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Jornal do SITRAEMG 105

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CORRUPÇÃO BANQUEIRO temdinheiropara

MENSALÃO

LAVA-JATO

e para

justiça?

A Ç I T S U J PARA Categoria consegue apoios nunca antes conseguidos

Recepção de Lewandowski em BH e o veto da Presidente

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NÃO! Braços cruzados em centenas de cidades do interior >>PAG. 7

! O T E V O R A B U R R E D AGORA É

! L IA R A L A S O Ã Ç I S PELA REPO


A direção do Sindicato buscou apoios ao movimento grevista e eles vieram. Das administrações dos tribunais – TRT, TRE, Justiça Federal e TRF-1, Justiça Militar, com a garantia de que não haveria represálias nem corte de ponto (salários) dos grevistas e envio de ofícios a Dilma e ao presidente do Senado, Renan Calheiros, pedindo o apoio, aprovação e, posteriormente, sanção do PLC 28/15.

O apoio institucional foi tão signi cativo que inclusive foi divulgado na intranet, fato nunca ocorrido com gestões anteriores do Sindicato e Administrações dos Tribunais. Foram acenos favoráveis que se tornaram possíveis graças às várias reuniões realizadas a pedido do SITRAEMG, sempre com a participação de servidores das respectivas Casas, para explorar ao máximo as discussões e conferir transparência nas relações Sindicato-Tribunais. A presidente do TRT rea rmou esse apoio inclusive

em ato dos servidores em frente ao prédio do Tribunal da Av. Getúlio Vargas. Na Justiça do Trabalho, vários desembargadores também se manifestaram em favor da causa da categoria, com alguns deles inclusive suspendendo as audiências. Nas sessões em que isso ocorria, com presença maciça de servidores e exposição por um deles sobre a greve e o projeto de reposição salarial, também os representantes da Abrat (Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas) manifestavam o apoio da instituição. O Sindicato também se reuniu, reivindicou e conseguiu apoios da Amatra-3 e da Ajufemg, além das subseções da OAB de várias cidades. Em âmbito nacional, a Fenajufe obteve o apoio da Ajufe.

Reunião Presidente do TRE

Apoio AMATRA-3

Reunião Presidente TRT

Reunião com o Antigo presidente do TRE

Reunião Diretor do Foro Justiça Federal 27-06

Reunião DG do TRT

Apoio dos Desembargadores do TRT3


A força dos arrastões

PLC 28/15

TO LU

O Arrastão foi uma tática de convencimento nos locais de trabalho, muito importante para adesão dos servidores. Várias lideranças, junto com a direção do sindicato lotaram os corredores dos tribunais para ganharem os colegas para luta, e foram muito vitoriosos.

A greve ganhou as ruas e puxou os indecisos para o movimento O PLC 28/2015 havia sido aprovado na CCJ do Senado no dia 20 de maio. Mas as perspectivas eram de muita di culdade de sua aprovação no plenário da Casa, diante da pressão do governo sobre os congressistas. A assembleia de 29 de maio, na Justiça Federal, deliberou, então, por paralisação de 48 horas, nos dias 2 e 3 de junho, e greve por

tempo indeterminado a partir do dia 10. Desde então, intensi cou-se a mobilização da categoria, com a realização de atos públicos e passeatas, AGEs e arrastões para inserir os indecisos no movimento paredista. Os atos públicos em BH foram se multiplicando e se revezando entre os prédios dos tribunais. As concentrações reuniam quase milhares de

pessoas e as passeatas atraíam o olhar dos curiosos, parando o trânsito da cidade. Ao microfone, as explicações sobre os motivos da greve: intransigência de Dilma e omissão de Lewandowsk i diante de uma defasagem salarial de nove anos. “Não é justo não. São nove anos perdendo pra in ação!”; “Servidor na rua, Dilma a culpa

é sua”; “Dilma, sanciona; senão vai passar vergonha!”, gritavam os manifestantes, que para denunciar descontraidamente a falta de independência entre os Poderes e o descaso do g o v e r n o e d o J u d i c i á r i o, celebraram o “casamento” entre Dilma “D ucheff ” & “Enrolandowski” e o “funeral” do PJU.


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Ministro Lewandowski é recebido em BH por protesto em frente ao TJMG Ato em frente o TJMG teve “funeral” do PJU e reafirmou a força da greve dos servidores para a população e para Lewandowski, que se dispôs até a receber uma comitiva em breve reunião

Os servidores do Judiciário Federal atenderam ao chamado do Sindicato e compareceram em peso ao ato público realizado nesta sexta-feira, 17, excepcionalmente, em frente ao prédio do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, para “recepcionar” o ministro Ricardo Lewandowski , presidente do STF, que veio ao TJMG para receber homenagem do Judiciário mineiro. O ministro não havia atendido ao pedido que lhe fora feito antecipadamente pelo Sindicato para que recebesse uma comissão de servidores mineiros para conversar com ele sobre o tratar do PLC 28/2015. Nem precisou, pois a presença maciça da categoria e o aparato da “recepção” foram tão visíveis que ele acabou cedendo e aceitou receber a comissão

Reunião com Lewandowski Depois de muitas tentativas, a direção do SITRAEMG, juntamente com outros s e r v i d o re s e o d i re t o r d o Sintrajufe/MG, Ruy Bittencourt, conseguiu falar com o secretário de segurança do ministro Lewandowski, e mais uma vez d e p o i s d e l o n g o d i á l o g o, convencê-lo a receber um grupo de servidores. Te r m i n a d a a r e u n i ã o , o coordenador geral do SITRAEMG fez um relato do que foi conversado com o presidente do STF. Segundo Alexandre Magnus, a reunião começou com ele lembrando a Lewandowski que, em reunião com a Fenajufe no ano passado, na qual ele esteve presente como membro da direção da Federação, o ministro disse que o problema do projeto não era no Judiciário, mas no Le g i s l a t i vo. E r a l á q u e o s servidores deveriam cobrar. Magnus, então, cobrou: “o projeto, que é de autoria do STF, foi aprovado e, agora, precisamos de sua ajuda, para que seja sancionado”.


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DERRUBAR O VETO PLC 28/15

Apoio do Congresso para a derrubada do veto

Após veto presidencial ao PLC 28/15, servidores buscam o fortalecimento da greve Ser vidores das justiças Federal, Eleitoral e Trabalhista realizaram ato público no dia 23, quintafeira, desta vez em frente ao prédio do TRE da avenida prudente de Morais, 100, onde, mais uma vez, criticaram a postura do governo federal frente à aprovação do PLC 28/15, mas desta vez com o veto da presidente que ocorreu no dia 21. O coordenador do SITRAEMG Célio Izidoro Rosa deu início à atividade do dia falando sobre a decisão dos servidores em Minas pela continuidade da greve. Apontou também os vários estados que ainda continuam no movimento, dentre eles São Paulo, Goiás, Paraná, Tocantins, Distrito Federal, Bahia, Alagoas, Ceará, Amapá, Espírito Santo e Paraíba; todos no mesmo propósito – sanção do PLC 28/15. O coordenador sindical ainda informou que alguns estados vêm realizando assembleias para de nirem

o r u m o d o m ov i m e n to. “Precisamos fortalecer e ampliar o movimento grevista para alcançarmos a aprovação do PLC 28”, aponta o sindicalista, lembrandolhes que a categor ia já conseguiu aprovar o Projeto na Câmara e Senado. Outro coordenador do O veto da presidente Dilma Rousseff não foi surpresa para a categoria e não os intimidou; o que fez o movimento continuar firme em muitos estados do país, inclusive em Minas Gerais, na promessa de por fim ao movimento somente após a sanção presidencial. S I T R A E M G , S a n d ro Lu i s Pacheco, ao microfone, leu para os colegas o comunicado do presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, do dia 22, após o veto da presidente Dilma ao PLC 28. No texto, Lewandowski fala aos

ser vidores do Judiciário Federal sobre a retomada de negociações com o Ministério do Planejamento. Contudo, o sindicalista alerta os colegas a m de que não con em em mais uma promessa do STF, pois, esta c o r t e n ã o v e m demonstrando, a partir de suas ações, representar a categoria. Vários outros servidores, também durante suas falas defenderam a manutenção da greve em Minas e parabenizaram os colegas que no movimento continuam. “Vamos voltar ao trabalho quando readquirirmos nosso respeito e dignidade”, disse Alzira dos Santos, servidora do TRE, seguida pela colega Letícia Gontijo, con ante na alternativa que ainda resta aos ser vidores que é a derrubada do veto. Luiz Fernando, diretor de base do Sindicato, destacou a participação dos servidores do inter ior nesta greve histórica.

Preocupada com o Plano B a direção do sitraemg alinhavou apoio dos congressistas para derrubada do veto. Precisamos de 257 deputados , 41 senadores. Os servidores podem car seguros de que o sindicato está fazendo o máximo de esforço para conseguir apoio dos políticos, e neste quesito estamos tendo sucesso. Porém, por questão de segurança, principalmente para que aqueles políticos não sejam comprados pelo governo, não podemos divulgar a quantidade de apoio que conseguimos até o momento. Brasília virou uma rotina para a DIREÇÃO do SITRAEMG para ar ticulações no Congresso e no STF pela aprovação e posteriormente pela sanção do PLC 28/15 e PLC 25/15, e reuniões da Fenajufe.

Deputado Laudivio Carvalho

Deputado Marcelo Álvaro

Senador Antonio Anastasia

Deputado Júlio Delgado

Deputado Odelmo Leão


6 Batalhas incansáveis em Brasília pela aprovação e sanção do projeto Durante a greve, o SITRAEMG, representado por coordenadores, esteve presente em todos as

reuniões do Comando Nacional de Greve, na Fenajufe, avaliando e discutindo a greve, de nindo novas orientações à categoria, em todos os e s t a d o s, e a t i v i d a d e s e calendários de mobilização. Uma dessas orientações foi a realização de corpo a corpo, em Brasília e nos estados, junto a parlamentares da Câmara e do Senado, pelo aprovação do projeto e, por último, para que assinassem

abaixo-assinado direcionado a Dilma pedindo a sanção do PLC 28/15 e assumindo o compromisso de votar pela derrubada do veto, caso a presidente o vetasse. Além de enviar ofícios aos parlamentares e ao presidente e demais ministros do STF, cobrando deles que zessem valer a independência e autonomia do Judiciário e exigissem a sanção do projeto de iniciativa desse Poder.

CARAVANAS

No Senado, a certeza de que vitória só se conquista com união, luta e pressão De forma inédita também, o SITRAEMG disponibilizou vários ônibus e vans com servidores ( liados e não liados) – aproximadamente 300 - de Belo Horizonte, Betim, Contagem, Divinópolis, Uberlândia, Uberaba, Araguari, Paracatu e outras cidades do estado enchendo de mineiros a multidão que chegaria a cerca de 5 mil pessoas. Foi um ensurdecedor barulhaço cívico durante todo o dia 30 de junho, ao redor do

Congresso Nacional, até pouco antes da meia noite, quando o PLC 30/2015 foi nalmente aprovado no Senado Federal. Barulho lá fora, articulações dentro do Senado, com dezenas de servidores, incluindo coordenadores do SITRAEMG e outros servidores mineiros, revezando-se em mais um trabalho de corpo a corpo com os senadores, como já vinha acontecendo desde que o projeto chegou à Casa, passando primeiramente

pela CCJ e tendo votação adiada em sessões anteriores do plenário. E não pode ser esquecido também o trabalho de pressão realizado também na Câmara dos Deputados. Valeu a máxima: só com união, luta e pressão se pode chegar às vitórias. Em comemoração, os “vencedores” deixaram o Senado exaustos, mas cantando com entusiasmo o Hino Nacional Brasileiro.

Relação difícil com a imprensa A imprensa, como sempre do lado do capital, não foi mais receptiva com a mobilização dos servidores do Judiciário, principalmente na capital. Faça-se justiça às honrosas exceções da rádio Itatiaia, Rede TV e jornal o Tempo. “Os grandes veículos de imprensa estão nas mãos dos grandes empresários, que querem mesmo é 'estado mínimo”. Estão pouco se lixando para o serviço público e, muito menos, para os servidores”, diziam alguns servidores nos atos públicos. “Não se preocupem. Com a greve crescendo, eles é que vão nos procurar”, apostava o coordenador do SITRAEMG Alexandre Magnus, lembrando que o Sindicato estava enviando as informações não só sobre a greve de agrada, mas também sobre os atos, assembleias e demais atividades de mobilização. Aos poucos, muitos outros veículos passaram a dar espaço à greve. Porém, muitas vezes reforçando o lado negativo, como os prejuízos ao trânsito nas passeatas. Em âmbitos estadual nacional, as informações maliciosamente priorizadas em relação ao PLC 28/15, com base em informações manipuladas pelo governo, eram de que a implementação do projeto previa um reajuste de 78%, geraria um impacto de R$ 25 bi no orçamento e, por isso, era inviável, diante da cr ise econômica do País que estava obrigando o Executivo a promover um ajuste scal. Essas mentiras, obrigaram a Fenajufe e vários sindicatos da base, como o SITRAEMG, a entrarem com mandados de segurança contra alguns jornais e emissoras de rádio e televisão, cobrando direito de resposta.

NOTA PAGA NA IMPRENSA PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA DO SITRAEMG Diante dos ataques da imprensa, apesar dos releases explicativos que eram enviados com frequência às redações e das cartas de esclarecimentos distribuídas à população, a categoria pediu e a direção do SITRAEMG atendeu. Para atingir de forma mais ampla a sociedade, o Sindicato, mesmo com o orçamento apertado em decorrência das despesas da greve, decidiu veicular, pela primeira vez na história da entidade, publicar notas de esclarecimentos pagas em dois veículos da capital de grande audiência em Belo Horizonte e todo o interior do estado. Sob a forma de mensagem publicitária, as notas foram por alguns dias nessas emissoras com esclarecimentos tais como: a categoria teve sua última revisão salarial em 2006, não tem data-base, com nove anos de defasagem reivindica apenas uma reposição salarial e não pode pagar pela crise econômica e pelos rombos decorrentes da corrupção que se alastra pelo País. Por último, faz um apelo: “Sanciona, Dilma”.


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INTERIOR

Braços cruzados em centenas de cidades do interior Os ser vidores do TRT de Contagem zeram o primeiro chamado para o movimento grevista, em ato lá realizado com a presença do SITRAEMG. Depois, eles se uniram aos colegas e participaram dos atos e AGEs em Belo Horizonte. Em muitas cidades, os colegas que entravam em greve procuravam chamar os das outras Justiças para seguirem o mesmo caminho. Em algumas regiões, como no

Triângulo Mineiro e nos Vales do Aço e do Rio Doce, houve união das cidades vizinhas na greve nas atividades de mobilização. Em Contagem e Uberaba, os grevistas ocuparam praças públicas em várias manifestações. De uma forma ou de outra, essa integração foi contagiando toda a categoria e ampliando a cada dia o movimento paredista, que atingiu quase todo o estado.

Cidades do interior que aderiram ao movimento Ribeirão das Lambari Dores do Indaiá Abaeté Neves Lavras Entre Rios de Aimorés Rio Casca Manhuaçu Minas Alfenas Rio Piracicaba Malacacheta Espinosa Almenara Rio Pomba Mariana Ferros Alvinópolis Sabará Matias Barbosa Formiga Araçuaí 11 Araguari Sacramento Minas Nova Francisco Sá Santa Luzia Frutal Arcos 6 Monte Azul Santa Rita de Monte Belo Galileia Areado Caldas Monte Santo de Governador Araxá Santa Vitória Minas Valadares Baependi São Domingos Guanhães 8 Montes Claros Barão de Cocais do Prata Muriaé Guapé Barbacena São João Del Rei Nanuque Guaranésia Betim São João Nova Era Guarani Bom Despacho Evangelista Nova Lima Guaxupé Botelhos São Sebastião Ouro Preto Ibiraci Brazópolis 3 Pará de Minas do Paraíso Ibirité Cabo Verde 9 Paracatu Sapucaí Inhapim Campos Altos Sete Lagoas Paraopeba Ipatinga Capelinha Tarumirim Itabira Carandaí 7 Passos Patrocínio Itamogi Caratinga 5 Teófilo Otoni Três Corações Perdizes Itamonte Carmo da Mata Turmalina Perdões Itanhomi Cataguases Ubá Pirapora Itapagipe Cláudio Uberaba Piunhi Itaúna Congonhas 1 Uberlândia Poços de Ituiutaba Conselheiro Unaí Caldas Iturama Lafaiete 2 Varginha 12 Contagem Pompéu Jaboticatubas Vespasiano Ponte Nova Janaúba Coromandel Viçosa Porteirinha Januária Coronel Virginópolis João Monlevade 10Pouso Alegre Fabriciano 4 Curvelo Visconde do Rio Prados 13 Juiz de Fora Branco Prata Lagoa da Prata Diamantina Resende Costa Lagoa Santa Divinópolis


Pé na estrada pelo fortalecimento da greve A direção do Sindicato teve muitas ocupações em Belo Horizonte durante todo o período grevista, participando das atividades de mobilização, orientando os ser vidores sobre os procedimentos do movimento paredista, nos locais de trabalho na capital e a d i s t â n c i a n o i n t e r i o r, reunindo-se com as direções dos tribunais para negociações.

Ainda assim, quando surgiram opor tunidades, coorde nadores do Sindicato, sempre acompanhados dos liados Luiz Fernando Gomes Rodrigues e Vicente de Paulo Passos, visitaram algumas cidades pelo estado que havia colegas ainda indecisos, levando -lhes infor mes e chamando-os para a ampliação e o fortalecimento greve.

Paracatu

Algumas cidades visitadas no período da greve: Governador Valadares, Montes Claros, Diamantina, Curvelo, Ouro Preto, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Pouso Alegre, João Monlevade, Coronel Fabriciano, Uberaba, Uberlândia, Araguari, Sabará e Santa Luzia. São João Del Rei

Uberaba

Santa Luzia

Prestação de Contas Junho a Dezembro de 2014

As contas da Diretoria do SITRAEMG, gestão 2014/2017, o parecer do Conselho Fiscal relativo ao período de junho a dezembro de 2014, além do planejamento orçamentário para o exercício de 2015, foram aprovados por unanimidade em assembleia geral extraordinária realizada em 24/06/15, na sede do Sindicato. Para conferir a analisar as contas do sindicato, basta entrar no nosso site e clicar no link ao lado, que fica na coluna à esquerda Só com transparência e seriedade podemos merecer o respeito dos nossos filiados.

SINDICALIZE-SE! Você que já é filiado ao SITRAEMG convença o seu colega de trabalho a fortalecer o sindicato! FICHA DE FILIAÇÃO ANEXADA AO JORNAL


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