe.

Carro abandonado

Keiko Ota

Carlos Bezerra Jr

D E P. F E D E R A L (61) 3215-5523 dep.keikoota @camara.leg.br

Edir Sales

D E P. E S T A D U A L (11) 3886-6088 / 6089 carlosbezerrajr @al.sp.gov.br

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Patrícia Bezerra

VEREADORA (11) 3396-4309 edirsales @edirsales.com.br

VEREADORA (11) 3396-4287 vereadora @patriciabezerra.com.br

VEREADOR (11) 3396-4542 ota @camara.sp.gov.br

Sandra Tadeu

VEREADORA (11) 3396-4244 sandratadeu @camara.sp.gov.br

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Grazi Massafera conta que além dos cabelos, cuida das unhas também

Nafoto

COMENTÁRIOS DO LEITOR Sobre o aumento no roubo de ciclistas no Tatuapé “Essa é a realidade do Brasil, ficam gastando dinheiro com ciclofaixa e ciclovia, para ninguém andar, pois somos assaltados e a bicicleta levada! Grande solução para o trânsito!”.

O Centro Cultural Penha receberá no dia 21 de dezembro a 5ª Edição do Festival “Somos Todos Bolívia Rock”.

José Roberto Lapetina Lapetina (via Facebook).

.....

“Fizeram até uma faixa, dizendo para tomar cuidado, pois poderiam ser roubados… Muito triste!! Terra de ninguém”. Aline Gomes Ciocca (Via Facebook).

..... O teatro Dr. Botica recebe até o dia 22 de dezembro o evento “Café das Princesas”.

“Nem de bike dá mais! Tá difícil! Adoro a ideia da ciclovia, amo andar de bike, mas assim fica impossível! Não é só a perda do bem e sim a da vida, pois esses bandidos não tem nada a perder!”. Andy Coque (Via Facebook).

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“Porque não põem a pm de bicicleta lá? ah sim só no parque Ibirapuera e na Paulista, o resto que se dane…”. Thiago Kabritoks (Via Facebook).

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O Monarca Bar, localizado em Itaquera, receberá no dia 20 de dezembro o show do grupo Sorriso Maroto.

PESQUISA DO MÊS Avaliação governo Bolsonaro.

36% 30% O bar Santo Maia, localizado no Tatuapé, receberá no dia 22 de dezembro o espetáculo “Queen Bohemian Rock”.

Ótimo/bom

32% 1% Regular

FACEBOOK fb.com/spjornal

YOUTUBE spjornal

WHATSAPP (11) 95779-2145

Ruim/péssimo

Não sabe/não respondeu

Pesquisa Datafolha realizada entre os dias 5 e 6 de dezembro com 2.948 pessoas em 176 cidades. Margem de erro de 2 p.p.

O Grupo Raiz edita os títulos impressos SP Jornal, Jornal de Vila Carrão, Jornal do Tatuapé, Jornal de Vila Formosa e o portal diário de notícias regionais www.spjornal.com.br. Redação Avenida Guilherme Giorgi, 664 – Sala 5 - Vila Carrão - CEP 03422-000 - SP - Fones: (11) 2129-8591 - 2645-8831 - E-mail: redacao@spjornal.com.br - Site: www.spjornal.com.br Editor responsável Antonio Gelfusa Junior MTb 60054/SP Conteúdo Leandro Luz Projeto Gráfico Agência Pérgola Propaganda Circulação SP Jornal circula em alguns dos principais bairros da zona leste. Jornal de Vila Carrão circula em Vila Carrão , Aricanduva e Jardim Têxtil. Jornal de Vila Formosa circula na Vila Formosa e Jardim Vila Formosa. Jornal do Tatuapé circula no Tatuapé e Anália Franco. Veja mais detalhes em nosso mídia kit: spjornal.com.br/midia-kit Distribuição Corredores comerciais, bancas e semáforos Matérias e reprodução dos conteúdos da empresa Não nos responsabilizamos pelas opiniões emitidas em matérias assinadas e anúncios. É permitida a reprodução de conteúdos exclusivos quando citada a fonte. TWITTER @spjornaloficial

Massataka Ota

Quem faz meu cabelo hoje em dia? Eu mesma.

Minha Casa, Minha Vida e indenizações

Hugo Pellegrini é advogado da Área Corporativa do Marins Bertoldi Advogados.

A equipe da Redação identificou um carro abandonado na rua Dr. Cristiano Altenfelder Silva - Vila Carrão. Com vidros quebrados e pneus furados, o veículo se encontra no local há semanas.

Abaixo seguem os deputados e vereadores nascidos, moradores e/ou eleitos com votação expressiva na zona leste – região com mais de 4 milhões de habitantes. Os avanços, elogios, dificuldades e problemas também são da responsabilidade deles (para ajudar a resolver) e dos cidadãos (para denunciar). Acompanhe seu representante e cobre!

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O Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), instituído em 2009 por meio de Medida Provisória, posteriormente convertida na Lei 11.977/2009, visa garantir a todos os brasileiros o seu direito fundamental à moradia digna. As faixas de renda familiar a que se destina o PMCMV, atualmente, se encontram divididas em 4 (quatro) “tetos” para cada uma das modalidades de operações, sendo que os modelos de faixa 1 (um) e de faixa 1,5 (um e meio) destinam-se àquelas famílias de menor renda. Os limites estabelecidos para o enquadramento nessas faixas são de até R$ 1.800,00 (mil e oitocentos reais) e R$ 2.600,00 (dois mil e seiscentos reais), respectivamente. Foi justamente sobre os contratos firmados para a aquisição da casa própria via PMCMV e que foram previstos para essas duas faixas de renda que, em recente sessão de julgamento, o Superior Tribunal de Justiça analisou o alto grau de responsabilidade que o empresário assume perante essas famílias, concluindo pela necessidade de promover maior controle jurisdicional sobre tais contratações. O entendimento pacificado na Corte Superior é no sentido de que, para haver a fixação de indenização por danos morais em favor dos adquirentes por conta de problemas na vigência do contrato que ensejam o reconhecimento de descumprimento pelo empreendedor – a exemplo, o atraso na entrega da unidade habitacional – deve também ser comprovado que o adquirente incorreu em uma situação extraordinária, que supera o mero dissabor decorrente desta frustração. Os exemplos dos chamados fatos extraordinários que levam à necessidade de punição por danos extrapatrimoniais, porém, não são taxativos. Na prática, estes fatos se consideram caracterizados quando se comprova que a unidade habitacional foi entregue ao adquirente com vícios construtivos graves ou que devido ao atraso na entrega do imóvel o adquirente foi obrigado a remanejar a sua programação de mudança após o seu casamento. Todavia, especificamente para os contratos do PMCMV de faixas 1 (um) e 1,5 (um e meio), por meio do julgamento do Recurso Especial nº 1.818.391/ RN, ocorrido no dia 10/09/2019, houve uma relativização do entendimento até então predominante, para condenar determinada construtora/incorporadora ao pagamento de R$ 10.000,00 (dez mil reais) a título de danos morais, pautado, unicamente, na efetiva comprovação do descumprimento contratual. O Superior Tribunal de Justiça, verificando a ocorrência de atraso superior a 12 (doze) meses na entrega do imóvel, consignou em sua decisão que “a postergação de uma realização de vida, a qual, no mais das vezes, é a mais significativa a ser alcançada por famílias de baixa renda” geraria um sentimento de frustração. Considerando o entendimento pacificado no Superior Tribunal de Justiça – que se mostra coerente, uma vez que a indenização por danos patrimoniais é suficiente para ressarcir os prejuízos decorrentes do eventual desatendimento ao contrato pela construtora/incorporadora – verifica-se que essa nova decisão revela sensibilidade da Corte Superior ao reconhecer que a comprovação da baixa renda no momento da contratação, por si só, justifica que o empresário se sujeite, nesse caso, ao pagamento de danos morais. Isto porque, quanto ao adquirente de baixa renda, deve se considerar que o investimento por ele promovido para a compra de uma unidade habitacional envolve abster-se de diversos gastos que os demais adquirentes não se veem obrigados a abrir mão, como o lazer familiar. Em verdade, tem-se que a conclusão extraída desse julgamento não é a alteração do entendimento pacificado de que o mero descumprimento do contrato pela construtora/incorporadora passará a ensejar danos morais. O que se configurou foi a fixação jurisprudencial de uma situação extraordinária que ensejará danos morais. Portanto, aqueles que empreendem no mercado por meio do PMCMV, diante da peculiaridade específica do adquirente neste negócio, deverão estar atentos a necessidade de agirem com maior cautela para que o contrato seja cumprido.

GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO

Problemas em sua região? Acione os políticos!

Milton Rego é engenheiro mecânico, economista e bacharel em filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

E X P E D I EN T E

São Paulo, 28 de dezembro de 2019

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P U B L I C I D A D E

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P U B L I C I D A D E

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Exposição no MAM

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T O U R

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R E G I Ã O

Um conjunto de cerca de 60 trabalhos pouco conhecidos do artista Antonio Bandeira (1922--1967) poderá ser visto no MAM São Paulo a partir de 10 de dezembro de 2019. Os ingressos custam R$ 10,00 e aos sábados a entrada é gratuita.

TRADIÇÃO Conheça mais sobre a história da região que é mescla de culturas

Bairro da Vila formosa celebrou seu 96º aniversário Divulgação

de classe média que ocuparam os lugares das antigas casinhas, redacao@spjornal.com.br ainda é possível observar uma forte herança histórica da Vila A Vila Formosa, distrito Formosa, isso por meio das suas localizado na zona leste de São mais variadas praças. Paulo, celebra este ano seu 96º Curiosidades aniversário. E como parte das Algumas curiosidades tamcomemorações, vale relembrar um pouco da história de uma das bém chamam a atenção e dão regiões que se tornou símbolo destaque à esta região, dentre da mescla de culturas e classes elas: O Cemitério da Vila Formosa sociais. que é o maior da América LatiOriginado na década de 20, na. Inaugurado em 1949, o local com o loteamento do sítio Casa Grande, a região sofreu por um conta com uma área de 760 mil período com a resistência das metros quadrados; A igreja Nossa Senhora do pessoas para habitá-la. De toda forma, na década de 50 a zona Sagrado Coração, que recebeu começa a receber seus primeiros o nome da santa que é padroeira moradores, o que começaria do Bairro. Construída em duas moldar o que se compreendia etapas, a paróquia é referência para os fiéis. por Vila Formosa na época. Ficou interessado e quer Alguns fatos se tornaram conhecer mais sobre a Vila marcos na história deste distrito, dentre eles: sua primeira rua Formosa? Atualmente o distrito abriga asfaltada, na época conhecida mais de 110 praças, que lemcomo Rua Um e hoje como Avenida Doutor Eduardo Cotching. bram aquelas cidades do interior Embora os efeitos da socie- e conta também com várias dade moderna sejam evidentes e opções de restaurantes. Vale a inevitáveis, quando observamos pena reservar uma tarde para os mais diversos condomínios conhecê-los. L E A N D R O

L U Z

A igreja Nossa Senhora do Sagrado Coração recebeu o nome da santa que é padroeira do Bairro. Construída em duas etapas, a paróquia é referência para os fiéis.


São Paulo, 28 de dezembro de 2019

P A N O R A M A

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GRUPO RAIZ COMUNICAÇÃO

Exposição Da Vinci

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Até 1 de março de 2020, o MIS Experience recebe a exposição Leonardo da Vinci – 500 Anos de um Gênio. Uma experiência imersiva, que possibilita que o visitante conheça a vida e o legado de Da Vinci. Os ingressos custam a partir de R$15.00 - Rua Vladimir Herzog, 75.

ZONA LESTE São cerca de 60 buracos em apenas uma via

Trechos com imperfeições atrapalham motoristas vias da zona leste. A G Ê N C I A M U R A L É o caso das ruas Professor redacao@spjornal.com.br Hasegawa e Ioneji Matsubayashi, na Fazenda do Carmo, em Itaquera. O Plano de Metas apreNa avenida Aricanduva, sentado pelo prefeito de também na zona leste, em São Paulo, Bruno Covas quase toda a sua extensão em (PSDB), no mês passado, ambos os sentidos, é possível prevê a manutenção de 540 encontrar buracos no asfalto mil buracos até o fim da e tampas de galerias desnigestão, em 2020. veladas no meio da pista. O O orçamento para os ser- resultado são fortes solavancos viços de zeladoria, em que ao passar de carro ou ônibus. também é realizada a operação Jobervan da Silva Junior, tapa-buraco, triplicou neste 32, gerente comercial, reclama ano, passando de R$ 500 mi- do problema. “Desgasta mais lhões para R$ 1,5 bilhão. o carro e é perigoso perder o Somente para operações de controle da direção ao passar tapa-buraco foram empenha- em cima do desnível e ocasiodos R$ 144 milhões, em 2019 nar algum acidente. Recente— um aumento de mais de R$ mente tive que trocar peças 25 milhões, em comparação do amortecedor por passar em com o ano anterior. buracos na região.” A operação, já iniciada pela Secretaria Municipal das O que fazer em caso de Subprefeituras, pretende condanos sertar 38 mil buracos a partir Todas as pessoas que se de solicitações da central 156. sentirem prejudicadas podem Os números milionários e buscar a reparação de danos as metas ambiciosas demoram pelo município. para se refletir em algumas O motorista deve formular

Divulgação

um requerimento administrativo dirigido à Procuradoria Geral do Município (PGM), que analisará o caso. O munícipe pode protocolar esse requerimento na própria PGM ou em qualquer umas das 32 subprefeituras. De acordo com dados cedidos pela PGM, em 2018 constam 37 pedidos administrativos de indenização tendo como objeto “danos ao veículo por buraco na via”. Desses, oito foram deferidos, 23 indeferidos e seis estão em fase de instrução. Tampas de bueiro Os serviços de reparo de tampas de bueiros e massa asfáltica em torno delas são de responsabilidade da Sabesp. No ano passado, a empresa gastou R$ 84,8 milhões com manutenção de asfalto. Já o serviço de tapa-buraco é de responsabilidade da Prefeitura de São Paulo e está dentro do programa de zeladoria, coordenado e executado pelas 32 subprefeituras da capital.

SÃO PAULO FICA CADA VEZ MAIOR. E A DISTÂNCIA, CADA VEZ MENOR. ISSO É RESPEITO À SUA MOBILIDADE. COM A EXPANSÃO DA LINHA 15-PRATA, FICOU MUITO MAIS FÁCIL E RÁPIDO PARA VOCÊ SE DESLOCAR DA ZONA LESTE AO RESTO DE SÃO PAULO.

101 KM

DE TRILHOS CONSTRUÍDOS

ESTAÇÃO SAPOPEMBA

3 NOVAS

300 MIL PESOAS

ESTAÇÃO FAZENDA DA JUTA

ESTAÇÃO SÃO MATEUS

ESTAÇÕES DE METRÔ

Secretaria dos Transportes Metropolitanos

BENEFICIADAS DIARIAMENTE

Secretaria de Governo

Um dos buracos localizados na Av. Aricanduva, região da Vila Carrão.


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